Finanças

Quina de São João pode pagar R$ 170 milhões

Foto: Barbara Taeger Photography /Getty Images

A Caixa Econômica Federal começou a receber apostas para o concurso 5.590 da Quina de São João nesta segunda-feira (10). O prêmio será anunciado no dia 26 de junho, a partir das 20h, e é estimado em R$ 170 milhões — o maior valor da Quina, segundo a instituição.

Em 2020, o concurso pagou R$ 152,5 milhões para cinco apostas. Vale ressaltar que os valores da Quina de São João não são acumulativos. Por isso, caso ninguém acerte os cinco números sorteados, o prêmio é dividido entre as pessoas que acertaram quatro números e assim por diante.

A Caixa informa ainda que, caso apenas um ganhador leve o prêmio e decide aplicar todo o valor na Poupança da Caixa, o rendimento no primeiro mês chega a R$ 270 mil.

Veja como apostar

É possível fazer a aposta para a Quina de São João em uma casa lotérica ou pelo portal Loterias Online da Caixa.

No jogo, o apostador deve escolher de 5 a 15 números dentre 80 disponíveis. Ganha quem acertar 2, 3, 4 ou 5 deles. Assim como funciona em outros jogos da Caixa, é possível deixar o sistema escolher os números. Uma aposta simples custa R$ 2.

A Caixa disponibiliza também o Bolão Caixa, que dá aos apostadores mais chances de ganhar. O preço mínimo dessa aposta é de R$ 10.

CNN Brasil

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Finanças

Contribuinte pode pagar taxas federais com cartão de crédito

Foto: © Arquivo Agência Brasil

A partir desta segunda-feira (15), o cidadão pode pagar taxas federais, contribuições e serviços públicos não gratuitos com cartão de crédito. A modalidade de pagamento está disponível no PagTesouro, plataforma digital de pagamento e recolhimento do Tesouro Nacional.

Em nota, o Tesouro Nacional explicou que a tecnologia alcança um público sem produtos digitais adequados à demanda. Com o novo sistema, o turista estrangeiro que visita o Brasil pode quitar uma taxa com cartão de crédito antes de retornar ao país de origem.

Desde novembro, o contribuinte pode fazer pagamentos à Conta Única do Tesouro por meio do Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central. O PagTesouro dispensa a emissão da Guia de Recolhimento da União (GRU).

Diversos órgãos oferecem pagamentos de serviços via Pix dentro do PagTesouro. Entre eles estão o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Secretaria de Pesca e Aquicultura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SPA), o Departamento da Polícia Rodoviária Federal (DPRF), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Comando do Exército.

Segundo o Tesouro, além da conveniência na forma de pagamento, o PagTesouro tem como vantagem a rapidez. A transação é compensada instantaneamente, com a entidade pública verificando o efetivo recolhimento da taxa, da contribuição ou do serviço em segundos.

A inovação foi desenvolvida pela Secretaria de Governo Digital do Ministério da Economia, pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), em parceria com o Banco do Brasil (BB) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que recebeu valores do PagTesouro em fase de testes em setembro de 2019.

Agência Brasil

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Geral

Emprego dos sonhos: pesquisa vai pagar R$ 11 mil para participante dormir

Foto: Kinga Cichewicz / Unplash

Isso poderia ser literalmente o emprego dos sonhos – ganhar dinheiro dormindo, incluindo uma noite em um resort cinco estrelas.

O site sleepstandards.com, que fornece informações sobre produtos e pesquisas sobre a qualidade do sono, está procurando alguém disposto a ganhar U$ 2 mil (R$ 11 mil) para ajudá-los a estudar a influência dos fatores ambientais na qualidade do sono.

“O candidato escolhido passará cinco noites dormindo em diferentes ambientes configurados por nossa equipe, incluindo uma noite em um luxuoso resort 5 estrelas”, diz a postagem.

O participante deverá escrever um relatório sobre sua experiência a cada noite dormida e sobre como cada um dos ambientes específicos afetou sua qualidade de sono.

A pessoa deve então classificar o ambiente de 1 a 10 para dizer aos pesquisadores a diferença na preferência de sono.

A recompensa para isso é de U$ 2 mil (R$ 11 mil) e todas as despesas pagas.

Os candidatos interessados precisam enviar uma foto e um vídeo de introdução de 60 segundos explicando por que desejam o cargo. Os candidatos também devem compartilhar links de suas páginas nas redes sociais.

As inscrições devem ser enviadas até o dia 30 de março.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

    1. Fale por vc…eu trabalho deitada, em pé, com um pé só, só com as mãos no chão, pendurada pelo cabelo…se o cliente quer, meu amor.

  1. Onde fazer a inscrição.
    Não tenho a menor duvida que serei o escolhido.
    Não quero nenhuma gratificação.
    Pode doar para uma institui de Caridade.

  2. Eu vou de graça.
    Tenho muito o que contar.
    Meu passado como Sonâmbulo dá para escrever um livro

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Diversos

Prazo para pagar IPTU em Natal com desconto de 16% acaba nesta segunda-feira

Foto: Divulgação

O contribuinte de Natal interessado em pagar o Imposto Territorial Urbano (IPTU 2021) com desconto antecipado de 16%, para pagamento à vista, tem até esta segunda-feira (11) para quitar o boleto. Apenas os que estão em dia com o Fisco municipal têm esse direito garantido. O cidadão interessado, que não esteja de posse do carnê, pode acessar o site da Prefeitura do Natal (www.natal.rn.gov.br) para conferir os valores com desconto.

De acordo com a Secretaria Municipal de Tributação (Semut), existem cerca de 118 mil imóveis na capital potiguar com direito de pleitear o desconto de 16% para o pagamento antecipado. “Os prazos estão todos mantidos de acordo com o decreto anterior”, explicou o secretário de tributação, Ludenílson Lopes.

Em função da pandemia, a Prefeitura optou por imprimir os carnês, inclusive com o boleto referente a esse pagamento. Em anos anteriores, o interessado tinha apenas a opção de acessar o boleto via internet.

Caso o contribuinte opte por não fazer o pagamento antecipado, pode escolher o modo de pagamento à vista no vencimento, sem acréscimo e sem desconto. Neste caso, são duas datas. A data de 20 de fevereiro para as zonas Sul e Leste e 20 de março para as zonas Norte e Oeste. Essas datas, de 20 de fevereiro (Sul e Leste) e 20 de março (Norte e Oeste), também balizam o início do pagamento parcelado do carnê, em 10 pagamentos, cujos boletos também fazem parte do documento.

Os contribuintes que não têm direito ao pagamento antecipado (estão em atraso com o Fisco e não negociaram o débito) receberam ou receberão o carnê sem o boleto de antecipação com o desconto de 16%.

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Judiciário

Lanchonete faz acordo para pagar parte dos honorários com cachorro-quente

Foto: Ilustrativa

Uma ação trabalhista envolvendo uma hamburgueria de Cuiabá e um ex-funcionário que foi dispensado sem justa causa durante a epidemia de Covid-19 teve um desfecho inusitado.

O caso foi solucionado em menos de dois meses após a ação ser ajuizada na Justiça do Trabalho em Mato Grosso e, com o acordo, o trabalhador vai receber R$ 20 mil referentes às verbas rescisórias.

O fim do litígio foi sacramentado por videoconferência pelo Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas de 1º Grau de Cuiabá (Cejusc), no último dia 30 de outubro.

Na ação, o trabalhador, que foi contratado em julho de 2019 e dispensado em março deste ano, reclamava o pagamento de verbas como férias vencidas e horas extras. Outra pendência do processo era a posse de uma moto que foi comprada no nome do empregador, mas que era paga mensalmente pelo trabalhador.

Ficou decidido que o veículo seria transferido para o nome do trabalhador após a sua quitação, sob pena de multa diária de R$ 10. O empregador também irá entregar assim que possível o documento de circulação veicular do ano de 2020 e de 2021 para o reclamante.

Por fim, o advogado do trabalhador recebeu R$ 1 mil de honorários advocatícios, mais o acréscimo de 20 cachorros-quentes grátis que poderão ser consumidos gradualmente na hamburgueria. As partes concordaram que o fornecimento dos lanches constaria em ata como parte do pagamento do advogado do reclamante pelo trabalho realizado. Com informações da assessoria de comunicação do TRT-23.

0000632-46.2020.5.23.0006
Conjur

 

Opinião dos leitores

  1. Eu e meu BOFE adoramos o Dog Prensadão que fica na Roberto Freire… ??‍❤️‍?‍??

    1. LAURA, não e a justiça que desemprega, são os empresários safados que sonegam direitos trabalhistas mais básicos, vc deve ser empresária no mínimo.
      Claro que o empregador sacana sempre odiará a JT.

    2. Concordo Laura, a burocracia e o favorecimento para o colaborador retrai as contratações, inibe os investimentos e quebram as empresas mais frágeis. Esse Barrão é um tapado.

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Judiciário

Expulso de restaurante em Natal após assoar o nariz, homem terá de pagar R$ 500 por agir de má-fé

Foto: Reprodução

2º Juizado Especial Cível de Parnamirim condenou por litigância de má-fé um cidadão que havia interposto ação de indenização por danos morais contra um restaurante situado no bairro do Alecrim, em Natal. Na sentença, o demandado teve seus pedidos rejeitados pelo órgão judicial e terá que pagar multa equivalente a 5% do valor da causa equivalente a aproximadamente R$ 500,00.

Conforme consta no processo, o demandante alegou que, em agosto de 2019, teria passado por constrangimentos após assoar o nariz no interior do estabelecimento demandado. E nessa ocasião um funcionário da empresa lhe fez ofensas verbais, exigindo que ele “nunca mais voltasse àquele estabelecimento”.

Todavia, ao analisar o caso, o magistrado Flávio Amorim, do Juizado de Parnamirim, indicou que levou em consideração, dentre os elementos trazidos aos autos, as imagens da câmera de circuito interno do restaurante. E nessas imagens percebeu que o demandado “assoou o nariz em direção ao chão do estabelecimento em pelo menos duas oportunidades, limpando suas mãos, após o ato, na toalha de mesa”, causando constrangimento e repulsa aos demais clientes e “até mesmo aos funcionários do restaurante que chegam a desviar o percurso em razão do comportamento do requerente”.

O magistrado frisou que os cuidados com a higiene “consigo e com o próximo, sobretudo em ambientes coletivos, são imprescindíveis para a saúde de toda coletividade”, e que esses deveres de urbanidade “não são só deveres de cunho consumerista, mas até mesmo cívico”.

 

Matéria completa AQUI no Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

  1. Bom dia.
    …..É isso! O magistrado agiu em sua plena consciência de cidadão, que preza pelos bons costumes. É preciso educar os que não respeitam o espaço, principalmente em coletividade.

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Diversos

FOTOS: Vila na Itália pretende pagar até R$ 53 mil para quem se mudar para o local

Foto: Shutterstock

Você já conhece a história: aldeia de conto de fadas no topo de uma colina na Itália com a população envelhecida quer sangue novo.

Normalmente, o primeiro passo é vender as casas abandonadas por 1 euro. Aldeias de todo o país viram estrangeiros abocanhar propriedades por centavos, com a contrapartida de eles deviam reformar a casa dentro de um determinado prazo.

Outros, porém, foram mais ousados. A vila de Candela, na Puglia, por exemplo, ofereceu a futuros residentes 2.000 euros (R$ 13.493) para se mudarem para lá em 2017.

Agora saiu uma proposta ainda melhor. Santo Stefano di Sessanio, uma vila medieval murada em Abruzzo, uma região no lado leste do centro-sul da Itália, está se oferecendo para pagar as pessoas que desejam se mudar e começar um negócio lá. E pode até mesmo apoiá-las dando-lhes um lugar para morar com aluguel nominal.

“Não estamos vendendo nada para ninguém. Isso não é um movimento comercial. Só queremos que a vila continue a viver”, diz o prefeito Fabio Santavicca à CNN.

A pegadinha? É precisa ser residente da Itália (ou ter capacidade legal para se tornar um) e ter 40 anos ou menos.

Uma vila simples nas montanhas Santo Stefano é mais conhecida pelo Sextantio, sua pousada de luxo ou “albergo difuso” (hotel disperso) cujos quartos estão localizados em casas de aldeia individuais.

No entanto, o glamour do hotel está muito longe do resto da vila simples, que se ergue 1.250 metros acima do nível do mar dentro do belo Parque Nacional Gran Sasso e Monti della Laga.

O local tem apenas 115 residentes, cerca de metade deles aposentados. Menos de 20 moradores são menores de 13 anos.

Pelo menos, esses são os números oficiais. Na verdade, o prefeito diz que o número de residentes durante todo o ano está entre apenas 60 e 70.

Portanto, agora as autoridades estão agindo.

A prefeitura pagará aos novos residentes uma taxa mensal por três anos, até um máximo de 8.000 euros (equivalente a R$ 53.974) por ano. Também vai conceder uma contribuição única de até 20.000 euros (R$ 134.935) para quem iniciar algum empreendimento.

Os residentes também receberão uma propriedade para morar por um aluguel “simbólico”.

Quanto é “simbólico”? Nem Santavicca tem certeza ainda. Eles querem analisar todos os candidatos e decidir quantos aceitar antes de acertar os detalhes financeiros.

Forte competição

Cerca de 1.500 pessoas se inscreveram desde que a proposta foi lançada, em 15 de outubro. Mas o conselho quer manter o número em cerca de 10 pessoas, ou cinco casais. “Queremos aumentar gradativamente os números e temos que trabalhar com as moradias que pertencem às autoridades”, diz Santavicca.

Mesmo assim, dá para se mudar para lá e abrir um negócio. O esquema é válido para um número seleto de atividades, identificadas como fundamentais pelo conselho: guias, pessoal do escritório de informações, trabalhadores de limpeza e manutenção, donos de drogarias ou aqueles que podem trabalhar e vender os alimentos da região.

Os candidatos devem ter idade entre 18 e 40 anos e não residir na área de Santo Stefano. Devem ser residentes na Itália, cidadãos da UE ou ter o direito de permanecer na UE por um período indefinido. Se já residem na Itália, devem vir de uma área com mais de 2.000 residentes, já que a cidade não quer lutar contra a perda de população retirando residentes de outras pequenas comunidades.

E os novos moradores devem ficar na cidade por no mínimo cinco anos. Ainda não existe um processo formal para obrigar as pessoas a ficarem até o final do mandato, mas o prefeito diz que, como o dinheiro é público, terá que haver algum tipo de “restrição” para que as pessoas não venham, peguem o dinheiro para um ano e partam.

A nova vida

Foto: Shutterstock

E que tipo de vida espera aqueles que fazem a mudança?

A cidade grande mais próxima é L’Aquila, a meia hora de distância. Capital de Abruzzo, ela foi devastada por um terremoto em 2009 e ainda está em reconstrução.

Roma fica a cerca de duas horas de distância e a lendária costa do Adriático fica a 90 minutos de carro. O aeroporto mais próximo é Pescara, a 90 minutos.

“É uma vida bem programada, porque não dá para dizer, ‘Ai, esqueci de comprar parmesão, vou dar um pulinho de volta e comprar”, comparou o prefeito.

“Estamos na base das montanhas – a 1.200 metros de altitude – então, no inverno, nem sempre é fácil se locomover com neve e gelo. Porém há uma sensação de tranquilidade, você vive de forma autossuficiente e volta às raízes. Não há nada do caos das grandes cidades, e você pode economizar mais do seu tempo livre”, elogiou o prefeito.

“Vivo muito bem aqui. O ar é bom e, desde o momento em que você acorda, há vistas incríveis que realmente levantam o seu ânimo e lhe dão um motivo para ir trabalhar”.

As remotas cidades rurais da Itália, especialmente nas regiões montanhosas e no sul do país, sofreram um êxodo de residentes desde o fim da Segunda Guerra Mundial, com pessoas se mudando para as cidades em busca de trabalho.

A ideia do “albergo diffuso” foi cunhada na década de 1970 pelo profissional de marketing Giancarlo dall’Ara para tentar rejuvenescer as aldeias e criar empregos para as pessoas voltarem.

A pandemia de Covid-19, que deu nova luz ao trabalho remoto, trouxe um interesse renovado na mudança de italianos para áreas rurais.

Santavicca espera que este projeto, se der certo, possa ser replicado por outras pequenas cidades.

“Essas aldeias vivem enquanto houver pessoas nelas. Para renovar a Santo Stefano e dar-lhe uma vida nova, mais força econômica e social, precisamos de gente mais jovem”, explicou.

“Temos um senso de dever cívico que está nos empurrando nessa direção. Não se trata de vender nada [em contraste com os esquemas de casa de 1 euro]. Só queremos começar coisas que vão permitir que a aldeia continue a viver”.

Pronto para fazer a mudança? Os detalhes completos e o formulário de inscrição estão no site do conselho municipal. O prazo final é 15 de novembro.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Aceita casal homo , eu e NERO , meu esposo , estamos procurando um cantinho tranquilo , para trocar umas ideias e comer rabanete .

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Diversos

Justiça condena Gregório Duvivier a pagar indenização de R$ 25 mil por danos morais ao empresário Luciano Hang por tuíte que ‘mata o véio da Havan’

Foto: Reprodução/Montagem

O ator e comediante Gregório Duvivier foi condenado a pagar uma indenização de R$ 25 mil por danos morais ao empresário Luciano Hang. O motivo ? Uma publicação divulgada em sua conta no Twitter em maio de 2019.

Segundo apuração do jornalista Fabio Leite, da Revista Crusoé, a juíza Maria Cristina Slaibi, da 3ª Vara Cível do Rio de Janeiro entendeu que Duvivier excedeu o limite da liberdade de expressão quando escreveu em uma postagem: “to tisti alguem mata o véio da havan (sic)”.

Dias após a publicação, o próprio humorista voltou à rede social para enfatizar que não desejava a morte do empresário, apoiador do presidente Jair Bolsonaro. E que estava “apenas reproduzindo um meme”.

Em sua sentença, a juíza Maria Cristina ressaltou que, além de exceder a liberdade de expressão, ao utilizar o verbo matar, a condenação tem “caráter repressivo-pedagógico” e ordenou que o humorista retire o verbo matar de sua publicação.

Com informações da Crusoé e Catraca Livre

Opinião dos leitores

  1. É bom que Zé Carioca já pega esse valor pra "interá" os 2,5 milhões de sonegação de imposto. Já ajuda, né?

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Finanças

Ceará-Mirim mantém compromisso ao pagar servidores de forma antecipada

Com responsabilidade e planejamento financeiro, a Prefeitura de Ceará-Mirim vêm honrando seu compromisso com os servidores municipais, mantendo o pagamento dos salários em dia e de forma antecipada, apesar da queda de receitas. Só neste mês, o cronograma de pagamento foi iniciado com 11 dias de antecedência e desde de abril o piso dos professores vem sendo pago de forma integral, o que faz de Ceará-Mirim um dos primeiros e poucos municípios a implantar o reajuste de 12,84%.

Diferente de Ceará-Mirim, alguns municípios estão com dificuldade de manter em dia o pagamento tanto dos servidores efetivos, quanto dos comissionados. Outros, iniciarão o pagamento de maio apenas em junho e com um cronograma extenso, como é o caso de Mossoró.

Sobre a situação, o prefeito Júlio César comenta. “Antes de qualquer coisa, me solidarizo com os demais prefeitos que por ventura se encontram com dificuldades de realizar o pagamento em dia, devido a queda de receitas. Em Ceará-Mirim, estamos reduzindo e cortando alguns gastos, estudando estratégias para continuar mantendo em dia e de forma antecipada o salários de nossos servidores, mas, isso só é possível com planejamento financeiro e uma visão holística”, destaca.

Opinião dos leitores

  1. Parabéns a administração municipal! Falta muito a ser feito, sabemos disso, mas só se obtém sucesso em uma admiração, governando com responsabilidade!

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Economia

Vamos precisar de aumento temporário de impostos para pagar a crise do coronavírus, diz economista-chefe do Itaú

Foto: Reprodução

O preço que o Brasil pagará por ter sido atingido pela pandemia do coronavírus com uma dívida pública muito alta será um aumento temporário de impostos, segundo Mário Mesquita, economista-chefe do Itaú Unibanco e ex-diretor do Banco Central.

“Começamos nessa crise como um ponto totalmente fora da curva”, diz ele, em referência ao endividamento do país que, por critérios do FMI (Fundo Monetário Internacional), já beira 90% do PIB (Produto Interno Bruto), contra uma média de 53% do PIB dos países emergentes.

Para Mesquita, há consenso sobre a necessidade de o governo realizar gastos emergenciais para responder à dupla crise, na saúde e na economia. Mas eles resultarão em uma dívida ainda mais alta: “A gente vai ter que pagar por isso. O Brasil vai ter que pagar essa conta”, afirma.

O economista ressalta que a situação brasileira é agravada ainda pela turbulência política:

“Essa incerteza reduziu a confiança sobre a manutenção dos rumos da política econômica”.

Isso terá reflexos que tendem a se estender após a crise, quando o Brasil poderá ficar de fora do radar de investidores em busca de ativos com boa remuneração.

“O Brasil pode não se beneficiar dessa onda, se a gente continuar em um processo de alta instabilidade política e se existirem dúvidas sobre a política fiscal”, diz.

Segundo ele, é importante que, passada a crise neste ano, o governo retome o compromisso com o controle de gastos. Isso, no entanto, não será suficiente para garantir a capacidade de pagamento da dívida pública, que precisará ser financiada com o aumento da já elevada carga tributária, equivalente a 33,2% do PIB em 2019.

Mesquita destaca que, embora essa discussão não seja apropriada para este momento, no segundo semestre ou no início de 2021, ela será inevitável.

“Teremos que distribuir o custo dessa crise de uma forma socialmente justa, tanto quanto possível”, diz o economista.

O quanto a recente instabilidade política agrava nossa situação econômica em meio à pandemia?

Incerteza é sempre ruim para a confiança e, portanto, para decisões de investimentos. Toda essa volatilidade política não só dificulta a resposta à crise no curto prazo, mas atua contra uma eventual retomada da economia. A incerteza que o mercado teve na semana passada, ainda não totalmente eliminada, reduziu a confiança na manutenção dos rumos da política econômica e isso só veio atrapalhar.

Como isso atrapalha?

Causa elevação do risco-país, contribui para a depreciação da moeda, além do que justificariam os fundamentos da economia, o que pode, lá na frente, gerar riscos inflacionários. Contribui para a elevação das taxas de juros mais longas, atuando contra uma eventual recuperação da economia.

Qual já tem sido o impacto da pandemia sobre a economia real no Brasil?

A gente aqui no Itaú tem um indicador próprio de atividade econômica em frequência diária, com base no que a gente consegue enxergar, como o consumo de energia elétrica. Esse indicador mostrou uma queda muito abrupta nos primeiros 10 dias do distanciamento social, entre 15 a 25 de março, aproximadamente.

E, depois, ele começou a se recuperar. Então, grosso modo, considerando um nível 100 como ponto de partida pré-crise, ele caiu para algo como 55 e, agora, está próximo a 65, 70.

Para a gente se recuperar mais, precisaremos ter o início do relaxamento das medidas do distanciamento social o que, por sua vez, requer que a gente passe do pior momento da curva da pandemia.

Essa melhora que vocês observaram no índice não é inconsistente com o isolamento social que deveria estar sendo feito?

Acho que tem dois fatores aí. Em parte, algum impacto das políticas de transferência de renda que o governo fez, sustentando a atividade, mas também um certo relaxamento espontâneo das medidas de distanciamento social. O pior cenário é um relaxamento das medidas, de forma prematura, que te force voltar a adotá-las.

Qual é sua avaliação da gestão da crise no Brasil?

Não sou especialista em saúde. Do ponto de vista da economia, a gente está tendo uma resposta fiscal intensa, equivalente a algo entre 5% e 6,5% do PIB, muito maior do que em crises anteriores.

É uma resposta suficiente?

Era a resposta possível para um país que já entrou na crise altamente endividado. Uma lição que fica dessa pandemia é que, eventualmente, quando a gente tiver períodos de crescimento, de bonança, temos que trabalhar para constituir reservas locais. Temos as reservas internacionais lá no Banco Central, mas precisamos de reservas fiscais robustas para poder lidar com esse tipo de contingência.

Não tendo, paciência, teremos um aumento grande de endividamento. Ninguém vai insistir na persistência do ajuste fiscal, ao longo de 2020, em uma crise tão severa quanto esta. O mercado está, absolutamente, consciente disso. Os economistas todos, independente do viés ideológico, concordam. No entanto, é preciso reconhecer que já tínhamos uma situação de endividamento elevado.

Como nossa dívida se compara a de outros países emergentes?

Pelos critérios do FMI, a dívida dos emergentes com qualidade de crédito melhor é de 20% do PIB. Se considerarmos todos os emergentes, a média é 53% do PIB e a dívida brasileira já é quase 90% do PIB. Ou seja, já começamos nessa crise como um ponto totalmente fora da curva. A gente vai ter que pagar por isso. O Brasil vai ter que pagar essa conta.

Como?

É inevitável que, no futuro, a gente tenha um certo aumento da carga tributária, ainda que, idealmente, temporário. A gente estava discutindo uma reforma tributária de forma muito voltada ao crescimento, ao aumento da eficiência da economia, à redução do custo envolvido no pagamento de impostos.

Mas, agora, teremos que distribuir o custo dessa crise, de uma forma socialmente justa, tanto quanto possível. A sociedade tem que ter maturidade, e acho que terá, para lidar com isso.

Então, a discussão da reforma tributária terá um componente adicional sobre aumento temporário de impostos, para colocar a dívida de volta em uma trajetória sustentável, em um horizonte razoável. Mas esse é um debate para o pós-crise.

Como aumentar a carga tributária em um país como o Brasil, onde ela já é tão alta?

Concordo que a carga é elevada. No entanto, a dívida também é, e está ficando mais elevada ainda. O gasto público é pago por impostos. Ou impostos hoje, ou impostos no futuro. Ou impostos explícitos, ou impostos disfarçados, entre os quais, o mais conhecido nosso é a inflação.

Vamos ter que continuar, lá na frente, não agora, com a agenda de austeridade, de controle de gastos, mas não conseguimos fazer tudo só do lado do gasto. Então, a carga tributária vai ter que aumentar e ser distribuída de forma mais razoável.

Por exemplo, chegou-se a discutir muito a cobrança de imposto sobre fundos exclusivos. Temos que revisitar o tratamento tributário em vários setores, várias atividades, a questão da “pejotização” também pode ser discutida. Há pessoas que fazem a mesma atividade, mas uma, como pessoa física, paga muito mais impostos do que a outra, como PJ (pessoa jurídica). Então, isso tudo terá que ser discutido, mas não agora. No pós-crise, imagino que no segundo semestre ou no início do ano que vem.

Como tem sido a busca das empresas pelas linhas de crédito emergenciais?

Houve um aumento grande da demanda por crédito por parte das empresas maiores. Entre as de porte pequeno e médio, a gente tem notado uma relutância em pegar linha para financiar a folha de pagamentos, porque eles não sabem se vão conseguir manter a mão-de-obra do mesmo tamanho.

Esse ponto talvez precise ser revisto?

Não sei, porque a preocupação do governo com o emprego é legítima e bastante grande. A restrição que existiu inicialmente à concessão de financiamento às pequenas empresas com pendência previdenciária inicialmente limitou a efetividade da medida, dado que 70% delas têm problemas. A revisão desse aspecto deve aumentar o impacto da medida.

Após a crise, como deverão ficar os fluxos de investimentos?

A gente está tendo mais uma rodada de expansão monetária global bastante intensa e isso vai levar a uma busca por retornos, por diversificação do investimento, que tende a beneficiar os mercados emergentes. Só que você tem que se ajudar também, não é? E, por se ajudar, me refiro a ter menos instabilidade política, apresentar números de crescimento melhores.

O Brasil não vai, necessariamente, se beneficiar dessa onda, como se beneficiou na saída de crises anteriores, se a gente continuar em um processo de alta instabilidade política e se existirem dúvidas sobre a política fiscal. Nós temos uma âncora institucional que é o teto de gastos, que dá aos investidores o conforto de “ok, a dívida é muito alta, mas, lá na frente, ela vai cair porque você vai ter um limite do crescimento do gasto”. Se a gente em algum momento se livrar do teto de gastos, vai perder essa âncora.

O setor privado teria interesse em fazer os investimentos que o Brasil precisa?

Acho que sim, porque existe uma demanda por infraestrutura muito grande. Se tivermos regras claras, um ambiente de licenciamento que faça sentido, menos oneroso, menos lento, você pode, sim, ter um aumento de investimento do setor privado, uma vez superada a pandemia.

Haverá espaço para retomar a discussão sobre outras reformas, além da tributária, após a pandemia?

É possível que o Congresso, no segundo semestre, já esteja de olho nas eleições para a sucessão dos presidentes Rodrigo Maia (Câmara dos Deputados) e David Alcolumbre (Senado). Então, a perspectiva de reformas adicionais ficou muito mais incerta. Adoraria poder dizer que a gente vai fazer desse limão uma limonada, mas tenho dúvidas se vamos conseguir.

RAIO-X
Mário Mesquita, 54

Economista-chefe Itaú Unibanco. Foi sócio do Banco Brasil Plural, diretor de Política Econômica do Banco Central, economista-chefe do ABN Amro no Brasil e atuou também no FMI (Fundo Monetário Internacional). Tem doutorado em economia pela Universidade de Oxford (Reino Unido) e mestrado em economia pela PUC do Rio

Folha de São Paulo

 

Opinião dos leitores

  1. BG
    Numa hora terrivel que estamos passando no mundo, vem um imbecil deste falar em aumentar impostos. Só pode ser um babaca, enquanto milhares de pessoas vão se juntar ais de 14 milhões de desempregados que já temos no Brasil esse Zé-mané vem com uma conversa extemporânea destas. É muita pequinês deste individuo. Precisamos é zerar os impostos por um bom tempo, para que possamos nos reerguer.

  2. Imposto aqui só lasca o fudido e o classe merda que se acha muita coisa. O Itaú continuará com seus lucros.

  3. A maior desgraça q já se abateu sobre nosso país chama-se Bolsonaro.
    Desde q ele foi eleito é só desgraça.
    Não melhorou a vida de ninguém.
    Só deu bom p bancos e agropecuarista exportador.

    1. Esqueceu os militares das Forças Armada? Estão rindo à toa com os aumentos salariais!

    2. Cidadão, esqueceu o que LULADRAO disse, vá lê. Disse assim, nunca aqui no Brasil banqueiro ganhou tanto dinheiro como no meu governo. Portanto, o roubo vem de muito tempo. A diferença, por enquanto, é que o governo atual não tá roubando para ele e para os seus, mas vai mudar logo logo com a entrada do centrão no governo. Já no governo de LULADRAO, foram trilhões. Agora só analisar.

  4. Aí ficam querendo aparecer dizendo que estão doando, fazendo propaganda na Globolixo caras e os clientes e a população que pague pora vai pra aquele canto bando de oportunistas

  5. Çey. Um aumento da carga de impostos. Çey. E quem vai pagar.? Bancos que não serão. A Secretaria Especial da Receita Federal publicou instrução normativa nesta segunda-feira (27) reduzindo de 20% para 15% a alíquota de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) cobrada dos bancos, referente aos resultados do ano de 2019. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.942, DE 27 DE ABRIL DE 2020. Ja sei. Uma nova reforma trabalhista, ou uma nova reforma da Previdencia. Nao, melhor, congelamento de salarios dos servidores publicos. ou ainda, salario minimo sem aumento de ganho real. OU……sei lá. Mas bancos vão pagar nada a mais nao.

  6. Esses banqueiros safados já nos assaltaram a vida inteira com as maiores taxas do mundo de juros, de cartão, e de tudo que for possível. Agora querem terminar de matar o povo brasileiro, canalhas, ladrões, assaltantes. Cartão 200%, 300 até mais 400% de juros. Isso é um bando de assaltantes de gravata. Tinha era que prender todos.

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Geral

É POSSÍVEL: instalar energia solar e pagar com a economia feita na conta de luz

Foto: Ilustrativa

Uma das maiores dúvidas de quem está querendo investir em energia solar é saber se compensa o investimento, em relação à economia que será gerada. Uma empresa aqui do RN, a Megga Solar, criou um sistema capaz de garantir esta equação, ou seja, com a economia mensal na conta de energia, pagar as parcelas da instalação da energia solar, em residências ou em empresas.

Segundo o diretor da empresa, Max Assunção, “com o Sistema Megga Solar o cliente instala energia solar em casa ou na empresa e o valor das parcelas mensais será igual ou até menor do que o valor da sua conta de energia”, e complementa afirmando “ou seja: você paga a instalação com a própria economia que vai ter na sua conta de luz”.

A Megga Solar é hoje uma das empresas de energia solar que mais crescem no Brasil, e já é recordista de potência instalada no Nordeste.

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Finanças

Governo do RN tem previsão de pagar folha de novembro de 2018 até 15 de fevereiro

Foto: Ilustrativa

O secretário estadual de Planejamento e Finanças, Aldemir Freire, disse nesta quarta-feira(15), durante reunião com o Fórum de Servidores para discutir o pagamento de salários, que o Governo do Estado espera pagar até o dia 15 de fevereiro a folha de novembro de 2018 para os servidores que ainda não receberam os seus vencimentos daquele mês.

A previsão, de acordo com o secretário, depende de um empréstimo que o Governo do Estado negocia com o banco Daycoval. Ele, inclusive, disse que os últimos detalhes do acerto ainda estão sendo discutidos com a instituição financeira. Na sequência, informou que o governo vai pedir autorização da Secretaria de Tesouro Nacional para fechar o empréstimo.

Opinião dos leitores

  1. Que coisa triste é essa com nós aposentados..o pior que continuamos pagando depois de aposentados.ninguem ver isso.!crueldade..trabalhamos o tempo.

  2. As mesmas desculpas. E haja empréstimos, e ainda não dar para pagar os atrasados. Será que como sindicalista ela, a governadora, aceitaria esse descaso? E em 2019 nós aposentados e pensionistas não tivemos um centavo de aumento. Acorda babões do governo estadual..

  3. Cada dia que passa a situação fica pior,principalmente para nós que somos aposentados, e ninguém se pronuncia a nosso favor,acho isso uma falta de consideração, já que passamos mais de 25 anos contribuindo e hoje somos os mais prejudicados.E quanto ao reajuste salarial quando vai ser pago?

  4. Seria muito pior se Robinson tivesse continuado!! Ou Carlos Caloteiro ganhado!!
    Fátima tá fazendo aplausos!!

    1. Será mesmo? Fátima Bezerra só tem feito mentir descaradamente. Afirmou aos quatro cantos que: TODO DINHEIRO EXTRA QUE ENTRASSE NO CAIXA DO GOVERNO SERIA PARA PAGAR OS SALÁRIOS ATRASADOS. Entrou: 1,8 bilhão de empréstimo, venda da folha ao Banco do Brasil, cessão onerosa do pré-sal e antecipação dos royalties. E os salários atrasados, nada de quitá-los. Essa cidadã paraibana está acabando com os potiguares. Se com tantas rendas extras, tá fazendo desse jeito, imagina este ano de 2020 que as torneiras fecharam. Não dá para acreditar em suas palavras, pois nunca são cumpridas! Hospitais sendo fechados, falta de medicamentos, o não pagamento aos fornecedores e a violência voltando com força, infelizmente. Esses são os avanços do governo Fátima Bezerra. BG, espero que você publique este comentário.

  5. Tem que lembrar as esses incompetentes que hoje tomam conta do estado, que todas essas folhas devem ser corrigidas financeiramente.

  6. Precisamos de uma posição sobre dez/2018 e 13 salário/2018.
    Estamos ainda c esses salários atrasados.

  7. Onde está o dinheiro???
    Grande pergunta Rei. Tenho sofrido muito desde de que levei o cangapé do governo é fiquei sem receber salários e 13° terceiro.
    Contudo, o governo atual já ganhou a campanha com promessa de quitar esse passivo! A última promessa de quitação desse débito com servidor, foi aprovada pela AL no valor 1,8 bi em dezembro de 2019, e, até agora a cantiga é a mesma: ou seja, conversa pra boi dormir. O servidor do RN virou escravo de um governo mercenário e mentiroso.

  8. Eu nunca vi tanta demora e desculpas para pagar um dinheiro que é nosso. Ano passado tinha: venda dos Royalties, pré sal e esse empréstimo para quitar as três folhas. Agora o empréstimo é só para para a Folha de novembro de 2018! Aja PACIÊNCIA!

  9. Pra onde foi o dinheiro da venda da folha ao BB, adiantamento de royalties, a esse mesmo banco e dinheiro da ceção onerosa do pré sal?

    1. Pagou os salários de 2019. Fico imaginando o que seria de nós servidores se esse monte de recurso extra não tivesse entrado

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Diversos

Câmara de Natal aprova crédito de R$ 16 milhões do Pré-Sal para pagar aposentados

Foto: Verônica Macedo

Os vereadores de Natal retornaram do recesso parlamentar de fim de ano e aprovaram, em Sessão Extraordinária nesta segunda-feira (30), a abertura de crédito especial de R$ 16.187.867,44 em favor do Fundo Financeiro da Previdência (Funfipre), vinculado ao Instituto da Previdência dos Servidores Municipais (NatalPrev). O crédito é oriundo da repartição da Cessão Onerosa do Bônus de Assinatura do Pré-Sal, da qual os municípios têm direito a uma parcela de 15%, conforme critérios estabelecidos na Lei Federal n° 13.885/19.

O presidente da Câmara, vereador Paulinho Freire (PSDB) explicou que o projeto precisava ser votado pelo Legislativo para poder ser usado de imediato, já que não estava previsto no orçamento. “Tínhamos que aprovar ainda neste ano. Da mesma forma que o Governo do Estado fez, o município também deve fazer. Esses recursos só poderão ir para o fundo previdenciário e, dessa forma, o dinheiro que o Município injeta para cobrir o déficit desse fundo, poderá ser utilizado para outros fins”, disse o presidente.

O município possui dois fundos previdenciários: o Funfipre, formado pela contribuição de servidores que ingressaram no serviço municipal antes de 2002; e o Fundo Capitalizado da Previdência (Funcapre), dos servidores que ingressaram após esta data. “Os recursos irão para o Funfipre, que é deficitário porque arrecada R$ 5,5 milhões por mês, mas precisa de R$ 21,5 milhões para cobrir a folha. O que fica faltando é o Município quem tem que cobrir, retirando de outras áreas. Com os R$ 16 milhões que aprovamos, o Município vai ganhar fôlego para cobrir esse déficit por um mês”, esclareceu o líder do Governo na Casa, vereador Kleber Fernandes (PDT).

Para a vereadora Nina Souza (PDT) utilizar o dinheiro do pré-sal no Funfipre ajudará o município em outras necessidades. “O que temos que fazer agora é sugerir que o Governo supra algumas demandas que o município necessita agora no começo de 2020”, propôs. Já a vereadora Carla Dickson (PROS) relembrou que a Câmara tem contribuído com as finanças do Município, como a devolução da sobra orçamentária de R$ 5,5 milhões ao Executivo. Ela também sugeriu que, com o fôlego nas contas, seja possível atender demandas urgentes, como no sistema de saúde. “Com o que a Câmara devolveu e esses recursos do pré-sal, são quase R$ 22 milhões que não estavam previstos e que vão gerar uma economia nas contas. Que sejam agora utilizados nos serviços essenciais, como o pagamento dos fornecedores da Secretaria de Saúde”, disse.

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Finanças

PANCADA: Banda Aviões do Forró deve pagar R$ 292 milhões à Receita Federal por sonegação

Aviões do Forró teve show repleto de sucessos da banda, no São João da Capitá — Foto: Charles Johnson/Divulgação

O grupo empresarial A3, que detém a marca da banda Aviões do Forró, deverá pagar o valor de R$ 292.231.060 à Receita Federal. O valor corresponde a 40 procedimentos fiscais abertos pela instituição desde 2018, após as investigações apontarem sonegação fiscal do grupo do ramo de entretenimento. O caso foi investigado na Operação For All.

A Operação foi realizada em outubro de 2016 com o intuito de apurar se o grupo econômico adquiria bens, como veículos e imóveis, sem declará-los no Imposto de Renda. Houve constatação de indícios de lavagem de capitais, falsidade ideológica e associação criminosa. Segundo a Receita, as bandas de forró declaravam entre 20% e 50% dos cachês; o restante era pago em dinheiro em espécie, antes de elas subirem ao palco.

Entre os investigados pela Receita Federal, estavam a A3 Entretenimento, as bandas Aviões do Forró, Solteirões do Forró, Forró dos Plays e Forró do Muído. Além de empresários do ramo, como Antônio Isaías Paiva, Zequinha Aristides e seu filho Carlos Aristides Almeida Pereira e os cantores Solange de Almeida Pereira, José Alexandre da Silva Filho (Xand Avião), José Raimundo de Lima (‘Zé Cantor’) e Samyra Oliveira Silva.

O G1 tentou contato com assessores e empresários citados, mas os telefonemas não foram atendidos desde o início da manhã desta quarta-feira (18).

Sonegação e multas

A informação foi confirmada pela Divisão de Fiscalização da Receita Federal, que disse não poder entrar em detalhes sobre os valores referentes a cada investigado, minuciosamente, em razão do sigilo fiscal.

A dívida a ser paga soma o valor de multas aplicadas pelo Fisco e os impostos sonegados, como o Imposto Sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF) e o Imposto Sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ).

“Uma vez feito este lançamento, as empresas e as pessoas físicas entram na fase de defesa”, explica a Divisão de Fiscalização do Órgão. Agora, os investigados podem tentar impugnar o lançamento seja de forma administrativa ou judicial.

“A busca e apreensão ocorreu em 2016, foi quando captamos provas da sonegação. Outras fiscalizações começaram em 2018 e a última terminou agora em novembro de 2019. Como eram muitas empresas e muitas pessoas físicas, foram feitos gradualmente”, argumenta a Receita.

G1-CE

 

Opinião dos leitores

  1. Vc deve contar nos dedos os artistas fora do mundo anglófono que movimentam uma grana dessas. Se exagera na cobrança de multas. Não digo que não exista sonegação.

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Esporte

Site italiano diz que Flamengo vai pagar R$ 81,3 milhões à Inter por Gabigol

Foto: Marcelo Regua / Agência O Globo

As conversas entre Flamengo e Inter de Milão avançaram e os dois clubes estão próximos de fechar um acordo para que Gabigol seja comprado em definitivo pelo Rubro-negro. De acordo com o site “CalcioMercato.com”, o Flamengo deve comprar o camisa 9 por 18 milhões de euros (R$ 81,3 milhões) em dezembro, quando se encerra o contrato de empréstimo do atleta.

Artilheiro do Flamengo na temporada, com 28 gols em 38 partidas (média de 0,73 por jogo), Gabigol caiu nas graças da torcida pelo bom desempenho em campo e gols em jogos decisivos, e sua permanência é tratada no momento como uma das prioridades da diretoria do Flamengo.

A reportagem do “CalcioMercatto.com” também destaca que, além do acordo com a Inter de Milão, o Flamengo também precisa negociar com o próprio Gabigol os termos de contrato, como duração do contrato e salário.

Adquirido pela Inter de Milão em 2016, quando defendia o Santos, por 30 milhões de euros, Gabigol só vestiu a camisa do clube 10 vezes, marcando um gol em sua passagem pela Itália. Após uma rápida passagem pelo Benfica, onde também jogou pouco, o atacante retornou ao Brasil em 2018 para defender o Santos, onde marcou 18 gols em 35 jogos do Campeonato Brasileiro. Em 2019, ele foi contratado pelo Flamengo, e é o artilheiro do clube na temporada.

Extra – O Globo

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