Política

FHC, Temer e Sarney pedem paz pelas vias constitucionais

Foto: Reprodução/Facebook

Em clima de pacificação, três ex-presidentes se encontraram virtualmente, na noite dessa quarta-feira (15), na abertura do seminário Um Novo Rumo para o Brasil. José Sarney (1985-1990), Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e Michel Temer (2016-2018) aliaram-se para defender a democracia, as instituições e suas funções constitucionais e incentivar o diálogo conciliatório.

Temer (MDB) defendeu que a própria Carta Magna brasileira prega saídas pacíficas para conflitos. “A Constituição assim determina: toda ela está pautada pela ideia da paz”, afirmou. Temer destacou que cabe à classe política buscar conciliação e promover um relacionamento adequado entre os Poderes. “Quando você fala em democracia, parece que você está falando de uma obviedade, mas as obviedades precisam ser repetidas, afirmadas e reafirmadas”.

O ex-presidente emedebista, que ajudou a redigir a carta de “recuo” que Bolsonaro divulgou no dia 9, frisou que seu temperamento é de harmonia. “Seguindo o que o presidente Juscelino Kubitschek dizia, eu não tenho nenhum compromisso com o erro. Se eu erro, eu recuo. Portanto, o recuo é algo também da democracia. Só não recua quem é ditador. Então, esse evento tem essa grande vantagem de reunificar. O Brasil unido significa também ter todos os partidos unificados para um mesmo pensamento ou para uma mesma luta”, afirmou o ex-presidente.

Fernando Henrique Cardoso, o ex-presidente tucano, foi pela mesma linha. “O significado do nosso encontro é importante para o momento atual do Brasil. Todos nós aqui somos pela democracia, liberdade e ação partidária e política. É chegada a hora de um toque de alerta, nosso encontro transcende porque não é mais banal reafirmar pela democracia. O presidente (Bolsonaro) tem arroubos que não são condizentes com um futuro democrático. Mas ele não vai conseguir, ninguém vai conseguir”, disse FHC.

José Sarney (MDB), o decano do trio, exaltou o desejo de conciliação dos presentes. “Duas coisas são importantes e constantes na nossa reunião: primeiro, o desejo de pacificação do país. Segundo, nós, através do diálogo, encontramos a solução de acordo com a tradição brasileira”.

Sarney apontou que a “tradição brasileira” é de resolver problemas com “jeitinho”, usando a Independência do Brasil como exemplo. “A partir da própria independência, demos o primeiro jeitinho brasileiro. Fizemos um acordo, em vez de guerra. Pegamos um príncipe português e o transformamos em imperador brasileiro. E fomos fazendo o caminho da independência. Sempre seguimos o caminho da concórdia e não a luta, o ódio, que passou a interferir na nossa política.”

Jobim fala em disfuncionalidades; Sarney pede parlamentarismo

O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e ex-ministro da Defesa Nelson Jobim também participou do debate. Para ele, existe hoje no Brasil “uma disfuncionalidade entre os três Poderes” e, com isso, a política perdeu sua capacidade de administrar discordâncias.

“Nós tínhamos uma alternância de poder entre PSDB e PT, isso se rompeu. Houve a criminalização da política com a Operação Lava Jato e tivemos a eleição de Jair Bolsonaro. A partir daí, se agravou a disfuncionalidade do nosso sistema, que era relativamente organizado”, argumentou Jobim.

O ex-ministro citou o enfraquecimento dos líderes e das organizações partidárias, o surgimento de frentes parlamentares e a concentração de emendas na presidência da Câmara dos Deputados como fatores de disfuncionalidade do Legislativo. Além disso, para ele, a política foi judicializada e a Justiça, politizada.

“A política perdeu a capacidade de produzir consenso, sem instrumentos partidários para administrar um acordo, e passaram a recorrer ao Supremo. Como fator exógeno, tivemos a introdução da TV Justiça. Se falava que seria instrumento de transparência, mas acabou sendo instrumento de visibilidade. Hoje o sujeito demora 40 minutos para votar com o relator porque tem a visibilidade na TV”, afirmou Jobim.

Para o ex-presidente Sarney, o atual sistema brasileiro está esgotado. “Nós não podemos seguir mais com esse sistema eleitoral que aí está. Nós temos que partir para o parlamentarismo. Temos que acabar com o voto proporcional e com o voto uninominal. Temos que fazer um regime como é o português e o francês, países que conseguiram sair dessa situação. Sem isso, não sairemos de crises e mais crises”.

Jobim concordou que é necessário um “ajustamento nas instituições e que isso passa pelo sistema de governo” que não funciona mais. E frisou que é preciso uma agenda de construção para o futuro. “Hoje, há uma pseudo contradição: só se fala em responsabilidade fiscal, e não social. Nós tivemos capacidade de conciliar as duas, nos governos FHC e Lula. Temos que superar essa contradição, e não tentar defender exclusivamente uma delas.”

Com CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Quando velhas raposas, outrora oponentes, se unem com um “alguém”, podem ficar certos que esse “alguém” tá incomodando demais!!! Ôh voto bem dado foi esse…

  2. 3 juntando não calçam nem a meia de nosso presidente de férias o Lula melhor presidente do mundo todo é 1³333333333333333333333

  3. Esses ex viciados em roubar , enganar, e matar a boa fé das pessoas de bem pensa que consegue +lubidriar o povão, lugar de bandidos é na cadeia e bandidos só atende com firmeza , dureza e muita borracha, bandidos não quer flores e amores, vamos destituir esses vermes de ministros que teimam em destruir o Brasil , todo baNDIDO POLÍOTIQUEIRO SÓ FALA EM DEMOCRACIA, destruiram até o tal nome, o democracia dos bandidos é a corrupção.

  4. O PSDB trabalha pelo “impeachment” do presidente. É assim que querem a paz? Essa turma chega a ser ridícula.

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Política

VÍDEO: Temer, outros políticos e empresários riem de imitação de Bolsonaro feita por humorista em ‘Carta à Nação’

O ex-presidente Michel Temer (MDB) foi flagrado rindo de uma imitação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) feita pelo humorista André Marinho, filho do empresário Paulo Marinho que é suplente do senador Flávio Bolsonaro (Patriota). Em uma mesa com empresários e políticos como Gilberto Kassab (PSD), Temer gargalha com a sátira sobre a nota de recuo articulada por ele para ajudar Bolsonaro a acalmar a crise entre os poderes, após os ataques ao Supremo Tribunal Federal feitos pelo chefe do Executivo no dia da Independência.

“No tocante ao presidente (Temer), eu tenho que agradecer você demais, porque tu salvou o careca (Alexandre de Moraes) de levar minha hemorróida”, brinca Marinho imitando Bolsonaro em vídeo publicado nas redes sociais pelo jornalista Ricardo Noblat.

Enquanto Temer aparece aos risos, o humorista prossegue zombando da nota:

“E essa cartinha que eu recebi tua, achei ela meio infantil, meio maricas. Tô achando que foi o Michelzinho que mandou pra mim. Cadê a parte que combinei contigo de queimar o STF, cadê a parte que combinei que botasse peruca no Fux, cadê a parte que combinei de botar o pau de arara na Praça dos Três Poderes e dar de chibata no lombo de Alexandre de Moraes?”.

André Marinho brinca ainda dizendo que o ex-presidente passou a ser convidado de honra de seu governo.

“E quando tu quiser, tu pode me ligar aí, que eu te recebo com os meus cupinchas aí, que vão estar prontos para botar o tapete vermelho para você aí, tá OK?”

Extra – O Globo

Opinião dos leitores

  1. Idiotas, riam à vontade. Esse André Marinho é mais um adepto da tal 3a. via, natimorta e traidora. Sujeitos alçados ao 1° escalão da política pelo agora presidente Bolsonaro, que resolveram assumir suas reais intenções de poder. Esse cabrinha estava no cartaz de convocação das fracassadas manifestações de 12 de setembro passado, ao lado de Orlando Silva, do PCdo B. Ridículos, prossigam, o povo está vendo tudo.

  2. As viúvas do bandido da luz vermelha ( leia-se nove dedos)estão tudo com fome e abstinência da pensão gorda do erário público , oposição , apaniguamos e imprensa marrom não perdoam o MITO , mas não subestimem a inteligência e força do povo que está com Bolsonaro , não duvidem !!!

  3. Mais o sorriso não era para o nome do presidente, era para um tal de Josmari, talvez uma uma mistura bem ao ponto de José + Maria, aí deu essa aberração escritor.

  4. O presidente só serve para chacota. Um bando de privilegiados que disseram para ele dá ré nas bravatas do dia 07. É o Bobo da corte que pensa mandar em alguma coisa e grita alto para alimentar os bichos de chifres.

    1. Hj eu tenho certeza que houve fraude nas urnas, como podemos ter 58 milhões de imbecis no Brasil, inclusive todos esses da mesa votaram no bolzorror?

  5. Não pode rir do monarca e nem de sua família real, pois isso automaticamente transforma o risonho em comunista, reptiliano, ptista, “cumpanhero” e bandido.

  6. Babão despeitado, vivia lambendo o saco de Bolsonaro pensando em arrumar um peitinho no governo federal, quando o presidente disse que não tinha mamata, o babão se revoltou e virou inimigo número um, inclusive se acoitando com os que sempre desceu a lenha. playboyzinho mimado, xiliquento, demagogo e hipócrita, bem aos moldes de outros canalhas, como dória, pepa pig e o depravado do alexandre frota. E TENHO DITO!!!

  7. E não gosto de palha, prefiro o meu ladrao condenado Lula, aquele verme que fez o maior roubo da história da humanidade, o meu vagabundo que doava dinheiro público para países DTADORES , o mesmo que preferiu construir estádios ao contrário de hospitais,o rato que fez conchavos com as maiores empreiteiras, VOLTA LADRAO LULA, VOLTA , vamos fazer do Brasil um paraíso igual a Venezuela 🇻🇪, volta ladrao

    1. Quem nunca passou vergonha que atire a 1ª pedra… Já o campeão em roubo é o LULADRÃO…KKKKKKK

    2. Opa conterrâneo pobre da cabeça, vergonha é aquele apedeuta que recebeu título Honoris Causa até de prostíbulo e é reconhecido pelo povo do Brasilcomo o maior ladrão da história, não misture as coisas, inclusive vcs viram como pensa a nação na esmagadora presença de apoio a ele, ao passo que seu jegue continua na moita, não pode aparecer nem na esquina e os seus apoiadores estão igual a caldo de biloca, não servem para nada.

    1. E vc tomando de bruços da esmagadora maioria da população brasileira, pode urrar, depois vc conserta com um proctologista.

    2. O MINTO das rachadinhas não tem mais moral nem com o gado véi quanto mais com os que já acordaram para realidade das palhaçadas e corrupção do governo dele!

    3. Parece que vc está enganado, cego ou é abestalhado mesmo, coisa que muitos tem certeza Manoel F, palhaços na minha terra era o analfabeto e a doutora Anta, tu lembra das frases deles? Outra, vc viu a quantidade de gente na rua dia sete, não dava para estimar, agora os que pensam como vc burrinho, eram em número de fazer corar coroinha de igreja.

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Política

‘O presidencialismo está roto e esfarrapado’, diz Temer, que acredita que adoção do semipresidencialismo em 2026 é o ‘ideal’ e ‘acaba com a instabilidade política’

Foto: Marcos Corrêa/PR

No momento em que o Poder Legislativo discute a realização de uma reforma política, o ex-presidente Michel Temer, do MDB, defendeu à CNN a adoção do sistema semipresidencialista a partir de 2026.

Na avaliação dele, o presidencialismo está “roto” e “esfarrapado” e a mudança do sistema atual seria “a grande reforma política”. Em entrevista à CNN, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), defendeu a discussão do semipresidencialismo.

“O presidencialismo está roto e esfarrapado. Basta verificar os inúmeros pedidos de impeachment de todos os presidentes”, disse o ex-presidente, que chegou à Presidência da República justamente após um processo de impeachment.

Para Temer, no sistema semipresidencialista, que prevê a eleição de um primeiro-ministro em eleição indireta, o governo de ocasião pode ser trocado “sem traumas institucionais”.

“É a grande reforma política. E acaba com a instabilidade política”, disse o ex-presidente à CNN. “É o ideal [que seja aprovado para 2026]. Mas quem tem de definir esse assunto é o Congresso Nacional”, acrescentou.

O sistema semipresidencialista mescla elementos do parlamentarismo e do presidencialismo. No modelo, há um presidente – geralmente eleito diretamente pelo povo – e um primeiro-ministro – eleito indiretamente pelo Congresso Nacional – dividindo funções no Poder Executivo.

Em geral, países semipresidencialistas têm presidentes atuando na política externa e na chefia das Forças Armadas, enquanto o primeiro-ministro cuida das demandas internas e comanda o governo. No regime híbrido, o presidente tem mais poderes do que o papel praticamente simbólico exercido no parlamentarismo.

A proposta de adoção de um novo regime é vista com desconfiança pelo Palácio do Planalto. Para o entorno do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), por trás da mudança, estaria um interesse do Congresso Nacional em ter um controle absoluto sobre o Orçamento, esvaziando o poder do presidente sobre a administração dos recursos.

A alteração também não tem apoio entre dirigentes nacionais do PT. O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, ex-candidato à sucessão presidencial, publicou recentemente nas redes sociais que a mudança ameaça a soberania nacional. “Imagine o Congresso Nacional escolher o chefe do governo”, escreveu.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Todo profissional tem estudos e qualificações, já os políticos, não se exige tais conhecimentos.
    Um profissional de qualquer área que seja, estuda, é vai crescendo na carreira.
    Nessa reforma política deveria ser parecida, um candidato a uma vaga ( Municipal, estadual ou federal) tem que ter o mínimo de formação (curso superior) que na maioria das empresas privadas e concursos públicos pedem. Daí o candidato sendo eleito iria subindo na carreira, vereador, prefeito, deputado estadual, deputado federal, senador e presidente.

  2. O problema do Brasil não é o sistema do governo, mas as pessoas.
    Os politicos que saem do povo iniciam a carreira politica comprando o voto dos eleitores, e os eleitores corruptos aceitam a propina e votam em corruptos declarados antes de serem eleitos. Esperar o que ???

  3. Maravilha, vamos entregar o governo aos mesmos deputados que criaram um fundão de R$6 BILHÕES no meio de uma pandemia, em um pais que gasta R$700 milhões com SANEAMENTO BÁSICO. Parece uma ótima ideia.

  4. Aparentemente, seria uma boa opção. Na realidade, seria devolver o poder a políticos corruptos, saudosos da enorme roubalheira dos governos do PT. A verdadeira solução para o Brasil está em apoiar o governo Bolsonaro, HONESTO, competente, trabalhador, patriota, religioso, defensor da família, dos direitos e da liberdade do cidadão e preocupado com o nosso povo.

    1. Rei das Rachadinhas = HONESTO ?!
      Não cumprir as promessas de campanha = COMPETENTE ?
      Não comprar as vacinas oferecidas pela Pfizer a valores atrativos e logo no início = PREOCUPADO COM NOSSO POVO ?

  5. Deveria ser o sistema utilizado, mas nossos parlamentares não possuem caráter e nem preparo para este sistema.
    A corrupção vai triplicar com os políticos que temos, imaginem: Eduardo cunha, Renan Calheiros, Rodrigo Maia, José Dirceu no poder comandando outro grupo de malfeitores.
    O Brasil estará F…… e mal pago.

    1. Concordo com vc em parte… Quem elege os deputados , senadores, presidentes eh o povo. Então, no final, falta lucidez pro povo escolher bem seus representantes e não cair em falácias e populismo, seja de esquerda, direita ou centro…

    2. Tai, vc agora escreveu bem Manoel F, normalmente vc costuma escrever besteiras, provavelmente por se achar mais sabido que os outros. Mais dessa vez vc foi bem, torço pelo que é direito e justo.

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Política

A pedido do governo de SP, Temer entra nas negociações para liberação de insumos de vacina do Butantan que estão na China

Foto: Edilson Dantas/Agência O Globo

A pedido do governo de São Paulo, o ex-presidente Michel Temer entrou nas negociações para liberar a importação dos princípios ativos para fabricação da vacina CoronaVac no Instituto Butantan. Ele entrou em contato com um ex-embaixador da China no Brasil, com que tem boas relações, para que fosse encaminhado o pedido ao presidente chinês Xi Jinping.

Na última terça (19), Temer ligou para o ex-embaixador Li Jinzhang, que hoje trabalha no palácio presidencial da China, e recebeu a promessa de que o pedido de ajuda para liberar a importação seria levado ao presidente chinês.

A informação da entrada de Temer nas negociações foi publicada pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e confirmada ao blog pelo secretário de Governo de São Paulo em Brasília, Antonio Imbassahy, e pela assessoria do ex-presidente brasileiro.

Imbassahy disse ter conversado inicialmente sobre a possibilidade de Temer entrar nas negociações por saber que o ex-presidente tem boas relações com a China. Temer, por sinal, foi contratado pela chinesa Huawei para elaborar parecer jurídico sobre a participação da empresa no mercado de telefonia celular de quinta geração no Brasil.

Depois, segundo Imbassahy, o governador de São Paulo, João Doria, fez o pedido oficial para que o ex-presidente ajudasse o governo paulista nas negociações, o que acabou acontecendo na última terça-feira quando Temer ligou para o ex-embaixador da China no Brasil.

O governo de São Paulo acredita que a importação dos insumos para fabricação da CoronaVac no Brasil será liberada até o final deste mês ou no máximo início de fevereiro. Há um pedido de importação de 11 mil litros de IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo), que podem produzir mais de 11 milhões de doses da vacina.

O pedido foi dividido em dois e, assim que houver a liberação, o Instituto Butantan irá receber cerca de 5,4 mil litros do insumo. Numa segunda etapa, a outra metade seria exportada para o Brasil.

Blog do Valdo Cruz – G1

Opinião dos leitores

  1. Tudo teatro. Dória tenta fazer muito bem mas já conhecemos estratégia dele.
    Já está tudo acertado e precisam dizer que foi esse “grupo” que conseguiu.
    Estão formando a base para eleições federais.
    Eles mesmo estão segurando os insumos para dizerem que conseguiram pelo país. Preocupações com os brasileiros é 0,0. Só querem poder!

  2. Tom França, bota íntima nisso iluminou depois os vermelhinhos ficam todos agitados, delirando com esse abração mais do que amigo, no Doriana no rapaz bom que derrubou Dilma do cavalo. São essas cenas que me fazem não desacreditar nos acertos de Bolsonaro, quando os cafajestes se unem tem treta. Foi assim com nove dedos, Calheiros, a Anta, Collor, Sarney, Helder Barbalho e outros bastante nocivos a nós.

  3. Quero vê os comentários viu Ze gado??
    Como é que é?
    Vai elogiar Temer??
    Sim!!
    É aquele mesmo que vcs chamam de golpista.
    Kkkkkkkkkkkk
    É de mijar de rir.
    Kkkkkkkk
    Bora petezada.
    Bora petralhada.
    Cadê um tal de tico de adauto?
    E o pixuleco?
    Eita que é personagem de mais, até esquici o nome dos outros, são tantos que acabo esquecendo.
    Mais Ta valendo.
    Kkkkkkkk
    E João eleitor do Aécio Neves?
    Também conhecido como calça colada??
    Ainda tá cheiroso ou vai passar a feder e vcs vão de andrade??
    Já sei!!
    Vão esperar as ordens do ladrão.
    Se ele mandar votar em Moro vcs votam né????
    Kkkkkkkkkk
    Kkkkkkkk
    Kkkkkk
    Kkkk
    Kk
    K

  4. Kkkkkkkkk
    Agora gostaria de saber a opinião dos Esquerdopatas/Doriana depois desse abraço do Calça Apertada no Temer. Kkkkk
    Todos os corruptos contra Bolsonaro.

  5. Mais um da "patota" de políticos que se une ao "nobre" combate ao bolsonarismo… Só gente boa contra o malvadão…Cada vez mais a certeza aumenta…#bolsonaro2022

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Política

Sarney, FHC e Temer vão tomar vacina oferecida por João Doria

Foto: Wikicommons Media

Os ex-presidentes José Sarney (MDB), Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Michel Temer (MDB) aceitaram convite do governo de São Paulo para participação na campanha de vacinação contra a covid-19 no Estado.

Os ex-presidentes estarão entre os primeiros a serem vacinados com a CoronaVac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

O convite do governador João Doria (PSDB) é para que o trio tome o imunizante em público em 25 de janeiro, data planejada para início da vacinação no Estado.

Sarney, FHC e Temer têm mais de 60 anos e integram o público alvo da 1ª fase de vacinação, de acordo com o PEI (Plano Imunização Estadual) divulgado na semana passada.

O Butantan, no entanto, ainda precisa pedir a autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para uso emergencial e registro definitivo da CoronaVac. Isso será feito em 23 de dezembro.

ESTADOS UNIDOS

Os ex-presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, George W. Bush e Bill Clinton, se ofereceram para tomar a vacina contra a covid-19 em público.

Eles informaram que estão dispostos a tomar o imunizante publicamente, depois da aprovação da FDA (Food and Drug Administration, em inglês), órgão responsável pela regulação de medicamentos nos Estados Unidos.

“NÃO VOU TOMAR VACINA”

O presidente Jair Bolsonaro não tem a mesma intenção. Em entrevista à TV Band na última 3ª feira (15.dez.2020), ele afirmou que não vai tomar a vacina,

“Eu não posso falar como cidadão uma coisa e como presidente outra. Mas como sempre eu nunca fugi da verdade, eu te digo: eu não vou tomar vacina. E ponto final. Se alguém acha que a minha vida está em risco, o problema é meu. E ponto final”, disse.

Poder 360

 

Opinião dos leitores

  1. Eu também não vou tomar, vou botar a janja, se der certo deu, se não, ela vai visitar Marisa.

  2. Só menino sério,, bom, inteligente, cumpanhero, finoss, responsáveis, inteligentes, amigos, larápios, esse Doriana, com seus trejeitos e calças apertadas, voz de moça, vai longe.

  3. BG, esse Calígula tem sociedade no blog? Já está quase com mais conteúdo publicado aqui que você. A maior parte de baixíssimo nível.

    1. Relaxe…é só um aposentado desocupado que passa o dia dando palpite e não tem nada pra fazer…

  4. Titio Calígula, você pode fazer três comentário curtos nessa caixa de texto. Dá certo e não polui a seção.

  5. Se morrerem não faz falta, é indiferente, assim como o restante dos brasileiros. Se ficarem vivos, viva la vacina

  6. Falta só o professor dessa quadrilha, que deverá fazer parte desse grande evento, assim que voltar da Cuba que pariu.

    1. Bolsonaro tava usando a ABIN pra ajudar o filho Flávio?

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Judiciário

INCOERÊNCIA? Há três anos, STF autorizou depoimento de Temer por escrito

Foto: Estadão Conteúdo/Dida Sampaio

O decano do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Celso de Mello, determinou, em decisão divulgada nesta sexta-feira (11), que o presidente Jair Bolsonaro preste depoimento presencialmente no inquérito de suposta interferência na Polícia Federal. Na decisão, Celso de Mello justifica que depoimento por escrito é direito dos Chefes dos Três Poderes da República quando eles são testemunhas ou vítimas. E não quando são investigados ou de réus.

A decisão de Celso de Mello, no entanto, é diferente de decisão semelhante tomada pela Suprema Corte, mas desta vez pelo ministro Luís Roberto Barroso, em relação a depoimento do então presidente da República, Michel Temer. Em outubro de 2017, Barroso autorizou depoimento por escrito de Temer no inquérito aberto pela Corte para investigar o suposto favorecimento da empresa Rodrimar S/A por meio da edição do chamado Decreto dos Portos.

Barroso fez a ressalva que mesmo sendo investigado, Temer poderia escolher como prestar esclarecimentos.

“Assim, mesmo figurando o senhor presidente na condição de investigado em inquérito policial, seja-lhe facultado indicar data e local onde queira ser ouvido pela autoridade policial, bem como informar se prefere encaminhar por escrito sua manifestação, assegurado, ainda, seu direito constitucional de se manter em silêncio”, decidiu o ministro.

R7

Opinião dos leitores

  1. A maioria dos ministros do nosso STF, deveriam ser menos ridículos e pedantes, o Brasil agradeceria.

  2. Tudo com rabo preso… Lula, Temer, Bolsonaro… e vcs defendendo seus políticos de estimação… ô povo para gostar de sofre….

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Política

Temer e Sarney desistem de live organizada por grupo contra Bolsonaro; entre confirmados, FHC, Haddad, Boulos, Flávio Dino, Ciro Gomes e Luciano Huck

Convidados a participar de uma live promovida pelo grupo “Direitos Já”, que se opõe a Jair Bolsonaro, os ex-presidentes Michel Temer e José Sarney desistiram do evento, diz a Folha.

Anunciado pelos organizadores como presença certa na videoconferência, o presidente do STF, Dias Toffoli, também não participará.

O ato está agendado para sexta-feira, dia 26. Por enquanto, estão confirmados FHC, Fernando Haddad, Luciano Huck, Guilherme Boulos, Flávio Dino, Ciro Gomes, Marina Silva e o presidente do PSDB, Bruno Araújo.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Em 2022 vou votar em Moro para presidente. É inacreditável, mas ainda se encontra eleitores do amigo de Queiroz e do Anjo.

  2. Os idiotas esquerdopatas não se tocam , quanto mais batem em Bolsonaro mais ele se fortifica e ganha eleitores!
    Obrigado conspiradores !!!!!! Acho que aprenderam com o 9dedos "come capim".

  3. É brincadeira, essa live está mais para um picadeiro de circo chinfrim do que para uma coisa séria. Esse Boulos é um pilantra de primeira linha, Haddad outro safado do PT, Flávio Dino comunista,,Ciro Gomes um bebado destrambelhado, os outros são oportunistas de primeira linhagem. Ainda bem que o coronel do Maranhão e o enrolado da justiça Temer desistiram, só faltou convida-te o presidiário, acho que ainda dá tempo.

  4. Temer e Sarney dois rapazes bons, faltam ainda Jader Barbalho, Cid Gomes, Renan Calheiros, Dilma, WITZEL, Doria, Rui Falcão, Maria boa, Aninha, Gleisi, Joesley Batista e seu irmão, aí tava fechado o cabaré.

  5. DIREITOS JÁ????? Qual direito foi cassado por Bolsonaro???? Ah, já sei…o direito deles continuarem ROUBANDO bilhões da nação…O direto do Mensalão, do Petrolão…é desses "DIREITOS" que esses imundos gostam!

  6. Tudo que for feito contra o miliciano psicopatas e válido e fará bem ao povo e que vá fazer companhia a Queiroz!

  7. Faltou Lula, Cid, Dilma , Gleisi, Humberto Costa, Lindenberg Faria. entre outros, Ou povinho para procurar confusão. São todos oportunistas, sem futuro. Essa gente já teve seu tempo, não trazem nada de positivo na situação atual. Deixem de colocar lenha na fogueira e procurem ajudar ao Brasil que tanto precisa nesse momento critico. Vamos ver se a situação acalma, melhora e o povo tem novos sonhos. Com esse mais , mais , mais não vamos chegar a lugar nenhum. Já é hora de uma retomada. Não adianta torcer para o quanto pior melhor.

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Política

Live contra Bolsonaro deve reunir FHC, Sarney, Temer e Haddad

Foto: Agência Brasil

Uma live promovida por movimentos de oposição ao governo de Jair Bolsonaro espera reunir, na próxima sexta-feira, três ex-presidentes e o último candidato do PT ao Planalto.

FHC, José Sarney, Michel Temer e Fernando Haddad participarão do encontro virtual, organizado pelo sociológico e ex-tucano Fernando Guimarães, coordenador do grupo “Direitos Já”.

“O Brasil não viu uma reunião tão ampla quanto essa. […] O ato assume um papel de ser um grande palanque, como foram as Diretas. A gente vai se imaginar no Vale do Anhangabaú”, afirmou Guimarães à Folha.

Segundo os organizadores, também participarão da live Luciano Huck, Guilherme Boulos, Flávio Dino, Ciro Gomes, Marina Silva e o presidente do PSDB, Bruno Araújo.

Lula foi convidado, mas avisou que não vai participar. Sergio Moro não foi chamado.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Só gente Respeitável , Confiável, Só Gente do primeiro escalão, primeira linha do Brasil, honestos, ficha limpa. Mamaram a vida toda , oportunistas . VCS calados são POETAS. Inventem outra coisa para fazer bando de desocupados. A Hora e a Vez de VCs já passou. Se juntar essa CAMBADA não dar UM. Vão se DEITAR MAGOTE.

  2. esse é um dos motivos do povo votar em Bolsonaro, quando se olha quem é seus opositores, e agora todos juntos aí é que Bolsonaro aumentará seus seguidores , olha aí essa turma da live…., pelo amor de Deus , só tem sem futuro, como disse uma amigo aí " falta só o ladrão mor e anta da Dilma , e William boner pra mediar essa live , Deus tenha piedade desse país.

    1. O Brasil não vai reeleger nenhum dos que já foram. O Brasil vai continuar com a alternância e renovação com Moro para presidente em 2022.

  3. FJC. Foi o maior presidente da história, pai do REAL , Bolsonaro e Collor foram os dois mais semelhantes e pilantras.?????

  4. SÓ LADRÕES PILANTRAS ESQUERDOPATAS CAVIAR, QUE ENGANARAM E ROUBARAM O NOSSO BRASIL APÓS O REGIME MILITAR. ESSES LADRÕES VAGABUNDOS ERAM PARA ESTAR TODOS PRESOS , MAIS A JUSTIÇA PROTEGE ESSES BANDIDOS POR QUE FORAM INDICADOS POR ELES MESMOS. TEMOS QUER DAR UM BASTA NESSA QUADRILHA DE BANDIDOS. NOSSA BANDEIRA JAMAIS SERÁ VERMELHA.

  5. Timaço.
    02 condenados em processos distintos.
    01 metido a estadista, viveu escondido nas sombras da esquerda, se dizendo de centro direita, nada mas que um farçante.
    Outro que por sua incapacidade levou o país a ruína econômica e tem o recorde na inflação, com 80% em 01 mês. Os 04 não tem qualquer contribuição a dar ao país.

  6. Falta só um representante do liberalismo leite de soja (Prudência & Sofisticação… cê curte?).
    Manda alguém do MBL, do RenovaBR, do Novo. Pode ainda ser o 'jestor' das calças sufoca-piru.

  7. Vai ser uma bela oportunidade de aprendermos na prática o coletivo de MERDA, muita merda junta forma uma RUMA, parabéns aos envolvidos na Live.

  8. Só o supra sumo da laranja lima… o primeiro requisito deveria ser ter a ficha limpa para participar.

  9. Será uma ótima oportunidade para a PF, só figurinhas premiadas, querem voltar às tetas do governo.

  10. Estrelando FHC, Sarney, Temer, Haddad, Luciano Huck, Guilherme Boulos, Flávio Dino, Ciro Gomes, Marina Silva e Bruno Araújo. Parece o elenco de um filme de terror trash; tutti buona gente por sinal.

    1. Se gritar "Pega Ladrão"
      Não fica um, meu irmão!
      Se gritar "Pega Ladrão"
      Não fica um!!!

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Polícia

Novo chefe da PF no Rio prendeu Temer e ajudou a levar Cabral para a cadeia

Foto: Reprodução

Em 17 anos de Polícia Federal (PF), o delegado Tácio Muzzi já atuou em investigações contra os chefões do jogo do bicho, a banda podre da polícia, políticos e empresários corruptos, mas um dos momentos mais difíceis da carreira aconteceu em 21 de março do ano passado, quando o ex-presidente Michel Temer (MDB) desembarcou na sede da corporação no Rio para cumprir a prisão ordenada pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal. Sem disfarçar o constrangimento, Muzzi, que estava na chefia interina da unidade, procurou dar uma acolhida digna a um ex-chefe da nação sem abrir mão do dever de encarcerar um preso.

Mineiro, de gestos contidos e fala tranquila, ele acolheu Temer na sala do corregedor local. O ex-presidente ficou isolado em um espaço de 20 metros quadrados, com banheiro privativo e ar-condicionado. Cada providência naquele dia foi bem pensada, bem ao estilo do delegado, para não parecer regalia ou abuso de autoridade contra um preso VIP. Por gestos assim, Muzzi é visto com respeito na área de segurança pública fluminense, onde passou a maior parte da carreira.

Um dos procuradores da República da força-tarefa da Operação Lava-Jato no Rio garante que o delegado escolhido para assumir a superintendência da PF no Estado é um “excelente policial, muito técnico”. Doutor e mestre em Direito Empresarial pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Muzzi foi procurador do Banco Central do Brasil antes de iniciar a carreira na PF, em 2003. Entre as funções mais destacadas, chefiou a Delegacia de Repressão a Corrupção e Crimes Financeiros da superintendência fluminense e coordenou o Grupo de Trabalho da Lava-Jato no Rio. Também comandou operações especiais de repressão a corrupção, crimes financeiros, lavagem de dinheiro e criminalidade organizada.

Uma das operações mais importantes da carreira de Muzzi foi a Gladiador, desencadeada em dezembro de 2006 para desarticular uma quadrilha formada por policiais civis e militares que garantia proteção a contraventores. As investigações envolveram o ex-governador Anthony Garotinho e o ex-chefe da Polícia Civil, delegado Álvaro Lins, que acabaram condenados pela Justiça Federal por formação de quadrilha armada, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O delegado também encabeçou a Operação Saqueador, precursora da Lava-Jato na investigação de ações da Delta Construções, e liderou a parceria da PF com o MPF que, em 2016, resultou na prisão do ex-governador Sérgio Cabral.

Atualmente delegado regional executivo da PF no Rio, segundo posto na hierarquia da unidade, Muzzi já foi diretor-geral do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) (de 2018 a 2019) e diretor-adjunto do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI) do Ministério da Justiça e Segurança Pública (de 2017 a 2018). O novo superintendente da PF no Rio ainda é professor da Escola de Magistratura do Estado do Rio e da Academia Nacional de Polícia.

Muzzi vai substituir Carlos Henrique de Oliveira, que irá para Brasília ocupar a diretoria-executiva da PF. Um dos pivôs da crise que culminou com a saída do ex-ministro da Justiça Sergio Moro do governo, a superintendência da PF fluminense é um interesse declarado do presidente Jair Bolsonaro ao menos desde agosto do ano passado.

A escolha por Muzzi, no entanto, acalmou os ânimos dentro do órgão diante da perspectiva de que fosse nomeado um delegado com ligações com o presidente. Seu nome não era uma escolha do Planalto e ele foi o braço-direito do delegado Ricardo Saadi, o primeiro superintendente do Rio que Bolsonaro manifestou a intenção de trocar, ainda em 2019.

Extra – O Globo

 

Opinião dos leitores

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Política

Bolsonaro é o presidente que mais fez pronunciamentos nos primeiros 15 meses de mandato, desde a redemocratização


Foto: Carolina Antunes/PR

Em 15 meses de governo, Jair Bolsonaro (sem partido) é o presidente que mais falou em rede nacional desde a redemocratização do Brasil, em 1985. É o que mostra levantamento do Metrópoles, com base em dados do Palácio do Planalto.

A pesquisa teve como base os primeiros 15 meses de cada mandato dos presidentes da República desde a redemocratização e não contabilizou o mais recente pronunciamento de Bolsonaro, feito em 8 de abril.

Desde que tomou posse em 1º de janeiro de 2019 até 31 de março de 2020, Bolsonaro fez nove pronunciamentos. Desses, quatro apenas neste ano – todos relacionados à crise do novo coronavírus, o que coloca o presidente como o que mais utilizou o recurso.

Atrás de Bolsonaro aparecem os ex-presidentes Michel Temer e Fernando Henrique Cardoso (1º mandato), com seis pronunciamentos cada.

Em seguida aparece a ex-presidente Dilma Rousseff, com cinco pronunciamentos nos primeiros 15 meses do primeiro mandato. No segundo mandato, a petista falou quatro vezes à nação no mesmo período.

Nos primeiros 15 meses dos dois mandatos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o petista realizou três pronunciamentos em cada mandato.

O mesmo ocorreu com FHC, nos 15 meses de governo do segundo mandato e com Fernando Collor de Mello. Veja:

Imagem: reprodução/Metrópoles

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Kkkk quem gosta tá bom mais quem não gosta vai ter que engolir Bolsonaro 2022 mais quatro anos Dale mito B38. Eu sou Bolsonariano.

    1. Pare, e analise.
      Só falou a verdade, ate aqui, esta prevalecendo o que ele disse.
      Reflita!!

  2. MELHOR PRESIDENTE EM TODOS OS SENTIDOS . VOTAMOS E VAMOS VOTAR DE NOVO. AQUI SOMOS 50 VOTOS . SÓ EM NÃO ROUBAR COMO OS OUTROS FAZIAM E NÃO FAZER ACORDO COM O MECANISMO. VALEU PRESIDENTE ESTAREMOS SEMPRE JUNTOS. .

  3. MINHA CASA TEM 10 PESSOAS e TODAS SE ARREPENDERAM DE TER VOTADO NESSE GENOCIDA “BOLSONERO”. (-10 VOTOS)

    1. Nunca antes, na história desse país, um presidente conseguiu barrar uma pandemia e uma convulsão social eminente, com tanto controle e racionalidade como está sendo ministrada por esse doido. Valeu MITO. Pode fazer uma pesquisa, sua aprovação agora bate todos os recordes.

    1. O bolsonarismo é uma seita religiosa em que: O deus é o ódio; O papa é o Trump; O cardial é o Bozo; O padre é o patrão; A hóstia é cloroquina; O paraíso é os EUA e a terra é plana.

    2. Ricardo nessa sua lista faltou colocar Judas Lula da Silva. Aquele q entregou Jesus por umas moedas

  4. Vão tomar o Rivotril de vocês, petralhas desalmados, nefastos e diabólicos. O Pai Celestial está por nós.

    1. Desse jeito..kkkkk, duas figurinhas que precisam serem estudados pela nasa .kkkk.

  5. Abrir a boca pra falar besteira é fácil, difícil é falar coisas úteis para o povo, para o coração, porque a fossa já está cheia.

  6. Já que os Bolsominions não entendem a importância do achatamento da curva, vai uma explicação que vocês devem compreender: imagina se todo mundo da sua casa tiver caganeira e a casa só tem um banheiro?
    Entenderam agora?

    1. Mais didático impossível. Mas, como bolsonaristas são tudo cabeça dura

    2. Explicação simplista de esquerdopata. Isolamento não combate a doença, como muitos falam por aí. Apenas atrasa. Mas atrasar o que quando não há doentes? Achatar uma curva que não existe? Há muitas cidades fechadas, sem comércio e serviços, sem nenhum caso da doença.
      Zero bom senso. Uma pena esse jogo político desqualificado.

    3. Ata agora entendi, mas eu acho muitos ainda não entenderão porque tudo que é mito uma parcela da população acredita como se fosse verdade.

    4. Tai , uma explicação ditarias . Acho que agora dá para entender .

    5. Ou pode se adiar pra daqui a algumas horas a caganeira simultãnea, quando as pessoas tiverem mais distioradas.

    6. Impossível deles entenderem pois cagam dia sim, dia não!!!

  7. Itália, Alemanha, Estados Unidos da América e todo o Reino Unido… Todas essas nações pedem para que seus conterrâneos se retirem imediatamente do Brasil. A bomba vai explodir aqui e eles sabem disso. Estamos à mercê de um senhor psicótico desconectado da realidade.

    1. Moro na Alemanha, mas minha familia tá ai no Brasil. E te digo: E por ai mesmo, eu tenho dito (e lamentado) no Brasil.vai ser punk!!!

    2. Se eles soubessem teriam escapados todos. Quem sabe é a China que desenvolveu essa desgraça e não pôde controlar.

    3. Enquanto a bomba para qual vc tá torcendo não explode, melhor ficar no Brasil. E nem venham com o truque vagabundo de atribuir a queda da evolução aos governadores. Inobstante a devastação económica que eles promovem, a maioria das pessoas tá circulando.

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Polícia

Lava Jato prende ex-secretário nacional de Justiça de Temer

Astério Pereira dos Santos, ex-Secretário Nacional de Justiça do governo Temer. Foto: Tasso Marcelo / AE

A Polícia Federal abriu nova fase da Operação Lava Jato no Rio nesta quinta, 5 e prendeu Astério Pereira dos Santos, ex-Secretário Nacional de Justiça do governo Temer. Segundo o Ministério Público Federal, Astério e outras 14 pessoas foram denunciadas por envolvimento em pagamento de propina a conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro. Até o momento, sete pessoas foram presas, informou a PF.

A corporação faz ainda buscas em 32 endereços. As ordens foram expedidas pelo juiz da 7ª Vara Federal Marcelo Bretas.

Procurador de Justiça aposentado, Astério foi secretário de Administração Penitenciária entre 2003 e 2006, durante a gestão de Rosinha Garotinho.

Opinião dos leitores

  1. Devegarzinho vai chegar em Temer Tenebroso, que conseguiu enrolar Nove Dedos, Dilmanta e toda a corja funebre e mal cheirosa do PT. A Lava-jato não devia parar nunca, como quer alguns membros do STF e a maioria dos políticos brasileiros.

    1. Nem ex presidente, todos honestos, inclusive os seus adoradores, esses é que são. Rsrsrs

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Política

Temer critica radicalização de Lula, prevê reeleição de Bolsonaro e vê estratégia na postura dos filhos do presidente

Foto: Montagem/(Agência Câmara/Reuters)

Na entrevista a O Antagonista, Michel Temer disse acreditar que a polarização estará mantida no cenário político brasileiro nos próximos anos e previu a reeleição de Jair Bolsonaro em 2022, se a economia melhorar.

“Ele [Bolsonaro] tem um bom índice de aprovação. Evidentemente, ele joga sempre para esses 30%, 35% [do seu eleitorado]. Se a economia for bem, eu acho que ele tem chance. É um candidato muito competitivo, sem dúvida. Já começa pelo fato de ser presidente. E se somarmos a isso uma economia crescendo… A economia é tudo. Aí, você sabe, a chance é muito grande.”

Temer criticou a postura dos filhos de Bolsonaro, mas acredita que há uma estratégia por trás das interferências da família no governo e as crises virtuais.

“Se você me perguntar: ‘Será que vale a pena isso que está sendo feito?’ Para as minhas teses, não. Porque as minhas teses são de pacificação do país, de unidade do país. E claro que essas coisas acabam radicalizando. Agora, Bolsonaro tem uma grande experiência parlamentar, 28 anos no Congresso Nacional fazendo política, os filhos são políticos. Eu acho que pode ser uma estratégia. Do tipo o seguinte: ‘Bem, eu tenho de 30% a 35% do eleitorado, [então] eu vou conservar isso, que é um eleitorado muito sólido, firme em relação a ele [Bolsonaro]’. Mas também é um pouco do estilo dele, o estilo dele sempre foi esse também.”

Na avaliação de Temer, os primeiros discursos de Lula ao deixar a cadeia confirmam a impressão de que a polarização estará mantida em 2022.

“Ele [Lula] radicalizou. Essas coisas de radicalização, de um lado e de outro, não são úteis para o país. Eu sairia [da cadeia] pregando. Não quero comparar com o [Nelson] Mandela, mas eu sairia… É um problema de [falta de] sabedoria política. Ele não foi sábio politicamente. Eu compreendo até as emoções, ele passou 500 e poucos dias na cadeia. Mas tem que ter frieza.”

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. O PIOR É QUE TEMER TEM RAZÃO: BOZO É UMA VERSÃO DELE PIORADA. POIS ALÉM DE ODIAR POBRE, GAYS, NEGROS É MULHERES, ADORA MENTIR DESCARADAMENTE.

  2. O jararaca nove dedos devia escutar essa outra cobra da política Nacional. Eles se completaram no passado, esse é matreiro, ladrão de fina estampa, vive em todo o tempo, uma raposa em pele de cordeiro, já o pingunço querendo dar uma de sabido, sai logo atirando, para recompor o seu eleitorado, devia se lembrar que não tem sombra, cumpanhero, dinheiro, empreiteira e financiadores, bem como apelo folclórico de sofredor já que ficou rico roubando, outra, a máquina do governo está nas mãos de um adversário que vai vender caro a sua saída, como mesmo reconheçe Temer. Nove dedos para ser eleito a primeira vez levou 12 aninhos para convencer os incautos, agora com as condições de seus próprios lugares tenente iguais a Leo Pinheiro, Marcelo e Emilio Odebrecht, o coroinha Palocci e mais uma centena de amigos, além da sua idade e políticos de carisma e peso ao seu lado, a estrada vai ser longa. Ninguém aguenta mais tanto pavoneio, arrogância e mentira.

    1. Lula esteva preso porque roubou , certíssimo. E temer que rouba há 40 anos e livre,leve e souto.

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Política

Para Temer, troca de votos por emendas e cargos “faz parte da democracia”

Foto: Francisco Stuckert/Agência F8/Estadão Conteúdo

Jair Bolsonaro assumiu o governo prometendo o fim do “toma lá, dá cá”. Em seu primeiro grande teste, a votação da reforma da Previdência na Câmara, o presidente acabou se valendo da liberação de emendas impositivas e da distribuição de cargos federais no segundo escalão para garantir a aprovação da proposta.

Perguntamos a Michel Temer se ele acha que Bolsonaro conseguirá votar alguma coisa sem emendas e cargos colocados à mesa das negociações.

Na entrevista a O Antagonista, o ex-presidente respondeu assim:

“Fala-se muito dessa história de ‘toma lá, dá cá’. Mas eu tenho a convicção de que o Legislativo há de ser uma espécie de parceiro do Executivo, não é? Eu emparceirei o Legislativo com o Executivo. Tanto que fiz um governo quase congressual, trouxe muitos ministros do Parlamento. Muitas vezes eu vejo a liberação de emendas impositivas. E vejo: ‘Ó, o governo está liberando para conseguir voto disso e daquilo’. Mas faz parte da democracia. Porque quando libera emenda, não é que o deputado vai pegar o dinheiro e botar no bolso, [o dinheiro] vai para o município tal, para o estado tal. Faz parte do jogo congressual, do fazer política.”

Faz parte do fazer política?

“É claro que ninguém está imaginando gestos de corrupção. Mas liberação de emendas é mais do que natural.”

Perguntamos se não é possível um parlamentar votar a favor de uma reforma da Previdência, por exemplo, simplesmente porque considera aquela proposta importante para o país.

“Compreendo. Mas se ele [o parlamentar] revelar que está atrás daquela emenda para beneficiar o seu município ou o município da sua região… Eu acho que isso ele pode explicar.”

Questionamos Temer se o Centrão de hoje é uma continuidade do Centrão de Eduardo Cunha, que ele conhece muito bem.

“Não acho que [o Centrão] exista não. O Centrão é uma coisa do meu tempo. Convenhamos, quando eu fui constituinte, o grande movimento que se fez foi do chamado Centrão, que depois foi transplantado para estes tempos aqui. Eu não acho que seja ligado a Eduardo Cunha. São partidos que, de repente, se coligaram. Aliás, se nós pensássemos em uma grande reforma política, quem sabe um dia essas partidos todos pudessem formar um único partido.”

Temer é defensor ferrenho do que considera semiparlamentarismo. Perguntamos se Rodrigo Maia atua hoje como uma espécie de primeiro-ministro. Ele respondeu puxando para si.

“O Parlamento teve grande protagonismo no meu governo, porque o presidente da República admitiu. Quando chegou o início do governo Bolsonaro, havia umas dúvidas em relação à reforma da Previdência e o Legislativo assumiu. A imprensa falou até em parlamentarismo branco. Neste período da Constituição, nós vivemos três impedimentos, três impeachment. E eu vivi o último e sei que isso é um trauma para o país, não tenho a menor dúvida disso, um trauma institucional. Os fatos estão levando a uma conclusão que não e improvável que, em breve tempo, você caminhe para um sistema semiparlamentarista ou sempresidencialista. Digo ‘semi’ porque não estou falando do parlamentarismo inglês, onde o rei reina, mas não governa. Estou falando do parlamentarismo português, francês, em que o presidente tem também grande presença. Quando você caminha nesse sistema, você evita os traumas institucionais. Porque se o governo cai, cai e substitui por outro. Você tem a possibilidade, como cidadão, de, ao apontar o dedo, não apontar apenas para o Executivo, porque você aponta para o Legislativo, o Legislativo passa a ser executor das medidas do governo. O que dará uma responsabilidade muito maior para o Parlamento.”

E qual o papel do MDB no governo Bolsonaro? O ministro da Cidadania, Osmar Terra, é emedebista, assim com os líderes do governo no Senado, o enroladíssimo Fernando Bezerra Coelho, e no Congresso, Eduardo Gomes — apenas para citar os exemplos mais latentes. Além disso, o ex-senador Romero Jucá continua se movimentando em Brasília.

“[O papel do MDB] é apoiar as boas causas do governo. No começo, tinha muito essa história de velha política, nova política. E, data vênia, não é isso que vai presidir o governo. O governo tem é que trabalhar com o que tem. E, portanto, tem muita gente da chamada velha política que pode colaborar muito com o governo. Tanto que ele [Bolsonaro] chamou os líderes do MDB. A ideia é justamente esta: apoiar todas as teses do governo que são boas para o país. Agora, eles [do MDB] não vão se incorporar ao governo. É apoiar as teses importantes.”

Mas Osmar Terra, por exemplo, é governo, insistimos.

“Não é verdade [que Osmar Terra é homem meu no governo Bolsonaro]. Osmar Terra foi homem meu, sempre foi muito ligado a mim. Eu o nomeei ministro do Desenvolvimento Agrário e Social e ele deu bons resultados. Neste segundo momento, não. Eu saí com aquela sensação de que não estou mais no poder e tenho que ser extremamente discreto. A sensação que eu tenho é de que foi uma escolha pessoal do Bolsonaro.”

Então, quer dizer que Temer não manda mais nada no MDB?

“Não mando em ninguém. Quando você chega à Presidência da República, a primeira coisa que você tem que fazer [quando não é mais presidente] é ser extremamente discreto, para não dar aquela sensação de que ‘ah, eu queria estar no poder’. Um segundo ponto é que você pode se transformar numa espécie de conselheiro, afinal nós temos toda uma estrada política, alguns conselhos a gente pode dar. Então, não é incomum que muita gente venha aqui me visitar cordialmente, mas também para me ouvir um pouco. Então, você vira uma espécie de conselheiro, só isso. Nada além disso. Quem foi presidente sempre pode aconselhar.”

Temer conhece os porões de Brasília como poucos. Perguntamos se ele acredita na existência de um acordão para salvar Flávio Bolsonaro das investigações em curso envolvendo o filho do atual presidente da República.

A resposta veio com o ex-presidente voltando a defender um “pacto” em Brasília:

“Eu não saberia responder. Neste momento, não acho fácil, não acho fácil. Porque, é… Hoje, a figura do presidente da República, uma figura importante… Eu acho que, neste momento, o Brasil está dependendo de uma espécie de Pacto de Moncloa, de 1977, na Espanha, quando se reuniram a oposição e todas as lideranças e fizeram um pacto. Aqui era preciso caminhar para isso. Mas, para isso, era preciso pregar, pregar pregar. Ora bem, nós temos larga polarização, marcada pela radicalização. Não é uma polarização de ideias, é um conflito quase pessoal. Então, isso dificulta esse pacto. Era preciso fazer aqui um ‘Pacto do Alvorada’. Não é fácil. Neste momento, não acho fácil.”

O Antagonista

 

Opinião dos leitores

  1. Num ponto em particular Temer e a petralhada lularápia devem convergir: nada é mais "democrático" do que roubar os cofres públicos.

    1. Esse pilantra deve achar que roubar também faz parte da democracia.

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Política

Temer revela que aconselhou Bolsonaro, após eleito, sobre relações com China e Congresso e sustenta que ele está dando sequência ao seu governo

Foto: Divulgação/O Antagonista

O ex-presidente Michel Temer recebeu O Antagonista em seu escritório de advocacia, em São Paulo, e revelou detalhes de sua relação com Jair Bolsonaro.

Temer contou, pela primeira vez, que, dias após o segundo turno da eleição presidencial no ano passado, Bolsonaro o procurou no Palácio do Jaburu para “pedir conselhos”.

“Logo em seguida que foi eleito, ele me visitou no Palácio para pedir conselhos. Ele me disse: ‘Presidente, que conselho o senhor me dá?’ Eu disse: ‘Olha, você foi eleito. Eu não vou dar conselho para quem teve quase 60 milhões de votos. Se você quiser que eu dê uns palpites, eu dou’.”

Temer, então, transpareceu sua preocupação com declarações de Bolsonaro sobre as relações com a China, os países árabes e o Mercosul.

“Eu dei palpites referente à China. Eu disse que a China é um grande parceiro comercial nosso. Porque ele tinha umas palavras… você, sabe não é? Disse a ele: ‘Se nós perdermos essa parceria, será um desastre aqui para nós. Segundo, os países árabes, Bolsonaro. Eu vou dizer para você: você andou dizendo umas coisas aí… Essa gente, os árabes, compram 40% da nossa carne de frango. Então, nós temos que ser multilateralista, Bolsonaro. Nós não podemos ser unilateralista, nem os Estados Unidos podem. Os Estados Unidos têm poder político, econômico. Nós não temos. Nós temos que nos dar bem com todo mundo. Porque nós vivemos dessas exportações’. Argentina, por exemplo, ele tinha dito uma palavra… Eu disse: ‘Nós temos um superavit extraordinário, nós não podemos perder a Argentina. E o Mercosul, para nós, é importante. Foram os palpites que eu dei.”

No mês passado, Bolsonaro visitou a China e países do Oriente Médio para tratar de oportunidades de investimento e aprofundamento das relações comerciais.

Temer também disse ter aconselhado o então presidente eleito sobre a relação com o Congresso.

“Eu disse: ‘E a relação com o Congresso. Você passou no Congresso tanto tempo como eu passei. A relação com o Congresso é fundamental. Precisa acabar com essa bobagem, com a devida vênia, de presidencialismo de coalizão, de cooptação. Existe o presidencialismo estabelecido na Constituição. E é o seguinte: quem governa é o Executivo junto com o Legislativo. Eu fiz isso, Bolsonaro. Quando eu ia fazer reunião de líderes, eu tinha o presidente da Câmara de um lado e o presidente do Senado de outro lado. Isso que me permitiu governar, fazer as reformas’.”

Em pelo menos outras duas ocasiões, os dois se falaram: quando Bolsonaro foi internado em São Paulo para a retirada da bolsa de colostomia e quando da Assembleia Geral da ONU.

“Ele me telefonou na ONU, quando foi falar na ONU. Ele me telefonou para cumprimentar. Eu disse: ‘Muito sucesso. Fica tranquilo. Boa sorte a você aí’. Acho que ele quis fazer uma espécie de agrado a mim, porque eu falei bem dele, do governo dele’.”

Temer sustenta que Bolsonaro tem “dado sequência” ao seu governo.

“Ele tem sido até correto comigo, confesso. Porque ele tem reconhecido muitas vezes a modernização trabalhista. Sobre a Previdência, ele disse: ‘Lá atrás, quem enfrentou isso foi o Temer’. Ele está dando sequência ao que eu fiz. O que é interessante no nosso país é que cada governo que entra quer desmoralizar o governo anterior. Ele não fez isso com o meu governo. Você pode perceber que ele está dando sequência ao meu governo. No ângulo econômico e nos demais planos também. Ele tem uma boa relação com o Congresso, interessante. Ele foi mais ao Congresso do que eu fui. De vez em quando, ele sai andando e vai para o Congresso. Acho que ele encontrou mais com o Rodrigo Maia e com o [Davi] Alcolumbre do que eu me encontrava com os presidentes [da Câmara e do Senado].”

O Antagonista

 

Opinião dos leitores

  1. Temer teve seus méritos. Entretanto, jamais e em tempo algum os petralhas o reconhecerão.

  2. Pergunte para os brasileiros se alguém tem saudade do governo dele? Traíra, X9, rejeitado! Só sendo mesmo piada de mal gosto pedir conselhos a ele. O que tem a dizer um governo que a nação queria ver bem longe??? Desse nós nos livramos! Amém.

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Judiciário

LIVRO DE MEMÓRIAS: Janot afirma que Temer e Henrique Alves pediram que ele não investigasse Cunha

Foto: Jorge William/Agência O Globo/14-09-2017

A cena de abertura do livro de memórias de Rodrigo Janot, que será lançado em duas semanas, mostra o então vice-presidente Michel Temer pedindo a Janot, em março de 2015, que ele não investigasse Eduardo Cunha, recém-eleito na época para a Presidência da Câmara.

Em Nada menos do que tudo , escrito pelos jornalistas Jailton de Carvalho e Guilherme Evelyn, Janot conta que estava almoçando em sua churrascaria favorita em Brasília quando recebeu um telefonema. Era a secretária da Vice-Presidência. Temer queria vê-lo no Palácio do Jaburu.

Ao chegar ao Jaburu, Janot conta ter sido recebido por Temer e por Henrique Eduardo Alves e levado para uma varanda coberta do palácio.

“Eu chamei o senhor aqui porque quero conversar não com o procurador-geral da República, mas com um brasileiro preocupado com o Brasil, com um patriota”, teria dito Temer.

Em seguida, sem meias palavras, Henrique Alves disse a Janot que ele não poderia investigar Cunha:

“Cunha é um louco, pode reagir de forma imprevisível e colocar o Brasil em risco. Confiamos no senhor como brasileiro e como patriota para manter a estabilidade do país”, disse Alves, na versão de Janot.

Janot afirma ter se virado para Michel Temer e o questionado:

“O senhor é do Direito, a minha área, ele (Henrique Alves) não é. O senhor está entendendo a gravidade do que ele está propondo ao procurador-geral da República?”, perguntou Janot.

“Ele está propondo ao patriota Rodrigo Janot. Esse homem é muito perigoso, e a gente não sabe quais as consequências que poderão vir dele. Então apelamos para que o senhor não leve a cabo essa investigação, que a arquive”, teria pedido Temer.

Com palavrões, Janot conta no livro ter sido duro com a dupla:

“Olha, vice-presidente, eu acho isso muito complicado. Na verdade, não consigo separar a figura do patriota da figura do procurador-geral. O que os senhores estão me propondo aqui é que eu cometa um crime de prevaricação. Isso eu não farei jamais. E muito me estranha que o vice-presidente da República e o ex-presidente da Câmara dos Deputados venham fazer uma proposta indecorosa dessas ao procurador-geral da República. Estou chocado com a ousadia de vocês. Os senhores são responsáveis por esse homem estar assumindo a Câmara. Os irresponsáveis são vocês. Vocês é que são os não patriotas. Como é que vocês fizeram uma merda dessas?”.

Guilherme Amado – Época

 

Opinião dos leitores

  1. Cunha foi condenado sem provas por um Juiz parcial, só pegou PMDBistas!!! E os outros bandidos??? #cunhalivre!!! Eleições sem Cunha é gópi!!!! Moro facista…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Judiciário

Janaina Paschoal: Temer “sempre foi aliado do PT”

Foto: Carine Wallauer/UOL

Em entrevista ao Estadão, Janaina Paschoal foi perguntada a respeito da declaração de Michel Temer sobre o “golpe” durante o Roda Viva, na última segunda-feira.

Na ocasião, o ex-presidente afirmou: “Jamais apoiei ou fiz empenho pelo golpe” — os petistas fizeram um carnaval nas redes sociais. Ontem, como registramos, Temer disse à Rádio Gaúcha que “só foi golpe se a Constituição for golpista”.

“Olha, ele sempre foi aliado do PT. Os diálogos do Intercept mostram que, em meio ao processo de impeachment, ele estava em altas conversas com Lula, objetivando minar Moro e salvar Dilma. Para ele, pessoalmente, foi péssimo virar presidente. Os ‘negócios’ dele ganharam visibilidade. Só os petistas insistem em culpá-lo. Ele não teve nenhuma participação no impeachment. Havia um grande acordo entre os partidos, para manter seus esquemas. Talvez por isso ele fale em golpe”, disse Janaina.

A deputada estadual do PSL-SP, uma das autoras do pedido de impeachment que derrubou Dilma, também afirmou que parte da oposição, à época, não se entusiasmou com a ideia logo no início do processo.

“Foi a luta do povo. A pressão. O meu trabalho técnico, a pressão popular e alguns políticos mais jovens. Foi bem mais complexo do que tentam fazer crer. Os políticos tradicionais, inclusive FHC, não queriam. O impeachment abriu a caixa de pandora, que eles querem fechar.”

Perguntada se teria feito a coisa certa ao pedir o impeachment de Dilma, Janaina disse que “faria tudo de novo”. “Os crimes precisam ser punidos, não importa quem os cometa. Vamos limpando aos poucos. O que você queria? Que eu me conformasse?”, questionou.

O Antagonista

 

 

Opinião dos leitores

  1. Temer participou dos 13 anos do governo do PT, indicou ministros e milhares de cargos junto com o PMDB, foi tão bom aliado que foi escolhido pelo presidiário Lula para ser o vice de Dilma, aí quando tomou a cadeira dela foi que virou inimigo da turma que ele apoiava, simples assim.

  2. Ai é bem boazinha do Juízo. Bozonaro e seus filhos corruptos e milicianos tem menos merda na cabecinha do que ela. Pouca diferença, mas tem…

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