Médica do comitê científico do RN diz que mais de 90% dos internados em UTIs no estado usaram remédio “sem eficácia comprovada” contra Covid-19

Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi

A médica infectologista Marise Reis, membro do comitê científico do estado, criticou o uso de medicamentos como a ivermectina como medida de prevenção à doença. Em entrevista a Bom Dia RN nesta terça-feira(23), disse que mais de 90% dos pacientes internados nas UTIs com Covid-19 no Rio Grande do Norte tomaram remédios “sem eficácia comprovada” contra a Covid-19, assim classificou.

Marise Reis Ela também criticou o incentivo ao uso da ivermectina para proteger contra o novo coronavírus. “Essa defesa nesse momento é um acinte. É um acinte ao conhecimento médico, ao conhecimento científico. É inaceitável”, declarou Marise.

“Não adianta a população, as pessoas, se esconderem por trás de um comprimido de ivermectina, achando que ele vai te proteger. Não vai. A literatura já é clara em relação a isso. Não há evidências de que esse medicamento protege contra a Covid. Então, o apelo que nós fazemos é: não tome remédio e saia por aí achando que você não vai adoecer”.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Diogo silva disse:

    EU TIVE E TOMEI IVERMECTINA, E O QUE GANHEI FOI UMA BELÍSSIMA DIARREIA!!

  2. Diogo silva disse:

    VEJO QUE A MAIORIA QUE AQUI COMENTA E O GAFO RAIVOSO!!
    ACHO QUE É MUITO SIMPLES ELA CHEGAR A ESSES NÚMEROS, QUE QUASE TODO MUNDO JA SÁBIA, É SÓ OS MÉDICOS FAZEREM UM LEVANTAMENTO JUNTO AOS PACIENTES!!

  3. Thiago lira disse:

    Como ela chegou a esses números?

  4. Direita radical. disse:

    Pela cara, é esquerdista. Sem credibilidade.

  5. Nelson disse:

    O petista fala, fala e depois acaba pisando em cima da língua.
    Baseado em qual estudo a Dra Faz essa afirmação????

  6. Carlos disse:

    Isso é chute. Não é ciência. Onde esta publicado essa estudo??

  7. Virgínia disse:

    Por favor, BG, faça uma entrevista com alguém do Comitê Cientifico de Natal ou com a infectologista do Giselda Trigueiro, que tem defendido a ivermectina, e pergunte se a informação dessa senhora procede. Não acredito que seja verdade, parece mais um discurso negacionista (palavra que eles amam) dos mesmos de sempre.

  8. LINDENBERG DINIZ DE ARAUJO disse:

    Boa tarde, quem fez essa estatística para essa médica. Está falando besteira.

  9. Ivan disse:

    Essa "miséra" é do comitê q disse q estaríamos em 12.000 óbitos em Agoosto?? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK, tem muita credibilidade mermo….Nem eles acreditam mais no que dizem…

  10. Antonio Araujo disse:

    Dra. Marise? Comitê científico ideológico? Me poupem…

  11. João Juca Jr disse:

    Que afirmação ridícula! Quer dizer que ela foi de leito em leito perguntar se o paciente tinha tomado Ivermectina? Será que ela quis insinuar que as pessoas estavam doentes por terem usado Ivermectina? Isso é ciência? Só se for ciências ocultas e letras apagadas.

  12. Mucio disse:

    Essa tem cara e discurso de PETISTA, não precisa falar mais nada ! Joga no lixo o que ela falou .

  13. Antonio Turci disse:

    Coitadinha. Morta de vontade de aparecer, de estar na berlinda!!! Deve petista.

  14. Gustavo disse:

    O engraçado é que as centenas de relatos sobre a eficácia do referido medicamento são sumariamente esquecidos, enquanto a negação da eficácia é tida como certeza absoluta. Por mais credibilidade que tenha aquele que defende a utilização, e por mais desconhecido que seja aquele que nega.
    Na verdade, nunca foi falado que a ivermectina previne o contágio, mas que reduz a carga viral do paciente, ou seja, mesmo tomando a substância, a pessoa pode ser contaminada, mas a evolução da doença para os estágios mais críticos torna-se mais difícil.
    Se algum ignorante toma e vai aglomerar, o problema é do ignorante e não do medicamento. Querem politizar até isso. Quem não acredita, não toma. Simples.

  15. Lucis disse:

    Médica excepcional.Tudo que disse com toda certeza tem respaldo técnico e teórico.E para quem desconhece : todas as vezes que se tem um atendimento médico é normal o mesmo perguntar se o paciente faz uso de alguma medicação.Sendo assim foi daí que se afirma que fizeram sim o uso de ivermectina.Aceitem que os médicos que defendem o fármaco são políticos.Se não o são trabalham para eles.

  16. Flávio disse:

    Hipocrisia em ação, como esta comitê e favorável apenas na confirmação científica. A profissiinal não poderia levar em consideração este dado, pois se baseia apenas em dafos aleatórios e empíricos. Mas agora ela acredita no empirismo, qual será o motivo ?

  17. Jorge disse:

    Todas as partes estão certas. Todos estão tomando invermectina e somente por isso achando que estão imunes à doença e relaxando nos cuidados de prevenção.
    Então podemos até tomar o medicamento, mas não relaxemos de todos os demais cuidados: não aglomeremos, usemos máscaras, lavemos as mãos e usemos álcool em gel.

  18. Santos disse:

    O problema é que o gado não entende que usar a Ivermectina não pode está desassociada do uso de máscaras, maior frequência na lavagem das mãos, evitar o contato físico e evitar aglomerações, então tomam o remédio pra piolho e fazem o que o rei do gado manda, viver a vida normalmente.
    Parabéns dra, tem q desenhar pra esse pessoal.

  19. Eduardo disse:

    meu amigo, e quantos tomaram e não foram hospitalizados? Pqp que pesquisa BOSTA

    • Yago disse:

      Exato. Eu sempre tomei o remédio, tive o Covid e não fui hospitalizado. Quantas vidas a Ivermectina salvou.

  20. Luciano disse:

    Qual a fonte dessa pesquisa? Pq não existe nada que comprove que o paciente tomou ou não ivermectina… Não sou de acordo que o paciente tome, mas é critério de cada médico. Se vc ver o perfil dessa cidadã, só vai ver Haddad

  21. Analista disse:

    Minha imunidade vêm de uma dose de Samanau Prata, com uma colher de chá de Mel de engenho e 1/2 limão. Mistura tudo e toma em jejum. Nunca peguei uma gripe, desde os 16 anos. Estou com 35!!!

    • henrique disse:

      MELHOR REMÉDIO, mas libera qualquer cachaça. kkkkk
      PINGA e COVID, não se dão bem.

  22. Neto disse:

    Estou com os Drs. Fernando Suassuna, Alberto Dickson, Carla Dickson e INÚMEROS outros médicos renomados do Estado que indicam a Ivermectina como profilaxia, bem como, no início do tratamento da doença. Na minha família seis pessoas foram curadas, sem internação hospitalar, logo após o aparecimento dos sintomas. Parabéns aos médicos que defendem a vida e prescrevem a Ivermectina como profilaxia. Toma quem quer. Quem fizer uso dessa medicação deve conversar com algum especialista e saber qual a periodicidade com que deve ser ministrado o remédio. Um medicamento de baixo custo, portanto, acessível a quase todo mundo, que tem, quer queiram ou não admitir, salvado vidas.

    • Carlos disse:

      Com ctz, estes tem propriedade para falar do assunto e não essa esquerdopata que só pelo discurso nota-se a ideologia . Estamos cheio de petistas entranhados não adm pública , foram 14 anos de sementes plantadas. Descobriram somente 300 empregados de Jose Dirceu na Petrobras . Somente.

  23. joaozinho disse:

    É preciso ela fazer um estudo clinico primeiro e um apurado de dados, para saber se estes pacientes receberam ivermectina de fato. E se receberam, foram tratados no inicio (recomendado) ou na fase mais grave (sem efeito). So depois se pronunciaria a respeito disso da forma que ela ta fazendo. Da forma NEGACIONISTA em que o assunto é tratado, sem dados cientificos clinicos, ela cai tambem em descredito pelas alegacoes devido a pouca literatura cientifica que existe da medicacao. E o fato de haver pouca literatura, tambem nao significa que seja ineficaz ate se provar ao contrario. No momento, todos os meios clinicos de pacientes internados nao estao certificados como tratamento correto, sao para tratar consequencias. Vamos deixar morrer as pessoas pelo negacionismo, se houver uma chance de estarem certos ou errados? Deixe o medico prescrever o que ele acredita como o mais certo.

  24. Direita Honesta disse:

    Esse tal comitê é uma piada. Com base em quê essa senhora faz tal afirmação? Será que fez uma pesquisa estatística bem fundamentada? Muitos médicos e entidades médicas recomendam o uso desse medicamento, dentre outros, que tem demonstrado bons resultados, AMENIZANDO os efeitos do vírus. Ninguém nunca disse que, usando tal medicamento, se poderia "sair por aí, achando que você não vai adoecer". Essa senhora está deturpando tudo, como os "lacradores" sempre fazem.

    • Onaireves Caba de Peia disse:

      Para fazer uma afirmação dessas ela deve ter feito algum estudo, incluindo o universo que não foi hospitalizado, dividindo em:

      a) quem tomou medicamentos de forma PRECOCE;
      b) outros que tomaram em fases mais adiantadas (e em quais);
      c) quem não tomou nada.

      Analisar só quem chegou ao hospital e daí fazer um raciocínio indutivo (generalizar) é uma falha científica que certamente o nosso infalível Komitê Cientifico não deixaria ocorrer, né?

    • Direita Honesta disse:

      Em tempo, já foi detectado nas redes sociais que essa senhora é apenas mais uma petista de carteirinha, tendo feito campanha para Haddad/Manuela na eleição passada. Tinha de ser.

  25. Luciano Brito disse:

    Mais uma negacionista contra a ivermectina,essas pessoas curadas no RN foi com coca cola?

  26. Mauricio José de Garcia Maia disse:

    A médica contou? Sou mais Fernando Suassuna!!!

  27. Natal sofrida disse:

    E as que se viraram com o remédio? Eu por exemplo. E muitos que conheço.

    • Onaireves Caba de Peia disse:

      Essas estão fora da amostra da Dra. Salvo erro.
      Que parece que só tabulou quem foi para o hospital.
      Tem que saber também a partir de que fase os hospitalizados
      começaram a fazer uso da invermecina. Ciência é isso.

  28. Onaireves Caba de Peia disse:

    Pergunta científica (no meu pressuposto de esses 90% são dados cientificamente tabulados, não chute): se o universo analisado é o de hospitalizados, onde estão os que tomaram e não foram parar no hospital? Não estariam fora da amostra?

    • André Fortes disse:

      Eu tive e tomei remédio pra dor e suco de cajá todos os seis dias que fiquei ruim. É batata!

    • Antenado disse:

      👏👏👏👏👏

    • Onaireves Caba de Peia disse:

      Beleza, André. Consiga mais um mil relatos desse que eu cogito levar à sério.

  29. Maria disse:

    Tenho certeza que a Médica ao informar tal dado tem isso documentado e publicará tal estudo em um veículo da área. #SQN

  30. Railucio disse:

    Entre a Dra Lucy Kerr e a senhora…Fico com Dra Lucy…!!!!!

    Passaria um dia inteiro mostrando de forma transparente e eficaz , exemplos de sucesso da ivermectina no combate e profilaxia do covid.
    Mais vou citar apenas um exemplo…Eu e minha família somos testemunhas vivas da sua eficácia.
    No mais… quem nega ou não acredita….tome um danoninho de forma preventiva que talvez resolva.
    Blz…..

    • arqueiro -) disse:

      Eu e minha família tomamos café todo dia, e eu não parei de trabalhar pois sou do ramo de serviços essenciais, e não peguei COVID, seguindo sua linha de raciocínio logo podemos alegar que CAFÉ previne o COVID. Vamos tomar café……….

    • Potiguar disse:

      Railucio, esse é seu exemplo? Sendo assim, lá em casa somos em 3, não tomamos nenhum desses remédios para, supostamente, combater a covid, não deixamos de trabalhar, meu filho está indo para a escola e não pegamos também.

  31. Manoel disse:

    Parabéns Dra Marise.
    Pelo menos esse povo nao vai ter problema com Lombriga se nao morrer com complicações no figado ou ter a flora intestinal destruída.

    • Onaireves Caba de Peia disse:

      Só se tomar fora da dosagem prescrita.
      Não diga besteira, dotô.

OMS aprova uso emergencial da vacina de Oxford

Foto: Ben Stansall/AFP

A Organização Mundial de Saúde (OMS) aprovou, nesta segunda-feira (15), o uso emergencial da vacina de Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19. Duas versões da vacina entraram na lista de uso emergencial da entidade: a produzida pela própria AstraZeneca-SKBio, na Coreia do Sul, e a outra pelo Instituto Serum, na Índia.

Com a entrada na lista, as vacinas poderão ser oferecidas por meio da plataforma Covax, iniciativa da OMS para garantir o acesso equitativo às vacinas da Covid a países mais pobres.

Apenas uma outra vacina, a da Pfizer, já havia entrado na lista de uso emergencial da OMS.

“Países sem acesso a vacinas até agora finalmente vão conseguir começar a vacinar seus profissionais de saúde e populações de risco, contribuindo para o objetivo da Covax Facility de distribuição equitativa de vacinas”, declarou Mariângela Simão, diretora-geral assistente da OMS para Acesso a Medicamentos e Produtos de Saúde.

“Mas precisamos continuar a pressão para atender às necessidades de populações prioritárias em todos os lugares e facilitar o acesso global”, continuou Simão.

“Para fazer isso, precisamos de duas coisas – um aumento da capacidade de produção e o envio precoce, pelos desenvolvedores, de suas vacinas para avaliação da OMS”, disse.

O grupo de especialistas da OMS para imunização (SAGE, na sigla em inglês) já havia divulgado, na semana passada, as orientações de uso da vacina de Oxford.

Aplicação no Brasil

A vacina de Oxford é uma das duas que já estão sendo aplicadas no Brasil – a outra é a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac –, depois de obterem autorização de uso emergencial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O Instituto Serum, um dos fabricantes com versões da vacina autorizadas pela OMS, é o laboratório do qual o Brasil comprou as doses prontas do imunizante. A versão produzida na Índia e comprada do laboratório chega em território brasileiro com o nome de “Covishield”.

Na semana passada, a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), braço da OMS nas Américas, disse que as primeiras doses das vacinas distribuídas por meio da Covax devem chegar aos países americanos no fim deste mês.

G1

STF forma maioria para manter obrigatoriedade de uso de máscara em locais públicos

Foto:  iStock

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos nesta sexta-feira (12) para manter a obrigatoriedade do uso de máscaras em áreas de acesso público e presídios, em razão da pandemia de Covid-19.

Em agosto, o relator, ministro Gilmar Mendes, derrubou o veto do presidente Jair Bolsonaro a trechos da lei que regulamenta o uso de máscaras de proteção como medida de combate à pandemia.

A obrigatoriedade do uso de equipamento individual nestes espaços foi estabelecida em uma lei que entrou em vigor em julho.

O texto estabelece a necessidade do uso de máscara em áreas de acesso ao público, de modo geral, e dá exemplos: estabelecimentos comerciais e industriais, escolas e templos religiosos – ou seja: lugares fechados onde haja reunião de pessoas. Ao sancionar o texto, o presidente Jair Bolsonaro vetou o trecho que descrevia esses locais.

A liminar foi confirmada pelo plenário. Agora, o Supremo voltou a discutir o tema no mérito, em plenário virtual, onde os ministros depositam seus votos virtualmente.

Acompanharam o relator os ministros Alexandre de Moraes, Marco Aurélio, Cármen Lúcia, Rosa Weber, Dias Toffoli e Edson Fachin. Os demais podem votar até a meia-

Em seu voto, Gilmar Mendes afirmou que o Brasil “atingiu lamentavelmente o 2º lugar mundial em quantidade de casos (atrás apenas dos Estados Unidos da América)” e que os vetos “descumpriram preceitos fundamentais relativos ao processo legislativo constitucional”.

“Em uma visão geral, o direito à saúde há de se efetivar mediante ações específicas (dimensão individual) e mediante amplas políticas públicas que visem à redução do risco de doença (dimensão coletiva”, afirmou.

Ainda segundo o ministro, “a obrigatoriedade legislativa de uso de equipamentos de proteção individual em presídios e estabelecimentos socioeducativos assume extrema relevância, diante da precariedade estrutural das políticas de saúde nesses sistemas”.

A decisão do STF confere segurança jurídica à aplicação da norma que, na prática, já foi restabelecida pelo próprio Congresso Nacional. Deputados e senadores derrubaram o veto de Bolsonaro e, com isso, recuperaram o texto integral da lei – incluindo a lista de exemplos de ambientes onde a máscara é obrigatória.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luladrão Encantador de Asnos disse:

    PQP os caras ganham uma fortuna por mês pra ficar decidindo uma bobagem dessa.

    • ReneGado disse:

      Amigo estou pasmo em saber que vc, com essa inteligência toda, n ganha o q eles ganham. Pq eu n sou inteligente, por isso sou só um servidor federal e contra a maioria das atitudes do Bozo.

      Vc é o cara, faça concurso pra juiz, já que vc é o fodao.

COVID E A DESCOBERTA SEM INTENÇÃO: Cientistas apostam em uso de vírus para combater câncer e outras doenças

Foto: National Cancer Institute/Unsplash

O caso de um homem de 61 anos que teve uma rara remissão do linfoma de Hodgkin – um tipo de câncer que se origina no sistema linfático – depois de ser infectado pela Covid-19, na Inglaterra, chamou a atenção da comunidade científica e do mundo em janeiro deste ano.

Os tumores, que eram um risco para o paciente na luta contra o novo coronavírus, desapareceram do corpo do idoso meses após ele ser infectado pela doença, e o caso, uma novidade nas pesquisas sobre a Covid-19, foi analisado e publicado no British Journal of Hematology.

Apesar de raras, situações em que vírus geram respostas do corpo humano no combate ao câncer e outras doenças já foram descritas anteriormente na literatura médica. O uso dos organismos na Medicina, inclusive, tem um nome: viroterapia.

Em entrevista recente à CNN, o oncologista Raphael Brandão Moreira afirmou que a explicação para o caso do idoso na Inglaterra é até simples: ao atacar o vírus o sistema imunológico do paciente combateu também as células cancerígenas.

“Não só a Covid-19, mas toda infecção viral, bacteriana, enfim, qualquer agressor externo ao nosso ambiente que seja estranho ao nosso corpo pode despertar o sistema imunológico”, disse o médico.

Descoberta ocorreu sem intenção

O caso britânico aconteceu de forma não intencional. Isso porque, após o diagnóstico de Covid-19, o paciente recebeu tratamento padrão para a doença, sem uso de corticoides ou de imunoterapia – que potencializa o sistema imunológico no combate a infecções e doenças.

Especialistas pesquisam a possibilidade de usar, intencionalmente, vírus contra o câncer e outras doenças. A viroterapia utiliza a biotecnologia para converter os organismos em agentes terapêuticos para tratar doenças.

Um dos principais pesquisadores nos Estados Unidos dessa modalidade para o tratamento do câncer é o médico Stephen Russell, presidente da Sociedade Americana de Terapia Genética e Celular (ASGCT, em inglês).

Russell e uma equipe de pesquisadores da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, se dedicam ao estudo dessa hipótese há praticamente duas décadas.

Atualmente, a equipe está focada em formas de usar modificações dos vírus do sarampo, da estomatite vesicular (VSV), da coxsackie A21 (CVA21) e o mengovírus no tratamento de pacientes oncológicos – estudos clínicos de fase 1 estão em andamento.

Com dezenas de artigos publicados sobre o tema, os pesquisadores já apresentaram, em 2014, um caso concreto em que uma mulher com mieloma múltiplo, um tipo de câncer sanguíneo incurável, entrou em remissão da doença após receber uma dose altamente concentrada do vírus do sarampo desenvolvido em laboratório.

“Um vírus pode ser treinado para danificar especificamente um câncer e deixar outros tecidos do corpo ilesos”

Stephen Russell, presidente da Sociedade Americana de Terapia Genética e Celular

“A ideia é que um vírus pode ser treinado para danificar especificamente um câncer e deixar outros tecidos do corpo ilesos”, disse Russell à CNN, na época do caso.

Embora ainda não haja outros pacientes com remissão completa usando um vírus semelhante, nos últimos anos os pesquisadores conseguiram entender por que a terapia funcionou para Stacy Erholtz, que recebeu o tratamento experimental.

Um dos principais motivos é que ela não tinha anticorpos contra o sarampo, os quais a maioria das pessoas desenvolve por ter sido vacinada ou por contrair a doença.

Em pessoas com anticorpos do sarampo, no entanto, usar o vírus como terapia não funcionou, porque o corpo o neutralizou antes que tivesse a chance de matar as células cancerígenas.

Nos estudos recentes, Russell e os demais pesquisadores tentam substituir o vírus do sarampo pelo VSV – ao qual a maioria das pessoas não foi exposta e, portanto, não possui anticorpos – e que, em testes laboratoriais, se mostrou ainda mais potente contra o câncer do que o vírus do sarampo.

E o vírus da Covid-19?

De volta ao caso britânico: por se tratar de um caso raro e isolado, ainda é cedo para dizer se, no futuro, será possível usar o SARS-Cov-2, vírus que causa a Covid-19, em tratamentos de viroterapia.

A médica Fernanda Lemos, hematologista no hospital A.C. Camargo Cancer Center, destacou a importância do registro do caso e disse que parte do conceito da viroterapia já é amplamente aplicado hoje no tratamento de determinados tipos de câncer.

“Viroterapia é um campo que cada vez mais chama atenção, mas que ainda precisa de um caminho longo de estudos” (Fernanda Lemos, hematologista no hospital A.C. Camargo Cancer Center).

“A viroterapia é um campo que cada vez mais chama atenção, mas que ainda precisa de um caminho longo de estudos. [A ideia de] acordar essas células que vão ajudar o organismo no combate à doença é o que já fazemos atualmente por meio da imunoterapia com o uso de drogas”, disse ela à CNN.

“Para grande parte dos tumores hematológicos, tumores sólidos e melanomas que dependem da resposta imunológica para serem erradicados, a imunoterapia já é uma realidade, não o futuro”, completou.

Ela destacou que a vantagem da imunoterapia é o fato de tratar-se de uma terapia inteligente contra o câncer, com menos efeito colateral do que a radioterapia e a quimioterapia, por atuar especificamente nas células cancerígenas.

Lemos fez ainda um alerta: “Esse caso mostra um mecanismo que futuramente pode auxiliar no tratamento, mas de forma alguma substitui tratamentos embasados e com anos de entendimento. Os pacientes não devem procurar medidas heroicas”.

Essa opinião é compartilhada por Carlos Chiattone, professor de Medicina da Santa Casa de São Paulo e diretor da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH).

“Pacientes com doenças oncológicas, via de regra, desenvolvem casos mais graves do novo coronavírus” (Carlos Chiattone, professor de Medicina da Santa Casa de São Paulo).

“Tenho recebido muitas consultas, pedidos de opinião… Olha, não vamos torcer para que um paciente com câncer tenha Covid-19, longe disso. Porque pacientes com doenças oncológicas, via de regra, desenvolvem casos mais graves do novo coronavírus”, explicou Chiattone à CNN.

Em relação ao caso do paciente britânico, ele diz que um caminho pode ser entender a resposta imunológica que o vírus causou no corpo e, então, desenvolver mecanismos que reproduzam esse efeito.

Chiattone, no entanto, disse não acreditar que o SARS-Cov-2 poderá ser usado diretamente no corpo, como nos estudos desenvolvidos com o vírus do sarampo pelos pesquisadores da Clínica Mayo.

“Esse dado [do paciente britânico] é inusitado e claro que merece divulgação, mas tem que tomar cuidado. Por ser algo raríssimo, não é possível determinar como replicar esse efeito”, completou.

Chiattone, que é coordenador da oncohematologia do Hospital Samaritano de São Paulo, também enfatizou o uso da imunoterapia por ser um caminho mais testado e desenvolvido para novos tratamentos de câncer.

“Uma tendência da oncologia, em algumas áreas como os cânceres do sangue, é deixar a era do tratamento quimioterápico para a era do tratamento imunológico, com inúmeras vertentes e formas”, explicou.

Ainda de acordo com Chiattone, essa terapia-alvo é feita por meio de drogas que estimulam o sistema imunológico, por anticorpos ou outras substâncias, que fazem o sistema imunológico combater, por conta própria, o câncer.

CNN Brasil

Decreto regulamenta provisoriamente uso da área não edificante de Ponta Negra

Foto: Google Street View

A Prefeitura do Natal publicou decreto regulamentando provisoriamente os usos compatíveis para a Área Não Edificante (non aedificandi) do bairro de Ponta Negra. O objetivo é garantir a proteção do conjunto cênico-paisagístico composto pela Praia de Ponta Negra, o monumento natural do Morro do Careca e as dunas associadas, ao estabelecer as diretrizes técnicas para os processos de licenciamento ambiental e urbano de área. O documento terá validade até a aprovação definitiva do Plano Diretor pela Câmara dos Vereadores.

O decreto nº 12.160 de 27 de janeiro de 2021 foi publicado na edição da última sexta-feira, 29 de fevereiro, no do Diário Oficial do Município (DOM). E considera a crescente demanda para utilização da área non aedificandi para usos diversos e a necessidade de disciplinar a ocupação de acordo com os usos compatíveis com a Zona Especial de Interesse Turístico. Além da tramitação de ação civil pública, na qual foi firmado acordo para fixação da disciplina urbanística e ambiental na área e o processo de revisão do Plano Diretor, que deverá definir os objetivos da sociedade para cada porção do território.

Os usos admitidos serão sujeitos ao prévio licenciamento conforme termo de referência expedido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (SEMURB). O titular da pasta , Thiago Mesquita, explica que a Área Não Edificante de Ponta Negra foi criada a partir do Decreto Municipal n.º 2.236, de 19 de julho de 1979 e corresponde a um total de nove quadras de lotes, distribuídos ao longo da margem esquerda da Roberto Freire.

“A atual legislação proíbe qualquer edificação nos lotes nele especificados, com material de construção definitivos como concreto, por exemplo. E por se tratar de uma área privada, o objetivo do decreto é garantir a preservação dos aspectos cênico-paisagísticos. Por isso, estabeleceu-se a permissão de atividades de caráter temporário e de vocação natural da região, que é o turismo”, disse.

De acordo com o decreto, fica vedada qualquer edificação sobre o lote, bem como a fixação de equipamentos de suporte sobre base de alvenaria ou similar, que configure edificação, sendo permitido a instalação de equipamentos removíveis, com área máxima de 18m² e que não interfira negativamente na paisagem.

Também fica proibida a instalação de decks de madeira ou estrutura similar, com a finalidade de fixar vitrines, publicidade, tendas, toldos, exposição de mercadorias ou de extensão da calçada, adentrando no limite do lote na Av. Engenheiro Roberto Freire. “As regras estão bem definidas para impedir qualquer tipo de construção que possa trazer prejuízo para a paisagem e seus elementos constituintes, nem necessitem de área construída para seu desempenho”, acrescenta Mesquita.

Além disso, na área regulamentada fica proibida a instalação e funcionamento para usos industriais, comércio atacadista, venda e estocagem de mercadorias, entreposto de mercadoria, terminais atacadistas, armazéns e frigoríficos. E também os serviços profissionais, escritórios de negócios, pessoais e de saúde e laboratórios, hospedagem, habitação ainda que temporária, camping, oficinas, postos de abastecimento e lavagens, como também, estacionamento de veículos de grande porte, como ônibus, caminhões e similares.

Os equipamentos instalados no lote devem garantir a livre circulação de pedestres, obedecendo à faixa de 1,80m. Para o funcionamento das atividades relacionadas aos usos permitidos, deverão ser atendidos os seguintes condicionantes sanitários: instalação de banheiros químicos, com lavatório para higienização das mãos, com solução para o esgotamento sanitário; ponto de abastecimento de água, com oferta de água corrente e potável; e plano de gerenciamento de resíduos sólidos urbanos.

Após o cumprimento das etapas definidas no decreto, será emitida Licença de Operação para as atividades analisadas. Posterior a emissão da licença citada, deverá o empreendedor juntar o Alvará da Vigilância Sanitária e o Atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros, para a obtenção do Alvará de Funcionamento definitivo perante a Semurb. As licenças expedidas terão validade máxima de dois anos, podendo ser prorrogadas por igual período.

Para acessar o decreto completo e conferir em detalhes as diretrizes, clique aqui.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Natalense disse:

    No lugar da prefeitura liberar essa área deveria desapropriar todos os imóveis na Rua Erivan França – que aliás, deveria se chamar Rua do Careca; e revitalizar a orla. É preciso ouvir ideias prefeito!

Eslováquia é o 1º país da União Europeia a aprovar uso da Ivermectina contra Covid

Foto: Reprodução

O portal Grande Ponto destaca que O Ministro da Saúde da República da Eslováquia registrou oficialmente a Ivermectina como medicamento para profilaxia e tratamento aprovado para contra o SARS-CoV-2, o vírus por trás da COVID-19. A autorização ocorreu na última quarta-feira (27), quando os médicos receberam a notícia de que poderiam prosseguir com as prescrições formalmente autorizadas tanto em hospitais como em ambulatório.

Em 26 de janeiro, o Ministro da Saúde, Marek Krajci, concedeu uma licença para o medicamento não registrado, pois o medicamento já estava em uso de forma compassiva no último semestre.

O site TrialSite entrevistou Ondrej Halgas, um pesquisador da Universidade de Toronto e originalmente da Eslováquia. Halgas tem se envolvido ativamente com uma rede de organização e lobby para a aprovação do medicamento durante a pandemia. A nação da Europa Oriental, de 5,4 milhões de pessoas, membro da União Europeia desde 2004, acaba de fazer história com a aprovação do medicamento.

A autorização real foi o resultado do trabalho de redes de profissionais de saúde, jornalistas e outros ativistas de saúde que têm trabalhado diligentemente para aumentar a conscientização sobre os dados de eficácia crescentes no contexto da pandemia COVID-19.

Leia matéria completa AQUI.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Heraldo disse:

    É o primeiro de uma série de países.
    As evidências científicas até agora, fruto de cerca de 30 ensaios clínicos, dos quais 17 RCTs, são muito robustas, e espera-se para breve os cerca de 50 ensaios em andamento, vide clinicaltrial.gov.
    Quem quiser mais informações consulte os sites: FLCCC.net e o c19study.com, ambos repositórios da mais vasta publicação científica sobre a Ivermectina.
    Heraldo

  2. José Macedo disse:

    Esse vermiculo funciona sim.
    Existe política nos medicamentos e tratamentos também.
    Vamos tomar como exemplo o continente africano por que o número de mortos por Covid-19 é muito baixo ?Alguém já viu alguma reportagem falando sobre isso?
    A oms diz que o baixo número de óbitos deve-se aos cuidados tomados como distanciamento e vejam bem, ampliação na capacidade no atendimento de saúde, quer dizer que o sistema de saúde e cuidados dos africanos são melhores do que um do primeiro mundo.
    Nem criança acredita nessas baboseiras que a oms diz.
    É tudo política ela está acima até mesmo da morte de milhões de pessoas que poderiam ser salvas.

    • Zinid disse:

      Realmente td política,procurem saber do Cloridrato de Levamisol,o que houve com ele, mas hj está como Ascaridil.

  3. Coroninha disse:

    A Eslováquia está para a Europa como o Brasil está para o resto do mundo, ou seja, uma bosta. Hehehehehe

  4. Tobias Bastos. disse:

    Tomo ivermectina, desde maio de 2020. ZINCO , vitaminas D e C. Todas as manhãs, em jejum, gargarejo um copo d'água com uma colher de vinagre. Um limão batido no liquidificador com casca, cuado e adiciono 30 gotas de própolis. 73 anos, 62kg, pedalo 4x por semana e faço academia em casa. Só saio com duas máscaras.

  5. Tico de Adauto disse:

    Tomo não, visse.

  6. Natalense disse:

    Esse é o país da ex-promeiea dama dos EUA.
    Os fortes entenderão.

  7. Tom França disse:

    O que será que tem por trás, em não haver estudos mais robustos em relação a ivermectina? Porque será que existem médicos (a maioria) a favor e médicos contra? Gostaria mesmo que explicassem, porque médicos tão respeitados e capacitados no RN e no mundo, são a favor desse medicamento e simplesmente não lhes dão crédito? Será que é verdade, que existe um "lobby" da indústria farmacêutica de vacinas, tentando desmerecer a Ivermectina, pra não "atrapalhar os negócios" deles?

    • Manoel disse:

      O fato da ivermectina ser barata e não ter patente mais não quer dizer, necessariamente, que não há interesse em pesquisar sobre o efeito dela no combate contra o covid. Já foram feitas muitas pesquisas e algumas tem conseguido encontrar algum efeito contra o covid. Recentemente, por exemplo, foi publicado e já revisado um estudo amplo com o remédio cochicina , ele eh barato e houve comprovação bem substancial que seu uso precoce surtiu efeitos pra evitar casos graves de internação por covid. Qual o problema da ivermectina ser usada sem um estudo científico adequado: existe o efeito placebo e isso pode mascarar o efetivo resultado de um tratamento! Logo, eu tomar ivermectina pra evitar ou não ter um quadro grave de covid, em termos científico, não quer dizer NADA! Acreditar e privilegiar a ciência não quer dizer que eu seja esquerdista , petista, nazista, comunista … Muito menos que eu não faça uso da ivermectina, por exemplo!

    • Neco disse:

      Efeito-placebo existe até quando há o princípio ativo. A substância age e o paciente acredita que a recebeu e nela, acredita. Somam-se dois fatores. O problema é que tem muitos médicos fazendo uso com base nas suas experiências. Ainda não tem um selo científico porque ainda não deu tempo. Tudo isso, leva anos de acompnhamento de pessoas (massificação, randomização, duplo-cego, revisão de pares, meta-análise, o carai a quatro). Se está numa corrida contra o relógio. Mas até plantas usadas por índios funcionam para certos males, mas a maioria não tem chancela acadêmica. Pensar que só existe verdade dentro do mainstream acadêmico é puro obscurantismo. Aliás, ciência pega só o fragmento da realidade que dá para ser analisado segundo a disponbilidade de (seus) métodos já delimitados. Toda 'verdade' científica é inerentemente precária, suscetível de ser falseada.

  8. Greg disse:

    A Anvisa não aprova o uso da Ivermectina pra tratamento de Coronavírus, portanto…só uso vacina ou tratamento (que ainda não tem). chancelado pela ANVISA. boa tarde a todos.

  9. Lourenço disse:

    Vamos nos preocupar com vc Zezinho do gado 😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😅😅😅😅😅😅😅😅

  10. Marcos Luiz disse:

    Já tomo Ivermectina desde o inicio . A cada 15 dias . Toda a minha família e graças a Deus , nenhum sintoma. E muita vitamina D.

  11. Gil disse:

    SUSPENDAM A VACINAÇAO E MANDEM O GADO PARA O POSTO PEGAR IVERMECTINA KKKKK

    • Antenado disse:

      O tratamento profilático está ajudando muito nas internações de casos graves e de mortes. A ivermectina como antiviral está sendo usado e indicado. Não é vacina mas ajuda e muito. Toma quem quer.

    • M.D.R. disse:

      Que esta havendo os R$ 5 MILHÕES foi a BAHIA e passou pelo um processo de diluição.
      Até agora sem resposta….

    • oCínico disse:

      Boa!
      Ivermectina para o gado e caixão para os jumentos!

  12. Japiense disse:

    Crédito ao Dr Fernando Suassuna, defensor desde sempre deste fármaco. É de Natal, é da gente! A verdade está vindo à tona.

  13. Boró disse:

    Isso é um couro de p… do ca….
    Uns falam que serve, outros dizem que não. Daqui a pouco um site esquerdopata vem desmentindo.

    • Paulo Roberto disse:

      Toma quem quer. Aqui em casa fazemos uso da Ivermectina desde que uns familiares tiveram os sintomas e ficaram curados com essa medicação. Quem não teve os sintomas, tomam Ivermectina, mensalmente e, até o presente não se contaminaram.

  14. ZéGado disse:

    Espero que comam com farinha… eu tô nem aí pra quem usa essa bosta

  15. Chicó disse:

    Os negacionistas do tratamento precoce são genocidas !!!

  16. SANDRA disse:

    OS ESQUERDOPATAS VÃO PIRAR.

    • Maria disse:

      Sou de esquerda e sempre tomei ivermectina, a medicação receitada pelo Minto é a Cloroquina que nunca teve eficácia, agora vão pegar carona?

TCU aponta ilegalidade em uso de dinheiro do SUS para distribuir cloroquina e cobra explicação de Pazuello

Uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) apontou ilegalidade no uso de recursos do SUS para o fornecimento de cloroquina e hidroxicloroquina a pacientes com Covid-19, prática adotada pelo governo de Jair Bolsonaro. A política foi implementada pelo ministro da Saúde, o general da ativa Eduardo Pazuello.

Diante da conclusão da área técnica do TCU, o ministro Benjamin Zymler, relator do processo, determinou que o Ministério da Saúde explique em cinco dias úteis a posição da pasta em relação ao uso de cloroquina por pacientes com Covid-19. O despacho foi expedido na última sexta-feira (22).

A explicação deve ocorrer porque Pazuello adotou, nos últimos dias, uma posição “contraditória” em relação ao que o próprio ministério vem empreendendo em relação à cloroquina, conforme o despacho do ministro do TCU. A pasta também deve explicar quem foi o responsável por colocar no ar um aplicativo, o TratCOV, que orientava o uso indiscriminado do medicamento.

Não há comprovação científica sobre a eficácia da cloroquina para o tratamento precoce de pacientes com Covid-19. Mesmo assim, Bolsonaro e Pazuello apostaram no medicamento como saída para a pandemia.

Somente num caso mais recente, de crise na rede de saúde em Manaus e esgotamento de oxigênio nos hospitais, o Ministério da Saúde distribuiu 120 mil comprimidos de hidroxicloroquina na cidade. O que as unidades de saúde precisavam, como anotado em diversas alertas feitos ao ministro, era de oxigênio. Pacientes morreram asfixiados.

Pazuello é formalmente investigado num inquérito pedido pela PGR (Procuradoria-Geral da República) e aberto por determinação do STF (Supremo Tribunal Federal). Ele é suspeito de prática de crimes, em razão do que ocorreu em Manaus, e precisará prestar depoimento à PF (Polícia Federal).

No TCU, a área técnica compreendeu que a distribuição de cloroquina pelo SUS é ilegal. O entendimento dos auditores foi transcrito no despacho do ministro Zymler.

“Como não houve manifestação da Anvisa acerca da possibilidade de se utilizar os medicamentos à base de cloroquina para tratamento da Covid-19 e tampouco dos órgãos internacionais antes mencionados (as ‘Anvisas’ de outros países), verifica-se não haver amparo legal para a utilização de recursos do SUS para o fornecimento desses medicamentos com essa finalidade”, cita o documento.

Os auditores afirmam que o uso da cloroquina só poderia ocorrer “off label”, ou seja, fora do que prevê a bula do medicamento. E, para que um medicamento “off label” seja fornecido pelo SUS, é preciso haver autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), segundo análise de auditores do TCU.

Na pandemia, a Anvisa permitiu importações excepcionais de medicamentos, desde que aprovados por “Anvisas” de outros países. “Essas autoridades sanitárias também não aprovaram o uso de medicamentos à base de cloroquina para tratamento da Covid-19”, afirma a área técnica do TCU.

O TCU diz ainda que a própria orientação do Ministério da Saúde para tratamento precoce cita a falta de evidências científicas sobre o êxito de medicamentos do tipo. “A nota informativa (do ministério) não possui os requisitos para se constituir em um protocolo clínico ou diretriz terapêutica”, afirma.

A área técnica do TCU recomendou que a nota do Ministério da Saúde, elaborada na gestão de Pazuello, seja submetida à Anvisa, “a fim de que ela se manifeste sobre a autorização ou não do uso off label da cloroquina e hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19”.

Ao decidir pedir uma “posição oficial” do Ministério da Saúde sobre o assunto, o ministro Zymler apontou as contradições recentes de Pazuello, que disse não indicar medicação para o combate à Covid-19, e sim que as pessoas procurem por “atendimento precoce” nos serviços de saúde.

“As manifestações do titular da pasta são contraditadas pelos documentos emitidos pelo ministério, os quais indicam os medicamentos a serem utilizados, com as respectivas posologias, para o tratamento da Covid-19”, afirmou o integrante do TCU.

Outro “ponto de realce”, conforme o ministro, foi o lançamento do TratCOV pelo Ministério da Saúde, um aplicativo que estimulava a prescrição indiscriminada de cloroquina. “Possivelmente, em razão das críticas sofridas, o aplicativo não se encontra mais acessível na internet”, disse Zymler, no pedido de explicações.

À Folha, a Anvisa confirmou que não deu autorização para uso “off label” da cloroquina. O órgão disse, por meio da assessoria de imprensa, que se manifestou no sentido de que essa era uma atribuição do médico, em discussão com o paciente. E que não houve pedido para inclusão dessa indicação por nenhum laboratório.

Na reunião que selou as primeiras autorizações para uso emergencial das vacinas contra o novo coronavírus, diretores da Anvisa deixaram claro não existirem opções de tratamento precoce para a Covid-19.

Folha de São Paulo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tico de Adauto disse:

    E tome Leite Moça.
    Cloroquina com Leite Moça.
    Q desgoverno!!!

  2. Tico de Adauto disse:

    Impeachment e cadeia!

  3. Pixuleco disse:

    Pode escrever , TONHO vai colocar o Cabo Pazuello ( com todo respeito aos cabos ) , como boi de Piranha . O doidin vai querer tirar o dele da reta e deixar a toromba para o “ para o
    estrategista”

  4. Queiroz disse:

    Olha aí, Pazzuello. Aquela estória de obedecer cegamente só funciona quando quem manda tem o juízo no lugar.

  5. O Rei da Rachadinha disse:

    Como dizia o Pazuello, " Um manda e o outro obedece".

  6. Santos disse:

    Até que enfim!
    Agora vai!

  7. Rivaldo disse:

    Isso é muito importante para entendermos o quanto o Estado está Aparelhado.
    Existem milhares de denúncias de irregularidade cometidas pelos governadores e prefeitos com os recursos federais encaminhados pelo governo federal para combate a pandemia.
    Quantos governadores e prefeitos já foram indiciados? NENHUM!
    Dória comprou R$ 40 milhões em vacinas SEM QUALQUER COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA, NEM APROVAÇÃO DA ANVISA. Por acaso Dória responde a algum questionamento?
    É um país tomado por imorais e que usam seus cargos e funções em defesa dos partidos afiliados e desgaste dos opositores.

  8. Incitatus disse:

    Só mesmo o gado, defensor cego do Bozo, para cair no conto do "tratamento precoce" com Cloroquina que ele criou. Se houvesse o mínimo de chance desse medicamento ter alguma eficácia contra o COVID-19, seria aplicado em larga escala no Mundo. Nem o amiguinho do Bozo, Trump, caiu nesse conto do vigário! Muito pelo contrário! Assim que os americanos descobriram que cloroquina não tinha eficácia, ele aproveitou a oportunidade de abarrotar nosso país com os estoques que os EUA tinham. Afinal, o parceiro ideológico lunático continuava a acreditar no remédio milagroso! Infelizmente milhões de reais já foram gastos com esse placebo.

  9. Natalense disse:

    E segurem o Dória … Em abril ele vai disponibilizar 40 milhões da vaChina! Aquela que o presidente debochou! E olha que é um governador com o presidente joga do contrato.

  10. Natalense disse:

    Olha o que falei… Esse blog é TOP! Notícia quentinha só aqui!

Anvisa aprova pedido de uso de 4,8 milhões de doses em novo lote da CoronaVac

FOTO: ISAAC FONTANA/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou nesta sexta-feira (22) o novo pedido de uso emergencial feito pelo Instituto Butantan de 4,8 milhões de doses da CoronaVac, vacina contra a covid-19 desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac que será produzida no país pelo Butantan, em São Paulo.

Este segundo pedido trata do envase, pelo próprio Instituto Butantan, da vacina em frasco-ampola multidose. Ou seja, as duas principais diferenças são o local de envase da vacina e o tipo de embalagem que será utilizada.

A solicitação também se estende aos 46 milhões de doses ja acordados com o Ministério da Saúde, sem necessidade de nova solicitação. Seis milhões de doses já foram fornecidos pelo Butantan para o início do plano nacional de vacinação, realizado na segunda-feira (18).

Após a gerência técnica da Anvisa recomendar a liberação do uso emergencial dessas doses, a relatora Meiruze Freitas, primeira diretora a votar, se manifestou a favor da aprovação.

Em seguida, os diretores Romison Rodrigues Mota e Alex Campos seguiram o voto de Mariuze, formando a maioria simples necessária para a liberação.

O novo pedido foi feito na segunda-feira (18), um dia após a aprovação, por unanimidade, do pedido de uso emergencial de 6 milhões de doses da CoronaVac que já estavam em território nacional, e de 2 milhões da vacina de Oxford, que chegaram nesta sexta-feira (22) da Índia – primeiros imunizantes contra a covid-19 aprovados para uso no país.

Os documentos apresentados pelo Butantan – desta vez, 933 páginas – foram analisados por duas áreas técnicas da Anvisa: área de eficácia, segurança e qualidade da vacina e área de inspeção e fiscalização. Não foi preciso fazer a avaliação de gerenciamento de riscos, pois ela já havia ocorrido no domingo (17).

A decisão será publicada no portal da Anvisa e passa a valer a partir do momento em que o laboratório for comunicado oficialmente. Isso deve ocorrer no prazo de duas horas após a reunião, de acordo com a agência.

Segundo o Butantan, as vacinas serão disponibilizadas ao Ministério da Saúde na próxima semana.

A aprovação desse segundo pedido ocorre quatro dias depois da solicitação – a primeira levou nove dias. Entre os fatores que facilitaram essa segunda aprovação é um volume maior de documentos já ter sido revisado para a primeira autorização. “Muitos documentos, estudos e dados são comuns aos dois pedidos”, ressaltou a Anvisa.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Wl disse:

    Que bobagem, sabe nada inocentes, deixem de politicagem, e Pés da a Deus que nos guarde, isso não é jogo, e nem campanha não, para ver quem venceu, saibam bestas , que é o poder pelo poder, o povo é só a massa, entendeu. Para chegar lá. Da nojo

    • Paulo disse:

      O Foro de São Paulo foi criado por Lula e Fidel Castro em 1990 para implantar o comunismo na América Latina.
      Vários países já caíram nas mãos dessa seita.
      Isso por si só já é suficiente.
      Bolsonaro é o que impede o foro de São Paulo de tomar o poder.
      Bolsonaro presidente até 2026.
      Pelo bem do Brasil.

  2. Natalense disse:

    De tão pequeno, Dória colocou o presidente no bolso.

    • Paulo disse:

      Doria é um político sem escrúpulos.
      É capaz de qualquer coisa pelo poder.
      Entrou na prefeitura começou a viajar pelo país esquecendo de ser prefeito.
      Não tem respeito pela democracia e pelas autoridades.
      Pensando em ser presidente, faz conchavos com Rodrigo Maia.

    • Natalense disse:

      Se o Dória que nunca ameaçou a democracia não respeita a democracia, imagina um lunático que todo santo dia faz ameaças? Presidente faz o povo passar vergonha. Governo sem projetos. Brasil sem governo.

  3. Tico de Adauto disse:

    👏👏👏👏👏👏Só tomo a DoriaVac

    • Paulo disse:

      Vacina chinesa para esquerdistas.
      Pessoaa de bem tomam Oxford.

    • BH disse:

      E Eduardo Cunha heim??
      Viu o que ele escreveu??
      Pode enaltecer o tucanato.
      Kkkkk
      Vcs merecem!

VÍDEO: Juíza que incentivou aglomerações agora ensina a burlar o uso de máscara

A juíza de Direito Ludmila Lins Grilo, da vara Criminal e da Infância e da Juventude de Unaí/MG, se envolveu em mais uma polêmica na noite desta segunda-feira, 4. Após incentivar aglomerações na virada do ano com a hashtag #AglomeraBrasil, a magistrada agora postou um vídeo “ensinando” como burlar o uso da máscara.

Nas imagens, Ludmila toma um sorvete e diz que desta forma pode andar pelo shopping sem o uso da proteção. “O vírus não gosta de sorvete”, ironizou.

Justiça Potiguar

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Mark disse:

    Juíza, não.
    Militante partidária da seita bolsonarista.

  2. Carlos disse:

    Copiou Lá Piovani

  3. Caio Alencar disse:

    Essa senhora não é Juíza!Tudo indica ser tresloucada! Não é a primeira vez q debocha de uma doença q já matou mais de 126.000 pessoas! Estava em uma padaria, sentada, dizendo q o vírus só infectava pessoas em pé!Deve ser incentivada pela postura do nosso Presidente q não perde oportunidade de debochar essa TRAGEDIA!Espera-se q o CNJ aja com todo rigor contra essa MALUCA

  4. Márcia Guedes disse:

    É…talvez o Vírus não goste do sorvete, mas com certeza vai gostar muito dela.

  5. Naldin disse:

    O vei é bom, o vei é espetacular, mito 2022.

  6. paulo disse:

    Será que Luladrão toma 51 de máscara………kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Calígula disse:

      Esse Lula rouba sem máscara, na cara dura mesmo kķkkk é um sem vergonha.

  7. Fabio disse:

    Sinceramente não a vi burlando a lei. Só falou a verdade, para tomar sorvete tem de tirar a máscara, ou não?

  8. Danniel Ribeiro disse:

    Eu também tive essa ideal, quando não é sorvete, é com garrafa de água, kkkkk

  9. Calígula disse:

    Além de gata é inteligente.
    Aí é no osso , essa é pra casar kkk

  10. Calígula disse:

    Ela tá certíssima, Hô Juíza invocada.
    #Bolsonaro TEM RAZÃO

  11. Tico de Adauto disse:

    Bora CNJ.

Oxford testará o uso conjunto da sua vacina com Sputnik V

Foto: Reprodução/Globo News

A farmacêutica AstraZeneca anunciou nesta sexta-feira (11) que vai estudar a possibilidade de combinar sua vacina experimental contra a Covid-19, desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford, com a Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, na Rússia.

A vacina da AstraZeneca é uma das quatro que estão sendo testadas no Brasil (veja detalhes mais abaixo).

O anúncio foi feito depois que os próprios desenvolvedores da Sputnik V sugeriram, no Twitter, que a AstraZeneca tentasse a combinação para aumentar a eficácia da vacina. Os pesquisadores russos ainda não publicaram dados da eficácia de seu imunizante em revista científica; já Oxford e a AstraZeneca, sim (leia mais abaixo).

Tecnologia

Ambas as vacinas usam um vetor viral. Nesse tipo de vacina, os pesquisadores usam um outro vírus, modificado, para introduzir parte do material genético do novo coronavírus (Sars-CoV-2) no organismo e induzir a resposta do sistema de defesa do corpo.

Nas duas vacinas, o tipo de vírus que “carrega” o coronavírus para o corpo é um adenovírus. As duas também são aplicadas em duas doses.

A diferença é que, na vacina de Oxford, os adenovírus usados nas duas doses são iguais. Na Sputnik V, eles são diferentes. Segundo os cientistas russos, isso é uma grande vantagem da vacina.

No Twitter, os pesquisadores disseram que “o uso de dois vetores diferentes para duas injeções vai resultar em uma eficácia maior do que usar o mesmo vetor para as duas injeções”.

Kirill Dmitriev, o líder do fundo RDIF, que financiou a Sputnik V, disse que isso mostra a força da tecnologia da vacina e “a nossa disposição e desejo para fazer parcerias com outras vacinas para combater a Covid-19 juntos”.

Eficácia

Na terça-feira (8), a AstraZeneca e a Universidade de Oxford publicaram, em revista científica, o estudo que mostrava a eficácia de sua vacina contra a Covid-19. Segundo os dados, a eficácia foi de até 90% em voluntários que tomaram a dose menor da vacina – um resultado que intrigou os próprios cientistas.

Na prática, se uma vacina tem 90% de eficácia, isso significa dizer que 90% das pessoas que são vacinadas com ela ficam protegidas contra aquela doença.

A Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, ainda não teve seus dados de eficácia publicados em revista científica. Segundo o último anúncio dos pesquisadores, no fim de novembro, a vacina teve eficácia “acima de 95%” 21 dias após a segunda dose.

Testes no Brasil

A vacina da AstraZeneca, criada em parceria com a Universidade de Oxford, é uma das quatro que estão sendo testadas no Brasil. O país tem contrato de compra de doses e repasse da tecnologia para a Fiocruz, para que o imunizante possa ser produzido em solo brasileiro. O investimento será de R$ 1,9 bilhão.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse nesta semana que a previsão é que o registro da vacina esteja pronto no fim de fevereiro.

Já o governo russo firmou parcerias com os governos do Paraná e da Bahia para produção da Sputnik V em solo brasileiro.

As outras vacinas em testes no Brasil são a da Johnson, a da Pfizer e a da Sinovac. Veja a situação de cada uma:

Pfizer: publicou resultados. Governo federal diz que a vacinação pode começar ainda neste mês ou em janeiro se a empresa conseguisse aprovação emergencial na Anvisa. Nesta semana, o Reino Unido começou a aplicar a vacina na população. Também já foi aprovada no Canadá, Bahrein e teve aprovação recomendada nos Estados Unidos.

Sinovac: não publicou resultados nem divulgou dados preliminares. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse que a vacinação no estado com o imunizante vai começar em 25 de janeiro, mas a vacina ainda não foi aprovada pela Anvisa.

Johnson: ainda não publicou resultados de eficácia nem divulgou dados preliminares. A previsão é que os dados fiquem disponíveis no fim de janeiro

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chicó disse:

    Homi, assim o gado fica com a vaca-louca no juízo. Pode não, não podemos comungar com esses comunistas, apesar que os Russos estão tecnologicamente a frente do Brasil e o Brasil ser um país equiparado ao cara que trabalha na roça, empregado dos países comunistas tem uns que pensam que são empregados mas mandam.

OMS desaconselha uso de máscaras com válvula

Foto: Reprodução/Pixabay

A OMS (Organização Mundial de Saúde) emitiu nesta quarta-feira (2) novas recomendações sobre o uso de máscaras durante a pandemia da covid-19, que entre outras coisas, desaconselham o uso daquelas que contam com válvulas.

De acordo com o nova guia sobre a utilização do item, o usuário, seja funcionário da saúde ou integrante da população em geral, poderia exalar um ar não suficientemente filtrado.

A OMS, dessa forma, mantém a recomendação para que médicos, enfermeiros, entre outros, sigam usando as máscaras específicas, com maior capacidade de proteção e risco de contágio aéreo, como N95, FFP2, FFP3, por exemplo, em áreas de atendimento a pacientes com sintomas da covid-19.

Para o público em geral, em áreas de transmissão comunitária do novo coronavírus, a agência recomenda o uso de máscaras não médicas (por exemplo, máscaras de pano) em áreas internas como lojas, escritórios ou escolas, se uma distância física de pelo menos um metro entre os presentes não puder ser garantida.

As máscaras médicas são recomendadas, principalmente, para grupos de risco, como idosos e pessoas com doenças pulmonares crônicas, câncer, diabetes ou problemas cardiovasculares, em contextos onde a distância física de pelo menos um metro não possa ser garantida.

Finalmente, a OMS não recomenda o uso de máscaras para crianças menores de cinco anos de idade, enquanto para aquelas entre seis e 11, as decisões devem ser tomadas levando em conta diferentes fatores, como a transmissão do vírus na comunidade, capacidade das crianças de usar o aparato, ambiente social e cultural.

As mesmas recomendações são aplicadas para crianças acima de 12 anos de idade e a adultos, conclui a OMS.

Nas máscaras de pano, a organização mantém a orientação de que, idealmente, sejam feitas com três camadas: uma exterior impermeável, uma interior que permita a passagem de umidade e uma camada filtrante intermediária.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luiz Antônio disse:

    Esse pessoal da OMS quer saber mais que o presidente, que estudou na AMAN?
    Sem comentários

  2. Pixuleco disse:

    A OMS desaconselha o uso de máscara com válvula e Tonho da Lua 🌒, desaconselha o uso de todo tipi de máscara 😷. Aí Papai ! Me segura GERTRUDES, trás logo minha dose de conhaque de alcatrão de São João da Barra ! Ai Papai .

  3. Marcio disse:

    "EXALAR UM AR NÃO SUFICIENTEMENTE FILTRADO"

    OMS tá se superando a cada dia.
    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  4. Romero disse:

    OMS sabe lá de nada!!!

  5. João do Caminhão 🚛 disse:

    OMS que vá pro inferno. Eles diziam que não era pra usar mascara no início da pandemia esse bando de ladrao safado.

Pfizer e BioNTech solicitam uso emergencial de vacina contra Covid-19 à União Europeia

Foto: OSID/Divulgação

A farmacêutica americana Pfizer e o laboratório de biotecnologia alemão BioNTech soilicitaram ao regulador de medicamentos da Europa autorização para o uso emergencial de sua vacina contra a Covid-19 no continente, informaram as empresas nesta terça-feira. As duas companhias submeteram anteriormente pedidos semelhantes nos Estados Unidos e no Reino Unido e, na última semana, divulgaram que seu imunizante candidato é 95% eficaz contra o novo coronavírus.

O pedido para a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) vem depois de as empresas pedirem aprovação nos EUA em 20 de novembro, deixando-as um passo mais perto de lançarem sua vacina. O pedido feito na Europa conclui o processo de análise contínua, que foi iniciada junto à EMA em 6 de outubro.

“Se a EMA concluir que as vantagens da vacina candidata superam seus riscos de proteção contra a Covid-19, recomendará a concessão de uma CMA (autorização condicional) que poderia permitir o uso do BNT162b2 na Europa antes do final de 2020”, informa o comunicado.

Ao lado da americana Moderna, a aliança Pfizer/BioNTech é a primeira a submeter oficialmente sua solicitação de comercialização à autoridade sanitária da UE.

Apesar da expectativa, a EMA afirmou na sequência do comunicado da farmacêutica que a agência completará o processo de revisão da Pfizer em 29 de dezembro. O da Moderna, por sua vez, ficará para 12 de janeiro.

A norte-americana Pfizer e a alemã BioNTech anunciaram o resultado final dos testes com sua vacina em 18 de novembro, mostrando que sua candidata é 95% eficaz na prevenção da Covid-19, sem preocupações de segurança relevantes, levantando a perspectiva de uma aprovação nos EUA e na UE em dezembro.

O governo britânico informou na semana passada que a parceria entre a norte-americana e a alemã relatou dados de seus testes clínicos para a Agência Regulatória de Medicamento e Saúde do Reino Unido (MHRA).

Com sede em Amsterdã, a Agência Europeia de Medicamentos é responsável por autorizar e controlar os remédios na União Europeia. A aprovação final, dada pela Comissão Europeia, permite aos laboratórios comercializar os seus medicamentos em todos os países da UE.

Para examinar os dados de segurança e eficácia das vacinas contra a covid-19 à medida que se tornam disponíveis, a EMA implementou um procedimento acelerado denominado “revisão contínua”, como também fez a Anvisa no Brasil. As vacinas da Pfizer/BioNTech, Moderna e Oxford/AstraZeneca são os três projetos de vacinas submetidos há várias semanas a esta “revisão contínua”.

Esperadas no mercado até o fim do ano, os imunizantes da Pfizer/BioNTech e Moderna são baseados na tecnologia de RNA mensageiro, e seriam as primeiras vacinas licenciadas da História com essa nova tecnologia.

A vacina Pfizer/BioNTech já está sendo avaliada nos EUA pela Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA) e poderá ser autorizada no país logo após 10 de dezembro.

O Globo

Farmacêutica Pfizer pode pedir uso emergencial da vacina para covid-19 nos EUA até o fim de novembro

Foto: Getty Images

A farmacêutica Pfizer poderá solicitar uma autorização para o uso emergencial da vacina contra a covid-19 desenvolvida por ela. Segundo informações da agência de notícias Dow Jones, isso pode acontecer até o final de novembro, caso a empresa tenha resultados positivos em testes de eficácia e segurança.

A pesquisa está sendo feita junto com a companhia alemã BioNTech. O estudo já chegou às fases de testes em voluntários. Agora, as empresas aguardam os dados de eficácia para comprovar se a vacina protege a maioria dos participantes contra a doença, o que deve acontecer no final deste mês.

Ainda segundo a Dow Jones, depois desses resultados, serão avaliados os dados sobre a segurança do medicamento, o que deve acontecer até a terceira semana de novembro.

Se os dois dados tiverem resultados positivos, a Pfizer disse que pedirá à agência reguladora dos Estados Unidos (a Food and Drug Administration), uma autorização para o uso de emergência da vacina no país.

Um último conjunto de dados ainda será analisado. Desta vez, para garantir que a vacina possa ser fabricada em grande escala com a qualidade e consistência certas.

Valor

Justiça Eleitoral condena candidato Fernando Pinto por uso de perfis falsos contra Kelps Lima

Foto: Reprodução

A juíza eleitoral Hadja Rayanne determinou a aplicação de multa no valor de R$ 5 mil ao candidato a prefeito de Natal, Fernando Pinto, do NOVO, pela prática de propaganda antecipada e utilização de perfis fakes com postagens ofensivas ao candidato Kelps Lima (SDD) com as hastags #fakelima e #kelpsfake.

Na decisão, a magistrada aponta que com a projeção que as redes sociais estão alcançando no âmbito do direito eleitoral, se o uso de perfis falsos não for enfrentado e coibido pela Justiça, “a própria Democracia estará em risco, pois se devemos conviver com a divergência e liberdade de expressão, é imperioso repelir as odiosas práticas do anonimato e manipulação de informações”.

Post completo AQUI no Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Dilermando disse:

    Tudo NOVO de novo.

Covid-19: China diz que OMS aprovou uso emergencial de vacina

Foto: Wu Hong/EFE/EPA

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse à China que apoia e compreende que o país inicie a administração de vacinas contra coronavírus experimentais enquanto os testes clínicos ainda estão em andamento, disse uma autoridade de saúde chinesa nesta sexta-feira (25).

A China fez contato com a OMS no final de junho e lançou seu programa emergencial em julho, de acordo com Zheng Zhongwei, autoridade da Comissão Nacional de Saúde do país.

Centenas de milhares de trabalhadores essenciais e outros grupos limitados de pessoas que se considera correrem risco alto de infecção receberam a vacina, embora sua eficácia e segurança ainda não tenham sido plenamente estabelecidas, já que os testes clínicos de estágio avançado estão incompletos.

“No final de junho, o Conselho de Estado da China aprovou o plano de um programa de uso emergencial de vacina contra coronavírus”, disse Zheng em uma coletiva de imprensa.

“Após a aprovação, em 29 de junho, fizemos contato com os representantes relevantes do escritório da OMS na China e obtivemos apoio e compreensão da OMS”, disse.

O representante da OMS na China não respondeu de imediato a um pedido de comentário.

A cientista-chefe da agência, Soumya Swaminathan, disse em Genebra neste mês que autoridades reguladoras nacionais podem aprovar o uso de produtos médicos em suas próprias jurisdições na situação atual de emergência, mas descreveu a medida como uma “solução temporária”.

A solução de longo prazo está na conclusão dos testes de estágio avançado, disse a autoridade da OMS.

Reuters

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lula na cadeia já disse:

    A OMS é muito generosa com a China.

    E a "Ciência" onde é que fica nessa história macabra?

NÃO É ADEREÇO PARA O QUEIXO: Sesap reforça o uso de máscara para diminuir propagação e reduzir a gravidade da Covid-19 e alerta para o uso correto

Foto: Leo Martins / Extra

Em estudo recente realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, publicado pela New England Journal of Medicine, constatou que o uso de máscara de proteção contra o novo Coronavírus (Covid-19) pode gerar uma resposta imunológica e reduzir a gravidade da doença nas pessoas, garantido que a maioria das infecções sejam assintomáticas. Com base no estudo, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) reforça e orienta a população para o uso essencial e correto da máscara de proteção.

Para ter uma ação eficaz e evitar a transmissão da Covid-19, a máscara deve ser usada cobrindo o nariz e a boca. “Mascara não é adereço para o queixo! O Estudo publicado recentemente mostrou que mesmo quando a pessoa é contaminada usando a máscara, ela se protege. E, caso desenvolva a doença, a pessoa terá um quadro mais leve ou assintomático”, esclarece o secretário estadual de saúde Cipriano Maia.

Conforme aponta o estudo, as máscaras não impedem a contaminação pelo vírus, porque é possível que gotículas ultrapassem a proteção, contudo em quantidade menor. O que gera uma carga viral também menor, o que está ligado a quadros leves da doença.

De acordo com o secretário Cipriano, isso está sendo constatado por meio do teste sorológico (de imunidade), que mostra que as pessoas que estão usando a máscara de forma contínua, mesmo havendo a contaminação por algum descuido, elas têm um quadro mais leve da doença.

Caso a hipótese seja confirmada, como aponta o estudo, o uso da máscara pode ser uma forma de “variolação”, separação que gera imunidade, diminuindo a disseminação do novo Coronavírus. Técnica utilizada há séculos, a variolação consiste em introduzir secreções de pessoas infectadas pela varíola em pessoas saudáveis.

Nesse sentido, a Sesap reforça e orienta quando deve ser feito o uso da máscara de proteção:
• Use a máscara sempre que sair de casa;

• Ao sair, leve uma máscara reserva para realizar a troca a cada 02 horas de uso;

• Leve uma sacola para guardar a máscara, caso seja preciso trocar;

• Evite tocar ou ajustar a máscara, enquanto estiver usando;

• Use a máscara quando estiver tossindo e espirrando, assim você evita transmitir o vírus para outras pessoas;

• Faça uso da máscara caso esteja cuidando de uma pessoa com doenças respiratórias;

• Além de usar a máscara, realize a limpeza frequente de suas mãos com água e sabão ou higienize com álcool em gel 70%;

• Após usar a máscara, descarte-a em local adequado e lave bem as mãos;

• Utilize a máscara do tipo cirúrgico ou de pano (com pelo menos duas camadas de pano, como algodão, tricoline ou TNT). A máscara N95 é de uso dos profissionais de saúde;

• E lembre-se: a máscara é de uso individual e deve cobrir totalmente o nariz e a boca, ficando bem ajustada ao rosto.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lucis disse:

    As máscaras tem contribuído positivamente no controle da covid. Se não tivéssemos adotado esse item de proteção estaríamos numa situação mais alarmante.

  2. Lopim disse:

    Os cabá e as cabritas, tudo com "bocapôdi" inventam essa história que o uso da máscara faz mal!!!!

  3. Ivanildo disse:

    Desde quando esse tal de Cipriano sab e de nada

  4. Edison Cunha disse:

    É bom usar a máscara SIM, no entanto, não devemos usar por um longo período pelo seguinte motivo:

    Através da ventilação inspiramos ar rico em oxigênio e expiramos o gás carbônico produzido em nossas células durante o processo de obtenção de energia.

    Com o uso constante da máscara, o gás carbônico que expiramos retorna para o nosso organismo.