Jornalismo

Wal Mart é condenado a pagar R$ 15 a cliente que foi atropelada por carrinho de compras

O Wal Mart de Goiânia (GO) terá de indenizar em R$ 15 mil uma cliente que foi “atropelada” por um carrinho de compras dentro das dependências do supermercado em Goiânia. A decisão foi do juiz 4ª vara Cível de Goiânia, Aureliano Albuquerque Amorim, que acatou o pedido de Sônia Marçal.

A decisão é de primeira instância e cabe recurso. A assessoria jurídica do supermercado diz que não foi notificada sobre o caso e aguarda o aviso formal para decidir se entrará ou não com o pedido de recurso.

Sônia Marçal afirma ter sido atropelada por um carrinho de compras na esteira rolante que dá acesso ao estabelecimento. Na ocasião, o carrinho não se prendeu e acabou se soltando da mão de outro cliente e atingindo a vítima, que teve traumatismo no quadril.

A defesa do supermercado alegou que o acidente foi culpa exclusiva do outro cliente, que não travou o carrinho na esteira. No recurso, o Wal Mart alegou ainda que a própria autora não foi capaz de ter o mínimo de zelo a evitar a colisão e.

Mas, na avaliação do juiz, a indenização é legítima porque o Wal Mart optou por não utilizar um sistema mais adequado para a contenção dos carrinhos de compra. As testemunhas e os documentos apresentados confirmaram que Sônia foi atingida por um carrinho ainda dentro do estabelecimento ao final de uma esteira inclinada.

O cliente que conduzia o carrinho informou que ele não foi bloqueado na esteira e, por isso, não conseguiu segurá-lo em razão do peso.

A defesa de Sônia Marçal alegou que o cliente não tinha conhecimentos técnicos nem é responsável por checar o bloqueio do carrinho na esteira até porque quando se verifica a não-ocorrência do bloqueio o objeto já está na rampa inclinada. Por isso o ideal seria o bloqueio automático independente de qualquer atitude do cliente nesse sentido.

O juiz Amorim entendeu que o Wal Mart tem responsabilidade objetiva por seus sistemas de funcionamento, e não os clientes.

Fonte: UOL

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Economia

ATENÇÃO: Receita aperta o cerco a compras online no exterior

Comprar produtos importados pela internet está mais complicado e as chances de haver sobretaxa aumentaram. A Receita Federal implantou a operação Maré Vermelha para apertar o cerco à importação de produtos que, na visão do órgão, têm prejudicado a indústria nacional – nos segmentos de vestuário, calçados, brinquedos, eletroeletrônicos, bolsas, artigos de plástico, pneus e artigos de toucador (cosméticos e perfumaria).

Só no Estado de São Paulo, cerca de 95 mil pacotes chegam nos aeroportos por dia, de acordo com dados do Serviço de Remessas Postais Internacionais (Serpi) dos Correios. A Receita analisa e aplica uma taxa extra em pelo menos 3 mil encomendas que não apresentam nota fiscal ou que têm procedência duvidosa. Em média, a sobretaxa é de 60% sobre o valor da mercadoria.

Para ampliar a fiscalização, a Receita criou o Centro Nacional de Gerenciamento de Risco (Cerad), uma central de inteligência para direcionar os equipamentos e agentes para os setores e locais onde são “barrados” mais produtos.
Especialistas em defesa do consumidor aconselham a fugir de compras sujeitas à sobretaxa, mesmo que o risco seja

equeno – em São Paulo, apenas 3% das encomendas diárias são fiscalizadas e taxadas. “As pessoas esquecem que aquela mercadoria é mais barata porque está isenta do imposto. Se cair na ‘malha fina’, haverá sobretaxa ou até apreensão em caso de produto ilegal”, diz o presidente da Associação Brasileira do Consumidor, Marcelo Segredo.

Os produtos preferidos nas compras de internet em sites do exterior – e coincidentemente os mais apreendidos e taxados – são bolsas, tênis e perfumes. Com a ajuda de aparelhos de raio X, fiscais conseguem identificar as mercadorias sujeitas à taxação extra e as falsificadas.

Mesmo diante de todos estes riscos, a técnica de informática Marizete Tavares Rapace, de 52 anos, é cliente fiel de sites de produtos importados, como o Strawberry.com. A consumidora já teve a sua mercadoria sobretaxada pelo menos três vezes pela Receita. “Mesmo tendo de pagar imposto, os meus perfumes saem mais baratos do que se comprados aqui. Torço para ter sorte.”

A diferença no preço às vezes é grande sem a sobretaxa. Um tênis novo da Nike modelo Air Max masculino, por exemplo, custa R$ 258 no site Amazon.com. Se a mercadoria cair na “malha fina” da Receita, terá de pagar a mais R$ 154,80, com 60% de imposto, elevando o preço para R$ 412. Ainda assim, sai mais em conta, pois no site da loja brasileira Centauro, por exemplo, o mesmo par é vendido por R$ 599.

Foi a partir desta conta que a radialista Patrícia Teixeira, 23, decidiu comprar uma câmera fotográfica em um site internacional. “A diferença no preço era de quase R$ 1 mil.” Porém, com medo do equipamento ser taxado ou até apreendido, a radialista aproveitou a viagem de um amigo para os Estados Unidos e pediu para a entrega ser realizada no hotel dele. “Ele entrou no Brasil como se a câmera fosse de uso pessoal dele.”

Mas há casos em que vale a pena pesquisar em lojas brasileiras. Por exemplo, um perfume Dolce &Gabbana Light Blue de 25 ml custa R$ 140 no site Strawberry.com. Na loja Oruam, presente em shoppings como West Plaza e Pátio Paulista, ambos na capital, sai por R$ 172. O consumidor que escolhe a compra no site tem uma economia de R$ 32, mas se o produto for parado pela Receita, o cliente terá de desembolsar R$ 84 a mais do que previsto, elevando o valor para R$ 224.

Como funciona

A Receita Federal permite a entrada de produtos importados pelos Correios, companhias aéreas e de compras realizadas pela internet. Porém, há um custo de tributação de 60% sobre o valor dos bens constante da fatura comercial, acrescido dos custos de transporte e do seguro do transporte.

Além disso, o valor máximo a ser importado é de US$ 3 mil (R$ 6 mil). Remessas no valor total de até US$ 50 (R$ 100) estão isentas dos impostos. Medicamentos também podem ser comprados, mas o Ministério da Saúde exige a apresentação da receita médica.

Caso seja encontrada alguma irregularidade – produto falso ou proibido –, a mercadoria é levada para a sede dos Correios mais próxima a casa do consumidor, que é notificado pela Central. O cliente deve pagar os impostos no momento da retirada. O pagamento pode ser feito em dinheiro ou cartão de débito e crédito.

Fonte: Estadão

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Economia

Comprar pela internet sai até 25% mais barato

O velho hábito do consumidor de gastar sola de sapato percorrendo lojas para barganhar preço já não vale mais. Levantamento feito pelo JT na semana passada, no qual foram selecionados itens idênticos, vendidos nas mesmas lojas físicas e online, mostra que o preço no comércio tradicional pode ser cerca de 25% maior do que o cobrado no comércio online.

Exemplo: enquanto uma geladeira frost free duplex, de 352 litros, da marca Brastemp, custava, à vista, R$ 1.999 na loja física, saía por R$ 1.583,01 no site da empresa, com frete grátis. A diferença entre o preço da loja física e o da internet é de R$ 415,99. A história se repete no caso de uma TV de LED, de 32 polegadas, da Samsung, modelo D 5.500. O preço à vista na loja física é de R$ 1.799 e, na virtual, R$ 1.424, também com frete grátis. Uma diferença de R$ 375.

Além de os preços de produtos idênticos serem mais baixos na internet quando comparados com os das lojas físicas, o comportamento médio das cotações no comércio online tende mais para queda (deflação) do que para aumento (inflação).

Em uma comparação feita pelo Ibevar/Provar & Felisoni Consultores Associados, que calcula o e-flation – índice de inflação da internet, mostra que, em 2010 e 2011 – para quatro grupos de produtos, os preços tiveram deflação nos livros (13,9%), eletrônicos (24,8%) e brinquedos (3,1%). No mesmo período, houve inflação nos livros (10,1%) e nos brinquedos (8,5%) nas lojas físicas.

Já os preços dos produtos eletrônicos no comércio tradicional caíram (7,2%), porém bem menos do que nas lojas virtuais. Por último, os preços dos medicamentos subiram tanto nas lojas físicas (7,9%) como nas virtuais (5,6%), mas as cotações do comércio online registraram uma alta menor.

“A deflação predomina na internet”, diz Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Ibevar/Provar. Ele explica que esse movimento ocorre porque o mercado virtual tem custo menor que a loja física, isto é, despesas com energia, aluguel, etc. Além disso, o custo da comparação é baixíssimo. “Esse custo está a um clique do consumidor”, diz o economista.

Fonte: Jornal da Tarde

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Economia

Mochila de R$ 5,76 foi comprada por R$ 80

Durante a fiscalização nos convênios do Ministério do Turismo, a Controladoria-Geral da União (CGU) identificou mais de R$ 1 milhão em compras superfaturadas de mochilas. Os valores das aquisições eram superdimensionados desde a apresentação dos planos de trabalho ao ministério.

O Instituto Brasileiro de Hospedagem (IBH) previa a compra e distribuição de uma mochila para cada aluno por R$ 80. No entanto, a bolsa entregue aos alunos era uma sacola de poliéster. Durante as apurações, três fornecedores consultados pela CGU apontaram que o preço médio da bolsa era de R$ 5,76. A CGU recomendou a responsabilização de um ex-diretor da Brasiliatur, assim como três funcionários da pasta.

“Destaca-se, ainda, que servidores do Ministério do Turismo agiram de forma a ocultar o sobrepreço verificado na aquisição de mochilas, em flagrante evidência de conduta irregular, praticada em articulação com o convenente, resultando em danos aos cofres públicos. Tal fato se verificou a partir do confronto da mochila apresentada em resposta a questionamento da CGU e a anexada à Prestação de Contas apresentada, e efetivamente distribuída aos profissionais capacitados, conforme inspeção física da execução do objeto, realizada pela CGU,” diz o relatório. O IBH tentou fraudar a apresentação da mochila, encaminhando outro modelo para a prestação de contas.

O relatório também aponta relações familiares nas ONGs. No Instituto Quero-Quero, cujo diretor é um funcionário da Prefeitura de Osasco, a CGU identificou pessoas da mesma família recebendo recursos do convênio. Uma instrutora recebeu R$ 34,8 mil pelos cursos e outros R$ 583,8 mil pelo contrato de sua empresa de lanches com a ONG. A mesma entidade pagou, segundo a CGU, R$ 35,8 mil a título de “instrutoria” para integrantes do quadro do administrativo federal.

Foram apontadas ainda irregularidades na liberação de recursos por meio de emenda parlamentar a entidade da qual um deputado federal e sua esposa integravam o corpo diretivo. A Sociedade Evangélica do Paraná assinou dois convênios com o ministério no total de R$ 7,5 milhões. A CGU apurou que as empresas contratadas tinham como sócio um dos responsáveis pelo programa da ONG e o coordenador do projeto tinha parentesco com o parlamentar

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Política

Prefeitura de Canguaretama gasta R$ 234 mil com "material permanente"

Está no Blog de Ana Ruth Dantas, como é que a Prefeitura publica o extrato da compra e não detalha o que está comprando? Material permanente de que? Coisas de Canguaretama…

Segue:

A Prefeitura Municipal de Canguaretama gastará quase R$ 250 mil para equipar as secretarias. Foi firmado contrato com a empresa Incomel Indústria e Comércio de Madeira Ltda no valor de 234.000.

O extrato de publicação do contrato não esclarece o tempo do serviço e nem mesmo especifica o serviço definindo apenas que o dinheiro será para “Aquisição de material permanente que serão destinados para as secretarias municipais pertencentes a Prefeitura Municipal de Canguaretama”. O contrato foi assinado pelo prefeito Wellinson Carlos Dantas Ribeiro.

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Política

Micarla vai às compras

Shopping Pátio Higienópolis

Como ninguém é de ferro,  além de relaxar, repousar, se tratar, a pessoa também precisa comprar.

Então, nada melhor para levantar a autoestima como ir às compras.

A prefeita Micarla de Sousa, diferentemente do que a IstoÉ diz, de que estaria em Portugal, foi vista hoje, às 11h30, fazendo compras no Shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo.

Agora não perguntem o que ela comprou. Talvez ela revele em seu blog.

Opinião dos leitores

  1. Perai! E vcs queriam que a nossa prefeita fosse fazer compras na 25 de marco? Isso seria muita humilhação. Aproveite Micarla, que vc pode! Lembre-se que você esta de licença e ninguém poderá atrapalhar esse momento. Deixe que os outros falem. Basta vc dizer: "eu determinei…." e esta tudo certo!

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Tecnologia

Redes sociais influenciam consumidor na decisão de comprar produtos

As redes sociais têm se tornado um fator de influência para a decisão de compra, segundo uma pesquisa encomendada pelo Mercado Livre à  Oh! Panel. O estudo foi realizado no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Equador e Peru, com 1.258 consumidores. Deste total, 79% acreditam que as opiniões de amigos e conhecidos sobre marcas, produtos e serviços são as mais confiáveis. Para 72,8% dos entrevistados, estas mensagens deixadas nas redes sociais são mais relevantes do que a de especialistas.

Cerca de 58,9% buscam informações antes de comprar um produto em sites como Twitter, Facebook e Orkut e, de cada10 participantes do levantamento, quatro disseram seguir uma marca nestes canais.

Os brasileiros são os que demonstram mais interesse, com um total de 81% dos usuários se relacionando com as marcas nas redes sociais. Entre os motivos estão o interesse em conhecer novos produtos e serviços (78,6%) e a procura por ofertas (74,7%).

Info: Mundo Marketing

Opinião dos leitores

  1. com certeza, mas não essas redes sociais são usadas, quando eu fui com um notebook novo nessa semana pesquisei em vários foruns para saber algumas informações sobre ele….

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Finanças

Classe C está podendo e mandando

Vejam os números do poder de compra da “nova” e poderosa classe C.

Blog Pag Seguro:

Em encontro no ultimo dia 25 de maio, na Fecomercio, em São Paulo, Renato Meirelles, da Data Popular, revelou que a “nova classe média”, que inclui a classe C, movimenta R$ 273 bilhões por ano só com seus salários. Segundo Meirelles, “a internet radicalizou o poder de escolha e de comparação de preços e produtos que o controle da inflação concedeu há 15 anos”. Segundo ele, houve uma democratização da informação e, com ela, do poder de compra. “Há quatro anos, as pessoas se perguntavam se a classe ‘C’ estava na internet. Hoje, é impossível fazer qualquer plano de comércio sem considerar esta classe”.

Segundo estudos do instituto , a classe C é responsável por 78% do que é comprado em supermercados, 60% das mulheres que vão a salões de beleza, 70% dos cartões de crédito no Brasil e 80% das pessoas que acessam a internet. “Esta nova classe média movimenta R$ 273 bilhões na internet por ano somente com seu salário”, diz Meirelles. E isso não acontece só na internet ou no comércio eletrônico. Segundo dados da e-Bit, 50% das vendas realizadas no varejo tradicional são influenciadas por pesquisas de preço, opinião e informações sobre os produtos – tudo feito graças à internet.

Outra informação importante que surgiu durante o encontro foi de que o comércio eletrônico brasileiro já fatura mais que a soma dos shoppings de São Paulo, segundo a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (e-PCCV). A inclusão digital deste batalhão de brasileiros, além de mais oportunidades para o empreendedor, faz surgir novos negócios: o crowdfunding (financiamento por muitos, em geral com valores pequenos) e o comércio justo foram dois exemplos mostrados durante o painel.

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