VÍDEO: Reação de pai e filhos ao ouvir gol da vitória do ABC nos acréscimos viraliza na web pelo país

Vídeo com matéria na íntegra aqui

Na semana do Dia dos Pais, um vídeo que viralizou na web mostra a reação de pai e filhos após o gol marcado por Wallyson e que decretou a vitória do ABC sobre o Ferroviário, pela Série C do Campeonato Brasileiro (veja acima). O jogo foi realizado na última segunda-feira e não teve transmissão de TV. Aí tem o rádio e suas peculiaridades… O universitário Lucas Cabral publicou em uma rede social o vídeo com imagens do circuito interno do prédio onde mora, no qual ele, o pai e o irmão estavam dentro do carro, no estacionamento, ouvindo pela rádio os minutos finais da partida. Quando acontece o gol, nos acréscimos, eles saem do carro para comemorar e se abraçam. Alívio e emoção.

Em outra postagem na sequência, Lucas escreveu: “Minha mãe pensou que estávamos sendo assaltados. Já era 22h”.

Na nona posição na tabela, o ABC luta contra o rebaixamento e esta angústia dos torcedores deve seguir até a última rodada.

“E não importa a fase do ABC. Fui para todos os jogos no Frasqueirão essa Série C, além de ser sócio desde os 6 anos! Desistir nunca será uma opção!”, postou.

O vídeo ganhou muitos compartilhamentos nas redes sociais e em grupos de WhatsApp, recebendo elogios tanto dos alvinegros como de torcedores de outros clubes. E tem gente que fala que é só um jogo…

AugustoX Futebol Clube – Globo Esporte

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ulana Cabral de Paiva disse:

    Isso é que é torcida raíz! Meus filhos e meu marido , meus orgulhos! Amooo

  2. Fina ironia disse:

    Chorem paquitas. O choro é livre…

  3. Júnior disse:

    Vai p a quarta divisão, viva ao Globo F. C.

  4. Júnior disse:

    Vai p a quarta divisão, viva ao Globo F. C.

  5. Fabiano Galvao disse:

    Gota serena? Deve ser pakita!

  6. heim? cuma? disse:

    Adivinheeeeeeeeeeeeeeeeeeeee… O melhor do futebol é isso… amor, união, alegria. Que esses sentimentos possam, um dia, prevalecer nos estádios. Avante meu ABC!!!!!!

  7. marcus disse:

    EITA! que falta de assunto da gota serena!

  8. ricardo disse:

    Ouvindo pela 98

Idoso se arrisca, aplica golpe e "prende" assaltante durante assalto em ônibus na Av. Bernardo Vieira

Um idoso de 72 anos surpreendeu um assaltante na manhã desta sexta-feira (1), na Avenida Bernardo Vieira, e conseguiu “prender” o acusado quando saía do ônibus da linha 26(Soledade Ponta Negra), da empresa Reunidas.

Segundo a Polícia Militar, o suspeito usava um celular dentro das vestimentas, como se estivesse com uma arma, para render a cobradora e motorista do veículo. Na ocasião, após roubar o dinheiro da funcionária, o acusado foi surpreendido por uma “gravata” do idoso, que o derrubou. Em seguida, o motorista percebeu a ação e ajudou o corajoso (não se recomenda) homem.

Depois que a situação foi controlada, a Polícia Militar foi acionada e encaminhou o suspeito identificado como Wellington Alcides de Oliveira, de 22 anos, para a delegacia mais próxima.

"Justiça com as próprias mãos": passageiro reage a assalto em ônibus e esfaqueia adolescente em Natal

A insegurança toma conta e o cidadão de bem, cada vez mais, vem tomando medidas arriscadas para enfrentar a criminalidade. Foi o que aconteceu no início da tarde desta terça-feira (1), durante uma tentativa de assalto a ônibus no bairro das Rocas, Zona Oeste de Natal. Na ocasião, um trio feminino, de menor, anunciou o assalto, mas não contava com a reação de um passageiro: ele aproveitou o vacilo de uma delas e durante uma luta corporal, conseguiu esfaquear a garota na região da mão, enquanto as outras duas escaparam do veículo.

Segundo a Polícia Militar, após o crime, um das fugitivas foi apresentada pela mãe, contudo, será liberada pela ausência de testemunha, principalmente, pelo ônibus não ter esperado a chegada de uma viatura policial.

A infratora ferida na mão foi encaminhada para o Hospital Walfredo Gurgel, sem  qualquer risco. O passageiro não foi identificado.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José de Brito disse:

    Se não aparecer alguém com pulso para governar este país, nós pobres mortais estamos fritos. Polícia em greve, saude ao Deus dará, educação nem se fala, o que esperar? Os baderneiros estão se aproveitando.

  2. Fala Sério disse:

    Isso aconteceu e vai se repetir no RN FORA DE CONTROLE.
    Polícia em GREVE.
    Estado "SEM" dinheiro, de repente a arrecadação de 01 BILHÃO por MÊS SUMIU!
    Salários ATRASADOS
    Fornecedores SEM PAGAMENTO
    Escola SEM QUALIDADE
    SAÚDE na UTI
    Tá FALTANDO O QUÊ PARA UMA IMEDIATA INTERVENÇÃO FEDERAL?????

Carta Capital reage a editoral de O Globo em defesa de Veja

Essa é uma verdadeira briga de cachorro grande. Depois do jornal O Globo publicar um editorial em defesa da Veja (acerca do suposto envolvimento da publicação com o bicheiro Carlinhos Cachoeira), chegou a vez da revista Carta Capital revidar.

Confira

O jornal O Globo toma as dores da revista Veja e de seu patrão na edição de terça 8, e determina: “Roberto Civita não é Rupert Murdoch”. Em cena, o espírito corporativo. Manda a tradição do jornalismo pátrio, fiel do pensamento único diante de qualquer risco de mudança.

Desde 2002, todos empenhados em criar problemas para o governo do metalúrgico desabusado e, de dois anos para cá, para a burguesa que lá pelas tantas pegou em armas contra a ditadura, embora nunca as tenha usado. Os barões midiáticos detestam-se cordialmente uns aos outros, mas a ameaça comum, ou o simples temor de que se manifeste, os leva a se unir, automática e compactamente.

Não há necessidade de uma convocação explícita, o toque do alerta alcança com exclusividade os seus ouvidos interiores enquanto ninguém mais o escuta. E entra na liça o jornal da família Marinho para acusar quem acusa o parceiro de jornada, o qual, comovido, transforma o texto global na sua própria peça de defesa, desfraldada no site de Veja. A CPI do Cachoeira em potência encerra perigos em primeiro lugar para a Editora Abril. Nem por isso os demais da mídia nativa estão a salvo, o mal de um pode ser de todos.

O autor do editorial 
exibe a tranquilidade de Pitágoras na hora de resolver seu teorema, na certeza de ter demolido com sua pena (imortal?) os argumentos de CartaCapital. Arrisca-se, porém, igual a Rui Falcão, de quem se apressa a citar a frase sobre a CPI, vista como a oportunidade “de desmascarar o mensalão”. Com notável candura evoca o Caso Watergate para justificar o chefe da sucursal de Veja em Brasília nas suas notórias andanças com o chefão goiano. Ambos desastrados, o editorialista e o líder petista.

Abalo-me a observar que a semanal abriliana em nada se parece com o Washington Post, bem como Roberto Civita com Katharine Graham, dona, à época de Watergate, do extraordinário diário da capital americana. Poupo os leitores e os meus pacientes botões de comparações entre a mídia dos Estados Unidos e a do Brasil, mas não deixo de acentuar a abissal diferença entre o diretor de Veja e Ben Bradlee, diretor do Washington Post, e entre Policarpo Jr. e Bob Woodward e Carl Bernstein, autores da série que obrigou Richard Nixon a se demitir antes de sofrer o inevitável impeachment. E ainda entre o Garganta Profunda, agente graduado do FBI, e um bicheiro mafioso.

Recomenda-se um mínimo de apego à verdade factual e ao espírito crítico, embora seja do conhecimento até do mundo mineral a clamorosa ignorância das redações nativas. Vale dizer, de todo modo, que, para não perder o vezo, o editorialista global esquece, entre outras façanhas de Veja, aquele épico momento em que a revista publica o dossiê fornecido por Daniel Dantas sobre as contas no exterior de alguns figurões da República, a começar pelo presidente Lula.

Concentro-me em outras miopias deO Globo. Sem citar CartaCapital, o jornal a inclui entre “os veículos de imprensa chapa-branca, que atuam como linha auxiliar dos setores radicais do PT”. Anotação marginal: os radicais do PT são hoje em dia tão comuns quanto os brontossauros. Talvez fossem anacrônicos nos seus tempos de plena exposição, hoje em dia mudaram de ideia ou sumiram de vez. Há tempo CartaCapital lamenta que o PT tenha assumido no poder as feições dos demais partidos.

Vamos, de todo modo, à vezeira acusação de que somos chapa-branca. Apenas e tão somente porque entendemos que os governos do presidente Lula e da presidenta Dilma são muito mais confiáveis do que seus antecessores? Chapa-branca é a mídia nativa e O Globo cumpre a tarefa com diligência vetusta e comovedora, destaque na opção pelos interesses dos herdeiros da casa-grande, empenhados em manter de pé a senzala até o derradeiro instante possível.

Não é por acaso que 64% dos brasileiros não dispõem de saneamento básico e que 50 mil morrem assassinados anualmente. Ou que os nossos índices de ensino e saúde públicos são dignos dos fundões da África, a par da magnífica colocação do País entre aqueles que pior distribuem a renda. Em compensação, a minoria privilegiada imita a vida dos emires árabes.

Chapa-branca a favor
 de quem, impávidos senhores da prepotência, da velhacaria, da arrogância, da incompetência, da hipocrisia? Arauto da ditadura, Roberto Marinho fermentou seu poder à sombra dela e fez das Organizações Globo um monstro que assola o Brazil-zil-zil. Seu jornal apoiou o golpe, o golpe dentro do golpe, a repressão feroz. Illo tempore, seu grande amigo chamava-se Armando Falcão.

Opositor ferrenho das Diretas Já, rejubilado pelo fracasso da Emenda Dante de Oliveira, seu grande amigo passou a atender pelo nome de Antonio Carlos Magalhães. O doutor Roberto em pessoa manipulou o célebre debate Lula versus Collor, para opor-se a este dois anos depois, cobrador, o presidente caçador de marajás, de pedágios exorbitantes, quando já não havia como segurá-lo depois das claras, circunstanciadas denúncias do motorista Eriberto, publicadas pela revista IstoÉ, dirigida então pelo acima assinado.

Pronta às loas mais desbragadas a Fernando Henrique presidente, com o aval de ACM, a Globo sustentou a reeleição comprada e a privataria tucana, e resistiu à própria falência do País no começo de 1999, após ter apoiado a candidatura de FHC na qualidade de defensor da estabilidade. Não lhe faltaram compensações. Endividada até o chapéu, teve o presente de 800 milhões de reais do BNDES do senhor Reichstul. Haja chapa-branca.

Impossível a comparação entre a chamada “grande imprensa” (eu a enxergo mínima) e o que chama de “linha auxiliar de setores radicais do PT”, conforme definem as primeiras linhas do editorial de O Globo. A questão, de verdade, é muito simples: há jornalismo e jornalismo. Ao contrário destes “grandes”, nós entendemos que a liberdade sozinha, sem o acompanhamento pontual da igualdade, é apenas a do mais forte, ou, se quiserem, do mais rico. É a liberdade do rei leão no coração da selva, seguido a conveniente distância por sua corte de ienas.

Acreditamos também que entregue à propaganda da linha auxiliar da casa-grande, o Brasil não chegaria a ser o País que ele mesmo e sua nação merecem. Nunca me canso de repetir Raymundo Faoro: “Eles querem um País de 20 milhões de habitantes e uma democracia sem povo”. No mais, sobra a evidência: Roberto Civita é o Murdoch que este país pode se permitir, além de inventor da lâmpada Skuromatic a convocar as trevas ao meio-dia. Temos de convir que, na mídia brasileira, abundam os usuários deste milagroso objeto.