Saúde

Diabético, Tom Hanks consegue se recuperar de coronavírus e revela estar se sentindo melhor após duas semanas de isolamento

Tom Hanks e a mulher, Rita Wilson — Foto: Reprodução/Instagram

Tom Hanks e Rita Wilson estão se recuperando bem após contrair o coronavírus no início deste mês. O vencedor do Oscar foi ao Facebook para compartilhar a novidade sobre sua saúde com seus fãs no domingo à noite, enquanto ele e sua esposa estão em quarentena em uma casa na Austrália. “Ei, pessoal. Duas semanas após nossos primeiros sintomas e nós (Rita Wilson) nos sentimos melhor”, escreveu Hanks.

O ator também defendeu firmemente a prática de auto-isolamento e distanciamento social quando se trata de combater a disseminação global do COVID-19 – especificamente no que diz respeito às múltiplas ordens de “não sair de casa” que foram disseminadas em cidades no mundo todo. “Ficar em casa funciona assim: você não contamina ninguém – você não é contaminado por ninguém. Bom senso, não?”, disse o ator.

“Vai demorar um pouco, mas se cuidarmos um do outro, ajudarmos onde pudermos e desistirmos de alguns confortos… isso também passará”, acrescentou. “Nós podemos vencer isso. Hanx”, completou. O post veio apenas um dia depois que Rita Wilson compartilhou um vídeo de si mesma no Instagram, cantando “Hip Hop Hooray”, da Naughty by Nature, para dar aos fãs uma visão de como ela tenta manter a sanidade enquanto está em quarentena.

Hanks, que foi diagnosticado com diabetes tipo 2 em 2013 (e revelou ter sido “um idiota” com sua dieta por muitos anos), estava na Austrália para a pré-produção da próxima cinebiografia de Elvis Presley, dirigida por Baz Luhrmann, na qual o ator interpreta o antigo gerente de Presley, Tom Parker. A Warner Bros. Pictures revelou em comunicado na semana passada que eles estavam trabalhando com agências de saúde australianas para identificar e entrar em contato com qualquer pessoa que possa ter tido contato direto com o vírus.

Hanks revelou pela primeira vez que ele e sua esposa contraíram coronavírus na quarta-feira passada em outro post do Instagram. “Olá pessoal. Rita e eu estamos aqui na Austrália. Nos sentimos um pouco cansados, como se tivéssemos resfriados e algumas dores no corpo”, compartilhou Hanks. “Rita teve alguns calafrios que vinham e desapareciam. Pequenas febres também. Para fazer as coisas direito, como é necessário no mundo agora, fomos testados para o Coronavírus e fomos considerados positivos”, disse.

“Bem, agora. O que fazer a seguir? Os médicos têm protocolos que devem ser seguidos”, continuou ele. “Nós, Hanks, seremos testados, observados e isolados pelo tempo que a saúde e a segurança pública exigirem. Não há muito mais do que uma abordagem de um dia de cada vez, não? Vamos manter o mundo informado e atualizado. Cuide-se!”, afirmou.

Globo, via Revista Monet

 

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Economia

Veja os principais pontos da MP trabalhista editada por Bolsonaro em função do novo coronavírus que busca evitar demissões em massa

Foto: Pablo Jacob

O presidente Jair Bolsonaro editou na noite deste domingo a Medida Provisória (MP) que estabeleceu novas regras trabalhistas para enquanto durar o período de calamidade pública sanitária em função da pandemia de coronavírus. O documento também é assinado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. A MP foi publicada pelo governo federal às 23h20, horário de Brasília.

Em suma, os empregadores poderão, de forma unilateral, determinar medidas emergenciais, como o teletrabalho, a concessão de férias coletivas, a antecipação de férias individuais, o aproveitamento e antecipação de feriados e o direcionamento do trabalhador para qualificação.

Fica suspensa, também, a exigibilidade do recolhimento do FGTS pelos empregadores, referente às competências de março, abril e maio de 2020. A medida dá força aos acordos individuais entre empregado e empregador. Eles ficam mais fortes do que as leis em geral (incluindo a CLT). O único limite que a MP traz é a Constituição.

— O foco da MP é a manutenção das relações de trabalho, flexibilizando prazos e regras contidas na CLT que durante o período de calamidade pública e a necessidade imediata dos empregadores, ficam prejudicadas — disse o advogado Rafael Eidi Enjiu, especialista em Direito Trabalhista e sócio do Faria, Cendão e Maia Advogados.

Veja algumas das alterações:

Teletrabalho: aviso de quarenta e oito horas de antecedência; fornecimento dos equipamentos em regime de comodato;

Férias individuais: antecipação de férias vincendas por determinação do empregador; concessão de período não inferior a 5 dias corridos;

Férias coletivas: fica dispensada a comunicação prévia dos sindicatos e do Ministério da Economia. Não aplicação do limite máximo de períodos anuais e o limite de dias corridos previsto na CLT;

Aproveitamento e antecipação de feriados: o empregador pode antecipar feriados não religiosos e informar seus funcionários com antecedência de quarenta e oito horas, podendo ser por escrito ou eletronicamente. Feriados religiosos dependem de concordância do funcionário;

Banco de horas: durante o período de interrupção das atividades pelo empregador fica permita a compensação por meio de banco de horas, por um período de até dezoito meses, contados do encerramento do estado de calamidade pública e respeitando o limite de até duas horas extraordinário por dia;

Diferimento do recolhimento do FGTS: o empregador pode adiar o recolhimento do FGTS de seus funcionários dos meses de março, abril e maio de 2020, com o respectivo pagamento de forma parcelada em até 6 parcelas com o primeiro vencimento para o sétimo dia do mês de julho de 2020.

Lauro Jardim – O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Isso não passa de um estratagema do Bozo para não ter de desembolsar com seguro-desemprego em massa para a população! Como sempre, só pensa no dinheiro e na economia. O povo que se exploda!

  2. Se estiver errado me corrijam:
    Tem um monte de críticas as iniciativas do governo, apontaram alguma solução?
    Tem muita gente preocupada em criticar, mas não tem a decência moral e dever ético de apontar soluções.
    Qualquer alternativa que o governo apresente vai está submetida ao caráter e compromisso do empregador, de como ele gerencia sua empresa. Mas a esquerda não sabe o que é isso, eles vivem do que os recursos públicos podem dar, do quanto eles podem usufruir do Estado, então ficam na crítica pela crítica.
    Tem muitos soltando críticas nas mídias sociais, de repente, aqueles que nunca tiveram preocupação real com os mais necessitados, postam vídeos chorando se dizendo preocupado com o povão. É o uso político de uma crise mundial, coisa que os irresponsáveis sabem fazem.
    Mas o povo apoiou quando construíram campos de futebol para a copa do mundo e vila olímpica para as olimpíadas e não se viu 10% dos recursos destinados ao esporte ser gasto com hospitais e novas escolas. Agora esperneiam com o problema mundial de saúde e toda falta de estrutura existente. Os mesmos que deram as costas a essa questão, hoje vão a mídia cobrar solução.

  3. Covardia! O Patrão lucra, lucra, lucra e não dividde com ninguém. Agora quando tem prejuízo iminente, poderá fazer uma atrocidade dessas ampartado pela "Lei". Que País é esse? Não existe " acordo" entre patrão e empregado, existe vontade do Patrão, e só.
    Lembrando q em situações como essa o FAT (fundo de amparo ao trabalhador ) era usado para pagar os trabalhadores e preservar o emprego. Até isso o ignóbil acabou.

    1. Não existe um patrão no Mundo que esteja tranquilo com essa situação.

  4. No Brasil, essa MP vai funcionar assim:

    – Patrão manda funcionário embora, pra ganhar os 4 meses de fôlego
    – Não paga os salários
    – Paga qualquer curso online, só pra ter a comprovação
    – Na volta, demite o funcionário

  5. Até o momento não fizeram nada pelos milhares de contratos de PJ que tanto foi estimulado as empresas fazerem após a reforma trabalhista. Muitos sendo rescindidos e trabalhadores sem direito algum.

  6. Porque não suspender os AUXÍLIOS-MORADIA de deputados, membros do Ministério Público e qualquer outra que possua e que estão trabalhando EM CASA?

  7. Segundo a nova medida provisória de Bolsonaro, o empregador afastar o funcionário e ficar até 4 meses sem pagar o salário. Como nós somos os empregadores do presidente da República sugiro que afastemos Bolsonaro, e sem salário, até o Janeiro de 2023.

  8. Ela suspende o contrato de trabalho sem pagamento de salários por 4 meses. No momento em que o trabalhador mais precisa, a solução do governo foi deixá-lo à própria sorte. Tem assalariado defendendo.

  9. É necessário um recurso urgente ao STF para sustar, e já, o artigo 18 da Medida Provisória 927, baixada ontem pelo Presidente da República, sob pena de termos milhões de pessoas sem renda alguma pelos próximos quatro meses.

    É que, a pretexto de “qualificar o trabalhador” durante a crise da pandemia do Covid-19, Jair Bolsonaro e Pulo Guedes se valeram de um dispositivo enfiado na Consolidação do Trabalho para tornar “ampla, geral e irrestrita” a suspensão dos contratos de trabalho previsto na legislação que criou o lay-off para preservar empresas em crise.

    Qual é a diferença? É simples e brutal: para haver esta suspensão era imprescindível a previsão em convenção e acordo coletivo, via sindicato. Ali eram estabelecidos pagamentos mínimos compensatórios, estabelecia-se quantidade de trabalhadores que seriam postos em lay off e se evitava que a autorização servisse para criar “demissões provisórias”, sem que o trabalhador recebesse coisa alguma.

    E recebia, porque durante o período de suspensão do contrato de trabalho, o salário dos empregados era pago pelo Governo através de recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), no limite do teto do seguro desemprego aplicável na data da suspensão contratual.

    Não será mais.

    Agora, é “livremente acertado” (quá, quá, quá) entre patrão e empregado, o valor da merreca, se houver uma, sem que o sindicato possa criar limites e sem pagamento pelo governo. O cidadão vai receber nada, literalmente, a não ser que tenha benefícios concedidos espontaneamente, como plano de saúde.

    Ou, no máximo, ganhar uma esmola, de qualquer valor, enquanto mofa em casa:

    O empregador poderá conceder ao empregado ajuda compensatória mensal, sem natureza salarial, durante o período de suspensão contratual nos termos do disposto no caput, com valor definido livremente entre empregado e empregador, via negociação individual.

    É mais do que clara a violação da determinação da Constituição (art. 7º, XXVI) de que é indispensável a convenção ou o acordo coletivo em casos de redução (neste caso, a zero) dos salários, sob qualquer pretexto.

    O fundamento é absolutamente claro: o trabalhador, sozinho, é hipossuficiente ante a empresa.

    Traduzindo do juridiquês: ou aceita ou rua! E quero ver você arranjar emprego agora!

  10. Enquanto isso, o governo estadual não tomou uma medida sequer para proteger a economia e, consequentemente, os mais pobres.

  11. Nao existe acordo individual entre patrão e trabalhador, a disparidade das posições nao permite isso. O trabalhador vai sempre sair perdendo mais.

    1. Pronto. Então pede demissão e deixa de ser inferior a alguém
      Uma crise dessa e um filósofo do Beco da Lama apontando suas teorias inúteis para o vento.

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Diversos

Gestão do Conselho Regional de Medicina Veterinária do RN é colocada em xeque; coisas estranhas acontecendo

Em tempos aonde a PEC 108 questiona a real necessidade e efetividade dos conselhos de classe, chega ao blog informações que coisas bastantes estranhas acontecem no âmbito do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Rio Grande do Norte.

Coisas do tipo, valores estratosféricos de diárias, aonde o valor gasto com diárias consomem parcela expressiva do orçamento do CRMV/RN, segundo consta no portal da transparência.

Ocorrendo, ainda, o pagamento de diárias sem que o beneficiário tenha de fato se deslocado a localidade nos dias especificados. Tem um caso que um membro da Diretoria recebeu diárias para trabalhar na sexta e sábado na sede em Natal, porém, no comprovante anexado ao processo, ele abasteceu o carro as 19:54 da sexta-feira. Detalhe: em um posto de combustível de Mossoró.

Recentemente, ocorreu que carteiras de identificação profissional foram entregues em uma solenidade, sem a devida assinatura do Presidente, apesar de constar o pagamento de mais de uma diária para o mesmo no período do evento.

E mais:

Contratação de colaboradores que conforme Auditoria Federal se quer assinaram qualquer documento inerente a função para a qual foi contratado e, segundo a fonte do blog, nunca pisou nas dependências do CRMV/RN.

Outra coisa. Apesar de ser definida por resolução do Conselho Federal e atrelada ao capital social da empresa, o valor das anuidades de empresas são manipuladas a critério da afinidade com membros da atual diretoria. Ocorre ainda que alguns autos de infração lavrados pelo setor de fiscalização são rasgados e não são levados a termo, de acordo com a conveniência da Diretoria.

O Ministério Público Federal e o Tribunal de Contas da União precisam averiguar o que de fato vem ocorrendo no CRMV/RN. A sociedade precisa de uma resposta rápida e convincente.

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Política

VÍDEO – Minuto na Câmara Municipal de Natal: resumo da semana – de 16 a 20 de março

Minuto da Câmara no ar trazendo os assuntos mais importantes debatidos na última semana, na Câmara Municipal de Natal, disponibilizado nesta segunda-feira(23). Na pauta, ações Saúde no combate ao coronavírus.

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Jornalismo

FOTOS – Principais jornais do país unificam capas: ‘Vamos derrotar o vírus’

Capas dos jornais contra Coronavirus. Fotos: Pedro Teixeira/ O Globo Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo

Pela primeira vez na História, jornais impressos brasileiros unificaram as suas capas para realçar o papel do jornalismo no combate à Covid-19. As edições de hoje trazem a seguinte mensagem: “Juntos vamos derrotar o vírus: Unidos pela informação e pela responsabilidade”.

A campanha, organizada pela Associação Nacional de Jornais (ANJ), também divulga anúncios especiais no meio digital — banners para os sites de notícias associadas à entidade e cards para as redes sociais. Ao se unirem em ação inédita no país, dezenas de jornais destacam a valorização da informação jornalística. Foi criada ainda uma hashtag unificada (#imprensacontraovirus) que indica os esforços dos meios de comunicação na luta coletiva contra o vírus.

A mensagem do anúncio mostra a importância da informação, os riscos da desinformação e a responsabilidade de todos no enfrentamento da pandemia. O jornalista Marcelo Rech, presidente da ANJ, disse que, em situações dramáticas como a que o mundo vive, informação precisa e contextualizada é um bem ainda mais essencial:

Capa do Globo na campanha de jornais no combate ao coronavírus Foto: Pedro Teixeira / O GLOBO

— A ação demonstra a unidade dos jornais brasileiros em torno de uma causa comum: servir à população com jornalismo de qualidade para, com a responsabilidade que o momento exige, enfrentarmos e vencermos a pandemia.

As capas unificadas são a segunda etapa de uma campanha da ANJ iniciada no último dia 18 com anúncios impressos e digitais — sites e redes sociais — mostrando a relevância do trabalho jornalístico no momento em que se desenrola uma situação de calamidade pública. Na nova etapa, os anúncios de capa serão publicados ao longo da semana pelos jornais que não circulam com edições impressas às segundas-feiras, ou no meio impresso ou em seus sites na internet.

As peças desta etapa da campanha foram produzidas pela agência de inteligência de mídia Tailor Media. Marcelo Rech explicou que a ideia é reforçar, por meio dos vários anúncios (on-line e impresso), a necessidade de se buscar informação em veículos que produzem jornalismo profissional e compartilhar conteúdos com certificado de origem em redes sociais e aplicativos de mensagem.

Capa do Extra na campanha de jornais no combate ao coronavírus Foto: Pedro Teixeira / O GLOBO

— O antídoto contra a desinformação espalhada nas redes sociais é a ‘boa viralização’ da informação verdadeira — acrescenta Marcelo Rech.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Vcs vão arranjar um lavagem de poupa bando de desocupados e desocupadas, até com um besteira dessas vcs estão metendo o bedelho. Provavelmente do mal educados, ficam na rua observando o povo e futricando, isso é coisa de gente sem educaçao, bando de mequetrefes.

  2. O brasileiro adora ser genérico dos outros. Os jornais argentinos foram pioneiros. Oh povim pra gostar de imitar !
    Fico é triste com a falta de criatividade.

    1. Faz 4 anos. Quando ela falava mal de Dilma era verdade.
      Agora é tudo inventado. Mesmo que "ele" grave. Né não????????

    2. Acordou, funça. Cadê vossa senhoria defendendo Bolsonaro nas insanas declarações? Ah, você era da turma do "é só uma gripe".

    3. Sérgio e Everton você estão ideologicamente afetados pela paralisia político partidária.
      Quando a globo falava de Dilma era por uma simples razão: Não tinha mais como esconder o que vinha sendo realizado nos bastidores da política e o país caminhava rapidamente para o caos econômico, para corrupção sem controle. Então a globo sabia que seria atingida e começou as notícias enquanto buscava opções políticas para continuar sendo agraciada com os bilionários contratos.
      Nem a globo acreditou que o povo sairia do sofar para votar em Bolsonaro. Quando a globo se deparou com a realidade, era tarde, todo apoio que ela deu a Haddad não teve êxito.
      A globo sempre deu as cartas no apoio político aos vitoriosos, é a primeira vez que ela perde.
      Só lembrando um detalhe: Quando Lula venceu a eleição em 2002, qual foi a emissora que ele foi dar entrevista no outro dia às 08 da manhã? Ali estava fechada a parceria, não explícita entre eles e hoje revelada. Mas a verdade não é para todos, só os mais esclarecidos conseguem ver e entender os fatos, os demais, vivem com as versões.

    4. Conversa para boi dormir, seu argumento é claramente ideológico e paralisia político partidária.

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Saúde

Espanha tem 462 mortos por Covid-19 em 24 horas

A epidemia de Covid-19 continua a devastar a Espanha. De ontem para hoje, morreram mais 462 pessoas, um aumento de 21%.

Já foram registrados 33.089 casos de novo coronavírus, 4.517 dos quais nas últimas 24 horas.

Além disso, há 2.355 pacientes na UTI.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Alguns sábios comentaristas desse blog estão na linha Stalinista, "A morte de uma pessoa é uma tragédia; a de milhões, uma estatística.
    Sejam mais humanos e se preocupem menos com a economia…

  2. Percentualmente não deve ser grande coisa, mesmo se comparado com outras doenças e causas de mortalidade. Toda ação governamental deve considerar o custo-benefício. Compensa destruir a economia do país para combater esse vírus diante dos números já conhecidos?

  3. Ai pode bate no peito e dizer, eu sou falador de bosta, os governadores em grande maioria tão mais perdido que cego em tiroteio pedindo dinheiro ao governo federal, maior exemplo é aqui com os respiradores que quebrado à anos.

  4. Que "gripezinha" forte..
    Poderia ser pior, se eles tivessem um imbecil na Presidência, como nós.
    Nossa sorte é que os governadores tomaram a iniciativa, do contrário iríamos morrer como moscas. Aliás, talvez esse fosse o plano do satanás que ocupa a cadeira de Presidente.

    1. Pedro é tão obcecado pelo o presidente que não faz outra coisa nessa quarentena. O choro é bem livre ,viu? Aceita querida!

    2. Pedro, poderia sim ser pior o governo do PT e aproveitando a pandemia para Rouba como fizeram durante longos anos de governo

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Religião

Papa pede oração mundial e diz que dará bênção especial

Foto: © REUTERS / Remo Casill

O papa Francisco disse nesse domingo (22) que fará nesta semana a bênção extraordinária de “Urbi et Orbi”, normalmente concedida apenas no Natal e na Páscoa, e pediu que haja oração mundial em resposta à crise do coronavírus.

Ele fez o anúncio em sua oração semanal do Angelus, que vem conduzindo de dentro do Vaticano pela internet e pela televisão, em vez de fazê-la diante das multidões na Praça de São Pedro.

Sua decisão de abrir uma exceção e dar uma bênção especial “Urbi et Orbi” (para a cidade e o mundo) reforça a gravidade da situação global, principalmente na Itália, que superou a China como o país mais atingido pelo surto do novo coronavírus.

O papa disse que na sexta-feira (27) à noite ele fará a bênção extraordinária diante de uma Praça de São Pedro vazia. O local, parte do Vaticano, foi fechado como parte de um bloqueio na Itália para tentar conter a propagação do vírus.

Os católicos que recebem a bênção, pessoalmente ou por meio das mídias, podem, sob certas condições, receber uma indulgência especial. Uma indulgência é a remissão da punição pelos pecados.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Como católica praticante sugiro ao nosso Papa vender parte do patrimônio e luxo da Igreja e doar para o cuidado dos doentes. Seria um ato verdadeiramente cristão. Cristo nunca pediu luxo.

  2. Vamos tomar medidas, também, Sr. Papa, contra os padres abusadores sexuais que, segundo propagam, ainda estão nas igrejas. Destrói indivíduos e famílias inteiras há décadas.

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Política

DATAFOLHA: 35% aprovam Bolsonaro, 26% consideram regular e 33% reprovam gestão da crise do coronavírus

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Pesquisa Datafolha publicada nesta segunda-feira (23) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mediu a avaliação do desempenho do presidente Jair Bolsonaro, dos governadores e do Ministério da Saúde na condução da crise do coronavírus.

A pesquisa foi realizada por telefone ouviu 1.558 pessoas entre quarta-feira (18) e sexta-feira (20) em todas as regiões do país. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Veja abaixo os resultados:

Avaliação do desempenho de Bolsonaro em relação ao surto de coronavírus

Ótimo/bom: 35%
Regular: 26%
Ruim/péssimo: 33%
Não sabe: 5%

Avaliação do desempenho do Ministério da Saúde

Ótimo/bom: 55%
Regular: 31%
Ruim/péssimo: 12%
Não sabe: 2%

Avaliação do desempenho dos governadores

O Datafolha apontou o percentual de entrevistados aprovam o desempenho do governador do seu estado:

Média dos entrevistados: 54%
Nordeste: 51%
Sudeste: 52%
Centro-Oeste/Norte: 56%
Sul: 61%

Declarações sobre a pandemia

A pesquisa também questionou os entrevistados sobre o que achavam das declarações de Bolsonaro de que havia uma “histeria” em torno do coronavírus. As respostas foram:

Discordam: 54%
Concordam: 34%
Não têm opinião: 8%
Não concordam nem discordam: 3%

Cumprimentos a manifestantes

Outro tópico da pesquisa foi o gesto de Bolsonaro de cumprimentar manifestantes em um ato pró-governo, mesmo quando já havia a determinação de autoridades de saúde para se evitar o contato próximo com outras pessoas, para evitar a disseminação do vírus.

Reprovaram o gesto: 68%
Aprovaram o gesto: 27%
Não opinaram: 4%

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Agora é momento para pesquisa?
    Só para fazer politicagem?
    .
    Essa é a hora de todos focarem esforços nos resultados…
    A mídia é a principal responsável para centralizar esse conteúdo o foco e compartilhar.
    .
    Exemplo disso é o que estão fazendo com Dr Dráuzio Varella que todo domingo está sendo "obrigado" a divulgar vídeos se explicando

  2. Data folha é uma m… Não tem credibilidade.
    Bolsonaro no mínimo tem o dobro, com folga.
    O Mandeta já é o melhor ministro da saúde de todos os tempos.
    Um show!!
    Por tanto.
    Pesquisa como sempre fake.

  3. Essa pesquisa dessa datafolha não tem credibilifade de nada, eles poderiam arranjar o que fazer, como por exemplo uma lavagem de roupa, vai rachar uma lenha, pior ainda é quem publica uma porcaria dessa em tempos de guerra contra um mal que está destruindo a humanidade!!!

  4. O desempenho de Bolsonaro é péssimo, continua subestimando a pandemia e estimulando às pessoas a serem irresponsáveis. JÁ O DESEMPENHO DO MIN. MANDETA É EXCELENTE, SENSATO, EQUILIBRADO E TÉCNICO EM SUAS FALAS. SEM DÚVIDA, UM DOS MELHORES MINISTROS DO GOVERNO BOLSONARO, NÃO FICA PERDENDO TEMPO COM DISCURSOS IDEOLÓGICOS IDIOTAS…

  5. A maior parte das pessoas contaminadas serão assintomáticas, outras apresentarão sintomas leves e a letalidade dessa doença será baixíssima, muito aquém de outras doenças do passado ou que estão por aí, grassando vidas todo dia. Mas, os efeitos na economia e nas vidas das pessoas dessas medidas exageradas que certos governadores estão tomando, essas sim, vão ceifar muitas vidas. E o povo vai enxergar isso em breve. Da pior maneira.

  6. Nesse momento de tanta dificuldade, às empresas ficam fazendo pesquisa para politicagem rasteira. O brasileiro precisa de união. A disputa pelo voto deixa para o momento das eleições.

  7. Continua a guerra contra o presidente. Num momento em que se deveria buscar a união contra essa doença. O PR está certo em pensar na economia do país, na subsistência das pessoas. Passada essa pandemia, se as mortes advindas do caos na economia forem em maior número que as provocadas pelo vírus, essas medidas exageradas não terão servido. E as pessoas vão entender isso da pior forma.

    1. Mas se nem o presidente busca essa união, ele vai contra tudo o que o mundo ta fazendo, todo o mundo preocupado com essa pandemia e ele achando que é um resfriado, que os governadores estão exagerando, que a imprensa está mentindo e por aí vai. Se fosse uma crise apenas no Brasil, eu ficaria calado e concordaria com o presidente, mas o mundo todo está em alerta, acorda cara, desça desse palanque e ajude quem precisa.

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Saúde

Nos Estados Unidos, casos do novo coronavírus já ultrapassam 32 mil, com 400 mortos

Nos Estados Unidos, os casos do novo coronavírus dobraram em 24 horas e já ultrapassam 32 mil. O número de mortos alcança 400 pessoas. Os números são da Universidade Johns Hopkins.

Cem milhões de americanos, em oito estados, têm ordem para permanecer em casa.

Donald Trump acionou a Guarda Nacional para atuar nos estados de Nova York, Califórnia e Washington, os mais atingidos pela epidemia, onde serão construídos hospitais de campanha, com um total de 4 mil leitos.

O presidente americano confirmou, em coletiva, ter conversado com o presidente chinês, Xi Jinping.

”Estou um pouco zangado com a China”, disse Trump.

O ANTAGONISTA

Opinião dos leitores

  1. Imaginem a quantidade de mortes que a destruição da economia de um país é capaz de causar. E isso irá atingir inclusive certos "parasitas" irresponsáveis, que estão "de férias" em seus lares, esperando o salário ser depositado em suas contas. Essas medidas exageradas irão prejudicar a economia e isso refletirá negativamente na arrecadação de tributos. O que virá em seguida, meus caros? Falta de dinheiro para o Poder Público desempenhar suas funções (inclusive a SAÚDE) e para pagar os salários de seus servidores. Captaram? Juízo faz muito bem. A todos.

  2. Mas o Guru de Bolsonaro, Olavo de Carvalho mente descaradamente e diz que nenhuma pessoa morreu por coronavírus, em sua live na internet, espalhando mais fake news numa realidade onde já há mais de 14 mil mortos no mundo.
    O que mais será necessário para esse povo acordar de seu sono e perceber que nessa crise provocada pelo CORONAVÍRUS tem sido enganados por falsos líderes (Olavo de Carvalho, Edir Macedo, Silas Malafaia, RR. Soares, Pastor Claudemiro, Marcos Feliciano, General Heleno, Damares, Bolsonaro, etc) até hoje?

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Economia

Empresários pedem ações contra colapso e XP fala em desemprego de 40 milhões

Empresários avaliam que a crise desencadeada pela disseminação do novo coronavírus provocará grande impacto no sistema de saúde brasileiro, mas os estragos na economia real serão muito mais profundos, com possibilidade de gerar um caos social no País. Eles pedem ações de grande impacto por parte da União.

O presidente da XP Investimentos, Guilherme Benchimol, disse que vê um risco de crescimento do desemprego para mais de 40 milhões de brasileiros em decorrência da pandemia do Covid-19. “É um número assustador”, disse hoje, 22, em uma live com outros empresários.

“Eu vi hoje uma entrevista do presidente regional do Fed de St. Louis, James Bullard (banco central norte-americano), dizendo que a taxa de desemprego irá subir de 3% para mais de 30% nos Estados Unidos por causa da crise”, afirmou. “No Brasil, onde há mais de 10 milhões de desempregados, acredito que o impacto será muito maior”, disse.

Benchimol defendeu a criação de um plano Marshall – pacote de reconstrução da Europa depois da Segunda Guerra Mundial. “O que temos até agora de estímulos é uma gota no oceano. Tem de ser um plano de verdade, os números são assustadores, o buraco é muito mais embaixo”, disse. Na semana passada, a equipe econômica liberou um pacote R$ 147 bilhões em estímulos à economia, com mais R$ 55 bilhões anunciados neste domingo pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para ajuda às empresas e pessoas físicas.

Numa transmissão de duas horas pela internet, promovida pela XP Investimentos na qual participaram o presidente da CSN, Benjamin Steinbruch, o presidente da Eletrobrás, Wilson Ferreira Júnior, o presidente da Stone, André Street, o fundador da MRV, Rubens Menin, Benchimol cobrou medidas mais robustas do governo federal para evitar o alta do desemprego e do caos social no país. “O risco é aumento de pessoas passando fome e no número de assassinatos nos próximos meses.”

Steinbruch, Street e Menin também veem risco de paralisia da economia, principalmente das pequenas e médias empresas.  “É preciso apoiar o comércio local.  A cabeleireira, o dono de bar, o pequeno empreendedor já estão sentindo os impactos da crise”, afirmou Menin, acionista da MRV, principal construtora do Minha Casa Minha Vida.

De forma geral, os empresários esperam uma mobilização nacional com ajuda do governo e do Congresso para que estimule medidas contraciclícas. “Sou liberal, mas é preciso medidas de apoio à economia”, disse Street, da empresa de meios de pagamentos. Steinbruch espera que o governo amplie o prazo para pagamento de impostos e que já conversa com fornecedores para manter as atividades em funcionamento.

Em resposta ao aumento do número de desempregados no País, o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou que mais de 20 a 30 milhões de brasileiros serão impactados com as medidas atuais. “Provavelmente vai se precisar de mais e vamos ajudar. Já estamos postergando os pagamentos, reduzindo a taxas de juros”, disse. “Isso nos preocupa e um plano está sendo liderado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.”

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. XP a mesma que garantiu que se Dilma saísse o dólar cairia juntamente com o preço do combustível. Eles sabem analisar situações como essas mesmo, tudo novidade para o mundo mas a XP dando pitacos sem responsabilidade.

  2. É isso que o presidente teme, notadamente devido a certas medidas exageradas tomadas por alguns governadores, pensando de forma medíocre em desestabilizar seu governo. Essa gente nunca pensa no bem do povo, só pensa no poder, em seus próprios interesses. Se engana quem quer.

    1. Quem desestabiliza o governo é o próprio governo. O pior governo da história desse país.
      Avante governadores, trabalhar a margem da incompetência do governo federal.

  3. Desemprego vai subir de 3 para 30 por cento nos EUA. Por curiosidade, aumentou quanto o desemprego na China? Querem vender o terror para o trabalhador aceitar qualquer coisa. Retirar direitos. Afinal como dizem é melhor emprego q direito.

    1. Amigo qual é melhor ter direitos sobrando ou negociar e manter os empregos,mas acho que pessoas que pensam como vc é quase certeza ser funcionário público!

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Saúde

Brasil demora mais do que Itália e Espanha para passar de cem para mil casos

O Brasil demorou mais para passar de cem para mil casos de Covid-19 do que países como Itália e Espanha. Os dados utilizados são compilados pela universidade americana Johns Hopkins.

O país passou de cem pessoas infectadas com o novo coronavírus no dia 13 de março. Naquele dia, foram registradas 151 casos. Oito dias depois, em 21 de março, o Brasil atingiu o milésimo teste positivo e chegou a 1.021 pessoas com a doença.

Na Itália, esse movimento aconteceu entre 23 e 29 de fevereiro (seis dias); na Espanha, entre 02 e 09 de março (sete dias). Isso significa, na avaliação do estatístico especialista em epidemiologia, Antonio Ponce de Leon, que o ritmo de infecções no Brasil está mais lento.

— Mas isso depende fortemente do número de testes realizados — pondera o especialista da Uerj.

O levantamento considera a partir do 100º caso porque antes disso existe muita incerteza nos dados, e até chegar a essa marca alguns países registraram quase exclusivamente casos importados. A barreira do 100º episódio é, ainda, um limite arbitrário para presumir que um país já está tendo transmissão comunitária (ocorrências internas, não importadas).

Itália e Espanha são os países europeus mais afetados pelo vírus. O primeiro registrou mais de 59 mil casos e 5,4 mil mortes. Já os espanhóis tiveram 28,7 mil pacientes com 1,7 mil mortes.

Ambos, que tiveram seus sistemas de saúde colapsados por conta da doença, começaram o combate restringindo os testes apenas aos casos mais graves, mesma estratégia brasileira. A justificativa era de que este era um recurso finito e caro.

Já na avaliação da médica Gulnar Azevedo, presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva, a notícia é boa, mas o pior está por vir.

— Só agora está entrando em áreas com muita densidade demográfica — explica.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Vejo em determinadas manchetes jornalísticas, aonde parece haver um sentimento de desejo de que o Brasil ultrapasse outros países na pandemia do coronavírus. Parecem que torcem pra que isso aconteça, e assim, poder botar a culpa no governo. Um absurdo isso!

  2. Comentários irresponsáveis, que combinam com as medidas igualmente irresponsáveis de alguns governadores de estados. O mundo todo enfrentando um perigoso vírus e a turma preocupada em fazer política, em derrubar o presidente. É difícil um país progredir com um povinho desse naipe.

  3. Claro. Aqui so fazem o teste se vc for rico, celebridade ou politico. Ou estiver quase morrendo.

  4. Se não fizerem mais nenhum teste, não chega nos 1.000 e assim vamos caminhando. Melhor esconder debaixo do tapete pra passar de fodão no resto do mundo.

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Saúde

Campanha de vacinação contra a gripe começa hoje

Começa nesta segunda-feira a Campanha Nacional da Vacinação contra a Gripe, que pretende imunizar 67,6 milhões de pessoas em todo o país. A proteção não é eficaz contra o coronavírus. No entanto, a vacina pode auxiliar os profissionais de saúde a excluir o diagnóstico para o novo patógeno, já que os sintomas são parecidos.

A campanha, batizada “Movimento Vacina Brasil contra a Gripe 2020”, custou R$ 1 bilhão ao Ministério da Saúde, que enviou 15 milhões de doses ao estado até semana passada — até o final do mês, mais 4 milhões serão distribuídas. Ao todo, serão fabricadas 75 milhões de doses. O programa será encerrado no dia 22 de maio.

A iniciativa atende ao público mais vulnerável à gripe. A partir de hoje, a imunização está disponível para idosos com mais de 60 anos, que correspondem a 20,8 milhões de pessoas no país — e profissionais de saúde. Mesmo quem se vacinou no ano passado deve voltar aos postos para uma nova dose.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Tomei vacina na Unidade de Saúde no Bairro Liberdade de Parnamirim. Ambiente muito bem higienizado, atendimento nota DEZ e só tinha duas pessoas na fila.

  2. Como que no meio do período de isolamento é lançada uma campanha de vacinação para os mais vulneráveis? Os vulneráveis vão ter que sair de casa e ir até o posto de saúde, que é um lugar de risco? Meio contraditório nesse momento

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Jornalismo

IMPORTANTE COLOCAÇÕES: Ex-ministro que chefiou combate ao H1N1 acha exageradas medidas contra Covid-19

Em áudio que vazou para as redes sociais, o médico, deputado federal pelo MDB-RS e ex-ministro Osmar Terra (MDB-RS), responsável pela coordenação do combate no Brasil à epidemia de gripe H1N1, que somente em 2019 matou 780 brasileiros, considerada exageradas as medidas adotadas por governadores e pelo Ministério da Saúde contra a pandemia do coronavírus.

O ex-ministro vai mais além quando diverge da previsão do ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde), segundo o qual a pandemia somente começará a regredir em setembro. Para Osmar Terra, a regressão se iniciará já no próximo mês de abril.

O áudio é de uma troca de mensagens de Osmar Terra com um amigo. Nele, o ex-ministro dos governos Michel Temer e Jair Bolsonaro compara o cenário atual com a epidemia de H1N1 em 2009. “No ano passado, morreram 780 pessoas no Brasil de H1N1, dez anos depois que enfrentamos a epidemia. O número não virou notícia”, observou, e “provavelmente não vai morrer tanta gente de coronavírus”.

Ele enfrentou, como secretário de Saúde do Rio Grande do Sul, em 2009, a epidemia de gripe Influenza A, e questiona as medidas que estão sendo aplicada atualmente. “Eu estudei bastante isso, até porque tive que enfrentar o H1N1, e para fazer o debate do coronavírus, eu não estou falando de algo da minha cabeça.”

Vírus começa a regredir em abri
“Estou ouvindo os principais infectologistas do estado, que foram do meu comité no enfrentamento do H1N1, e para mim a pessoa que mais entende de epidemiologia no Brasil, e talvez no mundo hoje que é o César Victor. Eu gostaria de saber por que vocês acham que o comportamento é tão diferente assim e tão preocupante assim?””, indaga.

Terra destaca na mensagem que estamos vendo um vírus novo, que tem transmissibilidade 30% maior que o H1N1, “então ele se espalha mais rápido, já se espalhou. Você sabe que a epidemia termina quando atinge mais da metade da população com anticorpos, com contato com o vírus, com imunidade. Isso está acontecendo, em poucas semanas esse processo se cumpre”.

Ao contrário do ministro Mandetta, ele aposta que a epidemia vai começar a regredir em abril:

– “Ela tem um padrão matemático, todas têm. Esse SARS que está causando o Covid-19 ele é um vírus muito semelhante a primeira SARS que tinha 10% de letalidade. Então ele é muito mais brando, na China e na Itália que são os que têm maior letalidade, ele está com 3.4, mas no resto do mundo ele está 1.5 no mundo todo.  Ele vai se espalhar, vai contaminar e vai terminar”.

H1N1 infectou muito mais
Terra cita que o Brasil está estimando que o número de infecções pelo coronavírus pode chegar a 30 ou 40 mil casos, e um número de mortos entre mil e dois mil casos. “Isso é muito menos que o H1N1. Então acho que o médico, não quero ditar comportamento para ninguém, mas o médico tem que ser o primeiro a acalmar o pessoal, porque não se controla epidemia e não se orienta a população disseminando o pânico”.

Para ele o isolamento social não resolve nada. “Qual a vantagem do isolamento? A epidemia só vai terminar quando ela tiver mais da metade da população contaminada, em 99% dessa metade da população que vai ficar contaminada, não vai ter sintoma nenhum, vai ser assintomática. Isso é um processo que está andando, quando apareceram os primeiros casos que foram revelados com exame laboratorial, o vírus já estava andando. O vírus começou  na China em novembro. Por isso que quando eles começam a fazer os exames em janeiro, dá uma explosão de casos”.

Pico ocorre em seis semanas
No áudio, Terra também critica o isolamento que está sendo imposto no Brasil. “Então eu estou me baseando em evidências, se tu tiver alguma outra evidência diferente que não seja só a ideia que se isolar melhora, porque o isolamento não vai diminuir aquela curva, aquilo tudo é conversa. Todas as epidemias virais têm um padrão, elas duram em torno de treze semanas, e na sexta semana elas estão no pico e depois regride, desaparece”.

“O isolamento não vai resolver o problema porque já está disseminado o vírus, essa que é a questão. Se o vírus não estivesse circulando, talvez, isolar iria atrasar o aparecimento, mas ele viria porque ele está circulando no mundo. Mas agora que ele está circulando, o teu filho pode estar com o vírus e ser assintomático. O vírus está correndo solto, ninguém segura mais. E ele vai evoluir, vai regredir e pronto e acabou”, afirma Terra.

DIARIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Sem brincadeira com nosso presidente, mas isso é conversa pra boi dormir. No mundo era esse o raciocínio até semana passada, deixa a população se auto imunizar, aí Italia entrou em colapso, a Espanha entrou em colapso, antes de entrar em colapso EUA e Inglaterra fizeram um estudo e mudou para supressão a forma de combate ao vírus. O que significa isso, isolamento, controle de várias movimentações. Existe um limite de atendimento, se você deixa se propagar sem controle, nosso sistema de saúde precário, não suporta nem um suspiro.

  2. Quem tem sírio-libanês não se preocupa, mas quando começarem a falta leitos e as pessoas forem mandadas para morrer em casa, Osmar Terra vai ter que rever a fala.

  3. Cara, tu não estudou coisa nenhuma, faz tempo que deixou de ser médico, sua coordenação nos programas de saúde foi só assinar papel e participar de almoços, ou você acha que o resto do mundo está errado e só você está certo? Tu já viu toquio, pequim. NY parados? alguém já tnha visto uma coisa dessa? é claro que não é exagero.

  4. A Itália e a Espanha que o digam. O pé de lã está querendo fazer média com o Rei do Gado, será ?

  5. Tomara que seja verdade . O ministro co
    O médico deve ter embasamentos para falar sobre o assunto . Gostaria que ele se posicionasse oficialmente no plenário ou em um órgão de imprensa para podermos tirar nossas conclusões .

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Jornalismo

Imprensa é a fonte mais confiável de informação em meio a pandemia de coronavírus, diz estudo

Um estudo global divulgado pela agência global de comunicação Edelman mostra que em meio à pandemia de coronavírus os veículos da grande imprensa aparecem como a fonte de informações mais confiável para 64% das pessoas. Antes da crise de saúde que atinge todos os continentes, havia uma tendência de baixa credibilidade do jornalismo e das fontes de conhecimento, como a ciência.

O levantamento aconteceu entre os dias 6 a 10 de março, antes das principais ações relacionadas à pandemia, como fechamentos de fronteiras e orientações de isolamento. Foram entrevistadas 10 mil pessoas da África do Sul, Alemanha, Brasil, Canadá, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido (mil por país) pela internet. Os brasileiros estão fora da tendência global: 64% dos entrevistados preferiam as informações nas redes sociais e 59% citaram os jornais e a Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Na prática, o comportamento dos brasileiros seguia uma tendência anterior à pandemia. Agora, do ponto de vista global, as principais organizações noticiosas têm quase duas vezes mais credibilidade do que a OMS ou autoridades sanitárias nacionais”, informa a Associação Nacional de Jornais (ANJ) em nota.

Sete a cada dez entrevistados disseram estar acompanhando notícias sobre o coronavírus na mídia pelo menos uma vez por dia e 33% dizem que estão checando várias vezes ao dia. Essa frequência sobe em países como Itália, Coreia do Sul e Japão, que tiveram surtos maiores. Os brasileiros estão atrás. Um pouco menos de sete entre dez entrevistaram disseram acompanhar o noticiário, com 26% checando várias vezes durante o dia.

O estudo também mostra uma preocupação mundial sobre fake news a respeito do coronavírus. Porcentual de 74% dos entrevistados têm essa preocupação em relação às redes sociais – no Brasil, o medo chega a 85%. Jovens, diz o estudo, confiam igualmente nas mídias sociais (54%) e na mídia tradicional (56%), enquanto as pessoas com mais de 55 anos classificam a mídia tradicional como quase três vezes mais confiável do que as mídias sociais.

Em relação aos porta-vozes de informações sobre o coronavírus, cientistas e médicos contam entre os mais confiáveis, juntamente com funcionários da OMS. Entre os entrevistados, 85% afirmaram que querem ouvir mais os cientistas e menos os políticos. Representantes do governo e jornalistas estão na lanterna no ranking de credibilidade, com menos de 50% de confiabilidade.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Sempre foi. A mais confiável, e a menos confiável também. Tudo depende da acuidade ou do grau de idiotice motivada de cada consumidor de notícias.

  2. No entanto, a fonte mais confiável, são profissionais da saúde. Os médicos! A imprensa está com ajuda deles. Os profissionais são os únicos capacitados para isso. A mídia tem um papel importante, mas "jornalista" não tem tem propriedade para isso.

    1. Só confiava na Grobu e na Fôia de Sum Paulo quando elas metiam o pau em Lula, Dilma e no PT.
      Agora só confio no Antagonista.
      Só confio em quem fala bem do Mito e mal de todos os outros que são contra.
      Quem quiser que se reie pra lá.

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Jornalismo

BOM PRESTAR ATENÇÃO: MP de Bolsonaro suspende contrato de trabalho por até 4 meses

O presidente Jair Bolsonaro publicou na noite deste domingo (22) no Diário Oficial uma MP (medida provisória) que autoriza suspensão do contrato de trabalho por até quatro meses.

No período, o empregado deixa de trabalhar, assim como o empregador não pagará salário. A empresa é obrigada a oferecer curso de qualificação online ao trabalhador e a manter benefícios, como plano de saúde.

Pelo texto, a negociação individual ficará acima de acordos coletivos e da lei trabalhista. Estão preservados os direitos previstos na Constituição. A MP diz que o curso ou o programa de qualificação profissional online será promovido pelo empregador, diretamente ou por meio de entidades responsáveis pela qualificação.

Uma MP tem força de lei pelo período de 60 dias, prorrogáveis pelo mesmo prazo, até que seja apreciada pelo Congresso. Se não for votada, perde a validade.

A medida valerá durante o estado de calamidade pública em razão do coronavírus, com prazo definido até o fim deste ano.

Segundo o texto, o empregador poderá conceder uma ajuda compensatória mensal, “sem natureza salarial”, “com valor definido livremente entre empregado e empregador, via negociação individual”.

Para o contrato ser suspenso bastará acordo individual com o empregado ou também com um grupo de empregados. A suspensão terá de ser registrada em carteira de trabalho.

“Não haverá pagamento de bolsa qualificação por meio de FAT [Fundo de Amparo ao Trabalhador], como ocorre hoje”, diz a advogada Cassia Pizzotti, sócia do escritório Demarest.

“Durante o período da suspensão contratual para qualificação profissional, não será devida a bolsa-qualificação. A ajuda compensatória pelo empregador continua opcional. A manutenção obrigatória dos benefícios voluntariamente concedidos pelo empregador foi mantida”, explica.​

A MP, diferentemente do anunciado pela equipe do ministro Paulo Guedes (Economia), não prevê a redução da jornada de trabalho em 50% com respectiva redução do salário pela metade.

No entanto, o texto estabelece que, durante o estado de calamidade, “o empregado e o empregador poderão celebrar acordo individual escrito, a fim de garantir a permanência do vínculo empregatício, que terá preponderância sobre os demais instrumentos normativos, legais e negociais, respeitados os limites estabelecidos na Constituição”.

Dessa forma, pelo artigo 503 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), a jornada e o salário poderão ser reduzidos em até 25% em razão de “força maior”.

A CLT diz que “é lícita, em caso de força maior ou prejuízos devidamente comprovados, a redução geral dos salários dos empregados da empresa, proporcionalmente aos salários de cada um, não podendo, entretanto, ser superior a 25% (vinte e cinco por cento), respeitado, em qualquer caso, o salário mínimo da região”.

“No que se refere à redução salarial, o artigo 2º da MP é inconstitucional, porque a Constituição veda redução sem acordo coletivo e uma MP não se sobrepõe à Constituição”, diz Pizzotti.

“Além disso, como a MP não trouxe a aventada redução de até 50% do salário, entendo que continua prevalecendo o limite do artigo 503 da CLT (até 25%).”O texto, assinado por Bolsonaro, ainda estabelece regras para teletrabalho, antecipação de férias individuais, concessão de férias coletivas, aproveitamento e a antecipação de feriados, banco de horas, suspensão de exigências administrativas em segurança e saúde no trabalho, direcionamento do trabalhador para qualificação, e adia o recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A MP diz que, no caso do teletrabalho, o empregador poderá “a seu critério, alterar o regime de trabalho presencial para o teletrabalho, o trabalho remoto ou outro tipo de trabalho a distância e determinar o retorno ao regime de trabalho presencial”.

Isso se dará “independentemente da existência de acordos individuais ou coletivos, dispensado o registro prévio da alteração no contrato individual de trabalho”, afirma o texto.Em relação a antecipação de férias individuais, a MP diz que o empregador informará ao empregado com antecedência de, no mínimo, 48 horas, por escrito ou por meio eletrônico, com a indicação do período a ser gozado.

“Poderão ser concedidas por ato do empregador, ainda que o período aquisitivo a elas relativo não tenha transcorrido”, afirma.

De acordo com a medida, os trabalhadores que pertençam ao grupo de risco do coronavírus serão priorizados para o gozo de férias.A MP diz também que os empregadores poderão antecipar “o gozo de feriados não religiosos federais, estaduais, distritais e municipais”.

A notificação deve ser de, no mínimo, 48 horas, “mediante indicação expressa dos feriados aproveitados”.​O governo também mexeu nas regras de saúde no trabalho. Durante o estado de calamidade, fica suspensa a obrigatoriedade de realização dos exames médicos ocupacionais, clínicos e complementares, exceto dos exames demissionais.

A MP determina a suspensão da exigência de recolhimento do FGTS pelos empregadores, referente a março, abril e maio de 2020, com vencimento em abril, maio e junho de 2020, respectivamente.

Isso pode ser feito independentemente do número de empregados, do regime de tributação, da natureza jurídica, do ramo de atividade econômica e da adesão prévia.

Ao tratar do uso de banco de horas, o governo decidiu autorizar “a interrupção das atividades pelo empregador e a constituição de regime especial de compensação de jornada”, em favor do empregador ou do empregado. A compensação deve ocorrer no prazo de até 18 meses, contado da data de encerramento do estado de calamidade pública.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Porque o Estado e Município não colocam o pessoal não essencial em férias também? ou até usam as Licenças prêmios para os colocar em casa ? Todo o setor Privado está fazendo isso. Do jeito que está os Funcionários Públicos não essenciais (que não tem trabalho a fazer, nem mesmo home office) irão receber salários sem trabalhar, e depois que todos voltarem a trabalhar eles tirarão férias como se nada tivesse acontecido.

    1. Se o empresário não vende como vai pagar salários ? Empresário também come e paga contas e como faz??? E muito fácil reclamar do meu salário e o empresário??? E a família do empresário?

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Jornalismo

Portaria do Governo do RN autoriza teletrabalho e trabalho voluntário

O Governo do Rio Grande do Norte publicou, em edição extraordinária do Diário Oficial do Estado, uma portaria em que autoriza o teletrabalho para servidores do Estado. A publicação é deste domingo (22).

De acordo com a publicação, o decreto estará em vigência “enquanto durar o estado de pandemia pelo novo coronavírus (Covid-19),  ficam os Secretários de Estado e os Dirigentes Máximo de Entidade autorizados a liberarem os servidores, os empregados públicos, estagiários, bolsistas, empregados terceirizados de áreas administrativas e demais colaboradores para execução de suas atividades na modalidade de teletrabalho”.

O texto diz ainda que deve ser resguardado o número de pessoas em atividade presencial para que o serviço público continue sendo prestado de forma adequada.

A tramitação dos processos de teletrabalho inclusive, será prioridade a alguns grupos de servidores, como portadores de doenças respiratórias e cardíacas crônicas, devidamente comprovadas por atestado; gestantes ou lactantes, pessoas com filhos menores de 12 anos, diabéticos ou hipertensos; imunodeprimidos ou em tratamento oncológico; servidores que utilizam transporte público ou servidores que convivem com pessoas nestes grupos de risco.

Para serem autorizados ao teletrabalho, os servidores terão de preencher um ato de requisição, que serão submetidos à avaliação do gestor do órgão.

Trabalho voluntário
A portaria assinada pela governadora Fátima Bezerra também dispõe de uma regulamentação para o serviço de voluntário no âmbito da Administração Pública do Estado.

De acordo com o texto, a periodicidade e os horários da prestação do serviço voluntário poderão ser livremente ajustados entre o órgão ou entidade estadual e o voluntário, de acordo com a análise de conveniência de ambas as partes.

TRIBUNA DO NORTE

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