TURISMO REGIONAL NA MIRA: Presidente da ABIH-RN ressalta importância de “grande campanha” para atrair turistas e parceria com operadoras e companhias aéreas

FOTO: CANINDÉ SOARES

Quando abordado sobre o que o RN precisa fazer para reerguer o turismo, o presidente da ABIH-RN, José Odécio, ressaltou a importância de um trabalho de divulgação e marketing, “uma grande campanha para atrair turistas combinada com ações em parceria com as operadoras e também com as companhias aéreas, visando estimular essa retomada, haja vista que as atividades já começaram a retornar e o setor já está preparado para receber os turistas, observando os protocolos sanitários que foram estabelecidos. Até agora ainda não temos nada em concreto. Há uma discussão de uma ação junto a Azul Viagens, que devemos contar com uma parceria da ABIH-RN com o Governo do Estado, Prefeituras de Natal, Tibau do Sul e Maxaranguape”, concluiu.

José Odécio ressaltou que todos os hotéis associados à ABIH-RN estão cumprindo os protocolos exigidos pelas autoridades sanitárias, além da capacitação dos colaboradores, seja em treinamentos internos e/ou capacitações oferecidas pelo SENAC.

Questionado sobre a realidade das pequenas cidades do RN que dependiam basicamente do turismo, como Tibau do Sul e São Miguel do Gostoso, Odécio disse “já era hora de retomarmos nossas atividades, e esses municípios vivem basicamente do turismo, e não poderiam se manter fechados pois o custo social e econômico foi bastante impactante. Portanto, foi muito bom que retornássemos. Contudo, não podemos abrir mão dos protocolos de segurança sanitária para mantermos essa abertura de forma a permitir que não tenhamos retrocesso. É preciso que todos, empresários, população e turistas tenhamos consciência do nosso papel nesse processo de retomada da economia”.

Ele destacou também a preocupação para o retorno do turismo será voltado para o turista regional, “ a nossa oferta de leitos é muito grande e certamente não teremos como supri-la com o mercado regional. Pesquisas apontam que as viagens se darão de carro até um raio de 500km. Portanto, é preciso atrair turistas do Ceará a Alagoas, e assim tentar suprir um pouco dessa oferta que temos. Contudo, ações a nível nacional, junto com operadoras e companhias aéreas se fazem necessário, caso contrário a crise do setor ainda se alongar por muito mais tempo”.

“A Pandemia trouxe um enorme prejuízo, abriu uma crise sem precedentes, e muitas empresas não conseguirão se manter de pé. A mudança talvez esteja no hábito do consumidor, na postura das empresas, e espero que mude também a mente dos gestores e burocratas, para que enxerguem o setor como sendo de grande importância, haja vista sua ação de transformação social e econômica, que pode contribuir muito com a geração de empregos e de riquezas. Mas para que isso ocorra, é necessário repensar como o Estado brasileiro (União, Estados e Municípios) pode mudar suas posturas em prol desses propósitos e não nos imponham tantas exigências e burocracia, nos deixem trabalhar”, concluiu José Odécio.

Presidente desde 2015 da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio Grande do Norte (ABIH-RN), advogado e empresário hoteleiro no município de Tibau do Sul/Pipa-RN, José Odécio Júnior é, atualmente, uma das vozes mais influentes do turismo regional, e vem participando, também, como diretor da ABIH Nacional, do grupo G8 (Grupo de Associações do setor de turismo a nível nacional, que reúne Hotéis, Resorts, Parques, Navios, Eventos, Agências de Viagens e Destinos), grupo esse que discute as questões do setor de turismo a nível nacional.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cabo Silva disse:

    DONO DE HOTEL É UM BICHO CURIOSO . Em qualquer ramo de negócio, se você quer ter sucesso de vendas, é natural que invista em publicidade de seu produto. TURISMO É CURIOSO QUE O DONO DE HOTEL TERCEIRIZA A OBRIGAÇÃO DE PUBLICIDADE PRO GOVERNO, PARA TER CADA VEZ MAIS LUCRO. Curioso!

"Gigantes" preocupadas: Bloqueio de planos de saúde chega ao STF e operadoras tentam impedir suspensão

Grandes operadoras de saúde do Brasil tentam impedir a suspensão da venda de seus planos com base no número de reclamações de consumidores. O bloqueio da venda de novos contratos é feito pela Agência Nacionald e Saúde Complementar (ANS), que fiscaliza o setor. E uma declaração do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, tem sido usada pelas empresas com esse objetivo.

O programa existe desde 2011 e, a cada três meses, prevê a divulgação de uma lista de planos cuja venda deve ser suspensa por 90 dias. A definição é feita com base em queixas dos beneficiáros à ANS. A última edição é de agosto e atingiu 246 planos de 26 operadoras .

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde) e a Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), às quais pertencem dez dessas operadoras, pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF), separadamente, para que a Corte volte a liberar a venda dos planos de suas filiadas do bloqueio de vendas, iniciado no começo de outubro.

Essa suspensão acaba nos próximos dias – a previsão da ANS era que terminasse até a última quinta-feira (31)  –, mas uma decisão contrária do mais alto Tribunal do País pode colocar futuros bloqueios em xeque.

“[ O questionamento ] não se resume ao 6º ciclo, mas ao processo de monitoramento como um todo e a sua pertinência ante os princípios constitucionais e a própria regulamentação da ANS”, diz o advogado André Tavares, do escritório Sergio Bermudes, um dos mais prestigiados do País – tem entre seus clientes o empresário Eike Batista – e que representa a Fenasaúde.

O pedido da Fenasaúde está nas mãos do presidente do STF, Joaquim Barbosa, a pedido da federação. O da Abramge, que é representada por Dagoberto Steinmeyer, está sob avaliação do ministro Teori Zavascki.

“O Supremo vai declarar inconstitucional [ o programa ]. Se ele [ Zavascki ] der uma decisão técnica, eu vou ganhar a reclamação”, diz Steinmeyer.

As duas associações também aguardam o resultado de um questionamento ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), responsável pela carta branca à suspensão, e de outros aos Tribunais Regionais Federais da 2ª e da 3ª Região.

Precaução ou punição

Um dos argumentos centrais da tese da Fenasaúde é que a suspensão é uma penalidade aplicada às operadoras da qual elas não tiveram condições para se defender – mesmo as reclamações que demandariam maior apuração pela ANS foram contabilizadas no cálculo para definir o bloqueio de vendas, alegam.

A ANS nega. Ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), a agência disse que o bloqueio é uma medida preventiva, e não uma penalidade – que ensejaria um processo administrativo completo. O argumento colou.

Em agosto, entretanto, o próprio ministro Padilha disse que a suspensão é “a principal punição” do programa de monitoramento. A frase, então, foi parar na reclamação da Fenasaúde ao STF.

“De fato a, a punição é uma questão central”, afirma o advogado Tavares. “Se você é privado de sua liberdade ou de patrimônio, é uma restrição à sua esfera de direitos.”

Procurado, o Ministério da Saúde não comentou as informações. A ANS defendeu o programa e sua metodologia informou que “no que o normativo da criação do grupo técnico” que vai analisar melhorias no processo “já está sendo elaborado”.

A agência não informa quando o atual ciclo de suspensão termina, e quando começa o próximo.

Gigantes punidas

Segundo uma fonte do setor, sempre houve questionamentos judiciais às suspensões, feitas individualmente pelas operadoras. Dessa vez,  o tom subiu em razão do porte das operadoras atingidas.

“As associações foram com tudo. É normal”, disse a fonte, que falou sob condição de anonimato por não estar autorizada a comentar o assunto. “Está nas mãos do Joaquim Barbosa.”

O Grupo Amil, que detém cerca de 10% do mercado de saúde suplementar do País e é o único a ser representado tanto por Abramge como Fenasaúde, responde por 133 dos 246 planos atingidos pela suspensão de vendas. São produtos importantes da casa: em média, eles serviram para a captação de cerca de 54% dos clientes que as três operadoras do grupo atingidas (Amil, Amico e Excelsior) têm atualmente.

A SulAmérica, que teve 13 planos bloqueados, responde por outros 3,4% do mercado. Seus planos suspensos, por outro lado, são menos importantes: representam 27% de sua carteira de beneficiários atual. Os grupos foram procurados, mas não se pronunciaram.

“Tem casos, por exemplo, em que um produto responde por 70% do faturamento da operadora. Vai quebrar a operadora”, diz o advogado Dagoberto Steinmeyer, que atua na ação da Abramge. “A ANS cometeu uma violência contratual absurda.”

IG

Anatel rejeita reverter multas de Telefônica, TIM, Embratel e Oi

Em decisão publicada no Diário Oficial, a Anatel rejeitou uma série de tentativas de companhias de telecomunicações em reverter multas aplicadas por descumprimento de indicadores de qualidade.

A Telefônica teve um pedido de revisão de uma multa de R$ 44,89 milhões negado pela segunda vez. A primeira havia sido em abril deste ano.

Outras operadoras de telefonia que tiram o pedido rejeitado foram a TIM, que teve uma multa no valor de R$ 13,31 milhões mantida, e a Embratel, que deverá pagarR$ 10,59 milhões. De acordo com o Valor Econômico, as punições foram aplicadas originalmente em outubro de 2009 e junho de 2012, respectivamente.

A Anatel ainda recusou duas apelações da Telemar Norte Leste, do grupo Oi. Foram duas multas, aplicadas originalmente em março de 2010 e julho de 2012, no valor de R$ 7,3 milhões e R$ 970 mil, por falha na manutenção de telefones públicos e interrupção de serviços.

Olhar Digital UOL

Beneficiários de operadoras de plano de saúde têm 60 dias fazer portabilidade especial

 A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinou prazo de 60 dias, a partir de hoje (10), para que beneficiários das operadoras de plano de saúde All Saúde, Lam, Sermed e Coife Odonto Planos Odontológicos Ltda possam trocar de plano sem cumprir nova carência ou cobertura parcial temporária. É o que a ANS chama de portabilidade especial.

Segundo a ANS, a medida foi tomada levando em consideração o grave risco que esses planos apresentam de interromper a assistência aos usuários. Para fazer a portabilidade especial do plano de saúde, o beneficiário deve consultar o Guia de Planos ANS para identificar os planos de saúde compatíveis ao seu para fins de portabilidade especial de carências. A faixa de preço do plano escolhido deve ser igual ou inferior à do plano de origem.

Em seguida, o beneficiário deve ir à operadora do plano escolhido levando o relatório de planos em tipo compatível, identificado  e impresso na consulta ao Guia de Planos ANS, e solicitar a proposta de adesão. Na data da assinatura da proposta, deverão ser levadas cópias dos comprovantes de pagamento dos três últimos boletos vencidos ou de pelo menos quatro boletos vencidos referentes aos prazo de seis meses.

A resposta da operadora escolhida deve ser dada em até 20 dias após a assinatura da proposta de adesão. O contrato do plano de destino entra em vigor dez dias após o aceite da operadora.

Os beneficiários de planos anteriores à Lei 9.656 – contratados até 1º de janeiro de 1999 – bem como aqueles que estão com planos suspensos, deverão informar no Guia de Planos ANS o valor da mensalidade que consta do boleto de pagamento para a identificação de planos compatíveis.

A portabilidade especial pode ser feita mesmo para beneficiários dos quatro planos que ainda estejam cumprindo carência. Neste caso, a carência restante será cumprida na nova operadora.

Agência Brasil

Anatel propõe unificação de chamada com intervalo de até 120 segundos

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou, nesta quarta-feira (15), uma mudança no regulamento do Serviço Móvel Pessoal de telefonia. As chamadas de celular sucessivas com intervalo igual ou inferior a 120 segundos serão consideradas uma única chamada para efeitos de tarifação.

A regra não tem vigência imediata. Foi colocada em audiência pública. As operadoras terão dez dias para fazer críticas à proposta. Mas Marcelo Bechara, integrante do conselho diretor da agência, disse que as empresas devem usar esse período para se preparar para a mudança.

Segundo ele, a grande maioria dos planos hoje prevê tarifação por chamada e não mais por tempo. Portanto, para o bolso do usuário a medida da Anatel representará economia. Quem hoje precisa fazer três chamadas consecutivas porque a ligação caiu duas vezes pagará um terço apenas do pagava, exemplificou Bechara.

A unificação de ligações consecutivas com intervalo de até 2 minutos valerá para todos os planos vendidos pelas operadoras, inclusive os alternativos, destacou o conselheiro da Anatel. A concatenação de chamadas só ocorria, até então, nos planos básico de serviços, que atualmente representam muito pouco do total, segundo Bechara.

A Anatel levou em conta que o consumidor dos serviços de telefonia não pode ter prejuízo com as quedas de ligação, em geral provocadas por problemas nos sistemas.

Fonte: G1

Telefonia:operadoras de celular se comprometem a diminuir índices de reclamações dos clientes

Os planos de melhorias apresentados pelas operadoras de telefonia móvel TIM, Claro e Oi à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para a liberação das vendas de novos chips trazem compromissos de diminuição dos índices de reclamações de clientes até 2014. Os planos das empresas foram divulgados hoje (3) pela Anatel.

A TIM, que foi proibida de vender em 18 estados e no Distrito Federal, prevê redução de 3% nos índices de reclamações de rede no final de 2012, de 25%, em 2013, e de 44%, em 2014, em relação ao primeiro trimestre deste ano. A operadora promete investir R$ 8,2 bilhões até 2014 e, em 2012, estão planejados 3,5 bilhões, sendo que R$ 451 milhões alocados para a melhoria da qualidade do serviço de telefonia em função da medida cautelar da Anatel.

O plano de atendimento da Oi, que foi suspensa em cinco estados, prevê diminuição de 42% no indicador de reclamações na Anatel até 2014. Ela também quer aumentar de 89,8% para 95% o índice de completamento de chamadas. A operadora prometeu investir cerca de R$ 5,5 bilhões nas redes 2G, 3G e 4G até 2014, sendo cerca de R$ 1,7 bilhão exclusivos para melhoria de qualidade da rede.

A Claro, que teve a venda cancelada em três estados, se comprometeu a aumentar as metas de completamento de chamadas e resposta ao usuário, e reduzir as quedas de ligações. Segundo a Anatel, a meta da operadora é investir R$ 6,3 bilhões até 2014. Para este ano, o orçamento é R$ 3,5 bilhões para garantir a prestação dos serviços.

Os planos de melhorias das operadoras foram apresentados à Anatel como condição para a retomada das vendas de novas linhas de celulares e acesso à internet, que estavam suspensas desde o dia 23 de julho, e foram liberadas hoje (3) pela agência reguladora.

 

Fonte: Agência Brasil