Coronavírus: Procon Natal emite Nota diante de preços abusivos

Foto: Ilustrativa

Diante de várias denúncias de consumidores reclamando do aumento exponencial dos preços de produtos relacionados à prevenção ao Covid-19 (Coronavírus), o Procon Natal emitiu uma Nota Técnica nesta segunda-feira (16/03) destacando que tal elevação se dá em momento de grave crise na saúde mundial (pandemia), reconhecida e devidamente declarada pela OMS – Organização Mundial de Saúde – e a atitude dos estabelecimentos comerciais em majorarem os preços destes produtos essenciais converge para a prática abusiva e infrativa. Veja Nota na íntegra:

NOTA TÉCNICA 01/2020

Dispõe sobre a abusividade, na comercialização de produtos, notadamente, álcool em gel, máscaras e luvas, no âmbito do município de Natal/RN, com preços majorados em razão do aumento da demanda dos consumidores por estes produtos, face a pandemia do COVID-19 (CORONAVÍRUS).

O PROCON NATAL, através do seu Diretor Geral, no uso de suas atribuições legais, resolve, ante as diversas denúncias recebidas de consumidores, relatando o aumento abusivo dos produtos: ÁLCOOL EM GEL, MÁSCARAS DE PROTEÇÃO E LUVAS, editar a presente NOTA TÉCNICA, nos termos que seguem.

Da Apuração de Prática Abusiva.

A venda de produtos, em especial de produtos essenciais à prevenção e controle do COVID-19 (CORONAVÍRUS), com a elevação de preços, conforme a procura e/ou demanda, tornou-se prática noticiada/denunciada na semana passada e na corrente, nesta Capital.

A fundamentação legal para a constatação da abusividade dessa prática são os incisos V e X, do art. 39, cumulados com os incisos IV e X, do art. 51, todos do CDC, que assim preceituam:

Art. 39. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas:

V – exigir do consumidor vantagem manifestamente excessiva;

X – elevar sem justa causa o preço dos produtos ou serviços;

Art. 51. São nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que:

IV – estabeleçam obrigações consideradas iníquas, abusivas, que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada, ou sejam incompatíveis com a boa-fé ou a equidade;

X – permitam ao fornecedor, direta ou indiretamente, variação do preço de maneira unilateral;

A abusividade consiste no fato de que a elevação do preço decorre, não de uma prática comum e permitida, como por exemplo a questão de baixa ou alta temporada em algumas cidades, mas sim, do fato de que a elevação do preço se dá em momento de grave crise na saúde mundial (PANDEMIA), reconhecida e devidamente declarada pela OMS – Organização Mundial de Saúde, em decorrência do CORONAVÍRUS (COVID-19).

A atitude dos estabelecimentos comerciais em majorarem os preços destes produtos essenciais, converge para a prática abusiva e infrativa indicada acima e, portanto, vedada pelo Código de Defesa do Consumidor.

No mesmo sentido dispõe a Lei Nº 12.529/2011, que versa sobre a prevenção e repressão às infrações contra a ordem econômica:

Art. 36. Constituem infração da ordem econômica, independentemente de culpa, os atos sob qualquer forma manifestados, que tenham por objeto ou possam produzir os seguintes efeitos, ainda que não sejam alcançados:

III – aumentar arbitrariamente os lucros;

É importante frisar que a abusividade consiste apenas na majoração de preços sem justificativa, que poderá ser dirimida através dos livros de movimentações, notas fiscais, de entrada e saída de produtos, dentre outros que comprovem o valor de aquisição com relação ao valor final praticado, sendo incontroverso que o estabelecimento comercial não está adstrito a um tabelamento, porém, a majoração sem justificava, valendo-se do binômio oportunidade e conveniência, em razão da crise na saúde provocada pelo COVID-19, constitui prática vedada pelos Diplomas Legais já citados acima e, será amplamente fiscalizado e investigado por Este Órgão de Proteção e Defesa aos Direitos dos Consumidores.

Natal/RN, 16 de março de 2020.

Gleiber Adriano de Oliveira Dantas

Diretor Geral do Procon Natal

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Osvaldo Delgado disse:

    PROCON isso não existe. Não serve para nada. Seria mais útil se fosse extinto.

  2. Ruma disse:

    Quero um emprego no PROCON

  3. Aroldo Pontes disse:

    O PROCON é uma instituição vergonhosa. Não serve pra nada.

  4. DeSacoCheio disse:

    Com a utilização da NFe (Nota Fiscal Eletrônica) já massificada em todos os estados, torna-se possível identificar abusos em tempo real, cabendo assim aos órgãos competentes e ao Estado a punição dos aproveitadores. Vamos esperar que tais punições ocorram e não fique mais uma vez em um discurso vazio por parte dos órgãos competentes.

  5. reginaldo disse:

    O Procon e b***a é a mesma coisa

Procon Natal divulga lista de materiais escolares considerados abusivos

Foto: Agência Brasil

Com a aproximação do período de matrículas nas escolas das redes pública e privada de ensino, o Procon Natal divulgou uma lista exemplificativa de materiais escolares que não podem ser solicitados pelos estabelecimentos, de acordo com o disposto na Lei 12.886/2013. A lista comporta 46 itens, dentre eles agenda escolar específica da instituição, caneta para lousa, cotonetes, esponja para pratos, pen drive, pregador de roupa e tonner ou cartucho para impressora, por exemplo.

O Procon entende, também, que o material escolar, cuja utilização não importe o consumo do bem, deverá ser devolvido ao aluno quando do fim do período letivo, inclusive qualquer material que, embora consumível, não tenha sido utilizado. Segundo o órgão, é prática abusiva qualquer negativa de efetivação de matrícula ou imposição de qualquer sanção em razão da recusa de entrega de material escolar considerado abusivo.

Outra prática considerada abusiva é a exigência de marcas específicas para a compra do material ou determinação que a compra seja feita no próprio estabelecimento educacional. “Nós atuamos por reclamação ou denúncia. Quando constatamos o abuso, notificamos o estabelecimento. Caso a escola não justifique o pedido do item, lavramos o termo de infração. Os consumidores devem fazer sua denúncia pelo número (84) 98870.3865 (WhatsApp). A multa para o estabelecimento que descumprir a lei é de acordo com os três últimos meses de faturamento”, assinalou o diretor técnico do Procon, Diogo Capuxú.

Ainda segundo o diretor, fica a critério do consumidor escolher entre comprar os produtos da lista de material fornecido pela instituição de ensino e o pagamento de valor/taxa disponibilizada por esta, sendo vedada a imposição de seu pagamento de forma exclusiva. Ele adverte que qualquer material não constante na lista deve ser solicitado com a devida justificativa e acompanhado do respectivo plano de execução de utilização de material escolar especialmente planejado para cada série: “Os itens da lista de materiais escolares foram ampliados pelo Procon. O nosso intento é resolver as questões pela via do diálogo”.

Confira a lista exemplificativa de materiais escolares que não podem ser solicitados pelas escolas:

(mais…)

Procon Natal orienta consumidores sobre Black Friday

Chegou a Black Friday, que promete ofertas “imperdíveis” e nasceu no comércio americano, se popularizando no Brasil. Desde 2011, a sexta-feira especial caiu no gosto do brasileiro. O evento começou na internet e, posteriormente, expandiu para as lojas físicas. Mas, será que os produtos ofertados nesse dia estão mesmo com preços menores do que os praticados no decorrer do ano?

De acordo com a diretora geral do Procon Natal, Aíla Cortez, para evitar problemas e arrependimentos, o consumidor deveria, dias antes da “BlackFriday”, verificar o preço do produto desejado para poder comprovar se ele realmente estará em oferta no dia da promoção. Uma dica é armazenar as propagandas veiculadas na internet, como forma de comprovação. “O consumidor precisa sempre pesquisar sobre a loja em que está fazendo a compra. Black Friday mexe com as emoções de quem está comprando, muitas vezes, um produto que estava sendo pesquisado há muito tempo. E, nessas horas, o desconto acaba falando mais alto”, afirma Aíla.

O Procon Natal dá algumas dicas sobre como proceder com a “BlackFriday”.

Dicas para o consumidor

1) O consumidor deve ficar atento às ofertas, às condições de pagamento e ao prazo de entrega dos produtos que pretende adquirir na Black Friday;

2) Para compras online, verifique se o site da loja é confiável, pesquisando outras referências e opiniões. Caso a loja não seja muito conhecida, prefira efetuar o pagamento por meio de cartão de crédito;

3) Salve os e-mails trocados com o fornecedor, pois eles servem de comprovantes, no caso de trocas ou não recebimento do produto;

4) Se o pagamento for feito por meio de boleto bancário, ele deve ser efetuado com cuidado, pois esta é uma forma de pagamento mais utilizada para a realização de fraudes, com a possibilidade de alteração dos dados. Optando por este meio de pagamento, preferencialmente, o boleto deve estar em formato PDF, que é bem mais seguro do que o impresso direto na página;

5) No caso de produtos importados adquiridos no Brasil, estes seguem as mesmas regras dos produtos nacionais desde que sejam de estabelecimentos legalizados;

6) Fique atento aos preços apresentados antes da Black Friday, para constatar se realmente foi concedido o desconto prometido. Pesquise e compare os preços antes da campanha;

7) Observe o prazo de entrega da mercadoria, que deve estar registrado na nota fiscal ou no recibo;

8) Leia as políticas de troca e devolução do estabelecimento e as letras de rodapé, para ter ciência no caso de eventuais condições diferenciadas aplicadas pela loja e evitar surpresas desagradáveis;

9) Examine a mercadoria e assine o documento de comprovação de recebimento somente após a confirmação do estado do produto. Qualquer irregularidade deve ser justificada e a empresa responsável deve resolver o problema.

Para registrar reclamação, se dirija ao Procon Natal, localizado na Avenida Ulisses Cidade, 181, Cidade Alta, das 8:00 às 14:00 horas.

Dúvidas ou esclarecimentos

Fone: 84 3232-9050

Whatsapp: 84 98870-3865

E-mail: [email protected]

Procon Natal promoverá mutirão de renegociação de dívidas online

Foto: Alex Régis

A partir desta sexta-feira (15/11), o Procon Natal promove um mutirão online de renegociação de dívidas, que vai até dia até 15/12. A ação será exclusivamente pela internet, por meio da plataforma de solução de conflitos consumidor.gov.br, que permite ao consumidor registrar uma reclamação sem sair de casa.

A ação faz alusão à lei municipal 6.884/2019, que dispõe sobre a criação do mês municipal do combate ao superendividamento e resgate de crédito do consumidor. De acordo com a diretora geral do órgão, Aíla Cortez, a iniciativa de fazer a ação através da plataforma busca atender todos os consumidores, além de facilitar a vida do cidadão, que não precisa se deslocar para negociar suas pendências financeiras.

“Acreditamos que esse mutirão pela internet vai incentivar as pessoas a negociar suas dívidas e sair dessa situação que causa diversos transtornos na vida de qualquer cidadão, muitas vezes motivada por fatores como uma doença na família ou desemprego”, disse Aíla.

Para participar do mutirão, basta fazer o registro na plataforma consumidor.gov.br, relatar o problema, informando que deseja participar do mutirão de renegociação de débitos. Após finalizar o registro, o banco ou instituição financeira tem o prazo de 10 dias para apresentar uma proposta ou resposta para o consumidor.

No momento do preenchimento do registro, é imprescindível que o consumidor informe corretamente seus telefones e e-mail para contato, pois esses dados facilitarão o atendimento por parte dos bancos e instituições financeiras participantes. Terminado o prazo para resposta do fornecedor, o consumidor tem o prazo de 20 dias para avaliar o retorno dado.

Se o consumidor possuir dificuldade em utilizar a plataforma, o mesmo pode se dirigir ao Procon Natal, que fica situado na Avenida Ulisses Caldas,181, funcionando das 8:00 às 14:00 horas, telefone 3232-9050 e para qualquer esclarecimento ou dúvida disponibilizamos o whatsapp 98870-3865 ou e-mail, [email protected]

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Brasil disse:

    Esse Procon Natal é uma piada. Sai multando empresas pequenas sem o mínimo critério, prefeitura tá querendo arrecadar de forma errada.

  2. […] Procon Natal promoverá mutirão de renegociação de dívidas online […]

  3. AVELINO disse:

    OU PELO ATRASA DE PAGAMENTOS DOS SALÁRIOS DE NOVEMBRO , DEZEMBRO E DECIMO TERCEIRO SALÁRIOS DE APOSENTADOS EM ATRASO DEIXADOS PELO GESTÃO PASSADA E MANTIDO PELA ATUAL, QUEM NUNCA FOI MAL PAGADOR FOI FORÇADO A SER POR MOTIVOS ESTES AQUI CITADOS OL

Procon Natal orienta consumidores sobre Black Friday

Foto: Divulgação

Quando chega novembro, logo vem à cabeça a campanha do comércio americano, que se popularizou no Brasil: a Black Friday, que promete ofertas “imperdíveis”. Desde 2011, a sexta-feira especial caiu no gosto do brasileiro. O evento começou na internet e, posteriormente, expandiu para as lojas físicas. Mas, será que os produtos ofertados nesse dia estão mesmo com preços menores do que os praticados no decorrer do ano?

De acordo com a diretora geral do Procon Natal, Aíla Cortez, para evitar problemas e arrependimentos, o consumidor deve, dias antes da “BlackFriday”, verificar o preço do produto desejado para poder comprovar se ele realmente estará em oferta no dia da promoção. Uma dica é armazenar as propagandas veiculadas na internet, como forma de comprovação. “O consumidor precisa sempre pesquisar sobre a loja em que está fazendo a compra. Black Friday mexe com as emoções de quem está comprando, muitas vezes, um produto que estava sendo pesquisado há muito tempo. E, nessas horas, o desconto acaba falando mais alto”, afirma Aíla.

Com o intuito de orientar os consumidores e prevenir golpes, O Procon Natal dá algumas dicas sobre como proceder com a “BlackFriday”, dia de descontos no comércio, que neste ano ocorrerá na sexta-feira, dia 29 de novembro.

Dicas para o consumidor

1) O consumidor deve ficar atento às ofertas, às condições de pagamento e ao prazo de entrega dos produtos que pretende adquirir na Black Friday;

2) Para compras online, verifique se o site da loja é confiável, pesquisando outras referências e opiniões. Caso a loja não seja muito conhecida, prefira efetuar o pagamento por meio de cartão de crédito;

3) Salve os e-mails trocados com o fornecedor, pois eles servem de comprovantes, no caso de trocas ou não recebimento do produto;

4) Se o pagamento for feito por meio de boleto bancário, ele deve ser efetuado com cuidado, pois esta é uma forma de pagamento mais utilizada para a realização de fraudes, com a possibilidade de alteração dos dados. Optando por este meio de pagamento, preferencialmente, o boleto deve estar em formato PDF, que é bem mais seguro do que o impresso direto na página;

5) No caso de produtos importados adquiridos no Brasil, estes seguem as mesmas regras dos produtos nacionais desde que sejam de estabelecimentos legalizados;

6) Fique atento aos preços apresentados antes da Black Friday, para constatar se realmente foi concedido o desconto prometido. Pesquise e compare os preços antes da campanha;

7) Observe o prazo de entrega da mercadoria, que deve estar registrado na nota fiscal ou no recibo;

8) Leia as políticas de troca e devolução do estabelecimento e as letras de rodapé, para ter ciência no caso de eventuais condições diferenciadas aplicadas pela loja e evitar surpresas desagradáveis;

9) Examine a mercadoria e assine o documento de comprovação de recebimento somente após a confirmação do estado do produto. Qualquer irregularidade deve ser justificada e a empresa responsável deve resolver o problema.

Para registrar reclamação, se dirija ao Procon Natal, localizado na Avenida Ulisses Cidade, 181, Cidade Alta, das 8:00 às 14:00 horas.

Dúvidas ou esclarecimentos

Fone: 84 3232-9050

Whatsapp: 84 98870-3865

E-mail: [email protected]

Procon Natal aponta aumento de 5,4% no preço da gasolina em setembro

Foto: Divulgação

O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal) apontou uma variação de 5,41% nos preços da gasolina praticados na capital potiguar. Um percentual superior ao reajuste concedido pela Petrobras no final do mês de agosto, que foi de 3,5%. A pesquisa aconteceu em 70 postos de combustíveis.

O valor médio da gasolina encontrado nas bombas foi de R$ 4,475. O Procon também pesquisou o preço do Gás Veicular e não houve variação de preços em relação ao mês de agosto. Já o etanol, teve variação positiva de 1,60%. O Diesel Comum teve a segunda maior variação encontrada nas bombas com um índice de 3,12%.

A gasolina comum mais barata encontra-se na região norte, com o preço médio de R$ 4,464 e o posto com o menor preço identificado na pesquisa com o valor de R$ 4,440 no bairro de Potengi. Por outro lado, a região sul possui a gasolina mais cara em Natal. O motorista que abastecer seu veículo vai pagar R$ 4,482 em média pela gasolina.

A equipe do Núcleo de Pesquisa do Procon Natal orienta os consumidores que antes de abastecer, façam uma pesquisa, pois há uma oscilação muito grande nos preços praticados nos postos da cidade. No endereço eletrônico www.natal.rn.gov.br/procon está disponível a lista dos dez postos com a gasolina mais barata das capital potiguar e a planilha, indicando as variações dos valores.

Procon Natal constata redução significativa no preço da cesta básica

Foto: Divulgação

O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal – Procon Natal – identificou redução no preço médio da cesta básica no mês de agosto, nos principais estabelecimentos comerciais da cidade e constatou variação negativa pelo terceiro mês seguido.

Enquanto no mês passado nos hipermercados a pesquisa encontrou um preço médio de R$ 274,77, em julho era de R$ 275,33. Já nos mercadinhos enquanto tem agosto foi de R$ 249,01, no mês anterior a cesta básica custava R$ 251,97. Isso representa uma economia para o consumidor natalense de R$ 0,56 centavos de reais na cesta básica de um mês para o outro nas grandes redes de hipermercados e supermercado, e de R$ 2,96 na cesta básica dos mercadinhos.

Diante disso, o Núcleo de pesquisa comprova que a cesta básica do mercadinho é a melhor opção aos consumidores natalenses. O Procon identifica uma economia na cesta básica dos mercadinhos em relação aos hipermercados e das grandes redes supermercados de R$ 25,76, o que que representa uma variação de 10,34% no custo de uma para a outra.

O Instituto comprova, ainda, que no mês de agosto o poder de compra do trabalhador com o salário-mínimo para suprir as necessidades alimentares básicas de uma família de 4 (quatro) pessoas durante um mês, em relação à cesta básica tem um custo de 30,93% e isso representa 60,57 horas de trabalho no mês. Já nos mercadinhos esse custo no mês foi de 28,04% e em horas de trabalho é de 54,89.

A análise é feita pelo Núcleo de pesquisa na cesta básica dos natalenses em 40 (quarenta) itens divididos por grupos de: mercearia, açougue, hortifrúti, higiene e limpeza. Eles realizaram o levantamento nas quatro semanas de agosto junto a seis hipermercados, quatro supermercados, e dez supermercados de bairro, denominados de mercadinhos, contemplando as quatro zonas de Natal.

Para ver a pesquisa completa, você acessa www.natal.rn.gov.br/procon

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lindemberg disse:

    Por outro lado os preços dos combustível dispararam, subiu demais, estão lá em cima.
    O governo anunciou esse aumento? Alguma mídia noticiou o aumento dos preços nas refinarias?
    O litro de nossa gasolina chega a ser R$ 0,20 mais cara que o preço praticado em outros estados do nordeste. O RN não tem solução, continua perdendo terreno e deixando de evoluir pelas taxas mais altas e preços abusivos em quase todos os setores.

    • RICARDO MOURA disse:

      FAMOSO ICMS DO NOSSO ESTADO QUE E MAIS ALTO DO QUE OS DEMAIS, POR ESSE MOTIVO A AMBEV TAMBEM DEIXOU O RN INDO PARA A PB.

Procon Natal registra redução de preços em todos os combustíveis pesquisados

Foto: Ilustrativa

Em pesquisa realizada pelo Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal – Procon Natal – no dia 12 de agosto, em 70 postos das quatro regiões da capital potiguar, encontrou-se queda de preço significativa dos combustíveis pesquisados. O levantamento registrou, pelo segundo mês consecutivo, essa tendência de redução. A gasolina comum teve a maior queda entre os itens analisados com -2,62%, mas com uma variação entre o maior e menor preço nas bombas de 7,25%. No mês de julho, o Núcleo de pesquisa do órgão realizou duas análises: a primeira no dia 08, com preço médio de R$ 4,561 e a segunda, no dia 22, com valor de R$ 4,359. A pesquisa encontrou, ainda, o preço médio da gasolina nas bombas sendo vendido aos consumidores natalenses a R$ 4,245.

No entanto, observa, que mesmo com as constantes reduções das últimas pesquisas, encontra preços altos sendo praticados em alguns postos da cidade. Desse modo, orienta aos natalenses que, antes de abastecer, devem fazer pesquisa, uma vez que existem revendedores com preços atrativos para o consumidor consciente. Sendo assim, sugere que procurem no seu endereço eletrônico www.natal.rn.gov.br/procon o ranking com endereço e região dos 10 postos mais baratos, assim como planilha com as variações de maior e menor preços encontrados pela pesquisa.

GASOLINA COMUM

A região com gasolina mais barata foi a oeste, com média de R$ 4,191, onde foram encontrados os menores preços da cidade – R$ 4,140 nos bairros de Cidade de Esperança, Cidade Nova e Felipe Camarão. Já a região com os maiores preços, em média, foi a leste com o valor de R$ 4,267. O maior valor encontrado – R$ 4,440 – foi na Ribeira.

GÁS VEICULAR

O Gás Veicular acompanhou os demais combustíveis com variação negativa. Na pesquisa anterior, o preço médio encontrado foi de R$ 3,535, e em agosto foi de R$ 3,528, o que equivale a uma redução de R$ -0,007 ou 0,20%. O maior preço encontrado pela pesquisa foi de R$ 3,599 e o menor R$ 3,490 e isso equivale a uma variação de 3,12% e R$ -0,109. O menor preço constatado foi de R$ 3,490 na zona oeste, em Felipe Camarão e bairro Nordeste; na zona norte, no bairro Potengi; e também na região sul, no bairro de Lagoa Seca. No entanto, a menor média foi na oeste com R$ 3,513 e a maior média encontrada foi a leste com R$ 3,553. O maior preço encontrado foi de R$ 3,590 na zona norte, no Potengi.

ETANOL

O etanol também teve variação negativa de (-0,73%) seguindo a mesma tendência de julho, em que nas duas pesquisas realizadas teve variação negativa de (-2,08%). O etanol apresentou variação de 22,83% no comparativo entre o maior e o menor preço no mês de agosto, sendo o maior preço encontrado a R$ 3,997 e o menor preço a R$ 3,245 e isso equivale a uma diferença de R$ -0,752. A região com a maior média encontrada pela pesquisa foi a região sul com R$ 3,672. Já o maior preço foi de R$ 3,997 na região norte, no bairro da Redinha, e o menor preço foi também na região norte, de R$ 3,245 no bairro de Potengi.

DIESEL COMUM

Para o Diesel comum o percentual encontrado nas bombas pela pesquisa foi de 1%, sendo o mais alto em relação aos demais pesquisados uma vez que todos ficaram abaixo da porcentagem encontrada pela pesquisa. O preço médio no mês de julho de R$ 3,733 e a média do mês anterior na segunda pesquisa de junho foi de R$ 3,696 e isso representa um aumento de (R$ -0,037) centavos de reais por litro, o maior preço encontrado foi de R$ 3,997 no bairro de Igapó, na região norte, e o menor foi de R$ 3,450 nos bairros de Cidade Nova e Cidade de Esperança, na região oeste. Isso equivale a uma variação de 15,86% e uma diferença de (R$ -0,547). A região com o maior preço médio foi a leste com R$ 3,762, e a com menor preço médio foi a oeste com R$ 3,810.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nobre disse:

    Com a palavra os comentaristas, que pensam que os donos de postos são ladrões bandidos.

    • JBBatista. disse:

      Pela quantidade de redução de preço dada pelo governo federal ainda baixa mais, vc deve ser dono de posto ou não anda de veículo.

    • Nobre disse:

      Dono de veículos também.
      A se basear por isso que vc tem como parâmetro, o litro da gas em Natal, passa os cinco reais fácil.
      Dá uma passadinha lá no Sindposto que eles tem os números todos lá. Vc estuda e fica informado.

Pesquisa do PROCON NATAL aponta redução no preço do gás de cozinha

O PROCON NATAL – Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal realizou, no dia 05 de agosto, uma pesquisa de preço do botijão de 13 quilos do gás de cozinha em 22 estabelecidos, das quatro regiões da cidade. O preço médio do produto na primeira semana de agosto foi R$ 65,77, contra R$ 66,32 do mês anterior, uma redução de R$0,55. O maior preço encontrado foi de R$ 70,00 e o menor preço de R$ 60,00 à vista.

De acordo com o PROCON NATAL, os estabelecimentos fazem diferenciação no valor pago a vista ou no cartão. Na média, o preço do botijão GLP de 13 kg no cartão foi de R$ 69,40 e na pesquisa anterior era de R$ 69,71. Isso equivale a uma redução de R$ 0,31(-0,45%). Já a diferença entre o maior e o menor preço nesta pesquisa de agosto foi de R$ 12,00, onde o menor preço no cartão foi R$ 63,00 e o maior R$ 75,00.

A pesquisa verificou ainda que 18,2% dos estabelecimentos aumentaram seus preços entre R$ 2,00 e R$ 5,00 e 27,3% reduziram seus preços entre R$ 2,00 e R$ 5,00. E 54,5% dos estabelecimentos mantiveram seus preços inalterados entre as pesquisas. Ou seja, a pesquisa encontrou estabelecimentos com preço de R$ 60,00 em maio e em agosto o mesmo estabelecimento estava com o preço a R$ 65,00. Também foi observado o inverso em maio alguns estabelecimentos o preço encontrado foi de R$ 70,00 e em agosto o mesmo estabelecimento estava com o preço de R$ 65,00. Esses dados são para preços praticados à vista, mas também foi observado a mesma prática na venda com cartão.

A pesquisa na íntegra está disponível em www.natal.rn.gov.br/procon.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Daniel soares disse:

    Acho que nao houve nenhuma reduçao amigo,o que se faz com 0,55$ ???
    Sera que há parcialidade nessa pesquisa?

  2. Arnaldo Franco disse:

    Vou já comprar o meu e dizer "Ele não".

Pesquisa do PROCON NATAL aponta redução no preço do combustível

O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal – PROCON NATAL realizou, no dia 22 de julho, pesquisa nos postos de combustíveis e identificou redução no valor de todos os combustíveis pesquisados. O objetivo da pesquisa foi verificar se houve a redução de 2,14% no preço anunciada pela Agência Nacional de Petróleo, no dia 18 de julho.

O preço médio da gasolina nas bombas foi de R$ 4,359, contra R$ 4,561 da pesquisa anterior, realizada no dia 08 de julho. Isso representa uma variação negativa de 4,43%, ou seja, redução de R$ 0,202 centavos. Já em comparação com a pesquisa de junho, a redução foi de R$ -0,164 centavos, o que equivale a uma variação negativa de 3,63%.

O Núcleo de pesquisa do PROCON NATAL acompanha mensalmente os preços dos combustíveis na cidade do Natal, devido a politica de preço aplicada pela estatal brasileira Petrobras, que adotou reajustes com maior periodicidade, desde 3 de julho de 2017. Nas pesquisas recentes realizadas pelo Núcleo, os preços dos combustíveis estão em declínio.

Para conferir a pesquisa completa – com o ranking dos dez posto mais baratos na cidade – acesse www.natal.rn.gov.br/procon.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alexandre Canadá disse:

    *Carolina do Norte

  2. Alexandre Canadá disse:

    O interessante é que esses Governantes, nunca tentam Diminuir os Encargos (65%), para o valor do Combustível cair, sou de São José do Mipibú/RN, mas moro aqui em Charlotte, Carolina do More (EUA), pagamos aqui por um Galão (3,6lt) o equivalente à $2,39, o imposto do Combustível aqui é 7%, agora vcs sabem pq os Políticos em Geral não tem interesse em diminuir, pq eles Não Pagam, a Verba de Gabinete cobre tudo isso, ou Brasil véi Desmantelado,

PROCON NATAL constata redução nos preços dos combustíveis após redução nas refinarias

Pesquisa realizada no dia 03 de junho de 2019 em 70 postos da cidade do Natal, nas quatro regiões da cidade e encontrou redução nos preços da gasolina. O percentual reduzido foi na ordem de -5,79%. O preço médio da gasolina nas bombas em maio era de R$ 4,866, enquanto na nova pesquisa o valor médio encontrado foi R$ 4,584, ou seja, uma redução no preço médio encontrado de uma pesquisa para outra de R$ -0,282 centavos. O diesel comum também teve o preço reduzido de R$ 3,761 para R$ 3,754 com uma diferença de R$ -0,007 centavos de reais.

O Núcleo de pesquisa do PROCON NATAL acompanha mensalmente os preços dos combustíveis na cidade do Natal devido à política de preços aplicada pela estatal brasileira com reajustes de maior periodicidade, ou seja, a qualquer tempo com a variação da moeda internacional. Este formato tem sido aplicado desde 3 de julho de 2017.

No mês de maio de 2019, houve diversos reajustes, mas no mês de junho os preços dos combustíveis apresentam queda após a redução aplicada nas refinarias. Sendo assim o núcleo de pesquisa observou que o preço nas bombas para o consumidor natalense se encontra em queda e orienta aos motoristas que mesmo com preços em baixa não deixem de consultar a página do PROCON, uma vez que o a pesquisa encontrou postos com preços acessíveis e os que oferecem um valor melhor estão listados no endereço eletrônico www.natal.rn.gov.br/procon.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rocha disse:

    Baixou apenas em alguns postos da av. Ayrton Senna. A gasolina comum custa R$ 4,29

  2. junin disse:

    Baixou muito né ??? pra todo mundo comentar com felicidade!!!! esse só pode ser dono de posto…!!!!!

  3. Lino disse:

    Ninguém vai comentar????????????????.

    Quando sobe, não falta quem não fale em cartel, ximgamento a os donos de postos.
    Cadê os comentários?

PROCON Natal divulga pesquisa de gás de cozinha; maior preço R$ 72,00, menor R$ 60,00, e valor médio de R$ 65,57

Foto: Flávio Neves / Agencia RBS

O PROCON NATAL realizou pesquisa nas quatro regiões da cidade para verificar o preço do gás de cozinha domiciliar. O levantamento encontrou o preço médio do botijão GLP de 13kg de gás de cozinha em Natal no mês de maio a R$ 66,32. O maior preço encontrado foi de R$ 72,00 e o menor preço de R$ 60,00 à vista. A variação entre o maior e o menor preço foi de 20%. Com relação à pesquisa anterior, o preço médio 0,99%, uma vez que o valor médio anterior havia sido de R$ 65,67.

A maioria dos estabelecimentos faz diferenciação no preço à vista ou no cartão. Na média o preço do botijão GLP de 13kg no cartão foi de R$ 69,71 e na pesquisa anterior era de R$ 68,86 (um aumento de 1,24%). O menor preço no cartão foi de R$ 65,00 e o maior foi de R$ 75,00 (uma variação de 15,38% entre um e outro).

A pesquisa identificou que 27,3% dos estabelecimentos aumentaram os preços de uma pesquisa para outra enquanto 13,6% dos estabelecimentos diminuíram o preço e 54,5% permaneceu com o mesmo preço praticado na pesquisa anterior.

O PROCON NATAL disponibiliza a pesquisa na íntegra aos consumidores em sua página virtual no site, www.natal.rn.gov.br/procon, com preço do botijão de 13Kg mais baratos, as medias, as variações e o desvio padrão encontrado, e orienta aos consumidores que utilizem-se da pesquisa para economizar na hora da compra desse produto uma vez que encontrará o endereço dos estabelecimentos pesquisados e os preços praticados à vista e no cartão.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tico de Adauto disse:

    Absurdo. A Petrobras joga fora (queima) por dia dez mil vezes o q o brasileiro consume.

  2. Toni disse:

    HOJE O MAIOR BEM QUE A GENTE TEM E O BUJÃO DE GAS TEM QUE FAZER UM COFRE PARA COLOCAR DENTRO E MUITO VALIOSO PUTA MERDA A QUE PONTO NOS CHEGAMOS!!!!!!

PROCON Natal registra aumento nos ovos de páscoa; 16,23% mais caros que o mesmo período ano passado

O Núcleo de pesquisa e o Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor – PROCON NATAL, realizou pesquisa nas duas primeiras semanas do mês de abril em 20 estabelecimentos comerciais da cidade do Natal, aferindo os valores praticados sobre 45 tipos variados de ovos de chocolates das marcas Garoto, Lacta e Nestlé e 4 tipos de caixas de bombons das marcas Lacta, Arcor, Garoto e Nestlé.

Neste ano de 2019, os ovos de chocolate para a Páscoa estão mais 16,23% mais caros em comparação com o mesmo período de 2018. Em 2018, o valor médio foi de R$ 20,61 e para este ano a pesquisa encontrou um preço na faixa de R$ 24,60. Quanto às caixas de bombons, o movimento foi contrário. Houve uma queda de 3,74% no preço médio das caixas de chocolate.

A equipe de pesquisadores do PROCON NATAL percorreu os estabelecimentos de Natal com o objetivo principal de orientar os consumidores em suas compras neste período, e também, para verificar possíveis diferenças de preços entre os mesmos. Uma das constatações desta pesquisa é que em um total de 51 tipos de chocolates pesquisados, 47 tiveram redução nos preços médios da primeira para a segunda semana, demonstrando que ao se aproximar a páscoa a tendência dos preços é diminuir.

Acompanhando e evolução dos preços dos produtos pesquisados, o Núcleo de pesquisa encontrou uma variação de 93,58% entre o maior e o menor preços praticados no comércio, sendo o maior R$ 59,99 e o menor R$30,99 para o mesmo produto.

O Procon Natal, recomenda aos consumidores que para garantir o chocolate da páscoa economizando, acessem a pesquisa para conferir os preços por estabelecimento antes de comprar. Uma vez que todo ano na última hora os estabelecimentos não têm mais uma grande variedade de seus produtos. Aos que não têm preferência de ovos específicos, a tendência é que nos últimos dias que antecedem o domingo de páscoa haja grandes queimas de estoque, como têm se verificado há anos, porém sem muita opção de escolha.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Anti-Comunista disse:

    ESSE NEGÓCIO DE SALÁRIOS ATRASADOS DO GOVERNO DO ESTADO CAUSA FRAQUEZA FÍSICA E FRAQUEZA ALIMENTAR.

PROCON Natal encontra diferença de preços de peixes de 181% entre estabelecimentos

Foto: site Prefeitura do Natal

No mês de abril, o Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal – PROCON NATAL realizou pesquisa de peixe em diversos estabelecimentos comerciais da cidade: Hipermercados, Supermercados, mercadinhos e o tradicional ponto de venda de peixe da cidade o Canto do Mangue. A equipe de pesquisadores coletou os preços de 18 tipos de peixe comercializados em posta, inteiro e o filé, também foi pesquisado o crustáceo médio tipo cinza.

A pesquisa comparou os preços médios dos produtos com o mesmo período do ano anterior, constatando que o pescado da semana santa de 2019 sofreu um aumento de 4,62%. O file de Tilápia foi o peixe que teve a maior variação de um ano para o outro chegando a 26,38%. Este ano, o preço médio encontrado pela pesquisa foi de R$47,73 e no ano anterior o preço médio de peixe foi encontrado a R$37,76.

Outro dado importante identificado pelo PROCON Natal foi a grande variação entre os produtos. É o caso da Pescada branca que teve uma diferença entre o maior e menor preço encontrado de 139,54%, sendo o maior preço de R$39,98 e o menor de R$16,69. Outro produto que contribuiu com o aumento dos preços e variação positiva foi o peixe Meca encontrado com o maior preço de R$42,75 e o menor preço de R$22,70.

Foi averiguado também que os peixes mais populares encontrados em quase todos os pontos comerciais pesquisados seguiram tendência de alta. Foi o caso da sardinha que teve uma variação de 61,25%, sendo o maior preço R$16,59 e o menor preço R$8,49.

Em função das enormes diferenças e representativa variação, o PROCON NATAL orienta os consumidores a uma pesquisa antes de se decidirem pela compra deste tradicional produto da semana santa e disponibiliza a pesquisa na íntegra em sua página virtual no site, www.natal.rn.gov.br/procon, com preços de pescados mais baratos, as médias, as variações, variedade encontrada, preços praticados por estabelecimentos e muito mais.

Pesquisa de combustível do Procon Natal constata aumento nos preços pesquisados

Foto: Ilustrativa

O PROCON NATAL realizou pesquisa de combustíveis no dia 12 março de 2019 em 70 postos de combustível nas quatro regiões da cidade. A pesquisa constatou que houve aumento no valor cobrado pelos postos e que o índice aplicado foi maior que os 1,47% que a Petrobras aplicou para eles. Foram identificados aumentos não só na gasolina comum, mas em todos os combustíveis pesquisados.

Em função de o preço nas bombas para o consumidor natalense ter sido superior ao repassado as refinarias, o PROCON NATAL orienta aos consumidores que pesquisem, pois mesmo com preços em alta, foram encontrados ainda alguns postos com preços bem mais em conta para abastecer. O PROCON NATAL também recomenda que os consumidores acessem um ranking com endereço e região dos (10) dez posto mais baratos na cidade elaborado pelo órgão e disponível no endereço virtual: www.natal.rn.gov.br/procon.

GASOLINA COMUM

A diferença entre o maior R$4,499 e o menor preço R$4,080 é de R$0,919 centavos de reais por litro de gasolina e isso equivale a uma variação de 10,27% a variação mensal é de 6,98% com o preço médio atual de R$4,321 e R$4,0,39 na pesquisa anterior e isso equivale a R$ 0,282 centavos de real por litro de gasolina de diferença entre a pesquisa atual e a anterior.

A gasolina comum mais barata encontra-se na região norte que apresentou o menor preço médio dentre as quatro regiões pesquisadas com, R$4,226 a pesquisa encontrou o menor preço de (R$4,080), na zona leste no bairro de Ribeira. Já o maior preço da gasolina comum foi constatado na região sul e oeste, com o preço de R$4,499 na zona sul nos bairros de Ponta Negra no conjunto Alagamar e Candelária, na zona oeste nos bairros de Quintas e Bairro Nordeste, no entanto o maior preço médio de gasolina encontrado pela pesquisa foi na região sul com (R$ 4,427).

GÁS VEICULAR

O Gás Veicular, nas últimas pesquisas se destacou em relação aos demais combustíveis com uma variação positiva, mas esse mês a variação acompanhou os de mais combustíveis obtendo o menor percentual entre os demais de 0,02% no mês anterior o preço encontrado pela pesquisa foi de R$3,556 em média, e no mês atual o preço médio encontrado foi de R$3,557, essa variação em reais equivale a R$0,001 centavos de reais por litro, a variação entre o maior preço encontrado pela pesquisa foi de R$3,699 e o menor preço de R$3,400, isso equivale a uma variação de 8,79%.

O menor preço constatado pela pesquisa foi de R$3,400 na zona sul, no bairro de Cidade Satélite e o maior preço encontrado foi de R$3,699 também na zona sul no bairro de Capim Macio. No entanto, a região com a menor média encontrada pela pesquisa foi a oeste com R$3,513 e a região com a maior média foi a norte com (R$3,596), ou seja as mesmas médias e localidades da pesquisa anterior.

ETANOL

O Etanol, apresentou variação de 14,98% no comparativo entre o maior e o menor preço no mês de março e uma variação negativa entre os meses de fevereiro e março de 8,02% e isso equivale a R$0,254 centavos de reais por litro. A região com a maior média encontrada pela pesquisa foi a região sul com R$3,506, o maior preço encontrado foi de R$3,599 em todas as regiões pesquisadas, já o menor preço encontrado foi na região oeste de R$3,130 no bairro de Cidade Nova, e a região com menor preço médio encontrada pela pesquisa é a oeste com R$3,343.

O etanol não é opção de economia para os consumidores uma vez que hoje o preço médio da gasolina em relação ao desempenho do carro flex com o uso do Etanol e de 79,35% do preço da gasolina. O ideal para ser vantajoso aos consumidores utilizar-se desse combustível o preço da gasolina teria que está custando R$3,024 e a pesquisa encontrou em média R$3,130

DIESEL COMUM

O aumento do Diesel decorre do fim do subsídio pactuado entre o governo federal e os caminhoneiros que lideraram a paralisação ocorrida no final de maio de 2018. Na ocasião, milhares de veículos ficaram estacionados nas estradas e não distribuíram mercadorias, provocando desabastecimento de vários itens em todo o país, como combustível e alimentos. O diesel inciou o ano com variação negativa em janeiro e fevereiro, mas em março o núcleo de pesquisa do PROCON NATAL identificou variação positiva no mês de março chegando a 4,03%.

Em média de preço atual do Diesel comum de R$ 3,587 e a média do mês anterior de R$ 3,380 e isso representa um aumento de R$ 0,139 reais de centavos por litro, o maior preço encontrado foi de R$ 3,799 no bairro de Candelária na região sul e o menor preço foi de R$ 3,380 no bairro de Cidade Nova na região oeste e isso equivale a uma variação de 12,40% a região com o maior preço médio do Diesel comum encontrado pela pesquisa foi a sul com R$ 3,682 e a região com menor preço médio foi a oeste com R$ 3,524.

ANÁLISE DOS DADOS

Para o Núcleo de pesquisa do PROCON NATAL os combustíveis encontrado nos postos de gasolina seguem tendência negativa uma vez que foi constatada redução em janeiro assim como também no mês de fevereiro é o que mostra os dados analisados por esse órgão.

Em fevereiro (98,6%) dos postos pesquisados foi encontrado redução da gasolina em relação ao mês anterior, assim como (40,0%) dos postos pesquisados reduziram o Etanol, (32,9%) reduziram o preço do Diesel comum. Os percentuais comprovam a redução significativa para esses produtos uma vez que (41,4%) dos postos permaneceu com o mesmo preço de janeiro para o Etanol e (22,9%) dos postos permaneceu com o mesmo preço do Diesel praticado no mês anterior e praticamente todos os postos reduziram seus preços quanto a gasolina comum, uma vez que o percentual encontrado pela pesquisa de (1,4%) na representação dos postos pesquisados foram de postos que estavam em falta esse produto.

O PROCON NATAL orienta aos consumidores para consultarem na íntegra a pesquisa mensalmente realizada e divulgada, no endereço eletrônico www.natal.rn.gov.br/procon e que fiquem atentos aos preços para obterem sempre o melhor custo-benefício.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cadê o Procon está mais de quê na hora do pessoa sair nas ruas fiscalizando os postos os donos dos postos fazem o que colocar os preço que eles convém explo disso temos o rede de postos que a menos 2km de pra outro a deferência av.9 Coronel está com E outro Bernardo veira dois preço deferente sendo do mesmo dono . Vamos acaba com esses abusos não abastecendo nestes postos aonde os proprietários não respeita o consumido já que o Procon não fiscalizar

  2. Gilberto Paulo disse:

    Queria saber como se calcula o preço do gás natural e pq o gás produzido aqui é mais caro que o comprado na Bolívia ..

  3. Emmanoel Nascimento Costa disse:

    Só informando os que fazem vista grossa a gasolina do RN é refinada na Refinaria em Macau.Não tem nada haver misturar as coisas.O preço aqui é mais caro por outros motivos.

  4. Brunno Calixto disse:

    Vamos aos fatos:
    Antes do carnaval o preço na bomba dos postos subiu R$ 0,20
    Depois do carnaval novo aumento, mais R$ 0,30
    Em pouco mais de 10 dias no RN o preço da gasolina SUBIU R$ 0,50 na bomba dos postos.
    NÃO TOMEI CONHECIMENTO DE NOTÍCIAS referentes a esses AUMENTOS pelo GOVERNO FEDERAL. Alguém soube desses aumentos via petrobrás?
    O RN tem uma das gasolinas mais caras do nordeste, talvez do Brasil, mesmo sendo um dos estados que mais produz no país.
    Lembrando que a refinaria que estava para ser montada aqui, foi desviada para Pernambuco (refinaria de Abreu e Lima) por decisão de Hugo Chaves durante o governo do PT. Assim perdemos incontáveis empregos diretos e milhares indiretos com essa decisão e milhões em arrecadação de impostos.
    Se não estiver errado, essa decisão prejudicou todo RN

PROCON Natal realiza fiscalização presencial e plantão via WhatsApp até a quarta-feira de cinzas

O Procon/Natal está desde a última quinta (28 de fevereiro) realizando operação de fiscalização junto aos estabelecimentos que ficam no entorno dos polos carnavalescos do Carnaval de Natal.

Nas duas semanas que antecederam o período de Reinado de Momo, as equipes de fiscalização do órgão percorreram todos os espaços de eventos oficiais e notificaram os comerciantes quanto à ostensividade que será empregada durante os dias de folia. Os cardápios e placas publicitárias dos estabelecimentos foram previamente fotografadas e arquivadas, a fim de que o mesmo procedimento seja adotado durante as festas, no intuito de verificar se está havendo aumento abusivo de preços em razão dos festejos momescos, prática vedada pelo Código de Defesa do Consumidor.

Ao mesmo tempo, o Procon/Natal trabalhará em sistema de plantão 24 horas, até a quarta-feira de cinzas, por meio do WhatsApp (84) 98870-3865. O consumidor que se sentir lesado, poderá encaminhar suas reclamações em tempo real ao nosso número. As equipes de fiscalização estão orientadas a coibir toda e qualquer prática que vise a prejudicar o consumidor em seus direitos.