Após matar comparsas no Ceará, membros do PCC pousaram aeronave no RN para se desfazer de provas

por Dinarte Assunção

Paca e Gegê foram assassinados no Ceará

 

A inteligência da polícia em São Paulo já tem o itinerário do plano que resultou na morte de dois membros do PCC no Ceará, no início da semana e ele passa pelo Rio Grande do Norte, informou Marcelo Godoy, no Estadão.

Na cadeia de comando, o número dois do PCC está detido em Mossoró.

Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, e Fabiano Alves de Souza, o Paca, foram mortos em Alquiraz. Um bilhete escrito por Marcola, comandante do PCC, a partir da penitenciária de Venceslau (SP) e apreendido pelas autoridades, é a evidência mais latente que se trata de acerto de contas.

Os dois assassinados são apontados pelos próprios comparsas como autores de desvios de R$ 20 milhões do PCC.

Ambos, Paca e Gegê, fretaram um ônibus para levar os familiares até Fortaleza. Na sexta (16), se despediram dos familiares – que apanharam o ônibus – e embarcaram em um helicóptero.

A aeronave havia saído de São Paulo, levando pelo menos cinco homens. O piloto seria conhecido como Felipe. Os demais integrariam a facção. A inteligência da polícia acredita que o grupo partiu para o Ceará já com a missão dada pela cúpula para matar os chefes.

Depois do embarque em Fortaleza, o helicóptero pousou, por volta das 10 horas, em Alquiraz, onde os dois foram executados. Gegê e Paca levaram tiros no rosto e facadas nos olhos. Era um recado: demonstraram ter olho grande demais.

A mesma aeronave e que é blindada, suspeita a polícia, iria ser utilizada para resgatar Marcola da Penitenciária de Venceslau em outra oportunidade.

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Antônio Freire  24/02/2018

Alguém precisa fazer algo pela segurança pública . o Estado vergonhosamente perdeu a guerra. E a sociedade trancafiada em suas casas assistindo as autoridades querendo resolver o assunto através de entrevista na televisão. É mole? - Responder

FOTO: Esquema no Whatsapp também negocia cartões de crédito com senha, ‘desbloqueado e para uso imediato’

Não são só notas falsas: os negociadores também trabalham com cartões de crédito. As imagens indicam a venda de “cartões em nomes de terceiros, desbloqueado e com senha de imediato. Cartões com limites de R$ 1.000 até R$ 10.000”.

Outro vendedor no WhatsApp divulga uma tabela com preços similares, mas mais caros. Isso porque o produto pode ser melhor no que toca segurança: as notas passam no teste da luz negra, da caneta e possuem papel áspero, marca d’água e fita holográfica. Este vendedor, conhecido como Stallone, vende um pacote de R$ 5 mil notas falsas por R$ 1 mil.

O método de envio? O mais comum possível: Sedex, PAC ou carta registrada.

As redes sociais são os principais canais de venda dos cibercriminosos. O Facebook é usado para espalhar a notícia em grupos de interessados.

Em seguida, o WhatsApp é o local das negociações: grupos formados de negociadores e compradores alimentam o trabalho. O YouTube também entra na jogada, principalmente para mostrar em vídeo como são os produtos — notas falsas, RGs/CNHs/diplomas falsos e cartões de crédito desviados.

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Destaque na VEJA: Conheça o “Sindicato do Crime”, facção que espalha o terror no RN

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Foto: Frankie Marcone/FolhaPress

Resultado da incapacidade dos governos de controlar o sistema prisional país afora, a onda de terror disseminada no Rio Grande do Norte por facções organizadas nas penitenciárias era um risco conhecido das autoridades potiguares há pelo um ano.

Uma investigação do Ministério Público do Rio Grande do Norte concluída no ano passado revelou que uma nova e poderosa facção criminosa, o Sindicato do Crime, surgia nos presídios do estado. Nascida de uma dissidência do Primeiro Comando da Capital (PCC), a facção logo dominou o submundo das prisões, lucrando com o monopólio da venda de drogas dentro e fora dos presídios, com o comércio informal no cárcere e com o pagamento de “mensalidades” por parte dos integrantes da “família” – como eles se identificam – que estavam fora das prisões, livres para cometer crimes, conseguir dinheiro, armas e drogas.

Os ataques começaram depois que as autoridades instalaram bloqueadores de celular na Penitenciária de Parnamirim, na região metropolitana de Natal, uma medida que comprometeu a comunicação dos criminosos. Desde sexta-feira (29), já foram registrados oitenta atentados no estado. Delegacias de polícia, prédios públicos, carros e ônibus foram incendiados em diversos pontos da capital e do interior. Mais de 70 suspeitos já foram presos.

Durante quase um ano de trabalho monitorando os criminosos, os investigadores do Ministério Público potiguar conseguiram desenhar, a partir de interceptações telefônicas e de conversas de WhatsApp dos presos, toda a anatomia da facção Sindicato do Crime. No ano passado, as investigações do MPRN levaram a prisão de dezenas de criminosos. A Justiça determinou o bloqueio de 79 contas bancárias usadas pela facção, mas a ação não foi suficiente para frear o avanço dos criminosos.

O material em poder das autoridades revelou níveis alarmantes de organização e de domínio do aparato estatal por parte dos criminosos nos presídios. “Os integrantes do ‘Sindicato do Crime’, ou ‘SDC’, compreenderam a sistemática de funcionamento da organização (PCC) e romperam com a mesma por discordarem do grande rigor das regras do estatuto do grupo, da forma de tratamento com inadimplentes com a contribuição mensal e do valor desta, além da insatisfação com a obrigação de prestar contas a detentos de outros estados”, registra o MPRN em um dos relatórios da investigação.

A facção tem até um estatuto, uma espécie de “código de ética do crime”, que os integrantes devem seguir dentro e fora das prisões. quem desrespeita o código ou “vira as costas” para a facção é julgado pelo tribunal do crime. VEJA teve acesso ao calhamaço de mais de cem páginas que materializa a investigação do Ministério Público.

O estatuto do Sindicato do Crime, fundado em março de 2013, tem dezessete “mandamentos” a serem seguidos pelos integrantes da facção. Os soldados do Sindicato do Crime também se denominam “família RN”. Está lá no estatuto, por exemplo, no artigo 3º, que os bandidos irão declarar “guerra contra grupos de extermínio e em casos extremos”. A instalação de bloqueadores de celular, que interrompe o principal meio de comunicação e organização da facção, por exemplo, seria um desses “casos extremos”.

O estatuto também deixa claro que a “ética do crime” pregada pela facção deve ser seguida pelos bandidos dentro e fora da prisão: “Todos os integrantes da família RN têm a obrigação de seguir a ética do crime acima de tudo”. É proibido “conflito interno” na facção, para que não haja divisões, e também é proibido usar o nome do Sindicato do Crime para resolver “problemas pessoais”. Há ainda a preocupação com a própria saúde dos bandidos da facção. Eles são proibidos de usarem drogas pesadas, que comprometem sua atuação. “Todos os integrantes da família RN tem compromisso de não usar crack nem rivotril, nem no sistema nem na rua. Caso venha a usar, vai ser avaliado pela final”, diz o artigo 6º. “Final” é o tribunal da facção responsável por avaliar as transgressões dos integrantes da “família”.

Os principais pontos do estatuto do Sindicato do Crime são os seguintes:

— Humildade, paz e liberdade.

— Guerra contra grupos de extermínio e em casos extremos.

— Todos os integrantes da família RN têm a obrigação de seguir a ética do crime acima de tudo…

— Todos os integrantes têm obrigações a dar. A contribuição do caixa mensal do RN, rifas e dinheiro, salvo aqueles que se encontram no sistema e que estejam sem condições. Dinheiro esse que será usado em prol da própria família RN, na aquisição de drogas, armas, advogados, etc…

— Todos os integrantes da família RN que se encontram em liberdade e estruturados, que se esquecerem e virarem as costas para a família, principalmente com quem está no sistema, serão avaliados pela final (o tribunal da facção)…

— Todos os integrantes da família RN devem dar bom exemplo a ser seguido. Por isso, a família RN não aceita estuprador, homossexual, cagueta, extorsão, entre outros atos (de afronta) a ética do crime.

— A família RN não admite mentiras, traição, inveja, calúnia, egoísmo, interesses pessoais, mas sim: a verdade, respeito, lealdade, transparência. Porque o objetivo da família é a melhor para todos, sempre na ética do crime.

— Todos os integrantes tem como obrigação, inclusive com os companheiros de fora da família, respeito, lealdade, humildade, hombridade fidelidade transparência e sendo a família em primeiro lugar (sic).

VEJA

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Tania  03/08/2016

Muito bem Olívio! Vc falou tudo agora. Isso se deve a esses governos dos Alves e Maias que sempre geriram pessimamente esse estado que hoje se encontra sucateado por essas oligarquias ao ponto de desencadear essa situação e estourar no governo de Robinson. Sem contar que essa atitude ridícula do prefeito , membro da família Alves, já era de se esperar porque ele e muitos outros políticos estão achando muito bom o circo pegar fogo, e irem pra mídia fazerem críticas sem o menor fundamento e torcer pra que a população se lasque cada vez mais porque dela eles só querem os votos pra seu enriquecimento próprio. Essa corja de Alves e Maia só nos envergonha com tantos escândalos de corrupção na mídia. Vcs são a grande VERGONHA do RN. - Responder

Césio R. Dantas  03/08/2016

Estamos pagando o preço pelo ABANDONO da EDUCAÇÃO ao longo dos anos. A máxima" fazer escolhas é Fechar Presídios" é verdadeira, mas os políticos não querem acreditar no óbvio. Pelo contrário, só tomam medidas para prejudicar os professores. Como exemplo de abandono da EDUCAÇÃO comparem o Atheneu de hoje e o Atheneu das décadas de 1960/1970. - Responder

Eliane Patrício  03/08/2016

Concordo com você. - Responder


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Mais de 50 homicídios cometidos em Natal foram elucidados pela Polícia Civil este ano

A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em apenas três meses deste ano, elucidou 58 casos de assassinatos que aconteceram em Natal e atribuiu a autoria de tais crimes a 66 pessoas, as quais foram indiciadas.

De acordo com o diretor da DHPP, delegado Ben-Hur de Medeiros, a elucidação de tantos homicídios tem relação direta com o trabalho de investigação do local de crime: “Nossas equipes vão até os locais onde os homicídios foram praticados e conseguem colher informações valiosas que nos ajudam a descobrir a autoria dos crimes”.  A população também tem papel fundamental para a elucidação dos assassinatos quando repassa informações para o Dique-Denúncia 181.

“Temos plena consciência de que a elucidação dos homicídios é efeito de toda uma reformulação. A partir do momento, em que deixamos de ser uma Delegacia Especializada e nos tornamos uma Divisão, isto nos trouxe a possibilidade de termos um aumento de efetivo, que nos conduz a mais profissionais trabalhando para descobrir quem são os autores de tantos assassinatos”, revelou o diretor da DHPP.

A efetividade do trabalho se revela na elucidação de crimes, em curto espaço de tempo, como por exemplo no latrocínio da turismóloga Gizela Mousinho, morta no dia 02 de janeiro. Dois suspeitos pelo crime foram presos em apenas seis dias após o fato. No caso do latrocínio da estudante Maria Karolyne Álvares, morta em 20 de janeiro, os dois suspeitos pelo assassinato foram detidos um dia após do crime.

Atualmente, a DHPP, antiga Delegacia de Homicídios (Dehom) conta com o trabalho de 11 delegados, sendo quatro deles em regime de plantão, nove escrivães, e 50 agentes de Polícia Civil.

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[email protected]  14/04/2016

Q bom q eles tão exercendo seu dever.. 50 num universo de quantos??? - Responder

Fatima Adoeira  14/04/2016

E mais de 149 presos fugiram!!!!! Estamos perdendo feio. - Responder

Jovem é assassinado com três tiros e namorada é baleada em Parnamirim

A onda de violência na Grande Natal segue desenfreada e registrando novas vítimas a cada semana. Foi o que aconteceu na noite dessa terça-feira (22), por volta de 21h, no Parque Industrial, em Parnamirim. De acordo com a Polícia Militar, através do 3º Batalhão, um jovem de 25 anos, identificado como Fagner Bueno de Lima Freire, foi assassinado a tiros, enquanto sua namorada, de identidade a ser confirmada, acabou sendo baleada no rosto.

Segundo a PM, as vítimas, que estavam em uma motocicleta, foram surpreendidas na rua Amélia Machado, por homens em uma caminhonete Ranger de cor branca.  Na ocasião, três disparos atingiram o jovem, enquanto um a mulher, que não corre risco de morte, após ser socorrida até o Hospital Deoclécio Marques.

Após o crime, os policiais militares apreenderam uma pistola 380, próximo ao jovem morto. Ainda não se sabe a posse e se teria sido a arma usada no crime. Informações preliminares, através de suspeitas de familiares, dão conta que o crime pode ter sido motivado por envolvimento com drogas e ainda rixa com grupos criminosos, não especificados, atuantes em estádios de futebol.

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Casal que matou filho com "crueldade inimaginável" pega prisão perpétua

11_54_20_665_fileUm casal foi condenado nesta sexta-feira (2) à prisão perpétua por um tribunal britânico por conta do brutal assassinato do filho de quatro anos, que foi espancado e ficou sem comer até a morte, em atos, segundo a juíza, de uma “crueldade inimaginável”.

Magdalena Luczak, de 27 anos, e seu marido, Mariusz Krezolek, de 34 anos, ambos de nacionalidade polonesa, deverão cumprir pelo menos 30 anos de prisão antes de terem direito à revisão da pena.

Durante o julgamento, os acusados, que tinham problemas com álcool e drogas, negaram os crimes e se acusaram mutuamente da morte da criança.

O pequeno Daniel Pelka morreu em seu quarto em março de 2012 após permanecer 33 horas fechado sem calefação e com um ferimento na cabeça causado por seus pais, que o maltratavam continuamente, segundo foi revelado durante o processo judicial.

A criança era submetida, constantemente, a surras e humilhações, e estava havia seis meses desnutrido, antes de receber o golpe que finalmente causou sua morte.

Este caso comoveu o Reino Unido por sua extrema crueldade e as autoridades de Coventry (centro da Inglaterra) iniciaram uma investigação sobre a atuação dos serviços sociais.

Embora os professores da criança tenham alertado sobre os roxos e machucados pelo corpo, aparentemente os agentes de proteção de menores não tomaram as atitudes necessárias para salvá-lo.

Ao ditar a sentença, a juíza do tribunal de Birmingham disse que o casal tinha cometido atos de “uma brutalidade incompreensível” e “crueldade inimaginável”.

Antes de ditar um mínimo de 30 anos de prisão para cada um, ressaltou que, nas nove semanas do julgamento, não tinha observado na mãe e no padrasto “nenhum sinal de arrependimento”.

R7

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Homem é executado enquanto cuidava da filha de 11 meses

Por volta das 20h30 de ontem, Erlan Santos Soares, 30 anos, foi executado dentro do Mandacaru Restaurante, na Redinha. O crime aconteceu enquanto ele trabalhava na cozinha e cuidava da filha de 11 meses de idade. Ainda não há detalhes sobre quem praticou o homicídio. Ninguém foi preso.

De acordo com informações da polícia, dois homens entraram no bar e atiraram em Erlan. As investigações são dificultadas pela omissão das pessoas da região, que não contribuem com a polícia por medo de represália.

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Começa hoje interrogatório dos acusados de envolvimento na morte de PC Farias

Os interrogatórios dos quatro acusados de envolvimento no assassinato de Paulo César Farias, conhecido como PC Farias, e da namorada, Suzana Marcolino, devem começar hoje (9) . Antes, no entanto, serão ouvidos dois peritos que defendem uma tese diferente da apresentada pela equipe de perícia chefiada por Fortunato Badan Palhares. Segundo Palhares, ouvido durante a sessão de hoje (7), Suzana matou PC e suicidou-se em seguida. A promotoria alega que o casal foi morto por outras pessoas, com participação ou conivência dos réus, que trabalhavam como seguranças do empresário.

Após os interrogatórios dos réus, o julgamento passará para a fase dos debates entre acusação e defesa. Segundo a assessoria do Tribunal de Júri de Maceió, onde ocorre o julgamento, o juiz  Maurício Breda, da 8ª Vara Criminal, quer concluir o caso até sexta-feira (10).

Estão sendo julgados Adeildo Costa dos Santos, Reinaldo Correia de Lima Filho, Josemar Faustino dos Santos e José Geraldo da Silva, policiais militares que trabalhavam como seguranças de PC. Tesoureiro da campanha do ex-presidente Fernando Collor de Mello, PC Farias era apontado como uma das pessoas mais próximas do então presidente. Ele foi denunciado por sonegação fiscal, falsidade ideológica e enriquecimento ilícito.

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Após mortes no comando do PCC, número dois da facção segue preso em Mossoró

por Dinarte Assunção

A sucessão de atentados contra membros da hierarquia do top do PCC deixou tem deixado apenas o topo da cadeia alimentar do crime, de se supõe, portanto, partir as ordens de degola hierarquia abaixo.

Nessa quinta, em São Paulo, mais um membro da cadeia criminosa, Wagner Ferreira da Silva, 32, foi morto no bairro Jardim Anália, zona nobre da cidade.

Antes dele, Gegê do Mangue, número três na escala e Fabiano Alves de Souza, principais vozes do PCC fora dos presídios, foram mortos em emboscada no Ceará no início da semana.

As vozes mais poderosas continuam trancafiadas, mas não necessariamente caladas.

Marcola, apontado como comandante do PCC, está encarcerado na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau.

O vice do PCC, por assim dizer, está entre nós, Abel Pacheco, o Vida Loka, está preso em Mossoró.

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Carlos Apolinario  23/02/2018

Que manchete mal feita! E era pra ele tá solto? Francamente... - Responder

FOTO: Esquema criminoso no Whatsapp tem tabela de preço para compras de notas falsas no Brasil

O esquema de venda de notas falsas no Brasil não é novidade e o caso já foi denunciado pelo TecMundo. Praticamente perfeitas, as notas de reais são produzidas aos milhares por criminosos e, como você pode checar nas imagens, também é bem fácil comprar pacotes de notas.

De acordo com o threat researcher Ialle, que nos enviou imagens mostrando como funciona a operação de vendas em grupos de WhatsApp, cibercriminosos montam tabelas de valores para a negociação das notas falsas. É interessante notar que, além de tabelas, são desenvolvidos pacotes de teste para novos usuários.

Um pacote de teste costuma custa R$ 100 e o usuário recebe R$ 750 em notas falsas. Caso queira partir para outros pacotes, as opções ofertadas mais comuns são as seguintes:

Pacotes de notas falsas
R$ 200: pacote com R$ 2.000 de notas falsas
R$ 300: pacote com R$ 2.500 de notas falsas
R$ 370: pacote com R$ 3.000 de notas falsas
R$ 800: pacote com R$ 5.000 de notas falsas
R$ 1.000: pacote com R$ 8.000 de notas falsas
R$ 1.300: pacote com R$ 9.000 de notas falsas
R$ 1.500: pacote com R$ 10.000 de notas falsas
R$ 2.000: pacote com R$ 10.500 de notas falsas

É preciso notar que, como a mensagem do negociador diz, é possível comprar pacotes de valores ainda maiores — “valor a combinar”, deixa claro. Outro ponto: “São as melhores que estou tendo neste momento, elas passam no teste da luz e caneta”, diz o negociador indicando que as notas possuem relevo e as marcas d’água que atestam a possível veracidade da nota.

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José Júlio  14/02/2018

Falta mais o que ? O curioso é que essa prática já está sendo executada há algum tempo. E as autoridades não encontram meios de apanharem esses criminosos? Muito estranho!! - Responder

NOVAS AMEAÇAS: Suposta nota do Sindicato do Crime circula em redes sociais

sindicato

Foto: Reprodução

Roda em grupos de WhatsApp “uma nota atribuída ao sindicato do crime”, o BG não teve como confirmar a autoria, mas como o conteúdo faz sentido, publica abaixo na íntegra:

COMUNICADO OFICIAL DO CONSELHO DO SDC RN Á TODA POPULAÇÃO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE.

Através deste comunicado informamos que os áudios e textos que estão circulando nas redes sociais e mídias falando que o SINDICATO DO CRIME DO RN estaria ordenando ataques desde a última quinta-feira 29/07 Contra creches, escolas, vendedores ambulantes e repasse de salves para toques de recolher em bairros e comunidades, escolas públicas e particulares com a finalidade de intimidar a população do nosso estado, não são verídicas no que se diz respeito a autoria. A autoria dos mesmos é dos nossos rivais da facção PCC e vândalos que estão se aproveitando de toda essa situação difamando e sujando a imagem da família SINDICATO DO CRIME. Frisamos mais uma vez que a nossa luta é contra o ESTADO.

Nossa reivindicação é pela instalação dos bloqueadores de celulares em presídios. Pergunto a vocês cidadãos se sabem quanto estão gastando nesses equipamentos? O estado em 6 meses vai pagar R$ 174 mil a esta empresa (lavagem de dinheiro) porque não usar esse valor para melhorar a segurança externa e saúde. Nós erramos e estamos pagando por isso, mas como ser alguém melhor se não temos um tratamento digno? Não temos nenhum tipo de projetos de ressocialização, alfabetização ou algo do tipo que venha nos manter ocupados. Como ser uma pessoa melhor se nem o que é de direito nos é garantido? Vemos amigos adoecerem e chegarem a perder a vida. Comunicando aos responsáveis nada é providenciado. Temos que ressaltar também os maus tratos, torturas e abusos de autoridade que estão acontecendo em vários presídios e centros de detenção provisória (CDPs) e principalmente nas unidades CDP de CANDELARIA e na triagem de PIRANGI. Queremos deixar bem claro a população e a todos os cidadãos de bem que a nossa luta e contra a máquina opressora do estado que vem nos oprimindo diariamente.

Enquanto os bloqueadores permanecerem em nossas unidades o governo continuará sentindo a nossa força e a nossa união em todo estado. O culpado de tudo isso está acontecendo hoje e do poder público atual Robson Farias e Walter Virgulino. Não queremos guerra queremos a paz em nosso estado e estamos dispostos a parar com os ataques SIM se o Srº secretario e governador retirarem os bloqueadores do presidio estadual de Parnamirim ( PEP ) e parar com o projeto de instalar bloqueadores em novas unidades.

Esta é a mensagem que o Conselho Final do Sindicato do RN tem a passar a população e ao governo”.

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marcelo  02/08/2016

Se o estado e os poderes constituídos voltarem a atrás e cederem a pressão desses marginais e pseudos sindicatos é melhor renunciarem aos cargos e colocarem os pijamas. Bandido bom é bandido morto. Mordomia ou direitos devem serem dado sim aos homens de bem e cidadãos. Para marginais somente bala, rigores e tolerância zero. - Responder

Kall  02/08/2016

kkkkkkkkkk Bandidos da pior qualidade falando em "estão difamando e sujando nossa imagem" ou "nossa luta é contra o ESTADO", "queremos paz"... VAGABUNDOS!! Isso é o que vocês são, e ESTADO está mais que correto em combatê-los...aliás, já era hora deles mostrarem que não vivemos em "terra de ninguém". Se quisessem se manter ocupados, não entrariam para o mundo co crime, então não culpem o ESTADO por não disponibilizarem projetos em seu favor. Aproveitem o tempo que ficarem enjaulados para decidirem mudar de vida. - Responder

Kaio L  02/08/2016

Isso é quase uma msg pedindo arrego.... O estado enfim parece que vai vencer uma! - Responder


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Sindlimp apresenta queixa-crime contra a Prefeitura e não descarta greve

Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio, Conservação, Higienização e Limpeza (Sindlimp) apresentou uma queixa-crime contra a Companhia de Serviços Urbanos (Urbana) e contra a Prefeitura de Natal por apropriação indébita e não descarta iniciar um movimento de greve.

De acordo com o presidente do Sindlimp, Wilson Duarte, as duas ações são distintas. A queixa-crime é referente a suposta prática de apropriação indébita da Prefeitura e da Urbana que estariam recolhendo as taxas sindicais e só repassando com atraso abrindo espaço para o uso indevido dos recursos sindicais também. Já a greve, parte de uma pauta extensa da categoria.

“A Urbana suspendeu alguns pagamentos, retirou benefícios dos trabalhadores, está retendo os recursos do Sindicato para custear o trabalho em prol da categoria. A pauta é extensa. São oito itens e a Urbana não se posicionou. Estamos aguardando. Se nada for feito, partiremos para uma greve”, afirmou.

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Francisco de Assis Xavier  03/12/2015

O Sindlimp tá reclamando de barriga cheia, a Urbana tem os maiores salários do Municipio, uma média salarial de R$ 6.000,00, uma folha de pagamento mais de R$ 5.000.000,00 mês, não tem nenhuma receita a não ser a TLP que sua recadação anual não cobre a folha anual, uma divida maior que R$ 200.000.000,00, o Sindlimp se cuide porque se não a Urbana vai é fechar, hoje em todo Brasil somente duas capitais não são totalmente terceirizada Rio de Janeiro e Natal, cuidado Sindlimp abra o olho porque se não a vaquinha vai morrer - Responder

Apologia a atos de violência nas redes sociais pode ser considerada crime, diz delegado

2013-652851623-2013-652811600-2013100737625.jpg_20131007.jpg_20131008A discussão sobre o vandalismo durante os protestos se espalhou pelas redes sociais. As imagens de ônibus sendo incendiados e prédios atacados se multiplicam milhares de vezes, de perfil em perfil. O delegado da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), Gilson Perdigão, alerta para o fato de que quem publica comentários e fotos de apoio aos atos de vandalismo está cometendo crime.

— Depende do contexto da postagem, mas em geral essas publicações são de apoio aos atos de vandalismo, então eles respondem pelo artigo 286 do Código Penal (incitação ao crime). Mas é necessário analisar caso a caso — disse o delegado, ressaltando que essas pessoas podem ser acusadas ainda de outros crimes, como formação de quadrilha e porte ilegal de armas, como aconteceu com três jovens presos em setembro porque faziam a página do Black Blocs.

A Polícia Civil também decidiu que usará a nova lei de organização criminosa, sancionada mês passado, que prevê pena de três a oito anos de prisão. O objetivo é punir com mais rigor quem cometer atos de vandalismo durante os protestos. No entanto, quem incitar a violência pela internet também poderá ser responsabilizado

No Facebook, há diversas páginas ligadas aos grupos Black Blocs e Anonymous que publicam fotos e vídeos dos confrontos entre mascarados e policiais, além de textos sobre anarquismo e de convocações para protestos. Numa página nova, chamada de Black Prof, publicações dão conta de que os professores grevistas estão cada vez mais próximos dos Black Blocs, com apoio e diversas declarações de gratidão ao grupo, que na manifestação do último dia 7 incendiou um ônibus e depredou mais de dez agências bancárias. Apesar de ter sido criada no dia 4 de outubro, o Black Prof já conta com mais de cinco mil fãs. Na descrição da página, os administradores afirmam: “diante da criminalização do Black Bloc, da tentativa de dividir a luta dos trabalhadores e da necessidade de mantermos nossa segurança, fundamos o Black Prof: uma tática de resistência da educação”.

Já na página do Black Bloc RJ, um vídeo criado pelo Coletivo Cucaracha que mostra o ônibus pegando fogo na Avenida Rio Branco é elogiado em dezenas de comentários. A situação se repete nas páginas nacional e internacional do grupo, com internautas louvando ações de vandalismo em diversas cidades do mundo.

O professor de comunicação social da UFF Adilson Cabral discorda de que essas postagens sejam apologia à violência ou ao vandalismo. Para ele, trata-se de uma reação à violência que é cometida contra a população.

— A categoria de apologia não se aplica, pois é uma forma de reação contra a violência que é cometida pelo estado. Acaba sendo uma forma que se encontra de reagir a esse estado de violência contra a população. Sou contra a depredação de patrimônio publico, mas essa violência proporciona esse sentimento de reação —avalia o professor.

Incêndio em ônibus é elogiado por internautas

Em dos vídeos compartilhados na página do Black Prof, é possível acompanhar de perto a ação dos vândalos que roubaram um ônibus e atearam fogo ao veículo, durante as manifestações na noite de 7 de outubro. O Coletivo Mariachi, um grupo de comunicadores que está acompanhando as manifestações e os protestos no Rio, é responsável pela produção do vídeo e compara o vandalismo ao polêmico videogame “Grand Theft Auto”, no qual o jogador é um ladrão de carros que causa destruição e mortes pela cidade. Ali, os comentários se dividem entre elogios e críticas ao vandalismo.

O Globo

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Caso de médico acusado de tentar matar filho volta a ser julgado pela Câmara Criminal em Natal

 O caso de um médico e oficial reformado da Marinha, que está sendo acusado de tentar matar o próprio filho, em dezembro de 2010, voltou a ser debatido na Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, na manhã desta terça-feira (23). Os desembargadores julgaram um Recurso em Sentido Estrito, através do qual a defesa pedia uma desqualificação da pena inicial, tese que não foi aceita.

O médico e ex-militar, Waldemir Joaquim de Santana, foi exposto pela defesa como um idoso que, ao disparar contra o abdômen do filho, agiu sob as circunstâncias de um quadro de depressão crônica e sob o efeito de álcool, já que havia bebido há poucas horas antes da chegada do filho no apartamento dele, localizado entre os bairros do Tirol e Petrópolis.

Segundo a defesa, naquele ano, a região onde se localiza o apartamento estava sendo alvo de diversos assaltos e que, esse fato junto às condições físicas e clínicas, levaram o aposentado a disparar a arma, assim que abriu a porta da residência, mas, por acidente e precaução.

Desta forma, a Defesa pediu a desqualificação da pena, para que o médico não fosse levado ao Tribunal do Júri, por tentativa de homicídio doloso.

Vítima comparece ao julgamento

No entanto, a própria vítima, o advogado Waldemir Joaquim de Santana Junior, compareceu à Câmara Criminal e refutou os argumentos da defesa, reforçando na Câmara Criminal que foi mesmo vítima de uma emboscada, já que, segundo ele, o pai possui “um histórico de práticas delitivas”.

A Câmara Criminal, contudo, apreciou os argumentos da defesa e o desembargador Glauber Rêgo se disse “não convencido” e o desembargador Ibanez Monteiro ressaltou que cabe ao próprio Tribunal do Júri definir se haverá ou não desqualificação da pena.

TJRN

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Arma que matou PC Farias e namorada continua desaparecida

O revólver Rossi, calibre 38, encontrado ao lado dos corpos de Paulo César Farias e Suzana Marcolino, em 1996, ainda não foi localizado pela Justiça de Alagoas.

O juiz Maurício Breda, que presidiu o julgamento dos quatro ex-seguranças de PC Farias, na semana passada, disse não ter tido mais informações sobre a arma que matou o ex-tesoureiro da campanha presidencial de Fernando Collor de Mello e a namorada dele.

Durante o julgamento, o promotor Marcos Mousinho afirmou que o revólver usado no crime havia desaparecido do Fórum de Maceió na reforma do prédio, entre 2008 e 2010.

“O Centro de Custódia de Armas do Fórum já informou a mim que lá essa arma nunca chegou. A última vez que pegaram nela foi em 1999”, disse Breda à Folha.

O magistrado voltou a afirmar que o paradeiro do revólver não é mais importante para o caso. “Independente de onde esteja essa arma, não há mais necessidade dela para o processo. Não há mais necessidade dela em nenhuma hipótese”, disse.

A afirmação de Mousinho sobre o sumiço do revólver foi feita após o perito Domingos Tochetto ter pedido a arma do crime para fazer uma demonstração para explicar detalhes sobre um laudo, na semana passada.

Como a arma do crime não foi encontrada, o juiz mandou um oficial de Justiça apresentar um revólver semelhante.

O julgamento durou cinco dias. Na noite do último dia 10, os ex-seguranças foram absolvidos. Os jurados também afastaram a tese de suicídio de Suzana Marcolino e entenderam que houve um duplo homicídio.

A maioria dos integrantes do júri popular entendeu que os policiais militares Adeildo dos Santos, Reinaldo de Lima Filho, Josemar Faustino dos Santos e José Geraldo da Silva não tiveram participação direta no crime.

Da Folha

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A cada hora, alguém está sendo assaltado em Natal

Entre janeiro a abril deste ano, a Secretaria de segurança Pública e Defesa Social do RN (SESED) registrou 2.846 assaltos, o que totaliza uma média diária de aproximadamente 24 ocorrências. Ou seja, o levantamento aponta que a cada hora, uma pessoa deve estar sendo assaltada na capital.

Segundo reportagem da Tribuna do norte de hoje, os bairros em que mais acontecem os assaltos, segundo os números da Sesed, são Nossa Senhora da Apresentação, Lagoa Nova, Felipe Camarão, Ponta Negra e Potengi.

Nossa Senhora da Apresentação lidera o ranking com 256 assaltos. O bairro conta com 30 policiais militares por turno, para garantir a segurança de uma área com quase mil hectares. O bairro tem cerca de 83.731 habitantes, de acordo com números da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana.

Em Ponta negra, quarta da lista, com 184 ocorrências no mesmo período, a situação ganha uma nova ótica, por se tratar de uma bairro com um fluxo maior de turistas. Lá, assim como em Nossa senhora da Apresentação, há um efetivo de 30 policiais militares por turno.

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Leonardo  07/05/2013

Enquanto isso... Rosalba está dormindo tranquila!!! - Responder