Meio Dia RN

ÁUDIO MEIO-DIA RN: programa desta quinta teve como entrevistados Kaleb Freire e Fábio Dantas

Confira programa desta quinta-feira(07). O Meio-Dia RN, com este blogueiro, teve como entrevistados Kaleb Freire e Fábio Dantas. Clique abaixo e ouça.

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Polícia

PM prende dentro de agência bancária na Zona Sul de Natal acusado de estelionato

Foto: Divulgação/PM

Por volta das 13h30 desta quinta-feira (07), policiais militares da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (ROCAM) detiveram um homem suspeito de estelionato dentro de uma agência bancária no bairro de Lagoa Nova, zona Sul de Natal.

Os policiais foram acionados pelo gerente do banco, informando que um cidadão por nome de Carlos Augusto Gondim de Oliveira, 60 anos, acabara de abrir uma conta utilizando documentação falsa e já teria aberto outra conta e feito empréstimos com outro documento falso. Ao realizar a abordagem, foram constatadas duas identidades com a mesma foto, mas nome e número diferentes, como também os contratos do banco em nome dessas identidades falsas.

http://www.pm.rn.gov.br/Conteudo.asp?TRAN=ITEM&TARG=193554&ACT=&PAGE=&PARM=&LBL=NOT%CDCIA

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Judiciário

Tribunal de Justiça decide que criação de cargos sem definir atribuições em município no interior do RN é considerada inconstitucional

O Pleno do Tribunal de Justiça do RN, à unanimidade de votos, julgou como inconstitucionais o artigo 34, da Lei nº 001/97 e o artigo 19 da Lei nº 193/11 do Município de Itajá, por afronta direta aos artigos 37 e 46 da Constituição Estadual. Os desembargadores ressaltaram que são inconstitucionais as leis municipais que criam cargos públicos sem a previsão de suas atribuições e competências, por afronta direta aos artigos da Carta Magna Estadual.

A decisão terá efeitos a partir do julgamento e se deu em Ação Direta de Inconstitucionalidade, com relatoria do desembargador Virgílio Macedo Jr., vice-presidente da Corte.

Segundo a ADI, as leis são inconstitucionais pois criaram os cargos de “Secretário do Governo, Assessor Técnico, Subprefeito de Jacauã, Subprefeito de Caraú, Secretários e Secretários Adjuntos: da Administração, do Planejamento, das Finanças, da Agricultura, Pesca e Meio Ambiente, da Ação Social, Habitação e Juventude, da Cultura e Eventos, da Comunicação, Marketing e Publicidade, do Esporte e Lazer, da Educação, da Saúde e Vigilância Sanitária, do Transporte, do Turismo, da Tributação, bem como das Obras e Serviços Urbanos” e, ainda, “os cargos de chefe de gabinete, chefe de departamento e coordenadores”, sem as devidas e exigidas competências.

“De fato, da simples leitura do texto legal, verifica-se que os cargos criados não contam com a descrição precisa e pormenorizada quanto às suas correspondentes atribuições e competências, próprias ao seu exercício”, destaca o desembargador Virgílio Macedo.

A decisão ainda ressaltou que qualquer cargo público somente pode ser criado por lei, como instrumento de organização da estrutura administrativa e também, por lei, se deve prever expressamente as atribuições, competências, remuneração, forma de provimento e o quadro de pessoal do órgão que integre.

“Tal afirmação é corroborada pela conceituação de cargo público esposada na Lei n. 8.112/90 (art. 3º, parágrafo único) e, também, na Lei Complementar Estadual nº 122/94, que instituiu o Regime Jurídico dos Servidores Civis do Estado do Rio Grande do Norte”, ressalta o julgamento no Pleno do TJRN.

(Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 2016.010567-7)
TJRN

 

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Denúncia

VÍDEO: Buraco no meio da Avenida Capitão Mor-Gouveia, em Natal, gera riscos e prejuízos aos motoristas

Vídeo cedido por ouvinte do Meio-Dia RN destaca buraco absurdo no meio da Avenida Capitão Mor-Gouveia, em Natal. “Cratera” já provocou diversos danos de suspensão em veículos, e chama a atenção risco de um acidente mais grave a qualquer momento.

Opinião dos leitores

  1. BG sugiro para pauta umas fotografias do estado lamentável da Avenida Roberto Freire para mostrar a população e ao DER, mantenedora da via, o descaso e abandono total a que está relegada importante artéria da cidade. Lá a sinalização horizontal e vertical está toda apagada e o governo anterior não fez nada. Quatro vezes por semana ponho em risco minha vida ao trafegar por aquele caos total.

  2. Aproveito o ensejo e informo que as ruas do entorno (principalmente as que passam ônibus) estão com mais buracos que a boca de um desdentado!

  3. BG
    Isso é obra do famoso "legado da copa", uma vergonha essa prefeitura de Natal, eles sabem mesmo é cobrar IPTU escorchantes contra o indefeso Cidadão Natalense.

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Política

“Parte da esquerda não aprende lições”, diz ex-presidente uruguaio, José Mujica

O ex-presidente uruguaio José “Pepe” Mujica, que defende eleições gerais na Venezuela, com um forte monitoramento internacional, deu uma entrevista à BBC Mundo.

Leia este trecho:

“BBC – Ao mesmo tempo em que a crise na Venezuela se aprofundou, vários governos de esquerda na América Latina perderam voto popular. Há uma conexão? O que acontece na Venezuela prejudica a esquerda latino-americana?

José Mujica – Sim, claro que sim. Há uma velha confusão entre socializar e estatizar que desemboca na burocracia, uma doença humana que fez até Roma padecer. E existe uma parcela da esquerda latino-americana e mundial que não aprende as lições da história.

Isso não significa que seja preciso abandonar a bandeira da luta pela redução da desigualdade. O crescimento substancial joga a favor da economia transnacional e do mundo financeiro, e as classes médias estão congeladas e em perigo no mundo todo. A luta pela igualdade se justifica mais que nunca. Não pela igualdade absoluta, mas para reduzir os abismos.”

Mujica não aprende a lição de que é preciso reduzir não necessariamente a desigualdade, mas a pobreza, para evitar que todos sejam iguais na miséria, como ocorre nos regimes socialistas.

O Antagonista

 

Opinião dos leitores

  1. Enfim, um ponto de equilíbrio: Pepe Mujica, a consciência culpada da esquerda; Orvalho de Cavalo, a consciência culpada da direita.

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Economia

Regras trabalhistas não vão ser alteradas pela reforma da Previdência, diz ministro da Economia, Paulo Guedes

Foto: Jorge William / Agência O Globo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira que as mudanças na legislação trabalhista que o governo Jair Bolsonaro prepara não estarão embutidas na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com a reforma da Previdência.

A intenção do governo é não atrapalhar a tramitação da reforma com a criação de um novo regime trabalhista. O ministro sinalizou que o novo modelo será regulamentado apenas após as alterações nas regras para a aposentadoria.

A PEC da Previdência indicará o caminho para a abertura desse novo modelo trabalhista, que, segundo Guedes, exigirá posterior regulamentação.

— É muito cedo para falar disso (mudanças trabalhistas) — disse o ministro, ao sair de um encontro com investidores, em Brasília.

— Não há mudança de regra trabalhista nessa PEC. Ela só fala que esse sistema precisa de tais e tais reformas, nós vamos fazer uma transição para o regime novo, e queremos criar um regime de capitalização que contemple escolhas dos jovens a respeito da legislação trabalhista — acrescentou Guedes.

O GLOBO informou nesta quinta-feira que o governo estuda fazer uma alteração profunda na legislação trabalhista, com o objetivo de estimular a criação de empregos para jovens. Eles teriam contratos de trabalho especiais, sem benefícios como 13º, férias e FGTS.

Guedes afirmou ainda que os detalhes da PEC serão discutidos com o presidente Jair Bolsonaro quando ele retornar a Brasília após se recuperar da cirurgia a que foi submetido.

— Assim que o presidente se recuperar, nós vamos mostrar as várias simulações. E aí o presidente vai tomar a decisão de qual PEC que deve ser enviada — completou.Apesar de dizer que as mudanças trabalhistas não serão tocadas neste primeiro momento de discussão sobre a Previdência, Guedes voltou a defender a ideia de que futuras gerações possam optar por contratos mais flexíveis.

Desde o período eleitoral, ele defende a criação de um novo regime que combine o regime de capitalização (quando cada trabalhador contribui para sua própria aposentadoria) a novas regras trabalhistas. Agora, Guedes reafirma essa intenção, embora não deixe claro o prazo em que as mudanças serão implantadas pelo governo.

— É o que o presidente tem dito: talvez estejamos indo em direção a uma escolha com dois sistemas. Você pode escolher um sistema com muitos direitos e não ter emprego ou outro sistema onde você tem muitos empregos e os direitos são os que você escolher ter. Se quiser escolher os direitos atuais, vai para o atual, se quiser o sistema novo, vai para a carteira verde e amarela — disse o ministro, reafirmando uma proposta que consta do plano de governo apresentado por Bolsonaro durante a campanha eleitoral. A

A ideia da equipe econômica, desde a transição, é criar um modelo em que os encargos trabalhistas sejam menores.

Na visão do time comandado por Guedes, isso poderia provocar um “choque de empregos”, ao retirar, por exemplo, a obrigação das empresas de recolher 20% para o INSS.

— Para cada um de vocês ter um emprego outro jornalista tem que estar desempregado, porque o custo é dois. O encargo é muito alto — disse aos repórteres.

Reforma dos militares

Guedes comentou ainda sobre a entrada de militares na reforma da Previdência. Ele reafirmou que a categoria será incluída, mas disse que o cronograma disso precisa ser ajustado. O regime dos integrantes das Forças não está detalhado na Constituição e, assim, precisa apenas de um projeto de lei para ser alterado.

— Os militares são patriotas, alegam, com razão, de que eles foram deixados para trás, eles tiveram defasagem salarial, perderam vários direitos correlatos, não têm direito de greve. E a legislação deles é diferente, não estão na Constituição. Eles disseram que vão se sacrificar, vão junto conosco para a reforma — disse Guedes.

De acordo com reportagem do GLOBO, os policiais militares e bombeiros dos estados serão enquadrados no estatuto dos integrantes das Forças Armadas (lei 6.880/1980) na reforma da Previdência a ser encaminhada pelo governo ao Congresso.

Centrais sindicais

O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, disse que o governo pode realizar um seminário com centrais sindicais para discutir e receber propostas sobre a reforma da Previdência. Marinho se reuniu na Casa Civil com representantes da União Geral dos Trabalhadores (UGT), do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi) e a Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap).

— Houve uma proposta de fazermos um seminário com as centrais para discutirmos o próprio texto da Previdência. O texto só será conhecido neste mês de fevereiro e em seguida abriríamos um processo de discussão e de recebimento de sugestões por parte das centrais — afirmou Rogério Marinho após a reunião.

Nesta quinta-feira, em encontro com o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) criticaram a proposta do governo que vem sendo sinalizada para a reforma da Previdência. Após sair da reunião, o presidente da CUT, Vagner Freitas, disse que reivindicou mais diálogo do governo com os trabalhadores e que a Central vai pressionar muito para que não seja tirado nenhum direito dos trabalhadores .

O secretário ressaltou que a apresentação da versão final do projeto ao Congresso Nacional depende da data que o presidente Jair Bolsonaro sair do hospital. Bolsonaro ainda está internado em São Paulo, após ter feito uma cirurgia para a retirada da bolsa da colostomia, e segundo ele, só irá analisar o texto quando receber alta.

O Globo

 

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Diversos

Disk iluminação: conheça o canal de atendimento disponibilizado pela SEMSUR em São Gonçalo

A iluminação pública é um serviço essencial para a cidade. Em São Gonçalo do Amarante, a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur) é a responsável pela tarefa de coordenar suas atividades.

Um dos trabalhos mais importantes realizados pela Semsur é a manutenção de lâmpadas, buscando manter os postes acesos e as vias iluminadas.

Com o Disk Iluminação, a secretaria realiza a abertura de ordens de serviço e atua em sinergia com os usuários. Através dos telefones para contato, qualquer morador pode fazer uma chamada e solicitar que a equipe de eletricistas realize os reparos necessários nas lâmpadas.

Nos primeiros 20 dias do ano, mais de 500 serviços de manutenção já foram realizados em 43 comunidades de São Gonçalo do Amarante.

Telefones do Disk Iluminação:

(84) 3278-3242
(84) 9 9621-6999

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Judiciário

Defesa de Lula pede ao STF para tirar caso Atibaia da Justiça do Paraná

Foto: Gustavo Miranda/29-4-2009 / Gustavo Miranda/29-4-2009

Poucas horas antes de ser condenado a 12 anos e 11 meses por corrupção e lavagem de dinheiro no processo do sítio de Atibaia , a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recorreu ao Supremo Tribunal Federal ( STF ) para retirar o processo da 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pelos processos da Lava-Jato. A relatora, ministra Cármen Lúcia , ainda não tomou uma decisão. O pedido da defesa foi apresentado ao STF às 11h06min22 da quarta-feira. Já a sentença da juíza Gabriela Hardt foi assinada eletronicamente às 16h20min57.

No pedido ao STF, a defesa anotou: “considerando que os autos da ação penal originária encontram-se conclusos para sentença, requer-se sejam conferidas urgência e prioridade na tramitação da presente reclamação”. Na linguagem jurídica, “conclusos para setença” significa que o juiz responsável já está com o processo e pode tomar uma decisão.

Os advogados pedem que o caso seja transferido para a Justiça Federal de Brasília, ” anulando-se todos os atos decisórios praticados” da 13ª Vara Federal. Alternativamente, solicitam o envio para a Justiça Federal de Sâo Paulo. A defesa alega que o próprio STF já tinha mandado para essas duas unidades processos relacionados ao sítio de Atibaia.

A 13ª Vara Federal era comandada pelo ex-juiz Sergio Moro, hoje ministro da Justiça no governo do presidente Jair Bolsonaro. A juíza Gabriela Hardt passou a tocar a processo. Na quarta-feira, ela condenou Lula. Ele tinha sido acusado de aceitar reformas no sítio de Atibaia feitas pela Odebrecht e OAS, com dinheiro de propina decorrente de contratos da Petrobras , no valor de R$ 1 milhão.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Se virar moda, todo condenado ladrao vai querer mudar de juiz ate achar um que possa ser comprado que lhe favoreça…. com 2 toneladas de provas, esse bandido continua fazendo circo com as leis.

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Política

Bolsonaro volta a ter febre e é diagnosticado com pneumonia

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro teve febre na noite dessa quarta-feira e, após ser submetido a exames, apresentou quadro compatível com pneumonia. Segundo boletim médico do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde ele está internado desde a semana passada, uma tomografia de tóraxz e abdome evidenciou boa evolução do quadro intestinal após a reversão da colostomia. Para tratar o quadro de pneumonia, os médicos ajustaram a dose de antibióticos que está sendo administrada ao presidente e mantiveram os demais tratamentos.

Bolsonaro segue sem dor e utiliza uma sonda nasogástrica, um dreno no abdome e se alimenta por líquidos recebidos via oral. As visitas seguem restritas. Nesta quinta-feira, ele realizou exercícios respiratórios.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. A sorte do bostonaro foi essa facada,pq se não ele tinha ficado falando merda e tinha perdido a campanha.

  2. E tem petista que acha que foi mentira e tudo isso é encenaçao.. O Burrismo ideologico que infestou o país precisa acabar. Burrismo-petista no Brasil, Nazismo na Alemanha, Comunismo na URSS, Fascismo na Italia. Sao todos movimentos ideologicos violentos.

    1. E parece que foi mesmo encenação. A "coisa", infelizmente é bem mais grave…

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Política

VÍDEO: Senador Styvenson Valentim concorda que punição à criminalidade está frágil e nega que lei anticrime seja permissão para matar

O senador Styvenson Valentim (Podemos-RN) falou com a TV Senado sobre proposta elaborada pelo Executivo para o combate à violência e à corrupção. Ele questiona os motivos que levam à reincidência no crime e lembra que as medidas do governo defendem a moralidade e o combate ao crime organizado e a atos de corrupção.

O projeto estabelece a flexibilização da  pena para agentes de segurança pública que agirem com “excesso” motivado por “medo, surpresa ou violenta emoção”.

Em declaração dada a TV Senado, o Senador Styvenson Valentim (PODEMOS), disse que isso não significará que o vai haver uma “permissão para matar”.

“Como policial militar eu posso falar que mesmo com as excludentes que já existem no código penal, ainda assim passamos por um processo, para avaliar, para ter-se a investigação para saber”, afirmou o parlamentar. “A diferença do bandido para o policial é que o bandido não é regido por nenhum tipo de lei, existe a lei paralela à dele”, complementou.

Segundo o Senador, quando o policial se envolvesse em tiroteio, o policial teria que avaliar as normas que regem dentro da legalidade prestando atenção no alvo, quem estaria por perto e qual a situação.

Por fim, o senador  avalia o projeto como positivo. “É para os policiais uma forma de ver que nós estamos olhando para eles”, disse.

Com TV Senado

Opinião dos leitores

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Diversos

Governo sabia desde 2015 que fiscalização de barragens beirava o “colapso”

Imagem: Reprodução

Relatórios produzidos pela CGU (Controladoria-Geral da União) e pelo DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral) e obtidos pelo UOL indicam que o governo federal foi alertado diversas vezes entre 2015 e 2018 sobre a possibilidade de “colapso” por falta de pessoal no órgão federal que fiscaliza barragens de rejeito de mineração. O documento mais recente aponta ainda que a falta de recursos humanos e financeiros faz com que “qualquer planejamento seja desconsiderado e impraticável”, o que colocaria em risco a fiscalização de barragens.

A fiscalização de barragens de rejeitos de minerais voltou aos holofotes desde o dia 25 de janeiro, quando a barragem da mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), se rompeu matando ao menos 150 pessoas. A unidade era operada pela mineradora Vale.

Os relatórios aos quais o UOL teve acesso são avaliações feitas por equipes da CGU e pelo DNPM, órgão que era responsável pela regulação e fiscalização de atividades minerárias no país. Extinto em 2018, o DNPM deu lugar à ANM (Agência Nacional de Mineração).

A escassez de mão de obra do governo federal para fiscalizar as atividades minerárias no país ficou evidente após a tragédia em Brumadinho, quando veio a público a informação de que a União tinha apenas 35 fiscais para vistoriar barragens de mineração em todo o país.

O primeiro relatório da CGU, de 2015, é enfático sobre a falta de pessoal no DNPM.

“Para que aquela autarquia [DNPM] possa atender às expectativas do setor mineral do país, é necessária a recomposição de seu quadro de pessoal necessário ao cumprimento de suas competências institucionais, daí a necessidade de se buscar alternativas urgentes […] junto aos órgãos competentes evitando-se um possível colapso administrativo”, diz o documento.

O documento foi divulgado no mesmo ano em que a barragem do Fundão, em Mariana (MG), desmoronou matando 19 pessoas. A barragem era operada pela Samarco, que tem a Vale como uma de suas sócias. A fiscalização da CGU fazia parte de uma auditoria anual nas contas do DNPM.

O documento mostra que, enquanto a força de trabalho no órgão cresceu 24% entre 2009 e 2013, a quantidade de processos relacionados à mineração que chegaram ao DNPM aumentou 94%.

No início de 2016, ainda durante o governo da presidente Dilma Rousseff (PT), foi a vez do próprio DNPM alertar o governo para o risco de “colapso” do órgão por conta do número reduzido de funcionários.

O “Relatório de Gestão do Exercício de 2015” do DNPM apontava a situação crítica da instituição. O documento explicitava dois gargalos. O primeiro deles era a evasão de 20% dos funcionários de carreira, que deixaram o órgão em busca de melhores salários. O segundo era o fato de que, à época, mais de um terço dos servidores do DNPM estavam aptos a se aposentar.

“Um órgão de mais de 80 anos que realizou apenas dois concursos públicos, com evasão de 20% da mão de obra contratada para a carreira em formação, e 36% de sua força de trabalho com abono de permanência, somado ao baixo investimento na capacitação, está em vias de um colapso”, diz um trecho do documento. Abono de permanência é um benefício dado ao servidor público que esteja em condição de se aposentar, mas que decidiu continuar em atividade.

Uma estimativa feita pela CGU apontava que se nada fosse feito, o DNPM (hoje ANM) perderia 50% dos seus servidores em função de aposentadorias até 2023.

Entre 2015 e 2018, o DNPM fez duas solicitações para que o órgão realizasse concursos públicos e reforçasse o seu quadro, mas até o momento, nenhuma das duas foi atendida.

RELATÓRIO APONTA PARA FALTA DE RECURSOS

Em agosto de 2018, durante o governo do presidente Michel Temer (MDB), a CGU fez um novo alerta ao governo sobre a situação crítica no DNPM. Durante dois meses, técnicos da Controladoria fiscalizaram as atividades de diversas superintendências do órgão pelo Brasil, incluindo a de Minas Gerais, e receberam queixas sobre a falta de recursos financeiros para realizarem fiscalizações.

As queixas eram generalizadas e iam desde problemas com os veículos utilizados pelos fiscais em suas atividades até o atraso no pagamento de diárias.

“De um modo geral, a descrição apresentada pela superintendência de Minas Gerais resume a situação das demais regionais do DNPM: a falta de estrutura física e material e a de pessoal é um dos entraves à efetividade do processo de fiscalização e, conforme as informações prestadas, é estrutural, histórica e de conhecimento do Órgão Central”, diz o documento da CGU.

Os técnicos da CGU questionaram o DNPM sobre as reclamações feitas pelas superintendências e admitiu que os contingenciamentos orçamentários que se agravaram em 2017 afetaram as atividades do órgão.

“Como houve ações de contingenciamentos do Poder Executivo em 2017 […] os repasses deixaram de ser previsíveis […] a cada repasse […] era feito um estudo para o rateio. Os critérios utilizados eram a prioridade do projeto em relação aos riscos oferecidos a Sociedade (barragens, principalmente).

Relatório DNPM em resposta à CGU sobre reclamações

Apesar dos esforços para organizar as finanças, o DNPM admite que a falta de recursos é uma das causas das falhas na fiscalização da atividade mineral no país. “A imprevisibilidade de repasses é uma das causas das dificuldades no cumprimento da missão de fiscalização da atividade mineração”, diz o órgão.

Um levantamento feito pela reportagem do UOL mostrou que os gastos do governo com a regulação e fiscalização da atividade mineral caíram desde a tragédia em Mariana. Entre 2015 e 2018, o governo deixou de gastar R$ 1,7 bilhão em orçamento previsto para órgãos como o DNPM.

Ao mesmo tempo, a Vale cortou investimentos da companhia em ações de segurança e saúde nas suas operações no ano seguinte ao rompimento da barragem de Mariana, em 2015. Entre 2015 e 2016, a Vale reduziu os investimentos nessa área em 44%.

OUTRO LADO

A reportagem do UOL enviou questionamentos ao MME e à ANM sobre a falta de pessoal e de recursos financeiros reportada nos relatórios da CGU e do DNPM. O MME respondeu ao e-mail enviado solicitando que o diretor da ANM, Eduardo Leão, fosse contatado. A reportagem telefonou para o diretor ao longo da última quarta-feira e deixou recado em sua caixa de mensagens, mas ele não retornou as chamadas.

UOL

 

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Finanças

RS e mais oito Estados pedem ao STF que autorize corte nos salários de servidores

Em pedido ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, os secretários da Fazenda de nove Estados, incluindo o do Rio Grande do Sul, Marco Aurelio Santos Cardoso, solicitaram o restabelecimento de medida que prevê a possibilidade de redução na jornada de trabalho de servidores públicos com corte de salários em caso de frustração de receitas. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

Segundo a reportagem, além do governo do Rio Grande do Sul, os Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Paraná, Ceará, Pará, Alagoas e Mato Grosso do Sul também assinaram o pedido. O texto foi entregue ao STF na segunda-feira (4).

O grupo ainda pede a volta de medida que, também em cenário de perda de receitas, permite ao Executivo ajustar limites financeiros dos demais Poderes e do Ministério Público nos casos em que não o façam.

A solicitação dos Estados tem como base dispositivo da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) que hoje está suspenso por medida cautelar (liminar). Essa Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) deverá ser julgada em 27 de fevereiro.

Zero Hora

Opinião dos leitores

  1. Nunca se iludam, a diminuição se ocorrer só dá para o Executivo, os outros poderes irão continuar com suas rendas faraônicas.
    A limpeza deveria começar na classe política e passar para os tribunais.

  2. Essa cambada de malfeitores vão todos pro inferno, vai faltar inferno, satanás vai ter que se virar.

  3. Qualquer pessoa minimamente informada sabe que o falido RN não tem condições de pagar salários de 35 mil para auditor fiscal, juízes , promotores e deputados. Mais 25 mil para procuradores, delgados e outros marajás. Fátima golpe, envie um projeto de lei limitando o teto de salário aos proventos de governador(SP estado mais rico da federação adota esse teto) reduza os salários com a respectiva redução da carga horária, que as coisas começariam a melhorar. Essa coisa de antecipar royalty é comer na frente igual a enxada. Aproveita enquanto tens algum capital político.

  4. Aposentadoria é uma poupança de 3 decadas de contribuicao.. o que nao pode é o Estado fazer concurso sem poder pagar.. ou manter cargos comissionados pra fazer gentileza com politicos e partido. Nem manter estrutura de cabide de emprego que nao atendam aos anseios da populacao, e que nao sejam ligadas a seguranca, educacao (fundamental) e saude. a conta ta vindo.

  5. É fácil, tirem as regalias de políticos como: deputados e senadores, dentre outros; do judiciário e legislativo. Assim poderiamos salvar os estados e municípios. SEMPRE É MAIS FÁCIL ATACAR A PARTE MAIS FRACA, CIDADÃOS QUE ESTUDARAM E FORAM APROVADOS EM CONCURSO. VERGONHA!

    1. É brincadeira . . . Esse POVO quebra o ESTADO, através de corrupção o funcionalismo é quem paga a conta.

  6. O servidor pagando o pato.

    Enquanto isso o JOSÉ AGRIPINO E OUTROS SENADORES RECEBERÃO APOSENTADORIA DE MAIS DE R$ 20 MIL.

    1. Não é só Zé Agripino não. São milhares de servidores marajás que recebem aposentadoria do Estado acima de 25 mil reais.

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Política

Deputado José Dias se diz preocupado com medidas adotadas pelo Governo do Estado

Foto: Eduardo Maia

O deputado José Dias (PSDB) fez um discurso preocupado, na manhã desta quinta-feira (7), com as medidas adotadas pelo Governo do Estado. O parlamentar, que está em seu nono mandato na Assembleia Legislativa, disse que esta será a mais difícil legislatura, principalmente pela crise financeira que passa o Rio Grande do Norte.

“O déficit financeiro não será solucionado se medidas consistentes não forem tomadas e o que estou vendo me apavora. O dinheiro é do povo e é com essa consciência que o Governo precisa administrar”, disse ele, que reafirmou que será um deputado de oposição ao Governo, mas que votará todos os projetos que julgar pertinentes e coerentes com o que acredita.

José Dias chamou de “ilegal” a atitude do Governo de pagar os salários do mês de janeiro em detrimento dos salários atrasados dos meses anteriores. Ele também questionou o fato dos servidores que ganham acima de R$ 6 mil receberem parte do subsídio antes dos que ganham abaixo de R$ 6 mil. “Para mim é algo ilógico”, disse.

Outra crítica que o parlamentar fez foi com relação ao Governo ter anunciado a criação de novas secretarias. “Não questiono a necessidade dessas secretárias, mas o Estado não tem condições de pagar novas estruturas”, concluiu José Dias.

ALRN

Opinião dos leitores

  1. Na gestão anterior os salários mais altos eram pagos por último, nesse til estavam os secretários e coordenadores, nesta gestão, o secretariado recebe primeiro, “os cumpanhero” na frente, “farinha pouca, meu pirão primeiro”, e é porque o Governo se diz do povo.

  2. Deputado, pq vc não fez essas medidas qdo esteve no poder por varios governos, inclusive no último q eh seu cumpadre ?

    1. Pq deputado so pode fiscalizar e mostrar os erros com os dados do executivo; quem administra é o executivo. A crise é causada pelo conjunto. A LOA desse ano teve como relator o PT, vejamos no vai dar….. se a propria petista criticou o proprio relatorio. Ainda ta em campanha e esqueceu do fogo amigo.

  3. Pensamento sensato ! Porém estamos em tempos de fanatismo ideológico partidário e muitos não usam mais da razão.

  4. Quantos mandatos tem o Nobre Deputado são inúmeros maia nuca fez nada para acabar com a crise

  5. Tem que dar empregos ao PeTralhas, eles não podem ficar sem mamar nas tetas de governos, senão morrem de fome!!!

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Finanças

2ª Turma Recursal acata recurso para manter atualização na cobrança de IPTU de contribuinte em Natal

A 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Rio Grande do Norte suspendeu decisão liminar proferida pelo 4º Juizado Especial da Fazenda Pública de Natal que havia concedido a um contribuinte a suspensão da exigibilidade de crédito tributário no valor de R$ 8.774,66, referente à cobrança do IPTU 2019. A decisão da Turma Recursal atendeu recurso de Agravo de Instrumento interposto pelo Município de Natal, que requereu efeito suspensivo sobre a decisão de primeira instância. As três Turmas Recursais existentes são responsáveis pela apreciação de recursos interpostos contra decisões de 1ª Instância dos Juizados Especiais.

“Determinar o contraditório dentro do processo de avaliação do imóvel, como quer o agravado, para o fim de aferir-se a legitimidade dos critérios objetivos e legais adotados pelo Município, além de ser medida totalmente inócua, porque não impedirá a edilidade de fazer o lançamento tributário no valor que entender devido, equivalerá a inviabilizar a atividade fiscalizatória municipal, pois tornará perene situações ilegais, como a tributação de um imóvel de alto padrão com base em valor muito aquém do determinado pelas balizas legais definidas no art. 25 do CTM”, destaca a juíza Ticiana Nobre, relatora do recurso, em seu voto.

O caso

Em seu recurso, o Município narra que por força da decisão do 4º Juizado Especial da Fazenda Pública foi instado a emitir novo boleto ao contribuinte, com as mesmas condições de pagamento (desconto de 16% e parcelamento) ofertadas anteriormente, no valor correspondente ao IPTU 2018, acrescido apenas da atualização monetária conforme índice previsto na legislação municipal (IPCA-E) de 4,28%, incluindo, no mesmo boleto, o valor correspondente ao pagamento da Taxa de Lixo 2019, não objeto de discussão.

A decisão de primeira instância considerou que a alteração legislativa trazida pela Lei Complementar Municipal nº 171/2018 possibilitou que a base de cálculo do IPTU fosse alcançada por meio da avaliação individual do imóvel para o fim de se quantificar o seu valor de mercado. Contudo, para realizar essa avaliação, a municipalidade deve estar vinculada a critérios objetivos, sob pena de culminar em prática arbitrária do ente público ao impor atualização do valor sem a devida justificativa de sua atuação.

O juízo de 1º Grau considerou que o Município majorou o valor venal do imóvel do autor de R$ 411.825,07 para R$ 1,25 milhão, resultando num aumento do IPTU em mais de 137%, não se sabendo quais critérios de cálculo foram utilizados para a definição desse valor venal. Aponta que o que existe no processo administrativo é apenas uma ordem de serviço para que o auditor fiscal realize a avaliação do imóvel e, logo em seguida, a Notificação com a definição do novo valor, situação que ao ver do Juízo malferiu o regular exercício da ampla defesa e do contraditório.

O Município de Natal sustenta no recurso que o procedimento administrativo de fiscalização deu-se dentro dos parâmetros legais, tomando por base o valor final obtido em processo de avaliação do imóvel para fins de cálculo do imposto de transferência (ITIV), através do qual o contribuinte teve plena ciência acerca do valor venal do imóvel, em processo encerrado em 2011.

Alegou que o Município dispõe de cadastro imobiliário com os dados dos imóveis, dentre os quais padrão de construção, estrutura, topografia, localização, pedologia, sendo próprio do lançamento de ofício, senão a sua própria definição, valer-se o Fisco dos dados de que dispõe para constituição do crédito tributário, sem que haja a participação do contribuinte, ao qual se oportuniza a impugnação posterior ao lançamento.

Decisão

Em seu voto, a relatora do Agravo de Instrumento, juíza Ticiana Nobre, aponta que a possibilidade da concessão liminar de efeito suspensivo só merece acolhida quando presentes a fumaça do bom direito e o perigo da demora. Para a relatora, no caso em análise está presente a fumaça do bom direito.

A magistrada considera que o disciplinamento normativo conferido ao IPTU pelo Código Tributário Municipal observa o princípio da legalidade tributária quando, por lei, fixa a alíquota, a definição da base de cálculo do tributo e o padrão de correção monetária. “O Município, no seu poder/dever de fiscalização tributária, efetua a atualização do valor do imóvel em conformidade com os padrões legais preestabelecidos e, via de consequência, faz incidir o imposto sobre o valor decorrente da atualização”.

A relatora indica que sendo o fato gerador do IPTU a propriedade territorial e predial urbana – a totalidade do bem imóvel, compreendendo o valor do terreno, construção e melhorias – esses fatores estão intrinsecamente conectados com a realidade fática do imóvel – seja em decorrência de benfeitorias efetuadas pelo proprietário ou pela valorização/desvalorização da localidade em que se insere.

“Considerando a natureza fluida do valor do imóvel em conjunto com o princípio da estrita legalidade tributária, tem-se que a lei formal deve estabelecer parâmetros objetivos para a aferição do valor venal do imóvel; enquanto a atividade administrativa, em decorrência do poder de polícia, tem a prerrogativa de fiscalizar os imóveis, aferir seus valores, e classificá-los em observância aos parâmetros legalmente estabelecidos”.

Ticiana Nobre aponta que o Código Tributário Municipal de Natal estabeleceu a avaliação individual do bem como a forma preferencial de aferição do valor venal do imóvel. “A própria legislação estabelece que o valor dos imóveis deverá ser atualizado mediante a atividade administrativa fiscalizatória de modo que, existindo comprovadamente tal procedimento administrativo, não se pode, em sede de cognição sumária e sem oportunizar à Fazenda apresentar defesa prévia, concluir pela sua nulidade, pois paira sobre a atividade administrativa uma contundente presunção de legalidade do seu atuar”.

A relatora afirma ainda que a majoração do tributo ocorreu a partir da realidade fática do imóvel, e que a atualização observa a lei em vigor, sendo efetuada após procedimento previsto em lei. “Logo, não se trata, a priori, de violação ao princípio de legalidade; mas de correta aplicação da norma, existente a priori e inalterada, aos fatos postos à fiscalização administrativa”, entende a magistrada.

(Agravo de Instrumento nº 0800030-72.2019.8.20.9000 – PJe)

TJRN

 

Opinião dos leitores

  1. BG, a análise que está sendo feita e que está sendo usada para enganar os juízes é que o aumento é legal.
    Realmente é. Mas a forma, A FORMA, é francamente ilegal. O processo de avaliação não deu o direito de defesa, não deu direito ao contraditório, não obedeceu a qualquer prazo.
    A FORMA está errada.
    Pena que ainda fiquem no "CTRL c + CTRL v".

  2. O carnaval tá chegando, e o prefeito tem que trazer artistas de nome para animar o contribuinte natalense.

    1. Não tinha pensado nisso. Realmente você está coberta de razão. A prefeitura tem que fazer caixa!

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Judiciário

Pacote anticrime de Moro já tem o apoio da população

Rodrigo Maia, como registramos, disse à GloboNews que “se a gente antecipar esse debate [do pacote anticrime de Sergio Moro], podemos contaminar o da Previdência”.

Daniel Coelho, líder do PPS na Câmara, acha justamente o contrário. O deputado afirmou a O Antagonista:

“No caso da Previdência, Jair Bolsonaro terá que se engajar para convencer parte da população sobre a necessidade da proposta. O pacote do Moro já tem o apoio da população e já tem seu garoto-propaganda.”

Como dissemos ontem, é claro que dá para tocar as duas coisas ao mesmo tempo.

O Antagonista

 

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Judiciário

Transpetro: STF arquiva denúncia a Garibaldi Alves e Sarney

Garibaldi teve em sua defesa a competência do advogado Erick Pereira

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin fatiou (enviou as partes para outras instâncias da Justiça) uma denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra senadores emedebistas por suposta prática de corrupção e lavagem de dinheiro na Transpetro, uma subsidiária da Petrobras.

A decisão foi lançada no sistema do STF na segunda-feira (4). Em 2017, o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot denunciou os senadores do MDB Renan Calheiros (AL), Garibaldi Alves (RN), os agora ex-senadores Romero Jucá (RR) e Valdir Raupp (RO), o ex-presidente do Senado e da República José Sarney, além do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado pelos crimes de corrupção e lavagem e dinheiro. Todos negaram as acusações.

Primeira instância e Renan

O ministro decidiu manter no STF somente os fatos que dizem respeito a Renan Calheiros e enviar a uma das varas criminais da Justiça Federal do Rio de Janeiro, onde os delitos foram supostamente cometidos, as apurações sobre os demais denunciados. Nos casos de José Sarney e Garibaldi Alves, ele determinou o arquivamento (leia mais abaixo).

Fachin aplicou o entendimento da Corte em relação ao foro privilegiado, segundo o qual o STF só tem competência para analisar casos de deputados e senadores por supostos delitos cometidos no mandato e relacionados à função.

Conforme o ministro, a única justificativa para manter a denúncia contra os não detentores de foro privilegiado no Supremo seria a atuação “imbricada” dos denunciados com Renan Calheiros, o que não teria ocorrido.

“Como se deflui, as ações imputadas aos demais acusados não estão imbricadas, em absoluto, às atribuídas ao Senador denunciado, José Renan Vasconcelos Calheiros, razão pela qual o processamento em conjunto destoa da recomendação jurisprudencial do Supremo Tribunal Federal”, escreveu Fachin.

Arquivamentos

Atendendo a pedido da PGR, Fachin também arquivou a denúncia em relação ao ex-presidente José Sarney e ao senador Garibaldi Alves por prescrição dos crimes cometidos (situação em que, decorrido o prazo legal, o Estado perde o direito de punir).

De acordo com a decisão do ministro, o crime de corrupção passiva pelo qual os dois foram denunciados prescreveu em setembro de 2018 e o de lavagem de dinheiro, em outubro do mesmo ano.

“Depreende-se dos autos que ambos os denunciados, quando do oferecimento da denúncia, em agosto de 2017, já contavam com mais de 70 anos de idade, circunstância que, invocada a atenuante genérica da senilidade tratada no art. 65, I, do Código Penal, na forma do art. 115 do mesmo diploma legal, lhes favorecem com a redução pela metade dos correspondentes prazos prescricionais”, escreveu Fachin.

O caso

Os crimes teriam ocorrido entre 2008 e 2012. Segundo a PGR, houve desvio de dinheiro da Transpetro para alimentar o caixa de diretórios estaduais e municipais do MDB por meio de doações oficiais das empresas contratadas pela estatal.

Em troca, diz a procuradoria, Sérgio Machado, como presidente da Transpetro, mantido no cargo pelos caciques do PMDB, promovia, autorizava e direcionava licitações em favor da NM Engenharia.

A lavagem de dinheiro, por sua vez, consistia na distribuição da propina em operações fracionadas, de modo a ocultar sua origem. Também havia repasse em espécie, por meio de intermediários, segundo a PGR.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Essas ações não foram antes da ação de LULA? não estou entendendo.
    Para um julga rápido e para outro prescreve?

    1. Os AGORA ex-Senadores.. Agora! significa q faz tempinho q ficaram sem o tal "Foro Previlegiado" coisa q Lula não tinha há algum tempo e nem tem.. Portanto a chibanca chegou nele rapidinho e por um Juizeco. Já os fígados do STF protegem essa pikantragem do colarinho branco.

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