Economia

Brasil cria 401 mil vagas de emprego formal em fevereiro; saldo é o melhor para o mês em 30 anos

(Foto: Reprodução)

O Brasil gerou 401.639 empregos com carteira assinada em fevereiro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira (30) pelo Ministério da Economia.

Essa é a diferença entre as contratações, que somaram 1.694.604 no mês passado, e as demissões, que totalizaram 1.292.965.

De acordo com o Ministério da Economia, esse é o melhor resultado para fevereiro desde o início da série histórica, em 1992, ou seja, em 30 em anos.

Até então, o melhor resultado para meses de fevereiro, havia sido registrada em 2011, quando foram criadas 280.779 vagas formais de emprego.

O resultado positivo ocorre em meio à pandemia de Covid-19 e ao aumento no número de contaminados e de mortes provocadas pela doença, que gerar reflexos negativos na economia.

Primeiro bimestre

Nos dois primeiros meses deste ano, ainda de acordo com o Ministério da Economia, foram geradas 659.780 vagas com carteira assinada. Em igual período do ano passado, foram abertos 277.517 empregos com carteira assinada.

Esse resultado do primeiro bimestre, informou o governo, engloba declarações enviadas fora do prazo legal, em meses e anos anteriores. De acordo com a série histórica atualizada pela área econômica., este é o melhor resultado para primeiro bimestre desde 2010.

Com o resultado de fevereiro, o Brasil tinha saldo de 40.022.748 empregos com carteira assinada ao final do mês passado. Isso representa um aumento na comparação com janeiro deste ano e, também, com fevereiro de 2020 – quando o saldo estava, em ambos os meses, em 39,6 milhões.

Com G1

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Política

VÍDEO: Bolsonaro cita tratamento precoce e anuncia criação de comitê para coordenar prioridades da pandemia; grupo se reunirá semanalmente

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira (24) a criação de um comitê que ser reunirá semanalmente para decidir e direcionar os rumos do combate à pandemia do novo coronavirus.

“A vida em primeiro lugar. Resolvemos entre outras coisas, de que será criado uma coordenação junto aos governadores com o sr. presidente do senado federal”, disse o presidente, em pronunciamento em frente ao Palácio da Alvorada.

“Da nossa parte, um comitê se reunirá toda semana pra decidirmos ou redirecionarmos o rumo do combate ao coronavírus. É unanimidade a intenção de nós, cada vez mais, nos dedicaarmos à vacinação em massa no Brasil”, completou.

Bolsonaro voltou a defender, porém, a possibilidade de tratamento precoce – apesar de ainda não haver medicamentos com comprovação de eficácia contra a Covid-19.

“Tratamos também da possibilidade de tratamento precoce. Isso fica a cargo do ministro da Saúde, que respeita o direito e o dever do médico de tratar infectados ‘off label'”, disse o presidente, se referindo ao uso de remédios fora das diretrizes indicadas em bula.

“Ainda não temos remédio, mas nossa união, nosso esforço entre os três poderes da República, ao nos direcionarmos para aquilo que realmente interessa, sem que haja qualquer conflito, qualquer politização da solução do problema, creio que seja, realmente, o caminho para o Brasil sair dessa situação bastante complicada que se encontra”, concluiu o presidente.

Fortalecimento do SUS

O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a união entre os poderes terá como resultado o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), “articulado nos três níveis, para prover à população brasileira com agilidade uma campanha de vacinação que possa atingir uma cobertura vacinal capaz de reduzir a circulação do vírus”.

Ele disse ainda que também serão fortalecidos em municípios, estados e união a assistência aos doentes, com a criação de protocolos “capazes de mudar a história natural da doença”.

“O sistema de saúde do Brasil dará as respostas que a população brasileira quer. Sobretudo depois de uma reunião como essa, em que toda a Nação se une, através dos chefes dos poderes, para que cumpramos nosso dever como poder público.”

Ações práticas

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou que a reunião desta quarta-feira (24) foi sintetizada com a criação de um “pacto nacional” liderado pelo presidente Bolsonaro.

“Em termos práticos, desta reunião ouvindo governadores, fica decidido a constituição imediata de um comitê, ou como queira se chamar, de um grupo permanente e pessoal de trabalho, sem delegação, por parte do presidente da República, do presidente da Câmara, do presidente do Senado, e dos demais membros que devam participar, inclusive o sr. ministro da Saúde, para definirmos políticas nacionais uniformes, num ambiente de identificação das convergências que existem”, afirmou.

Ele explicou que será sua responsabilidade o contato constante com os governadores para ouvir as demandas dos estados e levar as questões para as reuniões do comitê.

Pacheco disse ainda que as primeiras questões que devem ser tratadas pelo organismo, com participação da iniciativa privada, são a ampliação dos leitos de UTI, a solução dos problems com fornecimento de oxigêncio e insumos de medicação.

“E, fundamentalmente, a política do Ministério da Saúde para a vacinação do povo brasileiro, que exige mais do que nunca colaboração de todos poderes, instituições da sociedade e da imprensa”, afirmou.

Já o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que expectativa após o encontro dos líderes e conseguir despolitizar a pandemia e comunicar melhor as ações tomada pelo governo.

“Temos que desarmar os espíritos e tratar o problema como de todos nós, nacional, que nos compete enquanto representantes da população (…) falarmos uma linguagem só, com acompanhamento diário, com responsabilidade de informação e com a comunicação adequada de todos os dados para que nossa população tenha toda assistência”, disse Lira.

O objetivo, segundo o presidente da Câmara, é ter um rumo coordenado para o combate à pandemia, coordenado pelo presidente Bolsonaro, e um “discurso único” de orientação nacional, conduzido pelo Ministério da Saúde.

“Saio dessa reunião para um encontro com todos os líderes da Câmara e poderemos votar, hoje ainda, a oferta de novos leitos em parceria com a iniciativa privada, que não se nega a participar dessa luta.”

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. “Então, o presidente da República que se respeitasse e que respeitasse o povo brasileiro, a primeira coisa que ele teria feito em março do ano passado, era criar um comitê de crise. […] E toda semana orientar a sociedade brasileira sobre o que fazer.”
    Luiz Inácio, 10 de março de 2021.

  2. ELOGIO PARA VACINA, MENSAGEM LIDA, SOLIDARIEDADE…
    ATÉ FALAR NA TELEVISÃO EM CANAL NACIONAL…
    QUEM TE VIU E QUEM TE VÊ, HEIN?
    LULA FAZ MAIS UM MILAGRE!

  3. Efeito Lula. A volta dos direitos políticos do Lula só faz bem ao país. O Bolsonaro e a sua trupe, após críticas do Lula, passaram a usar máscaras, não fez mais propagandas da ivermectina e cloroquina, começou a valorizar a vacina (pelo menos diz), acenou para uma coordenação da pandemia junto aos governadores (conforme Lula sugeriu), agir com responsabilidadede (conforme Lula indicou), isso vai ser difícil, mas vamos torcer. O bolsonaro quer fazer dois anos de bom governo? Assista duas entrevistas que o Lula deu ao Lê Mounde e a CNN internacional, além do discurso que fez após a decisão de fachin (essa ele viu, pelo menos em parte). Nessas, existem verdadeiras aulas diplomáticas, geopolítica, econômica , social, política externa, de humanidade, de responsabilidadede, de sensibilidade e de compromisso com o povo. Em uma prova de que o maior presidente da história pensa no bem do povo e do país, pois está dizendo para um incompetente e irresponsável como administrar uma nação e ser bem sucedido. Poderia ficar vendo o governo explodir, mas ele sabe que o povo vai junto e quer ajudar a evitar isso.

  4. Mas não era a economia?
    Demorou pra entender que sem saúde não tem economia.
    Réu confesso continua impune e cometendo crimes. Até quando Jesus?

  5. Doria anuncia vacinação contra Covid-19 de professores e policiais. nossa unica opção para 2022 bangu I para bozo e nove dedos

  6. Tanta hipocrisia, um fdp que desviou o dinheiro da NAÇÃO para ajudar outros países . Muitos morreram de fome e de doença por falta de assistência dos governos do PARTIDO DO TRAMBIQUE.

  7. Lula condenou vários brasileiros a morte durante muitos anos , quantos morreram por falta de assistência enquanto Lula ajudava a outras nações ?

    1. É uma boa pergunta. Você bem que poderia fazer essa pesquisa , conseguir as provas e processar o Lula nos tribunais competentes para isso. De outra forma, são só palavras ao vento para saciar a sua vontade de defender seu mito GENOCIDA

  8. Obrigado LULA…se vc não tivesse aparecido…o desgraçado ia continuar zombando da ciência e dos mortos….

  9. Para amenizar os efeitos da pandemia, esse facínora poderia cair fora, já ajudaria MUITO os profissionais de saúde e a população em geral.
    Depois de 300 mil mortes, vem falar em tratamento "precoce" e criar um comitê… É de arrebentar.

  10. Parabéns ao nosso Presidente. Fazendo o que os ditadores do STF permitiram fazer. Dinheiro não faltou, mas sobrou corrupção e incompetência na outra ponta.

  11. Após um ano o desorientado vem com esse comitê. Essa besta está somente de olho nas eleições do ano que vem. NADA MAIS!

  12. Tomara a deus que eu esteja errado .porém não dura esse final de semana esse teatro do presidente .

  13. Vixe que eficiência do inepto: UM ANO após o início da pandemia !!! O centrão deu um aperto nele com força! Deve ter dito, ou vc faz assim ou vai cair fora…

    1. Ó Manuel, parece que tu é um SERVIDOR PÚBLICO, ocioso, ganhando em casa, sendo sustentado pela sociedade que trabalha de verdade para garantir o pão de cada dia.
      Não é possível ter tanto tempo disponível para escrever textos odiosos o dia inteiro. Parece saudoso do MENSALÃO, do PETROLÃO e de toda aquela roubalheira que a esquerda fez nesse país.
      Procura o que fazer cara, lavar uma trouxa de roupa suja, ser útil em alguma coisa, vai no trabalho ver se produz algo, já está ficando ridículo passar o dia todo só destilando ódio.

    2. César cara, a verdade dói muito eh isso? Se eu sou desocupado , servidor público ou petista, o que isso lhe diz respeito? O presidente eh inepto e negacionista e não canso de repetir talkei!? Isso não me faz petista nem muito menos ter saudade de corrupção de Lulaladrao! Mas isso não quer dizer que só pq Lulaladrao junto dos petistas e do centrão ( lembra da música que o general Heleno cantava?) roubou bilhões eu tenha que engolir um presidente que mente descaradamente, talkei! Vou continuar postando e comentando o que eu achar do MINTOmaníaco talkei?!

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Tecnologia

“UM CALO” NA TV ABERTA: “Vamos fazer novelas”, diz criador da Netflix, que alcança 10 anos no Brasil e 200 milhões de lares no mundo

Foto: Kwaku Alston/Netflix

Fundador e um dos CEOs da Netflix, o americano Reed Hastings, de 60 anos, falou a VEJA com exclusividade, por videoconferência, sobre as conquistas e o impacto comportamental da plataforma — além de abordar o futuro do entretenimento

Nestes dez anos no Brasil, o que a Netflix captou sobre o gosto nacional? Aprendemos muito com os brasileiros. O país foi nossa primeira aposta fora da América do Norte, e o hábito de ver o que quiser, na hora e no aparelho da preferência de cada um, logo caiu no gosto das pessoas de todas as regiões. É fascinante notar o apetite de vocês por filmes e séries em línguas que não o português ou o inglês: as pessoas no Brasil curtem produções da Espanha, Alemanha, Japão, de todos os lugares. É um povo muito aberto.

A Netflix se manteve em crescimento na pandemia, enquanto os exibidores de cinema vêm sofrendo perdas irreparáveis. O streaming vai matar o cinema? O efeito da Covid-19 sobre a audiência do streaming é mais modesto do que se imagina. Quando o coronavírus for superado, as pessoas vão voltar a frequentar bares, eventos esportivos, teatros e cinemas. São formas de entretenimento para aproveitar junto com outras pessoas. Felizmente, teremos a chance de fazer tudo isso de novo graças à vacinação. Ir a uma sessão de cinema e assistir a um filme por streaming em casa não são atividades excludentes.

A Netflix acaba de conquistar 35 indicações ao Oscar, um recorde histórico. Qual a receita para esse desempenho? Pensamos, em primeiro lugar, nas boas histórias que podemos trazer para nossos assinantes. A aposta em uma produção original começa sempre com o ponto de vista das pessoas — é preciso estar atento ao que elas adoram compartilhar e falar a respeito. Quando cumprimos bem nossa função, o público se identifica e os votantes da academia do Oscar reconhecem. O foco é na qualidade das tramas que vamos contar, não em se dar bem no prêmio.

A despeito do Oscar, a Netflix ainda desperta alguma aversão nos grandes festivais europeus — o espanhol Pedro Almodóvar já disse que as produções da plataforma não são cinema de verdade. Como vencer a rejeição? De certa maneira, eu concordo com eles. É diferente a magia de ver um filme na tela grande. Mas, na prática, as pessoas acabam vendo a maioria dos filmes em casa. As duas formas de ver filmes podem conviver em harmonia. Nós adoramos os festivais e não temos problemas com eles. Só que o streaming tem sua vantagem: você pode assistir a filmes de todo o mundo que jamais passariam nos cinemas.

Em meio à pandemia, a Warner — um estúdio tradicional — chocou Hollywood ao anunciar que passaria a lançar seus filmes ao mesmo tempo nos cinemas e em seu serviço de streaming, o HBO Max. A distância entre os lançamentos nos vários meios de exibição está fadada ao fim? Nossa meta é que as pessoas sintam prazer com o entretenimento do modo como quiserem. E isso inclui dar aos consumidores a escolha de ver um filme em casa ou no cinema. Se a nova estratégia de lançamentos for apreciada, não vejo por que ignorar seu apelo. Na nossa visão, as janelas de exibição (distância entre lançamentos no cinema, televisão e streaming) são hostis ao interesse do público. O prazer do consumidor vem em primeiro lugar. Vejo com otimismo a coexistência de múltiplas telas, inclusive a dos smartphones. Na minha idade, não me imagino vendo um longa assim. Mas muita gente vê e acha o máximo.

A Netflix enfrenta a concorrência cada vez mais forte de serviços de streaming como o Disney+ e o HBO Max. Há espaço para todos? A competição global veio para ficar, e todas essas são grandes companhias. Mas não se trata de nosso único desafio. No caso do Brasil, a existência de uma empresa tão focada e onipresente como a Globo significa concorrência em várias frentes. De longe, eles são o maior rival que temos por aqui, e em nenhum outro país vejo uma empresa local tão forte. Nós admiramos e ao mesmo tempo tememos a Globo. Adoraríamos trabalhar com eles, e quem sabe produzir programas juntos.

A Disney não assusta mais? A Disney é, sem dúvida, nossa competidora global. As produções da companhia são amadas pelas pessoas no mundo inteiro. Eles sempre fizeram um grande trabalho em conceber filmes, séries e outras atrações cultuadas por gerações. Eu diria que ainda estamos lidando para atingir um alcance cultural como o da Disney.

Em vez de investir em seus próprios estúdios, como a Amazon e a Disney, a Netflix optou por produzir filmes e séries com múltiplos parceiros. Qual a vantagem? Há muitos talentos disponíveis no Brasil e em outros países, e podemos trabalhar com maior flexibilidade se não formos proprietários das estruturas físicas de estúdios. Aprendemos a nos adaptar às parcerias com produtores diferentes, em contextos culturais diversos. Com isso, ganhamos agilidade para buscar as melhores histórias.

Uma crítica recorrente é que, apesar de produções de prestígio como Mank, há mais quantidade que qualidade na Netflix. O que pensa dessas reclamações? As pessoas ao redor do mundo têm gostos muito diferentes. Alguns gostam de cinema chique, como Mank, mas parte da audiência pode achar filmes assim lentos e aborrecidos. Outros curtem tramas de ação, ou musicais — as preferências são ilimitadas. Queremos que a Netflix traga títulos de qualidade para todas as faixas. Mas é verdade que, se você buscar alea­toriamente em nosso catálogo, provavelmente topará com títulos de que não goste.

Qual é o perfil do típico espectador da Netflix no país? Todo mundo assiste à Netflix no Brasil. De forma geral, no entanto, nosso público costuma ser ligeiramente mais jovem em todos os países, pois esses espectadores se sentem mais confortáveis com a internet e os smartphones, enquanto as pessoas mais velhas passaram a vida sendo fiéis a atrações como as telenovelas na TV aberta, e vão continuar assim. Mas entendemos as necessidades dessas pessoas, e estamos trabalhando para que elas se sintam felizes na Netflix.

Produzir novelas está na mira de vocês? Com certeza. Vamos fazer novelas e nos arriscar em muitos outros campos. Não queremos parar de fazer coisas diferentes, e poder dar nossa contribuição.

A Netflix financia sua política agressiva de investimentos em superproduções com uma dívida que passa de 16 bilhões de dólares. É um arranjo sustentável? Sim, é sustentável porque nós continuamos a crescer, e investimos mais para crescer mais. Uma série leva dois anos para ser finalizada, e é preciso gastar pesado antes de lucrar. Financiar a expansão assim tem funcionado muito bem até agora. Valeu a pena.

Como será o entretenimento daqui a dez anos? Em uma década, ver vídeos por streaming será quase automático e estará em toda parte, como a eletricidade. A qualidade de imagem será superior, pois os televisores em 4k serão muito baratos. E a indústria de entretenimento se tornará ainda mais global, com filmes e séries do mundo inteiro disponíveis. Será um futuro espetacular, em termos daquilo que poderemos oferecer aos espectadores.

O que embasa sua previsão otimista? Muito dessa evolução se dará pela competição acirrada. A competição dificulta as coisas para nós e nossos rivais, mas é ótima para os consumidores. Daremos nosso melhor para que sejamos os favoritos das pessoas até lá.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Ta precisando de um jornalismo imparcial, onde só as notícias interessam, sem esse como o da globo lixo, onde apresentadores dizem que é o que tem e que o choro é livre.
    Palhaçada.

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Economia

Guedes fala em novas ações para ajudar economia na pandemia e cita criação de ‘seguro-emprego’

 (Foto: Edu Andrade/Ascom/ME)

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira (11) que o governo vai anunciar novas medidas para conter os efeitos econômicos da pandemia da Covid-19 no país.

Segundo o ministro, as medidas “vêm ai” e devem ser anunciadas pelo presidente Jair Bolsonaro em breve.

Sem citar detalhes, Guedes falou na criação de um “seguro-emprego”. De acordo com o ministro, a medida funcionaria com o pagamento de R$ 500 ao mês, por até 12 meses, para evitar demissões.

“Por que não dar R$ 500 para ter um seguro emprego? Em vez de esperar alguém ser demitido e dar R$ 1 mil, vamos evitar a demissão pagando R$ 500 antes. Um seguro-emprego”, disse Guedes.

“Em vez de uma cobertura de quatro, cinco meses, como é hoje o seguro-desemprego, vamos fazer uma cobertura de 11 meses, 12 meses pela metade do custo”, completou o ministro durante encontro da Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa.

O valor do seguro-desemprego recebido pelo trabalhador demitido depende da média salarial dos últimos três meses anteriores à demissão. No entanto, o valor da parcela não pode ser inferior ao salário mínimo vigente, que hoje é de R$ 1,1 mil.

O trabalhador recebe entre três e cinco parcelas, dependendo do tempo trabalhado. São três parcelas do seguro-desemprego se comprovar no mínimo seis meses trabalhado; quatro parcelas se comprovar no mínimo 12 meses; e cinco parcelas a partir de 24 meses trabalhados.

Guedes não deu mais detalhes sobre como funcionaria o “seguro-emprego”. A ideia, entretanto, é parecida com o programa adotado no ano passado e que permitiu a redução de salários e a suspensão de contratos de trabalhos.

Nesse programa, que vigorou até dezembro de 2020, o governo pagava parte do salário desses trabalhadores pelo governo e, em troca, a empresa se comprometia a não demiti-los por um período.

Durante a participação no evento, Guedes voltou a dizer que deve relançar o programa de redução de salários e suspensão de contratos.

O ministro afirmou ainda que a economia brasileira está se recuperando e que, nos próximos dias, o governo vai anunciar a arrecadação de fevereiro, que foi recorde.

“A arrecadação é algo que devemos anunciar no máximo na semana que vem. A arrecadação, em fevereiro desse ano, recorde histórico para fevereiros. A economia voltou em ‘V’, está começando a decolar de novo. Vacina em massa de um lado, para o retorno seguro ao trabalho, e, de outro lado, girar a economia. É isso que estamos olhando para a frente”, disse.

G1

Opinião dos leitores

    1. Se você consegue ser melhor que ele, pede pra ficar no lugar dele.

    2. Realmente Paulo Guedes não é corrupto igual ao Guido Mantega.

    3. Infelizmente meia dúzia de seis gostaria que voltasse aquela política sebosa que a gente vivia no Brasil.

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Política

Câmara Municipal aprova criação da Secretaria de Igualdade Racial, Direitos Humanos e Diversidade em Natal

Fotos: Elpídio Junior

Durante a sessão extraordinária desta quinta-feira (11), o plenário da Câmara Municipal de Natal aprovou por unanimidade e com emendas encartadas o Projeto de Lei nº 001/2021, de autoria do Chefe do Poder Executivo, que cria a Secretaria Municipal da Igualdade Racial, Direitos Humanos, Diversidade, Pessoas Idosas e Pessoas com Deficiência. A proposição – que agora será remetida de volta para a sanção do Poder Executivo – prevê, entre suas atribuições, defender a diversidade, combater a xenofobia e promover igualdade de gênero.

“O combate contra qualquer forma de discriminação deve ser um compromisso de toda a sociedade. Contudo, cabe ao Poder Público o papel central na adoção de políticas consistentes e eficazes para garantir igualdade e respeito à diversidade”, defendeu a líder da bancada governista, vereadora Nina Souza (PDT), que completou: “Não haverá aumento de despesa para o Município, que agiu em consonância com a Lei Complementar 173/2020, que criou o Programa Federativo com medidas orçamentárias e financeiras voltadas ao enfrentamento do coronavírus”.

Conforme a vereadora Divaneide Basílio (PT), o projeto constitui uma agenda importante. “Existem vários movimentos sociais que militam há anos contra o preconceito na capital potiguar e agora recebem uma vitória com a criação dessa secretaria, embora a gente não tenha conseguido emplacar a inclusão da Juventude na nova pasta diante da ausência de políticas públicas para este segmento. Porém, seguiremos em luta”.

A vereadora Júlia Arruda (PCdoB) apontou avanços com o estabelecimento da secretaria, apesar de lamentar a não inserção da Juventude. “Sem dúvida foi positivo o que aconteceu neste plenário. Melhoramos um texto que concebe uma instituição que vai abranger desde a promoção da igualdade racial, dos direitos dos idosos, diversidade, entre outros setores da sociedade. O ponto desfavorável é que a Juventude, órfão de ações dos gestores públicos, ficou de fora. Ainda assim, a expectativa é de desenvolvimento de projetos relevantes na área social através da secretaria”, afirmou.

O presidente da Casa, vereador Paulinho Freire (PDT), parabenizou o parlamento pela aprovação da nova secretaria. “Hoje, tivemos a satisfação de receber esta matéria da Prefeitura, criando uma secretaria que envolve uma antiga reivindicação dos cidadãos empenhados na promoção da igualdade em nossa cidade. Por isso, este parlamento está de parabéns pelo debate, aprimoramento e votação de um texto que representa, a meu ver, uma conquista para todos os natalenses”.

Opinião dos leitores

  1. Se fosse iniciativa do Governo do Estado, tinha uma turminha carimbada, aqui, tecendo mil críticas. Sendo a Prefeitura, eles se calam…

  2. Que representantes dos natalense desocupados.!!!
    Deveriam trabalhar pela igualdade e respeito ao ser humano desde a concepção. Preceito constitucional.
    Só cabide de emprego e fomentar discórdia.
    O contribuinte como sempre paga a conta pela hipocrisia desses legisladores.

  3. Ja existe a constituição para legalizar qualquer crime, mas é preciso criar cabide de emprego no poder público.

  4. Enquanto isso os servidores municipais estão a 6 anos sem ver a cor da data base, sem um mísero centavo de aumento durante esse tempo. Me pergunto, onde está a Justiça pra se fazer Justiça a favor dos servidores?

  5. Totalmente desnecessária essa secretaria. É somente mais um penduricalho para gerar cargos para os apadrinhados. Os municípios quebrados e os administradores brincando com o dinheiro público.

  6. Secretaria totalmente DESNECESSÁRIA. Será dinheiro público jogado fora. Prefeito Dr. Álvaro Dias, poupe o erário e mantenha seu bom conceito junto aos seus eleitores e à Natal, principalmente.

  7. Haja aumento de IPTU pra bancar tantas secretarias e cargos comissionados! Duvido que os nobres gastadores de dinheiro público tenham informado qual será a fonte de recursos que vai bancar esse gasto a mais!

  8. Outros órgãos (em outros níveis) podem tratar disso…. apenas mais um cabide de empregos p/ o cidadão sustentar em uma cidade/estado falido

    1. Deixe de falar besteira sem ler o projeto. Os cargos criados nessa secretaria foram remanejados de outros que já existiam.

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Economia

Guedes celebra criação de 142 mil empregos no país no acumulado de 2020 mesmo com pandemia, e diz que prioridades para 2021 são saúde, emprego e renda

Foto: Adriano Machado/Reuters

Depois do país criar mais de 142 mil empregos em 2020, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que além de manter o compromisso com a geração de emprego, a prioridade do Brasil em 2021 será com a saúde e a renda.

“Voltando o Congresso (após as eleições da Câmera dos Deputados e do Senado), temos condições então de atacar saúde, emprego e renda, que são nossas prioridades para o ano de 2021”, afirmou o ministro, nesta quinta-feira (28), em coletiva de imprensa para comentar o resultado do Caged de 2020.

Na ocasião, Guedes comemorou o resultado acumulado de 2020. “A grande notícia para nós é que em um ano terrível, em que o PIB caiu 4,5%, criamos 142 mil novos empregos”, disse.

Segundo o ministro, o resultado positivo só foi possível por causa das medidas emergenciais, em especial pelo programa do BEM, que permite a redução da jornada e salário ou suspensão de contrato em comum acordo entre empregado e empregador.

“Fechamos o ano com 30 milhões de empregos com carteira assinada sendo que 11 milhões foram preservados pelo BEM”, disse ao lembrar também do programa do auxílio emergencial, que serviu de renda ou complemento para 64 milhões de brasileiros no ano passado.

Além disso, Guedes afirmou que os dados de desemprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados também nesta quinta confirmam o avanço e recuperação da economia brasileira no formato de “V”, como previa a equipe econômica.

“A população ocupada brasileira subiu 4 milhões quando se compara o trimestre de setembro, outubro e novembro com o anterior. Desses 4 milhões de novas posições, quase 1 milhão foi de carteira assinada. Isso confirma os dados que já tinham saído pelo Caged quando dissemos que após aquela queda inicial forte, estávamos recuperando e criando empregos”, argumentou.

Enquanto o Caged tem uma base de dados que identifica as informações dadas pelas instituições empregadoras de contratações e demissões, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE, traz um termômetro também das pessoas que estão buscando emprego.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Esse governo é f… conseguiu na PANDEMIA aumentar o número de empregados mesmo com fechamento quase que total das cidades em alguns momentos PELOS GOVERNADORES.
    Parabéns Paulo Guedes e equipe.!!!!!!
    Os esquerdopatas ficam doidos com a capacidade do governo federal em superar as dificuldades.

  2. 142.000/14.100,000= 0.01
    0.01 x 100=1%
    Ou seja, o Brasil inteiro gerou 1% de emprego pra massa de mais 14,1 milhão de desempregados em 2020.
    As novas regras trabalhistas comparada as anteriores fazem os números melhorar, pois tem gente com carteira assinada, mas não tem emprego certo nem garantia de renda e por aí vai.
    As narrativas não mudam a realidade que é triste e cruel.
    Só podemos pedir misericórdia de Deus do que está por vir daqui pra frente.

  3. Um réu em ações penais e improbidade administrativa à frente da câmara dos deputados. Agora o negócio vai ter andamento. Chefe do centrão, o bloco menos confiável que já orbitou pela presidência da república. Agora o Brasil sai do prego! Aguardem os próximos escândalos!

    1. Nunca vi você reclamando do centrão quando dava sustentação política a esquerda.
      Nunca vi você reclamar das ações imorais do botafogo que engavetou todos os projetos que beneficiava o povo e combatia a corrupção e o foro privilegiado.
      Aí já julga e quer adivinhar o futuro?
      Que tal olhar o passado de corrupção incontrolável ao qual o país estava submetido? Isso não conta?

    2. Já admitiu a derrota da esquerda, amigo? Cadê a frente parlamentar? MST, Boulos, nhonho, Ciro, FHC, Calça colada, frouxo, e CIA. Não vão conseguir derrubar o réu cheio de ações?

    1. ainda que bolsonaro tivesse cagando ouro, só por causa de Paulo Guedes, eu votaria contra!!
      em 2022

    2. Deixe de conversar besteira. No mínimo vc é um frustrado que fez concurso e não passou. Por isso não pensa em milhares de pais e mães de família que se esforçaram para passar em um concurso público e correm o risco de ficarem desempregados , caso haja a privatização.

    3. Ôxe, e o banco vai precisar de empregados não???? Pq iria demitir??? E o país precisa manter estatais apenas p/segurar empregos públicos??? Responde aí Mpj…

    1. Kkkkkkkkkkk. Veremos! Torço mesmo pra que o MINTOmaníaco cumprisse pelo menos 10% do que prometeu quanto às privatizações, ajuste fiscal, reforma tributária e administrativa… Mas acho que a única coisa que vai acontecer depois que Lira (mais um corrupto do centrao ganhar a presidência da camara) vai ser continuar aprovando leis que prejudicam o combate a corrupção, não vai mover um dedo pra aprovar a prisão em segunda instância, e não vão aprovar reforma nenhuma! Aguardem!

    2. Sim, Mané.. tem esse risco. Melhor isso do que o continuísmo a Rodrigo Maia.
      Adoraria que fosse Van Hatten.
      Prefiro esperar (sentado mesmo).
      Chegou a hora das coias ficarem mais claras.

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Economia

SALDO DO ANO POSITIVO: Brasil fecha 2020 com criação de mais de 142 mil vagas formais de trabalho

Foto: Pixabay

O Ministério da Economia divulgou nesta quinta-feira (28) os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Apesar de ter ocorrido em dezembro o fechamento de 67.906 vagas de trabalho formal no país, o saldo do ano é positivo em 142.690 postos, mesmo durante a pandemia de covid-19.

O último mês do ano apresenta tradicionalmente corte de vagas com carteira assinada, explica o ministério. Em dezembro de 2019, como comparação, foram fechados 307.311 postos.

O anúncio ocorre no mesmo dia em que o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga que o desemprego no país se manteve alto e atinge 14 milhões de brasileiros. A explicação para a diferença, aparentemente contraditória, é a de que o dado da Ministério da Economia se refere apenas às vagas formais, com carteira assinada, enquanto o do IBGE fala de todos os tipos de trabalho.

Em relação apenas às vagas formais, o resultado de dezembro de 2020 veio após 1.239.280 admissões e 1.307.186 desligamentos em todo o país.

De janeiro a dezembro foram 15.166.221 contratações e 15.023.531 demissões. O estoque de empregos com carteira assinada chegou a 38.952.313 vínculos.

Em novembro, o Brasil havia aberto 414.556 vagas formais de trabalho, o melhor resultado para todos os meses desde o início da série histórica, iniciada em 1992, superando o recorde anterior, de outubro (394.989).

R7

Opinião dos leitores

  1. Olha a notícia de onde veio, da Record de Edir Macedo. Não tem nenhuma credibilidade, basta ver as mentiras que é pregada por ele na igreja.

  2. Notícia excelente! No início da pandemia a expectativa era a de que o desemprego explodiria. Apesar de todo negativismo da imprensa contra o governo, a economia se manteve estável, em que pese toda politicagem que se fez com a doença.

  3. O desemprego está no recorde histórico!!
    O governo Bolsonaro é um desastre p o povo brasileiro.

    1. Sim ô esquerdopata, não aconteceu nada p/ colocar nessa conta não é? O pior é ter que aguentar o choro dessa turma por mais 6 anos KKKKK. Haja saco.

    2. Os que usam argola na venta não entendem de economia…não adianta tentar ensinar um burro a ler, muito menos a interpretar….mummmmmmmmm

    3. Deixa de conversa. Como iria recuperar emprego na pandemia? Fica em casa!!!

    1. Tá ruim, mas tá bom.
      Esse come ovo e arrota carne.

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Segurança

Governo do RN assina acordo de cooperação para criação de forças-tarefas de combate a organizações criminosas

O Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED) e da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (SEAP), acaba de celebrar um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) que vai permitir a criação de forças-tarefas de combate a organizações criminosas em território potiguar. O documento foi assinado na manhã desta terça-feira (19), em Brasília, pelo titular da SESED, coronel Francisco Araújo Silva, e pelo ministro da Justiça e da Segurança Pública, André Mendonça.

Segundo o coronel Araújo, as forças-tarefas a serem implementadas no Rio Grande do Norte proporcionarão uma integração ainda maior entre as instituições de segurança federais, como a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, com as forças estaduais, caso da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Instituto Técnico-Científico de Perícia e Polícia Penal, “de forma que a sociedade é quem será a grande beneficiada, pois contará com ações de inteligência, prevenção e de combate cada vez mais eficientes contra o crime organizado”.

Representando o RN, também participaram da cerimônia no Distrito Federal o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alarico Azevedo, o delegado-geral adjunto da Polícia Civil, Ben-Hur Cirino de Medeiros, e o titular da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária, Pedro Florêncio.

Plano de Forças-Tarefas SUSP de Combate ao Crime Organizado

O Plano de Forças-Tarefas SUSP de Combate ao Crime Organizado tem como objetivo reduzir os indicadores de crimes praticados por membros de organizações criminosas, como homicídio, latrocínio, tráfico de drogas, roubos a bancos, cargas e veículos.

Os primeiros estados a aderirem ao plano foram o Rio Grande do Norte e o Ceará, ambos de forma voluntária. “Precisamos avançar e avançar rápido. Por isso a importância da implementação desse plano que carrega o nome do SUSP: o Sistema Único de Segurança Pública, que demanda de todos nós que atuamos na gestão, na operação, no planejamento, na construção de políticas públicas baseadas em quatro princípios: atuação conjunta, coordenada, sistêmica e integrada”, afirmou o ministro durante cerimônia de assinatura dos acordos de cooperação.

As forças-tarefas terão como linha de atuação a busca pelo isolamento de líderes de organizações criminosas no sistema prisional, a prevenção e a repressão da criminalidade violenta praticada por esses grupos, a descapitalização das facções, com foco no bloqueio de bens e valores, além da venda antecipada desses bens.

Pelo plano, o Ministério da Justiça e Segurança Pública vai disponibilizar local apropriado para funcionar como base da Força-Tarefa, além de equipamentos de gestão de dados e informações, e outros necessários ao bom funcionamento dos trabalhos. O custeio das diárias e passagens para atuação das forças policiais também será feito pelo MJSP.

Os quatro eixos de atuação do Plano são: Inteligência de todos os órgãos de segurança pública envolvidos, análise criminal estratégica, policiamento ostensivo de forma especializada e adoção de procedimentos investigativos capazes de dar respostas efetivas e oportunas para a redução e repressão à criminalidade.

Sistema prisional

Ainda durante a celebração do acordo, o secretário da Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte, Pedro Florêncio, apresentou números de investimento federal no estado, por meio do Departamento Penitenciário Nacional, e falou da importância da implantação do Plano. “Podemos dizer que, hoje, com o apoio da inteligência do sistema prisional, nós temos números cada ano menores, que diz que o sistema prisional está seguro, são: homicídios, fugas, rebeliões e motins. Esses números vêm diminuindo ano a ano. Isso mostra que o sistema está mais seguro”, afirmou.

Opinião dos leitores

  1. Uma sugestão as autoridades da segurança pública e dos municípios de SGA e Macaíba, por que não transferem aquele posto da PRE chegando em São Gonçalo, localizado na estrada que liga Macaíba e SGA, colocam ele na rótula de acesso ao aeroporto? faria ali um posto policial moderno e instituía rondas na estrada que liga as duas BRs de Macaíba e Ceará Mirim. Isso já reduziria em muito a criminalidade e melhoraria a segurança dos que buscam os serviços do aeroporto.

    1. Infelizmente vários Partidos apoiam e até tem bandidos em seus quadros. E muitos brasileiros também tem seus bandidos e políticos de estimação.

  2. O véio é bom, o melhor governador do RN de todos os tempos Bolsonaro é duro e sabe fazer com qualidade diferente, honesto e trabalhador.

  3. Esperamos o terceiro curso de formação de policiais penais do RN, estamos alinhados com o governos como mão amiga, acreditamos que até maio o governo e a SEAP fazem esse CF, aguardamos a sensibilidade do MP para tudo ocorrer bem.

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Diversos

Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do RN destaca criação de comissão de Turismo na Assembleia Legislativa

Com a inserção do Turismo como uma comissão permanente na Assembleia Legislativa, o presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Rio Grande do Norte (SHRBS-RN), Habib Chalita, destacou a iniciativa do deputado estadual Coronel Azevedo, que foi o propositor da inclusão do tema no Regimento Interno da Casa Legislativa.

Para Habib Chalita, colocar o turismo dentro de uma comissão permanente reforça a importância do setor e dá voz aos representantes do segmento na Assembleia Legislativa. “Foi muito bom saber que podemos ter esse reforço na defesa do nosso segmento dentro do Parlamento”, disse.

Este ano, o Sindicato, por meio do diretor Juan Garcia, participou da audiência pública realizada na Assembleia Legislativa e que tratou do planejamento do turismo no Rio Grande do Norte.

Ainda de acordo com o presidente, o SHRBS-RN junto com outras entidades ligadas ao turismo vai buscar ações junto à Assembleia Legislativa para recuperar e fortalecer o segmento no Rio Grande do Norte.

Opinião dos leitores

  1. Ate a Paraiba vai melhor no turismo, investimentos hoteleiros e parque tematico la e no RN a insegurança juridica afastou todo investimento com órgaos que apenas atrapalham o desenvolvimento do Estado, Idema, ibama, MP nas terras de Poti agem contra a economia e ninguem se mexe pra resolver esse ABSURDO.

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Diversos

VÍDEO: Bolsonaro edita decreto que facilita criação de peixes no país

O presidente Jair Bolsonaro editou nessa segunda-feira (14) um decreto que torna as regras para a cessão de espaços físicos em corpos d’água de domínio da União para a prática da aquicultura mais alinhado à realidade da aquicultura brasileira, desburocratiza o processo e aprimora os mecanismos de gestão da ocupação e controle da atividade. O decreto será publicado nesta terça-feira (15) no Diário Oficial da União.

O texto, que atualiza o Decreto nº 4.895, de 2003, deixa mais claro o procedimento, fixa critérios objetivos e deverá reduzir o tempo para a cessão de uso aos interessados. O uso de espaços físicos em corpos d’água de domínio da União para a prática da aquicultura poderá ser requerido por pessoa física ou jurídica junto à Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Nesta segunda-feira, em sua conta pessoal no Twitter, Bolsonaro disse que o decreto “desburocratiza, moderniza e dá celeridade aos processos de cessão de águas da União, facilitando o cultivo de organismos aquáticos no Brasil.”

Na postagem, Bolsonaro destacou que se tornou mais fácil a “criação de peixe no Brasil”. O secretario nacional da Pesca, Jorge Seif, disse que uma das vantagens do decreto é que a regulamentação passa a ser feita diretamente pela secretaria, sem precisar mais consultar a Agência Nacional de Águas (ANA) para o processo.

As áreas aquícolas serão classificadas de acordo com o objetivo ao qual se destinam, como interesse econômico, interesse social e de pesquisa ou extensão. Elas visam gerar emprego e renda, desenvolvimento sustentável, aumento da produção brasileira de pescados, inclusão social e segurança alimentar.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

    1. Alguma dúvida que logo logo, algum esquerdista acionará o STF contra o decreto?

  1. Se preocupem não… Já já o STF irá cancelar esse decreto a pedido dos esquedopatas, afinal hoje o STF acusa, investiga, julga, investiga, legisla e governa,ou seja: tem o poder supremo, porém não ninguém que possa investigá-los. Ahhhh e se falarem mal deles, isso se transforma em crime inafiançável.

    1. O PiXOL não vai querer os companheiros sendo presos.
      Vão logo entrar no STF. Dano ambiental, algum princípio tirado do éter quântico, transcedental.
      Constituição virou uma msassa de modelar que vc esculpe o que quiser.
      Pegado um desses ministros bolcheviques, a liminar é batata.

  2. Marco importante pra geração de proteínas brasileira, desenvolvimento de empreendedores de todos os níveis e geração de emprego . Medida acertada e de visão futurística.

  3. Hô Presidente bom.
    Nem o Lula que criou o Ministério da Pesca fez tanto, quanto o meu , o nosso o de todos o Miiittoooo fez pelo Brasiiiiillllll.

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Economia

País registra criação de 394,9 mil vagas de emprego em outubro, resultado recorde desde 1992

Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

Pelo quarto mês consecutivo, o saldo de geração de empregos ficou positivo. Foram criadas 394.989 vagas com carteira assinada em outubro, resultado de 1.548.628 admissões e de 1.153.639 desligamentos. O resultado recorde na série histórica iniciada em 1992 está no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira (26) pelo Ministério da Economia.

O estoque, que é a quantidade total de vínculos ativos, em outubro chegou a 38.638.484, variação de 1,03% em relação ao mês anterior. No acumulado do ano, o saldo é negativo em 171.139, decorrentes de 12.231.462 admissões e de 12.402.601 desligamentos.

Dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas, quatro tiveram saldo positivo no emprego em outubro. O principal foi o setor de serviços, que abriu 156.766 novas vagas. No comércio foram criados 115.647 postos; na indústria, 86.426; na construção, 36.296.

Desempenho regional

O mês foi positivo nas cinco regiões do país: no Sudeste, o saldo ficou em 186.884 postos; no Sul, resultado de 92.932; no Nordeste, foram criados 69.519 empregos formais; no Centro-Oeste, 25.024; e no Norte, 20.658 vagas.

Também houve saldo positivo em todas as unidades federativas, com destaque para São Paulo (119.261 novas vagas), Minas Gerais (42.124) e Paraná (33.008). Em termos relativos, os estados com maior variação em relação ao estoque do mês anterior foram Santa Catarina, Ceará e Amazonas.

Trabalho intermitente e regime parcial

Em outubro, houve saldo positivo de 10.611 empregos na modalidade trabalho intermitente, resultado de 19.927 admissões e 9.316 desligamentos (278 trabalhadores assinaram mais de um contrato desse tipo). As novas contratações ocorreram principalmente no setor de serviços, que teve saldo de 5.692 postos, seguido de construção (1.895 postos), indústria (1,6 mil), comércio (1.056) e agropecuária (368).

Nos contratos de regime de tempo parcial, o saldo foi de 1.328 empregos, consequência de 14.742 admissões e 13.414 desligamentos (46 empregados celebraram mais de um contrato nessa modalidade). As vagas foram abertas principalmente no comércio (638 postos) e nos serviços (614). A indústria gerou 217 novos postos e a agropecuária, 21.

Acordos

Houve ainda 15.331 desligamentos mediante acordo entre empregador e empregado em outubro, envolvendo 10.043 estabelecimentos (38 empregados realizaram mais de um desligamento). Nos dados por atividade econômica, esses acordos distribuíram-se por serviços (7.262), comércio (3.409), indústria (2.736), construção (1.420) e agropecuária (504).

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. A flexibilização das medidas de isolamento social fez com que mais pessoas passassem a procurar emprego no Brasil. Com isso, a taxa de desemprego subiu para 14,4%, no trimestre encerrado em agosto, a maior taxa da série histórica, iniciada em 2012. No total o país tem 13,8 milhões de pessoas na fila do desemprego.
    Só isso.

  2. Hô Véio Bom, numa crise dessa e o presidente da um show de administração.
    Esse homem é arroxado, esse homem merece ser chamado de Mito.
    O Mito disparou, disparou o melhor presidente do Brasil.

    1. Tem gente que vai ficar pistola com esses números.
      Os inimigos do Brasil.

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Economia

Criação de empregos em agosto no Brasil atinge melhor nível em nove anos

Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

Pelo segundo mês seguido, o país criou empregos formais. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, 249.388 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

Esse foi o melhor resultado para meses de agosto desde 2011, quando haviam sido abertas 190.446 vagas formais. No acumulado do ano, no entanto, o mercado de trabalho continua sentindo o impacto da pandemia. De janeiro a agosto, foram fechadas 849.387 vagas, o pior resultado para os oito primeiros meses do ano desde o início da série histórica, em 2010.

Setores

Na divisão por ramos de atividade, todos os cinco setores pesquisados criaram empregos formais em agosto. A estatística foi liderada pela indústria, com a abertura de 92.893 postos. O indicador inclui a indústria de transformação, de extração e de outros tipos.

Com 50.489 novos postos, a construção vem em segundo lugar. Em seguida, vem o grupo comércio, reparação de serviços automotores e de motocicletas, com 49.408 novas vagas.

Em quarto lugar, está o setor de serviços, com 45.412 postos. O grupo que abrange agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, abriu 11.213 postos em agosto.

Destaques

Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 90.227 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou a indústria extrativa, que abriu 906 vagas.

Os serviços tiveram desempenhos opostos conforme o ramo de atividade. O segmento de atividades administrativas e serviços complementares criou 34.397 postos. O setor de atividades profissionais, científicas e técnicas abriu 12.854 vagas.

Em contrapartida, o setor de alojamento e alimentação continua a sentir os efeitos do isolamento social e fechou 14.219 vagas. O segmento de educação demitiu 7.601 trabalhadores a mais do que contratou.

Desde abril, as estatísticas do Caged não detalham as contratações e demissões por segmentos do comércio. A série histórica anterior separava os dados do comércio atacadista e varejista.

Regiões

Todas as regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em agosto. O Sudeste liderou a abertura de vagas, com 34.157 postos a mais, seguido pelo Nordeste com 22.664 postos criados e pelo Sul com mais 20.128 postos. O Centro-Oeste abriu 14.084 postos de trabalho e o Norte criou 13.297 postos formais no mês passado.

Na divisão por unidades da Federação, a criação de empregos se disseminou pelo país. Todos os estados e o Distrito Federal abriram postos com carteira assinada em agosto. As maiores variações positivas ocorreram em São Paulo, com a abertura de 64.552 postos; Minas Gerais, 28.339 postos, e Santa Catarina, 18.375 postos. Os três estados que menos criam postos de trabalho foram Sergipe, 368 postos; Amapá, 434 postos, e Roraima, 700 postos.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

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Economia

Indústria apoia criação de tributo sobre pagamentos eletrônicos, diz presidente da CNI

Foto:Ilustrativa

O setor industrial apoia a criação de um tributo sobre pagamentos eletrônicos, defendida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, desde que seja vinculado à desoneração da folha de pagamento. “Acho que tem apoio da indústria, sim, se em contrapartida o governo ir retirando a contribuição previdenciária da folha”, disse ao blog o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade.

Andrade, juntamente com outros líderes da indústria, tiveram uma reunião com Guedes na última sexta-feira (17) para tratar de temas como a reforma tributária. “A ideia do ministro é criar o novo tributo e ir, aos poucos, desonerando a folha. Talvez começando com até um salário mínimo e meio, o que daria uma desoneração em torno de R$ 30 bilhões”, afirmou o presidente da CNI.

Robson Andrade fez questão de ressalvar que a indústria pode apoiar a proposta do ministro, mas quer a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) em tramitação na Câmara dos Deputados sobre a reforma tributária.

“A proposta do ministro Paulo Guedes é importante, mas nós apoiamos principalmente a PEC do [economista] Bernard Appy, em tramitação na Câmara, porque é mais ampla e vai garantir uma melhora para o ambiente de negócios no país”, acrescentou.

A PEC da Câmara é defendida pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), como a melhor reforma tributária para reduzir o custo tributário do setor privado, atrair investimentos ao país e garantir uma recuperação da economia.

Nesta terça-feira (21), Guedes vai entregar a Maia e ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), a primeira etapa de suas sugestões para a reforma tributária. Um projeto de lei complementar simplificando a legislação do PIS/Cofins e criando a Contribuição sobre Bens e Serviços. A criação do tributo sobre pagamentos eletrônicos seria encaminhada numa segunda etapa.

Blog do Valdo Cruz – G1

Opinião dos leitores

  1. Claro q eles apoiam, quem vai pagar é o consumidor.
    Quero ver apoiar imposto sobre os lucros e redimentos de investimentos deles.

  2. É logico q apoia. Obvio. É condição para governo livrar a empresa de pagar 20 por cento de contribuição ao INSS. Ou seja quer dividir a despesa de pessoal dela(industria) para toda a sociedade. O q aumentara seus lucros. A desoneração da folha, tem o mantra, canto de sereia, q irá gerar empregos. Nao criará. Se uma indústria tem 100 empregados é pq so precisa de 100, em virtude da sua producao, em função da demanda. Ela so empregara mais, caso sua produção aumente, em virtude do aumento da procura, e isso somente ocorre quando existe aumento do consumo. Portanto, a desoneração da folha so aumentara lucros. O governo fez uma reforma previdencia, alegando estava quebrada, e agora quer desonerar a folha de pagamento, o q irá prejudicar exatamente as receitas da previdencia. O sonho de Paulo Guedes é esse. Quebrar a previdencia publica e entregar a aposentadoria dos brasileiros aos bancos de uma vez.

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Política

Líderes da esquerda discutem criação de novo partido para enfrentar Bolsonaro em 2022

Governador do Maranhão, Flávio Dino Foto: Governo do Maranhão

Uma série de conversas envolvendo líderes da esquerda brasileira está em curso, com o objetivo de colocar de pé um novo partido depois das eleições municipais de novembro. O primeiro sinal que revela as articulações é o namoro entre o PSB e o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), revelado pelo GLOBO na semana passada.

Na verdade, o que Dino realmente deseja é uma fusão das duas siglas, de olho na eleição presidencial de 2022. Ele quer ser candidato ao Palácio do Planalto, embora negue publicamente o sonho. Setores do PSB gostam da ideia de unir forças, e o partido parou de lançar o balão de ensaio da candidatura do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, filiado desde 2018.

Com a fusão, seria possível tocar um fundo eleitoral de mais de R$ 145 milhões, valor superior ao que é recebido por PSDB, DEM e PP. A interlocutores, Dino chama o projeto de “MDB da esquerda”, pois acredita que poderá trazer para o novo partido vários nomes insatisfeitos com os rumos das suas próprias legendas. Um dos exemplos é o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ).

Faz tempo que Freixo e PSOL não se bicam no Rio. O ápice deu-se este ano, quando o partido queria obrigá-lo a participar de prévias na disputa pela Prefeitura do Rio, mesmo sendo ele a principal força eleitoral da esquerda carioca. Freixo também cansou há tempos do radicalismo da legenda no estado e se irrita com o fogo amigo interno por ter bom relacionamento com outras forças políticas — o deputado sempre teve diálogo aberto com figuras como o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) Jorge Picciani (ex-integrante do MDB) e o atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

É justamente esse tipo de conexão da esquerda com outros atores que Dino tem tentado fazer nos últimos meses. Conforme informou o colunista Guilherme Amado na revista Época, ele, Freixo, Maia, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), e o apresentador Luciano Huck já fizeram vários encontros virtuais recentemente para debater a conjuntura política. São personagens que jamais estarão juntos eleitoralmente em um primeiro turno, mas que, ao assinarem manifestos recentes contra o presidente Jair Bolsonaro, constroem pontes para outras etapas de uma possível disputa.

Os obstáculos para a relevância dessa nova esquerda que tenta nascer estão dentro da própria esquerda: faltando mais de dois anos para a eleição presidencial, PT e PDT não arredam o pé de encabeçar uma chapa para enfrentar Bolsonaro. E, no meio da rivalidade entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-governador do Ceará Ciro Gomes, está Fernando Haddad, derrotado em 2018 por Bolsonaro.

Atualmente, existe o Haddad que aparece em entrevistas e o Haddad das conversas nos bastidores. O primeiro não contraria Lula em público e sua estratégia de rejeitar manifestos suprapartidários contra Bolsonaro. A propósito, no último fim de semana, o petista teve que passar horas em conversas telefônicas desmentindo mais uma vez que vai ceder à vontade do ex-presidente de colocá-lo na disputa pela prefeitura de São Paulo no lugar de Jilmar Tatto. Já o segundo Haddad é muito mais enfático na necessidade de a esquerda organizar um discurso mais amplo. Ele vem conversando frequentemente com Dino e Freixo sobre esses movimentos, embora não cogite deixar o PT.

Dino avalia que a esquerda poderá perder em todas as capitais brasileiras em novembro, diante dos pré-candidatos escolhidos até o momento — PSB e PDT comandam, somados, cinco capitais, enquanto PT e PCdoB não estão à frente de nenhuma. Esse grande fracasso, como lamenta a interlocutores, poderá catalisar a criação de um novo partido e, talvez, ensaie uma união maior do campo. O governador do Maranhão vem tentando mostrar isso a Lula em conversas periódicas por telefone, justamente por acreditar não ser possível vencer Bolsonaro abdicando do lulismo. Por ora, contudo, o PT não abre mão de jeito nenhum de ter candidato próprio em 2022.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Só de aparecer o Flávio Dino (próximo presidente do Brasil) que os minions piram! Parece aquele momento de loucura generalizada no hospício. Vai ser bonita a festa, ó pá.

  2. Sugestão de nomes para o "novo partido".
    PNV partido nacional dos vampiros
    PPT & C partido dos petralhas e companhia
    PC $ C partido dos corruptos e companhia
    PTC do B+BLGT de AZ
    PCS e L partido dos corruptos Salafrários e Ladrões…….podem ir acrescentando suas propostas

  3. Pra que homi? 1° que daqui pra lá não vai sobrar nada do Brasil e 2° ele vai pro partido de Roberto Jeferson.

  4. Pode trazer o partido comunista da China, da Venezuela, o escambau, vão pra peia.
    Dessa vez até no Nordeste, só vai dá Bolsonaro!

  5. Primeiro grande gol contra de Bolsonaro: desfazer-se do do melhor quadro de sua equipe SÉRGIO FERNANDO MORO.

    1. Essa saída do traidoro, foi muito melhor do que três pontos fora de casa. Nem só descobrimos a identidade do colunistas, como tivemos palanque de graça uma semana kkk

  6. Pode vir o TREM, Bolsonaro bota tudo no bolso novamente, o presidente tem o meu apoio, voto nele mil vezes se for preciso, só pra mim ter o gosto de despachar esses ESQUERDOPATAS kkkk

  7. Qualquer coisa é melhor que Bolsonaro. Da direita ou da esquerda.
    Prometeu isenção do IR até R$ 5.000,00
    Prometeu acabar com reeleição no país
    Prometeu acabar com o foro privilegiado
    Prometeu não fazer acordo com o Centrão
    Prometeu colocar técnicos de renome nos ministérios
    Prometeu acabar com o Cartão Corporativo
    E ainda tem gente pra defender isso na Presidência

    1. Bolsonaro é melhor do que qualquer um desses esquerdistas.
      Prometeu não roubar e está cumprindo.

  8. Isso só comprova que o pt derreteu, vão se camuflar com uma capa do "bem" na busca sedenta ao poder.

  9. Só discurso para os bestas. Essa esquerda só quer saber de dinheiro.
    Só pensa no fundo eleitoral.
    O BOLSO sem um tostão vai ganhar de novo desses filhos do Lula.

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Economia

Economia define projeto de reforma tributária e inclui criação de imposto sobre pagamentos eletrônicos

O Ministério da Economia fechou sua proposta de reforma tributária e deve enviá-la para Casa Civil ainda nesta semana. O texto, segundo o blog apurou, inclui a criação de um imposto sobre pagamentos eletrônicos.

Empresários esperam que, desta vez, o governo cumpra sua promessa e encaminhe suas sugestões para o Congresso Nacional ainda em julho.

O projeto de lei do Ministério da Economia, antecipado nesta terça-feira (14) pela colunista da GloboNews Natuza Nery, terá sua aprovação articulada por líderes como Arthur Lira (Progressista-PB), que agora integram a base aliada do governo Bolsonaro.

A proposta da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, será enviada ao Legislativo na forma de um projeto de lei unificando tributos federais, como PIS/Cofins, na Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Será um tributo sobre valor agregado a ser cobrado nas transações de bens e serviços.

O novo imposto incidirá, por exemplo, sobre serviços digitais, ou seja, pagamentos eletrônicos. Essa tributação vai na linha do que Guedes vem defendendo sobre criar uma fonte de receita para desonerar a folha de pagamento de todos os setores da economia.

A ideia de Guedes é criticada porque seria a volta de um tributo semelhante à antiga CPMF, a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira.

O ministro defende a proposta de sua equipe sob o argumento de que, ao contrário do chamado imposto do cheque, a nova contribuição não incidiria sobre movimentações financeiras, como saques e depósitos nos bancos, mas sobre pagamentos eletrônicos.

A equipe econômica vinha sendo cobrada por empresários e parlamentares a enviar sua proposta de reforma tributária. O governo chegou a prometer que encaminharia suas sugestões no início do ano passado. Foi renovando sua promessa sem nunca cumpri-la.

Agora, segundo empresários ouvidos pelo blog, a expectativa é que a proposta realmente siga para o Congresso ainda em julho.

Para o setor privado, na linha do que defende o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, é essencial a aprovação da medida para garantir a recuperação da economia brasileira, que vai registrar a pior recessão de sua história neste ano.

Paulo Guedes já está apresentando sua proposta a líderes do Congresso Nacional, na busca de conseguir apoio para seu projeto de lei. O ministro diz que a estratégia do governo é o projeto ser discutido junto às demais propostas de reforma tributária em discussão na Câmara e no Senado.

Principal defensor da aprovação da reforma tributária, Rodrigo Maia reuniu nesta terça-feira (14) empresários para discutir o tema e pediu apoio para garantir a aprovação da medida.

Apesar do tempo curto, especialmente por causa das eleições municipais, o presidente da Câmara confia na aprovação da reforma neste ano.

Maia tem dito que não concorda com a criação de um tributo nos moldes da extinta CPMF. Ele e seus aliados avaliam que a proposta do governo não é abrangente e seria uma reforma pela metade. Por isso, seria importante aprovar a Proposta de Emenda Constitucional que vem sendo discutida no Legislativo.

Antes do início da pandemia do novo coronavírus, em fevereiro, Câmara e Senado criaram uma comissão mista para debater as mudanças no regime de impostos. Maia prometeu retomar as negociações na Casa sobre a medida ainda nesta semana.

Enquanto isso, empresários estão preocupados com as divergências entre governo e Congresso e defendem que todos os lados se reúnam e negociem um texto para ser aprovado ainda neste ano.

Blog do Valdo Cruz – G1

 

Opinião dos leitores

  1. CPMF VELADA! Só lasca quem tá lá embaixo, governo liberal só para grandes empresas, para o resto é keynesiano pesado.

  2. Os muares canhotos ainda estão ruminando a derrota eleitoral , defendem os 16 anos dos ex-presidentes que se comportaram no poder como ASSALTANTES do país.

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Saúde

Comitê científico do Nordeste sugere fechamento das divisas, criação de brigadas sanitárias em rodovias do RN e até lockdown

O Saiba Mais – Agência de Reportagem destaca nesta sexta-feira(03) que o comitê científico do Consórcio Nordeste voltou a criticar as políticas sanitárias de combate a Covid-19 adotados pelo Governo do Estado e também pela prefeitura de Natal. No boletim divulgado nessa quinta-feira (02), a equipe coordenada pelo ex-ministro da Ciência e Tecnologia Sérgio Rezende e pelo neurocientista Miguel Nicolelis voltou a sugerir o lockdown em todo o Rio Grande do Norte como forma de reduzir as taxas de transmissibilidade do Coronavírus.

O comitê recomenda que o Governo implemente, de forma imediata, Brigadas Emergenciais de Saúde por todo o Estado, além de estabelecer um programa estadual de testagem para realização de múltiplos inquéritos soroepidemiológicos. O fechamento das divisas com o Ceará e a Paraíba também é indicado.

Em linhas gerais, o comitê científico do Consórcio Nordeste chama a atenção para o risco do “efeito bumerangue” em todas as capitais da região nas próximas semanas em razão da migração de pacientes do interior para serem atendidos nos grandes centros nordestinos. Leia todos os detalhes aqui em reportagem completa no Saiba Mais – Agência de Reportagem.

Opinião dos leitores

  1. As pessoas não respeitam o governo que quer seu bem, os comerciantes só pensam em dinheiro, Lockdow já!!!

    A governadora precisa de ajuda gente!

  2. Tá bom é de internar esses dois doentes mentais no Hospício. Esses dois tem seus salários garantidos todo mês, aí ficam falando merda para fechar as cidades e suas economias, vão trabalhar magote de enganadores.

  3. Tem que fazer isso tudo aí é internar esses cientistas no João Machado ,

  4. Nordeste não é independente do país exceto pela predominância de esquerdistas governando os estados. A falta de preparo, desonestidade intelectual levada exclusivamente por motivos políticos e a tomada de decisões com base em informações deturpadas e sem transparência irá levar a outros "enganos" como o já ocorrido com a compra centralizada dos respiradores. Diferentemente daquela música que dizia "…imagine o Brasil ser dividido e o Nordeste ficar independente…" não há vantagem nenhuma nesse isolamento da região do restante do país por motivos eleitoreiros. Esses governadores do NE estão condenando a região a continuar no atraso. Irão certamente responder por isso em breve.

  5. Em tempos que se contesta até sobre a terra ser redonda, não é de admirar tantos comentários sem noção.

  6. Comitê Científico, não; Ideológico, sim. Não merece a menor credibilidade, exceto dos esquerdopatas et caterva.

  7. Os Estados do Nordeste, nos últimos dias, estão com mais de 60% das mortes do país.
    Enquanto as outras regiões o vírus está indo embora, aqui na nossa região, pela roubalheira e falta de vergonha na cara desses governadores, os números só aumentam.
    A região Norte reduziu em mais de 90% o número de mortes.
    O que mais esse consórcio fez foi desviar dinheiro do povo.

  8. Esse comitê é do consórcio nordeste "esquerda" que pagou 100 milhões para ter respiradores de uma empresa fantasma dos EUA.

    E a Governadora enviou 5 MILHÕES, dinheiro suado dos nossos impostos, enquanto o pessoal tá morrendo sem atendimento.
    Se não fosse o Governo Bolsonaro com os quase 170 Respiradores enviados e mais de 600 milhoes, nós estaríamos na merda.

  9. Vocês já viram falar em Zé povim, é isso que nós somos. Cada Zé povim tem o governo que merece.

    1. O que está errado ou diferente de outros estados ou país? Vc ja teve ALGUÉM da sua família infectado ou óbito.? Deixe a política para os políticos.

  10. Meus braços já estão finos… nem consigo ver minhas pernas. Preciso urgente voltar a academia… meu peitoral pede! Ai que saudades daquelas fotos no espelho!!!!

    1. Quanta falta se senso. Quanta falta de ter o fazer. Quanta falta de amor ao próximo.

  11. Todo mundo envolvido, corrupção com força e o que está acontecendo de desvio com dinheiro público, tenho até medo de saber o valor. Pena que lamentavelmente como sempre quem vai pagar essa conta é o povo.

  12. lá vem o gooooolpe , aliás….. la vem outro golpe , kd o MP , não vai se manifestar ? , não está vendo que esse " consórcio do Nordeste " é uma verdadeira roubada.

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