Contrato emergencial de R$ 7 milhões: SMS atestou que empresa com a qual rompeu contrato tinha melhor preço do mercado

A Secretaria Municipal de Saúde de Natal constatou nos últimos quatro anos que a empresa com quem manteve contrato para abastecer com refeições as unidades de saúde da capital, a Refine Refeições, oferecia os melhores preços do mercado.

A despeito disso, a SMS rompeu o contrato com a Refine e assinou emergencialmente com a PJ Refeições na semana passada, por R$ 7 milhões. A pasta alega que seguiu recomendações do Tribunal de Contas da União.

O TCU recomendou em 1º de Julho de 2019 que a Refine Refeições, que tinha preços com Natal estabelecidos em licitação de 2014, praticasse preços de licitação lançada em 2016. Ao perceber que o preço de 2016, no entanto, era maior que os de 2014, a atualização não foi feita.

No mês passado, no entanto, a SMS prosseguiu com a orientação e rompeu o contrato informando que os valores firmados com a PJ são mais vantajosos.

Pesquisa mercadológica feita pela própria SMS em 2015, 2016, 2017 e 2018, no entanto, indicam o oposto.

As pesquisas foram feitas sempre para saber se valeria a pena renovar o primeiro contrato, de 2014, ou firmar novo instrumento com quem tivesse valores mais vantajosos para a administração pública.

A própria PJ, aliás, teve preços consultados em anos anteriores, mas a SMS constava que era a Refine que detinha os valores mais vantajosos, conforme os resultados abaixo:

Atestamento 2015

Atestamento 2016Atestamento 2017

Atestamento 2018

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. M.s disse:

    E agora SMS qual vai ser sua defesa
    Acho que tem que entrar até ministério público federal conselho de nutrição TCE ministério público e Sérgio Mouro

Petrobras eleva em 4% preço da gasolina nas refinarias

 Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

A Petrobras elevou o preço da gasolina nas refinarias em cerca de 4% nesta quarta-feira (27), na segunda alta em pouco mais de uma semana, em meio à valorização do dólar em relação ao real.

Com a alta, o combustível atingiu cerca de R$ 1,91 por litro, segundo informou a petroleira estatal em seu site. O diesel, em contrapartida, foi mantido estável.

O repasse de ajustes de valores nas refinarias aos consumidores finais nos postos depende de diversos fatores, como margens de revendedoras e distribuidoras, misturas de biocombustíveis e impostos.

O último reajuste tinha sido feito no dia 19, quando o preço da gasolina foi elevado em 2,8%, após mais de 50 dias sem alterações no preço.

Na véspera, o dólar fechou em alta de 0,63%, a R$ 4,2394, renovando máxima nominal. Com a disparada dos últimos dias, a moeda dos EUA acumula alta de 5,73% ante o real na parcial do mês. No ano, o avanço é de 9,43% frente ao real.

Preços nos postos

Segundo a última pesquisa divulgada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina nos postos no país na semana terminada no dia 23 de novembro ficou em R$ 4,413, alta de 0,14% frente à semana anterior (R$ 4,407).

Já o preço do diesel ficou praticamente estável, em R$ 3,710 na média, ante R$ 3,715 na semana anterior.

No acumulado no ano, a gasolina acumula avanço de 1,59% e, o diesel, alta de 7,5%, segundo a ANP.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Vixeeee disse:

    E AGORA BOLSOMINIOS?????? É MELHOR JAIR SE ACOSTUMANDO COM O PIRES NA MAO PEDINDO ESMOLA

    • joaozinho disse:

      Pergunta ao STF que soltou Lula e que este gera instabilidade com seus discursos fascistas e violentos. Quem vai investir num país em que um Lula pede aos fascistas vermelhos pra tocar fogo em quem gera emprego?

    • Cidadão disse:

      Agradeça ao ladrão corrupto e cachaceiro que fica estimulando o caos e a desordem pública como método de oposição.

Preço da água mineral natural no RN terá reajuste médio de 10% a partir de dezembro

Foto: Ilustrativa

O Sindicato de Bebidas e Águas Minerais do RN (Sicramirn) confirmou que o preço da água mineral natural terá reajuste médio de 10%, a partir de dezembro, em todo o Rio Grande do Norte. Atualmente, o garrafão de 20 litros chega à casa do consumidor final com valores que variam entre R$ 5 e R$ 7. Com o reajuste, o preço deverá ficar entre R$ 5,50 e R$ 7,70, ainda de acordo com a entidade.

O reajuste deverá começar a valer a partir da próxima segunda-feira (2). Há dois anos sem aumento do produto, os empresários da cadeia produtiva da água mineral alegam que não estão conseguindo absorver a subida dos salários dos funcionários e dos insumos, como energia elétrica, rótulos, tampas e lacres. Além disso, o setor ainda enfrenta altos custos do vasilhame produzido com material precificado em Dólar, a moeda americana vem se valorizando em relação ao Real.

Com acréscimo de informações do G1-RN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Brasil disse:

    Comprar meu super zon já

  2. Jair disse:

    A água da Caern é potável seus trouxas, essa máfia da água mineral faz vc criar uma necessidade q não existe. Em toda a Europa pessoas tomam água de torneira. É só parar de consumir que baixam os preços rapidinho

  3. Cristian disse:

    Engraçado, os preços praticados variam de 3,50 a 8 barões.

Natal registra maior queda no preço da cesta básica em outubro – segundo valor mais barato entre as capitais pesquisadas, diz Dieese

Foto ILUSTRATIVA/ARQUIVO/CORREIODOESTADO

O portal G1-RN destaca que o mês de outubro registrou no custo da cesta básica em Natal uma queda de 3,03% em relação ao mês de setembro, a maior variação negativa entre 17 capitais. Os dados são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e foram divulgados na última quarta-feira (6).

Segundo o levantamento, o valor da cesta básica ficou em R$ 341,90, o segundo mais barato entre as capitais pesquisadas, perdendo apenas para a capital do Sergipe (R$ 325,01).

A  capital potiguar também fez parte das oito cidades que apresentaram queda nos preços dos itens básicos de alimentação. Aracaju (SE), João Pessoa (PB), Recife (PE), Belém (PA), Curitiba (PR), Vitória (ES) e São Paulo (SP).

O Dieese considera como itens da cesta básica: carne, leite, feijão, arroz, farinha, batata, tomate, pão francês, café em pó, banana, açúcar, banha ou óleo e manteiga. Segundo o relatório, foi observada tendência de queda nos preços da batata e da manteiga. Já as cotações do óleo de soja, da carne bovina de primeira e da farinha de trigo aumentaram na maior parte das cidades.

 

Aéreas dizem que ‘indústria da judicialização’ eleva o preço das passagens no Brasil

Foto: Edilson Dantas/O Globo

O presidente da Gol, Paulo Kakinoff, afirmou nesta terça-feira (29) que a grande judicialização no mercado aéreo brasileiro aumenta o preço das passagens aéreas.

“Esse custo da judicialização está sendo pago por quem? Entra no custo da operação que consequentemente se reflete na tarifa paga por todos”, afirmou durante o Fórum de Líderes da Associação Latino-Americana de Transporte Aéreo (ALTA).

Segundo Kakinoff existe uma indústria de judicialização no Brasil que procura o cliente para que ele entre na Justiça, e procura até mesmo o cliente que não tinha a intenção de abrir um processo.

O presidente da Latam, Jerome Cadier, afirmou que a companhia gasta de R$ 200 milhões a R$ 300 milhões por ano em ações judiciais.

“A Latam tem uma média de 5 mil ações por mês, que custam cerca de R$ 5 mil cada. No final estamos falando de R$ 200 milhões a R$ 300 milhões ao longo do ano só por casos pontuais na Justiça. Já é material, já entra na tarifa. Sem dúvida já é uma parte importante da tarifa”, afirmou Cadier.

No ano passado a empresa transportou 34,1 milhões de passageiros.

De acordo com Cadier, 50% da operação da Latam parte do Brasil ou chega ao Brasil, mas 99% dos custos da empresa com ações judiciais são no país.

O presidente da GOL destacou que no mercado europeu e americano não existe, por exemplo, dano moral por voo cancelado por causa de problemas climáticos. Segundo ele, nenhuma empresa aérea atrasa voo por interesse.

“Não existe nenhum benefício econômico, pelo contrário, existe prejuízo”, disse.

Capital estrangeiro

Sobre a abertura do mercado aéreo para empresas de capital estrangeiro, em vigor desde o final do ano passado, o presidente da Latam afirmou que novas empresas virão para o Brasil se tiverem estabilidade regulatória e retorno para o capital investido.

“Eventualmente virá [empresa de capital estrangeiro], mas virá na medida de ter estabilidade e ter condições de dar retorno a esse capital. É questão de tempo e estabilidade regulatória”, disse Cadier durante apresentação.

Desde que a abertura de capital estrangeiro para empresas áreas foi autorizada apenas o grupo espanhol Globalia pediu autorização para operar voos regulares dentro do Brasil.

Recentemente o secretário de Aviação, Ronei Glanzmann, afirmou que espera que o grupo comece a operar voos domésticos em 2020.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Azevedo disse:

    Esse fdp da gol não fala que essas judicializações sã decorrentes da falta de respeito das serras pelos consumidores dos seus serviços, pois essas empresas aéreas pensam que estão acima de tudo e de todos. Falo isso com propriedade, pois sofri na pele essa falta de respeito s alguns meses atrás, tentei todo tipo de acordo com a aérea, mas eles me ignoraram, então o melhor remédio foi colocá-los no pai, ou seja, procurei meus direitos e vou conseguir êxito.

  2. Francisco disse:

    Desculpa esfarrapada, serviços carissimo e de péssima qualidade, com regras que beneficiam e muito as empresas aéreas, mesmo assim, na hora do vôo cumprem muito pouco da obrigação. Tem q ser penalizada pra cumprir sua parte.

Preço da energia deve cair de 30% a 40%, diz Guedes

Paulo Guedes: “Máquina pública gasta mal porque gasta muito consigo mesma, com privilégios” (Marcos Corrêa/PR/Palácio do Planalto/Reprodução)

O ministro da Economia, Paulo Guedes, elogiou a votação no Congresso que aprovou projeto de lei que trata da partilha em fração igual dos recursos da cessão onerosa para Estados e municípios.

“Quero celebrar acordo entre Câmara e Senado e dizer que nossa classe política está de parabéns”, afirmou nesta quinta-feira (10).

“A cessão onerosa é o grande acordo político”, enfatizou. Para o ministro, não há crise política, ao contrário do que tem sido dito. “Nasceu uma nova política, extraordinariamente republicana”, disse.

Pelo projeto aprovado, os municípios poderão usar o dinheiro a ser recebido para cobrir o rombo previdenciário ou para fazer investimentos. Já os governadores ficarão mais engessados no uso do recurso e terão de usar a verba prioritariamente para pagar dívidas da Previdência.

As declarações foram feitas durante o Fórum de Investimentos Brasil 2019, organizado pelo governo federal, pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

“Essa medida vai reduzir o déficit fiscal nesse primeiro ano”, celebrou Guedes. “Quando me perguntam qual a meta de déficit fiscal, eu digo que é zero. Não deu para zerar, mas vamos tentar sempre o maior possível.” Segundo ele, não faz mal “mirar nas estrelas e acertar a lua”.

Energia

Guedes projetou um “choque da energia barata” no Brasil, que deverá ser sentida em breve. “Imagino em que um ano e meio os preços das termelétricas vão cair cerca de 30% a 40%”, afirmou, citando a importação de gás da Bolívia e da Argentina, além da produção oriunda do pré-sal.

Ele também defendeu a quebra do monopólio estatal na distribuição do gás, aumentando a competição no setor.

O ministro defendeu a abertura do Brasil por meio de do desenvolvimento de infraestrutura de entrada e saída de recursos como, por exemplo, um trajeto que dê acesso ao Oceano Pacífico pelo Peru, além de outro acesso na Região Norte, na Guiana, onde foram descobertas reservas de petróleo e gás natural. “Precisamos de saída pelo Norte para escoar recursos nossos e para a entrada de recursos em nossa rede.”

Previdência

O ministro disse também que a reforma da Previdência foi bem sucedida. “O governo gasta muito e gasta mal. Quando assumimos, diagnosticamos que o a Previdência Social era um gasto mais galopante, era um buraco fiscal que ameaçava engolir o Brasil”, comentou Guedes na ocasião.

Ele afirmou também que a Câmara dos Deputados aprovou a Previdência em dois turnos e que o Senado também vai aprovar em duas semanas. “A Previdência foi a primeira grande reforma e o combinado é entrar no pacto federativo”, apontou.

“Acordos políticos estão sendo costurados em bases orgânicas”, afirmou Guedes. O ministro ressaltou que o Senado demorou “um pouco mais” para votar a Previdência, “mas está trazendo entes federativos” para as medidas que alteram as aposentadorias.

Guedes afirmou que o governo vai por um lado estancar a máquina pública e por outro criar um bom ambiente de negócios. “Máquina pública gasta mal porque gasta muito consigo mesma, com privilégios.”

Segundo ele, a primeira missão do governo é reparar o balanço entre ativos e passivos da União. “O salário do funcionalismo público cresce, enquanto investimentos desabam. Temos de recuperar crescimento e acho que já fizemos inversão”, disse Guedes.

O ministro disse ainda que não há voo de galinha, quanto ao crescimento do País, citando taxa de juros estáveis e inflação controlada. “Tudo que está vindo é do setor privado. Não é mais crédito público que está veiculando o Brasil. É o setor privado que está se movendo. A economia estava viciada em gasto público. Trocamos o eixo para economia de mercado”, ressaltou Guedes.

Juros bancários

Paulo Guedes também disse que governo está abrindo o setor bancário para competição. Guedes disse que os bancos públicos estão sendo desalavancados e que o BNDES terá como eixos de atuação saneamento, privatizações, concessões e reestruturação financeira de Estados e municípios.

O ministro reiterou que, uma vez aprovada a reforma da Previdência, o governo vai encaminhar ao Congresso parte da reforma tributária –que irá à Câmara dos Deputados — e o pacto federativo — para o Senado.

O Executivo também vai encaminhar uma reforma administrativa, disse Guedes, destacando que será pedido “sacrifício” aos servidores públicos.

Exame

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carllos disse:

    Garanto que é muito mais viável fazer a distribuição da energia eólica que nosso estado vem produzindo em abundância.

  2. Josiel disse:

    Também acredito em Papai Noel, Duendes, Fadas…
    Entregando tudo que pode de nosso patrimônio as empresas multinacionais e ainda fazendo gracinha enquanto ajuda a retirar todos os direitos trabalhistas e previdenciários dos mais pobres desse país.

  3. Silva disse:

    O gás e energia fez foi subir! Vai ser igual Black Friday: a metade do dobro!

Apple reduz preço do iPhone 11 no Brasil e antecipa lançamento

Foto: Thássius Veloso/TechTudo

O preço do iPhone 11 no Brasil começa em R$ 4.999 e pode chegar a R$ 5.799: nesta manhã, a Apple divulgou os valores para o comércio nacional da sua nova geração de celulares com iOS 13. Além do modelo mais básico, também desembarcam no país o iPhone 11 Pro e o iPhone 11 Pro Max, opções mais avançadas da marca e com custo mais elevado: a partir de R$ 6.999 e R$ 7.599, respectivamente. Os smartphones chegam às lojas do país em 18 de outubro, antes do esperado pelo mercado – normalmente, a Apple faz o lançamento em território nacional a partir de novembro.

O preço do modelo mais básico caiu em relação à geração passada: R$ 200 a menos do que o cobrado pelo iPhone XR. Entre os destaques do lançamento estão a ficha técnica avançada, com o processador Apple A13 Bionic, e a câmera dupla com lente ultra wide. O smartphone estará disponível nas cores branco, preto, verde, amarelo, roxo e vermelho.

iPhone 11: a partir de R$ 4.999

O iPhone 11 é a opção mais simples da Apple em 2019. O smartphone repete a receita do antecessor iPhone XR ao oferecer seis opções de cores (branco, preto, verde, amarelo, roxo e vermelho) e tela LCD de 6,1 polegadas com notch, característica que vem aparecendo em celulares da marca desde o iPhone X. A traseira, porém, traz diferenças no visual, ao posicionar as câmeras em uma base quadrada no canto superior esquerdo.

A câmera é um dos destaques do lançamento. Assim como o concorrente Galaxy S10E, o celular traz dois sensores de 12 megapixels na traseira, com lentes angular (f/1.8) e ultra wide (f/2.4), sendo a segunda capaz de capturar ângulos mais abertos (120º). Há, ainda, recursos nativos para incrementar a qualidade das imagens, como o Modo Noite, e melhorias no Modo Retrato, agora capaz de tirar fotos também dos “seus amigos de quatro patas”, de acordo com a fabricante, ao contrário do iPhone XR.

Entre as especificações do smartphone estão o processador Apple A13 Bionic, chip mais avançado da Apple até o momento e capaz de oferecer desempenho superior ao Snapdragon 855 do Galaxy S10 e Kirin 980 do Huawei P30 Pro, segundo a fabricante. A bateria promete uma hora a mais de duração quando comparado com o iPhone XR, celular que recebeu elogios em relação à autonomia nos testes do TechTudo.

O iPhone 11 estará disponível em três opções, com preços que variam de acordo com o armazenamento:

64 GB: R$ 4.999
128 GB: R$ 5.299
256 GB: R$ 5.799

iPhone 11 Pro: a partir de R$ 6.999

O iPhone 11 Pro renova as opções de celulares mais avançados da Apple em 2019. O smartphone é a opção com a menor tela do trio, de 5,8 polegadas com resolução de 2436 x 1125 pixels, tecnologia OLED e notch para abrigar a câmera frontal e sensores TrueDepth, para Face ID e recursos de realidade aumentada, como os Animojis. O visual do lançamento repete o mesmo desenho do iPhone 11 na traseira, com os sensores fotográficos posicionados em uma base quadrada, mas em cores diferentes: dourado, cinza espacial, prata e Verde da Meia-Noite.

O conjunto fotográfico recebeu um reforço na nova geração. Além dos clássicos sensores de 12 megapixels com lentes angular (f/1.8) e teleobjetiva (f/2), o smartphone conta com uma terceira câmera com lente ultra wide de 120º, 12 MP e abertura de f/2.4. Para selfies, são 10 MP.

A ficha técnica é avançada, também com o processador Apple A13 Bionic. O destaque fica pela bateria, que promete mais quatro horas de duração quando comparado com o antecessor iPhone XS.

Assim como o iPhone 11, o iPhone 11 Pro chega ao Brasil mais barato que o antecessor, com uma diferença de R$ 300 entre as gerações. O smartphone está disponível em três opções de armazenamento:

64 GB: R$ 6.999
256 GB: R$ 7.799
512 GB: R$ 8.999

iPhone 11 Pro Max: a partir de R$ 7.599

O iPhone 11 Pro Max repete a ficha técnica do iPhone 11 Pro, mas traz tela maior, de 6,5 polegadas e resolução de 2688 x 1242 pixels. Demais especificações, como a câmera tripla, processador, entre outras, permanecem inalteradas, com exceção da bateria, cuja promessa é de “até cinco horas a mais de duração comparada ao iPhone XS Max”, segundo a Apple.

Os preços também sofreram redução entre as gerações, com diferença de R$ 400 em relação ao antecessor iPhone XS Max. São três edições:

64 GB: R$ 7.599
256 GB: R$ 8.399
512 GB: R$ 9.599

Ficha técnica do iPhone 11

Tamanho da tela: 6,1 polegadas
Resolução da tela: 1792 x 828 pixels
Painel da tela: LCD
Câmera principal: dupla, 12 megapixels
Câmera frontal (selfie): 12 megapixels
Sistema: iOS 13
Processador: Apple A13 Bionic
Memória RAM: não informado
Armazenamento (memória interna): 64 GB, 128 GB e 256 GB
Cartão de memória: sem suporte
Capacidade da bateria: não informado
Dual SIM: sim (nano SIM e eSIM)
Peso: 194 gramas
Cores: preto, verde, amarelo, lilás, vermelho e branco
Anúncio global: 10 de setembro de 2019
Lançamento: 18 de outubro de 2019
Preço de lançamento: a partir de R$ 4.999

Ficha técnica do iPhone 11 Pro

Tamanho da tela: 5,8 polegadas
Resolução da tela: 2436 x 1125 pixels
Painel da tela: OLED
Câmera principal: tripla, 12 megapixels
Câmera frontal (selfie): 12 megapixels
Sistema: iOS 13
Processador: Apple A13 Bionic
Memória RAM: não informado
Armazenamento (memória interna): 64 GB, 256 GB e 512 GB
Cartão de memória: sem suporte
Capacidade da bateria: não informado
Dual SIM: sim (nano SIM e eSIM)
Peso: 188 gramas
Cores: dourado, cinza espacial, prata e Verde da Meia-Noite
Anúncio global: 10 de setembro de 2019
Lançamento: 18 de outubro de 2019
Preço de lançamento: a partir de R$ 6.999

Ficha técnica do iPhone 11 Pro Max

Tamanho da tela: 6,5 polegadas
Resolução da tela: 2688 x 1242 pixels
Painel da tela: OLED
Câmera principal: tripla, 12 megapixels
Câmera frontal (selfie): 12 megapixels
Sistema: iOS 13
Processador: Apple A13 Bionic
Memória RAM: não informado
Armazenamento (memória interna): 64 GB, 256 GB e 512 GB
Cartão de memória: sem suporte
Capacidade da bateria: não informado
Dual SIM: sim (nano SIM e eSIM)
Peso: 226 gramas
Cores: dourado, cinza espacial, prata e Verde da Meia-Noite
Anúncio global: 10 de setembro de 2019
Lançamento: 18 de outubro de 2019
Preço de lançamento: a partir de R$ 7.599

G1, via Techtudo

 

Procon Natal aponta aumento de 5,4% no preço da gasolina em setembro

Foto: Divulgação

O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal) apontou uma variação de 5,41% nos preços da gasolina praticados na capital potiguar. Um percentual superior ao reajuste concedido pela Petrobras no final do mês de agosto, que foi de 3,5%. A pesquisa aconteceu em 70 postos de combustíveis.

O valor médio da gasolina encontrado nas bombas foi de R$ 4,475. O Procon também pesquisou o preço do Gás Veicular e não houve variação de preços em relação ao mês de agosto. Já o etanol, teve variação positiva de 1,60%. O Diesel Comum teve a segunda maior variação encontrada nas bombas com um índice de 3,12%.

A gasolina comum mais barata encontra-se na região norte, com o preço médio de R$ 4,464 e o posto com o menor preço identificado na pesquisa com o valor de R$ 4,440 no bairro de Potengi. Por outro lado, a região sul possui a gasolina mais cara em Natal. O motorista que abastecer seu veículo vai pagar R$ 4,482 em média pela gasolina.

A equipe do Núcleo de Pesquisa do Procon Natal orienta os consumidores que antes de abastecer, façam uma pesquisa, pois há uma oscilação muito grande nos preços praticados nos postos da cidade. No endereço eletrônico www.natal.rn.gov.br/procon está disponível a lista dos dez postos com a gasolina mais barata das capital potiguar e a planilha, indicando as variações dos valores.

Inflação oficial desacelera por redução do preço dos alimentos

Foto: EBC

A inflação oficial desacelerou em agosto, pressionada pela redução do preço dos alimentos, segundo os dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado nesta sexta-feira (6) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O gerente da pesquisa, Pedro Kislanov, afirma que houve redução nos preços de alguns dos principais alimentos consumidos no dia a dia dos brasileiros devido ao aumento de oferta nos pontos de venda. Foi o que ocorreu, por exemplo, com o tomate (-24,49%), a batata inglesa (-9,11%) e as hortaliças e verduras (-6,53%).

O indicador registrou taxa de 0,11% no mês, frente a 0,19% em julho. Em agosto do ano passado, a taxa foi de -0,09%.

De janeiro a agosto, a inflação oficial acumula alta de 2,54%, enquanto a dos últimos meses ficou em 3,43%.

R7

 

Procon Natal constata redução significativa no preço da cesta básica

Foto: Divulgação

O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal – Procon Natal – identificou redução no preço médio da cesta básica no mês de agosto, nos principais estabelecimentos comerciais da cidade e constatou variação negativa pelo terceiro mês seguido.

Enquanto no mês passado nos hipermercados a pesquisa encontrou um preço médio de R$ 274,77, em julho era de R$ 275,33. Já nos mercadinhos enquanto tem agosto foi de R$ 249,01, no mês anterior a cesta básica custava R$ 251,97. Isso representa uma economia para o consumidor natalense de R$ 0,56 centavos de reais na cesta básica de um mês para o outro nas grandes redes de hipermercados e supermercado, e de R$ 2,96 na cesta básica dos mercadinhos.

Diante disso, o Núcleo de pesquisa comprova que a cesta básica do mercadinho é a melhor opção aos consumidores natalenses. O Procon identifica uma economia na cesta básica dos mercadinhos em relação aos hipermercados e das grandes redes supermercados de R$ 25,76, o que que representa uma variação de 10,34% no custo de uma para a outra.

O Instituto comprova, ainda, que no mês de agosto o poder de compra do trabalhador com o salário-mínimo para suprir as necessidades alimentares básicas de uma família de 4 (quatro) pessoas durante um mês, em relação à cesta básica tem um custo de 30,93% e isso representa 60,57 horas de trabalho no mês. Já nos mercadinhos esse custo no mês foi de 28,04% e em horas de trabalho é de 54,89.

A análise é feita pelo Núcleo de pesquisa na cesta básica dos natalenses em 40 (quarenta) itens divididos por grupos de: mercearia, açougue, hortifrúti, higiene e limpeza. Eles realizaram o levantamento nas quatro semanas de agosto junto a seis hipermercados, quatro supermercados, e dez supermercados de bairro, denominados de mercadinhos, contemplando as quatro zonas de Natal.

Para ver a pesquisa completa, você acessa www.natal.rn.gov.br/procon

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lindemberg disse:

    Por outro lado os preços dos combustível dispararam, subiu demais, estão lá em cima.
    O governo anunciou esse aumento? Alguma mídia noticiou o aumento dos preços nas refinarias?
    O litro de nossa gasolina chega a ser R$ 0,20 mais cara que o preço praticado em outros estados do nordeste. O RN não tem solução, continua perdendo terreno e deixando de evoluir pelas taxas mais altas e preços abusivos em quase todos os setores.

    • RICARDO MOURA disse:

      FAMOSO ICMS DO NOSSO ESTADO QUE E MAIS ALTO DO QUE OS DEMAIS, POR ESSE MOTIVO A AMBEV TAMBEM DEIXOU O RN INDO PARA A PB.

Pesquisa do PROCON NATAL aponta redução no preço do gás de cozinha

O PROCON NATAL – Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal realizou, no dia 05 de agosto, uma pesquisa de preço do botijão de 13 quilos do gás de cozinha em 22 estabelecidos, das quatro regiões da cidade. O preço médio do produto na primeira semana de agosto foi R$ 65,77, contra R$ 66,32 do mês anterior, uma redução de R$0,55. O maior preço encontrado foi de R$ 70,00 e o menor preço de R$ 60,00 à vista.

De acordo com o PROCON NATAL, os estabelecimentos fazem diferenciação no valor pago a vista ou no cartão. Na média, o preço do botijão GLP de 13 kg no cartão foi de R$ 69,40 e na pesquisa anterior era de R$ 69,71. Isso equivale a uma redução de R$ 0,31(-0,45%). Já a diferença entre o maior e o menor preço nesta pesquisa de agosto foi de R$ 12,00, onde o menor preço no cartão foi R$ 63,00 e o maior R$ 75,00.

A pesquisa verificou ainda que 18,2% dos estabelecimentos aumentaram seus preços entre R$ 2,00 e R$ 5,00 e 27,3% reduziram seus preços entre R$ 2,00 e R$ 5,00. E 54,5% dos estabelecimentos mantiveram seus preços inalterados entre as pesquisas. Ou seja, a pesquisa encontrou estabelecimentos com preço de R$ 60,00 em maio e em agosto o mesmo estabelecimento estava com o preço a R$ 65,00. Também foi observado o inverso em maio alguns estabelecimentos o preço encontrado foi de R$ 70,00 e em agosto o mesmo estabelecimento estava com o preço de R$ 65,00. Esses dados são para preços praticados à vista, mas também foi observado a mesma prática na venda com cartão.

A pesquisa na íntegra está disponível em www.natal.rn.gov.br/procon.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Daniel soares disse:

    Acho que nao houve nenhuma reduçao amigo,o que se faz com 0,55$ ???
    Sera que há parcialidade nessa pesquisa?

  2. Arnaldo Franco disse:

    Vou já comprar o meu e dizer "Ele não".

Governo vai anunciar mais medidas para baratear preço do gás

Foto: Caetano Barreira / Reuters

O “choque de energia barata” , lançado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, não será capaz, sozinho, de reduzir o preço do gás de cozinha. A conclusão é de um estudo produzido da Secretaria de Avaliação de Políticas Públicas do Ministério da Economia. A secretaria afirma ser necessário outras medidas para que o preço ao consumidores residenciais seja mais competitivo.

Guedes havia prometido reduzir pela metade o preço do GLP no país em dois anos. A ação faz parte de um plano para baixar o preço do gás natural e, por consequência, do gás de cozinha, chamado de Novo Mercado de Gás.

O estudo do ministério concluiu que há a “necessidade de medidas adicionais na regulação do mercado de GLP, para que haja um fortalecimento da concorrência, potencializando os efeitos benéficos do choque de oferta de gás natural para os consumidores do botijão de gás de cozinha”.

O ministério defende o o fim da política que concentrou o mercado de GLP nos envases de até 13 kg; o fracionado de recipientes transportáveis; e o enchimento de botijões de outras marcas para reduzir o preço para os consumidores.

– Com essas medidas adicionais, o mercado vai prover outras possibilidade de arranjos concorrenciais para contribuir com que essa maior oferta de gás possa contribuir com preços competitivos – disse o secretário responsável pelo estudo, Alexandre Manoel.

A primeira dessas medidas pode ser implementada já na próxima reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), prevista para o fim deste mês, e deve acabar com a política de preços diferenciados e com as restrições para gás de até 13 quilos (que corresponde a aproximadamente 72% do mercado nacional). É proibido o seu uso em motores, e no aquecimento de saunas e piscinas, por exemplo.

O estudo aponta que essa política é “ineficaz, ineficiente e pouco transparente”. Além disso, barra a entrada de novos agentes no mercado. O governo quer acabar com os preços diferenciados e com as restrições do GLP de até 13 quilos. A avaliação é que o fim dessa política não resultaria em aumento de preços, mas em maior competitividade.

O CNPE também deve recomendar à Agência Nacional de Petróleo (ANP) uma posição oficial para outras duas medidas que o diretor-geral do órgão, Décio Oddone, já havia defendido. Uma delas é a possibilidade do enchimento fracionado de recipientes.

Segundo o texto, já existe hoje uma norma da ABNT que estabelece requisitos de segurança para sistemas de abastecimento a granel de GLP. Essa norma se aplica a todos tipos de recipientes e volumes, não havendo restrições específicas para o enchimento do GLP de 13 quilos.

“Desse modo, de acordo com a própria ABNT, não existem restrições técnicas que inviabilizem o enchimento fracionado de recipientes transportáveis de 13 kg ou qualquer outro”, acrescenta o texto.

Alexandre Manoel sugere, por exemplo, que com o fracionamento possa existir um modelo de negócios (a exemplo do Uber Eats e iFood) que transporte gás para o consumidor residencial, a partir de qualquer ponto de abastecimento.

Outra medida que deve ser encaminhada pelo CNPE é a que reverte a proibição de que um botijão de uma distribuidora seja retornado e enchido por outra. Como consequência, há necessidade de os botijões retornarem a uma distribuidora mesmo que tenha sido recolhido por outra.

“A possibilidade de enchimento de botijões de outras marcas tem o potencial benefício de permitir a entrada de mais agentes no mercado de distribuição, haja vista que o atual modelo perpetua agentes com elevada escala de operação e condições logísticas para realizar a destroca dos vasilhames.

Além disso, do ponto de vista de um entrante, há a percepção de risco de o seu botijão ficar retido com uma distribuidora de grande porte”, afirma o texto.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Arnaldo Franco disse:

    Como é mesmo? Baixar o preço do gás de cozinha? Não pode. É gopi! Esse cara quer ser reeleito!

  2. Ricardo disse:

    Sugiro que os estados reduzam o ICMS do botijão. No caso do RN a alíquota atual é 18%. Bem como, sugiro também que o ICMS da gasolina que no RN é de 29% por litro , seja reduzido.

    • paulo disse:

      BG
      Para baixar o ICMS do querosene de aviação gorpi baixa na hora, pro pobre que usa gás de cozinha OHHHHHHH. Se reie pra lá.

Pesquisa do PROCON NATAL aponta redução no preço do combustível

O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal – PROCON NATAL realizou, no dia 22 de julho, pesquisa nos postos de combustíveis e identificou redução no valor de todos os combustíveis pesquisados. O objetivo da pesquisa foi verificar se houve a redução de 2,14% no preço anunciada pela Agência Nacional de Petróleo, no dia 18 de julho.

O preço médio da gasolina nas bombas foi de R$ 4,359, contra R$ 4,561 da pesquisa anterior, realizada no dia 08 de julho. Isso representa uma variação negativa de 4,43%, ou seja, redução de R$ 0,202 centavos. Já em comparação com a pesquisa de junho, a redução foi de R$ -0,164 centavos, o que equivale a uma variação negativa de 3,63%.

O Núcleo de pesquisa do PROCON NATAL acompanha mensalmente os preços dos combustíveis na cidade do Natal, devido a politica de preço aplicada pela estatal brasileira Petrobras, que adotou reajustes com maior periodicidade, desde 3 de julho de 2017. Nas pesquisas recentes realizadas pelo Núcleo, os preços dos combustíveis estão em declínio.

Para conferir a pesquisa completa – com o ranking dos dez posto mais baratos na cidade – acesse www.natal.rn.gov.br/procon.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alexandre Canadá disse:

    *Carolina do Norte

  2. Alexandre Canadá disse:

    O interessante é que esses Governantes, nunca tentam Diminuir os Encargos (65%), para o valor do Combustível cair, sou de São José do Mipibú/RN, mas moro aqui em Charlotte, Carolina do More (EUA), pagamos aqui por um Galão (3,6lt) o equivalente à $2,39, o imposto do Combustível aqui é 7%, agora vcs sabem pq os Políticos em Geral não tem interesse em diminuir, pq eles Não Pagam, a Verba de Gabinete cobre tudo isso, ou Brasil véi Desmantelado,

Preço da cesta básica diminui em Natal e mais 12 capitais, diz Dieese

Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

Em maio de 2019, o custo do conjunto de alimentos essenciais diminuiu em 13 capitais, conforme mostra resultado da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Diesse) em 17 cidades.

O preço médio da cesta em Natal apresentou queda de 0,98% em maio, em relação a abril. O custo foi de R$ 406,07. Dentre as 17 capitais pesquisadas, a potiguar ocupou a terceira posição entre os menores preços, ficando atrás de João Pessoa (PB) e Salvador (BA).

As quedas mais importantes foram observadas em Campo Grande (13,92%), Belo Horizonte (7,02%), Goiânia (-4,48%) e Rio de Janeiro (-4,39%). Os aumentos ocorreram em Florianópolis (1,17%), Aracaju (0,86%), Recife (0,20%) e Brasília (0,06%).

A capital com a cesta mais cara foi São Paulo (R$ 507,07), seguida por Porto Alegre (R$ 496,13) e Rio de Janeiro (R$ 492,93).

Com base na cesta mais cara que, em maio, foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Diesse estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário.

Em maio de 2019, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 4.259,90, ou 4,27 vezes o mínimo de R$ 998,00. Em abril de 2019, o piso mínimo necessário correspondeu a R$ 4.385,75, ou 4,39 vezes o mínimo vigente. Já em maio de 2018, o valor necessário foi R$ 3.747,10, ou 3,93 vezes o salário mínimo, que era de R$ 954,00.

Com informações do G1 e TNH1

Audiência na AL discutiu alternativas para redução no preço de passagens aéreas no RN

Foto: Eduardo Maia

Os preços cobrados por passagens aéreas que têm como destino ou partem de Natal foram tema de discussão na tarde dessa quinta-feira (27), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Por proposição do deputado estadual Hermano Morais (MDB), empresários, representantes do Poder Público, parlamentares e população discutiram formas para conseguir a redução desses preços como forma de estimular o turismo no estado. Para os participantes, é preciso que se pressione as companhias aéreas.

Na abertura da discussão, Hermano Morais explicou que os altos custos para se chegar a Natal atrapalham a chegada de turistas e, com isso, pelo menos 52 atividades que estão direta e indiretamente ligadas ao turismo. Mesmo com um amplo Centro de Convenções, com capacidade para 12,5 mil pessoas, e 50 mil leitos na rede hoteleira potiguar, o parlamentar entende que a melhor forma de se fomentar a atividade turística, nesse momento, é buscar a redução no valor das passagens.

“O RN vem perdendo, nos últimos tempos, muitos passageiros. A rede hoteleira tem sido obrigada a reduzir suas tarifas. As passagens são muito mais baratas em Pernambuco e Ceará, até na Paraíba. Um completo absurdo e sem explicação”, argumentou Hermano. “Houve a redução de 17% para 12% no ICMS sobre o querosene de aviação, mas não houve contrapartida”, criticou.

Na audiência, que também teve a presença dos deputados Tomba Farias (PSDB), Cristiane Dantas (PPL), Ubaldo Fernandes (PTC) e Coronel Azevedo (PSL), números comparativos das passagens aéreas em Natal e outros locais foram apresentados. O coordenador da Câmara Empresarial de Turismo da Fecomércio, George Costa, e o jornalista Octávio Santiago, que mantém um site que acompanha diariamente os valores de passagens aéreas a partir de Natal, expuseram levantamentos realizados.

Segundo dados da Fecomércio, os voos com destinos a Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, são mais caros partindo de Natal do que em Recife, Fortaleza e João Pessoa. Em um levantamento realizado em março, as passagens envolvendo Natal são entre 46% e 217% mais caras do que os outros destinos comparados. Já segundo o levantamento realizado pelo jornalista Octávio Santiago, comparando diretamente a João Pessoa, que tem uma realidade econômica mais próxima Natal, os voos são 22,5% mais baratos na capital paraibana, chegando a 48%, em média, a diferença caso haja a comparação somente com voos diretos – com o valor chegando a até 112%.

“Na hora que uma pessoa de São Paulo vem a Natal, com um preço mais alto na passagem, a diferença está sendo bancada pela hotelaria e pelos demais serviços. É uma transferência de renda direta de toda a população do Rio Grande do Norte para os cofres da companhia”, avaliou George Costa.

O superintendente do Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves, Ibernon Gomes, também participou da discussão e informou que o terminal não tem qualquer influência negativa com relação às altas tarifas cobradas pelas empresas para passagens com destino a Natal. De acordo com ele, a tarifa cobrada no aeroporto é a mais barata do Brasil, custando R$ 22,21, enquanto a de João Pessoa é de R$ 25,89. Apesar disso, a quantidade de voos é pequena e o consórcio Inframérica é o principal interessado na retomada do crescimento nos voos.

“O aeroporto Augusto Severo recebia 2,6 milhões de passageiros por ano, enquanto nós, com uma estrutura muito maior, recebemos 2,4 milhões. Estamos abertos para dialogar e colaborar da melhor forma possível para que o cenário mude”, explicou Ibernon Gomes.

Na audiência, representantes do Governo do Estado afirmaram que estão discutindo junto às companhias aéreas a redução nos preços das passagens. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaime Calado; o secretário de Tributação, Carlos Eduardo Xavier; e a secretária de Turismo, Ana Costa, expuseram informações sobre o debate que tem ocorrido junto às empresas e garantiram que as isenções fiscais praticadas deverão ter contrapartidas.

“Precisamos amarrar as contrapartidas. A concessão de 12% não tem nenhum tipo de amarra. Esse é o principal problema da redução do ICMS do QAV concedida no estado. Nossa conversa é no sentido de que queremos fomentar o turismo do RN. O modelo não funcionou, com perda de arrecadação e sem o retorno. Queremos construir um novo modelo para fomentar a indústria do Turismo e também colabore com os natalenses que querem viajar”, explicou Carlos Eduardo Xavier. “Nossos operadores não conseguem vender mais os nossos destinos devido aos preços das passagens aéreas e falta de conectividade do nosso destino”, lamentou Ana Costa.

Ação

Para buscar modificar o cenário, além da discussão diretamente com as empresas, a classe política potiguar solicitou que Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) uma investigação sobre a situação. Presente ao encontro, o representante do órgão, João Aurélio Braga, disse que o Cade irá investigar a situação.

Além disso, um documento será encaminhado formalmente pela Assembleia Legislativa ao presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), solicitando uma nota técnica explicando os motivos pelos quais os preços das passagens no Rio Grande do Norte são mais altos do que em outros estados.

“ O que queremos é uma parceria honesta. Diminuíram os voos, temos horários inadequados e passagens mais caras. Em momento que o RN perde tantos postos de trabalho, 2,2 mil em fevereiro, o turismo pode ajudar muito. É o que queremos, ajudar a encontrar uma solução”, disse o deputado.

ALRN

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio Turci disse:

    Aeroporto em São Gonçalo, crime sem tamanho contra o RN. Está na hora de nos unirmos em prol da volta as operações no nosso Aeroporto AUGUSTO SEVERO.

    • Gustavo disse:

      Concordo. Construíram uma esteovenga no meio do nada, longe de tudo, sem acesso decente e altamemte perigoso. Já deixei de pegar parentes que moram emoputros estados á noite em razao dos riscos. O acesso sul até hoje esta sem iluminação.

  2. Lorena Galvão disse:

    Aeroporto Aluisio Alves a desgraça do nosso turismo, vamos voltar o Augusto Severo, toda obra de corrupção tem seu fim, vamos aguardar

  3. Jão disse:

    Augusto Severo, nunca deveria ter sido desativo.

  4. Lourdes Siqueira disse:

    Além do preço absurdo da passagem, o desaforo logo na cancela do aeroporto, o confinamento sem opções dentro do monstrengo se o voo atrasa, temos que fazer seguro de vida para se aventurar no percurso…
    Foi um tiro do pé do RN esse monstrengo…

  5. Atento disse:

    Isso também é sacanagem de estados vizinhos, lobby, pois sabem do nosso potencial natural. Afinal, estamos na esquina do Brasil.

Pesquisa do PROCON Natal constata que não houve reajuste no preço do gás de cozinha

O Procon Natal, Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal, realizou pesquisa no último dia 11 de fevereiro nas quatro regiões administrativas da cidade e passou por 20 pontos de venda do gás de cozinha, constatando que, apesar do aumento anunciado na refinarias no último dia 4, os preços para o consumidor final foram mantidos. Os locais escolhidos levam em consideração o porte do estabelecimento e o registro de licenciamento de comercialização desse produto fixado e identificado junto com a placa de preço.

Os bairros onde a pesquisa do Procom Natal foi realizada foram Potengi, Pajuçara, Rocas, Neópolis, Ponta Negra, Pitimbu e Quintas, contemplando todas as regiões da cidade. A pesquisa identificou que em 55,0% dos estabelecimentos pesquisados esse produto é vendido abaixo da média constatada pelo núcleo de pesquisa do PROCON NATAL. Ou seja, mesmo com o aumento anunciado pela Petrobras no dia 04 de fevereiro nas refinarias, a pesquisa não identificou aumento nos estabelecimentos de venda. Foi constatado ainda que 30,0% desses estabelecimentos reduziram seus preços para um valor menor que R$ 65,00. Na pesquisa anterior os preços marcavam R$70,00. A Petrobras realizou dois aumentos para o gás de cozinha, um no dia 06 de novembro de 2018, de 8,5% nas refinarias e, mais recentemente, de 1,4%, mas não foram repassados ao consumidor final.

A pesquisa realizada pelo Procom Natal encontrou média de preço nesta última análise de R$ 66,85 no botijão GLP (gás de cozinha) de 13 kg. O maior preço encontrado foi de R$ 70,00 e o menor preço de R$ 63,00, nas vendas à vista. A variação entre o maior e o menor preço é de 11,11%. Já a variação entre a pesquisa anterior e a atual foi de -2,12%, uma vez que a média anterior foi de R$ 68,30. Na média, o preço do botijão GLP de 13 kg no cartão foi de R$ 69,25 e na pesquisa anterior era de R$ 69,30 e isso equivale a uma variação de -0,07% de uma pesquisa para outra. A pesquisa também encontrou o menor preço no cartão de R$ 65,00, e o maior de R$ 75,00, sendo uma variação entre o maior e o menor preço de 15,38%. Em Reais essa diferença de uma pesquisa para outra é inferior a R$ 1,4 e R$ 0,05, respectivamente.

O PROCON NATAL disponibiliza a pesquisa na íntegra aos consumidores em sua página virtual no site, www.natal.rn.gov.br/procon, apontando o preço do botijão de 13Kg mais barato, as médias, as variações e o desvio padrão encontrado, e orienta aos consumidores que utilizem a pesquisa para economizar ainda mais na hora da compra. O endereço dos estabelecimentos pesquisados e os preços praticados à vista e no cartão estão na pesquisa completa.