Sintomas de Covid: pesquisadores britânicos ampliam para 7 os sinais que deveriam levar a exame de coronavírus

Foto: BBC

Pesquisadores no Reino Unido querem que o governo do país inclua quatro sintomas à lista que orienta os pedidos de exame diagnóstico para Covid-19.

A ideia é acrescentar fadiga, dor de cabeça, dor de garganta e diarreia à lista que hoje se restringe a tosse, febre e perda de paladar ou olfato.

Ao ampliar o rol de sintomas, seriam identificados 40% mais casos da doença, dizem os autores da proposta, que estão à frente do aplicativo Zoe, um amplo estudo de sintomas da Covid feito em parceria com a universidade King’s College London.

As autoridades de saúde, entretanto, temem que um aumento no número de testes possa sobrecarregar o sistema da saúde.

Como os sintomas são bastante comuns e podem surgir a partir das mais diferentes causas, um volume maior de pessoas que não estão infectadas com o coronavírus também serão testadas.

Os próprios pesquisadores envolvidos no estudo estimam que o total de resultados negativos para cada positivo aumentaria de 46 para 95, mas argumentam que o país hoje tem condições de fazer frente ao aumento de demanda.

“Os principais sintomas foram cuidadosamente selecionados para identificar aqueles com maior probabilidade de terem Covid-19, ao mesmo tempo em que excluem uma grande quantidade daqueles que não têm a doença”, afirmou um porta-voz do Departamento de Saúde e Serviço Social.

A equipe do app Zoe esteve entre as primeiras a identificar a perda de olfato e paladar como sintomas da Covid-19.

Isso foi possível graças ao volume de informações cadastradas no aplicativo, onde britânicos com sintomas da doença compartilham o que estão sentindo e, posteriormente, se tiveram diagnóstico positivo ou negativo para a doença.

Os sete principais sintomas foram filtrados a partir dos dados fornecidos por 120 mil adultos ao app. Do total, 1,2 mil foram efetivamente diagnosticados com a doença.

Para os pesquisadores, o paciente que apresente qualquer um dos sete sintomas deveria estar elegível ao teste de PCR, o “padrão ouro” do diagnóstico de Covid-19, que investiga a presença de material genético do vírus na região da orofaringe e nasofaringe.

“Quando os testes de PCR eram escassos, fazia sentido uma maior restrição”, afirma Claire Steves, que lidera o estudo.

“Agora, o Reino Unido tem testes o suficiente, graças ao esforço feito pelos laboratórios em todo o país, e cada diagnóstico positivo ajuda a salvar vidas.”

“Sabemos desde o início que focar a testagem apenas nos três sintomas clássicos – tosse, febre e anosmia [perda de olfato] — significa perder uma proporção significativa dos casos positivos”, acrescenta Tim Spector, que também coordena o projeto.

“Para nós, a mensagem para o público é clara: ‘Se você não estiver se sentindo bem, isso pode ser Covid e você deveria ser testado’.”

Spector acrescenta que esse aspecto ganhou nova importância recentemente, com a identificação no país de variantes mais transmissíveis do Sars-CoV-2.

Estudo conduzido pelo Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, na sigla em inglês) identificou que tosse, fadiga, dor de garganta e dor muscular estão entre os sintomas mais comuns entre aqueles infectados pela nova variante.

Para a médica Margaret McCartney, a conduta poderia chegar a um meio termo, de forma mais pragmática. Em entrevista ao programa Inside Health, da BBC Radio 4, ela propôs que se levasse em conta a gama mais ampla de sintomas para requisição de testes em regiões onde há sabidamente maior circulação do vírus.

Bem Estar – G1, com BBC

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rosiane disse:

    Quando tive o Covid-19 em 2020, apresentei todos esses sintomas. Foi muito ruimmmmm..

Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) oferece 12 vagas para bolsistas e pesquisadores; remuneração de até R$ 2,9 mil

O Smart Metropolis 2.0, iniciativa do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), está com processo seletivo aberto para bolsistas e pesquisadores da área tecnológica que desejam atuar em atividades no contexto de cidades inteligentes. Ao todo, são ofertadas 12 vagas com remuneração de até R$ 2,9 mil. As inscrições devem ser feitas até o dia 7 de dezembro por meio deste formulário, no qual devem ser anexados documentos específicos, em PDF, de acordo com o nível de formação do candidato.

O interessado poderá se inscrever em até três linhas de atuação estabelecidas no processo, referentes às áreas de Tecnologia da Informação, Ciências da Computação, Engenharia de Software, Elétrica/Eletrônica, entre outras. Os aprovados deverão ter disponibilidade de 20h semanais e realizar as atividades estabelecidas no Edital nº 083, sem prejuízo das atividades acadêmicas.

A seleção conta com vagas e remunerações específicas de acordo com o perfil do candidato: sete para graduação, com remuneração de R$ 1,4 mil; três para mestrado (R$ 2,1 mil); uma para doutorado (R$ 2,9 mil); e uma para pesquisador (R$ 2,5 mil).

Processo seletivo

A seleção, que acontece entre os dias 9 e 11 de dezembro, consiste em análise de currículo e entrevista com o docente responsável pela vaga. O resultado final será divulgado a partir do dia 14 de dezembro, por meio do site do projeto e do portal do IMD.

O Smart Metropolis 2.0 possui como propósito contribuir com o desenvolvimento de métodos, técnicas, ferramentas de suporte e aplicações de serviços a serem utilizadas por cidades inteligentes. Além disso, o projeto conta com parcerias como a Prefeitura da cidade do Natal e Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social do Estado (SESED).

Com UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    2 conto pra um mestrando? Fala sério! Correndo a vaquejada eu ganho mais.

Pesquisadores da UFRN conquistam bolsa em seleção nacional do Santander

Dois pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Administração (PPGA) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) foram selecionados no edital nacional do Programa Santander Identidades. Das oito bolsas ofertadas pela seleção para todo país, duas foram conquistadas pelos estudantes de mestrado da UFRN, Thiago de Oliveira e Jéssica Vivianne de Brito.

Programa Santander Identidades tem o objetivo de apoiar profissionais pretos, pardos ou indígenas; matriculados em cursos de MBA Full Time, Mestrado Profissional em Administração, Mestrado Acadêmico ou curso equivalente; fluentes em português; que tenham sido aprovados em testes como GMAT, GRE ou ANPAD; e com no mínimo  cinco anos de experiência profissional. Além da inscrição, os candidatos fizeram uma redação, enviaram currículo e passaram por uma entrevista on-line. O coordenador do PPGA, Luciano Sampaio, destacou a importância de ter alunos da pós-graduação sendo selecionados em certames de alta concorrência, o que evidencia a qualidade dos alunos.

A pesquisadora selecionada no Programa Santander Identidades, Jéssica Brito, contou que uma das etapas foi uma redação, na qual a candidata deveria contar qual a sua maior realização?. “Escrevi um texto contando como a aprovação em uma universidade pública aos 16 anos impactou não só na minha vida profissional, mas também mudou o rumo da minha trajetória”, completando que a seleção vai possibilitar a realização de cursos e capacitações que serão custeados com o valor da bolsa, bem como gerou motivação para participar de outras seleções e de incentivo para os seus colegas.

“Para mim, ter sido selecionado entre os oito contemplados é uma grande alegria”, comemorou Thiago de Oliveira, avaliando que o resultado demonstra que ele está trilhando um caminho correto acadêmica e profissionalmente. O pesquisador selecionado reforçou ainda que a Secretaria de Gestão de Projetos (SGP), local da UFRN onde ele pesquisa, tem grande parcela na conquista.

Na opinião do secretário da SGP e professor orientador de Thiago de Oliveira, André Gurgel, a importância da seleção mostra a robustez do programa de pós-graduação na formação dos estudantes, possibilitando a conquista de prêmios nacionais e internacionais importantes. Já o pró-reitor de Planejamento da UFRN e professor orientador de Jéssica Brito, Josué Vitor, considerou que “essa é uma conquista resultante também do compromisso institucional da UFRN com um ensino de excelência e inclusivo. Enquanto docente, me sinto bastante orgulhoso da conquista de minha orientanda Jéssica, que tem demonstrado alta competência acadêmica”.

O selecionados receberão bolsas de estudos, além de uma mentoria de 12 meses com executivos do Banco Santander. Confira outras informações sobre o edital no site do Santander.

Com UFRN

Cura para diabetes? Pesquisadores do Canadá acreditam ter encontrado uma

Diabetes: de acordo com a OMS, cerca de 422 milhões de pessoas vivem com diabetes no mundo (Willie B. Thomas/Getty Images)

Cientistas da Universidade de Alberta, no Canadá, acreditam ter encontrado uma cura para a diabetes. Através de um novo processo com células-tronco, a equipe de pesquisa foi capaz de curar a diabetes em camundongos, com esperança de que o processo também funcione em humanos.

Dr. James Shapiro, principal pesquisador do projeto, afirmou à CTV News Edmonton que a equipe foi capaz de colaborar com especialistas de todo o mundo para transformar o sangue do próprio paciente em células produtoras de insulina.

“Agora estamos no ponto em que podemos fabricar com segurança células produtoras de insulina a partir do sangue de pacientes com diabetes tipo 1 ou 2”, disse ele. “Colocar essas células em camundongos diabéticos e reverter a diabetes até o ponto em que a doença esteja totalmente curada.”

“É necessário que haja dados preliminares e que um determinado grupo de pacientes demonstrem ao mundo que isso é possível, seguro e eficaz”.

Vinte anos atrás, Shapiro fez história com o “Protocolo de Edmonton“, um procedimento que dá aos pacientes novas células produtoras de insulina, graças a transplantes de ilhotas, grupo de células do pâncreas que produzem insulina e glucagon, de doadores de órgãos.

Porém, esse procedimento requer o uso de fortes medicamentos anti-rejeição que carregam efeitos colaterais significativos. Dr. Shapiro afirmou que este novo processo de células-tronco eliminaria tal problema. “Se forem células próprias, os pacientes não irão rejeitar”.

De acordo com Shapiro, mais testes serão necessários antes que a equipe possa transferir os testes de animais para pessoas. “É necessário que haja dados preliminares e que um determinado grupo de pacientes demonstrem ao mundo que isso é possível, seguro e eficaz”.

O pesquisador acrescentou que a falta de financiamento é um grande obstáculo, e que um pequeno grupo de voluntários pretende arrecadar US$ 22 milhões até 2022 para financiar pesquisas em parceria com a Fundação do Instituto de Pesquisa da Diabetes do Canadá.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 422 milhões de pessoas vivem com diabetes no mundo, com 1,6 milhão de mortes atribuídas diretamente à doença a cada ano.

Exame

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisca disse:

    AGORA AQUI É SHOW DE BOLA.
    Essa praga dessa doença e suas complicações mata mais no mundo do que 10 Corona Virus juntas.
    O pior é que a grande mídia não dá a mínima.
    Nem os esquerdopatas ajudam.
    Tá na hora do Presidente Bolsonaro, falar a respeito pra vê se vira notícias.
    É outubro cor azul e o outro mês cor de rosa, sendo que o diabetes mata muito mais do que esses câncer de mama e próstata, não que não mereçam atenção, mas e o DIABETES??
    ESSE É TERRÍVEL!!
    quando não mata, aleja e ainda deixa o indivíduo cego.
    Deus seja louvado.
    E que achem logo a cura dessa praga devastadora nos humanos.

    • Papa jerimum disse:

      DONA Francisca "ele" como um negacionista e anticiência…também negará essa pesquisa!

Pesquisadores da UFRN descobrem nova espécie de raia em águas brasileiras

Foto: Reprodução

Cientistas do Departamento de Botânica e Zoologia da UFRN encontram uma nova espécie de raia em águas brasileiras, a Hypanus berthalutzea. A descoberta foi descrita no artigo Taxonomia integrativa identifica uma nova espécie de raia do gênero Hypanus Rafinesque, 1818 (Dasyatidae, Myliobatiformes) do Atlântico Sudoeste Tropical, publicado no periódico de Biodiversidade Journal of Fish Biology.

Segundo o professor Sérgio Lima, do Laboratório de Ictiologia Sistemática e Evolutiva do Departamento de Botânica e Zoologia, descobertas de novas espécies podem acontecer ao se encontrar uma forma inédita, ainda não catalogada, ou quando elas eram identificadas erroneamente como outra, caso deste trabalho.

“Este estudo mostrou que as raias-prego do Brasil são, na verdade, mais aparentadas com as da África e apresentam diferenças genéticas, morfológicas e ecológicas suficientes da Hypanus americana para justificar a denominação de uma nova espécie”, explica o professor Sérgio, um dos autores do artigo.

A descoberta começou em 2016, na pesquisa de doutorado da primeira autora do estudo, Flávia Petean, do Programa de Pós-Graduação de Sistemática e Evolução da UFRN. Então iniciou-se a coleta de tecidos para análises genéticas, visitas a museus para analisar exemplares fixados e estudos estatísticos de adequabilidade ambiental.

Todas as espécies do gênero Hypanus, distribuídas tanto na costa Atlântica quanto Pacífica das Américas, assim como uma espécie na costa Atlântica da África, foram estudadas. A comparação da morfologia e do DNA dessas raias possibilitou delimitar e identificar a Hypanus berthalutzae.

Hypanus berthalutzae

i algumas diferenças no clásper, órgão intromitente que os machos usam para a reprodução.

É uma espécie endêmica do Brasil e ocorre desde a foz do Rio Amazonas até o Sudeste da costa brasileira, além de algumas ilhas e arquipélagos próximos à costa como Parcel de Manuel Luís, Atol das Rocas e Fernando de Noronha, preferindo ambientes rasos e com alta salinidade. Recém descrita, ainda faltam, de acordo com a Flávia Petean, referências quanto ao estado de conservação da Hypanus berthalutzae.

“Esperamos fornecer informações suficientes para que ela seja avaliada em breve, assim como a maioria das raias desse gênero, que possuem dados insuficientes para a avaliação até o momento. O resultado dessa ausência de dados é que não há planos de manejo direcionados a essas raias e elas podem estar ameaçadas sem que saibamos”, alerta a pesquisadora.

Homenagem

Em seu nome, a nova espécie de raia traz uma homenagem à pesquisadora Bertha Lutz. Bióloga que trabalhava com anfíbios, Bertha foi uma das primeiras cientistas a ser aprovada em um concurso público no país, com importante atuação no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, e uma voz ativa na luta pelos direitos das mulheres, especialmente por meio da educação.

“Quando percebemos que iríamos descrever uma nova espécie e escolhermos um nome, não tive dúvidas de que queria homenagear alguma mulher. Bertha Lutz foi quem iniciou o movimento sufragista no Brasil e, se hoje as mulheres podem votar aqui, devemos a ela. Por isso, resolvemos imortalizar seu nome em uma raia para que ela fique conhecida não apenas entre brasileiras e brasileiros, mas também internacionalmente entre cientistas”, conta Flávia Petean.

Também assina o artigo o pesquisador estadunidense Gavin Naylor, da Universidade da Flórida.

UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Universidade Federal Do Açoite disse:

    A boiada não tem capacidade de entrar na Federal (nunca tiveram né?!), aí ficam falando mal dos alunos, professores, etc…
    Acho que deve ser por causa do calor e essa argola que fica na venta, deve doer.

  2. Gustavo disse:

    "Estadunidense"….

    Ah, UFRN!…

  3. Lula encantador de otário disse:

    Isso vai ser primeira pra tomar minha Ypioca, com os cumpanheiru doidêra lá do campus, parabéns meu povo, eu levo o côco pra fazer um caldinho🍜 de arraia. 👍🍻

Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde do Rio Grande do Norte abre processo seletivo para pesquisadores

Foto: Reprodução

O Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde do Rio Grande do Norte (Lais) seleciona pesquisadores para o projeto Pesquisa aplicada para integração inteligente orientada ao fortalecimento das redes de atenção para resposta rápida à sífilis. São dois editais, sendo que o primeiro está com inscrições abertas até o dia 8 de novembro e o segundo  até o dia 7.

As vagas são destinadas a pesquisadores graduados em qualquer área, mas com especialização em Economia ou Economia da Saúde e Fonoaudiólogos com especialização em audiologia, saúde auditiva, linguagem infantil ou áreas afins.

O resultado final dos processos será divulgado nos dias 19 e 20 de novembro. Os candidatos aprovados no processo seletivo comporão uma lista de cadastro de reserva, sendo convocados conforme a ordem do resultado final, a disponibilidade de eventuais vagas e a validade do certame.

Com UFRN

Com bolsas até R$ 4 mil, Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) abre seleção para graduação, pós-graduação e pesquisadores

Foto: Cícero Oliveira

O Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), está com inscrições abertas para seleção de bolsista de graduação, pós-graduação e pesquisadores para atuarem no âmbito do Projeto Smart Metropolis 2.0 – Novas Tecnologias para a Inovação no Empoderamento do Cidadão e nas Decisões do Gestor Público. São ofertadas 23 bolsas com remunerações que variam de R$ 1,4 mil a R$ 4 mil.

As inscrições para seleção permanecem abertas até o dia 4 de outubro e devem ser realizadas por meio do preenchimento do Formulário de Inscrição, disponível neste endereço eletrônico, e envio dos documentos solicitados pelo edital nº 062, que regulamenta a seletiva.

As vagas ofertadas contemplam diferentes perfis de bolsistas, conforme detalha o anexo I do edital. Para concorrer, o interessado deve estar matriculado em curso de graduação, mestrado ou doutorado da UFRN, ou atender aos requisitos esperados às vagas de pesquisador convidado.

Vagas

Do total de vagas ofertadas nesta seleção, 15 são destinadas a alunos de graduação, cinco a discentes de mestrado, uma para doutorado e duas para pesquisadores convidados, com dois tipos de perfis.

A remuneração das bolsas é definida com base nos níveis de formação dos selecionados, experiência e atividades que serão desenvolvidas. Os valores são distribuídos da seguinte forma: R$ 1,4 mil para graduação, R$ 2,1 mil para mestrado, R$ 2,9 mil doutorado, R$ 2,5 mil à vaga de pesquisador 1 e R$ 4 mil para pesquisador 2.

Seleção

A seletiva dos candidatos será realizada entre os dias 5 e 16 de outubro e consistirá na análise de currículo e entrevista com o candidato, caso os docentes responsáveis pela seleção julguem necessária.

Já o resultado final do processo será divulgado a partir do dia 19 de outubro, publicado no site do Smart Metropolis e no portal do IMD.

UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio disse:

    Já fui vítima deste arrumadinho e apadrinhamento dentro da UFRN. Inclusive o aluno que passou era apadrinhado por um dos professores da banca é ainda plagiou o trabalho de outro colega. Foi denunciado , mas não adiantou nada!

  2. Deolho disse:

    Precisa também colocar as lupas sobre as seleções para mestrado e doutorado. O arrumadinho, os compadrios e as aprovações por critérios questionáveis pululam. Há centenas de casos de alunos que são aprovados do mestrado para o doutorado sem passar pela rigorosa seleção de 3 etapas: prova escrita, análise de projeto e entrevista. E quando se reclama os pós-doctores-selecionadores dizem que é tudo dentro da lei….

  3. Tonho disse:

    Esse tipo de seleção é muito transparente na UFRN., "Quaje de vrido".

  4. JAG disse:

    Já passou da hora da PF ou o MPF investigar essas bolsas da UFRN, corre a boca miúda que são cartas marcadas.

  5. Adriana disse:

    Verdade. Eu também já participei de várias, Por duas vezes questionei professores pelos critérios de seleção. A resposta deles: Nós já acompanhamos esses alunos e não temos tempo de conhecer os projetos de quem vem de fora. São poucos os professores que dão oportunidade para alunos de outras instuições.

  6. servidor de direita disse:

    fui vítima e conheço outras pessoas que também foram vítimas dessas seleções da UFRN… nem percam o tempo de vocês, caso não sejam alunos já da UFRN e babão de professor você não vai entrar e muito menos conseguir bolsa.

    • Manoel C. disse:

      O pior que há diversas seleções que já explicitam a necessidade de ser aluno da UFRN. É sofrido.

    • Caldo de galo disse:

      Mentira ! Só passam os melhores . Vá estudar e deixe de conversar besteira .

Pesquisadores da UFRN participam de estudo sobre uso da hidroxicloroquina

Foto: Ilustrativa

A hidroxicloroquina (HCQ) é um medicamento que consegue – em laboratório – inibir a multiplicação do novo coronavírus no interior das células e, por isso, tem sido usado no tratamento de casos da covid-19. Mas será que a HCQ é eficaz em reduzir os sintomas e diminuir a frequência das complicações decorrentes da covid-19 em seres humanos? Para responder essa pergunta, foi produzido o Estudo Coalizão I, que avalia os resultados do uso da HCQ em pacientes da covid-19.

Esse trabalho mobilizou um grupo de pesquisadores brasileiros, atuando em 55 hospitais distribuídos nas cinco regiões do país. Dessa equipe fazem parte quatro professores do Departamento de Infectologia (DEINF) do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Eveline Pipolo Milan, Mônica Baumgardt Bay, Manoella do Monte Alves e Eduardo Teodoro Gurgel de Oliveira foram os responsáveis, no estado, pela condução desse estudo no Hospital Giselda Trigueiro.

O resultado do trabalho dessa frente nacional de pesquisadores, chamado Coalizão Covid-19 Brasil, foi apresentado no artigo Hydroxychloroquine with or without Azithromycin in Mild-to-Moderate Covid-19, publicado na última quinta-feira, 23, na revista The New England Journal of Medicine, uma das mais importantes publicações científicas na área de medicina. Para ler o artigo, acesse este link.

O artigo trata especificamente do uso da HCQ associada ou não ao uso do antibiótico azitromicina (AZI) em pacientes com sintomática leve e moderada de covid-19. O Coalizão I é o primeiro de uma série de nove estudos que estão sendo elaborados no Brasil para investigar a eficácia de terapias administradas em pacientes acometidos pelo novo coronavírus.

Com informações da UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Direita Honesta disse:

    Quem está financiando todos esses estudos que, de repente estão sendo feitos com esse medicamento que já vem sendo amplamente usado há décadas, custa muito pouco e vem se mostrando eficaz em todo lugar onde é utilizado? No casso dessa universidade pública, será que não há algo melhor onde aplicar seus parcos recursos? Ou está obrando dinheiro por lá? A coisa é muito simples e torna desnecessário tanta celeuma: toma quem quiser, quem acreditar no medicamento. Aliás, tem até que assinar uma autorização. Quem não quiser, não acreditar na sua eficácia, não tome, vá tomar… outra coisa ou fique esperando o seu quadro de saúde se agravar e depois busque os leitos hospitalares que a governadora do PT não criou e os respiradores que ela não comprou (embora já tenha pago por eles alguns milhões). É coisa muito simples.

  2. Webrevenger disse:

    A medica do video, a que acredita nos reptilianos, já disse que a cura é a cloroquina de jesus. Esse estudo não mudará isso.

  3. CNN disse:

    Esse medicamento poderia ser o título da Próxima Novela da Globo

  4. Flávio Martinez disse:

    Esse estudo será muito bem-vindo. Provavelmente, outras drogas também serão pesquisadas dentro em breve

VÍDEO: Técnica desenvolvida por pesquisadores da UFRN aumenta expectativa no combate à desertificação do semiárido

O replantio da Caatinga, castigada pela ação humana há séculos, é uma das alternativas utilizadas em ações para sua restauração. O problema é que, nos métodos convencionais, a mortalidade das plantas transplantadas chega a 70%, o que significa um grande desafio para as equipes que atuam nesse bioma. Porém, uma técnica desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) demonstrou que algumas espécies de plantas têm maior resistência a esse processo, o que gera uma grande esperança no reestabelecimento de áreas florestais do semiárido.

Entre os métodos de plantio diferenciados para essa área, a pesquisa coordenada pela professora Gislene Ganade, do Departamento de Ecologia do Centro de Biociências (CB/UFRN) e coordenadora do Laboratório de Ecologia da Restauração (LER), experimentou a substituição de plantas de raízes curtas por mudas de raízes longas. Esse primeiro trabalho realizado entre os anos de 2013 e 2016 numa área de cinco hectares da Floresta Nacional de Açu (Flona), no município de Assú, apresentou resultados muito satisfatórios. A ação utilizou seis espécies de arvores nativas, entre elas a jurema preta, a catingueira e a aroeira.

Pesquisadora Gislene Ganade transplanta muda de Juazeiro. Foto: Divulgação

O experimento revelou que as plantas grandes com raízes grandes atingem até 70% de sobrevivência, enquanto as plantas pequenas com raízes pequenas apenas 30%. O melhor é que os resultados foram confirmados para plantas irrigadas durante 1 ano e plantas irrigadas só no momento do plantio, dispensando assim o custo de montagem de um sistema de irrigação periódica. Não é à toa que a técnica utilizada ganhou o certificado Dryland Champions (campeões das terras áridas) da Organização das Nações Unidas (ONU).

A mesma técnica foi aplicada com grande sucesso em um segundo experimento de plantio de ampla escala implementado também na Flona de Açu, utilizando então 16 espécies de árvores. O trabalho realizado entre 2016 e 2019, foi registrado pela equipe em fotos e num vídeo apresentado pela professora Gislene Ganade. A técnica de plantio com mudas de raízes longas também já foi implementada em outras áreas dos municípios de São Bento do Norte (RN) e no Parque Nacional do Catimbau, em Pernambuco.

Além disso, o projeto já estabeleceu uma lista das localidades em que mais de 600 espécies arbóreas podem ser plantadas em toda a Caatinga, inclusive considerando as mudanças climáticas e sua relação com a perda ou ganho de espécies em cada localidade. Uma projeção futura foi apresentada para os próximos 50 anos, de 2020 a 2070. A experiência exitosa reforça a tese do grupo de pesquisadores do LER de que a Caatinga pode e deve ser restaurada.

Pesquisa

O projeto desenvolvido pela UFRN para a restauração da Caatinga está integrado à plataforma TreeDivNet que colabora com 16 países. Além disso, mantém parcerias com a Universidade Técnica de Munique (Alemanha) e a Universidade de Exeter (Inglaterra) em pesquisas que investigam as espécies arbóreas com maior potencial ecofisiológico para fixar carbono e restaurar áreas degradadas no semiárido brasileiro.

A partir desta pesquisa já foram desenvolvidas 10 teses de doutorado, 6 dissertações de mestrado, 14 trabalhos de conclusão de curso, 7 artigos científicos e 6 artigos submetidos em revistas internacionais. Recentemente, ela foi apresentada na live Restauração da Caatinga: Avanços e novas perspectivas, promovida pela Associação Caatinga de Fortaleza, pela professora Gislene Ganade. Esse tema tem o incentivo da ONU que instituiu a Década de Restauração de Ecossistemas, com início marcado para 2021 e seguindo até 2030.

A ação da ONU é voltada à recuperação de ecossistemas degradados em todo o mundo para o combate à crise climática e para o fortalecimento da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos.  Nesse sentido, destaca a professora Gislene Ganade, “a Caatinga terá importante contribuição para o mundo se projetos de restauração em larga escala forem implementados, sendo que esses projetos também representam uma valiosa contribuição ao combate à desertificação desse importante ecossistema brasileiro”.

UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Flávio Martinez disse:

    Fantástico!! Parabéns!!!

  2. Joaquim disse:

    Quem paga os salários do funcionalismo público é o gado que trabalhar

  3. Manoel disse:

    Fantástico!
    Parabéns aos pesquisadores!
    Parabéns para a ciência!
    Parabéns à UFRN!

  4. Francisco de Assis disse:

    Parabéns a UFRN pelo ótimo trabalho. O gado não vai gostar dessa matéria porque o gado só gosta de pasto e mentiras.

    • joao disse:

      Pelo seu comportamento e no linguajar raivoso…. deve trabalhar na UFRN ou fazer parte daquilo de alguma forma. Falar de pessoas como se fossem animais nao é nada etico, e parece fazer parte de alguns meios que espero nao ser educacional. Felizmente, o ente publico as vezes faz jus a sua despesa.. e quando nao faz, deve ser criticado e cobrado. Tem outro animal que simboliza quem nao quer entender criticas construtivas e simboliza ideologias, mas acho feio usar esses termos.

    • Francisco de Assis disse:

      João, vai ver se eu estou na esquina. Deixa de ser hipócrita. Você sabe muito bem que quem sustenta seus argumentos com baixo nível intelectual e alto nível de sadismo é a caterva que sustenta o que ouvem do seu líder mor. Gado é até um elogio para vermes. Agora vocês é que são mi mi mi, é?

Artigo de pesquisadores da UFRN propõe lei de controle da pandemia com uso da matemática

Foto ilustrativa: Edésio Ferreira/EM/D.A Press

Após mais de três meses com repetidos decretos restringindo atividades não essenciais, o que incluiu diversos setores da economia, a Prefeitura de Natal e Governo do Rio Grande do Norte iniciam nesta semana uma reabertura gradual do comércio. De acordo com as nova determinações, em Natal, essa retomada começou a acontecer na terça-feira, 30 de junho, e no estado como um todo a permissão passou a valer a partir desta quarta-feira, 1° de julho.

Esta reabertura dos estabelecimentos comerciais não significa, no entanto, que a pandemia passou ou está controlada. A taxa de ocupação de leitos de terapias intensiva e semi-intensiva permanece alta, beirando os 95% das vagas existentes rede de saúde em todo o estado. Como, então, promover uma retomada da atividade econômica de maneira mais segura possível?

Para responder a essa pergunta, um artigo de pesquisadores do Departamento de Engenharia Elétrica (DEE/UFRN) propõe o uso da matemática. Intitulado Proposta de lei de controle para o surto da covid-19 no estado do Rio Grande do Norte, o estudo apresenta uma equação capaz de determinar qual é o menor nível de distanciamento social necessário para garantir que a epidemia fique sob controle.

Segundo os pesquisadores, o uso desta equação pode garantir a maior atividade econômica possível enquanto mantém o número de indivíduos hospitalizados abaixo de um valor estabelecido pelas autoridades de sanitárias. O cálculo do distanciamento social deve ser feito com base nas informações sobre a pandemia de que dispõem as secretarias municipais e estadual de Saúde.

“A proposta pode contribuir disponibilizando para as autoridades o valor correto do nível de distanciamento social. Atualmente, não há um valor exato, as decisões são tomadas baseadas em conhecimento empírico. Por exemplo, 80% de ocupação pode ser um bom número em uma região, porém insuficiente em outras. Isso ocorre por causa da dinâmica da pandemia, que se comporta de forma diferente por região, pelo número de dias, pelo comportamento da sociedade, e aplicar sempre a mesma resposta a situações diferentes gera confusão e perda de credibilidade”, afirma o professor Samaherni Dias, um dos autores do artigo, assinado ainda por Kurios Queiroz e Aldayr Araujo, do DEE/UFRN.

Conforme explica o professor, a lei de controle foi elaborada para ser bastante simples, podendo ser aplicada, nas palavras do docente, “em uma planilha, no site da própria secretaria de saúde ou em um caderno”. Na opinião de Samaherni, independente do formato ou do meio pela qual seja implementada, o importante é que seja diariamente atualizada.

Nesses modelos são levados em conta também aqueles que negligenciam as medidas de isolamento, mas o professor Samaherni adverte o impacto dessa atitude nas contas. “É importante deixar claro que a lei de controle proposta calcula qual deverá ser o nível de distanciamento social, porém, se essas recomendações não forem atendidas, todo dia será definido uma taxa isolamento mais alta até chegar ao ponto máximo”, explica.

Samaherni ainda ressalta que a equação pode ser utilizada em diferentes ocasiões para além da pandemia do novo coronavírus. “A grande contribuição deste trabalho com relação à covid-19 é melhorar a qualidade da informação para o gestor tomar uma decisão. Porém é uma lei de controle para epidemias, ou seja, é aplicável no caso da covid-19 ou em outra epidemia qualquer, envolvendo seres humanos ou não”, conclui.

UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. CIDADAO55 disse:

    Se dependesse só de matemática, já estaríamos com mais de 15 mil mortos, segundo estudos iniciais.

  2. Eduardo Peixoto disse:

    Mas isso já está sendo feito no Brasil com grande eficiência, pois a cada respirador comprado temos o valor de três respiradores pagos, bem como para a cada 500 novos infectados temos 02 leitos de UTI prometidos que uma dia serão instalados.

AVANÇO: Pesquisadores de Oxford testarão vacina experimental contra coronavírus em 10 mil pessoas

Foto: Dado Ruvic/Reuters 

A Universidade de Oxford e a AstraZeneca planejam recrutar cerca de 10 mil adultos e crianças do Reino Unido para realizar testes de uma vacina experimental contra coronavírus. A medicação recebeu um aporte de mais de US$ 1,2 bilhão dos Estados Unidos na quinta-feira (21).

Nesta sexta-feira (22), a universidade disse que instituições parceiras de todo o Reino Unido começaram a recrutar até 10.260 adultos e crianças para ver como o sistema imunológico humano reage à vacina e o quanto ela é segura.

Um teste inicial que começou no dia 23 de abril já aplicou a injeção em mais de mil voluntários de idades variando entre 18 e 55 anos. De acordo com os pesquisadores de Oxford, as fases 2 e 3 acrescentarão pessoas de 56 anos e mais velhas, além de crianças de 5 a 12 anos.

“A velocidade com que esta nova vacina avançou para testes clínicos de fase adiantada é um testemunho da pesquisa científica pioneira de Oxford”, disse Mene Pangalos, executivo da AstraZeneca.

A AstraZeneca já assinou com o Reino Unido e com os EUA como parceiros para produzir a vacina em escala industrial, antecipando-se à confirmação de que ela funciona e é segura.

R7, com Reuters

Pesquisadores da UFRN descobrem que tamanho sugere sexo das flores

Foto: Cícero Oliveira

Flores maiores são mais masculinas, enquanto flores menores são mais femininas, diz um novo estudo evolutivo desenvolvido por uma equipe multinacional liderada pelo professor Carlos Roberto Fonseca e o pós-doc Gustavo Brant Paterno, do Departamento de Ecologia do Centro de Biociências (CB) da UFRN. Os resultados, obtidos a partir de coleta de centenas de espécies de plantas de vários continentes, sugerem que flores maiores são produtos custosos de uma intensa competição entre machos, mecanismo de seleção sexual originalmente proposto pelo evolucionista Charles Darwin. A pesquisa será publicada online até o dia 27 deste mês na conceituada revista americana Proceedings of the National Academy of Science USA (PNAS).

No artigo A masculinidade das maiores flores em angiospermas, demonstraram que flores maiores investem uma percentagem maior da sua biomassa em órgãos masculinos e em pétalas, para produzir mais pólens e atrair polinizadores que irão transportá-los para fertilizar plantas vizinhas. Em contraste, flores menores investem relativamente mais biomassa em órgãos femininos e em sépalas, para produção e proteção dos óvulos, apostando nas suas próprias sementes para assegurar seu sucesso reprodutivo.

Carlos Roberto Fonseca, pesquisador da UFRN. Foto: Arquivo pessoal

“Nossos resultados sugerem que, em espécies de flores maiores, existe uma batalha mais forte entre as plantas por seus polinizadores. Aquelas que exportam mais pólens com sucesso, ganham! Um típico processo de competição entre machos” disse Carlos Roberto Fonseca, o pesquisador sênior que concebeu o estudo. “Para ganhar, algumas plantas pagam um alto custo, produzindo pétalas enormes e néctar custosos para atrair polinizadores com alta demanda energética, como aves e morcegos. Funciona exatamente como os chifres custosos dos veados na sua batalha por sucesso reprodutivo”, completou.

Para generalizar suas conclusões, os pesquisadores coletaram flores de tamanhos e formas distintas, de diferentes linhagens evolutivas, em vários ambientes, de desertos a florestas tropicais. “O estudo revela um padrão claro diante da grande variação de estratégias sexuais das plantas que existe na natureza. É incrível, flores de todos os tipos e lugares, tamanhos e cores, seguem o mesmo padrão” disse Gustavo Brant Paterno, que liderou a maioria da coleta de dados e análises durante seu doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Ecologia da UFRN. “Quando padrões similares emergiram de plantas coletadas na América do Sul, América do Norte, Europa e Austrália, nós ficamos confiantes de estar olhando para um novo e robusto padrão evolutivo” disse Johannes Kollmann (Universidade Tecnológica de Munique, Alemanha).

O pesquisador Mark Westoby (Macquarie University, Austrália), que durante sua carreira vem procurando características vegetais adaptativas chaves, disse que “biomassa floral representa uma espinha dorsal previsível por trás da incrível variação no tamanho, estrutura, forma, cor e estratégia sexual das flores das angiospermas”. Apesar da relevância desta característica, o artigo ressalta que “biomassa floral é pobremente representada na maioria dos bancos de dados, talvez devido a longa tradição da botânica de descrever estruturas florais através de contagens e medidas de dimensões lineares.”

“O próximo passo, agora, é investigar as causas evolutivas por trás desta grande variação da intensidade da competição entre machos entre as diferentes espécies de plantas” completou Fonseca.

* Informações do Professor Carlos Roberto Fonseca
UFRN

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Hipocrates Viana disse:

    Minha nossa! Que reportagem oportuna para o momento que passamos. Quero parabenizar os ilustres pesquisadores OCIOSOS da Ufrn e a vc BG por ter dado esse furo de reportagem.

Pesquisadores podem ter encontrado cura para diabetes

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Hoje, o tratamento para a diabetes consiste na aplicação de insulina para normalizar o nível da substância no corpo. Se no Brasil o medicamento é disponibilizado pelo SUS, em diversos países o tratamento tem um custo muito alto. Porém, isso pode mudar em breve. Isso porque uma equipe de pesquisa da Universidade de Washington conseguiu curar ratos de laboratório com a doença usando células tronco.

A ideia surgiu em 2019, quando os pesquisadores descobriram que usar essas células poderia ser uma opção melhor de tratamento. A novidade, porém, é a forma de transformá-las em outros tipos de células. No novo método, além de produzir uma porcentagem maior das células alvos, as fazem mais funcionais que do jeito antigo.

Quando colocadas nos ratos diabéticos, seus níveis de açúcar no sangue se estabilizaram, deixando-os curados da doença por até nove meses. Após essa primeira fase de testes, os próximos passos da pesquisa são testar o uso das células tronco em animais maiores para, posteriormente, iniciar testes em humanos.

Por mais que ainda seja um primeiro passo, pode ser o início de um novo tratamento revolucionário para uma das doenças que mais acomete pessoas mundialmente. O Brasil é o quarto país com o maior número de diabéticos no mundo, com cerca de 12,5 milhões de portadores da doença, cerca de 7% dos brasileiros. No mundo todo, são mais de 463 milhões de diabéticos.

Olhar Digital, via The Next Web

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antônio disse:

    CURIOSIDADE : Praticamente NÃO EXISTE DIABÉTICO VEGANO.
    Aos que sofrem diariamente com as agulhadas, assistam no Netflix : What the health

  2. Silva disse:

    Até lá muita gente tem morrido, inclusive, eu!

Pesquisadores podem ter encontrado a cura para o coronavírus; médicos na Tailândia trataram com sucesso e, rapidamente, paciente chinesa

Foto: Ilustrativa

Uma equipe de cientistas na Tailândia afirma ter conseguido tratar com sucesso uma paciente com coronavírus em Wuhan, epicentro dos casos da doença. As informações são da CNN.

Os médicos administraram uma combinação de medicamentos antivirais, que surtiram efeito em 48 horas, segundo comunicado divulgado no último domingo. O médico do Hospital Rajavithi, em Bangcoc, Tailândia, Dr. Kriangsak Atipornwanich, disse que a paciente tratada é uma mulher chinesa de 71 anos. Ela recebeu uma combinação de medicamentos usados no tratamento de HIV e gripe.

O médico afirma que a paciente havia sido tratada apenas com remédios anti-HIV, porém, em função do grave estado de saúde, os medicamentos não estavam fazendo efeito.

“A condição da paciente melhorou muito rapidamente, em 48 horas. E o resultado do teste também mudou de positivo para negativo dentro do mesmo período”, disse Atipornwanich, em coletiva à impresa.

O último teste de laboratório mostrou que não há vestígios do vírus no sistema respiratório da paciente. Até semana passada, não havia registro de medicamentos comprovadamente eficazes para tratar o vírus, que segue em avanço em todo o mundo.

Hospitais de Pequim informaram que usam os mesmos medicamentos administrados a pacientes com HIV e Aids como parte do tratamento para o vírus em Wuhan, embora não esteja claro se tiveram o mesmo sucesso dos médicos na Tailândia.

Atualmente, são mais de 17 mil casos da doença provocada pelo novo vírus, com mais de 360 mortes na China e uma nas Filipinas. No Brasil, há 16 casos suspeitos mas nenhum confirmado.

Com CNN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. LOL disse:

    Deus abençoe que esse achado venha mesmo a salvar vidas!

    • JK disse:

      Graças e louvores são alcançados a todo momento… Deus criou o homem que criou a ciência.

Pesquisadores criam armadilha para identificar o Aedes aegypti

Foto: Pixabay

Não é de hoje que “armadilhas” contra o mosquito Aedes aegypti ganham destaque. A mais famosa é a “Mosquitérica”, que começou a ser produzida nos anos 2000, com garrafa pet e microtule pelos pesquisadores do Instituto de Microbiologia Paulo de Góes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A ideia principal é que a fêmea seja atraída por um ambiente de água parada rico em microrganismos, que é estimulado pela presença de ração de gato, alpiste ou arroz. Os ovos inicialmente depositados na câmara em contato com o ambiente se transformam em larvas, que atraídas pelo alimento atravessam o microtule, onde se desenvolvem e crescem a ponto de não mais conseguir retornar para a primeira câmara. Por fim, cabe ao dono da armadilha matar as larvas e mosquitos que se acumulam na segunda câmera e continuar o processo.

Mas, antes de preparar a armadilha, é importante ter certeza de que todos os focos do mosquito foram eliminados, pois somente assim ela será eficiente. E nunca é demais lembrar que prevenção deve ser a palavra de ordem sempre e cada um deve fazer a sua parte para a evitar a formação de criadouros.

Por que fazer uma armadilha?

O objetivo principal é descobrir se o mosquito está na região e alertar as autoridades para que sejam procurados focos do mosquito. Mas também é possível que ela seja usada para erradicar o mosquito em uma região.

Arte R7

Fontes:

Armadilha letal para mosquitos, temperada com atitude de civilidade. Faperj, 2019. Disponível em: http://www.faperj.br/downloads/mosquiterica.pdf. Acesso em 2 de agosto de 2019.

BIANCOVILLI, Priscila. O que a virologia pode fazer contra a dengue? Agência de Notícias da UFRJ – CSS Instituto de Microbiologia Professor Paulo de Góes, 2015. Disponível em: https://ufrj.br/noticia/2015/10/22/o-que-virologia-pode-fazer-contra-dengue. Acesso em 2 de agosto de 2019.

R7

 

Pesquisadores analisam pescado de regiões no RN atingidas por óleo

Foto: Wallacy Medeiros

Ações integradas para avaliar os impactos do óleo no pescado do Rio Grande do Norte foram discutidas em reunião nesta terça-feira, 29, na Secretaria de Estado da Agricultura, da Agropecuária e da Pesca do RN (SAPE). O encontro contou com a participação de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que irão analisar amostras das espécies de peixes, crustáceos e água das praias atingidas pelo aparecimento do produto, a fim de elaborar um documento sobre a segurança alimentar para consumo humano.

O trabalho será desenvolvido em parceria entre SAPE, UFRN, Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema), Superintendência de Vigilância Sanitária (Suvisa) e Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do RN (Idiarn), a partir da coleta de peixes das 17 colônias de pescadores do RN, além de camarões, lagostas, ostras e mariscos. De acordo com o professor do Instituto de Química da UFRN, Djalma Ribeiro da Silva, pesquisadores de diversos departamentos farão avaliações qualitativas e quantitativas do pescado, a partir de um protocolo comum para coleta e análise.

“Considero que essa ação é um retorno muito gratificante da UFRN para a sociedade, pois estamos disponibilizando as pessoas mais especializadas para atuar no problema de contaminação. Vamos começar a investigar nas praias onde apareceu a maior quantidade de óleo, a partir da análise tanto de peixes e crustáceos quanto da água, para garantir à população que as áreas estão próprias para o banho naquele momento”, afirma Djalma Ribeiro. Também participaram da reunião pesquisadores dos departamentos de Oceanografia e Limnologia (DOL), Botânica e Zoologia (DBEZ), Ecologia (DECOL), Biologia Celular e Genética (DBG) e da Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ).

O subsecretário de Pesca, David Soares de Souza, ressalta que até o momento não há indícios de comprometimento do pescado potiguar, em virtude de questões técnicas e biológicas. “O Rio Grande do Norte recebeu uma quantidade de óleo inferior à de outros estados. Ainda assim temos o interesse de proceder a análise in loco das regiões de Baía Formosa a Touros, que engloba 17 colônias de pescadores e 12 mil famílias diretamente relacionadas à atividade econômica da pesca artesanal”, finaliza.

 Com informações da UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Ora, a "análise" que vale, para todos os efeitos, é a do zé-povim, o consumidor.

  2. Ana disse:

    Tá muito bom, mas eu que não vou comer.