Economia

DITADURA CHAVISTA: Venezuela aumenta salário mínimo; valor é insuficiente para comprar 1kg de carne

Foto: Yuri CORTEZ/AFP

A ditadura chavista anunciou nesse sábado (1º) o aumento do salário mínimo na Venezuela. O salário base de 1,8 milhão de bolívares (US$ 0,63) passou a ser de 7 milhões (US$ 2,50). Com o benefício alimentação de 3 milhões de bolívares, o salário mínimo integral na Venezuela passou a ser de 10 milhões, o equivalente a US$ 3,50.

Com este valor não é possível comprar um quilo de carne, uma caixa de 30 ovos ou um quilo de queijo. Devido à ampla desvalorização da moeda local, a economia da Venezuela é informalmente dolarizada.

Gazeta do Povo

Opinião dos leitores

  1. Isso é feiki nius!!! A Venezuela do companheiro Maduro, é o maior país democrático da América Latina, tem o maior e melhor salário mínimos de todos, na casa dos milhões. Qdo. Lula voltar à presidência nós também teremos um salário mínimo de milhares de reais.

  2. Aqui no Brasil tá quase assim como a Venezuela, o quilo de um absurdo e salário mínimo uma merreca

  3. Só analista de política internacional altamente gabaritados por aqui. Se ser Venezuela é o que passamos na época do governo Lula, então venezuelemo-nos!!!! Hoje em dia está uma merda!!!

  4. Tá vendo? E os partidos vermelhos queriam trazem esse socialismo pra cá… E tu ainda vota neles??? Abre o olho… Tb estamos sabendo que a atual presidência sem partido não está fazendo e falando coisas boas… Abre o olho… Vamos votar em quem realmente pode conduzir este Brasil…

    1. Fácil resolver, tirem as sansões comerciais.
      Qlqr país seja ql for tiver essas sansões comerciais quebra

    2. Só não é Bolsonaro amigo, Bolsonaro é o pior presidente do Brasil de todos os tempos

    3. Quem? , Luciano Huck, Danilo Gentili… Junte todos os outros candidatos, juntos e não dará meio.

  5. Modelo de PTRALHA, eles amanhã Venezuela, mas na primeira oportunidade viajam para ORLANDO,ratos vermes PTralhas

    1. Lembrando que a Venezuela chegou a isso após um golpe militar de Hugo Chávez, sendo o governo dele elogiado pelo MINTO… Se o PT ganhar a próxima eleição, estaremos mais próximos de uma Argentina, que está com a população cada dia mais miserável…

    2. Esse mané e um mané mesmo, quem danado disse a esse rapaz que ele regula bem? Vai conversar besteira assim na China, um desocupado metido a Dr. Kkkkkkkk, cursou a Universidade do além.

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Diversos

‘Comer carne é um tipo de racismo’: a pesquisadora que questiona o modo como tratamos os animais

FOTO: GETTY IMAGES

O debate saiu de vez da mesa para ganhar novo significado na esfera do ativismo: a decisão de se acrescentar ou não um pedaço de bife no prato durante o almoço está cada vez mais entremeada de conotações políticas. Ela deixou de ser uma escolha pessoal para representar um posicionamento social — e o que comemos é o que define de que lado estamos nessa história.

“O movimento crescente de libertação animal através da comida se tornou um movimento típico de justiça civil”, afirma a pesquisadora Yamini Narayanan, professora sênior na Deakin University, em Melbourne, na Austrália.

“A discussão passou do bem-estar animal propriamente para um novo veganismo, mais prático e ativo, que deve ser entendido como hoje entendemos o feminismo, o antirracismo, e outros movimentos semelhantes de luta por uma política de antiopressão.”

Para a pesquisadora, a questão moral da nossa alimentação é crescente, e deve ganhar um maior papel nas discussões da sociedade nos próximos anos, incluindo novas leis e comportamentos éticos no que diz respeito à forma como tratamos os animais que comemos.

“A comida é e sempre foi profundamente política. O apelo agora é reconhecer essa política animal também como uma parte dos direitos civis desse discurso”, ela diz.

Para Narayanan, essa deverá ser uma bandeira cada vez mais empunhada por progressistas e ativistas que pregam igualdade na sociedade.

A entidade Peta (“Pessoas Pelo Tratamento Ético de Animais”, na sigla em inglês), por exemplo, escolheu o especismo como um dos principais alvos de suas mais recentes campanhas, em uma notável tentativa de atrelar o que chama de “crença ultrapassada de que os seres humanos são superiores a todas as espécies animais” aos fervilhantes protestos do Black Lives Matter que tomaram as ruas dos EUA e de outros países, em um levante contra a supremacia branca.

O que o grupo busca é estender essa discussão para “supremacia de raças”, numa defesa irrestrita do veganismo, que passou a ser ressignificado nesse atual contexto político.

“O veganismo é tão antigo quanto é novo. É a primeira dieta da humanidade, mas também assumiu possibilidades muito renovadas agora que desfruta de um novo sopro com adeptos dispostos a defendê-lo por outras questões mais amplas, como a da perspectiva do bem estar animal e de uma busca por maior igualdade entre espécies”, acrescenta Narayanan. Para ela, que é membro do Oxford Centre for Animal Ethics, um dos mais respeitados órgãos de ética animal do mundo, essas questões estavam adormecidas nesse discurso, e agora despertaram.

FOTO: GETTY IMAGES

Pela libertação animal

Foi a partir dos anos 1970 que teorias como a da Ecologia Profunda passaram a pregar um entendimento ecológico não antropocêntrico, ou seja, que não reconhecia o status privilegiado dos seres humanos em relação aos outros seres vivos. Nessa mesma década, o filósofo Peter Singer lançou Libertação Animal, uma das obras seminais da discussão sobre os direitos animais, que argumentava contra o especismo, ou a discriminação contra os seres baseadas apenas no fato de eles pertencerem a uma dada espécie.

“O termo especismo começou a ser usado frequentemente, e hoje de maneira mais ampla, para ser combatido como se combate o sexismo e o racismo”, explica o pesquisador e doutor em demografia José Eustáquio Diniz Alves.

“Ainda falta muito para que possamos reconhecer especismo como crime, é claro, mas há legislações bastante avançadas (da Europa a países como a Nova Zelândia) em direção ao bem-estar animal, reconhecendo legalmente as demais espécies como seres sencientes (capazes de sofrer ou sentir prazer ou felicidade)”, explica. “Para o mundo ser um local mais justo e harmonioso, não basta ser antissexista e antirracista é preciso ser antiespecista”, afirma.

Narayanan concorda. Quando deixou Nova Déli para estudar as políticas urbanas e suas intersecções entre especismo, racismo e até o casteísmo tão presente na sua Índia natal, ela não tinha a dimensão filosófica e política do que representava uma dieta de consumo animal em seu país. Entendia, claro, o papel da vaca e a simbologia religiosa que o animal sagrado sempre teve no hinduísmo predominante na Índia. Mas nunca tinha refletido mais a fundo como isso ajudou a constituir as diferenças sociais tão descomunais na sociedade indiana.

Na sua origem, o hinduísmo védico (a base da religião hindu hoje presente principalmente em países asiáticos) não proibia o consumo de carne. “Mesmo os brâmanes (sacerdotes, magos e filósofos) comiam carne e tomavam leite, ainda que a vaca já fosse considerada sagrada”, afirma.

No processo de independência da Índia, em 1947, a questão da proteção das vacas permaneceu tão volátil que em 1950, quando a Constituição do país foi redigida, a proteção desses animais, entendida especificamente como uma proibição de abate, foi inserida como uma recomendação (já que não poderia ter o peso de lei pela Índia ser uma república secular) para apaziguar os nacionalistas hindus, que queriam garantir que o país fosse gerido sob suas crenças.

“A vaca foi uma das armas que utilizaram para tentar conseguir impor sua religião, sua posição na sociedade. Ela sempre foi enfatizada como uma espécie de Mãe ou Deusa hindu, e seus matadores, que eram tipicamente muçulmanos pobres ou hindus de baixa casta, tornaram-se os ‘outros’ dentro da sociedade”, explica a pesquisadora.

Segregação alimentar

Hoje, mais de 70 anos depois, segundo críticos e opositores, o governo nacionalista de Narendra Modi tenta reativar esse simbolismo, para impor a soberania hindu perante a outras religiões e castas.

“Há uma tentativa de criar um Estado hindu ‘puro’, a vaca se torna um veículo para aterrorizar aqueles que são vistos como não pertencentes à Índia Hindu”, acrescenta ela. O consumo de carne bovina pelos muçulmanos faz com que eles sejam vistos como violadores da própria nação hindu. Uma clara tentativa de usar o abate como uma forma de segregação.

“Acontece que a Índia é hoje um dos maiores abatedouros de vacas do mundo”, afirma a pesquisadora. Isso porque enquanto o consumo da carne do animal é proibido, o leite continua sendo uma fonte de alimento determinante para um país com 1,3 bilhão de habitantes. Quando as vacas usadas para dar leite ficam doentes, inférteis, velhas, ou nascem apenas animais machos, eles são abatidos — ainda que na Índia isso aconteça inteiramente no subsolo, na economia paralela.

“Em contraste com a carne que é hiperpolítica, o leite é visto de forma completamente apolítica, porque produtos derivados apenas de fêmeas vivas não estão relacionados com o abate na imaginação popular. No entanto, a realidade é que a indústria de laticínios também é uma indústria de abate”, explica.

Isso é visto por alguns como uma contradição para um país que prega a superioridade pelo simbolismo que o animal carrega. Para Narayanan, uma prova de que o racismo arraigado vai muito além do sistema de castas. A politização e o sagrado representado na figura da vaca só são levados em conta “para pregar uma ideia de supremacia racial, explorando uma outra espécie para isso”.

Narayanan defende que cada vez mais o que vai pautar as nossas relações com os animais é a transparência, já que vivemos uma era de a superconscientização. Todo o tipo de exploração animal virá à tona de uma maneira mais representativa na nossa sociedade, que será cada vez mais intolerante aos maus-tratos. “A forma como tratamos as outras espécies vai ser a tônica que vai definir nossa relação alimentar”, avalia.

Isso não significa que todo mundo vai deixar de comer carne, mas uma grande parte da população vai querer saber de onde vem a carne que come, como ela foi produzida. Produtores terão que investir em garantias de vigilância em suas fazendas para mostrar aos consumidores que seguem os preceitos de bem-estar animal.

“As pessoas já não aceitam que outras espécies possam ser submetidas a quaisquer tipos de tratamentos com a única finalidade de satisfazê-las. Esta questão moral é definitivamente crescente, e o veganismo é a melhor arma que muitos encontraram para combater essa ideia de discriminação, de opressão, de um tipo muito latente de racismo”, conclui.

BBC

Opinião dos leitores

  1. Para esse povo chato, imbecil, tudo é homofobia, tudo é assédio, tudo é misoginia, tudo é racismo. Que povo chato do c*****o! Vão tomar onde as patas tomam, vagabundos!

  2. Quando a Senadora do RN atacou com nos dentes, um pedaço de carne que segurava com as mãos, tal qual um animal feroz, sentada na mesa do Senado Federal, ela cometeu racismo ou apenas má educação.

  3. Ela poderia deixar de ser elitista, e viver em lugares degradantes, se solidarizando com aquelas populações esquecidas dessa esquerdalha. países africanos ela teria condições de expor e propagar suas teses, e assim tentar mudar a realidade de lá. Viver em países de 1o mundo e disseminar essas teorias só alimenta essa mídia acéfala esquerdalha e se promover, sem resultados práticos nenhum. Só palhaçada!

  4. Até comer carne é racismo, mas um preto que descrimina branco por ser branco, não é racismo.

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Judiciário

Caso Rhuan: assassina disse que carne do filho em churrasqueira tinha “cheiro bom”

FOTO: IMAGEM CEDIDA AO METRÓPOLES

A narrativa da curta vida do menino Rhuan Maycon da Silva Castro – morto cruelmente aos 9 anos, em maio de 2019 – teve fim na noite dessa quarta-feira (25/11), quando o juiz Fabrício Castagna Lunardi proferiu, no Tribunal do Júri de Samambaia, a sentença imposta às assassinas da criança. A mãe do menino, Rosana Auri da Silva, e a companheira dela, Kacyla Priscyla Santiago, foram condenadas a 65 e 64 anos de reclusão, respectivamente. Ambas cumprirão a pena em regime fechado.

Na sentença, a qual o Metrópoles teve acesso com exclusividade, estão expostos detalhes de um crime hediondo e “friamente premeditado”, conforme as palavras do magistrado. Eles serão contados pela primeira vez, visto que o processo correu, desde o início, em segredo de Justiça: razão pela qual o julgamento também correu a portas fechadas, no Fórum de Samambaia.

No documento, o juiz destaca a “frieza emocional, comportamento calculista e insensibilidade exacerbada” das rés, em especial de Rosana. Segundo o texto, desde o começo das investigações, a mãe de Rhuan teria prestado afirmações “permeadas de inverdades e incoerências”, além de usar “técnicas de manipulação e teatralidade, colocando-se na posição de vítima”.

A descrição desse traço de personalidade da assassina foi fornecida pelas equipes de médicos-legistas que atuaram no caso.

A ré [Rosana] não demonstrou arrependimento, remorso ou empatia com a vítima, o que evidencia um desvio de personalidade que deve ser valorado negativamente… O nível de perversidade da ré Rosana é tamanho que, ainda no local do homicídio, ao ser perguntada pelo delegado ‘Vocês comeram a carne da criança?’, respondeu a ele: ‘Não, mas o cheiro estava bom’

TRECHO DA SENTENÇA PROFERIDA PELO JUIZ FABRÍCIO CASTAGNA LUNARDI

As duas mulheres queimaram partes do corpo do garoto na churrasqueira da chácara onde a família morava, em Samambaia, na tentativa de se livrar do cadáver. A companheira de Rosana acendia o fogo enquanto a mãe degolava a criança ainda viva, depois de esfaqueá-la outras 11 vezes, segundo aponta o laudo dos legistas. Esse teria sido o ápice de toda uma vida de sofrimentos infligidos pelas duas mulheres ao garoto e a sua irmã.

Rhuan Maycon era impedido de ir à escola, alienado do convívio com o restante da família e obrigado a se mudar constantemente, visto que as duas mulheres fugiam da lei enquanto o pai das crianças desesperadamente buscava resgatar os pequenos. Pior, o garoto foi torturado e teve o pênis decepado numa falectomia caseira, um ano antes de morrer pelas mãos da mãe e da madrasta. Antes de fazer a cirurgia, as duas criminosas teriam pesquisado na internet “como extrair pênis e testículos”, segundo a sentença.

VEJA MAIS: Mãe e companheira são condenadas por esquartejar menino Rhuan Maycon; penas somam 129 anos

Sobre esse ato de crueldade, assim narrou o juiz: “A vítima sofria de dores lancinantes e desconforto prolongado ao urinar, desde o dia da lesão até a sua morte […] Ou seja, para urinar, a bexiga da vítima precisava encher muito, sendo que ela urinava por gotejamento, sentindo uma dor inimaginável, por um pequeno orifício”.

Com Metrópoles

 

Opinião dos leitores

  1. Dá um nó na garganta só de ler a matéria. É impossível não imaginar as dores que esse pequeno sofreu. Agora creio que ele está sendo consolado.

  2. Lendo uma matéria dessa, me vem por um momento um questionamento, quem somos nós e de onde viemos?
    Ficar muda, é o primeiro pensamento que vem, seguido de choro.

  3. Fizeram isso porque neste país de bosta as leis não servem pra nada,tivesse pena de morte ou perpétua,queria ver se não se borravam de medo.

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Diversos

Campeão baiano de jiu-jitsu morre após se engasgar com pedaço de carne

Foto: Arquivo Pessoal

O campeão baiano de jiu-jítsu, de 41 anos, Aldo Kemps Oliveira, morreu após se engasgar com um pedaço de carne, em Feira de Santana, cidade a cerca de 100 Km de Salvador, na segunda-feira (2). O enterro ocorreu nesta terça-feira (3).

Aldo estava almoçando com a filha, de 9 anos, quando o acidente ocorreu. Ele chegou a ser socorrido e levado pelo Samu para o Hospital Clériston Andrade, mas não resistiu.

O enterro de Aldo aconteceu no Cemitério São João Batista, que fica no bairro Mangabeira. Parentes e amigos participaram da celebração.

G1

Opinião dos leitores

  1. Caramba! Bem que os funcionários do restaurante poderiam ser capacitados para reconherecem os sinais de sufocamento (engasgo) e treinados a realizarem a manobra de Heimlich quando preciso. Ajudaria em casos semelhantes. Lamento pelo morte precipitada ?

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Saúde

China afirma ter encontrado coronavírus em carne exportada pelo Brasil

Foto: Touro, boi, vaca | Arquivo Google

Quase dois meses depois de a China ter dito que encontrara resíduos de coronavírus num lote de asas de frango importado do Brasil, as autoridades chinesas voltam a fazer a mesma afirmação — só que em relação à carne bovina exportada pelo Brasil.

Desta vez, as autoridades chinesas disseram ter detectado vestígios de coronavírus na embalagem de carne bovina numa inspeção feita no Porto de Dalian, um dos maiores do país.

A carne foi produzida pelo frigorífico Minerva, especificamente pela unidade localizada em Barretos (SP), cidade onde a empresa foi fundada há 96 anos. O Minerva é o terceiro maior produtor de carne bovina so Brasil, fica atrás somente da JBS e Marfrig.

A embaixada do Brasil em Pequim já foi comunicada oficialmente do caso.

De janeiro a julho, o Brasil exportou 1,1 milhão de toneladas de carne bovina. Isso significa um faturamento de US$ 4,7 bilhões. Desse total, 60% do faturamento vêm exatamente da China.

É importante pontuar que no caso do frango ocorrido há dois meses, em que as autoridades municipais de Shenzhen afirmaram ter encontrado a presença de coronavírus também na embalagem de produto exportado pelo Brasil, nunca ficou esclarecido exatamente o que aconteceu, pois a contraprova jamais foi mostrada às autoridades brasileiras.

Lauro Jardim – O Globo

Opinião dos leitores

  1. A China pode ser uma potência, mas não tem credibilidade pelo fato de não ser uma democracia. Lá tudo é censurado além do razoável.

  2. Eles querem difamar o Brasil pro mundo só pra comprar carne mais barato, vão se dar mal, temos um grande mercado interno.
    Tem covid19 na carne? Não comprem, continuem a comer carne de cachorro e tomar sopa de morcego.

    1. Ok, Vamos parar de produzir carnes, aí passariam a encontrar esse vírus nas embalagens de soja!!!
      Ou nos outros alimentos que têm aparência de carne, textura de carne e gosto de carne, mas é feito de vegetais cheios de aditivos para parecer carne, cheirar como carne e ter gosto de carne!
      Viva a filosofia organicista hipócrita!

    2. Que eu saiba esse vírus veio dos morcegos e nao da soja… Rs
      Assim como a gripe aviária, suína… Animais vivendo em condicoes péssimas facilitando a disseminaçao de doencas. É assim que funciona a pecuária!

      Entao continue consumindo proteína animal e destruindo o planeta para suas próximas geracoes, Armando!

  3. Não. Entendi nada. Encontraram vestígio de COVID na embalagem? Ou na carne bovina? Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa kkkkkk.

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Saúde

China diz que empresa no Brasil suspendeu venda de carne por vírus

Foto: Pixabay

A China, principal importadora de carne do mundo, disse nesta terça-feira (23) que um exportador de carne bovina do Brasil e uma fábrica de carne suína no Reino Unido suspenderam voluntariamente exportações devido a infecções pelo coronavírus.

Muitos países exportadores, como Brasil e Estados Unidos, têm visto milhares de casos de covid-19, a doença respiratória causada pelo vírus, entre trabalhadores em fábricas de carnes.

A brasileira Agra Agroindustrial de Alimentos suspendeu voluntariamente exportações de carne bovina à China depois de uma infecção pelo vírus entre sua força de trabalho, disse a Administração Geral de Alfândegas da China em seu site.

Em um comunicado em separado na rede social Weibo, o departamento acrescentou que a britânica Tulip também suspendeu embarques de forma voluntária em sua fábrica de carne suína de Tipton, em West Midlands, devido a um surto de covid-19.

A China ampliou inspeções sobre importações de carne após uma nova série de infecções pelo vírus em Pequim ter sido associada a um grande mercado de alimentos na capital.

Na semana passada, as alfândegas chinesas pediram a exportadores que assinassem declarações de que sua produção estava livre de contaminação pelo vírus.

Reuters

 

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Saúde

Como processadora de carne se tornou maior foco de Covid nos EUA

Com 3,7 mil trabalhadores, Smithfield é a quarta maior empregadora de Big Sioux e também o local do maior surto de coronavírus nos Estados Unidos' (Foto: BBC)

Em uma fábrica de processamento de carne de porco em Dakota do Sul, o surto do coronavírus se espalhou na velocidade de um incêndio florestal, levantando dúvidas sobre o que a empresa fez para proteger os trabalhadores.

Mas como um foco de covid-19, em um dos Estados menos densamente povoados dos EUA, se tornou o maior da primeira economia do mundo?

Na tarde de 25 de março, Julia abriu seu laptop e acessou um perfil falso no Facebook.

Ela criou essa conta quando ainda estava na escola, com o objetivo de seguir secretamente os passos dos garotos por quem estava apaixonada.

Mas desta vez, depois de muitos anos, ela estava entrando na conta novamente para cumprir um propósito muito mais sério.

“Você pode investigar Smithfield?”, escreveu em um perfil chamado Argus911, o canal de denúncias no Facebook do jornal local, o Argus Leader.

“Eles têm um caso positivo (de covid-19) e planejam permanecer abertos”.

Por “Smithfield”, ela quis dizer a fábrica de processamento de carne de porco Smithfield, localizada na cidade de Sioux Falls, no Estado de Dakota do Sul. Ela pertence ao grupo Smithfield Foods, com sede em Smithfield, na Virgínia, tido como o maior produtor de carne de porco do mundo. Em 2013, ela foi comprada pelo grupo chinês WH Group, no que foi considerada – e ainda é – a maior aquisição de uma empresa americana por um grupo chinês.

A fábrica, uma enorme estrutura branca de oito andares, localizada nas margens do rio Big Sioux, é a nona maior processadora de carne de porco dos Estados Unidos.

Um dos maiores empregadores da cidade

Ao operar com capacidade total, a estrutura é capaz de processar até 19,5 mil porcos recém-abatidos por dia, cortando, moendo e transformando-os em milhões de quilos de bacon, salsichas de cachorro-quente e presuntos fatiados.

Com 3,7 mil trabalhadores, é também a quarta maiora empregadora da cidade, de 182 mil habitantes.

“Obrigado pela denúncia”, respondeu a conta Argus911, “qual era o emprego do funcionário que teve diagnóstico positivo?”

“Não temos muita certeza”, respondeu Julia.

“Tudo bem, obrigado”, disse Argus911. “Entraremos em contato”.

Às 7h35 da manhã seguinte, o Argus Leader publicou um artigo em seu site intitulado “Um funcionário da Smithfield Foods testa positivo para o coronavírus”.

O repórter confirmou com um porta-voz da empresa que um funcionário havia contraído o vírus e estava cumprindo uma quarentena de 14 dias em casa.

Sua área de trabalho e outros espaços comuns foram “completamente desinfetados”.

Mas a fábrica, considerada pelo governo Trump como parte da “indústria crítica” americana, continuaria totalmente operacional.

“A comida é uma parte essencial de nossas vidas, e nossos mais de 40 mil trabalhadores americanos, bem como milhares de pequenos agricultores e nossos muitos outros parceiros da cadeia de suprimentos são uma parte crucial da resposta de nossa nação a covid-19”, disse Kenneth Sullivan, diretor da Smithfield, em um vídeo postado em 19 de março justificando a decisão de manter a fábrica aberta.

“Estamos tomando as precauções máximas para garantir a saúde e o bem-estar de nossos funcionários e consumidores”, acrescentou.

No entanto, Julia ficou alarmada.

‘Meus pais não sabem inglês. Eles não podem se defender’

“Há rumores de que houve casos antes mesmo disso”, disse ela. “Ouvi falar de pessoas da Smithfield, especificamente, que foram hospitalizadas. Mas isso só é sabido pelo boca a boca.”

Julia não trabalha na fábrica. Ela é uma estudante na casa dos 20 anos, isolada em casa depois que sua universidade foi fechada devido à pandemia de covid-19.

Foram seus pais, funcionários da Smithfield, que lhe disseram o que estava acontecendo na fábrica naquele dia.

Julia faz parte do grupo chamado “Filhos de Smithfield”, descendentes de imigrantes de primeira geração e cujos pais são funcionários da fábrica, que denunciaram o surto.

“Meus pais não sabem inglês. Eles não podem se defender”, disse Julia. “Alguém tem que falar por eles.”

Sua família, como muitas em Sioux Falls, fez todo o possível para evitar o contágio. Os pais de Julia usaram todas as suas férias restantes para ficar em casa.

Depois do trabalho, deixavam os sapatos do lado de fora e tomavam banho imediatamente. Julia comprou bandanas de tecido para eles, para que eles cobrissem a boca e o nariz enquanto trabalhavam.

Para Julia, alertar a mídia era apenas um passo lógico na tentativa de mantê-los em boa saúde, criando pressão pública para fechar a fábrica e fazer com que seus pais ficassem em casa.

O primeiro foco nos Estados Unidos

Mas isso foi apenas o começo de quase três semanas de ansiedade, durante as quais seus pais continuaram a frequentar uma fábrica que sabiam que poderia estar contaminada pois não podiam perder seus empregos.

Não havia distanciamento social. Eles trabalhavam a menos de 30 centímetros de distância um do outro e de seus colegas. Entravam e saíam de vestiários lotados, corredores e cafés.

Durante esse período, o número de casos confirmados entre funcionários da Smithfield aumentou lentamente, de 80 para 190 e depois para 238.

Em 15 de abril, quando a Smithfield finalmente fechou sob pressão do governo de Dakota do Sul, a fábrica havia se tornado o foco número um nos Estados Unidos, com 644 casos confirmados entre funcionários e pessoas infectadas por eles.

Descobriu-se depois que as infecções oriundas da Smithfield foram responsáveis por 55% dos casos confirmados no Estado, que ultrapassou em muito os vizinhos mais populosos, se consideramos os números per capita.

De acordo com o jornal The New York Times, o número de casos originários da Smithfield Foods até excedeu os relatados no USS Theodore Roosevelt, o porta-aviões que teve mais de 600 membros da tripulação infectados, e na cadeia do condado de Cook, em Chicago, onde houve mais de 300 casos.

Esses números foram divulgados um dia após a morte do primeiro funcionário da Smithfield, em um hospital local.

“Ele pegou o vírus ali. Antes, era muito saudável”, disse sua mulher Angelita à BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol.

“Meu marido não será o único a morrer”, acrescentou.

Microcosmo de disparidades

(mais…)

Opinião dos leitores

  1. Relato angustiante. Imaginem casos como este acontecendo aos milhões, em todo o mundo. Enquanto isso, os canalhas do Partido Comunista Chinês se divertem com a desgraça que desencadearam.

    1. Kkkkk
      Manda teu presidente cortar as relações com a China. Kkkkkk
      Uma mentira contada mil vezes nem sempre se torna verdade, gado!

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Polícia

No interior do RN, bandidos arrombam escola, roubam equipamentos, botijões de gás e carne da merenda dos estudantes

Foto: Ilustrativa

O portal G1-RN destaca nesta segunda-feira(16) que bandidos arrombaram no fim de semana uma escola pública na zona rural de Caicó, e roubaram equipamentos e até a carne que seria usada para o lanche dos estudantes. De acordo com a reportagem, o caso foi registrado por volta das 16h30 desse domingo (15), pela Polícia Civil, e aconteceu na Escola Estadual Francisco Pergentino de Araújo, no distrito de Laginhas.

Segundo a reportagem, os bandidos arrombaram as portas e invadiram a escola, levando duas caixas de som, dois botijões de gás de cozinha, um forno microondas, um notebook, um retroprojetor e a carne da merenda dos alunos.

Opinião dos leitores

  1. Insisto em dizer que a violência no RN atingiu níveis alarmantes , e o (des)governo nada faz. A população está refém da própria sorte…
    Fora Fátima!!

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Economia

Carne foi o principal componente que influenciou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2019

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

O principal componente que influenciou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2019 foi a carne, com impacto 0,86% no índice, que representou, também, o maior efeito individual no ano. No acumulado do ano, a alta ficou em 32,40%, sendo que a maior parte, 27,61%, se concentrou no último bimestre de 2019, o que foi o suficiente para que o IPCA fechasse o ano passado em 4,31%, a maior taxa desde 2016, e superior ao centro da meta de inflação de 4,25% fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Em dezembro, o indicador registrou a maior alta para o mês, desde 2002, de 1,15%, enquanto em novembro tinha sido de 0,51%.

Como a carne têm um peso grande no indicador, a influência é maior no índice. Somente em dezembro, os preços tiveram alta de 18,06%, que acabam refletindo em outros componentes do IPCA.

“Ela [carne] tem um efeito grande na parte de alimentação fora do domicílio, porque gera uma inflação de custos para bares e restaurantes, assim como, tem efeito também em outras proteínas e alimentos, como no caso dos pescados e frangos. As pessoas buscam substituir a carne por outros produtos e isso acaba encarecendo os preços também [dos outros produtos]”, explicou o gerente do Sistema Nacional de Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Pedro Kislanov da Costa.

Segundo Pedro Kislanov, o INPC, sem o impacto da carne, teria ficado em 3,54% no ano. “Nota-se que teve um efeito grande sobre o resultado, mas no final das contas, ele ficou muito próximo do centro da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional, que foi de 4,25%. O resultado do ano foi de 4,31%, então, ficou dentro do esperado pelo governo e pelo Banco Central”, observou.

No início do ano, o indicador também sofreu impacto de outro componente do grupo alimentação e bebidas. O feijão carioca acumulou elevação de 105% no primeiro trimestre. No fim do ano, os preços voltaram a subir e fecharam o ano com elevação de 55,99%. “Nos três primeiros meses do ano, a gente teve uma questão climática de excesso de chuvas, que prejudicou a colheita. Com isso, o feijão acumulou uma alta de 105% nos três primeiros meses. Depois ao longo do ano a gente observa deflação com uma segunda safra do feijão, mas no final do ano o feijão retomou uma trajetória de alta. Ficou com mais de 20% neste mês de dezembro, fechando o ano com quase 56% de alta”, disse, acrescentando que será preciso aguardar o mês de janeiro para ver se o produto mantém a trajetória na mudança do ano.

No grupo de transportes, que fechou com alta de 3,57%, os maiores efeitos foram com os ônibus urbanos (6,64%) e a gasolina (4,03%). No grupo habitação, o maior impacto foi o preço da energia elétrica, que acumulou alta de 5% em 2019, apesar de ter recuado em quatro meses do ano. De acordo com o IBGE, a mudança de bandeira tarifária influenciou o comportamento desse componente. Desde novembro, vigoram novos valores das bandeiras com a amarela a R$ 1,343, a vermelha patamar 1 em R$ 4,169, e a vermelha patamar 2 em R$ 6,243, a cada 100 quilowatts hora consumidos.

Planos de saúde

Os planos de saúde, com alta de 8,24%, foram um destaque no grupo Saúde e Cuidados Pessoais, que subiu 5,41%. Os planos de saúde têm um peso muito grande dentro do orçamento das famílias e acabaram fechando o ano com alta bem maior do que a alta do próprio IPCA. Em 2019, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autorizou um reajuste de até 7,35% nas mensalidades dos planos de saúde individuais.

De acordo com Pedro Kislanov, o único grupo a apresentar deflação foi o de artigos de residência, com recuo de 0,36%, causado pelas quedas dos preços de TV, som e informática de 4,41% e de mobiliário, de 1,21%.

Os dez itens mais representativos em termos de impactos de alta representam 59,16% do IPCA, entre eles as carnes, planos de saúde, energia elétrica, ônibus urbano, jogos de azar e gasolina. “A gente percebe muito a presença dos itens monitorados nas principais pressões tanto pela variação acima do índice geral, como também pelo peso no orçamento das famílias. Plano de saúde e energia elétrica são itens com peso maior no orçamento das famílias”, disse o analista do Sistema Nacional de Índices de Preços do IBGE André Almeida.

Previsão

Para o gerente do Sistema Nacional de Índices de Preços do IBGE, Pedro Kislanov, agora é preciso aguardar se em 2020 o comportamento dos preços será o mesmo. No caso da carne, no final de 2019 houve uma restrição na oferta no mercado doméstico, por conta do aumento das exportações, principalmente para a China. “A gente tem um ano todo aí pela frente. Podem ter diversas questões de demandas que podem influenciar os preços tanto da carne quanto dos outros produtos, então, não tem como fazer uma previsão neste momento”.

De acordo com Pedro Kislanov, ainda não se pode garantir que o resultado do IPCA tenha relação com a retomada da economia. Ele porém não afastou a perspectiva de influência em 2020. “Esse resultado do mês de dezembro foi muito influenciado pelas carnes, então, tem mais a ver com uma questão de oferta do que de demanda, que normalmente sinaliza uma retomada da economia. No entanto, a gente tem observado que os dados do PIB melhoraram, a gente teve uma redução da taxa de desocupação, então, pode ser que isso venha, de fato, gerar efeitos no IPCA de 2020”, disse.

O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980. O indicador se refere às famílias com rendimento de um a 40 salários mínimos, independentemente da fonte, e atinge dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.

Agência Brasil

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Economia

Preço da carne cai para o consumidor, diz Ministério da Agricultura

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está divulgando que a cotação da arroba (15 quilos) do boi gordo diminuiu de valor no final de dezembro, queda média de 15%. Conforme levantamento periódico do Mapa, a arroba do boi gordo estava cotada a R$ 180 no último dia 30. No início do mês passado, chegou a R$ 216.

Conforme o ministério, o preço da carne vai reduzir para o consumidor final. O cenário “indica uma acomodação dos preços no atacado, com reflexos positivos a curto prazo no varejo”, descreve nota que acrescenta que a alcatra teve “4,5% de queda no preço nos últimos sete dias.”

Segundo projeções do Mapa, a arroba vai ficar entre R$ 180 e R$ 200 nos próximos meses, dependendo da praça. A queda do valor interrompe a alta de 28,5% que salgou o preço da carne nos últimos seis meses. A perspectiva, porém, é de que o alimento não volte ao patamar inferior. “Estamos fazendo a leitura de que isso veio para ficar, um outro patamar do preço da carne”, avalia o diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Sílvio Farnese.

“Eu tenho certeza que o preço não volta ao que era”, concorda Alisson Wallace Araújo, dono de dois açougues e uma distribuidora de carne em Brasília. Segundo ele, no Distrito Federal, o quilo do quarto traseiro do boi estava custando para açougues e distribuidoras de carne R$ 13,50 há seis meses. Chegou a R$ 18,90 em novembro, e hoje está em R$ 17,70.

Estabilização dos preços

Há mais de uma razão para a provável estabilização dos preços em valores mais altos do que há um ano. O mercado internacional tende a comprar mais carne brasileira, os produtores estão tendo mais gastos ao adquirir bezerros e a eventual recuperação econômica favorece o consumo de carne no Brasil.

No último ano, beneficiado pela perda de rebanhos na China e pela alta do dólar, o Brasil ganhou mercado e vários frigoríficos foram habilitados para vender mais carne no exterior. Só em novembro, mais cinco frigoríficos foram autorizados pelos chineses a exportar carne. Em outros países também houve avanços. Mais oito frigoríficos foram aceitos pela Arábia Saudita no mesmo mês.

A carne brasileira é competitiva no mercado internacional porque é mais barata que a carne de outros países produtores, como a Austrália e os Estados Unidos, cujo o gasto de criação dos bois é mais oneroso por causa do regime de confinamento e alimentação. O gado brasileiro é criado solto em pasto.

O Brasil produz cerca de 9 milhões de toneladas de carne por ano, 70% é consumida internamente. Mas a venda para o exterior é atrativa para os produtores e pressiona valores. “A abertura de um mercado que comece a receber um produto brasileiro ajuda o criador na formação de preço”, descreve Farnese.

A alta recente dos preços do boi está viabilizando a renovação do gado quando o preço dos bezerros está valorizado. A compra dos bezerros é necessária para repor o gado abatido nos últimos anos, inclusive de vacas novilhas.

Além disso, em época de chuva, com pasto mais volumoso, os pecuaristas vendem menos bois e mantém os animais em engorda, o que também repercute na oferta e no preço do alimento. “Os criadores não se dispõem a vender porque têm alimento barato para o gado”, assinala o diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Sílvio Farnese.

O comerciante Alisson Wallace Araújo acredita que com a recuperação da economia e diminuição do desemprego, haverá mais demanda por carne ao longo do ano. “É uma crescente”, diz Araújo. Ele, no entanto, não acredita em alta nos próximos meses. Em sua opinião, o consumo de carne diminui em janeiro por causa das férias e gastos sazonais das famílias (como impostos e material escolar) e depois do carnaval por causa da quaresma (período em que os católicos diminuem o consumo de carne).

Agência Brasil

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  1. Quem tem que avisar ao consumidor é o supermercado. Naquelas placas que tem fixados preços. Ali sim.

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Economia

Arroba do boi gordo cai 15%, e preço da carne deve diminuir em janeiro

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O preço da carne, vilã da cesta básica nos últimos meses, deve começar a cair nas próximas semanas, segundo informou em nota o Ministério da Agricultura. O motivo é que o preço da arroba do boi gordo registrou queda média de 15% no mês de dezembro, segundo o Ministério da Agricultura.

“Esse recuo interrompe a alta de 28,5% contabilizada ao longo dos últimos seis meses nos principais mercados do país”, disse a pasta, em nota.

“Em Mato Grosso do Sul, o recuo foi de R$ 220 para R$ 190.”

A avaliação do diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento, Sílvio Farnese, é de que o cenário indica uma acomodação dos preços no atacado, com reflexos positivos no varejo no curto prazo.

Para ele, o comportamento dos preços se deve à regulação do mercado, com melhor equilíbrio entre a oferta e a procura.

“Para o consumidor, a redução dos preços deverá ser sentida nas próximas semanas, com a renovação de estoques por parte dos supermercados. Na última semana, já foi observada queda no valor de cortes de traseiro, que têm cotações mais elevadas e mais sensíveis às variações de demanda. Um exemplo é a alcatra que teve a maior desvalorização, com 4,5% de queda no preço nos últimos sete dias”, afirma a pasta na nota.

A tendência para os próximos meses, segundo Farnese, é de estabilização dos preços. “Não há margem para aumentos futuros”, disse.

R7, com Estadão

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Economia

Alta no preço da carne pressionará inflação só até fim do ano, prevê Banco Central

Foto: Holger Langmaier/Pixabay

A ata do Copom (Comitê de Política Monetária) divulgada na terça-feira (17) pelo BC (Banco Central) trouxe uma informação que pode representar um alívio para o brasileiro que não dispensa um pedaço de carne nas refeições do dia a dia.

A alta no preço da carne, impulsionada pelas exportações para a China, ficará concentrada apenas em novembro e dezembro de 2019, não impactando nas projeções para a inflação em 2020, afirma o documento, que explica quais foram as variáveis analisadas na última reunião do ano e traz pistas para o mercado fazer suas próprias projeções.

“Os economistas do Banco Central estão apostando que o reajuste no preço da carne é algo passageiro. E, de fato, é uma tendência natural de mercado que exista uma demanda muito grande em um determinado período e depois ocorra o desaquecimento”, diz Ricardo Teixeira, coordenador do MBA de Gestão de Financeira da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Para o economista, o Brasil tem condições de atender tanto o mercado interno quanto o externo. “O preço pode até subir um pouco nos próximos meses, mas depois vai estabilizar e ficará num nível administrável”, comenta.

No final de dezembro, o quilo da carne bovina era cotado a R$ 15,79, segundo levantamento feito pelo Cepea/Esalq/USP (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada).

Esse valor refere-se ao quilo da carcaça casada dianteiro (carne de segunda), traseiro (carne de primeira) e a ponta de agulha (costela).

Thiago Bernardino Carvalho, pesquisador de pecuária do Cepea, diz que 80% da carne produzida no Brasil é consumida pelo mercado interno.

“Em cada cinco bifes produzidos, quatro ficam por aqui. O aquecimento do mercado interno dependerá do fortalecimento da nossa economia”, afirma Carvalho.

O pesquisador conta que a oferta de carne bovina estava mais restrita no Brasil, principalmente no segundo semestre.

“Somada uma oferta restrita com uma demanda forte da China, consequentemente houve aumento nas exportações e gerou um reflexo por aqui.”

R7

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Economia

Por decreto, prefeito no interior do Maranhão põe quilo da carne com osso a R$12 e sem a R$15

Foto: Reprodução

O prefeito Francisco Clidenor (Cidadania), de Lago Verde, no interior do Maranhão, baixou decreto para fixar o preço da carne bovina nos açougues de sua cidade de cerca de 16 mil habitantes. Na canetada ele decidiu que a carne com osso não pode ser vendida acima de R$ 12 o quilo, enquanto a maciça não pode ultrapassar R$ 15.

O secretário de Fazenda do município Geyson Aragão explicou ao Estado que é uma ‘questão cultural’ somente dois preços para a carne bovina. E que todos os açougues do município – cerca de oito – cobram o mesmo preço.

“Nós sempre temos reuniões para definir a questão do preço”, disse Aragão. “Mas por meio de reunião, nunca de decreto”.

Ele se espantou quando soube da decisão, e afirma que está ausente do município por problemas de saúde. Por isso, não deu seu consentimento para a assinatura da medida. “Eu falei que ele (prefeito) não poderia ter feito isso por decreto.”

Geyson irá se reunir com o alcaide para sugerir a revogação da medida. “Até porque está sendo repercutido no Maranhão todo, mas ninguém está cumprindo no município.”

O secretário nega que os motivos para o aumento no preço da carne na cidade sejam os mesmos do restante do País. Isso porque Lago Verde se encontra numa região de fazendas com grandes rebanhos.

Geyson contou. “Conversei com os donos de açougue, e não está tendo boi. Os criadores não vendem a carne. E quando vendem, é com um preço alto. Por isso os açougueiros não conseguem baixar o preço.”

O decreto existe, afirma o secretário, mas o prefeito não tem poder para mandar fiscais aos açougues verificar se ele está sendo cumprido. “A população fala: ‘Vocês não têm moral, ninguém está cumprindo’. Só que não temos como.”

Fausto Macedo – Estadão

 

Opinião dos leitores

  1. Parabéns ao prefeito pois assim ele conseguirá duas coisas: aplausos da população incauta e que todos os munícipes de lá não comam carne, pois a carne será vendida fora daquele município…

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Economia

Bolsonaro diz que alta da carne se deve a entressafra e aponta queda do preço em breve

FOTO: FÁTIMA MEIRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que a alta do preço da carne se deve a uma combinação de entressafra com um aumento das exportações, e apontou para uma queda em breve, após a cotação do boi gordo atingir máximas históricas no país e pressionar a inflação.

“Estamos numa entressafra. É natural nessa época do ano a carne subir por volta de 10%, subiu um pouco mais devido às exportações”, disse Bolsonaro em transmissão ao vivo de vídeo pelo Facebook, ao lado da ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

O presidente acrescentou que em breve o preço vai cair, uma vez que os produtores estão investindo para aumentar a produtividade diante da maior demanda internacional pela carne brasileira.

O Brasil, maior exportador global de carne bovina, está vendendo cada vez mais para a China diante da alta da demanda chinesa, mas isso faz com que os consumidores brasileiros paguem mais pelo produto nos açougues do país.

Época Negócios com Reutters

Opinião dos leitores

  1. Engraçado que essa turma do bozonaro, não conta dos anos que passaram. Só conta o roubo do PT?
    Mas os que defendem estão andando com seus carros importantos, devendo até alma. Tomando café na Copenhagen, comendo no camarões, e pegue cheque especial!!!!

  2. O mito, moro e guedes são adorados pelos ricos e pelos pobres bestas. Eles todos comem carne todo dia, eu ovo.

    1. Kkkkkkk, se o povo não tá comendo carne é porquê a quadrilha do pt e seus comparsas roubaram e desviaram 900 bilhões de reais que poderiam ser entregues aos menos favorecidos, entretanto o moro já co seguiu recuperar desse desfalque, perto de 40 bilhões de reais. E isso, não sei como, mas com certeza vc não consegue ver.

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Diversos

China libera a importação de carne de 25 frigoríficos brasileiros

Foto: Reprodução

Em um momento em que alguns países europeus defendem a adoção de barreiras comerciais ao Brasil , por causa das queimadas na Floresta Amazônica , a China informou, nesta segunda-feira, que vai autorizar a importação de carnes de 25 novos frigoríficos brasileiros. A decisão foi tomada cerca de um mês antes da viagem do presidente Jair Bolsonaro àquele país.

Segundo o Ministério da Agricultura, do total de estabelecimentos autorizados, 17 são fornecedores de carne bovina. Também foram habilitados seis frigoríficos exportadores de frango, um de carne suína e um de asininos (mulas e burros).

Os chineses são os principais compradores de carnes do Brasil. Junto com Hong Kong, o pais importa 40% do total exportado pelos frigoríficos brasileiros.

Esses 25 estabelecimentos habilitados vão se juntar aos 64 frigoríficos brasileiros que já são autorizados a vender para o mercado chinês. Hoje, as vendas de carnes para a China oriundas do Brasil são estimadas em cerca de US$ 2,5 bilhões por ano.

Confira a lista

Carne bovina

Cooperativa dos Produtores de Carne e Derivados de Gurupi – Gurupi (TO)
Cooperativa dos Produtores de Carne e Derivados de Gurupi – Rio Maria (PA)
Frigorífico Redentor – Guarantã do Norte (MT) –
Minerva – Palmeira de Goiás (GO)
Minerva S/A – Rolim de Moura (RO)
Barra Mansa Comércio de Carnes e Derivados Ltda – Sertãozinho (SP)
Agroindustrial Iguatemi Eirelli – Iguatemi (MS)
Marfrig Global Foods – Tangará da Serra (MT)
Naturafrig Alimentos Ltda – Barra do Bugres (MT)
Marfrig Global Foods – Várzea Grande (MT)
Masterboi Ltda – São Geraldo Araguaia (PA)
Frigol – Água Azul do Norte (PA)
Plena Alimentos S.A – Paraíso do Tocantins (TO)
Agroindustrial de Alimentos S.A – Rondonópolis (MT)
Naturafrig – Rochedo (MS)
Vale Grande Indústria e Comércio de Alimentos – Matupá (MT)
Mercúrio Alimentos – Castanhal (PA)

Frango

Cooperativa Central Aurora Alimentos – Mandaguari (PA)
Coasul Cooperativa Agroindustrial – São João (PR)
Rio Branco Alimentos S.A – Visconde do Rio Branco (MG)
Gonçalves e Tortola S.A – Paraíso do Norte (PR)
BRF – Lucas do Rio Verde (MT)
Granjeiro Alimentos Ltda – Rolândia (PR)

Suínos

BRF S.A – Lucas do Rio Verde (MT)

Asininos
Nordeste Pecuária, Indústria e Comércio Ltda – Amargosa (BA)

O Globo

 

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Economia

Pernambuco veta entrada de carne do Rio Grande do Norte

O Rio Grande do Norte está proibido de comercializar carne com Pernambuco.  A Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária pernambucana (Adagro) está trabalhando para tornar o Estado livre da febre aftosa. Para isso, o órgão publicou, na semana passada, portarias proibindo a entrada de bovinos, caprinos e seus produtos advindos da Paraíba e do RN. A portaria começou a valer nesta terça-feira (15).

De acordo com informações publicadas no jornal Folha de Pernambuco, o RN e a Paraíba são os únicos Estados da região que ainda não conseguiram elevar seu status sanitário e, portanto, não podem comercializar produtos bovinos ou caprinos com nenhum outro da região Nordeste. Com intuito de fiscalizar a entrada de animais, o Governo estabeleceu onze barreiras sanitárias fixas nos limites entre os Estados, além de outros 18 postos móveis.

À reportagem da Folha de Pernambuco, a gerente geral da Adagro, Erivânia Camelo, afirma que, se os animais irregulares forem pegos na fronteira, serão devolvidos à origem; enquanto os apreendidos dentro do território pernambucano terão de ser sacrificados. As medidas de segurança sanitária visam tirar Pernambuco da classificação de “médio risco”, passando para “livre da febre aftosa com vacinação”.

Em 2012, o Governo de Pernambuco conseguiu autorização do Ministério da Agricultura para realizar a última etapa do processo, que é a coleta do sangue dos animais para exame que constate a ausência da doença.

Fonte: Tribuna do Norte, com informações da Folha de Pernambuco

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