Política

Pacheco descarta adiar instalação da CPI e quer reunião presencial para eleger presidente da comissão

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), descartou a possibilidade de adiar a instalação da CPI da Pandemia e afirmou que irá determinar sessão presencial para a eleição do presidente da comissão.

“Estou aguardando os nomes e indicações de partidos. Depois, anunciarei a data para instalação da CPI. Vou determinar que a eleição do presidente da comissão seja presencial e recomendar que funcionamento também seja presencial. Mas caberá ao presidente da CPI determinar, num acordo de procedimento com os demais membros, o que pode ser presencial, o que pode ser semipresencial”, afirmou Pacheco.

A declaração do presidente do Senado vem em um momento de expectativa pela decisão do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a liminar do ministro Luís Roberto Barroso, que determinou a criação da CPI, já que os requisitos para isso tinham sido preenchidos.

Ministros do STF dão como certa a manutenção da liminar, mas estudam uma modulação que deixe clara a prerrogativa do presidente do Senado para definir como será o funcionamento: se presencial, virtual ou num modelo híbrido. Alguns integrantes do STF ainda avaliam que o Senado deve decidir o momento mais adequado para a instalação da CPI.

Com minoria dentro da comissão, o governo aposta nessa decisão do STF para ganhar tempo e adiar a instalação da CPI. Para isso, investe no discurso de que não há condições sanitárias para realização de sessões presenciais.

Líderes do governo lembram que as comissões não estão funcionando no Senado e que as sessões do plenário têm sido virtuais por determinação de Pacheco. Apesar disso, o presidente do Senado, mesmo tendo externado posição contrária à abertura de CPI neste momento da pandemia, mantém firme posição de seguir decisão do ministro Barroso e garantir a instalação da comissão já nas próximas duas semanas.

BLOG DO CAMAROTTI – G1

Opinião dos leitores

  1. Como é? Renan Calheiros cotado pra compor a CPI da Covid? Vai terminar igualzinho a Delcidio Amaral!😂😂😋

  2. Ei seus aluados, a Lourdes Siqueira disse apenas que se Renan Calheiros for o presidente da comissão, será uma péssima escolha, o que é uma verdade absoluta. Leia novamente analfabetos, se é que conseguem, que a mesma nem tocou no nome do presidente, vcs são uns seletivos idiotas, tentar justificar um erro com outro, coisa não salutar e correto, e não vamos falar em companhias de quem. Para melhor falar sobre esse assunto, escutem a ex petista Heloisa Helena, expulsa do PT, por ter denunciado essas relações espúrias só com gente boa: Sarney, Calheiros, Jader Barbalho, Collor de Melo, Temer, Henrique Eduardo Alves, Ciro (olha o coice), Valdemar da Costa Neto (o mesmo), Benedito Lira (o pai), apoio dos evangelicos, ou seja, tudo farinha do mesmo saco, isso sem falar da nata dos empresários da construção civil, construção pesada, ditadores do mundo, aí fica difícil.

  3. Se o presidente da CPI for mesmo o Renan Calheiros é uma vergonha para os senadores que se enquadram como corretos, ainda… Renan é o retrato do submundo da política brasileira.

    1. É verdade, Lourdes. Ainda bem que o nosso mito sagrado se cercou de homens honrados para aconselha-lo como o Roberto Jefferson, o Artur Lira, Valdemar Costa Neto, Ciro Nogueira, Bibo Nunes, Onix Lorenzoni, fora a área espiritualizada com Malafaia, Valdomiro, R.R. Soares, Edir Macedo, Magno Malta.
      Só gente honesta e cheia de amor cristão no coração.

    2. Não esqueça de Dr.Jairinho e da Flordeliz…
      Dois grandes defensores da família e dos bons costumes…fechados com Bolsonaro…

    3. Quem matou marielle? O Sr João tem notícias?
      Alguém fala mais alguma coisa?
      É só uma pergunta.

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Saúde

‘Não vai ter lockdown nacional’, diz Bolsonaro em Chapecó (SC)

Foto: Reprodução/CNN Brasil

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) descartou nessa quarta-feira (7) a adoção de um lockdown de caráter nacional para prevenir o contágio pelo novo coronavírus.

“Seria muito mais fácil atender e fazer, como alguns querem, da minha parte – porque eu posso – um lockdown nacional. Não vai ter lockdown nacional”, disse, em discurso em Chapecó, na região oeste de Santa Catarina.

Bolsonaro também descartou qualquer apoio das Forças Armadas a prefeitos e governadores que queiram adotar medidas de isolamento contra a Covid-19. “O nosso Exército brasileiro não vai à rua para manter o povo dentro de casa.”

Bolsonaro visitou o centro avançado de atendimento para casos de Covid-19 na cidade catarinense, onde reiterou ser contra a imposição de restrição de uso a remédios como a hidroxicloroquina, apesar de não mencionar o nome do medicamento, e defendeu o uso off label – ou seja, fora do previsto na bula.

“Eu fui acometido de Covid. Procurei não me apavorar. Tomei o medicamento que todo mundo sabe qual foi. No dia seguinte, estava bom. Muitos fizeram isso”, afirmou o presidente.

“Agora, não podemos admitir impor limite ao médico. Se o médico não quer receitar aquele medicamento, não receite. Se outro cidadão qualquer acha que aquele medicamento não tá certo porque não tem comprovação científica, que não use. Liberdade dele”, continuou.

Para justificar esse uso não previsto de remédios, Bolsonaro citou como exemplo o caso de soldados na Guerra do Pacífico que receberam água de côco nas veias.

“Olha a questão do off label, fora da bula, é um direito [do paciente] e um dever do médico (…) Como na guerra do Pacífico. O soldado chegava ferido e não tinha sangue para transfusão. Começou-se ali a injetar água de coco na veia do ferido. E deu certo. É uma realidade ou não é?”

Os relatos, no entanto, indicam que a água de côco foi usada em substituição ao soro na hidratação de soldados e não em substituição ao sangue, como afirmou Bolsonaro.

Bolsonaro também afirmou que se considera o único líder mundial que continua “apanhando isoladamente” por conta das medidas que defende contra a pandemia.

“O mais fácil é ficar do lado da massa, da grande maioria. Se evita problemas, não é acusado de genocida, não sofre ataques por parte de gente que pensa diferente”, afirmou. “O nosso inimigo é o vírus, não é o presidente, a governadora ou o prefeito. E dá para sairmos dessa.”

‘Exemplo para outros municípios’

Bolsonaro também defendeu que a cidade de Chapecó seja estudada e sirva de exemplo para outras cidades do país na forma de combater o novo coronavírus.

“Quero que Chapecó seja uma cidade para ser olhada pelos demais 5700 prefeitos do Brasil – se bem que tem prefeito que está na linha do João Rodrigues”, afirmou.

“Mas quando se fala em vida, qualquer esforço para nós é válido. Temos que estudar Chapecó. Qualquer medida é válida. Temos que ver as medidas tomadas pelo prefeito, pela governadora”, completou.

Com CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. 27 minutos de discurso, um dos melhores do PR.
    Como sempre, verdadeiro, sem medo.
    Recomendo a ptezada e a esquerdalhada assistirem.
    Tá no YouTube.
    É so pesquisar.

  2. No RN, a governadora NÃO abriu novos leitos hospitalares, deixando o povo morrer na fila de UTI. Desviou os bilhões recebidos do governo federal, impede o tratamento precoce e atrasa a distribuição das vacinas que chegam ao estado. E está destruindo o que resta da economia do RN, com esse “lockdown” irresponsável. O RN padece.

  3. Pense num buraco sem fundo que o Brasil entrou com esse sem noção! Quem participar desse governo terá o currículo manchado pro resto da vida/morte! Governo de cadáveres.

  4. Mas, os governadores “lacradores” seguem arruinando seus estados. Aqui no RN, as empresas vão quebrando aos montes e, com elas, vão embora empregos e arrecadação de impostos. Hoje, o buffet infantil Tim Tim por Tim Tim anunciou que está “suspendendo atendimento temporariamente” e justificou isso “em virtude das constantes prorrogações do decreto do Governo do Estado”. E a governadora parece estar gostando disso.

  5. O MINTOmaníaco tem razão: vai manter a narrativa de que Lockdown não funciona e de que placebos funcionam senão os neurônios dos bolsopetista fundem. Já basta o negacionista já estar usando máscara e dizer que poderá até tomar vacina gente! Kkk

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Política

Presidente do MDB descarta apoio a Bolsonaro ou Lula

Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

Com políticos do MDB que defendem uma candidatura do próprio partido à Presidência, outros que sustentam o apoio a Lula, e ainda com parcela que tem preferência por Bolsonaro, a legenda inicia de forma mais incisiva, este mês, discussões para definir qual será a posição oficial da legenda na eleição do ano que vem. Presidente nacional do MDB, Baleia Rossi (SP) afirmou ao GLOBO que, no momento, o apoio a Lula ou Bolsonaro estão descartados, pois essas hipóteses, diz, sequer estão sendo aventadas nas conversas envolvendo a cúpula da sigla. Baleia afirma que o consenso é o lançamento de uma candidatura própria. E acredita que, caso um nome da sigla não venha a se mostrar competitivo, o melhor caminho para o MDB seria abraçar uma candidatura externa de centro, como João Doria (PSDB-SP), Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) ou Luciano Huck (sem partido).

Para Baleia, Doria é nacionalmente reconhecido pelo empenho na vacinação contra o Covid-19, mas precisaria melhorar sua popularidade na própria São Paulo para se tornar viável no ano que vem. Mandetta, por sua vez, é visto pelo dirigente emedebista como um nome que ganhou projeção ao participar dos debates quando era ministro da Saúde e tem a imagem associada à defesa da ciência. Huck, por sua vez, seria eleitoralmente um bom nome, de fácil assimilação, mas precisaria demonstrar mais interesse no pleito presidencial.

— Esses três nomes estão em pé de igualdade. E não temos discutido internamente o apoio a Lula ou Bolsonaro. A decisão interna é por uma terceira via. Um candidato mais ao centro, mais equilibrado, que entregue mais e tenha mais empatia com a população, que são as características do MDB. Hoje está descartado o apoio a Lula ou Bolsonaro — disse Baleia, ressaltando, contudo, que começará este mês a fazer consultas formais a deputados federais, senadores e presidentes estaduais dos partido sobre 2022.

Em conversas com dirigentes dos partidos, Baleia tem dito que o MDB “seria prejudicado” se “caminhasse com algum dos extremos”. O presidente da sigla reconhece que há políticos influentes da legenda que defendem apoio a Lula, principalmente no Nordeste, e a Bolsonaro, especialmente no Sul, e sustenta que uma forma de unificar o partido seria lançar uma candidatura da própria legenda. Ele afirma já ter conversado com o ex-presidente Michel Temer sobre entrar na disputa, mas que isso foi descartado. E, nesse cenário, o nome ao qual se refere com mais entusiasmo é o da senadora Simone Tebet (MS), embora também cite os governadores Renan Filho, de Alagoas, e Ibaneis Rocha, do Distrito Federal.

— A Simone tem muito potencial para crescer. Foi a primeira mulher candidata à presidência do Senado e se saiu muito bem este ano — avalia.

Mas a defesa de uma candidatura própria tem dificuldades internas. O senador Renan Calheiros (MDB-AL), por sua vez, afirma que o partido só poderia ir para esse rumo caso ela venha a se mostrar viável do ponto de vista eleitoral.

— Nós, do MDB, sonhamos há muitos anos em ter candidatura própria e competitiva à Presidência, porque isso ajuda a alavancar os palanques regionais. É o que queremos. Em 2020, fomos o partido que mais elegeu prefeitos nas capitais e grandes cidades. Temos vitalidade para isso. Mas lançar um nome sem competitividade à Presidência, como na eleição passada (quando Henrique Meirelles foi candidato), não adianta. Em vez de ajudar, só atrapalha os palanques regionais. Por isso, temos que aguardar para ver se nosso nome para 2022 vai se corporificar na sociedade, atrair partidos — avaliou o senador, que defende o apoio a Lula.

— Sinceramente, acho que o apoio do MDB a uma dessas candidaturas alternativas de centro é um caminho difícil de acontecer. Lula leva vantagem sobre Doria, Huck e Mandetta não apenas pela polarização com Bolsonaro ou pela probabilidade mais alta de ganhar. É pelo próprio perfil do Lula, que atrai o centro no qual o MDB está inserido. É uma tendência o meu apoio a ele caso o MDB não tenha candidato, mas ainda não posso colocar como uma coisa consumada.

No Sul, por sua vez, o partido é mais alinhado ao presidente Jair Bolsonaro. O deputado federal Osmar Terra (RS) chegou a ser ministro de Bolsonaro e tem participado de eventos com o presidente, como inaugurações de escolas cívico militares.

Citada por Baleia como possível presidenciável, a senadora Simone Tebet afirma ser necessário o MDB participar de um debate com os partidos de centro sobre a construção de uma terceira via.

— O MDB tem todas as condições de ter uma candidatura própria. Mas acho que o mais importante é estarmos na mesa de discussão com os demais partidos de centro. Seja para definirmos um nome próprio, compor com alguma chapa… A sociedade brasileira cansou do radicalismo e da polarização e está entendendo que política se faz pelo caminho do meio, do equilíbrio — avalia a senadora.

Além disso, no Senado, dois emedebistas são líderes do governo Bolsonaro: Eduardo Gomes, que faz a interlocução do Planalto junto ao Congresso, e Luiz Fernando Bezerra, que lidera o governo junto ao Senado. Dirigentes do MDB, contudo, minimizam o fato, pois afirmam se tratar de relações pessoais de Bolsonaro com os parlamentares, não tendo o aval do partido. Caciques da legenda destacam que nem Braga nem Bezerra comandam os diretórios estaduais de seus respectivos estados.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Juntando TODOS os opositores do presidente, não dá metade de um candidato. É uma vergonha.

  2. Vendo os nomes que vão surgindo para concorrer com Bolsonaro em 2022, dá prá imaginar o desespero dos seus opositores. A grande esperança dessa gente, especialmente da esquerda assumida, é o canalha, cachaceiro, semi-analfabeto, ex-presidiário, corrupto e lavador de dinheiro de 9 dedos. E os outros… Chega a ser engraçado.

  3. Santos sabido….kkkkk REDIAS: forma intermediária dos trematodeos digeneticos, fosse longe ao dar as REDEAS ao inepto do Doriana, melhor escrever menos, cai muito a possibilidade de dizer besteira.

  4. Kkkkkk
    Tem jeito não piaba.
    Pode vir quem vier.
    Bota o Michael Temer e o Rocha Loures de vice.
    Kkkkkkkk
    Mito 2022.

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Economia

Guedes faz afago ao Congresso, defende vacinação em massa e descarta imposto

Foto: Reprodução/CNN Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, classificou o auxílio emergencial como “um instrumento muito efetivo” e defendeu a vacinação em massa para que “38 milhões de brasileiros [os ‘invisíveis’] possam trabalhar para ganhar a própria vida”. Ele também agradeceu ao Congresso pela aprovação da PEC Emergencial, promulgada na segunda-feira, disse que as novas lideranças do Congresso ajudaram a “destravar a pauta de reformas”. Guedes afirmou, ainda, que não irá “cair na armadilha” de aumentar impostos.

As afirmações foram feitas em entrevista exclusiva à CNN, com o âncora Márcio Gomes e o analista político Igor Gadelha, gravada na segunda-feira (15). Veja abaixo alguns dos principais tópicos abordados pelo ministro.

Auxílio emergencial

“Eu queria começar agradecendo o Congresso. Acabo de ter a informação de que o Congresso promulgou a PEC Fiscal. Isso era importante porque, como você diz, a coisa começa com o auxílio emergencial, que foi um instrumento muito efetivo. Nós protegemos 64 milhões de brasileiros durante a primeira grande onda da pandemia, e nós temos que agora renovar os esforços, porque essa tragédia continua entre nós.”

Troca de comando no Congresso

“É importante deixar claro para todo mundo que é a política que dispara essas ondas de reformas. Nós tínhamos que esperar justamente a troca de comando na Câmara dos Deputados e no Senado para podermos encaminhar [as reformas]”.

Vacinação em massa

“O que vem pela frente? Vacinação em massa. Porque os 38 milhões de invisíveis, que nós descobrimos, são pessoas que têm que trabalhar de manhã para comer à noite. Então, elas precisam dessa vacinação, porque está indissociável a economia da saúde. Economia e saúde andam juntos, são indissociáveis. Então, se nós quisermos que esses 38 milhões de brasileiros possam trabalhar para ganhar a própria vida, eles têm que ser vacinados. A vacinação em massa é um passo indispensável, porque ela permite que haja uma redução dramática do desemprego informal.”

Tomar a vacina

“Já queria ter vacinado. Já queria ter vacinado. Eu acho ótimo. Sou candidato a vacinar, quero me vacinar.”

Andamento das reformas

“Considerando todos os fatores, nós temos um Congresso reformista. Ele já avançou com a reforma da Previdência, fizemos a cessão onerosa. Nós estamos fazendo muita coisa que estava parada. Eu acho que nós temos conseguido um coeficiente de 70% de aprovação das medidas que mandamos. 70% parece um número razoável, incluindo o fogo amigo. O que é satisfatório para fazer a economia se mover.”

Reforma administrativa

“A [reforma] administrativa está pronta para ser aprovada. Ela é uma reforma leve e suave. Como eu disse, ela já conseguiu, para os três níveis da Federação, economizar uns R$ 140, R$ 150 bilhões em salários, que nenhuma reforma administrativa teria potência para fazer isso em tão curto tempo. E, ao mesmo tempo, em nível federal, ela permite uma economia de outros R$ 300 bilhões.”

Reforma tributária e alta de impostos

“A [reforma] tributária é um pouco mais complexa, e justamente nós não queriamos cair na armadilha que estava preparada para fazer aumento de impostos. Nós estamos há 40 anos aumentando os impostos no Brasil. Toda vez que há um déficit, nós aumentamos os impostos.

O nosso raciocínio na tributária foi exatamente o seguinte: a economia brasileira teve dois anos de recessão, em 2015 e 2016, ou seja, a base de arrecadação caiu bastante. Tivemos de novo em 2017, 2018 e 2019, um crescimento de 1%, 1,3%, 1,4%. È um crescimento baixo, ou seja, continua reprimida a arrecadação. Então, seria um contrassenso, baseado nesse déficit que está lá, você tentar aumentar os impostos para fechar o déficit.

Muitos críticos, inclusive, despreparados, estavam reclamando o tempo inteiro, que nós devíamos estar aumentando os impostos, porque tem um déficit, etc. Despreparados porque você não deve aumentar impostos no meio de uma recessão. Se não, você agudiza a recessão.”

Troca no comando da Petrobras

“O que nós dissemos ao presidente é que isto tem um custo econômico pesado. Então, resultado: se o objetivo era baixar o preço do combustível, o que aconteceu com isso [a troca do presidente da Petrobras] foi que os mercados começaram a subir o câmbio, a Petrobras perdeu valor, e o presidente mesmo falou: ‘Mas, peraí, eu quero fazer isso organizadamente’.

Aí, mostrou-se ao presidente que tem contratos, e o presidente, o CEO da Petrobras, na verdade, que é o Castello Branco, não terá seu contrato renovado. Por quê? Quer se mexer nessa governança? Isso é uma questão em aberto aí para o futuro. Vamos ver como esse novo presidente da Petrobras vai enfrentar esse problema ali na frente.”

Lava Jato

“A Lava Jato não foi uma ficção. Aconteceram uma porção de coisas. Pode ter tido arbritrariedades de um lado, ou do outro, mas a verdade é que bilhões foram devolvidos. Se bilhões foram devolvidos, bilhões foram roubados. Tem diretor da Petrobras que devolveu US$ 100 milhões. Muita coisa aconteceu e, realmente, tinha uma grande liderança política à frente disso tudo.”

Futuro econômico

“Eu acho que daqui até o fim do governo –ao contrário do que está sendo dito, que vai ser cada vez mais difícil, porque a base do governo é instável… Eu acho o contrário. Eu acho que o governo ficou dois anos para montar sua base de sustentação parlamentar. E justamente ela acaba de destravar a pauta de reformas.”

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Infelizmente, não vejo com otimismo as reformas pautadas por esse governo, principalmente essa reforma administrativa que, em sua essência, retira direitos dos servidores públicos.
    Como condição e para ganhar o apoio popular, foi aprovada a PEC emergencial que garante o auxílio emergência e proíbe os entes federativos conceder aumento salarial ao servidor público por 15 anos.
    Sou servidor público estadual há 12 anos, nunca tive aumento, nunca mudei de nível e ganho exatamente o mesmo que ganhava no primeiro mês de trabalho, e agora com a garantia de passar mais 15 anos sem aumento.
    Será que o servidor público não é cidadão? Não tem família? Não contribui para economia? Mas se engana quem pensa que o servidor não vota e seus familiares também.
    Como o ministro da economia disse “Vamos jogar uma granada na mão do inimigo (o servidor público).
    Sei que a ideia desse governo é sucatear o serviço publico do Brasil, para assim precarizar o serviço ofertado pelos governos e impulsionar a narrativa que deve privatizar tudo.
    Veja os correios que mesmo dando lucro vai ser privatizado, não para economizar, mas para atender interesse do mercado.
    O Grande problema do serviço público no Brasil são os cargos comissionados (Presidentes, diretores, coordenadores e tantos outros cargos comissionados) ocupados na sua GRANDE MAIORIA com indicação política, apadrinhados, incompetentes, por arranjos políticos que são colocados lá não para atender o interesse comum, que é servir o cidadão mais para fazer politicagem.
    Em contraponto vamos assistir daqui a pouco algumas categorias politizadas conseguir aumentos consecutivos e o judiciário recebendo auxílios e mais auxílios, e reajustes passando o dedo no nariz da grande maioria dos servidores.
    Triste do nosso país e do nosso povo…

  2. Não podiam ter focado na vacinação em massa,quando as primeiras ofertas foram ofrrecidas.
    Omissão cruel….!

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Política

VÍDEO: “Em hipótese alguma vou renunciar para ser candidato a governador”, diz Álvaro Dias, em entrevista ao Meio-Dia RN

Em entrevista ao Meio-Dia RN nesta quarta-feira(10), na 96 FM, com o BG, o prefeito de Natal, Álvaro Dias, descartou a possibilidade de disputar as eleições em 2022.

Segundo o chefe do executivo municipal, “não tem a menor possibilidade de ser candidato a governador”. Veja vídeo abaixo:

 

Opinião dos leitores

  1. Claro que o que ele está fazendo é de um candidato, se Fátima fechar ele abri, se Fátima abri ele fecha. Será que ele pensa que somos imbecis é não percebemos que ele é candidato. Ora bolas, vá enganar outro.

  2. Nesse momento que estamos vivenciando, hoje no nosso RN. Nao existe ninguem mais preparado para gerenciar nosso estado a nao se Dr. Alvaro Dias.

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Economia

“Alguns querem que eu decrete lockdown. Não vou decretar. O meu Exército [que é o Exército de vocês] não vai para a rua para obrigar o povo a ficar em casa”, diz Bolsonaro

Foto: Marcos Corrêa/Presidência

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que o “seu” Exército não irá “obrigar o povo a ficar em casa”. Bolsonaro disse que poderia decretar um lockdown em todo o país, mas que não fará isso. O presidente também disse que “alguns estão se excedendo”, sem especificar quem.

— Alguns querem que eu decrete lockdown. Não vou decretar. E pode ter certeza de uma coisa: o meu Exército não vai para a rua para obrigar o povo a ficar em casa. O meu Exército, que é o Exército de vocês. Fiquem tranquilos no tocante a isso daí. Agora, vamos ver até onde o Brasil aguenta esse estado de coisas. Eu quero paz, tranquilidade, democracia, respeito às instituições. Mas alguns estão se excedendo — disse Bolsonaro a apoiadores, na saída do Palácio da Alvorada.

Desde o início da pandemia de Covid-19, no ano passado, Bolsonaro criticas as medidas de isolamento social, tomadas para diminuir o contágio do novo coronavírus. O Brasil passa pelo pior momento da pandemia, com recordes seguidos nos registos de mortes.

Na semana passada, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) defendeu um toque de recolher nacional, das 20h às 6h, incluindo finais de semana e um lockdown em regiões com mais de 85% de ocupação de leitos.

Nesta segunda, ao elogiar a atuação do Japão na pandemia, Bolsonaro insinuou que no Brasil algumas pessoas se uniram para tentar derruba-lo, mas não explicou quem.

— No Japão não tem fica em casa. E é uma população, acho que talvez a mais idosa do mundo. Mas lá ninguém estava unido para derrubar o presidente. Assim é quase no mundo tudo. Raro são os países que estão aproveitando a pandemia para tentar derrubar o presidente.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. E agora teremos a batalha do ladrāo contra o alucinado. Façam suas apostas. Quem sabe lançam uma chapa juntos. É o bolsopetismo a todo vapor. O Gado chora mas Bozo nem sequer fingiu indignação. Está comemorando.

  2. Ninguém quer Lockdown animal, basta ficar em silêncio e não sabotar o seu ministério da saúde, nem estimular o suicídio pela contaminação do virus. Se temos 10 milhões de contamimados por covid, já estamos atingindo quase 10% dos eleitores que infelizmente escolheram o senhor pra presidente. Outros 55 milhões que não votaram certamente estão escapando, mas respeite ao menos seu eleitorado.

  3. Corte os vencimentos de TODOS os funcionários públicos que estão em casa, além de TODA verba publicitária estatal para a extrema-imprensa e veja a mágica acontecer.

    Parabéns a todos os profissionais da saúde, segurança, do campo e profissionais liberais que não pararam um dia.

    1. a besteira q o Silva fala o BG não censura… vai estudar Silva… o trabalho remoto foi provado que rende mais q o presencial e ainda fornece economia para o serviço público..

  4. Sensacional ver a revolta dos apoiadores de corruptos, da mídia e jornalistas em choque por abstinência de recursos públicos. Das opiniões que sequer conseguem entender o que está escrito kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Mas para aqueles que se fazem de desinformados, existe comprovação científica que o lockdown é solução para a pandemia? Quem fez e onde foi publicado?
    Qual a cidade, região ou país que adotou o lockdown e resolveu a pandemia?
    Quem adotou o lockdown o que aconteceu com a economia dos locais?
    O México, Peru, Uruguai adotaram o lockdown? Como vai a pandemia nesses países?
    Depois das respostas vocês soltam sua críticas. Por favor que ela tenham 1% de coerência.

  5. Essa criatura está desorientada sabem por que? porque fazem dois anos que não se ver um ato de corrupção no seu governo, seus imbecis hipocritas e estúpidos adoradores de marginais.

  6. Canalhas petistas adoradores de bandidos, quem fala a verdade sempre é criticado por vcs seus idiotas uteis.

    1. Não teve carnaval. O problema é de gestão pública, o governo federal não sabe o que fazer. A gestão Bolsonaro é um desastre.

  7. A situação é de saturamento epidmologico, a saúde estar a beira do colapso, os equipamentos sao insufientes e saturados, o pessoal da linha de frente, em exaustão e com problemas neurológicos, pedindo afastamento das funções Só nos resta uma única saída, a Interdição de Jair Bolsonaro da presidência. CRIAR uma comissão gestora, para corrigir o nagacionismo e urgenciar uma campanha de vacinação em massa.

  8. Que criatura desorientada! Quem danado quer exército na rua. Esse cidadão não sabe o que faz ou fala.

    1. Qual seria a outra forma dele trancar o povo em casa? Ou exército ou puliça.

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Política

Rodrigo Maia diz que não vai aceitar pedido de impeachment de Bolsonaro: “não vou deferir”

Foto: GABRIELA BILó/ESTADÃO CONTEÚDO

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ao blog nesta segunda-feira (1º) que não vai dar andamento aos pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“Não vou deferir impeachment”, disse Maia.

Maia deixa nesta segunda a presidência da Câmara, cargo que lhe dá a prerrogativa de dar andamento aos pedidos de impeachment contra o presidente da República.

No domingo (31), em reunião tensa com representantes do DEM e da esquerda, Maia acenou com a possibilidade de dar andamento a um desses pedidos.

A ameaça foi feita em resposta à debandada de integrantes do DEM, partido de Maia, para a candidatura de Arthur Lira (PP-AL) – candidato do Planalto – na disputa pela presidência da Câmara.

Segundo relatos de presentes, ACM Neto, presidente do DEM, informou a Maia e aos demais que 16 deputados do partido haviam decidido votar em Lira, deixando o candidato do atual presidente da Casa, Baleia Rossi (MDB-SP), com apenas 15 deputados da sigla – um tiro de misericórdia na candidatura do emedebista.

Na manhã desta segunda-feira (1º), Lira chegou a incluir em sua agenda um ato de adesão formal do DEM à sua candidatura. O encontro, porém, não foi realizado após um veto de ACM Neto. A candidatura do parlamentar, entretanto, continua a contar com cerca de metade dos votos do DEM.

Blog Andréia Sadi – G1

Opinião dos leitores

  1. A Desgovernadora Fátima Bokus nem projeto pra educação tem, ainda se diz Profa kkk
    Pense no governo de merda esse do RN

    1. Não desvie o foco. O assunto é teu "presidente", que em matéria de incompetência dá aula a qualquer governador!

    2. A unica coisa que essa "GUVENADORA" fez em.2 anos foi o dia das lesbicas kkkkk
      Só no RN mesmo

    1. Quebrou as pernas dos PTralhas, que ainda estavam na esperança de voltar a cena política, pra tentar roubar só mais um pouquinho, pq nao tinham terminado ainda o serviço completo, dançaram. Quem tem , tem medo. Kkkkk

  2. Esse tal "impeachment" não passa de uma ideia estapafúrdia dessa oposição irresponsável e inimiga da democracia, que NUNCA se conformou com a perda do poder e de suas "boquinhas" através de eleição legítima do atual presidente. Não há apoio popular nem parlamentar para tal absurdo, nem muito menos motivo legítimo. Caso esse "Botafogo" cometa tal sandice, será mais uma vez humilhado. O novo presidente da Câmara poderá até anular esse ato pois, conforme a Constituição e o Regimento Interno da Casa, a sessão de hoje é apenas para a eleição da nova Mesa Diretora. Embora ainda caiba recurso ao STF, ação que vem sempre sendo tomada por aqueles que não têm votos e querem ganhar no "tapetão".

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Judiciário

Supremo descarta prioridade em vacina a pessoas com deficiência

FOTO: NELSON JR./SCO/STF

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski negou em despacho de terça-feira (25) a inclusão de todas as pessoas com deficiência e seus cuidadores ou responsáveis no grupo prioritário da vacinação contra a covid-19.

Segundo o ministro, a alteração na lista de grupos prioritários exigiria uma série de providências, como identificação e quantificação das pessoas beneficiadas, e elas “que demandariam avaliações técnicas mais aprofundadas e estudos logísticos de maior envergadura, incompatíveis com uma decisão de natureza cautelar”.

“Além disso, considerada a notória escassez de imunizantes no país – a qual, aliás, está longe de ser superada -, não se pode excluir a hipótese de que a inclusão de um novo grupo de pessoas na lista de precedência, sem qualquer dúvida merecedor de proteção estatal, poderia acarretar a retirada, total ou parcial, de outros grupos já incluídos no rol daqueles que serão vacinados de forma prioritária”, argumentou Lewandowski.

Hoje, estão incluídos no grupo prioritário da campanha nacional de imunização os portadores de deficiência permanente e severa.

Lewandowski observou em sua decisão que o pedido feito pelo partido Podemos é semelhante ao apresentado pela Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, que também foi negado.

R7

Opinião dos leitores

  1. Ele negou a prioridade da Vacina para a Pessoa com Deficiência, porque com certeza ele não tem um Filho, um Neto, o Pai ou a Mãe ou alguma PESSOA COM DEFICIENCIA na sua família.
    PERDOA meu Deus esse Senhor, ele não sabe o mal que estar fazendo a População das Pessoas com Deficiência, em todo o Brasil.???

  2. Quem diria que,
    Leite condensado e chiclete teriam mais repercussão que Champanhe,Caviar e Lagosta.
    Realmente são novos tempos.??‍♀️

    1. Leite condensado para centenas de mihares.
      Lagosta para algumas dezenas.
      O senso de equivalência da esquerdalha me comove.

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Política

Covid-19: Presidente da Tanzânia descarta vacina e diz que Deus protegerá país

Foto: Reprodução/Twitter

John Magufali, presidente da Tanzânia , declarou, sem provas, nesta quarta-feira (27) que as vacinas que combatem o novo coronavírus (Sars-Cov-2) e que como forma de combate a pandemia, recomendou rezar “enquanto cultiva milho e batatas”.

O líder do país africano apresenta desde o início da pandemia uma postura negacionista em relação à doença. A Tanzânia não passou por quarentena obrigatória, e o governo não divulga estatísticas relacionadas a Covid-19 desde abril do ano passado.

“Vacinas são perigosas. Se pessoas brancas pudessem propor a vacinação, a AIDS e a tuberculose já poderiam ter sido eliminadas”, declarou.

“Nós tanzanianos não nos trancamos e não espere que nos tranquemos. Eu não espero anunciar nenhum lockdown porque nosso Deus vive e Ele continuará protegendo os tanzanianos”, completa Magufali, em discurso feito em sua cidade natal, na região norte do país.

Indo na contramão do mundo, onde a vacinação está sendo incentivada e aplicada em países em todos os continentes, o presidente Tanzaniano sugeriu a ‘inalação de neblina’ como forma de combater a Covid-19 :

“Também continuaremos a tomar precauções de saúde como o uso da inalação. Você inala vapor enquanto reza a Deus, você reza enquanto cultiva milho e batatas, para que possa comer bem e o corona não consiga entrar no seu corpo. Eles assustarão muito vocês, meus companheiros tanzanianos, mas vocês devem se manter firmes” , afirmou. Vale lembrar que esse método não é comprovado cientificamente.

Segundo o site Worldometer, o país africano tem pouco menos de 600 casos e 21 óbitos em decorrência da Covid-19.

IG

Opinião dos leitores

  1. E a PTzada dizendo que só nosso Mito é negacionista. Tem Trump, o doidão da Bielorrússia e esse da Tanzânia. Chola mais Petralhas. O Véio é duro!

    1. Ignorantes há em toda parte. Não vejo motivos pra se vangloriar.

    1. Tem muitos lixos assim. Inclusive tem um que só tem 9 dedos.

    1. DEIXA DE FALAR MERDA, TU NÃO SABE NEM O QUE SIGNIFICA GENOCÍDIO.

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Saúde

ALTA DEMANDA: AstraZeneca diz que, por ora, não é possível disponibilizar vacinas para o setor privado

Foto: © Reuters/Phil Noble/Direitos Reservados

A farmacêutica AstraZeneca divulgou nesta terça-feira (26) um posicionamento sobre a venda de doses da sua vacina contra a Covid-19 para o setor privado. Na nota, a empresa informou que, por ora, não tem condições de vender doses para o setor privado (leia a nota na íntegra no final da reportagem).

“No momento, todas as doses da vacina estão disponíveis por meio de acordos firmados com governos e organizações multilaterais ao redor do mundo, incluindo da Covax Facility [consórcio coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS)], não sendo possível disponibilizar vacinas para o mercado privado”, disse a farmacêutica.

A vacina desenvolvida pela AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, tem autorização para uso emergencial no Brasil. O governo federal fez um acordo para obter 100 milhões de doses desse imunizante. As doses para o setor privado não estão nesse acordo.

Governo a favor

Também nesta terça, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o governo federal assinou uma carta de intenções favorável à compra de 33 milhões de doses da vacina da AstraZeneca por empresas do Brasil.

Ainda de acordo com Bolsonaro, o governo defende que metade dessas doses sejam doadas para o SUS e, a outra metade, aplicada em funcionários dessas empresas, para garantir que a economia do país não pare.

Bolsonaro informou que foi procurado na semana passada por um grupo de empresários que quer o apoio do governo para a compra das doses.

“Semana passada nós fomos procurados por um representante de empresários e nós assinamos carta de intenções favorável a isso, para que 33 milhões de doses da Oxford viessem do Reino Unido para o Brasil, a custo zero para o governo. E metade dessas doses, 16,5 milhões, entrariam aqui para o SUS e estariam então no programa nacional de imunização, seguindo aqueles critérios, e outros 16,5 milhões ficariam com esses empresários para que fossem vacinados, então, os seus empregados, para que a economia não parasse”, afirmou o presidente em uma live do banco Credit Suisse.

Nota na íntegra da AstraZeneca

“Nos últimos 7 meses, trabalhamos incansavelmente para cumprir o nosso compromisso de acesso amplo e equitativo no fornecimento da vacina para o maior número possível de países ao redor do mundo.

No momento, todas as doses da vacina estão disponíveis por meio de acordos firmados com governos e organizações multilaterais ao redor do mundo, incluindo da Covax Facility, não sendo possível disponibilizar vacinas para o mercado privado.

Como parte do nosso acordo com a Fiocruz, mais de 100 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca (AZD1222) estarão disponíveis no Brasil, em parceria com o Governo Federal.”

G1

 

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Política

Arthur Lira desmente reportagens que citaram que Paulo Guedes pretende retomar discussões sobre a nova CPMF

Foto: Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados (26.mai.2020)

O deputado Arthur Lira (PP-AL) se reuniu na manhã desta quarta-feira (20), no Rio, com deputados do estado do RJ, além de outros líderes políticos, para costurar apoio à sua candidatura à presidência da Câmara, cujas eleições estão previstas para o dia 1° de fevereiro. O encontro aconteceu por volta das 10h30, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ).

Na saída, em entrevista à CNN, Lira desmentiu reportagens publicadas por alguns veículos de imprensa, nessa terça-feira (19), que citaram que o ministro da Economia, Paulo Guedes, pretendia retomar as discussões sobre a nova CPMF, visando o apoio de Arthur Lira, em caso de eleição.

“Ontem, eu liguei pessoalmente para o ministro Paulo Guedes porque foi citado o meu nome na matéria e foi citado, na manchete, o nome do ministro. No corpo da matéria isso não existe e o ministro me confirmou que não deu essa entrevista a ninguém. Ele nunca conversou comigo sobre esse assunto”, disse que Lira.

O candidato afirmou, ainda, que haverá “uma mudança de rumo” na Câmara dos Deputados a partir do dia 2 de fevereiro.

“O presidente vai sempre pautar, mas vai sempre ouvir o colégio de líderes, vai sempre ouvir a maioria, as bancadas. A política do “eu faço” vai acabar. Nós, vamos fazer. Então, essa discussão das pautas será feita coletivamente com antecedência, previsibilidade, transparência e respeitando a proporcionalidade partidária”, concluiu.

Na capital fluminense, a agenda do candidato à presidência do legislativo, ainda têm um encontro com o governador em exercício do RJ, Cláudio Castro e um almoço com representantes políticos.

CNN Brasil

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Economia

‘Não podemos implementar lockdown novamente’, diz novo ministro do Turismo

Gilson Machado Neto, ministro interino do Turismo Foto: Divulgação/Embratur

O novo ministro do Turismo Gilson Machado defendeu nesta quinta-feira que não haja novos lockdowns no país, porque, segundo ele, o setor de turismo “não aguenta”. Ontem, o Brasil registrou a maior média móvel de mortes de Covid-19 em dois meses.

“Aproveito a oportunidade para fazer um apelo às autoridades municipais e estaduais para que não decidam por voltar a fechar as atividades ligadas ao trade do turismo, especialmente no período do Natal. Não podemos implementar lockdown novamente pois o setor não aguenta”, afirmou, em nota sobre sua nomeação para o cargo de ministro.

O ex-presidente da Embratur disse também que o governo federal “fez seu dever de casa” e o “Ministério do Turismo foi exemplo ao informar todo o país sobre quais são as melhores práticas sanitárias para evitar a disseminação do coronavírus”.

Em seguida, afirma que foram aprovadas medidas que “protegeram os empregos dos brasileiros neste tempo difícil”. Ele acrescenta que, no setor de turismo, o “maior ativo é o capital humano”. E completa:

“Nós não teremos apenas uma recuperação econômica. Teremos a melhor recuperação econômica possível por causa do turismo. Para isso, faço este apelo: não podemos fechar o trade novamente.”

Na nota, Gilson Machado agradece ao ex-ministro Marcelo Álvaro Antônio e o parabeniza “por seu trabalho em prol do turismo brasileiro”. Ele também agradeceu ao presidente Jair Bolsonaro pela “confiança” e reafirmou o seu “compromisso de lealdade com ele e com meu país”.

O Globo

Opinião dos leitores

    1. Porque ridículo??
      Bom era os ministros do Lula e Dilma.
      Pelo menos não roubavam né isso?
      Rsrs

    1. Melhor um forrozeiro que um corrupto.
      Onde você estava quando seus corruptos de estimação estavam no governo e quase acabaram com o Brasil? Só agora ficou preocupado? Nas farmácias tem gardenal..
      Se não quer viver tendo perspectiva de melhora, vá aos países que tem seu regime de governo, Cuba e Venezuela estão de portas abertas

    2. Viva Gonzagão, Jacson do Pandeiro, Dominguihos, João do Vale….

    3. Beco e Luleco . Igual a Tico e Teço . Pixuleco não é esperto . Analisa o treco , sem repeteco e com todo nexo .
      Chega Epaminondas ! PIXU está rimando com força . Prepara meu suco de pitomba verde que vou rumar daqui a pouco . Aí papai ! O gado ? está miando no cocho . O aperreio tá grande na Gadolândia .

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Política

Rodrigo Maia diz que nunca teve intenção de disputar reeleição e defende retomada das votações na Câmara

Foto: Reprodução

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou em entrevista ao programa Em Foco com Andreia Sadi, nesta segunda-feira (7), que nunca teve a intenção de disputar a reeleição do comando da Casa.

Neste domingo (6), o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu barrar a recondução ao cargo dos atuais presidentes da Câmara e do Senado, Maia e Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Na entrevista, Maia disse que sempre defendeu e respeitou os resultados dos julgamentos do tributal e que a decisão deste domingo reforçou seu plano de criar um sucessor para o comando da Câmara.

Questionado sobre quais são os cotados a ser esse candidato à sucessão, Maia citou os deputados Aguinaldo Ribeiro, Baleia Rossi, Eumar Nascimento, Luciano Bivar e Marcos Pereira.

De acordo com o presidente da Câmara, a decisão do STF deu mais “energia” aos deputados que articulam a disputa pelo comando da Casa.

Maia enfatizou que seu candidato vai representar o movimento de independência da Câmara dos Deputados. Segundo ele, a candidatura não será contra o governo, nem ninguém, mas a favor da democracia e do fortalecimento da Casa.

Retomada da pauta de votações

Ao longo da entrevista, Maia reforçou diversas vezes a necessidade de retomar a agenda de votações de pautas importantes na Câmara. As negociações estão há semanas sob os impactos do período eleitoral e da indefinição sobre se Maia e Alcolumbre poderiam se reeleger.

“Vamos agora acabar com as desculpas, sentar na mesa e aprovar o que é importante”, afirmou. Maia citou a chamada PEC Emergencial entre as pautas que devem ser priorizadas.

G1

Opinião dos leitores

  1. ????????????????????????????????????? eita aluado mentiroso, levou peia ele, Alcolumbre touros, Gilmar Boca Mole Mendes, LeleWandowiski, Tofolli Maria vai com as outras e o Carequinha de TEMER, UMA VERGONHA, o ar do STF ficou um pouco melhor, mesmo assim, o ambiente é cheio de pilantras.

  2. As críticas são válidas não importando de onde, até mesmo das viúvas do esquerdismo nababo que come das mesas capitalistas fartas de corrupção, porém cagam socialismo sem medidas. Agora dá crédito a esse fisiológico de carteirinha, aí seria admitir que a canalhice vale a pena. O Rodrigo Maia é uma das figuras mais perniciosas da política brasileira. Não merece crédito nenhum.

  3. Ohh! Menino bom, esse! Sem ter mais o que fazer, o que resta falar? Vai dizer que queria pra ficar mais queimado? Isso é o maior atraso para o Brasil. Deixa ele sair daí pra ver como vai mudar!

  4. Çei!!!
    Me engane que eu gosto
    Defende votar as reformas??
    E porque não colocou em pautas até agora??
    Palhaçada.

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Diversos

Não há interferência política na Anvisa, diz diretor-presidente

Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, afirmou nesta sexta-feira que o processo de certificação das vacinas pelo órgão é pautado por critérios exclusivamente técnicos. Segundo ele, a recente suspensão dos testes da vacina CoronaVac foi decidida pela comissão interna formada por 18 especialistas da agência, sem passar pela diretoria.

“Sobre intervenção [política] na agência, são duas palavras: não há”, afirmou o presidente da Anvisa, durante audiência da Comissão Mista da Covid-19 do Congresso Nacional que discute a condução dos estudos clínicos relacionados à vacina.

Barra disse que não houve interferência da parte dele nem da então diretora Alessandra Bastos Soares, lembrando que, na agência, “não há subordinados, mas organograma”. Ele chegou a citar que relação de subordinação existe na Marinha, por exemplo, onde construiu carreira.

Sobre as atividades de inspeção que serão realizadas por técnicos da Anvisa na China, o presidente da agência informou que os trabalhos não começarão na próxima semana, pois os especialistas precisam cumprir 14 dias de quarentena no território chinês.

Barra afirmou que, após a liberação de vacinas, a Anvisa inicia o monitoramento de eventuais “anomalias” e “sequelas”. “O trabalho da Anvisa não vai parar quando conceder o registro. Esse é um trabalho de médio e longo prazo, haverá o acompanhamento”, disse.

Segundo ele, a verificação dos “efeitos improváveis e extremamente raros” faz parte da rotina de trabalho de qualquer agência. “Em nenhum lugar do mundo uma agência reguladora liquida a fatura com a concessão do registro”, disse.

Barra também disse que lamenta que a confidencialidade do paciente que participou dos testes da vacina CoronaVac, que em seguida veio a falecer, tenha sido “desconsiderada” e “desrespeitada”.

“Lamento que a confidencialidade nos últimos dias tenha sido desconsiderada e desvalorizada expondo, portanto, essa família e esse voluntário testador. É uma prática que por ofício nós da agência não podemos compactuar dela”, afirmou.

Valor

Opinião dos leitores

  1. Parece xará PEDRO OFICIAL que vc não sabe ler, pena, eu pelo menos não disse que ninguém está livre para roubar, inclusive o atual presidente e sua família ou aliados, eu disse, para dar nomes aos bois, se tiver, cadeia neles. Para completar, comentei que os meninos bestas do PT, deram com a língua nos dentes e ainda há quem defenda.

  2. É Pixuleco e Romero, vcs tem razão, agora estão vendo essas verdades que podem ser contestadas e obviamente podem ser verdadeiras, só falta dar nomes aos bois. Nos governos de nove dedos e da Anta, com eles dois dando as cartas, o Brasil e principalmente a Petrobras, foram literalmente assaltadas, triste se não fosse verdade, os amigos dos dois bateram com as línguas nos dentes, o pior foi o GURU PALOCCI, e nada disso foi visto, pelo contrario, bem como, contestado, sua laia é uma escória mesmo.

    1. É isso aí, se Lula e Dilma fizeram merda, roubaram e fizeram o país crescer, a família Bolsonaro também pode. Falta só fazer o país crescer.

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Diversos

‘Posição do governo, hoje, não é essa’, diz Mourão sobre plebiscito para nova Constituição

Foto: Bruno Batista/VPR

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou nesta quarta-feira (28) que, no momento, a posição do governo do presidente Jair Bolsonaro não é a mesma do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), que defendeu que haja um plebiscito sobre a possibilidade de uma nova Constituição.

Na terça (27), Barros disse que pretende apresentar até o fim de novembro um projeto de decreto legislativo propondo a realização do plebiscito para consultar a população sobre o desejo de uma nova Constituição, a exemplo do que ocorreu no Chile no último domingo (leia mais ao final da reportagem).

Na visão do líder do governo, a Constituição de 1988 dá muitos direitos para os cidadãos e fixa poucos deveres, e estabeleceu muitos benefícios que o país não pode pagar. A declaração de Mourão, no entanto, vai na contramão do que o parlamentar defendeu.

“Isso aí [plebiscito sobre nova Constituição], eu já me pronunciei durante a campanha eleitoral. Não tenho mais o que falar porque a posição do governo, hoje, não é essa”, afirmou Mourão ao ser questionado sobre a proposta do líder do governo na Câmara.

Durante a campanha eleitoral, em 2018, Mourão defendeu uma nova Constituição feita por notáveis, que não precisariam ser eleitos, que passaria por consulta popular para entrar em vigor. À época, Bolsonaro desautorizou a ideia.

Juristas e políticos já criticaram o ataque do líder do governo à atual Constituição brasileira (leia mais abaixo). Nesta quarta, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) emitiu um parecer no qual afirmou que um eventual plebiscito desse tipo seria “ruptura da ordem constitucional” e “agressão” à democracia.

Mourão diz que posição de Barros é ‘voo solo’

Perguntado se, por enquanto a posição de Barros é um “voo solo”, Mourão disse julgar que sim. Segundo o vice, o presidente Jair Bolsonaro até o momento não tocou no assunto proposto pelo líder.

“Ele [Barros] é um parlamentar, ele tem outras prerrogativas, diferentes de quem é, como meu caso aqui, vice-presidente, eleito com o presidente Bolsonaro, que em nenhum momento tocou nesse assunto”, afirmou Mourão.

Críticas à proposta de Barros

Na terça-feira, no mesmo evento onde Barros fez a defesa do plebiscito, intitulado “Um dia pela democracia”, o ministro Luiz Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou — sem citar o líder do governo — a convocação de uma assembleia constituinte.

“Tivemos momentos difíceis na vida brasileira. Alguns momentos reais, alguns momentos puramente retóricos, mas até hoje ninguém cogitou de uma solução que não fosse o respeito à legalidade constitucional”, declarou o ministro do Supremo.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) também rebateu as declarações de Ricardo Barros. Nascido no Chile, Maia disse que a situação do país é completamente diferente. No Brasil, segundo ele, o marco final do processo de redemocratização foi a Constituição de 1988. No Chile, esse processo ainda não se concluiu até hoje.

Plebiscito no Chile

Os chilenos aprovaram no domingo (25), em plebiscito e por ampla maioria (78%), que o país terá uma nova Constituição. O plebiscito foi uma das principais demandas de manifestantes que tomaram as ruas do país por meses.

Entretanto, ao contrário do Brasil, que aprovou a atual Constituição em 1988, após o fim do regime militar, a atual Carta chilena foi redigida em 1980, durante a ditadura do general Augusto Pinochet (1973-1990).

Ao longo dos anos, a Constituição chilena passou por mudanças profundas, entretanto o texto é considerado ilegítimo por uma parcela da população justamente por ter sido escrito durante a ditadura.

G1

Opinião dos leitores

  1. Uma nova Constituição com os votos da esquerda só se for para institucionalizar a corrupção e o roubo e tornar Lula livre "as eternun". Se essa é ruim uma votada por esse Congresso esquerdocomuno vai ser muito pior.

    1. Mas, quem está no poder e governando pra valer não é o Centrão?

    2. Amigo, acho que vc ñ leu a reportagem , quem esta propondo uma nova constituição é Ricardo Barros, líder do governo na câmara.

  2. Uma nova constituição proposta pelo CENTRÃO, só se for para liberar a RACHADINHA!!!!!!!

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Economia

Guedes descarta estender auxílio emergencial para 2021

Foto: Jorge William / Agência O Globo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, negou nesta quarta-feira a possibilidade de prorrogar a concessão do auxílio emergencial para 2021. Guedes garantiu que o plano emergencial criado por conta da pandemia de Covid-19 irá até dezembro, sem extensão.

— Tem um plano emergencial e o decreto de calamidade que vão até o fim do ano. E no fim de dezembro acabou tudo isso — disse Guedes.

O decreto de calamidade pública e o chamado Orçamento de Guerra permitiram uma série de ações emergenciais e o aumento de gastos públicos neste ano, até 31 de dezembro, o que deve fazer o rombo nas contas federais atingir R$ 900 bilhões em 2020.

Com a proximidade do fim do ano e as incertezas sobre 2021, há dúvidas sobre se o governo poderia prorrogar o estado de calamidade pública e o Orçamento de Guerra.

Essa incerteza cresceu com a demora para se chegar a uma solução para o Renda Cidadã. O programa social está sendo desenhado como substituto do Bolsa Família e há um receio, no governo e no Congresso, de se chegar a janeiro de 2021 sem programa de transferência de renda para os mais vulneráveis.

— O ministro da economia está descredenciando qualquer informação de que vai prorrogar o auxílio — disse Guedes.

A solução para o novo programa social do governo que vem sendo costurada entre parlamentares, governo e Tribunal de Contas da União (TCU), passará pelo corte de gastos. Segundo fontes envolvidas nas discussões, está na mira o chamado extrateto dos servidores públicos dos três Poderes.

O auxílio emergencial foi inicialmente proposto pelo governo para durar três meses, com parcelas mensais de R$ 200. O Congresso, em seguida, estabeleceu um valor de R$ 600, após negociações com o Palácio do Planalto.

Com o avanço da crise, o prazo do pagamento de R$ 600 aumentou para cinco meses. Depois, o pagamento do auxílio foi estendido até dezembro deste ano, mas com pagamento de R$ 300.

O Globo

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