Vamos precisar de aumento temporário de impostos para pagar a crise do coronavírus, diz economista-chefe do Itaú

Foto: Reprodução

O preço que o Brasil pagará por ter sido atingido pela pandemia do coronavírus com uma dívida pública muito alta será um aumento temporário de impostos, segundo Mário Mesquita, economista-chefe do Itaú Unibanco e ex-diretor do Banco Central.

“Começamos nessa crise como um ponto totalmente fora da curva”, diz ele, em referência ao endividamento do país que, por critérios do FMI (Fundo Monetário Internacional), já beira 90% do PIB (Produto Interno Bruto), contra uma média de 53% do PIB dos países emergentes.

Para Mesquita, há consenso sobre a necessidade de o governo realizar gastos emergenciais para responder à dupla crise, na saúde e na economia. Mas eles resultarão em uma dívida ainda mais alta: “A gente vai ter que pagar por isso. O Brasil vai ter que pagar essa conta”, afirma.

O economista ressalta que a situação brasileira é agravada ainda pela turbulência política:

“Essa incerteza reduziu a confiança sobre a manutenção dos rumos da política econômica”.

Isso terá reflexos que tendem a se estender após a crise, quando o Brasil poderá ficar de fora do radar de investidores em busca de ativos com boa remuneração.

“O Brasil pode não se beneficiar dessa onda, se a gente continuar em um processo de alta instabilidade política e se existirem dúvidas sobre a política fiscal”, diz.

Segundo ele, é importante que, passada a crise neste ano, o governo retome o compromisso com o controle de gastos. Isso, no entanto, não será suficiente para garantir a capacidade de pagamento da dívida pública, que precisará ser financiada com o aumento da já elevada carga tributária, equivalente a 33,2% do PIB em 2019.

Mesquita destaca que, embora essa discussão não seja apropriada para este momento, no segundo semestre ou no início de 2021, ela será inevitável.

“Teremos que distribuir o custo dessa crise de uma forma socialmente justa, tanto quanto possível”, diz o economista.

O quanto a recente instabilidade política agrava nossa situação econômica em meio à pandemia?

Incerteza é sempre ruim para a confiança e, portanto, para decisões de investimentos. Toda essa volatilidade política não só dificulta a resposta à crise no curto prazo, mas atua contra uma eventual retomada da economia. A incerteza que o mercado teve na semana passada, ainda não totalmente eliminada, reduziu a confiança na manutenção dos rumos da política econômica e isso só veio atrapalhar.

Como isso atrapalha?

Causa elevação do risco-país, contribui para a depreciação da moeda, além do que justificariam os fundamentos da economia, o que pode, lá na frente, gerar riscos inflacionários. Contribui para a elevação das taxas de juros mais longas, atuando contra uma eventual recuperação da economia.

Qual já tem sido o impacto da pandemia sobre a economia real no Brasil?

A gente aqui no Itaú tem um indicador próprio de atividade econômica em frequência diária, com base no que a gente consegue enxergar, como o consumo de energia elétrica. Esse indicador mostrou uma queda muito abrupta nos primeiros 10 dias do distanciamento social, entre 15 a 25 de março, aproximadamente.

E, depois, ele começou a se recuperar. Então, grosso modo, considerando um nível 100 como ponto de partida pré-crise, ele caiu para algo como 55 e, agora, está próximo a 65, 70.

Para a gente se recuperar mais, precisaremos ter o início do relaxamento das medidas do distanciamento social o que, por sua vez, requer que a gente passe do pior momento da curva da pandemia.

Essa melhora que vocês observaram no índice não é inconsistente com o isolamento social que deveria estar sendo feito?

Acho que tem dois fatores aí. Em parte, algum impacto das políticas de transferência de renda que o governo fez, sustentando a atividade, mas também um certo relaxamento espontâneo das medidas de distanciamento social. O pior cenário é um relaxamento das medidas, de forma prematura, que te force voltar a adotá-las.

Qual é sua avaliação da gestão da crise no Brasil?

Não sou especialista em saúde. Do ponto de vista da economia, a gente está tendo uma resposta fiscal intensa, equivalente a algo entre 5% e 6,5% do PIB, muito maior do que em crises anteriores.

É uma resposta suficiente?

Era a resposta possível para um país que já entrou na crise altamente endividado. Uma lição que fica dessa pandemia é que, eventualmente, quando a gente tiver períodos de crescimento, de bonança, temos que trabalhar para constituir reservas locais. Temos as reservas internacionais lá no Banco Central, mas precisamos de reservas fiscais robustas para poder lidar com esse tipo de contingência.

Não tendo, paciência, teremos um aumento grande de endividamento. Ninguém vai insistir na persistência do ajuste fiscal, ao longo de 2020, em uma crise tão severa quanto esta. O mercado está, absolutamente, consciente disso. Os economistas todos, independente do viés ideológico, concordam. No entanto, é preciso reconhecer que já tínhamos uma situação de endividamento elevado.

Como nossa dívida se compara a de outros países emergentes?

Pelos critérios do FMI, a dívida dos emergentes com qualidade de crédito melhor é de 20% do PIB. Se considerarmos todos os emergentes, a média é 53% do PIB e a dívida brasileira já é quase 90% do PIB. Ou seja, já começamos nessa crise como um ponto totalmente fora da curva. A gente vai ter que pagar por isso. O Brasil vai ter que pagar essa conta.

Como?

É inevitável que, no futuro, a gente tenha um certo aumento da carga tributária, ainda que, idealmente, temporário. A gente estava discutindo uma reforma tributária de forma muito voltada ao crescimento, ao aumento da eficiência da economia, à redução do custo envolvido no pagamento de impostos.

Mas, agora, teremos que distribuir o custo dessa crise, de uma forma socialmente justa, tanto quanto possível. A sociedade tem que ter maturidade, e acho que terá, para lidar com isso.

Então, a discussão da reforma tributária terá um componente adicional sobre aumento temporário de impostos, para colocar a dívida de volta em uma trajetória sustentável, em um horizonte razoável. Mas esse é um debate para o pós-crise.

Como aumentar a carga tributária em um país como o Brasil, onde ela já é tão alta?

Concordo que a carga é elevada. No entanto, a dívida também é, e está ficando mais elevada ainda. O gasto público é pago por impostos. Ou impostos hoje, ou impostos no futuro. Ou impostos explícitos, ou impostos disfarçados, entre os quais, o mais conhecido nosso é a inflação.

Vamos ter que continuar, lá na frente, não agora, com a agenda de austeridade, de controle de gastos, mas não conseguimos fazer tudo só do lado do gasto. Então, a carga tributária vai ter que aumentar e ser distribuída de forma mais razoável.

Por exemplo, chegou-se a discutir muito a cobrança de imposto sobre fundos exclusivos. Temos que revisitar o tratamento tributário em vários setores, várias atividades, a questão da “pejotização” também pode ser discutida. Há pessoas que fazem a mesma atividade, mas uma, como pessoa física, paga muito mais impostos do que a outra, como PJ (pessoa jurídica). Então, isso tudo terá que ser discutido, mas não agora. No pós-crise, imagino que no segundo semestre ou no início do ano que vem.

Como tem sido a busca das empresas pelas linhas de crédito emergenciais?

Houve um aumento grande da demanda por crédito por parte das empresas maiores. Entre as de porte pequeno e médio, a gente tem notado uma relutância em pegar linha para financiar a folha de pagamentos, porque eles não sabem se vão conseguir manter a mão-de-obra do mesmo tamanho.

Esse ponto talvez precise ser revisto?

Não sei, porque a preocupação do governo com o emprego é legítima e bastante grande. A restrição que existiu inicialmente à concessão de financiamento às pequenas empresas com pendência previdenciária inicialmente limitou a efetividade da medida, dado que 70% delas têm problemas. A revisão desse aspecto deve aumentar o impacto da medida.

Após a crise, como deverão ficar os fluxos de investimentos?

A gente está tendo mais uma rodada de expansão monetária global bastante intensa e isso vai levar a uma busca por retornos, por diversificação do investimento, que tende a beneficiar os mercados emergentes. Só que você tem que se ajudar também, não é? E, por se ajudar, me refiro a ter menos instabilidade política, apresentar números de crescimento melhores.

O Brasil não vai, necessariamente, se beneficiar dessa onda, como se beneficiou na saída de crises anteriores, se a gente continuar em um processo de alta instabilidade política e se existirem dúvidas sobre a política fiscal. Nós temos uma âncora institucional que é o teto de gastos, que dá aos investidores o conforto de “ok, a dívida é muito alta, mas, lá na frente, ela vai cair porque você vai ter um limite do crescimento do gasto”. Se a gente em algum momento se livrar do teto de gastos, vai perder essa âncora.

O setor privado teria interesse em fazer os investimentos que o Brasil precisa?

Acho que sim, porque existe uma demanda por infraestrutura muito grande. Se tivermos regras claras, um ambiente de licenciamento que faça sentido, menos oneroso, menos lento, você pode, sim, ter um aumento de investimento do setor privado, uma vez superada a pandemia.

Haverá espaço para retomar a discussão sobre outras reformas, além da tributária, após a pandemia?

É possível que o Congresso, no segundo semestre, já esteja de olho nas eleições para a sucessão dos presidentes Rodrigo Maia (Câmara dos Deputados) e David Alcolumbre (Senado). Então, a perspectiva de reformas adicionais ficou muito mais incerta. Adoraria poder dizer que a gente vai fazer desse limão uma limonada, mas tenho dúvidas se vamos conseguir.

RAIO-X
Mário Mesquita, 54

Economista-chefe Itaú Unibanco. Foi sócio do Banco Brasil Plural, diretor de Política Econômica do Banco Central, economista-chefe do ABN Amro no Brasil e atuou também no FMI (Fundo Monetário Internacional). Tem doutorado em economia pela Universidade de Oxford (Reino Unido) e mestrado em economia pela PUC do Rio

Folha de São Paulo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rogério Rocha disse:

    Ele quer dizer aumentar JUROS DOS BANQUEIROS, não seria melhor tarifar o lucro deles?

  2. Morais disse:

    Taxa-se apenas as grandes fortunas. Pronto! Tá resolvido!

  3. Paulo disse:

    BG
    Numa hora terrivel que estamos passando no mundo, vem um imbecil deste falar em aumentar impostos. Só pode ser um babaca, enquanto milhares de pessoas vão se juntar ais de 14 milhões de desempregados que já temos no Brasil esse Zé-mané vem com uma conversa extemporânea destas. É muita pequinês deste individuo. Precisamos é zerar os impostos por um bom tempo, para que possamos nos reerguer.

  4. Carlão disse:

    Imposto aqui só lasca o fudido e o classe merda que se acha muita coisa. O Itaú continuará com seus lucros.

  5. Cidadão pagador de impostos disse:

    A maior desgraça q já se abateu sobre nosso país chama-se Bolsonaro.
    Desde q ele foi eleito é só desgraça.
    Não melhorou a vida de ninguém.
    Só deu bom p bancos e agropecuarista exportador.

    • Antenado disse:

      As hienas não se conformam.

    • Petrus disse:

      Esqueceu os militares das Forças Armada? Estão rindo à toa com os aumentos salariais!

    • Ojuara disse:

      Cidadão, esqueceu o que LULADRAO disse, vá lê. Disse assim, nunca aqui no Brasil banqueiro ganhou tanto dinheiro como no meu governo. Portanto, o roubo vem de muito tempo. A diferença, por enquanto, é que o governo atual não tá roubando para ele e para os seus, mas vai mudar logo logo com a entrada do centrão no governo. Já no governo de LULADRAO, foram trilhões. Agora só analisar.

  6. Cidadão Indignado disse:

    Banqueiro é a imagem do DEMÔNIO! Esses caras são muito cruéis.

  7. Minha Opinião disse:

    Aí ficam querendo aparecer dizendo que estão doando, fazendo propaganda na Globolixo caras e os clientes e a população que pague pora vai pra aquele canto bando de oportunistas

  8. Observando disse:

    Çey. Um aumento da carga de impostos. Çey. E quem vai pagar.? Bancos que não serão. A Secretaria Especial da Receita Federal publicou instrução normativa nesta segunda-feira (27) reduzindo de 20% para 15% a alíquota de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) cobrada dos bancos, referente aos resultados do ano de 2019. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.942, DE 27 DE ABRIL DE 2020. Ja sei. Uma nova reforma trabalhista, ou uma nova reforma da Previdencia. Nao, melhor, congelamento de salarios dos servidores publicos. ou ainda, salario minimo sem aumento de ganho real. OU……sei lá. Mas bancos vão pagar nada a mais nao.

  9. Ojuara disse:

    Esses banqueiros safados já nos assaltaram a vida inteira com as maiores taxas do mundo de juros, de cartão, e de tudo que for possível. Agora querem terminar de matar o povo brasileiro, canalhas, ladrões, assaltantes. Cartão 200%, 300 até mais 400% de juros. Isso é um bando de assaltantes de gravata. Tinha era que prender todos.

É POSSÍVEL: instalar energia solar e pagar com a economia feita na conta de luz

Foto: Ilustrativa

Uma das maiores dúvidas de quem está querendo investir em energia solar é saber se compensa o investimento, em relação à economia que será gerada. Uma empresa aqui do RN, a Megga Solar, criou um sistema capaz de garantir esta equação, ou seja, com a economia mensal na conta de energia, pagar as parcelas da instalação da energia solar, em residências ou em empresas.

Segundo o diretor da empresa, Max Assunção, “com o Sistema Megga Solar o cliente instala energia solar em casa ou na empresa e o valor das parcelas mensais será igual ou até menor do que o valor da sua conta de energia”, e complementa afirmando “ou seja: você paga a instalação com a própria economia que vai ter na sua conta de luz”.

A Megga Solar é hoje uma das empresas de energia solar que mais crescem no Brasil, e já é recordista de potência instalada no Nordeste.

Governo do RN tem previsão de pagar folha de novembro de 2018 até 15 de fevereiro

Foto: Ilustrativa

O secretário estadual de Planejamento e Finanças, Aldemir Freire, disse nesta quarta-feira(15), durante reunião com o Fórum de Servidores para discutir o pagamento de salários, que o Governo do Estado espera pagar até o dia 15 de fevereiro a folha de novembro de 2018 para os servidores que ainda não receberam os seus vencimentos daquele mês.

A previsão, de acordo com o secretário, depende de um empréstimo que o Governo do Estado negocia com o banco Daycoval. Ele, inclusive, disse que os últimos detalhes do acerto ainda estão sendo discutidos com a instituição financeira. Na sequência, informou que o governo vai pedir autorização da Secretaria de Tesouro Nacional para fechar o empréstimo.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulino disse:

    Parabéns governadora ,essas dividas foram do Robinson farias e Rosalba dente burro

  2. Salete Varella Barca disse:

    Que coisa triste é essa com nós aposentados..o pior que continuamos pagando depois de aposentados.ninguem ver isso.!crueldade..trabalhamos o tempo.

  3. Francisca Neuma Dantas disse:

    As mesmas desculpas. E haja empréstimos, e ainda não dar para pagar os atrasados. Será que como sindicalista ela, a governadora, aceitaria esse descaso? E em 2019 nós aposentados e pensionistas não tivemos um centavo de aumento. Acorda babões do governo estadual..

  4. Laudecir da Silva disse:

    Cada dia que passa a situação fica pior,principalmente para nós que somos aposentados, e ninguém se pronuncia a nosso favor,acho isso uma falta de consideração, já que passamos mais de 25 anos contribuindo e hoje somos os mais prejudicados.E quanto ao reajuste salarial quando vai ser pago?

  5. Jeam disse:

    Seria muito pior se Robinson tivesse continuado!! Ou Carlos Caloteiro ganhado!!
    Fátima tá fazendo aplausos!!

    • Neto disse:

      Será mesmo? Fátima Bezerra só tem feito mentir descaradamente. Afirmou aos quatro cantos que: TODO DINHEIRO EXTRA QUE ENTRASSE NO CAIXA DO GOVERNO SERIA PARA PAGAR OS SALÁRIOS ATRASADOS. Entrou: 1,8 bilhão de empréstimo, venda da folha ao Banco do Brasil, cessão onerosa do pré-sal e antecipação dos royalties. E os salários atrasados, nada de quitá-los. Essa cidadã paraibana está acabando com os potiguares. Se com tantas rendas extras, tá fazendo desse jeito, imagina este ano de 2020 que as torneiras fecharam. Não dá para acreditar em suas palavras, pois nunca são cumpridas! Hospitais sendo fechados, falta de medicamentos, o não pagamento aos fornecedores e a violência voltando com força, infelizmente. Esses são os avanços do governo Fátima Bezerra. BG, espero que você publique este comentário.

  6. Matematica disse:

    O q era para dezembro, ficou para janeiro, e agora ficou para fevereiro.

  7. Pedro disse:

    Tem que lembrar as esses incompetentes que hoje tomam conta do estado, que todas essas folhas devem ser corrigidas financeiramente.

  8. Almir Dionísio disse:

    Precisamos de uma posição sobre dez/2018 e 13 salário/2018.
    Estamos ainda c esses salários atrasados.

  9. Francisco Alves disse:

    Onde está o dinheiro???
    Grande pergunta Rei. Tenho sofrido muito desde de que levei o cangapé do governo é fiquei sem receber salários e 13° terceiro.
    Contudo, o governo atual já ganhou a campanha com promessa de quitar esse passivo! A última promessa de quitação desse débito com servidor, foi aprovada pela AL no valor 1,8 bi em dezembro de 2019, e, até agora a cantiga é a mesma: ou seja, conversa pra boi dormir. O servidor do RN virou escravo de um governo mercenário e mentiroso.

  10. Ana Maria disse:

    Eu nunca vi tanta demora e desculpas para pagar um dinheiro que é nosso. Ano passado tinha: venda dos Royalties, pré sal e esse empréstimo para quitar as três folhas. Agora o empréstimo é só para para a Folha de novembro de 2018! Aja PACIÊNCIA!

  11. Zé Lopes disse:

    Você me paga cachorra!

  12. Rei disse:

    Pra onde foi o dinheiro da venda da folha ao BB, adiantamento de royalties, a esse mesmo banco e dinheiro da ceção onerosa do pré sal?

Câmara de Natal aprova crédito de R$ 16 milhões do Pré-Sal para pagar aposentados

Foto: Verônica Macedo

Os vereadores de Natal retornaram do recesso parlamentar de fim de ano e aprovaram, em Sessão Extraordinária nesta segunda-feira (30), a abertura de crédito especial de R$ 16.187.867,44 em favor do Fundo Financeiro da Previdência (Funfipre), vinculado ao Instituto da Previdência dos Servidores Municipais (NatalPrev). O crédito é oriundo da repartição da Cessão Onerosa do Bônus de Assinatura do Pré-Sal, da qual os municípios têm direito a uma parcela de 15%, conforme critérios estabelecidos na Lei Federal n° 13.885/19.

O presidente da Câmara, vereador Paulinho Freire (PSDB) explicou que o projeto precisava ser votado pelo Legislativo para poder ser usado de imediato, já que não estava previsto no orçamento. “Tínhamos que aprovar ainda neste ano. Da mesma forma que o Governo do Estado fez, o município também deve fazer. Esses recursos só poderão ir para o fundo previdenciário e, dessa forma, o dinheiro que o Município injeta para cobrir o déficit desse fundo, poderá ser utilizado para outros fins”, disse o presidente.

O município possui dois fundos previdenciários: o Funfipre, formado pela contribuição de servidores que ingressaram no serviço municipal antes de 2002; e o Fundo Capitalizado da Previdência (Funcapre), dos servidores que ingressaram após esta data. “Os recursos irão para o Funfipre, que é deficitário porque arrecada R$ 5,5 milhões por mês, mas precisa de R$ 21,5 milhões para cobrir a folha. O que fica faltando é o Município quem tem que cobrir, retirando de outras áreas. Com os R$ 16 milhões que aprovamos, o Município vai ganhar fôlego para cobrir esse déficit por um mês”, esclareceu o líder do Governo na Casa, vereador Kleber Fernandes (PDT).

Para a vereadora Nina Souza (PDT) utilizar o dinheiro do pré-sal no Funfipre ajudará o município em outras necessidades. “O que temos que fazer agora é sugerir que o Governo supra algumas demandas que o município necessita agora no começo de 2020”, propôs. Já a vereadora Carla Dickson (PROS) relembrou que a Câmara tem contribuído com as finanças do Município, como a devolução da sobra orçamentária de R$ 5,5 milhões ao Executivo. Ela também sugeriu que, com o fôlego nas contas, seja possível atender demandas urgentes, como no sistema de saúde. “Com o que a Câmara devolveu e esses recursos do pré-sal, são quase R$ 22 milhões que não estavam previstos e que vão gerar uma economia nas contas. Que sejam agora utilizados nos serviços essenciais, como o pagamento dos fornecedores da Secretaria de Saúde”, disse.

PANCADA: Banda Aviões do Forró deve pagar R$ 292 milhões à Receita Federal por sonegação

Aviões do Forró teve show repleto de sucessos da banda, no São João da Capitá — Foto: Charles Johnson/Divulgação

O grupo empresarial A3, que detém a marca da banda Aviões do Forró, deverá pagar o valor de R$ 292.231.060 à Receita Federal. O valor corresponde a 40 procedimentos fiscais abertos pela instituição desde 2018, após as investigações apontarem sonegação fiscal do grupo do ramo de entretenimento. O caso foi investigado na Operação For All.

A Operação foi realizada em outubro de 2016 com o intuito de apurar se o grupo econômico adquiria bens, como veículos e imóveis, sem declará-los no Imposto de Renda. Houve constatação de indícios de lavagem de capitais, falsidade ideológica e associação criminosa. Segundo a Receita, as bandas de forró declaravam entre 20% e 50% dos cachês; o restante era pago em dinheiro em espécie, antes de elas subirem ao palco.

Entre os investigados pela Receita Federal, estavam a A3 Entretenimento, as bandas Aviões do Forró, Solteirões do Forró, Forró dos Plays e Forró do Muído. Além de empresários do ramo, como Antônio Isaías Paiva, Zequinha Aristides e seu filho Carlos Aristides Almeida Pereira e os cantores Solange de Almeida Pereira, José Alexandre da Silva Filho (Xand Avião), José Raimundo de Lima (‘Zé Cantor’) e Samyra Oliveira Silva.

O G1 tentou contato com assessores e empresários citados, mas os telefonemas não foram atendidos desde o início da manhã desta quarta-feira (18).

Sonegação e multas

A informação foi confirmada pela Divisão de Fiscalização da Receita Federal, que disse não poder entrar em detalhes sobre os valores referentes a cada investigado, minuciosamente, em razão do sigilo fiscal.

A dívida a ser paga soma o valor de multas aplicadas pelo Fisco e os impostos sonegados, como o Imposto Sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF) e o Imposto Sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ).

“Uma vez feito este lançamento, as empresas e as pessoas físicas entram na fase de defesa”, explica a Divisão de Fiscalização do Órgão. Agora, os investigados podem tentar impugnar o lançamento seja de forma administrativa ou judicial.

“A busca e apreensão ocorreu em 2016, foi quando captamos provas da sonegação. Outras fiscalizações começaram em 2018 e a última terminou agora em novembro de 2019. Como eram muitas empresas e muitas pessoas físicas, foram feitos gradualmente”, argumenta a Receita.

G1-CE

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rick disse:

    Vc deve contar nos dedos os artistas fora do mundo anglófono que movimentam uma grana dessas. Se exagera na cobrança de multas. Não digo que não exista sonegação.

Site italiano diz que Flamengo vai pagar R$ 81,3 milhões à Inter por Gabigol

Foto: Marcelo Regua / Agência O Globo

As conversas entre Flamengo e Inter de Milão avançaram e os dois clubes estão próximos de fechar um acordo para que Gabigol seja comprado em definitivo pelo Rubro-negro. De acordo com o site “CalcioMercato.com”, o Flamengo deve comprar o camisa 9 por 18 milhões de euros (R$ 81,3 milhões) em dezembro, quando se encerra o contrato de empréstimo do atleta.

Artilheiro do Flamengo na temporada, com 28 gols em 38 partidas (média de 0,73 por jogo), Gabigol caiu nas graças da torcida pelo bom desempenho em campo e gols em jogos decisivos, e sua permanência é tratada no momento como uma das prioridades da diretoria do Flamengo.

A reportagem do “CalcioMercatto.com” também destaca que, além do acordo com a Inter de Milão, o Flamengo também precisa negociar com o próprio Gabigol os termos de contrato, como duração do contrato e salário.

Adquirido pela Inter de Milão em 2016, quando defendia o Santos, por 30 milhões de euros, Gabigol só vestiu a camisa do clube 10 vezes, marcando um gol em sua passagem pela Itália. Após uma rápida passagem pelo Benfica, onde também jogou pouco, o atacante retornou ao Brasil em 2018 para defender o Santos, onde marcou 18 gols em 35 jogos do Campeonato Brasileiro. Em 2019, ele foi contratado pelo Flamengo, e é o artilheiro do clube na temporada.

Extra – O Globo

Wesley Safadão é acusado de pagar perfis de fofoca em rede social; cantor nega e diz que se trata de ‘uma grande mentira’

Foto: Reprodução/Instagram

Wesley Safadão foi acusado de financiar perfis de fofocas no Instagram para falar bem dele e mal de outros artistas. Um jornalista divulgou uma planilha, na noite de quarta-feira (28), com o nome de 11 perfis da rede social que estariam envolvidos no esquema.

No documento, também constam os supostos valores que as páginas receberiam mensalmente de Safadão para divulgar notícias positivas a respeito dele. O CNPJ da empresa de Safadão, a WS Shows LTDA, aparece na planilha.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o cantor se defendeu das acusações, negou que isso tenha acontecido e se referiu ao episódio como “uma grande mentira que está sendo criada”.

— A gente trabalha tanto, cara. A gente se dedica tanto para construir uma carreira bacana, massa, para qualquer pessoa publicar o que quer, na hora que quer. Isso não acontece, nunca aconteceu e nunca vai acontecer. Isso é uma grande mentira que está sendo criada.

Safadão também mandou um recado diretamente para o jornalista e pediu para que ele tomasse cuidado com as publicações.

— Tenho certeza absoluta que a mãe desse rapaz, que se chama Erlan, não o criou para estar publicando mentira na internet. Erlan, eu não te conheço ainda, não faço muita questão de te conhecer, já deixando claro. Mas é o seguinte, cara: que você tenha mais cuidado nas suas publicações, irmão. Espero que essa sua fonte seja tão segura realmente como você publica.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Osvaldo Delgado disse:

    Então a novela revela a vida real.kkk

TJ nega recurso para bloqueio de R$ 604 mil do Estado para pagar 13º de delegados aposentados

A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do RN, à unanimidade de votos, negou um recurso interposto pela Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado do RN que objetivava reformar decisão proferida pela 3ª Vara da Fazenda Pública de Natal que indeferiu o pedido de bloqueio do valor de R$ 604.476,93 na conta bancária do Estado do Rio Grande do Norte, para fins de pagamento do 13º salário do ano de 2017 dos delegados aposentados. Todos os detalhes podem ser conferidos aqui no portal Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gil disse:

    Delegado aposentado com 50 anos e com salário de 25/30 mil. Tem uma que se aposentou a uns 2 anos q parece uma menina, outro q vive se candidatando a vereador, bem novinho e já faz uns 10 anos q está aposentado. É por essas e outras que quebraram o Estado. Tem que passar uma tesoura nesses salários astronômicos que o pobre RN paga. Passa uma régua de uns 50% nos salários acima de 20 mil que talvez o governo saia do buraco

    • Carlão disse:

      Estuda direito e mete os "peito". Claro que tem um monte de morto "nas calças", mas nem por isso a classe tem que ser desvalorizada.

    • M.D.R. disse:

      Que régua!só que a GOVERNADORA deu um reajuste de 16,38% a ELITE do ESTADO, enquanto os BARNABÉS já faz aproximadamente 10 sem reposição salarial. E vem levando no bico e cheio de manobras maldosa.

    • Amaro disse:

      O buraco é mais embaixo: Judiciário, Legislativo e MP.

  2. Ems disse:

    Que coisa ?!? Enquanto isso tem procurador recebendo 200mil. É imoral !!!

Comissão aprova projeto que obriga presos a pagar por suas despesas na prisão

A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou nessa terça-feira (14) um projeto de lei que obriga presos a ressarcir o Estado pelas despesas com sua manutenção em estabelecimento prisional.

Pelo texto, caso o presidiário não tenha condições de indenizar o governo, “poderá valer-se do produto de seu trabalho”. Nesta hipótese, o projeto estabelece desconto mensal de até 1/4 da remuneração recebida.

“Já o condenado que reúne condições econômicas deve promover o ressarcimento independentemente de exercer atividade remunerada durante o cumprimento da pena”, diz a relatora do projeto na comissão, senadora Soraya Thronicke (PSL-MS).

A proposta original foi apresentada em 2015 pelo então senador Waldemir Moka (MDB-MS).

O texto ainda precisa ser votado no plenário do Senado e passará pela Câmara.

O projeto diz que, na hipótese de não pagamento das despesas, haverá conversão em dívida e será aplicada a legislação relativa à cobrança de dívida ativa da Fazenda Pública.

Comprovado caso de hipossuficiência, ou seja, caso fique provado que o preso não pode pagar, a proposta diz que o débito fica suspenso e só poderá ser cobrado se, nos cinco anos seguintes, o preso conseguir condições de pagar. Passado este prazo, a obrigação do preso fica extinta.

Os valores decorrentes das despesas de manutenção do preso provisório serão descontados da remuneração ou pagos com recursos próprios e depositados judicialmente.

Esses recursos devem ser revertidos para o pagamento das despesas de manutenção em caso de condenação transitada em julgado. Em caso de absolvição, serão restituídos ao preso provisório.

“Eu escuto a voz do povo e, como sua representante neste parlamento, não posso ser contrária a este projeto”, afirma Thronicke.

A senadora argumenta que o projeto não defende que o preso “seja submetido nem a trabalhos forçados nem a trabalho obrigatório”.

Folha de São Paulo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Breno Luiz disse:

    Mas um motivo para esquerda fazer greve e passeatas, como um bandido pode pagar por suas despesas ao estado? O problema é de quem teve seus bens roubados, da família que teve seu ente assassinado, de quem teve seu comércio subtraído. Não pode atingir aos coitadinhos "excluídos" da sociedade.

STF sustenta sentença favorável ao Sindsaúde e Estado do RN será obrigado a pagar os salários atrasados com juros

Sindsaúde aguarda o STF devolver o processo para o TJ, para pedir o cumprimento da sentença

Desde 2016, tramita na justiça uma ação do Sindsaúde-RN contra o Governo do Rio Grande do Norte, pedindo a garantia os salários em dia e o pagamento dos valores correspondentes aos encargos por atraso para cada dia que o Estado descumprisse o calendário de pagamento. Nesses três anos, após várias tentativas do Estado recorrer da ação, o Supremo Tribunal Federal manteve a sentença, que decretava que toda vez que Estado atrasasse os salários deveria pagar com juros e correção monetária.

O Sindsaúde-RN aguarda o STF devolver o processo para o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, para pedir o cumprimento da sentença.

ENTENDA O CASO

Essa ação existe há mais de três anos, e pede o cumprimento do calendário de pagamento dos servidores, como também, o repasse referente aos juros e correção monetária para cada dia de atraso. O texto prevê, ainda, uma multa diária de 500 reais por servidor, para cada dia que o Estado atrasar os salários.

O Governo não pode mais recorrer da sentença, uma vez que já utilizou todos os recursos possíveis. Sendo assim, quando o processo retornar do STF para o Tribunal de Justiça, o Sindsaúde irá solicitar o cumprimento da sentença, oportunidade, na qual será verificado o valor que cada servidor (a) irá receber.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Val disse:

    Enquanto isso, os servidores do município de natal, tem uma setença transitado e julgado pelo STF, com ordem de execução de setença pela 3 vara da fazenda pública para atualização da matriz salarial. E o que o prefeito Álvaro Dias, fez? Além de não cumprir a setença. Diminuiu os salários dos servidores.

Prefeitura do Natal paga 81% dos servidores até quarta

A Prefeitura do Natal paga até amanhã (03) os servidores que ganham até R$ 3 mil líquido. Hoje foram pagos os salários até R$ 2 mil líquidos e na sexta-feira passada receberam servidores da Urbana, Arsban, Natalprev e magistério que têm recursos próprios para isso. Segundo dados da secretaria de Planejamento,  com o pagamento a ser realizado amanhã serão 18.186 servidores que recebem os salários de julho, o que representa 81% do total do funcionalismo.

Os funcionários que ganham acima de R$ 3 mil líquidos irão receber seus vencimentos na próxima semana.

Prefeito de Santo Antônio-RN vai pagar para mudar cor de prédios

O prefeito de Santo Antônio,  Luis Franco Ribeiro, tem 40 dias para pintar, às suas expensas, “todos os bens públicos móveis ou imóveis que estejam tingidos com a cor que faça referência a sua campanha e partido político (verde), cuja modificação ocorreu após a assunção de seu mandato,  aplicando-lhes cores que não proporcionem identificação com a sua pessoa ou com a sua agremiação partidária”.

É o que diz a Recomendação nº 0002/2014/PmJSA expedida pelo Ministério Público Estadual, por meio da Promotora de Justiça Substituta Tatianne Sabrine de Lima Barbosa Brito. O prefeito terá de apresentar, nos autos do inquérito civil que foi instaurado, prova material do cumprimento da recomendação ministerial.

No inquérito civil o Ministério Público anexou fotografias que comprovam que o prefeito, após assumir o cargo, pintou diversos prédios, monumentos e equipamentos públicos  com as cores do partido pelo qual se elegeu no pleito de 2012.

Segundo a promotora, “o desatendimento desta recomendação detém a finalidade de caracterizar o dolo, para fins de configuração de ato de improbidade administrativa por violação ao princípio da impessoalidade, de forma que a persistência de situação vedada constituirá robusto substrato para o ajuizamento de ação civil pública a fim de se apurar a prática de tal ato”.

MPRN

MRV pagará R$ 21 milhões em indenização para clientes dos residenciais Nimbus e Veleiros

A MRV vai desembolsar mais de R$ 21 milhões em indenização para os clientes que sofreram com mais de um ano de espera por seus apartamentos nos condomínios Nimbus e Veleiros, em Nova Parnamirim. A conta foi feita pelo Nova Jornal e publicada em matéria assinada por Louise Aguiar hoje.

Os acordos entre a construtora e os clientes foram feitos com Procom em novembro do ano ano passado. Os débitos já começaram a ser quitados.

Os beneficiados são os 706 que receberão indenização em relação aos alugueis pagos durante o período da obra e os juros de obras cobrados de maneira excedente.

O MRV em nota  disse que reconhece o direito de seus clientes de procurar o Procom, e afirmou que as obras já foram finalizadas. Ainda segundo a construtora, mais de 400 pessoas já receberam as chaves do imóvel e aquelas que não têm pendências estão sendo convocadas.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Julio disse:

    A construtora Factus e conhecida pela péssima qualidade e pela falta de transparência ,existem inúmeras reclamações e vários processos contra ela na justiça,
    Uma simples consulta no Google mostra que nAo são nada confiáveis ,
    Nem uma sede essa firma tem.
    Parece que o endereço e uma casa em OSASCO????

    Muito estranho,ninguém sabe quem e o dono Dela.

  2. PRISCILA LEAL disse:

    GOSTARIA DE SABER SE ALGUÉM COMPROU UM EMPREENDIMENTO DA MRV EM FORTALEZA, O PORTAL DA LAGOA, ESTOU MOVENDO UM AÇÃO DEVIDO A MRV TER MODIFICADO AS CONDIÇÕES DE PAGAMENTO ALTERANDO CONTRATO JÁ ASSINADO, COMO NÃO TINHA CONDIÇÕES DE ASSUMIR OS VALORES APRESENTADOS, ISSO DEPOIS DE 5 MESES JÁ PAGANDO A OBRA, NÃO TIVE OUTRA ESCOLHA, DESISTIR DE UM SONHO E MESMO SENDO A CONSTRUTORA A COLOCAR NESSA SITUAÇÃO ELA NÃO QUER DEVOLVER OS VALORES QUE JÁ PAGUEI. ESSA DESTRUIDORA DE SENHOS AINDA SE ACHA NO DIREITO DE EXIGIR, DIZENDO QUE FOI NOS QUE DESISTIMOS E ASSIM NÃO TEMOS QUE RECEBER NADA, MAS SE REALMENTE TEM JUSTIÇA NESSE PAÍS ELA VAI TER QUE ME DEVOLVER NÃO SÓ O QUE PAGUEI MAS SIM TODO OS TRANSTORNOS QUE PASSEI.

    • neto disse:

      Oi, Priscila. Gostaria de saber se houve resultado na ação contra o portal da lagoa em Fortaleza, pois como mesmo problema. Apto que em promessa deveria ser entregue em outubro/2013, segundo o corretor que me vendeu. Já estamos em abril/14 e as taxas de evolução da obra só aumentam e o ap não tem previsão de entrega. Se sim, por favor me diga como resolveu e se não quero me unir a você numa ação contra a construtora.

  3. Cibelle disse:

    Eu tbm sou uma prejudicada do condomínio Jangadas! Ainda vem muito processo pra essa MRV! Quem manda vender assim e não dar conta do recado???? Eu vou lutar pelos meus direitos!!!

  4. Gilberto disse:

    A MRV tinha que ser proibida de vender imóveis< pois ela transforma o sonho de muitas pessoas em pezadelo !