Advogada pode perder OAB após “pedir estupro” de filhas de ministros do STF

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Uma advogada pode sofrer punições e até perder seu registro profissional após fazer uma postagem ofensiva nas redes sociais devido à decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de proibir a prisão após condenação em segunda instância e à soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na última sexta-feira (8), Claudia Teixeira Gomes publicou a seguinte mensagem no Facebook: “Que estuprem e matem as filhas dos Ordinários Ministros do STF”. Após a repercussão negativa, a advogada apagou a postagem e o perfil.

Matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ceará-Mundão disse:

    É o que deveria ocorrer com um ex-presidente condenado por corrupção e lavagem de dinheiro que, após obter sua soltura, sai por aí incitando a violência e o caos no país, valendo-se do fanatismo e da subserviência de uma cambada de militantes imbecilizados, adoradores de uma seita criminosa camuflada de partido político?

  2. Maria disse:

    Perde não, vai ter um colega sem escrúpulos para defender e vai dizer que a coitada está arrependida, vai fazer um vídeo e pronto, de repente , acabam nossas esperanças num Brasil melhor.

    • Delano disse:

      Ela apenas expressou em sentido figurado do que ministro deveria passar pra ser favorável a prisão em segunda instância, e é isso mesmo que pensa a imensa maioria do povo brasileiro, como esses ministros não são assaltados, roubados, ludibriados, assassinados e com seus familiares sofrendo o mesmos, pois tem toda uma estrutura que os defendem. E é por isso que não conseguem sentir na pele o que a falta de ação da justiça provoca na vida das pessoas comuns. Esses ministros são totalmente insensíveis às nescessidades da sociedade.

    • Edson disse:

      Meu Deus do céu!!!! Até que ponto chega esse povo que apoia Bolsonaro. Querer justificar o que não tem justificativa é demais. Pena que só vêem o erro no outro lado. É aquela coisa: na Venezuela é ditadura mas no Brasil não existiu.

    • Ceará-Mundão disse:

      É óbvio que se tratou de um meto destempero verbal motivado pela impotência diante de tantas decisões absurdas daquela corte que deveria ser a guardiã maior da nossa cidadania e integridade. Afinal, essa advogada não tem qualquer influência ou poder sobre a criminalidade brasileira. Muito diferente, por exemplo, do bandido (efetivamente condenado) de 9 dedos incitar seus militantes, um bando que de fato lhe obedece e presta reverência, a promover o caos no Brasil, como está ocorrendo em países próximos. Nesse caso, trata-se de um atentado à Segurança Nacional, tipificado em lei.

  3. Curioso disse:

    Deveria ter sido limada. OAB é uma guilda mercenária que só parasita dinheiro.

  4. Antonio Barbosa Santos disse:

    Perde nunca.
    Aqui no RN tem advogado preso lotando a carceragem do Quartel da PM e que tem sido é defendido pela OAB.
    Não foram sequer suspensos, imagina se a pessoa apenas externar um absurdo sem tamanho vai perder o registro… Vai nunca.

    • Rinaldo disse:

      Verdade, quem deveria dar exemplo e exterminar os Advogados bandidos dos quadros da OAB, ainda merece ajuda. Pobre Brasil.

  5. Maristela disse:

    Tem que perder mesmo!

Estudante será indenizado pelo Estado em R$ 80 mil, após perder a visão de um olho em quadra de esporte

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A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, à unanimidade, manteve a condenação do Estado do Rio Grande do Norte para pagar indenização por danos morais em favor de um estudante que perdeu a visão do olho direito depois de ser atingido por um pedaço de arame solto existente no portão da quadra de esportes da Escola Estadual Professor Arnaldo Arsênio de Azevedo (CAIC), localizada em Parnamirim. Acesse matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

Cerca de 1,3 milhão de eleitores podem ter títulos cancelados

Números divulgados ontem pela Justiça Eleitoral indicam que 1,3 milhão de eleitores podem ter o título cancelado por não justificarem os votos nas últimas três eleições. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apenas 8,5% dos eleitores faltosos procuraram os cartórios eleitorais para regularizar a situação.

O prazo final para justificar a ausência nas últimas três eleições terminou ontem (25). Segundo o TSE, 1,5 milhão de eleitores estavam com a situação pendente, mas apenas 128,9 mil procuraram a Justiça Eleitoral.

O cancelamento de títulos ocorrerá de 10 a 12 de maio e em 14 de maio serão divulgados os números consolidados e os nomes daqueles que deixarão de ter título porque não votaram, não justificaram a ausência nas três últimas eleições e não foram a um cartório eleitoral para regularizar sua situação dentro do prazo.

O cancelamento de título dificulta a retirada de passaporte ou carteira de identidade, o recebimento de salários de função ou emprego público e obtenção de certos tipos de empréstimos e inscrição. Também complica a investidura e nomeação em concurso público e renovação de matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo.

Segundo o TSE, mesmo com a baixa procura, a estatística superou os números registrados em 2011, quando apenas 4,89% dos eleitores faltosos procuraram a Justiça Eleitoral.