Pela 1ª vez na Black Friday, brasileiro deve comprar mais na web do que em lojas físicas

Foto: Celso Tavares/G1

A Black Friday, mais conhecida no Brasil pelas promoções na internet, passou a ganhar nos últimos anos uma maior adesão do comércio de rua e shoppings e, em 2019, pela primeira vez, o número de compradores nas lojas físicas deverá se igualar ao do comércio eletrônico. É o que aponta uma pesquisa feita pelo Google em parceria com a consultoria Provokers.

De acordo com o levantamento, a intenção de compra somente na internet durante a Black Friday caiu de 52% em 2018 para 38% em 2019, enquanto que a parcela de compradores que pretende comprar apenas em lojas físicas passou de 41% para 37%.

Segundo a pesquisa, essa tendência será impulsionada sobretudo pelo consumidor multicanal. O número de entrevistados que disseram que planejam comprar em ambos os canais saltou para 25%, contra 7% no ano passado.

Em 2019, a Black Friday acontecerá no dia 29 de novembro.

A data de descontos foi criada nos Estados Unidos e “importada” por diversos países pelo mundo. A Black Friday acontece sempre na última sexta-feira de novembro, um dia após o feriado de Ação de Graças.

No Brasil, o evento existe desde 2010 e nasceu com foco na internet. A temporada da Black Friday é tratada pelo varejo como o principal evento do ano no e-commerce e tem impulsionado as vendas do comércio em geral nos meses de novembro.

A pesquisa do Google mostra também que 76% dos consumidores entendem que o período de promoções não dura só entre a noite de quinta-feira e a sexta-feira da última semana de novembro.

“A grande maioria dos consumidores entende que, no Brasil, a Black Friday é a semana, de segunda a segunda”, afirma Diego Venturelli, gerente de insights para o Varejo do Google Brasil.

Avanço da opção de retirar na loja

De acordo com a pesquisa, além da maior adesão das lojas físicas ao evento, outro fator que explica o empate da intenção de compra em ambos os canais é o aumento do interesse pela opção “comprar na internet e retirar na loja”.

Segundo o Google, 39% dos brasileiros consideram que a opção “retira na loja” como muito importante na hora de decidir a loja na Black Friday e 24% esperam usar essa forma de entrega para as compras feitas pela internet.

A principal vantagem desta opção é a economia obtida ao não ter que pagar pelo frete. “Tem também a questão do imediatismo. O consumidor prefere ir à loja para ter a garantia e a velocidade de ter o produto. Os varejistas sabem disso e estão acelerando muito o processo de expansão dessa opção para todas as lojas”, afirma Gustavo Pacheco, head de novos negócios para o Varejo do Google Brasil.

A pesquisa mostra também que dois em cada três brasileiros afirmam fazer uma busca online antes de comprar na loja física. Só 27% dos compradores decidiram onde comprar na hora, enquanto 74% tinham ideia ou certeza de qual loja comprar antes.

A pesquisa foi feita a partir de entrevistas com 1.500 pessoas de todo o Brasil entre os dias 25 e 29 de julho, além de pesquisa online por meio da ferramenta Google Survey com 1.000 pessoas de todo o Brasil entre os dias 15 e 20 de agosto.

Categorias em alta

Segundo o Google, a intenção de compra aumentou para todos as categorias neste ano, incluindo produtos com menor penetração no comércio eletrônico como alimentos e bebidas, móveis, veículos e cursos.

“Categorias como alimentos e bebidas ainda têm mais vazão no meio físico. Mas estamos observando uma aumento da expansão também em categorias não tradicionais. A Black Friday agora tem consulta médica, esfiha, gasolina, passagens, imóveis. Todo tipo de categoria de consumo está entrando”, afirma Pacheco.

Entre os produtos com maior intenção de compra entre os que pretendem participar da Black Friday, destaque para celulares (48%), computadores (38%), eletrodomésticos (36%), roupas (34%), calçados esportivos (32%) e perfumes (33%).

Apesar do crescimento das vendas da Black Friday no Brasil, as queixas dos consumidores continuam. Entre os problemas recorrentes está a maquiagem de preços, que levou o evento a ganhar o apelido nada elogioso de “Black Fraude”.

No ano passado, o site Reclame Aqui recebeu 5,6 mil reclamações ao longo do período de ofertas. Propaganda enganosa e maquiagem de preço permaneceram lideraram entre os principais motivos de queixas (14,2%). Na sequência, ficaram empatadas divergência de valores e problemas na finalização da compra, com 7,6%, seguidas pelo atraso na entrega aparece com 3,9% das queixas.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Junin disse:

    SE O BOM É CAMINHAR, PASSEAR, O EMPURRA, EMPURRAS DAS LOJAS…PELA INTERNET DEMORA A CHEGAR E AS VEZES VEM ERRADO… E O QUE O COLEGA FALOU É VERDADE O COMERCIO VAI AUMENTAR UM POUCO ANTES PRA NESSE DIA BLACK DIZER QUE ESTÁ EM PROMOÇAO…….O BRASILEIRO É MAIS QUE SAFADO NESSE QUESITO!!!.

  2. Vergonha disse:

    Atenção povo: Fiquem ligados nos preços dos produtos hoje, agora, já, pois logo, logo vão aumentar os preços e na tal black friday voltam ao preço normal para dar a impressão que o preço baixou. Isso é Brasil que perdeu o rumo e vive de corrupção!

VÍDEO: Reação de pai e filhos ao ouvir gol da vitória do ABC nos acréscimos viraliza na web pelo país

Vídeo com matéria na íntegra aqui

Na semana do Dia dos Pais, um vídeo que viralizou na web mostra a reação de pai e filhos após o gol marcado por Wallyson e que decretou a vitória do ABC sobre o Ferroviário, pela Série C do Campeonato Brasileiro (veja acima). O jogo foi realizado na última segunda-feira e não teve transmissão de TV. Aí tem o rádio e suas peculiaridades… O universitário Lucas Cabral publicou em uma rede social o vídeo com imagens do circuito interno do prédio onde mora, no qual ele, o pai e o irmão estavam dentro do carro, no estacionamento, ouvindo pela rádio os minutos finais da partida. Quando acontece o gol, nos acréscimos, eles saem do carro para comemorar e se abraçam. Alívio e emoção.

Em outra postagem na sequência, Lucas escreveu: “Minha mãe pensou que estávamos sendo assaltados. Já era 22h”.

Na nona posição na tabela, o ABC luta contra o rebaixamento e esta angústia dos torcedores deve seguir até a última rodada.

“E não importa a fase do ABC. Fui para todos os jogos no Frasqueirão essa Série C, além de ser sócio desde os 6 anos! Desistir nunca será uma opção!”, postou.

O vídeo ganhou muitos compartilhamentos nas redes sociais e em grupos de WhatsApp, recebendo elogios tanto dos alvinegros como de torcedores de outros clubes. E tem gente que fala que é só um jogo…

AugustoX Futebol Clube – Globo Esporte

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ulana Cabral de Paiva disse:

    Isso é que é torcida raíz! Meus filhos e meu marido , meus orgulhos! Amooo

  2. Fina ironia disse:

    Chorem paquitas. O choro é livre…

  3. Júnior disse:

    Vai p a quarta divisão, viva ao Globo F. C.

  4. Júnior disse:

    Vai p a quarta divisão, viva ao Globo F. C.

  5. Fabiano Galvao disse:

    Gota serena? Deve ser pakita!

  6. heim? cuma? disse:

    Adivinheeeeeeeeeeeeeeeeeeeee… O melhor do futebol é isso… amor, união, alegria. Que esses sentimentos possam, um dia, prevalecer nos estádios. Avante meu ABC!!!!!!

  7. marcus disse:

    EITA! que falta de assunto da gota serena!

  8. ricardo disse:

    Ouvindo pela 98

Programa “SuperPop”, da RedeTV, causa polêmica na web com ex-gay e terapia religiosa de conversão

O programa de Luciana Gimenez da última segunda- feira (10) questionou se religião pode levar uma pessoa a deixar de ser homossexual e transgênero

Apresentado por Luciana Gimenez, o ” SuperPop” da última segunda-feira (10), debateu sobre um tema polêmico e causou repercussão entre os internautas. O programa mostrou uma mulher que diz ser” ex-gay ” e também “ex-trans” que relatou sua experiência ao deixar de se relacionar com pessoas do mesmo sexo.

Reprodução

Eu acredito sim que é possível alguém se arrepender de ser gay ou transgênero no momento em que entende que não quer mais essa vida pra si, tanto ser gay, quanto ser transgênero”, disse Juliana Ferrum em entrevista ao “ SuperPop ”.

Juliana ainda contou que hoje aceita perfeitamente o seu corpo de mulher. “Eu tenho certeza que sou ex-gay porque não vivo mais hoje na homossexualidade. E também tenho certeza que sou ex transgênero porque hoje eu respeito e aceito o meu corpo de mulher, o que não acontecia quando eu vivia como transgênero”. E continuou: “O corpo de mulher pra mim não era aceitável por mim mesma e hoje eu aceito essas condições” .

Juliana que viveu por 12 anos na homossexualidade e dois anos como transgênero, conta que desistiu de ser gay porque percebeu que era só um pensamento. “Eu pensei em desistir de transicionar justamente porque é um sentimento onde eu penso que meu corpo está inadequado, mas eu desisti justamente por ser um sentimento por aí os sentimentos mudam e o corpo não muda”.

O assunto polemico causou repercussão no twitter e muitos internautas se posicionaram.

O “ SuperPop ” ainda mostrou um pastor que também diz ter deixado de ser gay. Robson diz que deixou de ser gay depois de entrar para a igreja evangélica há 22 anos. “Sou casado tenho 4 filhos e Jesus entrou em minha vida e fez uma obra sobrenatural me tirando da homossexualidade”.

IG

O que faz alguém seguir na web famosos como Preta Gil só para ofendê-los?

reproducao-de-foto-do-perfil-da-cantora-preta-gil-no-instagram-1432238075833_615x470Com 2,5 milhões de seguidores no Instagram, Preta Gil coleciona comentários elogiosos dos seus seguidores. Mas, no meio deles, não é raro alguém aparecer para ofender a cantora. Os “haters” (expressão em inglês para a pessoa que odeia tudo e todos) seguem famosos nas redes sociais apenas para depreciá-los.

Os especialistas ouvidos por UOL Comportamento nesta reportagem dizem que por trás do comportamento existe uma satisfação mórbida.

“Esse prazer é motivado pela inveja. Quem pratica ‘cyberbullying’ gostaria de ocupar o lugar do alvo. Esse desejo de estar sob os holofotes é colocado em prática de forma violenta. A pessoa que ‘toca o terror’ com seus comentários nada mais quer do que chamar a atenção”, afirma a mestre em psicologia clínica Maria Tereza Maldonado, autora do livro “Bullying e Cyberbullying – O que Fazemos com o que Fazem Conosco?” (editora Moderna).

Na opinião de Carol Garcia, mestre e doutora em comunicação e semiótica pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo, há um forte sentimento de rejeição, não consciente, na atitude de quem pratica o apedrejamento virtual.

Inveja

“O indivíduo gostaria de viver tudo aquilo, mas não pode. Para lidar com a frustração e se sentir mais confortável com a própria vida, ele acaba desqualificando o outro”, afirma Carol.

De acordo com os especialistas, por trás de tanta raiva, há decepção com a própria realidade. “Quem se dedica a seguir alguém unicamente com o intuito de ofender e xingar não tem nenhum projeto de vida significativo para se dedicar. Óbvio que arruma tempo para procurar falhas em pessoas famosas”, diz Maria Tereza.

Para Valeria Brandini, antropóloga graduada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e PhD em ciências da comunicação pela USP (Universidade de São Paulo), outro ponto a ser ponderado é que a nossa cultura costuma ser intolerante com quem faz sucesso.

“A inveja tem um lado sombrio. Ela não significa apenas querer o que o outro tem. Invejar é também não querer que o outro tenha. O sucesso alheio nos faz lembrar dos nossos fracassos reais ou imaginários, que se evidenciam”, diz.

Silêncio, a melhor resposta

Raramente os famosos atingidos nas redes sociais se pronunciam a respeito ou revidam provocações, comportamento que é tido como saudável por Ana Luiza Mano, psicóloga do NPPI (Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática) da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo e coordenadora do site Psicólogos da Internet. “O objetivo do “hater” é atingir e ter audiência. Quem evita se manifestar não alimenta essa atitude, que, sem reforço, perde o sentido”, fala.

Para Maria Tereza Maldonado, o momento é de crise ética de enormes proporções. “O ódio está arraigado na sociedade. Os adolescentes cresceram vendo as atrocidades e as barbáries cometidas pelo Estado Islâmico, as intolerâncias religiosas, ao mesmo tempo em que ser popular é tão importante que muitos vão fazer o que for preciso para se destacarem. E se isso significar humilhar o outro, o farão”, fala a psicóloga.

O que diz a lei

De acordo com o advogado Alexandre Atheniense, especializado em direito digital pelo Berkman Center – Harvard Law School, nos Estados Unidos, liberdade de expressão é o direito de expor livremente opiniões, ideias e pensamentos, desde que a manifestação não seja feita de forma anônima, tenha caráter ofensivo ou contenha uma informação falsa atribuída a uma pessoa, marca ou empresa.

“Chamar de ‘feia’ ou ‘gorda’, dependendo da maneira que o texto é escrito, pode gerar um processo para o agressor”, fala Atheniense.

Segundo a advogada Gisele Truzzi, também especialista em direito digital, publicações ofensivas nas redes sociais podem configurar crimes contra a honra –calúnia, difamação e injúria– ou crime de preconceito racial e discriminação. As penas variam conforme cada caso, mas podem incluir desde multa a detenção, que varia de um mês (ofender a dignidade ou o decoro) a cinco anos de reclusão (racismo).

UOL

PSDB entra com ação contra PT por perfis falsos de Aécio na web

O PSDB entrou com uma ação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) cobrando multa ao PT por criar e alimentar perfis em redes sociais com críticas ao pré-candidato tucano à Presidência, senador Aécio Neves (MG).

Um processo aberto por tucanos na Justiça apontou que máquinas da Prefeitura de Guarulhos foram usadas atacar Aécio na internet. O município é governado por Sebastião Almeida (PT), reeleito em 2012.

O partido pode ser condenado a pagar uma multa que varia de R$ 5 mil a R$ 25 mil.

O PSDB também quer que Nataly Galdino Diniz, servidora de Guarulhos citada como administradora do site, seja punida por improbidade administrativa.

Em nota, a Prefeitura de Guarulhos afirma que desconhecia o uso de seus equipamentos para fins eleitorais e que vai investigar ação de Nataly.

Com informações da Folha

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rafael Vale disse:

    Prática lastimável, que infelizmente parece ser a regra na política.
    Quem não se recorda do boatos contra Lula, Dilma e recentemente contra o filho de Lula?
    "Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do ex-presidente Lula, pediu a abertura de um inquérito no 78º DP, na capital paulista, para a identificação dos responsáveis por boatos na internet de que seria dono de grandes áreas de terra e supostas mansões e aviões, além de empresas. Uma das áreas mostradas é, na verdade, da Escola Superior de Agricultura (Esalq), de Piracicaba.
    Daniel Graziano, em nome de quem está registrado o site "Observador Político", do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso/PSDB, já foi intimado três vezes para depor no inquérito criminal que investiga rumores falsos na internet sobre Fábio Luis Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula; em nenhuma dela, compareceu; entre as mentiras, a de que "Lulinha" teria comprado uma fazenda de R$ 47 milhões."

Foto íntima de Carol Portaluppi, a filha de Renato Gaúcho, vaza na web

carol-300x300Parece que Carol Portaluppi está passando por um inferno astral em sua vida pessoal. Filha do técnico do Grêmio, Renato Gaúcho, a modelo teve seu celular furtado recentemente e viu foto íntima sua circulando na Internet.

Segundo o advogado da gremista, Ricardo Brajterman, a filha de Renato Portaluppi ‘está muito abalada, chorando muito e está tendo repercussão interna psicológica muito grande’.

Com a repercussão, o advogado pretende tomar as medidas necessárias para punir os responsáveis pela divulgação das imagens.

– São fotos íntimas, tiradas dentro da casa dela, quando tinha acabado de fazer uma cirurgia (implante de silicone nos seios), e não podem ser divulgadas de forma alguma. Mesmo quem divulgar as imagens com tarja será responsabilizado -, disse ele, à ‘Revista Quem’.

O caso foi passado para a delegacia de crimes eletrônicos, que também irá investigar o furto do telefone de Carol.

Lance

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alberto disse:

    dica: as fotos dela pra quem quiser ver tem no site chamado mallandrinhas

  2. Roberto disse:

    Tá atrás de um playboy, esse filme é manjado, ela mesmo vazou e agora vai esperar a revista ligar. Conheço esse tipo!!!

  3. paulo kasinsk disse:

    Não, sei, mas, tirando esse rolo aí de cima, que pode ser uma armação (também), essa menina tem um fogo danado. Quem já viu o vídeo de um trote, onde ela trepida na dança de um funk? Danadinha, essa Portaluppi. O destino é o já falado e manjado de sempre: revista Playboy.

FAMOSOS: Veja quem já teve fotos íntimas divulgadas na web

anitaANITTA

Anitta teve o cellular roubado e não demorou muito para ter algumas fotos circulando pela internet como se fossem da poderosa. A assessoria de Imprensa da funkeira confirmou que a foto era da cantora. No entanto, a própria Anitta negou.  Ela desabafou e revelou ao R7 que a menina da foto não tem nenhuma celulite, algo que ela tem de sobra pelo corpo.

— Sobre a foto dos seios, gente… Foi uma foto que pegaram e colocaram duas meninas na foto. Não sou eu. Fiquei um pouquinho chateada, mas reparando bem você percebe que não tem nenhuma tatuagem minha e eu tenho seis, além das minhas celulites. As meninas da foto não têm uma…

JUSTIN BIEBER

Supostas fotos do cantor Justin Bieber nu circularam pela internet no ano passado. O astro teen teve o computador pessoal roubado durante um show em Washington, nos Estados Unidos. As imagens mostram uma pessoa com o corpo e até as mesmas tatuagens de Justin. O cantor não negou nem confirmou a autenticidade das fotos.

LÉO SANTANA, DO PARANGOLÉ14_58_38_321_file

Em 2010, quem caiu na rede peladão foi Léo Santana, vocalista do Parangolé. Na imagem, a suposta foto do interprete de Rebolation está completamente nu se mostrando pela webcam. Na época, Léo explicou que o haviam roubado a senha dele do Twitter. A foto parece mesmo ser do cantor de axé, já que a tatuagem no ombro direito é muito parecida com a original e Léo pode ter postado a imagem íntima por engano.

RIHANNA

Rihanna apareceu pelada na frente do espelho em fotos tiradas do seu próprio celular. E não foi a única vez. A cantora já foi flagrada trocando de roupa em um quarto de hotel em Barbados.

VANESSA HUDGENS

Não bastasse uma vez, Vanessa Hudgens teve supostas fotos [intimas divulgadas duas vezes. As imagens foram extraídas do telefone celular da cantora, segundo o PopCrunch. Entre as fotos, apenas uma mostrava Vanessa totalmente descoberta. Nas demais, a cantora aparece fazendo poses sensuais.

MADONNA

Madonna nunca foi de se esconder muito. Pelo contrário apela bastante na sensualidade e até já lançou um livro com fotos eróticas feitas com modelo na época em que Erotica foi lançado. Madonna também já foi modelo erótica antes da fama. No entanto, neste ano, o celular da diva foi hackeado e algumas fotos dela pelada vazaram na internet. Entre as supostas imagens proibida estão situações em que ela aparece em nu frontal, com roupa sadomasoquista, agachada no penico e se esfregando no espelho

Neste ano também, vazou a foto original de Madonna para a campanha publicitária do perfume Truth or Dare. Na imagem, a loira aparece com os peitão de fora. Já na propaganda, a loira tem uma tarja preta nos seios.

NETINHO

Em 2010, o cantor postou no Facebook uma foto “descontraída” no banheiro. Netinho não percebeu que mostrou um pouco demais. O cantor reclamou da repercussão negativa da imagem na época dizendo que aquele momento era de “felicidade”.

CARLY RAE JEPSEN

A cantora canadense Carly Rae Jepsen também enfrentou boatos de ter fotos nuas vazadas na internet. Na época o site TMZ afirmou que a cantora do hit Call Me Maybe denunciou à polícia de Vancouver, sua cidade de origem, que um “hacker” pode ter roubado imagens pornográficas suas para tentar vendê-las a meios de comunicação. Depois de também aparecer um vídeo íntimo da cantora, surgiram também supostas fotos de Carly nua. Mais tarde foi comprovado que correspondiam, na verdade, à modelo Destiny Benedict.

R7

Viral na Web: Garota que aparece em vídeo de sexo se afasta da faculdade e do emprego

Conhecida no Brasil inteiro após a divulgação de um vídeo em que aparece fazendo sexo oral em um rapaz, a garota conhecida na internet como “Fran” disse que após a replicação das cenas íntimas na internet ela teve que se afastar do emprego e da faculdade. De acordo com a delegada que investiga o caso, Ana Elisa Gomes Martins, da Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (Deam), de Goiânia (GO), a jovem de 19 anos afirmou que, desde que o vídeo se tornou viral na web, pessoas do Brasil inteiro a procuraram para fazer propostas sexuais.

“Chegaram a ir ao trabalho dela e mandaram mensagens para a garota” disse Ana Elisa. Na web, milhares de internautas que assistiram o vídeo postam imagens copiando o sinal de “OK” com os dedos feitos pela jovem durante o ato sexual.

Segundo a polícia, após o vídeo ter sido largamente compartilhado nas redes sociais, uma pessoa – ainda não identificada – divulgou o perfil que a jovem mantinha no Facebook. O texto informava o local onde a garota trabalhava, a faculdade em que estudava e, até mesmo, o número do celular.

Somente aí que jovem procurou a Deam para registrar uma ocorrência por difamação. O suspeito de ter gravado o vídeo é o amante da mulher. Testemunhas informaram que o casal tinha uma relação extraconjugal há três anos. “A pessoa que apresentou o suposto casal de amantes confirmou a história”, informou a delegada.

À polícia, a jovem confirmou ser amante do homem, que tem 22 anos, e disse que a gravação de vídeos durante o ato sexual era uma prática comum do casal. Alegou ainda que eles se encontravam frequentemente em um motel da cidade. Entretanto, a jovem afirmou que nunca permitiu a divulgação do material.

“A garota está com a honra ferida. Ela informou que nunca autorizou a publicação dos vídeos. Agora a jovem está visivelmente abatida”, destacou Ana Eliza.

O advogado do rapaz apontado como o responsável pela divulgação das imagens limitou-se a dizer que o jovem só deverá prestar depoimento à polícia nesta sexta-feira (11/10). Questionado se ele daria entrevista, Bastos afirmou que o cliente estava analisando e pediu que a reportagem fizesse contato em um outro dia, agradeceu e desligou o telefone. A delegada disse ao Correio que o rapaz continua casado e que a esposa não acredita que ele realmente tenha feito a gravação.

Caio César Carvalho Lima, advogado especializado em tecnologia da informação, disse que a jovem está amparada pela lei civil e criminal. O especialista explica que a Lei Maria da Penha pode ser aplicada se for comprovada a existência de violência moral, entendida como qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria.

O Código Civil também prevê que a divulgação ou exposição da imagem de uma pessoa poderá ser proibida, a seu requerimento, se atingir a honra, a boa fama ou a respeitabilidade da vítima.

Por outro lado, o doutor em Direito Civil e professor da Universidade de Brasília Frederico Henrique Viegas de Lima diz que o autor do vídeo e responsável pela sua disseminação nas redes não chegou a cometer um crime. “Só haveria crime se a gravação ou as imagens fossem obtidas de forma ilegal. Mas, pelo que eu vi, a moça autorizou. Quanto à divulgação sem o consentimento, alguém acredita que uma pessoa faz uma gravação como essa para guardar para si? A divulgação é uma consequência lógica”, afirma Viegas, que é especialista em direito na internet.

Correio Braziliense

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. tereza disse:

    que absurdas as conclusões desse "especialista em direito na internet". Quer dizer que gravar implica necessariamente na intenção de divulgar? Não pode gravar apenas para guardar para si ou para o casal?

Google, Microsoft, Yahoo! e Facebook se unem para enfrentar a NSA na justiça

27955.43078-NSAFacebook e Yahoo! se uniram ao Google e a Microsoft para enfrentar o governo dos Estados Unidos no Tribunal de Vigilância de Inteligência Estrangeira (FISA) do país. Eles querem que as solicitações de dados que receberam da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) sejam divulgadas publicamente.

Microsoft e Google acionaram o FISA em agosto, mas o processo foi adiado a pedido do governo norte-americano para que exista tempo para negociar. Na última segunda-feira (09), o Google atualizou seu pedido, solicitando que a empresa tenha “permissão para publicar estatísticas detalhadas sobre os tipos de solicitações de segurança nacional que recebemos sob a Lei de Vigilância de Inteligência Estrangeira, incluindo a seção 702”.

A seção 702, chamada “FISA Amendment Act”, de 2008, é a suposta base legal para todo o esquema de espionagem online do governo. Basicamente, a seção 702 concede ao governo novos poderes para controlar as comunicações de pessoas que se supõe que sejam estrangeiras e vivam fora dos Estados Unidos.

“Dadas as importantes questões políticas públicas que estão em jogo, também pedimos ao tribunal para manter sua audiência aberta ao invés de ter as portas fechadas. É hora de mais transparência”, escreveu Richard Salgado, o diretor de segurança da informação do Google, e Pablo Chavez, diretor de políticas públicas e assuntos governamentais do Google, em um post no blog da companhia.

A postura da gigante da web é que “os níveis de segredo que se acumularam em torno de pedidos de segurança nacional minaram as liberdades fundamentais que estão no centro de uma sociedade democrática”. A Microsoft também alterou a sua petição na última segunda-feira, uma vez que se comprometeu a trabalhar em parceria com o Google em sua tentativa de conseguir permissão para divulgar os dados solicitados pela NSA.
Gigantes unidos pela transparência

Enquanto isso, a batalha pela transparência ganhou novos aliados: Facebook e Yahoo!, que também decidiram apresentar suas reivindicações ao Tribunal FISA. Colin Stretch, vice-presidente e conselheiro geral do Facebook, disse que o governo dos Estados Unidos não tem feito o suficiente para “tratar adequadamente” as preocupações do público em relação a segurança de suas informações e das empresas de internet que lidam com elas.

“Nós acreditamos que existem mais informações que o público merece saber, e que ajudaria a promover um debate informado sobre se os programas de segurança do governo equilibram adequadamente os interesses de privacidade enquanto tenta manter a segurança pública”, disse o executivo.

Em sua petição, o Facebook pediu para publicar o número total de pedidos que recebe relacionados com pesquisas físicas, registros comerciais e ordens de escuta, bem como o número total de usuários que tiveram suas mensagens e outros conteúdos pessoais liberados para a NSA.

Já o Yahoo! entrou com uma petição similar a do Google, onde a empresa diz que está impossibilitada de se empenhar plenamente no debate sobre o “uso correto dos poderes do governo”, pois ele impôs uma restrição à liberdade de expressão da empresa.

“Acreditamos que a importante responsabilidade do governo dos Estados Unidos de proteger a segurança pública pode ser realizada sem proibir as empresas de internet de compartilhar o número de solicitações referentes a segurança nacional que recebem”, disse Ron Bell, conselheiro geral do Yahoo! ao britânico The Guardian.

As quatro empresas citadas tiveram seus nomes envolvidos no escândalo do vazamento dos documentos de Edward Snowden, já que elas supostamente deixavam a NSA acessar os dados de seus clientes. Agora, os gigantes da internet lutam para corrigir o que dizem se tratar de falsas alegações.

Canal Tech

Polêmica! Criadores do ‘Rodeio das Gordas’ na internet vão pagar indenização

Dois responsáveis pela criação do “Rodeio das Gordas” em uma rede social vão pagar 20 salários mínimos (cerca de R$ 13 mil) de indenização, por danos morais. Segundo o Ministério Público de São Paulo, que moveu uma ação, dois deles aceitaram firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para pagar a indenização. O dinheiro foi destinado a três instituições filantrópicas.

O outro acusado não aceitou acordo e foi condenado a pagar 30 salários mínimos, segundo o Ministério Público. A ação civil pública tramitou na 2ª Vara Cível de Araraquara.

O “Rodeio das Gordas” foi uma competição criada por um grupo de alunos da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em 2010, em Araraquara, interior de São Paulo, e tinha como objetivo agarrar colegas, obesas, na tentativa de simular um rodeio. Vencia a disputa quem conseguisse ficar mais tempo em cima da estudante.

Uma comunidade – Rodeio da Gorda – foi criada na internet para incentivar a disputa. Mais de 50 rapazes teriam participado da agressão contra as meninas.

Na época, estudantes denunciaram que a violência foi combinada dias antes pela internet.

De O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Frederico disse:

    Sou estagiário da PGE/RN e posso dizer que a carga de trabalho é grande, mas vários Procuradores não trabalham. Há exceções: Dr. Cássio, Dra. Jaqueline, Dra. Tereza, Dr. João carlos Coque, Dra. Jane. Mas tem o "Procurador Coruja", que só aparece a noite, o "Procurador Fantasma", que ninguém ver, a Procuradora Fotógrafa, a Procuradora Academia, o Procurador "Dupla Face"…. Tem muitos artistas aqui. Deixam as coisas nas costas de nós estagiários. A decisão foi corajosa e muita gente ainda não acredita que se teve a coragem de punir um colega. Muitos Procuradores hoje trabalharam o dia todo. Um, que fazia semanas que não aparecia, hoje trabalhou até 13hs. kkkkkkk

Web: Pessoas falam mais do que deveriam e sobre coisas que não interessam, aponta pesquisa

Uma pesquisa aponta que 60% dos adultos e adolescentes que usam tecnologia móvel acham que os usuários publicam bem mais do que deveriam, como fotos impróprias, opiniões que ninguém pediu e detalhes da vida que não interessam a ninguém. O estudo foi encomendado pela Intel em oito países, entre eles o Brasil.

“Amamos a nossa tecnologia porque ela nos conecta e nos dá um veículo de expressão, mas ao mesmo tempo sentimos que há certo exagero de informação”, opinou a porta-voz da Intel, Jessica Hansen.

Quase a metade dos 7.087 adultos e 1.787 adolescentes que responderam à pesquisa se mostrou insatisfeita com o excesso de informações.

Cerca de 90% dos participantes gostariam de que as pessoas pensassem mais sobre o que estão postando e como será a recepção. Apesar de muitos reclamarem do excesso, poucos assumem uma parcela de culpa nisso. “Achamos que os outros compartilham muitas informações, mas ao fazer uma autoavaliação, claro (…) que não estamos entre os que publicam demais”, acrescentou a porta-voz.

Verdadeiro ou falso

A maior reclamação entre os australianos são os detalhes irrelevantes que as pessoas publicam sobre a própria vida. Na Indonésia, é o uso de linguagem chula. Os norte-americanos não toleram quem vive se queixando da vida.

A maioria dos entrevistados acha as pessoas revelam informações demais e que boa parte não é verdade.

No Japão, cerca de 30% dos adultos admitiram já ter divulgado informações falsas e 55% reconheceram que na internet age diferente. Nos Estados Unidos, 19% assumiram já ter mentido online.

A maioria das pessoas usa a tecnologia móvel para expressar opiniões e se comunicar com amigos e familiares. Na maior parte do mundo, os usuários o fazem uma vez por semana, mas no Brasil, China e Índia metade faz atualizações todos os dias.

Quase metade dos brasileiros trocam informações sobre esportes, mas na China, França e Japão o tema costuma ser notícias e opiniões. Para 41% dos franceses, fazer revelações pela internet é mais fácil do que pessoalmente. Brasileiros e franceses reclamam que as pessoas não têm boas maneiras na rede.

A pesquisa entrevistou usuários na Austrália, Brasil, China, EUA, França, Índia, Indonésia e Japão.

Da Agência Reuters

Censurar conteúdo político na web fere a democracia, diz Google

Em época de eleição, as disputas judiciais não se restringem mais apenas às trocas de acusações entre partidos, candidatos e suas campanhas. O crescimento do acesso à internet no País, ao mesmo tempo em que aumentou o espaço para o debate sobre política, também faz com que portais, sites, blogs e até provedores de internet se tornem alvos na Justiça Eleitoral.

Por Thaís Sabino

São cada vez mais comuns os pedidos de remoção de conteúdo considerado ofensivo por candidatos, que têm encontrado respaldo no Judiciário. Apesar de os casos de multa contra o Google – por não remover conteúdos do ar – ganharem destaque nessas eleições, o problema faz parte da rotina diária da empresa desde as eleições de 2008, de acordo com a diretora jurídica Fabiana Siviero. A posição do gigante da internet tem sido a mesma, segundo ela: lutar até a última instância para manter o material e garantir a liberdade de expressão dos usuários. “Vivemos em uma democracia”, justificou.

Entre as ações mais recentes contra a empresa, estão o caso do vídeo do vereador de Maceió, Ronaldo Lessa (PDT), e do vereador de São Paulo Francisco Chagas Franciliano (PT). Ambas publicações foram consideradas difamatórias pelos TREs. O Google se recusou a remover os vídeos do Youtube, mesmo sujeito a multa. “O Google entende que deve existir liberdade eleitoral para todo mundo, até para os candidatos. Nas eleições, a liberdade de expressão é ampliada”, disse Fabiana.

Segundo ela, existe uma operação especial dentro do Google para o recebimento e análise desses materiais. “Entender o conteúdo, ver se ele é válido ou se não tem o porquê ficar no ar”, explicou. Em casos de uso de palavras de baixo calão, ataques pessoais sem informações relevantes e ausência de conteúdo político, Fabiana disse que o material é avaliado como de “caráter abusivo” e retirado da internet.

Para pressionar o Google, os TREs de Maceió e São Paulo impuseram multa de R$ 30 mil e R$ 5 mil por dia, respectivamente. Fabiana lembrou que a empresa passou por casos semelhantes em 2010, em um deles estava envolvido Netinho de Paula (Psol), na época candidato a senador. “Tivemos uma representação do Netinho para a remoção de um vídeo. Ele ganhou em primeira instância e tivemos multa de R$ 50 mil por dia. Recorremos ao TSE e o ministro Gilmar Mendes reconheceu que o vídeo era crítico, mas que não era ofensivo e não devia ser retirado”, contou.

Para a diretora do Google, a internet é uma das plataformas mais importantes no regime democrático. “A informação não fica sob controle das empresas, qualquer pessoa pode publicar ideias, vídeos e informações. A informação está nas mãos das pessoas”, disse. “O candidato pode usar a web para responder e esclarecer as dúvidas dos eleitores. E não mandar remover o conteúdo e tirar o acesso da população à informação”, enfatizou.

Calúnia e difamação

Antes de um comunicado chegar ao Google, existe uma série de procedimentos legais. De acordo com a porta-voz do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), Eliana Passarelli, o candidato entra no TRE com uma representação baseada na legislação eleitoral. O pedido é julgado por um juiz, “se ele entende que um vídeo se caracteriza em calúnia e difamação, pede para tirar do ar”, explicou. “São muitos casos, eu não me recordo de nenhuma decisão em que foi negada a retirada do conteúdo para o candidato”, acrescentou.

Segundo a porta-voz, a partir do momento da escolha dos candidatos, com base na legislação eleitoral, fica assegurada a manifestação em relação a materiais que contenham “injúria e informação sabidamente inverídica”. Ela, porém, garantiu que o debate político é permitido, “só não pode resvalar para o ataque pessoal”. “O juiz analisa até que ponto está dentro da discussão política ou se aquilo se extrapolou”, concluiu.

Eleições 2012 na web

Segundo o gerente de planejamento estratégico digital, Felipe Morais, “não tem como pensar em uma campanha política hoje, sem citar a campanha de Barack Obama em 2008”. Morais ressaltou a repercussão dos conteúdos na web, mas alertou que “todo o controle na internet não tende a dar muito certo. Como dizemos no mercado, escreveu na web, escreveu na pedra, ou seja, fica para a eternidade. Por mais que o político delete uma publicação, alguém terá ela guardada em um blog ou em um tweet”, explicou.

Morais ainda reforçou de que quando se tenta calar as pessoas no meio virtual, “elas se juntam em uma força maior, se conectam com muita rapidez e não tem como ninguém ou nenhuma empresa censurar”. Com experiência em mais de 30 campanhas para prefeito, vereador e deputados, o marqueteiro político Justino Pereira cito como importante “que os políticos ouçam o que as pessoas pensam deles e quais são as propostas que elas creem ser boas para resolver os problemas das cidades”.

Pereira prega a democracia virtual dentro do que é válido na vida real: “se o argumento é político e não é ofensivo, preconceituoso ou incitador de ódios, não tem porque ser retirado. Faz parte do jogo democrático”, disse. “A liberdade à expressão é a garantia de veiculação da verdade, o extremo oposto à injúria e à calúnia, que estão no campo da mentira. O exercício da liberdade não necessita de calúnias ou difamações”, concluiu.

Fonte: Terra Notícias

 

Brasileiros se preocupam com segurança na web

Está no Link do Estadão:

Os brasileiros têm se preocupado cada vez mais com sua segurança ao navegar pela web ou postar conteúdo nas redes sociais, principalmente no Facebook. Mas, segundo uma pesquisa recente, que entrevistou 784 pessoas sobre seus hábitos online, a falta de alguns cuidados demonstra que muitos usuários ainda estão expostos a riscos na internet.

A quantidade de brasileiros que diz ter um perfil privado no Facebook (visível apenas para amigos) é menor, por exemplo, do que nos Estados Unidos. Segundo a pesquisa, realizada pela Hi-Mídia e pela M.Sense (especializadas no mercado digital), 45% dos entrevistados  possuem um perfil privado. Nos Estados Unidos, 59% dos usuários dizem ter perfis privados, de acordo com estudo semelhante do instituto Pew Research Center.

O brasileiro também é menos receoso ao compartilhar informações, principalmente fotos — postadas por 63% dos usuários. Mais de um terço dos entrevistados (35%) dizem publicar informações pessoais sobre seus gostos e interesses, 29% postam vídeos e 14% atualizam sua localização através de check-in.

“A pesquisa aponta que os usuários se preocupam com a segurança das informações pessoais e a reputação nas redes sociais. Se comparado o comportamento no Facebook entre brasileiros e americanos, percebe-se que os internautas dos EUA possuem maior grau de preocupação com a privacidade”, afirma Bruno Maletta, sócio-diretor da M. Sense.

Reputação. Há também  por parte dos brasileiros um cuidado com a maneira pela qual são vistos nas redes sociais, ainda que inferior aos percentuais encontrados em pesquisas norte-americanas. No Brasil, 21% dos usuários já se desmarcaram de fotos, contra 37% nos Estados Unidos (segundo pesquisa da Pew Research Center). Entre os brasileiros, 38% já excluíram alguém da lista de amigos, contra 63% de americanos. Quanto a apagar comentários postados, o percentual é igual nos dois países: 45% dos usuários.

De acordo com a pesquisa, 73% dos entrevistados não aceitam convites de amizade de desconhecidos e têm cuidado com o que escrevem e compartilham, o que pode justificar o fato de que 23% já terem se arrependido de algo que publicaram ou compartilharam.

Já em relação à segurança no próprio Facebook , 46% dos usuários acreditam que a rede social segue rigorosamente todas as suas normas de privacidade, enquanto 41% deles afirmam não confiar completamente na política da rede de Zuckerberg.

“A sensação de insegurança e falta de privacidade podem influenciar no relacionamento dos consumidores com as empresas nas redes sociais. As ações de publicidade, ativação, venda e relacionamento devem observar algumas regras para não terem o resultado comprometido pela desconfiança dos consumidores”, diz Maletta.

Outro ponto abordado  foi a influência das redes sociais na vida profissional. 63% dos entrevistados acreditam que o conteúdo exposto nessas mídias pode influenciar em seu trabalho. Um quarto  deles acredita que as empresas não devem monitorar seus funcionários nas redes sociais, enquanto 37% consideram o monitoramento correto apenas quando o funcionário estiver dentro da empresa.

Em relação à web em geral, a pesquisa indica ainda que, para se proteger, 87% dos entrevistados mantém o antivírus atualizado, 79% tomam cuidado com os sites acessados, 78% não abrem e-mails de desconhecidos e 77% realizam compras somente em lojas online confiáveis.

Comissão de Transportes aprova curso para motorista pela web

A Comissão de Viação e Transportes aprovou nesta quarta-feira o projeto de lei 6.506/09 que permite que, nos cursos de formação de condutores, as aulas de direção defensiva, de conceitos básicos de proteção ao meio ambiente relacionados com o trânsito e de legislação de trânsito sejam realizados em modalidade não presencial, pela internet. As informações são da Agência Câmara.

De acordo com o deputado Lincoln Portela (PR-MG), autor do projeto, apesar de uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) prever os cursos na modalidade não presencial, não há nenhuma menção sobre a possibilidade de as aulas serem oferecidas pela internet. Para o deputado, o uso da rede virtual tem se tornado o meio mais popular para as ações de educação e informação em razão da facilidade de acesso e dos custos reduzidos. A proposta, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

“As tecnologias utilizadas nos cursos não presenciais já permitem garantir, com adequado nível de confiança, a participação efetiva dos alunos nas atividades propostas, bem como a realização de avaliações com o objetivo de mensurar os conhecimentos absorvidos. Cabe destacar também que mesmo cursos a distância de graduação e pós-graduação estão sendo realizados no Brasil, com encontros presenciais esporádicos”, disse o relator, deputado Francisco Floriano (PR-RJ).

Ele ressaltou ainda que o texto da proposição determina que a regulamentação relacionada à formação de condutores, inclusive no que se refere à modalidade não presencial, continuará a cargo do Contran. Em nosso entendimento, essa remissão à normatização do Contran permitirá que a educação a distância seja adotada com critérios que garantam o adequado preparo dos novos condutores de veículos, sem prejuízos para a segurança do trânsito”, completou.

 

Fonte: Jornal do Brasil

 

Criatividade: Google lança página com evolução da web

O Google lançou um site com visualização interativa que acompanha a evolução da internet nos últimos 20 anos. O serviço, chamado de “A Evolução da Web”, mostra o crescimento em relação aos dados, usuários e principais tecnologias que têm impulsionado a transformação da web.

Em forma de pequenos infográficos, a página é dividida em dois grupos: “Navegadores e tecnologias” e “O crescimento da Internet”. O primeiro fala da evolução dos browsers e de como seu uso se tornou multitarefa ao longo dos anos, desde a criação do Opera, Internet Explorer, Firefox e Chrome até a chegada dos softwares a vários tipos de aparelhos, como notebooks e smartphones.

Já o segundo grupo aborda o aumento no tráfego de dados nos últimos anos, quando passou de apenas 1 petabyte por mês, em 1995, para mais de 27 mil petabytes por mês em 2011. Para se ter ideia, se 14 mil PB de dados fossem armazenados em DVDs no formato padrão e colocados lado a lado, seria o equivalente a distância entre a Terra e a lua. Além disso, os gráficos revelam o crescimento do número de usuários na internet, passando dos 100 milhões em 1996 a mais de 2 bilhões em 2011 (cerca de um terço dos habitantes do planeta).

Para acessar “A Evolução da Web”, clique aqui.

Fonte: Olhar Digital