Para baratear gás de cozinha, governo vai acabar com diferenciação de preços dos botijões

Governo revoga resolução de 2005 que criou a política de diferenciação de preços Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

O governo aprovou, nesta quinta-feira, o fim da diferenciação de preços de gás de cozinha (GLP), com validade daqui a seis meses. A decisão foi tomada em reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Energética ( CNPE ), colegiado de ministros presidido pelo ministro de Minas e Energia. A novidade faz parte da estratégia do governo de baratear o preço do gás e fazer isso chegar aos consumidores.

Hoje, o botijão residencial de até 13 quilos (que corresponde a aproximadamente 72% do mercado nacional) tem subsídio cruzado. Quem consome acima de 13 quilos acaba pagando mais. Isso não significa, porém, que o preço seja mais baixo para os vasilhames menores. A avaliação do governo é que essa política encarece outros produtos e envases para compensar perdas.

“O fim da prática de preços diferenciados de GLP corrige distorções no mercado, entre o GLP comercializado em botijões de até 13 kg e o granel, e incentiva a entrada de outros agentes nas etapas de produção e importação de GLP, ambas concentradas no agente de posição dominante. A mudança contribui com o aumento da oferta de GLP e o desenvolvimento do mercado”, informou o ministério, em nota.

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirma que o botijão de 13 quilos na refinaria custa R$ 23. Para o consumidor, ele chega a R$ 90. Segundo o ministro, o preço nas refinarias ou na importação cairá para até R$ 16.

— Isso vai impactar o preço final do botijão. Acabando com essa diferenciação de preços, entendemos que quem comercializar isso, seja produzido na refinaria ou importando, fará isso a R$ 16 ou R$ 17, e poderá vender a preço mais baixo para consumidor de baixa renda — disse o ministro, acrescentando: — Os resultados são esperados a partir de agora.

O ministério anunciou a revogação de uma resolução de 2005 que criou a política de diferenciação de preços, numa tentativa de baratear o gás de cozinha para consumidores de baixa renda.

Um estudo do Ministério da Economia aponta que essa política é “ineficaz, ineficiente e pouco transparente”. Além disso, barra a entrada de novos agentes no mercado.

Ao acabar com a diferenciação, o governo espera atrair novos agentes para o setor. A ideia é que a possibilidade de obter lucro aumente a competição e, consequentemente, reduza os preços finais ao consumidor.

Atualmente, o fornecimento de GLP é dominado pela Petrobras. O segmento de distribuição é concentrado em quatro empresas. O Ministério da Economia avalia que o fim da diferenciação de preços não terá impacto sobre os consumidores. O argumento é que o preço praticado no Brasil hoje é 40% maior que no mercado internacional.

Segundo o MME, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) deverá reforçar as ações de monitoramento dos preços praticados pelos agentes econômicos.

O Globo

 

Pesquisa do PROCON NATAL aponta redução no preço do gás de cozinha

O PROCON NATAL – Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal realizou, no dia 05 de agosto, uma pesquisa de preço do botijão de 13 quilos do gás de cozinha em 22 estabelecidos, das quatro regiões da cidade. O preço médio do produto na primeira semana de agosto foi R$ 65,77, contra R$ 66,32 do mês anterior, uma redução de R$0,55. O maior preço encontrado foi de R$ 70,00 e o menor preço de R$ 60,00 à vista.

De acordo com o PROCON NATAL, os estabelecimentos fazem diferenciação no valor pago a vista ou no cartão. Na média, o preço do botijão GLP de 13 kg no cartão foi de R$ 69,40 e na pesquisa anterior era de R$ 69,71. Isso equivale a uma redução de R$ 0,31(-0,45%). Já a diferença entre o maior e o menor preço nesta pesquisa de agosto foi de R$ 12,00, onde o menor preço no cartão foi R$ 63,00 e o maior R$ 75,00.

A pesquisa verificou ainda que 18,2% dos estabelecimentos aumentaram seus preços entre R$ 2,00 e R$ 5,00 e 27,3% reduziram seus preços entre R$ 2,00 e R$ 5,00. E 54,5% dos estabelecimentos mantiveram seus preços inalterados entre as pesquisas. Ou seja, a pesquisa encontrou estabelecimentos com preço de R$ 60,00 em maio e em agosto o mesmo estabelecimento estava com o preço a R$ 65,00. Também foi observado o inverso em maio alguns estabelecimentos o preço encontrado foi de R$ 70,00 e em agosto o mesmo estabelecimento estava com o preço de R$ 65,00. Esses dados são para preços praticados à vista, mas também foi observado a mesma prática na venda com cartão.

A pesquisa na íntegra está disponível em www.natal.rn.gov.br/procon.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Daniel soares disse:

    Acho que nao houve nenhuma reduçao amigo,o que se faz com 0,55$ ???
    Sera que há parcialidade nessa pesquisa?

  2. Arnaldo Franco disse:

    Vou já comprar o meu e dizer "Ele não".

Governo estuda venda fracionada de gás de cozinha

Foto: Lucas Lacaz Ruiz/Folhapress – 25.03.2015

Ao mesmo tempo em que promete um “choque de energia barata”, por meio da ampliação do uso do gás na matriz energética, o governo indicou nesta terça-feira (23) que está em avaliação a venda de GLP (gás de cozinha) fracionado, o que evitaria que a população de baixa renda tivesse de comprar um botijão inteiro a cada vez que houvesse necessidade.

O consumidor poderia apenas completar o botijão, pagando o que seus recursos permitissem.

“No final do mês o consumidor pode estar sem recursos para comprar um botijão cheio e hoje não pode comprar um botijão parcial. É o equivalente a um dono de um carro só poder ir no posto de gasolina encher o tanque. O que se está discutindo é a possibilidade da população comprar quanto gás ela precisar”, disse o diretor-geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo).

A intenção, segundo ele, é que o abastecimento de gás funcione como o de outros combustíveis: se quiser, o consumidor leva o botijão até um posto e abastece com o valor que quiser, seja para completar o botijão, seja para por apenas 10 ou 20 reais.

A decisão deve ser tomada na próxima reunião da ANP, no final de agosto. Segundo o ministro de Minas e Energia, a partir da resolução o governo verá como será operacionalizada a medida.

O ministro Albuquerque lembrou ainda, no anúncio oficial do plano já divulgado anteriormente, que foi assinado decreto que cria o CMGN (Comitê de Monitoramento da Abertura do Mercado de Gás Natural), que acompanhará o termo de cessação de condutas firmado entre o Cade e a Petrobras, a agenda regulatória da ANP para os próximos anos, os instrumentos econômicos e tributários e a evolução regulatória dos Estados.

“Neste sentido, os Estados têm um papel primordial a desempenhar, pois nos termos da Constituição, a exploração do serviço local de gás canalizado cabe a esses entes federativos”, disse.

Em nota, o Ministério da Economia reafirmou que estão previstas iniciativas do governo federal para destinar recursos para Estados, incentivando-os à adesão a práticas regulatórias modernas no setor de distribuição de gás natural.

“É o caso do Programa de Fortalecimento das Finanças Estaduais (PFE), que possibilitará transferência para os Estados de recursos de participações governamentais de petróleo e gás que hoje são de titularidade da União. Parte dos recursos será distribuída com base em indicadores relativos a melhorias na regulação estadual de gás natural.”

Na mesma linha, disse o ministério, estrutura-se o Programa de Equilíbrio Fiscal (PEF), que permitirá aos Estados com problemas fiscais receber garantias da União em futuras operações de crédito, desde que assumam compromissos relativos à melhoria das contas públicas e da regulação do serviço de gás canalizado.

Na linha de reduzir custos, o ministro disse também que no Centro-Oeste estão em curso negociações para a importação de gás boliviano a preços atrativos, o que pode beneficiar os Estados da região.

Na região Sudeste, segundo Albuquerque, as descobertas no pré-sal no litoral dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo “deixarão a região em posição relevante” para o aproveitamento da produção.

O ministro disse também que na região Sul novos projetos de terminais de gás natural liquefeito estão sendo estudados e citou que a integração energética entre o Brasil e a Argentina poderá criar oportunidades, considerando as descobertas na área argentina de Vaca Muerta.

Reuters

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcus disse:

    Conversa fiada… o gás não é caro!! Sou um revendedor aqui no Sul de Minas, meu gas aqui custa em média 65,00. dividem este valor por 30 dias dará 2,16 por dia, sendo tres refeições café, almoço e janta. 2,16 dividido por 3= 0,72 centavos por refeição!!! O gas não é caro.

  2. Cigano Lulu disse:

    Se preparem, o botijão vazio vai ter mais valor que o fogão.

  3. Papudim disse:

    verdadeira idéia de jerico…. como o consumidorm que compra o botijão na porta ou é entregue por um terceiro, vai saber a quantidade de gás que está num botijão?? Pobre tem medidor de gás??
    Vai ser vendido muito botijão com 10kg e será cobrado 13kg… Brasileiro se aproveitando de outros. Não é sempre assim??

    • Severino disse:

      É o mesmo principio das bombas de gasolina. Com a vantagem de que é mais fácil pesar o botijão antes e depois da recarga.

  4. João disse:

    Deveria vender também gasolina em galão em supermercados…

  5. Zé priquito disse:

    Forma vagabunda de baixar o preço do gás. O país precisa ir as ruas mostra força contra esses canalhas que comandam o Brasil. No país corrupção nem um politico é menos ruim que o outro, tudo farinha mofada do mesmo saco.

  6. LKS disse:

    comprar gás fracionado , são provas , de que o salário mínimo , não dá, nem para comprar um botijão de gás cheio…

  7. Ed. disse:

    Quem costuma vender assim é a milícia carioca.

Setor privado atenderá 50% da demanda por gás com abertura do mercado e preços devem cair em 2020

Foto:  William de Moura / Agência O Globo

A abertura do mercado de gás natural vai permitir que quase metade da demanda industrial pelo combustível passe a ser suprida por fornecedores independentes, hoje fora de um mercado dominado pela Petrobras. A estimativa é do economista Carlos Langoni, ex-presidente do Banco Central. Próximo do ministro da Economia, Paulo Guedes, Langoni foi o principal idealizador das novas regras para o setor. Para ele, a entrada de novas empresas no segmento é um dos fatores que contribuirão para a queda de até 40% no preço do produto. Em entrevista ao GLOBO, ele avalia que a medida é, até agora, a principal marca da política econômica liberal prometida por Guedes.

A quebra do monopólio do setor foi formalizada por uma resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), editada no fim de junho, com diretrizes para que o setor seja mais competitivo. Na semana passada, a Petrobras assinou um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em que se compromete a se desfazer de ativos.

Pelas novas regras, a estatal venderá participações em gasodutos, abrindo espaço para concorrentes. Hoje, essas petroleiras acabam tendo que vender o combustível para a Petrobras ou reinjetá-lo no solo, porque não têm acesso a essa infraestrutura de transporte. Langoni estima que a Petrobras só use 46% da capacidade desses equipamentos. A entrada das novas empresas funcionaria, na prática, como uma oferta extra de gás, na ordem de 12 milhões de metros cúbicos por dia.

Além disso, a petroleira brasileira deve deixar de comprar parte do gás importado da Bolívia, algo na ordem de 24 milhões de metros cúbicos por dia. Como o acordo prevê a venda do gasoduto que faz a ligação com o país vizinho, Langoni calcula que metade desse volume passaria a ficar nas mãos de outras empresas. Ou seja, a oferta na mão de novos atores nesse mercado chegaria a um total de 24 milhões de metros cúbicos por dia, aproximadamente metade dos 50 milhões de metros cúbicos por dia consumidos pela indústria, nas estimativas do economista.

— Como já está em curso um concurso público de venda de capacidade, é razoável admitir que haverá alguma participação de atores privados na importação de gás boliviano, reforçando o viés de baixa dos preços já em 2020 — afirma Langoni.

Segundo o economista, os preços cobrados no gás importado da Bolívia devem dar a referência do novo mercado. Hoje, a molécula é comercializada por cerca de US$ 7/milhão de BTU na Bolívia, mas chega a US$ 10/milhão de BTU no chamado city gate, que conecta gasodutos a distribuidoras. Essa diferença de US$ 3 é o que Langoni chama de “spread do monopólio”, que tende a cair. A flexibilização na distribuição, com a figura do consumidor final, também ajudará a reduzir os preços, acabando na prática com o monopólio na distribuição, hoje garantido pela Constituição aos estados.

Para o consumidor, o gás custa entre US$ 12 e US$ 14/milhão de BTU. A eliminação do monopólio na oferta responde por parte da queda de 40% esperada pelo governo. O alto preço foi a razão para tocar o plano, que nasceu durante reuniões semanais entre Langoni e Guedes, no Rio.

– O ministro está correto quando fala que a redução é de 40%. O fator determinante vai ser o preço do gás na Bolívia – avalia Langoni.

Na avaliação do economista, trata-se de uma situação de “ganha-ganha”, em que a Petrobras também tem benefícios ao abrir o mercado. Ele nega que a redução seja artificial, por ser pautada na lei de oferta e de mercado e numa desregulamentação “coordenada e harmônica”.

— É o primeiro grande choque liberal em que você de fato está destravando o mercado, e criando condições para que surja algo como se fosse uma nova oferta. Esse tem o DNA liberal, tem o DNA de Chicago — diz Langoni.

O Globo

 

PROCON Natal divulga pesquisa de gás de cozinha; maior preço R$ 72,00, menor R$ 60,00, e valor médio de R$ 65,57

Foto: Flávio Neves / Agencia RBS

O PROCON NATAL realizou pesquisa nas quatro regiões da cidade para verificar o preço do gás de cozinha domiciliar. O levantamento encontrou o preço médio do botijão GLP de 13kg de gás de cozinha em Natal no mês de maio a R$ 66,32. O maior preço encontrado foi de R$ 72,00 e o menor preço de R$ 60,00 à vista. A variação entre o maior e o menor preço foi de 20%. Com relação à pesquisa anterior, o preço médio 0,99%, uma vez que o valor médio anterior havia sido de R$ 65,67.

A maioria dos estabelecimentos faz diferenciação no preço à vista ou no cartão. Na média o preço do botijão GLP de 13kg no cartão foi de R$ 69,71 e na pesquisa anterior era de R$ 68,86 (um aumento de 1,24%). O menor preço no cartão foi de R$ 65,00 e o maior foi de R$ 75,00 (uma variação de 15,38% entre um e outro).

A pesquisa identificou que 27,3% dos estabelecimentos aumentaram os preços de uma pesquisa para outra enquanto 13,6% dos estabelecimentos diminuíram o preço e 54,5% permaneceu com o mesmo preço praticado na pesquisa anterior.

O PROCON NATAL disponibiliza a pesquisa na íntegra aos consumidores em sua página virtual no site, www.natal.rn.gov.br/procon, com preço do botijão de 13Kg mais baratos, as medias, as variações e o desvio padrão encontrado, e orienta aos consumidores que utilizem-se da pesquisa para economizar na hora da compra desse produto uma vez que encontrará o endereço dos estabelecimentos pesquisados e os preços praticados à vista e no cartão.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tico de Adauto disse:

    Absurdo. A Petrobras joga fora (queima) por dia dez mil vezes o q o brasileiro consume.

  2. Toni disse:

    HOJE O MAIOR BEM QUE A GENTE TEM E O BUJÃO DE GAS TEM QUE FAZER UM COFRE PARA COLOCAR DENTRO E MUITO VALIOSO PUTA MERDA A QUE PONTO NOS CHEGAMOS!!!!!!

Pesquisa do PROCON Natal constata que não houve reajuste no preço do gás de cozinha

O Procon Natal, Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal, realizou pesquisa no último dia 11 de fevereiro nas quatro regiões administrativas da cidade e passou por 20 pontos de venda do gás de cozinha, constatando que, apesar do aumento anunciado na refinarias no último dia 4, os preços para o consumidor final foram mantidos. Os locais escolhidos levam em consideração o porte do estabelecimento e o registro de licenciamento de comercialização desse produto fixado e identificado junto com a placa de preço.

Os bairros onde a pesquisa do Procom Natal foi realizada foram Potengi, Pajuçara, Rocas, Neópolis, Ponta Negra, Pitimbu e Quintas, contemplando todas as regiões da cidade. A pesquisa identificou que em 55,0% dos estabelecimentos pesquisados esse produto é vendido abaixo da média constatada pelo núcleo de pesquisa do PROCON NATAL. Ou seja, mesmo com o aumento anunciado pela Petrobras no dia 04 de fevereiro nas refinarias, a pesquisa não identificou aumento nos estabelecimentos de venda. Foi constatado ainda que 30,0% desses estabelecimentos reduziram seus preços para um valor menor que R$ 65,00. Na pesquisa anterior os preços marcavam R$70,00. A Petrobras realizou dois aumentos para o gás de cozinha, um no dia 06 de novembro de 2018, de 8,5% nas refinarias e, mais recentemente, de 1,4%, mas não foram repassados ao consumidor final.

A pesquisa realizada pelo Procom Natal encontrou média de preço nesta última análise de R$ 66,85 no botijão GLP (gás de cozinha) de 13 kg. O maior preço encontrado foi de R$ 70,00 e o menor preço de R$ 63,00, nas vendas à vista. A variação entre o maior e o menor preço é de 11,11%. Já a variação entre a pesquisa anterior e a atual foi de -2,12%, uma vez que a média anterior foi de R$ 68,30. Na média, o preço do botijão GLP de 13 kg no cartão foi de R$ 69,25 e na pesquisa anterior era de R$ 69,30 e isso equivale a uma variação de -0,07% de uma pesquisa para outra. A pesquisa também encontrou o menor preço no cartão de R$ 65,00, e o maior de R$ 75,00, sendo uma variação entre o maior e o menor preço de 15,38%. Em Reais essa diferença de uma pesquisa para outra é inferior a R$ 1,4 e R$ 0,05, respectivamente.

O PROCON NATAL disponibiliza a pesquisa na íntegra aos consumidores em sua página virtual no site, www.natal.rn.gov.br/procon, apontando o preço do botijão de 13Kg mais barato, as médias, as variações e o desvio padrão encontrado, e orienta aos consumidores que utilizem a pesquisa para economizar ainda mais na hora da compra. O endereço dos estabelecimentos pesquisados e os preços praticados à vista e no cartão estão na pesquisa completa.

PROCON NATAL realiza pesquisa de gás de cozinha; variação entre o maior e o menor preço de 19,05%

O PROCON NATAL – Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal realizou nesse mês de novembro, pesquisa de gás de cozinha em diversos bairros da cidade do Natal, em 20 (vinte) pontos de venda, levando em consideração o porte do estabelecimento e o registro de licenciamento de comercialização desse produto fixado e identificado junto com a placa de preço. A pesquisa foi realizada pelo núcleo de pesquisa no dia 12 de novembro de 2018 nas quatro regiões da cidade e passou pelos bairros de Potengi, Pajuçara, Rocas, Neópolis, Ponta Negra, Pitimbu e Quintas, contemplando todas as regiões da cidade.

A pesquisa realizada pela PROCON NATAL, encontrou média esse mês de R$ 68,05 no preço do botijão de 13 kg do gás de cozinha em Natal. O maior preço foi encontrado foi de R$ 75,00 e o menor preço de R$ 63,00 a variação entre o maior e o menor preço é de 19,05%.

A pesquisa identificou que 55% dos estabelecimentos pesquisados vendem produtos abaixo da média encontrada pelo núcleo de pesquisa do PROCON NATAL, ou seja, mesmo com o aumento anunciado pela Petrobras no dia 06 de novembro de (8,5%) nas refinarias, este ainda não foi repassado para os consumidores natalenses, uma vez que a variação observada entre a pesquisa anterior e a atual foi de 1,89% (de R$ 66,69 para R$ 68,05), bem abaixo do anunciado pela estatal.

O PROCON NATAL disponibiliza a pesquisa na íntegra aos consumidores em sua página: www.natal.rn.gov.br/procon e orienta os consumidores a utilizar-se dela para economizar na hora da compra. No site, também se pode encontrar planilha com endereço e preço do produto pesquisado.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Opa disse:

    R$ 58,00 nas Rocas

PROCON Natal realiza pesquisa de gás de cozinha e constata preços abaixo da média

O PROCON NATAL – Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal realizou nesse mês de julho, pesquisa de gás de cozinha em diversos bairros da cidade do Natal, em 16 (dezesseis) pontos de venda, levando em consideração o porte do estabelecimento e o registro de licenciamento de comercialização desse produto identificado junto com a placa de preço. A pesquisa foi realizada pelo núcleo de pesquisa em 31 de julho de 2018 e passou pelos bairros de Potengi, Pajuçara, Rocas, Neópolis e Quintas, contemplando todas as regiões da cidade.

A pesquisa realizada pela PROCON NATAL, revelou uma média de (R$ 66,30) no preço do botijão de 13 kg do gás de cozinha em Natal. O maior preço foi encontrado de (R$ 70,00) e o menor preço de (R$ 60,00) a variação entre o maior e o menor preço é de (16,67%) esses valores são para preços praticados à vista, mas (31,25%) dos estabelecimentos praticam diferenciação nos preços quando estes são recebidos em cartão e nesses casos a pesquisa registrou o menor valor de (R$ 65,00) e o maior foi de (R$ 75,00) a média registrada desse produto para venda no cartão foi de (R$ 68,45) com uma varição entre o maior e o menor de (15,38%) na maioria dos estabelecimentos o botijão de gás de 13 kg é vendido pelo mesmo preço sem diferenciação, mesmo para entrega em domicílio.

O PROCON NATAL disponibiliza a pesquisa na íntegra aos consumidores em sua página virtual no site, www.natal.rn.gov.br/procon e orienta aos consumidores que utilizem-se da pesquisa para economizar na hora da compra desse produto uma vez que encontrará o endereço dos estabelecimentos pesquisados e os preços praticados à vista e no cartão. Em relação a prática dos estabelecimentos de estarem fazendo diferenciação nos preços do produto vendido a dinheiro e no cartão, esclarece aos consumidores sobre a legalidade em função da Medida Provisória nº 764 de 2016 no seu art. 1º diz: Fica autorizado a diferenciação de preço de bens e serviços oferecidos ao público em função do prazo ou instrumento de pagamento utilizado.

A pesquisa tem como objetivo orientar onde o consumidor natalense poderá encontrar preços baixos do botijão de gás de cozinha de 13 kg na cidade do Natal nas quatro regiões. Pois a pesquisa registrou estabelecimentos que vendem produtos abaixo da média encontrada. O núcleo de pesquisa do PROCON NATAL colocará em seu calendário essa pesquisa do gás de cozinha para ter em seus bancos de dados informações para orientar melhor os consumidores em possíveis aumentos praticados contra a economia popular.

Procon RN fiscaliza abusos nos reajustes do gás de cozinha

O governo federal anunciou na última segunda-feira (25) o novo aumento no preço do botijão de 13kg do gás de cozinha. A elevação do preço determinada pela Petrobras foi de 6,9% e já deve valer a partir desta terça feira (26). No Rio Grande do Norte, o novo valor deve variar entre R$ 60 e R$ 68.

No dia 6 de setembro, o aumento anterior foi de 12,2%. Nos dois meses passados os reajustes foram de 6,5% 6,7%. O aumento acumulado nos últimos meses já chega 32,3% e mais um reajuste no preço, já é esperado para o dia 5 de outubro.

Diante dos freqüentes aumentos e da livre concorrência vigente, o Procon RN tem agido no sentido de inibir abusos e proteger o consumidor, em acordo com o artigo 39, V, do Código de Defesa do Consumidor.  O comerciante deve apresentar aos fiscais do Procon Estadual as notas fiscais da compra dos botijões e justificar o aumento aplicado ao consumidor final.

Os consumidores que se sentirem lesados devem apresentar prova da compra do produto (nota fiscal e/ou fotografia do anúncio) ao fazer a denuncia formal num dos postos ao Procon RN : 3 situados em Natal ( Sede central na Ribeira, Via Direta e no Shopping Estação. 1 em Mossoró, na Central do Cidadão, na Rodoviária e também nos municípios de Açu, Parnamirim, Macaiba, São José do Mipibú, Nova Cruz, Santa Cruz, Currais Novos, Caicó, Apodi e Pau dos Ferros. O Procon RN foi reinaugurado  em Caraúbas e Alexandria e brevemente vai atender em postos  de Macau, Parelhas e Canguaretama.

Para Cyrus Benavides, Coordenador Geral do Procon Estadual, o órgão “tem um papel fundamental para que não haja aumento manifestamente excessivo para o consumidor. Assim como o Procon RN autua postos de combustíveis que aumentem exorbitantemente o valor, vamos combater toda abuso nas revendas de gás de cozinha. É essencial também que o consumidor faça uma pesquisa de preços em 3 estabelecimentos, antes de efetuar a compra”.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. F¿? disse:

    Vá fiscalizar as farmácias e supermercados seu Ciro Benevides, la os preços sobe todos os dias.

SEGURE O BOLSO: Gás de cozinha terá reajuste de 12%

Segura o bolso, que vem mais prejuízo. O preço do gás de cozinha vai aumentar, em média, 12% a partir da segunda quinzena de setembro no Rio Grande do Norte. De acordo com o Sindicato dos Revendedores autorizados de Gás LP do Rio Grande do Norte (Singás-RN), o reajuste é devido ao aumento no valor do produto repassado pelas distribuidoras e do salário dos funcionários das revendedoras, já que o dissídio coletivo da categoria é realizado no mês de setembro.

Atualmente comercializados entre R$ 40 e R$ 45, os botijões de 13 quilos, os mais vendidos, passarão a custar entre R$ 48 e R$ 50 para os consumidores potiguares.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. antonio disse:

    Só não sobe o salario.

  2. Victor disse:

    kkkkkkkk….resposta natural de todos os problemas do governo.

  3. João Maria disse:

    Sobe Gasolina,
    Sobe Energia,
    Sobe Gás de cozinha,
    Sobe Carne,
    Sobe Água mineral,
    Sobe Aluguel,
    Sobe custo da mão de obra,
    Sobe custo prestação serviço,
    Sobe o custo de vida e sabe de quem é a culpa depois de 12 anos de governo PeTista?
    De FHC!

Após energia, governo pretende diminuir preço do gás, diz ministro

Após diminuir o preço da energia elétrica, o governo pretende agora reduzir o preço do gás, disse nesta sexta-feira o Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. “O preço da energia é objeto de um tratamento especial e diferenciado do governo. Trata-se, em um primeiro momento, dos preços de energia elétrica. Mas não é segredo que o governo pretende, e é uma determinação da presidente Dilma, ato contínuo, também trabalhar nos preços do gás”, declarou o ministro para uma plateia de empresários em um fórum realizado na capital paulista.

Ao falar sobre o novo programa, anunciado pelo governo dos Estados Unidos, de compras de títulos pelo Federal Reserve (FED – banco central americano) – o que pode elevar a entrada de dólares no Brasil e valorizar o real – Pimentel disse que o governo brasileiro não vai abrir mão de manter o câmbio em um nível que possibilite competitividade a indústria nacional.

“O governo tem um compromisso de atuar, e o Banco Central [BC] tem feito isso com muita competência para manter o dólar em um patamar ajustado. Hoje mesmo já houve intervenções do BC neste sentido. O governo não vai abrir mão da meta de manter a moeda nacional em um patamar competitivo. Nós vamos reagir a isto”, destacou.

Pimentel disse ainda que o Brasil respeita rigorosamente as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), e não pode ser acusado de País protecionista. “Nós estamos rigorosamente dentro das normas da OMC. O Brasil é campeão em cumprir normas da OMC. Vamos continuar assim. Quem cumpre normas da OMC não está fazendo protecionismo”, disse.

Da Agência Brasil