Saúde

Botucatu-SP inicia vacinação em massa da população adulta neste domingo para avaliar eficácia da vacina da AstraZeneca/Fiocruz

Foto: picture alliance/Getty Images

Toda a população adulta de Botucatu, no interior paulista, vai ser vacinada hoje (16) contra a covid-19 como parte de um estudo da vacina da Oxford/AstraZeneca/Fiocruz. Botucatu tem cerca de 150 mil habitantes, dos quais 106 mil são maiores de 18 anos. Como parte dessa população já foi vacinada contra a covid-19, a expectativa é imunizar agora 80 mil pessoas com idade entre 18 e 60 anos.

Segundo o cronograma da prefeitura, a partir das 8h deste domingo, recebe a vacina o grupo que está na faixa de 51 a 60 anos de idade. Às 10h30, começa a vacinação de pessoas com idade entre 41 e 50 anos; às 13h, a dos que têm de 31 a 40 anos e, por fim, às 15h30, a do grupo com idade entre 18 e 30 anos.

De acordo com a prefeitura, os que estão na faixa acima de 60 anos não foram incluídos no estudo porque já estão vacinados pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Os menores de 18 anos ainda não serão ainda vacinados porque, até o momento, não houve estudos sobre a aplicação do imunizante da Oxford/AstraZeneca/Fiocruz nesse público.

As gestantes também não serão vacinadas, seguindo orientação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que não recomenda a aplicação do imunizante nesse grupo.  A vacinação é exclusiva para os moradores da cidade.

O estudo

De acordo com a Universidade Estadual Paulista (Unesp), uma das instituições responsáveis pelos testes com essa vacina em Botucatu, o estudo clínico vai atingir toda a população da cidade acima de 18 anos que ainda não foi vacinada. Além da Unesp, participam do estudo a Universidade de Oxford, no Reino Unido, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o laboratório AstraZeneca, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a prefeitura de Botucatu, o Ministério da Saúde e a Fundação Bill e Melinda Gates.

A vacina será doada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) e aplicada em duas doses, com intervalo de três meses entre a primeira e a segunda.

O estudo pretende investigar a efetividade do imunizante, ou seja, dar a real dimensão de como este pode impactar na redução do número de casos, internações e mortes por covid-19. Estudo semelhante já está em andamento na cidade de Serrana, também no interior paulista, mas com a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac. Os resultados desse estudo ainda não foram divulgados.

De acordo com o Ministério da Saúde, o estudo pretende ainda fazer a testagem em massa da população e o sequenciamento genético da covid-19 entre os casos positivos. Por isso, será possível descobrir a efetividade do imunizante contra as variantes do novo coronavírus que circulam na cidade.

O estudo terá duração estimada de oito meses, o que inclui a aplicação das duas doses e o acompanhamento da população que recebeu essas vacinas.

R7

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Saúde

Média de vacinação por semana cai em maio em comparação com abril

Foto: CNN Brasil / Fonte: Ministério da Saúde

A falta de insumos para a fabricação da Coronavac e da vacina da AstraZeneca no Brasil já se reflete na quantidade de doses aplicadas na vacinação dos brasileiros contra a Covid-19.

A campanha nacional de imunização viu a média diária de doses aplicadas cair em maio em comparação com o mês de abril, segundo dados do Ministério da Saúde.

No início de abril, o país aplicava, em média, mais de 600 mil doses de vacina por dia. Foram 659 mil doses/dia na primeira semana e 650 mil doses/dia na segunda semana do mês passado. Esse número deu um salto e foi de 784 mil doses aplicadas diariamente na terceira semana de abril, quando começou a cair.

Na última semana do mês, o país aplicou 523 mil doses, em média, por dia. Nas duas primeiras semanas de maio, essa média despencou. Na primeira semana do mês, foi 415 mil doses aplicadas a cada dia; na segunda semana, 280 mil doses diárias de imunizantes utilizadas.

A projeção é de que, caso o Brasil tivesse imunizantes em quantidade suficiente para tal, o país poderia aplicar até 1,5 milhão de doses de vacinas contra a Covid-19 todos os dias.

O Butantan vem tendo problema na entrega das vacinas desde abril. A Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, está sendo utilizada no programa de imunização chinês, junto com o imunizante da Sinopharm.

Vários países estão recebendo lotes menores que os esperados do IFA (ingrediente farmacêutico ativo), a matéria-prima da vacina, uma vez que o material está sendo direcionado para a própria utilização local na China.

Neste momento, a produção do Instituto Butantan está parada.

A expectativa é a de que um novo lote chegue no sábado (21) ou no máximo domingo (22). As autoridades em Pequim afirmam que já está tudo assinado para que este carregamento seja enviado ao Brasil. Se o avião não chegar com as doses, há de se imaginar que esteja havendo um conflito diplomático mais grave.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Coloca na conta desse governo irresponsável. Por que ele agrediu o país responsável por 80% das vacinas no paìs? Só pode ser uma also deliberada para que ocorresse isso, mesmo sabendo que levaria a mais mortes. Isso é crime e a cpi tem obrigação de responsabilizar os culpados.

    1. Bolsonaro deve ser o homem mais importante do mundo mesmo, a China deixa de enviar o insumo pra produzir vacinas e as vacinas prontas pra mais de 100 países e a culpa mundial é de Bolsonaro e não porque a China está usando as doses pra vacinar a sua população ao invés de brasileiros e outras nacionalidades

    1. Dória fez o acordo comercial entre o Butantan e a Sinovac, os chineses não estão cumprindo o contrato e usando as doses pra vacinar sua população mas a culpa é de Bolsonaro né

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Política

Morre Bruno Covas, prefeito de São Paulo, aos 41 anos


Foto: PETER LEONE/ESTADÃO CONTEÚDO

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB-SP), morreu hoje, aos 41 anos. Ele estava em tratamento contra um câncer que surgiu entre o esôfago e o estômago e se espalhou por outras partes do corpo. O tucano estava internado no Hospital Sírio-Libanês, na região central da capital, desde 2 de maio. No dia seguinte, ele foi intubado e levado à UTI (Unidade de Terapia Intensiva) após ter diagnosticado um sangramento no local onde foi constatado o câncer pela primeira vez.

Ele permaneceu um dia na UTI e posou com o filho em 4 de maio para celebrar a melhora. Nos dias seguintes, o prefeito recebeu as visitas do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e do prefeito em exercício Ricardo Nunes (MDB), mas o quadro teve uma piora nesta sexta-feira (14) e Covas não resistiu, deixando um filho de 15 anos. Nunes assumirá a prefeitura em seu lugar.

O tucano descobriu a doença em outubro de 2019 ao ser internado para tratar de uma infecção de pele. O tumor chegou a diminuir em 2020, mas outros reapareceram em novos pontos do fígado em fevereiro deste ano. Em abril, foram identificados também nos ossos. Em 2 de maio, foi internado no Sírio-Libanês, foi levado à UTI no dia seguinte e deixou a unidade em 4 de maio.

Porém, o estado clínico se agravou em 14 de maio. Às 19h30, o boletim médico assinado pelos médicos Luiz Francisco Cardoso e Ângelo Fernandez anunciou que o quadro era irreversível. A morte foi confirmada posteriormente.

Em sua trajetória política, inspirada no avô Mário Covas, o ex-prefeito foi deputado estadual por dois mandatos, deputado federal por dois anos, secretário na gestão de Geraldo Alckmin (PSDB) no governo de São Paulo e assumiu como vice-prefeito da capital em 2015. Em 2018, Bruno Covas assumiu a prefeitura quando o então prefeito João Doria (PSDB) lançou-se ao governo. Dois anos depois, o prefeito foi reeleito em segundo turno.

Durante a maior parte do tratamento, Covas seguiu à frente da Prefeitura de São Paulo. No ano passado, ele foi diagnosticado com covid-19, mas ainda pôde participar da reta final da campanha eleitoral na qual foi reeleito.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Eu o presidente de férias Lula se consolidamos com familiares que Deus o concerda a vida eterna um guerreiro que lutou pela vida vá em paz amigo

    1. O analfabetismo ulula no Lula. Chega arde a vista: “se consolidamos”; “concerda”. Cumpre esclarecer que a reforma ortográfica não aboliu a pontuação.

    2. Deus existe , COVAS chegou para tirar o VAGABUNDO BOULUS , esse rato que tentou roubar a prefeitura de SAMPA …Deus receba essa santa ALMA

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Polícia

Polícia descobre plano milionário de resgate de membros de facção criminosa e do ‘Novo Cangaço’ presos em Alcaçuz

Foto: Pedro Vitorino

Cerca de 30 homens planejavam o resgate de outros 15 que são membros de uma facção criminosa e do chamado ‘Novo Cangaço’ que estão presos no Complexo Penitenciário de Alcaçuz.

O plano que era tratado como ‘espetáculo’ foi descoberto pela Divisão Especializada no Combate ao Crime Organizado (Deicor). A polícia estimou que a ação criminosa custaria aos envolvidos valores entre R$ 3 e R$ 4 milhões, destaca reportagem do jornal Tribuna do Norte.

Pelo menos oito envolvidos no planejamento do ataque já foram presos presos. Também foram apreendidas 21 armas, sendo 7 fuzis, 3 mil munições, coletes, balaclavas e até veículos blindados que seriam usados na fuga. O ataque marcaria a união de uma facção criminosa potiguar com o ‘Novo Cangaço’, cuja especialidade é o ataque à instituições financeiras, assaltando carros fortes e agência bancárias.

Opinião dos leitores

  1. Homi, parem de encher as prisões com essas pragas que não tem remédio, fuzila logo, vamos começar a limpeza de bandidagem desse país.

  2. Parabéns a toda equipe policial pela operação. Quanto aos novos presos, rezar para que não sejam liberados numa audiência de custódia

  3. A pesquisa do datafolha foi feita com esses eleitores típicos aprendizes do condenado 9dedos!!!

    1. Sao MESMO, só que são os amigos de Gatão GD, querem fazer graça.

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Educação

Exclusão escolar no RN aumentou 14 vezes durante a pandemia

Foto: Alex Régis

Sem políticas públicas amplas de inclusão digital e assistência para as famílias, 160 mil crianças e adolescentes potiguares tiveram negado seu direito de acesso à educação em 2020. O número representa 24,9% da população potiguar entre 4 e 17 anos. Trata-se de um crescimento expressivo em relação a 2019, no período anterior à pandemia do coronavírus, quando esse índice era de 1,7%, ou 11,9 mil crianças e adolescentes. A exclusão escolar cresceu cerca de 14 vezes no RN entre 2019 e 2020.

A eles, somam-se 5 milhões de estudantes de outros estados do Brasil na mesma situação, aponta o estudo “Cenário da Exclusão Escolar no Brasil – um alerta sobre os impactos da pandemia da Covid-19 na Educação”, lançado no fim de abril pelo Fundo das Nações Unidas pela Infância (Unicef).

O estudo utilizou dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, e tomou como base o mês de novembro de 2020 – nove meses após o começo da pandemia no país e o fechamento das escolas. De acordo com os dados, 1,5 milhão de crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos de idade não frequentaram a escola remota ou presencialmente durante aquele mês, e outros 3,7 milhões estavam matriculados, mas não tiveram acesso a atividades escolares.

As regiões Norte e Nordeste lideram os índices. Enquanto o Norte teve 28,4% dos estudantes excluídos, a região Nordeste registrou 18,3% de meninos e meninas nessa situação. O RN supera a média da região e só perde para a Bahia (30,7%) em termos de exclusão no acesso à educação. Veja a matéria completa na Tribuna do Norte.

Opinião dos leitores

  1. Com esse Desgoverno da Fátima Cadeado o índice deve aumentar ainda mais a cada ano que ela estiver no poder.

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Esporte

Charles do Bronx é o novo campeão peso-leve do UFC; Brasileiro nocauteou Michael Chandler

Foto: Getty Images

Após quase 11 anos e 28 batalhas no octógono, Charles do Bronx tomou para si o cinturão dos pesos-leves do UFC ao derrotar o americano Michael Chandler por nocaute aos 19s do segundo round neste sábado, no UFC 262, em Houston (EUA). Se os recordes na carreira já deixavam o brasileiro na elite do MMA, o cinturão o coloca na família real do esporte no país.

No início do segungo round, Charles do Bronx avançou sobre Michael Chandler e encaixou uma esquerda devastadora. Chandler sentiu e o brasileiro encaixou uma sequência duríssima de golpes, derrubando o americano e forçando o árbitro a encerrar a luta, decretando a conquista do cinturão dos pesos-leves para Charles do Bronx.

Charles é o segundo brasileiro campeão da categoria peso-leve do UFC. O primeiro foi Rafael do Anjos, que foi o detentor do cinturão entre março de 2015 e julho de 2016.

Com informações de GE

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Economia

Começa neste domingo pagamento da 2ª parcela do auxílio emergencial; Recebem hoje 2,3 milhões nascidos em janeiro por meio de débito na conta digital

Foto: Leonardo Sá/Agência Senado

A Caixa Econômica Federal começa neste domingo (16) a depositar o pagamento da segunda parcela do novo auxílio emergencial para cerca de 40 milhões de beneficiários. Recebem hoje 2,34 milhões de pessoas nascidas em janeiro por meio de depósito na conta poupança digital, que pode ser movimentada por aplicativo, para pagamento de boletos, compras na internet e pelas maquininhas em mais de um milhão de estabelecimentos comerciais.

Além disso, há a opção de girar a grana usando o PIX, sistema de pagamentos instantâneo do Banco Central. A única exceção às transações se dá para os casos de transferência para conta de mesma titularidade.

O saque em dinheiro e as transferências para esse grupo serão liberados somente em 31 de maio.

O calendário é dividido em quatro ciclos, de créditos e de saques. Os débitos da primeira parcela terminam nesta segunda-feira (17), para nascidos em dezembro. Já os beneficiários do Bolsa Família começam a receber a segunda parcela de acordo com o calendário habitual do programa, que em maio tem início nesta terça-feira (18).

A nova rodada de repasses começou em abril e terminará em julho, e cada uma das quatro cotas terá valor médio de R$ 250. Mulheres chefes de família receberão R$ 375 e pessoas que vivem sozinhas, R$ 150. O total de beneficiados no primeiro ciclo atingiu 39,1 milhões de pessoas, menos do que s 45,6 milhões estimados inicialmente pelo Ministério da Cidadania.

Além daqueles contemplados via aplicativos e meios digitais e os inscritos no CadÚnico, os números também levam em conta os beneficiários do Bolsa Família.

O governo federal explica que os dados são atualizados pela pasta da da Cidadania com informações da Secretaria Nacional do Cadastro Único e da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania.

Neste ano não foi aberto novo cadastro para quem ficou de fora do programa em 2020, mas agora precisaria da ajuda. Serão beneficiadas somente pessoas que já estavam cadastradas pelo Cadastro Único, pelo aplicativo da Caixa ou Bolsa Família.

O auxílio emergencial 2021 é limitado a uma pessoa por família, com renda per capita de até meio salário mínimo (R$ 550) ou renda mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.300).

Mais sobre o benefício

Desde 2 de abril, as pessoas que se inscreveram pelos meios digitais da Caixa e os integrantes do Cadastro Único do governo federal podem conferir se têm direito a receber o benefício pelo site www.cidadania.gov.br/auxilio. Para quem teve o cadastro negado nesta data, o prazo para contestar a decisão já terminou.

As estimativas apontam que os novos pagamentos vão injetar R$ 44 bilhões na economia nacional. Desta vez, no entanto, o impulso para conter um tombo maior da economia em 2020 será usado por 98% dos moradores de favelas no Brasil para a compra de alimentos.

Confira o calendário da 2º parcela com as datas de crédito no Caixa Tem abaixo:

 

Confira o calendário da 2º parcela com as datas para saque:

R7

Opinião dos leitores

  1. 150 conto tá bom, eu me viro com esse valor, o que não pode é meu presidente deixar comer picanha de 1799,00 o quilo, ai já demais, meu presidente tem que passar bem e Flavinho tb tem que pagar a parcela da mansão de 6 milhões que ele comprou, que é mais de 20 mil por mês, o povo diz que eu sou otário por pensar assim, mas eu sou é patriota e pessoa de bem mmmmmuuuuuuuuuuuu

  2. Hô Véio Bom da gota serena é o Presidente Bolsonaro.
    O Véio é bruto e tem o CUNHÃO rôxo.

  3. Ô blz, vou receber 150 conto, vou comprar um botijão de gás por 100 conto e com os 50 conto restante , vou pagar a luz, a água, o aluguel e fazer a feira do mês e o que sobrar eu coloco na poupança . Ô presidente bom

    1. Isso é um auxílio! Não é um salário! Agora va pedir p sua governadora reabrir a economia e vc TRABALHAR ! E deixar de mamar nas tetas do estado

    2. A Governadora Fátima Cadeado deu algum auxílio ou algum incetivo, descontos ou isenção de algum imposto? Para de falar merda.

    3. Esse aí, é um zero a ESQUERDA! kkkkkkkkkkkkkkkkk

    4. Kkkkkkkkk a boiada pira com esse presidente canalha mmmuuuuuuu

    5. Ao invés de ficar nas redes sociais choramingando deveria tá procurando o produzir algo para ganhar seu próprio sustento.

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Polícia

Após reclamar de barulho, homem é morto no quintal de casa, em Niterói (RJ)

A Polícia do Rio de Janeiro investiga a morte de um homem após discussão com traficantes em Niterói, na região metropolitana da capital. O fotógrafo Thiago Freitas de Souza, 32, foi baleado na cabeça depois de reclamar que o barulho na vizinhança atrapalhava o sono de sua filha de cinco anos.

A discussão começou por volta das 6h deste sábado (15), em uma região conhecida como Morro do Santo Cristo, na zona norte da cidade. A esposa da vítima já havia feito uma primeira reclamação, mas o barulho continuou.

Thiago saiu para reforçar o pedido e foi baleado. Sua esposa contou à polícia que ouviu o disparo e, ao sair de casa, encontrou o marido caído no quintal. Ele chegou a ser levado ao hospital e operado, mas não resistiu.

A Polícia Militar diz que policiais do 12º BPM (Batalhão de Polícia Militar) foram ao hospital verificar a entrada de homem com ferimentos provocados por arma de fogo e encaminharam a ocorrência para a Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo.

A Polícia Civil diz que instaurou inquérito para esclarecer a morte. “Diligências estão sendo realizadas e a investigação está em andamento”, afirmou, em nota.

A região convive com uma disputa entre facções rivais pelo controle do tráfico de drogas. A plataforma Fogo Cruzado registrou troca de tiros na região na quarta (12) e neste sábado, moradores publicaram em redes sociais vídeo com novo tiroteio.

A filha do casal havia completado cinco anos na última segunda (10). ​

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Não vi nenhuma notinha, mesmo que em letras minúsculas, dos direitos dos manos, Rede dos Bobos, dos artistas, das ONGs, dos PTRALHAS e dos jornalistas lixos repudiando esse ato covarde e pedindo punição a esse crime que vitimou esse rapaz. Se brincar, essa corja que protege bandidos, irão recorrer ao stf (com letras minúsculas mesmo) para impedir da polícia investigar os bandidos coitados. Esse é o país que enaltece a criminalidade.

  2. A culpa foi dele, foi incomodar a recreação de indivíduos oprimidos por uma sociedade burguesa.
    Se tivesse ficado em casa, e reprimisse o choro de sua filha, nada disso teria acontecido. Culpa deste rapaz que não mediu seus atos de revolta.

    Não vejo uma revolta nas mídias por este Ato covarde, ou será que VIDAS DE PESSOAS HONESTAS NÃO IMPORTAM.

  3. Engraçado que a OAB, ONGs e nem tampouco a população vai protestar, fechar comércio, filmar traficantes e dizer quem são os assassinos, ficam tudo caladinhos.

  4. Ainda há quem ache “truculenta” ações da Polícia nessas comunidades.
    Vamos ver se a mídia vai dar apoio pra essa família enluarada.

  5. BG.
    Este nosso País está entregue aos bandidos e as “autoridades” a tudo assistem inertes nos seus tribunais, assembleias, congresso Nacional. Uma vergonha essa omissão e descaso

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Saúde

Covid: 43% dos idosos acima de 80 anos não receberam 2ª dose da vacina

Com dificuldade de garantir doses de vacina contra a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, o Brasil enfrenta incertezas na continuidade da campanha. Além do avanço lento para novos públicos, o Ministério da Saúde não consegue garantir a totalidade de doses para a aplicação do reforço.

 

Um dos exemplos é para o público de 80 anos ou mais. Essa parcela da população começou a ser imunizada entre janeiro e fevereiro. Até a última sexta-feira (14/5), entretanto, dos 4,2 milhões de vacinados nesta faixa, somente 2,4 milhões receberam o reforço — 57%.

 

O dados fazem parte de um levantamento do Metrópoles, com base em dados divulgados na plataforma LocalizaSUS, canal de transparência do Ministério da Saúde.

De forma geral, o país vacinou com duas doses da proteção 47% de todos os públicos já convocados. Ao todo, 34,4 milhões de pessoas receberam a primeira dose, e 16,3 milhões, o reforço.

Outro públicos, que foram convocados depois do início da campanha, também ainda não concluíram a imunização com a segunda dose, como as pessoas entre 70 e 79 anos – em média, 30% ainda não receberam o reforço.

Na última semana, 1.142 cidades enfrentaram dificuldades para aplicar a segunda dose, de acordo com a Confederação Nacional de Municípios (CNM). Além da escassez do insumo, a baixa procura de parcelas dos grupos prioritários também prejudica o panorama. “A Coronavac é a vacina esperada por 92% dos municípios que relataram a falta de imunizante para concluir o esquema vacinal daqueles que já tomaram a primeira dose”, frisa a entidade municipalista.

A comunidade médico-científica é categórica: a imunização deve seguir o prazo do fabricante e somente duas doses garantem a imunização (nas vacinas que vêm sendo aplicadas no Brasil). “O impacto [da não aplicação da segunda dose no prazo devido] é que a imunidade fica reduzida, permitindo que a pessoa se contamine mais facilmente. Já se tem casos também de pessoas que foram a óbito entre a primeira e a segunda doses”, explica Breno Adaid, coordenador do mestrado profissional em Administração do Centro Universitário Iesb e pós-doutor em ciência do comportamento pela Universidade de Brasília (UnB).

Desde o início da pandemia, o especialista monitora o ritmo de infecções e de vacinação. Para ele, o governo precisa realizar uma campanha educativa. “Tem faltado campanha para tudo, até por que, anteriormente, o foco [do governo] era vacinar o mais rapidamente todo mundo sem pensar em segunda dose. Após isso, essa campanha nunca veio”, defende.

Em abril, o Ministério da Saúde determinou que as secretarias estaduais de Saúde aplicassem o maior volume possível de doses, sem guardar reserva técnica para o reforço. A pasta tomou a medida confiando que receberia lotes maiores de doses ao longo das semanas seguintes, o que não aconteceu.

Versão oficial

Segundo o Ministério da Saúde, semanalmente a pasta coordena reuniões com as gestões de saúde estaduais e municipais para definir a orientação adotada a cada nova distribuição, para o cumprimento da imunização. “Essas recomendações são divulgadas nos Informes Técnicos, que orientam o percentual que deverá ser administrado como primeira e segunda dose para que os intervalos sejam respeitados”, explica a pasta, em nota. A entrega de doses obedece as previsões de entrega dos laboratórios.

Na última sexta-feira, o Ministério da Saúde começou a distribuição de mais 999,4 mil doses da Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan — a ultima antes da paralisação por falta de insumos para a produção.

O lote, segundo o governo, é destinado para ajuste no esquema ou continuidade do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19. “As Unidades Federativas poderão utilizar o quantitativo para segunda dose, para completar os esquemas vacinais, ou para seguir com a vacinação de grupos prioritários, desde que façam a reserva para a segunda dose”, adianta a pasta.

METRÓPOLES

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Geral

Biden usará voo para deportação em massa de brasileiros dos Estados Unidos, como Trump

Os Estados Unidos estão prestes a enviar ao Brasil o primeiro voo fretado de imigrantes brasileiros deportados desde o início do governo de Joe Biden. Na quinta-feira, cerca de 130 brasileiros serão mandados de volta, segundo três fontes que acompanham as questões imigratórias americanas. Os voos fretados com deportados ao Brasil tornaram-se frequentes no governo de Donald Trump, como marca de uma contestada política e de uma retórica anti-imigração.

Parte dos imigrantes acredita, no entanto, que Biden tratará melhor os indocumentados e há relatos nesta linha. Por isso, o fluxo dos que chegam ilegalmente pela fronteira com México aumentou. Autoridades que acompanham o tema e organizações de apoio aos imigrantes têm relatado o crescimento do contingente de brasileiros nessa situação.

O número, segundo estimativas feitas por pessoas que lidam com a questão no dia a dia, é equivalente ou até superior ao patamar registrado em 2019, quando a imigração ilegal por brasileiros bateu recordes.

O total de brasileiros que chegaram aos EUA ilegalmente começou a crescer em 2015, mas ainda se mantinha em patamares baixos. O grande pico nas apreensões pela Patrulha de Fronteira dos EUA (CBP, sigla em inglês) aconteceu em 2019, quando chegou a 18 mil casos – no ano anterior,haviam sido 1,6 mil.

No ano passado, as travessias caíram em razão dos bloqueios de viagem durante a pandemia e à política estabelecida pelo governo Trump. Para diplomatas, há um fluxo reprimido de imigrantes que agora fazem a travessia a pé.

No ano passado, Trump incluiu os brasileiros no protocolo conhecido como “Fique no México”, que remetia ao país vizinho automaticamente aqueles estrangeiros sem documentos apreendidos pelo serviço de fronteira, para que esperassem fora do país pela análise dos pedidos de asilo. Antes, os brasileiros aguardavam em solo americano pela decisão dos tribunais de imigração.

Segundo organizações que acompanham o tema e fontes do governo brasileiro, ao menos 30 menores de idade cruzaram a fronteira americana sozinhos ou acompanhados de adultos que não são seus responsáveis legais – e estão sob custódia americana. Há brasileiros menores de idade em abrigos no Texas, na Califórnia e em Illinois.

Em 2018, auge da crise diplomática provocada pela separação de famílias, 49 crianças brasileiras ficaram em abrigos. Além de menores, há atualmente adultos e famílias inteiras chegando aos EUA pelo México. Só em dois abrigos para famílias em El Paso, no Texas, há cerca de 300 brasileiros atualmente.

“Os brasileiros entenderam que a fronteira estaria aberta, que eles poderiam entrar, com a mudança de governo nos EUA. Provavelmente, é a narrativa que está sendo contada no Brasil pelos coiotes. E, infelizmente, a situação no Brasil piorou. Eles vêm com a esperança de trabalhar aqui, se sustentar e de que haverá uma reforma imigratória”, afirma Heloísa Galvão, coordenadora do Grupo Mulher Brasileira.

Na campanha eleitoral, Biden prometeu trabalhar para regularizar a situação dos imigrantes ilegais que vivem hoje nos EUA, dar tratamento digno aos que chegassem pela fronteira e não deportar estrangeiros nos 100 primeiros dias de governo.

A organização coordenada por Heloísa Galvão fica em Boston, região onde está a maior comunidade de imigrantes do Brasil nos EUA. Ela recebe ligações e pedidos de ajuda dos recém-chegados ou dos parentes de imigrantes detidos diariamente.

“A viagem não é o reino encantado que vendem para eles no Brasil. O governo americano está distribuindo as pessoas que chegam para vários lugares do país, porque estão com os centros de detenção lotados”, afirma Heloísa.

Segundo fontes com acesso aos trâmites de deportação, o voo só não partiu antes dos EUA porque autoridades americanas discutiam como providenciar o teste negativo de covid-19 para todos os brasileiros que serão deportados. Desde 30 de dezembro, todos os passageiros que entram no Brasil precisam apresentar um exame PCR.

Itamaraty não respondeu à reportagem do Estadão sobre o voo, mas afirmou que já foi informado sobre o caso e as autoridades consulares brasileiras nos EUA estão prestando assistência às famílias.

Ainda de acordo com a chancelaria, por meio de suas repartições consulares nos EUA, “o governo presta toda a assistência possível a brasileiros privados de liberdade em solo americano, respeitando os tratados internacionais vigentes, como a Convenção de Viena sobre Relações Consulares, e a legislação local”.

O questionamento sobre o voo foi enviado à agência de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE), à CBP, ao Departamento de Segurança Interna, ao Departamento de Estado americano, à Embaixada dos EUA em Brasília e à Casa Branca, que não responderam à reportagem. O CBP encaminhou dados mensais referentes às apreensões na fronteira em abril, que especificam o número de brasileiros que entraram ilegalmente.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Ilusão ir clandestino para os EUA. Ficar longe da família, se escondendo o tempo todo, não poder usar o sistema de saúde(que não é gratuito como no Brasil), zero garantia de chegar lá e conseguir um emprego e etc.

    1. Está clara a sua ignorância sobre a vida dos ilegais nos EUA.

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Saúde

Brasil atinge 38,5 milhões de vacinados contra a covid, mais de 18% da população

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou neste sábado, 15, a 38.596.357, o equivalente a 18,23% da população total. Nas últimas 24 horas, 275.933 pessoas receberam a primeira dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 20 Estados e Distrito Federal.

Entre os mais de 38 milhões de vacinados, 19.094.815 receberam a segunda dose, o que representa 9,02% da população com a vacinação completa contra o novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, 102.933 pessoas receberam essa dose de reforço. Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, o Brasil aplicou 378.866 imunizantes neste sábado.

ESTADÃO

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Educação

Sindicato é contra prioridade a professores na vacinação e deve ir à Justiça

 

O SINSP é totalmente contra e vai lutar para que o governo vacine todos os servidores na educação sem dar prioridade a nenhuma categoria, pois é impossível abrir as escolas com apenas professores vacinados. Os servidores administrativos, merendeiras, vigilantes e ASG, como também os trabalhadores terceirizados também correm risco e devem ser vacinados imediatamente, respeitando a ordem de idade e comorbidades inicialmente.

“É injustificável e inadmissível que a vacinação comece exclusivamente por uma categoria, pois todos vão estar juntos nas escolas, trabalhando com os alunos e recebendo os seus familiares. O risco é para todos”, diz o SINSP em nota divulgada em seu site oficial.

No plano do governo, a ideia é iniciar a vacinação no dia 24/05, com o imunizante Oxford/Astrazeneca, e sabe se lá quando as vacinas seriam destinados aos outros trabalhadores na educação. Nós não vamos aceitar que as escolas abram até que todos os que atuam nas escolas estejam imunes de contrair a covid-19.

Lembrando que na saúde todos os trabalhadores foram vacinados ao mesmo tempo. Não houve descriminação,: ASG, maqueiro, pessoal do administrativos, técnicos, enfermeiros e médicos, todos que trabalham nas unidades de saúde foram vacinados simultaneamente. A educação tem de seguir a mesma linha!

Caso o governo não volte atrás e vacine todos os trabalhadores que atuam na educação, o SINSP vai entrar na Justiça para alterar o plano de imunização da educação.

GRANDE PONTO

Opinião dos leitores

  1. uma boa reforma administrativa dava jeito nessa turma de Renan Calheiros. Fim da estabilidade para essa mundiça

  2. a vacinação tem que ser por IDADE. Esse negócio de beneficiar certas categorias não dá certo. Aí depois vai dar confusão, advogado vai querer passar na frente, e você trouxa que está aqui reclamando dos professores, nunca vai ser vacinado!

  3. Cambada de incompetentes , só ficam evitando de ir trabalhar porque recebem todo mês seus salários na conta. Se fosse autônomo já estariam trabalhando faz tempo, pois iria faltar comida na mesa.

  4. Rindo alto aqui. Esses professores são uma vergonha.
    Não existe mais professores mas apenas militantes

  5. Meu amigo esse pessoal não quer trabalhar, só estão querendo receber. Simples assim, agora espero q essas geração se lembre bem até onde foi o parasitismo.

  6. Uma pena, de um passado em que tínhamos orgulho, hoje uma categoria que nos enoja, que país viramos, ruma de vagabundos!

  7. Infelizmente a classe Educacional do serviço público, sempre vão arrumar uma desculpas esfarrapadas para não voltarem ao trabalho.
    Mas as praias , bares e restaurantes estão sempre lotados com essa galerinha que não quer lecionar.

  8. Vacinação em duas doses com falta de vacinas e um país do jeitinho não dá certo.Deve ser por idade e ponto final.

  9. Pessoal do turismo, bares , restaurante , todos em situação difícil, pois querem trabalhar, e não podem, corta o salário desses poucos funcionários da educação , q não querem trabalhar, pq sai poucos, a maioria são profissionais sérios, que trabalham por amor a profissão, q voltam todos correndo para o trabalho, porque 90%,são professores, e 10%, são cabo eleitoral

  10. Absurdo também : professores da rede privada ficar pós vacinação da rede pública .Os professores da rede privada trabalham presencialmente faz tempo.Os professores da rede pública a vida deles tem mais valor?

  11. tá mais do que certo, no IFRN morreu um porteiro de covid e outros servidores. Não são gente também? Ou só professor é gente? Acho que essa pandemia veio pra mostrar como a escola é importante, pois brasileiro nunca deu valor à educação, salvo raras exceções.

    1. Caixa de supermercado, frentista , NÃO SÃO GENTE ??
      Estão arrumando desculpas para NÃO TRABALHAR , o nome disso é MALANDRAGEM, estão ganhando sem trabalhar, fazer oque ? Temos um FATAO que foi professor sem nunca ter um ALUNO

    2. Na iniciativa privada tambem existem porteiros e demais funcionarios.belas palavras para justificar preguiça e incompetencia

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Política

Datafolha: 50% dizem nunca confiar nas declarações de Bolsonaro; só 14% sempre acreditam

Pesquisa Datafolha feita na terça (11) e quarta-feira (12) mostra que 50% dos brasileiros dizem nunca confiar nas declarações do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Uma fatia de 34% dos entrevistados afirma acreditar às vezes e apenas 14% respondem que sempre confiam no mandatário; 1% não sabe.

O instituto fez 2.071 entrevistas de forma presencial em 146 municípios espalhados por todo o Brasil. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

A taxa de confiança plena é a menor desde o início da série histórica, em agosto de 2019, ao passo que a desconfiança total é a maior do período. O comparativo do indicador ao longo do governo reforça o cenário negativo para Bolsonaro, com uma severa corrosão da credibilidade do presidente.

Na pesquisa feita pelo Datafolha em março, a taxa de brasileiros que nunca confiam nas declarações do chefe do Executivo estava em 45% (era de 41% em janeiro). Já a fatia dos que sempre acreditam vem em queda: era de 19% em janeiro e de 18% em março. Os que confiam às vezes caíram de 38% para 35%.

Além da desconfiança sobre as declarações, a pesquisa desta semana mostrou que o governo do presidente é aprovado por apenas 24%, a pior marca da gestão dele até aqui. Segundo o levantamento, 54% das pessoas não votariam de jeito nenhum em Bolsonaro, que deve tentar a reeleição.

O ex-presidente Lula (PT), seu principal adversário, lidera a corrida para a Presidência. O petista alcança 41% das intenções de voto no primeiro turno, contra 23% de Bolsonaro. Em um eventual segundo turno, o ex-presidente levaria ampla vantagem, com uma margem de 55% a 32%.

Entre os cidadãos que declaram intenção de votar em Lula, a fatia dos que nunca confiam nas palavras do atual mandatário chega a 74%.

A tendência de maior apoio masculino ao atual ocupante do Planalto se repete em relação à crença nas declarações. Entre os homens, o percentual dos que sempre confiam nele salta para 17% (fica em 11% entre a população feminina) e o dos que nunca confiam cai para 46% (é de 54% entre as mulheres).

O ceticismo nas afirmações do presidente é maior nas regiões Nordeste e Sudeste (onde, respectivamente, 59% e 51% dos entrevistados afirmam nunca confiar nele), ao passo que é menor nas regiões Centro-Oeste/Norte e no Sul (com taxas, respectivamente, de 44% e 41% que nunca confiam).

As diferenças regionais acompanham os índices de aprovação e rejeição do governo. No recorte racial, as tendências também se mantêm. Entre pessoas pretas, por exemplo, 56% dizem nunca confiar em Bolsonaro e só 8% sempre levam em conta o que o presidente expressa.

Como esperado, o percentual de crença nas falas é mais elevado entre os que declaram a intenção de votar nele na eleição do ano que vem do que entre os apoiadores de Lula.

Embora 46% dos eleitores de Bolsonaro digam sempre crer nele, a maioria (51%) responde que só confia no presidente às vezes, o que indica uma fragilidade mesmo entre cidadãos simpáticos ao atual titular do Planalto.

A taxa dos que só em algumas ocasiões confiam nas declarações de Bolsonaro também é significativa entre os 24% de entrevistados que consideram o governo federal ótimo ou bom. Nesse grupo dos que aprovam a atual gestão, 48% acreditam sempre, 47% às vezes e 5% nunca confiam no presidente.

De acordo com os números do Datafolha, a tendência de baixa na credibilidade de Bolsonaro se acentuou desde dezembro de 2020. O movimento coincide com a disseminação de falas do presidente que carregam mentiras, distorções e desinformação.

Ele, por exemplo, colocou em xeque a eficácia das vacinas contra a Covid-19, brecou negociações de imunizantes, desestimulou o uso de máscara e relativizou a importância da adoção de medidas restritivas para conter o vírus, além de ter provocado aglomerações país afora.

Bolsonaro também mentiu repetidas vezes sobre a hidroxicloroquina, medicamento ineficaz contra a doença. A ampla recomendação dada pelo governo para o uso desse e de outros remédios sem eficácia comprovada pela comunidade científica é um dos focos de investigação da CPI da Covid, no Senado.

Em março, postagens do presidente no Twitter, no Facebook e no Instagram com mensagens e imagens contrárias às recomendações médicas foram removidas pelas redes sociais, sob a justificativa de que espalhavam informações sobre a pandemia que poderiam “causar danos reais às pessoas”.

Bolsonaro também vem reiterando os discursos que põem em xeque a segurança das urnas eletrônicas, antecipando uma estratégia para desautorizar o sistema eleitoral brasileiro em 2022 caso seja derrotado na tentativa de reeleição. A Justiça Eleitoral reforçou campanhas em defesa da lisura da tecnologia.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

    1. Pois é. Eu também penso assim. Como é possível que 14% ainda acreditam nesse verme? É muita gente trouxa!

  1. Eu gostava muito desse DATAFOLHA quando as avaliações de Bolsonaro e de Moro eram boas….Mais agora não gosto mais.

    1. A verdade está no DataZap que faço parte… lá tem 100% que acreditam no Bozo… :))

  2. Datafolha, Datafolha, sempre o desacreditado Datafolha. Quem quiser fique com o Datafolha eu fico com os fatos.

  3. O blog do BG é muito bom e sei que é independente.Mas poderia evitar fazer nada para uma instituição tão nefasta como o Instituto data folha.

  4. Pesquisas mostram que uma dieta a base de alfafa faz o ser humano acreditar em tudo que o tocador de berrante fala…

  5. Acho 2071 entrevistas uma quantidade muito pequena. Estão entrevistando 14 pessoas por cidade, aprox. Esses institutos devem aumentar essa amostra. Mais cidades e mais pessoas por cidade.

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Luto

Morre a atriz Eva Wilma, aos 87 anos

Um dos maiores nomes da dramaturgia brasileira, a atriz Eva Wilma morreu neste sábado, aos 87 anos. Ela estava internada no hospital Albert Einstein desde abril tratando um câncer de ovário. A atriz havia sido internada em janeiro deste ano com pneumonia.

Não fosse pela proibição dos pais, Eva Wilma teria iniciado sua carreira no “Holiday on Ice”, o espetáculo de patinação artística que excursionava sem parar pelo mundo afora. Aos 14 anos de idade, ela já era bailarina clássica, e sua desenvoltura a mantinha firme mesmo sobre uma superfície de gelo.

Mas a estreia como atriz não demorou. Em 1952, aos 19, começou no teatro com “Uma Mulher e Três Palhaços” ao lado de seu futuro marido, o ator John Herbert, morto há dez anos. No ano seguinte, fez seu primeiro filme, a comédia “Uma Pulga na Balança”, dirigida pelo italiano Luciano Salce.

Foi em 1953 que também apareceu na televisão pela primeira vez, no seriado “Namorados de São Paulo”, em que contracenava com Mario Sergio. John Herbert logo substituiu o ator original, e o programa teve seu título alterado para “Alô, Doçura”. Com ele, Eva Wilma entrou para a história da nossa TV.

Concebido por Cassiano Gabus Mendes como uma resposta brasileira à série americana “I Love Lucy”, “Alô, Doçura” foi exibido pela Tupi até 1964. Não havia personagens fixos, mas Eva Wilma e John Herbert —com quem a atriz se casou em 1955— sempre interpretavam um casal que enfrentava alguma rusga conjugal. Com episódios de apenas 15 minutos de duração, o programa marcou época, e foi um precursor do que hoje chamamos de sitcom.​

Nas décadas de 1950 e 1960, Eva Wilma também participou de alguns episódios do “Grande Teatro Tupi” e de várias montagens do Teatro de Arena. Seu filme mais importante do período foi “São Paulo S.A.”, de Luís Sérgio Person, lançado em 1965. Mas, em 1969, um teste em Hollywood quase mudou o rumo de sua carreira.

A atriz estava almoçando no restaurante dos estúdios da Universal, em Los Angeles, quando um agente a abordou. Alfred Hitchcock estava procurando por uma atriz latina para interpretar uma cubana no que seria um de seus últimos longas, “Topázio”. Eva Wilma topou na hora, e fez três testes para o cineasta britânico. Acabou preterida pela alemã Karin Dior.

“O meu consolo é que ‘Topázio’ não foi um dos bons filmes do Hitchcock. Eu assisti e dizia para mim mesma ‘esse papel não era para mim’”, disse ela em entrevista ao programa Conversa com Bial, em agosto do ano passado. “Mas era para me conformar mesmo, pois eu queria ter feito.”

De volta ao Brasil, Eva Wilma viu a segunda etapa de sua carreira televisiva deslanchar. Durante pouco mais de dez anos, ela foi a maior estrela das telenovelas da Tupi.

Mesmo diante do crescimento irresistível da Globo, a mais antiga emissora do país emplacou vários folhetins de sucesso naquele período. Quase todos eram escritos por Ivani Ribeiro e protagonizados por Eva Wilma, como “A Viagem”, “A Barba Azul” ou “Mulheres de Areia”. Nesta última, a atriz teve seu papel mais icônico —ou papéis, as gêmeas Ruth e Raquel, uma boa e a outra, má. Foi também na Tupi que ela conheceu seu segundo marido, o ator Carlos Zara, morto em 2002.

A derrocada do canal, em 1980, fez com que ela finalmente se transferisse para a Globo. Já madura, Eva Wilma escapou de interpretar mocinhas na nova casa. Em compensação, ganhou inúmeros personagens marcantes, como as aristocráticas vilãs Francisca Moura Imperial, de “Transas e Caretas”, em 1984, e Maria Altiva Pedreira de Mendonca Albuquerque, de “A Indomada”, em 1997, ou a doutora Marta Correia Lopes, do seriado “Mulher”, de 1998.

Em paralelo, jamais se afastou dos palcos, participando de espetáculos tão diversos como “Antígona”, em 1976, “Esperando Godot”, em 1977, “Pato com Laranja”, em 1980, e “Querida Mamãe”, de 1994 a 1996.

Em 1999, apareceu, ao lado de Eunice Muñoz —tida como a maior atriz de Portugal— em “Madame”, um papel escrito originalmente para Fernanda Montenegro. A peça imaginava o encontro entre duas personagens emblemáticas das literaturas de seus respectivos países, a brasileira Capitu, de “Dom Casmurro”, e a portuguesa Maria Eduarda, de “Os Maias”.

Nos últimos tempos, Eva Wilma se fez rara na TV. Em sua última novela completa, “Verdades Secretas”, de 2015, teve um papel relativamente pequeno, porém marcante. Era Fábia, uma grã-fina arruinada, entregue ao alcoolismo. Desde então, participou de alguns capítulos de “O Tempo Não Para”, em 2018 e 2019, e de um episódio da minissérie “Os Experientes”, de 2019. Há pouco, foi vista na reprise de “Fina Estampa”, novela produzida há dez anos.

Depois de uma internação em março de 2016, ainda voltaria ao palco três vezes. Em agosto daquele mesmo ano, estrelou, ao lado de Nicette Bruno, “O Que Terá Acontecido a Baby Jane” —a primeira direção de uma peça não musical assinada por Charles Möeller e Claudio Botelho. Eva Wilma encarnava a personagem-título, imortalizada no cinema por Bette Davis. Em 2018, participou de uma remontagem de “Quarta-Feira, Sem Falta, Lá em Casa”, de Mário Brasini, junto com Suely Franco e sob a direção de Alexandre Reinecke.

No mesmo ano, estreou o show “Casos e Canções”, em que revisitava sua longa carreira acompanhada ao violão pelo filho John Herbert Júnior e pelo pianista e cantor William Paiva. Em abril do ano passado, no começo da pandemia, apresentou este espetáculo numa live, transmitida online. Foi seu último trabalho.

Filha de um alemão católico e de uma argentina judia de ascendência russa, Eva Wilma Riefle Buckup Zarattini morreu na mesma cidade onde nasceu. Deixa os filhos Vivien e John Herbert Junior, de seu primeiro casamento, e os netos Miguel, Mateus, Gabriela, Francisco e Vitorio. Além, é claro, de um legado imenso –o de uma das mais belas e talentosas atrizes brasileiras de todos os tempos.

FOLHAPRESS

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Saúde

Ministério da Saúde recebeu sete alertas sobre sedativos e enviou 5,7% do necessário

O Ministério da Saúde recebeu sete alertas sobre a escassez de sedativos, anestésicos e bloqueadores musculares necessários para a intubação de pacientes com Covid-19, ainda no auge da primeira onda da pandemia, entre maio e julho de 2020.

Os alertas eram acompanhados de pedidos de ajuda, mas a pasta providenciou nos meses seguintes aos ofícios uma quantidade pequena de medicamentos: entre 3,5% e 5,7% do consumo médio mensal nos estados, de acordo com o mês.

As quantidades fornecidas pelo Ministério da Saúde seguiram caindo, sem a formação de um estoque regulatório e até mesmo com o cancelamento de uma aquisição internacional no mês seguinte aos últimos alertas feitos.

No começo de 2021, uma segunda onda da pandemia explodiu, e hospitais se viram sem os medicamentos do chamado kit intubação. Pacientes passaram a ser amarrados a camas em UTIs numa frequência maior do que o verificado até então; médicos precisaram recorrer a drogas de terceira linha; e mortes foram relatadas.

A situação ainda não foi totalmente normalizada e o temor de uma terceira onda leva à preocupação com a escassez de um conjunto de 22 drogas usadas para a intubação de pacientes em estado grave de saúde, que necessitam de ventilação mecânica.

A Folha obteve dois conjuntos de documentos que detalham os alertas feitos ao Ministério da Saúde e a reação insuficiente da gestão do general da ativa Eduardo Pazuello, demitido em março deste ano.

O ex-ministro foi convocado a depor na CPI da Covid no Senado na próxima quarta-feira (19), mas, por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), poderá ficar em silêncio. A escassez dos sedativos, e o que se passou nos hospitais, são objeto de investigação pela CPI.

O primeiro conjunto de documentos são sete ofícios enviados à pasta pelo Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), com alertas sobre a evolução da escassez dos medicamentos, pedidos de ajuda e detalhamento do consumo médio mensal e dos estoques nos estados.

O ministério negou por três vezes à reportagem o fornecimento desses documentos, solicitados via Lei de Acesso à Informação. Após um recurso à CGU (Controladoria-Geral da União), os ofícios e planilhas foram entregues. O Conass também se recusou a fornecer as planilhas.

O segundo conjunto são documentos entregues ao MPF (Ministério Público Federal) em Brasília, em que o Ministério da Saúde admite que se comprometeu a assumir a regulação e centralização do fornecimento do kit intubação, diante da gravidade da crise.

A pasta forneceu aos procuradores da República uma planilha com os detalhes das entregas feitas entre junho de 2020 e janeiro de 2021. Com esses dados, foi possível comparar o consumo e a demanda nos estados e o que efetivamente foi entregue pela gestão de Pazuello.

O general já é investigado pela Polícia Federal por supostos crimes na omissão no fornecimento de oxigênio a hospitais no Amazonas. Em janeiro, o sistema colapsou e pacientes morreram asfixiados.

O oxigênio só chegou em quantidades satisfatórias após o colapso. O mesmo se passou com o kit intubação. Segundo o Ministério da Saúde, 9,3 milhões de unidades foram enviados aos estados em 2021. Mais de 9 milhões foram remetidos de fevereiro em diante. É mais do que o dobro do total enviado como resposta aos alertas recebidos em 2020, entre junho e dezembro.

O primeiro alerta sobre escassez de sedativos é de 4 de maio de 2020. Foi endereçado ao antecessor de Pazuello, Nelson Teich, e tratava apenas da realidade no Amapá. O Conass pediu o envio ao estado de 102 mil itens de 21 drogas diferentes. “Idêntica situação atinge o conjunto dos estados federados, aos quais já solicitamos levantamento similar, a fim de que possam ser, todos eles, acudidos pelo Ministério da Saúde na presente situação emergencial”, cita o ofício.

O segundo alerta foi enviado dez dias depois. O documento já trazia o resultado de uma consulta às 27 Secretarias Estaduais de Saúde. De 21 que responderam, 19 informaram “falta ou dificuldade de aquisição” de sedativos e afins. “A falta desses medicamentos pode colocar em risco a vida de pacientes, especialmente os que estão em estado crítico”, afirmou o Conass.

Um dia depois, Teich pediu demissão do cargo. Os ofícios seguintes foram direcionados a Pazuello.

Em 29 de maio, o Conass reiterou pedido de apoio, afirmou que a situação se agravara e que havia “desabastecimento total de alguns itens em vários estados”, com risco à vida dos pacientes.

Em 10 de junho, um ofício pediu apoio para aquisição centralizada e “máxima priorização”.

Duas semanas depois, o Conass concluiu um levantamento completo sobre o consumo médio mensal e o estoque nos estados. A planilha enviada foi usada para ajudar nas aquisições que viriam a ser feitas pelo Ministério da Saúde.

Ainda houve mais dois ofícios ao então ministro, em julho, um pedindo apoio para liberação urgente de cadastros para secretarias de Saúde participarem de pregão e outro com um cronograma de entregas a partir de processo licitatório. O último ofício anotava a “necessidade imediata de abastecimento desses medicamentos”.

Um dos documentos citou acordo feito com o Ministério da Saúde para fornecimento do kit intubação, embora a responsabilidade direta seja de estados e hospitais.

Ao MPF, a pasta afirmou ter assumido compras por meio de requisições administrativas (apropriações de estoques de fabricantes), pregões, pedidos de doações e parcerias internacionais e aquisições via Opas (Organização Pan-Americana de Saúde).

Não havia, porém, “programação definida” para as requisições nem êxito satisfatório dos pregões feitos. Entre junho e janeiro, o ministério conseguiu enviar 4,9 milhões de unidades de medicamentos aos estados, conforme informação repassada ao MPF em fevereiro.

No primeiro mês, foram 248,6 mil medicamentos. Em julho, 1,5 milhão. Em agosto, 2,5 milhões. A quantidade passou a cair, chegando a zerar em novembro. Em janeiro, ficou em 142,6 mil.

O ministério chegou a cancelar uma operação internacional para aquisição de medicamentos do kit intubação, em 12 de agosto, “sem que seus motivos fossem esclarecidos”, segundo um documento do CNS (Conselho Nacional de Saúde).

A operação citada é a Uruguai II. Por intermédio do Itamaraty, medicamentos foram adquiridos de laboratórios uruguaios.

Conforme a planilha fornecida ao MPF, houve entregas de itens do kit intubação, por meio da Operação Uruguai, somente em um único dia: 18 de julho. O Rio Grande do Sul ficou com 24,3 mil ampolas e Santa Catarina, com 11,8 mil. “Não houve, em nenhum momento, cancelamento de compra de medicamentos”, afirmou o Ministério da Saúde, em nota. A pasta prevê novos envios de kits intubação nas próximas semanas.

O aumento da demanda mundial comprometeu a oferta, segundo a pasta. “Desde setembro de 2020, o ministério acompanha, semanalmente, a disponibilidade dos medicamentos de intubação em todo o Brasil e envia informações da indústria e distribuidores para que estados possam realizar as aquisições.”

Reuniões são feitas três vezes por semana, conforme o ministério, e envolvem conselhos estaduais e municipais do SUS, Opas e Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

FOLHAPRESS

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Geral

VÍDEO: Fátima retirou R$ 20 milhões de obra da Oiticica para pagar servidores, diz Rogério Marinho

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, denunciou que o Governo Fátima Bezerra retirou R$ 20 milhões da obra da barragem de Oiticica para pagar dívidas com empresas e com servidores. A informação foi revelada em entrevista ao programa A Voz da Liberdade.

Segundo o ministro, os recursos foram destinados pelo Governo Federal para essa importante obra hídrica, contudo, gasto com outra finalidade pela gestão estadual e ainda sem ter sido reposto. Assista o vídeo da entrevista aos jornalistas Gilson Moura e Valdemir Tapioca, no programa , na tarde deste sábado (15):

 

 

BLOG DO GUSTAVO NEGREIROS

Opinião dos leitores

  1. Esse negócio de análise de comentários , é tipo um monopólio , só divulga comentários favoráveis

  2. Quem disse? O ministro do Saco preto? da reforma trabalhista? E o mais novo título o ministro do orçamento secreto, o ministro do tratoraço… O ministro tem conhecimento talvez, acredito ter que este orçamento destinado a execução desta obra não pode ser remajada para outros uso como diz o ministro. O TCE, TCU não fala isso. Rapaz o povo quer vacina, preste algum serviço já que só faz desserviços.

    1. Esse blog só tem notícias para babar Bolsonaro , esse BRUNO é BABÃO , digo isso porque escuto ele no rádio

  3. Eita Rogério jaja está sem renda de novo o bozo está precisando do seu cargo para comprar uns políticos do centrão

  4. dr. Zé mané, Rogério Marinho, o qual senhor sabe muito bem quem é mas nega, é o cidadão que além de ser um dos mais atuantes Ministros do atual governo, é o homem a quem o RN deve o um dos maiores e mais importantes projetos de incentivo ao avanço tecnológico: o INTITUTO METRÓPOLE DIGITAL, da UFRN.

    1. O governo não pode tirar dinheiro enviado pra terminar essa obra que a decadas não termina pra pagar contratos e servidores.

    1. Me responde ai, foi na gestão dela que esse pagamento ficou atrasado? Então não fala asneira, pelo menos ela está pagando dívidas de outras pessoas no caso de Rosalba e Robinson…

  5. O Ministro Saco Preto, falando em retirada ($), nisso ele tem experiência, não se pode negar….kkkk. A propósito existe TCE e TCU para investigar, Ele quer palco e platéia,como tem quem dê…

    1. Como você é idiota, o ministro, tá preocupado com o dinheiro, enviado para concluir a barragem, que está sendo desviado para outras finalidades. Quando ela faz isso, é para Pará os trabalhos e o governo federal mandar mais dinheiro. Rogério Marinho tá certo, tem que cobrar a reposição dos recursos.

    1. Deputados e senadores moram aqui ? Ou vem apenas nos finais de semana?

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