Segurança

VÍDEO E FOTO: Ladrão quebra vidro de carro e furta celular, na Via Costeira

 

Foto: cedida

Um veículo que estava estacionado em uma área às margens da Via Costeira, próxima ao Hotel Serhs, teve o vidro quebrado e ladrão levou um celular modelo IPhone 12 Pro Max. O crime aconteceu na manhã deste domingo (4). O proprietário acredita que usaram pedras para quebrar o vidro do carro.

Opinião dos leitores

  1. Esse govrrno de Fátima do PT é mais uma prova da incompetência e da falta de ação da esquerda em geral. No RN, enquanto os bandidos estão livres para agir, a polícia está sendo utilizada para perseguirxe humilhar quem quer trabalhar. Esse é o PT, que diz defender os trabalhadores mas faz parceria com a criminalidade.

  2. O governo de Fátima do PT tá acabando com o RN.
    Pior que Robinson.
    O governo Robinson era liso, esse tem dinheiro e muito que Bolsonaro mandou.
    Mais de 18. Bilhões de reais.
    Fora os frenquentes recordes de arrecadação.
    Fora genocida Fátima.
    Fora!!!
    Volte pra Paraíba forasteira.

  3. Sr.Manoe F, preste atenção, vc está igual a Bozo para ser inapropriado e conversar besteira, em tudo da pitaco, sabe tudo. Vou lhe prescrever SIMANCOL, resolve seu problema é bom e barato,, outra, quem lhe disse que vacina é a solução perfeita….MENTIU.

  4. O governo do RN sempre foi governado pelo PT? Nos outros governos nunca teve crime? Um bocado de bananas mimados.

  5. Um monte de Bolsonalhas querendo botar moral utilizando o PT como lastro para os seus comentários!

  6. O cara parar o carro no meio do mato (pelas fotos) deixa um celular de aproximadamente 10 mil reais dentro para fodo mundo ver. Ou é burro ou queria que roubasse mesmo. Se fosse uma sacola de dinheiro não deixaria assim. Se for depender da polícia do RN para q isso não ocorra, desista. Ai, dentro da realidade do nosso Estado, foi muita é burrice mesmo.

  7. todo mundo sabe que ali não tem policiamento.
    tem gente que faz pior, desce a barreira e deixa o carro lá embaixo no barro, muito inteligentes!

  8. Desde quando petistas defendem ordem para a sociedade? A origem deste partido/facção foi plantando e estimulando a desordem e o quebra-quebra. Infelizmente quem não é petista tem que aguentar a diarreia da governadora e de seus “iluminados acadêmicos”. Pobre Rio Grande do Norte.

  9. Isso é um absurdo ! Onde anda a polícia ? Pastorando os ambulantes. Onde nós chegamos meu DEUS ? O governo e a segurança tem que botar MORAL no RN. Essa sacanagem não pode continuar.

    1. Sério mesmo que vcs pensam assim? Então antes da pandemia e dos decretos restritivos não havia bandidagem e a polícia conseguia evitar tudo e prender todos os bandidos eh? Kkkk

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Saúde

CBF e clubes querem criar protocolo para retorno gradual do público aos estádios no 2º semestre

Foto: Ansa Brasil

CBF e clubes querem criar um protocolo para o retorno gradual do público aos estádios. Importante: o plano é a médio prazo, não para o momento atual em que a segunda onda da pandemia de covid-19 tem matado em média 3 mil brasileiros por dia. O assunto foi tratado no conselho técnico da Série A, na semana retrasada. Uma comissão deve ser formada para montar um projeto que seja considerado viável, mas já há ideias em um esboço.

A previsão otimista dos cartolas para reabrir os portões é em meados de setembro, para o segundo turno do Brasileirão portanto. Mas tudo vai depender da vacinação da população: se antes de setembro boa parte dos brasileiros já estiver imunizado, pode até haver uma antecipação no projeto. Para isso, porém, CBF e clubes acham importante criar o protocolo e definir se haverá restrição de acesso num primeiro momento.

Um documento sobre o retorno do público a ser divulgado nas próximas semanas tem que responder importantes perguntas, na avaliação dos interessados:

1) Num primeiro momento é mais seguro liberar acesso aos estádios apenas de pessoas vacinadas? É possível criar uma logística para isso? Alguns países, como os EUA, estão criando aplicativos que identifiquem pessoas vacinadas para entrada em arenas esportivas. Ou é mais viável liberar o acesso “apenas” a pessoas com teste PCR para covid-19 negativo?

2) Qual a capacidade de assentos a ser liberada que dê segurança aos torcedores, já que não se imagina que nos próximos meses, mesmo que a vacinação ganhe velocidade, haverá afrouxamento das regras de isolamento social?

A CBF usa como modelo o Mundial de Clubes da Fifa, disputado no Qatar em fevereiro e que teve acesso de público. São torneios com características diferentes, já que um é de tiro curto, de apenas dez dias em sede única, e o Brasileirão dura meses em um país de tamanho continental como o Brasil. Mas a lições a se tirar:

– a Fifa liberou 50% da capacidade dos estádios, apenas a residentes no Qatar. Inicialmente iria liberar 30%, mas a alguns dias do torneio começar aumentou essa capacidade de assentos justamente porque boa parte da população recebeu a vacina.

– Era exigido um teste PCR negativo feito até 72 horas antes do jogo, mas se o torcedor já tivesse as duas doses de vacina havia a liberação para acompanhar as partidas.

A CBF quer que além de médicos, participem do debate membros do Ministério Público. Entidade e clubes querem ter o aval de promotores para o projeto, já que em alguns estados é o MP que tem recomendado aos governos que o futebol pare por causa da pandemia. A ideia inicial é que se libere 30% da capacidade dos estádios e depois aumente gradualmente — ninguém acredita que passe dos 50% em 2021.

Abrir os portões é importante para minimizar o prejuízo dos clubes, que se repetirá em 2021. Em 2020, por exemplo, o Flamengo deixou de ganhar cerca de R$ 100 milhões sem receber torcedores no Maracanã. O Palmeiras teve queda na receita de aproximadamente R$ 75 milhões com os portões do Allianz Parque fechados.

A CBF quer cautela no assunto, por isso, foi contra o plano do governo do Distrito Federal de liberar 10% da capacidade do estádio Mané Garrincha — cerca de 7 mil pessoas — na Supercopa entre Flamengo e Palmeiras, em 11 de abril. Intenção era autorizar a entrada apenas de profissionais da saúde já vacinados, como convidados. A CBF avaliou que a repercussão seria negativa e atrapalharia o plano de criar um protocolo para volta gradual do público a partir de setembro.

Marcelo Rizzo – UOL

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Saúde

Sesap envia nota de esclarecimento sobre uso da 2º dose e afirma que a própria coordenadora do PNI recomendou guardar

A Sesap enviou nota de esclarecimento para o BG referente a postagem que fizemos, informando que o Estado estava fazendo a reserva da 2º dose, apesar da orientação do Ministério da Saúde para aplicação das mesmas.

Apesar da recomendação do Ministério da Saúde, a Sesap informa que a coordenadora Coordenadora do Programa Nacional de Imunização – PNI, Francieli Fontana Sutile Tardetti Fantinato, recomendou a reserva das doses.

Segue a nota de esclarecimento:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

NATAL (RN), 03 de abril de 2021

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) esclarece que segue todas as orientações do Ministério da Saúde com relação ao plano de vacinação contra a Covid-19. E, pelo que se segue, esclarece e repõe a verdade face às inverdades e tentativa de manipulação de informação perpetrada por este blogueiro. Nesta, pede integral publicação, inclusive de imagem enviada em anexo.

Sobre a remessa mais recente, recebida na quinta-feira (1°), o Ministério orientou, por meio do 9° informe técnico, que as doses sejam utilizadas para completar o esquema de vacinação para quem tomou a primeira dose — ou seja, utilizadas especificamente para garantir a segunda dose —, como trabalhadores da saúde e idosos entre 70 e 79 anos. Assim, a Sesap repassou as orientações ministeriais aos municípios potiguares.

Cabe ressaltar que alguns gestores municipais solicitaram à presidência do Cosems que pudessem utilizar a DOSE 2 como DOSE 1. A Sesap, empática à demanda dos gestores, com a preocupação de permanecer com a progressão expressiva da campanha de vacinação contra a COVID-19, fez então consulta à Coordenadora do Programa Nacional de Imunização – PNI, Francieli Fontana Sutile Tardetti Fantinato, com o intuito de questionar tal possibilidade.

A coordenadora, então, afirmou: “O atual quantitativo de doses encaminhada aos estados compreendeu um maior quantitativo de D2 [DOSE 2] para garantir o esquema vacinal com o devido intervalo de aplicação das doses que tinham sido enviadas anteriormente como D1 [DOSE 1], sendo essas distribuídas aos estados neste momento para garantir tal intervalo e consequentemente a eficácia da vacina. A orientação do PNI é que essas doses sejam utilizadas SÓ COMO D2 MESMO, ASSIM COMO FOI DEFINIDO EM TRIPARTITE, não tenho como dar uma orientação diferente. Vale lembrar que, ainda na próxima entrega da Butantan, será também mais um quantitativo expressivo de D2 [DOSE 2] para fechar os 100% das segundas doses das D1 [DOSE 1] anteriormente enviadas. Se utilizarem de outra forma não temos como assegurar D2. Pois, apesar de esperarmos a entrega do Butantan, não há confirmação formalizada”. É o que consta em documento oficial — NOTA INFORMATIVA Nº 15/2021 – SESAP – SUVIGE.

O blogueiro, mais uma vez, usa informações confusas, sem o cuidado de checar, como preconiza o bom Jornalismo, seja de forma intencional, ou de notado despreparo jornalístico para checar as informações junto às fontes oficiais. Faz referência à Nota Técnica nº 7, quando na verdade, já existe a nota mais recente e remetida aos municípios — NOTA TÉCNICA Nº 10/2021/SESAP – SUVIGE – IMUNIZACAO/SESAP – SUVIGE/SESAP – CPS/SESAP – SECRETARIO. Trata-se de documento público e que se o intuito desse blogueiro fosse realmente informar à sociedade, poderia tê-lo demandado à Sesap. Optou pela produção de conteúdo inverídico, mas uma vez.

Como se vê, a partir do posicionamento da Coordenadora do Programa Nacional de Imunização, o Ministério da Saúde deixa claro que essa remessa de vacinas deve seguir o uso para aplicação da SEGUNDA DOSE. O Jornalismo pede apuração, checagem, e informação à sociedade, sem malícias ou subterfúgio.

Opinião dos leitores

  1. A orientação do MINISTRO da Saude é aplicar as vacinas. Há poucos dias saiu a orientação para NÃO guardar vacinas para oa 2° dose. Mais mentiras desse governo lastimável e caótico de Fátima do PT.

  2. Assim age o governo de Fátima do PT. Mentiras, blá-blá-blá, incompetência e falta de atitude. E muita politicagem. E o RN segue sofrendo e sendo destruído por essa gente.

  3. Com certeza Santos, para os puxa sacos, vagabundos, meliantes, cientistas, aproveitadores, etc. Para os conscientes, responsáveis, trabalhadores de verdade, país de família e gente do bem, não. Em 2022 vc pede e vota nela, vamos ver no que dá.

  4. BG é um bolsonarista confesso, portanto qdo o blog produz alguma coisa própria, surpreendentemente, só que não, é qualquer coisa que faça crítica ao governo da professora Fátima Bezerra. Diga-se de passagem está sendo o melhor governo da história do RN.

  5. Engraçado que o gado nunca que acreditou na vacina . Ai hoje chama a governadora de genocida. Kkk eita gado veio valente. Após o BOZO , levar um baile de aprendizado de Lula , o idiota do bozo resolver fazer um teatro e se dizer que acredita na ciência aquele GENOCIDA . Gado valente vcs são uns ridículos.

  6. As forças armadas precisa entrar nessa parada aí o quanto antes.
    Esses esquerdistas são uns vermes.
    Receberam bilhões de reais do governo federal e usou pra pagar folhas.
    Taí no YouTube pra quem quiser ver.
    Genocidas; fechou leitos e hospitais, o povo morrendo.
    Essa governadora não tem escrúpulos, é uma mentirosa, todo RN sabe disso.
    Ninguém deve acreditar no que eles dizem.
    Um bando de vagabundos safados.
    Canalhas.

  7. Quem determina é o Ministro da pasta ou um coordenador qualquer, por telefone ?????
    Canalhas PTralhas.
    Apliquem as vacinas, safados.

  8. Único estado que atua contrário a orientação do Ministério da saúde, bando de mentirosos, genocidas são vcs desse governo de ladrões.

  9. Sempre bom ouvir o outro lado, pra não ser desmoralizado e passar vergonha… além, claro, de perder credibilidade…🤷

  10. Como sociedade, devemos estar atentos ao dever de informar e sermos informados.

    Deve-se ficar atento a informação com isenção!

  11. Vai se reeleger noutro lugar! No RN mesmo não.

    Qlqr candidato minimamente inteligente que explore isso na campanha eleitoral próximo ano vai jogar por terra a reeleição da governadora.

    Simplesmente absurdo, de uma lentidão asquerosa, vidas se perdendo e o governo do estado impondo Lockdown fechando comércio, multando cidadão enquanto a cura é guardada a sete chaves por preciosismo.

    E não me venham com essa de que há o risco de desabastecimento pq a cada dia que passa os lotes enviados só crescem. O governo estadual tá fazendo isso pra jogar a culpa no federal e querer recurso.

    E olha que acho Bolsonaro outro incompetente. Mas contra fatos não há argumentos.

  12. Na semana anterior era cheio de solicitações de Vacina Já…
    Pois é… chegaram as vacinas vamos distribuir e aplicar na população. Não precisa consultar secretaria nenhuma; tem é que pressionar para virem outros lotes.

    1. O blog informou a nota na íntegra, mesmo sendo atacado pela nota. Fato é que essa história de guardar doses não justifica se semanalmente novas vacinas são recebidas. Existe um grande atraso na vacinação. Vamos ver agora com o exército entrando, se haverá esse atraso, para ser aquela história de quanto pior melhor. Pior governadora do RN.

  13. Tem desculpas não. O Ministro falou pra aplicar todas as vacinas.
    Se o ministro falou nem precisa consultar o 2° escalão.

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Saúde

Além do RN, 15 estados e o DF têm mais de 90% de ocupação dos leitos de UTI

Foto: CNN

O RN, outros 15 estados brasileiros e o Distrito Federal estão com mais de 90% de ocupação dos seus leitos de UTI. É o que mostra um levantamento realizado pela CNN junto às secretarias de Saúde estaduais, atualizado na madrugada deste domingo (4).

Os estados com mais de 90% das UTIs da rede pública ocupadas são: Paraná (96%), Santa Catarina (95,2%), Rio Grande do Sul (91,3%), São Paulo (91,4%), Minas Gerais (93,08%), Distrito Federal (98,27%), Mato Grosso do Sul (105%), Goiás (97,96%), Mato Grosso (95,74%), Pernambuco (96%), Acre (94,3%), Rondônia (100%), Tocantins (93%) e Amapá (91,43%).

Já entre as unidades federativas que divulgam os dados da rede pública e privada de forma conjunta, estão com ocupação acima de 90% Rio Grande do Norte (92,64%), Ceará (92,15%) e Piauí (95,4%).

Ainda segundo o levantamento, 22 estados e o Distrito Federal têm ocupação acima de 80%.

Esta é a semana mais letal da pandemia da Covid-19 no Brasil. Com 1.987 mortes confirmadas nas últimas 24 horas, segundo a atualização do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), o país alcançou a marca de 19.643 mortes na décima-terceira semana, que compreende o período entre o último domingo, dia 28, e este sábado (3).

A semana, no entanto, registrou um número total de casos menor do que o registrado na semana anterior. Foram 463.235 casos confirmados nos últimos sete dias, menos do que os 539.903 da semana anterior.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

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Emprego

Sem poder baixar salário, empresas adotam banco de horas negativo para evitar demissões

Foto: ROVENA ROSA/AGÊNCIA BRASIL – 18.03.2021

Empresas afetadas pelas restrições de funcionamento por conta do combate à covid-19 estão aderindo ao banco de horas negativo, também chamado de banco de horas “invertido”,  como uma espécie de última estratégia para evitar mais demissões e tentar minimizar prejuízos, mantendo sua equipe de olho numa retomada dos trabalhos.

Quase um mês após o fechamento das portas no início de março, e ainda sem poder contar com benefícios dados pelo governo em 2020, como o adiantamento de férias individuais não vencidas e o programa que reduz salários e jornadas, empresas estão deixando seus funcionários em casa acumulando horas não trabalhadas. O valor que os empregados receberem por essas horas pode ser descontado no futuro de horas extras que venham a ser feitas e que, portanto, não serão pagas. Pode ainda resultar em descontos em salários e nas rescisões, caso previsto em acordo coletivo.

A estratégia tem sido adotada especialmente pelo comércio, que aponta um cenário de falências a demissões em razão da pandemia e das restrições.

No estado de São Paulo, por exemplo, o comércio não essencial, como lojas de roupas e calçados, deixou de operar com portas abertas no dia 6 de março. Imediatamente, muitos lojistas concederem férias vencidas aos funcionários. Eles retornaram num cenário de restrições ainda maiores, a fase emergencial, que vai até o dia 11. Com os empregados em casa, a saída foi adotar o banco de horas.

Segundo Lauro Pimenta, dono de loja de roupas no Brás, em São Paulo, todos os 18 empregados foram colocado nesse regime para tentar minimizar os prejuízos. A ideia é reduzir despesas nos próximos meses com as três horas extras pagas aos funcionários por trabalharem nas tardes de sábado. Ele conta que o esquema começou a ser adotado no ano passado, e deu resultado. “Apesar de todo o impacto da pandemia nas contas, esse banco ajudou com as despesas e praticamente ficamos sem pagar horas extras até dezembro”, conta.

O comerciante lamenta a demora para a reedição do Programa de Manutenção de Emprego e da Renda, realizado pelo Ministério da Economia no ano passado. A ação permitiu a redução de jornadas e salários ou a suspensão de contratos, com o pagamento de valores aos funcionários pelo governo, e permitiu mais de 20 milhões de acordos entre patrões e empregados. O programa foi um dos usados por Pimenta e permitiu que nenhum funcionário fosse demitido no período de restrições em 2020. Nesse ano, a demora para a concessão do benefício já contribuiu para a demissão de quatro empregados, relata.

“Quanto mais demorar, pior será. As empresas estão sem caixa e acabam demitindo se ficam desassistidas. Além disso, se não tiver um amparo social, não tem como as pessoas ficarem em casa”, afirma. O Ministério da Economia vem anunciando desde fevereiro que o programa será reeditado. Na terça-feira (30), o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, afirmou que a há pontos fiscais a serem avaliados. O impasse estaria ocorrendo em razão da dificuldade de finalização do Orçamento de 2021 do governo federal, aprovado pelo Congresso, mas ainda não sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro.

Outras lojas do Brás pretendem aderir neste ano ao banco de horas negativo. É o caso da Romance Enxovais, que poderá adotar o sistema já a partir desta semana para seus sete funcionários.

O empresário Richard Narchi, da marca de surfwear Rik Wil, afirma que já vem em um processo de redução de custos para manter a empresa funcionando em meio às adversidades trazidas pela pandemia. Ele também se preparou junto ao sindicato para adotar o banco de horas negativo para os funcionários, já que o trabalho é maior na empresa em meses como julho, dezembro e janeiro, exigindo horas extras dos funcionários. “Há muitas empresas quebrando”, afirma. “O banco de horas negativo dá uma segurança em relação a uma despesa menor lá na frente”, conclui.

Banco de horas

Segundo o advogado Rodrigo Nunes, sócio da área trabalhista do escritório Cascione Pulino Boulos Advogados, a Reforma Trabalhista de 2017 trouxe a alteração do artigo 59 da CLT, que passou a autorizar a implementação de banco de horas por intermédio de acordo individual. “Essa mudança ofereceu maior flexibilidade, bastando que o acordo seja por escrito e que a compensação ocorra dentro do prazo de seis meses”, explica.

Outra possibilidade de implementação do banco de horas é por acordo verbal, se as horas forem compensadas no período de um mês.

Nunes chama a atenção para o fato de que o banco de horas é normalmente usado para dar descanso após horas extras realizadas. Com a covid-19, ocorre o contrário. “Interessante notar que o banco de horas é utilizado em circunstâncias normais para a compensação de horas extras prestadas pelos empregados, que as compensa posteriormente com folgas ou saídas antecipadas. Por força da pandemia, vem sendo adotado o banco de horas negativo ou invertido”, diz.

Em relação a possíveis descontos em salário e rescisões, Rodrigo Nunes afirma que a prática inicialmente contraria o princípio de irredutibilidade dos salários e que, no caso do desconto na rescisão, indicaria ainda a transferência do risco do negócio ao empregado.

Esses descontos só seriam possíveis com intermediação do sindicato, ou então com uma nova regra publicada pelo governo, como o programa que permitiu redução de salários e jornadas. No caso de rescisão, há outro ponto a ser observado: o desconto não pode exceder o equivalente a um mês de remuneração do empregado.

R7

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Mundo

Engarrafamento no Canal de Suez termina 5 dias após navio desencalhar

Foto: AFP

Todos os navios que aguardavam na fila puderam atravessar o Canal de Suez neste sábado (3), pondo fim ao enorme engarrafamento no local. O tráfego marítimo ficou interrompido de 23 a 29 de março depois de o cargueiro gigante Ever Given ter encalhado e bloqueado completamente a via marítima.

Todos os navios que esperam ao largo desde que o “Ever Given”, em 23 de março, cruzaram” o istmo de Suez, anunciou a Autoridade do Canal de Suez (SCA), em comunicado. O fim do engarrafamento levou um pouco mais de tempo que o previsto inicialmente. O presidente da SCA, almirante Ossama Rabie, havia adiantado na segunda-feira (29), em entrevista ao canal local Sadaa al-Balad, que levaria “cerca de três dias e meio” para resolver tudo.

O “Ever Given”, com mais de 400 metros de comprimento, foi desencalhado em 29 de março após uma longa e complexa operação. O navio de bandeira panamenha, operado pelo armador taiwanês Evergreen Marine Corporation, foi rebocado para o Grande Lago Amargo, que fica no meio do Canal de Suez. No mesmo dia, o tráfego foi retomado entre o Mar Vermelho e o Mediterrâneo.

O incidente raro no comércio marítimo paralisou por uma semana o tráfego na rota navegável mais curta entre a Ásia e a Europa e comprometeu a circulação mundial de mercadorias. Ao todo, 422 navios, com 26 milhões de toneladas de produtos, ficaram bloqueados.

Os últimos 61 cargueiros que aguardavam na fila puderam fazer a travessia neste sábado. “Outros 24 novos navios”, também puderam cruzar o canal indicou o comunicado, assinado pelo presidente da SCA.

Segundo dados da entidade, cerca de 19 mil navios cruzaram o Canal de Suez em 2020, ou seja, uma média de 51 navios por dia.

Época com informações de AFP

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Saúde

Colapso leva profissionais da saúde à exaustão: ‘A gente está na luta, e as pessoas não estão nem aí’

Em fevereiro do ano passado, o infectologista Roberto Muniz Junior, de 41 anos, mudou-se com sua família de São Paulo para São Carlos, cidade com cerca de 254 mil habitantes a 239 quilômetros da capital, para ter uma vida mais tranquila. Com uma proposta de emprego na Santa Casa, acreditava que teria mais tempo para se dedicar ao filho, na época com seis meses. Ele não imaginava, porém, o que aconteceria nos meses seguintes.

 

Na última semana, o hospital entrou em colapso. Sem anestésicos necessários para a intubação de pacientes, o gerente médico pediu a transferência de 60 pacientes. Diante da crise, 27 profissionais, entre técnicos de enfermagem e enfermeiros, se demitiram. Passado um ano do começo da pandemia, profissionais de saúde que combatem a Covid-19 estão no limite.

Somado à falta de remédios, oxigênio e leitos, o esgotamento dos profissionais de saúde é mais uma triste faceta do cenário de colapso hospitalar que o país vive. Nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI), cada médico intensivista costumava ficar responsável por 10 pacientes, em média, antes da pandemia. Agora, cada profissional cuida de 25 pessoas, todas com a saúde debilitada, segundo dados da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib).

A falta de profissionais qualificados e em número adequado é um dos motivos apontados por especialistas para justificar a alta taxa de mortalidade nas UTIs do país. Entre os pacientes intubados, 83,5% morrem, segundo dados do Ministério da Saúde compilados por pesquisadores da Universidade de São Paulo e da Fundação Oswaldo Cruz.

 

— Não tem como contratar mais médicos. Isso deixa os profissionais ainda mais sobrecarregados. Quando a gente fala em colapso, estamos falando da falta de recursos humanos, de equipamentos, de espaço, de insumo. É um colapso de tudo — diz Ederlon Rezende, intensivista do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo e membro do Conselho Consultivo da Amib.

Como não há profissionais em número suficiente, hospitais têm encontrado dificuldade para repor quem adoece, se afasta ou pede demissão, o que sobrecarrega quem está empregado. A carência de médicos e enfermeiros emperra também a abertura de novos leitos de UTI. No Rio, há 567 vagas de médicos abertas desde o último chamamento público para hospitais federais e faltam cerca de 1.220 enfermeiros, técnicos e auxiliares. O governo de São Paulo tenta compensar o déficit chamando voluntários, mesmo que de outras áreas da medicina. No início do mês, o Hospital Júlia Kubitschek, de Belo Horizonte, precisou bloquear dez leitos por falta de médicos.

 

Em seus anos de medicina, Muniz nunca teve de tomar decisões tão difíceis quanto nos últimos meses. Como responsável pela regulação de vagas, ele faz a triagem de pacientes que precisam de leitos de UTI.

‘Pensando várias vezes’

— Você tem uma vaga e vai negar 199. Por trás daquelas fichas, tem pessoas com filhos, com pai, com mãe. E você sabe que muitas dessas pessoas vão efetivamente falecer em algumas horas — desabafa Muniz. — A gente se pega pensando nisso várias vezes ao dia, revendo as decisões. Vou ter de carregá-las para o resto da vida e tentar fazer as pazes com elas, pensando que fiz o melhor que pude — disse.

Há um ano, a psicóloga Verena Barreto Lima, de 32 anos, auxilia a equipe médica do Hospital São Paulo a dar notícias de piora no quadro de pacientes e de óbitos.

 

— Nunca tem nada positivo, só é morte. Todos os dias dou notícia de óbito e gravidade. Alguns familiares ficam com raiva, se desorganizam. Outros só choram. Uns já esperavam aquilo e só nos agradecem — disse.

Como coordenadora da psicologia da UTI do hospital, ela é responsável também por confortar os pacientes que não estão sedados, os familiares e a própria equipe de saúde. Numa tentativa de humanizar o atendimento, fotografias dos doentes e seus parentes são colocadas nas paredes dos leitos. Para tentar dar leveza ao ambiente de trabalho, Verena coloca música e costuma conversar com os colegas sobre os filhos e animais de estimação. Tudo para tirar o foco do vírus. Mesmo com suporte psicológico, a equipe de saúde — ela própria, inclusive — desestrutura-se diante de casos mais comoventes.

 

— A equipe está muito desgastada. Tento passar para eles que oferecemos tudo que foi possível aos pacientes — disse Verena.

Enxugar gelo

Durante 12 horas por dia, o técnico de enfermagem Willian Pinheiros, de 39 anos, fica em contato direto com a iminência da morte. Pela manhã, trabalha na UTI do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. À tarde, cumpre expediente na terapia intensiva do HCor. Ele dedica todo o tempo aos cuidados de pacientes graves: dá medicamentos, banho e muda os corpos de posição, de modo que não tenham lesões na pele.

— Infelizmente, não consigo dizer quantas mortes presenciei neste ano. Sempre cuidei de doentes na fase terminal, e me via como alguém que vai auxiliar neste momento, ou para a cura ou para o desfecho final. Mas agora, com tantos óbitos, vejo que só enxugo gelo.

 

Mesmo com duas décadas de experiência em UTIs, Pinheiros ainda se impressiona com as perdas de tantos pacientes — e se emociona com os dramas das famílias dilaceradas pela pandemia. Ele conta que recentemente cuidou de uma senhora que havia perdido oito familiares.

Aglomerações na rua

Sempre que circula por Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina, a enfermeira Janaina Cervi, de 40 anos, sente uma chateação profunda. Ao olhar pela janela da ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), não consegue conceber que, do lado de fora, moradores e turistas ainda teimem em se aglomerar, não usar máscaras e sair à rua sem necessidade.

— Nós, da saúde, estamos no limite e não temos a opção de parar. A gente está aqui na luta, e as pessoas não estão nem aí: continuam na praia, continuam na rua. É inaceitável — disse.

Janaina trabalha 36 horas semanais, em turnos que duram 12 horas. Durante o expediente, chega a ficar até cinco horas sem ir ao banheiro ou tomar um gole de água, por causa dos equipamentos de proteção.

 

— Sempre me pergunto por que não largo isso. Minha profissão dá sentido à minha vida. Mas sinto que, enquanto estou salvando vidas, estou perdendo a minha — afirmou.

A solução para os problemas que levam os profissionais de saúde ao esgotamento parece tão distante quanto o fim da pandemia. Na opinião de Rezende, da Amib, não há outra saída senão insistir no isolamento :

—É diminuir o número de casos para diminuir a sobrecarga do sistema de saúde. Não tem alternativa.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Aí o Conselho Federal de Medicina e algumas Associações Médicas em vez de defenderem o distanciamento e denuncuarem o Presidente da República por icentivar aglomerações, uso de Máscaras e etc… ficam apoiando suas atitudes e fazendo nota sobre tratamento precoce pra que as pessoas continuem com esse comportamento suicida que só faz aumentar o esgotamento dos profissionais de saúde.
    VERGONHA!

  2. Siimmmmm… Se esquecer que ao lado dos policiais, tbm estão os sofridos professores… Esses tbm merecem todo respeito.

  3. Se em 1 anos já estão assim, arregando, imaginem os policiais que a décadas lutam sem apoio de ninguém e sem estrutura… Sem contar que o risco de não voltar pra casa é enorme. Bem vindo a realidade, Srs médicos. Que as pessoas realmente enxerguem a realidade do Brasil e deixem de politicagem idiota.

  4. É lamentável esta quantidade de óbitos, mas a política da CIENCIA , tome dipirona e paracetamol, e só aparecer no médico se tiver falta de ar e sem forças.
    É a maior causa desses óbitos ou alguém tem dúvida.

  5. Acho que a reclamação de alguns empresarios é justa,mas muito mais justa é o clamor dos profissionais de saúde.Quem é empresario não sabe o que sofre e se expõe o trabalhador para se dirigir e voltar para casa.Ônibus superlotados,um verdadeiro caldo de cultura para os vírus.Uma sentença de morte e que no final vai esbarrar num sistema de saùde asfixiado.

  6. Uma parte do povo tá nem ai por causa do genocida. Em 2018 tinha um professor e um jumento, eu acabei votando em branco, peço desculpas a minha família e ao povo brasileiro por ajudado a eleger o jumento com a minha atitude. Em 2022 voto em qualquer contra esse presidente imbecil

  7. Continuem na luta aí, que nós (o resto da população do Brasil) também continuará na luta todo dia, afinal de contas o Brasil não pode parar. Se morreram 330 mil, os outros 210 milhões ainda precisam lutar diariamente. Em porcentagem, 0,18% da população morreu em 1 ano, infelizmente, mas os outros 99,82% não podem ser trancafiados em casa..

    1. O que agora pra você é só um número significa muito para quem foi atingido. Você é o tipo que se perder um filho ou coisa parecida continuará com essa ladainha pois percebe-se claramente que sua essência é desprovida de compaixão. Que Deus tenha misericórdia da tua alma.

    2. Vc ainda está nessa narrativa falsa de economia versus vidas? Só que as pessoas sem segurança de sair de casa não consomem! Sem vacinas não há retorno a vida normal. Vejam o vídeo do prefeito de Mongaguá!

  8. Pura verdade, estão pagando, inclusive com a própria vida
    Pra salvar um punhado de irresponsáveis que, não usam máscara, nem obedecem o distanciamento.

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Cidades

Nova licitação do Aeroporto Gov. Aluízio Alves terá lance mínimo de R$ 230 milhões

Pouco mais de um ano após a Inframerica comunicar a devolução do Aeroporto Int. Gov. Aluízio Alves à União, por não suportar mais os prejuízos financeiros acumulados desde o início da sua operacionalização, em maio de 2014, o processo de relicitação do terminal aeroviário avança. Prevista para ocorrer até o final deste ano, a nova licitação está sendo conduzida pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) que impôs novas regras, para atrair mais empresas nacionais e internacionais, conforme disposto no edital do processo. O lance mínimo será de R$ 230 milhões. Conforme a ANAC, “as propostas econômicas, assim como os lances efetuados na etapa viva-voz do Leilão, deverão ser incondicionais, irretratáveis e irrevogáveis”. O prazo de vigência do novo contrato será de 30 anos.

Em 2011, ano da realização do primeiro certame, que deu ao então Consórcio Inframerica (formado pelas empresas Argentina Corporación America e pelo Grupo Engevix), o lance mínimo foi de R$ 51,7 milhões. Naquele ano, o Consórcio Inframerica venceu o leilão, disputando com outras três concessionárias – ATP-Contratec, Aeroportos Brasil e Aeroleste Potiguar – ofertando lance de R$ 170 milhões. Ágio de 228,82% à época. Para a construção do terminal aeroviário, o primeiro construído e operacionalizado integralmente pela iniciativa privada no País, o Consórcio Inframerica investiu aproximadamente R$ 450 milhões, com R$ 329,3 milhões oriundos de financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Para o novo processo licitatório, ainda sem data oficial para ocorrer, as empresas interessadas no pleito deverão apresentar uma garantia de proposta estabelecida pela Agência em R$ 14,006 milhões. Elas poderão, a exemplo de 2011, se unir em consórcio para ampliar o lastro financeiro exigido pela ANAC. O valor da garantia de proposta deve ser devolvido às proponentes em até 15 dias após a data de eficácia do contrato. As companhias, porém, correm o risco de não ter o valor devolvido se descumprirem regras do processo. Para seguir no processo licitatório, a empresa interessada deve apresentar documento comprobatório de capital social não inferior a R$ 120 milhões.

O documento “Concessão para ampliação, manutenção e exploração do Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante”, que baliza o edital da ANAC, destaca que as “Garantias da Proposta poderão ser executadas pela ANAC, mediante prévia notificação, assegurado o direito de contraditório e ampla defesa, sem prejuízo das demais penalidades previstas no Edital e na legislação aplicável”.

Isso pode ocorrer nas seguintes hipóteses: inadimplemento total ou parcial, por parte das Proponentes, das obrigações por elas assumidas em virtude de sua participação no Leilão; apresentação, pela Proponente vencedora, dos documentos de habilitação em desconformidade com o estabelecido pelo Edital; apresentação, pela Proponente vencedora, de proposta econômica que não atenda à totalidade das exigências estabelecidas na legislação aplicável e no Edital; não cumprimento, pela Adjudicatária, das obrigações prévias à celebração do Contrato; recusa da Adjudicatária em celebrar o Contrato; prática pela Proponente de atos que visem a frustrar os objetivos do certame; entre outros.

Relicitação

Veja abaixo os custos envolvidos na relicitação do Aeroporto Int. Gov. Aluízio Alves.

R$ 230.027.703,19 – lance mínimo pelo terminal;

R$ 120.000.000,00 – valor mínimo do capital social da empresa ou concessionária interessada no leilão;

R$ 14.006.308,25 – garantia da proposta;

Fonte: ANAC

TRIBUNA DO NORTE

Opinião dos leitores

  1. Vou comprar e pagar a vista.
    Não quero nem saber quem pintou a zebra, no máximo saber onde estar a tinta que sobrou.
    Rsrs…

  2. Isso foi uma invenção do ex presidiário Henrique Alves. O
    problema não é da administração, é a localização. O prejuízo vai só mudar de mãos.

  3. Quem danado vai querer aquela bomba??!!!! Aquilo é uma local amaldiçoado pela corrupção. Quem se mete a fazer negócio ali quebra.

  4. A licitação vai ser deserta e o governo federal vai acabar cedendo de graça o terminal. Se mesmo assim nenhuma empresa se interessar, aí volta pra Parnamirim. Assim me disse o gênio da lâmpada.

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Mundo

Maioria dos estados nos EUA planejam abrir vacinação para todos acima de 16 anos

Pelo menos 40 dos 50 estados dos Estados Unidos dizem estar no caminho para abrir a vacinação a toda a população acima de 16 anos. Até então, 22 estados estão imunizando esse público contra a Covid-19, incluindo o Texas, que é o segundo mais populoso do país, com cerca de 30 milhões de habitantes.

A partir da próxima semana, a vacinação para essa faixa etária da população também acontecerá no Alabama, Tennessee, Flórida e Nova York. Os Estados Unidos contam com a aplicação de três vacinas no momento: Moderna, Johnson & Johnson e Pfizer. Os jovens entre 16 e 18 anos podem receber apenas esse último imunizante.

CNN BRASIL

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Polícia

Bandido morre após cliente de pet shop reagir a assalto

Um assaltante morreu na tarde deste sábado (03), após ser atingido por tiros durante uma tentativa de roubo em um pet shop na avenida Tomaz Landim, no bairro Igapó, zona Norte de Natal. De acordo com a Polícia Militar um cliente armado percebeu a ação do criminoso e reagiu.

O fato ocorreu por volta das 14h, segundo uma funcionária que preferiu não ser identificada, o assaltante chegou com um comparsa de motocicleta, porém apenas ele entrou no estabelecimento e anunciou o roubo. “Eu não vi quem atirou porque a loja estava com um grande movimento, mas antes de morrer o bandido ameaçou e obrigou a todos a deitar no chão”, relatou.

O criminoso baleado e morto não possuía nenhum documento que o identificasse, o corpo foi levado para a sede do ITEP depois de uma perícia preliminar. A DHPP foi acionada para realizar os procedimentos de apuração do fato.

PORTAL BO

Opinião dos leitores

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Mundo

Governo francês libera circulação de pessoas e missas antes de novas restrições

O terceiro lockdown na França começou neste sábado (3), mas o governo liberou às missas de Páscoa e a circulação de pessoas até segunda-feira (5). Depois disso, as novas restrições duram até pelo menos o dia 2 de maio.

Com a ação, mais de 600 mil passagens de trem foram vendidas nas últimas horas. O número comprova que muitos franceses vão passar o confinamento em locais mais espaçosos e próximos à natureza.

 

Já quanto às celebrações religiosas, apesar de permitidas no domingo (4), ocorrem com a presença de público limitado e protocolos sanitários rígidos.

As medidas incluirão o fechamento de escolas e creches por três semanas. As escolas já haviam sido fechadas por dois meses durante o primeiro lockdown nacional, mas foram reabertas durante a segunda iniciativa do tipo, em novembro de 2020, e assim se mantiveram desde então.

Para o presidente Emmanuel Macron, a medida “é a melhor solução para diminuir a velocidade do vírus”.

A França registra mais de 96 mil mortes pela Covid-19. Já o número de infectados chega a quase cinco milhões.

(*Com informações da Reuters)

CNN BRASIL

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Saúde

Vacina busca amenizar casos, não impedir contaminação, diz infectologista

O infectologista Alexandre Naime Barbosa, chefe de infectologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista), enfatizou em entrevista à CNN que o objetivo de vacinas contra a Covid-19 é permitir a produção de anticorpos que amenizem ao máximo os sintomas em caso de contaminação, não impedir a contração do novo coronavírus.

“A eficácia das vacinas não é em relação à contração do Covid-19, mas sobre não apresentar gravidade”, disse o médico, comentando o caso do cantor Agnaldo Timóteo, que morreu neste sábado (3), aos 84 anos, mesmo após ser vacinado contra a Covid-19. Naime Barbosa acredita que ele tenha se infectado entre as doses da vacina, ainda sem a resposta imunológica completa.

O especialista afirma que “nenhuma vacina tem 100% de eficácia” e que eventuais casos de pessoas vacinadas que tenham a doença não anulam o fato de que a vacinação ampla é a melhor forma de combater a Covid-19.

Amazonas

O Amazonas é o estado com a maior taxa de mortalidade por Covid-19 no Brasil. Por lá, 291 pessoas a cada 100 mil habitantes morreu com a doença do novo coronavírus. Depois de passar por duas intensas ondas de casos e de contaminações, o Amazonas passa por uma diminuição de 80% no ritmo das novas mortes.

Na entrevista à CNN, Alexandre Naime Barbosa afirma que os números devem ser vistos com cuidado, uma vez que as primeiras ondas da doença em 2020 tiveram ocorrências semelhantes no estado. “Esses dados de queda precisam ser olhados com muita cautela”, disse Barbosa. “Não significa que a região está fora de perigo.”

CNN BRASIL

Opinião dos leitores

  1. A CIÊNCIA falam,falam e a informação correta é zero, porque não existe nenhuma pesquisa séria da população, tipo se já foi contaminado, quantos na família foram contaminados, se tomou algum medicamento e quais foram, se já foi reinfectado.
    É tudo no achismo.

  2. A morte do medico potiguar,me deixou com a pulga atrás da orelha,para nâo dizer preocupado.Se tomou as duas vacinas,qual foi? O que houve? Estava vencida,descongelada?
    Resposta SMS.

  3. Essa diminuição pode ter sido a vacina é pode ter sido o pico que passou, igual aos países europeus que tiveram a segunda onda em dezembro/janeiro.

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Saúde

Importação da Sputnik V ao Brasil deve acontecer em curto prazo, diz Flávio Dino

Em entrevista à CNN, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), afirmou que a importação ao Brasil da vacina russa Sputnik V não deve demorar para acontecer. O Maranhão, junto com os demais estados do Nordeste, fechou contrato com o Fundo Russo de Investimento Direto para a compra de 37 milhões de doses, mas é necessária a chancela da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Imagino que isso vá acontecer em curto prazo”, disse Dino, destacando que o andamento do processo já deve ocorrer na próxima semana, após a Anvisa se reunir com os governadores que pediram doses do imunizante russo.

A Sputnik V ainda não possui registro ou autorização para uso emergencial no Brasil.

Sobre a vacinação, o governador do Maranhão também falou sobre a importância de colocar profissionais de segurança e professores em grupos prioritários. No primeiro caso, a justificativa de Dino foi atribuir a essas pessoas a condição de estarem na linha de frente do combate à pandemia.

Já quanto as educadores, ele afirmou: “vacinando os profissionais da educação vamos viabilizar a abertura das escolas, que é um serviço vital para as crainças e jovens do nosso país.”

Decisão do STF

Outro ponto abordado pelo governador do Maranhão foi a decisão do ministro Kássio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), de liberar celebrações religiosas presenciais em estados e municípios.

“A decisão muda muito pouco a realidade da imensa maioria do país”, disse Dino, fazendo menção sobre o próprio estado nordestino que nunca teve uma medida impeditiva ao funcionamento cultos religiosos. “Não há sentido em fechar totalmente os templos, esse meio-termo é possível de ser praticado.”

CNN BRASIL

Opinião dos leitores

  1. Pra quem não sabe, essa é da que o comunista da Argentina tomou, duas dose e se reinfectou se.
    Kkkkkkkkkk
    Placebo!
    Quando chegar minha faixa etária não quero tomar essa bucha não.
    Kkkkkkkkk
    Vou torcer pra tomar a Janssen.
    É aguardar!!

  2. Evidentemente o principal culpado pelo lenta e interrupta campanha de vacinação é o governo federal.
    Ainda em 2020 negou a compra de 3 lotes de diferentes laboratórios e criou incontáveis atritos diplomáticos desnecessários e irrelevantes.

  3. Vai não MANOEL F. Pra seu desespero, a vacinação está avançando. Você, que é torcedor do caos sabe que seu candidato terá dificuldades se a pandemia não chegar até as eleições.

  4. Senhor Manoel F essa sua cantilena política ridicula não vai mudar nada, quem muda é o voto, ademais, basta ver que não só o presidente é culpado, todos temos culpa, o glorioso STF, “governadores”, “prefeitos” e principalmente nós, vamos construir e não destruir. Feliz Páscoa !

  5. Infelizmente o Sr. Manoel F. Acordou no Domingo de Páscoa, extremamente pessimista, tem FÉ EM DEUS e uma FELIZ PÁSCOA PARA TODOS.

  6. Pense num desespero fruto de um despreparo desse governo do inepto : estão vacinando 90% da população com a “vachina” que o MINTOmaníaco falou que nem aprovada pela ANVISA ele iria comprar e agora querem comprar outra vacina comunista!? E agora ? E o jeito né? Se em março o governo federal entregou 10 milhões de vacinas a MENOS que o prometido, em abril já estão prometendo só METADE do previsto! Desse jeito meus amigos, só em 2023 as coisas poderão voltar ao normal!

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Meio Ambiente

Salles vai pedir US$ 1 bilhão aos EUA para combater desmatamento na Amazônia

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo publicada neste sábado (3.abr.2021), que vai pedir US$ 1 bilhão aos Estados Unidos para combater o desmatamento na Amazônia. Ele afirmou que com a quantia, reduzirá até 40% do desmatamento na Amazônia em 12 meses.

Salles afirmou que o plano será apresentado ao governo norte-americano na Cúpula dos Líderes sobre o Clima, encontro convocado pelo presidente dos EUA, Joe Biden, que convidou o homólogo brasileiro, Jair Bolsonaro, e outros 39 líderes para discutir questões climáticas.

“O plano é US$ 1 bilhão por 12 meses, sendo um terço para ações de comando e controle, e dois terços para as ações de desenvolvimento econômico, pagamento por serviços ambientais, justamente nesses lugares onde haverá atuação mais forte do comando e controle. Dando a essas pessoas que serão fiscalizadas nessas regiões, que sofrerão as fiscalizações mais intensas, uma alternativa econômica para que não seja tão convidativo voltar à ilicitude”, disse o ministro ao Estadão.

“Se tivermos US$ 1 bilhão para colocar a partir de 1º de maio, quando sai a Verde Brasil, a gente assume essa sistemática. Se esse recurso estiver disponível para usarmos desse modo, nos comprometemos a reduzir de 30% a 40% em 12 meses. Não adianta fazer acordos de treinamentos, coisas meio intangíveis em que o número é só algo aparente”, afirmou.

Enquanto ainda era candidato à Casa Branca, Joe Biden afirmou que doaria dinheiro para o combate ao desmatamento na Amazônia e ameaçou sancionar o Brasil, caso o país não “pare de desmatar”.

“As florestas tropicais do Brasil estão sendo destruídas. Mais carbono é absorvido naquela floresta do que é emitido pelos Estados Unidos. Vou garantir que vários países se juntem e digam [ao Brasil]: ‘Aqui estão US$ 20 bilhões. Parem de destruir a floresta’”, disse em debate presidencial.

O democrata declarou ainda que poderia impor sanções ao Brasil caso o problema não seja sanado.“E se vocês [Brasil] não pararem [de destruir a floresta], sofrerão significativas consequências econômicas”, continuou Biden.

Na época, Ricardo Salles ironizou a proposta de ajuda financeira. “Só uma pergunta: a ajuda dos US$ 20 bilhões do Biden, é por ano?”, disse. O presidente Jair Bolsonaro também rebateu a declaração, classificou a fala de Biden como “lamentável” e disse que a soberania brasileira “é inegociável”.

Em fevereiro de 2021, já com os Estados Unidos sob a administração democrata, Ricardo Salles e o então ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, realizaram uma reunião por videoconferência com o enviado especial do Clima do governo norte-americano, John Kerry, para discutir mudanças climáticas e pediram ajuda dos EUA para combater o desmatamento.

Na semana passada, o embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman, afirmou que os Estados Unidos contam com o Brasil como um “líder mundial” nas questões climáticas.

“Contamos com o Brasil como líder mundial para incentivar ações ambiciosas que empoderem o mundo a alcançar metas transformadoras”, disse Todd Chapman ao anunciar o convite de Joe Biden para a Cúpula dos Líderes Sobre o Clima.

PODER360

Opinião dos leitores

  1. Segura o nariz moçada, o PHD em política sebosa e fedorenta, Manoel F. Está na área, sabe tudo.

  2. Vixe! Esse ministro retardado terraplanista já vai ceder aos “globalistas”? Já vai vender a Amazônia? Pense num governo inepto desse presidente MINTOmaníaco! Desse jeito vcs não vão enganar nem o gado mais!

  3. Eh assim mesmo, esse governo do presidente inepto segue gastando com exames que não soube usar pq não tivemos uma política nacional de testagem e isolamento bem como com remédios placebo como a cloroquina superfaturada!

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Economia

Volta da suspensão de contrato é fundamental para restaurantes, diz presidente da Abrasel

O presidente-executivo da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Paulo Solmucci, afirmou que a volta do programa de manutenção do emprego e renda (BEm) –que permite a suspensão de contratos de trabalho e redução de salários e jornada– é “fundamental” para o setor em meio ao agravamento da pandemia.

O programa vigorou de abril a dezembro de 2020. Sua reedição foi um dos pedidos feitos por ele ao presidente Jair Bolsonaro em reunião realizada em janeiro. Para Solmucci, o governo deveria ter negociado a medida com o Congresso, junto à retomada do auxílio emergencial. A associação aponta que 78% do setor não tem como pagar a folha de abril sem o auxílio.

“Naquele momento, o governo deveria ter pedido também ajuda para a medida provisória dos salários, essa que nós estamos chamando da reedição da 936. Não fez e aí encontrou-se numa situação muito difícil, que foi buscar uma fonte de financiamento. […] Tudo isso atrasou e, ao nossa ver, foi talvez falta de percepção do Congresso e do governo da urgência da medida”, disse em entrevista ao Poder360.

O governo confirmou a retomada do programa, que deve ser renovado depois que o Orçamento for sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro. O Ministério da Economia calcula que a medida custará cerca de R$ 10 bilhões.

 

Solmucci afirmou ter pedido mais duas ações do governo federal: o parcelamento de impostos e mais carência no Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte), programa de crédito para micro e pequenas empresas criado em maio de 2020 para mitigar os efeitos da crise econômica decorrente da pandemia. “Pedimos mais carência para o Pronampe: 6 meses. Já vieram 3 e estamos aguardando isso. Infelizmente, a promessa que foi de entregar essas medidas em 15 dias e acabou que nós estamos aí com 2 meses e todo mundo aí desesperado”.

Em relação a outra medida adotada pelo governo, o adiamento por 3 meses do pagamento de impostos do regime tributário para micro e pequenas empresas –o Simples, considerou-a “inócua”.“Na verdade, está todo mundo atrasado com as mensalidades do ano passado”, declarou.

O presidente-executivo reivindica também a retirada de uma série de requisitos para que se facilite o acesso a linhas de crédito. “Quem hoje tem uma restrição de cadastro não consegue pegar esse crédito. Isso é inadmissível porque elas não vieram por conta de um fluxo de trabalho normal, por simplesmente não ter pago. Nós fomos impedidos de trabalhar.”

AJUDA DOS ESTADOS

Solmucci ressalta que, além das medidas pendentes do governo federal, há iniciativas a serem adotadas por Estados e municípios que podem amenizar o impacto do setor. O Estado de São Paulo, que concentra 1/3 dos estabelecimentos do setor, anunciou no dia 17 um plano econômico, fiscal e tarifário para bares, restaurantes, academias, salões de beleza e produção de eventos.

Entre as medidas anunciadas está a liberação de R$ 100 milhões em linhas de crédito; suspensão de cortes nos serviços de saneamento e gás canalizado de 18 de fevereiro até 30 de abril (para estabelecimentos com consumo de até 100 m³ mensais de água e de até 150 m³ por mês de gás); além de isenção do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) de 4,14% sobre o leite e retorno da alíquota cobrada sobre a carne para 7% (havia subido para 13,3% em janeiro).

Para ele, no entanto, o pacote foi “acanhado”. “O governo fez um movimento importante, que foi voltar atrás no aumento das alíquotas do ICMS das proteínas. Agora, as outras medidas são absolutamente desproporcionais e pouco potentes para um Estado do tamanho de São Paulo”, avaliou.

Ele elogiou as medidas adotadas pelo governo do Ceará. No início de março, o governador Camilo Santana (PT) anunciou isenção da conta de água de março a maio, parcelamento do ICMS por 5 anos, auxílio de R$ 1.000 para os trabalhadores do setor que estão desempregados, entre outras medidas.

“O Ceará realmente saiu na frente. Abriu uma linha a fundo perdido da ordem de R$ 90 milhões. […] Nós tivemos um avanço muito importante em Alagoas. Na Bahia começa a surgir alguma coisa. Estamos avançando bastante no Mato Grosso. O Amazonas também fez bastante coisa bacana: reduziu os ICMS do setor em 60%”, citou.

PERSPECTIVAS PARA 2021

Apesar das demandas para o setor que, na visão de Solmucci “está completamente descapitalizado” e foi fortemente impactado pelas medidas restritivas necessárias para conter a disseminação da covid-19, a Abrasel projeta que o faturamento em 2021 será melhor que o de 2020. “Achávamos que, em 2021, retornaríamos ao patamar de 2019, com R$ 235 bilhões. Revisamos para baixo: R$ 215 bilhões a R$ 220 bilhões”, estimou.

Ele espera que já a partir de 15 de abril todos os bares e restaurantes estejam funcionando, ainda que com algumas medidas restritivas. “O que nós vamos ver agora, a partir dos primeiros dias de abril para frente, é uma redução da ocupação do sistema de saúde. A nosso ver, para não retomar mais”, afirmou. Para isso, conta com o avanço da vacinação no país.

PODER360

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Economia

Salários e penduricalhos no serviço público custam mais de R$1 trilhão por ano

O funcionalismo público brasileiro custou R$928 bilhões em 2019, o que representa mais de 13,7% de tudo produzido pela economia do País, de acordo com estudo do Instituto Millenium/ODX, e em 2020 ultrapassou a marca de R$1 trilhão. Apesar de a Constituição limitar os salários aos de ministros do Supremo Tribunal Federal (R$39,2 mil), os penduricalhos aumentam os valores pagos, segundo revelou o ministro Wagner Rosário (Transparência) à Rádio Bandeirantes, após cruzamento de dados. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Rosário disse que tem sido revelador o cruzamento de dados, feito pela CGU, atestando acúmulo indevido nos vencimentos de servidores.

Há casos, por exemplo, de casal aposentado em quatro repartições, cujos filhos acumulam quatro pensões, que somadas, extrapolam o teto.

 

O funcionalismo público totaliza 9,7 milhões de empregos, o que representa 21% dos 46 milhões de postos formais existentes em 2019.

O funcionalismo público municipal é 5,7 vezes maior do que o federal e 1,7 vez maior do que o estadual, diz o Instituto Millenium/ODX.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Quem mantém essa mamata toda é o funcionário privado. De onde vem esses valores, se o funcionário público não rende. Salários fora da realidade e trabalham quase nada.

  2. Vamos combinar!
    O problema do Brasil não é causado pelos servidores públicos. Graças à Deus eles existem. Aí estão as vacinas e o SUS. O problema maior do Brasil é a má distribuição de renda, aliada as vantagens estratosféricas dos Juízes e Promotores, além dos Parlamentares. Sim, não esqueçamos da corrupção do executivo, sobretudo o federal. O resto é abobrinha… Que só interessa a Guedes e sua trupe, para roubarem o Brasil!!!

    1. E onde está a corrupção praticada pelos poderes legislativo e judiciário? Que são tão e/ou mais corruptos do que o poder citado por você.

  3. No BRASIL não tem um cabra MACHO que coloque um projeto para acabar com isso? (PENDURICALHO) Paguem os salários devidos e pronto. Seria uma economia tão grande que nem o ministro Guedes sabe contar.[

  4. Na Noruega, país com um dos maiores IDHs do mundo, esse percentual é muito maior. O problema nao se trata do quanto gasta e sim como gasta. Investimento está travado. O país tem que taxar as grandes fortunas, taxar ganhos e dividendos. O governo so lascou o mais lascado e quer jogar a culpa no servidor.

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