Empresa potiguar de tecnologia aposta em expansão de redes

Rede de fibra óptica segue sendo ampliada pela Cabo Telecom em bairros e região metropolitana de Natal, atendendo às demandas como serviço essencial. Foto: Divulgação

Mais do que nunca o mundo reconhece a importância dos serviços essenciais de telecomunicação. Desde 2015, a Cabo Telecom, empresa com DNA potiguar pioneira no serviço de fornecimento de TV por assinatura e internet banda larga aqui no Estado, está em processo de expansão da Cabo Fiber. Atualmente, são mais de 1.000 km de rede de fibra óptica instalados em Natal e região metropolitana. Mesmo em meio à pandemia, o serviço de ampliação continua com todos os cuidados necessários.

No ano passado, foram investidos cerca de R$ 38 milhões em novos equipamentos e estrutura para aprimorar o serviço já oferecido pela empresa. De acordo com a Anatel, esta é uma tendência de toda a região Nordeste, que é a que mais tem recebido investimentos em fibra óptica. Além disso, segundo Giovanni Santos, supervisor de projetos da Cabo Telecom, “a expansão da fibra óptica já atinge a região metropolitana de Natal, como Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Extremoz e Macaíba, sendo que nesses dois últimos municípios com atendimento a clientes corporativos”, explica.

A fibra óptica se diferencia por oferecer uma troca de informações mais rápida e eficaz, principalmente por transmitir os dados através da refração de luz e, ainda, pela sua composição com materiais isolantes que impedem interferência eletromagnética. A transmissão veloz e sem perdas de dados, além de ser um avanço no serviço, também se mostra como uma das soluções para atender a alta demanda surgida em razão da pandemia do novo coronavírus, quando um grande volume de usuários precisa trabalhar e estudar de casa, aumentando o fluxo de internet, o que exige mais da conexão.

O serviço de internet tradicional da Cabo Telecom segue suprindo as demandas dos usuários, enquanto a empresa busca incrementar a tecnologia ofertada a cada dia, como reforça o diretor presidente da empresa, Cláudio Alvarez: “temos bons resultados com a rede já instalada na cidade e que ainda tem muito tempo de vida útil pela frente. Intensificamos a instalação da fibra óptica para proporcionar ao nosso cliente cada vez mais velocidade e qualidade no atendimento, ampliando as redes de conexões e fornecendo tecnologia de ponta. Por isso estamos, mesmo em meio a este cenário de pandemia, trabalhando incessantemente para que o mais breve possível a cidade seja toda atendida por fibra óptica”, comenta Claudio Alvarez.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Só olhando disse:

    Uma vergonha vcs não postarem as críticas.

  2. Roberto Jorge Rocha do Nascimento disse:

    Praia de Pirangi do Sul/Nisia Floresta tem previsão de chegada da fibra ótica.

  3. Arimateia Cordeiro disse:

    Boa noite, gostaria de saber quando essa expansão vai chegar na Bernado vieira.

Empresa do Paraná lança 1º veículo autônomo brasileiro

Foto: Divulgação

Com a capacidade de detectar objetos a 50 metros de distância e de reagir em 100 milissegundos, o e.coTech4 Autônomo se tornou o primeiro veículo autônomo brasileiro, abrindo espaço para um novo mercado no país em 2020.

No entanto, ao contrário do que acontece nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, o Brasil ainda não possui uma regulamentação que permita que esse tipo de veículo seja testado em estradas, limitando o uso dos autônomos a alguns locais. “Estudando o mercado, entendemos que existe uma grande oportunidade para este perfil de veículo em aplicações fechadas, fora dos centros urbanos, como em campi universitários, plantas industriais, resorts, clubes e aeroportos”, afirma Rodrigo Contin, CEO da Hitech Electric, empresa paranaense de soluções em mobilidade urbana que criou o modelo.

A primeira vez que a discussão sobre veículos autônomos chegou a ser pautada por orgãos brasileiros foi em 2017, quando a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) abriu a comissão CB127 para começar a definir regras sobre a condução autônoma. Em 2018, as atividades da comissão foram interrompidas, mas tudo pode mudar com o lançamento do modelo brasileiro.

“Após a divulgação do nosso projeto, os responsáveis pela implantação da comissão solicitaram sua reinstalação à ABNT, para que aconteçam as próximas discussões e passos necessários para evolução deste tema”, comemora Contim. “Ainda não há uma data prevista, mas o tema foi retomado.”

Como funciona

Disponível para o segmento corporativo, o veículo é movido à energia elétrica e pode ser controlado remotamente por aplicativo de celular. Em espaços devidamente mapeados, chega a transportar cargas sem motorista ou até dois passageiros.

Para chegar a um produto que oferecesse agilidade, segurança e precisão, a startup passou um ano projetando o sistema de mobilidade autônoma e o protótipo do veículo. As partes mais importantes do projeto são o hardware e o módulo de controle do carro, responsáveis por sua direção, aceleração e frenagem. O sistema autônomo dirige e faz balizas de acordo com os obstáculos que reconhece ao longo do trajeto, sejam pedestres, postes, sarjetas ou outros carros.

Alcançando uma velocidade de até 50 quilômetros por hora, o veículo tem autonomia por 100 quilômetros. Rodar essa quilometragem custa, em média, R$ 4,50 – dez vezes mais econômico do que um carro tradicional com motor 1.0 e abastecido com gasolina, cujo custo é de cerca de R$ 45 para rodar essa mesma distância. Elétrico, ele pode ser recarregado em qualquer tomada com plugue de três pinos, seja de 110 V ou 220 V. A recarga é realizada em seis horas.

Para chegar ao resultado final, a equipe da Hitech Electric contou com a parceria do Lume Robotics, projeto de inteligência robótica autônoma do Laboratório de Computação de Alto Desempenho da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

Galileu

Jogo de celular pode ajudar a achar cura para coronavírus

A luta contra o coronavírus ganhou um aliado inusitado. Desenvolvido desde 2008 por alunos, professores e entusiastas do Centro de Ciência de Jogos da Universidade de Washington, o jogo Foldit (Dobre-o, em tradução livre) recebeu uma atualização nesta semana que permite aos jogadores tentarem descobrir uma forma de neutralizar o Covid-19.

O coronavírus é batizado assim por ter uma espécie de “coroa de espinhos” em sua estrutura externa. Esses espinhos se fixam às células como carrapatos e usam uma proteína presente nas membranas celulares saudáveis como cola. Com a conexão, o vírus tem acesso ao interior da estrutura e consegue se reproduzir. Esse processo já é conhecido e descrito por pesquisadores da Universidade de Washington.

O quebra-cabeça apresentado pelo game Foldit entra exatamente aí: o objetivo do jogador é dobrar aminoácidos de forma a criar uma molécula que anule a conexão dos espinhos do coronavírus às proteínas das células saudáveis. Parece complicado? Um dos criadores do quebra-cabeça, o cientista Brian Koepnick, garante no vídeo de apresentação do game que não é necessário nenhum conhecimento biológico ou científico para jogar, apenas raciocínio lógico e, claro, tempo livre.

De acordo com Koepnick, usuários que conseguirem “resolver” o dilema da proteína-espinho do Covid-19 terão a partida analisada pelo Instituto de Criação de Proteína da Universidade de Washington. “Tem havido muita pesquisa sobre o coronavírus. Estamos muito empolgados de poder dar aos jogadores a oportunidade de ajudar a entender [o vírus]. É importante enfatizar que testes de laboratório demoram muito e que leva muito tempo para analisar essas moléculas [criadas pelos jogadores]. Precisamos saber se são seguras e eficazes contra o coronavírus”, afirmou o pesquisador.

Koepnick explicou que esse é apenas o primeiro passo na descoberta de proteínas antivirais que podem acabar com a epidemia. “O poder de computação dos jogadores é igual, ou talvez superior, ao de supercomputadores”, disse.

De acordo com a documentação do aplicativo, Foldit é uma solução divertida para tentar resolver uma das maiores questões computacionais da biologia: a dobra de proteínas. As proteínas são pequenas “máquinas” que executam instruções do organismo em todos os sistemas do corpo humano. Elas são formadas por cadeias complexas de aminoácidos, que se amontoam para construir a estrutura. A forma como eles se dispõem é a “dobra”.

O Foldit também conta com quebra-cabeças para outras doenças, como o HIV, e problemas nunca resolvidos de biomedicina. O aplicativo é grátis, sem fins lucrativos e pode ser baixado no site oficial para Windows, MacOS, Linux, iOS e Android.

UOL

Viagem de SP à Nova Iorque terá duração de 1 hora com avião hipersônico

Foto: Divulgação

A aeronave poderá levar passageiros de Londres até Sidney em 4 horas, cinco vezes mais rápido que os voos atuais, que duram cerca de 22 horas. E de São Paulo à Nova Iorque em apenas uma hora.

O CEO da Agência, Graham Turnock, anunciou que o Reino Unido estaria trabalhando mais estreitamente com a Austrália em um acordo de “primeira ponte espacial do mundo”, para transportar passageiros de um continente para o outro em apenas quatro horas.

O projeto, que leva o nome de Synergetic Air-Breathing Rocket Engine (SABRE), está sendo desenvolvido pela Reaction Engines e conta com o financiamento de empresas do setor.

Motor hipersônico

A velocidade incrível será possível por conta de um novo motor hipersônico que os cientistas da Reaction Engines estão desenvolvendo atualmente.

Ele é alimentado por uma combinação de hidrogênio e oxigênio.

Um dos desafios do voo hipersônico é garantir que a parte mecânica resista ao calor e não derreta, para isso a tecnologia faz com que o ar resfrie por minúsculos tubos de congelados e depois utiliza esse calor capturado para fornecer energia ao motor.

“Nosso pré-resfriador pega o ar que chega a 1.000 graus centígrados e o resfria a zero em um vigésimo de segundo”, disse Shaun Driscoll, da Reaction Engines.

Os testes de equipamentos e a construção de mecanismos para a realização do avião espacial custaram até agora para o governo britânico cerca de 60 milhões de libras e segue em ritmo acelerado.

Os dirigentes prometem voos de teste programados para começar agora em 2020 e comerciais para 2030.

Via Só Notícia Boa

‘Somos cada vez menos felizes e produtivos porque estamos viciados na tecnologia’, destaca jornalista em livro

Foto: BBC News

Álvaro Minguito Desde os anos 90, quando descobriu a cena dos hackers em Madri, a jornalista espanhola Marta Peirano estuda a tecnologia de forma crítica

“Há um usuário novo, uma notícia nova, um novo recurso. Alguém fez algo, publicou algo, enviou uma foto de algo, rotulou algo. Você tem cinco mensagens, vinte curtidas, doze comentários, oito retweets. (…) As pessoas que você segue seguem esta conta, estão falando sobre este tópico, lendo este livro, assistindo a este vídeo, usando este boné, comendo esta tigela de iogurte com mirtilos, bebendo este drinque, cantando esta música.”

O cotidiano digital descrito pela jornalista espanhola Marta Peirano, autora do livro El enemigo conoce el sistema (O inimigo conhece o sistema, em tradução livre), esconde na verdade algo nada trivial: um sequestro rotineiro de nossos cérebros, energia, horas de sono e até da possibilidade de amar no que ela chama de “economia da atenção”, movida por tecnologias como o celular.

Nesse ciclo, os poderosos do sistema enriquecem e contam com os melhores cérebros do mundo trabalhando para aumentar os lucros enquanto entregamos tudo a eles.

“O preço de qualquer coisa é a quantidade de vida que você oferece em troca”, diz a jornalista.

Desde os anos 90, quando descobriu a cena dos hackers em Madri, até hoje, ela não parou de enxergar a tecnologia com um olhar crítico e reflexivo. Seu livro narra desde o início libertário da revolução digital até seu caminho para uma “ditadura em potencial”, que para ela avança aos trancos e barrancos, sem que percebamos muito.

Marta Peirano foi uma das participantes do evento Hay Festival Cartagena, um encontro de escritores e pensadores que aconteceu na cidade colombiana entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro. A seguir, leia a entrevista concedida à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.

BBC News Mundo – Você diz que a ‘economia da atenção’ nos rouba horas de sono, descanso e vida social. Por quê?

Marta Peirano – A economia da atenção, ou o capitalismo de vigilância, ganha dinheiro chamando nossa atenção. É um modelo de negócios que depende que instalemos seus aplicativos, para que eles tenham um posto de vigilância de nossas vidas. Pode ser uma TV inteligente, um celular no bolso, uma caixinha de som de última geração, uma assinatura da Netflix ou da Apple.

E eles querem que você os use pelo maior tempo possível, porque é assim que você gera dados que os fazem ganhar dinheiro.

BBC News Mundo – Quais dados são gerados enquanto alguém assiste a uma série, por exemplo?

Peirano – A Netflix tem muitos recursos para garantir que, em vez de assistir a um capítulo por semana, como fazíamos antes, você veja toda a temporada em uma maratona. Seu próprio sistema de vigilância sabe quanto tempo passamos assistindo, quando paramos para ir ao banheiro ou jantar, a quantos episódios somos capazes de assistir antes de adormecer. Isso os ajuda a refinar sua interface.

Se chegarmos ao capítulo quatro e formos para a cama, eles sabem que esse é um ponto de desconexão. Então eles chamarão 50 gênios para resolver isso e, na próxima série, ficaremos até o capítulo sete.

BBC News Mundo – Os maiores cérebros do mundo trabalham para sugar nossa vida?

Peirano – Todos os aplicativos existentes são baseados no design mais viciante de que se tem notícia, uma espécie de caça-níquel que faz o sistema produzir o maior número possível de pequenos eventos inesperados no menor tempo possível. Na indústria de jogos, isso é chamado de frequência de eventos. Quanto maior a frequência, mais rápido você fica viciado, pois é uma sequência de dopamina.

Toda vez que há um evento, você recebe uma injeção de dopamina — quanto mais eventos encaixados em uma hora, mais você fica viciado.

BBC News Mundo – Todo tuíte que leio, todo post no Facebook que chama minha atenção, toda pessoa no Tinder de quem gosto é um ‘evento’?

Peirano – São eventos. E na psicologia do condicionamento, há o condicionamento de intervalo variável, no qual você não sabe o que vai acontecer. Você abre o Twitter e não sabe se vai retuitar algo ou se vai se tornar a rainha da sua galera pelos próximos 20 minutos.

Não sabendo se receberá uma recompensa, uma punição ou nada, você fica viciado mais rapidamente.

A lógica deste mecanismo faz com que você continue tentando, para entender o padrão. E quanto menos padrão houver, mais seu cérebro ficará preso e continuará, como os ratinhos na caixa de [B.F.] Skinner, que inventou o condicionamento de intervalo variável. O rato ativa a alavanca obsessivamente, a comida saindo ou não.

BBC News Mundo – Os adultos podem entender isso, mas o que acontece com as crianças que apresentam sintomas de abstinência quando não estão conectadas ao Instagram, YouTube, Snapchat, Tik Tok por exemplo?

Peirano – As redes sociais são como máquinas caça-níqueis, quantificadas na forma de curtidas, corações, quantas pessoas viram seu post. E isso gera um vício especial, porque trata-se do que a sua comunidade diz — se o aceita, se o valoriza. Quando essa aceitação, que é completamente ilusória, entra em sua vida, você fica viciado, porque somos condicionados a querer ser parte do grupo.

Eles [as empresas] conseguiram quantificar essa avaliação e transformá-la em uma injeção de dopamina. As crianças ficam viciadas? Mais rápido do que qualquer um. E não é que elas não tenham força de vontade, é que elas nem entendem por que isso pode ser ruim.

Não deixamos nossos filhos beberem Coca-Cola e comer balas porque sabemos que o açúcar é prejudicial; mas damos a eles telas para serem entretidos, porque dessa forma não precisamos interagir com eles.

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Governo publica decreto para proteger tecnologia da Base de Alcântara

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O governo publicou hoje (20) no Diário Oficial da União decreto legislativo oficializando o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas entre os governos brasileiro e dos Estados Unidos (EUA). O nome técnico designa o termo envolvendo a exploração da base espacial da cidade de Alcântara, no Maranhão, para atividades espaciais por companhias estadunidenses e as proteções que esses agentes terão no desenvolvimento de ações no local, como lançamento de foguetes e satélites.

O Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) trata de proteger a tecnologia desenvolvida pelos países contra o uso ou cópia não autorizados. Segundo a Agência Espacial Brasileira (AEB), sem a assinatura do acordo com os EUA, nenhum satélite com tecnologia norte-americana embargada poderia ser lançado da base de Alcântara, pois não haveria a garantia da proteção da tecnologia patenteada por aquele país.

“Essa indústria já agrega muito valor e passará a ter uma importância maior agora com a aprovação do AST, que abre o Brasil para o mercado aeroespacial mundial”, afirmou o secretário-executivo adjunto do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Carlos Alberto Baptistucci, na abertura do 3º Fórum da Indústria Espacial Brasileira, ontem (19) em São José dos Campos.

O acordo foi assinado em março em Washington, mas teve de passar pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal para ser validado.

Agência Brasil

Entenda de uma vez o Blockchain: a tecnologia que pode ir muito além da bitcoin

O conceito foi criado para dar suporte à moeda virtual, mas pode ser útil em muitos contextos. Saiba mais sobre ele a seguir

Finanças costumam ser um tema sensível para muitos. Na era digital, em que essas transações se dirigem, cada vez mais, para o universo virtual, muitos são os questionamentos. Há quem faça todas as atividades financeiras online, mas há os que não querem nem ter contato com essa possibilidade. Afinal, tudo o que é feito nesse ambiente hoje pode ser rastreado.

Para tornar as operações financeiras online mais confiáveis, muitas tecnologias já foram testadas. De senhas a tokens, passando por acessórios físicos de geração de códigos, houve muitas tentativas diferentes nesse aspecto.

A mais elaborada delas é a blockchain. Com ela, é possível ter uma internet anônima, descentralizada e com garantia de proteção à privacidade. Em tradução livre, blockchain é corrente de blocos. O sistema é composto por duas partes: uma rede peer-to-peer (P2P) e um banco de dados descentralizado.

A rede P2P tem usuários que compartilham tarefas, trabalho ou arquivos sem a necessidade de um servidor central (o que traz uma redução de custos significativa). Todos os participantes têm iguais privilégios e influência no ambiente.

Cada computador integrante da rede é um nó e, sempre que um novo dado entra no sistema, ele é recebido por todos os nós. Essa informação é encriptada e não há como rastrear quem a adicionou — só é possível verificar sua validade.

Como medida de segurança, o método faz o registro distribuído das informações para descentralizar o processo. Assim, quando um nó deixa a rede, os outros já têm uma cópia de toda a informação compartilhada. Da mesma forma, se novos nós entram nela, os demais criam cópias de suas informações para eles.

Livro contábil

Na prática, então, a blockchain é como um livro contábil, em que são cadastrados vários tipos de transações. Com a descentralização, as páginas desse livro contábil são armazenadas em bibliotecas localizadas em lugares distintos. Ou seja, trata-se de um registro coletivo, em que os dados são distribuídos entre todos os computadores ligados à rede.

Como essas anotações são públicas e compartilhadas, podem ser verificadas a qualquer momento. Apesar de a transparência ser uma das principais qualidades da blockchain, os dados dos envolvidos ficam seguros, pois tudo é criptografado. Cria-se, assim, uma relação de confiança na comunicação direta entre as partes, o que elimina a necessidade de intermediários.

É possível saber que a operação ocorreu porque ela fica gravada no sistema para sempre. Além disso, depois que ela é inserida, não pode ser desfeita nem alterada. Isso faz da blockchain um registro permanente e à prova de violação.

A blockchain é composta por blocos ligados uns aos outros — ou seja, eles são sua parte concreta. Cada um deles recebe um conjunto de informações, que são protegidas por uma camada de criptografia com códigos bastante complexos. Toda vez que um bloco é concluído (após o registro das transações mais recentes), um novo é criado.

Criptografia e segurança

Na blockchain, quando uma transação é realizada, ela recebe um código único — isto é, uma assinatura digital. Esse carimbo, com data e hora, é verificado pelos próprios participantes da corrente e a operação só é incorporada à blockchain (em forma de um novo bloco) depois de aprovada. Essa verificação é uma etapa importante para evitar fraudes.

Além da assinatura digital da atividade, cada bloco tem seu próprio código criptografado — as chamadas hashs. Além disso, eles carregam a hash do bloco anterior: ela é o elo que os mantém ligados. Quem monta essa sequência de blocos interligados são os mineradores.

São eles que reúnem as transações que ainda não foram colocadas em um bloco e, depois, calculam a hash para formar a ligação entre eles. Esses cálculos são bastante complexos e, por isso, feitos por computadores de alto desempenho.

Desse modo, para ter acesso aos dados contidos em um bloco, é preciso descobrir a criptografia de duas hashs (a dele e a do anterior). Como é uma corrente em que tudo está interligado, o processo teria de ser feito sucessivamente e não teria fim.

Graças às hashs, a blockchain permite, além de proteger as informações, compartilhá-las sem perder o controle sobre elas. As atividades inseridas na rede só são validadas quando todo o bloco é preenchido.

Para que uma transação seja adicionada a um bloco, é preciso que haja o consenso da rede: isso significa que a maioria simples (50%+1) dos participantes deve concordar que a operação é legítima e correta. Se duas cadeias de blocos forem formadas ao mesmo tempo, a rede vai escolher uma delas — em geral, a que tiver a maior quantidade de trabalho.

A cada 10 minutos, aproximadamente, um novo bloco é formado e conectado ao anterior. Nesse intervalo de tempo, os dados são verificados e adicionados a ele. Como os blocos são dependentes um dos outros, a tecnologia é ideal para registrar informações que requerem confiabilidade — o que é o caso das operações financeiras.

Os blocos são adicionados de modo linear e cronológico. Cada participante — os computadores conectados à rede — deve validar e repassar as informações. Ao ingressarem no sistema, eles recebem uma cópia da blockchain e ela tem informação completa, do bloco gênese (o que deu início à sequência) ao mais recentemente concluído.

Para fraudar a blockchain seria necessário, então, alterar os dados registrados em cada um dos dispositivos ligados a essa rede. Como ela aumenta continuamente, isso requer altíssima capacidade de processamento: algo maior do que o total de computadores existentes hoje.

Criação do conceito

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Governo quer incentivar startups para dessalinização no Nordeste

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC) quer incentivar o desenvolvimento de startups para a produção de tecnologias para irrigação, distribuição e reuso de água, inclusive dessalinizada.

A experiência vai ocorrer no já inaugurado Centro de Testes de Tecnologias de Dessalinização (CTTD), vinculado à Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba.

“O centro terá incubadora, escritório de gerenciamento de projetos, escritório de gestão, fundos [de financiamento] e patentes”, explicou o ministro Marcos Pontes durante a gravação do programa Brasil em Pauta da TV Brasil.

De acordo com Pontes, é propósito do centro ir além do desenvolvimento tecnológico. As experiências deverão ser comercializadas. “O Brasil para no nível de protótipo” comenta. “Após as especializações, mestrados e doutorados, ficam aqueles protótipos e ideias excelentes que nunca chegam ao mercado. Agora, eles vão chegar”, prometeu o ministro durante o programa.

A pedido de um telespectador, Marco Pontes também explicou o acordo de salvaguardas tecnológicas (AST) com os Estados Unidos para permitir o uso comercial do centro de lançamento de Alcântara, no Maranhão. O termo foi assinado em março durante a viagem do presidente Jair Bolsonaro a Washington. A permissão depende de aprovação pelo Congresso Nacional.

Segundo Pontes, a ideia do Brasil é viabilizar a base para lançamentos de foguetes de médio porte para transporte de pequenos satélites, mais leves. “Foguetes que levam satélites menores são o futuro. Grandes satélites, de 5 toneladas, podem ser substituídos por uma constelação de satélites”, assinalou.

O dinheiro captado com o aluguel da base de Alcântara será utilizado para financiamento do programa espacial brasileiro e para beneficiar comunidades quilombolas que moram nos arredores da base.

Conforme o ministro, o acordo assinado não implica em ampliação da área da qual o Brasil manterá o controle de acesso pelos brasileiros. Segundo ele, o acordo será feito com outros países, mas a primeira assinatura com os Estados Unidos é estratégica pois os americanos detêm 80% das tecnologias usadas em lançamento de foguetes.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Eu disse:

    Cadê os projetos e as tecnologias de Israel?

    • Aluno de Pós disse:

      Quando se fala em Startup é generalizado, ou seja, qualquer iniciativa de qualquer parte do mundo podem iniciar os trabalhos determinados. Não necessariamente só as de Israel, como potência mundial de tecnologia em usinas de dessalinação.

Câmara de Natal e Assembleia do RN assinam termo de compartilhamento de tecnologia

Foto: Marcelo Barroso

A Câmara Municipal de Natal e a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte assinaram, nesta quarta-feira (29), um protocolo de intenções visando a cooperação para o desenvolvimento mútuo de tecnologias voltadas para o aprimoramento competente à atividade legislativa.

O Presidente da Câmara Municipal de Natal, vereador Paulinho Freire (PSDB), destacou que o sistema vai trazer modernidade e visibilidade à Casa Legislativa Municipal.
“A Câmara será a pioneira a usar essa tecnologia disponibilizada pela Assembleia Legislativa, proporcionando total transparência ao cidadão para que ele possa acessar e conhecer o trabalho dos vereadores de Natal. A ferramenta vai trazer mais evolução, organização e dará uma outra visibilidade à Câmara Municipal de Natal”, afirmou o chefe do legislativo municipal.

Com o novo sistema, a Câmara Municipal, através dos recursos tecnológicos, vai reduzir custos, desburocratizar procedimentos e melhorar a eficiência organizacional.

O presidente da Assembleia do Rio Grande do Norte, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB) enalteceu a assinatura do termo. “Quando assumimos a presidência elaboramos um projeto que visava trazer modernidade para a Assembleia Legislativa e ao longo dos anos estamos desenvolvendo esse projeto, trazendo inovações, através de uma excelente equipe de gestão tecnológica, e hoje estamos compartilhando esses avanços com a Câmara Municipal de Natal”, disse o deputado.

De acordo com Mário Sérgio Gurgel, diretor de gestão tecnológica da Assembleia, a nova plataforma digital vai informatizar a atividade legislativa. “Os setores funcionarão de forma eletrônica. O cidadão poderá acompanhar todo o processo legislativo pelo computador, a tramitação dos Projetos de Lei, por exemplo, além de monitorar utilização da verba pública através do portal de transparência da Casa”, disse Mário Sérgio.

Participaram da reunião a diretora administrativa da CMN, Iraci Azevedo, o diretor de comunicação da CMN, Erick Gurgel, o diretor geral da CMN, Francisco Dagmar, Augusto Viveiros, diretor geral da ALRN, o procurador geral da ALRN, Sérgio Freire, o diretor da Escola da Assembleia, João Maria de Lima, diretor geral da presidência, Fernando Rezende.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rhaposo disse:

    Boa coisa não vai dar, juntar Tomé com bebé. Ja sei com o que, como sempre, o contribuinte vai entrar. Eles não tem vergonha na cara.

Canadá recruta brasileiros interessados em trabalhar e morar lá; 200 oportunidades em cargos de tecnologia, enfermagem e usinagem

Foto: Québec Internacional/Divulgação

Brasileiros que trabalham das áreas de TI, saúde e usinagem que falem francês têm boas chances de carreira na província de Québec, no Canadá. Empresas da cidade de Quebec têm 200 vagas abertas e, por isso, a agência de Desenvolvimento Econômico da cidade de Québec – Québec International­ está promovendo a segunda missão de recrutamento virtual deste ano, com foco em profissionais da América Latina, Europa e Norte da África.

As inscrições abertas até o dia 6 de janeiro de 2019. Os currículos devem ser cadastrados pelo site Quebec em Tete. A agência de desenvolvimento já fez duas missões de recrutamento no Brasil só em 2018: uma presencial no mês de abril e outra com recrutamento virtual como essa. Na de abril, foram 100 brasileiros contratados.

“Na missão virtual em setembro deste ano, recebemos candidatos de 90 países, mas 25% dos candidatos escolhidos pelas empresas para passar as entrevistas foram brasileiros”, diz Janaina Kamide, conselheira em atração de talentos da Québec International.

Contratos de trabalho oferecidos são temporários

Os contratos oferecidos pelas companhias são temporários e variam entre um e três anos, com possibilidade de renovação dependendo da demanda de cada empresa. Os selecionados vão receber suporte das empresas contratantes para todos os trâmites e gastos do processo de imigração.

A conselheira diz que os salários oferecidos são atrativos. “Os trabalhadores estrangeiros têm os mesmos direitos e salários que um trabalhador local”, diz Janaína, lembrando que o custo de vida na região de Québec é um dos menores da América do Norte. “Isso ajuda muito no poder de consumo por aqui”, diz.

As vagas são todas para trabalhar na cidade de Québec e região metropolitana e, assim como nos outros anos, os setores em destaque são TI e usinagem. Confira quais são as áreas e os cargos com mais oportunidades:

Tecnologia da informação: 150 vagas
• Analistas, programadores, desenvolvedores, JAVA, .NET e BI
• Analistas funcionais
• Consultores SAP

Usinagem: 47 vagas
• Soldadores
• Operadores de maquinas CNC
• Eletromecanicos

Saúde: 31 vagas
• Serviço social
• Cuidadores de pessoas debilitadas

A seleção é inteiramente online

O currículo em francês deve ser cadastrado no site Quebec em Tête, gratuitamente, onde estão publicadas as vagas. Após a triagem, os profissionais poderão ser chamados para entrevistas com gestores das empresas, realizadas por videoconferência no Skype entre os dias 18 de fevereiro e 1º de março de 2019.

Exame

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maria mirone lima de carvalho disse:

    Sou cuidadora queria muito porem o.meu francês e capenga

Casais, até mesmo com filhos, estão mais satisfeitos com a vida sexual do que os solteiros; estudo sobre a vida sexual dos brasileiros ainda faz outras revelações

Pesquisa indica que a relação casual não é tão comum quanto se pensa e que os casados estão mais satisfeitos com a vida sexual do que os solteiros

Com o objetivo de entender o quão satisfeitas as pessoas estão com suas vidas sexuais e como os aplicativos de relacionamento têm afetado as relações pessoais, a Viacom International Media Networks (VIMN) realizou um estudo chamado “Vamos Falar de Sexo”. A pesquisa, que trás um panorama da vida sexual dos brasileiros, aborda a questão da virgindade, do sexo casual e da frequência com que solteiros e casados fazem sexo.

Foto: shutterstock

A pesquisa contou com a participação de 12 mil pessoas, com idades entre 18 e 49 anos, de 21 países, incluindo o Brasil. O dado mais expressivo do estudo no geral é o de que 91% dos entrevistados afirmam gostar de sexo. Mas, para analisar os detalhes da vida sexual dos brasileiros , foi feito um recorte levando em consideração apenas as respostas nacionais.

A virgindade é mais comum do que se imagina

Segundo a pesquisa, 25% dos jovens de 18 a 24 anos são virgens. Pensando mundialmente, esse número sobe para 38%. A região Ásia-Pacífico que tem a maior concentração de jovens que não tiveram a primeira vez (84% na Malásia e Cingapura, 78% na Indonésia, 53% na Tailândia, 47% nas Filipinas). Nos Estados Unidos a virgindade também é algo comum, representando um índice de 53%.

Na faixa etária dos 25 aos 29 anos, apenas 11% dos adultos brasileiros são virgens, e a porcentagem cai para 4% na faixa etária de 30 a 39 anos e sobe para 5% na faixa de 40 a 49 anos. Considerando os demais países, as porcentagens sobem respectivamente para 18%, 9% e 6%.

Relacionamento sério versus sexo casual

De acordo com o levantamento, encontrar um parceiro parece estar complicado; os dados indicam que 31% dos jovens brasileiros de 18 a 24 anos não estão namorando atualmente, sendo que 22% nunca tiveram um relacionamento sério e 20% nunca tiveram uma relação casual. Mas por que? Segundo as conclusões do estudo, algo que impacta de forma relevante na vida amorosa de 53% dos entrevistados é o fato de muitos ainda morarem com os pais.

Considerando os adultos de 18 a 29 anos, menos da metade (39%) já teve a experiência casuais. Quando se trata dos parceiros com quem as pessoas mantêm relações casuais, 20% dos entrevistados contam que já tiveram uma experiência sexual sem compromisso com um colega de trabalho.

Paquerar pessoalmente versus apps de relacionamento

Entre os brasileiros que já fizeram sexo casual , de 18 a 29 anos, 96% conheceram a pessoa com quem se relacionaram pessoalmente e 48% utilizaram um site ou aplicativo de relacionamento para isso. Um detalhe que chama atenção, é que 21% dos homens da mesma faixa etária fizeram sexo casual com alguém que conheceram na igreja.

Dos casais que se conheceram em um aplicativo de relacionamento , apenas 12% dos homens e 5% das mulheres conseguiram transformar o encontro casual em um relacionamento sério. Quando o assunto é mandar “nudes”, algo comum nesses aplicativos, 24% dos adultos de 18 a 29 anos já enviaram fotos íntimas, enquanto 19% dos entrevistados entre 30 e 49 anos já fizeram o mesmo.

Os casais estão mais satisfeitos com a vida sexual do que os solteiros

O estudo sobre a vida sexual dos brasileiros também aponta que os casais estão mais satisfeitos com a frequência que fazem sexo comparado com os solteiros. Mesmo tendo filhos, 58% dos casais garantem que a quantidade de relações que possuem é o suficiente. Já entre os casais sem filhos, esse índice teve uma ligeira queda (55%). No geral, 80% dos casais brasileiros classificam a vida sexual como “boa”. Por outro lado, 60% dos solteiros classificam a vida sexual da mesma forma.

IG

Zona Norte ganhará Centro de Educação Tecnológica

A desafetação da área que servirá para construção do Centro Estadual de Educação Tecnológica na Zona Norte foi aprovada em segunda votação, nesta quarta-feira (6), na Câmara Municipal de Natal (CMN). O projeto não recebeu votos contrários e seguirá agora para sanção e publicação no Diário Oficial do Município.

O Governo do Estado pretende edificar o Centro no conjunto Parque dos Coqueiros, bairro de Nossa Senhora da Apresentação, e precisava da legitimidade do repasse da área do município de Natal para início das obras, garantida agora com a aprovação final do Projeto de Lei 079/2015. A área desafetada é referente à parte da Rua Projetada nº 40.

“Com a publicação do Projeto de Lei no Diário Oficial, o Estado já poderá dar início às obras. Esperamos que isso seja feito com celeridade por parte do Executivo estadual, tendo em vista que terá um grande alcance social naquela região da Zona Norte”, comentou o vereador Raniere Barbosa (PDT), líder do prefeito na CMN.

O Centro de Educação Tecnológica contará com 12 salas de aula, auditório para até 800 pessoas, seis laboratórios, biblioteca e ginásio poliesportivo. Ainda não se sabe para quando está prevista a conclusão da obra.

Cientistas desenvolvem impressora 3D capaz de fabricar tecidos para transplantes em humanos

01f1a05053c6242fcfa23075e5b963c1_XLO futuro em que impressoras 3D possam imprimir órgãos e tecidos humanos para eliminar longas filas de transplantes pode estar mais próximo. Cientistas americanos implantaram com sucesso em animais estruturas de tecido vivo fabricadas com uma “sofisticada e melhorada” impressora 3D, de acordo com um estudo publicado nesta segunda-feira pela revista britânica Nature Biotechnology.

A pesquisa, desenvolvida pelo Instituto de Medicina Regenerativa Wake Forest, na Carolina do Norte, representa um avanço para a medicina regenerativa, pois sugere que estas estruturas podem ser futuramente implantadas em humanos. Os cientistas conseguiram imprimir tecidos cartilaginosos, ósseos e musculares que, após serem implantados em modelos animais, amadureceram até se transformarem em tecido funcional.

“Esta nova impressora de tecidos e órgãos é um avanço importante em nosso objetivo de fabricar tecido de reposição para pacientes”, explicou Anthony Atala, um dos autores do estudo.

Novos órgãos – Para imprimir os tecidos, os pesquisadores utilizaram células vivas como “tinta”, que se transformaram em tecidos e foram implantadas nos animais. O processo, chamado Sistema Integrado de Impressão de Tecido e Órgão (ITOP, na sigla em inglês), foi desenvolvido pela equipe de cientistas durante os últimos dez anos e usa materiais biodegradáveis para criar a “forma” do tecido e géis à base d’água que sustentam as células.

Para isso, os especialistas otimizaram a “tinta” que sustenta as células para promover seu crescimento e imprimiram um cruzamento de microcanais nas estruturas. Esses canais permitem que os nutrientes e o oxigênio presentes no animal sejam integrados às estruturas impressas para mantê-las vivas e incentivem o desenvolvimento do sistema de vasos sanguíneos.

Durante os testes, foram impressas orelhas em tamanho humano que, dois meses depois de implantadas nos animais, tinham desenvolvido vasos sanguíneos e cartilagem. O tecido muscular impresso ganhou a formação de nervos duas semanas após o implante e, quando fragmentos do crânio foram implantados, o tecido ósseo se desenvolveu em cinco meses.

De acordo com os cientistas, esses resultados apontam que esses tecidos têm o tamanho, a solidez e a funcionalidade adequadas para serem utilizadas em humanos, futuramente. Segundo Atala, a bioimpresora 3D pode fabricar “tecido estável em escala humana de qualquer forma e tamanho”, o que permitiria “imprimir tecido vivo e estruturas de órgãos para a implantação cirúrgica”.

Biotinta – Por enquanto, as impressoras 3D não reproduzem estruturas com tamanho ou solidez necessárias para serem implantadas no corpo humano. Os cientistas esperam que a precisão desta nova impressora 3D poderá, em pouco tempo, replicar fielmente os tecidos e órgãos mais complexos do corpo humano
“Nossos resultados indicam que o uso de uma ‘biotinta’ combinada, unido ao desenvolvimento de ‘microcanais’, cria o entorno adequado para manter as células vivas e favorecer seu crescimento e o dos tecidos”, afirmou o pesquisador.

Outra característica do ITOP é sua capacidade para processar dados de tomografias e de ressonâncias magnéticas e “fabricar tecido à medida” de cada paciente.

Para o estudo, os cientistas contaram com financiamento do Instituto de Medicina Regenerativa da Forças Armadas Americanas, que pretende aplicar esta tecnologia em soldados feridos em combate, dada a escassez de doadores de tecidos para implantes.

Fonte: Veja

Videoconferência economiza recursos e garante celeridade no Judiciário do RN

IMG_9286Para reduzir os custos, os riscos de fuga e ainda garantir mais celeridade, os tribunais de Justiça de todo o país estão investindo cada vez mais em videoconferências para realização de audiências. No Rio Grande do Norte não é diferente.

Após a parceria com a Huawei, multinacional de telecomunicações e equipamentos para redes do mundo, a Interjato Soluções vai realizar a expansão do serviço no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) e torna o RN referência na tecnologia.

O juiz assessor da presidência do TJ, Seráphico Nóbrega, reconheceu os benefícios na transmissão de teste já realizada este ano. De acordo com ele, atualmente está em estudo a quantidade de unidades jurisdicionais que receberão o equipamento, a ser utilizado inicialmente nas varas criminais da Comarca de Natal. A ideia, entretanto, é expandir o serviço para todo o estado de forma gradativa.

O representante da Huawei Marcos AntÔnio explicou que a Huawei já possui equipamentos e conhecimento técnico para implantar o sistema e que a parceria com a Interjato já é um case de sucesso que transforma o RN em referência.

O diretor-presidente da Interjato, Erich Rodrigues, explica que o serviço de videoconferência instalado no TJRN é apenas um dos serviços de conectividade que serão oferecidos com a parceria com a Huawei.

“Essa parceria permite trazer soluções para sistemas bancários, governamentais, empresariais e muitos outros. Isso torna o RN referência em tecnologia de conectividade”, completou.

Grupo de hackers declara guerra ao Exército do Brasil e vaza 7.000 senhas

hackerO blog recebeu com exclusividade informações bombásticas na manhã desta segunda-feira. De acordo com uma fonte que não quis se identificar, os servidores do Exército Brasileiro foram invadidos por hackers na madrugada de domingo (8) e mais de 7 mil contas de militares foram vazadas na internet.

A acusação é de que o Centro de Defesa Cibernética (CDCiber) da corporação estavam participando há tempos de competições do gênero “Capture the Flag” (ou “Capture a Bandeira”, em português), na qual os times precisam usar técnicas de hacking para atingir um determinado objetivo — que pode envolver defender um computador pessoal ou invadir um sistema feito especialmente para a maratona.

De acordo com os invasores, o Exército Brasileiro participou de últimos grandes eventos de CTF e ganhou os desafios usando uma técnica proibida conhecida como “WiFi deauthentication attack” (ou simplesmente WiFi deauth), eliminando os outros competidores da rede WiFi local e permitindo que apenas seu próprio time pudesse jogar.

Confira o aviso dos hackers:

  1. Ladies and Gentlemen,
  2.  
  3. Ficamos sabendo que o exército brasileiro tem participado de jogos de Capture The Flag e tem se exibido como um time de elite, utilizando seus avançados ataques de deauth em redes Wireless. FEAR!!! 🙂
  4.  
  5. Então pensamos, já que eles gostam de brincar de hacker, vamos brincar com eles.
  6.  
  7. Para ser sincero chega a ser vergonhosa a segurança do exército brasileiro, cada sistema possui várias vulnerabilidades críticas. Em pouco tempo, comprometemos totalmente as bases de dados, os servidores com diferentes sistemas operacionais, os servidores de e-mail, vários sistemas online e o game over foi o controlador de domínio. Acho que agora podemos ser considerados oficialmente membros do exército brasileiro! 😛
  8.  
  9. Pelo visto tivemos mais sucesso do que a iniciativa do exército brasileiro, símbolo da hierarquia, com seus arautos do militarismo tentando se infiltrar em meios hackers.
  10.  
  11. Nós sabemos o que vocês querem. Como todas as outras nações, a ideia é através dos meios eletrônicos controlar e observar a população. Se vocês quiserem, podemos dar acesso para vocês nos vigias e guardiões, pois na lista de usuários não identificamos ninguém do exército brasileiro. Será que apenas os militares Israelenses vão ficar acessando através da backdoor na autenticação baseada no timestamp de conexão? Se quiserem, podemos passar o programinha para geração da senha baseada no timestamp, daí vocês usam também. Peguem os links já:
  12.  
  13. Vivo – https://200.220.254.21/
  14.  
  15. A internet que foi criada livre e descentralizada, neste modelo seguido por diversos governos, tem se tornado um meio fértil para a vigilância total. Após a ditadura, muitos acreditaram que as forças militares jazem dormentes, isto não é verdade. Um time de aspirantes a hackers treinados para o ataque a mecanismos eletrônicos civis foi criado e tem como objetivo a cyber guerra.
  16.  
  17. Chega de empresas estrangeiras plantando “ferramentas” no nosso backbone.
  18. Vocês vão comprar a ferramenta da HackingTeam? Chegaram a olhar o source? Existe backdoor na backdoor! Prestem atenção nas suas ações!
  19.  
  20. Vocês não compreendem que hacking é uma forma de se viver a vida, um mindset questionador antes de ser executor e, não algo que possa ser aprendido em um livro de dicas ou técnicas implementadas em tools. Sua instituição fomenta justamente o contrário, executar sem questionar. Não percebem que estes comportamentos são contraditórios?
  21.  
  22. Nunca se esqueça, vocês podem jogar o jogo, mas o tabuleiro é nosso!

Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte entra no WhatsApp

A Secretaria de Comunicação Social do Tribunal de Justiça do RN está lançando um novo serviço para a população: é o TJRN Informa, perfil no aplicativo WhatsApp que irá disponibilizar notícias e informações de utilidade pública por meio de listas de transmissão. Para utilizar o serviço, basta que o usuário adicione o número (84) 98899-8419 como seu contato no aplicativo e peça sua inclusão na lista.

É mais um canal de informação disponível para a população potiguar acompanhar as atividades da Justiça Estadual, com a vantagem da instantaneidade e praticidade da ferramenta, que permite a troca de mensagens de texto e de voz, áudios, fotos e vídeos. Criado em 2009, o WhatsApp já contabiliza mais de 800 milhões de usuários ativos em todo planeta.

O TJ Informa veiculará também vídeos curtos sobre temas de interesse do usuário da Justiça e do cidadão, envolvendo áreas como funcionamento do Judiciário, direito do consumidor, direito da criança e do adolescente, entre outros. O primeiro vídeo disponível trata do anúncio da contratação de 500 estagiários feito hoje (15) pelo presidente do TJRN, desembargador Claudio Santos.