O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou nesta quinta-feira (18) pedido feito pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para afastar os desembargadores João Pedro Gebran Neto e Thompson Flores do julgamento do processo sobre o sítio em Atibaia (SP).
Em fevereiro, Lula foi condenado a 12 anos e 11 meses de prisão na ação penal sobre as reformas realizadas na propriedade. Após a sentença, a defesa recorreu da decisão e também disse que os dois magistrados devem ser afastados do julgamento do caso por não serem imparciais.
De acordo com os advogados, Thompson Flores não pode julgar o caso por ter dado declarações à imprensa, quando ocupou cargo de presidente do TRF4, sobre o caso do triplex do Guarujá (SP), outro processo em que Lula foi condenado. Além disso, a defesa disse que o desembargador interferiu ilegalmente ao anular a decisão do desembargador Rogério Favreto, que mandou soltar o ex-presidente no ano passado.
Sobre Gebran Neto, a defesa disse que ele tem relação íntima com o ex-juiz Sergio Moro, que atuou no processo antes da sentença proferida pela juíza Gabriela Hardt.
Por unanimidade, ao analisar o caso, a Quarta Seção entendeu que Thompson Flores se manifestou na condição de ex-presidente para apoiar o cumprimento das decisões do tribunal. No caso de Gebran Neto, o colegiado decidiu arquivar a petição por entender que a defesa protocolou o pedido fora do prazo processual.
Lula está preso desde 7 de abril do ano passado pela primeira condenação no caso do triplex em Guarujá (SP).
Agência Brasil
O "sonho de consumo" do bandido seria ser julgado por Levandowisk, Mendes e Mello, mas "NUM VAI NÃO, ELE NUM VAI NÃO"…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Já se perguntaram quanto o criminoso ex-presidente já gastou com advogados? Quanto dinheiro ele tem para pagá-los? De onde vem tanta grana? Só cegos ideológicos não sabem.
O dólar teve novo dia de queda nesta quinta-feira, 18, puxada principalmente por declarações do presidente da regional de Nova York do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), John Williams, que recomendou “agressividade” na política monetária americana. A fala do dirigente, que vota nas reuniões de decisão de juros, foi interpretada por Wall Street como sinalização de redução mais agressiva de juros em breve. Com isso, a moeda americana aprofundou a queda no mercado financeiro internacional, ante divisas fortes e de países emergentes. O dólar à vista fechou em baixa de 0,84%, a R$ 3,7290, o menor valor desde 19 de fevereiro deste ano (R$ 3,7164).
A moeda americana caía desde cedo, mas em ritmo moderado e com baixo volume de negócios. Foi após o discurso de Williams, a partir das 15 horas, que a queda se acentuou e o dólar bateu várias mínimas, recuando até R$ 3,7239. O dirigente disse que é preciso “agir mais rápido” para gerar estímulos econômicos em cenários com a taxa de juros próxima de zero. “Deveríamos ser agressivos quando confrontados com cenário adverso.”
Para o estrategista do banco canadense BMO, Ian Lyngen, após a fala de Williams, um corte de 0,50 ponto porcentual de juros pelo Fed não seria mais uma surpresa. Um corte de 0,25 ponto já está precificado, ressalta ele. “William recomendou que o Fed seja agressivo”, destaca Lyngen. O índice DXY, que mede o desempenho do dólar perante uma cesta de divisas fortes, que já caía antes das declarações, aprofundou o ritmo de baixa e testou os menores níveis de julho.
O volume de negócios no mercado doméstico, que estava bem fraco pela manhã, repetindo os dias anteriores desta semana, melhorou na parte da tarde. Mas ainda seguiu mais fraco em relação a dias normais. No mercado futuro, o giro financeiro foi de US$ 15 bilhões. No mercado à vista, o giro foi de US$ 1 bilhão, o maior da semana. O dólar para agosto fechou em baixa de 1,19%, a R$ 3,7220.
Operadores observaram alguma entrada de fluxo externo hoje, em dia de fechamento da venda de ações do IRB Brasil Re, que pode render R$ 8 bilhões. A operação será precificada hoje e os estrangeiros podem ficar com parte importante dos papéis, segundo fontes ouvidas pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Já a Cosan iniciou reuniões com investidores que podem resultar em emissão na casa dos US$ 500 milhões.
Estadão Conteúdo
O presidente Jair Bolsonaro já dá como certo que o nome do filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), “vai ser aprovado” pelos senadores como embaixador do Brasil nos Estados Unidos. O presidente deixou de lado as medidas econômicas e usou parte do discurso na cerimônia de 200 dias de governo para defender a nomeação do filho para o cargo em Washington.
Em certo momento, Bolsonaro chegou a dizer ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que poderia indicar Eduardo para assumir o lugar do ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores), assim ele comandaria todas as embaixadas.
“Vamos supor um caso hipotético, Davi, eu não acredito nisso, até porque a sabatina (na Comissão de Relações Exteriores, do Senado), vai ser feita com rigor, eu tenho certeza disso, e ele (Eduardo) vai ser aprovado. Mas eu poderia dizer para o Ernesto ‘vou te indicar para a Embaixada dos EUA e colocar meu filho como ministro das Relações Exteriores’”, declarou Bolsonaro.
Em sua fala, o presidente destacou a proximidade do filho com o presidente dos EUA, Donald Trump. Afirmou, ainda, que “não existe satisfação melhor do que conversar com muita dignidade com o homem mais poderoso do mundo, Donald Trump”. O presidente citou críticas feitas durante visita oficial ao presidente dos EUA, na qual Eduardo participou da reunião privada com Trump, e não Ernesto.
“Eduardo é uma pessoa comunicativa que se aproximou da família do presidente norte-americano. Tanto é que numa reunião reservada na Casa Branca, em que estávamos eu, ele e a intérprete, mais ninguém, Trump fez questão de convidar Eduardo para entrar e assistir reunião”, disse o presidente. “A amizade que ele (Trump) tem, a sua família, pelo meu filho, não tem preço. O trabalho mais importante que um embaixador tem é ser cartão de visita.”
Estadão Conteúdo
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, reafirmou nesta quinta-feira (18) que sua decisão de suspender investigações que tenham usado, sem autorização judicial, dados pormenorizados de órgãos de controle —como Coaf, Receita e Banco Central— não impede que esses órgãos repassem dados globais ao Ministério Público.
Dados globais são nome e valor movimentado em determinado período de tempo. Já dados detalhados permitem identificar, por exemplo, como o dinheiro foi gasto, data e hora de depósito, entre outros pontos. Para Toffoli, tais detalhes equivalem a uma quebra de sigilo, que requer aval da Justiça.
Em sua decisão, de segunda-feira (15), Toffoli mencionou que o plenário do STF já decidiu anteriormente, quando julgou ações que discutiam o compartilhamento de dados pela Receita Federal, que a iniciativa é constitucional, desde que as informações sejam gerais.
A decisão do presidente do tribunal atendeu a um pedido do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), e tem sido criticada pelo Ministério Público, que prevê impacto em investigações em curso. Flávio é alvo de inquérito do Ministério Público do Rio de Janeiro sob suspeita de ter desviado salários de funcionários de seu antigo gabinete na Assembleia fluminense, e seu caso é um dos suspensos.
“Eu fui o relator do caso julgado no plenário do Supremo, e o caso que é julgado em plenário é que forma a jurisprudência como um todo. Nesse caso, eu votei pela constitucionalidade do compartilhamento de informações na forma como está na Lei Complementar 105. Qual é? As informações globais. As informações detalhadas dependem de prévia autorização do Judiciário”, disse Toffoli.
“Isto é da seguinte forma que se dá: um cidadão diz que tem R$ 1 milhão de patrimônio, e teve R$ 100 mil de renda no ano anterior, quando faz a sua declaração. Se o Coaf identifica que essa pessoa movimentou R$ 10 milhões, tendo só R$ 1 milhão de patrimônio e R$ 100 mil de renda, existe um desvio”, exemplificou.
“[O Coaf] Comunica o Ministério Público, o Ministério Público pede a quebra de sigilo ao Judiciário, o Judiciário faz a quebra de sigilo, e isso tem um controle do Judiciário. Se não é feito dessa forma, se o detalhamento é feito sem a participação do Judiciário, qualquer cidadão brasileiro está sujeito a um vasculhamento na sua intimidade. E isso é uma defesa do cidadão.”
Toffoli deu as declarações a jornalistas em Cuiabá (MT), onde visita tribunais como parte de uma série de visitas institucionais a órgãos do Judiciário nos estados.
Como noticiado nesta quinta, o presidente do Supremo disse à Folha que um Estado que não quer estar sob o controle do Judiciário é “fascista e policialesco”. “Só não quer o controle do Judiciário quem quer Estado fascista e policialesco, que escolhe suas vítimas. Ao invés de Justiça, querem vingança”, declarou.
Segundo o ministro, nenhuma investigação está proibida, desde que haja prévia autorização da Justiça. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, avalia o impacto da decisão de Toffoli para um eventual recurso.
A determinação do magistrado suspendeu todas as investigações e ações penais, em todo o país, que tenham usado dados detalhados dos órgãos de controle até que o plenário do STF dê a palavra final sobre o tema, previsto para ser debatido em 21 de novembro.
Questionado em Cuiabá, Toffoli não respondeu se existe a possibilidade de ele antecipar esse julgamento no plenário.
Folhapress
A força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba anunciou hoje (18) a recuperação de R$ 67 milhões desviados da Petrobras que estavam em contas na Suíça. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), os valores foram desviados por Aluísio Teles Ferreira Filho, Ulisses Sobral Calile e Mário Ildeu de Miranda, três ex-executivos da estatal, que confessaram o crime, ocorrido em um contrato firmado com a Odebrecht.
De acordo com a força-tarefa, a quantia foi transferida para uma conta judicial vinculada à ação penal na qual os três acusados foram condenados pela Justiça Federal. Ao longo de cinco anos de investigações, R$ 13 bilhões desviados foram recuperados e depositados na conta.
Segundo levantamento do MPF, no primeiro semestre deste ano, foram recuperados mais de R$ 1,5 bilhão. No mesmo período, a força-tarefa em Curitiba apresentou 14 denúncias contra investigados na Lava Jato.
Agência Brasil
O engraçado nisso tudo, que o sindicato dos Petroleiros, ficam calados que só uma alma penada.
Porque? Muito estranho. Eram para comemorar já que a empresa foi saqueada por partidos e políticos variados e o bem da empresa que eles dizem defender, esta sendo recuperada. Mas, devem ser um bando de pelegos.
Dizer o que? Empregado não tem nada haver com essa roubalheira, são simples empregados, se abrir a boca podem ser demitidos por justa causa. Agora os seus representantes, os sindicatos tinham que se manifestar emitindo nota de apoio a operação lava jato que desbaratou toda a quadrilha e tem recuperado bilhões, porém ficam todos calados pois seus dirigentes todos eles apoiavam os governos do PT, ou seja sendo coniventes com os desmandos. Como o sindicato não vai pra rua, individualmente niguem é maluco de se expor sozinho e ser penalizado. Lembrando que como foram 16 anos de governo petista, muito gerente ainda são antigas indicações do PT e continuam na direção. Portanto, pra cada empregado individualmente, todo cuidado é pouco. Só um exemplo dos sindicalistas, Jaques Vagner, antigo diretor sindical que depois virou deputado, senador, ministro, governador, calado até hoje pq? Aqui no estado sindicalista que se deram bem, é uma lista grande.
Com esse valor, o determinado e intransigente defensor do patrimônio do povo brasileiro, juíz Sérgio Moro, já conseguiu recuperar a cifra de 31 bilhões de reais, que tinha sido afanados pelo comandante petralha e seus comparsas. Esse é um valor que no mundo, a corrupção jamais conseguiu roubar, entretanto, no Brasil, a lava jato já conseguiu recuperar, e ainda vai conseguir recuperar bem mais, por isso que o povo vai às ruas em massa pra defender Sérgio Moro.
No dia do primeiro turno das eleições, a Veja noticiou que policiais federais que faziam parte da equipe de segurança do presidente Jair Bolsonaro estavam fazendo campanha para o então candidato, utilizando camisetas com o número 17.
A notícia afirmou que os policias estavam à serviço da Polícia Federal, motivo pelo qual não poderiam fazer campanha, tampouco usar camisetas alusivas à nenhuma candidatura, sob pena de incorrer em crime eleitoral.
No entanto, em contato com o blog, a defesa dos policiais afirmou eles não estavam em serviço, muito menos fazendo campanha eleitoral, mas sim confraternizando entre eles após a devida dispensa da missão. Ao tomarem conhecimento da notícia, os policiais federais buscaram o advogado potiguar Erick Medeiros para tentar resolver o caso. O potiguar é conhecido por possuir dezenas de ações contra as chamadas fake News. “Mais uma vez me vi na obrigação de combater as Fake News, especialmente para tentar assegurar o direito de resposta aos meus clientes”, explica o advogado.
A defesa notificou a revista para pedir direito de resposta e a retirada da notícia falsa porque expunha os agentes. “A revista noticiou que, em síntese, os policiais teriam cometido crime eleitoral. Além disso, caso a notícia fosse verdadeira, eles também teriam cometido improbidade administrativa e infração disciplinar de acordo com o regimento interno da Polícia Federal. Sendo assim, o caso não gira em torno de uma simples publicação, mas, sim, de fortes acusações de faltas graves por parte de membros da PF”, disse.
Além disso, foi peticionado junto à comunicação da PF questionando se a Polícia Federal teria repassado as informações para a revista.
A revista, no entanto, informou que não publicaria o direito de resposta dos policiais. A PF, por sua vez, informou que nada foi repassado pela comunicação social da polícia. “Ao publicar a notícia sem entrar em contato com os policias, como, também, sem contato com a PF, o veículo de comunicação feriu, claramente, o dispositivo do artigo 12, inciso I, do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, tendo em vista que a publicação não diligenciou para verificar a realidade dos fatos. Portanto, o direito de resposta neste caso é imprescindível”, explica.
Nesse contexto, os policias acionaram a justiça para ter o seu direito de resposta assegurado e a devida compensação pelos danos causados, tendo em vista que a notícia em questão macula totalmente o trabalho desenvolvido pelos policias federais. “A escolha das equipes de segurança dos presidenciáveis é algo muito sério, onde somente os mais capacitados são designados para esse tipo de missão. Tanto é que, recentemente, toda a equipe foi homenageada pela câmara municipal de Juiz de Fora pelo ótimo trabalho desempenhado no salvamento da vida do presidente da república.”, narra o advogado.
Ao ser questionado sobre supostos danos, o advogado afirmou: “os policias foram acusados falsamente de fatos antijurídicos que poderiam causar até mesmo demissão. Além disso, tiveram que prestar esclarecimentos aos superiores hierárquicos pela possível vinculação do nome da instituição em um escândalo, motivo pelo qual entendo que o dano é inquestionável.”
Os governadores Helder Barbalho (MDB-PA) e Eduardo Leite (PSDB-RS) criticaram nesta quinta-feira (18) a apresentação de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) paralela no Senado como saída para reincluir estados e municípios na reforma da Previdência e disseram que já preparam medidas locais caso a alternativa não prospere no Congresso.
Em viagem aos EUA, Barbalho e Leite alinharam o discurso cético quanto ao avanço de uma PEC paralela para tratar do tema e afirmaram que a espera por uma solução pode gerar ainda mais custos e imobilismo nos estados.
Eles insistem em uma possível articulação para modificar o texto que chegou ao Senado –e não em uma alternativa à parte–, mas dizem que instruíram suas equipes a elaborar propostas com regras para servidores estaduais que devem ser enviadas às assembleias legislativas no meio de agosto, caso fique claro que os senadores não vão alterar o que chegou da Câmara na semana passada.
“Essa PEC paralela vai tratar apenas do ponto da divergência [incluir ou não estados e municípios na reforma]. É difícil vê-la prosperar se não houver fatos novos, uma vez que ela vai se deter apenas sobre o ponto que já foi divergência. Dificilmente terá agilidade. E mais, pode gerar até uma imobilização dos estados. Porque você fica na expectativa: vai ter? Não vai ter? Vai aprovar? Não vai? Faço algo ou não faço? A melhor resposta depois de um ‘sim’ é um ‘não’ rápido. Não dá para ficar empurrando”, afirmou Leite em conversa com jornalistas em Washington.
A reforma da Previdência foi aprovada em primeiro turno na Câmara sem a inclusão de estados e municípios e, desde então, ganhou força em Brasília a ideia de uma nova PEC no Senado para tratar do tema.
A proposta seria remetida à Câmara para apreciação dos deputados sem comprometer a PEC da reforma da Previdência, que seguiria sem mudanças no Senado.
Segundo os governadores, porém, é muito difícil que um texto somente sobre estados e municípios seja aprovado à parte, já que a eleição municipal se aproxima –o tema é eleitoralmente impopular– e há outras agendas para os parlamentares tratarem daqui para frente.
“Além disso, se não passou quando estava no global…”, diz Barbalho, acrescentando que a decisão de tirar estados e municípios do texto base aprovado na Câmara foi um ato político, sem argumentos técnicos.
O presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), assim como o ministro Paulo Guedes (Economia), queria a inclusão das regras para servidores estaduais e municiais na proposta nacional, mas acabou sendo vencido pela articulação de líderes do chamado centrão, que convenceram o relator Samuel Moreira (PSDB-SP) a retirar o item do texto.
Folhapress
Agora vai!!!
Fatoca Lula Bezerra, vao ter que dizer pra que veio, ou encara uma reforma ou vê o RN sucumbir de vez do mapa.
Ou faz, igual aos cumpanheiros, ou o estado vai explodir, do jeito que está a conta não fechar nem a pau.
Um grupo de vereadores de Parnamirim esteve, na manhã desta quinta-feira(18), na sede da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, para solicitar ao presidente da casa, deputado Ezequiel Ferreira, que seja realizado uma audiência pública com o objetivo de debater o limite geográfico do bairro Bela Parnamirim e do loteamento Bosque Brasil, ambos localizados na divisa entre Parnamirim e Macaíba.
Em maio passado, a Câmara de Parnamirim realizou o projeto “Câmara na Rua” – que tem o objetivo de ouvir os anseios da localidade – no bairro Bela Parnamirim, e os vereadores puderam constatar através de relatos da população os problemas enfrentados pela não legalização do bairro.
“A população local enfrenta diversos problemas devido a essa questão do bairro não pertencer a nenhum dos dois municípios, que vão desde a recusa aos atendimentos médicos até a nomenclatura de ruas. Então, resolvemos unir forças junto ao legislativo estadual para que possamos ter uma solução em breve para os moradores das duas localidades”, explicou o presidente da Câmara, vereador Irani Guedes.
O presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, demonstrou interesse pela discussão e colocou o legislativo estadual à disposição. “Faremos o possível, junto a Câmara de Parnamirim para que esse pleito seja resolvido e a população possa ser beneficiada”, disse o deputado estadual.
Além de Irani, participaram do encontro os demais vereadores Ítalo Siqueira, Thiago Cartaxo, Pastor Alex, Betinho da Mala, Rogério Santiago, Binho de Ambrósio e Paulão Júnior, além das vereadoras Kátia Pires, Rhalessa Freire e Ana Michele.
Os trabalhadores do DETRAN/RN (Departamento Estadual de Trânsito) decidiram paralisar as atividades por três dias em protesto contra um decreto editado pelo governo estadual e para defender o atendimento da pauta da categoria. A deliberação aconteceu em assembleia nesta quinta-feira (18) na sede estadual do Departamento, em Natal. A paralisação acontecerá em todas as sedes do DETRAN no Estado nos dias 23 e 24 de julho, terça e quarta-feira, e em 13 de agosto.
A direção do SINAI-RN (Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Indireta do RN), Sindicato que representa a categoria, explica que a pauta dos servidores engloba os seguintes pleitos:
– Revogação do decreto 29007, que retira a autonomia financeira das autarquias, medida que atinge o DETRAN;
– Pagamento dos salários em atraso dos aposentados e pensionistas;
– Reposição salarial;
– Realização de concurso público para renovar o quadro;
– Fim as terceirizações;
– Melhoria das condições de trabalho.
Uma audiência com a Governadora será solicitada para tratar destas questões.
Categoria decide aderir a parada estadual marcada para 13 de agosto
Os trabalhadores do DETRAN também decidiram paralisar as atividades em 13 de agosto em adesão a parada do funcionalismo do RN convocada pelo Fórum Estadual dos Servidores.
A pauta tem itens como reposição salarial de 16,38% para todos, a apresentação do calendário de pagamento do ano 2019 e das folhas em atraso de servidores da ativa, aposentados e pensionistas, a realização de concursos públicos, a reestruturação do calendário de pagamento apresentado pelo governo para os meses de julho, agosto e setembro sem redução da faixa salarial e contra a conta única que retira a pouca autonomia das autarquias estaduais.
A paralisação vai acompanhar a luta nacional contra a reforma da previdência, articulada por centrais sindicais, movimentos, confederações e frentes. No âmbito local, o SINAI-RN é contra que o governo estadual faça qualquer negociação quanto esta Reforma que retira direitos dos trabalhadores e, consequentemente, dos servidores estaduais.
A programação local definida é a seguinte:
8h – Concentração dos servidores no Centro Administrativo, em frente à Governadoria, onde será servido café da manhã e realizado ato político com intervenção das entidades e atividades culturais
12h30 – Almoço
14h – Integração dos servidores ao Ato Nacional contra a Reforma da Previdência
Pelo q estamos vendo vai parar tudo. O governo não sai do canto.
Afundado em dividas e sem um projeto que venha dar esperança a servidores e fornecedores
Muita conversa, discussão e ação nada.
O Governo do Estado e a Polícia Federal vão trabalhar em conjunto no combate ao crime organizado no Rio Grande do Norte. O principal ponto do acordo de cooperação técnica assinado nesta quinta-feira (18) pelo Governo, representado pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), e a Superintendência da Polícia Federal no RN é a criação de uma força-tarefa para o enfrentamento às organizações criminosas.
A força-tarefa agirá no combate a diversos crimes no RN, desde o tráfico de drogas nacional e internacional até a lavagem de dinheiro, com uma ação conjunta envolvendo as polícias Militar e Civil sob a coordenação da Polícia Federal. O modelo de força-tarefa forjado a partir do acordo de cooperação técnica entre o Governo e a instituição federal é pioneiro no Brasil. A parceria tem vigência oficial de cinco anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União.
“Este acordo representa um avanço no combate ao crime organizado e na busca pela diminuição dos índices de criminalidade no Rio Grande do Norte. E mostra coerência com a integração que defendemos desde o início da gestão”, afirmou a governadora Fátima Bezerra.
A chefe do Executivo estadual assinou o documento em conjunto com o vice-governador Antenor Roberto, o secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, coronel Francisco Araújo, a superintendente da PF no RN, delegada Tânia Fogaça, o comandante da PM-RN, coronel Alarico Azevedo, e a delegada-geral da Polícia Civil, Ana Cláudia Saraiva. “Essa parceria aponta que estamos trabalhando e trazendo resultados. Com essa parceria a Polícia Federal dá ainda mais credibilidade e mostra que acredita no sistema de segurança pública potiguar. Vamos prestar um grande serviço à população”, completou o secretário Francisco Araújo.
Com a formalizaçãoda parceria cria-se um ambiente de integração, inédito no RN,nas ações de combate ao crime, treinamento e capacitação dos agentes de segurança e troca de informações entre as forças estaduais e federais.
“A Polícia Federal tem muito o que aprender com as forças de segurança do RN, mas também tem muito a ensinar. Vamos focar inicialmente na formação da força-tarefa de combate ao crime organizado e seguir trabalhando na parte de treinamentos, compartilhamento de bancos de dados e outros pontos como a questão de bombas e explosivos”, explicou a delegada Tânia Fogaça.
A parceria entre Governo e PF complementa a política de trabalho integrado já existente entre as forças de segurança do RN. A diretriz dada pelo Governo desde o início do ano, a integração entre Polícia Militar, Polícia Civil e sistema penitenciário proporcionou uma redução recorde nos índices de violência no estado.
A atuação integrada resultou na diminuição de 30,5% dos homicídios no RN durante o 1º semestre de 2019, em comparação com o mesmo período do ano passado. Com isso foram poupadas 315 vidas entre janeiro e junho deste ano. Os dados apurados pela Coordenadora de Informações Estatísticas e Análises Criminais (Coine) da Sesed ainda apontaram a diminuição em ataques a bancos (-44,8%), estupros (-65,5%) e roubos de veículos (-20,6%), por exemplo.
Com vistas ao médio e longo prazo, o Governo também está trabalhando na confecção do Plano Estadual de Segurança Pública. A ação, que é conduzida pelo vice-governador Antenor Roberto, visa tornar o RN o primeiro estado da federação a apresentar seu plano de segurança ao Ministério da Justiça e da Segurança Pública e, consequentemente, aderir ao Sistema Único de Segurança Pública (SUSP).
O conceito foi criado para dar suporte à moeda virtual, mas pode ser útil em muitos contextos. Saiba mais sobre ele a seguir
Finanças costumam ser um tema sensível para muitos. Na era digital, em que essas transações se dirigem, cada vez mais, para o universo virtual, muitos são os questionamentos. Há quem faça todas as atividades financeiras online, mas há os que não querem nem ter contato com essa possibilidade. Afinal, tudo o que é feito nesse ambiente hoje pode ser rastreado.
Para tornar as operações financeiras online mais confiáveis, muitas tecnologias já foram testadas. De senhas a tokens, passando por acessórios físicos de geração de códigos, houve muitas tentativas diferentes nesse aspecto.
A mais elaborada delas é a blockchain. Com ela, é possível ter uma internet anônima, descentralizada e com garantia de proteção à privacidade. Em tradução livre, blockchain é corrente de blocos. O sistema é composto por duas partes: uma rede peer-to-peer (P2P) e um banco de dados descentralizado.
A rede P2P tem usuários que compartilham tarefas, trabalho ou arquivos sem a necessidade de um servidor central (o que traz uma redução de custos significativa). Todos os participantes têm iguais privilégios e influência no ambiente.
Cada computador integrante da rede é um nó e, sempre que um novo dado entra no sistema, ele é recebido por todos os nós. Essa informação é encriptada e não há como rastrear quem a adicionou — só é possível verificar sua validade.
Como medida de segurança, o método faz o registro distribuído das informações para descentralizar o processo. Assim, quando um nó deixa a rede, os outros já têm uma cópia de toda a informação compartilhada. Da mesma forma, se novos nós entram nela, os demais criam cópias de suas informações para eles.
Livro contábil
Na prática, então, a blockchain é como um livro contábil, em que são cadastrados vários tipos de transações. Com a descentralização, as páginas desse livro contábil são armazenadas em bibliotecas localizadas em lugares distintos. Ou seja, trata-se de um registro coletivo, em que os dados são distribuídos entre todos os computadores ligados à rede.
Como essas anotações são públicas e compartilhadas, podem ser verificadas a qualquer momento. Apesar de a transparência ser uma das principais qualidades da blockchain, os dados dos envolvidos ficam seguros, pois tudo é criptografado. Cria-se, assim, uma relação de confiança na comunicação direta entre as partes, o que elimina a necessidade de intermediários.
É possível saber que a operação ocorreu porque ela fica gravada no sistema para sempre. Além disso, depois que ela é inserida, não pode ser desfeita nem alterada. Isso faz da blockchain um registro permanente e à prova de violação.
A blockchain é composta por blocos ligados uns aos outros — ou seja, eles são sua parte concreta. Cada um deles recebe um conjunto de informações, que são protegidas por uma camada de criptografia com códigos bastante complexos. Toda vez que um bloco é concluído (após o registro das transações mais recentes), um novo é criado.
Criptografia e segurança
Na blockchain, quando uma transação é realizada, ela recebe um código único — isto é, uma assinatura digital. Esse carimbo, com data e hora, é verificado pelos próprios participantes da corrente e a operação só é incorporada à blockchain (em forma de um novo bloco) depois de aprovada. Essa verificação é uma etapa importante para evitar fraudes.
Além da assinatura digital da atividade, cada bloco tem seu próprio código criptografado — as chamadas hashs. Além disso, eles carregam a hash do bloco anterior: ela é o elo que os mantém ligados. Quem monta essa sequência de blocos interligados são os mineradores.
São eles que reúnem as transações que ainda não foram colocadas em um bloco e, depois, calculam a hash para formar a ligação entre eles. Esses cálculos são bastante complexos e, por isso, feitos por computadores de alto desempenho.
Desse modo, para ter acesso aos dados contidos em um bloco, é preciso descobrir a criptografia de duas hashs (a dele e a do anterior). Como é uma corrente em que tudo está interligado, o processo teria de ser feito sucessivamente e não teria fim.
Graças às hashs, a blockchain permite, além de proteger as informações, compartilhá-las sem perder o controle sobre elas. As atividades inseridas na rede só são validadas quando todo o bloco é preenchido.
Para que uma transação seja adicionada a um bloco, é preciso que haja o consenso da rede: isso significa que a maioria simples (50%+1) dos participantes deve concordar que a operação é legítima e correta. Se duas cadeias de blocos forem formadas ao mesmo tempo, a rede vai escolher uma delas — em geral, a que tiver a maior quantidade de trabalho.
A cada 10 minutos, aproximadamente, um novo bloco é formado e conectado ao anterior. Nesse intervalo de tempo, os dados são verificados e adicionados a ele. Como os blocos são dependentes um dos outros, a tecnologia é ideal para registrar informações que requerem confiabilidade — o que é o caso das operações financeiras.
Os blocos são adicionados de modo linear e cronológico. Cada participante — os computadores conectados à rede — deve validar e repassar as informações. Ao ingressarem no sistema, eles recebem uma cópia da blockchain e ela tem informação completa, do bloco gênese (o que deu início à sequência) ao mais recentemente concluído.
Para fraudar a blockchain seria necessário, então, alterar os dados registrados em cada um dos dispositivos ligados a essa rede. Como ela aumenta continuamente, isso requer altíssima capacidade de processamento: algo maior do que o total de computadores existentes hoje.
A excitação sexual não depende do gênero nem da orientação sexual, segundo um estudo do Instituto Max Planck de Cibernética Biológica, localizado em Tübingen (sudoeste da Alemanha), que indica que os diferentes comportamentos podem ser causados por motivos culturais, sociais e até mesmo legislativos.
O estudo, publicado pela revista americana “Proceedings of the National Academy of Sciences”, afirma que “não há diferenças em nível neurobiológico” no grau de excitação sexual sentido por homens e mulheres diante de imagens eróticas. Os resultados diferem da maioria das pesquisas já realizadas até o momento neste âmbito.
Para chegar a esta conclusão, os responsáveis pelo trabalho analisaram dados de 61 pesquisas realizadas em diversos laboratórios e países, com um total de 1850 indivíduos analisados. Nessa amostragem havia uma comparação por gênero e orientação sexual, assim como uma série de diferentes nacionalidades.
“Os resultados desses estudos mostram que não há diferenças de gênero na resposta cerebral aos estímulos visuais de caráter sexual”, afirma a nota do Instituto Max Planck de Cibernética Biológica.
Todos esses estudos mediam a “reação espontânea e incontrolável” das pessoas analisadas diante de fotografias e vídeos eróticos, por meio de imagens por ressonância magnética funcional (fMRI, na sigla em inglês), um método não invasivo que quantifica a atividade cerebral pelo consumo de oxigênio nas diferentes regiões.
A nova análise, no entanto, encontra diferenças na reação dependendo da orientação sexual: “Os heterossexuais reagiam mais fortemente aos estímulos visuais do que os homossexuais”, explicou o neurologista Hamid Noori, responsável pelo estudo.
Também foram percebidas diferenças no grau de excitação dependendo do tipo de estímulos. As fotografias davam lugar a uma “categoria mais ampla de excitação em diferentes áreas do cérebro” do que os vídeos.
O estudo questiona as pesquisas anteriores, que indicavam “diferenças de gênero em excitação e desejo” e fomentavam “a estendida aceitação” de que “o cérebro masculino está mais orientado ao sexo do que o feminino”.
De acordo com o instituto alemão, as diferenças na conduta de homens e mulheres podem ocorrer devido a “influências sociais”, como a família, o colégio e as amizades, ao tabu sexual em “muitas culturas” e às legislações, que “contribuíram para alienar as mulheres dos seus próprios desejos sexuais”.
“O reconhecimento de que nos comportamos da mesma forma no que se refere à excitação pode ajudar a quebrar tabus e clichês”, argumentou o centro de estudos.
O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou que o anúncio da liberação de saques das contas ativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ficará para a próxima semana. Onyx falou sobre o assunto com jornalistas no início da tarde desta quinta-feira (18), ao sair do Ministério da Economia.
Ele disse que os detalhes técnicos ainda estão sendo ajustados pela equipe econômica e isso motivou o prazo de uma semana para o anúncio. Além dos saques das contas ativas do FGTS, o governo deve liberar o acesso a contas inativas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).
“Os técnicos estão fazendo ajustes e nós tomamos a decisão de que na semana próxima vai ser feita a apresentação da medida provisória que trata do Fundo de Garantia e também do PIS/Pasep. Os dois serão apresentados conjuntamente, provavelmente entre quarta e quinta-feira da semana que vem”, disse o ministro.
Ainda nesta quinta, pela manhã, o presidente Jair Bolsonaro chegou a levantar a possibilidade de fazer o anúncio hoje, durante o evento sobre os 200 dias de governo. Na ocasião, Bolsonaro lembrou que a equipe econômica ainda estava trabalhando no assunto. “Faltam alguns ajustes, não quero me antecipar à equipe econômica”, disse o presidente ao deixar o Palácio da Alvorada pela manhã.
Em sua fala aos jornalistas, Onyx ainda afirmou que o governo não fará alterações no financiamento das moradias do Programa Minha Casa Minha Vida. “Agora, uma garantia já está tomada: toda aquela parte que faz o financiamento da construção da casa própria, do Minha Casa Minha Vida, será mantido. É um programa importante, isso estará preservado.”
A ideia de liberar as contas ativas do FGTS para saque vem sendo estudada há alguns meses pelo governo. O objetivo é injetar recursos capazes de estimular a economia. Em 2016, o então presidente Michel Temer liberou saques de contas inativas do FGTS também com o objetivo de incentivar o consumo.
Inicialmente, a ideia do governo era liberar os saques apenas após a aprovação da reforma da Previdência, que ainda tramita no Congresso. A aprovação definitiva, no entanto, só deverá ocorrer – caso confirmadas as expectativas dos aliados do governo – a partir de setembro.
Hoje, o saque nas contas ativas do FGTS só é permitido em situações específicas, como no caso de o trabalhador ser demitido sem justa causa ou se for para utilizar os recursos na compra de casa própria.
Programe-se com a agenda cultural em Natal. São espetáculos infantis, shows e o melhor da nossa música. Tem para todos os gostos e estilos. Confira:
SAMBA, FEIRA E CULTURA POPULAR NO CENTRO HISTÓRICO
O Centro Histórico de Natal vive um momento único. As ações da Prefeitura do Natal para revitalizar a região não param. O edital Centro Histórico e as intervenções artísticas com graffiti já entraram para a história. Neste fim de semana, muitas opções de lazer para a família num dos principais redutos culturais de Natal. Nesta sexta (19), a partir das 17h, tem apresentação do Boi de Reis do Bom Pastor no Beco da Lama. Também na sexta (19), no Espaço Cultural Ruy Pereira, tem Choro do Elefante a partir das 18h. ENTRADA GRATUITA
No sábado (20), a partir das 14h, tem o projeto “Hoje tem Samba no Beco”, com Andiara Freitas. Às 15h tem a FLIBECO (Feira Literário do Beco da Lama) e a partir das 19h tem Forró no Beco no Bar de Nazaré (rua Coronel Cascudo). ENTRADA GRATUITA
UM DIA NO PARQUE
O Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte organizou uma programação especial para receber os visitantes neste domingo (21), dentro da campanha “Um Dia no Parque”, que acontecerá, simultaneamente, em mais de 100 unidades de conservação de todo o país. A programação acontecerá a partir das 9h no auditório, com exibição de filmes/documentários com a temática ambiental e a faixa etária é livre. À tarde, a partir das 16h, tem a trilha Caminhando no Tempo: A Trilha da Vida, que ocorrerá ao longo de um trecho de 900 m de trilha pavimentada e permitirá aos visitantes, com faixa etária a partir dos 14 anos, conheçam um pouco sobre a história da vida na Terra, desde o surgimento dos primeiros seres vivos unicelulares, até o aparecimento dos humanos. A programação e a entrada no Parque da Cidade são gratuitas.
PATRULHA CANINA INVADE PARQUE DAS DUNAS
A manhã de domingo (21) no Parque das Dunas estará tomada pela Patrulha Canina. A aventura estrelada por quatros filhotes (Marshall, Chase, Rubble e Skye) liderados por um menino de 10 anos de idade chamado Ryder. Assim é formada a Patrulha com o lema ”Nenhum trabalho é tão grande, nenhum filhote é tão pequeno”. Com uma mistura única de habilidades para resolver problemas e muito bom humor, enfrentam missões arriscadas de resgate e fazem de tudo para proteger a comunidade. O espetáculo e o projeto Bosque Encena tem apoio da Prefeitura do Natal através da Lei Djalma Maranhão. ENTRADA FRANCA ao show (acesso ao Parque das Dunas custa apenas R$ 1.00). HORÁRIO: 10h.
DOMINGO NA CIDADE
O Projeto Domingo na Cidade está ainda mais especial, com muita diversão, alegria, dança, música e muitas brincadeiras.Na programação, atrações culturais que vão animar as famílias potiguares na Cidade da Criança neste domingo (21) partir das 15h. Vai ter aulas de Zumba Kids com Tio Salsicha e Tia Lili a partir das 15h. Às 16h, a Fábrica das Maravilhas entra em cena com o sucesso ‘Mikeyas no Reino dás Maravilhas’. E às 17h, a banda Rock Station animará o público com um super repertório de rock para crianças. A programação é gratuita, mas a entrada na Cidade da Criança R$ 2,00 (crianças até oito anos não pagam).
SOM DA MATA COM FILIPE FÉLIX
O projeto Som da Mata deste domingo (21), apresenta Filipe Félix (violino e bandolim), acompanhado por Frank Lemos (piano) e Sílvio Franco (percussão). Neste show, o trio passeia por diversos gêneros musicais para divulgar a rica cultura musical do Brasil. O Som da Mata tem incentivo da Lei Djalma Maranhão, da Prefeitura do Natal. ENTRADA FRANCA ao show (acesso ao Parque das Dunas custa apenas R$ 1.00). HORÁRIO: 16h30.
SOM NA CAIXA COM A FUGA DO ESPELHO
O projeto Som na Caixa, incentivado pela Lei Djalma Maranhão, apresenta na edição deste domingo (21), o espetáculo “A Fuga do Espelho”, a partir das 17h30. Na área externa da Arena das Dunas também tem opções gastronômicas e de brincadeiras. Acesso Gratuito.
A Área 51 é a Meca das especulações ufológicas. Recentemente, ela voltou aos holofotes graças a uma inusitada proposta: a de reunir todos aqueles que “questionam” os propósitos da base aérea americana para uma visita forçada às premissas.
Essa “ideia” surgiu na última sexta à noite e invadiu a internet no fim de semana. Se você estava pelo Twitter nos últimos dias, com certeza deve ter se deparado com algum meme sobre o assunto.
Bem, essa maluquice toda começou quando a streamer de videogames SmyleeKun achou que seria uma boa ideia criar um evento no Facebook propondo uma invasão em massa à Área 51 para “resgatar alienígenas”. Se todo mundo que interagiu com o evento aparecesse lá, seriam 2 milhões de pessoas indo até o remoto Condado de Lincoln, em Nevada, com o único propósito de invadir essa misteriosa área.
Com o nome “Assalto a Área 51, eles não podem deter todos nós”, o evento marca para 20 de setembro a realização dessa empreitada. E, na descrição, elabora até um plano de ação: “Todos nos encontraremos na atração turística Área 51 Alien Center e coordenaremos nossa entrada. Se corrermos como o Naruto, podemos nos mover mais rápido que as balas deles. Vamos ver uns aliens”.
É claro que, mesmo em um evento normal, os números do Facebook não costumam corresponder à quantidade de gente disposta a aparece de verdade. E a própria linguagem do evento deixa transparente que ele não tem a intenção de ser levado à sério.
Só que a história ganhou uma dimensão bem mais interessante (e ainda mais engraçada) quando a própria Força Aérea dos Estados Unidos, a responsável oficial pela Área 51, resolveu se pronunciar sobre o assunto.
A porta-voz da Força Aérea, Laura McAndrews, disse que ao Washington Post, que não apenas as autoridades sabiam do evento, como também estavam preparadas para reagir: “[a Área 51] é um campo de treinamento aberto para a Força Aérea dos EUA, e nós desencorajamos qualquer um de tentar entrar na área onde treinamos as forças armadas americanas. A Força Aérea dos EUA sempre está pronta para proteger os EUA e seus ativos”.
Mas, afinal, o que é que tem na Área 51?
A Área 51 nada mais é que uma base militar de segurança máxima, localizada no meio do deserto de Nevada, nos Estados Unidos, a 133 km de Las Vegas. Embora a instalação não seja acessível ao público, a região ao redor da Área 51 é um destino turístico popular, repleto de hotéis, museus e restaurantes com temática alienígena – em 1996, inclusive, Nevada trocou o nome da rodovia Rota 375 para “Extraterrestrial Highway“.
Mas o auê turístico, lógico, tem um limite: aqueles que se aventuram muito longe nas terras em torno da base são recebidos com sinais de alerta indicando que poderiam ser multados ou até mesmo presos por invadir e tirar fotos.
Se essa área é envolta em mistérios extraterrestres, no entanto, grande parte dessa culpa é dos próprios EUA. Para você ter uma ideia, o governo apenas confirmou a existência da área em 2013, quando a CIA liberou documentos sobre a base para um pedido de registro público pela Universidade George Washington. Antes disso, ninguém sequer admitia que existia um lugar chamado Área 51 – o que só deu força à lenda.
Essa história toda começou em 1955, em plena Guerra Fria, quando a base foi oficialmente criada. Acredita-se que o surgimento dela esteja intimamente atrelado ao programa de desenvolvimento do avião espião Lockheed U-2, que chegaria a altas altitudes para conseguir espionar os soviéticos.
Uma dos primeiros passos para tirar o avião do papel era encontrar uma localização secreta para realizar os testes da nova aeronave. Assim, o governo escolheu um local no deserto de Nevada, perto de um lago seco, chamado Groom Lake, que serviria como uma boa pista de pouso.
Os primeiros testes do U-2 já foram em 1955, e com isso, já surgiram relatos de pessoas que diziam ter visto objetos voadores misteriosos. Quem sabia que era o U-2 não podia abrir a boca, pois o avião (e o programa) era absolutamente secreto.
Como se já não bastasse, o governo ainda tentou justificar essas aparições “misteriosas” com histórias relacionadas a fenômenos naturais ou pesquisas meteorológicas. Essa lorota toda começou a dar lugar a suspeitas ufológicas.
As especulações chegaram ao auge no final da década de 80: o autodenominado físico Robert “Bob” Lazar foi à mídia dizendo ser um ex-funcionário da base militar. Ele categoricamente afirmou que sua função lá era realizar engenharia reversa em espaçonaves extraterrestres: o objetivo era se apropriar da tecnologia usada pelos aliens.
Daí para o surgimento de teorias de que os EUA estavam criando seres híbridos entre homens e ETs foi um pulo. É lógico que nada disso tem a ver com o que rolava na base de verdade. Ex-funcionários (reais) da base confirmaram que faziam, sim, engenharia reversa – mas em aviões de guerra estrangeiros, não em naves. Desde 2013, a CIA publica informações sobre vôos de teste que aconteceram lá ao longo dessas décadas, e os aspectos alienígenas dessas teorias foram desmascarados.
Hoje, a área se divide entre testes militares importantes e turistas curiosos por aliens. Só se espera que, em setembro, nenhum amalucado apareça por lá, estimulado pelos milhões de pessoas que curtiram o evento… Por aqui já deixamos avisado: é meme!!
Os países-membro do Mercosul assinaram na quarta-feira (17) um acordo que prevê o fim da cobrança de roaming internacional durante a 54ª reunião de cúpula do bloco, sediada em Santa Fé, na Argentina.
Com isso, usuários de telefonia móvel do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai poderão usar os serviços de telecomunicação sem custo adicional quando estiverem dentro desses países. O acordo, porém, ainda precisa ser aprovado pelos respectivos Congressos.
A iniciativa é semelhante à tomada pela União Europeia (UE) em junho de 2017, quando o bloco se se tornou o primeiro do mundo a eliminar as tarifas, tanto para chamadas, envio de SMS e consumo de dados de internet.
O roaming gratuito europeu foi pensado para as pessoas que viajavam ocasionalmente para outros países, desde que seus celulares fossem usados mais tempo dentro de seu país do que fora.
Segundo estimou o secretário de Modernização da Argentina, Andrés Ibarra, 200 milhões de usuários se deslocam pela região do Mercosul e aqueles que residem em áreas de fronteira serão os mais beneficiados.
Uma vez em vigor, a reforma poderá ser aplicada imediatamente às companhias telefônicas, disse Ibarra.
Roaming um pacote adicional oferecido pelas empresas de telefonia que permite a utilização dos serviços de comunicação via celular em regiões fora de cobertura da operadora contratada.
O funcionamento do roaming depende dos pacotes e dos preços de cada operadora. Há aquelas que oferecem planos para todos os tipos de utilização do celular: ligação, mensagens de texto e internet.
Mas também há aquelas que oferecem planos promocionais específicos para o uso das redes sociais mais populares, como WhatsApp e Instagram. Os valores dos serviços podem variar também conforme o país.
Comprar um chip da operadora local do país visitado também é uma alternativa para quem não quer gastar com roaming. “A iniciativa beneficiará o viajante que não terá de comprar um chip local para fazer ligações”, comemorou o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Leonardo Euler.
O "sonho de consumo" do bandido seria ser julgado por Levandowisk, Mendes e Mello, mas "NUM VAI NÃO, ELE NUM VAI NÃO"…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Já se perguntaram quanto o criminoso ex-presidente já gastou com advogados? Quanto dinheiro ele tem para pagá-los? De onde vem tanta grana? Só cegos ideológicos não sabem.
So no Brasil é que bandido quer escolher os Juizes , é incrivel
??????o rato ladrao condenado Lula se ferrou …chora vagabundo PTralhas