Diversos

Instituto de Pesos e Medidas do RN dá dicas para as compras da Semana Santa

FOTO: IPEM/ASSECOM

Uma Semana Santa e uma Páscoa diferentes estão chegando, reuniões menores entre famílias e um incremento nas compras online. O importante é ficar atento a essas dicas do Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte – IPEM/RN para fazer escolhas mais assertivas e seguras e aproveitar melhor esse momento tão especial “em casa” com a família.

1 – Prefira, sempre que possível, um estabelecimento que entregue em sua residência:

Nos dias atuais, a primeira dica não poderia ser outra! Caso não conheça lojas seguras que façam vendas pelo telefone ou Internet, busque dicas com sua rede de amigos ou em grupos de bairros nas redes sociais.

2 – Fique de olho no peso dos produtos pré-embalados:

Ao adquirir peixe congelado pré-embalado, como bacalhau, por exemplo, atenção para o peso líquido do pescado, que deve estar indicado, de forma clara, na rotulagem do produto. Ele também não deve considerar o peso da embalagem.

Produtos como ovos de chocolate, bombons, chocolates e colombas devem apresentar, de forma clara, a indicação do peso líquido na embalagem. Esta indicação deve se referir somente ao peso do produto, desconsiderando o valor da embalagem (tara) e de eventuais brindes.

Não se guie pelo tamanho: a numeração dos ovos de Páscoa serve apenas como referência para o fabricante. Um produto com número maior não necessariamente pesa mais: cada marca adota uma escala de tamanho diferente. O mais prudente é se orientar pela indicação do peso líquido do chocolate, que deve constar obrigatoriamente na embalagem.

3 – Brinquedos nos Ovos de Páscoa só com selo do Inmetro:

Você vai presentear alguma criança com ovo de Páscoa que venha com brinquedo? Fique atento, na embalagem deve estar estampada a seguinte frase: “ATENÇÃO: Contém brinquedo certificado no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade”.

O brinde deve, ainda, apresentar o selo do Inmetro. Caso desconfie de alguma irregularidade, procure nossa Ouvidoria pelo número: 0800 285 1818 (segunda a sexta-feira, das 9 h às 17 h) ou faça sua denúncia online.

4 – Cuidado com a Higienização:

Não se esqueça de lavar suas mãos, com água e sabão, após o manuseio das compras. E você pode higienizar a embalagem dos produtos borrifando álcool 70% (gel ou líquido) ou lavando-os com água e sabão.

5 – Em caso de acidentes, relate ao IPEM ou ao Inmetro:

E, caso saiba de algum acidente envolvendo brinquedo ou brinde, mesmo que com outra pessoa, informe ao Inmetro pelo Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo (Sinmac), preenchendo o formulário disponível.

Também é possível denunciar irregularidades à Ouvidoria do IPEM/RN pelos seguintes contatos: 0800 281 4054 (ligação gratuita), pelo e-mail ouvidoriaipem.rn@gmail.com ou pelo whatsapp 84 98147-9433.

Com informações do Inmetro

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Economia

Compras de supermercado em aplicativos crescem em Natal

Ainda que supermercados sejam serviços essenciais e tenham funcionado durante a pandemia do novo coronavírus, o uso de aplicativos de entrega em domicílio (delivery) tem sido alternativa para estabelecimentos aumentarem suas vendas e oferecerem comodidade e segurança aos consumidores.

Desenvolvido por potiguares, o Bask é um ótimo exemplo. Presente em Natal, Macaíba, São Gonçalo, Ceará Mirim, Extremoz, Parnamirim, João Câmara, Macau, Nova Cruz e Currais Novos, além de municípios da Paraíba, o app está em crescente expansão, com operações previstas para iniciar em breve em outras cidades do estado e fora dele.

De acordo com Leonardo Campos, idealizando do Bask, o aplicativo tem hoje mais de 100 parceiros em diversos ramos, como supermercados, açougues, padaria, produtores rurais, doceiras, comidas congeladas e petshop. Vários deles, inclusive, oferecem frete grátis pelo app.

“Temos mais de 45 mil downloads aqui no RN. Na primeira onda da pandemia a demanda aumentou cerca de 100 vezes e agora, com a segunda onda da pandemia do COVID-19, nas duas últimas semanas, os pedidos aumentaram em 60%”, explica. Entre os supermercados de Natal que disponibilizam o serviço de feiras online no aplicativo estão lojas da RedeMais e SuperShow, entre outros. Todos os produtos têm o mesmo preço do supermercado. Além disso, as promoções são atualizadas no aplicativo em tempo real.

“Trabalhamos focados em oferecer a melhor experiência para os cliente. Como resultado, a maioria das pessoas que fazem o primeiro pedido, fazem pelo menos outros dois pedidos. Alguns clientes já fizeram mais de 150 pedidos pelo app”, acrescenta Leonardo. O Bask conta com mais de 200 mil produtos e já ultrapassou a marca de três mil e quinhentos pedidos por mês.

Para comprar pelo aplicativo, o usuário entra com o seu endereço e a partir dele o sistema localiza quais lojas atendem àquela região. Depois, basta escolher o estabelecimento disponível e fazer as compras.

Além do pagamento por link, o usuário pode repetir a feira do mês em apenas 15 segundos. Algumas lojas aceitam vale-alimentação. Para usar o Bask, basta baixar o app na sua App Store. Ele está disponível para Android e iOS. Mais informações podem ser conseguidas no site www.bask.com.br/ e o Instagram @basknatal.

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Política

PT faria “festa” com lockdown, compras sem licitação e país estaria na miséria, diz Bolsonaro

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar nesta 4ª feira (10.mar.2021) as medidas de isolamento social adotadas por governadores para frear o alastramento da pandemia de covid-19 no Brasil.

A apoiadores, disse que, caso o candidato do PT à Presidência em 2018, Fernando Haddad, tivesse sido eleito, o “lockdown” teria sido decretado antes mesmo de haver solicitação dos governadores. A conversa foi publicada em um canal bolsonarista no YouTube.

“A maioria dos governadores querem lockdown nacional, imagina se fosse o Haddad presidente. Nem precisava os governadores terem pedido”, disse em frente ao Palácio da Alvorada.

“Sabemos das dificuldades, o povo está sofrendo, está havendo abuso no meu entender nessa política de fecha tudo, porque a economia não dá para ver depois não”, declarou.

Na conversa, Bolsonaro disse duas vezes que a gestão da pandemia por um eventual governo petista seria diferente da dele. “Imagina se o PT fosse governo com essa onda de comprar as coisas sem licitação como seria. Como estaria a festa no Brasil. Não quero citar países, mas a gente estaria numa miséria aqui”.

Bolsonaro afirmou que o governo federal tem investido na aquisição de vacinas contra a covid-19 desde 2020. “A 1ª vacina nossa quando foi comprada? 6 de agosto. E o pessoal fala que eu sou negacionista”, disse.

O chefe do Executivo também voltou a dizer que os governadores foram abastecidos de recursos federais para estruturar o sistema de saúde. Citou o Maranhão como exemplo de Estado que “investiu muito pouco ou quase nada” nos hospitais.

“Um dos Estados que receberam, o Maranhão, foram muitos bilhões também. Então o governador lá pagou folha de salário, fez muita coisa, mas não investiu na saúde”, disse.

A declaração de Bolsonaro foi feita horas antes de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conceder entrevista à imprensa para falar, dentre outros assuntos, da decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin que anulou as condenações do petista pela Justiça Federal do Paraná na operação Lava Jato. A decisão o tornou apto a disputar as eleições de 2022.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Bolsonaro tá reeleito.
    É honesto.
    E os outros são corruptos.
    O Brasil não quer mais voltar a essas experiências desastrosas.

    1. Vamos comprar Leite Moça e fazer uma RACHADINHA na Mansão de 6 Milhões.

    1. O pior é que com Lula na disputa, ajuda ele a ganhar de novo.
      Esse país só pode ser amaldiçoado mesmo. Passar mais 4 anos com Bolsonaro é decretar o fim desse país. Vamos aumentar o abismo social da desigualdade. Rico cada vez mais rico, pobre cada vez mais pobre e alto escalão do serviço público cada vez mais privilegiado (políticos, juízes, ministros, desembargadores, auditores, defensores públicos, procuradores e procuradores). Se tá ruim hj, daqui a 10 anos vai tá 2 vezes pior. Muita gente vai sair em desespero pra outros países, hj ja estar bem comum isso.

    2. O que é que ele fala, que é mentira? Zégado, vc é petista doente. Essa questão de gado, não existe. Gado só se for vcs esquerdopatas

    3. Nenhum que vota em Bolsonaro usa argola, mas aqueles que tem seus bandidos de estimação, gostam de tornozeleira eletrônica como enfeite.
      Você está em festa por seu líder maior está solto e pode concorrer na eleição? Que bom, aproveite o momento e continue assistindo a mídia comprometida com o quanto pior para o país, melhor para nós.
      Ele não foi inocentado, afinal 90% dos volumes nos vários processos que ele responde por corrupção, são provas incontestáveis que revelam o quanto ele se apoderou e distribuiu recursos públicos a seus amigos.
      Além das deleções premiadas que aguardam validação como a de Palocci e Eduardo Cunha.

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Diversos

Quase 60% dos potiguares irão às compras na Black Friday, com gasto médio superior a R$ 600

Compras pela internet ganham mais espaço na data promocional, cada vez mais consolidada e que, este ano, acontece no dia 27 de novembro. Foto: Divulgação

Com a retomada ainda lenta da atividade econômica, toda data que movimente o comércio e os serviços é ansiosamente aguardada. É o caso da Black Friday, que acontece no próximo dia 27 de novembro e que funciona como uma espécie de termômetro para as compras de final de ano. Devido à importância da data, o Departamento de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DEES) da Fecomércio RN fez um levantamento em Natal e Mossoró para aferir a disposição dos consumidores nas duas cidades para efetivamente ir às compras.

“De uma maneira geral, os números nos animam e nos levam a seguir confiantes na consolidação da retomada das vendas do varejo no estado. A Fecomércio, inclusive, está enviando aos empreendedores um e-book com 10 dicas para aproveitar bem esta data que será uma espécie de prévia para as vendas de final de ano”, afirma o presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz. Quem quiser ter o material pode acessar o site da Fecomércio RN ou enviar um e-mail para o endereço comunicacao@fecomerciorn.com.br. A íntegra da pesquisa também está site (fecomerciorn.com.br).

Natal

Em Natal, 56,8% pretendem comprar na Black Friday deste ano, uma queda de 3 pontos percentuais em relação ao ano passado (59,8%). Os 43,2% dos natalenses que não irão às compras, apontam a falta de dinheiro (34,4%); não gostar da data (23,5%); o desemprego (8,9%); as contas ou dívidas em atraso (8,1%); e a pandemia (6,5%) como motivos para não gastarem. A pesquisa do DEES mostra que 44% dos consumidores estão pensando em aproveitar a data para antecipar suas compras de Natal.

Para os natalenses que vão às compras, os produtos mais desejados são eletrodomésticos (33,6%); eletrônicos (21,1%); celulares/smartphones/tablets (20,3%); roupas (14,8%); móveis e decoração (13,3%). Além disso, a maioria dos entrevistados (56,8%) considera comprar itens não planejados, caso os descontos oferecidos pelo comércio sejam atrativos.

O levantamento da DEES/Fecomércio RN mostra, ainda, que o valor médio gasto será de R$ 619,44. Em 2019, este valor foi de R$ 692,48, portanto este ano espera-se uma redução de 10,5%.

Quanto à forma de pagamento 38,6% dos compradores pretendem pagar no cartão de crédito de forma parcelada; 30,9% mencionaram optar pelo pagamento à vista em dinheiro; seguido pelo cartão de crédito em parcela única, com 9,9%; e pelos que vão pagar usando o cartão de débito, com 7,4%.

Além disso, a pesquisa mostra que 38,3% dos consumidores pretendem comprar em lojas de shoppings, e 32,4% em lojas on-line – aumento de 10,4 pontos percentuais em comparação com 2019. Os outros 20,1% pretendem comprar em lojas do comércio de rua.

Mesmo com a garantia de descontos oferecidos, quase 80% dos natalenses (78,7%) irão fazer pesquisas dos produtos e serviços antes de adquirir os itens, sendo que 52,8% o farão para confirmar se os produtos estão de fato na promoção e 25,9% para escolher as lojas em que os produtos desejados estão mais baratos. Para garantir a clientela, os empresários devem focar em descontos, no qual 44,5% dos consumidores irão dar prioridade a esses estabelecimentos. Em seguida, os consumidores procurarão por preço baixo (35,1%); qualidade dos produtos (10,6%); facilidade de pagamento (10,5%); atendimento diferenciado (9,1%); necessidade (8,8%); variedade de itens (4,5%); e divulgação dos produtos (1,5%).

Mossoró

Foto: Divulgação

Já na principal cidade do Oeste potiguar, 59,5% dos consumidores pretendem comprar na Black Friday deste ano. A falta de dinheiro (37,3%), não gostar da data (24,2%) e a necessidade de poupar (9,3%) foram os motivos apontados por 40,5% que não almejam ir às compras nesta data.

Os eletrodomésticos lideram o ranking de intenções de compra e são o alvo de 39,8% dos compradores na Black Friday. Em seguida aparecem os eletrônicos (31,3%); as roupas (25,8%); e celulares/smartphone/tablets (24,2%). A pesquisa mostra que 56,3% dos consumidores mossoroneses ouvidos comprarão itens não planejados, caso os descontos oferecidos pelo comércio sejam atrativos, e que quatro em cada dez (40,5%) pessoas estão pensando em aproveitar a data para antecipar suas compras de Natal.

De acordo com o levantamento da DEES/Fecomércio, o ticket médio previsto para as compras em Mossoró é de R$ 608,07 e, 24,5% ainda não decidiram quanto irão desembolsar na compra. Para pagar as compras, o método mais utilizado será o cartão de crédito para 33,5% dos entrevistados, seguido do dinheiro (28,8%), como uma forma de ganhar mais descontos com os métodos à vista.

O comércio de rua de Mossoró é a principal escolha para a compra (42,4%). As compras pela internet são apontadas por 30,7% dos entrevistados, seguida pelos shopping centers, com 14,8%. Porém, para efetivar a compra, 81,3% dos compradores mossoroenses irão pesquisar os preços dos produtos e serviços antes de adquirir os itens, sendo que 50,6% o farão para confirmar se os produtos estão de fato na promoção e 30,7% para escolher as lojas em que os produtos desejados estão mais baratos.

Para garantir a compra, deve-se investir em preços atrativos, o que é necessário para 87,7% dos entrevistados; atender às necessidades dos consumidores (34,9%); descontos dos produtos (23,3%); qualidade dos itens (14,2%); facilidade de pagamento (9,8%); dentre outros.

Ambas as pesquisas foram realizadas entre os dias 15 e 30 de outubro de 2020, entrevistando 1000 pessoas (570 em Natal, 430 em Mossoró), com índice de confiança de 95% e um erro amostral de aproximadamente 4% para mais ou para menos. Confira as pesquisas em fecomerciorn.com.br/pesquisas/.

Opinião dos leitores

  1. Por falar em compras: O POVO QUER SABER, ONDE FOI PARAR OS 5MILHÕES DE REAIS USADOS PARA COMPRA DOS RESPIRADORES?
    A GOVERNADORA ESTÁ CALADINHA

    1. Oi. Você parece mais informado que o judiciário, legislativo e tribunais de contas, de todas as esferas
      Faça seu papel e denuncie.

    2. Verdade Calígula, cadê os R$ 5.000.000,00? Mas também Michele Bolsonaro tem que explicar os R$ 89.000,00 dos cheques de Queiroz, Flávio Bolsonaro tem que explicar as rachadinhas e por aí vai.

    3. Culígula, há locais mais adequados para você denunciar, faça sua parte, cidadão fiscal!

  2. O sucesso da Black Friday deve-se ao empenho do Governo do Presidente Jair Bolsonaro, pela excelente condução do país, pelo excelente trabalho perante a crise econômica provocada pela pandemia do covid 19. Eu mesmo espero gastar uns 4 mil reais.
    Parabéns Presidente Bolsonaro.
    Estamos com o Mito em 2022.

    1. Nada a ver uma coisa com a outra!!! esse ta doido igual ao besta fera de Brasilia…

    2. Pense numa pessoa desocupada, pra escrever asneiras. Inflação nas alturas, dólar também, gasolina a R$ 5,00 e esse cara festejando algo que nem começou ainda. Vergonha alheia…

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Diversos

Instituto de Pesos e Medidas do RN dá dicas para compras na Black Friday e faz alerta sobre práticas enganosas

Um dos períodos de compras mais aguardados pelo comércio e pelos consumidores, a Black Friday está chegando. De fato a liquidação conquistou os brasileiros com promoções e descontos acima da média, mas é preciso ficar atento no momento da compra e a algumas orientações como: a origem e segurança dos produtos, e no caso dos eletrodomésticos, eficiência energética e selo de ruído.

Confira as principais recomendações do Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte (IPEM/RN), órgão delegado do Inmetro:

Eletrodomésticos

Mais de 140 tipos de eletrodomésticos devem, obrigatoriamente, possuir o Selo do Inmetro no produto ou na embalagem, atestando que foram avaliados quanto à segurança para o uso do consumidor. Nessa lista estão: secadores e pranchas de cabelo, torradeiras, sanduicheiras, fornos elétricos, etc.

Alguns desses produtos, também devem exibir a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, que traz informações sobre a eficiência energética e o consumo de energia. Alguns campeões de vendas entram nesse rol de produtos, é o caso de geladeiras, televisores, fornos de micro-ondas, condicionadores de ar e máquinas de lavar, entre outros.

A exposição a aparelhos muito barulhentos, principalmente por longos períodos, pode ser prejudicial a saúde, por isso a presença do Selo Ruído também é obrigatória para eletrodomésticos como liquidificadores, secadores de cabelo e aspiradores de pó. Esses itens só podem ser vendidos com selo que descreve a potência sonora em decibéis e a classificação dos aparelhos de um (mais silencioso) a cinco (menos silencioso). Os consumidores devem checar se o adesivo está afixado na embalagem do produto, antes de efetivar a compra.

É importante ficar atento em relação as compras feitas pela internet. O site não é obrigado a mostrar o Selo ou a Etiqueta, mas as informações contidas neles devem ser apresentadas de forma clara aos consumidores nas especificações técnicas do produto.

Brinquedos

Todos os brinquedos devem conter o Selo do Inmetro, sejam nacionais ou importados. O selo deve estar visível, impresso, gravado ou numa etiqueta afixada na embalagem, e deve conter a marca do Inmetro e o logotipo do organismo acreditado pelo instituto que o certificou.

Também é importante observar a restrição/indicação de faixa etária, que é aplicada adequando o brinquedo à idade, interesse e habilidade da criança. Se o consumidor tem filhos em idades diferentes é preciso redobrar a atenção para que os menores, em especial aqueles menores de 3 anos, não tenham acesso aos brinquedos dos mais velhos. Alguns produtos podem conter partes cortantes ou peças muito pequenas, que podem se desprender e ser ingeridas ou inaladas, causando sufocamento.

É importante retirar o brinquedo da embalagem antes de entregá-lo à criança, a fim de prevenir acidentes com grampos e similares, e até mesmo o risco de sufocamento e ler com atenção as instruções de uso antes de o brinquedo ser entregue à criança, além disso sempre que possível, supervisionar o uso do brinquedo.

Os brinquedos comercializados em catálogos ou comércio virtual também devem ter exibidas as informações contidas no Selo do Inmetro e sobre indicação de faixa etária.

Não compre no mercado informal

· Tanto eletrodomésticos, como brinquedos não devem ser comprados no comércio informal, pois não há garantia de procedência e tais produtos podem não atender às condições mínimas de segurança.

Sempre exija a nota fiscal! Ela é a garantia em relação àquele produto para troca ou reclamação em caso de um acidente de consumo, por exemplo.

Cuidado com práticas enganosas do comércio

Se for comprar online, redobre os cuidados. Busque sempre sites seguros e de boa reputação para ter certeza que receberá o produto anunciado.

Pesquise preços com bastante antecedência para checar se os descontos oferecidos são reais – muitas vezes os preços são reajustados previamente e durante o período de liquidação voltam ao valor de origem para configurar descontos.

Caso encontre alguma irregularidade nos referentes a brinquedos e eletrodomésticos informe a Ouvidoria do IPEM/RN pelo e-mail ouvidoriaipem.rn@gmail.com ou pelo whats app 84 98147-9433.

Opinião dos leitores

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Tecnologia

WhatsApp lança oficialmente botão de compras

Foto: Ilustrativa

Agora é oficial: usuários do WhatsApp Business já podem utilizam o botão de compras junto aos seus clientes. A opção que estava anteriormente apenas em fases de testes, agora foi incorporada à versão estável do app. O objetivo é ajudar empreendedores a expor seus produtos de maneira mais acessível dentro do aplicativo e ainda aumentar as vendas por meio do WhatsApp.

A nova funcionalidade pode ser conferida na parte superior da conversa com a empresa, onde o nome do contato fica visível. Ao clicar no ícone de vitrine, o usuário poderá conferir os produtos e serviços oferecidos pela empresa, isso se ela tiver cadastrado desta forma.

Outra mudança que pode ser observada na atualização do app é que as opções de chamadas de vídeo e voz foram unificadas em um só botão, o Chamadas. A alteração oferece ainda mais destaque para o botão de compras.

De acordo com a mais recente pesquisa Panorama Mobile Time Opinion Box sobre mensageria móvel, 78% dos usuários ativos mensais do WhatsApp afirmam que se comunicam com marcas pelo aplicativo.

Cabe destacar que a plataforma tem lançado novos recursos e ferramentas constantemente, isto considerando as movimentações dos usuários dentro do app e tendências de comportamento. Também vale lembrar que o botão de compras ainda não tem ligação direta com o WhatsApp Pay.

Expectativa é que em breve o serviço de pagamentos do WhatsApp já esteja funcionando no Brasil. Créditos: Daniel Constante/Shutterstock

WhatsApp Pay

O aplicativo de mensagens instantâneas do Facebook deve ficar cada vez mais propício para realizar compras. Em busca deste objetivo, no início deste ano, a gigante da tecnologia anunciou o WhatsApp Pay, que permitirá que usuários mandem e recebam dinheiro via app. Desta forma, a conversa com a empresa poderá ser iniciada e finalizada dentro do próprio aplicativo, sem a necessidade do uso de outros sistemas para tal.

A Cielo, um dos parceiros que ajudou a trazer o WhatsApp Pay ao Brasil, espera que o Banco Central libere o início das operações do serviço ainda neste mês, sendo impulsionado pelo lançamento e funcionamento pleno do PIX no país.

Olhar Digital, via MobileTime

 

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Diversos

FOTOS: Shopping adota drive-thru e libera carros nos corredores das lojas para retirada de compras em Botucatu-SP

Shopping adota drive-thru e libera carros nos corredores das lojas em Botucatu — Fotos: Guilherme Miletta/TV TEM

O shopping de Botucatu (SP) começou a atender pelo sistema “drive-thru” e, para isso, liberou a entrada dos carros dentro dos corredores do prédio para os clientes retirarem os produtos na porta das lojas.

Segundo o shopping, a medida foi tomada para “manter a segurança dos clientes e seguir as recomendações de isolamento durante as ações de prevenção ao coronavírus”.

O serviço, inaugurado nesta quinta-feira (2), vai funcionar das 11h às 20h. Segundo o shopping, o “drive-thru in door” é inédito no país e promete revolucionar a experiência de compra.

Conforme informou o shopping, os consumidores terão permissão para entrar nos corredores do prédio de carro, seguindo as recomendações de segurança e usando máscaras.

Além disso, haverá sinalização para regrar a velocidade e o sentido do fluxo dos veículos dentro do estabelecimento. Não serão permitidos carros movidos a Diesel e motocicletas.

O drive-thru está liberado somente para a retirada, já a escolha e compra de produtos devem ser feitas antecipadamente pelos canais de cada loja. O shopping informou que a prova de roupas e análise das peças não serão autorizadas.

Antes da entrada no estabelecimento, os veículo também vão passar por uma triagem, que vai analisar as condições higiênicas do veículo, se há fumaça ou vazamento de óleo.

A cidade de Botucatu faz parte do Departamento Regional de Saúde de Bauru, que foi rebaixado para a fase 1 (vermelha), a mais restritiva do Plano São Paulo. A fase permite que apenas serviços essenciais permaneçam abertos na cidade. Botucatu tem 671 casos de coronavírus e 15 mortes pela doença.

Fotos: TV TEM/Reprodução

G1

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Segurança

Puxado principalmente pelas compras de órgãos públicos, registros de novas armas de fogo aumentam 63% no RN em 2019

Foto: Ilustrativa

O portal G1-RN destaca nesta terça-feira(18) que o número de novas armas de fogo registradas no Rio Grande do Norte cresceu 63% em 2019 na comparação com o ano anterior. Segundo os dados da Polícia Federal, divulgados a pedido do veículo de imprensa, foram 2.051 registros no ano passado, contra 1.259 em 2018. Ao todo, o estado conta com quase 27 mil armas legalizadas desde 2009. Por outro lado, o registro de porte de armas caiu 18% no período entre os dois anos. Apesar dos decretos federais publicados no ano passado para facilitar a posse de arma, o crescimento de armas registradas no estado foi puxado principalmente pelas compras de órgãos públicos, que passaram de 30 em 2018 para 940 registros no ano passado. O pico no mês de agosto foi puxado pelo registro de 900 armas pelo Estado. Veja detalhes aqui em texto na íntegra.

Opinião dos leitores

    1. Aceita bebê, até 2026 vai ser assim, e depois vem Moro, chora não bebê kkkkk

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Economia

Guedes diz que Brasil vai abrir compras do governo a estrangeiros

Foto: Bianca Rothier/GloboNews

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira (21) que o Brasil vai anunciar a adesão a acordo internacional de compras governamentais de forma a permitir um tratamento isonômico aos estrangeiros interessados em participar de licitações e concorrências públicas no país.

“É o acordo pelo qual nós agora passamos a admitir empresas de fora também para todas as compras que a gente fizer, um tratamento isonômico. O Brasil está querendo entrar para primeira liga, primeira divisão de melhores práticas. E isso realmente é um ataque frontal à corrupção”, afirmou a jornalistas, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos.

“Um tema importante na campanha do presidente Bolsonaro foi acabar com a corrupção. E nós sabemos que boa parte da corrupção foi permitida exatamente com coisas de governo: empreiteiras, obras governamentais, coisas desse tipo”, acrescentou.

O ministro não informou, porém, a data em que o Brasil irá aderir oficialmente ao acordo.

O que é o acordo sobre compras

O Acordo sobre Compras Governamentais (GPA, na sigla em inglês), mantido pela Organização Mundial do Comércio (OMC), estabelece para os países signatários uma série de compromissos em matéria de transparência e acesso aos mercados nacionais de compras públicas. Seus integrantes ficam obrigados a dar isonomia de tratamento entre empresas nacionais e estrangeiras em contratações para a aquisição de bens, serviços e obras.

Atualmente, são 42 os signatários do GPA, incluindo os 27 países da União Europeia e o próprio bloco europeu. Segundo o Ministério da Economia, o Brasil, como a maior parte dos países em desenvolvimento, não é signatário, mas desde 2017 participa do grupo como membro observador.

Segundo reportagem do Valor Econômico, o governo pretende aproveitar a presença de megainvestidores nesta semana, em Davos, para fazer o anúncio, e mostrar que o país está comprometido com a agenda de liberalização. O que, quando e como o Brasil abrirá suas licitações ainda será definido em negociação técnica com a OMC.

(mais…)

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Economia

Intenção de compras do brasileiro no Natal é a maior desde 2014, aponta FGV

Foto: Reprodução/TV Globo

O índice que mede a intenção de compras do brasileiro no Natal subiu neste ano para o maior nível desde 2014, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

O indicador avançou para 65,5 pontos em 2019, contra 61,1 no ano passado.

A pesquisa mostra também que caiu o percentual de brasileiros que afirma ter antecipado compras de Natal na Black Friday. Segundo o levantamento, essa fatia caiu para 18,2% neste ano ante 33% em 2017. Esse percentual caiu para 18,2% este ano.

“O resultado mostra que há uma melhora, mas ainda estamos abaixo da média. É um bom prognóstico que foi motivado pela liberação do FGTS, cujo efeito tende a ser passageiro. Os consumidores, principalmente de menor renda, ainda estão com nível de endividamento mais alto e cautelosos com relação aos próximos meses. Ainda é cedo para falar em melhora financeira para os consumidores em geral, mas há sinais positivos”, afirma Viviane Seda, coordenadora da pesquisa.

Já a média de gastos com os presentes, também considerada na pesquisa, aumentou de R$ 86 para R$ 104, mostrando que o consumidor está disposto a gastar um pouco mais, o que tende a crescer quanto maior for a renda do indivíduo. As roupas (43%) e os brinquedos (19,6%) encabeçam a lista de preferência do brasileiro.

Segundo a pesquisa, porém, a maioria (56,9%) das famílias com renda mensal de até R$ 2.100 deve desembolsar menos que no ano passado.

De acordo com a FGV, a liberação do FGTS ajuda os consumidores a quitarem parte de suas dívidas e a liberarem orçamento familiar para novas compras, mas há preocupação com o cenário no médio prazo.

De qualquer forma, as vendas devem crescer acima de 2,1% este ano em relação ao Natal anterior.

G1

 

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Finanças

Portaria eleva limite de compras de US$ 300 para US$ 500 por pessoa para quem cruza fronteira do Brasil por terra

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O limite de compras isentas de impostos para quem cruza a fronteira do Brasil por via terrestre ou por rio subirá de US$ 300 para US$ 500 por pessoa, a partir de 1º de janeiro de 2020. A portaria nº 601 – publicada na edição desta quinta-feira (14) do Diário Oficial da União – aumenta o limite.

No mês passado, o presidente Jair Bolsonaro já havia informado que ampliaria o limite, o que deve beneficiar quem cruza a fronteira do Brasil com o Paraguai, por exemplo.

O governo também vai ampliar, a partir do próximo ano, o limite para compras em free shops, que vai passar dos atuais US$ 500 para US$ 1.000.

Os free shops ou duty free shops são lojas localizadas em salas de embarque e desembarque de aeroportos brasileiros onde os produtos são vendidos sem encargos e tributos.

Além desse limite para os free shops, há também o limite para compras no exterior, que é US$ 500. Assim, quem viaja ao exterior de avião poderá somar os limites, que totalizam US$ 1.500.

Os valores acima das cotas de isenção podem ser tributados pela Receita Federal.

Agência Brasil

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Economia

Compras com cartões crescem 18% no primeiro semestre

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Os cartões movimentaram R$ 850 bilhões no 1º semestre do ano, com crescimento de 18% em relação aos seis primeiros meses de 2018. Os cartões de crédito registraram R$ 534,4 bilhões (alta de 18,8%), os cartões de débito, R$ 308 bilhões (alta de 16%), e os cartões pré-pagos, R$ 7,4 bilhões (alta de 70,4%). Os dados, divulgados nesta quarta-feira (28) são da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

Apenas no 2º trimestre, a alta do setor foi 19% – maior crescimento em sete anos (desde março de 2012) –, com destaque para o uso do cartão de crédito, que cresceu 19,7%. “Estamos vivendo um processo de digitalização dos pagamentos, no qual temos cada vez mais consumidores de todo o País usando os cartões e outros meios digitais, seja presencialmente, seja pela internet ou aplicativos, e também cada vez mais lojas e prestadores de serviços aceitando esse tipo de transação”, afirma o presidente da Abecs, Pedro Coutinho.

A quantidade de compras com cartões de crédito, débito e pré-pagos no período ultrapassou a marca de R$ 10,3 bilhões, o equivalente a 40 mil transações a cada minuto.

CPMF

A possível aprovação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o imposto sobre transações financeiras, pode, porém, segurar o crescimento do setor. “A CPMF pode atrapalhar, sim. Mas não acho que a população vai deixar de usar cartão, depois de aprender a usar um meio de pagamento sem fricção, e voltar a encher o bolso de dinheiro”, afirmou o presidente da Abecs, Pedro Coutinho. Ele disse ainda que o assunto é novo e não foi colocado em assembleias da associação.

Concessão de crédito

Análise dos dados da Abecs e do Banco Central mostra que o volume movimentado pelo cartão de crédito no primeiro semestre foi responsável por 68,4% de todo o crédito concedido à pessoa física para o financiamento ao consumo de bens e serviços no Brasil.

Em paralelo ao crescimento dos meios eletrônicos de pagamento, a parcela de brasileiros que usam o cartão de crédito de forma consciente continua alta. Pesquisa da Abecs mostra que 9 em cada 10 consumidores pagam o valor integral da sua fatura e, portanto, não recorrem a nenhum tipo de financiamento. Além disso, dados do Banco Central mostram que o índice de inadimplência do cartão mantém-se em baixa, chegando a 5,8% em junho de 2019, um dos menores patamares da série histórica e abaixo da taxa de atraso do crédito pessoal (7,4%).

Para o diretor executivo da Abecs, Ricardo Vieira, o resultado dessa pesquisa mostra que o brasileiro vem usando o cartão de crédito de forma consciente. “Quando se tem 90% da população que liquida a sua fatura integralmente no vencimento, mostra que o brasileiro usa o cartão de uma forma inadequadamente como se costuma atribuir. Tem um percentual de 2% que usam o rotativo, mas a grande maioria liquida sua fatura no vencimento, dos 10% que não liquidam, 8% desses parcelam, com juros muito menores que do rotativo”, analisa Vieira.

Segundo Vieira, outro fator é a queda nos juros do rotativo. “O saldo do rotativo tem caído ao longo do tempo, isso significa que cada vez menos tem gente usando o rotativo, e quando usa o prazo médio é 15 dias por ano”.

Compras

Os pagamentos realizados pela internet ajudaram a impulsionar o resultado do setor e, ao lado de outras compras não presenciais, já representam 21% do volume movimentado com cartões de crédito. Foram R$ 112,2 bilhões transacionados em canais remotos, com crescimento de 26% em comparação com o 1º semestre de 2018.

Citado por 69% dos consumidores, o celular é o canal de acesso preferido pelos usuários para as compras pela internet, segundo pesquisa da Abecs realizada pelo Datafolha. Em junho do ano passado essa participação era de 58%. Em seguida, estão o laptop (33%), desktop (30%) e tablet (3%). A pesquisa aponta ainda que, independentemente do meio de acesso, 83% dos consumidores usam o cartão de crédito como meio de pagamento nas compras online.

Uso internacional

Segundo dados do Banco Central, o uso do cartão de crédito por brasileiros no exterior somou R$ 16,7 bilhões (US$ 4,3 bilhões), registrando um avanço de 5,3% em relação ao 1º semestre do ano passado. Por outro lado, os gastos de estrangeiros no Brasil tiveram incremento de 2%, chegando a R$ 8,5 bilhões (US$ 2,2 bilhões).

Custo de aceitação

Os números da Abecs mostram que, nos últimos dez anos, a taxa média cobrada nas transações com cartões, conhecida como MDR (Merchant Discount Rate), teve uma redução de quase 25%. Apenas entre o segundo trimestre de 2018 e o mesmo período de 2019, a taxa saiu de 2,12% para 1,91%. Para a associação, é o reflexo do aumento da concorrência no setor, com a chegada de novas empresas credenciadoras e maior diversificação dos modelos de negócio.

Agência Brasil

 

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Economia

Dólar a R$ 3,65: saiba como antecipar fatura do cartão e pagar menos pelas compras

Foto: Roberto Moreyra / Agência O Globo

Nesta quinta-feira, o dólar comercial voltou a ser negociado a R$ 3,65, patamar do fim de outubro de 2018. Esta melhora no câmbio é reflexo da decisão do Federal Reserve (Fed, o Banco central dos EUA) de manter a taxa de juros da economia americana inalterada, no patamar de 2,25% a 2,5% ao ano. Com esta queda no dólar, o momento é favorável para aqueles que têm compras em moeda estrangeira no cartão de crédito.

Atualmente, alguns dos grandes bancos do país permitem que o cliente antecipe o pagamento da fatura do cartão. Ou seja, é possível aproveitar um recuo na cotação do dólar para ter melhor controle dos gastos. Entretanto, é preciso estar atento se essa antecipação realmente será vantajosa ou não.

Dependendo do banco, quem antecipa o pagamento do cartão fica isento de uma cobrança posterior da variação cambial (a diferença entre a cotação do dia do fechamento da fatura e a do vencimento). Porém, há instituições que permitem a antecipação mas cobram ou devolvem a diferença do câmbio entre o dia desse pagamento e o do fechamento da fatura.

Uma outra possibilidade para evitar surpresas negativas por causa da volatilidade do dólar é travar o câmbio na data da compra. No fim de 2016, o Banco Central (BC), por meio da circular 3.813, passou a permitir que o consumidor opte por converter o valor gasto no exterior pela cotação da moeda estrangeira em reais no dia da compra — o que permite saber de antemão quanto se vai pagar no vencimento da fatura. Entretanto, no próximo ano, esta modalidade será obrigatória.

A partir de março de 2020, os bancos serão obrigados a converter as transações para reais com o câmbio do dia em que foram feitas. A norma editada no fim de novembro de 2018 deixa, entretanto, a possibilidade de o cliente pagar a conta com a cotação do dia do vencimento da fatura desde que ele faça o pedido expressamente à instituição financeira emissora do cartão.

Com a entrada em vigor desta mudança, o risco cambial de quem compra produtos fora do país é reduzido. Como, atualmente, o câmbio usado é o valor do dia do fechamento da fatura, o cliente fica vulnerável às variações da moeda americana no mercado financeiro desde a data em que o gasto foi feito até o momento do pagamento da fatura mensal do cartão de crédito.

Atualmente, para saber as condições de cada cartão, o cliente deve entrar em contato com a central de relacionamento do seu banco e consultar as condições para as compras feitas em dólar.

O Globo

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Economia

25% do dinheiro de contas inativas do FGTS foi usado para compras

Os saques nas contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) injetaram R$ 10,8 bilhões no comércio varejista, segundo cálculos da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) obtidos com exclusividade pelo Estadão/Broadcast.

Do total de R$ 44 bilhões sacados das contas inativas entre março e julho deste ano, 25% chegaram aos caixas dos varejistas. Quatro entre oito segmentos tiveram impacto relevante nas vendas, absorvendo 86% dos recursos destinados pelos trabalhadores às compras: vestuário e calçados (R$ 4,1 bilhões); hipermercados e supermercados (R$ 2,8 bilhões); artigos de uso pessoal e doméstico (R$ 1,3 bilhão); e móveis e eletrodomésticos (R$ 1,2 bilhão).

“Esse dinheiro do FGTS foi totalmente inesperado. Fiz uma viagem que não estava nos planos e comprei uns móveis para a casa nova, porque calhou de estarmos de mudança na época do saque”, contou o empresário Daniel Tambarotti.

Ele comprou mesa e estante com parte do FGTS acumulado durante os oito anos no último emprego, deixado em novembro de 2016 para investir no próprio negócio. “Eu já estava financeiramente organizado há alguns anos. Não tinha dívidas. Gastei parte do dinheiro, mas vou guardar uns 40% que sobraram”, relatou o empresário.

A destinação de recursos do FGTS para a aquisição de bens no comércio poderia ter sido mais expressiva, na avaliação do economista Fabio Bentes, da Divisão Econômica da CNC. O varejo ampliado – que inclui veículos e material de construção – faturou R$ 770 bilhões nos meses de saques do FGTS. No entanto, apenas 1,4% desse montante foi proveniente das contas inativas.

“Se você dá R$ 100 na mão do brasileiro, ele gasta R$ 90. Ele não gastou esses R$ 90,00 porque estava muito endividado. As pessoas aproveitaram esse recurso extraordinário para limpar o nome, reduzir o endividamento. A crise fez com que sobrasse pouco para o varejo”, disse o economista da CNC.

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Diversos

Já é possível comprar de joia de R$ 250 mil a viagens milionárias pela internet

5v1vvts0j4hzdaee9f8z0tpz2Há alguns meses, uma viagem de volta ao mundo avaliada em US$ 1,5 milhão chamou a atenção não apenas por ser o mais caro pacote de viagem já ofertado, mas também por ter sido arrematado pela internet. A compra dá dicas da evolução que se vê no e.commerce de produtos de luxo. Enquanto algumas – poucas – marcas ainda seguem ressabiadas demais para avançar no mundo virtual, outras como Tiffany , Louis Vuitton e Cartier assumem a liderança e fazem de suas lojas on-line um valioso ponto de venda não só para os chamados produtos de entrada (lenços, óculos e outras peças de menor valor), como também para itens de alto padrão.

No site da imobiliária Coelho da Fonseca, por exemplo, é possível ensaiar a compra de um dos apartamentos mais caros de São Paulo , avaliado em R$ 50 milhões (perfil de imóvel que antes nem aparecia nos sites). Na Amazon, uma litografia original de Claude Monet está tão disponível quanto o mais recente lançamento da Apple. Com a diferença de que a obra não sai por menos de US$ 40 mil. Já no site americano da joalheria Tiffany, um relógio de ouro branco, diamantes e safiras pode ser adquirido por US$ 150 mil.

“A venda desse tipo de produto exclusivamente pela internet é muito rara, mas é cada vez mais importante para as marcas estarem ali presentes para expor suas criações e mostrar inovação, ousadia, preservando, ao mesmo tempo, seu caráter de raro e exclusivo”, analisa a especialista em gestão de negócios do luxo e premium, Mailza Marinho. “A loja virtual é hoje uma parte essencial da jornada de consumo”, diz Marcelo Marino Bicudo, sócio diretor da Epigram, agência de comunicação e branding, especializada em experiências de consumo. “O público pode tanto começar o processo no ambiente virtual – informando-se, comparando e trocando impressões –, e finalizar a compra na loja física, como fazer o caminho oposto em busca de privacidade”, completa, explicando a dificuldade de se ter números concretos que demonstrem a eficácia do investimento on-line.

Em alguns casos, como em alguns leilões da Christie’s , a internet se torna o único meio de obter o objeto de desejo. A estratégia, iniciada em 2011 com uma parcela das roupas, joias e peças de arte decorativa da Coleção Elizabeth Taylor , vem se mostrando positiva. Tanto que, desde então, a empresa já realizou mais de 20 leilões exclusivamente on-line, indo das pratarias aos vinhos. Em um deles, a pintura “October on Cape Cod”, de Edward Hopper, alcançou preço recorde em leilões online, tendo sido arrematada por US$ 9,6 milhões. “A plataforma de vendas on-line sempre foi vista como um complemento ao nosso calendário de leilões presenciais, mas o sucesso das experiências recentes prova que nossos clientes estão ansiosos pela entrada dos leilões puramente virtuais em nossa agenda regular”, afirma John Auerbach, diretor internacional de e.commerce da Christie’s.

Para participar, entretanto, não basta entrar na internet na hora do leilão e dar um lance. Antes, é preciso se cadastrar e dar garantias de que pode arcar com a despesa. Em outras lojas, o cadastro acaba sendo apenas uma base para que um representante da marca seja acionado do outro lado da rede para tirar dúvidas, aumentar a relação com a marca ou finalizar uma compra por SMS, chat, telefone, email ou agendando uma visita à loja física. “Assim, é possível conhecer melhor o consumidor e criar vínculos com ele. Por mais importante que seja a presença on-line, a compra pela internet é fria e deixa passar algumas possibilidades de experiência com a marca que o off-line reforça”, explica Mailza.

Daí muitas grifes optarem por fazer de boa parte de seu site de e.commerce um grande catálogo, com descrições e fotos dos produtos em abundância, mas valores apenas sob consulta quando se trata de peças de alto luxo. “É uma forma de despertar desejo em consumidores da marca, ou mesmo naqueles que estão entrando nesse segmento, transformando um canal de distribuição conveniente em meio de comunicação”, explica a coordenadora de pós-graduação em marketing da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Daniela Khauaja. “É como se a pessoa estivesse vendo a vitrine da loja, no shopping, só que onde quer que ela esteja”, complementa.

Além disso, a loja virtual se torna um importante canal de venda para atingir clientes potenciais ou habituais em regiões onde não há lojas físicas. Foi justamente isso que fez a Louis Vuitton inaugurar, em agosto de 2013 sua primeira plataforma brasileira de e.commerce – a oitava em todo o mundo. “O canal teve como objetivo oferecer os nossos serviços de luxo para a totalidade de nossos clientes em todo o Brasil, trazendo a conveniência e o conforto de fazer uma compra em sua própria casa, com a entrega direta do produto”, afirma a marca em comunicado oficial. O que significa poder comprar desde um óculos de sol de pouco mais de R$ 1 mil, a um colar de ouro branco e diamantes avaliado em R$ 295 mil. Tudo com a ajuda de cartão de crédito com gastos ilimitados, claro.

Mais do que gerar desejo, o acesso às informações on-line tem tornado as vendas de produtos de alto valor mais rápidas e certeiras. “Pelo menos 90% das pessoas que procuram um imóvel passam pela plataforma on line, hoje. Com isso, elas chegam mais decididas e preparadas para finalizar o negócio, porque tiveram o tempo que acharam necessário para analisar, pesquisar e comparar o produto”, afirma Allan Fonseca, diretor de marketing digital da Coelho da Fonseca. Ainda assim, ele acha difícil que se feche alguns tipos de negócio de alto padrão, como a compra de um apartamento, inteiramente on-line. “O valor de um produto está diretamente relacionado à energia que se dispende para alcançá-lo. Quanto maior o valor, mais tempo o consumidor estará disposto a dedicar a sua compra”, acredita Daniela.

Entretanto, Fonseca não descarta a possibilidade de ocorrer, em breve, lançamentos imobiliários de alto padrão totalmente virtuais, com estandes holográficos, plantas em 3D e reservas de compra pela internet. “O perfil do consumidor mudou muito. Ele está cada vez mais sem tempo e, por isso, mais digital. As empresas precisam acompanhar isso”, diz.

IG

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Economia

PROCON RN repudia prática de preços diferenciados para vendas à vista e no cartão

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Em reunião dos PROCONs do Brasil, realizada em Belém (PA), o PROCON do Rio Grande do Norte repudia a recomendação do Ministério Público do Distrito Federal que permite a prática de preços diferenciados para vendas à vista e no cartão.

O coordenador do Órgão de Proteção e Defesa do Consumidor do estado, Araken Farias, afirma que a prática é abusiva. “A prática é considerada abusiva e contraria a lei que define os crimes contra a ordem econômica, ordem tributária e as relações de consumo”, destaca Araken.

Os PROCONs de todo o Brasil votaram, à unanimidade, contrários à recomendação do MP/DF. Diversos assuntos estão sendo tratados durante esse encontro. Entre eles estão telefonia e marketing multinível.

Araken Farias vai solicitar, nesta tarde, que a Associação dos PROCONs do Brasil, através da sua presidente Gisela Simona, encaminhe ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves, um requerimento de reconhecimento da Associação dos PROCONs como entidade de utilidade pública nacional, fortalecendo a instituição e, sobretudo os PROCONs de todo o Brasil.

Investimentos

O coordenador do Órgão de Proteção e Defesa do Consumidor do estado, Araken Farias, enfatiza que o PROCON do Rio Grande do Norte, vai encaminhar projeto ao Ministério da Justiça solicitando recursos da ordem de R$ 600.000,00, para modernização e aparelhamento do PROCON -RN. O pleito é apoiado pelo Secretário de Justiça e Cidadania, Júlio Queiroz, e a Governadora Rosalba Ciarlini.

Opinião dos leitores

  1. Acho um absurdo esse entendimento do PROCON.
    O PROCON deveria defender os cosumidores e não as operadoras de cartão de crédito.
    Todo mundo sabe que os comerciantes pagam uma taxa geralmente de 5% para as operadoras de cartão de crédito e lógico que o comerciante repassa esse custo para a mercadoria, o que o mercado estava fazendo era na compra a vista em dinheiro tirar do preço da mercadoria os 5% que eram destinados as operadoras de cartão de crédito.
    INFELIZMENTE o PROCON comprou a briga do lado errado, ficou do lado do lobby das operadoras de cartão que não gostaram nada de ver o comercio repassando em forma de desconto o valor que é destinados para elas.
    O resultado prático dessa equivocada posição do PROCON é que não existirá desconto para o consumidor que pagar em dinheiro, todo mundo agora vai pagar uma mercadoria com 5% a mais de custo, que é o valor médio que os comerciantes pagam as operadoras de cartão em uma venda.

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