Pesquisadores criam armadilha para identificar o Aedes aegypti

Foto: Pixabay

Não é de hoje que “armadilhas” contra o mosquito Aedes aegypti ganham destaque. A mais famosa é a “Mosquitérica”, que começou a ser produzida nos anos 2000, com garrafa pet e microtule pelos pesquisadores do Instituto de Microbiologia Paulo de Góes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A ideia principal é que a fêmea seja atraída por um ambiente de água parada rico em microrganismos, que é estimulado pela presença de ração de gato, alpiste ou arroz. Os ovos inicialmente depositados na câmara em contato com o ambiente se transformam em larvas, que atraídas pelo alimento atravessam o microtule, onde se desenvolvem e crescem a ponto de não mais conseguir retornar para a primeira câmara. Por fim, cabe ao dono da armadilha matar as larvas e mosquitos que se acumulam na segunda câmera e continuar o processo.

Mas, antes de preparar a armadilha, é importante ter certeza de que todos os focos do mosquito foram eliminados, pois somente assim ela será eficiente. E nunca é demais lembrar que prevenção deve ser a palavra de ordem sempre e cada um deve fazer a sua parte para a evitar a formação de criadouros.

Por que fazer uma armadilha?

O objetivo principal é descobrir se o mosquito está na região e alertar as autoridades para que sejam procurados focos do mosquito. Mas também é possível que ela seja usada para erradicar o mosquito em uma região.

Arte R7

Fontes:

Armadilha letal para mosquitos, temperada com atitude de civilidade. Faperj, 2019. Disponível em: http://www.faperj.br/downloads/mosquiterica.pdf. Acesso em 2 de agosto de 2019.

BIANCOVILLI, Priscila. O que a virologia pode fazer contra a dengue? Agência de Notícias da UFRJ – CSS Instituto de Microbiologia Professor Paulo de Góes, 2015. Disponível em: https://ufrj.br/noticia/2015/10/22/o-que-virologia-pode-fazer-contra-dengue. Acesso em 2 de agosto de 2019.

R7

 

Pesquisadores analisam pescado de regiões no RN atingidas por óleo

Foto: Wallacy Medeiros

Ações integradas para avaliar os impactos do óleo no pescado do Rio Grande do Norte foram discutidas em reunião nesta terça-feira, 29, na Secretaria de Estado da Agricultura, da Agropecuária e da Pesca do RN (SAPE). O encontro contou com a participação de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que irão analisar amostras das espécies de peixes, crustáceos e água das praias atingidas pelo aparecimento do produto, a fim de elaborar um documento sobre a segurança alimentar para consumo humano.

O trabalho será desenvolvido em parceria entre SAPE, UFRN, Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema), Superintendência de Vigilância Sanitária (Suvisa) e Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do RN (Idiarn), a partir da coleta de peixes das 17 colônias de pescadores do RN, além de camarões, lagostas, ostras e mariscos. De acordo com o professor do Instituto de Química da UFRN, Djalma Ribeiro da Silva, pesquisadores de diversos departamentos farão avaliações qualitativas e quantitativas do pescado, a partir de um protocolo comum para coleta e análise.

“Considero que essa ação é um retorno muito gratificante da UFRN para a sociedade, pois estamos disponibilizando as pessoas mais especializadas para atuar no problema de contaminação. Vamos começar a investigar nas praias onde apareceu a maior quantidade de óleo, a partir da análise tanto de peixes e crustáceos quanto da água, para garantir à população que as áreas estão próprias para o banho naquele momento”, afirma Djalma Ribeiro. Também participaram da reunião pesquisadores dos departamentos de Oceanografia e Limnologia (DOL), Botânica e Zoologia (DBEZ), Ecologia (DECOL), Biologia Celular e Genética (DBG) e da Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ).

O subsecretário de Pesca, David Soares de Souza, ressalta que até o momento não há indícios de comprometimento do pescado potiguar, em virtude de questões técnicas e biológicas. “O Rio Grande do Norte recebeu uma quantidade de óleo inferior à de outros estados. Ainda assim temos o interesse de proceder a análise in loco das regiões de Baía Formosa a Touros, que engloba 17 colônias de pescadores e 12 mil famílias diretamente relacionadas à atividade econômica da pesca artesanal”, finaliza.

 Com informações da UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Ora, a "análise" que vale, para todos os efeitos, é a do zé-povim, o consumidor.

  2. Ana disse:

    Tá muito bom, mas eu que não vou comer.

VÍDEO: Pesquisadores determinam área provável entre SE e AL onde saiu petróleo que polui praias no nordeste

Os pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro delimitaram uma região a 700 km da costa, entre os Estados de Sergipe e Alagoas. Do local teria sido descartado ou derramado o óleo que polui o litoral nordestino. As manchas já chegaram, inclusive, a locais considerados paraísos tropicais.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luladrão Encantador de Asnos disse:

    A esquerda mimimi se cala sobre esse episódio pq sabe que tem responsabilidade nesse caso. E a Globo fica tentando desviar o foc e colocar a culpa no Gov.Fed

Pesquisadores desenvolvem sangue artificial capaz de ser doador universal

(Foto: Pixabay)

Cientistas no Japão desenvolveram um “sangue artificial” que poderá, no futuro, ser utilizado durante transfusões independentemente do tipo de sangue dos pacientes. Publicado na revista médica Transfusion, o estudo desenvolveu um substituto para imitar as funções do sangue biológico, resolvendo o problema das baixas reservas de doações nos hemocentros.

No nosso organismo, a hemoglobina é a proteína que existe no interior dos glóbulos vermelhos e cuja principal função é o transporte de oxigênio. Para substituí-la, a equipe desenvolveu “vesículas de hemoglobina” com um diâmetro de apenas 250 nanômetros que podem servir como transportador de oxigênio.

Os pesquisadores ainda não fizeram o teste em humanos, mas eles já realizaram a transfusão do sangue “substituto” em 10 coelhos. Seis deles sobreviveram: de acordo com o estudo, essa é a mesma taxa de sucesso que uma transfusão de sangue biológica do mesmo tipo.

Ainda não está claro, porém, se esse tipo de sangue poderia levar a problemas de saúde mais graves, já que os pesquisadores não fizeram uma análise a longo prazo. O estudo também alerta que suas descobertas “podem não ser generalizáveis ​​para os seres humanos”.

Apesar das limitações, a pesquisa poderia ajudar a encontrar o tão procurado substituto do sangue universal. Juntamente com a remoção da necessidade de um doador humano, o sangue artificial pode tornar as transfusões de sangue drasticamente mais acessíveis.

“É difícil estocar uma quantidade suficiente de sangue para transfusões em regiões como ilhas remotas”, disse o autor do estudo, Manabu Kinoshita, ao jornal japonês Asahi Shimbun. “O sangue artificial será capaz de salvar a vida de pessoas que de outra forma não poderiam ser salvas.”

Galileu

 

Pesquisadores querem ‘fim’ da placa-mãe nos PCs; entenda

Ideia é criar sistemas mais compactos, eficientes e poderosos sem o uso de placas convencionais — Foto: Divulgação/CVN

Acabar com a placa-mãe dos pode ser uma solução para permitir que os computadores se tornem mais rápidos e compactos no futuro. Essa é a aposta dos pesquisadores Puneet Gupta e Subramanian Iyer/ Autores de um estudo divulgado pela IEEE, organização internacional que congrega engenheiros elétricos e eletrônicos, os especialistas acreditam que uma mudança grande no design convencional das placas usadas atualmente poderia garantir meios de desenvolvimento de computadores com componentes integrados com conectores de alta velocidade, por exemplo. Esta nova característica do aparelho poderia reduzir o tamanho da máquina, além de aumentar a eficiência e a performance dos computadores.

A ideia dos pesquisadores é criar sistemas com mais módulos. Esta estrutura substituiria os processadores, que possuem alto nível de complexidade. Com esta mudança, as fabricantes poderiam criar chips modulares especializados. Estes itens, que seriam interligados em conexões de alta velocidade, seriam capazes de evitar gaps na transferência de dados e, desta forma, ofereceriam maior eficiência durante o uso do PC. Além disso, com o uso de chips menores e mais específicos, a máquina deixaria de esquentar, diminuindo, assim, o calor emitido durante o funcionamento do computador.

Outra vantagem da nova abordagem, segundo o estudo, seria a possibilidade de dispositivos menores. Computadores poderosos poderiam ser mais compactos, assim como seus servidores. Em dispositivos ainda menores, como relógios inteligentes e celulares, a ideia de evitar a placa-mãe poderia abrir mais espaço para bateria ou outros componentes.

A dupla de especialistas descreve um computador sem placa-mãe como algo que teria seus componentes montados sobre um único substrato de silício – o mesmo material usado no interior dos chips. Nesse substrato, núcleos de processamento, componentes elétricos de controle de corrente e memória seriam impressos no material, por um processo parecido com aquele aplicado na fabricação de microchips.

AMD e Intel já produzem processadores que aplicam o conceito modular: componentes individuais são unidos por vias de alta velocidade nos AMD Epyc e Ryzen de terceira geração — Foto: Divulgação/AMD

Segundo os pesquisadores, cada item do sistema seria ligado entre si por conectores de alta velocidade que, ao evitar as soldas usadas nas placas atuais, teriam melhor performance, menor propensão a defeitos com o tempo e consumiriam menor quantidade de material. Além disso, o conjunto todo dissiparia melhor o calor, o que tornaria o computador todo mais eficiente do ponto de vista energético.

Embora a ideia de acabar com a placa-mãe seja radical, já existe algo parecido com o que os pesquisadores sugerem. Tanto Intel, como AMD já desenvolvem processadores no chamado design chiplet, em que componentes centrais da CPU são isolados entre si e apenas interconectados por vias de alta velocidade.

Globo, via Techtudo, IEEE Spectrum, Tom’s Hardware, Extreme Tech

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jean Carlos disse:

    é nesses casos sempre tem beneficios e problemas

Estimular ponto inusitado do corpo pode ser o segredo para o orgasmo feminino, revelam pesquisadores

Shutterstock

Nem todas nós temos facilidade em chegar ao clímax durante o sexo. Muito pelo contrário. Algumas sequer sentem prazer na relação. Contudo, um estudo recente descobriu uma nova forma de estimular mulheres a atingirem o orgasmo .

A pesquisa feita por profissionais da Universidade de Michigan (EUA) e publicada na revista Neuromodulation apontou que tratamentos de neuromodulação para disfunção da bexiga – que envolvem a estimulação elétrica leve e direcionada – também influenciam positivamente as funções sexuais das mulheres.

A estimulação acontece em um ponto próximo ao nervo tibial, encontrado no tornozelo . Apesar de os pesquisadores ainda não saberem ao certo como e por que os eletrodos colocados nessa região podem estimular a região pélvica, eles acreditam que exista uma interação entre os nervos de ambas as áreas.

Inicialmente, a terapia foi testada em ratos. Os cientistas estimularam os nervos do tornozelo e das regiões genitais dos roedores e, após 15 a 30 minutos, notaram um aumento significativo no fluxo sanguíneo vaginal, sugerindo um aumento da sensibilidade naquela região.

Com isso, os pesquisadores recrutaram nove mulheres . Elas se submeteram a 12 sessões de meia hora da terapia – intitulada estimulação elétrica nervosa transcutânea. Durante meia hora, os eletrodos ficavam aplicados em torno das áreas genitais e nos tornozelos.

O resultado foi que oito delas relataram uma excitação mais intensa, melhora na lubrificação vaginal ou capacidade de atingir novamente o orgasmo . “Em uma variedade de estudos clínicos, se você obtiver uma melhora de 50% nos sintomas, pode considerar uma resposta bem-sucedida. Tivemos quatro participantes que atingiram ou excederam esse limiar”, avaliou Tim Bruns, pesquisador e um dos autores do estudo.

IG

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joao Batista Carvalho disse:

    Gosto do bom e velho fio terra

Pesquisadores afirmam ter criado “barreira” capaz de parar o câncer

ATIVINA B APARECE DESTACA EM VERMELHO ( DIREITA). A SUBSTÂNCIA FORMOU UMA “BARREIRA PROTETORA” CONTRA O CÂNCER (ESQUERDA). (FOTO: IACOVOS MICHAEL/EPFL)

Um estudo publicado no jornal Developmental Cellpor um time de pesquisadores da Suíça revelou um método que pode bloquear a metástase do câncer, impedindo que células cancerígenas de um tumor se espalhem pelo organismo.

Uma espécie de “barreira” para impedir que o câncer evolua foi construída pelos cientistas, com o uso da proteína ativina B e um receptor ALK7. A dupla criou uma condição chamada apoptose, na qual as células cancerígenas destroem a si mesmas naturalmente, prevenindo a formação e a dispersão de tumores.

“O estudo reforça a noção de que a opoptose é uma importante barreira para a tumorigênese”, afirmou em comunicado um dos autores do estudo, Douglas Hanahan, do Instituto Federal de Tecnologia de Lausanne (EPFL), na Suíça.

Os testes foram realizados apenas em ratos, mas os pesquisadores afirmam que o desenvolvimento de tumores nos roedores é similar ao que ocorre no corpo humano.

Foram estudados meios de conter o câncer pancreático, neuroendócrino e o de mama. Os pesquisadores também analisaram pacientes humanos com vários tipos de câncer e encontraram uma relação entre a presença de ALK7 e a maior chance de recaída da doença.

Particularmente em casos de câncer de mama, o processo de metástase foi controlado por mais tempo quando havia altos níveis de ALK7. Porém, os pesquisadores descobriram também que os cânceres podem suprimir o ALK7, a ativina B ou ambas as estruturas.

Ainda assim, mais testes serão necessários para confirmar se esses agentes “bloqueadores” seriam úteis para um futuro tratamento contra o câncer, prevenindo o desenvolvimento de tumores malignos.

Galileu

 

Após cortes orçamentários, pesquisadores, professores e estudantes da UFRN realizam protesto na tarde desta quarta nas imediações do Midway em defesa da ciência

Pesquisadores, professores e estudantes da UFRN, em parceria com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e outras entidades de ensino do Estado, preparam mobilização em favor da ciência para o próximo dia 8 de maio. A atividade que acontece a partir das 16h na calçada do Midway Mall, acompanha uma série de manifestações em todo o país.

Os cortes orçamentários promovidos pelo governo federal, em particular o contingenciamento de 42% nos recursos de investimentos do Ministério da Ciência e 21% no Ministério da Educação, foram a gota de água para que a comunidade científica se mobilizasse.

Em Natal, a proposta está sendo organizada pelos representantes da SBPC, John Fontenele, secretário regional, e Sidarta Ribeiro, conselheiro, e pelo coordenador de Extensão do Instituto do Cérebro da UFRN, professor Eduardo Sequerra.

Além do protesto, o momento será marcado pela realização de aulas livres, mostras científicas e atividades artísticas. Os apoiadores poderão participar ainda de experimentos, como o do coração feito de papel e lâmpadas de led que se acende a partir de batimentos cardíacos.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Leandro disse:

    BOM DIA

    TODO ESSE ÓDIO CONTRA A UNIVERSIDADE PÚBLICA DEVE SER PORQUE NUNCA CONSEGUIRAM ENTRAR NA UFRN, OU CONSEGUIU ALGUMA BOLSA DE PESQUISA POR PURA INCAPACIDADE INTELECTUAL.

    CONTINUEM PAGANDO A MENSALIDADE DA SUA PARTICULAR EM DIA.

    E NÃO DESISTA DE ESTUDAR – UM DIA VOCÊ ENTRA NA UFRN.

    SUCESSO! rsrss

  2. Agora vai disse:

    A UFRN vive falando aos estudantes de Administração, nas disciplinas da área pública, que o dinheiro deve ser melhor gerido, deve ter eficiência e eficácia, que deve haver responsabilidade com o erário. Pronto, chegou a hora de por em prática tudo que ela ensina.

  3. Olavo de Carvalho disse:

    👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏

  4. Ivan disse:

    Em um dia útil??? Não deveriam estar pesquisando e produzindo ciência p/o nosso desenvolvimento??? KKKKKKKKK, ridídiculos…a mamata acabou inúteis!!!!

  5. Luladrão disse:

    O Brasil é o maior produtor de niveis superiores que não sabem de nada. O governo federal banca esses quase ingnorantes para nada. Não produzem o que foi investido. O PT transformou as Universidades Públicas e os IFS em redutos de esquerdistas filhinhos de papai, que estudaram es escolas particulares a vida toda. Os professores com raríssimas exceções fingem que dão aula e ficam enchendo a cabeça dos sem cérebro com teorias esquerdistas. Agora pergunte se algum deles quer ir morar nos paises socialistas ou comunistas?

  6. Sergio Nogueira disse:

    Porque, ao invés de protestar apenas pelos cortes, não protestam contra o uso de verba pública para mestrado e doutorado sobre orgias gays, estudos do ânus enquanto centro do universo, comportamentos sexuais bizarros, sobre "golpe", e afins?
    Se deixassem de gastar meu dinheiro com essas inutilidades sobraria para a verdadeira ciência. Supondo que produzem uma, claro.
    O instituto do cérebro, por exemplo, é um nada, envolvido em suspeitas graves, que recebe meu dinheiro para quê? Para um macaco nos EUA piscar o olho quando apertam um botão aqui?

  7. Manoel disse:

    Os argumento são ótimos, "conheço altos que mamam na boquinha", "só tem maconheiro" e blablabla. Para cada um desses aí, tem 9 que querem algo da vida, deixem de falar besteira. Concordo que o foco da nação deva ser o ensino básico, mas NÃO É cortando 30% SEM AVISO PRÉVIO, que as coisas se resolvem.
    Tirem as viseiras ideológicas e prestem atenção aos fatos. Não é por causa de um folote que faz perfomance nu nas "artes" que o doutorando em física de partículas tem que pagar o pato.

  8. Carlúcio disse:

    Toda a sociedade deve se mobilizar contra o desmonte do sistema educacional do país.

  9. paulo disse:

    Eu ainda não consigo entender o que muita gente vê de positivo em cortes de verbas às universidades?? Justificam todo seu ódio dizendo que na UFRN só tem maconheiro e etc.. isso pra mim é pura IGNORÂNCIA de povo sem argumento e ódio gratuito, o ódio se tornou maior que a razão… Esses comedia de classe média, que acham que são tudo empresários e seus filhos não irão nunca precisar de universidade pública?!, Pra mim, vivem matando cachorro a grito e acusando o proletariado de ter afundado o país, mal sabem eles que tb sãoo proletariado..

    • Netto disse:

      O proletariado tomou conhecimento de que é contribuinte e que seu dinheiro tá descendo pelo ralo.

  10. #Lula na cadeia disse:

    Porque esses cientistas nso fazem protesto no Domingo????ja sei porque DOMINGO TEM QUE DESCANSAR,e dia útil enforcam o dia útil de trabalho, jeito PTralha de ser

  11. eliete disse:

    Não vou trazer grama, mas informações. De 2011 a 2016, o Brasil foi o 13º maior produtor de publicações de pesquisa em nível mundial. Dados da Clarivaty analytics.

    • Luisinho disse:

      O que já seria um vexame. Isso é em volume de trabalhos ou de citações internacionais?

  12. Issoaquiaí disse:

    Canabis mudou o nome para ciência? Só se estão fazendo pesquisas para saber como a fumaça se dissipa. Vão trabalhar!

  13. Tamires disse:

    Já deveria ter cortado essa verba.

  14. Daniel disse:

    O que esses representantes devem fazer é se oranizar para redestribruir do orçamento atual, e saber que a farra do dinheiro publico acabou, vão trabalhar seus desocupados!!!

  15. Assis Alves disse:

    Engraçado, santo Lula e santa Dilma fizeram a mesma coisa, cortaram até mais….
    A esquerda, só lembra e vê o que lhes interessa, pimenta no olho alheio é colirio kkkk.

    • eliete disse:

      "O" é diferente de "A", não sei se vc consegue enxergar. Durante os governos Lula e Dilma, nenhuma universidade ou institutos federais correu risco de fechar as portas por falta de verbas. A pesquisa e a extensão estavam a mil, produzindo mestres e doutores e trabalhos, inclusive internacionais. Foram 18 universidades públicas criadas e mais de 300 institutos federais. Consegue ver alguma semelhança?

    • Luisinho disse:

      Muitas dessas criações foram meros desmembramentos.

  16. Moura disse:

    Só os frustrados de faculdade privada comentando, KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  17. joao disse:

    Dia de semana as 16?? So querem dinheiro dos impostos. Fazer "ciencia" com dinheiro do contribuinte deve ser muito bom.. ta pior que politico que gosta de fazer promessa com o dinheiro dos outros. Pq será que nenhuma empresa contrata esse povo pra fazer "ciencia"? so querem dinheiro publico? Explorar o contribuinte deve ser bom..

  18. Vbg disse:

    Eita! Ciência da UFRN! Só vai ter futuro Nobel! kkkkkkk

  19. Cigano Lulu disse:

    Estava escrito: a esquina da Bernardo Vieira com a Salgado Filho virou tábua de salvação para tudo nesta taba de Poti. E o shopping do "capitalista malvado" Flávio Rocha, quem diria, virou muro das lamentações da sindicalha revoltada…

  20. Tico disse:

    Falem baixo pq possivelmente esses mesmo alunos serão chefes de vcs , já que vcs BolsoMinios só servem pra ser funcionário assalariado e sem direitos.

    Se for ver um por um, são todos assalariados revoltados.

    • Netto disse:

      E vcs só servem para ser da nomenklatura.

    • Dalvo Coreolando disse:

      Verdade isso? Tem certeza Tico?
      Pelo menos é bem diferente do passado recente onde o Estado foi tomado de assalto pela corrupção, os recursos públicos desviado para financiar o populismo e países com ditadores e a produção virou conto de fadas com um exército de nomeados improdutivos.
      Como sempre, a esquerda falando de versões e produzindo coisa nenhuma

  21. Lampejao disse:

    EM DEFESA DE QUAL CIÊNCIA???…………KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  22. Netto disse:

    1- Saiu uma pesquisa rankeando o Brasil no último lugar de 44 países em termos de produção científica em humanas, por quantidade de citações internacionais (e não somos dos que menos gasta em educação). Imagine em médicas e engenharias; 2- Haverá performances? Deixem as crianças em casa, leitores; 3- Nossa, um coração de led que pisca, nossos cientistas devem estar estagiando em alguma escola primária na Coréia do Sul; 4- Protesto no Miduêi? Façam dentro da UFRN, milhares de natalenses deixarão os seus afazares para que teses sobre luta de classes ou sobre aquecedores solares continuem.

  23. daniel disse:

    Tem que cortar mesmo, o dinheiro tem que ser investido nas escolas fundamentais. Esse povo esquerdista so olha o umbigo deles… acabar com essa boquinha, pq eu conheço um bocado de gente que so faz sugar dessas instituição.

  24. Curioso disse:

    Sempre me pergunto quando há uma manifestação as pessoas vão reclamar no midway ou algum canto que atrapalhe a vida dos outros, seja indo para casa, seja indo buscar um filho na escola ou mesmo indo para um hospital de urgência ou outro motivo.

    Porque estas pessoas não vão protestar no local de trabalho da governadora, do prefeito, ou mesmo no local onde mora?

    Digo isso baseado não apenas neste protesto, mas em todos os outros.

  25. Nilvan Rodrigues da Silva disse:

    Dizer que a pessoa que trabalha com pesquisa científica, que trabalha com ciência e tecnologia são pessoas desocupadas e atrapalham o cidadão de bem é ser sem noção.
    Este Coiso foi quem tomou medidas que atrapalham os cidadãos de bem com os cortes orçamentários. Todo apoio a luta dos professores, alunos e da sociedade em geral.

  26. #Lula Na Cadeia disse:

    PQP oque o MIDWAY tem haver que essa merda ??? Um comércio que gera milhares de empregos e tributos, agora vem um monte de gente desocupada com cabelos sem lavar , e atrapalhar o cidadão de bem .

    • Marcos disse:

      Pq que quando foram o ano passado mostrar apoio ao Brasil na lavo jato entre tantos outros eventos, você não reclamou ?

    • Netto disse:

      Pq os protestos eram aos domingos.

    • Marcos disse:

      E ninguém trabalha no midway no domingo? Acho que o shopping é aberto e temos os mesmos direitos de ir e vir, independente se é na semana ou não.

    • Netto disse:

      Mesma coisa, né?

Pesquisadores estão criando um “Wall-E do espaço” para limpar a órbita da Terra

(dottedhippo/Getty Images)

Para levar a cabo a árdua missão de fazer uma limpa na órbita terrestre, tamanho não é documento. É o que motiva um grupo de pesquisadores do Instituto Politécnico Rensselaer, em Nova York, a criar um pequeno satélite robótico que promete ser de grande ajuda nesse desafio. Qualquer semelhança com Wall-E não é mera coincidência.

Na animação de 2008 produzida pela Pixar, uma Terra soterrada pelo lixo em 2100 é o lar do solitário e simpático robozinho, que passava seus dias rodando a superfície e cuidando dos dejetos que a humanidade deixou para trás antes de abandonar o planeta. No ritmo em que a poluição da órbita terrestre está se agravando, uma realidade distópica semelhante parece estar se construindo. Só que no espaço.

Segundo uma estimativa da Agência Espacial Europeia, há 128 milhões de minúsculos fragmentos menores que um centímetro e 34 mil objetos maiores que 10 centímetros perdidos em órbita. Pequeno ou grande, qualquer lixo espacial pode fazer estragos em espaçonaves, satélites ou estações espaciais: eles viajam a 28,2 mil quilômetros por hora.

Um fato preocupante é que a quantidade observada de detritos está crescendo mais depressa do que a taxa em que novos objetos são colocados no espaço. “Isso é um indicativo de que os estágios iniciais da Síndrome de Kessler podem estar acontecendo”, alerta Kurt Anderson, professor de engenharia em Rensselaer e líder do projeto. Esse cenário prevê um momento em que a órbita terrestre estará tão saturada de lixo que as colisões entre um pedaço e outro vão sair do controle. Será o início de uma reação em cadeia, de um efeito dominó que deixará a órbita baixa inutilizável.

Conforme a comunidade espacial ganha consciência sobre o problema e fica mais disposta a resolvê-lo, especialistas no mundo todo estão atrás de soluções para tornar sustentáveis os lançamentos de foguetes e operações espaciais. Isso inclui satélites capazes de “se matar” na atmosfera terrestre antes de perderem completamente a função, e também sondas que atuem como garis celestiais e limpem os detritos que já estão lá em cima. É justamente isso que o OSCaR promete fazer.

Batizado com a sigla em inglês para Captura e Remoção de Espaçonaves Obsoletas, o projeto de baixo custo criado por Anderson e seus alunos consiste em três cubos de 10 centímetros grudados um no outro. É o chamado cubesat do tipo 3U (três unidades), com cada uma desempenhando funções distintas e vitais.

No módulo do “cérebro” ficam o GPS para a navegação, o armazenamento de dados, comunicação, além dos sistemas térmicos e elétricos. Em outro está o propelente e o sistema propulsor para movimentar o pequeno gari. E, por último, mas de forma alguma menos importante, o terceiro cubo contém o aparato necessário para a captura dos detritos.

Além de quatro redes e cabos para apanhar quatro pedaços de lixo espacial, há também sensores de radar para que o OSCaR localize seus alvos na vastidão do espaço. Quase todo o processo ocorre autonomamente, com os controladores tendo de se envolver muito pouco. Depois de cinco anos em missão, o cubesat arrasta a si próprio e aos resíduos capturados atmosfera adentro, destruindo-os por completo.

Anderson e seus alunos estão aperfeiçoando os algoritmos para testar o dispositivo primeiro em terra firme, ainda este ano, e futuramente no espaço. As expectativas são grandes. “Nós imaginamos um dia em que poderemos mandar lá para o alto toda uma frota, um esquadrão de OSCaRs para irem juntos atrás de grandes amontoados de lixo”, diz o professor. Pelo menos, o trabalho do Wall-E dos nossos tempos não será tão solitário quanto o do desenho.

Super Interessante

 

Instituto Internacional de Neurociências tem novos pesquisadores

Durante encontro ocorrido hoje, 25/08, em Brasília, com o Ministro da Educação Fernando Haddad, foi apresentada a nova equipe de pesquisadores do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lilly Safra (IINN-ELS). A partir de setembro, 31 cientistas estrangeiros passarão a colaborar permanentemente com a equipe científica do instituto, atuando como orientadores, pesquisadores e chefes de projetos, ajudando na formação de pesquisadores brasileiros.

A formação da nova equipe marca uma mudança de filosofia do grupo de pesquisas do IINN-ELS, que passará a ser a sede brasileira do projeto Walk Again (Andar de Novo), que tem por objetivo fazer um jovem tetraplégico voltar a caminhar com a ajuda de uma neuroprótese, na abertura da Copa do Mundo de 2014. A nova equipe vai atuar também no programa Cientistas do Futuro, no qual estudantes do ensino médio da cidade de Macaíba – periferia de Natal – são capacitados para atuar como aprendizes nos laboratórios do IINN-ELS.

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