Crescem casos importados da Covid-19 na China, que teme nova onda de infecções

As autoridades sanitárias da China anunciaram nesta terça-feira (24) que foram registrados nas últimas 24 horas 78 novos casos da Covid-19, a maioria deles importada do exterior, o que gera o temor de uma nova onda de infecções.

De acordo com o balanço oficial do Ministério da Saúde, foram contabilizadas sete mortes, todas em Wuhan, o foco da epidemia, onde um novo caso foi detectado após cinco dias sem diagnósticos positivos.

A epidemia parece estar sob controle no país, já que a grande maioria dos novos casos é de pessoas que retornam do exterior.

Das 78 novas infecções relatadas nesta terça, 74 são casos importados, ou seja, quase o dobro do dia anterior.

Muitas cidades adotaram regras rígidas para colocar os recém-chegados em quarentena.

Na segunda-feira (23), entrou em vigor uma determinação obrigando todos voos internacionais para Pequim a parar primeiro em outro aeroporto chinês, onde os passageiros são rastreados.

Com mais de 80.000 casos e 3.277 mortes registradas oficialmente, a China é o segundo país mais afetado do mundo pelo novo coronavírus, depois da Itália. No total, 427 contágios importados foram registrados.

 Globo, com AFP
OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. LEO disse:

    A China provando do próprio Veneno !!!!!

Vendas do comércio acumulam alta de 1,8% em 2019 e crescem pelo 3º ano seguido

 Foto: Economia G1

As vendas do comércio varejista cresceram 1,8% em 2019, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se da terceira alta anual seguida, embora tenha ocorrido uma desaceleração em relação ao ritmo de recuperação registrado em 2017 (2,1%) e 2018 (2,3%).

Mesmo após 3 anos de taxas positivas, o setor ainda não conseguiu recuperar as perdas de 2015 e 2016 e mostrou perda de fôlego na reta final do ano. Em dezembro, o volume de vendas no varejo caiu 0,1% na comparação com novembro, primeira queda mensal desde maio.

Durante a recessão, o setor acumulou uma perda de 10,2%. Nos três últimos anos, o ganho acumulado chegou a 6,3%, segundo a gerente da pesquisa, Isabella Nunes. Ou seja, o comércio brasileiro fechou 2019 em um nível de vendas 3,7% abaixo de seu pico mais alto, alcançado em outubro de 2014. O patamar é equivalente ao registrado em abril de 2015, ainda no início da crise. No pior momento, em dezembro de 2016, ficou 13,4% abaixo do pico.

Inflação e renda freiam compras em supermercados

Segundo o IBGE, o crescimento do setor em 2019 só não foi maior por conta do segmento de hipermercado, que foi o que impulsionou as altas de 2017 e 2018. As vendas do segmento, que acumulavam até novembro alta de 0,8% no ano, perderam ritmo em dezembro e fecharam o ano com avanço de 0,4%.

“As principais razões que levaram os hipermercados a perderem o protagonismo foram a pressão inflacionária e a renda do trabalho que não cresceu”, disse a pesquisadora.

Ela enfatizou que 40% da população ocupada em 2019 era de trabalhadores informais. “O trabalho informal tem renda menor que o formal e, portanto, não tem condições de aumentar a renda para impactar nas vendas”.

Sete das 8 atividades analisadas pelo IBGE tiveram resultados positivos em 2019, com destaque para as atividades de “Outros artigos de uso pessoal e doméstico” (6%), que engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias, artigos esportivos e brinquedos, “Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria” (6,8%) e o segmento de “Móveis e eletrodomésticos” (3,6%).

A pesquisa do IBGE mostra ainda que no comércio varejista ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, o volume de vendas cresceu 3,9% em 2019. A alta foi impulsionada pelo setor de veículos, motos, partes e peças (10%), enquanto material de construção teve avanço de 4,3%.

Desempenho de cada segmento em 2019

Combustíveis e lubrificantes: 0,6%
Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: 0,4%
Tecidos, vestuário e calçados: 0,1%
Móveis e eletrodomésticos: 3,6%
Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: 6,8%
Livros, jornais, revistas e papelaria: -20,7%
Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: 0,8%
Outros artigos de uso pessoal e doméstico: 6%
Veículos, motos, partes e peças: 10% (varejo ampliado)
Material de construção: 4,3% (varejo ampliado)

Com informações do G1

Casamentos entre pessoas do mesmo sexo no Brasil crescem 61,7% em 2018, aponta IBGE

Foto: Cido Gonçalves/Arte G1

O casamento está ficando menos popular entre os brasileiros: em 2018, o número total no país caiu 1,6% na comparação com o ano anterior. Entre pessoas do mesmo sexo, no entanto, o movimento foi contrário e bem mais acentuado: esse tipo de união teve um crescimento de 61,7% na mesma comparação, segundo as Estatísticas do Registro Civil, divulgadas nesta quarta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O casamento civil entre pessoas do mesmo sexo foi autorizado pelo Conselho Nacional de Justiça somente em 2013. Naquele ano, foram registrados 3,7 mil em todo o país. Nos quatro anos seguintes, a média foi de 5,4 mil casamentos por ano. Já em 2018 foram 9,5 mil.

O IBGE destacou que o aumento do casamento entre pessoas do mesmo sexo ocorreu em todas as regiões do país, sendo o menor crescimento observado no Centro-Oeste (42,5%) e o maior no Nordeste (85,2%).

De acordo com a gerente da pesquisa, Klívia de Oliveira, o levantamento traz “os números frios”, ou seja, não permite analisar o que levou a esse aumento no número de casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

Estudiosos de temas ligados à população LGBTI+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, transgêneros e intersexo) ouvidos pelo G1 veem relação entre o fenômeno e o momento político do país.

 Foto: Cido Gonçalves/Arte G1

Os números divulgados pelo IBGE apontam que o número de casamentos homoafetivos aumentou após o resultado das eleições. Entre janeiro e outubro, a média foi de 546 casamentos de pessoas do mesmo sexo por mês. Em novembro, subiu para 957 e saltou para 3.098 em dezembro – cinco vezes mais que a média.

“Muitos casais formalizaram suas uniões com medo de que em breve isso não fosse mais possível”, apontou a advogada Andressa Regina Bissolotti dos Santos, que é doutoranda em direitos humanos e democracia pela Universidade Federal do Paraná e integrante da Rede Lésbica Brasil.

Ela explicou que o casamento homoafetivo é garantido por uma resolução do CNJ que proíbe os cartórios de se negarem a celebrar casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo.

“Uma resolução, ou mesmo uma decisão judicial, não são leis. Mesmo a decisão, embora seja vinculante em todo o território nacional, não gera o que nós chamamos no direito de ‘coisa julgada’, ou seja, o tema poderia voltar a ser apreciado”, destacou.

Já Suane Felippe Soares, professora de bioética da Universidade Federal do Rio de Janeiro e pesquisadora do lesbocídio [assassinato de lésbicas por motivo de ódio], lembrou que o clima da campanha eleitoral foi marcado por diversos ataques aos LGBTI+, o que pode ter provocado um “pânico social” entre essa população.

“O que é fato, que a gente pode afirmar, é que a maioria das pessoas LGBTI+ estão demonstrando a busca por alternativas para manutenção de direitos básicos em função da ascensão dessa política de caráter discriminatório”, disse.

Casal oficializou casamento para garantir direitos

Foi justamente o receio de perder os direitos assegurados pelo casamento civil que fez Débora Calmon, de 32 anos, e Kaene Faria, de 29, alterarem os planos de sua união. Juntas há oito anos, elas já haviam programado para setembro uma festa que representaria o casamento, mas o “papel passado” em cartório não estava previsto.

“Vendo a eleição, que estava com um clima estranho, esquisito, a gente achou melhor casar formalmente, para ter um instrumento jurídico mais forte para que, no futuro, ninguém viesse questionar se o que a gente tinha era legal ou não”, contou Débora.

Débora Calmon, de 32 anos, e Kaene Faria, de 29, decidiram formalizar a união com receio de que a resolução que garante o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo viesse a ser derrubada — Foto: Arquivo Pessoal

Em novembro do ano passado, o G1 já havia mostrado aumento no número de casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Após a eleição, houve uma mobilização nas redes sociais para ajudar casais LGBTI+ a realizar a cerimônia.

Rossanna Pinheiro, fotógrafa e dona de uma empresa de karaokê, foi uma das muitas pessoas que se disponibilizaram a prestar serviços gratuitos para estes casais.

“Ano passado houve um boom mesmo… A procura foi tanta que precisei de ajuda para responder as mensagens”, contou.

A cada três casamentos, um divórcio

O levantamento do IBGE mostrou, também, que aumentou em 3,2% o número de divórcios realizados no país em 2018 na comparação com o ano anterior. Foram realizados 385.246 divórcios, cerca de 12 mil a menos que em 2017. Em média, equivale dizer que foi registrado um divórcio a cada três casamentos.

A pesquisa revelou ainda que o tempo médio entre o registro do casamento e a formalização do divórcio foi de 14 anos. Em 2008, essa distância era de 17 anos, o que indica que os casamentos estão durando menos. Segundo o IBGE, cerca de 8% dos casamentos desfeitos no ano passado não tinham nem 2 anos.

A pesquisa não detalha os divórcios pelo sexo dos cônjuges, ou seja, não permite saber se há diferença quando se trata de casais do mesmo sexo ou não.

A gerente da pesquisa, Klívia Oliveira, chamou a atenção para o fato de que, do total de divórcios, 27% foram entre casais sem filhos, enquanto 54,4% foram entre casais com filhos menores de idade. “Isso mostra que filho realmente não segura casamento”, disse a pesquisadora em referência a um jargão popular.

Em relação aos filhos, o levantamento evidenciou que houve aumento significativo do percentual de divórcios judiciais entre casais com filhos menores em cuja sentença consta a guarda compartilhada. Desde 2014 essa modalidade passou a ser priorizada mesmo quando não havia consenso entre os pais.

Em 2014, a proporção de guarda compartilhada entre os cônjuges com filhos menores era de 7,5% dos divórcios judiciais concedidos. Em 2016, esse percentual subiu para 16,9%, chegou a 20,9% em 2017 e atingiu 24,4% em 2018.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alaca disse:

    Pode ser casamento hétero, se o pessoal for da turma do childfree, nunca aumentará a população. Cada asneira que dizem…

  2. Pedro disse:

    Pense num aumento de 0 x 0, ou seja, nem infloi nem contriboi, so aumenta a estatistica da baboseira.

  3. Chico disse:

    Brincaremos de vida; cada um cuidando da sua.

  4. CURITIBA JÁ disse:

    Do jeito que vai, em pouco tempo a população vai diminuir, pois o crescer e multiplicar vai se acabar, so vai permanecer am Paises serios

    • Maria do mar disse:

      O mundo é p todos, o nascimento tem diminuído, não pq os homessexuais estão casando, o número deles não cresceu muito, apenas estão assumindo uma união. A natalidade vem diminuindo, pq os casais héteros não querem mais ter muitos filhos. Repito o mundo e p todos, apesar de alguns mortais se sentirem superiores. É para os negros, brancos, héteros, homos, cegos, superdotados, umbandistas, católicos etc. Doa em quem doer é assim o mundo civilizado. Sim, em um país sério não escutamos comentários preconceituosos.

    • Chico disse:

      Doe ler certas besteiras.
      Mostra que nosso país ainda não nem um pouco evoluído.
      Nada como retroagir e analisar o contexto de nossa sociedade(Brasil).
      Desde que fomos descobertos, existiram, gays, putas, héteros, todas as raças, etc..
      Aliás , somos descendentes de uma miscigenação(várias raças).
      Você com esse comentário infeliz, deve ser de outro planeta, então, pega sua nave espacial e vaza. Aqui não te pertence, você pousou no país(TERRA) errada.

    • Ana julia disse:

      Concordo, difícil aumentar a população na base do 0 x 0 ou 1 x o. Kkkkkkkkkk

COMÉRCIO EM ALTA: Varejo do Brasil tem melhor setembro em 10 anos e fecha 3º trimestre com indícios de recuperação

Foto: Renato S. Cerqueira/ Futura Press/ Estadão Conteúdo

As vendas no varejo do Brasil aumentaram de forma generalizada em setembro , registrando o melhor resultado para o mês em 10 anos, e terminaram o terceiro trimestre com ganhos e apontando recuperação do setor.

Em setembro, o volume de vendas subiu 0,7% na comparação com agosto, informou nesta quarta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse é o resultado mais forte para setembro desde o ganho de 1,1% visto em 2009, além de marcar o quinto dado mensal seguido positivo.

Na comparação com setembro de 2018, as vendas subiram 2,1%, sexta taxa consecutiva no azul. A expectativa em pesquisa da Reuters era de avanços de 0,7% na comparação mensal e de 2,35% sobre um ano antes.

Com esses resultados, o terceiro trimestre terminou com alta de 1,6% das vendas sobre os três meses anteriores, depois de ganho de 0,1% no segundo trimestre e estagnação no primeiro.

“O resultado de setembro confirma uma recuperação do varejo. O comércio apresenta um dinamismo maior até que a conjuntura”, explicou a gerente da pesquisa, Isabella Nunes, citando como influências para o resultado positivo a liberação do FGTS, promoção da chamada Semana do Brasil, ao estilo Black Friday, e mais dias úteis no mês este ano.

Atividades com ganhos

Sete das oito atividades pesquisadas no mês tiveram ganhos. As vendas de Móveis e eletrodomésticos subiram 5,2%; enquanto as de Tecidos, vestuário e calçados avançaram 3,3%, sendo os destaques no resultado.

A única taxa negativa foi vista em Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, com uma queda de 2,0% nas vendas.

No varejo ampliado, a alta nas vendas foi de 0,9% em setembro, com Material de Construção subindo 1,5% e Veículos avançando 1,2%.

Ao mesmo tempo em que o país apresenta juros e inflação baixos, o mercado de trabalho fraco ainda pressiona o poder de compra dos trabalhadores, o que ainda levanta cautela.

“Para falar em uma recuperação consolidada ainda precisamos esperar mais uns meses. Há um dinamismo mais forte, mas a conjuntura ainda não é tão favorável com muita informalidade no mercado de trabalho que impede a renda crescer e afeta a demanda”, acrescentou Isabella Nunes.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Olimpio disse:

    Lula tá solto graças ao arrumadinho do STF, más contínua condenado.

  2. Ozias Vieira disse:

    Não pode ..vida na terra só existe com os PTralhas no governo 🤦🏼‍♂️

    • Osvaldo disse:

      Bolsominio, não tira o nome do pt da boca e de Lula. Lula está solto choro não BB.

Setor de serviços cresce 1,2% e Turismo 4,8% em setembro, aponta IBGE

Foto: Tânia Rêgo/Agencia Brasil

O setor de serviços cresceu 1,2% no mês de setembro, frente a agosto, divulgou nesta terça-feira (12) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o setor acumula alta de 0,6% em 2019 e 0,7% no período de 12 meses encerrado em setembro.

O terceiro trimestre teve alta de 0,6% na comparação com o mesmo período de 2018, um desempenho mais dinâmico que o do segundo trimestre, que teve apenas 0,1% de variação positiva.

O IBGE constatou aumento em quatro de cinco grupos de atividades pesquisados. O único que teve queda foi o dos serviços de informação e comunicação, com retração de 1% na comparação com agosto.

O grupo de atividades que engloba os setores de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio cresceu 1,6%, enquanto os serviços profissionais, administrativos e complementares tiveram alta de 1,8%. Os serviços prestados às famílias tiveram expansão de 0,8% e os outros serviços, de 0,5%.

As comparações com setembro de 2018 apontam um crescimento de 1,4% no setor de serviços como um todo e expansão em três dos cinco grupos de atividades pesquisados.

Nessa base de comparação, os serviços de informação e comunicação cresceram 2,2%, os outros serviços, 11%, e os serviços profissionais, administrativos e complementares, 2,9%. Já o grupo dos serviços de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio caiu 1,7%, e os serviços prestados às famílias, 0,3%.

A pesquisa também permite visualizar que 14 das 27 unidades da federação tiveram alta em setembro, em relação a agosto. São Paulo (1,6%), Rio de Janeiro (1,5%), Paraná (1,0%) e Distrito Federal (1,3%) se destacam.

Na comparação com o ano passado, o número de estados que registram crescimento cai para 11, mas São Paulo e Rio de Janeiro continuam com os principais impactos positivos, puxados pelo segmento de tecnologia da informação. Já Bahia e Rio Grande do Sul influenciam o resultado negativamente, com o desempenho do transporte rodoviário de cargas.

Turismo

O índice que acompanha as atividades ligadas ao turismo teve alta de 4,8% em setembro, na comparação com agosto. A alta recupera a retração de 4,5% registrada em agosto e é composta por um resultado positivo em nove de 12 unidades da federação pesquisadas.

O estado de São Paulo teve o maior crescimento, de 10,5%, e outros destaques foram a alta do Distrito Federal, de 4,8%, e do Rio de Janeiro, de 2,1%. A Bahia teve o principal resultado negativo, de 3,7%.

Ao comparar os resultados de 2019 e 2018, é possível verificar um crescimento de 1% em setembro, que tem como principal causa a expansão da receita das empresas de locação de automóveis. Outros serviços importantes como o transporte aéreo e rodoviário e os restaurantes pesaram negativamente sobre o resultado.

Também nessa base de comparação, há destaque para os avanços de São Paulo (1,9%) e Rio de Janeiro (4,4%). As atividades turísticas cresceram 4,5% em Minas Gerais na comparação com o ano passado e caíram 7,6% no Paraná, 7,2% em Goiás e 5,9% no Distrito Federal.

De janeiro a setembro, as atividades turísticas acumulam crescimento de 2,2% se os resultados forem comparados com os mesmos meses do ano passado. Mais uma vez, a locação de automóveis se destaca, junto com os hotéis e os serviços de catering, bufê e outros serviços de comida preparada. Por outro lado, o transporte aéreo de passageiros acumula perdas.

Agência Brasil

 

Franquias no Brasil crescem 6% no trimestre e faturamento supera R$ 47 bilhões

Foto: Divulgação

O setor de franquias no Brasil cresceu 6,4% no terceiro trimestre de 2019 em comparação com o mesmo período do ano passado. O faturamento superou os R$ 47 bilhões, de acordo com pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Franchising (ABF) e divulgada nessa semana durante a 19ª Convenção da ABF. Impulsionado pelo momento de recuperação da economia e em plena expansão, o segmento responde hoje pela geração de 1,3 milhão de postos de trabalho nas mais de 160 mil unidades de franquia em operação atualmente no país.

E as projeções para o fim de ano são ainda mais otimistas. A ABF estima um crescimento de aproximadamente 7% no faturamento e cerca de 5% em franquias abertas e empregos gerados. “A opção por franchising é a escolha por segurança, uma vez que, nesse tipo de negócio, investidores sem tempo ou expertise, podem atuar em novos mercados e empreendimentos com modelos já testados e aprovados, minimizando riscos e aumentando as chances de sucesso”, destaca Daniel Freire, diretor de Mercado da Aliança Consultoria, empresa potiguar que presta serviço para operadoras de saúde suplementar.

Foto: Divulgação

Nesse contexto, ainda de acordo com a ABF, os segmentos que mais se destacam, além da alimentação, são os de saúde e bem-estar. É o caso, por exemplo, da Beneficies Franchising, que integra o mesmo grupo empresarial da Aliança Consultoria, e é especializada na comercialização de seguros e planos de saúde. “A Beneficies surgiu como uma corretora de benefícios e seguros voltada a explorar a demanda virtual do mercado de saúde suplementar. O modelo deu tão certo que resolvemos franquear”, explica Thiago Eugênio, diretor de Projetos da Beneficies, que possui hoje 4 franqueados e conta com 40 fornecedores de seguros, planos de saúde e odontológicos.

Ideias como a da Beneficies sustentam uma tendência de mercado porque, além de atuar como franquia, sua plataforma de negócios funciona de forma inteiramente digital. Thiago explica que uma das principais vantagens de um franchising desse tipo é a capilaridade e escala que o negócio apresenta. “Por ser digital, uma franquia de corretora que estiver em Mossoró, por exemplo, pode negociar planos de saúde ou seguros para clientes em Goiás, sem a limitação geográfica que o modelo tradicional impõe. Isso, para o franqueado, representa a possibilidade de ampliar os horizontes a partir de sua própria base, atuando assim nacionalmente”, comenta.

A Beneficies estará presente no Fórum Negócios 2019, que será realizado nos dias 8 e 9 de novembro, na Arena das Dunas. Consolidado como o maior evento de empreendedorismo da região Nordeste, em 2018 gerou R$ 10 milhões em negócios, com 600 profissionais envolvidos diretamente e 45 empresas empresas expositoras. A expectativa para este ano é de um crescimento superior aos 50%.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Juliano disse:

    Com a economia mais estável, a busca por negócios mais seguros e podendo contar com empresas como a Aliança Consultoria, com certeza a tendência é de muito mais crescimento!!!

Vendas de supermercados crescem 3,39% de janeiro a agosto; maior resultado acumulado no período desde 2014

FOTO: EBC

As vendas nos supermercados registraram, de janeiro a agosto, 3,39% de crescimento real – deflacionado pelo IPCA/IBGE, de acordo com o índice Nacional de Vendas da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), divulgado nesta sexta-feira (4). Segundo a entidade, este é o maior resultado acumulado no período desde 2014. Em agosto, as vendas reais registraram alta de 4,25% na comparação com o mês de julho e crescimento de 7,10% em relação ao mesmo mês de 2018.

“Em agosto, foram criadas 121,4 mil vagas de empregos formais, e o acumulado chegou a 593.4 mil postos, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), o melhor desempenho para o período desde 2014. Além disso, outros fatores impactaram nossos números: o crédito à pessoa física aumentou, a inflação segue estável, e os juros caindo. Parece que o Brasil voltou ‘a respirar’, disse o presidente da Abras, João Sanzovo Neto.

Mesmo com o acumulado ultrapassando os 3% de crescimento previstos pela Abras para o setor em 2019, Sanvozo destacou que ainda é preciso cautela em relação a uma nova projeção de vendas.

“Após uma recessão prolongada, indicadores econômicos positivos são sempre um motivo para comemorar. Embora as contratações formais tenham apresentado crescimento, infelizmente, a taxa de desemprego continua elevada, uma parte da população segue endividada, e a recuperação ainda está aquém do ideal, o que faz o consumidor ponderar seus gastos. Mas as nossas expectativas são boas para o final do ano, e os próximos meses serão decisivos para o setor supermercadista”, afirmou.

Índice de Confiança

De acordo com o Índice de Confiança do Supermercadista, elaborado pela Abras em parceria com a GfK, os empresários do setor estão mais otimistas. Depois de uma queda, o indicador voltou a apresentar crescimento. A pesquisa registrou 55,6 pontos (numa escala de 0 a 100), na última avaliação, divulgada em junho, o índice estava em 54,9 pontos.

Segundo a Abras, entre os principais motivos para o desempenho dos supermercadistos, está a economia do país, que, aos poucos, tem mostrado sinais de recuperação.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tarcísio Eimar disse:

    Só foi o PT sair do poder

Casos de dengue no país crescem 599% em um ano

Aedes aegypti transmite zika, dengue e chikungunya | Josué Damacena / IOC Fiocruz

A dengue voltou a explodir no Brasil em 2019. Até o final de agosto, já foram registrados 1.439.710 casos da doença. Isso representa um aumento de 599% em comparação ao mesmo período de 2018.

A febre chikungunya também avançou: 76.742 ocorrências, 69,3% a mais do que o verificado ao longo do mesmo intervalo de tempo do ano passado.

Já a zika registrou crescimento de 47,1%: 9.813 casos até 24 de agosto de 2019, contra os 6.669 do mesmo período de 2018.

Dada a gravidade do quadro, o Ministério da Saúde vai antecipar a campanha de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Normalmente, as ações publicitárias contra a proliferação do Aedes aegypti são veiculadas a partir de novembro, quando o calor e a chuva costumam castigar mais.

A nova campanha, que irá para as ruas semana que vem, tem como mote a pergunta: “E você? Já combateu o mosquito hoje?”.

Lauro Jardim – O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio Barbosa Santos disse:

    Se Bolsonaro lançar uma campanha para matar o mosquito veremos notícias como: "Governo autoriza chacina em criadouro de Aedes" ou "Carta branca para a morte".

  2. SHATONSOM disse:

    culpa do bolsonaro, a gente já esperava

Serras do Agreste Potiguar crescem como opção de destino turístico

Fotos: João Vital

Um novo destino turístico se fortaleceu no Rio Grande do Norte desde o ano passado. São as Serras do Agreste Potiguar, em Passa e Fica, Serra de São Bento e Monte das Gameleiras, que com suas belezas naturais e clima frio têm atraído turistas e mudado o cenário econômico local. Só em Serra de São Bento, o número hóspedes mais do que triplicou em 2018 e os leitos, que antes eram 150, subiram para 250 no total. O faturamento da rede de pousadas saiu de R$ 2 milhões para R$ 5 milhões, enquanto os visitantes cresceram de 30 mil para 80 mil.

Os resultados em Serra de São Bento também são vistos no número de agentes de viagens: antes eram 15, agora são mais de 50. Em Passa e Fica, Janine Ramos foi a primeira a abrir uma agência. Por meio do projeto de dinamização do turismo, realizado pelo Governo do Estado nas três cidades, ela pôde se capacitar e hoje é dona do próprio negócio. “Aproveitei todos os cursos que estavam abertos na área de turismo, me formalizei e hoje vivo da minha agência de viagens, que é a primeira da cidade”, diz, orgulhosa.

O projeto foi realizado por meio do Governo Cidadão, Secretaria de Turismo e Banco Mundial, e teve duração de 18 meses. Incluiu a contratação de uma consultoria, o IABS, que elaborou um estudo sobre os potenciais das serras, realizou oficinas, capacitações, concurso cultural, com o objetivo de enraizar na comunidade a importância do turismo. Nessa quarta-feira (10), uma equipe do Banco junto ao secretário de Gestão de Projetos Fernando Mineiro, secretária de Turismo Ana Maria Costa e demais técnicos pôde conhecer os resultados in loco.

O investimento na região também envolveu a capacitação de 180 pessoas em cursos de elaboração de roteiros, técnica de guiamento em geoturismo, qualidade em serviços turísticos, boas práticas na manipulação de alimentos, controles gerenciais para a hotelaria, turismo de aventura e inglês. A rede de agricultura familiar também se fortaleceu, com a criação da Central de Comercialização e do selo “Se é da terra, tem valor”, distribuído aos bares, restaurantes e pousadas que compram produtos dessa natureza.

A visita dessa quarta-feira incluiu passagem por empreendimentos turísticos em Passa e Fica e Serra de São Bento, além da Casa do Artesão. Ao final, dois grupos folclóricos de Passa e Fica fizeram uma apresentação para a comitiva, que também contou com a participação do representante da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), Kazuaki Komazawa.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ricardo disse:

    Vem pra Serra. Tudo na Serra é bom.