Bolsonaro nunca pediu relatórios, diz chefe de inteligência da PF

Foto: Reprodução

O diretor do departamento de Inteligência da Polícia Federal Claudio Ferreira Gomes prestou depoimento na PF na investigação que analisa denúncias feitas pelo ex-ministro Sérgio Moro, e afirmou que Bolsonaro nunca solicitou detalhes sobre inquéritos diretamente.

“Nunca houve qualquer pedido de relatório de inteligência relacionado a investigações policiais em curso por parte do Presidente da República”, afirmou Gomes.

O delegado também falou sobre a produção de relátorios de inteligência para a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e ressaltou que desconhece qualquer problema de produtividade destes relátorios. Afirma ainda que os números mostram que a produção atual é, inclusive, superior a anos anteriores.

Além dele, Carlos Henrique Oliveira de Sousa, diretor executivo da Polícia Federal e ex-superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, também prestou depoimento nesta terça-feira (19) em que afirmou que foi procurado por Alexandre Ramagem, diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), antes deste ser escolhido como diretor-geral da PF, em que fez um convite para que Oliveira fosse diretor executivo da corporação.

Nesta quarta (19), a Polícia Federal vai interrogar outros dois delegados da corporação: Cairo Costa Duarte, superintendente da PF em MG, e o delegado Rodrigo Morais, que investigou o atentado sofrido por Bolsonaro durante a campanha presidencial.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. E DAÍ disse:

    O Mito tem que mudar os diretores e superintendentes para que investigadores investiguem as investigações até descobrirem que a culpa é de Lula e do PT. Tá ok?

  2. Mário disse:

    Cabeça de cavalo não tem chifre!
    Será possível!!!

  3. CHEGA disse:

    POLICIA Federal até TU???? Aff quem sera limpo Nesse BRASIL …????? Todo homem se trai, quando o poder o CHAMA

  4. William disse:

    Ele n é imbecil ao ponto de solicitar formalmente relatórios a PF. Ele queria informações de boca, isto é, na informalidade p n deixar rastros.
    ENTENDERAM !!????

  5. Nilo disse:

    Pois deveria ter pedido.

Estes passatempos podem aumentar sua inteligência, segundo a ciência

Foto: (Trifonov_Evgeniy/Getty Images)

Está buscando formas para melhorar a si mesmo e seu bem-estar? Se for escolher um novo passatempo ou aprender uma nova habilidade no próximo ano, algumas experiências podem aumentar sua inteligência.

Certas atividades ajudam a melhorar a memória, concentração e a capacidade de resolução de problemas, por exemplo. E tudo comprovado por pesquisas científicas, de acordo com artigo do portal Business Insider.

Meditação

Estudo mostrou que pode ser possível controlar suas ondas cerebrais por meio da prática da meditação, assim um profissional poderia melhorar sua concentração e trabalhar sua confiança por meio da prática.

Jogos

Jogar videogames ou resolver as palavras cruzadas do jornal são formas de treinar seu cérebro e aumentar sua plasticidade. As atividades ajudam a criar novas ligações neurais, o que ajuda na habilidade de pensar em soluções inovadoras e encontrar relações e padrões com mais facilidade.

Aprender novas línguas

As aulas de inglês e espanhol podem ter uma vantagem além de aumentar as oportunidades no mercado de trabalho. Segundo estudo com crianças bilíngues, quem fala mais línguas tem facilidade para resolver quebra-cabeças. Esse aprendizado também pode melhorar sua capacidade de planejamento e de entender seu entorno.

Leitura

É prazeroso, reduz o estresse e aumenta três tipos de inteligência: fluída, cristalizada e emocional. Não importa o tipo de leitura ou o gênero de sua escolha, ler regularmente ajuda a memória, o aprendizado, interpretação e empatia.

Tocar instrumentos musicais

Quando uma pessoa toca um instrumento, são tantas áreas do cérebro se exercitando que cientistas apontam novas formas de conexões entre os dois hemisférios se formam. Isso é ótimo para a memória, na execução de funções diferentes e solução de problemas.

Exame

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lira disse:

    Passatempo um cacete!!! Essas coisas são difíceis de aprender. Passatempo são palavras cruzadas Picolé.

Sejuc cria o Núcleo de Inteligência Penitenciária

O Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (23), traz a Portaria nº 247/2012, que oficializa o Núcleo de Inteligência Penitenciária do Estado do Rio Grande do Norte (NIPen) da Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Sejuc).

O NIPen é subordinado à Coordenadoria de Administração Penitenciária (COAPE), destinado a executar, coordenar, dirigir, orientar, produzir, difundir e integrar as atividades de inteligência penitenciária, no âmbito estadual, visando subsidiar a formulação de políticas e a execução das ações destinadas à manutenção da ordem no Sistema Penitenciário do Estado do Rio Grande do Norte.

O Núcleo é composto pela direção geral, setor de inteligência, setor de contra-inteligência, setor de análise de dados e do setor de operações de inteligência. À Direção Geral compete gerir, definir e planejar a execução das políticas de inteligência de competência da Coape, em consonância com os interesses do Sistema Penitenciário do Estado. O cargo de Diretor Geral é exclusivo de Agente Penitenciário em efetivo exercício.

Compete ao NIPen produzir e difundir, através dos canais competentes, os documentos de inteligência, bem como alimentar o Sistema de Informações Penitenciárias – INFOPEN; Identificar e acompanhar a evolução de fatores conjunturais que possam repercutir na manutenção da ordem no Sistema Penitenciário; Solicitar buscas e coletar dados de interesse do Sistema; organizar e manter base de dados das atividades de inteligência necessárias à produção do conhecimento.

De acordo com o secretário de Justiça, Kércio Pinto, o NIPen foi criado para fortalecer a estrutura da Coape e da Sejuc. “O serviço de inteligência nos fornecerá informações corretas e confiáveis para balizar um plano de ações voltado à desmobilização de qualquer articulação dentro do Sistema Penitenciário”, informou Kércio Pinto.

Mulheres mais inteligentes bebem mais. Você concorda?

O consumo de bebidas alcoólicas está diretamente relacionado ao grau de instrução das mulheres. Pelo menos isso já foi constatado entre as paulistanas. Quanto maior o tempo de estudo, maiores os riscos de beberem mais e sofrerem, consequentemente, com problemas ligados à bebida. Essa é a conclusão de um estudo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (IPq – HC), publicado na edição deste mês da revista científica Clinics.

“Há quinze anos, a proporção era de sete homens que bebiam para cada mulher. Hoje, temos 1,2 homem para cada mulher que consome bebidas alcoólicas”, constata a psiquiatra Camila Magalhães Silveira, uma das autoras da pesquisa.

No caso das mulheres com grau de instrução maior e melhores condições econômicas, a situação pode ser ainda mais complexa. “Elas têm de dar conta de mais de um papel. São mães, esposas e profissionais. Sofrem uma cobrança social muito grande.”

Já entre o sexo masculino, a escolaridade é um fator de proteção. Homens com baixo grau de instrução apresentam oito vezes mais riscos para o alcoolismo. “A relação entre escolaridade e consumo de álcool reflete uma mudança cultural”, diz o conselheiro da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), Carlos Salgado.

Considerada um indicador socioeconômico, a educação é um sinônimo de independência feminina, tanto emocional quanto financeira. “Mulheres com grau de escolaridade maior são mais independentes e estão mais expostas”, explica a pesquisadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas (Inpad), Ilana Pinsky.

Para Salgado, o álcool acaba sendo utilizado com uma válvula de escape feminino contra o estresse. “Ela bebe para aliviar a pressão social e por ter conquistado direitos semelhantes aos do universo masculino. Quanto mais instruída, mais chances essa mulher terá de socializar. Ela terá mais oportunidades de beber”, completa.

Os especialistas afirmam que as bebidas alcoólicas também são utilizadas por homens para aliviar a tensão. Mas há, contudo, uma conscientização maior com relação ao impacto negativo do álcool sobre eles. “O processo é contrário. À medida que o homem recebe cultura, mais ele irá se cuidar”, diz Salgado. “Todas as campanhas (sobre o álcool) são voltados para o público masculino”, completa Camila.

Historicamente, casos de alcoolismo feminino também são menos discutidos. “Mesmo que essa mulher identifique um problema com a bebida, ela terá mais dificuldade de assumir e encontrar ajuda. Mulheres identificam o problema nos companheiros, mas não nelas”, afirma Camila.

Exatamente 1.464 indivíduos foram entrevistados para o estudo, que avaliou as diferenças de gêneros no consumo do álcool – a maior abordagem epidemiológica nessa linha já feita na cidade.

Organismo
A relação das mulheres com o álcool também preocupa porque elas são mais vulneráveis aos seus efeitos do que os homens. A produção inferior de uma enzima que “digere” o álcool, a menor quantidade de água no organismo e os hormônios são fatores que as tornam menos resistentes às bebidas. “Elas pagam mais caro pela mudança cultural”, diz Salgado.

Com informações do Estadão

Pensar em sexo deixa você mais inteligente

Já viu essa? A dica é do pessoal da Universidade de Amsterdã (Holanda).

Primeiro, eles fizeram parte dos voluntários, homens e mulheres, pensarem em sexo. Depois, colocaram todo mundo para resolver problemas de lógica e matemática. E, surpresa, odesempenho dos que estavam com ideias safadinhas na cabeça foi melhor.

É que, segundo os cientistas, quando pensamos em sexo, nosso cérebro ativa uma área “projetada” pela evolução para ajudar a gente a se reproduzir. Daí em diante, começamos a prestar mais atenção nas outras pessoas, a achá-las especialmente atraentes, a tentar identificar sinais de interesse sexual quando flertamos com alguém, e por aí vai.

Essas mudanças mentais, que acontecem naturalmente para favorecer a reprodução, intensificam a nossa atenção e o nosso foco nos detalhes, o que deixa a percepção mais afiada e acaba favorecendo também o raciocínio, explica o estudo. Olha que beleza.

Fonte: Superinteressante