Preço da gasolina cai 0,68% nas refinarias a partir desta terça, após duas altas seguidas

Por interino

O preço da gasolina nas refinarias da Petrobras passará a ser R$ 1,9976 a partir desta terça (5) – uma redução de 0,68% em relação aos R$ 2,0113 vigente desde o último dia 2.

A redução é registrada depois de duas altas consecutivas do produto. No sábado, a estatal tinha elevado o preço da gasolina em 2,25%, após um aumento de 0,74% anunciado na quarta-feira (30).

Agência Brasil

Atrações do Carnaval de Natal custaram quase R$ 1,4 milhão; Ricardo Chaves surpreende com R$ 150 mil

Potiguar Roberta Sá foi uma das que se apresentou no Carnaval

Um levantamento da Página Paralela mostra que as atrações do Carnaval de Natal custaram, pelo menos, R$ 1.333.500.

Os valores não incluem ainda uma série de contratações locais que serão pagas futuramente e que se apresentaram pela modalidade de edital, conforme explicou o secretário de Cultura, Dácio Galvão.

Pelo levantamento, do jornalista Everton Dantas, as oito apresentações nacionais custaram R$ 853 mil.

Foram contratados Antônio Nóbrega, Maestro e a Orquestra Popular da Bomba do Hemetério, Spokfrevo e Orquestra, Monobloco, Carlinhos Brown, Margareth Menezes, Paralamas do Sucesso e Ricardo Chaves.

Já as 22 atrações locais de valores divulgados até agora somaram R$ 480.500.

Entre as atrações nacionais, Ricardo Chaves teve o cachê mais alto. Ele cobrou R$ 150 mil para se apresentar na terça de Carnaval.

Paralamas do Sucesso foram o segundo show mais caro, com R$ 142 mil, valor próximo ao que Margareth Menezes cobrou, de R$ 140 mil.

Completam o ranking Carlinhos Brown (R$ 133 mil), Monobloco R$ 115 mil, Cavaleiros do Forró (R$ 100 mil), Roberta Sá (R$ 75 mil) e Spok Frevo e Orquestra (R$ 65 mil).

A reportagem completa pode ser conferida AQUI.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. 🄿🄰🅄🄻🄾 🄼🄰🅁🅃🄸🄽🅂 disse:

    Uma dica para os "artistas de janela" locais: vão morar no Rio (ou noutro lugar) e conquistem a simpatia de Dácio Galvão.

  2. Sergio Paulo disse:

    Os artistas de fora já toca c o dinheiro no bolso ,já o da terra vai sofrer o pão q o diabo amassou.

  3. Tomaz disse:

    Pao e circo.PERFEITO!

  4. Gustavo disse:

    Esse dito carnaval em Natal não atrai turista algum!! Nenhum turista vai vir para Natal, no carnaval, para ir a um show de Ricardo Chaves, Margareth ou cavaleiros do forro. Eles vêm neste período para descansar. Se a Prefeitura quisesse atrair turistas para cá, em decorrência de festas de Carnaval, ela apoiaria projetos da iniciativa privada, como camarotes particulares. Isso, sim, poderia atrair turistas. Isto vem ocorrendo em Recife/Olinda que conseguiu revitalizar o seu carnaval atraindo milhares de turistas do Brasil com seus camarotes privados. Em Natal, o Prefeito quer é voto da população e talvez algo a mais com esses shows caríssimos p qualidades das bandas…

  5. Bonitao disse:

    Ricardo Chaves toca até em bar, cavaleiros nem se fala. Uma piada esses valores, cade os órgãos de controle

  6. Edu disse:

    Ô povo para escrever merda, se querem um Carnaval forte, com quase 600 mil turistas, precisam de atrações fortes, nacionais. E para isso, têm se um preço alto. Parabéns a Prefeitura pelo grande Carnaval, e que a cada ano seja melhor.

    • Fabiano disse:

      Isso mesmo. É a turma da insatisfação eterna. Não consideram que movimentou a economia e o turismo. Gentinha que só sabe reclamar.

  7. Zé Guerreiro disse:

    100 mil pra Cavaleiros do Forró?!?!?!?
    Cadê os órgãos de controle?!

  8. Rico disse:

    Parabéns ao prefeito…salários em dia, coleta de lixo em dia…dentre outras coisas funcionando bem.
    E ainda proporcionando lazer ao povo natalense sem fugir das responsabilidades, quer aula melhor de administração.
    Perfeição não existe…de antemão não sou militante e nem partidário. Analiso fatos!!!

  9. CURITIBA JÁ disse:

    isto na verdade deve ter custado no minimo 30% destes valores, carlinhos brown 133 mil este prefeito é um brincalhão, que diabo é Matgareth num sei que lá, será que o tribunal de contas vai engolir uma piada desta??????

  10. Joca disse:

    Famoso PÃO E Circo……população sem saúde pública.seguranca ,escola ,calçamento……e gastando quase 1 milhão e meio de reais …faça um teste agora !!! Vá em qualquer posto de saúde e tente fazer uma sutura ou engessar uma perna ??? Irão te mandar para o depósito de gente chamado Walfredo Gurgel …porque nos postos de saúde não há gazes……e o MP mistério do faz de conta ..a tudo olha

    • MB disse:

      Concordo. Desperdício de dinheiro; só pra enganar o povão! O que verdadeiramente movimenta o capital é o emprego.

Preço do etanol sobe em 17 Estados e no Distrito Federal, diz ANP

Os preços do etanol hidratado nos postos brasileiros subiram em 17 Estados brasileiros e no Distrito Federal na semana passada, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Em outras oito unidades da federação houve recuo nos preços. A ANP não divulgou novamente os valores nos postos do Amapá.

Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a cotação média do hidratado avançou 0,67% na semana passada, de R$ 2,390 para R$ 2,406 o litro. No período de um mês, os preços do combustível subiram 9,56% nos postos paulistas.

A maior alta semanal, de 4,63%, ocorreu na Paraíba, seguido por Rondônia, com aumento médio de 2,68%. Na média dos postos brasileiros pesquisados pela ANP, houve alta de 0,73% no preço do etanol na semana passada. O maior recuo do etanol na semana passada, de 10,45%, foi em Roraima, seguido por Alagoas (-1,57%)

No período de um mês, os preços do etanol recuaram apenas em Roraima, em 2,04%, e no Tocantins, com 2,36%. Os maiores aumentos mensais foram em Mato Grosso, de 12,74%, e em Goiás, de 11,49%. Na média brasileira, o preço do médio do etanol nos postos brasileiros pesquisados pela ANP acumulou aumento de 7,84% no período de um mês.

No Brasil, o preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 1,989 o litro, em São Paulo, e o máximo individual foi de R$ 4,21 o litro, no Rio Grande do Sul. O menor preço médio estadual foi de R$ 2,406 o litro, em São Paulo, e o maior preço médio foi verificado no Acre, de R$ 3,626 o litro.

Presidente da Petrobras diz que não há decisão sobre redução da gasolina

sem-gasolinaEm carta enviada a integrantes do conselho de administração da Petrobras, o presidente da estatal, Aldemir Bendine, disse que não há decisão sobre redução dos preços da gasolina e do diesel. As ações da empresa estão em queda acentuada nas bolsas depois de informações sobre uma possível revisão dos preços.

No texto, ao qual a reportagem da Folha de S.Paulo teve acesso, Bendine diz que a companhia monitora permanentemente a composição de custos e o comportamento do mercado e debateu se a redução dos preços poderia reverter a retração das vendas, que chega a 10% este ano.

“Não houve qualquer avanço além disso -apenas um debate sobre a elasticidade do mercado neste momento e seus efeitos na nossa estratégia e nos nossos resultados”, escreveu o presidente da Petrobras, em resposta a críticas de conselheiros sobre a possibilidade de redução nos preços.

Com a queda do preço do petróleo no mercado internacional, a gasolina e o diesel são vendidos no Brasil a preços superiores ao mercado internacional. As contas variam entre especialistas: de acordo com a Tendências, por exemplo, a diferença é hoje de 23,5% no caso da gasolina e de 42,7% no caso do diesel.

O Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) calcula que, na média mensal, a gasolina no Brasil foi vendida a um valor 24,8% superior ao verificado no mercado internacional. Já no caso do diesel, o prêmio da estatal é de 50,4%.

Entre os conselheiros da Petrobras, porém, é majoritária a visão de que a estatal não deve reduzir preços neste momento, sob o risco de prejudicar o processo de ajuste em suas contas. Com uma dívida de quase R$ 500 bilhões, a companhia vem cortando custos e investimentos para tentar sobreviver à crise.

“Estamos todos aqui, diretores e conselheiros, com o objetivo de atender única e exclusivamente os interesses da Petrobras”, afirma Bendine, na carta, defendendo que “não há politização” nas discussões sobre o preço dos combustíveis.

Natal possui o menor valor da cesta básica, aponta Dieese

ext-cestaO custo da cesta básica aumentou em fevereiro em 13 capitais do Brasil e diminuiu em 14, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Os menores valores foram observados em Natal (R$ 331,79), Salvador (R$ 337,84), Maceió (R$ 347,38) e Rio Branco (R$ 349,22).

As maiores altas foram registradas em Macapá (8,93%), Belém (8,64%) e Manaus (7,92%). As quedas mais significativas ocorreram em Vitória (-8,45%), Palmas (-7,80%) e Campo Grande (-6%). De acordo com os dados, São Paulo foi a capital onde o preço da cesta básica ficou mais alto (R$ 443,40). Em seguida, vêm Brasília (R$ 438,69), Manaus (R$ 437,86) e Florianópolis (R$ 430,69).

Segundo o Dieese, com base no total apurado para a cesta mais cara, o salário mínimo necessário para suprir as despesas de uma família com quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.725,01, 4,23 vezes maior do que o valor atual de R$ 880.

Em fevereiro, a maioria dos preços dos produtos da cesta aumentou. Todas as capitais registraram alta no óleo de soja, com variações oscilando entre 1,54%, em Manaus, e 16,76%, em Macapá.

O feijão-carioquinha teve aumento de preço em 26 cidades, com elevações entre 2,73%, em Campo Grande, e 22,77%, em Aracaju. A única capital onde houve queda foi Belo Horizonte (-3,57%).

O leite teve o preço elevado 25 capitais, com destaque para Aracaju (12,70%), Manaus (2,54%), Florianópolis (2,25%), Porto Velho (2,02%) e Palmas (1,89%). O açúcar aumentou em 25 capitais, sendo as altas mais expressivas em Florianópolis (17,31%), Natal (11,46%),Maceió (10,61%), João Pessoa (10,12%) e Boa Vista (10,04%).

A farinha de mandioca pesquisada no Norte e Nordeste ficou mais cara em 14 cidades e mais barata em Aracaju (-4,22%). As maiores altas foram verificadas em Belém (21,18%), Macapá (18,97%) e Manaus (16,89%).

Após reajuste, Petrobras ganha R$ 8,8 bi em valor de mercado

O reajuste no preço da gasolina e do diesel fez com que as ações da Petrobras disparassem nesta quarta-feira, aumentando assim o seu tamanho na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). O preço dos títulos negociados no mercado externo também apresentou uma recuperação. Em apenas um pregão, o valor de mercado da companhia cresceu 9,2%, o equivalente a R$ 8,8 bilhões, chegando a R$ 104,11 bilhões. Neste pregão, os papéis preferenciais (PNs, sem direito a voto) da empresa subiram 9,68%, chegando a R$ 7,24, e os ordinários avançaram 9,78%, a R$ 8,54%, as duas maiores altas dentro do Ibovespa.

— O aumento no preço dos combustíveis dá um certo alívio para a estatal. E como ela está muito barata, teve essa alta. Mas ainda assim acumula uma queda de 27,6% no ano, já que a empresa enfrenta uma situação complicada — avaliou Lauro Vilela, analista técnico da Guide Investimentos. No final de 2014, o valor de mercado da Petrobras era de R$ 127,5 bilhões.

O reajuste de 6% para a gasolina e de 4% diesel anunciado pela Petrobras também teve efeito positivo no mercado de títulos de dívida da estatal negociados no exterior. Os papéis com vencimento em março de 2024 subiram 3%. Já os papéis que vencem em maio de 2023 avançaram 3,1%.

Mas, apesar do desempenho positivo dessa quarta-feira, em especial no mercado de ações, a Petrobras ainda está bem longe do seu maior valor de mercado, alcançado em março de 2011, quando chegou a R$ 413,34 bilhões. Nessa época, lava jato era apenas o local para lavar automóveis e o barril de petróleo era negociado acima dos US$ 110 – atualmente está em torno de US$ 48.

E se a Petrobras ganhou R$ 8,8 bilhões em um único dia, também já registrou nesta semana o seu valor menor valor de mercado em onze anos, quando, na terça-feira, era avaliada em R$ 93,2 bilhões.

Fonte: O Globo

Preços de medicamentos poderão ser reajustados em 31 de março

Os preços de medicamentos poderão ser reajustados a partir de 31 de março, segundo autorização da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), conselho de governo formado por vários ministérios, sob a liderança do Ministério da Saúde. A decisão está em resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU) que estabelece os critérios de composição de fatores para o ajuste de preços dos produtos.

De acordo com o documento, os novos valores devem ter como referência o Preço Fabricante (PF) cobrado a partir de 31 de março de 2013. O texto também fixa em 4,66% o fator de produtividade para 2014, mecanismo que permite repassar ao consumidor, por meio dos preços dos medicamentos, projeções de ganhos de produtividade das empresas fabricantes de remédios.

A resolução explica que “o ajuste de preços de medicamentos será baseado em um modelo de teto de preços calculado com base em um índice, um fator de produtividade, uma parcela de fator de ajuste de preços relativos intrassetor e uma parcela de fator de ajuste de preços relativos entre setores”. “O índice a ser utilizado será o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acumulado no período de março de 2013 até fevereiro de 2014”, cita o texto.

Depois da publicação oficial da inflação medida pelo IPCA de fevereiro deste ano, a Cmed editará resolução específica para definir o Preço Fabricante e o Preço Máximo ao Consumidor dos medicamentos e também a forma de apresentação de Relatório de Comercialização pelas empresas produtoras e outras providências necessárias à execução do ajuste dos preços.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos Augusto disse:

    Reajuste de remédio pela enésima vez.
    Reajuste combustíveis.
    Reajuste da energia elétrica.
    Serviço de telefonia móvel deplorável.
    Educação. saúde e segurança pública não existem.
    Apagão elétrico por todo lado.
    Porto de CUBA financiado com recurso público.
    Estádios da COPA financiados com os recursos públicos.
    MST devidamente patrocinados pelas instituições financeiras públicas.
    Médicos cubanos submetidos a um regime de "escravidão"
    Custo de vida subindo, os preços nos supermercados nas alturas…
    Se isso fosse um Governo de qualquer outro partido, as centrais sindicais, diretórios estudantis, partidos de oposição estariam nas ruas pedindo mudança URGENTE, ou não?

    • Luciano disse:

      A muito tempo amigo, o primeiro era o PT e as centrais sindicais, como diz Boris" isso é uma vergonha"

Preço do material em Natal sobe 34% em relação ao ano passado

O material escolar subiu em média 34% em relação ao ano passado de acordo com pesquisa realizada entre 04 e 11 de janeiro pelo Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal). A pesquisa do material escola, exceto livros, foi realizada em 13 papelarias da cidade, selecionadas entre as maiores e mais tradicionais no mercado em todas as regiões da cidade, (Alecrim, Centro, Tirol, Capim Macio, Zona Norte, Ponta Negra, Cid. da Esperança e Mirassol).

O Procon Natal constatou também a grande diferença de preços entre produtos da mesma marca e modelo, que em alguns casos chega 636,84%, como é o caso de uma simples borracha comum pequena da marca Faber Castell, que apresenta diversos preços, dentre os quais os extremos são: R$ 2,80 (maior preço) e R$ 0,38 (menor preço). Por isso, o Procon Natal recomenda aos pais que pesquisem antes de comprar, pois a economia pode ser significativa. Além disso, devem procurar as melhores condições de pagamento, os descontos, observando a qualidade dos produtos, e procurando comprar produtos com selo de garantia do INMETRO. Além disso, nunca deixar de pedir a nota fiscal.

Para o diretor Geral do órgão, Kleber Fernandes, a saúde e segurança do consumidor devem ser observadas pelos pais e escolas. “muitas crianças utilizam produtos como massa de modelar, objetos pequenos ou pontiagudos e os pais devem optar por aqueles que garantam a segurança dos seus filhos.”

A pesquisa coletou preços de vinte e seis (26) itens de papelaria, tai como: apontador, borracha, caneta esferográfica, cola plástica, canetas hidrográficas, lápis cera, gizão de cera, lápis de cor pequeno, lápis de cor grande, lápis preto nº. 2, massa para modelar, pasta de cartolina, pincel atômico, pincel nº. 12, tinta guache, esquadro plástico, régua plástica, cadernos – de seis tipos, papel almaço e papel tamanho ofício A4 (resma e cento).

Os aumentos mais significativos foram observados na massa para modelar (cx. c/12) (está 69,13% mais cara), e no esquadro plástico 16 cm (está 48,58% mais caro). As maiores reduções foram constatadas no caderno escolar pequeno brochura (48 folhas) (está 36,38% mais barato) e no caderno universal, 10 matérias, capa dura, sem desenho de famosos (está 25,79% mais barato).

Um dos principais objetivos da pesquisa é verificar a diferença de preços existente entre os estabelecimentos, de forma a demonstrar ao consumidor a necessidade de se pesquisar antes de comprar. O Procon Natal constatou diferenças de até 706,6% entre produtos de marcas iguais, como é o caso da tinta guache, pote de 15 ml, da marca Faber Castell, cujo menor preço é R$ 0,33 e o maior, R$ 2,66. O caderno escolar pequeno brochura de 96 folhas tem preço que varia entre R$ 0,48 e R$ 3,99 (diferença de 731,25%). Um apontador plástico com um furo, da marca Faber-Castell pode custar entre R$ 0,54 e R$ 3,85, representando uma diferença de 612,96%.

Mesmo considerando a variedade enorme existente, cada qual com características próprias (capas com fotos de artistas, adesivos, etc.) – a diferença chega a mais de 700% para cadernos com características semelhantes (nº de folhas, tipo de encadernação e de capa) das mesmas marcas.

Cabe ao consumidor avaliar a qualidade dos produtos, tendo o cuidado de conferir se o mesmo tem o selo de segurança do INMETRO, pois alguns produtos, embora baratos, deixam a desejar no quesito qualidade e segurança (produtos tóxicos, por exemplo).
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ALERTA AOS ESTUDANTES E PAIS OU RESPONSÁVEIS

Todo início de ano letivo, muitas dúvidas e questionamentos são feitos com relação às relações de materiais que as escolas pedem aos alunos/pais. Sobre o assunto, o Procon Natal lembra a lei municipal nº. 6.044, de janeiro de 2010, que disciplina a questão e alerta:

• Analisem criteriosamente as listas de material escolar solicitado pelos colégios, tendo em mente que os materiais solicitados constituem instrumentos de trabalho para o aprendizado do aluno (devem ter finalidade didática). Qualquer material para uso da escola deve ser de responsabilidade do próprio estabelecimento.

• A escola não pode exigir que a agenda do aluno seja comprada no próprio estabelecimento, exceção feita è educação infantil. Ela, a escola, pode oferecer isso como opção; mas se o aluno quiser adquirir outra agenda em outro local, ele tem toda a liberdade para fazê-lo.

• A escola não pode exigir a aquisição de produtos de uma determinada marca ou determinar o local para a compra (alguma livraria ou na própria escola). Isso contraria a lei citada e o Código de Defesa do Consumidor, e deve ser denunciado aos órgãos de defesa do consumidor.

• A escola não pode exigir que os pais comprem o material escolar na própria escola; esse pode ser um serviço opcional, nunca obrigatório. A escola deve disponibilizar lista de material para os pais, para que estes comprem onde quiserem.

• Informe-se com a escola sobre a possibilidade de adquirir, de imediato, somente a quantidade de material a ser utilizada no primeiro semestre. Tal procedimento é amparado pela lei 6.044/2010. Isso, além de reduzir a despesa, possibilita planejar com mais tranqüilidade a aquisição do material referente ao segundo semestre.
• Em caso de dúvidas, procure o Procon Natal.

As tabelas completas com preços por produto e estabelecimento podem ser consultadas na página do Procon Natal na internet: www.natal.rn.gov.br/procon2.

BOLSO: Água Mineral ficará mais cara no Rio Grande do Norte

A partir desta semana a água mineral sofrerá um reajuste de cerca de 10% em todo o Rio Grande do Norte. O galão de 20 litros, que hoje é vendido em média entre R$ 4,50 e R$ 5,50 para o consumidor final, deverá ficar entre R$ 5,00 e R$ 6,00.

O presidente do Sindicato das Indústrias de Bebidas e Águas Minerais do RN, Djalma Barbosa Júnior, explica que o reajuste foi inevitável. “O aumento foi motivado principalmente pela subida do salário mínimo e dos insumos como rótulos, tampas, lacres e vasilhames”. Nos estados vizinhos os valores são bem mais elevados, a exemplo do Ceará e da Bahia, onde o garrafão custa em torno de R$ 8,00, e no Sudeste fica acima de R$ 11,00.

Cerca de 65% da população potiguar atualmente consome água mineral em suas residências, são 18 fontes beneficiadoras em todo o Estado que fornecem a água engarrafada e geram 12 mil empregos diretos e indiretos. Em 2013 foram produzidos e comercializados uma média de 228 milhões de litros de água mineral no RN.

Pelo preço do Playstation 4 no BR, você vai aos EUA, compra o console e ainda sobra dinheiro

ps4O anúncio de que o novo Playstation 4 será vendido no Brasil por R$ 4 mil enquanto nos EUA custa US$ 400 chocou alguns brasileiros, mas a diferença de preços não é novidade. Há quem critique as pessoas que ao viajar ao exterior retornam carregadas de pacotes e malas. Com uma diferença de mais de R$ 1.800 no valor de um iPhone 5 e de mais de R$ 3 mil em uma guitarra Gibson, porém, é possível entender o impulso às compras nos freeshops.

Nem o dólar alto torna as compras menos atrativas. Prova disso é que em agosto o gasto em viagens internacionais foi recorde. Atualmente o dólar para turismo está em torno de R$ 2,30. No ano passado, estava em R$ 2,10.

Os impostos pesam na diferença de preços, é claro. São pelo menos sete tributos sobre os importados: Imposto sobre Importação; Imposto sobre Produtos Industrializados; PIS; Cofins; Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza; Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços; e Imposto sobre Operações de Câmbio.

No site do Correios, por exemplo, há uma resposta sobre quanto se paga de imposto na compra online de alguns produtos. Sobre um eletrônico que custa US$ 120, tem seguro de US$ 10 e transporte de US$ 20, deverá ser cobrado um imposto de US$ 90, ou seja, 60% do custo total do produto. O tributo do Imposto sobre Importação vale para bens que custem até US$ 3 mil.

Estadão

Preço do PlayStation 4 no Brasil vira piada na internet

meme1A Sony anunciou na manhã desta quinta-feira o preço do PlayStation 4 no Brasil. Nada menos do que R$ 3.999 enquanto que seu preço nos Estados Unidos é de apenas US$ 399. Rapidamente as pessoas se manifestaram na internet e o assunto acabou virando piada por aqui e no exterior. Veja as brincadeiras.

Montagem com Bill Gates dizendo que ama a Sony. Afinal, o preço é mais alto que o do Xbox One, da Microsoft, que custará R$ 2.199 no Brasil.

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Confira o preço da gasolina em 60 países do mundo; valores entre R$ 5,30 e R$ 0,02

Reajuste da gasolina brasileira está entre os maiores do mundo. Cruzamento de dados da ANP e Agência Internacional de Energia mostra que combustível registrou, em média, alta de 4% em um ano, superando todos os países analisados pelo órgão. Já a Bloomberg aponta avanço de 15% só no segundo trimestre de 2013, o maior entre os 60 países analisados. Valorização do dólar e preços internacionais nas alturas alavancam aumentam defasagem da gasolina e pressionam contas da Petrobras.

Ranking dos preços da gasolina (em reais por litro)

1º Turquia – R$5,30
2º Noruega – R$ 5,29
3º Países Baixos – R$ 4,75
4º Itália – R$ 4,73
5º França – R$ 4,52
6º Suécia – R$ 4,46
7º Grécia – R$ 4,45
8º Portugal – R$ 4,45
9º Hong Kong – R$ 4,36
10º Bélgica – R$ 4,35

11º Finlândia – R$ 4,32
12º Alemanha – R$ 4,29
13º Irlanda – R$ 4,24
14º Reino Unido – R$ 4,24
15º Dinamarca – R$ 4,21
16º Israel – R$ 4,17
17º Eslovênia – R$ 3,96
18º Malta – R$ 3,95
19º Eslováquia – R$ 3,95
20º Suiça – R$ 3,85

21º Hungria – R$ 3,80
22º Espanha – R$ 3,77
23º Áustria – R$ 3,76
24º Rep. Checa – R$ 3,69
25º Chipre – R$ 3,68
26º Lituânia – R$ 3,68
27º Coréia do Sul – R$ 3,59
28º Luxemburgo – R$ 3,55
29º Polônia – R$ 3,55
30º Nova Zelândia – R$ 3,55

31º Letônia – R$ 3,52
32º Estônia – R$ 3,46
33º Chile – R$ 3,46
34º Bulgária – R$ 3,44
35º Romênia – R$ 3,44
36º Brasil – R$ 3,30
37º Singapura – R$ 3,30
38º Japão – R$ 3,23
39º Austrália – R$ 3,11
40º África do Sul – R$ 2,85

41º Argentina – R$ 2,77
42º Índia – R$ 2,69
43º Filipinas – R$ 2,59
44º Colômbia – R$ 2,56
45º China – R$ 2,52
46º Tailândia – R$ 2,48
47º Canadá – R$ 2,45
48º Paquistão – R$ 2,10
49º Indonésia – R$ 2,03
50º Rússia – R$ 1,91

51º EUA – R$ 1,87
52º México – R$ 1,80
53º Nigéria – R$ 1,23
54º Malásia – R$ 1,23
55º Irã – R$ 1,15
56º Em. Árabes – R$ 0,94
57º Egito – R$ 0,55
58º Kuwait – R$ 0,42
59º Arábia Saudita – R$ 0,24
60º Venezuela – R$ 0,02

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Edilmar disse:

    MORO EM GUAMARÉ E AQUI O PREÇO DA GASOLINA ESTÁ EM TORNO DE 2,98 !

  2. Junior disse:

    Interessante, a gasolina na Argentina é mais barata que no Brasil e nós vendemos para eles…. bem, como Lucia e Emidio comentaram sobre preços e impostos, informo que quando vou a Campina Grande abasteço, em um posto BR, gasolina aditivada a 2,69 e no cartão PETROBRAS. Em Campina Grande, dentro da cidade os postos praticam a média de 2,79-2,89 para gasolina aditivada e pagamento nos mais variados cartões. Agora alguém me explique como é possível a gasolina lá ser mais barata, sem ao menos ter refinaria e aqui no RN, que possui uma pequena refinaria em Guamaré, mas que sua produção é suficiente para suprir todo o Estado, a gasolina é mais cara em média 20-30 centavos por litro???? sem falar que a gasolina aqui no RN a maioria é batizada ou adulterada.

  3. Marcos Antônio disse:

    Esse valor sozinho não revela nada se não for considerado também a renda média em reais de cada país mencionado.

  4. Lucia disse:

    Quem poderia esclarecer a composição do preço de um litro de gasolina? Me refiro aos agentes envolvidos, governo federal (exploração, refinaria, destribuicao, impostos, Cide, previdência) transporte, governo estadual (ICMS antecipado, pauta fiscal e outros), taxa de cartão de credito, postos (aluguel, impostos, salários, Ibama, idema, anp, imetro, FGTS, INSS, bombeiros, imposto de renda, imposto, imposto…. lucro, sei lá, quem poderia esclarecer, alguém da atividade? A gente saberia se é justo ou não o preço praticado em Natal.

  5. Emidio Melo disse:

    Acho deveria levar em consideração dois fatores, a relação com o salário mínimo e a carga tributaria de cada país, aí teremos uma melhor analise e classificação.
    Vocês sabiam que no RN, só de ICMS paga-se num único litro de gasolina (R$ 2,89), algo em torno de R$ 0,90 num único imposto, faltam os outros.
    É incrível, temos que baixar a carga tributaria, isto sim.

  6. rnatal disse:

    O Grande absurdo de tudo isto é que nós motoristas já devíamos ter organizado protestos, boicotando postos a cada semana para eles sentirem na pele a maldade que a organização mafiosa do setor de combustível do Brasil e de Natal faz com o cidadão. Gasolina devia ser pelo R$ 2,00. VAMOS PROTESTAR.

    • Adyneusa disse:

      É isso que devemos fazer, boicotar postos de gasolina que cobram mais. Sabiam que nossos carros fabricados em Sumaré-SP, vão pra fora com valor inferior ao que vendem aqui? o mesmo carro. Os impostos não são caros, é porque o brasileiro paga o preço que eles oferecem. Ta na hora de agir e parar de culpar governo. O sistema capitalista é assim, existe a oferta porue tem procura.

  7. Otavio disse:

    Tão achando muito?Pois se segurem porque o gaiato do Prefeito de São Paulo,Fernando Hadad do PT, está sugerindo baseado em 1 pesquisa da Fundação Getulio Vargas 1 tributo de 0,50(cinquenta centavos)acrescido ao preço da gasolina p/subsidiar a passagem do onibus em SP q seria reduzida em 1,20(um real e vinte centavos).

Anvisa diz que remédio ficou 35% mais barato

Brasília – A regulação econômica permitiu que os medicamentos chegassem às mãos dos brasileiros com preços, em média, 35% mais baratos do que os pleiteados pelas indústrias farmacêuticas. A conclusão é de estudo divulgado hoje (15) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Foram analisados os preços máximos estabelecidos pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) entre março de 2004 e dezembro de 2011. A avaliação chegou a 1.115 apresentações de 433 remédios.

Segundo a Anvisa, na maior parte das vezes, as empresas solicitam preços em valores superiores aos que acabam autorizados pelo governo.

No caso de remédios com moléculas inovadoras, patente no Brasil e comprovação de ganho terapêutico, em relação aos utilizados para a mesma indicação terapêutica (categoria I), os preços máximos estabelecidos foram 19% mais baratos do que os solicitados pela indústria.

Entre os medicamentos novos sem patente ou sem comprovação de ganho terapêutico (categoria II), a redução foi de 37%.

Novas associações de princípios ativos existentes no Brasil e remédios em novas formas farmacêuticas (categoria V) registraram uma diferença de 38% entre o preço fixado e o pleiteado pelas empresas.

Entre os medicamentos classificados na categoria “caso omisso” e os que não puderam ser enquadrados em nenhuma das categorias estabelecidas pela legislação, a redução dos preços foi de 35% e de 45% respectivamente.

Desde 2003, a Cmed regulamenta o controle do preço dos medicamentos comercializados no Brasil baseada em um modelo de teto de preços. O preço fábrica é o teto pelo qual um medicamento pode ser comercializado, no atacado, pelas distribuidoras e empresas produtoras. O preço máximo ao consumidor é o teto pelo qual o medicamento é vendido nas farmácias e drogarias.

Cesta básica sobe 0,69% nos supermercados e hipermercados

A cesta básica comercializada nos supermercados e hipermercados de Natal nesta semana está 0,69% mais cara em relação à semana passada. Desde o final de julho a cesta básica vem com tendência de alta (conforme gráfico abaixo). Somente no mês de agosto – até 16/08 – a cesta básica acumula aumento médio de 2,74%.

O custo médio da cesta básica para consumo mensal de uma família de seis pessoas – quatro adultos e duas crianças – que estava em R$ 395,73 no final de julho, passou para R$ 406,59 nesta semana.

A pesquisa é realizada semanalmente pelo Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semdes), junto a seis (06) supermercados e seis (06) hipermercados da capital, incluindo quarenta (40) itens básicos de alimentação e limpeza, dos quais trinta e três (33) subiram nas últimas três semanas e apenas sete (07) sofreram redução.

O subgrupo de legumes, frutas e verduras foi o que apresentou maior índice de variação (subiu 5,3%, em média), seguido pelos produtos de higiene e limpeza (+3,4%) e pelos produtos industrializados e semielaborados (+2,4%).

Os maiores aumentos de agosto foram observados no chuchu (+44,3%), macaxeira (+18,9%%), repolho branco (+17,1%), fubá pré-cozido (+14,9%), ovos brancos grandes (+12,8%), margarina vegetal (+10,4%) e cebola pera (+9,2%). Registre-se, também, o aumento de 7,8% constatado no açúcar cristalizado e de 6,4% na carne bovina de 1ª.

Por outro lado, dentre os oito produtos que apresentaram redução de preço, destaque para a queda no preço do feijão carioquinha tipo 1, que caiu 8,1% em agosto.

Custo da cesta básica por estabelecimento

Segundo ponderação dos técnicos do Procon Natal, nesta semana a cesta básica mais barata era a do Supermercado Nordestão – Cidade Jardim (R$ 376,20).

A diferença percentual entre a cesta básica mais cara e a mais barata é de 20%, representando R$ 75,80 (setenta e cinco reais e oitenta centavos).

Preços mais baixos na internet atraem Classe C

Preços invariavelmente mais baratos do que os encontrados nas lojas físicas, em função de impostos e concorrência, é o que leva a Classe C, considerada a nova classe média brasileira, a comprar pela internet – saiba até quanto pagar a menos nas compras online no quadro abaixo.

Descontos, maior poder de escolha e o aumento da segurança nas transações também são outros fatores que seduziram esses novos consumidores virtuais, que têm renda familiar entre R$ 1.064 e R$ 4.591, segundo classificação da FGV (Fundação Getúlio Vargas). As lojas virtuais estão brigando por eles, o que impacta diretamente no preço dos produtos.

Na comparação com as lojas físicas, os descontos médios oferecidos na web chegam a 18% nas categorias mais compradas pela Classe C – grupo consumidor que representa mais de 60% dos novos compradores do setor. Porém, de produto a produto, a diferença pode passar dos 100%, alertam especialistas.

Gasto

Após uma fase favorável ao consumo com redução de IPI (Imposto sobre o Produto Industrializado) e formas de pagamento facilitadas, o gasto médio dos internautas com renda em torno dos R$ 3.000 para compras pela internet caiu 15% no primeiro semestre de 2012, de R$ 335 para R$ 285.

Segundo a diretora de unidade da empresa de informações do comércio eletrônico e-bit, Cristina Rother, é característico da classe C comprar eletrodomésticos, eletrônicos, computadores e celulares na internet.

– Em 2007, por exemplo, estes itens não estavam entre os mais comprados. Hoje, as vendas de eletrodomésticos vêm aumentando nos últimos anos.

A tática dos sites de compras coletivas, leilão de centavo e lojas virtuais está na adaptação à menor proporção do endividamento em relação à renda por meio dos descontos nos produtos de alto valor agregado.

Mais baratos

Televisores são vendidos pelas lojas virtuais com diferença de preço de até 20%, mas sites de compras coletivas, como o Groupon, chegam a fazer ofertas especiais com 98% do preço.

O garimpo nos sites de comparação de preços pode render economia de quase 15% em geladeiras e congeladores, 6% em lavadoras, 7% em fogões, 10% em notebooks e mais de 18% em celulares. Mas, na média, a diferença de preços é de 10% no comércio eletrônico, segundo dados do Índice Fipe-Buscapé. Veja a tabela abaixo.

Porém, o comércio eletrônico brasileiro deve revisar seus números e fazer novas previsões para 2012 mesmo com uma estratégia de descontos mais pesada. Rother revela que o crescimento do mercado on line para 2012 pode ser revisto para baixo.

– Ainda mantemos o crescimento de 25% [previstos], mas acreditamos que haverá uma queda nesse número devido ao comportamento nos primeiros meses de 2012, mas ainda não fechamos qual será.

Fonte: R7

Juiz nega pedido de empresas para aumentar de tarifa de ônibus

O juiz Airton Pinheiro, da 5ª Vara da Fazenda Pública de Natal, negou o pedido de retratação, feito por sete empresas de ônibus de Natal e mais o Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros do Município do Natal – SETURN e manteve a decisão que negou o reajuste da tarifa cobrada pela prestação do serviço público de transporte coletivo.

Na decisão, o magistrado já havia verificado a insuficiência de documentos técnicos e fáticos que respaldassem as alegações dos empresários, e concluiu que as provas não induzem a um juízo de verossimilhança favorável à pretensão liminar, não sendo possível a verificação de existência dos requisitos da fumaça do bom direito e do perigo da demora.

A Procuradoria do Município de Natal se manifestou informando que o reajuste pretendido pelos empresários será tratado na ocasião do processo licitatório, tendo o Município de Natal já manifestado sua posição contrária ao reajuste, até porque a documentação anexada aos autos não evidencia os parâmetros utilizados pelos empresários para justificar um aumento tão expressivo.