Saúde

Moderna é a mais eficaz contra Covid do que Pfizer e Janssen, diz estudo nos EUA

Foto: Eduardo Munoz – 21.dez.2020/Reuters

Um estudo comparativo das três vacinas contra o coronavírus autorizadas nos Estados Unidos descobriu que o imunizante da Moderna é ligeiramente mais eficaz do que o da Pfizer para manter as pessoas fora do hospital. O da Janssen, da Johnson & Johnson, vem em terceiro, mas ainda fornecendo alta proteção.

A vacina da Moderna proporcionou proteção de 93% contra hospitalização, a da Pfizer 88%, enquanto a Jannsen ficou em 71%. No Brasil, até agora, apenas as vacinas da Pfizer e Janssen tiveram usos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), junto à Coronavac e AstraZeneca.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doeças (CDC) dos EUA conduziram um estudo nacional de vacinação envolvendo mais de 3.600 adultos hospitalizados com Covid-19 entre março e agosto.

“Entre os adultos americanos sem condições imunocomprometidas, a eficácia da vacina contra a hospitalização por coronavírus durante 11 de março a 15 de agosto de 2021 foi maior para a vacina Moderna (93%) do que a vacina Pfizer-BioNTech (88%), e a vacina Janssen (71%)”, escreveu a equipe no relatório semanal do CDC sobre morte e doença (MMWR).

“Embora esses dados ‘do mundo real’ mostrem alguma variação nos níveis de proteção por vacina, todos os imunizantes contra a Covid-19 aprovados ou autorizados pela FDA [equivalente à Anvisa nos EUA] fornecem proteção substancial contra a hospitalização por coronavírus.”

Diferença entre vacinas

Segundo o estudo, a maior diferença entre a vacina feita pela Moderna e a vacina da Pfizer/BioNtech foi impulsionada por um declínio que começou cerca de quatro meses depois que as pessoas foram totalmente vacinadas.

“As diferenças na eficácia da vacina entre a vacina Moderna e Pfizer-BioNTech podem ser devido ao maior conteúdo de mRNA na vacina Moderna, diferenças no tempo entre as doses [três semanas para Pfizer-BioNTech contra 4 semanas para Moderna], ou possíveis diferenças entre grupos que recebeu cada vacina que não foi contabilizada na análise”, escreveu a equipe.

Sobre a vacina da Johnson & Johnson, os cientistas disseram que “uma única dose da vacina de vetor viral Janssen teve comparativamente menor resposta de anticorpos anti-SARS-CoV-2 e eficácia da vacina contra hospitalizações por Covid-19”, acrescentaram.

A equipe que conduziu o estudo explicou que entender as diferenças na eficácia da vacina pode orientar as escolhas individuais e elaboração de políticas públicas. Os responsáveis pela pesquisa ressaltaram, porém, que todos os três imunizantes fornecem proteção.

“Compreender as diferenças na eficácia da vacina por produto de vacina pode orientar as escolhas individuais e recomendações de políticas em relação aos reforços de vacina. Todas as vacinas COVID-19 aprovadas ou autorizadas pela FDA fornecem proteção substancial contra a hospitalização por Covid-19.”

O CDC trabalhou com pesquisadores de todo o país para estudar 3.689 pacientes em 21 hospitais em 18 estados para o estudo. Eles também analisaram anticorpos no sangue de 100 voluntários saudáveis ​​após terem sido vacinados com uma das três vacinas disponíveis.

CNN Brasil

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Saúde

Pfizer entrega ao Brasil 8,4 milhões de doses de vacina até domingo

No domingo, 12, o Brasil recebeu a maior remessa diária do imunizante da Pfizer: 5,1 milhões de doses – Ministério da Saúde/Divulgação

A Pfizer entregará ao Ministério da Saúde 8,4 milhões de doses da vacina contra Covid-19 até domingo, 19. O quantitativo será dividido em oito voos que sairão do Aeroporto Internacional de Miami, nos Estados Unidos, com destino ao Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). O primeiro deles chegou na noite de terça-feira, 14, com 1,1 milhão de doses.

No domingo, 12, o Brasil recebeu a maior remessa diária do imunizante da Pfizer: 5,1 milhões de doses. Até o fim do mês de setembro, o Ministério da Saúde estima receber 45,5 milhões de doses da vacina Pfizer-BioNTech. Essa é a maior entrega mensal feita por apenas um fabricante ao país e finaliza o primeiro contrato, de 100 milhões de doses, firmado entre a farmacêutica e o governo brasileiro.

Conclusão da entrega de vacinas para primeira dose

O Ministério da Saúde concluiu nesta quarta-feira, 15, o envio de vacinas destinadas à aplicação da primeira dose em adultos, com a distribuição de 1,1 milhão de doses Pfizer. No total, 26 voos partem do Aeroporto de Guarulhos, onde está localizado o centro de distribuição da pasta em, São Paulo, para levar as unidades até os estados.

“Hoje alcançamos um marco histórico: o envio da totalidade de 1ªs doses para a população adulta. Quem duvidava de nosso Programa Nacional de Imunização não acreditava na força que tem o #SUS!”, comemorou o ministro Marcelo Queiroga em publicação no Twitter.

O próximo passo da pasta é iniciar a distribuição de vacinas para o início da aplicação da dose de reforço para idosos a partir de 70 anos e pessoas com imunossupressão. Embora essa nova fase da campanha de imunização contra Covid-19 ainda não tenha começado oficialmente pelo Ministério da Saúde, muitos estados, incluindo São Paulo, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul, já aplicam a dose de reforço.

Veja

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Saúde

MAIS 86.580 DOSES: RN recebe nova carga de vacinas da Pfizer e imunização para adolescentes deverá ser ampliada

Foto: Divulgação/Sesap

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) inicia esta semana com um reforço na campanha de vacinação contra a Covid-19. O estado recebeu na manhã dessa segunda-feira (13) mais 86.580 doses da Pfizer.

Todo o carregamento é voltado para a primeira dose e deverá ampliar o atendimento aos adolescentes que estão iniciando sua vacinação no Rio Grande do Norte na semana passada.

A Sesap e os municípios acertaram o escalonamento da imunização para os menores entre 12 e 17 anos, iniciando pelos jovens com comorbidades.

Até esta manhã, a plataforma RN+ Vacina registrava 3,33 milhões de doses aplicadas no estado. A campanha já atingiu 82% do público-alvo (2,19 milhões de pessoas) com ao menos uma dose e 43% com a imunização completa (1,14 milhão de pessoas).

Para esta semana, a Sesap aguarda também o envio por parte do Ministério da Saúde do carregamento de vacinas que serão destinadas à dose de reforço dos idosos.

 

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  1. Espero q Natal baixe para as comorbidades a partir dos 12 anos logo.
    Tem que acelerar esse muído logo.
    Queremos nossos filhos vacinados para poderem retornar às aulas presenciais.

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Saúde

Sesap distribui vacinas da Pfizer e Coronavac no RN nesta sexta-feira; total de 89.318 imunizantes

Dando continuidade a campanha de imunização contra a Covid-19 a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) distribuiu na manhã desta sexta-feira (10) novas doses das vacinas da Pfizer e Coronavac/Butantan.

De acordo com a Nota Técnica nº68 este lote se destina a: População Geral na faixa etária de 18 anos e mais; Crianças e Adolescentes de 12 a 17 anos; trabalhadores da Indústria; dos Transportes Coletivos; lactantes com crianças de até 12 meses e trabalhadores do Sistema Único da Assistência Social – SUAS.

A Sesap recomenda aos municípios realizar busca ativa e ações comunitárias para identificar cidadãos acima de 18 anos não vacinados com D1 ou em atraso para D2, até que se alcance o quantitativo total da população prevista nas estimativas e atualizações do Plano Estadual para Operacionalização da Vacina contra a COVID-19.

Foram distribuídas 33.530 doses da Coronavac/Butantan e 55.788 da Pfizer, destinadas entre primeira e segunda, conforme orientações da Nota Técnica.

Na quinta-feira (9), em reunião ordinária da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), foi pactuada a expansão da vacinação para crianças e adolescentes de 12 a 17 anos, de forma decrescente priorizando os portadores de deficiência, com comorbidades e privados de liberdade. A vacina da Pfizer é a única autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a faixa etária de 12 a 17 anos.

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Saúde

Sesap e municípios definem antecipação da vacina contra Covid-19 no RN: quem recebeu a Pfizer ou Astrazeneca/Fiocruz – até o dia 8 de julho poderá completar imunização com 2ª dose a partir desta semana

As pessoas que moram no Rio Grande do Norte e tomaram a primeira dose da vacina contra a Covid-19 – Pfizer ou Astrazeneca/Fiocruz – até o dia 8 de julho poderão antecipar sua segunda dose a partir desta semana.

A antecipação diminui de 12 para 8 semanas o intervalo entre as aplicações dos imunizantes. A Sesap avaliou que existem vacinas AstraZeneca/Fiocruz e Pfizer reservadas apenas para a segunda dose em estoque suficiente para que a antecipação esteja garantida.

A definição para a antecipação do esquema de imunização foi definida a partir de um acerto feito entre a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e os municípios potiguares na 93ª Reunião Extraordinária da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), realizada no fim de agosto. A medida segue uma recomendação expedida pelo Ministério da Saúde.

De acordo com a pactuação, a aplicação da D2 antecipada deverá ser iniciada pelos trabalhadores da educação. A ação é amparada por pesquisas e condutas de vacinação adotadas por outros países.

O novo esquema considera que é necessário garantir, de forma mais rápida possível, que a população complete seu esquema vacinal com duas doses para que a imunidade coletiva possa ocorrer. A medida leva em conta ainda a aparição da variante Delta com transmissão comunitária no RN.

 

Opinião dos leitores

  1. Claudinei, procure se informar antes de falar pêtíce!
    Nenhum militar ou policial esta recebendo a SEGUNDA DOSE. A arena, o via direta e as UBS não estão autorizadas a ministrar a segunda DOSE para esse público

  2. Mas estão negando vacina para policiais e militares das forças armadas.
    Alguém poderia explicar o motivo?

    1. Como é que estão negando vacina para policiais e militares se a idade já está abaixo dos 20 anos faz tempo? Deixa de falar besteira e querer “lacrar”.

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Saúde

Pfizer anuncia parceria para produzir vacina contra Covid-19 no Brasil

A farmacêutica norte-americana Pfizer anunciou nesta quinta-feira (26) um acordo com a brasileira Eurofarma para a produção local da vacina de mRNA da empresa contra a Covid-19, a ComiRNAty, que será distribuída exclusivamente na América Latina.

Em nota, a Pfizer afirmou que foi assinada uma carta de intenção com a empresa brasileira, que ficará responsável pelas “atividades de fabricação dentro da cadeia de fornecimento e rede de fabricação de vacinas contra a Covid-19 globais da Pfizer e da BioNTech”.

A previsão é que as atividades de transferência técnica, desenvolvimento no local e instalação de equipamentos comecem imediatamente. A Eurofarma receberá o produto de instalações nos Estados Unidos e a fabricação das doses acabadas terá início em 2022.

A expectativa é que, em plena capacidade operacional, a produção anual no Brasil da vacina da Pfizer excederá 100 milhões de doses. Com o acordo, a Pfizer afirmou que a produção de seu imunizante será feita em quatro continentes, em mais de 20 instalações.

“Nossa nova colaboração com a Eurofarma expande nossa rede global de cadeia de suprimentos, nos ajudando a continuar fornecendo acesso justo e equitativo à nossa vacina. Continuaremos a explorar e buscar oportunidades como esta para ajudar a garantir que as vacinas estejam disponíveis para todos os que precisam”, disse Albert Bourla, presidente e CEO da Pfizer, em nota

“A parceria de hoje é um passo importante para ampliar o acesso às vacinas na América Latina e além, expandindo nossa rede de fabricação global ”, afirmou Ugur Sahin, CEO e cofundador da BioNTech.

Também em nota, a Eurofarma afirmou que a parceria com a Pfizer e a BioNtech é motivo de “orgulho e esperança” para a empresa.

“A assinatura dessa colaboração na produção da vacina contra a Covid-19 representa mais um marco em nossa trajetória. Estamos disponibilizando nossos melhores recursos em capacidade industrial, tecnologia e qualidade para este projeto, para que possamos cumprir o contrato com excelência e contribuir com o abastecimento do mercado latino-americano”, disse Maurízio Billi, presidente da farmacêutica.

CNN Brasil

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Saúde

Ministério da Saúde reduz intervalo entre as doses da Pfizer e da AstraZeneca a partir de setembro de 12 para 8 semanas

Foto: Thiago Gadelha/SVM

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (25) que a dose de reforço da vacina contra a Covid-19 será oferecida no Brasil. Abaixo, veja o que se sabe:

Data de início: doses devem ser enviadas aos estados a partir de 15 de setembro

Público-alvo: idosos com mais de 70 anos e pessoas com baixa imunidade (imunossuprimidos)

Vacinas: preferencialmente Pfizer, mas também poderão ser utilizadas a vacina da AstraZeneca e Janssen

A dose de reforço é indicada para os idosos que completaram o esquema vacinal há mais de seis meses. No caso dos imunossuprimidos, eles devem esperar 28 dias após a segunda dose.

Os pacientes “imunossuprimidos” incluem por exemplo, pessoas com câncer, pessoas vivendo com HIV, transplantados e outros com o sistema imune fragilizado, o que deixa o paciente mais suscetíveis a infecções.

A pasta informou que a imunização deverá ser feita, preferencialmente, com uma dose da Pfizer, ou de maneira alternativa, com a vacina de vetor viral da Janssen ou da AstraZeneca.

O ministério também disse que o intervalo entre as doses da Pfizer e da AstraZeneca será reduzido a partir de setembro: passará de 12 semanas para 8 semanas.

Estudos de 3ª dose no Brasil

Pfizer: investiga os efeitos, a segurança e o benefício de uma dose de reforço da sua vacina, a Comirnaty. O imunizante extra será aplicado em pessoas que tomaram as duas doses completas há pelo menos seis meses.

AstraZeneca (nova versão): a farmacêutica desenvolveu uma nova versão da vacina que está em uso no país, buscando proteção contra a variante beta. Parte do ensaio clínico prevê que uma dose da nova versão da vacina (AZD2816) seja aplicada em pessoas que receberam as duas doses da versão atual da AstraZeneca (AZD1222).

AstraZeneca (usada no país): avalia a segurança, a eficácia e a imunogenicidade de uma terceira dose da versão original da vacina da AstraZeneca (AZD1222) em participantes do estudo inicial que já haviam recebido as duas doses do imunizante, com um intervalo de quatro semanas entre as aplicações.

CoronaVac: o grupo será dividido em quatro: 25% vão receber como terceira dose a vacina da Pfizer, 25% da AstraZeneca, 25% da Janssen e 25% da CoronaVac. O objetivo é saber se a terceira dose vai aumentar o número de anticorpos. Os pesquisadores também vão avaliar a segurança dessa terceira dose, possíveis reações, como febre e dor, já que serão testadas vacinas diferentes em cada grupo.

Nos últimos dias, a Anvisa também solicitou mais informações sobre as doses de reforço aos fabricantes das vacinas da Pfizer e AstraZeneca. Uma reunião com a Janssen também está prevista para esta semana. “O objetivo é antecipar informações para avaliar o cenário em torno da necessidade ou não de doses adicionais das vacinas contra Covid-19 em uso no Brasil”, explicou a agência.

Outros países

Países como Israel e Chile já começaram a aplicar a dose de reforço. Na semana passada, os Estados Unidos anunciaram que a terceira dose será dada a partir de setembro.

Israel oferece terceiras doses da vacina da Pfizer a pessoas com mais de 60 anos e a outros grupos vulneráveis. Até agora, mais de um milhão de israelenses receberam o reforço, em meio a uma alta de casos de Covid-19 no país.

Os países que aprovaram terceira dose de vacina

No Chile, pessoas com 55 anos ou mais que tomaram a CoronaVac antes de 31 de março irão receber uma nova dose da AstraZeneca. Pacientes imunodeprimidos receberão uma dose extra da Pfizer.

Também na América do Sul, o Uruguai começou a oferecer terceiras doses para aqueles que receberam a CoronaVac. A dose de reforço será da Pfizer, administrada ao menos 90 dias depois da segunda dose da vacina inicial.

O governo dos Estados Unidos afirmou que tem planos para ministrar uma terceira dose de vacina contra a Covid-19 no país a partir do dia 20 de setembro. A dose de reforço será inicialmente dada aos profissionais da saúde, aos moradores de asilos geriátricos e pessoas mais velhas (esses foram os primeiros grupos que receberam as vacinas no fim de 2020 e começo de 2021).

G1

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Saúde

FDA concede registro definitivo para a vacina da Pfizer contra Covid nos EUA

Foto: Myke Sena

A Agência reguladora dos Estados Unidos (FDA) concedeu nesta segunda-feira (23) o registro definitivo para a vacina da Pfizer contra a Covid-19 para pessoas com 16 anos ou mais no país. Esta é a primeira vacina contra o coronavírus aprovada pela Food and Drug Administration e espera-se que abra as portas para mais restrições que exigem a vacinação nos EUA.

“A aprovação desta vacina pelo FDA é um marco à medida que continuamos a lutar contra a pandemia de Covid-19”, declarou a Dra. Janet Woodcock, chefe do FDA.

A vacina da Pfizer/BioNTech foi autorizada para uso emergencial nos Estados Unidos em dezembro de 2020, para pessoas com 16 anos ou mais. Em maio deste ano, a autorização foi estendida a maiores de 12 anos.

De mais de 170 milhões de pessoas nos Estados Unidos totalmente vacinadas contra a Covid-19, mais de 92 milhões receberam a vacina da Pfizer/BioNTech.

“Embora esta e outras vacinas tenham atendido aos rigorosos padrões científicos da FDA para autorização de uso de emergência, como a primeira vacina Covid-19 aprovada pela FDA, o público pode estar muito confiante de que esta vacina atende aos altos padrões de segurança, eficácia e qualidade de fabricação”, disse Woodcock.

Para poder autorizar o registro definitivo, o FDA diz ter feito uma avaliação “incrivelmente completa e cuidadosa dessa vacina”, segundo o diretor do Centro de Avaliação e Pesquisa Biológica da FDA, Peter Marks.

“Avaliamos dados científicos e informações incluídas em centenas de milhares de páginas, conduzimos nossas próprias análises de segurança e eficácia da Comirnaty e realizamos uma avaliação detalhada dos processos de fabricação, incluindo inspeções das instalações de fabricação”, disse em nota.

Como funciona a vacina da Pfizer

A vacina Pfizer/BioNTech utiliza a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA). O material genético sintético, que carrega o código genético do SARS-CoV-2, estimula o organismo a gerar anticorpos contra o vírus.

Em outras palavras, o objetivo é que o mRNA sintético dê as instruções ao corpo humano para a produção de proteínas encontradas na superfície do vírus. São essas proteínas que levam à resposta do sistema imunológico e trazem a proteção para o indivíduo.

As vacinas de RNA mensageiro são um novo tipo de imunizante, considerado de terceira geração, que também tem como objetivo proteger as pessoas de doenças infecciosas.

CNN Brasil

 

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Saúde

Eficácia de vacina da Pfizer cai mais rápido do que AstraZeneca, diz estudo

Foto: Bigstock

Um estudo publicado nessa quinta-feira (19) indicou que a eficácia da vacina contra Covid-19 da Pfizer/BioNTech decai mais rapidamente do que a da AstraZeneca/Oxford, embora a primeira seja mais efetiva no combate à variante Delta do novo coronavírus.

A pesquisa, liderada por especialistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, indicou que, em infecções com alta carga viral, a proteção oferecida pelo imunizante da Pfizer um mês depois da segunda dose é 90% maior do que em indivíduos não vacinados, mas depois cai para 85% e 78% depois de dois e três meses, respectivamente. Já no caso do agente desenvolvido pela AstraZeneca, a proteção oferecida foi de 67%, 65% e 61%, respectivamente.

O estudo, que ainda não foi revisado pela comunidade científica internacional, analisou dados do serviço de Saúde Pública do Reino Unido (NHS), coletados entre dezembro de 2020 e agosto de 2021.

Além disso, os especialistas examinaram os testes de detecção do novo coronavírus de 700 mil pacientes, feitos antes e depois de 17 de maio, quando a variante Delta se tornou dominante no território britânico.

Os resultados, segundo os autores do estudo, apontam que as pessoas que contraem a Covid-19 por causa desta mutação, depois da aplicação da segunda dose da vacina, têm níveis máximos de vírus similares ao de pessoas não imunizadas.

Além disso, indicam que os preparados não eliminam a possibilidade de contrair a doença, mas sim, reduzem o risco de contágio e seguem sendo a forma mais efetiva de garantir a proteção contra a variante Delta do patógeno. “Contudo, não sabemos quanta transmissão pode causar as pessoas que contraem a Covid-19 depois de serem vacinadas. Podem ter, por exemplo, níveis altos de vírus durante período de tempos mais curtos”, afirma Sarah Walker, especialista em estatística médica e epidemiologia da Universidade de Oxford.

Porém, ela afirma, que o fato de os pacientes poderem apresentar níveis altos, sugere que “as pessoas que não estão vacinadas podem não estar tão protegidas contra a Delta como esperávamos”. E que “isto significa que é essencial que se vacine o máximo de pessoas possível, tanto aqui no Reino Unido, como no restante do mundo”, garante a especialista da instituição de ensino britânica.

Koen Pouwels, também participante do estudo, aponta que, apesar de a Pfizer e AstraZeneca apresentarem “ligeiras diminuições de proteção” contra todas as infecções e contra aquelas com alta carga viral, a eficácia geral das vacinas ainda é “muito alta”.

Paralelamente, os pesquisadores constataram que uma dose do imunizante produzido pela companhia americana Moderna tem eficácia contra a variante delta “igual ou maior” do que as vacinas da Pfizer e da AstraZeneca, no entanto, ainda não há dados para avaliar os dados do esquema completo, com duas doses.

Intervalo entre doses

Sobre os intervalos entre as aplicações, o estudo comprovou que esse fator não altera a eficácia das vacinas para prevenir novas infecções, ao mesmo tempo em que detectaram que os grupos mais jovens, de 18 a 34 anos, apresentam níveis de proteção mais altos que os mais velhos, de 35 a 64 anos.

Os pesquisadores indicaram que as conclusões que chegaram poderiam servir para assessorar o Comitê Conjunto sobre Vacinação e Imunização mantido pelo governo britânico, que deverá decidir se recomendará a administração de uma terceira dose, de reforço, ainda neste ano.

Gazeta do Povo

Opinião dos leitores

  1. Venha apresentar suas falácias sobre a Coronavac aqui, Calígula! Apresentar suas inverdades sobre a eficácia da mesma! Preciso de diversão!

    1. Eu sinceramente preferia ter tomado a Coronavac. Óbvio que, sendo educada, instruída e humana (mesmo que isso soe como falta de modéstia), não perguntei qual era nem nada quando fui tomar. Mas eu queria era a vacina do criador do vírus. Quem vai saber fazer vacina melhor do que o criador e vetor do vírus?

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Saúde

RJ autoriza aplicar Pfizer caso falte AstraZeneca para segunda dose

Foto: © Reuters/Denis Balibouse/ Direitos Reservados

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) autorizou a utilização da vacina da Pfizer contra covid-19 como segunda dose para a Oxford/AstraZeneca, apenas no caso de o estado não receber quantidade suficiente desse imunizante. Segundo a SES, a decisão foi publicada ontem em uma nota técnica.

A SES reforça que a intercambiabilidade com essas vacinas só poderá ser realizada se os municípios registrarem falta da vacina Oxford/AstraZeneca para completar o esquema vacinal de quem já recebeu esse imunizante na primeira dose.

Segundo a SES, a decisão foi tomada em conjunto com a equipe de especialistas do Conselho de Análise Epidemiológica que assessora a vigilância estadual.

A vacina Oxford/AstraZeneca é produzida no Brasil pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Apesar de poder produzir mais de 1 milhão de doses por dia, o instituto tem sua capacidade limitada pela disponibilidade do ingrediente farmacêutico ativo (IFA), que precisa ser importado da China.

Bio-Manguinhos já iniciou o processo de transferência de tecnologia para se tornar autossuficiente na produção do insumo, mas os primeiros lotes da vacina produzida com IFA nacional só devem ficar prontos no quarto trimestre deste ano.

Até a semana passada, a Fiocruz já havia produzido e entregado 80,5 milhões das 100,4 milhões de doses previstas no acordo de encomenda tecnológica com a AstraZeneca. A fundação já encomendou IFA para mais doses e prevê reforçar a produção com o ingrediente farmacêutico ativo nacional.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

    1. Inclusive, esse intercâmbio entre plataformas diversas é a forma mais eficaz de vacinação.

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Saúde

Nos EUA, FDA autoriza 3ª dose da Pfizer e da Moderna para imunossuprimidos

Foto: Heudes Regis/SEI

A US Food and Drug Administration (FDA), principal órgão de vigilância sanitária dos Estados Unidos, alterou as autorizações de uso emergencial das vacinas Pfizer/BioNTech e Moderna contra a covid-19 para permitir a aplicação de uma terceira dose dos imunizantes. A autorização é válida para indivíduos imunossuprimidos, como pessoas que receberam órgãos transplantados ou que tenham doenças que prejudiquem seu sistema imune, e ocorre em meio a uma nova onda de infecções pela doença.

“O país entrou em uma nova onda da pandemia da covid-19, e a FDA tem conhecimento de que pessoas imunossuprimidas correm maior risco de sofrerem infecções severas”, afirmou em comunicado a comissária interina da FDA, Janet Woodcock. “A decisão permite que os médicos aumentem a imunidade de certos indivíduos imunossuprimidos que precisam de proteção extra contra a covid-19.”

As duas vacinas são aplicadas em duas doses, com intervalos diferentes para cada uma delas. A recomendação da FDA é de que a terceira dose seja aplicada ao menos 28 dias após o esquema vacinal tradicional, e que não haja intercâmbio de vacinas.

A orientação é válida para pessoas que receberam órgãos transplantados ou que sejam diagnosticadas com doenças que reduzam a capacidade de resposta do sistema imunológico à infecção. A vacina da Pfizer tem uso emergencial autorizado em pessoas acima de 12 anos nos Estados Unidos, e a da Moderna, para indivíduos com 18 anos ou mais.

A FDA avaliou as informações disponíveis sobre a aplicação de uma terceira dose das vacinas da Pfizer e da Moderna entre imunossuprimidos, e concluiu que o reforço vacinal pode aumentar sua proteção. O órgão recomenda que indivíduos com condições especiais de imunidade discutam com seus médicos o uso de tratamentos de anticorpos monoclonais, mas ressalta que eles não substituem a vacina na prevenção à doença. Além disso, também reitera que a vacina não deve levar ao descuido de práticas não-farmacológicas, como o distanciamento social.

Segundo a FDA, o Comitê de Aconselhamento em Práticas de Imunização do Centro de Controle e Prevenção a Doenças (CDC, na sigla em inglês) deve se reunir nesta sexta-feira (13/8), para discutir mais recomendações clínicas em relação aos imunossuprimidos. A decisão de permitir uma dose de reforço não se aplica a pessoas que não se enquadrem neste grupo, alerta a FDA.

Correio Braziliense

 

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Saúde

FOTOS: Mais 51.480 vacinas da Pfizer chegam ao RN

Fotos: Paulo Nascimento

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) recebeu na tarde desta terça-feira (10) mais 51.480 doses de vacinas contra a Covid-19. O reforço na imunização no Rio Grande do Norte é de imunizantes da Pfizer.

A carga é toda voltada para iniciar a vacinação por faixa etária nos municípios potiguares, com a aplicação de primeira dose.

Este é o segundo lote de vacinas contra a Covid-19 que é recebido pela Sesap esta semana. Na manhã de segunda-feira (9), foram entregues mais de 20 mil doses da Coronavac/Butantan, divididas por igual entre primeira e segunda doses. Com esse lote de Pfizer, já são mais de 70 mil vacinas processadas e recolhidas na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat) da Sesap em menos de dois dias.

Dessa forma, o RN aproxima-se das 3 milhões de doses para imunização contra a Covid-19. Até o começo da tarde desta terça-feira, foram registrados na plataforma RN+ Vacinas 2.375.890 imunizantes aplicados em moradores do estado.

Opinião dos leitores

  1. Chuva de vacina.Mas o desgoverno Fátima deixou parado a segunda dose da pfiser já por quinze dias.Estacionau em 21 de maio.

  2. Ô véi forte.
    Quando tem pros laboratórios entregar é assim.
    Nunca faltou por parte do governo vontade pra compra las, foram compras e muitas.
    Os laboratórios é que não tinham pra entregar.
    Nem tirando das ventas do Ze tomais, tinha como atender a demanda mundial naquele momento.
    Quero saber o que vão inventar agora.
    heim cangaceiro Renan pilantra???
    Chupa esquerdalhada corrupta.

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Saúde

Pfizer ainda não precisa de ajuste para variantes, diz BioNTech

FOTO: DENIS BALIBOUSE/REUTERS

A vacina anticovid-19 dos laboratórios Pfizer/BioNTech funciona com as novas variantes do coronavírus em circulação e “ainda não” precisa ser adaptada, garantiu o CEO da BioNTech, Ugur Sahin, nesta segunda-feira (9), que defendeu o reforço de uma terceira dose.

“É possível que, nos próximos seis a 12 meses, surja uma variante que demande adaptação da vacina, mas ainda não é o caso”, disse Sahin, em entrevista coletiva.

“Tomar uma decisão agora pode se provar errado se, em três ou seis meses, houver outra variante dominante”, acrescentou.

Segundo ele, esta mudança deve ser feita apenas se “a vacina existente não for eficaz, ou não tiver o melhor desempenho”.

“Por enquanto, sabemos que um reforço com a fórmula de base é suficiente”, frisou.

Portanto, continuou Ugur Sahin, “a melhor abordagem para lidar com esta situação é continuar com uma dose de reforço”.

No início de julho, Pfizer e BioNTech anunciaram “resultados promissores” de testes com uma terceira dose e pretendiam solicitar autorização para administrá-la nos Estados Unidos e na Europa.

As declarações de Sahin foram dadas durante a apresentação dos resultados financeiros da BioNTech no segundo trimestre.

Desde o início do ano, o laboratório registrou 7,3 bilhões de euros (em torno de R$ 45 bilhões) de faturamento contra 69,4 milhões de euros (US$ 431 milhões) no mesmo período de 2020, antes de terminar a vacina anticovid-19.

Esta alta “se deve, principalmente, ao aumento rápido do fornecimento da vacina contra a covid-19 em todo mundo”, explicou.

O laboratório já entregou mais de 1 bilhão de doses desde o início de 2021 e espera chegar a 2,2 bilhões até o final do ano.

Apenas com este fármaco, a BioNTech espera faturar US$ 18,7 bilhões (em torno de R$ 116 bilhões) este ano, completou.

Em maio, o laboratório previa US$ 11,5 bilhões (em torno de R$ 71 bilhões) em faturamento anual.

R7, com AFP

Opinião dos leitores

  1. E segue a Humanidade como cobaias destes laboratórios, pelo que o CEO da BioNTech fala: será uma vacinação eterna e os laboratórios enchendo o rabo de dinheiro.

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Saúde

FOTOS: RN recebe lote com 38.610 vacinas da Pfizer

Fotos: Paulo Nascimento

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) recebeu, no fim desta tarde, o segundo lote de vacinas contra a Covid-19 desta quarta-feira (4).

São 38.610 imunizantes da Pfizer, todos para primeira dose, que vão ampliar as faixas etárias atendidas com vacinação no Rio Grande do Norte. Com isso, a Sesap totaliza 59.010 doses recebidas neste dia.

As vacinas da Pfizer serão distribuídas no início da manhã de quinta-feira (5), em conjunto com a parte de primeira dose do lote de Coronavac/Butantan recebido ao meio-dia. Assim, a Sesap mantém o padrão de entrega das doses aos municípios potiguares dentro de 24h após o desembarque no RN.

 

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Saúde

COVID: Natal vacina D2 da Pfizer para quem recebeu a primeira dose até 21 de maio; veja prazos também da AstraZeneca e Coronavac

A Prefeitura do Natal informa que pode receber a D2 quem recebeu a primeira dose da Pfizer até 21 de maio.

Quanto a Oxford, o Município informa que pode receber a D2 quem recebeu a primeira dose até 12 de maio, ou 85 dias.

E, a Coronavac,  pode receber a D2 quem completou 28 dias da primeira dose.

Vale destacar que para receber a segunda dose é necessária a apresentação do cartão de vacina, documento com foto e comprovante de residência de Natal.

No site vacina.natal.rn.gov.br constam todas as informações oficiais sobre os grupos em vacinação, locais de aplicação, filas nos drives, documentação e dúvidas frequentes.

Opinião dos leitores

  1. Nunca na história desse país, as outras instituições do país foram tão atacadas com palavras de baixo calão, e desferidas por um presidente da República. Não que sejam injustas os ataques, no entanto logo após os ataques vem pedir perdão, e implorar pra ser aliado, foi assim com o centrão, com uns ministros do stf, só basta ter um interesse contrariado ou enquadrá-lo dentro das inúmeras contravenções cometidas pelos familiares, aliados e até por ele. Pra ter uma noção disso, no início do governo, esse imbecíl esbravejava, acusando o centrão de ladrões, agora vem e confessa que sempre foi centrão, logo isso é uma auto confissão de desonestidade, ou desequilíbrio mental. Das duas uma, não tem outra.

    1. Estão tudo doido malucos a petezada.
      Kkkkkkkkkkkkk
      Já não sabe mais nem onde escrever.
      Daqui a pouco, vão chamar urubu de meu loro.
      Kkkkkkkkkkkkkkk
      Kkkkkkkkkkkkkkk
      O que o voto auditado não faz.
      Se lascaram.

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Saúde

Sesap esclarece que diminuição do intervalo entre as doses da Pfizer para 21 dias depende do cronograma de envio de doses do Ministério da Saúde a partir das próximas remessas

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Sesap esclarece que a deliberação da diminuição do intervalo entre as doses do imunizante da Pfizer para 21 dias, depende do cronograma de envio de doses do Ministério da Saúde, a partir das próximas remessas. O recebimento antecipado do MS deve ser atrelado a um quantitativo compatível com esse aumento de pessoas, visto que a diminuição do intervalo resultará no aumento da população para a segunda dose.

É importante ressaltar que a remessa da Pfizer que chega nesta quarta-feira (28) não está contemplada com o novo critério.

A deliberação aconteceu na manhã desta terça-feira (27) e segue orientação do Ministério da Saúde. A decisão teve como fundamento a proteção da vacina para as novas variantes da Covid-19.

Foi pactuado também que as gestantes que iniciaram o esquema vacinal com imunizante da Astrazeneca devem completar a vacinação com a Pfizer de forma imediata. A Sesap enviará doses da reserva técnica aos municípios para que concluam a imunização deste público.

 

Opinião dos leitores

    1. Fique avontade zé.
      Tô fora.
      Lula é ladrão.
      Isso é coisa pra jumento de dois pé.
      Peidei!!

    2. Pode relinchar à vontade, José Tomaz. Assim você faz a propaganda do maior ladrão da política brasileira de todos os tempos. Ninguém merece a corrupção desenfreada que Lula e seus asseclas praticaram. Lugar de ladrão é na cadeia!

    3. Quero só ver como vc vai ficar, depois da surra de votos que vai levar.

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