Diversos

Município de Natal deve contratar empresa para fornecer gases medicinais

 

O juiz Geraldo Antônio da Mota, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Natal, determinou que o Município do Natal, através de sua Secretaria de Saúde, adote, no prazo máximo de 90 dias, as medidas necessárias à contratação de empresa, para fornecimento de gases medicinais (ar comprimido medicinal, oxigênio gasoso/líquido, óxido nitroso e oxigênio gasoso medicinal), com locação/comodato dos respectivos equipamentos.

Neste espaço de tempo, o Município do Natal deverá pagar mensalmente à empresa Linde Gases Ltda, autora da Ação Declaratória, as obrigações decorrentes deste fornecimento temporário, sob pena de efetivação de bloqueios na conta única municipal dos valores resultantes desta prestação.

O magistrado determinou ainda que, transcorrido o prazo, fica a Linde Gases Ltda autorizada a suspender o fornecimento dos gases medicinais e equipamentos, que não sejam objeto de nova contratação. Foi determinada a intimação do Secretário Municipal da Saúde, em caráter de urgência, para cumprimento da obrigação imposta. (mais…)

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Judiciário

Precatórios: Judite Nunes depões hoje no CNJ

A ex-presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, Judite Nunes,  irá depor hoje no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O depoimento, previsto para as 16h, é referente ao  esquema de desvio de precatórios, investigado pela Operação Judas.

A Corregedoria Nacional de Justiça e apura os desvios de recursos para pagamento de precatórios no primeiro ano da gestão da desembargadora.

Segundo determinação do plenário do CNJ, a Corregedoria irá analisar o último ano de execução das fraudes no setor de precatórios, em 2011. Naquele ano, foram desviados cerca de R$ 6 milhões pela ex-chefe do setor de precatórios do TJRN, Carla Ubarana.

Opinião dos leitores

  1. O que não entendo é que em quatro anos de gestão dos outros dois Desembagadores sumiu 7 milhões e em um ano da desembargadora Judite o desvio foi de 6 milhões, sinal que Carla Ubarana conforme o tempo foi passando ela foi exagerando mais no roubo, com isso ficou bem mais fácil descobrirem a fraudi……. Aí fica minha dúvida, será que todos desembargadores estão envolvidos ou esta mulher conseguiu fazer isso só??????

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Judiciário

Tribunal de Justiça testa novo sistema que ampliará celeridade processual

A redução em até 70% no prazo de julgamentos dos processos da Justiça Estadual de primeiro e segundo graus é um dos principais benefícios possibilitados pelo Processo Judicial Eletrônico (PJe), novo sistema que será utilizado pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte e que já na fase de testes e homologação do projeto piloto. Inicialmente, o PJe será implantado nos Juizados Cíveis da Zona Sul de Natal e na 3ª Turma Recursal do TJRN.

O PJe tem a mesma finalidade do SAJ – sistema utilizado atualmente pelo TJRN – com a diferença que dará maior celeridade na tramitação dos processos judiciais, além de integrar todos os Tribunais de Justiça do país, e ainda a Justiça Federal, do Trabalho e os Conselhos.

A expectativa é que o PJe seja implantado ainda neste primeiro semestre, de acordo com previsão do Departamento de Projetos e Sistemas, da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic) do TJRN. “Nos Juizados Especiais da Zona Sul, o sistema será implantado até a segunda quinzena de maio, já na 3ª Turma Recursal será até a segunda quinzena de junho”, afirma o diretor do Departamento de Projetos e Sistemas, Kleber Fernandes.

O diretor aponta que a ideia é envolver os servidores e magistrados durante o período de homologação para a análise dos fluxos e ajustando o sistema para a realidade do TJRN. “O TJRN está se preparando para utilizar o PJe. O sistema está instalado nas nossas bases de testes. O importante agora é envolver os usuários na homologação do sistema. Esse não é um projeto específico da TI, é do Tribunal como um todo com apoio do CNJ, que foi quem desenvolveu o sistema de software”, disse.

Após a implantação do projeto piloto, o grupo gestor do projeto, apoiado pela Setic e demais grupos de trabalho envolvidos, fará um relatório avaliativo que será entregue à Presidência que decidirá a viabilidade desse sistema para o TJRN. “A nossa previsão é que até o final de junho tenhamos o relatório consolidado sobre o projeto piloto para então avaliarmos a viabilidade de implantação definitiva do PJe em todo o Tribunal de Justiça”, destaca Kleber Fernandes.

 

 

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Judiciário

Concessionária foi condenada a reparar defeitos em veículo com vícios de fábrica

A juíza Thereza Cristina Costa Rocha Gomes, da 14ª Vara Cível de Natal, condenou a concessionária Nove Nordeste Veículos Ltda a pagar à uma cliente indenização por dano material, bem como R$ 10 mil a título de compensação por danos morais, em virtude de ter sofrido alguns problemas com um veículo zero quilômetro adquirido junto àquela empresa e que até o presente momento continua sem solução.

Pela decisão judicial, a concessionária deve ainda reparar efetiva, definitiva e integralmente, todos os defeitos do veículo automotor mencionados nos autos dentro do prazo de 30 dias, sob pena de, ao final desse prazo, ser condenada a substituir o veículo por equivalente em condições de uso, a partir daí sob pena de multa de R$ 10 mil por cada dia de atraso, até o limite de R$ 100 mil.

A magistrada também condenou a empresa a entregar provisoriamente à autora, assim que depositar o veículo para o período máximo de 30 dias de reparos, outro automóvel que ao seu seja equivalente, para uso até que os reparos sejam feitos e a situação fique resolvida (ou pelo reparo efetivo, definitivo e integral do bem ou pela sua substituição em definitivo). Aqui também incide a mesma pena imposta no parágrafo anterior.

A autora alegou nos autos que adquiriu veículo automotor (Jinbei Topic, 2011/2011, branca) na data de 15 de março de 2012, da Nove Nordeste Veículos Ltda e que essa compra se deu mediante financiamento com instituição financeira. Porém, que desde maio de 2012 o bem começou a apresentar sucessivos e diversos problemas mecânicos e de funcionamento, conturbando o uso diário e regular.
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Economia

Mais de 4.800 candidatos se inscrevem em concurso para juiz do TJRN

Mais de 4.800 candidatos obtiveram o deferimento das inscrições para o concurso de magistrado do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN). De acordo com o juiz auxiliar da vice-presidência, Flávio Barbalho, 7.491 pessoas se cadastraram para o certame, uma média considerada expressiva. Após a fase de homologação definitiva dos concorrentes, ocorrerá a primeira prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório. A data prevista da avaliação é 21 de abril.

“O Tribunal espera que o concurso seja concluído até o final de 2013”, afirmou o juiz auxiliar. Serão cinco as etapas do certame. Além da prova objetiva, os candidatos realizarão uma prova discursiva e uma prática de sentença e cumprirão fases como a aferição de idoneidade, documentação, sindicância da vida pregressa do concorrente, prova oral e avaliação de títulos.

A previsão é de que sejam nomeados 40 novos juízes, a depender da disponibilidade orçamentária do Poder Judiciário potiguar.

TJRN

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Judiciário

Paciente terá cirurgia gratuita para combater dores no joelho

O juiz Airton Pinheiro, da 4ª Vara da Fazenda Pública de Natal, deferiu uma liminar que determina que o Estado do Rio Grande do Norte providencie o fornecimento de toda a estrutura logística, material e humana, necessária para a realização do procedimento cirúrgico, inclusive hospital, bem como materiais especiais requisitados pelo cirurgião, em laudo anexado aos autos, para a revisão de “Artroplastia total do joelho afetado” em uma paciente só SUS.

O magistrado estipulou ainda que o Ente Público providencie tudo, no prazo máximo de 30 dias, sob pena de execução específica, inclusive através de bloqueio judicial dos valores necessários para realização do procedimento perante a iniciativa particular.

A autora ingressou com a ação judicial visando obter determinação judicial para que Estado do Rio Grande do Norte lhe forneça todo o aparato necessário para o procedimento médico solicitado. Informou também que trata-se de requerimento de tratamento cirúrgico e materiais especiais já aprovado pela Anvisa (não experimental) e que não possui condições econômicas de custear o referido procedimento.

TJRN

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Judiciário

Juiz determina retorno de médicos para hospital de Currais Novos

O juiz Marcus Vinícius Pereira Júnior, da Comarca de Currais Novos, declarou a ilegalidade das transferências de três médicos (dois anestesiologista e uma obstetra) para hospitais localizados nos municípios de Acari e Santo Antônio, devendo os mesmos retornarem a exercer suas atividades no Hospital Regional de Currais Novos (HRCN).

A decisão judicial atende a uma Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público Estadual contra o Estado do Rio Grande do Norte, Município de Currais Novos e Fundação Padre João Maria, que tem por objetivo manter a urgência/emergência do HRCN em funcionamento.

O magistrado deferiu o pedido por observar presente o requisito da prova inequívoca do direito alegado, já que considerou presente a necessidade de deferimento de nova liminar, com o objetivo de manter em funcionamento, durante 24 horas, o Pronto Socorro, UTI geral e UTI Infantil no Hospital Regional de Currais Novos.

O juiz Marcus Vinícius destacou, também, que mesmo após vários bloqueios de valores, para pagamento de médicos plantonistas, a “urgência” daquele estabelecimento hospitalar continua sem funcionar regularmente em razão da ausência de médicos. O juiz considerou que a prova inequívoca do direito à saúde por parte da população da Região Seridó fica evidenciado com a constatação de que faltam 25 médicos para atender a demanda diária.

Assim, ficou evidente o descumprimento, por parte do Estado do RN, do estabelecido na Constituição Federal em seu artigo 196 e seguintes, ou seja, a garantia de forma textual e clara ao direito à saúde, estabelecendo a responsabilidade solidária dos entes federativos pela saúde.

Seguindo o objetivo de manter a unidade hospitalar em funcionamento, durante 24 horas, o magistrado observou que o simples bloqueio dos valores não está sendo suficiente para a garantia do interesse público, razão pela qual, a pedido do Ministério Público, considerou os médicos como partes legítimas para serem também réus no processo.

O juiz considerou ilegal a transferência dos dois anestesiologista para o Hospital de Acari, onde atualmente não se realizam procedimentos cirúrgicos, diante do estado de calamidade pública estabelecido no Decreto nº 22.844, de 04 de julho de 2012, bem como após considerar que, diante da inexistência de cirurgias realizadas no Hospital de Acari, não é necessária a lotação de Anestesiologista.

Ainda em relação aos dois anestesiologistas, o magistrado esclareceu que, diante da necessidade de quatro médicos anestesiologistas em exercício no Hospital Regional de Currais Novos, bem como da existência de apenas dois atualmente em exercício, ficou clara a credibilidade das alegações formuladas pelo Ministério Público, no sentido da determinação dos retornos compulsórios dos médicos.

“É impensado pensar em um Hospital Municipal, como o de Acari, onde não são realizados procedimentos cirúrgicos, ter em seus quadros anestesiologistas que anteriormente eram lotados no Hospital Regional de Currais Novos, que atende pacientes de todo o Estado do RN”, ponderou o magistrado.

TJRN

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Judiciário

Corregedoria Geral de Justiça fiscaliza andamento de processos na Comarca de Natal

A Corregedoria Geral de Justiça iniciou, desde 14 de janeiro, as Correições Ordinárias nas unidades judiciais da Comarca de Natal. Até agora, já foram fiscalizadas a 10ª Vara Cível; a 19ª Vara Cível; a 15ª Vara Cível; a 3ª Vara de Sucessões; a 3ª Vara de Execução Fiscal Estadual e Tributária; a 3ª Vara de Família e ontem foram concluídos os trabalhos na 3ª Vara da Fazenda Pública. De acordo com a juíza auxiliar da Corregedoria, Patrícia Gondim, o objetivo é fiscalizar o andamento dos processos.

Durante a correição são analisados todos os processos de idosos, ações constitucionais, cautelares, os 50 processos mais antigos e os de réu preso. Na secretaria é verificado se há petições que ainda não foram anexadas ao processo.

Após a correição, a Corregedoria elabora um relatório que é encaminhado para o juiz titular e para o Conselho da Magistratura. O relatório contém os aspectos positivos da Vara e também dá prazo para que as irregularidades encontradas sejam sanadas.

Durante a correição, não há atendimento ao público, ficando os servidores trabalhando internamente. Os processos que estão com advogados e com o Ministério Público retornam à Vara antes de começar a correição.

As Varas são escolhidas aleatoriamente e até o final de fevereiro, passarão por correição ainda a 6ª Vara de Família; o 5º Juizado Especial Cível Central; o 6º Juizado Especial Cível Central; o 2º Juizado Especial Criminal Central; a 1ª Vara de Precatórias; a Central de Avaliação e Arrematação e a 2ª Vara Criminal do Distrito Judiciário da Zona Norte.

TJRN

Opinião dos leitores

  1. Por que a Corregedoria não dá um passada na QUINTA VARA CÍVEL de NATAL??????

    Lá não há o mínimo respeito aos processos dos idosos, é essa a realidade.E tem mais, não adianta comparecer lá e explicar a situação: que teu pai está doente, com câncer, e que tua família está passando por sérias dificuldades financeiras decorrente desse problema e outros mais, que teu pai não pertence a essa CASTA privilegiada que se chama justiça, onde um simples auxiliar-técnico ganha mais de que o COMANDANTE da Base aérea de NATAL, apenas para carimbar ,assinar papel e lançar no sistema; e o mesmo auxiliar-técnico também ganha 3 vezes mais que um médico ou engenheiro, e mesmo assim não há o mímimo respeito para com os jurisdicionados!
    Alíás, todas essas considerações não valem de NADA, pois tudo é interpretado como malandragem, como uma tentativa de subverter a ordem dos julgamentos, ou algo assim!
    E tem mais, aí de quem procurar FAZER VALER OS SEUS direitos, pois no mínimo vai ter o desprazer de vê o teu processo esquecido em alguma pilha de algum gabinete, MOFANDO POR MESES A FIO, INSCRITO COM EPITÁFIO:"CONCLUSO PARA DESPACHO", ISSO como PUNIÇÃO pelo ATREVIMENTO de ter se insurgido contra a MOROSIDADE da justiça!!!

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Judiciário

Henrique tenta reverter condenação por improbidade no TJRN

Até o final deste mês, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte deve decidir se confirma ou derruba uma condenação por improbidade administrativa imposta em primeira instância contra o atual presidente da Câmara, Henrique Alves, e seu primo, o ministro da Previdência, Garibaldi Alves (PMDB).

Os dois recorrem de uma condenação de perda dos direitos políticos por três anos, determinada em maio de 2011 por um juiz no Rio Grande do Norte. O magistrado entendeu que os dois fizeram promoção pessoal e política utilizando dinheiro público, por meio de publicidade oficial, no final do governo Garibaldi, quando Henrique era seu secretário de Estado. O tribunal vai examinar recurso apresentado pelos primos, que alegam inocência.

Congresso em Foco

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Judiciário

Presidente do TJ recebe lista sêxtupla para escolha do novo desembargador

O presidente do TJRN, Aderson Silvino, acaba  de recebe a lista sêxtupla para a escolha do novo desembargador. No momento ele está em reunião com a presidência da OAB.

A informação foi dada através do Twitter do Tribunal.

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Judiciário

Número de julgamentos cresce no TJRN em 2012

Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte fechou o ano de 2012 com um volume significativo de processos julgados na Segunda Instância, com um percentual de 67,30% do total de feitos distribuídos perante o segundo grau. Ou seja, dos 20.393 processos distribuídos, 13.725 foram julgados pelos desembargadores. Se compararmos com o ano anterior, houve um incremento de 19,59% no número de processos distribuídos, o que resultou em 16,79% de processos julgados a mais em relação a 2011.

No âmbito geral, que inclui 1º e 2º graus, o TJRN julgou 74,80% do total de 143.421 ações distribuídas em 2012, cumprindo assim a Meta 01 do Conselho Nacional de Justiça para o ano de 2012. Um número expressivo em comparação com 2011, quando o Tribunal de Justiça potiguar cumpriu a Meta estipulada pelo CNJ com julgamento de 54,75% dos processos recebidos. A Meta 01 estipula que os tribunais devem julgar mais processos de conhecimento do que os distribuídos no ano.

No Primeiro Grau, foram julgados 62.726 processos, o que representa 68,60% do total de 91.441 processos distribuídos em 2012. Enquanto isso, no Juizado Especial, foram julgados 62.572 processos, o que representa 84,07% dos 74.427 processos distribuídos em 2012 naquela unidade judiciária. Já nas Turmas Recursais, foram julgados 4.398 processos, o que representa 80,15% dos 5.486 processos distribuídos no ano passado.

Fonte: TJRN

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Judiciário

Novo presidente muda a cara do Tribunal de Justiça do RN

Menos de 30 dias se passaram desde que a nova presidência do Tribunal de Justiça assumiu e a cara do órgão parece ser outra. Os cargos auxiliares do TJRN foram escolhidos pelo presidente Aderson Silvino com base no perfil técnico traçado pela Comissão de Transição do TJRN para cada um dos cargos existentes na sua estrutura administrativa. Secretários de muitos anos foram afastados e apadrinhados de desembargadores foram retirados de suas funções. Alguns até “voaram”.

A impressão é de que Tribunal de Justiça potiguar está ganhando cara de empresa, o que  pode ser encarado positivamente. Tocar um órgão público como um empresa é assumir um compromisso com a população, principal beneficiada pela mundaça de postura.

Mas as mudanças feitas pelo atual presidente do TJ não está agradando algumas pessoas de dentro da entidade. Isso mesmo. Há muita gente insatisfeita. Entre as reclamações recorrentes está a de que ele só manteve um auxiliar da gestão anterior e está fazendo questão de mostrar que está mudando tudo na administração do TJ.

Silvino tem como juízes auxiliares Fábio Filgueira, Raimundo Carlyle e Tatiana Socoloski, esta última responsável pelos Precatórios, a pedra na honra do TJ. A insatisfação com Filgueira e Carlyle correm os corredores do TJ.

O presidente já disse que quer fortalecer a imagem do judiciário e dar agilidade ao trabalho.O secretariado é todo montado mediante capacidade técnica. Por exemplo, a secretaria de Comunicação, Juliska Azevedo, jornalista com experiência em jornalismo impresso, de internet, assessoria de comunicação, rádio e televisão.

Sobre essas mudanças nos cargos, o presidente destacou: “São profissionais de alto nível, e nós estamos inovando quanto a isso. O regime democrático exige uma rotatividade dos dirigentes e também da equipe que os auxilia”, explicou.

Mudanças recentes

Antes mesmo que completasse um mês no cargo, o presidente já determinou a devolução aos quadros da Polícia Militar 30 PMs, entre oficiais e praças, que estavam cedidos ao TJRN. A iniciativa marca a substituição gradativa dos atuais 145 policiais militares que atuam no serviço de guarda nas diversas instalações do Poder Judiciário pelo serviço de vigilância privada, que está sendo ampliado por meio de uma nova licitação.

Silvino explicou que a devolução foi uma meta estabelecida no Plano de Gestão Estratégica. “Estamos atendendo a um anseio da própria sociedade, que pedia o enxugamento do número de policiais cedidos ao Poder Judiciário”, ressaltou Aderson Silvino.

Outra medida será a conversão do atual Gabinete Militar para Gabinete de Segurança Institucional, o que dará maior eficiência no suporte e segurança para juízes que estejam em situação de risco, de acordo com o orientação do Conselho Nacional de Justiça. Atualmente, apenas um dos 215 magistrados do TJRN conta com escolta armada no Rio Grande do Norte.

Até agora, de fato Silvino tem acertado em tudo. Tem atuado no pensamento da sociedade!!!

Opinião dos leitores

  1. O autêntico jornalismo não toma partido assim. Bom que leia a coluna de W. Madruga, Tribuna do Norte, de 15 de janeiro de 2015.

  2. Todo mundo que assume o TJRN quer dar um "choque de gestão" e aí só faz tirar uns móveis do lugar. Eu quero ver é se ele vai atrás de juízes e desembargadores corruptos, como fez a Dra. Judite. Essa sim, fez história!

  3. "(…)A impressão é de que Tribunal de Justiça potiguar está ganhando cara de empresa, o que pode ser encarado positivamente".
    SERÁ?? VAMOS COMEÇAR COLOCANDO O PONTO DIGITAL, NÃO É? PORQUE EMPRESA TEM REGISTRO DE FREQUÊNCIA DE SEUS FUNCIONÁRIOS!

  4. Conversa fiada. O Setor de Precatório tá a mesma bagunça. Quando prcocuramos alguma informação ninguém sabe de nada. Todos estão perdidos no Setor.

  5. Enquanto isso no T R T o presidente ta fazendo a festa do interior nomendo a turma de mossoro e desprestigiando os servidores da casa. Uma vergonha essa nova administracao

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Jornalismo

Des. Aderson Silvino do TJRN mantém horário de expediente

des-aderson

A Presidência do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte manteve o horário de expediente do Poder Judiciário potiguar, que era praticado desde 22 de agosto de 2012, por meio da Resolução nº 26.

Entre os pontos que estavam sob análise, incluía-se o expediente da sexta-feira. Será mantida a jornada de trabalho, que é de 7 horas ininterruptas para todos os servidores.

O dispositivo, aprovado na gestão anterior da desembargadora Judite Nunes, surgiu da necessidade de regulamentar o expediente forense e a jornada de trabalho dos servidores e considerou, entre outros pontos, a Resolução nº 88, de 8 de setembro de 2009, do Conselho Nacional de Justiça, que também dispõe sobre a jornada de trabalho dos servidores do Poder Judiciário Nacional.

A Resolução, além do expediente forense, define o horário dos plantões judiciários, nos fins de semana e feriados, bem como o plantão noturno e suas respectivas escalas e o horário dos cargos comissionados.

Expediente forense:

Dias úteis

I – de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h, expediente externo, com atendimento irrestrito.

II – de segunda a quinta-feira, das 14h às 18h, expediente interno, com atendimento restrito às medidas de urgência.

Parágrafo único. Os setores de atendimento e distribuição da Secretaria Judiciária e o Protocolo do Tribunal e os setores de protocolo e distribuição dos Fóruns e Juizados Especiais funcionarão, ininterruptamente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Fonte: TJRN

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Judiciário

Atacadão é proibido de veicular propagandas com detalhes ilegíveis

O supermercado Atacadão, Distribuição, Comércio e Indústria Ltda deve se abster de veicular publicidade, cujas informações não se apresentem de modo legível, claro, ostensivo e preciso. O juiz da 6ª Vara Cível, Ricardo Tinoco de Góes, ordenou à empresa que se limite a expor mensagens visíveis e escritas em caracteres nítidos, principalmente no caso dos itens que restrinjam os direitos dos consumidores ou que onerem o valor do bem. A decisão foi proferida nesta quinta-feira (10).

O magistrado atendeu solicitação do Ministério Público, que ingressou com uma Ação Civil Pública, sob o argumento de verificar in loco prática lesiva aos direitos dos clientes. Os promotores afirmaram, em suma, que, conforme informações apuradas em inquérito civil, a empresa veiculou folhetos/panfletos em Natal, contendo informações relevantes redigidas na vertical. O MP sustenta que dessa forma o acesso pleno dos consumidores às informações essenciais sobre os produtos anunciados fica prejudicada.

Na decisão, o juiz Ricardo Góes determinou ainda que a empresa cumpra integralmente os incisos do art. 9º do Decreto nº 5.903/2006, de modo que as informações constantes nas publicidades divulgadas sejam de fácil compreensão, a fim de que o consumidor, de imediato, absorva todas as informações constantes na propaganda.. O material exposto não deve conter, ainda, caracteres apagados, rasurados ou borrados, sendo vedado ainda expor informações redigidas na vertical ou outro ângulo que dificulte a percepção.

O magistrado ordenou também o recolhimento de todos os folhetos/panfletos ou anúncios publicitários já anteriormente veiculados de forma inadequada e que venham a configurar práticas infracionais que atentam contra os direitos básicos dos consumidores. Para resguardar a efetivação da medida judicial, ele impôs à parte ré o pagamento de uma multa no valor de R$ 2 mil, por cada dia de descumprimento (omissão das informações e/ou divulgação de publicidades inadequadas/ilegíveis) e fixou para a multa um teto de R$ 200 mil, a ser revertido para o Fundo Estadual de Defesa do Consumidor, nos termos da Lei nº 6.872/97.

Ação Civil Pública n.º 0147957-53.2012.8.20.0001

TJRN

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Judiciário

‘Operação Impacto’: processo para julgamento em 2ª instância já está pronto; Promotora pede absolvição de empresários

O processo da Operação Impacto, que tramita no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, está pronto para o julgamento da juíza Tatiana Socoloski, convocada para a Corte estadual. O parecer do Ministério Público, assinado pela promotora Yvellise Nery da Costa chegou nesta sexta-feira (28) ao Tribunal.

No processo, o Ministério Público se manifesta pela condenação do presidente da Câmara Municipal, vereador Edivan Martins (PV), que havia sido inocentado na sentença em primeira instância do juiz Raimundo Carlyle. O Ministério Público pede a condenação do vereador pelo crime de “corrupção passiva qualificada”.

O parecer ainda traz uma surpresa, diferente do que opinou o Ministério Público que atua na 4ª Vara Criminal, a promotora Yvellise Nery solicitou a absolvição dos empresários Ricardo Cabral Abreu e José Pereira Cabral Fagundes, que foram condenados pelo crime de lavagem de dinheiro.

O processo da Operação Impacto,  começou a tramitar no Judiciário em 2007 e recebeu a sentença este ano, atualmente o processo conta com 89 volumes.

Na sentença do juiz Raimundo Carlyle,da 4ª Vara Criminal de Natal,  foram condenados (parlamentares e ex-parlamentares) Emilson Medeiros e Dickson Nasser, Geraldo Neto, Renato Dantas, Adenúbio Melo, Edson Siqueira, Aluísio Machado, Júlio Protásio, Aquino Neto, Salatiel de Souza e Carlos Santos por corrupção passiva, que é o ato de solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem.

A punição de Dickson e Emilson foi agravada, porque o juiz entendeu que coube a eles a organização ou promoção de todo esquema na Câmara Municipal de Natal.

Já o empresário Ricardo Abreu, além de José Pereira Cabral, João Francisco Hernandes e Joseilton Fonseca foram absolvidos das acusações dos crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores. No entanto, Abreu foi condenado pelas penas do crime de corrupção ativa.

Com informações da Tribuna do Norte

 

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Finanças

Descontrole no orçamento estadual gera nova crise entre governo, TJ e MP

O desequilíbrio no orçamento estadual atingiu o judiciário potiguar. O governo pensou em atrasar o repasse Parcela Autônoma de Equivalência (PAE )ao TJ e MP para assegurar o pagamento dos servidores estaduais. Em meio a declarações tanto do TJ como do MP , os dois órgão lembram que o estado tem que garantir o repasse, pois os órgãos já fizeram um esforço enorme para alcançar o equilíbrio financeiro e ressaltam que precisam ter seu orçamento garantido.

Confira na matéria publicada no Diário de Natal deste sábado.

A cogitação do governo de atrasar o repasse da Parcela Autônoma de Equivalência (PAE) do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) e do Ministério Público (MP), com o objetivo de assegurar recursos para a folha, provocou uma nova crise entre o Executivo, Judiciário e Ministério Público Estadual. Desde a elaboração do Orçamento Geral do Estado 2012, a relação entre os dois poderes e o MP é conturbada. Dessa vez, ficou ainda pior. Além de defenderem pontos divergentes no OGE 2013, agora não se entendem quanto ao repasse da PAE, que é um incremento nos salários do Judiciário, do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado.

A presidente do TJRN, desembargadora Judite Nunes, repudiou a vinculação entre as dificuldades financeiras do Estado e o pagamento da PAE. Para ela, “é totalmente descabido e ilógico tentar se estabelecer qualquer correlação entre o pagamento da PAE e eventuais dificuldades que tenha o Estado para efetuar o pagamento da folha do Executivo. São orçamentos distintos e valores totalmente diversos”. Reverberando a reação do TJ, o Ministério Público do Estado divulgou nota de esclarecimento, no final da tarde de ontem, onde classifica como “descabida e irresponsável qualquer tentativa de vinculação de eventual atraso no pagamento dos servidores estaduais à gestão do seu orçamento”. Ressalta que “estará cada vez vigilante no sentido de que o Governo do Estado respeite a autonomia dos demais Poderes e do próprio Ministério Público e realize, na sua integralidade, os repasses constitucionais previstos na Lei Orçamentária em vigor”.

Logo no início da nota, o Ministério Público aumenta o tom de sua fala ao governo: “O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte rechaça e repudia toda e qualquer tentativa de envolver a Instituição em dificuldades financeiras alegadas pelo Governo do Estado para contrair antecipação financeira e honrar com o pagamento dos salários dos servidores referente ao atual mês de setembro”.

Por seu lado, a presidente do TJ afirma que não permitirá interferência do governo na sua autonomia financeira. “Tivemos até mesmo que tomar algumas medidas duras para conseguir tal equilíbrio, mas não podemos abdicar de nossa autonomia constitucional em definir os nossos gastos, desde que dentro da disponibilidade orçamentária”.

Judite Nunes diz que “o Tribunal de Justiça não gasta um centavo além do seu orçamento. Aliás, durante todo o ano gastamos menos do que temos direito. Conseguimos, com muito esforço, economia e controle financeiro, o equilíbrio orçamentário do Judiciário”.

Ainda na sua nota, o MPRN deixa claro que realiza uma execução orçamentária transparente e responsável. “Importante registrar que o repasse do duodécimo, por exemplo, não vem sendo liberado na totalidade representando até a presente data uma diferença de R$ 9 milhões do previsto para ser repassado pelo Governo do Estado ao Ministério Público no período de janeiro até o presente mês de setembro de 2012, o que vem gerando sérios transtornos nos compromissos Institucionais”.

O secretário de Planejamento, Obery Rodrigues, disse que a suspensão foi sugerida devido ao fato de o governo ter recebido, em setembro, o menor repasse de FPE do ano. Mesmo assim, reiterou que nenhuma operação de crédito foi realizada. “Não vou discutir sobre o que representa a PAE. Minha responsabilidade é cuidar das finanças do Estado. Há dificuldade. O governo está deixando de pagar contas, como é de conhecimento público. Mas, a folha foi paga com recursos exclusivos da arrecadação”, concluiu.

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