Coronavírus: o modelo matemático que explica como evitar meio milhão de mortes na América Latina

Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Rafael Lozano insiste que a mensagem importante aqui é: vidas podem ser salvas.

O renomado médico mexicano é diretor de sistemas de saúde do Instituto de Métricas e Avaliação da Saúde (IHME, na sigla em inglês) da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, autor de um modelo que prediz como será a propagação da covid-19 em diversos países do mundo.

No fim de junho, foram acrescentados três cenários possíveis ao modelo matemático, que é uma das referências utilizadas pela Casa Branca para tomar decisões e traçar estratégias.

Os cenários levam em conta medidas adotadas por países ou regiões para projetar quantas pessoas serão infectadas ou morrerão da doença causada pelo novo coronavírus em 1º de outubro.

“Mais do que contar mortos, os cenários buscam quantificar quantas vidas podem ser salvas. Isso muda muito a mensagem”, afirma Lozano à BBC Mundo (serviço em espanhol da BBC) por videochamada desde a cidade americana de Seattle.

A insistência de Lozano no enfoque otimista faz sentido. Em junho, América Latina e Caribe se tornaram o novo epicentro da pandemia, depois de China, Europa e EUA ocuparem esse posto.

Nos últimos 14 dias, o Brasil e outros países do subcontinente americano somaram 872 mil casos novos, pouco mais de um terço do total global (2,6 milhões), segundo dados do Centro Europeu de Controle e Prevenção de Doenças.

Se formos considerar as mortes por covid-19 registradas no fim de junho, morriam cerca de 5 mil pessoas no mundo por dia. A cada 10 mortes, 2 ocorriam no Brasil e 3 em outros países da América Latina e do Caribe.

Segundo cálculos do IHME, em 1º de outubro, a América Latina e o Caribe (contando o Caribe inglês) somarão 438 mil mortes.

Mais especificamente, o Brasil deve superar 166 mil mortes e o México 88 mil, enquanto outros seis países ultrapassarão a barreira das 10 mil mortes: Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Guatemala e Peru.

E esses números nem são os projetados pelo cenário mais fatalista.

O modelo

O IHME não é o primeiro nem o único instituto medindo o curso da pandemia de covid-19 a partir do número de pessoas suscetíveis à doença, daquelas expostas ao vírus, de infectados e de recuperados.

Mas a equipe do instituto vai além e está em contato com governos da Colômbia, do Peru, do Brasil, do Chile e dos EUA, entre outros tomadores de decisão.

“A grande vantagem do modelo que estamos usando é que nos baseamos em uma série de variáveis que ajudam não apenas a estabelecer dados concretos como também em que momento haverá uma demanda maior por leitos hospitalares”, diz Lozano.

Para isso, são levados em consideração “elementos como o número de pessoas que circulam pelas ruas, quando as normas de distanciamento social entraram em vigor e o grau de aceitação destas normas, ou que proporção da população usa máscara.”

Gráfico mostra mortes semanais por covid-19 no Brasil e no mundo. Foto: BBC News Brasil

Além disso, leva em consideração outros determinantes “menos tradicionais” entre modelos matemáticos, segundo ele, como densidade demográfica, perfis de mortalidade no país ou padrões sazonais de pneumonia — que atualmente estão no auge no hemisfério Sul.

Mas talvez o mais interessante seja como seu gráfico interativo simplesmente mostra o efeito que diferentes decisões políticas e individuais têm na trajetória da pandemia.

Os 3 cenários

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A QUÍMICA DA TEIMOSIA: Estudo inédito explica por que o cabeça-dura não muda de opinião

Steve Jobs (à esq.) e Bill Gates: a rivalidade entre eles foi transferida para os fãs e impediu que cada um dos lados enxergasse as qualidades do outro John G. Mabanglo/EFEAnadolu Agency/Getty Images

Poucas rivalidades na história do capitalismo — e certamente nenhuma na indústria da tecnologia — foram tão intensas, divertidas e fecundas quanto a que marcou a trajetória de Bill Gates, fundador da Microsoft, e Steve Jobs (1955-2011), criador da Apple. Durante pelo menos três décadas, os dois gênios transitaram entre os campos do antagonismo profissional e da inveja pessoal pura e simples, disputando o domínio do mercado e a reverência da sociedade, enquanto a corrida tecnológica fervilhava. Eles não poderiam ser mais diferentes. Gates era um nerd tímido. Jobs, um hippie contestador. Cada um ao seu modo, influenciaram milhões de pessoas e acabaram, mesmo que sem a intenção, transferindo a oposição entre eles para os fãs. No decorrer dos anos 1990 e 2000, no auge da rivalidade, os applemaníacos torciam o nariz para qualquer lançamento da Microsoft. No outro lado do ringue, os admiradores de Gates desprezavam os produtos da empresa da maçã. Os dois grupos jamais mudariam de opinião, mesmo se estivessem diante de uma grande obra: na cabeça deles, estava nitidamente cristalizada a ideia de que, se a Apple era boa, a Microsoft deveria necessariamente ser ruim — e vice-versa. De maneira simplificada, essa visão de mundo poderia ser traduzida como uma típica teimosia.

Um estudo publicado pela revista científica britânica Nature e conduzido por pesquisadores da University College London apontou, pela primeira vez, os processos neurais que levam à dificuldade de mudança de opinião depois que um conceito se solidifica no cérebro. Não seria exagero afirmar, portanto, que os cientistas descobriam o que está por trás do cabeça-dura, aquele sujeito que jamais altera seu ponto de vista, mesmo se todas as evidências mostrarem o contrário do que ele pensa. No estudo, 75 voluntários precisavam decidir se uma nuvem de pontos pretos estava se movendo para a esquerda ou para a direita. Depois, eles indicaram até que ponto estavam seguros sobre aquela escolha. Na sequência, os participantes receberam mais informações sobre os pontos pretos, que deixaram mais claro qual era a direção correta. Contudo, aqueles que indicaram níveis mais altos de confiança sobre a primeira decisão não absorveram os dados adicionais que poderiam corrigir um erro de avaliação — reação conhecida como “viés de confirmação”. Com um scanner de magnetoencefalografia, os pesquisadores acompanharam a atividade cerebral durante o processo de tomada de decisões. A explicação para o comportamento se tornou química: o cérebro apresentou “pontos cegos” quando recebeu informações contraditórias, mas continuou sensível àquelas que confirmavam a escolha inicial.

A pesquisa se diferencia por demonstrar que o viés de confirmação existe até mesmo no caso de uma atividade extremamente simples, como acompanhar pontos pretos na tela de um computador, de acordo com o psicólogo e neurocientista Max Rollwage, o principal autor do estudo. “A falta de elementos complexos, como ideologias e relações afetivas, mostra que o processo é central dentro de um mecanismo muito básico”, disse ele a VEJA. Em situações mais abrangentes, como a maneira de as pessoas interpretarem informações sobre a pandemia da Covid-19, por exemplo, pode ser ainda mais difícil mudar de opinião. “Evidências científicas sobre o coronavírus evoluem rapidamente e é preciso absorver as atualizações e mudar comportamentos e crenças de acordo com as novas constatações”, afirma o especialista. Nesse caso, portanto, os conceitos preestabelecidos estão tão arraigados no cérebro que o indivíduo resiste a absorver percepções diferentes.

A psicologia do comportamento humano é descrita há muito tempo na literatura universal e desde os anos 1960 existem relevantes estudos científicos sobre o assunto. A novidade agora é que os pesquisadores conseguiram esclarecer de que forma a química da teimosia se manifesta na mente. “Até o nosso estudo, uma das hipóteses era que as pessoas recebiam informações conflitantes, mas poderiam escolher desprezá-las”, diz Rollwage. “Com a avaliação dos mecanismos neurais, mostramos que, em determinado ponto de confiança sobre uma crença, o cérebro simplesmente não processa as novas informações.” Isso pode explicar por que os negacionistas do aquecimento global mantêm suas convicções apesar dos cada vez mais irrefutáveis argumentos científicos, ou por que os terraplanistas sustentam que a Terra não é redonda apesar das estonteantes imagens de satélites que confirmam, evidentemente, que o planeta é uma imensa bola azul (leia o quadro na pág. 66). Lógica idêntica ajuda a entender, na política, os motivos para a polarização radical, que não cede espaço a visões mais moderadas. Mesmo se houver provas em contrário — denúncias de corrupção, flertes com o autoritarismo — os cabeças-duras não abandonam seus políticos de estimação, sejam eles de direita ou de esquerda.

Os conceitos estabelecidos por grupos sociais são ainda mais difíceis de mudar. “A característica fundamental do ser humano é formar coletivos”, diz Paulo Boggio, psicólogo e coordenador do Laboratório de Neurociência Cognitiva e Social da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Dentro dos grupos, diz Boggio, a ideia de sobrevivência e a aproximação com aqueles similares a nós levam as pessoas a pensar de maneira parecida. Com o passar do tempo, as convicções semelhantes são reforçadas em conjunto e acabam se tornando pilares complicados de derrubar. É exatamente esse mecanismo que alimenta as torcidas de futebol, com o seu fanatismo que muitas vezes resulta no ódio ao rival (e, infelizmente, em cenas de violência). O mesmo conceito está por trás de grupos extremistas, radicais religiosos e facções de todos os tipos, incapazes de compreender ou ao menos escutar o outro. Com o cérebro programado por ideias preconcebidas, os integrantes dessas comunidades são impermeáveis a mudanças de comportamento.

Nem sempre, porém, é possível estabelecer uma resposta certa ou errada para muitas questões. Nas sociedades livres, a diversidade de opiniões e o debate entre pessoas que pensam de forma diferente são a maneira de chegar a um consenso e evoluir em pontos divergentes. Também é preciso dizer que, desde que uma ideia não provoque danos a princípios civilizatórios, ela pode ser defendida até o fim. Não são raras as ocasiões em que a teimosia demonstra seu valor. A inglesa J.K. Rowling, autora da saga Harry Potter, teve seus originais rejeitados por doze editoras antes de se tornar uma recordista em vendas de livros. Grandes gênios da inovação igualmente sofreram com o desdém de outros e, não fosse a irredutível obstinação, produtos como o iPhone, de Steve Jobs, ou o Windows, da Microsoft, talvez ficassem pelo caminho. Sem a insistência típica dos vencedores e a sequência de erros e acertos que constitui a construção do pensamento científico, o mundo certamente seria um lugar pior. A teimosia, porém, não faz sentido quando sustenta convicções comprovadamente equivocadas. Por mais que o cabeça-dura não acredite, a Terra é redonda, o planeta está aquecendo e Jobs e Gates produziram obras extraordinárias.

Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. RICARDO LÚCIDO disse:

    Esse estudo me interessa . Eu era um cabeça dura . Deixei de usar vermelho até na cueca , só anca de verde amarelo . De vermelho do respeitava sinal . Minha querida sogra era PETÊ doente . Tinha uma foto de Lula na carteira , chamei ela de sabugo vermelho e de véia mocoronga , Co meu cunhado da Petrobrás quase Íamos as vias de fato . Eu era BOZO , o sangue que corria na minhas veias era verde e amarelo , pintei minha cadelinha de verde amarelo. Briguei com o dono da mercearia que até cortou crediário . Era cabeça dura , não tinha acordo . Hoje sou um homem alforriado . Rompi as amarras da BOZOLÂNDIA . Hoje todo serelepe ( kkkkk) grito aos quatro cantos : VOTEI NELE E ME ARREPENDO . .

    • paulo disse:

      Ihhhhhhhh o papagaio louro José de novo, repetindo tudo outra vez. Tem que ser muito In-lucido mesmo.

VÍDEO: Caixa explica linha de crédito para micro e pequenos empresários

Foto: © Marcello Casal JrAgência Brasil

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, participou de entrevista online sobre como será realizada a linha de crédito do Programa de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). 

O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) abre crédito especial no valor de R$ 15,9 bilhões. O objetivo é garantir recursos para os pequenos negócios e manter empregos durante a pandemia do novo coronavírus no país.

Pelo texto, aprovado no fim de abril pelo Congresso, micro e pequenos empresários poderão pedir empréstimos de valor correspondente a até 30% de sua receita bruta obtida no ano de 2019. Caso a empresa tenha menos de um ano de funcionamento, o limite do empréstimo será de até 50% do seu capital social ou a até 30% da média de seu faturamento mensal apurado desde o início de suas atividades, o que for mais vantajoso.

Cronograma do Pronampe

16 de junho – Micro e pequenas empresas com faturamento até R$ 4,8 milhões anual optantes pelo Simples.

23 de junho – Micro e pequenas empresas com faturamento até R$ 4,8 milhões anual não optantes pelo Simples.

30 de junho – Microempreendedor individual (MEI)

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Mais uma excelente notícia do governo, para salvar milhares de empresas/comércio da falência.

Após 11 mortes, médico explica pesquisa com cloroquina e critica uso político do estudo

Foto: Hector RETAMAL/AFP

A morte de 11 pacientes durante estudo sobre o uso da cloroquina em pacientes graves com Covid-19, em hospital de Manaus (AM), está sendo usada politicamente tanto por críticos do presidente Jair Bolsonaro quanto por seus fiéis seguidores.

Para uns, as mortes provariam que a cloroquina não seria a solução para combater a doença causada pelo novo coronavírus – ao contrário do que defende Bolsonaro, que vê na substância a verdadeira saída para diminuir o isolamento social e suas consequências. Por outro lado, para os “bolsonaristas”, o uso de altas doses de cloroquina em 7 desses 11 pacientes mostraria um “plano da esquerda” para tentar desacreditar a cloroquina e Bolsonaro durante a crise sanitária. Algumas mensagens nas redes sociais, sem qualquer prova, sugerem que os pesquisadores teriam “matado de propósito” só para “desautorizar a campanha pró-cloroquina de Bolsonaro”.

O responsável pelo estudo, o médico infectologista Marcus Vinícius Guimarães de Lacerda, pesquisador há 20 anos, vinculado a duas fundações reconhecidas internacionalmente pelos estudos sobre malária, a Oswaldo Cruz e a Fundação de Medicina Tropical do Amazonas, critica o uso político da sua pesquisa.

Em entrevista para a Gazeta do Povo (leia abaixo), ele afirma que os resultados preliminares não respondem de forma definitiva se a cloroquina é eficaz ou não no tratamento da Covid-19, apenas que a substância é tóxica se utilizada em altas doses – o próprio pesquisador continua um estudo com cloroquina em pacientes em fase inicial da doença, na dose indicada pelo Ministério da Saúde.

Ao mesmo tempo, ele confirma ter usado cloroquina e não a hidroxicloroquina (mais fácil de ser metabolizada pelo organismo), como adotou o estudo chinês que ele quis reproduzir, porque, segundo ele, “a curto prazo cloroquina e hidroxicloroquina não apresentam toxicidade cardíaca; a cloroquina, somente em longo prazo, apresenta toxicidade ocular”.

A Gazeta do Povo procurou diversas fontes que criticam o estudo realizado para tentar averiguar se há, de fato, algum erro no método científico adotado. Algumas dessas fontes questionam a conduta dos responsáveis pela pesquisa, sobretudo as altas doses, mas não quiseram ter seus nomes divulgados e nem mostraram provas.

Leia entrevista aqui na Gazeta do Povo.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Adejair disse:

    Pelo que entendi na matéria o médico responsável pela pesquisa está querendo um álibi. Ficou bem nítido na matéria quando informa que foi utilizado limite superior ao recomendado em alguns pacientes, ou seja, "ERRO" médico.

  2. Henrique disse:

    Sabia que altas doses são tóxicas e mesmo assim forneceu aos pacientes?
    Queria testar o que todos conhecem?
    Tá mal contada a história.
    As doses eram cavalares. E depois saiu alardeando na mídia que iria parar o estudo porque tinha havido complicações com a cloroquina.
    É muita irresponsabilidade para um profissional.

  3. Joao disse:

    Esse medico foi irresponsavel.. se ha uma dose maxima diaria, pq ele passou deste limite recomendado pelo MS? Que tipo de pesquisa particular é esta que parece nem registro existir? Ora.. ate uma aspirina dada em excesso tb pode matar. E ainda continua a pesquisa usando agora a dose recomendada, isso corrige o erro anterior? Este farmaco pode ser administrado ate seis semanas pra tratamentos específicos, sem graves efeitos colaterais em percentual alto de pacientes. Sao 100 anos de uso para tratar malaria, sem praticamente riscos Muito irresponsavel.

  4. Manoel disse:

    Estou muito ansioso pra ver esses médicos e cientistas defenderem que TODOS os remédios vendidos em farmácia precisam de receita já que TODOS tem muitos efeitos colaterais e contra indicações. Quem quiser ver eh só ler a bula dos remédios que toma… Ou será que só agora descobriram que hidroxicloroquina e Anitta tem efeitos colaterais??

Secretaria Municipal de Saúde em Natal explica morte de bebê por Covid-19

Natal tem terceiro óbito em decorrência da COVID-19

A Secretaria Municipal de Saúde de Natal, SMS-NATAL, informa que nesta terça-feira (07), foi a óbito a terceira vítima diagnosticada com a COVID-19 na capital potiguar. O paciente era um recém-nascido, que nasceu de parto prematuro, com 30 semanas. De acordo com a nota, a mãe apresentava quadro de hipertensão, diabetes, obesidade e síndrome respiratória a esclarecer.

Segundo a Saúde em Natal, a paciente chegou no dia 02 de abril, ficou em isolamento respiratório e foi para a sala de parto de um hospital público. Na ocasião, foi feita uma cesariana e laqueadura, sendo admitida em seguida no isolamento do centro cirúrgico.  Ainda segundo a SMS, o recém-nascido foi a óbito no dia 07 de abril e o resultado do exame deu positivo para COVID-19.

“O exame da mãe foi realizado e aguarda a emissão do resultado pelo LACEN. Ela encontra-se em isolamento domiciliar. A Prefeitura de Natal se solidariza com familiares e amigos da vítima”, encerra nota.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bora trabalhar disse:

    Quer dizer que o EXAME PEDIÁTRICO é diferente do exame do adulto? Entendi…kkkk
    #BORATRABALHAR

  2. rafael disse:

    Pouco mais de 7 meses de gestação.
    Uma pena, condolências a família e torcer agora pela mãe.

  3. João Henrique disse:

    O curioso é a rapidez do resultado do exame dessa criança!

  4. Antonio Turci disse:

    Curioso. Parece que no RN as pessoas começaram a morrer agora. Absurda esta contagem (alguns a chamam de estatística) onde mal se perde a vida vão ligo dizendo que é Covid19. Estou concretizando minha desconfiança: esse pessoal da Secretaria de Saúde do Estado precisa de rumo, ou de primo, com queiram.

  5. Cidadão Natalense disse:

    Resta saber se a causa da morte foi o vírus. O fato do exame resultar positivo não quer dizer necessariamente que o bebê tenha morrido em função do vírus. Pode ter morrido por outra causa. Interessante a matéria fala de um monte de características da mãe… Nenhuma do bebê. Em tempos de terrorismo midiático, precisamos ficar atentos. Não estou dizendo que a causa não tenha sido o COVID-19, porém a notícia é pobre em detalhes.

Presidente do América explica fala sobre recomendação para jogos sem torcida

Foto: Reprodução/Twitter

O presidente do América, Leonardo Bezerra, entrou contato com o Blog para explicar a repercussão sobre a sua fala no microblog Twitter nesta sexta-feira(13), destacada em post, sobre a recomendação da Sesap para cancelamento de eventos de massa, especificamente, no caso do futebol, disputada de jogos sem torcida, como medidas de prevenção contra o coronavírus.

“Deixa eu só esclarecer: quando digo é muito difícil. não me vem à cabeça nunca que foi uma medida para atingir o América. Mas é muito difícil que no momento que iríamos ganhar o dinheiro de uma folha inteira de pagamento só com renda, sem falar no apoio da torcida para uma cota de 2M se ganharmos a partida tenha acontecido essa determinação”.

Leonardo ainda completou. “É muito difícil fazer futebol num estado quebrado como o nosso”.

Por fim, o presidente do América deixou a entender que o clube não é contra a recomendação de saúde pública. “Mas se vai fechar realmente igrejas, cinemas e todos os estabelecimentos con um aglomerado de mais de 100 pessoas. Como você falou, quem é o presidente do poderoso América para ir contra?”, encerrou.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cico disse:

    Perdeu uma boa oportunidade de ficar CALADO! Essa turma do América sempre foi arrogante. O que danado tem haver o RN com medidas de combate à uma pandemia, coisa internacional!? Trata-se de sorte, e seu time teve esse ano de não pegar um clube de série A até agora.

  2. Tutu disse:

    Sou Abcedista, mas essa decisão é precipitada e péssima para o mequinha, acho que eles são merecedores da presença da torcida e não há motivo para essa histeria aqui no RN.

DNIT anuncia a construção de Viaduto no Complexo Viário do Gancho de Igapó e explica mudanças no tráfego das rodovias federais 101/Norte e 406/RN

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes no Estado do Rio Grande do Norte (DNIT/RN) realiza, nesta quinta-feira (20), às 16h, coletiva de imprensa para anunciar o início da terceira etapa de obras do Complexo Viário do Gancho de Igapó. Nesta fase, será construído um viaduto sobre a BR-101 e BR-406. Na quarta fase, a ser iniciada em seguida, será construído o túnel que fará a ligação entre a Avenida das Fronteiras e a RN-160 e a BR-101/Norte.

Veja mais: Com construção de viaduto, entenda a alteração no Trânsito no entorno do Gancho de Igapó

O Complexo Viário do Gancho de Igapó é um empreendimento rodoviário de grande importância para a melhoria da mobilidade urbana e muito aguardado pela população da Zona Norte de Natal e de municípios vizinhos.

Durante a coletiva, também serão explicadas as alterações que ocorrerão no tráfego para viabilizar a construção do viaduto e do túnel.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. natalsofrida disse:

    Estamos num governo sério, sem falcatruas e roubos. Vai sair sim o viaduto vê com certeza rápido. Valeu capita.

  2. Everton disse:

    E a duplicação da reta Tabajara é só conversa fiada do governo Bolsonaro

    • Terto Ramos disse:

      Se oriente meu caro.
      A obra segue a todo vapor, não para mais como em outros tempos.
      Vai lá vê, ao invés de ta falando merda.
      Vá no YouTube e veja o festival, o show de inauguração que o ministro Tarcísio está propiciando junto com o presidente Mito.
      Se comparado com o seu governo corrupto é duzentas mil vezes, a zero viu??
      Veja o que aconteceu recentemente no Pará. A INAUGURAÇÃO DA BR 163, UM SONHO, UMA ESPERA DE 40 ANOS, pois pra vc que é desenformado, está PRONTA.
      kkkkkkk
      Chola não BB. O Brasil vai dar certo, nas mãos do presidente Bolsonaro kkkkkk
      Vc vai vê.

  3. Getro disse:

    Enquanto isso as passarelas do complexo viário da BR 304 em Mossoró não foram feitas por falta de verbas, mas para Natal não falta!!!!!

  4. Bader disse:

    Desde da copa do Brasil que isso está no papel

  5. Edejuniornatal disse:

    Se tiverem o mesmo empenho como aconteceu em Parnamirim realmente sai

    • paulo disse:

      BG
      A saída do prolongamento da Prudente de Morais já chegando na BR101 está horrivel, a construtora não terminou a calçada o mato esta altissimo e a visibilidade ZERO, a curva que os "engenheiros" da obra fizeram com mais de 90° graus e o risco iminente de acidentes graves pois os veículos que transitem na via lateral da BR 101 vem com muita velocidade. O DENIT deve estar esperando um grave acidente com mortos para desmanchar a geringonsa que fizerem no acesso a pista lateral.

VIRALIZOU NO PAÍS: Gerente de supermercado que ignorou bandido explica calma de vítimas: ‘nunca fomos assaltados’

Foto: Reprodução EPTV. VÍDEO AQUI em matéria na íntegra

Imagine uma cidade pacata. Essa é São João Batista do Glória (MG). O município de pouco mais de 7 mil habitantes é mais conhecido por suas cachoeiras e belezas naturais aos pés da Serra da Canastra, do que pelo progresso e suas mazelas, como a criminalidade. Foi lá que um fato inusitado chamou a atenção: um homem anunciou um assalto em um supermercado, mas desistiu do crime depois de ser ignorado pelas vítimas. (Reveja o vídeo acima)

O G1 então foi atrás de respostas e descobriu o motivo de tanta calma dos funcionários: em três décadas de existência, o estabelecimento nunca havia sido assaltado. Sequer sofreu uma única tentativa.

“O supermercado aqui tem quase 30 anos e nunca aconteceu isso, é a primeira vez, a cidade é muito tranquila. Nos mais afastados já aconteceu, mas aqui não. A praça é muito movimentada, fica difícil o acesso”, contou o gerente do supermercado, Jorge Batista de Oliveira.

A cena foi flagrada pelas câmeras de segurança. As imagens mostram quando um homem com um capacete entra no supermercado e anuncia o assalto. Os clientes e funcionários do mercado não entendem muito bem e continuam tudo como se nada tivesse acontecido.

O assaltante anuncia mais uma vez o assalto, mas mais uma vez, nada acontece. Ignorado, ele desiste e vai embora. A imagem mostra ainda que um dos clientes inclusive continua tomando uma cerveja.

O rapaz estava com a mão nas costas como se estivesse armado. Mas, como ninguém reagiu à tentativa, ele foi embora sem levar nada do supermercado.

“Tava todo mundo concentrado ali empacotando, os caixas tudo com fila, tinha um rapaz até tomando uma cerveja na fila. O menino estava empacotando, virou, olho pra ele e voltou a empacotar de novo normal (risos). As meninas que estavam no caixa nem perceberam. O pessoal não deu atenção e ele saiu correndo”, contou o gerente.

Só que saindo dali, o criminoso não perdeu a viagem. Segundo a polícia, o rapaz foi até outro supermercado no mesmo bairro e lá ele conseguiu levar o dinheiro do caixa: R$ 330 e um celular.

Segundo a Polícia Militar, ele não estava sozinho. Um outro homem aguardava em uma moto. Mais cedo a dupla também já tinha assaltado uma mercearia em Passos. A PM informou que já tem informações sobre os suspeitos, mas até o momento, ninguém tinha sido preso. No supermercado, a segurança deverá ser reforçada.

G1-MG

Governadora recebe prefeitos e explica medidas do Proedi – recentemente implantado

Foto: Ivanízio Ramos

A governadora Fátima Bezerra recebeu nesta terça-feira, 24, a comissão representativa dos prefeitos de todas as regiões do Estado. Na sala de reuniões da Governadoria, Fátima dialogou sobre as medidas do Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial – Proedi recentemente implantado e que substitui o antigo Proadi – Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial.

Fátima explicou que as medidas “vão promover dignidade ao povo do RN. Não podemos deixar o RN como está, com empresas indo embora, lojas fechando, empregos se reduzindo, tivemos um desastre com o modelo do incentivo ao querosene de aviação na gestão passada. Deixamos de arrecadar R$ 30 milhões e perdemos voos e milhares de visitantes. Não tínhamos mais como continuar com o modelo anterior de incentivos fiscais”.

A governadora destacou que o Proedi inicia um ciclo de desenvolvimento, estabelece condições para o RN competir com os demais estados na atração de indústrias e favorece investimentos também para as pequenas cidades. “Com o Proedi todos ganham, o Estado, os municípios, a população e o investidor. Ele é resultado de muito estudo da nossa equipe econômica e vai alavancar o desenvolvimento do nosso Estado”.

Em relação às queixas dos prefeitos sobre redução no valor do rateio do ICMS nos primeiros meses de vigência do Proedi, a governadora lembrou que já havia pedido prazo de 30 dias (primeiro mês de vigência) para voltar a se reunir com os municípios e analisar concretamente a situação diante do novo quadro financeiro e fiscal. “No próximo dia 11 já teremos esta reunião, quando vamos discutir à luz dos novos dados gerados pelo Proedi”, afirmou Fátima Bezerra.

O secretário de Estado da Tributação (SET), Carlos Eduardo Xavier, lembrou que em 2012 o Proadi gerava 42 mil empregos. Este ano ficou reduzido a apenas 23 mil. “Perdemos mais de 20 mil empregos, por isso fizemos a nova modelagem que deixa o RN em igualdade de condições com os demais estados”, disse. O titular da SET admitiu redução de 25% na primeira parcela do repasse do ICMS aos municípios. Mas a redução não se aplica às demais parcelas.

Aldemir Freire, secretário de Estado do Planejamento, mostrou que a formatação do antigo Proadi era um modelo falido e que só existia no RN. “O Proadi gerava a desindustrialização, a saída de empresas para outros Estados. Agora com o novo Proedi o nosso Estado se iguala aos demais e inova quando torna mais vantajoso a empresa se instalar no interior”, reforçou Aldemir.

O secretário estadual de Gestão de Projetos Fernando Mineiro acrescentou que é exigência do plano Mansueto – de ajuda financeira do Governo Federal aos estados – a revisão dos incentivos fiscais. “Também neste ponto o Proedi veio para favorecer o Rio Grande do Norte como um todo”, enfatizou.

Com o Proedi, informou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaime Calado, o município de Goianinha, por exemplo, tem previsão de receber oito novas empresas. “Ganha o município e todos os outros, devido à regra do rateio do ICMS”, argumentou.

O diretor da Federação das Indústrias do RN, Roberto Serquiz, esclareceu que “o Proedi vai promover a interiorização da indústria e recuperar as perdas que o RN teve nos últimos anos para os Estados vizinhos”

Na reunião, a governadora esteve acompanhada, ainda, do vice-governador Antenor Roberto, do Secretário Chefe do Gabinete Civil, Raimundo Alves, e do Procurador-Geral do Estado Luiz Antônio Marinho. Também participaram, representando a Assembleia Legislativa, os deputados Bernardo Amorim, Hermano Morais e Getúlio Rego. A Câmara Municipal de Natal foi representada pelo presidente, vereador Paulinho Freire.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Anti-Político de Estimação disse:

    Espero que a politicalha , se não pode ajudar , que pelo menos não atrapalhe a retomada dos empregos no RN . Independentemente de questões partidárias e eleitorais temos que torcer A FAVOR do nosso Estado e do nosso País, e não de determinados políticos, que só se preocupam com eles mesmos.

Como o comportamento de manada explica adesão impensada aos ativismos políticos

Pixabay

O ativismo se expressa, sobretudo, através de movimentos coletivos. Mas essa própria noção de coletividade pode ser uma pressão para pessoas participarem de um movimento simplesmente para sentirem que fazem parte de algo: a chamada “mob mentality” ou comportamento de manada é um instrumento político e uma arma para promover a agenda de grupos específicos.

A teoria psicológica de “comportamento de manada” sugere que seres humanos têm maior probabilidade de adotar determinados comportamentos porque seus amigos, colegas de trabalho e vizinhos já o adotam. Basicamente, ninguém quer ser o primeiro ou o último a fazer algo, mas sim estar seguro e inserido em um determinado grupo social.

“Se a questão é o que fazer com uma caixa de pipoca vazia em um cinema, com que rapidez dirigir em um determinado trecho de rodovia ou como comer o frango em um jantar, as ações das pessoas ao nosso redor serão importantes para definir nossa resposta”, diz o psicólogo Robert Cialdini, autor de “Influência: A Psicologia da Persuasão”.

A mesma lógica se aplica a ideologias políticas: um estudo da Universidade da Califórnia em Berkeley constatou que as pessoas tendem a alinhar suas opiniões políticas as do grupo em que estão inseridas.

O experimento reuniu 63 pessoas de duas cidades do Colorado: o primeiro de Boulder, um município com maioria de esquerda, enquanto o outro reunia pessoas de Colorado Springs. Ambos os grupos discutiram aquecimento global, ações afirmativas e união civil para casais do mesmo sexo.

Nas duas discussões, o principal efeito foi tornar os membros do grupo mais extremos em suas opiniões, comparado ao que eram antes de começarem a conversar. Ou seja: progressistas se tornaram mais progressistas nas três questões, enquanto conservadores se tornaram mais conservadores.

“Todos queremos tomar decisões melhores. Estudos identificam os papéis benéficos das estruturas de diversidade de pensamento, subgrupo e liderança plana na otimização de ideias e resolução de problemas”, diz Zac Baynham-Herd, analista da prática de ciências comportamentais da Ogilvy Consulting. “À medida que a atividade online cresce, o potencial de proliferação de ‘ovelhas negras’ e ‘comportamento de manada’ também aumenta”, acrescenta.

Pertencimento

No caso dos movimentos ativistas, o comportamento de manada pode levar à influência sobre as pessoas para participarem de uma ação simplesmente para se sentirem parte do grupo. Simultaneamente, seguir a manada simplifica ideias complexas — que deveriam ser as pautas dos movimentos.

“Se o que você está pensando pode ser facilmente expresso em um slogan e gritado ou erguido no alto por uma multidão, então você provavelmente não está pensando em nada”, diz David Rieff, autor do livro “A Bed for the Night: Humanitarianism in Crisis”.

Estudos do matemático Steven Strogatz da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, chamam esta dinâmica de “Sincronização de Multidão”, uma inclinação para a harmonização das ações de forma coletiva quando os indivíduos se agrupam. O matemático afirma que essa propensão à organização espontânea está presente em todos os seres humanos. O fenômeno, porém, é observado quando todos começam a praticar uma mesma ação, em um mesmo sentido.

“Copiar o que as outras pessoas fazem pode ser útil em muitas situações, como que tipo de telefone comprar, ou para os animais, para que lado correr se a situação é perigosa”, explica o Dr. Colin Torney, coordenador de um estudo sobre comportamento de manada publicado na revista Royal Society Interface.

“No entanto, o desafio está em avaliar crenças pessoais quando elas contradizem o que os outros estão fazendo. Nós mostramos que a evolução vai levar as pessoas a superutilizar a informação social, e copiar os outros muito mais do que deveriam”, acrescenta.

A irracionalidade das multidões

Em 2011, um protesto começou com uma marcha pacífica contra o assassinato cometido por um policial e rapidamente se tornou violento. Várias regiões de Londres foram alvo de estimados 3.443 atos de vandalismo, saques e incêndios criminosos, com 14 cidadãos feridos e cinco assassinados.

Na Alemanha, uma série de relatos de violência foram registrados em Colônia, Hamburgo e Frankfurt na véspera de Ano Novo em 2016. As vítimas apresentaram mais de 500 denúncias criminais: grandes grupos de homens se reuniram nas estações de trem e começaram a perseguir, roubar e agredir sexualmente centenas de mulheres. Os crimes foram atribuídos a imigrantes e refugiados e, como resposta, outros grupos passaram a atacar essas populações.

“Um fator pode ter contribuído para a escalada da agressão: as próprias multidões”, dizem Mina Cikara, professora de psicologia de Harvard, e Adrianna Jenkins, pesquisadora na Universidade da Califórnia em Berkeley, autoras de um estudo sobre o comportamento de rebanho. “Agir como parte de um grupo pode fazer com que os indivíduos se sintam mais anônimos e menos responsáveis ​​por suas ações.”

O perigo do comportamento de manada é que dá permissão para atitudes que os indivíduos, sozinhos, provavelmente não fariam. “Qualquer pessoa que tenha sofrido bullying em um pátio da escola ou, mais precisamente, alguém que já tenha participado do bullying ou apenas tenha ficado parado enquanto estava acontecendo, conhece muito bem aquela sensação de que não há culpa se você estiver fazendo o que todo mundo faz. Você acaba fazendo, ou pelo menos apoiando, coisas que nunca faria sozinho”, diz David Rieff.

Rieff exemplifica o comportamento de manada com o chamado Paradigma Asch, que deriva de uma série de experimentos realizados na Swarthmore College. No experimento, dois grupos de voluntários receberam um teste de visão padrão. No grupo de controle, o teste foi direto: pesquisadores administraram a atividade e anotaram os resultados, sem fazer nenhum esforço para influenciar as respostas. Cada sujeito teve sua chance de responder, sendo permitido que todos ouvissem as respostas de seus colegas. Quando foi dada uma resposta incorreta a uma determinada pergunta, não houve evidências de que outras pessoas no grupo alterassem suas próprias respostas como resultado.

Por outro lado, no outro grupo, os pesquisadores plantaram indivíduos que foram instruídos a dar respostas erradas às perguntas do teste. Quando pelo menos três pessoas deram respostas erradas idênticas, até 75% do grupo seguiu o exemplo, fornecendo a mesma resposta incorreta.

“O problema dessa ‘falta de sabedoria’ das multidões vai muito além de uma simples dicotomia entre o verdadeiro e o errôneo”, diz Rieff. “No contexto de uma multidão, o que se acredita pode realmente ser de importância secundária”, acrescenta. “Pense no comportamento das multidões políticas do momento presente: é um exercício após o outro de simplificação radical, decompondo ativamente todos os elementos da individualidade e da civilização”, conclui.

Gazeta do Povo

 

Estudo explica o que leva uma pessoa a enviar nudes sem ninguém ter pedido

Foto: Ilustrativa

Quem constrói os limites de um relacionamento, a rigor, são as pessoas envolvidas nele. Alguns fetiches podem ser extremamente prazerosos para uns, mas acabar causando constrangimento em outros. E não estamos falando só de práticas incomuns: os famosos “nudes” podem ser extremamente invasivos. Ainda mais quando não são solicitados.

Mas o que leva uma pessoa a enviar fotos da própria genitália sem ninguém ter pedido? Considerando que as “dick pics” (literalmente “fotos de pênis”, em inglês) nunca estiveram tão na moda, pesquisadores do Canadá e Estados Unidos resolveram investigar as razões que levam homens a compartilhá-las.

O experimento fez parte de um estudo científico, e foi publicado na revista The Journal of Sex Research. Participaram, ao todo, 1.087 homens héteros, que forneceram respostas em um questionário online. As perguntas avaliavam quais eram suas motivações para o envio de nudes – bem como as reações que eles esperavam obter da pessoa que estava do outro lado da tela. O questionário envolvia também perguntas sobre personalidade, para medir os níveis de narcisismo e machismo dos voluntários.

De acordo com os resultados, 48% dos marmanjos afirmaram já ter mandado nudes sem a parceira ter pedido. E a principal razão para isso, apontada por 43,6% dos que já enviaram, era simples: eles esperavam receber fotos de volta. A segunda razão mais citada (em 32,5% dos casos) justificava que “essa é uma maneira normal de flertar”. Quanto a reação que eles esperavam enviando as imagens, 22% achavam que elas se sentiriam “valorizadas” ao receber as fotos.

Todos essas respostas, segundo o estudo, consideravam que a mulher poderia responder positivamente à atitude. Mas também apareceram motivações explicitamente negativas para o envio das fotos picantes: 15% dos voluntários afirmaram que enviaram nudes para provocar medo nas destinatárias, e 8% esperava evocar nelas uma sensação de vergonha – o que, convenhamos, é uma péssima forma de se aproximar de alguém.

Alguns participantes mostraram misoginia (6%) e necessidade de estar no controle (9%) como suas principais motivações. No questionário, esses resultados estavam associados a frases como “eu sinto uma sensação de desconforto em relação às mulheres e enviar fotos de pênis é algo que me satisfaz”, ou “enviar fotos de pênis me dá um sentimento de controle sobre a pessoa para quem eu enviei”.

Os resultados da análise das personalidades não surpreenderam ninguém: homens que mandaram nudes gratuitos se mostraram mais narcisistas e machistas do que aqueles que não mandaram. A pesquisa destaca que experimentos sobre o tema se revelam cada vez mais necessários na sociedade atual, “dadas as atuais ansiedades culturais em torno de sexting, pornografia de vingança e outras formas de sexualidade mediada por tecnologia”.

Resumo da ópera? Tenha em mente que a grande maioria das mulheres não acha legal uma foto de pênis recebida de surpresa. Como o estudo concluiu que a maioria dos homens que faz isso espera imagens sensuais de volta, vale a máxima: se quer um nude, peça. Queimar a largada e mandar de sopetão um retrato de seu instrumento não é uma boa forma de quebrar o gelo.

Super Interessante

 

Secretaria de Saúde explica caso de sarampo em Natal

Foto: Divulgação SMS

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) promoveram, nesta segunda-feira (29), uma coletiva de imprensa para explicar sobre o caso de sarampo confirmado em Natal na semana passada.

Segundo Vaneska Gadelha, chefe do Núcleo de Agravos Imunopreveníveis (NAI) da SMS, tanto o homem diagnosticado com a doença, quanto as pessoas que tiveram contato com ele, estão sendo observadas pelas equipes de saúde. “Foi feito o bloqueio vacinal de todas as pessoas que tiveram contato com o paciente e todos estão sendo acompanhados pelos próximos 30 dias para saber se apresentam algum sintoma”, destacou.

Com o bloqueio vacinal realizado dentro do que diz o Ministério da Saúde – até 72 horas após a notificação – o secretário adjunto da Sesap, Petrônio Spinelli, destacou que não existe necessidade de pânico na população. “Foi um único caso e as equipes de saúde do município e estado agiram perfeitamente. Passamos 19 anos sem nenhum caso registrado em todo o Estado, o que significa que as vacinas funcionam. O que as pessoas precisam agora é manter a carteira de vacinação em dia”.

SMS e Sesap explicaram ainda que quem já foi vacinado contra sarampo não precisa tomar uma nova vacina. Entretanto, se uma pessoa até 49 anos não tem certeza se foi imunizado, pode buscar um posto de saúde para receber a dose. Acima dessa idade, não é feita a vacinação, já que existe o risco do paciente desenvolver a doença.

“As pessoas precisam aprender a cuidar de sua carteira de vacinação, como se cuidam de outros documentos, como carteira de identidade e motorista. É com a ela que o profissional de saúde vai saber se você está imunizado ou não para determinada doença”, explicou Vaneska.

O CASO

O paciente diagnosticado é do sexo masculino e tem 54 anos. Com histórico de viagem recente para o município de São Paulo – no período de 07 a 11 de julho – o paciente foi avaliado pelo médico infectologista e o material necessário foi coletado e encaminhado para análise, com a confirmação vindo dias depois.

SINTOMAS DA DOENÇA

Os sintomas iniciais apresentados pelos pacientes são: febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular, coriza e congestão nasal e mal estar intenso. Após estes sintomas, há o aparecimento de manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés, com duração mínima de três dias.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Norman Lopes disse:

    Norman Lopes
    Jornalista – DRT PB 5237/90

    A última Leva de concursados, nos quadros da Secretaria de Saúde da Prefeitura do Natal, ainda continua ao deus-dará, tamanha indiferença do gestor, no tocante aopagamento das gratificações. O salário do enfermeiro, aprovado, nos quadros da Estratégia de Saúde da Família, por exemplo, sem a devida gratificação (GESF) vira um salário minguado e desprezível. Para se ter uma ideia do descaso e da falta de compreensão do prefeito Álvaro Dias (MDB), os funcionários recém concursados cumprem carga de 40 horas, mas o edital do concurso reza em letras garrafais 30 horas semanais. O direito à gratificação com o aumento da carga horária vira uma situação de vida ou morte. Salvo a primeira convocação dos aprovados, as últimas duas, a segunda e a terceira chamadas, ainda não receberam, apesar do longo período de 6 meses, um centavo da tão esperada gratificação.

    Os funcionários e suas respectivas famílias vêm de público conclamar MinistérioPúblico, Câmara de Vereadores e o Sindicatos das categorias. Não é possível que o simples capricho de um gestor sem coração ou bom senso condene famílias inteiras ao desprezo.

    Caso não haja a implantação do direito estabelecido, os concursados lesados pelo atual prefeito promoverão panelaços e apelarão, inclusive, pela tortura da greve de fome. É inadmissível que Ele, o prefeito – maior interessado no voto dos cidadãos – seja capaz de trair os funcionários concursados, justamente, em um ano pré-eleitoral.

  2. CABECINHA CARVALHO disse:

    Realmente o pessoal da secretaria passou no local para vacinar as pessoas que tiveram contato com o professor! Mas a pessoa que me referi não estava presente e vai passar no posto para tomar a vacina!!

  3. CABECINHA CARVALHO disse:

    Realmente o pessoal da secretaria passaram no local vacinar as pessoas que tiveram contato com o professor! Mas a pessoa que me referi não estava presente e vai passar no posto para tomar a vacina!!

  4. CABECINHA CARVALHO disse:

    Um professor também contraiu Sarampo , não sei se é a mesma pessoa!conheço pessoas que tiveram contato com o mesmo!! e não esta sendo assistida como diz a matéria da Secretaria de Saúde!

  5. Teresa disse:

    Em São Paulo tem muito casos.

Diretor da Funpec explica como funciona a auditoria na Fundação e como são indicados os conselheiros

Fotos: Reprodução

O diretor da Fundação Norte-rio-grandense de Pesquisa e Cultura (Funpec), professor André Maitelli, questionado pelo BG em entrevista ao programa Meio-Dia RN, na 98 FM, nesta sexta-feira(31), sobre quem audita a Fundação, disse que são realizadas por órgãos financiadores, a UFRN e TCU.

Sobre como funcionam as indicações na Fundação,o  professor André Maitelli explicou que os conselheiros são indicados pelos centros acadêmicos da Universidade.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luiz Dionísio disse:

    A auditoria tem que ser feita pela PF o MP daqui é suspeito, tem “parcerias” obscuras com essa Funpec

  2. Raimundo disse:

    Amigos ele pode ser a melhor pessoa do mundo reencarnação da Madre Tereza, mais que tem mutreta nessa Funpec não tenho dúvidas.

  3. Alicia disse:

    Henrike, você é advogado da Funpec? Ou também participa do racha?

  4. Henrique Föppel Uchôa disse:

    É uma covardia dupla: com a Instituição e com o ser humano, André Maitelli professor de reputação ilibada, chefe de família e acima de qualquer suspeita… depois da tempestade virá a bonanza !!! Amplexo fraterno !!!

    • Sérgio Nogueira disse:

      Comentário que exagera tanto que faz qualquer xeleléu profissional sentir vergonha.

  5. Carla disse:

    Uma pessoa admirável! Que Deus lhe dê forças para superar este momento e seguir em sua missão que é acima de tudo promover o bem e o progresso do nosso estado.

    • Sérgio Nogueira disse:

      Poderia nos presentear com a informação de como ele consegue isso contratando por valores astronômicos empresas de São Paulo?
      O caso FUNPEC só tem dois personagens: o idiota útil e o corrupto. Ou não?

  6. Ivan disse:

    Ele e seus colegas também explicam como o Lula foi condenada sem provas…Lava-Jato nas universidades já!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  7. Waldemir disse:

    Esse diretor é filiado a algum partido politico ?????!

  8. yago disse:

    Quem vai explicar daqui uns dias como funcionava o esquema é a PF e o MPF, aguardem cartas…

  9. Zanoni disse:

    MPF, vamos investigar a sangria que está sendo anunciada.

  10. Cortez Pereira Junior disse:

    Gostaria de saber a filiação dessa figura?