Diversos

PF faz operação contra fraude no seguro-desemprego

Policiais cumprem mandados de busca e apreensão. (Foto: Divulgação/ Polícia Federal)

A Polícia Federal realiza na manhã desta quinta-feira (22) uma operação para combater fraudes no Seguro Desemprego no Pará e no Maranhão. Estão sendo cumpridos 19 mandados de prisão e 27 de busca e apreensão nas cidades de Redenção e Conceição do Araguaia, no Pará, e em São Luís e São José de Ribamar, no Maranhão.

O objetivo da operação, batizada de “Seguro Fake”, é desarticular um grupo criminoso especializado em fraudes no Seguro Desemprego. Segundo as investigações, os dois estados apresentam alta incidência desta modalidade de fraude. Há buscas no Ministério do Trabalho em Redenção.

Tentativas de fraude

Em um dia, em apenas 10 minutos, os policiais flagraram 42 tentativas de fraude em uma única agência bancária na cidade de Redenção. Os investigados responderão por estelionato qualificado, inserção de dados falsos em sisemas de informações e associação criminosa, com penas que podem ultrapassar 20 anos de reclusão.

De acordo com os técnicos do Ministério do Trabalho, desde a implantação do sistema antifraude desenvolvido em 2016, já teria sido identificado e bloqueado mais de 57 mil tentativas de fraudes no país, o que equivaleria à desvios de aproximadamente R$ 800 milhões para os cofres públicos.

G1

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Política

Recurso sobre denúncia contra prefeito Carlos Eduardo Alves não deve prosperar

por Dinarte Assunção

O Ministério Público do Estado anunciou nesta quarta-feira que irá recorrer contra a rejeição da denúncia sobre o prefeito Carlos Eduardo Alves.

A peça foi recusada em placar de 4×4 no Tribunal de Justiça.

A vigorar o entendimento do STF, será mantida a decisão do TJRN.

No STF, dúvida é pró-denunciado.

O primeiro recurso do MP será ao Superior Tribunal de Justiça.

Opinião dos leitores

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Polícia

Superlotadas, prisões do país têm déficit de quase 280 mil vagas

O número e a proporção de presos provisórios diminuíram em um ano no país, mas as prisões continuam superlotadas e estão quase 70% acima da capacidade. É o que mostra um levantamento do G1 dentro do Monitor da Violência feito com base nos dados mais atualizados dos 26 estados e do Distrito Federal.

O Monitor da Violência é resultado de uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP e com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Em janeiro de 2017, 247,8 mil encarcerados (ou 37,6% dos presos) eram provisórios. Agora, são 236,1 mil (34,4%).

Apesar da diminuição dos presos provisórios, as prisões do Brasil seguem superlotadas. São 686,5 mil presos para uma capacidade total de 407 mil pessoas, um déficit de 279 mil vagas.

Desde a última reportagem do G1, publicada em janeiro de 2017, foram acrescidas ao sistema 7.952 vagas, número insuficiente para acomodar o total de presos, que ainda cresceu 2,8% em um ano, com 18.412 novos internos.

Comparando o levantamento de 2017 com o de janeiro agora:

O Brasil prendeu mais gente que as vagas criadas nas prisões
A superlotação oscilou pouco: de 69,2% para 68,6%
Pernambuco ultrapassou Amazonas e voltou a ser o estado mais superlotado do país
O percentual de presos provisórios caiu de 37,6% para 34,4%

Desde 2014, o G1 faz levantamentos sobre a situação do sistema penitenciário brasileiro. Não são considerados os dados oficiais do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen) por conta da defasagem de um ano e meio. Os últimos números do relatório foram divulgados em dezembro de 2017, mas se referem apenas a junho de 2016.

O levantamento do G1 não leva em consideração os presos em regime aberto que cumprem prisão domiciliar e os que cumprem apenas penas alternativas, já que eles não demandam vagas no sistema. Além disso, os dados são obtidos com todas as secretarias de Administração Penitenciária ou de Justiça, que, em muitas das vezes, excluem do dado os presos em delegacias – o que impede uma comparação direta com números do Infopen, que contabiliza estes presos.

(Foto: Karina Almeida/G1)

Superlotação

Há superlotação em todos os estados do país. A pior situação é encontrada em Pernambuco, que está 181% acima da capacidade. São 30,4 mil presos para apenas 10,8 mil vagas. Em um ano, houve um aumento de 417 presos, e o estado ainda fechou 126 vagas.

De acordo com a Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres) de Pernambuco, a redução no número de vagas ocorreu por conta, entre outros pontos, da desativação temporária de duas cadeias públicas no Agreste do estado para “adequações estruturais”. A pasta diz, no entanto, que a construção do Presídio de Araçoiaba, no Grande Recife, deve criar 2.754 vagas no estado. O fim das obras está previsto para este ano. Há também um edital para ampliar o Presídio de Palmares, onde serão construídos três pavilhões, com mais 532 vagas.

Outros estados também diminuíram o número de vagas entre 2017 e 2018. Em Rondônia, o total de vagas caiu de 6.257 para 5.868 por conta da desativação e unificação de unidades prisionais. O mesmo aconteceu em Roraima, com o fechamento de uma ala prisional da Penitenciária Agrícola de Monte Cristo para reformas, e no Tocantins, com a desativação de uma unidade de regime semiaberto.

Na Paraíba, o fechamento de vagas ocorre por conta de reformas. A Secretaria de Administração Penitenciária diz que um novo pavilhão deve criar 160 vagas e que um presídio regional será construído, com 600 vagas, na zona rural de Gurinhém, município a 100 km de João Pessoa.

Segundo agentes penitenciários entrevistados pelo G1, a superlotação está diretamente ligada a episódios de violência e rebeliões nos presídios, bem como à formação e ao fortalecimento das facções.

“A gente, muitas vezes, acha que você prender o criminoso e jogar numa cela soluciona o problema. Ao contrário, ali está nascendo uma nova roupagem do crime. Ele vai apenas se especializar”, diz Juscélio Álvares, agente penitenciário há 8 anos no Rio Grande do Norte.

“Às vezes, a Polícia Militar faz um excelente trabalho ostensivo. A Polícia Civil faz um excelente trabalho investigativo. Mas tem o seu trabalho frustrado por uma fuga do preso, por exemplo. Ou quando se coloca lá um preso onde se colocam também 10, 20, 30 presos. E eles vão se unir e se organizar em uma facção. Isso tudo explode e volta para a sociedade”, diz.

De acordo com agente penitenciário Mickael Fabrício, que trabalha na função há 11 anos em Alagoas, as facções se tornaram relevantes nos últimos anos por falta de investimentos em educação, saúde e segurança. Além disso, ele destaca que, como não é feita a ressocialização dos detentos, o índice de retorno às prisões é alto.

Com o consequente fortalecimento das facções, o trabalho dos agentes dentro dos presídios se tornou mais difícil, segundo ele.

“Os presos tentam, ainda que cumprindo pena, impor as leis das facções dentro dos presídios, intimidar servidores, se comunicar com o mundo exterior e coordenar crimes”, diz Mickael Fabrício, agente penitenciário.

Segundo um agente que atua há 27 anos em Goiás e que não quis se identificar, a falta de investimento também se reflete nas estruturas fracas das prisões, que tornam as fugas comuns. “Eles [presos] abrem buracos com facilidade. A gente fica 24 horas por dia tentando vigiar o presídio e os presos tentando ludibriar nossas seguranças”, afirma.

Os agentes ainda relatam que, muitas vezes, têm que supervisionar um número muito alto de detentos.

“Você é responsável por um bloco sozinho. Eu estava em um bloco com aproximadamente 300, 310 presos. Por mais que eles estejam presos, eles são minha responsabilidade”, diz um agente que atua no Paraná.

Leia reportagem completa do G1 aqui

Opinião dos leitores

  1. É só não roubar, não matar e não estuprar que vc não vai pra lá. acabou, acabou!
    eheheheh.

  2. A maioria destes estado tem dinheiro do fundo guardado, pode ir atrás.
    Motivos para isso:
    1 – gerar juros nas contas para os próprios governos estaduais;
    2 – dificuldade na prestação de contas;
    3 – deixar ocorrer rebeliões em massa nos presídios e fazer dispensa de licitações sem prestar contas.

  3. Erro grosseiro da ilustração da matéria, na figura ela coloca a Paraíba no Estado de Alagoas .

  4. Continue investindo em presídios, melhorias de infraestrutura e estética (grama verdinha em alcaçuz) pra acolher bandido e permaneçam abandonando as escolas caindo na cabeças das pessoas, a merenda cream cracker c/ água, sem professores e sem as condições mínimas q brevemente td estará dando certo! O fracasso na educação não é uma tragédia inesperada, mas 1 projeto ofuscado dos políticos pra que seja sempre de pior a péssimo. Nunca mudou nem nunca mudará.

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Política

Após ser preso por mensagem no WhatsApp, Wesley Batista deixa cadeia e abole aplicativo do telefone

Desde que saiu da carceragem em SP, na madrugada de 4ª feira (21.fev.2018), o sócio do grupo J&F Wesley Batista se trancou em casa. Reuniu-se apenas com o advogado. E aboliu definitivamente o WhatsApp do celular.

O temor tem motivo: foi por mensagens no aplicativo que Wesley orientou funcionários a comprar e vender ações do grupo e a adquirir dólares pouco antes de a delação dele e do irmão Joesley Batista virem à público.

Ele não quer dar motivos para complicar a delação premiada firmada por ele e o irmão, que está suspensa desde setembro de 2017.

Os 2 são acusados de insider trading. Eles teriam usado informações privilegiadas para manipular o mercado financeiro de abril a maio de 2017. Segundo a acusação, eles teriam negociado ações e comprado dólares pois sabiam que o mercado reagiria negativamente ao acordo, segundo a acusação.

Wesley está sem tornozeleira eletrônica, porque o Estado de São Paulo não dispõe do equipamento. Ele se comprometeu a cumprir as medidas cautelares determinadas pela Justiça e se apresentar semanalmente em juízo.

Wesley Batista foi solto após decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça). Joesley continua preso, pois tem outro mandado de prisão expedido contra ele, por supostas omissões no acordo de delação premiada da JBS com a PGR (Procuradoria Geral da República).

Opinião dos leitores

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Política

Após confronto com a polícia, dois bandidos morrem em tiroteio em Mossoró

Dois homens foram mortos na madrugada desta desta quinta-feira (22) após um confronto com a Polícia Militar, em Mossoró, cidade da região Oeste do estado, informou o G1.

Segundo policiais do 2º Batalhão da PM, o Ciosp recebeu uma denúncia anônima informando que pelo menos cinco homens estariam andando armados na Favela do Fio, amedrontando os moradores. Três viaturas foram enviadas ao local, e chegando lá, os PMs foram recebidos a tiros.

De acordo com a PM, houve o confronto e os bandidos escaparam. A polícia fez buscas na região e horas depois encontrou os criminosos. Um nova troca de tiros aconteceu e dois homens do grupo armado acabaram atingidos. Eles foram socorridos pelos policiais para o hospital regional Tarcísio Maia, mas não resistiram.

Ainda segundo a polícia, o restante do grupo conseguiu fugir.

Opinião dos leitores

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Economia

Capacidade instalada de energia eólica encosta na de Itaipu; RN lidera

SANTA VITÓRIA DO PALMAR, RS, BRASIL, 05.05.14: Parque Eólico de Geribatu, em Santa Vitória do Palmar. Foto: Gustavo Gargioni/Especial Palácio Piratini

Passados menos de dez anos do primeiro leilão de energia eólica no Brasil (2009), a capacidade instalada do País atingiu nesta semana 13 gigawatts (GW), quase o mesmo volume gerado pela maior hidrelétrica brasileira, Itaipu, com 14 GWs, e bem perto da França (13,7 GW), sétima colocada no ranking mundial de capacidade instalada.

O Brasil está em oitavo lugar, segundo ranking divulgado no dia 15 de fevereiro pelo Global World Energy Council (GWEC). Em 2012, estava na 15ª posição.

Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), o montante gerado pelas eólicas já é equivalente ao consumo médio de cerca de 24 milhões de residências por mês.

Lideram o ranking de produção de energia eólica os estados do Rio Grande do Norte (3,7 GW); Bahia (2,5 GW); Ceará (1,9 GW) e Rio Grande do Sul (1,8 GW).

Opinião dos leitores

  1. Isso aí era prá ser a redenção do nordeste, mas o desgoverno federal fica se amarrando prá dar as concessões e atrasa o desenvolvimento da região.

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Judiciário

PAULO PRETO: Ex-diretor da empresa paulista de estradas no governo de José Serra em SP tem R$ 113 milhões no exterior

Resultado de imagem para Paulo Vieira de Souza

Autoridades suíças encontraram R$ 113 milhões em quatro contas no país europeu em nome do ex-diretor da empresa Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa) Paulo Vieira de Souza(conhecido como Paulo Preto). Ele foi diretor da estatal paulista entre 2007 e 2010, durante governo do PSDB.

As informações sobre as contas em nome de Souza estão na decisão em que a juíza federal Maria Isabel do Prado autorizou o bloqueio do montante e o estabelecimento de uma cooperação internacional entre o Ministério Público Federal e a Suíça para recuperar os valores.

A decisão é de 17 de outubro do ano passado e foi tornada pública ontem. “Constam das informações que em 7 de junho de 2016 as quatro contas bancárias atingiam o saldo conjunto de cerca de 35 milhões de francos suíços, equivalente a 113 milhões de reais, convertidos na cotação atual”, diz o despacho da magistrada.

As contas, abertas no banco Bordier e Cie, estão vinculadas a uma offshore panamenha chamada Groupe Nantes. De acordo com a decisão, o dinheiro teria sido mantido no banco suíço até fevereiro de 2017, quando foi transferido para o Deltec Bank and Trust Limited, sediado em Nassau, nas Bahamas.

No documento, a juíza cita informações do MPF de que Souza também teria reduzido seu patrimônio declarado de R$ 4 milhões, em 2014, para R$ 2,8 milhões em 2017. Essa redução indicaria “desfazimentos de bens a fim de evitar eventual ressarcimento ao erário”. Outro trecho do despacho afirma que, entre 2009 e 2010, época em que era diretor da Dersa, Souza efetuou transações acima de R$ 2,5 milhões que eram incompatíveis com seu patrimônio.

A decisão da juíza foi anexada pelos advogados do ex-diretor da Dersa ao inquérito em curso no Supremo Tribunal Federal que investiga o senador José Serra (PSDB-SP). A investigação foi autorizada pelo ministro da Corte Edson Fachin com base na delação da Odebrecht – ex-executivos da empreiteira relataram irregularidades em obras do Rodoanel, em São Paulo.

Souza tenta, por meio de sua defesa, enviar as investigações contra ele que tramitam em São Paulo para o Supremo. O ministro Gilmar Mendes é relator do inquérito sobre Serra. A defesa do ex-diretor da Dersa alega que os fatos investigados em São Paulo já estão sob apuração no STF. Ontem, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, se posicionou contra o pedido dos advogados de Souza.

A Dersa e a defesa de Paulo Vieira de Souza não responderam aos contatos das reportagem. José Serra, por meio de sua assessoria, informou que não iria se manifestar.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Cadeia nele sou brasileiro meu partido e meu país
    Cadeia para qualquer ladrao
    Ladrao e ladrao e sempre será ladrao cadeia para todos

    1. O PT governou antes do PSDB e do PMDB?
      Vc faltou as aulas de história, chegou agora de uma viagem interplanetária ou é um trouxa embandeirado fanatizado pela Rede Globo?

  2. Só 113 mi meu fio..???? Ou expulsamos esses partidos corruptos nas próximas eleições, ou teremos mais do mesmo…e como eu sempre digo, cada povo tem os governantes que merecem!É por essas e outras que não tenho pena desses venezuelanos, elegeram e re-elegeram governos corruptos e populistas…Ser que os brasileiros farão o mesmo?

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Política

TJ nega liminar para governo usar recursos previdenciários para pagar aposentados e pensionistas

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte rejeitou, liminarmente, em decisão da desembargadora Judite Nunes, pedido do governador Robinson Faria (PSD) para usar cerca de R$ 300 milhões de recursos do Fundo Financeiro da Previdência, que estão aplicados em investimentos da Caixa Econômica Federal (CEF) e Banco do Brasil, no pagamento de aposentados e pensionistas do Estado, informou a Tribunal do Norte.

A Procuradoria Geral do Estado (PGE) havia impetrado mandado de segurança, com pedido de liminar, no dia 26 de janeiro deste ano, contra decisão Tribunal de Contas do Estado (TCE), que  no ano passado “proibiu novos saques dos recursos do extinto Fundo Previdenciário pelo Governo do Estado”, além de ter terminado às instituições financeiras o bloqueio de qualquer movimentação nos recursos integrantes desse fundo financeiro.

Nos autos, consta que a Procuradoria Geral do Estado justificou que a Assembleia Legislativa havia autorizado o saque dos recursos em 18 de janeiro, “com a obrigação de retorno ao Funfirn até o ano de 2040, mediante a transferência de bens imóveis de propriedade do Estado”.

A Procuradoria Geral do Estado havia arguido que ao concluir pela inconstitucionalidade da lei 620/2018 e impor ao chefe do Executivo e ao Ipern e instituições financeiras obrigações de não fazer, teria o TCE realizado verdadeiro controle abstrato (e não difuso) de constitucionalidade, extrapolando sua esfera de competência, unicamente outorgada ao Poder Judiciário.

Opinião dos leitores

  1. A imprensa noticiou um acordo no ano passado entre executivo e judiciario, o dinheiro do funfir seria usado para pagar duodecimo. Aí veio aquela estoria das multas, que nao podia, etc. Para pagar duodecimo pode? Para pagar salario não pode? Não to entendendo.

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Judiciário

Tem que colocar em pauta, haja a repercussão que houver’, diz Ministro do STF sobre prisão após 2ª instância

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que é “discriminação” não julgar a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância só porque o tema tem relação com o caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Tem que colocar em pauta, haja a repercussão que houver.”

Em sua avaliação, é preferível que os 11 ministros da Corte julguem as duas ações que pedem a suspensão da execução antecipada da pena antes de analisar o habeas corpus de Lula. O ex-presidente tenta evitar prisão até o esgotamento de todos os recursos no caso do triplex no Guarujá (SP).

“O ato de pautar não é norteado por envolvimento deste ou daquele cidadão. Processo, para mim, não tem cara, tem conteúdo”, disse.

Marco Aurélio é relator de duas ações nas quais o STF firmou, em outubro de 2016, o entendimento de que é possível iniciar o cumprimento de pena após a condenação em segunda instância. Marco Aurélio foi voto vencido na época. Mesmo liberadas para serem julgadas no mérito, a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, afirmou no final de janeiro que usar o caso do ex-presidente Lula para revisar as ações seria “apequenar” o STF.

Uma semana depois das declarações, o ministro Edson Fachin negou o pedido liminar do ex-presidente para evitar a prisão, e decidiu submeter ao plenário da Corte a análise do caso. Fachin citou que o plenário é o local adequado para julgar o mérito do habeas corpus de Lula, destacando que pendem de julgamento no mérito as ações sob relatoria de Marco Aurélio.

Na terça-feira, num gesto de pressão sobre a presidência do STF, a Segunda Turma da Corte encaminhou para análise do plenário dois habeas corpus que tratam de prisão após condenação em segunda instância.

Os ministros Edson Fachin, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello apontaram a necessidade de uma decisão do pleno sobre o mérito das duas ações de relatoria de Marco Aurélio, antes da decisão sobre casos concretos.

Ao comentar a decisão dos colegas, o ministro destacou que o colegiado é sempre uma “caixa de surpresas”. “Não sabemos qual vai ser a definição. Alguns dizem que o ministro Gilmar (Mendes) vai evoluir.”

Marco Aurélio disse ainda que, quando a Corte firmou o entendimento de que é possível executar a prisão após condenação em segunda instância, o fez de forma “precária” e “efêmera”.

Mais cedo, o ministro decano do Supremo, Celso de Mello, comentou que é necessário que o plenário da Corte, “órgão naturalmente competente para decidir essa questão”, se pronuncie sobre o tema.

Assim como Marco Aurélio, o ministro considera ideal que o Supremo julgue as ações gerais de segunda instância antes de analisar o caso de Lula. “Isso permitirá ao tribunal examinar em tese, sem qualquer vinculação a um caso concreto ou a uma determinada pessoa, a questão.”

“A questão não é partidária, a questão não é política. É eminentemente constitucional e envolve um direito que assiste a todos e cada um de nós.”

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Kkkkkkkkkkkkkkk Uma lástima a dissimulação de alguns ministros da nossa suprema Corte. Deus nos salve a todos!

  2. Vamos ver se a justiça é cega mesmo
    Ela mostrou que não teve que livrar mais de 4.000 bandidas por causa da mulher do Cabral
    E quem sofre é o
    Povo que não pode sair na rua se não é roubado

    1. Se fosse algo contrário a Lula, seria antecipada a data, como aliás já foi mais de uma vez. Como é algo a que pode ser a favor…
      Esse nosso judiciário é tão imparcial e célere quanto são os interesses por trás…

  3. Esses Lixos do supremo estão com medo de lula abrir o bico, Militares tá faltando o quê prá fechar esse câncer chamado STF, o que esse ministro tá fazendo é o desespero porquê sabe se não acabar a prisão em segunda estância, o país vai saber a verdade sobre esse câncer quê tá destruindo o Brasil, o país só tá assim porquê têm esses lxos, essas mazelas, essas cobras venenosas destruindo o país.

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Jornalismo

Sem Previdência, governo terá de cortar R$ 14 bi do Orçamento de 2019

Sem a aprovação da reforma da Previdência, o governo terá de cortar R$ 14 bilhões de outras áreas na proposta do Orçamento da União de 2019. Esta era a economia de despesas que o governo previa para o ano que vem com a aprovação da reforma, informou o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, em entrevista ao Estadão/Broadcast.

Essa é a primeira e mais visível consequência da retirada da reforma da pauta da Câmara, depois que o presidente Michel Temer decretou intervenção federal no Rio – o que impede a tramitação de propostas de emenda à Constituição. Para este ano, o impacto da reforma da Previdência nas contas estava previsto em R$ 5 bilhões, mas o governo já não contava com esses recursos do Orçamento.

Para reduzir as despesas no ano que vem, o ministro antecipou que o governo vai reforçar a revisão de políticas públicas e programas, para saber onde cortar. Segundo Oliveira, poderá, por exemplo, haver unificação de programas. Mas não quis citar exemplos. “O processo é sigiloso e é preciso cautela neste momento”, afirmou.

“A partir de agora, começa um trabalho muito duro de análise e revisão das reais necessidades de recursos de cada programa e, principalmente, da efetividade e suscetibilidade a fraudes”, disse. Segundo ele, o trabalho do Comitê de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas, que já vem promovendo iniciativas desse tipo, será ampliado. O Comitê já promoveu a revisão do auxílio-doença, Fies e seguro-defeso – com reduções de gastos bilionários para o governo. E está em andamento o trabalho com o BPC (Benefício de Prestação Continuada, pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda) e com o Bolsa Família.

“Não é questão de gordura. É questão de focalização de recursos em programas que tenham níveis de efetividade maior”, disse. Na prática, isso significa que os programas que dão mais resultados terão mais recursos.

Teto. Apesar da frustração com a retirada da reforma da Previdência da pauta do Congresso, o ministro disse que o teto de gastos não vai estourar em 2019. A previsão de estouro do teto – instrumento que impede o crescimento dos gastos além da inflação – foi feita no início da semana pela Instituição Fiscal Independente (IFI), do Senado Federal.

“Não estoura porque ainda vai ser possível cumprir o Orçamento. Mas evidentemente será um orçamento apertadíssimo”, disse. Segundo ele, a questão fiscal de curto prazo já está encaminhada, com o aumento da arrecadação e as medidas que já tinham sido discutidas, e que fazem parte da agenda econômica que está para ser votada no Congresso, como a desoneração da folha e as MPs (medidas provisórias) do adiamento do reajuste dos servidores e aumento da contribuição previdenciária do funcionalismo. “Para 2018, não temos necessidade de nenhuma medida adicional”, previu. A proposta de Orçamento do primeiro ano do próximo presidente será encaminhada em agosto.

Após as críticas dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), à agenda de prioridades econômicas anunciada pelo governo esta semana – eles deixaram claro que o Planalto não pode definir a pauta do Legislativo –, Dyogo Oliveira assumiu um tom conciliador: “Essa pauta não é uma imposição do governo ao Congresso, que tem sua própria pauta. Cabe aos presidentes das Casas definirem”.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

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Polícia

PF deflagra Operação Integração, primeira Lava Jato de 2018

A Polícia Federal deflagrou uma nova fase da Operação Lava Jato nesta quinta-feira, 22, a primeira em 2018. A 48.ª etapa, Operação Integração, mira corrupção em concessão de rodovias federais no Estado do Paraná que fazem parte do ‘Anel da Integração’. A ação tem o apoio de servidores da Receita Federal e membros do Ministério Público Federal.

A Integração cumpre 50 mandados de busca e apreensão e sete de prisão temporária nos estados do Paraná, de Santa Catarina, do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Em nota, a PF informou que detectou, nas investigações da Lava Jato, o uso de estruturas de lavagem de dinheiro para operacionalizar recursos ilícitos pagos a agentes públicos, principalmente por meio dos operadores financeiros Adir Assad e Rodrigo Tacla Duran (ambos investigados na operação).

Uma das concessionárias usou os serviços de Adir Assad e Rodrigo Tacla Duran para operacionalizar, ocultar e dissimular valores oriundos de atos de corrupção. Dentre os serviços prestados por estes operadores está a viabilização do pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos do DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, DER/PR – Departamento de Estradas de Rodagem no Paraná e Casa Civil do Governo do Estado do Paraná.

A ação tem por objeto a apuração, dentre outros, dos crimes de corrupção, fraude a licitações e lavagem de ativos.

MANDADOS

MBA – Mandado de busca e apreensão
MPP – Mandado de prisão preventiva
MPT – Mandado de prisão temporária

PARANÁ
Campina Grande do Sul/PR

01 mandado de busca e apreensão

São José dos Pinhais/PR

01 mandado de busca e apreensão
01 mandado de prisão temporária

Pinhais/PR

01 mandado de busca e apreensão

Curitiba/PR

18 mandados de busca e apreensão
02 mandados de prisão temporária

Toledo/PR

01 mandado de busca e apreensão

Matinhos/PR

01 mandado de busca e apreensão

Pontal do Paraná/PR

01 mandado de busca e apreensão

Ibiporã/PR

02 mandados de busca e apreensão

Jataizinho/PR

03 mandados de busca e apreensão

Londrina/PR

09 mandados de busca e apreensão
03 mandados de prisão temporária

Paranavaí/PR

02 mandados de busca e apreensão

SANTA CATARINA

Balneário Camboriú/SC
03 mandados de busca e apreensão

RIO DE JANEIRO

Rio de Janeiro/RJ
01 mandado de busca e apreensão

SÃO PAULO

São Paulo/SP
06 mandados de busca e apreensão
01 mandado de prisão temporária

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Lava jato já respira por aparelhos…

    Nesta nova pauta — de guerra ao ‘crime’ — não o de colarinho branco — não há espaço algum para a lava jato. Por isso a força-tarefa do juiz Sérgio Moro respira por aparelhos.
    Portanto, a operação de hoje pode ser apenas um dos últimos espasmos…
    Os objetivos já foram conseguidos…

  2. Não entendo como há indivíduos (eleitores) que desaprovam essa operação apenas por terem "mexido" com o deus de sua religião corrupta…Bora lavajato, recuperar pra nós mais recursos desviados…

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Polícia

PF desarticula em Natal grupo que traficava drogas pelos correios

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (22/2) em Natal, a Operação Designer Drug objetivando desarticular um grupo criminoso suspeito de tráfico interestadual e internacional de entorpecentes (cocaína, LSD, ecstasy, metanfetaminas etc.), além de novas drogas quimicamente modificadas para se tornarem “legais” no Brasil.

30 policiais federais estão cumprindo 10 mandados judiciais de busca e apreensão e 3 mandados de prisão (preventivas e temporárias) em
diferentes regiões da capital potiguar.

As investigações foram iniciadas no ano de 2014, a partir de apreensões feitas pelos Correios de encomendas tratadas como “refugo”, expressão dada aos objetos postais que não tiveram seus destinatários encontrados e nem foram recebidos de volta pelos remetentes.

Ao serem submetidas ao aparelho de raios X, as encomendas revelavam conteúdo suspeito, possivelmente substância entorpecente. Em seguida, o material era encaminhado para a Superintendência da PF onde passava por análise da perícia, ficando comprovado se tratar de uma nova droga sintética conhecida no mercado internacional como “designer drug” ou “legal highs”, a
qual apresentava estrutura química diferente das substâncias atualmente proibidas, embora com efeito fisiológico semelhante e potencialmente superior.

Numa outra etapa, o entorpecente era remetido para consumidores de outras cidades do Brasil através de encomendas postais que partiam de Natal/RN, sendo que no período da investigação cerca de 54 objetos suspeitos foram interceptados e analisados, caracterizando, assim, a materialidade do ilícito penal ora investigado.

Foi observado, também, que alguns dos objetos postais apresentavam conteúdo irrelevante, acreditando a PF que se tratava de um artifício utilizado pelo grupo criminoso, com a utilização de “iscas”, para saber se as encomendas chegavam ao seu destino ou estavam sendo retidas pelos Correios, o que levou ao aprofundamento das investigações visando localizar e identificar os brasileiros e estrangeiros responsáveis por essa nova
modalidade delituosa.

Durante o trabalho da perícia, a PF constatou, ainda, que os insumos químicos para a fabricação das drogas vinham do exterior, especialmente da China e da Alemanha, sendo aqui misturados a outros componentes e
resultando nas drogas sintéticas ilícitas.

(*) O nome da operação é uma alusão às novas drogas sintéticas que possuem o mesmo efeito fisiológico dos entorpecentes proscritos no Brasil, mas que, por sua estrutura química diversa, constituem um outro tipo de substância não prevista na Portaria n.º 344/98 da ANVISA

Opinião dos leitores

  1. Enquanto isso aqui soltaram no mesmo dia uma quadrilha presa com 150 quilos de maconha.

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Política

VÍDEO: Vereador cobra de Carlos Eduardo explicações sobre contratos natalinos de mais de R$ 6 milhões e que incluem dispensa de licitação

O vereador Cícero Martins (PMB) ocupou a tribuna da Câmara de Vereadores para cobrar do prefeito Carlos Eduardo explicações sobre três contratos de licitações. Segundo afirmou, ele teve requerimentos aprovados formalizando os pedidos, mas foram ignorados pela gestão.

“Passada a farra da iluminação natalina, vamos à fatura. Entrei com três requerimentos e não recebi resposta sobre contratos com algumas empresas”, reclamou Cícero, que ameaçou acionar o Ministério Público já que um dos contratos, no valor de quase R$ 2 milhões, foi feito com dispensa de licitação.

Segundo o vereador, ele solicitou informações sobre contrato no valor de R$ 2.650.000,00, com a empresa Razão LTDA, para montagem das árvores de Mirassol, Ginásio Nélio Dias e Parque dos Coqueiros, Monumento dos Reis Magos, Catedral Metropolitana e Casa de Papai Noel.

“Eu não recebi esse contrato. Destaco que a árvore devia ter sido acesa em novembro. E foi acesa em 14 de dezembro no Ginásio Nélio Dias. Eu estou querendo saber quantos milhões o povo perdeu”, provocou Cícero Martins.

Ele avançou sobre a análise e pediu ainda explicações do contrato com a empresa K&R 2 Promoções e Serviços Artísticos, no valor de quase R$ 2 milhões, para a decoração nas ruas da cidade.

Já sobre a Celt Engenharia LTDA, com a qual a prefeitura celebrou contrato no valor de R$ 1,908.000,00 para a manutenção de iluminação pública, com dispensa de licitação, o vereador foi mais incisivo.

“A dispensa de licitação é um agouro na vida do natalense. Estou cobrando ao prefeito de Natal esses contratos que na minha visão são imaginários e dessa dispensa escandalosa”, criticou o parlamentar.

Opinião dos leitores

  1. Parabéns vereador Cícero Martins pela vigilância do dinheiro público. Continue assim!

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Educação

MEC vai acionar MPF contra disciplina da UnB sobre ‘golpe de 2016’

O Ministério da Educação (MEC) vai acionar a Advocacia-Geral da União (AGU), o Tribunal de Contas da União (TCU), a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Ministério Público Federal (MPF) para que seja apurada “improbidade administrativa” por parte dos responsáveis pela criação da disciplina na Universidade de Brasília (UnB) chamada “O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil”. Em nota, o ministro Mendonça Filho disse lamentar “que uma instituição respeitada e importante adote uma prática de apropriação do bem público para promoção de pensamentos político-partidários”.

A disciplina é oferecida pelo Instituto de Ciência Política (IPOL) da UnB e pretende analisar o impeachment da presidente Dilma Rousseff e o governo Michel Temer, identificado nos objetivos do curso por uma “agenda de retrocesso nos direitos” e também por “restrição às liberdades”. De acordo com o MEC, “a disciplina tem indicativos de ter sido criada exclusivamente para militância partidária, algo que pode ser percebido no caso da temática de algumas unidades como ‘o lulismo e a promoção da paz social’, ‘o governo Dilma e a tentativa de repactuação lulista’ e ‘a resistência popular e as eleições de 2018’”.

As aulas serão ministradas pelo professor Luis Felipe Miguel, titular da cadeira, e o curso está previsto para começar no dia 5 de março. Em nota, a UnB informou que “a proposta de criação de disciplinas, bem como suas respectivas ementas, é de responsabilidade das unidades acadêmicas, que têm autonomia para propor e aprovar conteúdos, em seus órgãos colegiados”. A disciplina, segundo a universidade, é facultativa e não integra a grade obrigatória de nenhum curso. A UnB finaliza seu posicionamento reiterando “seu compromisso com a liberdade de expressão e opinião — valores fundamentais para as universidades, que são espaços, por excelência, para o debate de ideias em um Estado democrático.”

Miguel defendeu em uma postagem em seu perfil no Facebook que o curso trata-se de uma “disciplina corriqueira, de interpelação da realidade à luz do conhecimento produzido nas ciências sociais”. O professor destacou também que as aulas que está oferecendo se alinham “com valores claros, em favor da liberdade, da democracia e da justiça social, sem por isso abrir mão do rigor científico ou aderir a qualquer tipo de dogmatismo”. Para ele, “é assim que se faz a melhor ciência e que a universidade pode realizar seu compromisso de contribuir para a construção de uma sociedade melhor”.

 

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Alguém aí tem uma passagem pra etiópia? se tiver e quiser me ceder, aceito. Meu amigo, não dá mais pra viver nesse país cretino, quando ainda existem amebas defendendo uma corja dessa(pt). Vai de retro satanás!!!!!!!!!

  2. Será que os Petralhas não desistem mesmo? Vão trabalhar, deixem o Brasil livre de vocês, imprestáveis e arrogantes. Acabaram com tudo o que era de bom neste País e ainda acham que têm direito a reclamar… Golpe foi o que fizeram com a Petrobrás…antes FHC tivesse vendido aquela sucata que está hoje.

  3. A conveniência política havia. Claro que há. Em países parlamentaristas governos ineptos caem e a notícia vira uma nota de pé de página. Países que se querem civilizados têm mecanismos políticos para extirparem gestores que afundam os seus países. No Brasil o processo de defenestração é um verdadeiro parto. Dilma não caiu por causa da corrupção (como Lula não caiu por causa do petrolão) nem por causa das pedaladas (que ninguém entende o que djabo é isso). Caiu por que detonou a economia. Cai a economia, cresce a insatisfação, desaba o apoio político. Ligue os pontos.

  4. Parabéns ao Instituto de Ciência Política da UnB. Fora isso, vejo apenas uma cambada de viúvas do Aécio desesperadas com essa notícia. O golpe de 2016 já faz parte do contexto histórico da sociedade brasileira, aceitem.

  5. Não adianta! O golpe de 2016 ficará na história do país. Até os golpistas sabem que foi golpe o impeachment de Dilma Rousseff, que foi julgada ao sabor das conveniências políticas do momento.

  6. Essa disciplina vai falar também do mensalão, petrolão , quebra da Petrobrás, compra de Pasadena, multa paga de 3 milhões de dólares aos acionistas americano da Petrobrás, quebra da economia em 13 anos de governo PT? Vai ensinar a estocar vento, reverenciar a mulher sapiens??

  7. E a do "Golpe" de 1992? Tem não, imparcial UNB? Mais uma demonstraçao da denominada imunidade cognitiva. Ô pessoalzinho problemático…..

  8. Eles mesmos vão denegrido desmoralizando uma instituição de nome, como é UNB, levando a um patamar degradante. Uma tristeza perceber como a política nas escolas têm destruído a qualidade das instituições.

  9. Mais um claro exemplo de como as universidades foram contaminadas pela ideologia esquerdista. Esse professor queria que a anta dilma continuasse seu desastroso governo que deixou 14 milhões de pessoas sem sua dignidade.

  10. A Disciplina ministrada deveria ter como título: "Como implantar o Stalinismo no Brasil; a utilização da democracia inocente e o dinheiro do contribuinte otário como caminho para a implantação de um totalitarismo marxista corrupto; ou – a propaganda nazi-facista na universidade, a busca da doutrinação bolivariana desmedida em favor do projeto de poder lulopetista para terceiro reich, digo, mandato vitalício, independente das questões éticas e morais".

    1. Torço para que sim. Prefiro universidades ensinando equações, leis e funcionamento de células do que ensinando marxismo chulé.

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Política

Governador assina decreto de criação da APA Dunas do Rosado

O governador Robinson Faria assina nesta quinta-feira, 21/02, o decreto para a criação da Área de Proteção Ambiental (APA) Dunas do Rosado. A solenidade acontecerá às 9h, na sede do Idema, no Tirol.

Localizada no Pólo Costa Branca com território distribuído entre os municípios de Areia Branca e Porto do Mangue, Dunas do Rosado tem área total de 16.593,76 ha e abriga biomas da caatinga, campos dunares, tabuleiros costeiros e estuários, em um cenário paradisíaco.

 

 

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Judiciário

Cartorário diz que preparou escrituras de venda de sítio a Lula

Em depoimento como testemunha de acusação no processo da Operação Lava Jato referente ao sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), que tem entre os réus o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o escrevente cartorário João Nicola Rizzi confirmou ao juiz federal Sergio Moro que preparou minutas de escritura em que o petista e sua falecida mulher, Marisa Letícia Lula da Silva, figurariam como compradores da propriedade. Em depoimentos durante a investigação, Rizzi já havia tratado do assunto.

Conforme um dos documentos, datado de 2012 e apreendido no apartamento de Lula em São Bernardo do Campo, a venda do sítio seria feita ao ex-presidente e Marisa, por 800.000 reais, pelo empresário Fernando Bittar, ex-sócio de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do casal. Segundo o cartorário, a minuta de escritura foi elaborada por ele no 23º Tabelionato de Notas a pedido do advogado Roberto Teixeira, compadre do petista.

Rizzi relatou prestar serviços com frequência a Teixeira, que é especializado em direito imobiliário, e que foi ele quem produziu a escritura do sítio Santa Bárbara quando Bittar e Jonas Suassuna, também próximo a Lulinha, compraram a propriedade, em 2010.

Ainda conforme João Nicola Rizzi, ele voltou a preparar duas minutas de venda do sítio em 2016, também a pedido de Roberto Teixeira. Em um deles, figuravam como vendedores de “um quinhão de terras” do sítio Bittar e sua esposa, Lilian, em uma transação no valor de 1.049.500 reais (veja aqui o documento). Na outra minuta de escritura, no valor de 662.150 reais, o vendedor de outro “quinhão de terras” na propriedade seria Suassuna (veja aqui o documento). Em ambas, os nomes dos compradores estão em branco.

Segundo o depoimento de Rizzi, contudo, Teixeira lhe disse que os espaços seriam preenchidos com os nomes de Lula ou de Marisa Letícia. O compadre do ex-presidente ainda teria orientado o cartorário a lhe entregar os documentos pessoalmente, e não enviá-los por e-mail, como era de costume. Nenhuma das minutas produzidas pelo escrevente foram formalizadas e, portanto, o imóvel nunca esteve no nome do petista.

Segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), que baseia o processo sobre o sítio de Atibaia, as empreiteiras participaram de um “consórcio” que construiu benfeitorias na propriedade, equipada com piscina, churrasqueira, campo de futebol e um lago de peixes, ao custo de 1 milhão de reais. O dinheiro, sustentam os procuradores, foi destinado a Lula como propina de contratos da Petrobras.

A parte da Odebrecht nas propinas teria vindo de 128 milhões de reais de vantagens indevidas em quatro contratos com a Petrobras. No caso da OAS, o dinheiro teria sido contabilizado em vantagens indevidas de 27 milhões de reais pagas sobre três contratos. As duas empreiteiras teriam pago, juntas, 870.000 reais das obras.

A suposta “contribuição” da Schahin às obras no sítio no interior paulista, de 150.500 reais teria sido repassada por meio do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula, e retirada de propinas pagas pela empreiteira no contrato de operação, pela empreiteira, do navio-sonda Vitória 10.000, da Petrobras.

Além de Lula, Rogério Aurélio Pimentel e Fernando Bittar, respondem à ação penal o pecuarista José Carlos Bumlai, os empreiteiros José Adelmário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, Marcelo Odebrecht e Emílio Odebrecht, o ex-executivo da OAS Agenor Franklin Magalhães Medeiros, os ex-executivos da Odebrecht Alexandrino Alencar, Carlos Armando Guedes Paschoal e Emyr Diniz Costa Júnior, o ex-engenheiro da OAS Paulo Roberto Valente Gordilho e o advogado Roberto Teixeira.

Segundo Léo Pinheiro, Lula pediu a ele que cuidasse da reforma do “seu” sítio em Atibaia. A propriedade está registrada em nome de um sócio de Fábio Luís da Silva, filho do ex-presidente

 

 

VEJA

Opinião dos leitores

    1. Todos são mentirosos
      Menos o Lula
      Ninguém presta só o Lula presta
      Kkkkk MILITONTOS

  1. Eu tinha um tio que ficava da cor que o Lula ta quando tomava uma latinha de cana antes do almoço.

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