Tecnologia

Detran-RN implanta documento digital de compra e venda de veículo (CRV)

Foto: Divulgação

O Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran) começa nessa segunda-feira (04) uma nova fase de modernização no processo de emissão dos documentos relacionados ao veículo (CRLV e CRV). A medida implanta o CRV Eletrônico no Rio Grande do Norte, possibilitando mais facilidade, segurança e acesso aos documentos que ficarão disponíveis pelo aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), portal do Denatran e pelos canais de atendimento do Detran/RN.

Na prática, não haverá mais emissão de CRV em papel-moeda, assim como já havia sido implantado pelo Detran o sistema eletrônico do CRLV. Agora o proprietário dispondo das informações e código de acesso do veículo, vai poder emitir os dois documentos em papel A4 com QR Code na comodidade da sua residência ou local adequado. Outra comodidade é que o motorista ou proprietário do veículo também poderá portar os documentos CRV e o CRLV de forma digital, tendo os mesmos a igual validade dos impressos.

Já no caso de transferência de veículo em situação de compra e venda, o proprietário (vendedor) deve solicitar ao Detran a emissão da Autorização para Transferência de Propriedade de Veículo (ATPV), antigo DUT, informando os dados do comprador, sendo o documento emitido com as informações e um QR Code de segurança para validar a autenticidade dos dados. A partir daí o procedimento segue a rotina antiga para efetivação da compra e transferência do veículo.

Aqueles que possuem o documento de registro e a autorização para transferência de propriedade em papel-moeda e foram registrados no Detran antes de 2021 vão seguir o procedimento antigo, ou seja, preenche o verso do documento com os dados do comprador, reconhece firma no cartório e, por fim, o comprador vai ao Detran fazer vistoria do veículo e efetivar a transferência.

O processo implantado pelo Detran/RN é regulamentado pela Resolução 809/2020 do Denatran, que determina os procedimentos e apresenta as novas siglas e nomenclaturas que passarão a ser utilizadas pelos departamentos de trânsito de todo o país. Nesse caso, as siglas seguem assim: CRV-E (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo); CLA (Certificado de Licenciamento Anual); ATPVe (Autorização Eletrônica para Transferência de Propriedade de Veículo).

Um ponto importante é que os documentos de veículos impressos em papel-moeda continuam tendo validade e o processo de renovação na nova regra somente será gerado a partir do momento em que seja necessário efetivar algum dos serviços que precisam da emissão do CRLV. O novo CRLV-E é expedido nos processos de registro de veículos, licenciamento anual de veículo, transferência de propriedade, mudança de município, alteração das características do veículo, mudança de categoria, remarcação de chassi e nos casos previstos em regulamentos complementares onde seja necessária a emissão de um CRV.

Opinião dos leitores

  1. Sempre se vai morrer no cartório! Essa mina de ouro nunca vai acabar ? Um servidor público têm fé de ofício e mesmo assim vc tem que ir ao cartorio para certificar que vc é vc mesmo ! Absurdo isso um gasto milionário e o povo é quem paga! Brasil

  2. nada digital funciona no Detran RN.
    agora nem a consulta por placa e renavam está funcionando no site

  3. BG
    Esses detrans se fechassem definitivamente seria um alivio para a população, pense num órgão que não funciona que preste, sempre criando todo tipo de dificuldades para o Cidadão.

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Economia

Black Friday começa à meia-noite com descontos e mais digital do que nunca

Foto: CardMapr/Unsplash

A Black Friday acontece nesta sexta-feira (27), mas já tem muita empresa adiantando as promoções. A data de descontos é promovida pelo varejo, mas não são apenas empresas desse setor que dão descontos que parecem mentira.

A semana tem lanches por R$ 3,99, mensalidades de cursos de graduação pela metade do preço e até pizza por R$ 1.

Porém, mais importante do que isso, é quanto a Black Friday deve movimentar neste ano. Se em 2019, segundo pesquisa da Ebit/Nielsen, o comércio eletrônico faturou R$ 3,2 bilhões na data, alta de 23,6%, a pandemia deve fazer esse valor se multiplicar.

Há empresas no setor, como a companhia de soluções para o varejo eletrônico Nuvemshop, que esperam movimentar um valor cinco vezes maior do que o registrado no ano passado. A Ebit Nielsen, por sua vez, acredita em alta de 27% (contando apenas a quinta-feira anterior e a sexta-feira de Black Friday).

O otimismo não é para menos. Segundo pesquisa realizada pela GfK, 54% dos consumidores trocarão as lojas físicas por compras por meio dos sites e redes sociais este ano.

Sim, o hábito da compra online entrou de vez na rotina do consumidor: mesmo após a reabertura das lojas físicas, o comércio eletrônico continua em exponente crescimento: 58% das vendas do setor de informática são feitas digitalmente – apenas para citar um exemplo.

Os itens mais procurados serão smartphones (44%), TVs (37%) e computadores (36%), ainda de acordo com a GfK.

Mas você sabe de onde surgiu a Black Friday?

A ideia nasceu nos EUA, mas não há um consenso de quando a data surgiu exatamente: há quem diga que foi por conta da crise norte-americana em 1869, outros em 1980 quando a cor preta significava balanços positivos, outros em 2005 após a polícia da Filadélfia nomear o tumulto nas lojas e excesso de trânsito.

Pode-se não saber quando ela surgiu, mas fato é que ela se proliferou. Outros países, inclusive, mantiveram a data e também a pronúncia em inglês – mesmo em países não falantes do idioma, como Portugal, Colômbia e Japão, para citar alguns.

Aqui no Brasil não se é comemorado o Dia de Ação de Graças, mas o mercado brasileiro abraçou este anglicismo e importou a mega liquidação aqui em 2010, mas apenas nas vendas online. Em 2012, a iniciativa cresceu e participaram cerca de 50 lojas físicas, rendendo da mesma proporção lucros e polêmicas.

A principal de todas foi a atitude de alguns comerciantes que subiram os preços semanas antes para baixá-los na Black Friday – ou seja, para vender o mesmo produto com o preço inicial. Outra reclamação era de que os descontos não eram tão atrativos como nos EUA, beirando os 20%, 30%, 40%. O Procon interviu e hoje a data é bem mais controlada.

No começo muitos comerciantes ficaram receosos de aderirem ao movimento, já que aqui no Brasil as grandes liquidações são feitas em janeiro. Era alegado que uma liquidação antes prejudicaria as vendas de Natal e Ano Novo.

O consumidor brasileiro, no entanto, aderiu de braços e carteira aberta: segundo levantamento da GFK, 91% dos entrevistados compram na data.

Com CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Vaqueiro Açoitador de Deus, colocar o presidente eleito por 57 milhões de brasileiros não vai dar, nove dedos foi com Janja em lua de mel, para piorar levou a Anta, pense num idiota. Como o foguete é chinês acredito que não volta…..kkkkkk sorte nossa. Os jumentos estão putos, isso é uma desfeita, o filho dele, recolhedorr de fezes de rinoceronte resolveu comemorar, pense numa confusão, o PT de São Paulo tá puto, o de Recife idem, Fatao GD não sabe mais o que prometer, um misere total.

  2. Já que os empresários brasileiros copiaram isso dos americanos, deveriam fazer como eles: reduzir de verdade os preços.

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Economia

‘Talvez eu desista’, diz Paulo Guedes sobre novo imposto digital

Foto: Reprodução

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira (15) com exclusividade à CNN que talvez desista de criar um novo imposto com base digital, conhecida como “nova CPMF”. Na noite dessa quarta (14), durante uma live promovida pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), ele defendeu a criação da tarifa.

Questionado hoje se o novo imposto vai bancar o Renda Cidadã (programa social que vai substituir o Bolsa Família), ele afirmou, na saída do ministério: “Não, de jeito nenhum, não vai bancar o Renda. Não tem aumento de imposto, não existe aumento de imposto”.

“A mídia, por exemplo, quer desonerar a folha [de pagamento], não quer? Esse imposto só entraria se fosse pra desonerar. Talvez nem precise, talvez eu desista, disse Guedes.

Nesta semana, o ministro vem se reunindo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e já disse que o Brasil ainda busca uma forma responsável e sustentável de financiar o Renda Cidadã.

Base tributária digital

Durante a live dessa quarta, ele afirmou que “todos reconhecem que a dimensão digital veio para ficar e que o crescimento da base tributária vai ser digital”. No entanto, ele ressaltou que “jamais” pensou em criar um imposto novo.

“Tínhamos a expectativa de fecharmos um acordo com os estados. E daí, a promessa de desonerar a folha de pagamento para que os setores de serviços e comércio, que são responsáveis pela geração de 75% dos empregos no Brasil, tivessem essa compensação. Eu jamais pensaria nesse imposto. Eu detesto impostos, quanto mais impostos novos”, declarou.

A tributação digital, segundo ele, partiria da cobrança do “tráfego de informações” em serviços digitais. “Por isso que eu sempre dizia que não era só um retorno da CPMF. Esse imposto não passa nem pelos bancos. Ele transcende. Ele é uma infovia digital. Se você está usando uma infovia digital que o governo fez, disponibilizou grátis para todos os brasileiros, ele pode cobrar um pequeno imposto pelo tráfego de informações”, disse o ministro.

Segundo ele, cobranças nos moldes da CMPF já são feitas por bancos brasileiros e as alíquotas são “dez vezes mais do que a gente está querendo cobrar”.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

    1. Rapaz, empresários, comerciantes, industriários, pecuaristas e etc. quem realmente produz nem acha, visse. Agora, bandido, vagabundo e sindicalista nenhum aprova.

    2. Jailson!
      Um Ministro da Economia se reunir com uma instituição como o FMI é a coisa mais normal do mundo.
      Se ele se reunisse com o PCC , você poderia e deveria estranhar.
      Quando você diz que " é o pior governo que o país teve", isso se chama "opinião", pois é o que você acha. Fato é algo real que aconteceu e foi registrado de alguma forma, dando credibilidade ao evento. Exemplo: José comprou uma bicicleta. Existe uma foto de José comprando a bicicleta e foi emitida uma nota fiscal.
      Se eu disser que você foi ao Banco do Brasil e em seguida disser que a empresa que você trabalha é a pior do mundo, para quem lê, faltará o fato que motivou eu dizer que sua empresa não era boa.

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Educação

ID ESTUDANTIL: MEC lança aplicativo para emitir a carteirinha de estudante digital gratuita, que garante benefício de meia entrada em shows, teatro e outros eventos culturais

Reprodução: TV Globo

O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta segunda-feira(25) o lançamento do aplicativo de celular em que será possível emitir a carteirinha estudantil digital. O ID Estudantil é gratuito e garante ao aluno o direito ao benefício de meia entrada em shows, teatro e outros eventos culturais.

Segundo o MEC, 57,9 milhões de estudantes brasileiros serão beneficiados com o programa.

Durante o lançamento, o ministro da Educação destacou que o programa digital irá garantir uma economia superior a R$ 1 bilhão. “Dependendo, o valor pode chegar a 2 bilhões. Com isso, a gente espera gerar um ganho maior para a comunidade”, afirmou Abraham Weintraub.

Atualmente, uma lei de 2013 prevê que a carteirinha seja emitida por entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes). Atualmente, ambas cobram R$ 35 pela carteira, além do frete.

Esse serviço é uma das principais fontes de recursos das entidades e já foi criticado pelo ministro da Educação. No atual sistema, a UNE fica com 20% do valor (R$ 7), e a Ubes, com 25% (R$ 10,50).

Os alunos que quiserem manter a carteirinha tradicional poderão solicitá-las junto às instituições e pagar o valor pedido.

Uso do CPF e implementação do login único

Daniel Rogério, diretor de Tecnologia da Informação do MEC, detalhou que o MEC tem o número total de estudantes do país, mas não sabe quem é o estudante, qual o seu nome e o número do CPF. Por isso, o governo criou o Sistema Educacional Brasileiro (SEB), para que as instituições de ensino enviassem ao MEC os dados dos estudantes.

“Talvez esse seja o maior desafio na emissão da carteira, deixar de ser um auto declaração, que é o que acontecia, para então o MEC saber quem é o estudante”, conclui Daniel.

A exigência de enviar o número de CPF, segundo Daniel Rogério, é para integrar o cadastro do sistema do MEC ao cadastro único do governo federal, que é feito por meio deste número e de senha.

Escolas fornecerão dados dos alunos

Um novo sistema do ministério da Educação, criado em setembro por meio de medida provisória, fez com que escolas privadas de educação básica passassem a solicitar o CPF de seus estudantes. Batizado de Sistema Educacional Brasileiro (SEB), o programa já tem um site oficial.

Em novembro, o MEC deu às instituições de ensino 60 dias para cumprirem os requisitos do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) para emitirem documentos certificados. As escolas e faculdades também precisarão cadastrar, no sistema on-line, uma lista de dados pessoais de cada estudante matriculado.

O diretor de Tecnologia da Informação do MEC, Daniel Rogério, detalhou que a pasta não tinha até então dados individuais de cada estudante. “Talvez esse seja o maior desafio na emissão da carteira, deixar de ser um auto declaração que é o que acontecia, para então o MEC saber quem é o estudante”, conclui Daniel.

Como funciona

Para garantir o acesso à ID Estudantil, um representante de cada instituição de ensino, pública ou particular deve enviar as informações dos alunos para o Inep, que irá alimentar o Sistema Educacional Brasileiro, banco de dados nacional de estudantes do MEC.

No relatório, as instituições devem enviar os seguintes dados dos alunos: CPF, data de nascimento, curso, matrícula e o ano e semestre de ingresso dos estudantes.

Os alunos podem conferir se sua instituição passou os dados ao sistema em idestudantil.mec.gov.br. Caso não tenham sido cadastrados, os estudantes devem cobrar o envio diretamente na instituição em que estudam.

Como emitir a ID Estudantil

A emissão é feita sem custos por meio de um aplicativo de celular disponível para os sistemas operacionais Android e iOS.

Após baixar o aplicativo, os estudantes deverão tirar uma foto de rosto e da carteira de habilitação ou de um documento de identidade com foto, para comparação das imagens. Isso irá, segundo o MEC, evitar fraudes.

No cadastro de menores de idade, um responsável legal poderá baixar o aplicativo para permitir o acesso. Em eventos com meia entrada, a identificação do estudante será feita por meio da leitura de um QR Code emitido na tela do aplicativo.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Os mini PTralhas choram …quebraram as pernas desses aproveitadores de estudantes, quadrilha a serviço do ladrao condenado Lula

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Jornalismo

Redes sociais estão entre os principais alvos de criminosos digitais no Brasil

Essa reportagem publicada no site da Veja foi bem sacada e vale a pena que todos prestem atenção para que não sejam vítimas de criminosos digitais.

Toda vez que um assunto – ou serviço – faz sucesso na rede, os criminosos analisam a oportunidade e procedem para a criação de novas ameaças virtuais. Essa é praticamente uma regra no submundo da internet. As populares redes sociais, por exemplo, transformaram-se no segundo alvo preferido de muitos delinquentes no Brasil, de acordo com dados da Symantec – empresa especializada na segurança da informação. O primeiro lugar no ranking das ameaças são os ataques diretos com vírus de computador/malware.

Segundo o Norton Cybercrime Report – pesquisa global da Norton sobre o crime cibernético –, 45% dos usuários de redes sociais no Brasil tiveram em algum momento seus perfis invadidos desde sua criação. E ninguém está livre do problema. O relatório cita o caso do cantor Justin Bieber, que teve sua conta de Twitter invadida, expondo mais de 19 milhões de seguidores às mensagens indesejadas de um hacker. Se fosse um criminoso especializado em fraudes virtuais, milhares de pessoas poderiam ter caído em golpes voltados ao roubo de dados pessoais e bancários.

O volume de crimes nesse ambiente é fruto de duas falhas: a falta de atenção aos links publicados nas redes e a falta de um bom antivírus instalado nos computadores. No Facebook, por exemplo, o SPAM em páginas corporativas e grupos transformou-se em um grande problema para os administradores desses espaços. Eles devem ficar constantemente atentos à moderação para barrarem as mensagens maliciosas.

Dicas de segurança para proteger o seu perfil nas redes:

– Não é possível mudar a cor do Facebook. Links acompanhados dessa promessa podem comprometer a segurança dessa conta. O mesmo serve para a famosa mensagem “saiba quem visitou seu perfil”

– Não aceite convites para ser amigo ou seguidor de pessoas desconhecidas

– Nunca digitar uma senha mais de duas vezes quando for acessar sua página da rede social – esse pode ser um sinal de que você está frente a uma tentativa de ataque virtual

– Evite utilizar computadores públicos. Se não houver outra opção, lembre-se de sair do seu perfil antes de deixar a máquina

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