Saúde

Anvisa autoriza testes em humanos de soro anti-Covid do Butantan; entenda

Foto: Cecília Bastos/USP Imagem

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça-feira (25) a realização de testes em humanos do soro anti-Covid desenvolvido pelo Instituto Butantan. A aprovação se dá após dois meses do pedido de celeridade feito pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Em março, Doria reclamou da demora da Anvisa para aprovar o soro do Instituto Butantan que pode auxiliar no tratamento da Covid-19.

“O Instituto Butantan criou um Soro anti-Covid que pode acelerar recuperação e diminuir ocupação de leitos de UTI. Uma ótima notícia. A má notícia é que o Instituto enviou documentação e, mesmo sem riscos à saúde, a burocracia da Anvisa trava os testes. Falta senso de urgência”, escreveu.

De acordo com o Butantan, o dossiê com as informações sobre o desenvolvimento do soro foi enviado no começo deste mês, no dia 2. Na semana seguinte, no dia 10, foram enviados os documentos específicos com o desenho do estudo clínico.

Em nota, a Anvisa disse que solicitou mais informações, que já foram respondidas e analisadas. Técnicos da agência e do instituto se reunirão na tarde desta sexta-feira (19) para discutir informações faltantes.

Até o momento, o soro havia sido testado somente em animais. Com a aprovação, o Butantan já pode iniciar os testes em humamos. Os dados dos testes feitos em animais revelaram que a terapia pode amenizar quadros graves da doença provocada pelo coronavírus.

Como funciona o soro?

O soro funciona de forma parecida com o usado para tratar picadas de serpentes peçonhentas. O vírus inativado por um processo de radiação é inoculado em cavalos, que produzem anticorpos do tipo imunoglobulina G (IgG). O plasma do sangue dos animais, então, é extraído, tratado e envasado, da mesma maneira que é feito na produção dos outros soros do Butantan.

O funcionamento é diferente do da vacina, que pretende impedir que a pessoa adoeça. “O objetivo é já dar o anticorpo pronto para o indivíduo com a doença”, explica Ana Marisa Chudzinski Tavassi, diretora de inovação do Instituto Butantan. “Como o anticorpo já está pronto, tem uma resposta muito rápida. Você injeta o soro, as células da pessoa reconhecem e bloqueiam a entrada do vírus. Se ele não entrar nas células, não se multiplica, e a doença não se agrava”.

Tavassi conta que, em testes com hamsters, os animais que receberam uma dose única do soro tiveram “uma queda importante” na carga viral em um dia após a aplicação. Até cinco dias depois, eles viram uma preservação da estrutura do pulmão significativa em comparação com o grupo de roedores que não recebeu a injeção.

Ela relata também que foram feitos testes de segurança com camundongos e coelhos saudáveis, aplicando uma quantidade máxima de soro para verificar se haveria efeitos colaterais. “Fizemos exames para verificar tudo, inclusive a função hepática. Não houve nenhuma alteração, nada que chamasse a atenção”.

Os resultados dos testes pré-clínicos [que não são em humanos] foram muito importantes para ver que o soro tem efeito. Ele não é tóxico em animais saudáveis e, em animais com a doença, vimos efetivamente um resultado positivo”, disse.

O Butantan espera usar essa terapia em casos moderados a graves da doença. “Agora, temos a vacina, mas até todos serem vacinados, acredito que seja interessante que tenhamos algo que pode ajudar. É algo que vai poder ser usado mesmo quando a pandemia acabar”, afirmou Tavassi.

Terapias semelhantes

Na Argentina, um soro parecido, produzido com anticorpos de cavalos e vacas, recebeu autorização especial para uso em dezembro do ano passado. Em comunicado, o governo argentino disse que a terapia reduziu em 45% a mortalidade, em 24% os dias de internação na UTI e em 36% a necessidade de ventilação mecânica.

Nos Estados Unidos, coquetéis de anticorpos sintéticos das empresas Regeneron e Eli Lilly foram autorizados no ano passado e até integraram o tratamento do ex-presidente do país, Donald Trump, quando ele foi internado com Covid-19. Há outras empresas, como a AstraZeneca e a Vir Biotechnology, que estão testando terapias com a mesma tecnologia.

Nesses casos, os anticorpos que funcionam melhor contra a doença são selecionados e reproduzidos sinteticamente, criando um coquetel altamente especializado. No entanto, essa precisão tem preço alto: esse tratamento pode variar de US$ 15 mil a US$ 20 mil nos EUA.

Tavassi, do Butantan, explica que essa é uma das maiores vantagens do soro. “É muito mais barato o que estamos fazendo. É uma tecnologia que já dominamos, temos os laboratórios, a fábrica, a fazenda com os cavalos. É isso que está na nossa mão, sem ter que importar absolutamente nada”.

Ela explica que, além disso, usar uma terapia com anticorpos mais gerais pode ter efeitos positivos. “Nessa situação em que estamos vivendo, em que ainda não deu para saber tudo sobre o vírus e como ele funciona, talvez produzir anticorpos para várias partes do vírus seja interessante. Com as variantes, ter algo que seja mais polivalente pode ajudar”.

Quando fica pronto e como funcionam os testes em humanos?

A Anvisa concedeu autorização para testes do soro em humanos nesta terça-feira (25). Com isso, o Butantan já tem autorização para iniciar a testagem em humanos.

“A partir do momento que aprovar, estamos preparados para começar o ensaio. O Butantan já realizou outros testes clínicos, tem uma equipe, centros já preparados e treinados espalhados por vários cantos do país”, explica.

O ensaio clínico para um soro não é a mesma coisa que o de vacinas, com milhares de pessoas que têm de ser acompanhadas por um tempo longo. “Podemos fazer com uma quantidade menor de pessoas e tempo de observação mais curto, porque o soro tem que ter uma resposta rápida, temos que perceber imediatamente que a doença não evolui”.

Apesar da previsão otimista, Tavassi diz que as fases de testagem não podem ser apressadas. “Temos uma tradição enorme de produção de soros, mas esse é o desenvolvimento de um produto novo, tem de passar por todas as etapas. No final, é gente que vai ser tratada e tem que ter mais benefício do que possíveis reações. Se a gente chegar lá, damos um passo importante para o desenvolvimento científico e para a tecnologia nacional”.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

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Comportamento

ROBÔS NO PÁREO: Até 2050 serão mais frequentes as relações sexuais entre humano e tecnologia do que entre pessoas, estimam estudos

Foto: Divulgação

Alguns estudos estimam que, em 2045, um em cada cinco jovens fará sexo com um robô de forma bem habitual. A conexão entre sexo e tecnologia – conhecida como sextech – será três vezes maior daqui a 20 anos e se multiplicará por sete em 2050; alguns cientistas garantem que, a essa altura, serão mais frequentes as relações sexuais entre humano e tecnologia do que entre pessoas. Embora pareça ficção científica, a realidade é que, no futuro, além da popularizarão de bonecos ‘humanos’ equipados com Inteligência Artificial (IA), nós também teremos a possibilidade de acariciar a parceira mesmo à distância, imprimir em 3D uma réplica dos órgãos genitais de outro ser humano, coordenar seus movimentos por um aplicativo móvel ou usar tecnologias que nos façam sentir o orgasmo de várias pessoas simultaneamente.

Mas o sextech precisa ser olhado também de uma perspectiva bioética. Em 2015, foi lançada a campanha (CARS – Campaign Against Sex Robots) para alertar contra os perigos de normalizar as relações com máquinas, reforçando a desumanização feminina e prolongando relações assimétricas de gênero já bem conhecidas, que reduzem o corpo da mulher às suas partes. Tal campanha deu origem a um movimento mundial que busca uma abordagem mais ética, feminista e humanística à robótica, computação, IA e tecnologias futuras.

Pensando na mesma lógica de parcialismo e objetificação da pessoa humana, poderíamos incluir na reflexão os vibradores realísticos, que reproduzem pênis humanos? Na perspectiva de princípio ideológico como movimento contra a desigualdade, o pênis sempre foi representante da potência sexual, investido de positividade, atividade, poder. Muitos falos encontrados à venda em sex shops são reproduções orgulhosas de pênis de atores pornôs. Homens cis, normalmente, não se sentem historicamente objetos sexuais, à exceção dos homens negros que ocuparam o lugar de objetificação no período escravagista, haja vista que foram inclusive usados como reprodutores despidos de humanidade. Ou seja, na perspectiva de gênero, as bonecas femininas não têm o mesmo significado que o vibrador realístico masculino, o que não significa em hipótese alguma que, em ambos os casos, não haja objetificação dos corpos e não provoque incômodo em muitos. É bem comum ouvir sobre o rechaço masculino em relação aos vibradores de suas parceiras, chamando-os de “concorrentes”, expressando indignação diante do sentido de insuficiência. Parece-me, no entanto, que a origem da inquietação está relacionada à potência do falo e não à questão ética da redução do humano ao seu corpo objetificado. Gostaria de ouvir os homens sobre isso.

Mas há outras implicações da associação entre sexo e tecnologia ainda mais complicadas que também estão em jogo. No site da campanha CARS há o alerta para como a indústria voltada para o sextech corre o risco de, ao se propor a desenvolver robôs para satisfação sexual das pessoas, fomentar a pedofilia e o abuso contra crianças. Embora algumas pessoas considerem que robôs ou bonecas real born possam ajudar aqueles que se sentem atraídos por menores a descarregar suas tensões sexuais, não há estudos realizados com usuários que legitimem essa hipótese, isto é, que mostrem que a prática com bonecos evite de fato o abuso e a violência sexual contra crianças, púberes e adolescentes humanos ou se os estimule ainda mais.

Ainda segundo o CARS, há uma dificuldade dos governos de legislar sobre esse tema. Em grandes sites de compras e marketplace, não é difícil achar pedaços de corpos ou bonecos infantis na mesma página de vendas de produtos para a prática de BDSM, por exemplo. Pioneira em legislar sobre esse tema é a Austrália, que, desde 2019, considera tais bonecos como material de exploração sexual infantil.

Robôs concebidos para práticas sexuais já estão disponíveis para compra. Harmony, a primeira máquina erótica, custa cerca de R$ 73 mil e é capaz de falar, memorizar as preferências da parceria e realizar práticas sexuais como sexo a três ou surras com chicote, se for disso a pessoa gosta. No futuro, iremos testemunhar o crescimento dos digisexuais – pessoas que fazem sexo quase exclusivamente com máquinas. Como me disse outro dia a escritora Lili Prata, o ponto interessante é que, ao invés de tratar o outro como um objeto/máquina ou se colocar na relação como máquina, poderemos ter a opção de fazer sexo objetificado com uma máquina e sexo humano com um humano. Sob essa perspectiva, de todo ruim, não será.

Universa – UOL

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Saúde

Pesquisa aponta que humanos podem transmitir Covid-19 para animais de estimação

Foto: Divulgação/MRSC

Um estudo pioneiro desenvolvido na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aponta que as pessoas podem transmitir coronavírus para os animais de estimação. A pesquisa recomenda que os donos infectados pela Covid-19 devem manter distanciamento social não só de humanos, mas também dos cães e gatos.

O levantamento foi realizado por meio da parceria entre duas unidades da Fiocruz: o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI) e o Instituto Oswaldo Cruz (IOC). Os pesquisadores demonstraram a relação entre a exposição dos animais de estimação e a infecção dos donos, com os resultados publicados na revista científica internacional Plos One.

Foram selecionadas famílias do Rio de Janeiro com seus 39 animais de estimação, sendo 29 cachorros e dez gatos, entre maio e outubro do ano passado. Após a confirmação de humanos com Covid-19, os cientistas colheram amostras dos animais para saber o efeito do vírus sobre eles.

“Os principais resultados da pesquisa demonstram que, de 21 domicílios diferentes, quase a metade apresentava um ou mais animais de estimação positivos para Sars-CoV-2. Foram nove cachorros (31%) e quatro gatos (40%) infectados ou expostos ao Sars-CoV-2. Os animais obtiveram resultados de RT-PCR positivos de 11 a 51 dias após o aparecimento dos primeiros sintomas de seus tutores.

Entre os cães, três apresentaram dois testes positivos realizados num intervalo de 14, 30 e 31 dias. As amostras de sangue determinaram presença de anticorpos contra o Sars-CoV-2 em um cão e em dois gatos”, explicou Guilherme Calvet, do Laboratório de Pesquisa Clínica em Doenças Febris Agudas, um dos coordenadores do estudo.

Outro resultado relatado pela pesquisa é que 46% dos animais infectados apresentaram sintomas leves, que podem estar associados ao coronavírus. Também se observou que animais castrados são mais suscetíveis e que dividir a cama com o tutor eleva o risco de infecção.

A Fiocruz destaca que cães e gatos raramente se contaminam com a doença e que, quando isso acontece, geralmente têm uma evolução branda, de curta duração e com baixa quantidade de vírus encontrada. Até o momento, não há qualquer comprovação que cães e gatos possam transmitir a doença para humanos.

“Este trabalho – Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas e o Instituto Oswaldo Cruz – é de grande importância, uma vez que não estava claro, no início da pandemia do Sars-CoV-2, se os animais domésticos poderiam se infectar ou transmitir o vírus. A pesquisa foi bastante meticulosa por analisar, além de diversos fatores, o soro de cães e gatos infectados, demonstrando a neutralização viral pelos anticorpos produzidos por esses animais. É um estudo bastante completo e que contribui para um melhor entendimento da capacidade do novo coronavírus de infectar diferentes espécies animais”, afirmou a chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo do IOC/Fiocruz, Marilda Siqueira.

CNN Brasil

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Saúde

Butantan solicita à Anvisa início de testes da ButanVac em humanos; Instituto espera produzir 40 milhões de doses da vacina até julho, se aprovada

Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

O Instituto Butantan solicitou à Anvisa nesta sexta-feira o início dos testes em humanos da Butanvac. A informação foi divulgada pelo diretor do Butantan, Dimas Covas, em entrevista coletiva.

O Instituto submeteu o protocolo para as fases 1 e 2 do estudo clínico do imunizante, compostas por estudos controlados com placebo que avaliarão a segurança e eficácia da vacina em adultos no Brasil.

— É um estudo que tem uma duração prevista máxima de 20 semanas, mas que a partir da 16ª ou 17º semana nós vamos poder ter já os resultados de análise primária e, com isso, solicitar o uso emergencial pela Anvisa. A vacina será muito rapidamente produzida aqui no Brasil integralmente. Não depende de nenhuma importação de matéria-prima, com uma capacidade enorme de produção — disse Covas.

O Butantan divulgou ainda que, a partir da próxima semana, começará a produção de 40 milhões de doses da nova vacina. Essas doses devem ficar prontas até julho e aguardarão então a aprovação de seu uso pela Anvisa:

— Já estamos preparados. Quando ocorrer essa aprovação, vamos divulgar amplamente quais serão os centros onde os estudos serão realizados e como os voluntários poderão se inscrever — explicou Covas, ressaltando as diferenças entre este estudo e o da Coronavac. — Não é um estudo clínico clássico. A ideia é comparar a resposta de segurança e de imunogenicidade [capacidade de provocar uma resposta do sistema imunológico] dessa nova vacina com as demais e, com isso, demonstrar a sua eficiência.

O imunizante, segundo Covas, será feito na fábrica do Butantan que produziu as 80 milhões de doses da vacina contra gripe aplicadas na campanha atual de imunização.

A ButanVac é uma vacina candidata contra a Covid-19 produzida por um consórcio internacional que pretende ampliar e baratear a produção desses imunizantes usando fábricas que trabalham com ovos de galinha como base para a criação das doses. O anúncio da existência do projeto da ButanVac foi feito em 26 de março.

Naquela data, o Butantan e o governo estadual informavam uma expectativa mais otimista para o final dos testes clínicos. No dia, Covas e o governador João Doria (PSDB) apresentaram a ideia de que os testes em humanos poderiam ser finalizados até julho e, se aprovada, a vacina poderia ser aplicada já no segundo semestre deste ano. Nesta sexta, porém, Dimas Covas citou setembro como um mês provável para o pedido do uso emergencial.

Queda de óbitos, internações e casos

O governo de São Paulo divulgou também que, pela primeira vez em dois meses, o estado apresentou redução no número de casos (-14,3%), internações (-6%) e óbitos (-23,6%) pela doença. Embora o estado viesse apresentando queda nas internações nas últimas quatro semanas, é a primeira queda no número de óbitos registrada no período.

A taxa de ocupação de UTI no estado está em 81,1% e, na Grande São Paulo, 79,2%.

— Gosto muito de reforçar que, no dia 1º de abril, nós tínhamos 92,3% de ocupação nas UTIs. Esses dados nos trazem alento e esperança — disse Jean Gorynchteyn, secretário da Saúde, lembrando ainda que, em abril, 13.120 pacientes estavam internados em leitos intensivos. Agora, são 10.808.

Reabertura de serviços

O setor de serviços da cidade será reaberto a partir de amanhã, 24, como parte da segunda etapa da fase de transição. Voltam a funcionar bares, restaurantes, academias, salões de beleza e similares. Parques, clubes e museus também poderão reabrir.

O comércio e setor de serviços deverão funcionar das 11h às 19h. Academias poderão funcionar das 7h às 11h e das 15h às 19h. A ocupação nestes setores deve respeitar o limite de 25% da capacidade.

— É um voto de confiança para que possamos ter um retorno gradual, mas lembrando que ainda temos um patamar elevado de casos e internações e precisamos fazer esse trabalho de transição com muita cautela e responsabilidade em todos setores — disse Patrícia Ellen, secretária de Desenvolvimento Econômico do estado.

Serão mantidos em todo o estado o toque de recolher das 20h às 5h, teletrabalho para atividades administrativas e escalonamento da entrada e saída de trabalhadores do comércio, serviço e indústria.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Tomo tranquilo. Butantan é sinônimo de ciência e a Fiocruz também. Os maconheiros das universidades também. Tenho nojo de negacionistas e do presidente GENOCIDA.

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Saúde

Sars-CoV-2: Análise indica que a habilidade do vírus de infectar humanos e outros mamíferos provavelmente evoluiu em morcegos

(Foto: NIAID)

Um estudo realizado por pesquisadores do Reino Unido, Estados Unidos e Bélgica mostrou que nos primeiros 11 meses da pandemia de Covid-19 (contando a partir de dezembro de 2019) poucas mudanças genéticas “importantes” foram observadas nas centenas de milhares de genomas sequenciados do vírus Sars-CoV-2.

“Isso não significa que nenhuma mudança ocorreu, mutações sem significado evolutivo se acumulam e ‘surfam’ ao longo dos milhões de eventos de transmissão, como fazem em todos os vírus”, esclarece, em nota, Oscar MacLean, pesquisador da Universidade de Glasgow, na Escócia, e primeiro autor do artigo publicado na sexta-feira (12) na revista científica Plos Biology.

Segundo MacLean, “o que tem sido tão surpreendente é o quão transmissível o Sars-CoV-2 tem sido desde o início [da pandemia].” Em geral, após saltar para uma nova espécie hospedeira, os vírus levam algum tempo para se adaptar e adquirir novas características que possibilitem uma maior disseminação. A maioria deles nunca ultrapassa esse estágio, provocando apenas surtos localizados.

Algumas mutações encontradas no vírus tiveram efeito, como é o caso do substituto da proteína spike D614G, que está ligado ao aumento da transmissibilidade e a alguns ajustes espalhados no genoma do Sars-CoV-2. Mas, no geral, os processos evolutivos “neutros” dominaram.

Estudando as mutações do Sars-CoV-2 e sarbecovírus relacionados (grupo que engloba vírus que se hospedam em morcegos e pangolins), os autores encontraram evidências de mudanças bastante significativas — mas todas ocorridas antes do novo coronavírus ter começado a infectar humanos. Isso indica que a habilidade do Sars-CoV-2 de infectar humanos e outros mamíferos provavelmente evoluiu em morcegos, antes da disseminação do vírus entre nós.

Após um ano circulando ao redor do mundo, no entanto, o vírus está se modificando rapidamente se comparado à versão detectada em janeiro de 2020, que baseou as vacinas desenvolvidas até agora. Os imunizantes continuarão a ser eficazes contra a maioria das variantes existentes, mas quanto mais tempo levar para diminuir a diferença entre pessoas vacinadas e não-vacinadas, mais oportunidades o Sars-CoV-2 terá para se modificar. “A primeira corrida foi para desenvolver uma vacina. Agora, a corrida é para fazer com que a população global seja vacinada o mais rápido possível”, alerta David L. Robertson, um dos líderes do estudo.

Galileu

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Diversos

ESTÁ CONVENCIDO? Novo estudo confirma que cães não entendem o que humanos dizem

Foto: Vivien Reicher

Você pode pensar que seu cão entende cada sílaba que você diz, mas é provável que ele não esteja se atendo às suas palavras, descobriu um novo estudo.

Apesar da capacidade auditiva “semelhante à humana” para interpretar os sons da fala, os cães não ouvem as diferenças sutis entre as palavras da mesma forma que os humanos, segundo revelou uma equipe de pesquisadores.

Palavras são compostas de sons de fala, que, se mudados, alteram todo o significado. “Cão”, por exemplo, pode se transformar em “pão”.

Pesquisadores da Universidade Eötvös Loránd em Budapeste, na Hungria, mediram a atividade cerebral de cães de famílias usando uma técnica chamada eletroencefalografia, que envolvia prender eletrodos nas cabeças dos animais.

Os pesquisadores tocaram para os cães palavras de instrução gravadas que eles conheciam (como “sit”, ou seja, o comando “sentar”), palavras semelhantes, mas sem sentido (“sut”) e, então, palavras sem sentido muito diferentes (“bep”).

Os especialistas descobriram que os cães, que não haviam sido treinados especificamente para o experimento, podiam distinguir rápida e claramente a diferença entre as palavras de instrução conhecidas (“sit” no exemplo) e as palavras sem sentido muito diferentes (“bep”).

“A atividade cerebral é diferente quando eles ouvem as instruções, que eles conhecem, e as palavras sem sentido muito diferentes, o que significa que os cães reconhecem essas palavras”, afirmou a autora do estudo, Lilla Magyari, à CNN. Magyari é pesquisadora de pós-doutorado no departamento de etologia da Universidade Eötvös Loránd.

No entanto, os animais não prestaram atenção às pequenas diferenças entre palavras conhecidas e palavras sem sentido de som semelhante (“sut” no exemplo). Segundo a pesquisadora, em vez disso, os cachorros participantes do estudo canino as processaram como se fossem a mesma palavra.

Os cães são conhecidos por sua capacidade auditiva e de ouvir bem as palavras e sons, disse Magyari, e são capazes de diferenciar os sons da fala. “Mas parece que eles realmente não prestam atenção a todos os sons da fala”, contou, acrescentando que pesquisas adicionais poderiam explicar as razões para isso.

“Os cães podem simplesmente não perceber que todos os detalhes, os sons da fala, são realmente importantes na fala humana. Pense num cachorro normal: ele é capaz de aprender apenas algumas instruções em sua vida”, afirmou.

Embora nossos companheiros caninos possam não reconhecer todas as nuanças, Magyari disse que o estudo também confirmou que os cães realmente ouvem a fala humana, como sugerido por estudos anteriores – e não respondem apenas a humanos que lhe são familiares ou à linguagem corporal.

“Com isso, mostramos que os cães podem diferenciar as palavras que conhecem das palavras sem sentido”, disse ela, observando que os cães da família registravam a atividade cerebral mesmo quando ouviam palavras de instrução proferidas por uma voz desconhecida, proferidas por um alto-falante.

Os resultados foram publicados na revista “Royal Society Open Science” na terça-feira (8).

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. São tão grandes e lindos que não precisam entender nenhuma palavra.
    Sentem, falam e amam muitos mais que “humanos”

  2. Boa noite Cacá ! ( Calígula para os íntimos ) , mulher a apoís ! Atrás de vc eu sou um jumento mesmo . Ah Papai ! Mummmmmm

  3. Muito interessante esse estudo , acho que piderja ser extendido para os membros da Gadolândia . Tonho quando relincha o Gado entende ?

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Saúde

De morcegos a visons: como vírus passam de animais para humanos

Funcionários do governo da Dinamarca abrem vala coletiva para depositar visons mortos em área militar perto de Holstebro. Foto: Morten Stricker/Dagbladet Holstebro Struer/Jysk Fynske Medier/Ritzau Scanpix/Reuters

Do ponto de vista da origem da transmissão, pesquisadores chineses identificaram que o novo coronavírus surgiu em morcegos, desecandeando uma das maiores pandemias da história da humanidade.

Um fenômeno chamado “transbordamento zoonótico” fez com que um tipo de coronavírus que acomete morcegos sofresse mutação e passasse a infectar humanos.

Mais recentemente, no início de novembro, o governo da Dinamarca anunciou o sacrifício de todos os visons de criadouro para erradicar uma nova mutação do coronavírus.

Até o momento, acredita-se que mais de 10 milhões da espécie tenham sido mortos, e a nova cepa é considerada ‘praticamente erradicada’, segundo órgãos de controle dinamarqueses.

A mutação havia sido encontrada em alguns animais e doze humanos, e os sintomas não eram muito diferentes da Covid-19 mais conhecida e nem mais agressivos. Mas, como medida sanitária, a primeira-ministra Mette Frederiksen decidiu ir em frente com o abate.

Cesar Alejandro Rosales Rodriguez, doutor em medicina veterinária (Epidemiologia Experimental e Aplicada às Zoonoses) e professor do curso de Medicina Veterinária da Universidade Anhembi Morumbi, explica que a decisão pode ter sido um pouco precipitada, e que mais pesquisas sobre a mutação do SARS-CoV-2 poderiam ter sido feitas antes do abate.

“A medida parece drástica, mas é uma atitude relativamente compreensível devido ao momento de pandemia e alarde em que vivemos”.

O novo coronavírus, assim como uma série de outras doenças que conhecemos, são zoonose: doenças que podem ser transmitidas naturalmente de animais para humanos.

Essas enfermidades podem ser causadas por microorganismos como vírus, bactérias, fungos e protozoários.

Alguns exemplos, além do próprio SARS-CoV-2, são a tuberculose, que é uma mutação da bactéria causadora da tuberculose bovina, a teníase, famosa por ser transmitida pela carne mal-cozida de animais como o porco, e a leptospirose.

Elas podem ser transmitidas das mais diversas formas, a depender do organismo transmissor.

De espécie em espécie até os seres humanos

O fenômeno de quando um patógeno se adapta e é transmitido de uma espécie para a outra é conhecido como spillover pelos pesquisadores.

O ‘transbordamento’ ocorre por meio de pequenas mutações no microorganismo que tornam possível que ele infecte um novo hospedeiro.

Para que consiga fazer isso, tem que vencer diversos obstáculos. Entre eles, a quantidade de vírus presente no hospedeiro e o contato entre as duas espécies.

Esse último fator pode estar sendo facilitado pelas populações humanas. Especialistas indicam que um maior contato entre humanos e animais vertebrados pode tornar o caminho dos patógenos mais curto.

O contato é aumentado em diversas frentes. O consumo de carne de animais selvagens ou de origem não verificada podem ser facilitadores da contaminação por cepas de vírus e bactérias ainda inexploradas.

Pesquisadores da área da Biologia também alertam para a degradação de biomas como uma das causas do aparecimento de novas zoonoses.

Quanto mais as pessoas e cidades avançam para o terreno de vegetações, maior o contato entre os seres humanos e as espécies locais.

Além disso, quanto maior o desmatamento, chega-se mais próximo de áreas não exploradas, onde podem se esconder milhares de patógenos desconhecidos.

Controle e pesquisa

O número de potenciais zoonoses existentes na natureza é uma incógnita, mas Rodriguez destaca que muitos estudos estão voltados para assunto.

“Em todo o mundo existem órgãos especializados na fiscalização de novos patógenos e, no Brasil, apesar de não termos um órgão voltado apenas para isso, as universidades e institutos fazem pesquisas ostensivamente”.

As zoonoses são consideras, no Brasil, como um problema de saúde pública, portanto, são supervisionadas por órgãos da área.

Rodriguez destaca alguns mecanismos de controle nacionais. “Algumas doenças, quando diagnosticamos um novo caso, somos obrigados a reportar para órgãos da saúde. Tanto em humanos quanto em animais. Dessa forma, é possível manter um controle dos dados daquele patógeno no país”.

A vacinação e controle da saúde de animais domésticos e daqueles criados para o abate são essenciais para evitar novos casos de transmissão.

Já para os animais selvagens, a pesquisa e os avanços em tecnologias voltadas à saúde pública e são os agentes mais importantes para se evitar fenômenos do tipo.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Fórmula explosiva: O aumento do consumo de produtos de origem animal sem controle sanitário e clandestinamente.
    Estamos pagando a conta por este descaso, antes de vc consumir alimentos animais de origem duvidosa lembre-se deste fator, um patógeno pode esta apenas esperando um hospedeiro acidental para se deaenvolver, pois ninguém sabe quem será a próxima vítima.

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Saúde

Vírus mortal encontrado na Bolívia é transmissível entre humanos

Foto: Reprodução/Omics

Um vírus encontrado na Bolívia que causa febre hemorrágica com sintomas semelhantes aos do ebola pode ser transmitido entre humanos, afirmam pesquisadores do CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos, em uma publicação divulgada nesta segunda-feira (16).

No documento, que faz parte do relatório anual da ASTMH (Sociedade Americana de Medicina Tropical e Higiene), os cientistas detalham evidências de que o mammarenavírus de Chapare se espalhou entre profissionais de saúde no país em 2019.

“Nosso trabalho confirmou que um jovem residente médico, um médico de ambulância e um gastroenterologista contraíram o vírus após encontros com pacientes infectados — e dois desses profissionais de saúde morreram mais tarde”, disse Caitlin Cossaboom, epidemiologista da Divisão de Patógenos e Patologia de Alta Consequência do CDC.

O grupo diz acreditar que fluidos corporais podem carregar o vírus. Ao menos cinco casos da febre hemorrágica causada pelo vírus de Chapare foram registrados no ano passado perto da capital La Paz.

Até então, o único registro desse vírus datava de 2004, justamente na província que lhe deu o nome, a cerca de 600 km a leste de La Paz.

O surto do ano passado deixou autoridades sanitárias locais e regionais em alerta. Pesquisadores do CDC e da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde) imediatamente viajaram à Bolívia atrás de mais informações sobre o vírus mortal.

Eles constataram que o Chapare é da família dos arenavírus, que incluem outros patógenos perigosos, como o vírus Lassa, que mata milhares de pessoas todos os anos na África Ocidental, e o vírus Machupo, que também já atingiu a Bolívia e provocou mortes.

No Brasil, um caso de morte por arenavírus (chamado de Sabiá) foi identificado no ano passado.

Os sintomas da infecção pelo vírus estudado são semelhantes aos do vírus ebola: febre, dores abdominais, vômitos, sangramento nas gengivas, erupção cutânea e dor atrás dos olhos.

Como não há tratamento específico, os pacientes recebem suporte, na esperança de que o corpo consiga se defender do vírus.

Origem

Os pesquisadores tentam agora descobrir qual é o hospedeiro primário do vírus. Algumas provas genéticas compararam o RNA encontrado em humanos com o de roedores, mostrando grande semelhança com a espécie Oligoryzomys microtis.

Esses ratos analisados foram encontrados perto da casa do primeiro paciente do surto de 2019, um trabalhador agrícola que também morreu.

Entretanto, não houve como comprovar, até o momento, que os roedores eram capazes de transmitir o vírus.

Cientistas acreditam que o vírus Chapare esteja circulando na Bolívia há vários anos, mas os pacientes infectados podem ter sido erroneamente diagnosticados como portadores de dengue, uma doença comum na região e que pode produzir sintomas semelhantes.

R7

Opinião dos leitores

    1. Vaqueiro velho, depois que perdeu as tetas da vaquinha estar destilando seu ódio, chora não, ainda faltam 6 anos.

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Saúde

Anvisa libera testes de mais duas vacinas candidatas contra a Covid-19 em humanos no Brasil

Foto: Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta terça-feira a condução de ensaios clínicos de mais duas vacinas candidatas contra a Covid-19 no Brasil. Será o terceiro estudo do gênero no país. As fórmulas contempladas são desenvolvidas pela farmacêutica americana Pfizer e a empresa de biotecnologia alemã Biontech. Uma delas, a BNT162b1, se mostrou segura e induziu respostas imunes em voluntários testados na Alemanha, segundo um artigo publicado na última segunda-feira.

O Brasil terá, portanto, quatro vacinas candidatas sendo testadas em solo nacional. A primeira a ser autorizada é desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford (Reino Unido). A fórmula está sendo testada no Brasil em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e o Instituto D’Or, no Rio. A segunda, do laboratório chinês Sinovac Biotech, é testada em parceria com o Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo.

O artigo que detalhou a primeira fase do ensaio clínico da Pfizer e da Biontech foi submetido ao site científico medRxiv sem revisão de pares (ou seja, sem a análise de especialistas independentes), mas reforçou as expectativas por um imunizante eficaz contra o coronavírus Sars-CoV-2 depois que AstraZeneca e Oxford anunciaram que sua vacina candidata, tida como a mais avançada do mundo pela Organização Mundial da Saúde (OMS), também obteve resultados promissores na primeira etapa de testes clínicos humanos, no Reino Unido.

Além disso, também na última segunda-feira, uma fórmula promissora, desenvolvida pela CanSino Biologics Inc e pela unidade de pesquisa militar da China também mostrou resultados considerados positivos, anunciaram pesquisadores também nesta segunda-feira. Segundo os cientistas, a resposta imune foi segura e induzida na maioria dos receptores.

Base de RNA

Por concentrar uma das maiores taxas de contágio pelo coronavírus no mundo, o Brasil, o segundo país mais afetado do planeta pela pandemia, constitui um campo fértil para testes de vacinas candidatas. Pela mesma razão, outras nações que registram números recordistas de casos novos diários, como Estados Unidos e África do Sul, tambem estão na mira de farmacêuticas, a exemplo da AstraZeneca.

As vacinas da Pfizer e Biontech apostam na inoculação de ácido ribonucleico (RNA). No lugar de usar uma proteína do coronavírus, este tipo de imunizante é formado pelo RNA (material genético do vírus) a partir do qual são produzidos os antígenos. As companhias informaram à Anvisa que os ensaios clínicos devem contar com 29 mil voluntários, dos quais 5 mil no Brasil. Os testes se concentrarão em São Paulo e na Bahia.

Segundo a Anvisa, para a aprovação do estudo, foram feitas reuniões com representantes das duas empresas. A partir da análise das etapas anteriores com testes em animais e in vitro (em células cultivadas em laboratório), bem como dados preliminares de ensaios em andamentos, a agência concluiu que as pesquisas são seguras. Como todo trabalho científico realizado com humanos, a avaliação passou também pelo crivo dos Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs) e/ou da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Por que será que a imprensa nunca mais falou do Lulinha e irmãos, filhos do nove dedos??? Foram inocentados?? M I S T É R I O O O O O

  2. Esse Brasil desmantelado está coalhado de marginais e idiotas, esses ratinhos de nove dedos, pois filho de rato, ratinho é, adoram colocar a ignorância em algum canto. Te aquieta homem, teu ídolo quando roubou, comeu mata rato.

    1. Interessante que o brasileiro só dá valor a jogador de futebol. Eu prefiro acreditar num cientista.

    1. Viramos cobaias mundiais devido ao desgoverno vigente, e o gado ainda fala em petralha, Venezuela etc……….a burrice realmente não tem limites……muuuuuuuu

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Saúde

Vacina chinesa gera imunidade contra o novo coronavírus, mostram testes em humanos

Foto: Valentyn Ogirenko /Reuters

Uma das primeiras vacinas Covid-19 a iniciar testes em humanos foi segura e gerou uma resposta imune contra o novo coronavírus, de acordo com resultados publicados sexta-feira (22) pela revista médica The Lancet. Estes são os primeiros resultados publicados de testes em humanos para uma potencial vacina o vírus.

A vacina, desenvolvida pela CanSino Biological Inc. e pelo Instituto de Biotecnologia de Pequim, foi testada em 108 adultos saudáveis, com idades entre 18 e 60 anos, em Wuhan, China, que não estavam infectados com o novo coronavírus.

Todos os participantes receberam uma única infecção em doses baixa, média ou alta. Não foram relatados efeitos colaterais graves dentro de 28 dias após a vacinação. Um deles, o que recebeu a dose mais alta, relatou febre severa, fadiga, falta de ar e dor muscular, mas essas reações continuaram por menos de 48 horas.

Duas semanas após a vacinação, todos os níveis de dose da vacina desencadearam alguma resposta imune nos indivíduos. Na maioria dos voluntários, a vacina também levou a uma resposta das células T, que atuam no sistema imunológico e são responsáveis por defender o organismo, segundo o estudo.

“O estudo demonstra que uma dose única da nova vacina contra a Covid-19 produz anticorpos específicos para vírus e células T em 14 dias, com potencial para uma investigação mais aprofundada”, afirma o professor do Instituto de Biotecnologia de Pequim, Wei Chen, que é responsável pela pesquisa.

Apesar do bom resultado, o professor alerta que os dados devem ser interpretados com cautela. “A capacidade de desencadear essas respostas imunes não indica necessariamente que a vacina protegerá os seres humanos contra a Covid-19. Este resultado mostra uma visão promissora para o desenvolvimento de vacinas, mas ainda estamos longe de que ela esteja disponível para todos”, afirma.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), dez vacinas contra a Covid-19 iniciaram testes em humanos, e outras 114 estão em desenvolvimento.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. P…. de vacina chinesa!!!!! Tá louco!!?? Jamais deveríamos quere qualquer tipo de relação com esses canalhas ,insanos, escrotos. Pouco importa se são nossos maiores "parceiros". Parceiros!!?? Na minha casa, tudo e qualquer coisa que tenha origem desse país de merda estou jogando fora.

  2. alguma novidade nisso ? , criam o vírus e depois dizem que tem a cura , como dizemos aqui no Nordeste " coincidência não, a mulesta "

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Saúde

China inicia teste em humanos de duas vacinas contra a covid-19

Foto: REUTERS/Aly Song

A China aprovou testes humanos em estágio inicial para duas vacinas experimentais que podem combater o novo coronavírus, que já matou mais de 100 mil pessoas em todo o mundo, informou a agência estatal Xinhua nesta terça-feira (14).

As vacinas estão sendo desenvolvidas pela Sinovac Biotech, listada na Nasdaq e sediada em Pequim, e pelo Instituto de Produtos Biológicos de Wuhan, uma afiliada do estatal Grupo Farmacêutico Nacional da China.

Em março, a China recebeu autorização para outro teste clínico de um candidato a vacina contra a covid-19 desenvolvido pela Academia de Ciências Médicas Militares da China e pela empresa de biotecnologia CanSino Bio, logo após o grupo norte-americano Moderna informar que havia iniciado testes em humanos para a vacina com os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos.

R7, com Reuters

Opinião dos leitores

  1. O engraçado é que as vacinas da China saem em tempo recorde, no entanto, a eficácia da cloroquina deverá passar por intensos "estudos científicos" que podem levar anos e anos para que a mesma seja liberada para uso com segurança. Eu não duvido que a patifaria de parte da indústria farmacêutica e da dita "comunidade científica tendenciosa" possua ligações estreitíssimas com a patifaria do mundo político globalizado. Dr. Lair Ribeiro já fala muito sobre isso.

  2. Faz tempo que eles tem essa vacina kkkk olhe Coreia do Norte não tem um caso kkkkk comendo da Coreia do Norte

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Saúde

Este pode ter sido o animal que passou o novo coronavírus para humanos

(Jupiterimages/Getty Images)

Uma equipe de pesquisadores chineses anunciou que o pangolim, um tipo de mamífero da África e da Ásia ameaçado de extinção, pode ter sido o animal que passou o novo coronavírus para humanos. O surto da doença provavelmente se iniciou em um mercado de animais silvestres em Wuhan, na China, e desde então já infectou mais de 31 mil pessoas em todo o mundo, totalizando 638 mortes até a tarde desta sexta-feira (07/02).

O resultado vem de uma análise genética feita por cientistas da Universidade Agrícola do Sul da China em amostras de mais de mil animais selvagens. Segundo a equipe, o material genético do 2019-nCoV – o vírus que vem infectando humanos e causando sintomas respiratórios – é 99% igual ao material genético de um vírus encontrado em pangolins, o que faz desse animal o melhor candidato, até agora, a ter trazido a doença para nós.

Mas cientistas de todo o mundo vêm encarando a nova possibilidade com cautela, principalmente porque o estudo completo ainda não foi publicado – por enquanto, os chineses só divulgaram resultados gerais em uma conferência de imprensa. A equipe disse que pretende publicar os detalhes o quanto antes para ajudar no combate à doença.

Estudos anteriores haviam indicado que o novo coronavírus surgiu primeiro em morcegos – que são conhecidos por hospedarem diversos vírus sem apresentar sintomas. Mas a possibilidade de haver um hospedeiro intermediário, ou seja, um animal que pegou o vírus dos morcegos e o transmitiu para nós, é alta. Desde o início do surto, cientistas vêm buscando qual seria o responsável por essa ligação, mas a tarefa é difícil, principalmente porque, no mercado em que se acredita que a doença tenha começado, diversos animais silvestres eram vendidos, tornando a lista de candidatos grande.

Outros vírus conhecidos, do mesmo grupo do novo patógeno, seguiram caminhos parecidos. O coronavírus responsável por causar a SARS (Síndrome respiratória aguda grave), doença que surgiu na China em 2002 e matou mais de 800 pessoas, teve sua origem em morcegos, mas chegou aos humanos através do contato com mamíferos conhecidos como civetas. Já o causador da MERS (Síndrome respiratória do Oriente Médio), doença parecida com a atual que causou mortes em 2012, também surgiu em morcegos e provavelmente passou para os humanos por meio de camelos.

O pangolim é um mamífero que habita regiões da Ásia e da África e lembra visualmente um tatu. Sua carne é considerada uma iguaria em algumas regiões da Ásia – e partes do animal, como suas escamas, também são usadas em procedimentos da medicina tradicional chinesa (mesmo que não tenham efeito comprovado pela ciência). A demanda pelo animal é alta e, por isso, o pangolim é o animal mais traficado de todo o mundo, segundo a União Internacional para Conservação da Natureza e está altamente ameaçado de extinção, mesmo sendo protegido pela legislação internacional.

Um estudo anterior havia indicado que o hospedeiro intermediário do 2019-nCoV poderia ser uma espécie de cobra asiática, que foi vendida na feira onde se acredita ter originado o surto. Mas, desde a publicação dessa pesquisa, cientistas vêm contestando a tese, porque só há registros de coronavírus parecidos em aves e mamíferos, e não répteis.

A nova possibilidade também aumenta a pressão sobre o governo da China, que já há algum tempo vem sendo acusado de ser brando no combate ao tráfico de animais selvagens. Com o novo surto de coronavírus, instituições internacionais pediram que o comércio de vida selvagem acabe totalmente no país. Com isso, o governo chinês anunciou, em janeiro, uma proibição temporária da prática. Mas muitos ainda pressionam para que a legislação seja permanente.

Super Interessante

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Diversos

37ºC é coisa do passado: a temperatura corporal média dos humanos está caindo

Foto: (Colin Anderson Productions pty ltd/Getty Images)

Em algum momento da infância, aprendemos que a temperatura corporal considerada normal é de 37º C — alterações muito grandes nesse número podem ser sintomas de problemas de saúde. Mas essa informação que guardamos para toda a vida provavelmente está desatualizada em mais de um século: uma nova pesquisa indica que a temperatura corporal dos seres humanos vêm caindo desde a Revolução Industrial.

O que hoje consideramos “normal” foi estabelecido em 1851, quando o médico alemão Carl Reinhold August Wunderlich mediu a temperatura das axilas de mais de 25 mil pessoas, chegando ao valor de 37º C. Desde então, o número tem sido aceito como padrão na medicina, incluindo por órgãos internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em um estudo publicado na revista eLife, porém, uma equipe de cientistas da Universidade Stanford, nos EUA, argumenta que esse valor está desatualizado, e que estamos ficando mais frios – literalmente. Os pesquisadores analisaram três bases de dados de períodos distintos: uma de soldados da Guerra Civil norte-americana (1861 a 1865), uma da década de 1970 e outra dos anos 2000 e 2010. No total, foram 677.423 amostras de pessoas diferentes (e épocas) diferentes.

A comparação entre as medições revelou que os homens de hoje têm uma temperatura média 0,59º C menor do que a dos homens que nasceram na primeira metade do século 19. As mulheres também estão mais frias: -0,23º C, em média. Em vez de 37º C, a nova temperatura padrão é de 36,62º C para homens – para as mulheres, o valor é ligeiramente maior.

Estudos anteriores já haviam encontrado uma possível redução na nossa temperatura média, mas essa inconsistência geralmente era atribuída à falta de confiabilidade em bases de dados antigas. Essa questão também surgiu no novo estudo – afinal, o controle da higiene, dos métodos utilizados e do quadro de saúde dos soldados na Guerra Civil dos EUA não era lá dos melhores, o que poderia afetar os resultados.

Ao utilizar também de bases de dados mais recentes, porém, os pesquisadores argumentam que a queda não se deve a falhas, e sim a um padrão contínuo de perda de temperatura, década após década.

Nova vida, nova temperatura

Embora o estudo não aponte um motivo exato para essa redução da temperatura, os cientistas têm alguns palpites, como o conjunto de mudanças no nosso estilo de vida desde a Revolução Industrial: temos acesso mais fácil a roupas quentes, ambientes com temperatura controlada (seja com ar-condicionados, seja com aquecedores), somos mais sedentários, a dieta se tornou mais variada, etc..

Além disso, sabemos que outras características humanas, como altura e massa corporal, vêm se alterando ao longo das décadas – o que também pode influenciar o resultado do termômetro.

Mas o que parece ser mais decisivo para a mudança são os avanços da medicina. Na época em que Wunderlich estabeleceu o valor de 37º C, a expectativa de vida era de 38 anos, e uma parte significativa da população estava exposta a doenças como tuberculose ou gengivite. Com a popularização de vacinas, antibióticos potentes, processos de higiene mais adequados e um melhor padrão de vida em geral, os processos inflamatórios em nossos corpos caíram — desacelerando, assim, nosso metabolismo, o que se traduz em uma temperatura corporal mais amena.

Apesar da nova descoberta, é importante destacar que a temperatura “normal” não é um valor único: na verdade, ela está mais para um intervalo. Algumas pessoas são naturalmente mais quentes que outras. Mulheres, por exemplo, têm temperaturas levemente maiores que a de homens, e que sofrem alteração durante o ciclo menstrual. Diferenças étnicas também influenciam, e o novo estudo se restringiu apenas a amostras de norte-americanos. Mesmo a temperatura de uma única pessoa pode variar, dependendo da parte do corpo ou do momento em que for medida.

E não se assuste: você não vai precisar fazer ajustes nas contas para saber se está com febre ou não. A variação é muito pequena para afetar nossas vidas diretamente. Se você não quer abandonar o bom e velho 37ºC como padrão no termômetro, está tudo bem.

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Diversos

Humanos jamais vão migrar para outros planetas, diz Nobel de Física

(gremlin/Getty Images)

Michel Mayor acaba de ser reconhecido com um Nobel graças aos trabalhos realizados em 1995 que culminaram na descoberta do primeiro planeta em outro sistema solar (um exoplaneta). Utilizando instrumentos feitos sob medida em seu observatório no sul da França, ele e seu aluno de doutorado Didier Queloz deram início a um campo de estudos que já revelou mais de 4 mil exoplanetas — que provavelmente ficarão para sempre fora de nosso alcance migratório.

Foi o que Mayor declarou esta semana, logo após aceitar as láureas. Ele disse que os humanos precisam abandonar a perspectiva de se mudar para outro planeta no caso de a vida se tornar impossível na Terra. “É completamente louco”, afirmou a AFP o astrônomo suíço de 77 anos, então professor da Universidade de Genebra. De lá para cá, os milhares de exoplanetas descobertos marcaram uma revolução na astronomia moderna.

Junto de seu colega Queloz, Mayor trouxe para o universo da astrofísica um estudo antes restrito às discussões dos filósofos: a possível existência de outros mundos no universo. Mas o cientista faz questão de deixar claro que pesquisa teórica é uma coisa, já o sonho de colonização, é outra. “Se estamos falando sobre exoplanetas, sejamos claros: não vamos migrar para lá.”

Na entrevista, o laureado frisou a importância de repensar o discurso de que podemos conviver com a alternativa de juntar as tralhas e partir de vez para outro sistema planetário, no caso de as coisas derem errado aqui na Terra. “Estamos falando de uma viagem centenas de milhões de dias usando os meios disponíveis hoje. Devemos cuidar de nosso planeta, que é bonito e continua absolutamente vivível”, disse. Vai ao contrário de certas visões bem atuais.

Tem ganhado popularidade o argumento de que devemos nos tornar uma civilização multiplanetária se quisermos sobreviver no longo prazo. Antes de morrer, em 2017, Stephen Hawking ressaltou a urgência de colonizarmos a Lua ou Marte em um período de 100 anos para evitar potenciais ameaças fatais para a civilização, como as mudanças climáticas, os asteroides, possíveis epidemias e o excesso de população. Elon Musk também reforça isso.

Sua empresa SpaceX atua com o objetivo maior de viabilizar a colonização humana em Marte, com o intuito maior de tornar a vida multiplanetária e evitar a extinção. Mas o fato é que não dispomos hoje da tecnologia necessária para desenvolver uma grande civilização em outros mundos quiçá no Sistema Solar, que dirá em estrelas distantes. E os métodos de propulsão disponíveis atualmente são muito lerdos para percorrer distâncias interestelares.

Há propostas teóricas para contornar o problema, como as naves geracionais: grandes “cruzeiros” em que só os descendentes distantes dos ancestrais que partiram alcançam o destino final. Mas são projetos ainda muito abstratos e mais restritos ao domínio da ficção científica. Vale salientar que Mayor não se refere aos planetas do Sistema Solar.

Em tese, o que ele rechaçou foram as ambições de habitar um eventual planeta habitável localizado nas redondezas da nossa galáxia, a algumas dezenas de anos-luz da Terra. Não especificamente sobre os planos de instituir colônias ou terraformar planetas menos amigáveis na vizinhança. Mais do que diminuir a importância de ir além da Terra, a intenção de Mayor era enaltecer a urgência de cuidar melhor do nosso planeta — o único no Universo que podemos chamar de casa.

Super Interessante

 

 

Opinião dos leitores

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Diversos

Genes encontrados sugerem que humanos são descendentes de um tipo de “água-viva”

057Um ser vivo enigmático, parecido com água-viva, pode esconder o segredo sobre a origem dos humanos?  Ao tentar preencher as lacunas da sequência do genoma de um ser vivo semelhante às águas vivas, cientistas descobriram que elas estavam intimamente relacionadas com todas as outras espécies de animais do mundo.

Na verdade, ela compartilha tantas semelhanças que os pesquisadores foram a público e afirmaram que elas podem ter sido um dos nossos primeiros antepassados.

A pesquisa foi realizada por cientistas da Universidade de Miami e pelo Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano (NHGRI), nos EUA. Eles não procuravam nenhuma ligação entre as águas-vivas e humanos quando iniciaram o estudo, mas ficaram surpreendidos quando encontraram semelhanças genéticas.

A espécie usada na pesquisa é a Mnemiopsis leidyi, também chamada de geléia-pente ou noz-do-mar. Ela pode ser encontrada facilmente no Oceano Atlântico, mas existem representantes em vários oceanos, inclusive na Antártida.

Após mapear seu genoma, as cadeias de DNA foram colocadas em um computador e a grande descoberta surgiu quando genes, compartilhado com todos os outros animais, foram encontrados.

Eles também ficaram surpresos ao descobrirem que a propagação do seu DNA através dessas espécies sugere que ela poderia ter sido um tipo de “ponto de partida”.

Segundo as teorias atuais, há mais de 500 milhões de ano, uma única espécie se diferenciou em todos os animais que hoje existem. Os pesquisadores acreditam que esse acontecimento se deu partindo das esponjas-do-mar.

De acordo com a pesquisa, que foi publicada na revista Science, a noz-do-mar pode ser o mais antigo representante dessa árvore genealógica e da linhagem-irmã do reino animália.

Isso pode representar um impacto sobre a teoria de que todos os animais desenvolveram um sistema nervoso e muscular. As esponjas não têm sistema nervoso ou músculos e, quando os cientistas às consideraram os primeiros ancestrais, assumiram que outros animais evoluíram e desenvolveram estas características específicas ao longo do tempo.

“Agora que temos os dados genômicos dos Ctenophoras é crucial do ponto de vista genômico-comparativo, permite determinar quais as características físicas e estruturais estavam presentes no início da evolução dos animais”, disse o autor Dr. Andy Baxevanis.

“Estes dados também fornecem uma janela valiosa para determinar a ordem dos eventos que levaram à incrível diversidade que vemos no reino animal”, completou.

Jornal Ciência

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Jornalismo

Caso Rhanna está entre os denunciados a ONU por violação dos direitos humanos

A Organização das Nações Unidas (ONU) recebeu 41 denúncias de casos de violação aos direitos humanos no Brasil. Entre os casos está o da jovem estudante Rhanna Diógenes. Pra quem não lembra, esse caso foi o da jovem que foi agredida pelo comerciante Rômulo Lemos dentro da boate Pepper’s Hall.

No dia 30 de setembro de 2011, a jovem Rhanna Umbelino Diógenes, de 19 anos, teve o antebraço quebrado por se recusar a beijar um rapaz dentro de uma boate na cidade de Natal, Rio Grande do Norte. Com o golpe, a jovem teve os ossos ulna e rádio do lado direito quebrados em duas parte. A jovem teve que passar por uma cirurgia para implantar quatro placas de titânio e 16 pinos. O caso foi encaminhado a ONU no dia 16 de novembro.

 

Vídeo das câmeras de segurança:

Reportagem do Fantástico que mostra o caso:

Fotos do braço de Rhanna após a cirurgia:

Relembre o caso:

Postagens do Blog do BG

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