Eduardo Bolsonaro defende edição de um novo AI-5 para conter excessos da oposição

Foto: Reprodução

Depois de propor fechar o Supremo com “um cabo e um soldado”, o deputado federal Eduardo Bolsonaro agora defende a edição de um novo AI-5 para conter excessos da oposição.

Ele disse isso em entrevista a Leda Nagle, divulgada há pouco em seu canal no Youtube.

“Tudo é culpa do Bolsonaro, percebeu? Fogo na Amazônia, que sempre ocorre nessa estação, culpa do Bolsonaro. Óleo no Nordeste, culpa do Bolsonaro. Daqui a pouco vai passar esse óleo, tudo vai ficar limpo e aí vai vir uma outra coisa, qualquer coisa e será culpa do Bolsonaro.”

Para Eduardo, “o que faz um país forte não é um Estado forte. São indivíduos fortes”.

“Se a esquerda radicalizar esse ponto, a gente vai precisar ter uma resposta. E uma resposta pode ser via um novo AI-5, pode ser via uma legislação aprovada através de um plebiscito como ocorreu na Itália. Alguma resposta vai ter que ser dada.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Infelizmente, essa declaração só prova que o mínimo que um parlamentar deveria entender ele não tem o mínimo de conhecimento que é a Constituição Federal de 1988.

  2. Ricardo disse:

    Bom era se fosse verdade mesmo!
    STF e congresso podre, acho que nem o ai 5 resolvia, tinha que ser uma bomba!
    O PT virou organização criminosa e a maioria dos políticos sao bandidos.”, deviam receber apebas seus salarios e nao existir essa história de verbas indenizatórias, um abuso de gasto de dinheiro público

  3. Ivan disse:

    Novo AI-5?? C´s não se lembram, naquela época não podíamos escuhambar o presidente, não tinha liberdade de expressão, cheio de polícia na rua, a bandidagem era executada, não tinha desemprego, não tinha greves recorrentes, as coisas funcionavam, não tinha desordem…C´s querem todo esse retrocesso de novo??? C´s tão doidos????

  4. Ricardo disse:

    O AI-5 praticamente instituiu a ditadura no Brasil viabilizando:
    – Censura ilimitada
    – Prisões sem julgamento
    – TORTURAS NÍVEL RATO NA VAGINA
    – ASSASSINATOS
    Eduardo Bolsonaro ameaçou hoje voltar com isso. Esse não é um tweet de piada. Isso não é uma piada.
    Isso é muito sério.

  5. Cristian disse:

    Forçou a barra, querer reprimir protestos é discutível, agora um AI-5 é declaração de anti-democracia.
    Regular mídia, governar por decreto, tá parecendo um certo partido que ficou 13 anos no poder…

  6. Pato disse:

    Abre a boca pra falar de Venezuela e Cuba, mas lá também são ditaduras! O que nos diferenciais deles?

  7. natalsofrida disse:

    INTERVENÇÃO já! Tenho dito.
    País onde o povo apoia bandidos, tem que ser jogo duro, pau nesses vagabundos Bolsonaro.

    • Gaius Baltar disse:

      E quem vai dar suporte a esse AI-5?
      O Congresso dominado por Maia (com quem o presidente disse querer casar) e Alcolumbre (colocado na presidência do Senado por Onyx Lorenzoni)?
      O STF com quem Bolsonaro fez um acordo: libertar Lula em troca de não mexerem com Flávio?
      Os militares que foram humilhados por Olavo de Carvalho, Filipe Martins e cia Ltda?
      Não se iluda, Bolsonaro conseguiu destruir o pouco apoio que tinha ao ser eleito. Ninguém vai apoiar essa bobagem.

  8. Melquizedequi disse:

    Será que o povo brasileiro merece passar por isso mesmo deputado?

    O Ato Institucional Número Cinco (AI-5) foi o quinto de dezessete grandes decretos emitidos pela ditadura militar nos anos que se seguiram ao golpe de estado de 1964 no Brasil. Os atos institucionais foram a maior forma de legislação durante o regime militar, dado que, em nome do "Comando Supremo da Revolução" (liderança do regime), derrubaram até a Constituição da Nação, e foram aplicadas sem a possibilidade de revisão judicial.
    O AI-5, o mais duro de todos os Atos Institucionais, foi emitido pelo presidente Artur da Costa e Silva em 13 de dezembro de 1968. Isso resultou na perda de mandatos de parlamentares contrários aos militares, intervenções ordenadas pelo presidente nos municípios e estados e também na suspensão de quaisquer garantias constitucionais que eventualmente resultaram na institucionalização da tortura, comumente usada como instrumento pelo Estado.

  9. BichA louca disse:

    Quem dirá PT 13 anos e não tivemos uma fagulha para ditadura, Bolsonaro em menos de 1 anos já tem ideia da ditadura , sedentos de poder, n querem mais largar

  10. Silvio. disse:

    E isso aí!!!
    Voto ligeiro no plebiscito, pra acabar de vez com esse cabaré que virou o país.
    Esses esquerdopatas ladrões, não pode de maneira alguma parar o País.

    • Gaius Baltar disse:

      A convocação de um plebiscito e um referendo é prerrogativa exclusiva do Congresso Nacional (art. 49, XV/CF) . É preciso que pelo menos um terço dos parlamentares de uma das Casas (no Senado, isso significa 27 senadores; na Câmara, 171 deputados) proponham um decreto legislativo convocando a consulta popular. Depois disso, o projeto de decreto deve ser aprovado pelas maioria simples do plenário do Congresso Nacional (metade mais um dos senadores e deputados presentes à sessão).
      Acha mesmo que vai acontecer?

  11. André Fortes disse:

    Se fosse qqr um ameaçando o país com um novo AI5, já seria grave. Mas trata-se do deputado federal mais votado da história do país. Filho do presidente da república. O mesmo q já falou sobre fechar o STF com um cabo e um soldado.

  12. Vitor Silva disse:

    O clã está engatilhando o golpe… colocaram um psicopata no poder, agora aguentem. Bolsonaro cismou em fundar um reino pra si. Depois dessa viagem pelo Oriente e a irmandade sentida e confessa pelo príncipe esquartejador, parece que o projeto ganhou a rubrica de urgente.

  13. Carlos Henrique Chal disse:

    Filho de louco, é louco ao quadrado.
    Este cara como os demais, Bolsoloucos, tem que ser interditado.
    Chegou ao limite de besteirol, o que tem que haver são melhores escolhas de políticos, para um desse desaparecer.

  14. Cidadão Indignado disse:

    Esse cara não tem noção do que fala. O próprio semblante dele é de uma pessoa totalmente desequilibrada.

  15. Olimpio disse:

    Já passou da hora das forças armadas colocar ordem nessa bagunça que vivemos.

    • Gaius Baltar disse:

      Sonho:
      “ Já passou da hora das forças armadas colocar ordem nessa bagunça que vivemos.”
      Realidade:
      Olavo de Carvalho, Filipe Martins e o próprio Eduardo Bolsonaro humilhando os generais Heleno, Santos Cruz, Mourão e Villas-Boas.
      ¯\_(ツ)_/¯

Gilmar Mendes defende o fim da Lava Jato: “Eu não sei se é ainda necessária”

Foto: Nelson Jr/STF

Gilmar Mendes, em entrevista a El País, defendeu o fim da Lava Jato:

“Eu não sei se é ainda necessária. Ainda tem corrupção na Petrobras? Quais são os casos? O que remanesce? Porque eu tenho a impressão de que a força-tarefa é uma medida excepcional para situações excepcionais. No mais tem que funcionar com a rotina, com o número de procuradores e uma Procuradoria normal. Atividade normal, um juiz normal, que não estabeleça relações promíscuas com os membros. O juiz é um órgão de controle, ele não é agente de investigação. E esta confusão se estabeleceu também por causa disso.”

O Antagonista

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Thor Silva disse:

    Quanta hipocrisia!! Vivi para ver os petralhas defenderem um bandido como Gilmar Mendes. Mas não é de surpreender, afinal, já são acostumados a defender corruptos.

  2. BC3331986GAC disse:

    Eu Já digo que o $tf é totalmente dispensável, poderiam pagar pelos danos causados a essa nação e sumirem.

  3. paulo disse:

    BG.
    Quem é responsável por este individuo ainda está no STF é o Sr. Alcalumbre presidente do senado que já arquivou inúmeros pedidos de impeachment deste deslumbrado pela marginalidade, juristas da maior capacidade e idoneidade já protocolaram o pedido e ele só engavetando. Deve ter muita sujeira e tem medo delle esse sujeito.

  4. Yusuke urameshi disse:

    #GilmarMito

  5. Yusuke urameshi disse:

    É isso aí Gilmar, acaba com essa cambada de demagogos!👏👏👏

  6. Expedito Junior disse:

    E o STF ainda se ofende quando recebe críticas. Vergonha!

  7. Abel disse:

    Já o povo brasileiro, defende a extinção dessa corte de desonestos, pilantras.
    Tenho certeza.
    Pode pesquisa.

  8. Carlos Eduardo Machado disse:

    Será q ele desconhece o caso Gilmar Mendes??

  9. André disse:

    esse ministro é um tumor maligno no nosso país, safado , defensor de ladrão.

  10. carlos andré disse:

    eu acho que esse senhor deveria ser removido do STF, só eu acho isso?

    • Renata disse:

      Com certeza muita gente do bem também acha. Fora Gilmarzinho.

    • ALEX disse:

      Julgador que julga em favor de interesses escusos como se fosse algo benéfico para a sociedade não deveria representar a mais alta corte da justiça!

    • Bader disse:

      É fácil, vamos pras ruas pedir a saída de todos eles e formar um novo supremo. Só dependo do povo, a exemplo disso é o o que ocorre no Chile.

Governo defende inclusão de Oiticica e Projeto Seridó nas emendas federais para 2020

Fotos: Divulgação

Representando a Governadora Fátima Bezerra, o secretário-chefe do Gabinete Civil, Raimundo Alves, e o secretário de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, João Maria Cavalcanti, participaram nessa terça-feira (16), na Câmara dos Deputados, em Brasília, da reunião da bancada federal do Rio Grande do Norte que discutiu a alocação de emendas parlamentares para o Orçamento 2020.

Durante o encontro, o titular da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) defendeu a inclusão de dois projetos na área de recursos hídricos, considerados prioritários pelo Governo do Estado: O Projeto Seridó, um plano básico para implantação de adutoras na região do Seridó, e a conclusão Barragem de Oiticica.

“A preocupação da Governadora Fátima Bezerra é viabilizar o financiamento dessas obras para estruturar de vez a região. Nossa proposta foi muito bem recebida pelos parlamentares, agora a bancada vai decidir o que realmente acha importante” disse o secretário.

João Maria ressalta ainda que o diálogo com o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) sobre o convênio do Projeto Seridó está avançado: “Na nossa última reunião, o MDR sinalizou que quando as emendas parlamentares forem liberadas, será aberto o sistema de convênios para incluirmos os dados técnicos do convênio no valor de R$ 150 milhões”.

Na ocasião, secretário-chefe do Gabinete Civil, Raimundo Alves, defendeu a inclusão de projetos nas áreas da educação, infraestrutura, saúde e segurança.

Projeto Seridó – O projeto consiste na construção de um sistema com sete adutoras totalizando 300 km de extensão que vai garantir oferta hídrica humana a toda a população dos 25 municípios da Região do Seridó pelos próximos 50 anos. Os projetos executivos dos sistemas adutores, bem como suas interligações, já se encontram em fase final de execução pela Semarh.

Barragem de Oiticica – A obra da construção da parede da reservatório se encontra 78% concluída. A Semarh está iniciando a etapa de supressão vegetal da bacia hidráulica, onde acontece retirada de todo material orgânico (vegetação nativa) da área que será inundada, visando garantir a qualidade da água a ser armazenada no novo reservatório. Orçada em 550 milhões de reais beneficiará aproximadamente 800 mil pessoas em 43 municípios do estado.

Moro defende setor privado na gestão do sistema prisional

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, defendeu nesta sexta-feira (11), a participação do setor privado no sistema prisional brasileiro, afirmando que os investimentos no sistema oferecem uma oportunidade de lucro aos empresários. Segundo o ministro, há a expectativa de atrair o setor privado para algumas das áreas ligadas à segurança pública, para contornar a falta de recursos do governo.

“Nós precisamos do investimento privado para várias iniciativas e passamos a identificar aqueles setores em que o investimento privado possa agregar. Para que isso seja possível é preciso conciliar o interesse do governo com o interesse do empresariado. O empresário não vai realizar o investimento se ele não tiver o retorno, se não tiver o lucro. Nós analisamos que isso é bastante possível”, disse no Fórum de Investimentos Brasil.

Como exemplo, Moro citou o Complexo Prisional de Chapecó, onde, segundo ele, empresas instalaram infraestrutura industrial para aproveitar a mão de obra dos detentos. “Eu tive em visita há algum tempo atrás no Complexo Penitenciário de Chapecó, onde boa parte dos presos trabalham. Falei com vários desses empresários e eles foram muito francos e sinceros: ‘olha, nos sentimos orgulhosos de poder ajudar aqui os presos porque isso favorece a reabilitação, mas nós estamos também lucrando’”, disse o ministro.

Modelo

Para o ministro, também é interessante a forma como é dividida a remuneração recebida pelo preso por seu trabalho, que não é entregue integralmente a ele e à sua família. “Parte vai para ressarcimento da vítima, dos danos do crime, e parte vai para o próprio estado [de Santa Catarina], que criou um fundo que recebe esses valores que só podem ser usados para investimentos no próprio sistema carcerário”, explicou.

Na avaliação de Moro, a construção de presídios é um terreno “promissor” para parcerias público-privadas. Segundo o ministro, ainda está sendo construído um modelo, que definirá até que ponto as empresas poderão atuar na administração das unidades prisionais. “Apesar do controle das unidades pelo setor privado ser possível, alguma presença do Estado ainda é reclamável. Então, ter agentes penitenciários treinados para que possam lá exercer o papel de polícia, ainda que em um papel menor nesses presídios, mas para evitar maiores problemas”, ponderou.

Tortura

Ao comentar as denúncias de que integrantes da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária no Pará (Ftip) torturaram presos no Complexo Penitenciário de Americano, no município de Santa Izabel (PA) ministro disse que não existem indícios de tortura ou maus tratos feitos pelos membros da força tarefa. “No que foi até o momento verificado, não se constatou consistência desses relatos”, disse.

A intervenção foi realizada no complexo prisional, segundo Moro, para tirar a cadeia do controle de uma facção criminosa. “O que havia ali, era que aquele complexo penitenciário, de Santa Isabel, era controlado pelo Comando Vermelho”.

De acordo com Moro, o envio da Força Tarefa foi à pedido do governo estadual, para evitar novos episódios de violência como o massacre ocorrido em julho, em Altamira, no Pará, quando 57 pessoas foram mortas, sendo 16 com as cabeças cortadas. “Após haver aquele massacre de presos em Altamira, que agora algumas pessoas esqueceram – mais de 50 presos foram [mortos], inclusive parte decapitados – nós enviamos a Força de Intervenção Penitenciária do Depen – composta por agentes penitenciários federais e estaduais – para retomar o controle daqueles presídios. Impor lei e disciplina dentro das regras legais. Isso foi efetuado”.

Na quarta-feira (9), o juiz federal Jorge Ferraz de Oliveira Júnior, da 5ª Vara da Seção Judiciária do Pará, determinou o afastamento preventivo do coordenador institucional da Ftip, Maycon Cesar Rottava.

Agência Brasil

Witzel lamenta morte da menina Ágatha, responsabiliza o crime organizado e defende pacote anticrime de Moro

Foto: Reprodução

O governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel (PSC) lamentou em entrevista coletiva nesta segunda-feira (23) no Palácio Guanabara, Zona Sul do Rio, a morte de Ágatha Félix, aos 8 anos, no Alemão, Zona Norte. Witzel culpou o crime organizado e defendeu o pacote anticrime do ministro Sergio Moro.

” A dor de uma família não se consegue expressar. Eu também sou pai e tenho uma filha de 9 anos. Não posso dizer que sei o tamanho da dor que os pais da menina estão sentindo. Jamais gostaria de passar por um momento como esse. Tem sido difícil ver a dor das famílias que tem seus entes queridos mortos pelo crime organizado. Eu presto minha solidariedade aos pais da menina Ágatha. Que Deus abençoe o anjo que nos deixou”, disse Witzel.

A entrevista ocorre quase três dias após o crime. O governador disse que estava em contato com as autoridades locais e pediu celeridade nas investigações.

“Liguei para os secretários de polícia determinando o rigor e a celeridade nas investigações. Eu confio no trabalho das polícias e do MP. E independente do meu pedido eu sei que eles vão fazer o trabalho que tem que fazer”, afirmou

Witzel disse ainda que conversou com diversas autoridades em Brasília e que não tem nada a esconder. O governador defendeu o pacote anticrime do governo Bolsonaro.

“Tenho minha opinião pessoal que a excludente de ilicitude nós poderíamos continuar exatamente como estamos, no artigo 25 do Código Penal, mas toda lei que vem para aclarar, para melhorar a interpretação judicial é bem vinda e assim o é a proposta do ministro Sérgio Moro, do artigo 25 do Código Penal, onde acrescenta 2 incisos.”

PM diz que trabalho é com planejamento

Testemunhas e parentes da menina afirmam que ela foi morta por um policial militar, que nega. O comandante da PM, Rogério Figueredo também participa da entrevista e disse que o “evento na Fazendinha é um evento isolado.”

Ele defendeu a PM e disse que a corporação vai continuar a fazer o trabalho com planejamento.

” A Polícia Militar, através de seu secretário, determinou um inquérito policial-militar para apurar os fatos, que terá sua duração estabelecida no código de processo militar e com os depoimentos, a perícia, os fatos apurados, dirão o resultado daquele evento. A Polícia Militar não compactua com qualquer transgressão de disciplina e entende que os fatos devem ser esclarecidos.”

Independência da DH

O secretário de Polícia Civil, delegado Marcos Vinicius destacou o trabalho da polícia na investigação dos crimes no Estado.

“A independência da DH não veio de agora. A Delegacia de Homicídio não vai investigar a política de segurança do Estado porque essa está muito bem. Por isso, reduzimos os números de homicídios e de roubo de cargas.”

O secretário falou sobre os números da criminalidade e destacou a queda de alguns índices.

“Aqui não tem marketing. O que temos é um polícia forte. Casos como esses devem ser investigados. Vamos apurar. Não é verdade que a política de segurança está causando todas essas mortes. São menos 800 mortes. Quantas pessoas deixaram de morrer com relação a 2018. Eu afirmo que não tem momento melhor na segurança pública. Não vamos misturar as coisas. O trabalho está sendo muito bem feito. São 800 mortes. E em setembro já vou afirmar que estamos muito melhores que em 2018.”

O delegado elogiou o trabalho desenvolvido pelo atual governo na área de segurança.

“Eu passei a vida inteira enxugando gelo. E agora não estou mais enxugando gelo. Isso aconteceu na retomada do Alemão, como na Barreira do Vasco e no Caju[ regiões da Zona Norte da cidade]. Isso tudo foi enxugar gelo. A Polícia Civil agradece e apoia muito a política de segurança do Estado.

No domingo (22), o governo do Estado divulgou nota em que lamentou “profundamente” a morte da menina.

“O governador Wilson Witzel determinou rigor máximo para que sejam investigadas todas as circunstâncias que causaram esse episódio trágico”, diz o texto.

Ainda de acordo com o governo do estado, o projétil foi retirado do corpo da menina e será periciado no Instituto de Criminalística Carlos Éboli. Uma reprodução simulada deve ser feita no decorrer da semana.

O crime

O crime ocorreu às 21h30 de sexta-feira (20) na Fazendinha. A criança estava com a mãe dentro de uma Kombi e foi baleada nas costas, quando o veículo parou para desembarcar passageiros.

De acordo com familiares, uma moto passava pelo local e um PM atirou duas vezes, mas acabou acertando a Kombi. Testemunhas dizem que não houve confronto.

A PM afirma que houve tiroteio e que policiais “foram atacados”.

“Não há nenhum indicativo nesse momento de uma participação efetiva do policial militar no triste episódio que vitimou a pequena Ágatha”, diz o porta-voz Mauro Fliess.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Zanoni disse:

    A culpa é mesmo do drogado, viciado fdp que patrocina o tráfico de drogas e, consequentemente, outros crimes. Deveriam, sim, punir mais severamente os drogados e os pequenos vendedores de drogas ilícitas.

  2. joaozinho da escola disse:

    Ora.. seria por acaso melhor o crime organizado administrar o país julgando, condenando, matando? Quando chegar a esse caos, o desejo de certos grupos criminosos se concretizará com o fim da PM, com a essa policia armada apenas de pombinha da paz e fazendo dancinhas nas escolas pra falar sobre segurança. Queria ver emissoras de TV e jornais falando ladainha numa situacao dessas.. a morte dessa criança nao vai passar impune, e nem a proposta de lei tem haver com esse fato, pq trata de bandido armado atirando na policia, apenas direito a legitima defesa com protecao legal.

  3. Cristovam disse:

    Todo mundo sabe que quando a PM vai enfrentar o crime organizado, logo uma vítima é feita e tem início a essa ladainha promíscua culpando os policiais. Isso virou rotina no Rio, só um louco não percebe essa armação praticada a tanto tempo e vem se repetindo para culpar a PM e dar ar de inocente a todo grupo armada contra o cidadão.
    Desde sempre as balas perdidas, segundo a mídia, tem origem nas armas dos policiais, de imediato, automaticamente, a bala que tirou uma vida de um inocente é atribuída as armas dos policiais. Como a mídia sabe disso? Como a mídia prova isso?
    Onde a bandidagem aprendeu a atirar tão bem que nunca erra um tiro e não causa a morte de pessoas inocentes? Por sinal eles tem a denominação de bandido porquê?
    Quem trabalha para culpar, difamar, denegrir, atacar e acusar as ações policiais, tem interesse nada democráticos e republicanos por trás.
    Pessoas que querem acabar com a PM, são criaturas que precisam do "quanto pior para o povo, melhor pra eles". São os corruptos e corruptores que necessitam retirar a PM das ruas para que suas melícias dominem a sociedade.
    Se não, qual a razão de tanto ataque e acusações a PM sem provas, tudo baseado no axômetro?

Zenaide defende Soberania Nacional em ato de defesa contra as privatizações em SP

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Nessa quinta-feira (19), a presidenta da Frente Nacional Em Defesa da Soberania Nacional, senadora Zenaide Maia (Pros/RN) conduziu o Ato de Defesa da Soberania Nacional e Contra as Privatizações, na Assembleia Legislativa de São Paulo.

A Frente em Defesa da Soberania coloca o pé na estrada, começando por São Paulo. Foi na capital paulista que 16 partidos da Assembleia Legislativa aderiam a esta pauta e juntos promoveram a Audiência da Frente Em Defesa da Soberania Nacional e Contra a Privatização.

“O objetivo dessa frente é dá visibilidade ao povo brasileiro sobre as decisões que o governo federal está tomando e que coloca em risco a soberania. A maior ameaça é o conjunto de medidas que vem sendo implementadas desde o governo Temer e que agora intensificaram no atual governo. A venda do patrimônio brasileiro, através das privatizações, é um erro. Defender nossa soberania é defender o trabalho para o nosso povo”, declarou Zenaide.

Senadora Zenaide defende dois importantes assuntos na Comissão de Educação

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A senadora Zenaide Maia participou nesta terça-feira (10) de audiência na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) sobre importantes discussões, entre elas: o PL nº 2.357/19, que dispõe do benefício do pagamento de meia-entrada para estudantes, idosos, pessoas com deficiência. A senadora se posicionou contra o Projeto de Lei e a favor da emissão das carteiras de estudantes continuem a ser feita pelas entidades estudantis.

Outro assunto importante, e que teve a opinião da parlamentar, foi sobre o PL 3.942/19 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para dispor sobre à liberdade de expressão, da opinião e de pensamento nas escolas públicas. Zenaide defendeu o PL durante a pauta da CE. “A liberdade de expressão é fundamental nas escolas. O que falta é o respeito pelo ser humano, essa violência, a falta de tolerância, isso sim precisa acabar. É através da diversidade de ideias que se criam novos projetos”, declarou.

Todas as duas matérias irão para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, para decisão terminativa.

Em live semanal com presença de Moro, Bolsonaro explica e defende escolha de Aras para a PGR

Live no Facebook, nesta quinta-feira (5) – Jair Bolsonaro/Redes Sociais

O presidente Jair Bolsonaro aproveitou a sua live semanal no Facebook, na noite desta quinta-feira (5), para defender a indicação do subprocurador-geral Augusto Aras para comandar a Procuradoria Geral da República (PGR). A indicação foi formalizada mais cedo pelo presidente.

Ao mencionar as críticas que tem recebido de parte de seus eleitores, por causa da escolha, Bolsonaro reforçou que o indicado tem compromissos em diferentes áreas de atuação. “Não basta apenas ter alguém lá que combata a corrupção. Tem que combater a corrupção? Tem. Mas tem também que ser sensível às outras questões”, disse.

O presidente disse que a questão ambiental teve um peso na escolha do nome. “Vamos supor que a gente bote alguém lá que não pode ver uma vara de bambu sendo cortada que já processa todo mundo. Como é que ficaria alguém que tivesse uma visão muito radical na questão ambiental? Como é que ficaria o agronegócio no Brasil?”, acrescentou Bolsonaro.

Para o presidente, alguém com uma visão, segundo ele, “radical” sobre o meio ambiente também poderia comprometer projetos de infraestrutura no país. “Quantas vezes você teve conhecimento, e ainda no momento, [quando] você quer rasgar uma estrada e entra o Ministério Público alegando as condições ambientais, dificulta e aquela estrada leva 5, 6, 10, 15 anos ou não sai?”, indagou.

Bolsonaro pediu que seus apoiadores deem uma chance e aguardem o desempenho do futuro PGR antes de fazerem juízo de valor sobre a escolha. “Dá uma chance para mim. Você acha que eu quero botar alguém lá para atrapalhar a vida do Brasil?”.

Abuso de autoridade

Participaram da live ao lado do presidente os ministros Sergio Moro (Justiça e Segurança Pùblica), Wagner Rosário (Transparência e Controladoria Geral da União), Jorge Oliveira (Secretaria Geral da República) e André Mendonça (Advocacia Geral da União). Cada um deles se alternou em defesa dos vetos presidenciais, anunciado hoje, ao projeto de lei sobre abuso de autoridade. No total, o presidente vetou 36 dispositivos em 19 artigos da norma.

“A palavra final depende do Congresso. O que nós sancionamos, uma vez publicado, passa a ser lei. O que nós vetamos vai para apreciação do Congresso. Essa é a regra do jogo, sempre foi assim”, destacou Bolsonaro. Para derrubar os vetos, o Congresso Nacional, em sessão conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, precisará de quórum qualificado, com maioria de 257 votos, contra cada um dos dispositivos. Se esse número de votos contrários não for atingido, o item vetado é mantido.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ricardo disse:

    O trabalho do PGR não é agradar direita ou esquerda. Vocês estão tão acostumados com a DESTRUIÇÃO da justiça feita nos últimos tempos que são pensam nisso. Será que ele tá do nosso lado ou do deles? Povo burro só presta se dando mal.

  2. Raimundo Pessoa Costa de Araújo disse:

    Entre as várias desconstruções criadas contra Aras tudo leva a crer que o procurador escolhido está incomodando muito a esquerda que desde a primeira vez que tocaram no nome dele, imediatamente entrou em funcionamento a fábrica de fake news (isso agora é crime).
    Uma das mentiras lançada foi que Moro seria contra a indicação de Aras, como se vê na voto, tão contra que foi participar da fala de Bolsonaro em apoio a Augusto Aras.
    Na verdade a esquerda está batendo cabeça nos bastidores com essa indicação, estão loucos, soltando fogo pelas ventas. Já a turma do STF, bem mais equilibrada, faz de conta que estão apoiando o nome, mas tem uns 05 ministros que colocaram a barba de molho com a confirmação da indicação de Aras.
    Pelo esperneio visto, diante da gritaria existente, o Procurador Augusto Aras pode dar muita dor de cabeça aos corruptos e seus apoiadores.

    • Gaius Baltar disse:

      Aras já:
      * Falou mal da LavaJato
      * Elogiou Che Guevara
      * Deu festa para petistas enrolados na LavaJato
      * Defendeu o MST
      * É apoiado por Toffoli, Maia e Alcolumbre
      Não é a esquerda que está batendo na escolha do presidente e sim quem não queria uma figura destas como PGR.

    • Jorge Palmeira Castro Lopes disse:

      Gaius vamos deixar bem claro:
      O Basil não sabe quem é Augusto Aras, salvo o que foi propositalmente colocado contra ele.
      Aras foi a uma festa onde haviam pessoas do PT e ele tirou fotos, o que tem de errado nisso? O problema é que inverteram a situação da festa e colocaram como ele tendo promovido, isso é falso.
      Ele não elogiou CHE, apenas repetiu uma frase dita pelo revolucionário e sim de um escrito latino.
      Não falou mal da lava jato e sim fez ponderações sobre a operação, qual problema nisso? Tem que concordar 100%?
      Distorceram o que ele falou sobre o MST, as palavras foram em um sentido e colocaram outro, bem ao estilo da esquerda.
      A esquerda plantou situações falsas e muitos na direita, de forma irresponsável, começaram a falar sem antes pesquisa a veracidade. Quem repete o que a esquerda divulga, tem 99% de chance de mentir.
      Você já pesquisou o perfil dos 03 candidatos existente na lista tríplice da PGR?
      Citando apenas o primeiro da lista, o Procurador Mário Bonsaglia, lembra dele? Aquele que corou quando José Dirceu foi preso, era o favorito na corrida, entendeu o jogo?

Zenaide defende trabalhadores e microempresas diante da votação da MP da liberdade econômica

Foto: Divulgação

Diante de muitas polêmicas, o Senado aprovou na noite desta quarta-feira (21) a MP da liberdade econômica, porém os senadores da oposição, entre eles a senadora potiguar Zenaide Maia (Pros/RN), conseguiram retirar trechos que prejudicavam microempresas e trabalhadores através de negociações. O artigo que definia regras para trabalho aos domingos e feriados – que previa, por exemplo, uma folga no intervalo máximo de quatro domingos trabalhados – foi retirado pelos senadores.

No início da noite, antes da aprovação pelo Senado da MP da liberdade econômica, a senadora Zenaide Maia fez algumas ponderações sobre a MP durante seu pronunciamento na sessão deliberativa ordinária no plenário. A senadora Zenaide fez questão de lembrar que a geração de emprego e renda é um clamor unânime dos parlamentares, porém a MP da liberdade econômica não poderia atropelar os direitos dos trabalhadores e muito menos determinar Estado Mínimo. “Todos pedem um Estado Mínimo, mas na hora H todos querem: segurança hídrica, segurança pública, ferrovias, rodovias, aeroportos, e isso é o estado que tem que suprir. Então essa história de Estado Mínimo não sou a favor”, declarou.

A parlamentar também declarou: “Sou a favor sim da diminuição da burocracia, mas o trabalhador deve ter seus direitos preservados. Devemos ter um olhar mais diferenciado para essas pessoas que trabalham duro e tem seus direitos tolhidos. Conseguimos pelo menos retirar parte da minirreforma trabalhista”, declarou Zenaide Maia.

Por ser uma medida provisória, o texto tem força de lei desde sua publicação no Diário Oficial, mas precisa ser aprovado pelo Congresso em até 120 dias.

Em Anápolis-GO, presidente defende implementação de presídio agrícola

Foto: Alan Santos PR

O presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta quarta-feira (31) a implementação de presídios agrícolas no país e trabalho forçado para condenados. A Constituição Federal de 1988 proíbe, em cláusula pétrea, no Artigo 5°, qualquer tipo de pena de trabalhos forçados. Em entrevista coletiva, após a assinatura do contrato de concessão da Ferrovia Norte–Sul, em Anápolis, Bolsonaro foi questionado sobre a morte de mais quatro presos que participaram da briga entre facções no presídio em Altamira (PA), e morreram nesta madrugada, durante o traslado do município de Novo Repartimento a Marabá. Bolsonaro disse que iria tratar com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, sobre auxílio ao governo paraense.

“Pessoal, problemas acontecem, certo. Se a gente puder conversar com o Moro nesse sentido. Eu sou pelo presídio agrícola”, disse ao lembrar da questão constitucional envolvida: “Sei que que mudar a Constituição neste sentido é cláusula pétrea, mas queria que tivesse trabalho forçado no Brasil, para esse tipo de gente. Ninguém quer forçar a barra, maltratar nenhum preso por aí, nem quer que sejam mortos, mas é o habitat deles. Eu fico com muita pena dos familiares das vítimas que esses caras fizeram”, afirmou.

Os agentes que encontraram os detentos disseram que havia marcas de sufocamento nos mortos. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira pela Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) do Pará. As mortes ocorreram entre 19h de ontem (30) e 1h da madrugada de hoje, e as razões das novas mortes estão sendo investigadas. Os 26 presos remanescentes serão colocados em isolamento.

Ainda na tarde desta quarta, chegam a Belém dez homens da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária. A ida do grupo foi autorizada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, a pedido do governador do Pará, Helder Barbalho. A força-tarefa atuará em atividades de guarda, vigilância e custódia de presos, com apoio dos sistemas Penitenciário e de Segurança Pública do estado.

Identificação

Até a noite de ontem (30), 15 corpos de vítimas do confronto ocorrido na última segunda-feira (29) entre o Comando Classe A (CCA) e o Comando Vermelho (CV), no presídio de Altamira, no oeste paraense, haviam sido identificados. Para agilizar o trabalho, que está sendo feito por meio de exames de DNA, peritos odontologistas forenses e peritos criminais do Laboratório de Genética Forense do Instituto de Criminalística de Belém reforçam a equipe em Altamira. Nesta quarta-feira, os trabalhos foram retomados às 7h.

Transferências

Até ontem (30), 16 líderes do confronto haviam sido identificados e transferidos de forma imediata para a capital paraense, dez deles irão, posteriormente, para o regime federal e os demais serão redistribuídos em penitenciárias do estado.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Dilma disse:

    Só assim os petralhas deixam de roubar dinheiro público, só em saber que se forem pegos, enfim, terão que trabalhar, só isso, freiará esse ímpeto nefasto contra a sociedade. Vão voltar às velhas lutas de fazer greve e baderna na rua. são uns verdadeiros parasitas da nação.

General Villas Bôas, ex-comandante do Exército, defende Sergio Moro e a Lava Jato

O general Villas Bôas, ex-comandante do Exército, foi ao Twitter e fez uma defesa enfática de Sergio Moro.

“Momento preocupante o que estamos vivendo, porque dá margem a que a insensatez e o oportunismo tentem esvaziar a Operação Lava Jato, que é a esperança para que a dinâmica das relações institucionais em nosso país venha a transcorrer no ambiente marcado pela ética e pelo respeito ao interesse público. Expresso o respeito e a confiança no Ministro Sergio Moro.”

No mês passado, durante sessão no Congresso, Moro também manifestou admiração por Villas Bôas: “Na minha opinião e de muitos, um herói nacional”.

Em abril de 2018, Villas Bôas teve papel fundamental para impedir que o STF livrasse Lula.

O Antagonista

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Robert disse:

    Origem do vazamento é irrelevante, discussão é a conduta do Moro e Dallangnol.
    Não era isso que se dizia na época dos Vazamentos Seletivos, que aliás, pararam logo depois de alcançados seus verdadeiros objetivos(Tirar Dilma do poder e impedir Lula de se candidatar)?
    Coincidência ou realidade?

    • Ceará-Mundão disse:

      Só mentes doentes ou pervertidas pela falta de ética e de decência irão (tentar) confundir escutas legais, autorizadas judicilmente, de elementos investigados por condutas criminosas, com a ação ilegal (incontitucional, na verdade) de hackers, bisbilhotando os celulares de autoridades da República. É praticamente impossível manter jm diálogo lógico e civilizado na ausência de caráter de alguma das partes.

  2. realmadriddepiumgenerico disse:

    Em um país onde a milícia se confunde com o governo, o moro é bem a cara do herói.

Senadora Zenaide defende na CDR projeto para incentivo do turismo religioso

A senadora Zenaide Maia, vice-presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR), defendeu o projeto do senador Styvenson Valentim, aprovado nesta quarta-feira (15) naquela comissão, que inclui na Lei Geral do Turismo a interiorização e a valorização do turismo religioso. Essa inclusão vai estimular e desenvolver o turismo em várias cidades do interior do país, onde há rotas turísticas tradicionais, mas ainda pouco visitadas, na quais os investimentos não chegam.

Muitos estados são dotados de fortes potenciais turísticos em suas cidades do interior, como monumentos e festas religiosas.

O projeto de inclusão do turismo interiorano e religioso visa garantir que as políticas públicas para o setor cheguem àqueles redutos, promovendo desenvolvimento e qualidade de vida para o interior dos estados.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Lindo projeto. As batinas de aluguel estão em polvorosa.

  2. Lúcia Vasconcelos disse:

    O país ruindo e a senadora se preocupando com turismo religioso!isso dar bem uma dimensão de nossos parlamentares. Triste realidade.

    • Observador Cauto disse:

      Embora eu não seja fã da senadora, não posso discordar que o turismo religioso é uma excelente fonte de renda. Especialmente para as cidades do interior, que nem sempre contam com muitos atrativos desejados pelo turismo de férias. Vide o desenvolvimento de cidades como Juzeiro-CE, que se desenvolve há anos devido o turismo religioso. Veja também como Santa Cruz-RN tem se desenvolvido.

“De herói para herói”: general Villas Bôas retribui e defende o pacote anticrime de Sergio Moro

Sergio Moro disse que o general Villas Bôas é um herói nacional.

O general Villas Bôas retribuiu defendendo o pacote anticrime de Sergio Moro:

“Passei aqui rapidamente para prestigiar, porque o pacote e o projeto anticrime são da maior importância à sociedade brasileira. É um projeto que vem sofrendo muitos ataques. Então passei aqui simplesmente para prestigiar esse grande cidadão e excepcional ministro que tem feito um excelente trabalho.”

Veja mais – Moro: “Villas Bôas é um herói nacional”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    Brasileiros que nos orgulham!!!!!! Não compreendo como há os que preferem bandidos e corruptos…

    • eliete disse:

      Pergunta para o guru e os filhos do B171 o que eles acham.

    • Atento disse:

      Nem eu, Ivan! Há ainda pais de família que usam o adesivo "Lula Livre" em seus veículos. O que dizem aos seus filhinhos?

Novo ministro da Educação defende que professores agredidos em sala de aula chamem a polícia e que os pais sejam processados e, “no limite”, percam o Bolsa Família

Foto: EVARISTO SA / AFP

Defensor do enfrentamento ao chamado “marxismo cultural”, o novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, diz que ficará vigilante a “tudo que sair” da pasta, como livros didáticos, e estará atento a “sabotagens”. Ele nega, porém, que haverá perseguição no MEC. “Não sou caçador de comunistas”, disse em entrevista exclusiva ao Estado. Ele afirmou que trabalhará para entregar o que está no plano de governo e não fará, por ora, mudanças no Fies ou no Prouni. “Chega de solavanco.”

Tema do programa de Bolsonaro, a disciplina nas escolas é alvo de preocupação. Ele defende que professores agredidos em sala de aula chamem a polícia e que os pais sejam processados e, “no limite”, percam o Bolsa Família e a tutela das crianças infratoras. “Temos de cumprir leis ou caminhamos para barbárie. Hoje, há muito o ‘deixa disso’, ‘coitado’. O coitado está agredindo o professor”, disse, frisando que ainda não há medidas previstas para enfrentar o problema.

Weintraub diz que o cronograma do Enem será cumprido e que Bolsonaro não lerá previamente as questões da prova. “Se sair um Enem todo errado, sou o culpado e tem de me dar reprimenda ou me tirar do cargo.”

O que o presidente Jair Bolsonaro disse ao senhor ao convidá-lo para assumir o MEC?

Disse que me considerava o mais preparado dentre os que tinham surgido como possibilidade para o cargo, que me conhecia, que via que eu tinha envolvimento com a área, sendo professor de universidade federal, tendo formação acadêmica.

O que ele pediu ao senhor?

Para entregar resultado, gestão. Fazer com que as coisas sejam cumpridas de acordo com o plano de governo. Como estava na secretaria executiva e pelo meu perfil, talvez fosse um coringa para muitas áreas, pela minha característica de gestão. No caso da educação, tenho experiência como professor. Sou uma pessoa que tem fé. Mas a fé no lugar da fé e a razão no lugar da razão. Para analisar se tenho condição ou não de assumir algo, vou olhar a história. Será que as pessoas que passaram pelo MEC tinham mais ou menos condições do que eu? Estamos falando de uma coisa séria, um ministério importantíssimo, milhões de pessoas serão afetadas.

Como o senhor fez essa análise?

Fiz essa planilha (mostra uma lista no laptop). Foram 11 ministros da Educação em 16 anos. Tirando Fernando Haddad, duraram, em média, menos de um ano no cargo. O perfil: 73% eram professores e todos universitários. Pergunto: desses, quantos deram mais tempo de aula do que eu ou lecionaram em universidades com mais renome que a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp, onde Weintraub dava aulas)? A tabela mostra que tenho qualificação adequada. Outro ponto: dos 11 listados, 64% tinham filiação partidária. Tenho posição ideológica, mas não sou partidário. Não estou aqui numa trajetória política de longo prazo, o que faz de mim uma pessoa puramente técnica. Quantos desses já foram gestores de um carrinho de pipoca? Minha cabeça é da iniciativa privada.

Sua indicação é uma vitória de Onyx Lorenzoni ou de Olavo de Carvalho?

Meu nome surgiu na viagem a Israel. Onyx ficou sabendo apenas depois. Eu falei para ele que meu nome estava sendo cogitado e ele tomou um susto.

É uma vitória de Olavo de Carvalho então?

O presidente Jair Bolsonaro é uma bandeira. Atrás dessa bandeira, há vários grupos: monarquistas, militares, evangélicos, liberais e olavistas.

O senhor não é olavista?

Não estou nesse grupo, mas gosto de muitas ideias dele. São disruptivas, ideias novas e criativas e com grau de acerto para entender a realidade. Ele é um cara muito inteligente. Falar que ele não tem papel grande na mudança de pensamento que houve no Brasil é uma loucura. Foi um cara que influenciou muito. Ele tem ótimas ideias, mas não concordo com tudo.

E se Olavo criticar uma escolha do senhor para o MEC?

Paciência… Posso sempre escutar. Escuto todo mundo, até quem me crítica . Não senti pressão nenhuma até agora. O presidente me deu carta branca para formar o time. Ele me pediu só para entregar tecnicamente os melhores resultados. E esse é meu histórico. Não estou lá para fazer barulho, destruir, fazer coisas erradas.

Quem o senhor vai levar?

Já estou levantando e vou divulgar em breve. Já sei algumas pessoas que vou tirar. Vou colocar técnicos e gestores no lugar. Estamos buscando no curto prazo entregar os números, o resultado. Temos o compromisso não só com o grupo que nos elegeu. Temos de governar para todos. E isso envolve fazer provas, as coisas chegarem na hora certa, e no preço. Não existe ensino público gratuito. Quem custeia é o pagador de imposto. Temos de olhar como relação cliente e fornecedor de serviço. O meu cliente é a população, o cidadão pagador de imposto. Essa visão não me impede de ter posição ideológica totalmente alinhada com todos esses grupos. Nunca briguei com nenhum deles. Concordo.

Concorda em quê?

A violência é um problema do Brasil? É. E ela é única e exclusivamente porque há pobres do Brasil? Não. Tem país mais pobre que não é tão violento. Tem muito a ver com uma cultura de louvar o criminoso. Você acredita que a Bíblia é um bom livro? Acho. Um dos melhores livros que você tem no mundo ocidental. Mesmo o ateu deve ler a Bíblia para ter conhecimento filosófico e histórico. E você acha que Olavo é inteligente? Muito inteligente e tem muito a agregar. E você vai obedecer a tudo que o Olavo disser? Não, não vou.

Qual o principal problema a ser enfrentado na Educação?

Há várias coisas da agenda com atraso no cronograma. Foi por isso que Vélez saiu. Ele não saiu porque foi pego num escândalo, porque é pessoa má ou sem capacidade intelectual. Ele saiu porque no cronograma de entregas há uma série de atrasos. E isso significa que o presidente está fazendo a gestão de seus 22 executivos de forma bem empresarial.

O senhor defende o enfrentamento do chamado “marxismo cultural”. Como propõe fazer isso?

No curto prazo, tomando cuidado com tudo o que vai sair do MEC, como livros didáticos. Vou te dar um exemplo que está bem documentado: quando chegamos aqui na Casa Civil começamos a dialogar com os caminhoneiros. Lá pelas tantas, dois infiltrados soltaram um comunicado dizendo que caminhoneiro era sem vergonha. Era sabotagem. Eles foram desligados. Ainda tem gente que vai sabotar. Estamos preocupados com vazamentos, com sabotagens. Mas não estou indo lá caçar ninguém. Não sou caçador de comunistas. Não gosto do comunismo, mas aceito o comunista. Quero a redenção dele.

O que isso quer dizer? O comunista tem de se converter?

Quero convencê-lo pela lógica, pelas evidências. A pessoa não é má pura e simplesmente. Ela está envolvida numa mentira e aquilo é uma realidade para ela. Ela se mexe pela causa. Meu avô foi para campo de concentração. E como ele escapou? Tinha um sargento da SS (tropa nazista) que protegia ele dentro do campo e o salvou. O cara falou: isso aqui é loucura. Meu avô foi parar no campo com 14 anos. O cara estava dentro de um contexto. A gente precisa explicar que é uma ideologia errada essa (a do comunismo). Você nunca vai escutar de mim – ou de pessoas próximas a mim – falar em matar. A gente não fala em matar, falamos em confrontar com força, mas ideologicamente, verbalmente. Com conversa. Não quero matar ninguém. Evidentemente, se a pessoa vem me matar eu tenho direito de me defender.

Circulou um vídeo no qual o senhor dizia: “Os comunistas estão no topo do País, são o topo das organizações financeiras, são donos dos jornais, são os donos das grandes empresas…” Qual a definição de comunista para o senhor?

Eu estava num fórum conservador. É preciso analisar o contexto no qual eu estava falando. Não quero me alongar muito, mas o Brasil vive o contexto de uma distopia do George Orwell. Você pega o livro Revolução dos Bichos. Ao fim, porcos e fazendeiros estão juntos fazendo negócios juntos e explorando outros animais, que são o povo. O que temos visivelmente é que alguns grandes conglomerados fizeram uma aliança com os partidos ditos de esquerda – não é uma boa definição direita e esquerda, prefiro muito mais a definição a favor de liberdade do indivíduo e da família versus o totalitário e coletivista.

Em uma palestra, o senhor falou do risco de o PT voltar e disse que o “inimigo é igual ou mais forte senão sou trouxa”. A estratégia de impedir a volta do PT, do inimigo, passa pela Educação?

Sem dúvida. Uma pessoa que sabe ler e escrever e tem acesso à internet não vota no PT. A matemática é inimiga do obscurantismo. Eu não sou contra o petista. Tenho amigos que são petistas. Pessoas boas que não conseguem se livrar. Eu converso com as pessoas. Não é que eu tenho: “ah, demônio!” Agora, sou contra o obscurantismo.

Como esse enfrentamento ao PT passa pelo Ministério da Educação?

Mais do que termos um livro que diga a história, precisamos de uma versão que considero mais correta. Porque houve uma desconstrução da história do Brasil. A gente teve grandes heróis. Esse “nunca antes na história do Brasil” é muito nefasto. A gente teve figuras fantásticas. O Brasil é um dos poucos países do mundo em que você não teve “founding fathers”, mas “founding mothers”: Anita Garibaldi, Princesa Isabel, Dona Leopoldina. Você teve figuras como Jose Bonifácio, irmãos Rebouças.

Mas o que isso tem a ver com a questão do PT?

Não queria falar do PT. Esse movimento totalitarista obscurantista busca destruir a história. Se você não conhece a história e de onde você veio, não se conhece. E, quando não se conhece, não tem tanta convicção de lutar pelo que é certo.

Isso envolve rever a ditadura militar nos livros didáticos?

O momento é de entregar resultado. Não quero entrar nessa discussão agora. Evidentemente que houve ruptura em 1964. Mas essa ruptura foi dentro de regras. Houve excessos? Houve. Pessoas que morreram? Sim. É errado? É e infelizmente ocorreu. Mas num dia de protesto na Venezuela morreu mais gente do que em todo o período de regime.

Mas ditadura ruim então é do outro?

Não disse isso. Acho que as coisas têm de ser contextualizadas. Quando contextualizo mostro que, em determinados momentos, evidentemente que houve erros (no regime militar no Brasil). Mas, se olhar o que gerou a ruptura, foi um movimento de esquerda e houve então uma contrarrevolução. Isso está muito bem documentado. E tem que ser escrito e dito. Por que não? Quando comparamos o que houve no Brasil com qualquer outra alternativa da América Latina não concordo de chamar de ditadura. Houve um regime de exceção.

Há problemas graves de aprendizagem nas escolas. Nossa prioridade é combater o “marxismo cultural”?

Quem é o patriarca da educação moderna brasileira? Paulo Freire. Há quanto tempo estamos falando de Paulo Freire no Brasil? Deu certo? O Brasil gasta como países ricos em termos de PIB (Produto Interno Bruto) e nossos indicadores estão muito abaixo da média.

Mas isso ocorre por causa de Paulo Freire?

Falar que é uma explicação única seria burrice. Deixa eu sentar lá e consertar a fiação, religar a luz, colocar as coisas para rodar. Cada dia sua agonia.

O senhor manterá o decreto que estabelece o método fônico na alfabetização?

Estou fechando o time e gostaria de ter a opinião da pessoa para a área. Sou gestor. Escolherei os executivos e eles vão encaminhar. O método fônico não estava no plano de governo. Sinto-me à vontade para mudar se for o caso. O que está no plano de governo nós vamos entregar.

A Base Nacional Comum Curricular será modificada ou acabará?

Vamos modificar. Não acabar. O plano de governo não diz em acabar com ela. Gente, vamos deixar claro: chega de solavanco.

O programa de governo fala do problema da disciplina das escolas. Quais são as medidas para enfrentar a questão?

No curto prazo, não faremos nada nesse aspecto. Mas sou a favor de seguir a lei. Se o aluno agride, o professor tem de fazer boletim de ocorrência. Chama a polícia, os pais vão ser processados e, no limite, tem que tirar o Bolsa Família dos pais e até a tutela do filho. A gente não tem que inventar a roda. Tem que cumprir a Constituição e as leis ou caminhamos para a barbárie. Hoje há muito o “deixa disso”, “coitado”. O coitado está agredindo o professor. Tem que registrar, o pai tem que ser punido. Se não corrigir, tira a tutela da criança. Se o professor alega que ele não tem apoio do Estado, um recado: o Estado somos nós. Se o professor alegar que não tem apoio do Estado, um recado: o Estado somos nós. “Ah, mas é o PCC (Primeiro Comando da Capital) que está fazendo.” Tem que chamar prefeito, secretário de Educação e enfrentar o problema. Não tem que sentar e achar que nunca vai mudar.

Já há plano para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que vence em 2020?

O tema está em cima de minha mesa. Está em análise.

A gráfica do Enem faliu. O cronograma será mantido?

A população não tem que ficar sendo alarmada enquanto a gente acha que consegue entregar no prazo. Vamos resolver. Não estamos trabalhando com mundança do cronograma.

Bolsonaro verá as questões do Enem previamente?

Ele não me pediu isso.

E se o presidente pedir?

Falarei que garanto que não haverá nenhum problema. Se sair um Enem todo errado, todo torto, sou o culpado e o presidente tem de me dar reprimenda ou me tirar do cargo. É assim que funciona. O presidente tem 22 ministros. Ele sentiu que havia um problema no MEC e se deslocou para essa área. Mas não deveria perder tempo vendo questões do Enem.

Será mantida a comissão criada para fazer um pente-fino nas questões do Enem?

A princípio, não. De modo geral, não gosto de comitês e comissões. Minha visão é que tem de ter responsáveis. Ele tem equipe, ele resolve, ele me entrega. Eu delego. Se sentir que não está indo bem, chego junto. O MEC é um mundo. Mais de R$ 120 bilhões de orçamento. Uma fortuna. Assuntos complexos. É gigantesco. Precisa ser visto sob o prisma de gestão.

Como ficará o Conselho Nacional de Educação?

Não gosto de conselho, mas acho pertinente chamar pessoas que têm experiência na área e escutá-las. Você escutaria o Instituto Ayrton Senna? Com certeza. Selecionar alguns nomes de pessoas com trânsito que poderão aconselhar. Acho muito pertinente. Estamos entrando para operacionalizar. Você tem sua linha ideológica, mas você não está governando só para os seus. Tem de ouvir outros lados também.

Qual o plano do senhor para as universidades federais?

O Brasil gasta muito e a produção científica com resultados objetivos para a população é baixa. O Brasil é um país de renda média que tem necessidades essenciais. Precisamos escolher melhor nossas prioridades porque nossos recursos são escassos. Não sou contra estudar filosofia, gosto de estudar filosofia. Mas imagina uma família de agricultores que o filho entrou na faculdade e, quatro anos depois, volta com título de antropólogo? Acho que ele traria mais bem-estar para ele e para a comunidade se fosse veterinário, dentista, professor, médico. O Japão direcionou recursos públicos para coisas mais objetivas e materiais.

O senhor fala em bolsas focadas em áreas exatas ou em fechar cursos da área de humanas?

Fechar nada. Gente: sem sangue. Tudo será feito dentro da lei, dentro da Constituição, respeitando integralmente todos os direitos das pessoas.

O senhor pretende respeitar o primeiro colocado na lista tríplice para o cargo de reitor das universidades?

Está dentro da lei?

O senhor pode escolher qualquer um dentro da lista.

Perfeito. Está respondido. Vou escolher dentro do que eu achar mais conveniente. Dentro da lei. Uma observação: quem paga as universidades federais são os pagadores de impostos. É o agricultor, o motorista de ônibus. Nós todos morando no Brasil. Quando vão na universidade federal fazer festa, arruaça, não ter aula ou fazer seminários absurdos e abjetos que agregam nada à sociedade é dinheiro suado que está sendo desperdiçado num país com 60 mil homicídios por ano e mil carências. Não é criminoso, mas é muito errado.

Qual opinião do senhor sobre a política de cotas?

No curto prazo, não vou mexer em nada disso. Na Unifesp, o ambiente é muito bom com cotas. Talvez para aquela pessoa que fica de fora no desempate seja uma injustiça, mas esse não seria o primeiro problema a atacar.

Qual o plano do senhor para Prouni e Fies?

Tem que manter. No curto prazo, a gente não pode bagunçar muito. Estamos mexendo com a vida das pessoas. Temos de fazer movimentos que não impactem de forma dura e negativa. O pagador de impostos tem de ser respeitado.

A Lava Jato da educação existe? O senhor tocará?

Qualquer indício de crime mandarei para o Ministério Público.

Qual sua opinião sobre o Escola Sem Partido?

Não tenho opinião formada. Sou contra qualquer discussão política até o ensino secundário.

Mas há evidências de doutrinação nas salas de aula?

Sou a favor de acompanhamento, de estatística. Queria mudar o foco. Deveria ter exames nacionais para a gente ver como está sendo o aprendizado naquele grupo trimestralmente e poder acompanhar a evolução para saber se aquele professor está tendo bom desempenho. Hoje não sabemos como é o desempenho do professor e a gente o mantém. Qual a troca de professores que a gente tem por ano? Em qualquer atividade há maus profissionais. Deveríamos ter uma política para tirar profissionais de baixo desempenho senão quem paga é a criança e o pagador de imposto.

Mas e a política de formação de professores?

Mesmo que tenha ótima formação, vai ter um grupo de profissionais que não vai render. Ou 100% serão bons professores? Se verificarmos que aquela classe está indo bem em ciências, humanidades, que sabe responder perguntas que estão vindo nacionalmente… Então, deixa o cara trabalhar. Deixa ela em paz. Essa é minha visão. A gente tem que entregar resultado.

Estadão

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ribeiro disse:

    Doidinho o homi.

  2. Ceará-Mundão disse:

    Fantásticas respostas. Visão empresarial, foco nos resultados, nos objetivos. Vai causando excelente impressão. Prá frente, Brasil. Vamos melhorar. Estamos melhorando.

    • sergio disse:

      Resumindo.
      Existe ditadura boa e ditadura ruim.
      É economista, não entende nada de educação.
      Tira uma ideologia perniciosa do MEC (PT) e coloca outra.
      Tamos lascados de novo!!!!!!!!!!

    • Ceará-Mundão disse:

      Não concordo com sua visão, que reputo limitadíssima. Um ministro deve ser um bom GESTOR e a melhor gestão é aprendida na iniciativa privada. Bons técnicos serão muito necessários em níveis organizacionais inferiores. Quem entende um pouco de administração sabe disso. Já tivermos excelentes ministros que não eram técnicos da área que administravam mas sabiam fazer a máquina funcionar. E isso ocorre em todo lugar. Bons executivos são sempre muito disputados e bem remunerados pela iniciativa privada. No que for possível, penso que deveríamos copiar na administração pública.

  3. LAMPIÃO disse:

    RESPOSTAS MARAVILHOSAS. TOMARA QUE DÊ TUDO CERTO.

  4. Victorino disse:

    Certíssimo, delinquente que vai para sala de aula agredir professor(ra) merece rigorosamente ser punido, ou tem alguém que discorda?!

  5. Fernando Sávio disse:

    Que maravilha ver as coisa mudando para MUITO MELHOR
    Professor PRECISA VOLTAR A SER RESPEITADO EM SALA DE AULA.
    Hoje os alunos mandam nos professores numa vergonhosa inversão de valores que só piora o ensino.
    Aluno quando AGRIDE sabe muito bem o que está fazendo e isso deve ter punição, com o imediato afastamento do agressor e os pais respondendo pelo ato praticado pelo "de menor"

Líder do PT defende que partido processe Ciro Gomes

Humberto Costa, líder do PT no Senado, defende que o partido processe Ciro Gomes em razão dos ataques que o pedetista tem feito.

“Está ficando complicado”, disse o senador a O Antagonista, referindo-se à entrevista de Ciro ao Valor. Como destacado pela manhã, o ex-governador do Ceará afirmou, entre outras coisas, que Gleisi Hoffmann é chefe de quadrilha.

Costa comentou que o partido “estava deixando passar, acreditando que era algo pessoal do Ciro”.

“Mas está ficando complicado. Amanhã vamos ter uma reunião [do partido] e vamos ver o que o PT vai fazer. Eu defendo que tem que fazer alguma coisa na Justiça. Não é a primeira vez que ele dá declarações como essa.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Belchior disse:

    O PT se corrompeu. Só da Petrobrás o PT junto com PP e PMDB desviaram mais de 7 bilhões através de contratos superfaturados com empreiteiras. Agora não são todos os petistas que se envolveram com corrupção. Escapam alguns que Ciro citou na entrevista. E a família de Bolsonaro também está envolvida com caixa2.
    Prá mudar o Brasil de verdade, temos apenas o Ciro.

  2. Vital disse:

    Pra acusar, os petralhas só tem eles, agora, quando são acusados, e com provas, é um ai ai ai medonho. Ainda mais que Ciro era de dentro da panelinha e tem provas robustas. Kkkkkkkk

  3. Eder disse:

    Quando é para implorar para salvar o país pelas m*rdas que fazem, chamam Ciro rapidinho. LULA É TÃO EGOCÊNTRICO que não deixou ngm do PT apoiar Ciro, pois queria engolir o Brasil com o próprio ego. Esqueceu que o ego tb tá preso come ele.

  4. Brasil é verde e amarelo disse:

    Ele falou o que o Brasil inteligente já sabe, só os militontos PTralhas que acreditam nessa seita luladrao ….COMO NÃO É UMA QUADRILHA??? Se os dirigentes todos estão na CADEIA !!! São santos , quem é condenado e preso é bandido SIM