Campanha “Brasil não pode parar” terá custo de R$ 4,8 milhões sem licitação

Foto: Reprodução

A campanha publicitária para defender a tese do isolamento vertical – com o slogan “O Brasil Não Pode Parar” – vai custar R$ 4,8 milhões (R$ 4.897.855,00). A contratação foi classificada com emergencial e, por esta razão, realizada sem licitação. O conteúdo está sendo produzido pela agência iComunicação.

O mecanismo não é ilegal: conforme a coluna adiantou ontem, um decreto de Bolsonaro autorizara a Secom a fazer a contratação com dispensa de licitação. A Secom avaliou três propostas. O martelo foi batido por Carlos Bolsonaro. O Secretário Fabio Wajngarten ainda não voltou totalmente à ativa.

O governo federal prepara para colocar no ar possivelmente já amanhã. A peça central é um vídeo, ainda não finalizado, mas que já foi distribuído para a militância digital do presidente e circula em grupos de WhatsApp, em que um narrador menciona categorias profissionais e martela que o país não pode parar por eles.

Diz o narrador:

“Para os pacientes das mais diversas doenças e os heróicos profissionais de saúde que deles cuidam, para os brasileiros contaminados pelo coronavírus, para todos que dependem de atendimento e da chegada de remédios e equipamentos, o Brasil não pode parar. Para quem defende a vida dos brasileiros e as condições para que todos vivam com qualidade, saúde e dignidade, o Brasil não pode parar”.

O Instagram do governo federal publicou há pouco sobre a nova campanha, com a hashtag #OBrasilNãoPodeParar:

“Para todos os demais, distanciamento, atenção redobrada e muita responsabilidade. Vamos, com cuidado e consciência, voltar à normalidade”, afirma a postagem — o que é desaconselhado pelas principais autoridades sanitárias do mundo.

Veja mais – VÍDEO: Planalto lança campanha “O Brasil não pode parar”

Guilherme Amado – Época

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rodrigo disse:

    Absurdo

  2. João Paulo disse:

    A governadora Fátima levou porrada de todos os lados , inclusive de mim, quando quis licitar $ 3 milhões a serem destinados a campanhas relacionadas ao novo coronavírus . Quero ver o que os seguidores do MESSIAS vão dizer agora . Eu acho um absurdo ainda maior que a de Fátima porque esta nem é relativa ao coronavírus

  3. Marcelo disse:

    Mas rapaz, o pessoal de Bozo bateu tanto de pau em Fátima por querer fazer campanha, quero ver o que vão dizer disso agora… Ainda bem que aqui Fátima foi convencida a fazer melhor uso do dinheiro. Pq a tv já tá fazendo campanha demais sobre o tema. Espero que o governo federal faça o mesmo e destino esse dinheiro pra algo mais importante.

  4. Ivanildo Solano disse:

    ESSE SLOGAN NÃO TEM NADA A VER COM A PREVENÇÃO DO CORONA VÍRUS, PORTANTO, O STF TEM QUE BARRAR ESSA ABERRAÇÃO.

  5. Zanoni disse:

    A campanha nacional vais custar R$ 4,8 milhões, mas a campanha do RN custaria R$ 3 milhões.
    A CONTA NÃO FECHA, GOVERNADORA FÁTIMA.
    CADÊ OS DEFENSORES DO LULA LIVRE?

  6. Antônio disse:

    Enquanto o governo federal gasta nessa campanha sobre o covid19 a quantia de R$ 4,8 milhões, campanha esta que terá divulgação em todos os estados da federação, esclarecendo a população, do Oiapoqui ao Chuí, sobre os riscos, prevenção e cuidados com o coronavírus, a governadora Fátima Bezerra queria gastar a quantia de R$ 3 milhões, numa campanha similar, que seria veiculada apenas no RN. Avante Capitão! Parabéns!

    • Marcos disse:

      Interessante é que a governadora desistiu da propaganda, devido ao excessivo de gasto e prioridade de destinar os recursos em outro local, diferente do senhor presidente!!! Fora que ele não explica nada, só pede o aumento no número de mortos.

    • Chicão disse:

      Ainda bem que a imprensa do RN foi vigilantes, só assim ela recuou.

  7. Laura disse:

    Tem que parar sim, hoje o Trump pediu para os americanos ficarem em Casa.Veja a Itália a situação que está.

  8. Jr Laranjeiras disse:

    Vixe, vixe, vixe….#obrasilpodegastar

  9. Manoel disse:

    Acho que num momento desses de contenção de despesas, não deveria gastar esse valor em publicidade. O presidente tem muitos apoiadores que poderiam fazer essa campanha sem esse custo tão alto… O mesmo defendo aqui no nível do Estado do RN.

    • Anti-Político de Estimação disse:

      Concordo com você : pau que dá em Chico OBRIGATORIAMENTE tem que bater em Francisco também.
      O resto é indignação "seletiva".

    • RMS disse:

      PELO MENOS E UMA CAMPANHA NACIONAL, FATÃO AQUI NO RN IA GASTAR 3 MILHÕES NA CAMPANHA SÓ NO RN.

Custo de bilhetes aéreos para Natal dobra sem voos da Avianca

Ricardo Araújo destaca nesta quarta-feira(24), na Tribuna do Norte, que o cancelamento de aproximadamente 30 voos da companhia aérea Avianca Brasil chegando e partino do Rio Grande do Norte para outros destinos nacionais elevou o custo dos bilhetes aéreos.

Segundo consultores de viagens, sair do Estado potiguar para São Paulo, em maio, por exemplo, está 104,25% mais caro do que era cobrado até o mês de março. Veja reportagem com mais detalhes aqui

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Atanázio disse:

    Não queria nem dizer, mas os voos que saem de Jampa são muito mais baratos e o aeroporto de lá nem é tão mais longe que essa porcaria daqui.

  2. Jão disse:

    O RN só leva fumo nesse aspecto, impressionante.

  3. João Batista disse:

    Já tem um dos pais do aeroporto carregando andor na catedral de Natal. quando estava preso seus advogados falavam que ele estava com uma terrível depressão e não tinha mais pretensões politicas.

  4. Anti-político de estimação disse:

    Espero que os eleitores potiguares não esqueçam dos responsáveis, e grandes beneficiários, por esse imenso presente de grego : O aeroporto de São Gonçalo.
    Próximo ano tem eleições, e alguns pelezões já se movimentam para botar as manguinhas de fora. Olho vivo…

  5. Luciana Morais Gama disse:

    Agora pode passar a corda no aeroporto de São Gonçalo.

Neymar teria custado mais que Cristiano Ronaldo

Neymar-Barcelona-Sandro-Rosell-LagoAFP_LANIMA20130603_0072_25Novas informações no caso do contrato de Neymar dão conta de que o jogador custou muito mais caro aos cofres do Barcelona do que inicialmente divulgado pelo clube catalão. De acordo com o jornal espanhol “El Mundo”, novas evidências descoo bertas pela Audiência Nacional espanhola, que investiga os documentos da transferência do brasileiro, dão conta de que o Barça pagou muito mais pelo atacante do que divulgou à imprensa.

Segundo o diário, o Barcelona na verdade teria pago 95 milhões de euros (R$ 302 milhões) e não 57 milhões de euros (R$ 181 milhões) como divulgado inicialmente pelo clube. A diferença ficaria por conta de três comissões milionárias destinadas à família de Neymar, que até agora permaneceram ocultas.

Alguns milhões foram destinados ao pai de Neymar para que ele pudesse ajudar na captação de promessas das divisões de base do Santos, bem como parte do dinheiro sendo dada para que a família do jogador ajudasse a captar novos contratos de publicidade de empresas brasileiras e ajudasse em projetos sociais nas favelas de São Paulo.

Lancenet

Horário eleitoral gratuito deverá custar R$ 839 milhões aos cofres públicos

Cada brasileiro contribui com R$ 1,6 mil por ano para bancar os benefícios fiscais concedidos pelo governo. A conta faz parte de um estudo dos economistas Érica Diniz e José Roberto Afonso, da FGV.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Josias disse:

    Sr. Daniel, o povo tem o que merece, pois foi o povo que elegeram todos eles.

  2. João Marques disse:

    Sr. Daniel, importante é não confundir " VOTO OBRIGATÓRIO", com VOTAR EM ALGUEM, é só comparecer e ANULAR, afinal o povo Brasileiro não merece tudo isso que está aí.

  3. francisco das c a costa disse:

    TEM COMO EU AMPARODO PELA LEI DEIXAR DE CONTRIBUIÇÃO PARA ESSES FULANOS E SINCRANOS, DEIXAREM DE ME REPRESENTAR JUNTO A CORTES COLONIAIS DESTE PAÍS, E EU ECONOMIZAR ESSA DINHEIRO SUADO QUE GASTO COM ESSAS FIGURAS IMPOLUTRAS E INOXIDAVEIS DEIXAREM DE DIZER MENTIRAS E BESTEIRAS NA TV NO HORARIO NOBRE, NÓS BRASILEIROS, PAGAMOS, E OS DITOS CUJOS QUANDO CHEGAM LÁ , LEGISLAM EM CAUSA PROPRIA, E AÍ COMO É QUE EU FICO. NÃO FICA SE EXPLODA ABESTADO. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  4. Daniel disse:

    839 milhões para ouvir as mesmas mentiras, as figuras de sempre quase chorando pedindo voto por renovação. Sinceramente dinheiro jogado no lixo, não existe bons candidatos, temos que votar no MENOS RUIM. pqp.

    • manoel Kennedy disse:

      Só chorar como muitos estão fazendo resolve? ?? Kd o gigante.

Aprovado projeto que transfere para o empregador custo com transporte

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou há pouco, em caráter terminativo, texto prevendo que as despesas com transporte de empregados são do empregador, desonerando assim o trabalhador dos custos com vale-transporte.

Pelos cálculos e avaliação do autor do Projeto de Lei (PL) 242/2013, senador Fernando Collor (PTB-AL), o impacto da medida no orçamento das empresas é “desprezível”. O projeto ainda precisa ser analisado pelos deputados.

O relator da matéria, senador Paulo Paim (PT-RS) lembrou que, pela lei, o vale-transporte é uma antecipação feita pelo empregador do valor gasto com transporte pelo empregado, para que se desloque de sua residência ao local de trabalho e retorne para casa.

O benefício inclui o sistema de transporte coletivo público, urbano, intermunicipal e interestadual.

Pelas regras atuais, o empregador arca com uma ajuda de custo equivalente ao valor que ultrapassar os 6% do salário do empregado. Por esse critério, um trabalhador que recebe salário mínimo (R$ 678) e gasta R$ 88 com transporte (22 passagens de ida e 22 de volta, a R$ 2), tem desconto de R$ 40,68 do salário e recebe do empregador R$ 47,32.

Convencido pelo autor da proposta, o senador Paim defendeu que a transferência dos custos totais do benefício para o empregador “fará grande diferença no orçamento dos empregados e não causará tanto impacto nos custos das empresas”.

Segundo ele, além do impacto ser pequeno, esse tipo de despesa ainda pode ser abatido da receita da empresa, “para fins de apuração de seu lucro tributável, portanto, prejuízo não haverá para a classe produtiva”, concluiu.

Qualquer trabalhador tem, por lei, direito ao vale-transporte para o deslocamento residência-trabalho-residência, mas o gasto não é contabilizado como salário, nem considerado para cálculos de outros recursos, como o do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O valor também não se configura como rendimento tributável.

Agência Brasil

Enem 2013 terá custo de R$ 49,86 por candidato

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 vai custar R$ 49,86 por candidato, segundo divulgou hoje (21) o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). O exame tem 7.173.574 candidatos inscritos. O gasto total será R$ 357,6 milhões. O custo é superior ao do Enem 2012, que foi R$ 47,82 por aluno. Nesta edição, 73,1% candidatos foram liberados do pagamento da taxa de inscrição de R$ 35. No ano passado, a isenção beneficiou 68% dos inscritos.

Além do número de inscritos superar em 24% o do ano passado, neste ano haverá ampliação na logística do exame. Serão impressas 15,7 milhões de provas, a serem distribuídas em 1.661 municípios e em 15.576 locais de aplicação. Na entrega de 63.340 malotes serão utilizadas 9.480 rotas de distribuição em.

Estarão envolvidas na aplicação das provas 648 mil pessoas, entre coordenadores estaduais, municipais e de locais de aplicação, chefes de sala, fiscais e pessoal de apoio. Haverá ainda 48.048 atendimentos especiais para pessoas com deficiência, gestantes, idosos e lactantes.

O Enem 2013 será nos dias 26 e 27 de outubro. Para ajudar o estudante a se preparar para a prova, o Portal EBC criou uma página na internet que reúne todas as questões do Enem de 2009 a 2012. No sistema, é possível escolher quais áreas do conhecimento o candidato quer estudar. O banco de provas seleciona as questões de maneira aleatória.

Agência Brasil

Anatel propõe unificação de chamada com intervalo de até 120 segundos

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou, nesta quarta-feira (15), uma mudança no regulamento do Serviço Móvel Pessoal de telefonia. As chamadas de celular sucessivas com intervalo igual ou inferior a 120 segundos serão consideradas uma única chamada para efeitos de tarifação.

A regra não tem vigência imediata. Foi colocada em audiência pública. As operadoras terão dez dias para fazer críticas à proposta. Mas Marcelo Bechara, integrante do conselho diretor da agência, disse que as empresas devem usar esse período para se preparar para a mudança.

Segundo ele, a grande maioria dos planos hoje prevê tarifação por chamada e não mais por tempo. Portanto, para o bolso do usuário a medida da Anatel representará economia. Quem hoje precisa fazer três chamadas consecutivas porque a ligação caiu duas vezes pagará um terço apenas do pagava, exemplificou Bechara.

A unificação de ligações consecutivas com intervalo de até 2 minutos valerá para todos os planos vendidos pelas operadoras, inclusive os alternativos, destacou o conselheiro da Anatel. A concatenação de chamadas só ocorria, até então, nos planos básico de serviços, que atualmente representam muito pouco do total, segundo Bechara.

A Anatel levou em conta que o consumidor dos serviços de telefonia não pode ter prejuízo com as quedas de ligação, em geral provocadas por problemas nos sistemas.

Fonte: G1

Em um ano, produtos e insumos agropecuários disparam nos preços

Os produtos e insumos agropecuários utilizados nas propriedades rurais do Rio Grande do Norte sofreram aumentos no decorrer de um ano nas casas comerciais do estado e mostram o contraste entre essa realidade e o valor pago pelo Governo do RN aos produtores rurais, fornecedores do Programa do Leite.

Para efeitos comparativos, em julho de 2011 a saca de soja custava R$ 46,00 e agora passou para R$ 76,00; o quilo do milho passou de R$ 38,00 para R$ 45,00; a torta de algodão passou de R$ 29,00 para R$ 53,00. “Fora o aumento desses preços, também observamos um aumento de 10% nos medicamentos vendidos nas lojas agropecuárias”, ressaltou o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (Faern), José Álvares Vieira.

Com os dados em mãos, o presidente da Faern comenta que o produtor potiguar é um vencedor por ainda continuar na atividade rural. “Observo que com o valor pago pelo governo aos produtores, (que fornecem para o Programa do Leite) esses homens somente podem ser classificados como vencedores. Porque aguentar todas essas intempéries e ainda querer produzir, é louvável. E é por conta dessa garra, que pedimos uma maior atenção governamental com o setor produtivo”, afirmou José Vieira.

Comissão irá analisar preço do leite

Nesta quarta-feira (25), às 09:00h, na sede da Secretaria da Agricultura do RN, entidades representativas do setor rural e secretários da administração Rosalba Ciarlini irão debater os valores do Programa do Leite e outros temas que afetam a cadeira leiteira na primeira reunião da comissão formulada na segunda-feira (23), pela governadora e os líderes do setor agropecuário para sanar os problemas do setor.

De acordo com o presidente da Federação da Agricultura, a reunião será frutífera se observar a real situação dos produtores e os problemas decorrentes da queda do Programa do Leite e da seca de 2012. “Se não analisarmos com seriedade e objetividade essas questões, estaremos debatendo para ninguém e os problemas continuarão”, finalizou José Vieira.

A dois anos da Copa, custo do Mundial no Brasil atinge R$ 27 bilhões

Nesta terça-feira, a contagem regressiva aponta dois anos para o jogo de abertura da Copa do Mundo. O Brasil foi confirmado como sede da Copa de 2014 em 30 de outubro de 2007.

A última estimativa de gastos, elaborada pelo Tribunal de Contas da União, para a realização da Copa é de R$ 27,140 bilhões. Para chegar a essa cifra, o TCU considera financiamentos oferecidos por bancos federais, investimentos feitos por agentes privados, pelas estatais e pelas esferas de governo estaduais e municipais.

A mobilidade urbana é responsável pela fatia maior desse total: R$ 12,004 bilhões. Os aeroportos deverão consumir R$ 7,4 bilhões. Os 12 estádios da Copa custarão R$ 6,778 bilhões.

Segundo balanço divulgado pelo Ministério das Cidades no final do mês passado, apenas sete das 22 obras de mobilidade urbana ficarão prontas a tempo de serem utilizadas na Copa das Confederações. O Ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, afirmou que podem ser retiradas da Matriz de Responsabilidades obras que não tiverem projetos ou não tiverem sido contratadas até outubro.

Outro balanço, preparado pelo Governo Federal e divulgado no último dia 23, aponta que, àquela altura, 41% das obras relacionadas com o evento não haviam sido sequer iniciadas. E apenas 5% estavam concluídas. Apesar dos atrasos, o governo afirma que o ritmo de execução vai lhe permitir entregar 83% dos empreendimentos em 2013 e o restante até o mês de junho de 2014, quando começa a Copa.

O andamento paquidérmico dos trabalhos causou profundos abalos na relação entre Fifa e Governo Federal. Em março, no ápice da crise, o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, chegou a dizer que o Brasil merecia “um chute no traseiro” devido aos atrasos.
O Ministro do Esporte, Aldo Rebelo, chegou a declarar que o governo não mais receberia Valcke, mas o episódio foi contornado.

Mesmo com grande atraso, o Governo Federal tratou de agir. Dois meses depois do episódio do “chute no traseiro”, ele passou a fazer parte do Comitê Organizador Local. Foi a segunda vez na história das Copas que o governo entrou no COL. A primeira foi na edição anterior, da África do Sul.

A medida tornou letra morta uma promessa do ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, de que o evento seria realizado sem a participação do governo. Teixeira renunciou à presidência da CBF, que ocupou por mais de 23 anos, e à presidência do COL, no meio do processo. Os dois cargos foram entregues a José Maria Marin. A mudança foi saudada pelo presidente da Fifa, Joseph Blatter. A falta de interlocução de Teixeira com a presidente Dilma Rousseff foi um dos principais motivos que levaram à renúncia.

Sem Teixeira, a relação entre Blatter e Governo Federal melhorou. A Lei Geral da Copa, uma das principais preocupações da Fifa, foi enfim sancionada na semana passada. Dilma vetou seis itens do projeto aprovado no Senado, e a comercialização de bebidas alcoólicas será liberada.

Fonte: Estadão

Brasil já gastou quase R$ 2 bilhões nas missões no Haiti

O que começou como uma operação emergencial de seis meses, com um custo previsto de R$ 150 milhões, completou no início deste mês oito anos de duração, a um preço de quase R$ 2 bilhões.

A informação é da reportagem de Rubens Valente publicada na edição desta segunda-feira da Folha.

A operação militar do Brasil no Haiti, iniciada em 1º de junho de 2004 como parte do plano do governo Lula para obter um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, consumiu até agora mais de seis vezes o que foi gasto pelo governo federal com a Força Nacional brasileira entre 2006 e 2012.

OUTRO LADO

Em nota, o ministério afirmou à Folha que os gastos estimulam a indústria militar brasileira. “A aquisição de material moderno para equipar os militares brasileiros permite, além da eficiência no emprego da tropa, fomentar a indústria de defesa brasileira e projetar o Brasil internacionalmente.”

Profissão mãe: quanto custaria este serviço?

Está certo que amor de mãe não tem preço, mas o trabalho que essas mulheres exercem para garantir que esse sentimento todo se transforme em “filhos bem criados” e uma casa aconchegante pode, sim, ser dimensionado – como propôs o site internacional de finanças Salary.com. E vamos logo avisando: sairia bem caro se resolvessem remunerá-las pelos serviços prestados.

 

Então, se ainda não escolheu o presente da sua mãe, lembre-se: Você tem um dívida extensa com ela. Além disso, domingo, hoje em especial, é um bom dia para uma folga.

Fonte: A TARDE

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Só iso isso? tem muito mais não dá nem pra enumerar aqui.

Software que a Câmara Municipal de Natal usa custa R$ 564 mil por ano

A Câmara Municipal de Natal destinará do seu orçamento o valor de R$ 564 mil para locar um programa de computador. O contrato foi publicado na edição do hoje do Diário Oficial.

A negociação foi firmada com a empresa CSL Comércio e Serviços Ltda. Segundo o extrato do contrato, pelo período de 19 de março de 2012 a 19 de março de 2013 a empresa fará a “locação do software”, serviço pelo quase receberá quase R$ 600 mil.

Fonte: Panorama Político

Cada gol de Adriano custou R$ 2,4 milhões ao Corinthians

A trajetória de Adriano no Corinthians teve um fim melancólico para o atacante nesta segunda-feira, dia 12 de março de 2012, exatamente 350 dias depois de ele ter assinado contrato com o clube. Naquele dia 29 de março de 2011, dirigentes e torcedores alvinegros já desconfiavam da contratação do jogador, mas apostavam na qualidade demonstrada um dia para que ele pudesse brilhar na equipe.

Após anunciar a rescisão do contrato de Adriano, o clube faz agora as contas do prejuízo neste período de quase um ano. O Corinthians gastou cerca de 4,8 milhões em pagamentos ao Imperador, calculando-se que ele recebia R$ 380 por mês entre salários e direitos de imagem. O clube ainda terá outros gastos a serem negociados após o rompimento do vínculo.

Em oito partidas disputadas, sendo que ele começou como titular apenas nas três últimas que jogou, o atacante fez somente dois gols. Fazendo a relação com o dinheiro que o clube gastou, Adriano ganhou R$ 2,4 milhões por gol marcado ou R$ 600 mil por partida disputada ou ainda quase R$ 14 mil por minuto em campo.

Clique no player e reveja os 2 gols de Adriano com a camisa do Corinthians!

Dos gols marcados, um deles teve grande importância na conquista do título brasileiro pelo Corinthians no ano passado. O Imperador balançou as redes nos minutos finais da vitória sobre o Atlético-MG, por 2 a 1, em novembro. O segundo e último gol foi sobre o Botafogo-SP, no triunfo alvinegro por 1 a 0, pelo Paulistão.

Além das polêmicas fora de campo e da tentativa de recuperar a forma física e diminuir o peso, Adriano teve o seu desempenho prejudicado por uma lesão grave. O atleta ficou cerca de seis meses afastado dos gramados após romper o tendão de Aquiles em um treinamento.

Antes de ser contratado pelo Corinthians, Adriano também teve uma passagem muito ruim pela Roma, entre 2010 e 2011. Pelo clube italiano, o atacante brasileiro entrou em campo em apenas oito jogos oficiais e não fez nenhum gol em nove meses por lá. A única vez que encontrou as redes foi em um amistoso preparatório em que a Roma goleou um combinado da região de Riscone Brunico, por 13 a 0.

O último grande momento de Adriano no futebol foi no segundo semestre de 2009, quando teve boas atuações e ajudou o Flamengo a conquistar o título do Brasileirão daquele ano.

Confira os jogos de Adriano pelo Corinthians:

Corinthians 3 x 0 Atlético-GO – Brasileiro (09/10/2011) – 11 minutos
Corinthians 0 x 2 Botafogo – Brasileiro (12/10/2011) – 27 minutos
Corinthians 2 x 1 Atlético-PR – Brasileiro (13/11/2011) – 12 minutos
Corinthians 2 x 1 Atlético-MG – Brasileiro (20/11/2011) – 23 minutos – 1 gol
Flamengo 2 x 2 Corinthians  – Amistoso(15/01/2012) – 45 minutos
São Caetano 0 x 1 Corinthians – Paulista (18/02/2012) – 74 minutos
Corinthians 1 x 0 Botafogo-SP – Paulista (25/02/2012) – 90 minutos – 1 gol
Santos 1 x 0 Corinthians – Paulista (04/03/2012) – 68 minutos

Fonte: ESPN Brasil

Você sabe quanto custa a mão de obra de um iPhone?

A visita da rede de TV americana ABC à fábrica da Foxconn, acompanhando uma delegação da Associação pelo Trabalho Justo (FLA, na sigla em inglês), trouxe informações valiosas sobre a fabricação de aparelhos como o iPhone e o iPad.

Entre elas, a de que cada iPhone leva 24 horas para ser construído e que um trabalhador na linha de montagem ganha US$ 1,78 por hora.

Com base nesses dados, o analista Horace Dediu, blogueiro e ex-gerente de desenvolvimento de negócios da Nokia, chegou a algumas conclusões a respeito dos custos de fabricação dos aparelhos.

Ele estimou que cada smartphone da Apple tem um custo de mão de obra entre US$ 12,5 e US$ 30. Os valores são mais altos que estimativas anteriores, que indicavam algo em torno de US$ 8.

O analista acrescenta que esses custos de manufatura são provavelmente muito mais altos que os da concorrência, podendo chegar a 300% mais. O motivo são os intensos testes de design e qualidade a que o iPhone é submetido.

Fonte: Blog Link/Estadão

Poder público perde controle e obras da Copa já estão R$ 2 bilhões mais caras

Qual a supresa disso? Nenhuma, vamos torcer para o Brasil sobreviver após a copa do mundo. Segue reportagem do Estadão:

A fraude no Ministério das Cidades que abriu caminho para a aprovação do projeto de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá, R$ 700 milhões mais caro que o original, é apenas um dos exemplos de como o custo das obras da Copa do Mundo escapou do controle público. No que diz respeito à mobilidade urbana, os gastos totais aumentaram R$ 760 milhões, quando comparada a atual estimativa à previsão inicial de janeiro de 2010. O caso de Cuiabá foi revelado pelo Estado na última quinta-feira.

Levando-se em conta a alteração orçamentária dos estádios, o aumento total das obras da Copa supera R$ 2 bilhões.

A mudança de planos em Cuiabá atendeu aos apelos do governador de Mato Grosso, Sinval Barbosa (PMDB). Além de Cuiabá, houve aumento de preço nas obras de mobilidade urbana em outras cinco cidades: Belo Horizonte, Manaus, Porto Alegre, Recife e Rio de Janeiro.

Em Belo Horizonte, o BRT da avenida Cristiano Machado saltou de R$ 51,2 milhões para R$ 135,3 milhões, acréscimo de 164,3%. Em Manaus, o valor global das duas obras previstas – um monotrilho, já criticado pela Controladoria-Geral da União (CGU), e uma linha rápida de ônibus – aumentou 20%.

O prolongamento da Avenida Severo Dullius, em Porto Alegre, ficou 70% mais caro. Todas as cinco obras de mobilidade urbana programadas para Recife encareceram – entre elas, o BRT Leste/Oeste – Ramal Cidade da Copa, que aumentou de R$ 99 milhões para R$ 182,6 milhões (84,40% de diferença). O Corredor Caxangá (Leste/Oeste), por sua vez, agora custa R$ 133,6 milhões, ou 80,54% a mais.

Exceção. Em São Paulo, por outro lado, a obra do monotrilho despencou de R$ 2,8 bilhões para R$ 1,8 bilhão, o que, no conjunto, reduziu o impacto do aumento de preço em outros Estados. Já em Fortaleza não houve mudança nos investimentos. Em Brasília, a variação foi mínima: 4,48%.

O levantamento feito pelo Estado nas obras de mobilidade urbana não considera três capitais – Salvador, Natal e Curitiba -, que não aparecem na última matriz de responsabilidades divulgada pelo governo, em novembro passado. Segundo o Ministério do Esporte, esses projetos ainda estão sob análise.

No universo dos estádios que vão receber jogos da Copa do Mundo, as variações porcentuais foram ainda mais expressivas, devido a aditivos e mudanças nos próprios projetos.

Em vez de reformar o Morumbi por R$ 240 milhões, os organizadores de São Paulo optaram pela construção de uma nova arena, o Itaquerão, que deve custar R$ 820 milhões (+241,6%).

A última cifra do Maracanã é 47,25% – ou R$ 283 milhões – mais alta que a inicialmente prevista, puxada pela mudança de cobertura do estádio.

O custo do Beira Rio, de Porto Alegre, mais que dobro: foi de R$ 130 milhões para R$ 290 milhões. O caso de Brasília é curioso devido à ficção orçamentária: o valor da obra do novo Mané Garrincha caiu de R$ 745,3 milhões para R$ 688,3 milhões. A conta, no entanto, não inclui itens como cobertura, catracas, gramado nem as traves, excluídos do projeto porque serão licitados à parte. Ou seja: o valor final dessa arena é um mistério.

Justificativas. Em resposta ao Estado sobre o estouro de custos nas obras da Copa, o Ministério das Cidades disse que “está em andamento a revisão da matriz de responsabilidades” dos projetos de mobilidade. Afirmou, ainda, que as alterações nos valores das obras devem-se ao “desenvolvimento dos projetos” e ao “detalhamento das desapropriações”.

O BRT Cristiano Machado, em Belo Horizonte, por exemplo, ganhou recursos remanejados de outro projeto, “em função de estudos mais aprofundados, que mostraram a necessidade de mudanças na pavimentação e inclusão de estações de integração”, informou a pasta.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Eduardo disse:

    Não é surpresa para ninguém. O que é intigrante é o desejo de se construir VLTs como baluarte de mobilidade para Copa do Mundo. Primeiro, Os VLTs não ficaram prontos até 2014. Segundo, VLT é muito mais caro que BRT. Terceiro, depois, quem vai bancar o serviço de VLT já que a maioria das cidades não tem demanda para tal tipo de transporte. Terá que ser subsidiado.