A Crusoé noticia que Jair Bolsonaro voltou a defender a liberdade de imprensa, na comemoração do Dia do Exército:
“Prezados integrantes da mídia, em que pesem alguns percalços entre nós, nós precisamos de vocês para que a chama da democracia não se apague. Precisamos de vocês cada vez mais.”
Enquanto isso, o democrata Fernando Henrique Cardoso e o democrata Fernando Haddad não se manifestaram.
O Presidente Bolsonaro está certo em reconhecer os méritos e que o bom entendimento com a imprensa. é fundamental. Entretanto, precisamos entender o quanto a chamada grande imprensa foi injusta e , até mesmo, cruel com ele durante a campanha eleitoral. Daí o desgosto dele, penso. Mas agora parece ter superado a mágoa. Muito boa esta notícia.
Para os bolsominions só existem dois tipos de pessoa: bolsominion ou petista.
Se a pessoa não apoiar o ídolo deles é porque é petista, comunista etc.
São ignorantes mesmo.
Não adianta perder tempo argumentando.
E pra petista, quem não for de esquerda é pq é machista, racista, homofóbico, fascista, entreguista e quer mandar pobres para câmara de gás.
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Presidente Jair Bolsonaro(PSL) destacou nesta quinta-feira(18) a queda no número e homicídios no Brasil nos dois primeiros meses do ano. Através da rede social Instagram, disse que apesar da boa redução, o país ainda tem que “avançar muito”, em referência a área da Segurança.
Depois de picos no números de homicídios em um ano, ê entendível que caia. Um exemplo, extremo para se compreender isso é se vc arrasa com toda uma cidade, no ano seguinte não haverá mortes. Morreu um monte de jovem metido com drogas nos últimos anos. Chega a um ponto que esse estoque demográfico, social e etário se reduz muito. E ninguém morre duas vezes.
Agoara acabou a proteção que os partidos de esquerda e direitos deshumanos davam aos bandidos. Polícia voltara a ser polícia e bandido voltará a correr ou se esconder enquanto puder!
PRIVATIZE TUDO. REDUÇÃO DO ESTADO. ESTADO INCHADO. PRIVATIZAÇÃO. ESTADO HIPERTROFIADO. ESTADO GASTA MUITO E GASTA MAL. ESTADO GASTA MAIS DO QUE ARRECADA. ESTADO GASTADOR.
O presidente Jair Bolsonaro ficou na chuva durante cerimônia no quartel-general do Exército, em Brasília, nesta 4ª feira (17.abr.2019). A solenidade foi em comemoração ao Dia do Exército.
O DISCURSO DO PRESIDENTE
O presidente discursou no evento. Elogiou o Exército, que, “nos momentos mais difíceis da nossa nação, sempre esteve ao lado do nosso povo. Exército que respira e transpira democracia e liberdade”, segundo o presidente.
O presidente voltou a defender a proposta de abrir colégios militares nas capitais de Estados que ainda não tenham.
Ele também disse que o Brasil “mudou e está melhor” e que isso se deu “por intermédio de pessoas de responsabilidade que ocupam momentaneamente, pois somos passageiros, postos de destaque, farão com que nós cheguemos realmente ao local que todos merecemos estar”, declarou.
OS PRESENTES E OS HOMENAGEADOS
Além de Bolsonaro estiveram presentes no evento o vice-presidente Hamilton Mourão e os ministros Fernando Azevedo e Silva (Defesa), Ernesto Araujo (Relações Exteriores), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), Tarcísio Freitas (Infraestrutura), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Wagner Rosário (Controladoria Geral da União).
Foram agraciados com a medalha da Ordem do Mérito Militar e Medalha do Exército Brasileiro:
ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil);
ministro Ernesto Araujo (Relações Exteriores);
ministro Tarcísio Freitas (Infraestrutura);
ministro Wagner Rosário (Controladoria Geral da União);
ministro Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia);
ministro Osmar Terra (Desenvolvimento Social);
Davi Alcolumbre, presidente do Senado;
Edson Fachin, ministro do STF;
Rogério Marinho, secretário especial de Previdência;
Eduardo Bolsonaro, deputado federal;
Esperidião Amin, senador;
Reguffe, senador;
Armando Monteiro, ex-senador;
Ricardo Ferraço, ex senador.
Muito parecido com o "governo do povo" quando seus líderes, "representantes do pobres" não ficavam nem perto de uma chuva e quando tinha que andar no sol, havia um funcionário segurando o guarda chuva para a excelência.
Muito parecido com aqueles que dizem "lutar pelo povo" mas fazem questão de viajar em classe executiva nos aviões e só se hospedam em hotéis 5 estrelas, restaurantes caríssimos, cercados de uma, duas centenas de assessores.
Quanto foi mesmo que o governo pagou em 01 ano a um cabeleireiro responsável pela madeixas da ex presidenta?
O presidente Jair Bolsonaro falou pela primeira vez nesta sexta-feira (12) sobre a morte de Evaldo dos Santos Rosa, de 51 anos. Rosa foi morto pelo Exército no domingo (7), no Rio, quando o carro que dirigia foi alvo de pelo menos 80 tiros de fuzil disparados por soldados do Exército. Os militares dizem que confundiram o carro com o de criminosos.
“O Exército não matou ninguém, não. O Exército é do povo e não pode acusar o povo de ser assassino, não. Houve um incidente, uma morte.”
Em Macapá, em evento para a inauguração do aeroporto local, Bolsonaro disse ainda lamentar “a morte do cidadão trabalhador, honesto, e está sendo apurada a responsabilidade. No Exército sempre tem um responsável.
“Não existe essa de jogar para debaixo do tapete. Vai aparecer o responsável”.
Ele prosseguiu: “Uma perícia já foi pedida para que se tenha certeza do que realmente aconteceu naquele momento e o Exército, na pessoa de seu comandante, vai se pronunciar sobre este assunto e, se for o caso, eu me pronuncio também. Nós vamos assumir a nossa responsabilidade e mostrar o que realmente aconteceu para a população brasileira”.
Bolsonaro só havia se manifestado sobre o tema por meio do porta-voz. Na terça, Otávio Rêgo Barros disse que esperar que o caso fosse esclarecido “rapidamente”.
Exército
O Exército inicialmente tratou Rosa como assaltante. Depois, determinou a prisão em flagrante de dez dos 12 militares ouvidos, “em virtude de descumprimento de regras de engajamento”. A Justiça manteve nove deles presos. Na quarta-feira (10), a Força lamentou a morte do músico e disse “jamais” admitir ou compactuar “com eventuais condutas” que conflitem com o compromisso de “absoluto respeito à dignidade humana”.
O músico morreu por volta das 14h40 de domingo, quando dirigia seu carro pela Estrada do Camboatá, em Guadalupe, Zona Norte do Rio. No veículo, estavam também a esposa, o filho, de 7 anos, e o sobro do músico, além de uma amiga da família. Os sobreviventes disseram que que estavam indo a um chá de bebê.
Repercussão
A exemplo de Bolsonaro, o governador Wilson Witzel (Rio) também não falou sobre a morte de Rosa logo depois do crime. Na quinta-feira (11), classificou a ação como “erro grosseiro”.
Em entrevista à rádio CBN, nesta sexta (12), o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que, “sob forte pressão e sob forte emoção, ocorrem erros” como a ação que resultou na morte do músico no Rio.
Na quarta, o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, havia classificado o caso como um “lamentável incidente”.
“Art. 327 – Considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública.
§ 1º – Equipara-se a funcionário público quem exerce cargo, emprego ou função em entidade paraestatal, e quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da Administração Pública.
§ 2º – A pena será aumentada da terça parte quando os autores dos crimes previstos neste Capítulo forem ocupantes de cargos em comissão ou de função de direção ou assessoramento de órgão da administração direta, sociedade de economia mista, empresa pública ou fundação instituída pelo poder público.”
Quem mata são pessoas. O Exército é uma instituição formada por pessoas, que em sua absoluta maioria é pautada por princípios éticos e profissionais.
O casa trata sim de um incidente cometido por pessoas que integram o quadro de agentes públicos da instituição.
Que paguem pelos seus atos individualmente, conforme o princípio da intranscendência da pena.
Exército Brasileiro, braço forte, não amiga!
Se os policiais soubessem que se tratava de um inocente, não tinha sido desparado nenhum tiro certo?
Não faz parte do histórico do exército brasileiro, sair dando tiros a tortos e a direitos não! Por tanto é incidente sim, aliás caso muito parecido com o que vitimou o filho do deputado Benes.
Ninguém se engane: no Rio de Janeiro, de uns tempos para cá, tudo é razoável. Sobretudo a escassez de espírito crítico e bom senso, insumos fundamentais da escalada da corrupção e violência sem fim.
Quem matou o cidadão? Os principais suspeitos e únicos até agora, são alguns militares membros do Exército, e não a instituição Exército Brasileiro.
Quem matou Celso Daniel? Quem mandou matar Celso Daniel?
Quem planejou e financiou o atentado contra Bolsonaro?
O de Marielle foi bem depois e furaram a fila, vão investigar esse antes dos outros?
Eles fazem parte e representam a Instituição do Exército Brasileiro, apesar de treinados, são humanos e passiveis de erros e, terão que pagar no mais alto rigor…
De acordo com Instituto Surgentis, 72% dos entrevistados aprovam a gestão do pesselista, enquanto a desaprovação gira em torno dos 28%
Uma pesquisa online que buscava avaliar a gestão do presidente Jair Bolsonaro (PSL), a qual teve o resultado divulgado nesta quinta-feira (11/4), revela que, entre os entrevistados, a aprovação do pesselista chega em 72%, enquanto a desaprovação fica em 28%. É o que constatou o Instituto Surgentis, responsável pelo estudo.
A pesquisa foi aberta para a participação de internautas brasileiros entre os dias 6 e 9 de abril. De acordo com os pesquisadores, todas as Unidades da Federação foram representadas na amostra. A coleta de dados ocorreu por questionário online, com metodologia não-probabilística, chamada de “Snowball sampling” (literalmente amostra “bola de neve”). Nessa técnica, quem participa recebe um link ao final da entrevista para indicar outras pessoas que possam responder o questionário.
Os resultados se opõem aos recentes números dos institutos de pesquisa ao indicarem a queda na popularidade do titular do Palácio do Planalto. Estudo realizado pelo instituto Ibope revela que, entre fevereiro e março, a taxa de aprovação ainda alcança a maioria absoluta da população, mas está em tendência de queda forte. Em janeiro, 67% aprovavam o governo. No mês seguinte, o resultado foi 57%. Agora, chegou a 51%. Já a desaprovação, no mesmo período, foi de 21%, 31% e 38%, respectivamente.
Metodologia
Nas pesquisas tradicionais, ao vivo ou por telefone, com amostras probabilísticas (por sorteio) ou amostras por cotas, o objetivo é refletir como um “espelho” a composição demográfica da população. Nesses casos, tenta-se conhecer a opinião de toda população a partir da representatividade dos subgrupos populacionais dentro da amostra da pesquisa.
Já na metodologia empregada no estudo online do Instituto Surgentis, o objetivo é permitir o máximo de participação possível. Assim, a cada novo participante que convida seus conhecidos, a abrangência dos resultados aumentam. À medida que a amostra cresce, o acúmulo de dados se torna útil para a pesquisa. Mais de 7 mil pessoas participaram da recente amostra.
A técnica é apropriada para estudos de populações em redes sociais. Os resultados representam a opinião das pessoas que participam e são bons parâmetros para medir tendências de comportamentos – já que há mobilização de grupos de interesse e de pessoas engajadas para participar especificamente naqueles temas pesquisados.
O presidente Jair Bolsonaro, através do microblog Twitter, defendeu nesta quinta-feira(11) o direito de Danilo Gentili , apresentador e humorista do SBT, de criticar os políticos:
“Me solidarizo com o apresentador e comediante Danilo Gentili ao exercer seu direito de livre expressão e sua profissão, da qual, por vezes, eu mesmo sou alvo, mas compreendo que são piadas e faz parte do jogo, algo que infelizmente vale para uns e não para outros.”
Em 100 dias, o governo de Jair Bolsonaro cumpriu 1/5 das promessas feitas durante a campanha eleitoral. Dos 58 compromissos firmados no período e que podem claramente ser mensurados, 12 foram cumpridos em sua totalidade, de acordo com levantamento feito pelo G1. Outros quatro foram parcialmente atendidos, e 40 ainda não foram cumpridos. Dois compromissos não têm como ser avaliados no momento.
Essa é a primeira avaliação que o G1 faz das promessas de campanha de Bolsonaro durante os quatro anos de mandato. A ideia é medir até 2022 se o presidente cumpre o que prometeu na campanha para ser eleito.
O projeto “As promessas dos políticos” começou em 2015, com a verificação das promessas da então recém-reeleita presidente Dilma Rousseff. Desde então, o G1 já avaliou promessas de governadores e prefeitos. E agora começa um novo ciclo, com o presidente eleito em 2018. Os novos governadores serão avaliados mais para frente.
Na comparação com os ex-presidentes Dilma Rousseff e Michel Temer em 100 dias de governo, Bolsonaro cumpriu 12 das 58 promessas, Dilma, 5 das 55, e Temer, 3 das 20.
Foto: Igor Estrella/G1
O G1 levanta as promessas e separa tudo o que pode ser claramente cobrado e medido ao longo dos mandatos dos políticos. Ou seja, se uma promessa é muito genérica e não pode ser cobrada de forma objetiva, ela não entra no levantamento.
As seguintes promessas foram consideradas:
Promessas feitas durante a campanha, ou seja, o que o candidato promete em discursos, entrevistas, planos de governo, enquanto ainda não foi eleito.
Promessas entre a eleição e a posse, desde que elas não signifiquem uma redução do que foi prometido na campanha.
Promessas cumpridas
Das 12 promessas cumpridas, quatro são compromissos econômicos assumidos por Bolsonaro. Dois deles se referem a tributos – “Não aumentar impostos” e “Não recriar a CPMF” – e foram cumpridos porque não houve, de fato, aumento de impostos nem a volta da CPMF.
Outra promessa fala em “Reduzir alíquotas de importação e barreiras não tarifárias”. A redução foi feita para maquinários e equipamentos industriais e para insumos do setor químico nos primeiros 100 dias do governo. Além disso, entrou em vigor em março o acordo de livre comércio de automóveis e veículos comerciais leves entre Brasil e México.
A quarta promessa (“Fazer com que os preços praticados pela Petrobras sigam os mercados internacionais”) também foi cumprida porque a estatal manteve a política de repassar as variações de preços dos combustíveis no mercado internacional, adotando intervalos entre os reajustes e usando mecanismos de hedge.
Há ainda promessas cumpridas que são de cunho administrativo, como o fim do Ministério das Cidades, que foi absorvido pelo Ministério do Desenvolvimento Regional; a criação do superministério da Economia e a alteração da estrutura federal agropecuária, que envolveu a absorção de estruturas que antes estavam nas pastas do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Social e da Casa Civil pelo Ministério da Agricultura , por exemplo.
Outra promessa que envolve a máquina pública é a da diminuição do número de servidores comissionados. O decreto nº 9.725/2019, publicado no dia 13 de março, estabeleceu o corte de 21 mil cargos, funções e gratificações do Executivo. De forma imediata, foram extintos 159 cargos, além de 4.941 funções e 1.487 gratificações.
É possível ver todas as promessas cumpridas e seus andamentos na página especial do projeto.
O andamento por área
As promessas de cunho econômico são as mais numerosas entre os compromissos de Bolsonaro levantados pelo G1. As quatro cumpridas e já citadas representam 24% do total (17), mas a maioria (59%) ainda não foi cumprida pela gestão. O Ministério da Economia destaca que a prioridade no momento é a aprovação da reforma da Previdência e que apenas após este momento o governo vai focar em outras propostas, como a reforma tributária e a criação da carteira de trabalho verde e amarela, por exemplo.
Há também um grande número de promessas da área de segurança pública; a maioria ainda não foi cumprida. Das 10 promessas, nove não foram cumpridas e uma foi cumprida parcialmente, a que fala em “reformular o Estatuto do Desarmamento”.
De fato, um decreto assinado por Bolsonaro em janeiro facilitou a posse de armas no país. O texto do decreto permite aos cidadãos residentes em área urbana ou rural manter arma de fogo em casa, desde que cumpridos os requisitos de ‘efetiva necessidade’, a serem examinados pela Polícia Federal. Já o porte, que é a autorização para o cidadão sair nas ruas armado, demanda alteração legislativa. Ainda não houve mudança nesse sentido.
Algumas das promessas, como a que fala em “garantir excludente de ilicitude para policiais e civis”, dependem da aprovação do pacote anticrime enviado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, ao Congresso.
Veja o andamento das promessas por cada uma das áreas:
As promessas de Bolsonaro por área — Foto: Igor Estrella e Juliane Souza/ Arte G1
As promessas dos políticos
A primeira página colocada no ar foi a da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2015. Houve atualizações de 100 dias e de 1 ano das promessas feitas em campanha. Por conta do impeachment sofrido por Dilma em 2016, a página deixou de ser atualizada.
Na última atualização, feita com 1 ano de mandato, Dilma havia cumprido 6 das 55 promessas selecionadas pelo G1. Outras 24 foram cumpridas em parte. Além disso, 24 não foram cumpridas e uma não foi avaliada.
No caso do ex-presidente Michel Temer, a página levou em conta promessas específicas feitas por ele no documento “Uma ponte para o futuro”, em pronunciamento em maio após o afastamento de Dilma, no discurso de posse em agosto e em entrevista ao Fantástico.
Foram feitas medições aos 100 dias, no 1º ano de mandato, no 2º ano de mandato e ao final da gestão. Ele terminou o mandato com 7 das 20 promessas cumpridas. Três foram cumpridas em parte. As outras 10 não foram cumpridas.
Além dos presidentes, o G1 também acompanha as promessas de campanha dos governadores de todos os estados e do Distrito Federal e de todos os prefeitos das capitais.
Quais são os critérios para medir as promessas?
Não cumpriu ainda: quando o que foi prometido não foi realizado e não está valendo/em funcionamento.
Em parte: quando a promessa foi cumprida parcialmente, com pendências.
Cumpriu: quando a promessa foi totalmente cumprida, sem pendências.
Ou seja, se a promessa é inaugurar uma obra, o status é “cumpriu” apenas se a obra já tiver sido inaugurada; caso contrário, é “não cumpriu”. Se a promessa é construir 10 hospitais e 5 já foram inaugurados, o status é “em parte”. Se a promessa é inaugurar 10 km de uma rodovia e 5 km já foram entregues à população, o status é “em parte”.
Observação: há casos em que não é possível avaliar o andamento da promessa, e o status é dado como “não avaliado”.
Bolsonaro chega aos cem dias de mandato sem nada a comemorar: nenhuma realização concreta, más notícias no cenário econômico, falta de organização no governo, sem base de sustentação no Congresso e com a popularidade em franca erosão.
O que se viu nesse período inicial, longe de serem meras dificuldades de adaptação e conhecimento da máquina, foi um governo que não se preparou para assumir suas funções nem traçou um plano de prioridades estratégicas a perseguir nas diversas áreas.
Há propostas sim. Aliás, o artigo exatamente compara a consecução dessas propostas com governos anteriores. Já foram enviadas duas importantíssimas propostas ao Congresso. A diminuição da máquina pública (outra promessa de campanha) já foi iniciada e muitas outras medidas a esse respeito estão sendo divulgadas na mídia. Já foram anunciadas medidas para desburocratizar o país e aumentar a competitividade das empresas, inclusive uma proposta de reforma tributária. Mudanças no pacto federativo vêm por ai. Medidas de socorro financeiro aos estados e municípios, idem. Acho que vc não está vendo as notícias que estão sendo divulgadas. Ou então, só está prestando atenção nas bobagens que os inimigos do país vivem criando por ai para tumultuar o ambiente.
Estou aguardando os comentários dos petista Tico de Adauto, Cidadão indignado, entre outros… Bolsonaro sem ar$$$$ticulação, trabalhando pelo país.
Os petistas devem está ocupados assistindo o que suas lideranças fizeram ontem, dando mais um espetáculo deplorável, inútil e contra o Brasil na CCJ.
Tentando impedir a tramitação da reforma da previdência com imposição de gritos e obstrução dos trabalhos.
Vejam que contribuição valorosa as petistas deram ontem, pelo menos foram autênticas, demostraram que só sabem tumultuar, gritar, impedir e não tem absolutamente nada de produtivo.
Verdade. Espetáculo vergonhoso, exatamente aquilo que se espera dessa gente que não tem nada de positivo a oferecer ao país. Estamos no caminho certo. E devemos torcer a favor. Para o bem de todos inclusive dos petistas, é claro. Mesmo que eles não consigam enxergar isso.
Leonardo, para você, o que significa ser contra o Brasil?
Significa admitir a possibilidade alguém ser aposentado com cerca de R$400,00?
Significa favorecer os banqueiros, impondo à população a obrigação de aderir a um plano de previdência privada?
Significa impor à população padrões de previdência de nível europeu e norte-americano com a diferença que nesses países serviços essenciais, como saúde e educação, funcionam a contento e aqui não?
Pergunto ao amigo: porque o Governo Federal não inicia o processo de reformas pela área
tributária, taxando de cara os detentores das grandes fortunas? Porque o Governo Federal não desenvolve projetos que visem minorar o abismo social presente nesse país, onde um professor ganha cerca de R$3.000,00 e um magistrado R$30.000,00, ou seja, dez vezes mais?
Não acredite nessa balela de que a reforma previdenciária fará justiça, colocando ricos e pobres no mesmo bojo. Se por um lado os detentores dos altos salários PASSARÃO a ter como teto previdenciário o valor aplicado aos integrantes do regime geral (PRIVILÉGIO DE POUCOS), por outro, essas mesmas pessoas terão a vida inteira para se prevenirem quer por meio do acúmulo de capital, quer por meio do retorno de seus investimentos, fato que lhes permite os seus altos salários e remunerações.
De uma vez por toda, ACORDA BRASIL!
A petezada doente nada vai falar?
Oh povo escroto!
Por trás de muitos lulistas doentes está uma gratificação, um plano de cargos, ou coisa do tipo. Uma facilidade tem que ter, todas relacionadas ao dinheiro.
A decisão sobre a imputabilidade caberá ao juiz Bruno Savino, da Justiça Federal em Juiz de Fora, e é esperada para o fim deste mês ou início de maio.
Mas antes, ele deverá analisar a posição do presidente, por meio de seus advogados, e da defesa de Adélio, que busca provar que ele não tinha entendimento suficiente para saber que cometia um crime e não tinha capacidade de se conter ao tentar matar Bolsonaro.
Se a defesa conseguir essa façanha, Adélio só poderia ser punido com medidas de segurança — na prática, uma internação compulsória num hospital psiquiátrico, por tempo indeterminado.
A avaliação do MPF é mantida em sigilo, mas leva em conta todos os laudos psiquiátricos e pareceres psicológicos, que apresentaram conclusões diversas.
Em novo post, Jair Bolsonaro corrigiu informação que publicou mais cedo quanto à formação do novo ministro da Educação, Abraham Weintraub.
Comunico a todos a indicação do Professor Abraham Weintraub ao cargo de Ministro da Educação. Abraham é doutor, professor universitário e possui ampla experiência em gestão e o conhecimento necessário para a pasta. Aproveito para agradecer ao Prof. Velez pelos serviços prestados.
Nunca será justa essa reforma da previdência, a corda sempre tora do lado dos mais fracos. Onde já se viu pagar um BPC de 400,00 , o trabalhador rural contribuir durante 20 anos, uma viúva receber pensão de 60℅, dentre tantas outras crueldades que estão inseridas nessa reforma maléfica.
Esse "Ceará-Mundão" é entendido mesmo, tem comentários dele em tudo que é assunto e ainda é o comentário dele que tá certo, o de todos que descordam, estão errados.
É melhor ler isso do que ser cego, éccada uma que vou te contar.
Vamos fazer assim, quem quiser continuar com esse sistema furado que continue, agora nao é justo o cara passar a vida contribuindo para quando chegar na sua velhice falta dinheiro. Essa previdência era pra ser cada um paga o seu e pronto. Os caras falam da reforma trabalhista, pensa ai, foi feita um reforma branda e teve essa choradeira toda imagina se ela fosse pra deixar o Brasil competitivo. Minha gente investidor quer ganhar dinheiro e no Brasil só se ganha processos trabalhistas e burocracia.
É muito mimimi
Só apoio quando os militares e os políticos derem as suas contribuições! kkkkkkk
O regime geral da previdência social não tem nada a ver com a situação do regime próprio dos Estados. Não confundam, alhos com bugalhos. A situação do RN é singular. Nos últimos anos, o Estado optou por não fazer muitos concursos e/ou nomear servidores. Preferiu terceirizar. E o terceirizado recolhe sua contribuição direto para o INSS (regime geral). E o resultado está aí: menos contribuições para o RN e mais para a União, sem falar da proporção quase igual entre ativos e inativos. Estudem e pesquisem mais, antes de entrar nas redes sociais. Eu vou fazer o mesmo agora. Fui.
A aposentadoria já corre risco faz tempo: aposentados sem receber salários em dia em vários Estados; Estados endividados sem poder investir em saúde, educação, segurança pois a receita é usada em quase sua totalidade pra pagar folha salarial. Pra perceber isso, basta olhar a realidade de nosso RN. Sem a reforma, a tendência será a população continuar se aposentando cedo, mas sem efetivamente receber salário algum pois os Estados e União vão falir; muito menos segurança, atendimento médico, etc.
Essa é a realidade, simples, translúcida. Estamos todos vendo a situação dos estados e até mesmo do país. Vejam o RN. Ai o cara vem dizer que a reforma é desnecessária. É a velha turma que torce contra prá ver a desgraça do governo (e do país, é claro), pensando na próxima eleição. Essa cambada é a grande praga do Brasil.
Se não passar, não haverá dinheiro prá pagar sequer os salários dos servidores na ativa. O RN é um excelente exemplo da situação e não é o único. Déficit previdenciário na casa de 130 milhões e sem dinheiro para pagar duas despesas. Fornecedores sem receber, telefones de repartições cortados, servidores com vários meses de salários atrasados… E um bocado de sem noção fechando os olhos prá realidade e dizendo que a reforma é desnecessária.
O ajusto do Ex-deputado Marinho, que pretende fazer será igual o AJUSTO DA REFORMA DO TRABALHO, dizia após a reforma o BRASIL, estaria disponível dois milhões de empregos não chegou 500 mil empregos direto. CREBILIDADE ñ chegou para dá esse suporte, melhor renunciar essa SECRETÁRIA.
O presidente Jair Bolsonaro fez uma espécie de desabafo e um ‘mea culpa’ diante das dificuldades que o cargo impõe. “Desculpem as caneladas. Não nasci para ser presidente, nasci para ser militar”, disse em discurso no Palácio do Planalto para inauguração do Espaço de Atendimento de Ouvidoria da Presidência da República. Na quinta-feira, 4, o presidente também se desculpou pelas “caneladas” em reunião com presidentes de alguns partidos, segundo o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.
Nesta sexta-feira, 5, em tom de brincadeira, ele também afirmou que às vezes se pergunta o que fez para “merecer isso”. “Às vezes me pergunto, meu Deus, o que fiz para merecer isso? É só problema”, afirmou sobre a função de presidente da República, rindo, ao finalizar sua fala no evento de inauguração. Ele deu a declaração ao falar que não possui qualquer ambição e que não lhe “sobe à cabeça” o fato de ser presidente.
Depois do evento, ao ser questionado se o cargo é mais difícil do que pensava, o presidente negou e falou que “sabia das dificuldades por ser um País grande”. Ele justificou que existem “muitos vícios no Brasil”. Citou como fatores de preocupação a violência, a empregabilidade e a educação. Sobre a fala de que “não nasceu para presidente”, disse, aos risos, que “tem que se virar para não ser engolido”.
Questionado se os problemas mencionados no discurso estariam relacionados também às dificuldades no diálogo com parlamentares e partidos políticos, respondeu que “cada um vai defender seus interesses” e que “isso é natural”. “Temos que convencer o pessoal para mostrar a questão da (reforma) da Previdência. Se não aprovar agora, pelo menos grande parte, daqui dois a três anos vai faltar dinheiro para pagar quem está na ativa, vamos virar uma Grécia”, declarou na coletiva de imprensa.
O presidente voltou a admitir que a proposta de capitalização na reforma da Previdência poderá não ser aprovada pelo Congresso e deixar a proposta para outra oportunidade. Ele já havia falado sobre a possibilidade em café da manhã com jornalistas, pela manhã.
“Nós queremos aprovar o que está aí, mas se os parlamentares entenderem que está complicado, difícil de explicar agora, podem decidir deixar para outra oportunidade”, disse na tarde desta sexta a jornalistas. “A gente gostaria que a proposta enviada fosse aprovada na íntegra, mas com toda certeza vai ser aperfeiçoada por parte do parlamento”, minimizou Bolsonaro.
O presidente Jair Bolsonaro conversou com a imprensa nesta quarta-feira, 3, antes de deixar Israel rumo ao Brasil. Na pauta, a reforma da Previdência e a repercussão da sua viagem ao país. O voo dele deixou Israel às 3h20 (no horário de Brasília).
Bolsonaro disse que está no cargo de forma passageira e que o que o conforta é que não precisará ficar com esse “abacaxi” por muito tempo. A declaração foi dada ao ser questionado sobre se a sua visita a Israel teve relação com a eleição local. O primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, esteve com o brasileiro nos três dias de agenda oficial do presidente no país e, de forma inédita, até o acompanhou na visita ao Muro das Lamentações.
“De jeito nenhum, sou maior de idade, sexagenário”, disse, sobre a suposta intenção de impulsionar a campanha do líder local à reeleição. “Tenho uma grande afinidade com ele. É paraquedista como eu, é capitão também.”
Chamando Netanyahu de Netanael, como em outros momentos no país, Bolsonaro ressaltou que seu compromisso é com Israel. “Sabemos que Netanael é passageiro, daqui a pouco muda. Eu também sou passageiro no Brasil. Graças a Deus, né? Imagina ficar o tempo todo com esse abacaxi”, afirmou. “Com esse abacaxi, não, com essa quantidade de problemas nas costas. A gente vai tocando o barco”, corrigiu.
O presidente disse que qualquer que fosse sua decisão sobre a visita a Israel, seria criticado. “Sempre tem uma coisa: se não venho, estou contra Netanael. Se venho, sou a favor. Eu desejo boa sorte a ele à frente desse povo maravilhoso que é o israelense.”
Negócios com árabes
Após a reação de Autoridade Palestina e de embaixadores de países árabes no Brasil em relação ao anúncio do governo de que abrirá um escritório de negócios em Jerusalém, visto como um passo para transferir a embaixada do País em Israel de Tel-Aviv para a cidade, Bolsonaro disse que continua aberto a manter o comércio com os árabes.
“Não estamos no Brasil, eu, a minha situação, de procurar encrenca com ninguém. Eu quero é solução, todos aqueles que puderem fazer negócio conosco, da minha parte, vai ter todo carinho e consideração, mas tem que respeitar o Estado de Israel”, declarou durante entrevista coletiva antes de partir para o Brasil.
Ele disse que foi convidado a fazer visita a vários países árabes, inclusive os Emirados Árabes Unidos, mas que é preciso respeitar Israel. “Aqui o povo é soberano, tem o primeiro-ministro, que junto com seu Parlamento, toma decisões. Uma vez tomada a decisão, eu vou reclamar para o lado de lá? Não vou”, afirmou. “Respeito o povo palestino. Não posso concordar com grupos terroristas, aí complica. Se não iria contra a minha biografia, que combati esse pessoal da esquerdalha desde 70.”
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“O que torna uma arma nociva depende 100% das intenções de quem a possui. Defendo a liberdade, com critérios, para cidadãos que querem se proteger e proteger suas famílias. Leis de desarmamento só funcionam contra aqueles que respeitam as leis; quem quer cometer crimes já não se preocupa com isso”, disse o presidente Jair Bolsonaro, nesta segunda-feira(01), na rede social Instagram, ao criticar as lei de desarmamento.
O capitão, em resumo, defendeu a liberdade, com critérios, para o uso de armas por cidadãos que querem se proteger e proteger suas famílias.
Jair Bolsonaro buscou esclarecer hoje o envio de uma mensagem a ser lida nos quartéis no 31 de março, dia que marcou a tomada do poder pelos militares em 1964.
“Não foi comemorar. Rememorar, rever, ver o que está errado, o que está certo. E usar isso para o bem do Brasil no futuro”, disse o presidente.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), negou na noite desta terça-feira (26) que a aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que obriga o governo a executar todos os investimentos do Orçamento seja uma derrota para o Executivo e afirmou tratar-se, na verdade, de uma “vitória”.
A declaração de Maia foi dada após a aprovação da proposta, votada em dois turnos no mesmo dia, situação rara na Câmara. Geralmente há um intervalo de ao menos cinco sessões entre o primeiro e o segundo turno na análise de PEC. Foram 443 votos a favor, e 3, contra, na primeira rodada. Na segunda votação, foram 453 votos a favor, e 6, contra.
O texto ainda precisa ser analisado pelo Senado. Na Câmara, a votação se deu no auge de uma crise entre Maia e o presidente Jair Bolsonaro (PSL), conforme relatou a colunista Andreia Sadi. Segundo analisou o colunista Gerson Camarotti, a aprovação na Câmara representa uma derrota para o governo, por engessar o Orçamento federal. O texto dá pouca margem para o Executivo fazer remanejamentos.
“Não [foi uma derrota], foi uma vitória, porque o PSL votou a favor, o Eduardo [Bolsonaro] fez o discurso dizendo que ele e o Bolsonaro assinaram essa PEC”, declarou Maia.
Ao citar o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente, Maia se referia a uma declaração dada pelo parlamentar durante a votação, em que o parlamentar anunciou o voto favorável do PSL.
“Só queria deixar aqui a nossa posição favorável à PEC, parabenizar vossa excelência [Rodrigo Maia], que realmente é uma pauta que quando Jair Bolsonaro era deputado federal, ele e eu fomos favoráveis”, disse Eduardo, que completou falando em “relação harmônica entre os poderes”.
‘Fazer do limão uma limonada’
A líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselman (PSL-SP), apesar de não fazer críticas à aprovação, falou em “fazer do limão uma limonada”, depois de ter dado voto contrário à PEC.
“A Câmara é soberana, foi uma decisão de todos os líderes. Então não cabe aqui à líder do governo no Congresso fazer críticas à decisão, que é da Câmara, absolutamente soberana. Eu acho que em tudo dá pra gente fazer do limão uma limonada”, disse.
Polêmica entre Bolsonaro e Maia
A aprovação da PEC ocorre dias após uma polêmica envolvendo o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara sobre a quem cabe a articulação para aprovar a reforma da Previdência.
A proposta de reforma, enviada ao Congresso pelo Planalto, ainda não começou a tramitar na Câmara dos Deputados por enfrentar resistência dos partidos, incluindo o PSL, de Bolsonaro, que reclamam da falta de diálogo com o Executivo.
Rodrigo Maia, que tinha assumido a articulação política, tem exigido mais empenho do governo para estruturar a base aliada no Congresso e se irritou nos últimos dias com ataques nas redes sociais.
Enquanto Maia diz que o governo não pode “terceirizar” a articulação política, Bolsonaro diz que a responsabilidade pela aprovação da reforma é do Congresso e que ele “já fez a sua parte”.
Nesta terça-feira, após o colégio de líderes da Câmara incluir na pauta a votação da PEC, Rodrigo Maia negou que seja uma retaliação ao governo. Inicialmente, a proposta não estava incluída na pauta do plenário, semanalmente divulgada pela Câmara.
“A PEC é uma vontade de todos os líderes, inclusive o [líder] do PSL [partido de Bolsonaro] não ficou contra, restabelecendo prerrogativas do Parlamento. Não tem retaliação contra ninguém”, declarou o presidente da Câmara.
Orçamento de 2019
O Orçamento de 2019 prevê R$ 1,434 trilhões de despesas primárias. Deste total, 90,4% são despesas obrigatórias, e 9,6%, despesas não obrigatórias. Ao todo, estão previstos R$ 45 bilhões para o custeio da máquina pública.
Atualmente, o pagamento é obrigatório somente em parte das emendas individuais dos congressistas, as chamadas “emendas impositivas”.
Todo ano, deputados e senadores podem destinar recursos federais para obras e ações indicadas por eles no Orçamento.
Pelo texto da PEC, além das emendas coletivas (feitas por bancadas estaduais e das comissões), toda a parte de investimentos do Orçamento terá de ser executada.
Na prática, a proposta pode engessar o governo federal, que não terá espaço para remanejar despesas e terá que cumprir todo o Orçamento aprovado pelo Congresso.
Apresentada em 2015, a PEC já tinha parecer aprovado em uma comissão especial e estava pronta para ser analisada pelo plenário.
Segundo técnicos da Consultoria de Orçamento, a proposta não gera impacto fiscal.
Quando eram deputados Os Bolsonaros tambem eram contra a reforma da previdencia. Chega ao poder muda opiniao. Foi assim com Lula em 2003, q fez reforma previdencia no primeiro ano, mas em 2002 antes das eleicoes, PT era contrario a reforma. Qual ao PEC atual do orçamento é claro q é uma derrota. Mas pra dizer q nao houve derrota, vc manda a bancada apoiar. Para ingles ver. Jogo de cena. Hipocrisia.
Isso mesmo Presidente Bolsonaro, não queira jamais se igualar a esse bandidos petistas. Continue contrariando a esquerda, que o Senhor está no caminho certo.
Corretíssimo presidente. Só assim a reeleição desses ladrões não vai ter a interferência de dinheiro roubado do governo, se tiver que fraudar eleições, vai ser com o próprio dinheiro, ou de algum empresário, pra receber num roubo futuro, o que acho muito difícil que isso aconteça. Portanto, essa será a única vez na história desse país que as urnas não terão interferência de dinheiro roubado, e talvez tenha resultado mais aproximado do real.
É tanta honestitade que nem cabe no território brasileiro! Tem que espalhar sua bondade abrindo até as pernas, se Donald assim necessitar. Honestidade está sobrando, só ainda não vi onde, na família bolsonaro e no novo governo que nós tanto sonhavamos. Até agora só esperar, mas não para se aposentar!
Bolsonaro está com Inveja do Lula estar preso??? Kkkkk que piada das galáxias!
Inveja de bandido, Vitório???
Ensina a seus filhos a serem iguais ao Lula!
Esses petistas amam tanto o Luladrão, mas não ensinam a ética Lula aos filhos.
De fato, engana não.
Esse é o grande defeito dele, fala exatamente o que pensa.
Joga limpo, o que não é permitido na política brasileira.
BOLSONARO vai na contramão da velha e rabugenta política, com lisura, honestidade e transparência, sabe porque, o dinheiro que tá lá é pra gastar mesmo com a população, não pra desviar!
Mas vive criticando a imprensa. Demagogo!
Como eu consigo um emprego de papagaio defensor da esquerda e direita em sites? quero ficar postando comentários idiotas também… obrigado!
O Presidente Bolsonaro está certo em reconhecer os méritos e que o bom entendimento com a imprensa. é fundamental. Entretanto, precisamos entender o quanto a chamada grande imprensa foi injusta e , até mesmo, cruel com ele durante a campanha eleitoral. Daí o desgosto dele, penso. Mas agora parece ter superado a mágoa. Muito boa esta notícia.
Não tava defendendo a ditadura um dia desses ???
Petista detectado
Vindo de um Minion é um elogio, embora não seja petista…
A imprensa favorável a ele.
Petista detectado
Para os bolsominions só existem dois tipos de pessoa: bolsominion ou petista.
Se a pessoa não apoiar o ídolo deles é porque é petista, comunista etc.
São ignorantes mesmo.
Não adianta perder tempo argumentando.
E pra petista, quem não for de esquerda é pq é machista, racista, homofóbico, fascista, entreguista e quer mandar pobres para câmara de gás.