Procon Natal promoverá mutirão de renegociação de dívidas online

Foto: Alex Régis

A partir desta sexta-feira (15/11), o Procon Natal promove um mutirão online de renegociação de dívidas, que vai até dia até 15/12. A ação será exclusivamente pela internet, por meio da plataforma de solução de conflitos consumidor.gov.br, que permite ao consumidor registrar uma reclamação sem sair de casa.

A ação faz alusão à lei municipal 6.884/2019, que dispõe sobre a criação do mês municipal do combate ao superendividamento e resgate de crédito do consumidor. De acordo com a diretora geral do órgão, Aíla Cortez, a iniciativa de fazer a ação através da plataforma busca atender todos os consumidores, além de facilitar a vida do cidadão, que não precisa se deslocar para negociar suas pendências financeiras.

“Acreditamos que esse mutirão pela internet vai incentivar as pessoas a negociar suas dívidas e sair dessa situação que causa diversos transtornos na vida de qualquer cidadão, muitas vezes motivada por fatores como uma doença na família ou desemprego”, disse Aíla.

Para participar do mutirão, basta fazer o registro na plataforma consumidor.gov.br, relatar o problema, informando que deseja participar do mutirão de renegociação de débitos. Após finalizar o registro, o banco ou instituição financeira tem o prazo de 10 dias para apresentar uma proposta ou resposta para o consumidor.

No momento do preenchimento do registro, é imprescindível que o consumidor informe corretamente seus telefones e e-mail para contato, pois esses dados facilitarão o atendimento por parte dos bancos e instituições financeiras participantes. Terminado o prazo para resposta do fornecedor, o consumidor tem o prazo de 20 dias para avaliar o retorno dado.

Se o consumidor possuir dificuldade em utilizar a plataforma, o mesmo pode se dirigir ao Procon Natal, que fica situado na Avenida Ulisses Caldas,181, funcionando das 8:00 às 14:00 horas, telefone 3232-9050 e para qualquer esclarecimento ou dúvida disponibilizamos o whatsapp 98870-3865 ou e-mail, [email protected]

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Brasil disse:

    Esse Procon Natal é uma piada. Sai multando empresas pequenas sem o mínimo critério, prefeitura tá querendo arrecadar de forma errada.

  2. […] Procon Natal promoverá mutirão de renegociação de dívidas online […]

  3. AVELINO disse:

    OU PELO ATRASA DE PAGAMENTOS DOS SALÁRIOS DE NOVEMBRO , DEZEMBRO E DECIMO TERCEIRO SALÁRIOS DE APOSENTADOS EM ATRASO DEIXADOS PELO GESTÃO PASSADA E MANTIDO PELA ATUAL, QUEM NUNCA FOI MAL PAGADOR FOI FORÇADO A SER POR MOTIVOS ESTES AQUI CITADOS OL

Vendas online do Carnatal 2013 estão encerradas; confira outras opções de compra

Atenção: as vendas via www.ingressorapido.com.br estão encerradas. Lembrando que quem não reside em Natal pode encontrar pontos de venda (físicos) do Ingresso Rápido consultando o seguinte link: http://www.ingressorapido.com.br/PontosVenda.aspx

Eles funcionarão até dia 30/11!

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ATENÇÃO: Receita aperta o cerco a compras online no exterior

Comprar produtos importados pela internet está mais complicado e as chances de haver sobretaxa aumentaram. A Receita Federal implantou a operação Maré Vermelha para apertar o cerco à importação de produtos que, na visão do órgão, têm prejudicado a indústria nacional – nos segmentos de vestuário, calçados, brinquedos, eletroeletrônicos, bolsas, artigos de plástico, pneus e artigos de toucador (cosméticos e perfumaria).

Só no Estado de São Paulo, cerca de 95 mil pacotes chegam nos aeroportos por dia, de acordo com dados do Serviço de Remessas Postais Internacionais (Serpi) dos Correios. A Receita analisa e aplica uma taxa extra em pelo menos 3 mil encomendas que não apresentam nota fiscal ou que têm procedência duvidosa. Em média, a sobretaxa é de 60% sobre o valor da mercadoria.

Para ampliar a fiscalização, a Receita criou o Centro Nacional de Gerenciamento de Risco (Cerad), uma central de inteligência para direcionar os equipamentos e agentes para os setores e locais onde são “barrados” mais produtos.
Especialistas em defesa do consumidor aconselham a fugir de compras sujeitas à sobretaxa, mesmo que o risco seja

equeno – em São Paulo, apenas 3% das encomendas diárias são fiscalizadas e taxadas. “As pessoas esquecem que aquela mercadoria é mais barata porque está isenta do imposto. Se cair na ‘malha fina’, haverá sobretaxa ou até apreensão em caso de produto ilegal”, diz o presidente da Associação Brasileira do Consumidor, Marcelo Segredo.

Os produtos preferidos nas compras de internet em sites do exterior – e coincidentemente os mais apreendidos e taxados – são bolsas, tênis e perfumes. Com a ajuda de aparelhos de raio X, fiscais conseguem identificar as mercadorias sujeitas à taxação extra e as falsificadas.

Mesmo diante de todos estes riscos, a técnica de informática Marizete Tavares Rapace, de 52 anos, é cliente fiel de sites de produtos importados, como o Strawberry.com. A consumidora já teve a sua mercadoria sobretaxada pelo menos três vezes pela Receita. “Mesmo tendo de pagar imposto, os meus perfumes saem mais baratos do que se comprados aqui. Torço para ter sorte.”

A diferença no preço às vezes é grande sem a sobretaxa. Um tênis novo da Nike modelo Air Max masculino, por exemplo, custa R$ 258 no site Amazon.com. Se a mercadoria cair na “malha fina” da Receita, terá de pagar a mais R$ 154,80, com 60% de imposto, elevando o preço para R$ 412. Ainda assim, sai mais em conta, pois no site da loja brasileira Centauro, por exemplo, o mesmo par é vendido por R$ 599.

Foi a partir desta conta que a radialista Patrícia Teixeira, 23, decidiu comprar uma câmera fotográfica em um site internacional. “A diferença no preço era de quase R$ 1 mil.” Porém, com medo do equipamento ser taxado ou até apreendido, a radialista aproveitou a viagem de um amigo para os Estados Unidos e pediu para a entrega ser realizada no hotel dele. “Ele entrou no Brasil como se a câmera fosse de uso pessoal dele.”

Mas há casos em que vale a pena pesquisar em lojas brasileiras. Por exemplo, um perfume Dolce &Gabbana Light Blue de 25 ml custa R$ 140 no site Strawberry.com. Na loja Oruam, presente em shoppings como West Plaza e Pátio Paulista, ambos na capital, sai por R$ 172. O consumidor que escolhe a compra no site tem uma economia de R$ 32, mas se o produto for parado pela Receita, o cliente terá de desembolsar R$ 84 a mais do que previsto, elevando o valor para R$ 224.

Como funciona

A Receita Federal permite a entrada de produtos importados pelos Correios, companhias aéreas e de compras realizadas pela internet. Porém, há um custo de tributação de 60% sobre o valor dos bens constante da fatura comercial, acrescido dos custos de transporte e do seguro do transporte.

Além disso, o valor máximo a ser importado é de US$ 3 mil (R$ 6 mil). Remessas no valor total de até US$ 50 (R$ 100) estão isentas dos impostos. Medicamentos também podem ser comprados, mas o Ministério da Saúde exige a apresentação da receita médica.

Caso seja encontrada alguma irregularidade – produto falso ou proibido –, a mercadoria é levada para a sede dos Correios mais próxima a casa do consumidor, que é notificado pela Central. O cliente deve pagar os impostos no momento da retirada. O pagamento pode ser feito em dinheiro ou cartão de débito e crédito.

Fonte: Estadão

Comprar pela internet sai até 25% mais barato

O velho hábito do consumidor de gastar sola de sapato percorrendo lojas para barganhar preço já não vale mais. Levantamento feito pelo JT na semana passada, no qual foram selecionados itens idênticos, vendidos nas mesmas lojas físicas e online, mostra que o preço no comércio tradicional pode ser cerca de 25% maior do que o cobrado no comércio online.

Exemplo: enquanto uma geladeira frost free duplex, de 352 litros, da marca Brastemp, custava, à vista, R$ 1.999 na loja física, saía por R$ 1.583,01 no site da empresa, com frete grátis. A diferença entre o preço da loja física e o da internet é de R$ 415,99. A história se repete no caso de uma TV de LED, de 32 polegadas, da Samsung, modelo D 5.500. O preço à vista na loja física é de R$ 1.799 e, na virtual, R$ 1.424, também com frete grátis. Uma diferença de R$ 375.

Além de os preços de produtos idênticos serem mais baixos na internet quando comparados com os das lojas físicas, o comportamento médio das cotações no comércio online tende mais para queda (deflação) do que para aumento (inflação).

Em uma comparação feita pelo Ibevar/Provar & Felisoni Consultores Associados, que calcula o e-flation – índice de inflação da internet, mostra que, em 2010 e 2011 – para quatro grupos de produtos, os preços tiveram deflação nos livros (13,9%), eletrônicos (24,8%) e brinquedos (3,1%). No mesmo período, houve inflação nos livros (10,1%) e nos brinquedos (8,5%) nas lojas físicas.

Já os preços dos produtos eletrônicos no comércio tradicional caíram (7,2%), porém bem menos do que nas lojas virtuais. Por último, os preços dos medicamentos subiram tanto nas lojas físicas (7,9%) como nas virtuais (5,6%), mas as cotações do comércio online registraram uma alta menor.

“A deflação predomina na internet”, diz Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Ibevar/Provar. Ele explica que esse movimento ocorre porque o mercado virtual tem custo menor que a loja física, isto é, despesas com energia, aluguel, etc. Além disso, o custo da comparação é baixíssimo. “Esse custo está a um clique do consumidor”, diz o economista.

Fonte: Jornal da Tarde

Twitter chega à marca de 100 milhões de usuários online diariamente

O Twitter chegou à marca de 100 milhões de usuários ativos –aqueles que fazem login no site diariamente–, o que corresponde a cerca de metade dos membros registrados, revelou seu executivo-chefe, Dick Costolo, nesta quinta-feira (8).

Costolo afirmou que o uso do serviço em dispositivos móveis tem crescido aproximadamente 40% a cada trimestre.

Atualmente, o Twitter.com tem cerca de 400 milhões de visitantes únicos por mês, um aumento de 60% em relação ao início do ano.

Informações Reuters