Diversos

Oi vende rede móvel para consórcio formado por Tim, Vivo e Claro por R$ 16,5 bilhões

Foto da sede administrativa da Oi funciona no Leblon, Zona Sul do Rio, registrada em 2018 — Foto: Marcos Serra Lima/G1

O consórcio formado pela Tim, Vivo e Claro arrematou, na tarde desta segunda-feira (14), os ativos da rede móvel da operadora Oi por R$ 16,5 bilhões. O leilão foi realizado pela 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro e faz parte do plano de recuperação judicial da companhia iniciado em 2018.

Com o resultado do leilão, a Oi deve desaparecer do mercado de telefonia móvel brasileiro. Agora, ela detém apenas os ativos de infraestrutura e fibra, que ainda deverão ser parcialmente vendidos.

Com a Oi deixando de operar, as três gigantes telefônicas vão aumentar ainda mais a sua participação no mercado de telefonia móvel do Brasil, que passa a ser ainda mais concentrado. A participação da Tim salta de 23% para 32%, a Vivo de 33% para 37% e a Claro de 26% para 29%. Os outros 2% estão divididos entre pequenas operadoras regionais.

Este foi o segundo leilão de ativos da Oi para quitar as suas dívidas. O primeiro foi realizado no dia 26 de novembro e atraiu poucos interessados. Nele, foram vendidas as torres de telefonia e data centers da companhia por cerca de R$ 1,4 bilhão.

A Highline do Brasil, do grupo norte-americano de private equity Digital Colony, comprou a unidade de torres por R$ 1,067 bilhão – foi a única oferta apresentada para este ativo. Já a unidade de data centers foi arrematada pela Titan Venture Capital por R$ 325 milhões de reais, também única apresentada no leilão.

O plano de vender os seus ativos foi anunciado pela Oi no dia 15 de junho deste ano. Na ocasião, a companhia informou que iria dividir a empresa em quatro áreas para poder vendê-las. Na divisão, os ativos foram reunidos em Unidades Produtivas Isoladas (UPIs): Ativos Móveis, Torres, Data Center e InfraCo.

A UPI InfraCo reúne os ativos de infraestrutura e fibras e ainda deverá ser parcialmente vendida em leilão, ao preço mínimo de R$ 6,5 bilhões. No plano anunciado pela Oi em janeiro, a companhia disse que o futuro comprador ficará com 51% do capital votante.

Mais de R$ 12,2 bilhões de prejuízo em 9 meses

Entre janeiro e setembro deste ano, a Oi acumulou prejuízo de cerca de R$ 12,2 bilhões – foram três trimestres seguidos de queda. A expectativa é que a companhia encerre o 4º trimestre também com prejuízos.

O maior prejuízo foi registrado no 1º trimestre do ano, de R$ 6,25 bilhões. No 2º trimestre, o prejuízo foi de R$ 3,4 bilhões. Já no 3º trimestre, ele foi de R$ 2,6 bilhões.

Conforme o último relatório dos resultados financeiros, a Oi encerrou o 3º trimestre com uma dívida líquida de R$ 21.243 milhões.

Parte da dívida da companhia foi reduzida no dia 27 de novembro, logo após o primeiro leilão de ativos. Ela recebeu um desconto de 50% na dívida de cerca de R$ 14 bilhões devida à União.

O desconto foi aplicado graças à uma modificação aprovada pelo Senado na lei de falências, que permitiu que empresas em recuperação judicial possam quitar suas dívidas com descontos de até 50% e parcelamento em até 84 meses.

G1

Opinião dos leitores

    1. E Fake, ele teve um esquema na oi, ele não tem participação na Oi, na realidade ele tinha uma empresa que foi comprada pela OI, que não fazia nada e a Oi comprou por uma Bolada.
      Ele já botou esse dinheiro no bolso a muito tempo.
      Kkkkk
      Menino experto, puxou ao PAI!

  1. A gente já sofre com a telefonia celular na mão de quatro operadoras, imagine agora com somente três. Será que o CADE vai permitir?? Com a palavra o Ministério Público Federal.

    1. A Oi estava falida, não tinha outra alternativa, só a venda.

      Pôr outro lado, deveria ser outra empresa a entrar de fora, mais a telefonia móvel no Brasil e complexa e ao que muita gente pensa não é tão lucrativa, pra ser tem de ter uma abrangência nacional.

      Aí onde vem o problema, pra isso o país só suporta 2 a 3 operadoras .

  2. Eu queria tb ter um desconto desse de 50% das minhas dívidas como o Oi teve. Será q seu eu for conversar com os senadores, como a Oi foi, eu consigo?
    É o capitalismo e neoliberalismo dos imbecis. Ainda tem gente pra defender isso. O lucro é privado, mas o prejuízo é socializado.
    Bandidos.

  3. Concentração de mercado.Antes tínhamos 4 empresas de telefonia móvel, agora só 3.

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Economia

Oi acerta venda de operação de celular para Vivo, Claro e Tim

Foto: Divulgação

A Oi acertou a venda de sua operação de celular para o consórcio formado por Vivo, Claro e Tim por R$ 16,5 bilhões. A companhia acaba de divulgar um fato relevante sobre o assunto.

A Oi está em recuperação judicial e não pode finalizar o negócio até realizar um leilão de ativos. O consórcio formado pelos concorrentes, no entanto, vai ter preferência e poderá cobrir qualquer outro lance que eventualmente aparecer.

No jargão técnico, esse passo do processo é chamado da escolha do “stalking horse”.

A conclusão da operação também está sujeita ao aval das autoridades de defesa da concorrência. O negócio gera preocupação de que os concorrentes Vivo, Claro e Tim fatiem os clientes da Oi.

O presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Alexandre Barreto, já disse em entrevista à CNN que o negócio será avaliado com atenção e que pode reduzir a concorrência no leilão de 5G.

O consórcio formado por Vivo, Claro e Tim ofereceu R$ 16,5 bilhões pela operação de celular da Oi, superando a oferta de pouco mais de R$ 15 bilhões feita pela novata Highline, que pertence ao fundo americano.

O anúncio ocorreu na véspera da assembleia geral de credores da Oi, marcada para esta terça-feira (8). Conforme uma fonte próxima à empresa, o objetivo é mostrar aos credores que tem uma proposta firme e já negociada, que precisa apenas da aprovação das autoridades.

A Oi precisa dos recursos para pagar suas dívidas e para tentar recuperar a empresa, alterando seu foco. Ao invés de celular, a empresa pretende focar na fibra ótica. Antes da crise, a companhia recebeu o apoio do BNDES para se tornar a “super tele” nacional.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

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Diversos

Claro, Oi, TIM ou Vivo: qual operadora tem a melhor internet no celular?

antena-celular-telecom-torre-700x467A OpenSignal, empresa que analisa a qualidade das operadoras móveis ao redor do mundo, publicou nesta terça-feira (26) um relatório para mostrar a situação do 4G no Brasil. De acordo com os dados coletados entre fevereiro e abril de 2016, a Vivo apresenta a maior velocidade média de internet móvel entre as operadoras brasileiras, repetindo o feito do relatório anterior.

A Vivo teve aumento de 20% na velocidade, passando de 15,3 Mb/s para 18,6 Mb/s no 4G, enquanto a TIM caiu ainda mais, de 10,3 Mb/s para 8 Mb/s, sendo a última colocada no ranking. Ainda assim, as duas operadoras estão empatadas na disponibilidade de sinal: em média, os assinantes ficam aproximadamente 56% do tempo conectados ao 4G, à frente de Claro (53%) e Oi (47%).

Velocidade média

Estas são as operadoras mais rápidas do Brasil no 4G, em velocidade média:

1- Vivo (18,57 Mb/s)
2- Claro (11,63 Mb/s)
3- Oi (11,36 Mb/s)
4- TIM (8,00 Mb/s)

No 3G, a Vivo mantém a vantagem numérica, mas fica tecnicamente empatada com Claro e TIM:

1- Vivo (2,43 Mb/s)
2- Claro (2,36 Mb/s)
3- TIM (2,24 Mb/s)
4 – Oi (1,64 Mb/s)
5- Nextel (1,11 Mb/s)

Latência

Se a TIM não surpreende nos downloads, pelo menos a sensação de velocidade ao carregar páginas da web e nas chamadas VoIP é boa, já que a latência da operadora é a mais baixa de todas no 4G. O ping da Vivo fica do outro lado da lista, mas a empresa melhorou bastante a qualidade da rede em comparação com o período anterior e chegou perto das concorrentes:

1- TIM (74,07 ms)
2- Oi (74,77 ms)
3- Claro (82,51 ms)
4- Vivo (103,85 ms)

No 3G, a Nextel apresenta a melhor latência. A operadora tem acordo para alugar a infraestrutura da Vivo, o que custou quase 1,3 bilhão de reais para a Nextel, mas também possui antenas próprias, especialmente nos grandes centros.

1- Nextel (103,09 ms)
2- TIM (148,44 ms)
3- Claro (162,29 ms)
4- Vivo (168,34 ms)
5- Oi (172,47 ms)

Embora a disponibilidade de 4G das operadoras brasileiras tenha melhorado, ainda estamos atrás de muitos países. Nos Estados Unidos, os clientes ficam em média 81% conectados ao 4G, sendo que a campeã Verizon oferece 87% de disponibilidade. Outros países grandes à frente são China (77%), Canadá (76%) e Austrália (75%). A melhor cobertura é a da sul-coreana LGT (sim, da LG), com 99,6% de disponibilidade de 4G.

Os resultados foram baseados em 85,3 milhões de medições entre 1º de fevereiro e 30 de abril de 2016. Você pode conferir os detalhes do relatório na página da OpenSignal.

Tecnoblog

Opinião dos leitores

  1. Problema se resume a sinal mas a indisponibilidade do serviço! Nextel , Claro, Tim e Oi simplesmente" cospem" na cara do consumidor, não dao sinal mas cobrança todo mês !!! Infelizmente o lobby das Operadoras e mais poderoso no Brasil corrupto, onde Congresso todo tem recebido propinas e partidos c raras excessoes são coniventes c roubo das TELES…

  2. Interessante essa pesquisa, mas sabe aquela sensação que a teoria não corresponde á prática, é a que tenho ao ler esses dados. As operadoras de telefonia celular no Brasil são um caso de "polícia". As vezes funciona bem, as vezes, nem completa a ligação. As vezes é rápida no acesso a internet, as vezes leva o usuário a loucura com a lentidão. Falo disso tendo como parâmetro está no mesmo local e as situações ocorrerem. Isso acontece só comigo ou com outras pessoas?

    1. Realmente, caso de policial …mas só se for o FBI , p q a Anatel e igual ao STF, fantoche dos Corruptos, o congresso nada faz…

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Diversos

Ministério da Justiça investiga Oi, Claro, TIM e Vivo

LifeStyle-22Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça, instaurou processos administrativos contra as operadoras de telefonia Claro, Oi Telefônica, TIM Brasil Serviços e Participações e Telefônica Vivo Brasil para investigar supostas infrações ao Código de Defesa do Consumidor.

Os processos foram abertos pela forma como as operadoras adotaram mudanças no modelo de serviços de acesso à internet móvel, na medida em que deixaram de reduzir a velocidade do acesso à internet passando a interrompê-lo mediante o esgotamento da franquia.

O órgão verificou possíveis indícios de violações às normas de defesa do consumidor, como falha no dever de informação, descumprimento de oferta e ofensa à publicidade realizada ao longo dos anos.

As empresas foram notificadas por meio de despachos publicados no Diário Oficial da União (DOU), desta quarta-feira.

Instaurado o processo, as operadoras têm o prazo de dez dias para apresentarem defesa e, se condenadas, podem ser multadas em valores superiores a R$ 8 milhões.

O que dizem as empresas

Questionada sobre a medida tomada pelo Ministério da Justiça, a TIM informou que só vai se pronunciar após tomar conhecimento do teor da nota técnica. A Claro, por sua vez, disse que ainda não foi notificada pelo DPDC, e, somente após o recebimento e análise da notificação, poderá emitir um parecer e tomar as providências cabíveis. A Oi também declarou ainda não ter tido acesso aos documentos que fazem parte do processo. A Vivo ainda não se manifestou.

O Globo

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Diversos

Claro, Vivo e Oi podem pagar R$ 39 bilhões pela TIM

imagem.phpOs rumores da compra e divisão da TIM entre suas concorrentes ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira, 10. A agência Bloomberg diz que Claro, Oi e Vivo já planejam uma oferta de cerca de US$ 15 bilhões, equivalente a cerca de R$ 39 bilhões, pela TIM.

Segundo as fontes da agência, o acordo deve ser mediado pelo banco BTG Pactual. Caso a proposta se confirme, a divisão não deve ser igualitária. Apenas 25% deve ficar com a Oi, enquanto Claro e Telefonica (dona da Vivo) devem repartir o restante. A entrada da Vivo no negócio, porém, ainda seria condicionada ao parecer do governo sobre a compra da GVT.

O valor parece ter aumentado desde a última especulação a respeito da transação. No final de outubro a Folha de S. Paulo noticiou que o valor poderia chegar a R$ 31,5 bilhões, o que seria o maior negócio da história do setor no Brasil.

Se tudo correr como o previsto e a TIM realmente for comprada e dividida, a Anatel terá como atribuição definir como será feita a divisão dos clientes, regulando também se Claro, Vivo e Oi deverão oferecer os mesmos planos e condições.

Olhar Digital UOL, via Infomoney

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Tecnologia

Tecnologia 4G: Claro, TIM e Vivo arrematam três primeiros lotes

O primeiro dos seis lotes de telefonia de quarta geração (4G) na faixa de 700 mega-hertz (MHz) foi arrematado pela operadora Claro, com uma proposta de R$ 1, 947 bilhão. O valor apresentado pela empresa representa ágio de praticamente 1% ante aos R$ 1,927 bilhão definido como preço mínimo da outorga para cada um dos três lotes nacionais. O segundo lote ficou com a TIM por praticamente o mesmo valor da Claro. O terceiro lote foi arrematado pela Vivo, pelo preço mínimo de outorga.

Dos seis lotes, três têm abrangência nacional. O quarto lote abrange todo o território nacional, menos as áreas destinadas aos lotes 5 (87 municípios de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e São Paulo) e 6 (municípios de Londrina e Tamarana, no Paraná).

TIM, Claro, Telefônica (Vivo) e Algar Telecom entregaram propostas para disputar quatro lotes nacionais de 10 MHz cada e dois regionais. No entanto, a Algar Telecom não participou da disputa destes três primeiros lotes por não ter apresentado garantia de proposta.

A faixa de 700 MHz vai complementar a de 2,5 giga-hertz (GHz), leiloada em junho de 2012, também para a tecnologia 4G. Enquanto a frequência de 2,5 GHz tem mais capacidade e raio de cobertura menor, a de 700 MHz tem abrangência maior e necessita de menos antenas, além de ser usada por diversos países, como os Estados Unidos e a Argentina.

Segundo a Anatel, com a utilização da faixa de 700 MHz, será possível levar telefonia móvel de quarta geração e internet em banda larga de alta capacidade às áreas rurais, a um custo operacional mais baixo, uma vez que essa faixa é ideal para a cobertura de grandes distâncias.

Agência Brasil

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Diversos

Claro, Oi, Tim, Vivo: entenda quem quer comprar quem

BwODvovIUAApdBoO setor de telefonia brasileiro está prestes a passar por grandes mudanças, sendo que algumas nem devem ser sentidas pelos usuários enquanto outras transformariam radicalmente o mercado.

Resumindo: a dona da Vivo deve se tornar dona da GVT. Mas a dona da Vivo já controla parte da Tim, que pode ser fatiada para se tornar parte da própria Vivo, da Oi e da Claro. Uma bagunça difícil de entender, então vamos por partes:

A empresa espanhola Telefónica controla a Telefônica Brasil, que é dona da Vivo. A GVT pertence a um grupo francês chamado Vivendi. Ontem, a Vivendi informou que analisará uma proposta feita pela Telefónica pela compra da GVT. Assim, a empresa que controla a Vivo passaraia a controlar também a GVT, mas tem mais.

A mesma Telefónica – dona da Vivo, que pode se tornar dona da GVT – também possui uma fatia da empresa que controla a Tim, a Telecom Italia. A Telecom Italia, aliás, também estava no páreo para comprar a GVT, tendo oferecido dinheiro e fatias da empresa para a Vivendi. Ao recusar a oferta, os franceses lembraram que, fechando negócio com a Telefónica, eles também têm como ficar com parte da Telecom Italia.

Para entender: a Telefónica propôs um total de € 7,45 pela GVT; € 4,66 bilhões em dinheiro e uma parte em em ações da Telefônica Brasil (12%). Um terço dessas ações poderá ser trocado por 5,7% do capital e 8,3% do controle da Telecom Italia. Assim, a dona da Vivo fica sendo dona da GVT, enquanto a ex-dona da GVT recebe uma parte da Vivo e da Tim.

Mas aí há a questão Tim. Nesta semana, a Oi informou que contratou o banco BTG Pontual para tentar comprar a Tim da Telecom Italia. A Telefónica (da Vivo) e a América Móvil, que controla a Claro, também entrariam no bolo. Com isso, a Tim pode desaparecer.

A conclusão final é a de que, se aceitar a proposta da Telefónica, a Vivendi pode se tornar sócia da Vivo e da Tim, o que já ocorre com a própria Telefónica e incomoda os órgãos regulatórios brasileiros. Só que a Tim corre o risco de desaparecer, se tornando parte da Vivo, da Claro e da Oi. Que confusão.

Olhar Digital, com Folha e Estadão

Opinião dos leitores

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Diversos

Em boleto, Claro TV nomeia cliente de 'Otário Chorão' após pedir desconto no plano

ok2-15A conta do mês de novembro da televisão por assinatura do empresário César de Medeiros, 42 anos, de Campo Grande, chegou em sua residência com uma surpresa que ele considerou “desagradável”. A fatura, gerada pela empresa Claro TV, estava com o nome de destinatário “Otário Chorão”. Medeiros desconfia que um atendente da companhia de TV por assinatura alterou o cadastro depois que ele ligou para pedir desconto no plano.

Por meio da assessoria, a empresa informou que esse tipo de conduta não está de acordo com os princípios e valores da companhia e por esse motivo adota todas as providências para solucionar a questão. De acordo com o empresário, ao pegar a correspondência na caixa de correio junto com várias outras, o nome ao qual estava destinada passou batido. “Acabei lendo Otávio no lugar de Otário”, contou em entrevista.

No entanto, ao olhar com mais atenção, percebeu os adjetivos e em seguida, pelo endereço, viu que estava destinada a ele. “Eu achei que fosse brincadeira, mas depois fiquei indignado”, disse. Foi então que Medeiros lembrou-se da ligação que fez para pedir redução na mensalidade, após ver uma propaganda que oferecia o mesmo tipo de assinatura que ele contratou, mas com valor menor.

Assinante da Claro TV há dez anos, o empresário questionou o motivo de não poder pagar valores menores e foi informado que teria que cancelar e depois recontratar o plano, pois assim teria o desconto dado aos clientes novos. “Começou tudo aí. Paguei pelo cancelamento e depois pela ativação”, relatou.

A princípio, o empresário diz que não pretende processar a Claro TV. “É uma situação que chateia. Talvez se um processo contra eles for impedir que outros clientes passem pelo que eu passei, eu até entro [com a ação]. E se ganhar dinheiro de indenização eu entrego para doação. Graças a Deus não preciso de dinheiro dessa forma”, afirmou.

Com informações do 180º e portal G1

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Diversos

Claro é multada em R$ 2,1 milhões por propaganda enganosa e cobrança indevida

2013022036353A Claro, operadora de telefonia celular e internet, foi multada pelo Procon Carioca em R$ 2.112.283,80 pela prática de propaganda enganosa e cobrança indevida. Segundo a secretária municipal de Defesa do Consumidor, Solange Amaral, a empresa divulga que o serviço de internet pré-pago custa apenas R$ 1,99 por dia, mas, cobra o valor cada vez que o usuário conecta-se à rede via modem.

— Temos seis protocolos que comprova a reincidência da Claro nessa prática abusiva. A cada informação ao serviço de atendimento sobre o problema, o crédito de R$ 1,99 foi devolvido. Porém, no dia seguinte, o problema volta a ocorrer — informou a responsável pelo Procon Carioca.

Segundo Solange Amaral, só foi possível descobrir a irregularidade porque a equipe do Procon Carioca que realiza a fiscalização eletrônica está, desde setembro passado, fazendo um levantamento para medir a qualidade do serviço de banda larga via modem oferecido pelas quatro operadoras de telefonia móvel.

— O consumidor comum não sabe disso, dificilmente vai perceber que ococrre esse desconto a cada vez que acessa a internet. Nós mesmos só percebemos porque, devido a essa pesquisa sobre velocidade da banda larga, compramos chips para o serviço pré-pago, e acessamos a internet pela manhã e à tarde — diz Solange.

Procurada pelo GLOBO, a Claro informou que não poderia comentar o assunto por ainda não ter sido notificada oficialmente a respeito da multa.

O Globo

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Diversos

Claro é multada em R$ 30 milhões por problemas com SAC

imagem.phpA Claro descumpriu regras do SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) e, por conta disso, foi condenada pela Justiça a pagar R$ 30 milhões em danos morais coletivos. Ainda cabe recurso, mas a operadora disse ao UOL que não se pronunciaria a respeito.

Houve condenação por que, em apenas seis meses de vigência do decreto que regulamenta o SAC (o de nº 6.523/2008), tanto Procons, quanto Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) receberam 566 queixas contra a operadora em relação ao atendimento dado aos clientes.

De acordo com dados do Sinditec (Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor), entre janeiro de 2009 e abril de 2011 aumentou em 127% a quantidade de reclamações contra a Claro, indo de 1.031 para 2.347. A média de todas as outras empresas foi de apenas 9%.

Olhar Digital UOL

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Economia

OI, Claro e TIM poderão retomar venda de chips a partir de amanhã

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) autorizou nesta quinta-feira (2) que as três operadoras de telefonia móvel suspensas retomem, a partir desta sexta-feira (3), a venda de novos chips para serviços de voz e dados. Desde o dia 23 de julho, estava em vigor a medida cautelar que proibia a venda de linhas da TIM (18 Estados e Distrito Federal), Oi (cinco Estados) e Claro (três Estados) — a suspensão teve validade por 11 dias.

Nos planos apresentados pelas empresas, a Claro afirmou que vai investir R$ 6,3 bilhões, a Oi R$ 5,5 bilhões e a TIM, R$ 8,2 bilhões. Segundo a Anatel, o total é de R$ 20 bilhões de investimento nos próximos dois anos. Desse montante, cerca de R$ 4 bilhões são decorrentes da medida cautelar, ou seja, as empresas anteciparam e remanejaram alguns investimentos para atender à exigência de melhoria nos serviços.

Isso significa que as operadoras terão de aumentar o número de antenas e também a capacidade de transmissão, para garantir o bom funcionamento do tráfego de voz e dados. Também será avaliada a taxa de interrupção de chamadas (quando a ligação cai). Além disso, as empresas serão obrigadas a aumentar e melhorar o atendimento em seus call centers, para que haja maior taxa de resolução de reclamações.

Ao anunciar a liberação, a Anatel afirmou que fará um monitoramento trimestral para conferir se as empresas estão trabalhando de acordo com os parâmetros de qualidade apresentados. Caso a agência encontre problemas, já existe um protocolo de ação contra as operadoras: elas podem, inclusive, voltar a ter as vendas suspensas.

Bruno Ramos, superintendente da agência, destacou que os relatórios foram avaliados segundo os fatores que levaram à medida cautelar de suspensão de vendas. Ramos disse ainda que não faria sentido verificar o atendimento desses projetos só daqui a dois anos, portanto a avaliação da implementação dos planos será feita trimestralmente.

“O serviço não vai melhorar amanhã”, disse João Rezende, presidente da Anatel, durante o anúncio. Ele afirmou que a melhoria nas centrais de atendimento deve ser vista pelos usuários no período de 30 dias. Já os indicadores relacionados à rede devem apresentar melhoras de quatro a seis meses.

A primeira avaliação das operadoras será em novembro e terá como base os últimos dados colhidos sobre o serviço de dados e voz — os mesmos utilizados na medida cautelar. Nos municípios com mais de 300 mil habitantes, disse Rezende, o controle será feito de “antena por antena”.

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Economia

A partir de hoje Tim, Claro e OI estão proibidas de vender novas linhas

A partir desta hoje, as empresas de telefonia celular avaliadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) com o pior desempenho na prestação de seus serviços por estado estão proibidas de vender novas linhas ao consumidor. A TIM, que entrou com recurso na Justiça, está impedida de comercializar novas linhas em 18 estados, entre eles Rio e Minas, além do DF. A Oi não pode realizar vendas em cinco unidades da federação. Já a Claro tem restrições em três mercados, entre eles São Paulo, o maior do país. A Vivo não teve as vendas suspensas, mas não está descartado, segundo fonte da Anatel, que isso venha a acontecer se a empresa não apresentar um plano de investimentos satisfatório.

— A medida foi rigorosa. Mas tem efeito pedagógico importante. Mostra que a Anatel pode suspender as vendas de qualquer empresa a qualquer tempo. O objetivo é melhorar o serviço prestado ao consumidor — disse este integrante da agência.

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Jornalismo

Tim, Oi, Claro e Vivo são proibidas de vender novas linhas no Rio Grande… do Sul

Quatro empresas de telefonia estão proibidas de comercializar linhas de telefones móveis e internet 3G em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, a partir desta segunda-feira. A suspensão das vendas é uma medida do Procon da capital gaúcha que denuncia a qualidade do serviço oferecido. Segundo o serviço de defesa do consumidor, a providência é temporária até que as empresas apresentem uma resposta às solicitações cautelares.

Até às 11h desta segunda todas as notificações foram entregues, de acordo com a diretora executiva do Procon de Porto Alegre, Flávia do Canto Pereira. Já às 15h30 os fiscais foram às ruas para fiscalizar as lojas que descumprem o mandato. As fiscalizações acontecem até a próxima sexta-feira, 20.

Segundo Flávia, as empresas Tim, Oi, Vivo e Claro fazem propaganda de uma cobertura do sinal das linhas que não é o real. “Há pontos cegos em toda Porto Alegre. E o consumidor compra uma linha ou um serviço de 3G que não funciona em algumas regiões ou onde mora”, explica.

O Procon pede, então, que as empresas respondam à medida cautelar informando os usuários das linhas quais são os bairros da capital cuja cobertura está comprometida. O órgão pede também o reembolso pelos momentos em que os usuários ficaram sem sinal.

“É possível que as empresas consigam calcular o valor de reembolso de todos os usuários afetados porque eles têm registros de quando os aparelhos não recebem o sinal”, conta a diretora executiva do Procon.

Tim, Oi, Claro e Vivo têm 10 dias para apresentar uma resposta, segundo o Procon de Porto Alegre. Caso alguma loja caia na malha fina da fiscalização descumprindo a medida cautelar, a multa é de R$ 555 mil.

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Jornalismo

TIM, Claro, Oi e Vivo vão operar 4G no Brasil; Natal terá serviço até dezembro do próximo ano

As operadoras TIM e Oi também vão operar no mercado de quarta geração da telefonia móvel (4G), na frequência de 2,5 giga-hertz (GHz). Assim como a Claro e Vivo, que momentos antes haviam conquistado os dois principais lotes da telefonia 4G, a TIM e a Oi também serão obrigadas a prestar serviços de telefonia móvel com banda larga para áreas rurais, em 450 mega-hertz (Mhz).

As ofertas apresentadas pela TIM (R$340 milhões) e pela Oi (R$330,8 milhões) tiveram ágio de 7,9% e de 5%, respectivamente, em relação aos R$315 milhões definidos como preço mínimo pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Com o resultado, a TIM vai oferecer telefonia móvel com banda larga para áreas rurais do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina, enquanto a Oi fará cobertura para os estados da Região Centro-Oeste e para o Rio Grande do Sul.

O primeiro lote, vencido pela Claro, obteve ágio de 34%, com lance de R$ 844,5 milhões sobre o preço mínimo estabelecido no edital (R$ 630,19 milhões). O lote seguinte foi vencido pela Vivo, com lance de R$1,05 bilhões e ágio de 66%.

Com a quarta geração da telefonia móvel, será possível transmitir dados com velocidades até dez vezes maiores que as suportadas atualmente pela tecnologia 3G (terceira geração).

O principal objetivo do leilão, segundo a Anatel, é atender à demanda crescente no país por serviços mais rápidos de telecomunicações e oferecer a infraestrutura necessária aos eventos internacionais que o país vai sediar, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Por isso, as empresas que ganharem o leilão vão ter que implementar a 4G nas cidades-sede da Copa das Confederações até 30 de abril de 2013 e nas sedes e subsedes da Copa do Mundo, até 31 de dezembro de 2013.

*Com informações da Agência Brasil

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Social

Sem mediação das empresas de telefonia, IPhone 4s será vendido diretamente para consumidores brasileiros

A Apple no Brasil está preparando uma novidade para o lançamento do iPhone 4s no Brasil, no próximo dia 16.

A empresa venderá (pela primeira vez no Brasil) diretamente para os consumidores, em sua loja online, versões desbloqueadas (sem contrato com empresas de telefonia) do seu novo smartphone.

A mesma estratégia de comercial será aplicada aos modelos iPhone 4 e 3GS.

Opinião dos leitores

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Jornalismo

Claro é condenada a pagar R$ 50 mil por propaganda enganosa

A Claro foi condenada em R$ 50 mil por propaganda enganosa pela turma de desembargadores que integram a 2ª Câmara Cível.

A condenação veio a partir da Ação Civil Pública, proposta pelo Ministério Público do RN, contra a operadora, em atendimento à reclamação de uma consumidora, que denunciou a prática de publicidade enganosa na veiculação de uma propaganda de promoção para o Dia das mães.

As peças publicitárias ofertavam um tipo específico de aparelho celular, a partir de R$ 1,00, na aquisição do plano estilo – 200 minutos e assim não cumpriu, quando procurado pela cliente. Desta forma, a sentença também definiu que, nas próximas propagandas, mencionasse claramente todas as condições da promoção sob pena de multa diária no valor de R$ 10.000.

Os desembargadores ressaltaram que a mera informação em alguns dos panfletos indicando a expressão “a partir de” em letras miúdas, não adverte o consumidor para a noticia de que poderia existir aparelhos mais caros, já que trouxe, tão-somente, a intenção de induzi-los psicologicamente a visitar as lojas, interessados na contratação do plano.

No entanto, só na loja os consumidores tinham o conhecimento de que o celular desejado não custava somente a cifra de R$ 1,00 e, sim, muito mais.

“Ora, ficaria bem mais fácil para a operadora persuadir o consumidor empolgado com o anúncio enganoso a realizar a assinatura do referido plano, até porque este já se encontraria em suas dependências”, destaca o relator do processo, desembargador Aderson Silvino.

A decisão contudo, reduziu o valor da condenação, de 75 mil, para 50 mil reais.

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