FOTO: Sindipostos RN entrega itens coletados para ajudar no esforço de limpeza das praias potiguares eventualmente atingidas por óleo

Foto: Divulgação

Após pouco mais de uma semana de campanha com os seus associados, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado (Sindipostos RN), entregou no final da manhã desta quinta-feira, 7, os itens coletados para ajudar no esforço de limpeza das praias potiguares eventualmente atingidas por óleo.

Foram entregues 200 kits contendo, cada um, luva, máscara, botas plásticas e dois sacos reforçados para acondicionamento do material. Também foram doados um total de 4.800 copos de água mineral, com 200ml cada.

Associados do Sindipostos RN serão monitorados em tempo real pelo CIOSP

Medida que amplia a segurança é fruto de convênio assinado pelo Sindicato e a Secretaria Estadual de Segurança, nessa terça-feira, dia 23 de julho, na sede da Entidade. Foto: Divulgação

O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do RN (Sindipostos RN) assinou na tarde da terça-feira, dia 23 de julho, convênio com a Secretaria do Estado de Segurança Pública e da Defesa Social, por meio do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP).

O convênio que era uma reivindicação antiga do Sindicato vai permitir, em tempo real, monitoramento dos postos de combustíveis do Rio Grande do Norte.

A medida, a princípio contempla 30 postos de combustíveis da região Metropolitana de Natal, mas a expectativa é que, aos poucos outros estabelecimentos sejam inseridos. Um diferencial contemplado no convênio é que o Sindicato contratará pessoal que trabalhará em regime de escala para acompanhar dentro do CIOSP as câmeras dos postos cadastrados.

“Para todos que fazem o Sindipostos é um avanço muito grande e ele não vem apenas para os postos de combustíveis, ele abrange toda a sociedade norte-rio-grandense. Até porque os postos estão localizados nas melhores e mais movimentadas esquinas das cidades do estado do Rio Grande do Norte”, ressaltou o presidente do Sindipostos, Antônio Cardoso Sales.

Para o secretário-adjunto da Segurança Pública e Defesa Social, Osmi Monte, a assinatura do convênio tem como finalidade dar maior tranquilidade aos donos de postos e consequentemente aos consumidores.

Já o diretor-geral do Centro Integrado de Operações da Segurança Pública (CIOSP), Kleber Macedo comentou que a assinatura do convênio é um momento muito especial e esperado para todos que fazem a gestão do CIOSP. “Essa parceria vai permitir que haja uma integração dos postos de gasolina com o nosso Centro Integrado, proporcionando mais segurança e agilidade no processo de atendimento. É um convênio que a sociedade será beneficiada”, enfatizou.

Leandro Pinheiro, proprietário dos Postos Pinheiro, na Zona Sul de Natal, conta que seus postos de combustíveis já passaram por diversos sinistros e que o convênio vai garantir mais segurança e agilidade.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Quando essa irmandade congrega quem paga a conta é o bolso do consumidor.

  2. Dilma disse:

    Só mininu besta, um cartel de 100 anos e a justiça fica inerte

  3. Sandro disse:

    Deveria monitorar os absurdos dos aumentos dos preços do combustíveis.

Sindipostos-RN faz balanço do ano no setor e espera reaquecimento de vendas em 2019

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Derivados de Petróleo (Sindipostos RN), Antonio Sales, fez nesta quarta-feira (5), um balanço sobre o mercado de combustíveis no estado ao longo de 2018.

Na avaliação dele foi um ano com avanços consideráveis, sobretudo nas relações da revenda com o público consumidor e com os órgãos de licenciamento ambiental. “Podemos dizer que este foi o grande avanço do ano. Conseguimos ser mais assertivos na forma como nos comunicamos com o nosso cliente e, sobretudo, com os órgãos fiscalizadores. Conseguimos criar um relacionamento de confiança, respeito e entendimento. Um contexto que acaba sendo positivo para todo mundo”, diz Sales.

Do ponto de vista de mercado, infelizmente, o setor de revenda não tem muito a comemorar. “Estamos fechando os números ainda, mas pelo que sentimos, de uma maneira geral, as vendas no nosso setor devem registrar uma queda significativa”, diz o presidente do Sindipostos.

Além disso, segundo ele, outro grande problema enfrentados pelo segmento foi a queda das margens de lucro da revenda ao longo do ano. Sales explica que, em virtude da grande oscilação dos preços – ao sabor do mercado internacional – e da alta concentração das etapas de refino e distribuição nas mãos de poucas empresas, houve uma pressão muito grande sobre a revenda que, para evitar perder ainda mais vendas, teve que readequar as suas margens, reduzindo-as drasticamente.

Antonio Sales faz questão, no entanto, de ressaltar os pontos positivos do ano. O primeiro, segundo ele, é exatamente o fato de o consumidor começou a entender que os postos são tão vítimas quanto eles quando há um descompasso nos preços dos combustíveis. “Antes, o consumidor nos via como vilões. Agora conseguimos mostrar que não nos interessa, em hipótese alguma, praticar preços abusivos ou mesmo adotar posturas que possam ir de encontro à nossa competitividade. Nosso produto é o combustível. Precisamos fazer nossa parte para torná-lo atraente. E temos feito, talvez até mais do que poderíamos”, pontua.

DIÁLOGO E RESPEITO

Outro ponto positivo do balanço do ano que o presidente do Sindipostos faz questão de destacar é o fato de que houve, na visão dele, um amadurecimento na relação com os órgãos de fiscalização ambiental, sobretudo o Idema, responsável pela emissão e renovação das licenças de operação dos postos de combustíveis do RN. “O presidente do órgão, Rondinelli Oliveira, deu ao órgão um novo dinamismo e implantou uma visão de que somos todos parceiros, que queremos a mesma coisa que é o bem do RN. Foi aberto e vem sendo mantido um canal permanente e respeitoso de diálogo, que tem sido fundamental para que as revendas consigam cumprir com suas obrigações e preservar a competitividade e, sobretudo, os empregos e a renda que geramos. Esta postura de Rondinelli, a nosso ver, se coaduna com um estado que queira promover o desenvolvimento social por meio do estímulo ao setor produtivo e à geração de vagas”, finaliza Sales.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Reginaldo disse:

    Era para ser chamado de sindilixo

  2. Tô veno disse:

    Inacreditável! É brincadeira, só pode!

  3. Sérgio Nogueira disse:

    Se tem uma classe que não merece a menor confiança essa classe é a de donos de postos.

  4. Luciana Morais Gama disse:

    Informei os preços praticados aqui na ZN, e comparei com os da zona sul e o blog não publicou. Não entendi qual o interesse de não publicar.

  5. Sandro Rosado disse:

    Isso é brincadeira. Esse foi o melhor ano para os donos de postos. Quando a Petrobrás aumenta o preço, imediatamente os preços sobem. Quando baixa os precos, demora um mês pra baixar e ainda bem abaixo di que devia baixar.

  6. Antonio disse:

    Esse deve ser humorista

Sindipostos-RN emite nota

NOTA DO SINDIPOSTOS-RN

O Sindicato do Comércio Varejista dos Derivados de Petróleo do Rio Grande do Norte (Sindipostos-RN) externa a população potiguar sua preocupação com as mais recentes políticas adotadas pelo Governo Federal, recaindo, sobretudo, no aumento da carga tributária, a partir da majoração dos Pis/Cofins.

As medidas trazem um impacto direto no mercado do varejo de combustível, que já vem sofrendo, no decorrer dos últimos anos com a retração do mercado consumidor, reflexo de uma política mal sucedida de aumento de impostos do Executivo, o que influencia nos valores cobrados pelo segmento ao cliente.

A atividade do varejo de combustível no Estado potiguar tem uma grande representatividade para economia, chegando a gerar mais de 30 mil empregos diretos e indiretos.

Fatalmente, o aumento da carga tributária influenciará no preço final e, consequentemente, na redução do consumo, o que poderá gerar desemprego no segmento.

O Sindipostos/RN, se coloca à disposição dos gestores público, seja esfera municipal, estadual e até âmbito federal através da FECOMBUSTIVEIS, para que discussões sejam empreendidas com foco na desoneração da composição dos custos destes produtos, como medida para equilíbrio econômico do setor, conseqüentemente medida atenuante contra desemprego que já atinge no Rio Grande do Norte patamares superiores à média nacional.

Diretoria do Sindipostos-RN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcos disse:

    O PROCON tem que fiscalizar já. Estão vendendo gasolina antiga já com a carga tributária nova. Isso lesa o consumidor. MULTA JÁ!

  2. Nathalya disse:

    Acho é pouco. Brasil tem o governo que merece.

  3. Everton disse:

    Se o governo, as distribuidoras e os postos conversassem, e cada um dele diminuíssem suas margens de "lucro" (no caso do governo, o aumento proposto), o aumento seria mais suave e aceitável.

    Em outras indústrias, o aumento não é repassado integralmente ao consumidor. Sim, o Governo foi cretino, mas os postos nem esperaram acabar as reservas…

  4. Frasqueirino disse:

    Quando é para diminuir os preços nas bombas o Sindpostos demora no mínimo dois dias alegando que ocorreu a redução para as refinarias e não para o comercializado. Hoje, com o anúncio do aumento dos combustíveis por conta da alíquota do PIS/COFINS muitos postos já alteraram os preços, mesmo sem o comunicado das refinarias e com o estoque comprado.pelo preço antigo. Isso é um absurdo. Vergonha a falta de critério.

  5. fernando disse:

    QUÁ , QUÁ: Lavem os patos, patos aqui pato aculà. Lavemos patos que o TEMER VAI FERRAR . Quá, quá.

    • NILO disse:

      É isso mesmo Fernando, vcs elegeram Temer, agora se lascaram! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  6. Flavio Calife disse:

    A crise tinha quebrado o cartel. Alguém furou o pacto e esculhambou o negócio. A pouco tempo voltou a velha concorrência que os empresários adoram apregoar da boca pra fora. E agora o que virá?

  7. disse:

    Perfeito o comentário de Pedro. Caso claro de má-fé e safadeza dos donos dos postos! Para reduzir não fazem, para aumentar fazem com o estoque antigo? Como pode?

  8. Luis Claudio disse:

    Cadê o PROCOM-RN atuando nos postos que fizeram reajuste imediato de 70 centavos, mal sendo anunciado o aumento? Não deu tempo nem da nova remessa de combustíveis reajustados saírem das refinarias e os donos de carteis, digo postos, já aumentarem e nós consumidores sofremos!

  9. Pedro disse:

    Essa semana abasteci de 3,37. A Petrobras anunciou ligeira redução no custo da gasolina. No dia seguinte subiram para 3,55, contrariando a baixa. Agora o governo sinaliza o imposto elevado em 0,41 que chegaria a 3,96 e passam a cobrar 4,19? A crise é criada pelos próprios donos.

  10. Luciana Morais Gama disse:

    Depois dessa nota do SINDIPOSTOS é capaz do governo federal recuar o aumento.

  11. Rômulo disse:

    Emitem nota, mas nem esperaram o fim dos estoques para reajustarem os preços… Hipocrisia!

    • JOÃO VITOR disse:

      Rômulo, coloque a culpa no Governo e não nos empresários. Não sou empresário, mas venho aqui na defesa deles. E isso vai gerar desemprego pode ter certeza.

    • IB disse:

      JOÃO VITOR os empresarios não são santos não! E os escandalos de corrupção recente que envolvem a classo política com a classe empresarial de todos os setores deixa isso bem claro!

    • Pedro Paulo disse:

      Você está errado João Vitor, os postos sempre fazem isso.
      Tem aumento os preços são imediatamente reajustados, sem esperar o fim do estoque adquirido com preço menor.
      Quando há diminuição do preço, os postos esperam acabar o estoque para poder repassar a diminuição. Essa prática é histórica e todo mundo que abastece carro sabe disso.

    • Frasqueirino disse:

      Sua versão não convence a ninguém. Na prática os donos dos postos com o aval do Sindpostos fazem o que quer. O PROCON também tem a sua parcela de culpa. Nada fiscaliza.

Sindipostos-RN externa sua preocupação com recentes medidas econômicas anunciadas pelo Governo Federal

NOTA OFICIAL DO SINDIPOSTOS – RN

O Sindicato do Comércio Varejista dos Derivados de Petróleo do Rio Grande do Norte (Sindipostos-RN) externa sua preocupação com as recentes medidas econômicas anunciadas pelo Governo Federal, com retomada da taxação do PIS e Cofins, além da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) nos referidos combustíveis.

As novas taxações impostas pelo Governo Federal, invariavelmente, trarão um reflexo negativo no mercado de combustíveis no Brasil sobre dois aspectos: pelo natural repasse dessa carga tributária ao preço final do produto (o que já foi anunciado pelas próprias distribuidoras, que implementarão os novos tributos aos seus valores) e pela retração no mercado consumidor.

Reflexo direto das medidas que incidem em aumento de preço é a queda no consumo, o que prejudica toda cadeia envolvida na revenda do produto: o empresário, os funcionários e a própria economia do Estado potiguar, que passa a arrecadar menos com os impostos estaduais.

O preço do combustível é livre, o mercado próprio de uma ampla concorrência, por isso mesmo, não se pode fazer qualquer tipo de previsão sobre os novos valores dos combustíveis.

Diretoria do Sindipostos-RN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luciano disse:

    A frase piada da semana em se tratando de Natal:
    "O preço do combustível é livre, o mercado próprio de uma ampla concorrência, por isso mesmo, não se pode fazer qualquer tipo de previsão sobre os novos valores dos combustíveis"

  2. Silva disse:

    Pode estar certo que mais preocupado ainda está o povo que não vê o salário subir, diferentemente da inflação, dos impostos e principalmente da gasolina. Será que Dilma vai criar o Bolsa Gasolina?

Em nota, Sindipostos-RN diz que não tem responsabilidade sobre reajustes praticados por revendedores

Confira na íntegra:

Diante das recentes informações divulgadas na imprensa, o Sindicato do Comércio Varejista dos Derivados de Petróleo do Rio Grande do Norte (Sindipostos-RN) esclarece que esta entidade, que conta em seu quadro de associados com um sexto dos revendedores de combustíveis do Estado potiguar, não tem a finalidade e nem opera com a regulação dos valores praticados por seus associados, não tendo, portanto, qualquer responsabilidade sobre os reajustes praticados por cada um dos revendedores.

O Sindipostos não possui qualquer atribuição ou gestão no valor do combustível, até porque o mercado é livre, a concorrência está aberta e cada um dos revendedores que defina o preço do seu produto, de acordo com sua planilha. Aliás, registre-se, esse tipo de conduta é muito própria da livre iniciativa, como está posta hoje no nosso país.

É, no mínimo, uma insensatez  querer atribuir ao Sindipostos um papel de “regulador” do preço do combustível. O Sindicato tem como atribuição maior atuar junto ao revendedor na negociação da pauta coletiva com os funcionários, oferecer assessoria jurídica, técnica e contábil, promover cursos de capacitação e qualificação voltados para a gestão do negócio e o desenvolvimento sustentável.

Mas cumpre-nos ressaltar o cenário do mercado de combustíveis hoje no país, constatado facilmente por qualquer cidadão: o monopólio do fornecedor do produto, uma distribuição feita por poucas empresas e impostos, estaduais e federais, que em muito oneram o preço. Uma realidade que em muito limita e complica a planilha de peço.