Diversos

Reserva Papéis ajuda empresas a otimizarem o uso de papel no dia a dia

Foto: Divulgação

Um processo natural vem acontecendo ao redor do mundo: o de um novo perfil de consumo, muito mais consciente sobre a preservação ambiental. Essa nova consciência atinge não só pessoas da sociedade comum, mas também grandes e pequenas empresas que, cada vez mais, estão se reposicionando e construindo um uso muito mais consciente do papel. Um outro ponto que está sempre em evidência é o da economia de materiais e, por isso, cada vez mais empresas se interessam em buscar formas de otimizar seu consumo.

Para o diretor da Reserva Papéis, Moura Júnior, “ter acesso a um papel certificado de boa qualidade reflete não só na questão ambiental, como também na economia, já que é necessária uma quantidade muito menor para atingir os objetivos desejados”.

Você pode conhecer mais sobre a qualidade dos produtos da Reserva Papéis acessando o site  reservapapeis.com.br ou o instagram @reservapapeis.

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Diversos

5G: EUA pedem que Brasil ‘mantenha olhar crítico’ sobre papel da China

Representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer. Foto: Moneymaker/Pool via REUTERS 17-06-2020

As principais autoridades norte-americanas exortaram o Brasil a monitorar cuidadosamente os investimentos chineses no país e os movimentos de Pequim para expandir sua influência na maior economia da América Latina por meio da venda de tecnologia 5G pela Huawei Technologies.

O representante comercial dos Estados Unidos, Robert Lighthizer, ressaltou o desejo do governo do presidente Donald Trump de expandir os laços econômicos com o Brasil, mas minimizou perspectivas de um acordo de livre-comércio abrangente, dada a atual oposição do Congresso.

Lighthizer disse que os acordos comerciais alcançados com o Brasil na segunda-feira (19) abririam o caminho para novas negociações sobre aço, etanol e açúcar e promoveriam maiores investimentos dos EUA, num momento em que Washington se move para fornecer um contrapeso à expansão da China na região.

“Eu diria claramente que há um elemento China… em tudo o que todos nós fazemos”, disse Lighthizer em evento organizado pela Câmara Americana de Comércio. “A China tem feito movimento muito significativo no Brasil. Eles são o maior parceiro comercial do Brasil, então é algo que nos preocupa.”

Os comentários de Lighthizer fazem parte de uma ampla campanha dos Estados Unidos para convencer o Brasil a evitar investimentos em tecnologia 5G da China e reduzir sua dependência das importações chinesas.

O assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, disse que o governo norte-americano instou o presidente Jair Bolsanaro e outras autoridades brasileiras a acompanhar de perto os investimentos e tecnologias avançadas da China, como fez Washington.

“Incentivamos o Brasil… a tentar trabalhar junto para garantir que vigiemos a China com atenção no que diz respeito a todos os tipos de tecnologia e telefonia e 5G”, disse ele no evento.

“Temos atuado aqui nos Estados Unidos, continuamos avançando, e é minha grande esperança que o Brasil atue conosco”, acrescentou. “Esperamos que o Brasil também mantenha um olhar crítico e cuidadoso sobre os investimentos chineses.”

O embaixador norte-americano em Brasília, Todd Chapman, alertou em julho que o país pode enfrentar “consequências” se permitir a Huawei em sua rede 5G, referindo-se aos avisos dos EUA de que a China não consegue proteger a propriedade intelectual.

Os EUA intensificaram os esforços para limitar o papel da Huawei na implementação da tecnologia de alta velocidade de quinta geração no Brasil nos últimos meses. Os EUA acreditam que a Huawei entregará dados ao governo chinês para espionagem, uma afirmação que a Huawei nega.

Chapman disse no evento da Câmara de Comércio que Estados Unidos e Brasil pretendem dobrar o comércio bilateral em cinco anos ante valor atual de cerca de 100 bilhões de dólares.

Ele disse que o acordo assinado na segunda-feira representa um avanço substancial nos laços comerciais e ajudaria a facilitar futuras negociações.

Segundo Chapman, Estados Unidos e o Brasil também estão discutindo cooperação militar de “nível estratégico” e buscando formas de aumentar o intercâmbio de tecnologia.

Reuters

 

Opinião dos leitores

  1. O Presidente, salvo melhor juízo, precisa entender que na selva das relações internacionais não "existem amigos, mas interesses". Portanto tem que ver o que é melhor para o Brasil de mpdo impessoal.

  2. É bom alguém de fora para alertar este governo brasileiro, que parece obnubilado pela campanha eleitoral vindoura… Não foi para ceder à pressão oposicioniata que o elegemos, há dois anos.

  3. O pt e agregados deixaram o Brasil no lucro junto à Angola, Cuba e Venezuela. Fora outras ditaduras cu de cachorro espalhadas pelos cinturões da corrupta esquerda mundo à fora.

  4. Enquanto o Brasil não levar uma rasteira do Estados Unidos essa praga de presidente não sossega

  5. BG.
    O Brasil precisa urgente se reindustrializar para gerar emprego para os milhões de desempregados e produzir produtos de qualidade como tinhamos antes. Com os ladroes do pt no poder a industria Brasileira foi excurraçada e passamos a comprar lixo da china e gerar empregos lá na sua ditadura criminosa em que o trabalhador é verdadeiramente um escravo.

    1. Problema é a mão de obra pouco qualificada que nós temos. Nosso sistema educacional não produz bons profissionais atualizados.
      Aliás, o ensino superior é totalmente desconectado com a realidade e com o mercado.

    2. É só cortar as relações com a China. Já que é tão ruim, chama os embaixadores de volta.
      É cada "analista" que aparece por aqui!

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Saúde

FOTOS: Após corte com papel, mulher é infectada por bactéria “devoradora de carne”

Tem coisa mais chata do que cortar o dedo com papel? Enquanto para a maioria de nós esse é apenas um inconveniente, para a norte-americana Heather Harbottle, de 52 anos, o “cortezinho” que fez enquanto mexia com caixas de papelão se tornou algo bem mais sério — e quase causou sua morte.

Como Harbottle contou ao DailyMail, ela resolveu ir ao hospital após passar a noite sentindo fortes dores na mão esquerda e tendo febre. Os médicos examinaram a região e concluíram que o corte, feito com o papelão das caixas que a paciente manuseara, havia sido infectado pela bactéria Staphylococcus — e a paciente precisava ser tratada imediatamente.

Segundo os especialistas do Hilo Medical Centre, no Havaí, onde Harbottle foi tratada, os microrganismos entraram na corrente sanguínea da paciente pelo corte feito com o papel e se espalharam por seu corpo. A condição evoluiu a ponto de afetar o funcionamento dos rins e do coração da norte-americana. Mais tarde, a mulher foi diagnosticada com fasceíte necrosante, comumente conhecida como doença da “bactéria devoradora de carne”.

“Eu estava achando que era uma torção ou luxação do meu dedo mindinho. Mas entre o dedo mindinho e o dedo anelar havia um corte, pensei que (…) deveria ter batido ou algo assim”, afirmou Harbottle, segundo o LadBible. “Depois de ser diagnosticada com fasceíte necrosante, os médicos ficaram extremamente hesitantes em tocá-lo [o dedo]. O primeiro passo foi usar todos os antibióticos e esperar por resultados.”

Ela estava perto da morte e enfrentava uma possível amputação se a infecção não melhorasse, pois as bactérias já haviam atingido os tendões da mão e do braço e já atingiam sua axila. Felizmente, pouco depois do tratamento ser iniciado, o quadro começou a melhorar e seus médicos puderam realizar um enxerto de pele na região.

Felizmente Harbottle se recuperou da infecção e passa bem, entretanto ela ainda precisa realizar terapia ocupacional para aprender a usar os dedos novamente após as cirurgias. “A longo prazo, agora estou sempre ciente do que poderia acontecer como resultado de algo tão minúsculo”, disse a norte-americana. “Também monitoro qualquer sinal de febre, pois, não fosse isso, eu não teria questionado os sintomas que tive à época. Agora uso luvas quando faço qualquer trabalho, especialmente fora de casa.”

Galileu

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Diversos

A história secreta do descobrimento do Brasil: entenda o papel da Ordem dos Templários na política que deu a Portugal a posse do país

(johncopland/Getty Images)

Domingo, 8 de março de 1500, Lisboa. Terminada a missa campal, o rei d. Manuel I sobe ao altar, montado no cais da Torre de Belém, toma a bandeira da Ordem de Cristo e a entrega a Pedro Álvares Cabral. O capitão vai içá-la na principal nave da frota que partirá daí a pouco para a Índia. Era uma esquadra respeitável, a maior já montada em Portugal, com treze navios e 1 500 homens. Além do tamanho, tinha outro detalhe incomum. O comandante não possuía a menor experiência como navegador. Cabral só estava no comando da esquadra porque era cavaleiro da Ordem de Cristo e, como tal, tinha duas missões: criar uma feitoria na Índia e, no caminho, tomar posse de uma terra já conhecida, o Brasil.

A presença de Cabral à frente do empreendimento era indispensável, porque só a Ordem de Cristo, uma companhia religiosa-militar autônoma do Estado e herdeira da misteriosa Ordem dos Templários, tinha autorização papal para ocupar – tal como nas cruzadas – os territórios tomados dos infiéis (no caso brasileiro, os nativos destas terras).

No dia 26 de abril de 1500, quatro dias depois de avistar a costa brasileira, o cavaleiro Pedro Álvares Cabral cumpriu a primeira parte da sua tarefa. Levantou onde hoje é Porto Seguro a bandeira da Ordem e mandou rezar a primeira missa no novo território. O futuro país estava sendo formalmente incorporado às propriedades da organização.

O escrivão Pero Vaz de Caminha, que reparava em tudo, escreveu para o rei sobre a solenidade: “Ali estava com o capitão a bandeira da Ordem de Cristo, com a qual saíra de Belém, e que sempre esteve alta.” Para o monarca português, a primazia da Ordem era conveniente. É que atrás das descobertas dos novos cruzados vinham as riquezas que faziam a grandeza e a glória do reino de Portugal.

Uma ideia delirante leva os portugueses ao mar

No começo do século 15, Portugal era um reino pobre. A riqueza estava na Itália, na Alemanha e em Flandres (hoje parte da Bélgica e da Holanda). Então como foi que os lusitanos encabeçaram a expansão européia? A rica Ordem de Cristo foi o seu trunfo decisivo. Fundada por franceses em Jerusalém em 1119, com o nome de Ordem dos Templários, acabou transferindo-se para Portugal em 1307, época em que o rei da França desencadeou contra ela uma das mais sanguinárias perseguições da História (veja na página 40). Quando o infante d. Henrique, terceiro filho do rei d. João I, tornou-se grão-mestre da Ordem, em 1416, a organização encontrou o respaldo para colocar em prática um antigo e ousado projeto: circunavegar a África e chegar à Índia, ligando o Ocidente ao Oriente sem a intermediação dos muçulmanos, que então controlavam os caminhos por terra entre os dois cantos do mundo.

No momento em que d. Henrique, à frente da Ordem de Cristo, resolveu dar a volta no continente africano, a idéia parecia uma doidice. Havia pouca tecnologia para navegar em oceano aberto (o Meditarrâneo é um mar fechado) e nenhum conhecimento sobre como se orientar no Hemisfério Sul, porque só o céu do norte estava mapeado. Mais ainda: acreditava-se que, ao sul, os mares estavam cheios de monstros terríveis (veja na página ao lado). De onde teria vindo então a informação de que era possível encontrar um novo caminho para o Oriente? Possivelmente dos templários, que durante as cruzadas, além de se especializarem no transporte marítimo de peregrinos para a Terra Santa, mantiveram intenso contato com viajantes de toda a Ásia.

A proposta visionária recebeu o aval do papa Martinho V, em 1418, na bula Sane Charissimus, que deu caráter de cruzada ao empreendimento. As terras tomadas dos infiéis passariam à Ordem de Cristo, que teria sobre elas tanto o poder temporal, de administração civil, quanto o espiritual, isto é, o controle religioso e a cobrança de impostos eclesiásticos.

Entre o lançamento oficial da empreitada e a conquista do objetivo último decorreria um longo tempo, precisamente oitenta anos. Apenas em 1498, o cavaleiro Vasco da Gama conseguiria chegar à Índia. Morto em 1460, d. Henrique não assistiu ao triunfo da sua cruzada. Mas chegou a ver como, no rastro dela, Portugal ia se tornando a maior potência marítima da Terra.

Um porto aberto na encruzilhada do mundo

D. Henrique sagrou-se cavaleiro em 1415, na batalha de Ceuta, no Marrocos, em que os portugueses expulsaram os muçulmanos da cidade. No ano seguinte, o príncipe virou comandante da Ordem. Como a sucessão do trono português caberia a seu irmão mais velho, d. Duarte, Henrique assumiu o cargo de governador do Algarve. Solteiro e casto, dividia o seu tempo entre o castelo de Tomar, sede da Ordem, e a vila de Lagos, no Algarve. Em Tomar, cuidava das finanças, da diplomacia e da carreira dos pilotos iniciados nos segredos do empreendimento cruzado.

O castelo era um cofre de recursos e informações secretas. Lagos era a base naval e uma corte aberta. Vinham viajantes de todo o mundo, de “desvairadas nações de gentes tão afastadas de nosso uso”, escreveu o cronista Gomes Eanes de Zurara, na Crônica da Tomada de Guiné. Os personagens desse livro revelam um pouco do cosmopolitanismo do porto de Lagos: havia gente das Ilhas Canárias, caravaneiros do Saara, mercadores do Timbuctu (hoje Mali), monges de Jerusalém, navegadores venezianos, alemães e dinamarqueses, cartógrafos italianos e astrônomos judeus.

Uma das regras de ouro da diplomacia era presentear. Assim, o príncipe juntou uma biblioteca preciosa. Entre mapas, plantas e tabelas havia um exemplar manuscrito das Viagens de Marco Polo. Não por acaso a primeira edição impressa dessa obra foi feita não em latim ou em italiano, mas em português, em 1534.

A Ordem combatente dos padres-soldados

Conquistada pelos cristãos na Primeira Cruzada, em 1098, Jerusalém estava de novo cercada pelos árabes em 1116. Foi quando os nobres franceses Hugo de Poiens e Geoffroi de Saint-Omer juraram, na Igreja do Santo Sepulcro (o templo dos cristãos), viver em perpétua pobreza e defender os peregrinos que vinham à Terra Santa. Nascia a Ordem dos Cavaleiros Pobres de Cristo, renomeada, em 1119, como Ordem dos Cavaleiros do Templo – a Ordem dos Templários.

Na época, várias organizações católicas congregavam devotos sob regimento próprio. A dos Templários, entretanto, era diferente: seus membros eram monges-guerreiros. As normas da Ordem eram secretas e só conhecidas, na totalidade, pelo comandante- em-chefe (o grão-mestre) e pelo papa. Desde o início, os templários foram desobrigados de obedecer aos reis. Podiam, assim, ter interesses próprios. Ao entrar na companhia, o novato conhecia só uma parte das regras que a guiavam e, à medida em que era promovido, sempre em batalha, tinha acesso a mais conhecimentos, reservados aos graus hierárquicos superiores. Ritos de iniciação marcavam as promoções. Foi essa estrutura que permitiu, mais tarde, à Ordem de Cristo manter secreto os conhecimentos de navegação no Atlântico.

Enquanto as cruzadas empolgaram a Europa, os templários receberam milhares de propriedades por doação ou herança e desenvolveram intensa atividade econômica. Nos seus feudos, introduziram métodos racionais de produção e foram os primeiros a criar linhagens de cavalos em estábulos limpos. Uma rede de postos bancários logo se espalhou por vários países. Peregrinos a caminho da Terra Santa depositavam seus bens no ponto de partida e ganhavam uma carta de crédito com o direito de retirar o equivalente em moeda local em qualquer estabelecimento templário. Daí para gerirem as finanças de reis como o da França foi um passo.

Mas a sua exuberância gerou inveja. Enquanto houve cruzadas, os templários exibiram orgulhosamente o manto branco com a cruz vermelha – a mesma que depois as naus portuguesas usariam. Com a queda da Cidade Santa, em 1244, e a expulsão das tropas cristãs da Palestina, em 1291, a mística se dissipou e a oposição monárquica tornou-se explícita. Nas décadas seguintes, a confraria seria extinta em toda a Europa. Com a exceção de Portugal.

Calúnia e difamação

(mais…)

Opinião dos leitores

  1. Muito boa matéria.
    Faça sempre relatos históricos.
    Servem para nos instruir e mostrar aos filhos.

  2. História fantástica de homens guerreiros! Viva a igreja católica, viva Portugal e viva a terra de Santa Cruz, o Brasil!!

    1. Viva o interesse em explorar nossas riquezas e escravizar os indios…

  3. Brasil foi descoberto pela Ordem de Cristo, nossa história é rica, heróica e gloriosa. Narrativas falaciosas foram disseminadas para implementar a luta de classes o conto do opressor e o oprimido.

  4. Parabéns a todos que descobriram o maior blog de Dodo a só mundo. Aqui o dono blog não escreve uma linha, só réplica, principalmente do site do Uol , kkkkkk famoso control C control V

    Parabéns BG o Maior Fofoqueiro do RN!!!!!!!!!!!!!

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Judiciário

TRT-RN: Prazo para saque de alvarás em papel termina agora em março

Com a implantação do Alvará Eletrônico pelo Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN), no último dia 7 de fevereiro, todos os valores pagos pelas Varas do Trabalho do Rio Grande do Norte, por meio de alvará, são depositados diretamente na conta dos beneficiados.
“Esse sistema, implantado em parceria com o Banco do Brasil, garante rapidez e segurança para advogados, empresas, trabalhadores e peritos quanto ao recebimento dos valores a que têm direito”, destaca o presidente do TRT-RN, desembargador Bento Herculano Duarte Neto.

Com a emissão dos alvarás judiciais por meio eletrônico, os alvarás em papel, já emitidos e enviados ao Banco do Brasil, perderão a validade em 30 dias após o início da operação do Alvará Eletrônico, segundo Provimento editado pelo TRT-RN.

“O prazo termina agora em março e é bom que aquelas pessoas que têm alvarás em papel, no caso do Banco do Brasil, procurem as agências do banco para sacar seus alvarás”, orienta o presidente do TRT-RN.

Com o Alvará Eletrônico, a ordem de pagamento do alvará emitida pelo juiz da Vara será depositada de imediato nas contas indicadas, em procedimento similar a um internet banking.

Confira o Provimento na íntegra: https://goo.gl/3xMNDc

Para acessar o Alvará Eletrônico entre no site do TRT-RN (www.trt21.jus.br) e siga o caminho: Serviços->Guia de Depósitos Judiciais e Recursais->Banco do Brasil (PJe).

Fonte: Ascom – TRT/21ª Região

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Diversos

Deborah Secco desiste de interpretar a cantora Joelma no cinema

625_315_1383099680deborah secco - raphael dias cortadaDepois de um ano de alarde, Deborah Secco não viverá mais a cantora Joelma no filme Isto É Calypso. O longa-metragem, que vai retratar a trajetória da banda de forró, perde a participação da atriz como protagonista por conta de atrasos na execução do projeto.

“Eu queria fazer, e a gente iria filmar no meio deste ano. Eu programei minha agenda para isso, mas o filme atrasou e eu não tenho como encaixá-lo dentro dos projetos com os quais me comprometi”, diz Deborah.

Neste fim de ano, ela está rodando o longa-metragem A Estrada e, no ano que vem, estará envolvida em mais uma produção cinematográfica a partir de janeiro. Na sequência, a atriz está reservada para televisão, mas ainda não adianta do que se trata.

O longa A Estrada está sendo filmado em São Paulo e Deborah incorpora uma atriz fracassada, que fez muito sucesso na infância com um programa de TV chamado Clube do Ursinho, em que ela era a Moranguinho. Assim, meio no estilo Simony e de tantas outras crianças famosas que não emplacaram sucessos na vida adulta.

“Ela interpreta uma assaltante e, como a produção está sem dinheiro, eles começam a roubar de verdade. O ápice do filme é quando ela mata um cara achando que está fazendo uma cena”, adianta a atriz.

A Estrada deve ser lançado no final de 2014 ou no começo de 2015. No elenco estão também os atores Júlio Andrade, Lucio Mauro Filho, Bruno Torres e Ana Carolina Machado. A direção é de André Moraes.

O último trabalho de Deborah na Globo foi na série Louco Por Elas, cujo último episódio foi ao ar em junho. A atriz afirma que o seriado não terá uma nova temporada, como chegou a ser cogitado.

UOL

Opinião dos leitores

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Diversos

Jornal mais antigo do mundo abandona o papel

Numa decisão que está sendo considerada como um marco na história da imprensa, o jornal mais antigo do mundo ainda em circulação, o Lloyd’s List, anunciou que vai abolir sua versão impressa e passará a existir apenas na web a partir de 20 de dezembro.

O jornal foi criado há 279 anos em Londres, servindo à indústria naval no centro do que era então a maior potência comercial mundial. Em seus primeiros dias, os interessados em vender algo ou anunciar alguma notícia colocavam papéis escritos em um das paredes de um café. O jornal foi fundado por Edward Lloyd, que fixava em seu café também notícias sobre a chegada de embarcações à cidade, despedidas, contratações e mortes.

Segundo a direção do jornal, a decisão de se dedicar ao mundo online veio após uma pesquisa com os assinantes mostrar que apenas 25 clientes ainda esperavam para ler a versão impressa. “Isso é apenas uma parte natural de nossa evolução”, disse o editor Richard Meade. A pesquisa também apontou que 97% dos entrevistados disseram usar mais a versão online.

Com circulação de 1,2 mil exemplares e mais de 16 mil assinaturas online, Meade confessou que não via a hora de acabar com a edição impressa.

Phil Smith, diretor do grupo Informa – atual dono do jornal – divulgou comunicado informando que, nos últimos anos, a expansão na web havia sido relevante, enquanto o número de cópias físicas do jornal havia sido drasticamente reduzido.

O Lloyds não é o primeiro a abandonar sua versão impressa. Outros, como o Christian Science Monitor e a revista Newsweek também optaram pela web como forma de sobrevivência.

Estadão

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Diversos

TRT-RN: Varas de Natal receberão processos em papel pela última vez nesta sexta-feira

_DISTRIBUIÇÃOSexta-feira, 13 de setembro entrará para a história da Justiça do Trabalho do Rio Grande do Norte como o último dia em que advogados e reclamantes poderão protocolar petições iniciais de reclamações trabalhistas em papel.

Essa é uma das mudanças instituídas pelo Processo Judicial Eletrônico (PJe-JT) que será implantado nas Varas do Trabalho de Natal a partir de 1º de outubro, quando só serão aceitas reclamações iniciais digitais.

Atualmente, o PJe já está presente nas Varas do Trabalho de Goianinha, Mossoró e na segunda instância do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN).

Para se adequar a estrutura das Varas ao funcionamento desse novo sistema, o TRT-RN suspendeu os prazos processuais de 16 de setembro a 1º de outubro, nas Varas, na Distribuição dos Feitos de Natal e na Central de Atendimento e da Central de Apoio à Execução (CAEx).

Durante esse período, funcionará apenas o plantão judicial pelos telefones (84) 4006-3160 e (84) 9981-5770 para atender nas hipóteses de perecimento de direito e liberdade de locomoção.

Com a implantação do PJe em todas as Varas do Trabalho de Natal, extingue-se o Setor de Distribuição, que atualmente recebe cerca de 90 processos físicos por dia, vez que todos esses processos serão peticionados eletronicamente, via internet.

No lugar onde hoje funciona a Distribuição dos Feitos de Natal será criada uma Central de Atendimento do PJe, que funcionará com uma sala de apoio para advogados e demais usuários da Justiça do Trabalho.

A sala será adaptada para receber 12 micro computadores, 3 scanners e servidores do tribunal treinados para orientar os advogados quando eles forem fazer a petição eletronicamente.

O atendimento dos empregados que procuram a Justiça do Trabalho diariamente, em Natal, para fazer reclamações a termo – uma média de três pessoas – continuarão sendo atendidas nos moldes atuais.

A diferença é que, depois que o servidor do tribunal tomar os termos da reclamação, ele dará entrada no processo utilizando o PJe com seu Certificado Digital, que permite ao servidor assinar o documento.

De imediato, o reclamante já fica sabendo para qual Vara do Trabalho seu processo foi distribuído e qual a data de sua audiência.

Mesmo com a implantação do PJe, a Central de Atendimentos continuará recebendo petições intermediárias para os processos físicos que já tramitam nas Varas de Natal.

“Pelo menos por enquanto, os advogados poderão continuar peticionando fazendo uso do papel para os processos antigos”, observa Jailson Nascimento Dantas, diretor substituto da Distribuição dos Feitos de Natal.

Jailson Dantas disse ainda que os advogados estão sendo informados diariamente das mudanças que acontecerão nos próximos dias devido à instalação do PJe e que a expectativa está sendo a melhor possível, vez que a própria OAB/RN já está treinando os advogados para essa nova fase da Justiça do Trabalho do Rio Grande do Norte.

“A expectativa de todos agora é com o ganho em celeridade que haverá com esse novo sistema”. comemora o servidor.

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Jornalismo

[EDITORIAL] BlogdoBG. Um amplificador

Os recentes eventos envolvendo acusações da assessora parlamentar Thalita Moema contra o vereador Raniere Barbosa, noticiados por este blog em primeira mão, serviram de reflexão e para reafirmar o papel a que este espaço virtual se dispõe desde a sua criação.

É princípio fundamental da atividade jornalística checar informações antes de publicá-las,  estritamente seguido por este Blog do BG antes de noticiar as acusações.

Apesar de ter sido acusado de ter incorrido em ilações, o blog lembra a seus leitores que o segmento da imprensa o qual tem dado atenção ao assunto trata a questão específica exatamente como nós, ressalvando, claro, o estilo que o BG adotou para si, de ser abertamente crítico.

Os eventos de hoje, que culminaram até em promessas de processo contra esse veículo, não nos fazem recuar do objetivo que nos propusemos a perseguir.  Não mudamos uma vírgula de todo o material publicado no BG. Sabemos das responsabilidades, mas afirmamos que o espaço deste blog foi utilizado como amplificador e não fonte das acusações.

O que faz desse blog um veículo crível é a confiança que os leitores nele depositaram, como atestam os números do Google Analytics, que mostram que em menos de cinco meses foram 330 mil acessos e mais de 550 mil visualizações de páginas.

Reiteramos também que não estamos a favor de A ou B como tentam crer alguns e tampouco personalizamos notícias.

Também não estamos aqui para críticas ou elogios gratuitos. Qualquer assunto de interesse público será noticiado independentemente dos lados envolvidos. Doa a quem doer. O compromisso do Blog do BG, reafirmamos, é com o patrão a quem decidimos servir, o leitor.

Não nos resta dúvidas de que a polêmica na qual fomos envolvidos reforça nossa sensação de responsabilidade junto aos nossos expectadores. Cientes desse papel, não abriremos mão da crítica e acidez, justamente os elementos que fazem do BG o que hoje ele é.

 

 

Opinião dos leitores

  1. Brunão, toca o blog prá frente. É o único que podemos ler com a certeza que é imparcial. Se o blog deu espaço para todos os envolvidos se pronunciarem, qual é o problema? O Sindpostos já se pronunciou. Cadê os outros? Forte Abraço. Eduardo.

  2. Bote QUENTE BG. O único que não tem rabo preso. Porque só vc toca no assunto espinhosos enquanto outros nem citam? Sou seu leito diario e vou continuar, nunca vi vc da uma errada. Outra coisa, vc postou com fonte, dados e colocou o blog a diposição. Vão processar vc porque? CONTINUA A LUTA E SIGA EM FRENTE
    Renato Machado

  3. Parabéns pela linha editorial das matérias sempre com isenção e imparcialidade, o sucesso incomoda!!

  4. Sou leitor do Blog do BG desde o inicio e prefiro acreditar em Raniere e Julio que vivem no mundo real , o Twitter é diversão é virtual , serve sim para divulgar eventos e noticias falsas ou não ( mais temos que estar no mundo REAL )

  5. Caro Bruno,
    Você tem assumido um papel importante que já foi realizado por outros grandes blogs da nossa cidade. Infelizmente hoje a grande maioria deles está vinculado a político A ou B, sejam em troca de cargos ou seja em troca de patrocínios ou anúncios públicos.
    Cuidado com a veracidade das informações e fique bem longe dos interesses políticos-partidários.
    Hoje você já é visto/lido por boa parte da sociedade e da imprensa, ou seja, já tem voz marcante.
    Parabéns e sucesso.

    Abraços.
    Nei

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