FOTO E VÍDEO: PRF prende dupla com veículo roubado, apreende armas, muita munição e explosivos na BR-304, na Grande Natal

Foto: PRF/Divulgação

A Polícia Rodoviária Federal prendeu na noite dessa quarta-feira (4), na Unidade Operacional da PRF de Macaíba/RN, dois homens que seguiam no sentido ao interior do Estado, em um carro roubado.

No momento da abordagem, o condutor ainda tentou fugir da fiscalização mas foi contido pelos policiais. No interior do veículo foram encontrados duas pistolas, sendo uma calibre 380 e outra . 40, nove carregadores municiados com 80 munições, além de explosivos.

No porta-malas do carro ainda foram localizados, duas alavancas de ferro, uma marreta grande, um colete à prova de balas, duas toucas balaclavas, três pares de luvas, fitas adesivas, roupas camufladas, etc.

De imediato foi dada voz de prisão aos dois homens, com idades de 26 e 27 anos. A ocorrência foi encaminhada à delegacia de Polícia Federal, em Natal. Na delegacia, foi constatado que a dupla já tem passagem pela polícia por assalto à caixas eletrônicos, inclusive um deles estava no regime semiaberto.

O veículo utilizado pela dupla, um Siena Tetrafuel, havia sido tomado de assalto de um motorista de aplicativo, na última sexta-feira (30/08), no perímetro urbano de BR-101, no bairro de Potilândia, em Natal. O dono do veículo esteve na polícia federal e reconheceu os dois homens como os autores do roubo.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ricardo disse:

    Até que fim , em vez de tá prendendo que transporta PASSARINHO. Prenderam algo de futuro.

    • paulo disse:

      Agora é esperar a "audiência" de custodia para soltar esses "perseguidos" pela sociedade e eles voltarem a praticar crimes podendo inclusive assassinar Cidadãos de bem. Este País está difícil de se viver com Leis vergonhosas e agora querem prender a policia. BANDIDOS soltos a torto e a direita, uma VERGONHA.

[VÍDEO] Empresa ignora Justiça e detona explosivos ilegalmente em Monte Alegre

Na área rural do município de Monte Alegre, a 40 quilômetros de Natal, a população e a vizinhança de uma pedreira localizada na Fazenda Pitanga II, apesar de reiteradas decisões judiciais mandando parar a exploração de rochas e areia, continuam vítimas das explosões e suas fortes consequências físicas, sociais e econômicas. Além do barulho das detonações, as casas já apresentam rachaduras, a poeira intensa gera problemas de saúde, o rio Trairi foi assoreado e muitas famílias já não conseguem mais obter resultados na agricultura de subsistência, bem como a pecuária tem se tornado uma atividade de risco.

A Justiça de Monte Alegre já determinou, por duas vezes, inclusive ampliando, na segunda decisão, a multa diária de R$ 5 mil para R$ 30 mil, que a empresa União Brasileira de Agregados Ltda, responsável pela exploração do lajeiro, paralisasse suas atividades. Somados os dias de ordem judicial não cumprida, a multa estaria em torno dos R$ 2 milhões. A empresa ignora as decisões judiciais e os apelos da população e continua operando ilegalmente a todo vapor, detonando dinamites, levando barulho e poeira para a vizinhança, causando prejuízos irrecuperáveis principalmente aos moradores mais carentes.

O Ministério Público Estadual já tem conhecimento dos fatos através de reiteradas denúncias dos moradores. O MP deverá reforçar o pedido na Justiça contra as explosões e operações irregulares no lajeiro de pedras de Monte Alegre, considerando aspectos da poluição atmosférica, poluição visual, poluição sonora, contaminação dos recursos hídricos e contaminação do solo. Já há inclusive um estudo técnico independente elaborado pela FUNPEC (Fundação Norte-rio-grandense de Pesquisa e Cultura) para subsidiar o MP.

Além dos prejuízos sociais, econômicos e de saúde, os moradores correm sérios riscos de vida pois as casas estão rachadas e com estrutura comprometida. As informações sobre o grau de comprometimento e avarias nas residências constam em um Laudo Técnico Pericial relativo às condições estruturais e de habitabilidade de 22 casas na comunidade referente aos abalos provocados pela atividade da pedreira. O estudo foi realizado por dois engenheiros civis em julho de 2015. De lá para cá o problema se agravou.

Moradora do Distrito de Timbaúba, na zona rural de Monte Alegre, Dona Jucileide Justino de Oliveira Silva faz está apelando as autoridades para que olhem pela comunidade. Ela afirma que já denunciaram ao Ministério Público e que agora também está finalizando uma nova ação na Justiça (a primeira foi movida por um vizinho), com a participação de moradores de 25 residências prejudicadas. “Meu pai foi obrigado a abandonar a agropecuária. Perdeu os porcos que tinha. Não dá mais para criar nada. Os animais abortam. Nossa casa está rachada. Vamos perder o único bem que é nossa casinha. Alguém precisa olhar por nós”, apelou Jucileide.

A advogada Micheline da Câmara Ribeiro, especialista em direito ambiental, alerta que a pedreira está descumprindo reiteradamente as determinações judiciais desdenhando do direito assegurado pela Justiça à vizinhança. “É um flagrante desrespeito à lei. A empresa continua ignorando as decisões judiciais. A vizinhança continua tendo seu direito de propriedade prejudicado. E a população vai acumulando prejuízos que não mais poderão ser ressarcidos”, destacou a advogada.

Monte Alegre

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Oliveira disse:

    Como é que pode a justiça fecha e eles continuam trabalhando. Merece mesmo mudar essa justiça.

  2. Azevedo disse:

    A justiça nesse País está tão desacreditadaais que nem as empresas acatam mais as suas decisões. Temos que fechar o executivo, legislativo e o Judiciário, fazer uma reforma ética e moral para depois reabri-los com pessoas mais acreditadas. Isso é uma vergonha.

Explosivos de quadrilha são encontrados em Lajes

As polícias Civil e Militar seguem na busca pela quadrilha que aterrorizou o município de Lajes, situado a 125 km de Natal, na madrugada desse domingo (5). Informações dão conta que os bandidos planejavam explodir um caixa eletrônico no Centro, mas se encontraram com policiais da Divisão de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor),onde houve troca de tiros e os criminosos conseguiram escapar por um lixão da cidade.

BJi7yjvCEAIbQQq.jpg large
Crédito: Polícia Civil

Na ocasião, os bandidos ainda incendiaram o carro usado na perseguição e explosivos foram encontrados abandonados. Desde então a polícia segue vasculhando as fazendas da região e ainda conta com apoio aéreo.

Regra sobre explosivos muda após ataques a caixas eletrônicos

Para conter o uso de explosivos em ataques a caixas-eletrônicos, o Exército resolveu endurecer as regras no controle de segurança de empresas que fabricam, vendem ou usam o material, buscando evitar furtos, roubos e desvios. As novas regras foram publicadas no Diário Oficial da União nesta semana.

Só em 2010, mais de uma tonelada de explosivos dos mais variados tipos foi parar nas mãos de criminosos, segundo levantamento da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados, órgão subordinado ao Comando de Logística do Exército. O número é 170% superior ao ano anterior. São esses explosivos, segundo delegados da Polícia Civil, que estão sendo usados em assaltos a agências bancárias em todo o país.

A partir desta semana, as empresas que manuseiam ou exercem atividades com explosivos deverão, obrigatoriamente, apresentar um plano de segurança que terá de descrever em detalhes as instalações internas, áreas de operações e estoque, nomes e identificações de agentes envolvidos, além de rotas de transporte e distribuição.

Terão de ser elaborados croquis com a localização das pessoas e cães responsáveis pela vigilância além de uma detalhada planta, que deverá apontar a localização de muros e acessos, alarmes, áreas cobertas ou não por câmeras de monitoramento, e todos os meios de comunicação disponíveis para envio de sinal de alarme e de imagens sem fio existentes no local.

O Exército também impôs regras para evitar furtos e roubos de material durante o transporte. Para isso, os militares exigirão informações sobre critérios da escolha do motorista e do ajudante, das condições do veículo que levará a carga (que deverá obrigatoriamente ter um sistema de rastreamento com poder de bloqueio de acesso ao compartimento de carga), além dos procedimentos para acesso de pessoas a áreas onde os explosivos estão armazenados.

Outra ideia é criar um banco de dados nacional dos explosivos fabricados, comercializados e transportados no país. Para isso, cada explosivo deverá possuir uma identificação individual em série, que permita identificar sua origem, e as empresas terão de manter cadastradas informações que permitam a rastreabilidade em tempo real do que foi fabricado e vendido.

Fonte: G1

MP deflagra Operação Folguedo para coibir uso ilegal de explosivos

O Ministério Público Estadual, por meio da 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Apodi, o Exército Brasileiro e a Polícia Civil deflagraram hoje (12/04) a “Operação Folguedo”, com objetivo de coibir o uso ilegal de explosivos por empresários da região que estariam empregando explosivos e artefatos de detonação na extração de pedras do Lajedo de Soledade sem a devida autorização.

Foi preso na Operação o empresário Elson Marinho de Paiva, proprietário da Empresa Paus e Pedras Ltda, em cuja sede foi encontrado farto material explosivo, tais como cordéis detonantes, nitratos e espoletas. Os policiais encontraram, ainda, brocas e outros instrumentos utilizados na perfuração das rochas.

No momento das buscas, os policiais flagraram um suspeito aplicando os explosivos na rocha, mas ele fugiu com a chegada da polícia, deixando para trás os instrumentos do crime.
Participaram da Operação Folguedo, o Promotor de Justiça Sílvio Brito, os Delegados Odilon Teodósio, Renato Oliveira e Luiz Fernando, e o Capitão Cunha Neto, do Exército Brasileiro, além de aproximadamente 20 policiais civis.

Possuir, deter, fabricar ou empregar explosivos sem autorização do Exército Brasileiro é crime e sujeita o infrator à pena de 3 a 6 anos de reclusão.

Na Delegacia, o acusado foi autuado em flagrante por ter infringido o art. 16, parágrafo único, Inc. III, da Lei nº 10.826/2003 (Estatuto do Desarmamento), sendo, em seguida, recolhido ao Centro de Detenção Provisória, onde ficará à disposição da justiça.

O controle sob a venda e o uso de explosivos é de suma importância não só para garantir a segurança dos trabalhadores, mas também para evitar sua utilização em outros delitos, tais como arrombamentos de caixas eletrônicos e extração ilegal de rochas e outros minerais.

Na operação, foi possível identificar, ainda, sérios indícios de crimes ambientais praticados no Lajedo de Soledade, área de relevante valor histórico, paisagístico e ambiental, e, também, sérias violações às normas de medicina e segurança no trabalho, já que os empregados da empresa estavam trabalhando nas áreas de extração e de beneficiamento das pedras sem qualquer equipamento de proteção.

Polícia apreende 180 Kg de explosivos em Angicos

Homens da Força Tática do 10º Batalhão de Polícia Militar, sediado na cidade de Assu, apreenderam no final da manhã dessa quinta-feira (17), cerca de 180 quilos de material explosivo conhecido como “Netron”, além de 20 espoletas. A apreensão aconteceu na zona rural de Angicos, após uma denúncia anônima, por telefone.

De acordo com o comandante do 10º BPM, major PM Antônio Marinho da Silva, as suspeitas são de que os explosivos seriam utilizados por alguma quadrilha especializada em arrombar caixas eletrônicos, pela forma como foram encontrados. “Moradores da região suspeitaram de algo estranho e nos comunicaram. Quando chegamos ao local, o material explosivo estava enterrado, o que nos leva a acreditar que se trata de uma ilegalidade, em virtude do armazenamento irregular”, explica o oficial.

O major Marinho, que está no comando do 10º BPM há cerca de dois meses e meio, após ser subcomandante do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) em Natal, disse que é importante a participação dos populares, quando telefonam avisando à polícia sobre algum fato suspeito. “Isso retrata a confiança que o pessoal da região tem no trabalho da Polícia Militar”, avalia.

O comandante do 10º BPM disse que o trabalho de combate a criminalidade continua na região, com patrulhamento intensivo, barreiras policiais e atuação do serviço de inteligência.

Assessoria