Eleições X Redes sociais: quanto mais “curtidas”, mais votos, será?

O crescimento de novos adeptos as redes sociais, não é nenhuma novidade, e, por isso, há quem acredite que o mundo virtual será fundamental para aqueles que disputam uma vaga nas eleições de 2014. As regras e o controle das “mídias sociais” ainda é confuso e questionável, e esse fato poderá abrir brechas para que candidatos ultrapassem os limites da Lei Eleitoral na procura por novos eleitores, afinal, fiscalizar a utilização destes meios de comunicação será uma tarefa nova e complicada.

No Rio Grande do Norte, os principais candidatos à disputa pelo comando do Estado, já definiram as empresas responsáveis em “tocar” os trabalhos na redes sociais. O líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves contratou a agência Ratis Ratts, enquanto o pré-candidato e vice-governador Robinson Faria (PSD) optou pelas empresas Maxmeio e SeuTTbr.

Embora já tenham sido usadas em eleições anteriores, as redes sociais têm hoje um alcance bem mais amplo. Só o Facebook conta com 83 milhões de usuários no país, contra cerca de 14 milhões em 2011. A chave para o ritmo acelerado de expansão está no avanço dos smartphones. No Brasil, 70% dos usuários utilizam — mas não de maneira exclusiva — dispositivos móveis para acessar o Facebook.

Em 2013, o discurso renovador do Papa Francisco garantiu ao líder católico o primeiro lugar no ranking global de buscas do Facebook. Mas a segunda posição ficou com a palavra “eleições”, numa prova clara de que — entre fotos de aniversários e posts sobre o cotidiano — 1,2 bilhão de usuários da maior rede social do planeta também se interessam por política.

“A internet tem papel de democratizar a informação e o conhecimento. E o Facebook é um canal importante para essa democratização nas eleições”, sustenta o diretor-geral do Facebook no Brasil, Leonardo Tristão, desde 2011 na empresa.

Em entrevista ao jornal Tribuna do Norte, na edição desta sexta-feira (13), o futuro presidente do Tribunal Regional  Eleitoral do Rio Grande do Norte,  desembargador Virgílio Macedo, reproduziu o que a ministra do Tribunal Superior Eleitoral, Luciana Lóssio declarou recentemente sobre as redes sociais.

“Esse é um assunto absolutamente novo. O TSE, também a exemplo de todos os demais, vai patinar como o assunto é novo. Não há precedentes no que diz respeito às redes sociais. Alguma coisa já foi sinalizada. A ministra Carmen Lúcia chegou a dizer que o Twitter é como uma mesa de bar, na internet, onde há pessoas interessadas entre si. Essa será a grande dificuldade de nós, juízes”, declarou o desembargador.

A publicidade na internet superou a publicidade televisiva nos EUA em 2013. Aqui no Brasil, as emissoras já perdem audiência há algum tempo e isto tem muito a ver com a segunda tela.

Questionado pelo site Brasil Econômico se a tendência é que a mídia televisiva passe a ter um papel mais secundário no dia a dia das pessoas, o diretor do Facebook no Brasil respondeu que a fragmentação da mídia ganhou uma escala muito grande, principalmente, com a mudança do mundo estático para o mundo de mobilidade.

“O ponto de contato com diversos conteúdos é muito grande. As pessoas acessam 14 vezes, por dia, em média, um celular. Então, isso está em curso”, ressaltou Leonardo Tristão.

O Brasil já ultrapassa os 100 milhões de usuários nas redes sociais (facebook, twitter).  O twitter tem 41,2 milhões de usuários. Trata-se de um número para não ser desprezado.

O início da propaganda eleitoral deste ano é a partir do dia 6 de julho, mas até lá as redes sociais já estão a todo vapor com candidatos publicando fotos sobre alianças, eventos, falando sobre suas expectativas, aumentando o número de acessos e “curtidas” em suas páginas pessoais, só não podem “pedir votos”. Mas “fazer amigos” pode!

A revista britânica The Economist também dedicou um artigo em suas versões impressa e online para falar sobre o papel das redes sociais nas eleições de 2014 no Brasil. No artigo, a revista destaca que os mesmos políticos que foram alvo de protestos organizados pelas redes sociais em junho do ano passado, reunindo milhões de pessoas, agora querem obter apoio da população para suas campanhas eleitorais através de recursos online.

A importância da presença online é evidenciada pela intensa participação dos eleitores no ambiente virtual. Antes de Dilma Rousseff ser eleita presidente, em 2010, 6 milhões de brasileiros usavam o Facebook pelo menos uma vez por mês. Em outubro, esse número passou para 83 milhões – e agora apenas Estados Unidos e Índia têm mais usuários na rede social.

A revista cita ainda outros números: um em cada 10 brasileiros usa ativamente o Twitter, e 20% usam o WhatsApp. Nesse contexto, os candidatos – e, principalmente, a oposição – estão ocupados “fazendo amigos”.

E então? Vale quem tem mais “curtidas”, “acessos”, “amigos” ou “seguidores” no instagram, pois é, ainda tem o instagram trocando “likes”. Todos esses meios de comunicação com o eleitor serão armas poderosas para aqueles que buscam ocupar as cadeiras no Executivo e Legislativo, a partir do próximo ano.

 

FACEBOOK: Rede social quer deixar criança ter perfil com controle paterno

 children-sold-facebook-630Hoje, crianças menores de 13 anos não podem ter perfis no Facebook, mas a rede social está pensando em um jeito de mudar isso. Nessa semana, a empresa de Mark Zuckerberg conseguiu uma patente nos EUA que deixa os pequenos terem perfis na rede social, mas com controle e supervisão de seus pais.

A patente está em conformidade com o o Ato de Proteção de Privacidade das Crianças na Rede dos EUA, que proíbe crianças menores de 13 anos de usarem serviços que armazenem dados sem explícito e consenso dos pais ou responsáveis.

De acordo com a patente, alguns requisitos básicos são necessários: é preciso que ao menos um dos responsáveis pela criança tenha um perfil no Facebook, e que ele consiga comprovar sua relação de parentesco ou guarda sobre o menor. Depois disso, o responsável teria direito a controlar o acesso da criança a conteúdo na rede, amigos e até mesmo aplicativos de terceiros como FarmVille e Candy Crush.

Entretanto, o sistema que permite a comprovação da relação de parentesco ainda precisaria de uma aprovação por parte da Comissão de Comércio dos EUA.

Hoje, o Facebook não permite o cadastro de crianças menores de 13 anos, mas mesmo assim, estima-se que elas sejam 5,6 milhões na rede social, de acordo com dados da Consumer Reports. A maioria dos perfis, diz a consultoria, foram criados com ajuda dos pais, e existem porque é muito difícil verificar a idade de uma pessoa online. Em 2012, o Facebook chegou a remover 800 mil perfis de jovens que não poderiam estar cadastrados.

Procurado pela equipe do Guardian, o Facebook disse que não tem nenhum comunicado a fazer por enquanto para os menores de 13 anos.

Blog Estadão

Ferramenta ajuda usuários do Facebook a identificar amigos de verdade e potenciais ameaças

10300958_10151854051128239_5337649768488063244_nA Kaspersky lançou uma ferramenta de análise para usuários do Facebook. Chamada Friend of Foe (Amigo ou Inimigo), ela coleta dados para fornecer vários tipos de informações sobre o uso da rede social.

Uma das ideias do aplicativo é permitir que os usuários avaliem quão “valiosos” são seus contatos com base no comportamento deles. Dá para ver a quantidade de likes recebidos e a de fotos e vídeos publicados.

A ferramenta também destaca as principais ameaças que se pode receber e dá dicas para melhorar o uso. Por exemplo, o Amigo ou Inimigo solicita que a pessoa verifique as fotos marcadas, os check-ins, os aplicativos permitidos e seu histórico de buscas, que pode ser apagado.

UOL

Dilma comete erro ao responder a perguntas sobre Enem no Facebook

2014_5_15_v476_10943854_0A presidente Dilma Rousseff cometeu um erro nesta quinta-feira ao responder a perguntas de internautas sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM 2014), no Facebook. Indagada sobre a técnica de correção das provas objetivas, a chamada Teoria de Resposta ao Item (TRI), a presidente confundiu-se e respondeu como se o internauta estivesse indagando acerca da correção das redações.

O ENEM deste ano, que será aplicado em 8 e 9 de novembro, foi o tema do Face to Face com Dilma – momento em que a presidente entra na conta do Facebook do Palácio do Planalto e responde a perguntas de internautas.

A TRI é uma metodologia que, em tese, permite a comparação dos resultados de diferentes edições de um mesmo exame. No caso do ENEM, por exemplo, a TRI garante que um estudante que tenha obtido 600 pontos numa edição da prova realmente sabe mais do que um colega que alcançou 500 pontos em ano anterior. Sem a TRI, essa diferença na nota poderia ser resultado apenas do grau de dificuldade das questões – mais difíceis ou mais fáceis num ano do que em outro.

Uma das críticas à TRI, porém, é que não há um peso pré-definido para cada questão, já que isso só é calculado depois da aplicação do exame, a partir dos erros e acertos de todos os candidatos. Em tese, um candidato que acerte maior número de questões pode obter nota mais baixa do que outro com menor número de acertos, desde que o grau de dificuldade dos itens seja diferente.

Foi disso que tratou a pergunta do internauta Maurício Benedicto a Dilma: O mecanismo de pontuação adotado nesta nova fase do ENEM – a teoria de resposta ao item – em termos práticos, não lança os candidatos e suas expectativas em um campo de incerteza, ou seja, um processo vestibular desta magnitude e pertinência não deveria seguir a trilha dos demais historicamente consagrados, qual seja: para questão já sendo pré-estipulada uma x quantidade de pontos, isto não imprimiria mais transparência ao exame?

A resposta de Dilma, porém, tratou da correção das redações – outro ponto do ENEM também comumente questionado, dado o desafio de padronizar os critérios de pontuação e de falhas detectadas na edição de 2012, quando textos com trechos do hino do Palmeiras ou com uma receita de macarrão escaparam de receber nota zero.

Maurício, os corretores das provas de redação recebem um número limitado por dia. Temos tido o cuidado de garantir aos corretores as melhores condições para que eles façam o seu trabalho de forma adequada , escreveu a presidente.

Uma outra internauta que acompanhava a sessão registrou o equívoco: A TRI é mais avançada para medir o que o estudante sabe ou não, Mauricio. Acho que o pessoal respondeu na pergunta errada , postou Karina Yamamoto

Perguntas com resposta em edital

Na maioria dos casos, internautas faziam perguntas cujas respostas já estão no edital do ENEM 2014, publicado na última sexta-feira. Uma estudante, por exemplo, perguntou se a nota do ENEM pode ser utilizada para ingressar também em cursos técnicos. Dima respondeu, de forma protocolar:

– A nota do ENEM serve para cursos técnicos no Brasil inteiro por meio do Sisutec. Precisamos de formar técnicos de alta capacidade no nosso País.

A presidente, no entanto, reservou parte do seu tempo para responder a perguntas mais polêmicas. Um aluno, por exemplo, perguntou qual o motivo das cotas raciais, questionando se a medida não seria uma forma de racismo.

– (…) não. As cotas raciais integram as ações afirmativas necessárias para que superemos as consequências de 300 anos de escravidão e do racismo dela decorrente.

Em clima de eleição

Em ano de eleições presidenciais, Dilma não escondeu seu lado de pré-candidata à reeleição. Em uma das perguntas, um internauta simulou uma questão de múltipla escolha que perguntava quem quem foi que colocou filho de pobre na universidade . As opções eram ditadura , Collor , Fernando Henrique Cardoso e Lula e Dilma . A presidente não hesitou em responder:

– (…) essa pergunta de múltipla escolha é muito fácil!!!!!! (sic)

Houve espaço para questionar a correção das redações do ENEM. Conforme O GLOBO revelou no ano passado, alunos que fugiram propositalmente do tema da prova como forma de deboche, como no caso de uma receita de miojo escrita em meio ao texto, tiraram notas acima da média. Perguntada se novas receitas de macarrão instantâneo serão punidas, Dilma respondeu:

– (..) o ENEM está eliminando qualquer inserção indevida na prova de redação. Quem, na sua redação, incluiu, de acordo com o edital, “texto deliberadamente desconectado com o tema proposto” terá sua redação anulada e, portanto, não poderá utilizar o ENEM para acessar a universidade.

Sobrou tempo também para a descontração. Um internauta reclamou em tom de brincadeira que já tinha pedido três vezes para a presidente lhe mandar um beijo e nunca tinha sido atendido. Dilma, então, publicou uma foto onde ela aparece de frente ao computador, jogando beijo. Ao GLOBO, o internauta Leonam Galeli disse que não tinha esperanças de que isso acontecesse. Ele é estudante de Direito graças a uma bolsa do PROUNI e não vai fazer o ENEM neste ano.

– Como são muitas pessoas postando perguntas achei que ela nem fosse me atender. Fiquei surpreso – comentou Leonam.

Perguntas sem resposta

Perguntas pertinentes foram ignoradas pela presidente Dilma. Uma das interrogações mais frequentes era quando o MEC organizaria duas edições por ano na prova. A hipótese foi aventada pelo então Ministro da Educação, Aloisio Mercadante, há cerca de dois anos, mas nunca saiu do papel.

Um aluno perguntou ainda se o governo tem planos de divulgar a correção das redações com mais antecedência. Os resultados da última edição da prova, realizada no final de outubro, só foram liberados no mês passado.

Outro estudante questionou se o governo estuda a possibilidade de vagas remanescentes do Sistema de Seleção Unificada para Cursos Técnicos (Sisutec) poderiam ser preenchidas por candidatos que não conseguiram ingressar em universidade federais pelo Sistema de Seleção Unificada (SISU). Ambos processos seletivos utilizam a nota do ENEM.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. quinho disse:

    Chega a ser ridícula essa marcação cerrada com Dilma. Os abutres querem ganhar a eleição a todo custo.

    • Lino disse:

      Caro quinho.

      Não acredito que V.exa. seja tão inocente assim. Esta senhor desde a campanha que a elegeu não diz coisa com coisa. É do tipo que se pergunta que horas são e ela responde que o flamengo ganhou de dois a zero. Se vc defender muito esta imcomPTente, vai terminar cometendo furos. Ai vao começar a dizer que não fure quinho, nao ! Nao fure quinho, não…

Imagine poder guardar dinheiro no Facebook. Esse recurso pode entrar em funcionamento em algumas semanas

imagem.php

O Facebook em breve passará a oferecer serviços financeiros, servindo para armazenar e trocar dinheiro em formato eletrônico, segundo diversas pessoas ouvidas pelo Financial Times.

As fontes, que dizem estar envolvidas com o projeto, contaram que daqui a algumas semanas a rede social obterá aprovação da Irlanda para operar o sistema.

Com ele, os usuários conseguirão armazenar quantias de dinheiro no Facebook e usar o site para pagamentos e transferências. Caso seja aprovado, o uso do “e-money” do Facebook seria válido em toda a Europa.

A companhia tem conversado com três startups para viabilizar a iniciativa, todas especializadas em transferência de valores internacionalmente, pela web ou mobile: TransferWise, Moni Technologies e Azimo.

Olhar Digital – UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carvalho disse:

    Vixe!
    Se os PTistas souberem disso….

Site que classifica usuários como 'idiotas' é acusado de roubar informações do Facebook

jerk.com_-1024x731

O site Jerk.com, criado pelo fundador do Napster, John Fanning, está sendo acusado pela Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC, na sigla em inglês) de utilizar inadvertidamente informações de milhões de usuários do Facebook, classificando-os como “Jerk” (idiota) ou “Not a Jerk”.

Segundo a acusação, o Jerk.com possui 73 milhões de perfis de usuários, inclusive crianças, que aparecem nas ferramentas de buscas sendo chamados de idiotas ou não. De acordo com o FTC, o site dava a impressão que o perfil havia sido criado por algum conhecido, o que não acontecia na maioria dos casos. Além disso, a empresa cobrava taxa de US$ 30 para que os ofendidos pudessem remover os perfis do site.

A FTC acusa Fanning de “registrar um grande número de sites no Facebook para usar aplicações para fazer o download de nomes e fotos de milhões de usuários do Facebook, que foram usados para criar praticamente todos os perfis no Jerk.com”.

“No mundo atual, interconectado, as pessoas estão especialmente preocupadas com suas reputações on-line e esse esquema enganoso foi uma tentativa descarada de explorar essas preocupações”, afirmou Jessica Rich, diretora do FTC, em comunicado.

O Jerk.com se defende, alegando que as pessoas no site criaram os seus próprios perfis. Procurada pela “Wall Street Journal”, a advogada de Fanning, Maria Crimi Speth, não respondeu aos pedidos de entrevista. O esquema funcionou entre 2009 e 2013.

Os nomes e fotos de usuários do Facebook são públicos, mas a rede social impõe regras para os desenvolvedores. No caso, o Jerk.com teria violado os termos de uso na forma de minerar os dados. Em março de 2012, o Facebook notificou o Jerk.com para encerrar com a prática.

“Nós encaramos as quebras dos nossos termos de forma séria”, disse a porta-voz do Facebook Genevieve Grdina. “Nós congratulamos a FTC e vamos continuar trabalhando com eles na acusação contra o Jerk.com e na busca por outros que abusem das pessoas que usam nossos serviços”.

O Globo

FOTO: Dilma manda beijinho no ombro no Facebook

Dilma-Beijinho-No-Ombro-600Essa é para mandar o zoeirômetro lá no teto: o perfil oficial da presidente Dilma Rousseff no Facebook (repetimos: o perfil OFICIAL da presidente Dilma Rousseff) acaba de mandar um beijinho no ombro “para o recalque passar longe”, ao comemorar a marca de 350 mil fãs no Facebook. Em pouco mais de meia hora de publicação, o post já chegava às 2 mil curtidas e quase 300 compartilhamentos.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. MOUSINHO disse:

    Concordo em gênero , número e grau . O resultado é esse País descontrolado e "sem cabresto " .

  2. sinesio filho disse:

    O povo brasileiro é de fato povinho abestalhado, gosta de m.. Nao perco meu tempo em Facebook, por isso que os jovens de hoje em sua maioria são burros, não estudam, muito menos lé livros.., e sim passam o dia todo no faceboook curtindo esse tipo de porcaria. POVO BURROO!!!

Justiça determina retirada de página pró-Aécio no Facebook

paginaaeciofacebook2O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu na noite dessa quinta-feira, 13, liminar para determinar a imediata retirada de uma página no Facebook favorável ao pré-candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves. Ao atender a pedido do Ministério Público Eleitoral, o ministro Humberto Martins entendeu que há elementos no perfil “Aécio Neves Presidente 2014” que apontam para uma campanha fora de época em favor do tucano.

A liminar ainda não foi cumprida e a página continuava no ar até o início da tarde desta sexta. Procurado, o Facebook informou apenas que não comenta casos específicos.

É a segunda vez que a Corte decide retirar do ar uma página do Facebook relacionada um provável candidato ao Palácio do Planalto. Há duas semanas, também por provocação do MP Eleitoral, o ministro Admar Gonzaga derrubou a página “Eduardo Campos Presidente” pelos mesmos motivos.

Na representação, o vice-procurador-geral Eleitoral, Eugênio Aragão, argumenta que a página enaltece a pessoa e a imagem de Aécio, levando aos eleitores o conhecimento da sua candidatura antes do prazo legal do início da campanha, dia 6 de julho. Dessa forma, a página “desequilibraria” a disputa entre os potenciais candidatos.

Para Aragão, é inequívoco o conhecimento de Aécio Neves quanto à propaganda irregular, mesmo ressalvando que, inicialmente, é impossível comprovar a responsabilidade dele pela divulgação. Isso porque as postagens feitas pela página contam com material de propaganda oficial do PSDB, com inúmeras divulgações de atos do partido e de posts do Facebook oficial de Aécio.

Na decisão, o ministro do TSE disse que a página não está restrita àqueles que se cadastram e são autorizados a seguir o perfil, mas pode ser acessada por qualquer internauta. Entre as mensagens, constam comentários elogiosos ao tucano: “Acredito em você Aécio. Esse é o caminho! Estou com você”; “Aécio se consolida como o candidato mais forte da oposição ao governo Dilma”; e “Queremos Aécio Neves Presidente”.

“Ademais, as postagens realizadas são instantaneamente copiadas para as páginas dos seguidores e, possivelmente, replicadas para tantas outras. Destarte, se não tomada providência de imediato, os conteúdos postados tendem a se multiplicar e alcançar cada vez mais eleitores”, afirmou o ministro, ao determinar a retirada do conteúdo da rede virtual.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos disse:

    O Pro-Dilma pode! Em todos os meios de comunicação, pago com o nosso dinheiro! Justiça? Leis? Direitos? Kkkk… É pra rir mesmo!

Facebook agora vai mudar o layout das páginas

imagem.phpDepois de mudar o feed de notícias dos usuários, o Facebook agora mexerá nas páginas das empresas. Nesta semana, o layout com duas colunas de posts dará lugar a um em que as postagens ficarão apenas do lado direito.

O lado esquerdo será reservado para informações sobre a página, como quantidade de usuários que a curtem, descrição da empresa, contatos, horário de funcionamento etc. Essa mudança deixará as páginas visualmente semelhantes às linhas do tempo dos usuários, que já estão em uma coluna de posts há algum tempo.

20140310145709ADMINISTRADORES

Junto com o novo design, o Facebook também liberará uma ferramenta de administração chamada Pages to Watch, que permite uma comparação da página com suas concorrentes, a fim de se medir o desempenho de cada uma.

Os administradores também terão mais facilidade em visualizar informações sobre a página, uma vez que as atividades e as opções de anúncios aparecerão o tempo todo. Além disso, do lado direito entrou um resumo chamado “esta semana”, que mostra as campanhas em atividade, quantidade de likes, alcance dos posts e notificações.

20140310145800Olhar Digital UOL

Confira o que pode mudar para usuários após compra do Whatsapp pelo Facebook

fb1O Facebook comprou o WhatsApp Messenger por US$ 16 bilhões e comunicou o acordo na quarta-feira (19), mas nada muda para os usuários – pelo menos por enquanto. A exemplo de quando adquiriu o Instagram em 2012, a maior rede social do mundo garante que não irá alterar nada no modus operandi do mensageiro.

Apesar de já possuir um aplicativo de mensagens instantâneas, o Facebook Messenger, a rede social garante que não fará qualquer tipo de fusão entre seus membros e os do WhatsApp. Até o momento, também não anunciou novidades em relação à sincronização ou integração entre seu antigo aplicativo e a nova aquisição – o que não indica que isso não possa ocorrer no futuro.

O WhatsApp vai manter a sua marca, a sua sede em Mountain View, na Califórnia, e a sua diretoria liderada pelo presidente-executivo Jan Koum, que agora se junta também ao conselho diretor do Facebook. A equipe de funcionários também segue a mesma. Segundo o próprio Facebook, uma negociação recente prova que este é o melhor modo de realizar a transição.

“O Facebook apoia um ambiente onde pessoas com mentes independentes podem criar companhias e focarem no seu crescimento, enquanto se beneficiam da expertise e dos recursos do Facebook. Este modelo está funcionando muito bem com o Instagram, e o WhatsApp funcionará da mesma maneira”, diz nota oficial do Facebook. Prova disso é a coexistência do Facebook Camera e do Instagram.

Resta saber se, no futuro, haverá novidades como um login único, usando uma conta do Facebook no WhatsApp, troca de mensagens entre um aplicativo e outro, fim da assinatura no WhatsApp, e outros detalhes. Mas, por enquanto tudo segue igual, tanto no WhatsApp quanto no Facebook Messenger.

Por interino via Techtudo

Cofundador do WhatsApp já pediu emprego no Facebook, mas não foi contratado

brian-acton-em-foto-de-seu-perfil-no-twitter-ele-usou-a-rede-social-em-2009-para-informar-que-nao-conseguiu-emprego-no-facebook-e-no-twitter-1392896687935_300x300O cientista da computação Brian Acton, cofundador do WhatsApp, já foi rejeitado em uma entrevista de emprego pelo Facebook – a rede social anunciou a compra do aplicativo por US$ 16 bilhões (cerca de R$ 38,25 bilhões). Em um tuíte de 2009, mesmo ano em que o app foi criado, Acton escreveu (em inglês): “O Facebook me recusou. Foi uma ótima oportunidade para me conectar com pessoas fantásticas. Ansioso pela próxima aventura da vida”.

A “próxima aventura” acabou sendo o aplicativo para troca de mensagens, que acabou se tornando o mais valioso do mundo. Segundo a “Forbes”, Acton tem mais de 20% das ações da empresa e, sozinho, ficará com US$ 3,2 bilhões (R$ 7,65 bilhões) – por isso, o “não” do Facebook foi chamado de “o erro de US$ 3 bilhões”.

A recusa do Facebook foi em agosto; em maio, o Twitter também havia rejeitado o ex-funcionário do Yahoo, Apple e Adobe (“Fui recusado pela sede do Twitter. Tudo bem. Seria uma longa viagem [para trabalhar lá]”). Sem emprego em uma grande companhia, o cientista formado em Stanford juntou-se a Jan Koum (outro ex-Yahoo) no WhatsApp, que hoje tem cerca de 50 funcionários.

O cientista da computação Brian Acton, cofundador do WhatsApp, já foi rejeitado em uma entrevista de emprego pelo Facebook – a rede social anunciou a compra do aplicativo por US$ 16 bilhões (cerca de R$ 38,25 bilhões). Em um tuíte de 2009, mesmo ano em que o app foi criado, Acton escreveu (em inglês): “O Facebook me recusou. Foi uma ótima oportunidade para me conectar com pessoas fantásticas. Ansioso pela próxima aventura da vida”.

A “próxima aventura” acabou sendo o aplicativo para troca de mensagens, que acabou se tornando o mais valioso do mundo. Segundo a “Forbes”, Acton tem mais de 20% das ações da empresa e, sozinho, ficará com US$ 3,2 bilhões (R$ 7,65 bilhões) – por isso, o “não” do Facebook foi chamado de “o erro de US$ 3 bilhões”.

A recusa do Facebook foi em agosto; em maio, o Twitter também havia rejeitado o ex-funcionário do Yahoo, Apple e Adobe (“Fui recusado pela sede do Twitter. Tudo bem. Seria uma longa viagem [para trabalhar lá]”). Sem emprego em uma grande companhia, o cientista formado em Stanford juntou-se a Jan Koum (outro ex-Yahoo) no WhatsApp, que hoje tem cerca de 50 funcionários.

A “Forbes” diz que Koum, 37, tem 45% das ações do WhatsApp (equivalente a US$ 6,8 bilhões; cerca de R$ 16,25 bilhões). Nascido na Ucrânia, mudou-se com a mãe para Mountain View (Califórnia, onde hoje é a sede do WhatsApp) aos 16 anos. Aos 18, começou a estudar redes de computador sozinho – ele chegou a se matricular em Ciência da Computação na Universidade San Jose, mas não se formou.
jan-koum-criador-do-whatsapp-em-foto-de-janeiro-de-2014-ele-nasceu-na-ucrania-e-mudou-para-os-eua-com-a-mae-aos-16-anos-1392900466873_300x420
Em 1997, Koum e Acton se conheceram no Yahoo (onde Acton era o funcionário número 44). Quando a mãe de Koum morreu de câncer, em 2000, foi Acton quem lhe ofereceu apoio. “Ele me convidada para ir até sua casa”, disse Koum à “Forbes”, lembrando que eles esquiavam e jogavam futebol juntos.

Em 2007, os dois saíram do gigante de tecnologia e tiraram um ano sabático, viajando juntos para a América do Sul. Na volta aos EUA, Koum comprou um iPhone e percebeu o potencial da indústria de Aplicativos. Ele registrou o nome da empresa em fevereiro de 2009, antes mesmo de o aplicativo ter sido desenvolvido – logo que foi criado, o WhatsApp era usado principalmente por amigos russos de Koum.

Quando o aplicativo já estava disponível para iPhone e tinha 250 mil usuários, Koum procurou Acton, que estava desempregado e envolvido no projeto de outra start-up. Foi então que o cientista da computação se envolveu com o WhatsApp.

Os dois trabalhavam no desenvolvimento do app em cafés e, em outubro, Acton conseguiu que cinco colegas do Yahoo investissem US$ 250 mil (cerca de R$ 597,4 mil). Com isso, ganhou status de cofundador – sua data oficial de entrada na companhia é 1º de novembro de 2009.

Aquisição

Apesar da compra, o aplicativo de comunicação instantânea e o Facebook Messenger funcionarão de forma separada. A marca WhatsApp será mantida, e a sede da empresa adquirida continuará funcionando em Mountain View (o Facebook fica em Menlo Park; as duas cidades são na Califórnia). Jan Koum, hoje diretor-executivo do WhatsApp, se juntará à diretoria do Facebook.

UOL

Ministério da Saúde lança aplicativo que integra Samu 192 ao Facebook

O Ministério da Saúde apresentou nessa quinta-feira (30), na Campus Party, em São Paulo – maior evento de tecnologia e cultura digital do mundo – duas ferramentas que vão qualificar a assistência prestada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e diminuir o tempo de espera para cada atendimento realizado, com mais transparência. O aplicativo, lançado pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, permite ao cidadão acionar o Samu com apenas um toque e acompanhar pelo smartphone ou tablet a sua solicitação ao serviço que inclui, a visualização com auxílio de mapa do trajeto percorrido pela ambulância até chegar ao local do atendimento. O aplicativo integra as redes sociais gratuitas Facebook e Waze e será usado, em fase de testes, no Carnaval de Salvador (BA) e durante a Copa do Mund o da Fifa Brasil 2014.

“Eu tenho uma preocupação muito grande que a gente possa ter soluções de TI para melhorar a transparência, para que o cidadão possa acompanhar melhor os recursos, o atendimento, como é que é feita a cobrança. Então, estamos lançando esse aplicativo e esperando que vocês (participantes da Campus Party) possam dar sugestões, aperfeiçoar ou criar outras soluções”, disse o ministro.

Ao acessar o aplicativo, o cidadão deverá preencher algumas informações de saúde, por exemplo, se possui plano de saúde, se é hipertenso, diabético ou tem alguma alergia. Os dados ficarão disponíveis para a equipe que prestará o socorro. Como o aplicativo é sincronizado ao perfil no Facebook, o usuário pode escolher familiares ou amigos para serem acionados, automaticamente, em caso de emergência – quando o cidadão solicitar o serviço do SAMU pelo aplicativo. O chamado também será registrado na página do usuário.

A medida deve diminuir o tempo de resposta para cada atendimento, uma vez que o aplicativo fornece de forma automatizada e instantânea para o sistema todas as informações básicas que são solicitadas pelo técnico que atende ao chamado – os dados de identificação e localização precisos são enviados pela Internet.

E-SUS

A iniciativa é possível por meio da integração do sistema E-SUS Samu, disponibilizado gratuitamente aos gestores estaduais e municipais que está em funcionamento nas cidades de Salvador (BA), Curitiba (PR) e Londrina (PR).

O software proporciona mais controle para os gestores municipais, estaduais e federal, na medida em que os profissionais envolvidos poderão acompanhar cada passo do atendimento ofertado ao cidadão, desde a identificação da unidade que será deslocada, o percurso feito pela ambulância, o acolhimento e até a transferência para uma unidade de pronto-socorro. O sistema substitui o uso de formulários e papel pelo computador, organizando o recebimento das chamadas telefônicas do 192.

Os gestores, em qualquer lugar com acesso à Internet, conseguirão verificar o que está acontecendo em uma determinada central em tempo real e checar, com o auxílio de mapas, quais ambulâncias estão em atendimento, quais estão paradas e o motivo. Os mapas da rede Waze na versão 2.0 são atualizados por GPS, aperfeiçoando a gestão e aumentando a velocidade de resposta do serviço.

As Centrais de Regulação do Samu que ainda não usam nenhum sistema informatizado serão convidadas a conhecer a ferramenta e implantar o sistema até dezembro de 2014. As centrais que já utilizam outros sistemas de gestão informatizados poderão mantê-los ou solicitar a adequação ao E-SUS Samu. A partir de março o sistema começa a ser implementado em 76 centrais de regulação de todo o país que utilizam o antigo sistema do Ministério da Saúde e devem migrar para o E-SUS Samu, como Manaus (AM), Cuiabá (MT), Natal (RN), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Santo André (SP) e Euzébio (CE).

O Samu 192 conta 3.092 unidades móveis em 182 Centrais de Regulação. As unidades atendem 140,4 milhões de habitantes (72,3%) em 2.671 municípios brasileiros.
 
Premiação

O ministro também irá propor aos participantes da Campus Party que criem soluções em tecnologia para a melhoria da saúde pública. As iniciativas devem ser inscritas na 2ª Edição do prêmio Cecília Donanngelo de Ouvidoria SUS, que será lançado no segundo semestre deste ano.

A ideia é, principalmente, identificar experiências exitosas para escuta do cidadão (com deficiência auditiva ou visual, por exemplo) e inovações tecnológicas nessa área.

Medicamentos

Durante o evento, o ministro também fez o lançamento do aplicativo MedSUS que facilitará a prescrição e a dispensação dos medicamentos disponíveis na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). Com ele, o profissional de saúde terá acesso a informações gerais dos medicamentos como o princípio ativo, nome comercial, apresentação e indicação, além de aspectos farmacocinéticos, precauções e contraindicações.

O MedSUS disponibilizará 777 apresentações, entre 427 medicamentos e 19 insumos dos três componentes da Assistência Farmacêutica (Básica, Estratégica e Especializado). O aplicativo poderá ser utilizado em tablets e smartphones.

UOL

Facebook tira do ar página de divulgação de protestos contra a Copa

O Facebook tirou do ar na terça-feira, 28, uma página criada por movimentos sociais para divulgar os protestos contra a Copa do Mundo. O perfil “Operation World Cup”, administrado pelo grupo Anonymous, tinha mais de 16 mil curtidas e foi um dos principais canais de divulgação dos atos do último sábado, 25.

Integrantes dos movimentos classificam a atitude como censura. “A página foi responsável por criar o evento nacional em outros Estados (fora de São Paulo). Ontem, percebemos que ela foi deletada sem justificativa do Facebook. Não questionamos porque sabemos que não adianta, é censura mesmo. Outras páginas que são contra ações do governo já passaram por isso”, disse um integrante do movimento Contra Copa 2014. Ele não quis se identificar.

Nesta quarta-feira, 29, uma nova página do tipo foi criada, com o nome de “Operation World Cup Fase 2”. Até as 13h, o perfil já contava com mais de 1,1 mil curtidas.

Procurada às 11h30, a Assessoria de Imprensa do Facebook não se manifestou até as 13h.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ricardo Costa disse:

    Quando as autoridades vão tomar uma atitude contra esses terroristas?
    O que Shoppings, agencias bancárias, comércio e carros tem a ver com esses protestos?
    Chegaram ao cúmula de atear fogo em um Fusca de um trabalhador humilde com a família dentro, ate quando vamos tolerar isso?
    Isso é terrorismo! Vamos esperar mortes de civis inocentes para tomar uma atitude?

  2. Francisco Dias disse:

    Além do direito a baderna tem agora o direito a difusão da baderna. Interessante. Parece que somos um povo sem costume com a liberdade e confundem esta com libertinagem. Para esses arruaceiros não sou a favor só da censura, sou a favor também da borrachada no lombo.

  3. Ismael disse:

    Isso é democracia e respeito a liberdade expressa?

Facebook paga R$ 79 mil a brasileiro que descobriu falha na rede

imagem.phpUm engenheiro da computação brasileiro chamado Reginaldo Silva se tornou a pessoa mais bem recompensada pelo programa de descoberta de falhas do Facebook. Após indicar um bug ao site, ele recebeu nada menos que US$ 33,5 mil, o equivalente a cerca de R$ 79 mil.

Silva contou ao Facebook sobre uma falha de XML que poderia permitir que qualquer um lesse arquivos arbitrários. A empresa diz ter recebido o alerta em novembro.

Assim que ficou sabendo da questão, o Facebook tomou uma ação imediata para corrigir parte dela. Uma vez combatido o bug, eles agiram para eliminá-lo em todos os servidores da rede.

Depois de terminar, a equipe de segurança partiu para a investigação sobre o que deu errado e para descobrir se havia outras partes de código vulneráveis.

A descrição completa sobre o problema pode ser encontrada neste post de Silva e a da resolução, neste aqui do Facebook (nos comentários, inclusive, a rede revela quanto pagou pela descoberta).

Olhar Digital UOL

Facebook pode perder 80% dos usuários até 2017, diz estudo

quedafacebookO que os modelos epidemiológicos têm em comum com as redes sociais? De acordo com estudo realizado por engenheiros da Universidade Princeton, existe uma correlação matemática entre adoção e abandono de sites como Facebook e MySpace com a expansão de infecções e recuperação dos doentes.

“A aplicação do modelo sugere que o Facebook vai sofrer um rápido declínio nos próximos anos, perdendo 80% do seus usuários no período de pico entre 2015 e 2017”, dizem os pesquisadores John Cannarella e Joshua A. Spechler, do Departamento de Engenharia Mecânica e Aeroespacial da Universidade Princeton.

Para validar a hipótese, os pesquisadores consideraram dados públicos de buscas pelo termo “MySpace” no Google e os relacionaram com o ciclo de vida da rede social. Fundado em 2003, o site alcançou o pico em 2008, com 76 milhões de visitantes únicos mensais, mas caiu na obscuridade em 2011.

Segundo os autores, a aplicação da dinâmica epidemiológica é pertinente, pois tipicamente os usuários ingressam em redes sociais por causa de amigos que já participam, da mesma forma que o contágio se dá pelo contato com pessoas doentes. O abandono das redes segue a lógica contrária, com as pessoas perdendo interesse à medida que os conhecidos deixam de participar.

Esse não é o primeiro estudo que aplica padrões epidemiológicos para compreender questões além das doenças. Estudos anteriores correlacionaram modelos de contágio com a divulgação e desaparecimento de ideias.

“Os dados de buscas sugerem que o Facebook já alcançou o pico de sua popularidade e entrou na fase de declínio, evidenciada pela redução no número de buscas após 2012”, diz o estudo.

O Globo