Nacional

Falsa enfermeira que vacinou empresários é acusada de outros golpes

Cláudia Mônica Pinheiro Torres, de 54 anos, falsa enfermeira investigada por vacinar empresários contra a Covid-19 de forma ilegal em Belo Horizonte (MG), reúne um extenso histórico de golpes em seu currículo. A cuidadora de idosos, que foi presa na última semana, ganhou liberdade provisória nesse sábado (3/4).

Ao Fantástico, uma fonte anônima que trabalhava com Cláudia como cuidadora de idosos afirmou que a enfermeira já aplicava golpes há um tempo. “Comecei a trabalhar com ela, dava plantões. A gente começou a cobrar o dinheiro, ela dava desculpas, inventou histórias de que foi roubada, que não tinha como dar o dinheiro. As pessoas falavam que ela era meio perigosa, que ela tinha envolvimento com pessoas que eram perigosas, e a gente ficou com medo mesmo de ir atrás do dinheiro que tinha que receber justamente por isso. Do que ela seria capaz de fazer”, disse.

Ainda segundo a reportagem, a falsa enfermeira reúne uma série de processos na Justiça por ter sumido com dinheiro de vítimas. Em um dos casos levados à polícia, uma das vítimas diz ter perdido R$ 20 mil.

No escritório de um dos donos da garagem onde ocorreram as aplicações, a Polícia Federal encontrou uma lista com 57 nomes e horários que seriam da vacinação. A maioria dessas pessoas mora em bairros luxuosos e condomínios fechados da região metropolitana de Belo Horizonte.

Na relação, aparecem nomes de advogados, um aluno de doutorado, um dentista e quatro parentes do ex-senador Clésio Andrade, que nega ter recebido o imunizante. Diretores do sindicatos das empresas de ônibus da região e empresários do ramo do transporte também estão na lista.

 

Em um trecho do depoimento que deu à polícia, o empresário Rômulo Lessa, dono de uma empresa de ônibus e, segundo as investigações, um dos articuladores do esquema de vacinação, afirma que Cláudia cobrava R$ 600 pelas supostas vacinas, e que ela parou de responder às mensagens depois da primeira aplicação.

Falsa vacina

Na casa de Cláudia, foram encontradas substâncias que, posteriormente, a perícia concluiu se tratar de soro fisiológico.

A polícia acredita que, além de falsa enfermeira, ela também aplicava uma falsa vacina, uma substância sem nenhum efeito contra o coronavírus.

METRÓPOLES

Opinião dos leitores

  1. Será que toda essa história não é apenas uma cortina de fumaça para livrar os empresários que nem seus nomes temos revelados?

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Política

Marco Aurélio critica liberação de cultos e missas: “Reze-se em casa”

O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Marco Aurélio Mello, criticou neste domingo (4/4) a decisão tomada pelo ministro Nunes Marques, liberando a realização de missas e cultos presenciais em todo o país, no pior momento da pandemia de coronavírus no Brasil, com explosão de infecções e mortes pela Covid-19. Para o ministro, Nunes Marques não poderia ter tomado uma decisão de forma monocrática em um momento como o que o país vive.

Ele disse esperar que Nunes Marques submeta a liminar à apreciação do Plenário da Corte urgentemente, para que a matéria seja julgada na próxima quarta-feira. “Espero que ele submeta na quarta-feira sua decisão ao Plenário. Isso tem que ser feito urgentemente, já que o ato seria do colegiado, que estará reunido. Urge tranquilizar a população. Urge a segurança da população, da sociedade”, destacou.

“O maior altar que nós temos é o nosso lar. Reze-se em casa”, enfatizou o ministro. “Temos que evitar a todo custo as aglomerações. A ficha do brasileiro ainda não caiu quanto à pandemia, em que pese o número de mortes”, destacou em entrevista ao Metrópoles.

A decisão foi tomada na noite de sábado (3/3), véspera da Páscoa.

“Urgência?”

Marco Aurélio apontou não haver motivos para Nunes Marques ter tomado essa decisão sem ouvir os colegas. “Em processo objetivo, há a necessidade de 6 votos para implementar-se uma tutela de urgência. Como é que um colega sozinho implementa? Além disso, o tribunal não está em férias. Está em pleno semestre judiciário. Que urgência foi essa para ele atuar personificando os 11 ministros?”, questionou o ministro.

“Judiciário não governa”

Outra dúvida levantada por Marco Aurélio Mello é se a Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure), que apresentou a ação, tem a competência para propor uma Arguição de Preceito Fundamental (ADPF) no STF. “No lugar dele (Nunes Marques), eu jamais implementaria. Eu tenho sérias dúvidas se essa associação que entrou, formada por juristas evangélicos, é parte legítima para apresentar uma ADPF”, destacou o Marco Aurélio.

Além disso, o decano apontou que a decisão sobre medidas de afastamento social são próprias do Executivo, que é quem governa, e que esse seria um motivo para que Nunes Marques não acatasse o pedido. “Nós temos três Poderes na República, Legislativo, Executivo e Judiciário. Quem governa é o Executivo, e nós não temos expertise na área para dizer o que pode abrir e o que não pode, para dizer se há possibilidade de contaminação ou não há. O Judiciário não governa. Ele não é o Executivo. Nós julgamos conflitos de interesse”, destacou.

“Expertise”

Na decisão, Nunes Marques apontou regras para a volta de atividades presenciais nos templos, detalhando protocolos de segurança sanitária que incluem o limite de 25% de ocupação dos espaços.

Para Marco Aurélio, não cabe a um ministro esse tipo de determinação. “Nós não temos expertise para isso. “Nós não temos expertise para dizer que o momento é de abertura”, destacou.

“Aí, junta-se a crise econômica, a crise política, a crise na saúde. Veja o que está ocorrendo em termos de pessoas que estão esperando na fila para serem atendidas em UTI. É preciso que cada qual se conscientize que o vírus é devastador. Em relação a alguns, ele fica assintomático, e, em relação a outros, ele não é brincadeira.”

“330 mil mortes é pouco?”

O ministro ainda apontou o caos no sistema de saúde como motivo de adoção de medidas de isolamento social. “Penso que ainda não chegamos ao pico da pandemia no Brasil. Vamos ter ainda dias muito tristes. Olha que eu não sou um homem pessimista. Não! Eu sou por criação, por educação, um otimista”, destacou.

Ele lembrou as recomendações dadas pelo ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, no início da pandemia, para que as pessoas ficassem em casa.

“Disco arranhado”

“Lá trás, o Mandetta parecia um disco arranhado. Ele falava isolamento, isolamento, isolamento. Falei, esse homem será que só pensa nisso? Mas ele estava certíssimo. O nosso sistema de saúde não iria suportar, como não está suportando”, apontou.

Mandetta deixou o cargo devido a divergências com o presidente Jair Bolsonaro em relação à conduta perante a pandemia.

Marco Aurélio ainda se mostrou indignado com a falta de percepção das pessoas sobre a gravidade da situação. “Só se percebe a realidade quando ela está junto a pessoas da família, quando ela alcança pessoas da família? Nós temos que ver o todo. Olha o número de mortos que temos hoje. O número de 330 mil mortes é pouco?”, questionou o ministro.

METRÓPOLES

Opinião dos leitores

  1. Esse ministro diz que STF não governa, ora o que se vê é eles ditando as ordens, inclusive proibindo o governo federal de governar.

  2. Mas, para soltar chefes do tráfico não precisa recorrer ao Plenário, não é, ministro? Mais hipocrisia.

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Economia

Dívidas de igrejas com INSS e Imposto de Renda já chegam a R$ 1,9 bilhão

Beneficiadas com um perdão de dívidas concedido sob a bênção do presidente Jair Bolsonaro, as igrejas acumulam R$ 1,9 bilhão em débitos inscritos na Dívida Ativa da União (DAU). O Estadão/Broadcast teve acesso a uma planilha que detalha os tributos devidos pelas instituições religiosas. Algumas delas deixaram de pagar à União até mesmo a contribuição previdenciária e o Imposto de Renda já descontados do salário dos empregados.

Cerca de R$ 1 bilhão dessa dívida corresponde a débitos previdenciários não especificados, isto é, podem ser tanto a parcela devida pelo empregador quanto a parte recolhida em nome do empregado. Outros R$ 208 milhões do montante são contribuições patronais inadimplentes. Os valores incluem débitos em fase de cobrança, negociados em algum tipo de parcelamento ou até mesmo suspensos por decisão judicial.

 

Há ainda R$ 4 milhões em contribuições que as igrejas descontaram da remuneração de seus funcionários, mas não repassaram ao INSS. Deixar de repassar à Previdência a contribuição dos contribuintes configura apropriação indébita, um crime previsto no Código Penal e punido com dois a cinco anos de reclusão, além de multa.

Os valores consideram apenas as cobranças sob responsabilidade da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), sem incluir os débitos ainda em fase administrativa, que tramitam na Receita Federal.

Discórdia entre Fisco e igrejas

As cobranças previdenciárias estão no centro de uma discórdia entre o Fisco e as instituições religiosas. A lei diz que a prebenda, como é chamado o valor recebido pelo pastor ou líder do ministério religioso por seus serviços, não é considerada remuneração, ou seja, seria isenta de contribuições à Previdência. Mas o próprio texto condiciona o benefício ao pagamento de valor fixo, sem parcela variável conforme a natureza ou a quantidade do trabalho executado.

A Receita começou a identificar nos últimos anos que igrejas se valiam da prebenda para distribuir participação nos lucros e pagar remuneração variável de acordo com o número de fiéis ou conforme a localidade do templo (mais informações nesta página). A lógica seria conceder pagamentos mais gordos a quem tivesse os maiores “rebanhos”. O Fisco começou, então, a lançar autos de infração e cobrar das igrejas os tributos devidos com multas e encargos sobre a parcela variável da prebenda.

Para tentar resolver o impasse, a bancada evangélica no Congresso Nacional emplacou em agosto do ano passado a aprovação de uma lei que derruba todas as fiscalizações que tinham como alvo a cobrança previdenciária sobre a prebenda.

Como revelou o Estadão/Broadcast, meses antes Bolsonaro havia promovido uma reunião entre o deputado federal David Soares (DEM-SP), filho do missionário R. R. Soares, e o secretário especial da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto, para discutir os débitos das instituições religiosas. Procurados na época, tanto o Planalto como o deputado não quiseram se manifestar. “Isso aí é uma reunião com o presidente, eu não tenho nada a declarar”, afirmou Soares.

Bolsonaro, que já havia ordenado à equipe econômica “resolver o assunto”, acabou sancionando o trecho da lei que buscava liberar as cobranças sobre a prebenda. Dias antes da aprovação da lei, a Igreja Internacional da Graça de Deus, fundada por R. R. Soares, ingressou com uma ação na Justiça Federal pedindo a anulação de uma cobrança de R$ 30,6 milhões em contribuições previdenciárias sobre a prebenda, cujo auto de infração foi lavrado em 2013.

Após a sanção, a defesa recorreu à lei recém-criada para tentar justificar a extinção dos débitos. Ainda não há sentença no caso, mas, segundo apurou o Estadão/Broadcast, a Receita Federal tem o entendimento de que a mudança recente na legislação não tem impacto sobre as cobranças em andamento.

Uma posição nessa linha foi dada pela juíza Adriana Barretto de Carvalho Rizzotto em despacho de 1.º de março deste ano. “Não há como se reconhecer que a atuação desrespeitou diploma legal não existente à época de sua ocorrência, independentemente da previsão do § 16 (…) incluído pela Lei nº 14.057, de 14 de setembro de 2020”, afirmou a juíza, referindo-se ao dispositivo patrocinado pela bancada evangélica.

A bancada evangélica tem se articulado agora para incluir, na reforma tributária, a ampliação do alcance de sua imunidade tributária para qualquer cobrança incidente sobre propriedade, renda, bens, serviços, insumos, obras de arte e até operações financeiras (como remessas ao exterior).

Arcabouço brasileiro

O economista Rodrigo Orair, especialista em finanças públicas e ex-diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, critica o arcabouço brasileiro de isenções tributárias às igrejas.

De acordo com ele, em outros países é comum que as instituições religiosas fiquem livres de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, mas não dos demais tributos, como a contribuição previdenciária. Já no Brasil, os benefícios têm alcance maior. “Uma coisa é isentar tributos pela prestação de serviços não mercantis. Faz sentido. Outra coisa é isentar a contribuição previdenciária, inclusive a do pastor”, diz. “A sociedade arcará com a aposentadoria deles por longos anos sem que eles tenham contribuído.” Em sua opinião, as igrejas não deveriam ser isentas da contribuição ao INSS, de 20% sobre a folha, muito menos deixar de repassar os valores recolhidos em nome dos empregados.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Isaías 29:13
    Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca, e com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído.

    1. Deveria deixar claro, que se trata das igrejas protestantes!

  2. Espero que não estejam querendo associar essa questão tributária com o direito, previsto na Constituição, que as pessoas têm de professar sua fé. Será mera coincidência esse artigo da grande mídia militante?

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Polícia

Celular de falsa enfermeira de MG apreendido pela Polícia Federal estava zerado de mensagens

O celular apreendido da falsa enfermeira suspeita de estar envolvida no esquema de vacinação às escondidas de empresários em Minas Gerais não tinha mensagens e estava zerado.

A Polícia Federal fez uma busca e apreensão na casa dela na semana passada, quando encontrou ampolas com soro e algumas seringas.

A PF tenta recuperar mensagens apagadas. A principal suspeita, por ora, é a de que os empresários caíram num golpe de vacinação fake.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

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Meio Ambiente

Na Polícia Federal não vai passar boiada, diz chefe da PF no Amazonas após críticas de Salles

A maior apreensão de madeira da história do Brasil virou motivo de atrito entre a Polícia Federal e Ricardo Salles (Meio Ambiente). O ministro foi na quarta-feira (31) ao Pará, onde fez uma espécie de verificação da operação. Salles aponta falhas na ação e tem dito que há elementos para achar que as empresas investigadas estão com a razão.

Em entrevista à Folha, o chefe da PF do Amazonas, Alexandre Saraiva, 50, diz que é a primeira vez que vê um ministro do Meio Ambiente se manifestar de maneira contrária a uma ação que visa proteger a floresta amazônica. “É o mesmo que um ministro do Trabalho se manifestar contrariamente a uma operação contra o trabalho escravo”, afirma. A apuração do caso está sob seu comando.

Saraiva declara que tudo que foi apreendido desde dezembro do ano passado, mais de 200 mil metros cúbicos de madeira, é produto de ação criminosa. Ele afirma também que as empresas até agora não apresentaram documentos requisitados pela PF.

É como se um carro fosse parado na estrada, a polícia pedisse o documento, e o condutor não tivesse em mãos ou entregasse um sobre um Fusca, quando estava dirigindo um Chevette, afirma o delegado, que concluiu seu doutorado sobre o tema em fevereiro. “Se a documentação estiver dentro da lei, liberaremos a madeira na hora. A possibilidade disso acontecer, na minha opinião, é perto de zero.”

Há mais de dez anos ocupando cargos de superintendente na PF (Roraima, Maranhão e Amazonas, agora), ele diz que as investigadas na ação não podem nem ser chamadas de empresas. “Trata-se de uma organização criminosa.” “Na Polícia Federal não vai passar boiada”, diz, usando termo utilizado por Salles em reunião ministerial do ano passado.

O ministro Ricardo Salles disse achar que há erros na investigação da PF. Como o sr. viu essa declaração? 
Me parece que é o mesmo que um ministro do Trabalho se manifestar contrariamente a uma operação contra o trabalho escravo. Nunca tive notícia de um ministro do Meio Ambiente se manifestando contrariamente a uma operação que visa proteger a floresta amazônica. É um fato inédito e que me surpreendeu.

Os empresários e o ministro afirmam, entre outras coisas, que as madeiras saíram exatamente do local que seus documentos afirmam ter havido a extração. Foi esse o motivo da apreensão? 
Não, a questão é se essa exploração poderia ter ocorrido. Onde está o processo administrativo que autorizou essa exploração? É claro que o criminoso sabe onde ele cometeu o crime. Isso é incontroverso. Existe um plano de manejo legal?

Confira matéria completa na Folha.

Opinião dos leitores

  1. É esse “ministro” que quer que os EUA invistam 1 bilhão na recuperação da Amazônia?
    Só se o Biden enlouquecer…

  2. Tem que mudar isso aí! O MINTOmaníaco além de interferir na PF do RJ vai querer tb influenciar na do AM…

  3. Um homem de Caráter neste Governo, coisa rara agora é esperar pela transferência para Brasília em uma função Administrativa, será ? 🤔

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Nacional

Secretário de Doria diz que ele e colegas recebem ameaças de extremistas

Secretário de Desenvolvimento Regional da gestão João Doria (PSDB-SP), Marco Vinholi diz que ele e seus colegas de secretariado que estão à frente da estratégia de combate à pandemia também têm sofrido com ameaças de extremistas.

O Painel mostrou que a Polícia Civil instaurou praticamente dois inquéritos por mês desde o começo da pandemia para investigar ameaças a Doria e sua família, que agora decidiram se mudar para o Palácio dos Bandeirantes. “Isso é abominável em uma democracia, o governador está sofrendo ameaças por zelar pela população”, diz Vinholi. “Passamos por isso direto. Na rede, sempre recebemos esse tipo de ameaças, tanto eu como a Patricia Ellen [Desenvolvimento Econômico]. Tenho muitas ameaças guardadas de gente tentando intimidar.”

Eles têm sido alvos de pessoas que não aceitam as medidas restritivas adotadas pelo governo do estado para a contenção da pandemia do coronavírus. Vinholi afirmou que não registrou nenhum boletim de ocorrência até agora.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. SANTA HIPOCRISIA BATMAN
    Que povo mentirosos e desonesto.
    Bolsonaro e sua trupe de miquinhos amestrados atacam todo mundo e depois dá uma de vítima que é atacado.
    Povo hipócrita que temos visto praticamente todo dia inventar uma mentira para de tarde negar com a cara mais deslavada do mundo. Como se não fosse nada demais mentir sem parar. Mentir sobre tudo, sobre todos e depois se fazer de desentendidos e vítimas.
    Bando de irresponsáveis e falsos. Pelo menos assumam o que dizem e tenham a dignidade de pedirem desculpas quando suas mentiras forem desmascaradas.

  2. Mais um governo incompetente, mentiroso e irresponsável, que só pensa em fazer política, mesmo que às custas do povo. Esse Doria foi um dos políticos mais mentirosos já vistos no Brasil. Só perde pro bandido de 9 dedos. Aliás, parece que vão se unir. Pense numa aliança política!

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Economia

Para viabilizar sanção, Bolsonaro indica a aliados que deverá vetar trechos do Orçamento de 2021

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sinalizou durante o fim de semana que deverá vetar trechos do projeto de Orçamento de 2021, aprovado pelo Congresso em março. A proposta orçamentária é alvo de discussão entre a equipe econômica e parlamentares.

Com o veto parcial, o governo espera evitar uma crise entre os dois lados e viabilizar a sanção do Orçamento, que destrava os gastos da máquina pública neste ano. Bolsonaro tem até o dia 22 de abril para sancionar o texto.

A indicação do presidente foi feita no sábado (3) a auxiliares jurídicos e transmitida a deputados aliados pela articulação política.  A ideia é de que, já no início desta semana, Bolsonaro discuta os trechos que devem ser vetados com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

O veto parcial é considerado por assessores palacianos a melhor solução diante do embate entre a Economia e o Congresso pela adequação da proposta orçamentária.

O relator da matéria, senador Márcio Bittar (MDB-AC), aceitou abrir mão na semana passada de até R$ 10 bilhões em emendas. Na sexta-feira (2), como mostrou a Folha, o relator aceitou elevar o valor para R$ 13 bilhões. O novo patamar, no entanto, ​não foi aceito por Guedes.

O ministro da Economia defende um corte de R$ 20 bilhões a R$ 30 bilhões em verbas indicadas pelo Congresso para que seja possível recompor os recursos obrigatórios sem estourar o teto de gastos, regra que limita o crescimento das despesas do governo à variação da inflação.​

O maior impasse atualmente é como sancionar o projeto de Orçamento sem que Bolsonaro possa deixar margem para ser acusado de crime de responsabilidade. A proposta orçamentária foi aprovada com menos recursos que o mínimo para pagamento de despesas obrigatórias, como aposentadorias e demais benefícios previdenciários.

Para recompor a verba de gastos obrigatórios, o governo teria que fazer um contingenciamento nas despesas discricionárias, que englobam gastos com energia elétrica, água, terceirizados e materiais administrativos, além de investimentos em infraestrutura, bolsas de estudo e emissão de passaportes, por exemplo.

No entanto, técnicos do Ministério da Economia dizem que um tesourada de mais de R$ 30 bilhões nesse grupo de despesas inviabilizaria a prestação de serviços públicos até o fim do ano. Por isso, o projeto aprovado pelo Congresso é considerado inexequível pela equipe econômica.

A solução então passa por reduzir a verba de emendas parlamentares e aumentar o orçamento obrigatório.

Mesmo com o Congresso já abrindo mão de emendas, ainda há discussão jurídica, pois a mudança de destinação do dinheiro seria apenas após a sanção. O time de Guedes ainda analisa o texto aprovado para saber o que exatamente pode ser vetado sem que programas do governo sejam prejudicados.

Como mostrou a Folha, Guedes já enviou recado ao presidente de que pode haver uma nova debandada na equipe econômica se os problemas do Orçamento não forem corrigidos.

Na aprovação das contas de 2021, os deputados e senadores autorizaram R$ 48,8 bilhões em emendas parlamentares —forma de um congressista colocar sua digital numa verba para projetos na base eleitoral, especialmente obras.

Para viabilizar essa cifra, foram cortados, artificialmente, R$ 26,5 bilhões em despesas obrigatórias, como benefícios previdenciários e abono salarial. A equipe econômica tenta reverter essa tesourada.​

A disputa por verbas para obras públicas retomou pressão tanto dentro do próprio governo como no bloco do centrão pela troca do ministro da Economia.

Em conversas reservadas, relatadas à Folha, Bolsonaro sinalizou que, apesar da pressão contra o ministro, não pretende substituí-lo neste momento, ainda mais diante de um cenário de duas crises: uma econômica e outra sanitária.

O presidente, no entanto, tem se convencido da necessidade de fazer acenos ao centrão e de investir em obras públicas um ano antes da eleição presidencial, sobretudo em uma tentativa de retomar a queda de popularidade enfrentada com a escalada de mortes com a pandemia do coronavírus.

FOLHAPRESS

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Economia

Auxílio emergencial menor começa a ser pago em meio à piora da pandemia

Após um vácuo de três meses sem repasses, o governo federal inicia nesta semana os pagamentos da nova rodada do auxílio emergencial. Retomado na fase mais aguda da pandemia, com recordes de mortes e avanço de medidas restritivas nas cidades, o programa deste ano vai liberar o equivalente a 15% da assistência de 2020.

Os depósitos aos beneficiários serão feitos a partir de terça-feira (6) para nascidos em janeiro e seguirão a ordem das datas de nascimento. Para os recebedores do Bolsa Família, será mantido o calendário original do programa social, com pagamentos a partir de 16 de abril.

Uma nova rodada do auxílio em 2021 não estava no roteiro do governo. O plano inicial da equipe econômica previa uma redução gradual das parcelas, acompanhando os sinais de enfraquecimento da pandemia. O programa seria encerrado em dezembro e interligado a um Bolsa Família reformulado e mais robusto.

Alvo de veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o novo programa social acabou na gaveta e 2021 começou sem nenhum tipo de socorro emergencial aos trabalhadores informais.

A nova rodada só entrou em negociação após forte avanço da segunda onda da pandemia e aumento da pressão de parlamentares sobre o governo.

Aprovada junto com um pacote que define medidas de ajuste fiscal para crises futuras, a nova assistência terá custo máximo de R$ 44 bilhões. Em 2020, foram autorizados R$ 322 bilhões para essa finalidade, e R$ 293 bilhões foram efetivamente gastos.

No ano passado, o programa pagou cinco parcelas de R$ 600 e mais quatro de R$ 300 —mulheres chefes de família recebiam em dobro.

O governo gastou em média R$ 46,9 bilhões por mês na primeira fase do programa em 2020. Quando a parcela caiu para R$ 300, o custo mensal foi para R$ 15,9 bilhões. A nova rodada tem custo estimado em R$ 11 bilhões por mês.

O programa encolheu. Tem orçamento, público e valor menores. Serão quatro parcelas que variam a depender da formação familiar. O benefício padrão será de R$ 250. Pessoas que vivem sozinhas receberão R$ 150 por mês —limitação que não existia em 2020.

Para mulheres chefes de família, o valor será de R$ 375 —50% mais alto do que o benefício básico.

Em abril 2020, o programa foi iniciado com cerca de 68 milhões de pessoas elegíveis. Na etapa com pagamentos de R$ 300, a partir de setembro, o público médio ficou em 51 milhões de pessoas. Agora, o governo espera atender até 45,6 milhões de pessoas.

Outros critérios também ficaram mais restritos. Enquanto o auxílio de 2020 foi pago a até dois membros de cada família, a regra foi limitada neste ano a uma pessoa por lar.

Para receber o benefício, não é necessário fazer nenhum tipo de pedido ou cadastro nos sistemas do governo. Os repasses levarão em conta o cadastro de beneficiários que foram atendidos em dezembro do ano passado. Isso significa que pessoas que caíram em situação de vulnerabilidade neste ano não terão direito a receber o auxílio.

O encolhimento da assistência, criada para socorrer camadas vulneráveis da população durante a crise sanitária, não acompanhou diretamente os movimentos da pandemia.

Quando foram iniciados os pagamentos em abril, os registros de mortes por Covid-19 ficavam, em geral, abaixo de 300 por dia. A renovação das parcelas de R$ 600 começou a ser paga quando a média móvel de óbitos diários estava em 971.

Em setembro, mês que o valor da parcela caiu pela metade, a média diária de mortes estava ligeiramente mais baixa, em 859. Agora, a nova rodada, ainda mais enxuta, começará a ser paga no momento que o país ultrapassou média diária de 3.000 mortos por dia.

Dados do Ministério da Cidadania mostram que o auxílio emergencial de 2020 beneficiou cerca de 38 milhões de mulheres e 30 milhões de homens.

No recorte por idade, aproximadamente 30 milhões de beneficiários tinham até 34 anos. Outros 23 milhões tinham idade entre 35 e 49 anos. Foram 15 milhões de pessoas com mais de 50 anos.

A pasta informou que o detalhamento do público atendido pelo programa de 2021 ainda está em elaboração.

O novo programa tem parcelas mais próximas aos valores pagos pelo Bolsa Família. O programa social permanente tem benefício médio de R$ 190.

Desde a primeira elaboração do auxílio, no ano passado, a equipe econômica defendia que os repasses fossem em valores semelhantes aos do Bolsa Família. A versão original do auxílio, apresentada em março de 2020 pelo Ministério da Economia, previa parcelas de R$ 200.

Por pressão do Congresso, que considerava o valor insuficiente, a proposta inicial foi ampliada para R$ 500 e, depois, Bolsonaro autorizou o valor de R$ 600.

A lei que define o auxílio de 2021 estabeleceu que as quatro parcelas poderão ser prorrogadas, desde que haja espaço no Orçamento. A equipe econômica não trabalha com esse cenário no momento.

Em preparação para o fim da assistência, o time de Guedes pretende insistir na reformulação do Bolsa Família. O plano é vencer resistências de Bolsonaro e unificar ações existentes hoje em um programa novo, com parcelas mas altas e público maior.

Um dos pontos defendidos por Guedes é a fusão do abono salarial, uma espécie de 14º pago a trabalhadores formais com remuneração de até dois salários mínimos. No ano passado, o presidente vetou a proposta e disse que não aceita tirar de pobres para dar a paupérrimos.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Grave mesmo é o Prefeito de Patu não pagar nem salário mínimo e nem em dia aos seus eleitores transformados em assessores pelas famosas TERCEIRIZADAS ou mesmo em contratação direta.
    E os aposentados que não o seguem ? não sabem quando recebem. É ou não um cabra RUIM.

  2. Os governadores “lacradores”, que estão impedindo as pessoas de trabalhar, deveriam pagar auxílio ao povo. A governadora do RN vai fazer isso?

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Saúde

Prefeitura do Natal abre mais um drive de vacinação

A Prefeitura do Natal, em parceira com o Sesi, coloca em funcionamento, a partir do meio dia desta segunda-feira (05), mais um drive de vacinação. O novo ponto vacinal ficará localizado no Sesi, na Avenida Capitão-mor Gouveia, 2770, Lagoa Nova, em frente à Ceasa, onde funciona também o CTGás. A estrutura conta ainda com pontos de vacinação para pedestre.

O secretário municipal de Saúde, George Antunes, considera que a abertura do novo drive ajudará a dar ainda mais agilidade à vacinação em Natal, a evitar aglomerações e reduzir tempo de espera. “Nesta segunda (05) iniciamos a vacinação dos idosos de 65 anos, nossas Unidades Básicas não foram projetadas para acomodar um número tão grande de pessoas e as UBSs continuam com seu fluxo normal de atendimento, então estamos possibilitando à população alternativas com mais pontos de vacinação”, aponta o titular da SMS Natal.

Secretário-adjunto da SMS Natal, Vínicuis Capuxu explica como será o acesso. “A entrada dos veículos ocorrerá pela lateral do SESI (originalmente onde seria a saída), entrando pela rua entre o Banco do Brasil e o TRT (entra na 5ª rua à direita e depois à direita novamente, acessando a lateral do SESI), a saída ocorrerá pela Capitão-mor Gouveia (onde originalmente é a entrada)”, a medida é para deixar o trânsito fluir na Av. Capitão Mor Gouveia

Outra informação importante é a de que o drive começa a funcionar nesta segunda (5), a partir de 12h, mas a partir de terça (06) o funcionamento acontecerá em horário normal, das 8h às 16h.

Além dos sete drive de vacinação (Arena das Dunas, Palácio dos Esportes, OAB, Shopping Via Direta, Nélio Dias, UnP, e Sesi), com funcionamento das 8h às 16h, a SMS Natal ainda disponibiliza 35 salas de vacinação localizadas nas UBS.

Confira a lista das 35 Unidades Básicas de Saúde que estarão aplicando a vacina

As 35 salas de vacinação estão distribuídas nos cinco Distritos Sanitários de Natal e funcionam das 8h às 11h30 e das 12h30 às 15h.

DISTRITO SANITÁRIO NORTE I
UBS Pajuçara: Rua Maracaí, S/N, Conjunto Pajuçara
USF Nova Natal : Rua Do Pastoril, Nova Natal, Lagoa Azul
USF Redinha: Rua Do Campo, S/N , Redinha
USF Nordelândia: Rua José Da Silva, S/N, Lagoa Azul
USF Gramoré: Avenida Guaratinguetá S/N, Lagoa Azul
USF Parque Das Dunas: Avenida Mar Mediterrâneo, N° 101,Conjunto Parque Das Dunas, Pajuçara
USF Pompeia: Rua Oceano Atlânticos, N° 172, Nova República, Pajuçara

DISTRITO NORTE II
USF Vale Dourado: Rua Irmã Vitória, N° 02, Igapó
USF Panatis: Rua Das Pimenteiras, S/N, Panatis
USF Jardim Progresso: Rua Antonia Santana, S/N, Jardim Progresso
USF Nova Aliança: Rua Da Consolação, 384, Nossa Sra. Da Apresentação
USF Soledade II: Rua Serra Negra, N° 2000, Soledade II
USF Santarém: Avenida Rio Doce, N° 12, Conjunto Santarém
C.S Bela Vista: Rua Novo Recreio, S/N, Igapó

DISTRITO SUL
UBS Candelária: Rua Nossa Senhora Da Candelária, N° 3402, Candelária
ESF Rosangela Lima: Rua Santa Beatriz, N° 11, Planalto
UBS Nova Descoberta: Avenida Xavier da Silveira, N° 05, Nova Descoberta
UBS Satélite: Rua Das Carnaúbas, N° 02 Pitimbu
UBS Pitimbu: Rua Serra De Piracanjuba, N° 02, Pitimbu
ESF Ronaldo Machado: Rua Desportista Arthur Veiga, N°10, Planalto

DISTRITO LESTE
UBS São João: Rua Romualdo Galvão, N° 891, Tirol
USF Brasília Teimosa: Rua Miramar, N° 34
USF Rocas: Rua Francisco Bicalho, S/N, Rocas

UBS Alecrim: Rua Fonseca e Silva, N° 1129, Alecrim
Unidade Mista Mãe Luiza: Rua João XXIII, Mãe Luiza
UBS Lagoa Seca: Rua Padre Antônio S/N, Lagoa seca
USF Passo da Pátria: Rua Ocidental de Baixo, S/N, Pantanal, Centro

DISTRITO OESTE
USF Nazaré: Rua Rubens Mariz, N° 447, Nsa Senhora de Nazaré
UBS Felipe Camarão II: R. Santa Cristina, 882- Felipe Camarão
USF Cidade Nova: Rua Do Laranjal, N° 483, Cidade Nova
USF Bairro Nordeste: Rua alto da Bela Vista, N° 492, Bairro Nordeste
USF Quintas: Travessa Luiz Sampaio, N° 712, Quintas
USF Monte Líbano : Rua Matusalém , N° 191, Bom Pastor
USF KM 06: Av. Capitão Mor Gouveia, N° 10.318, KM 06
USF Nova Cidade: Rua Francisco de Assis Martins, S/N, Nova Cidade

Opinião dos leitores

  1. Parabéns, muitos locais de vacinação, o problema é que não tem vacina. Na verdade tem vacinas, o problema é que fatão e sua gang insistem em segurar as vacinas, contrariando a orientação do Ministério da saúde, que mandou aplicar todas as vacinas disponíveis. Governo literalmente, criminoso.

  2. Enquanto isso, o governo de Fátima do PT não distribue as vacinas que recebe do governo federal com a rapidez necessária. Está estocando? Qual o motivo? E cadê os novos leitos hospitalares? Fez o que com os bilhões que recebeu do governo federal?

  3. Deus é a verdade. PT É A MENTIRA E A FARSA 24 HORAS. Desgraça tu me enganou muito tempo mais agora não me engana mais.

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Saúde

Reino Unido estuda passaporte de imunização para shows e eventos

Foto: Andrew Parsons/No 10 Downing Street

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, deve anunciar na 2ª feira um “passaporte de imunização” para a liberação de eventos. O número de mortes por covid-19 diminuiu drasticamente com o lockdown imposto em janeiro. No sábado (3), 10 pessoas morreram pela doença, o menor número diário do país desde 13 de março de 2020.

Segundo a BBC, o governo está testando uma série de medidas “para permitir o retorno seguro de partidas esportivas, eventos e casas noturnas”. O passaporte de imunização, que pode ser um certificado digital ou impresso, mostraria se a pessoa foi vacinada contra a covid-19 e o resultado do último teste.

Boris Johnson disse que os testes iniciais “desempenharão um papel importante para permitir” a realização de eventos. “Estamos fazendo tudo o que podemos para permitir a reabertura de nosso país, para que as pessoas possam retornar aos eventos, viagens e outras coisas que amam com a maior segurança possível”, afirmou.

O plano do primeiro-ministro é fazer os testes em:

  • um clube de comédia;
  • nos jogos da semifinal e da final da Copa da Inglaterra;
  • em uma casa noturna;
  • em um evento empresarial
  • uma competição de corrida.

Especialistas acreditam que a criação de um passaporte de imunização poderia levar à discriminação daqueles que não foram vacinados. A OMS (Organização Mundial de Saúde) disse em nota que “as autoridades nacionais e os operadores de transporte não devem introduzir requisitos de comprovação de vacinação covid-19, visto que ainda existem incógnitas críticas sobre a eficácia da vacinação em reduzir a transmissão”.

Parlamentares britânicos também se opõem à medida. Shami Chakrabarti, do Partido Trabalhista, disse em entrevista à BBC que separar imunizados das não imunizados “é introduzir um posto de controle que tantos de nós simplesmente não desejam”. Acrescentou ainda que “a participação na vida da comunidade local é um direito fundamental”.

Ed Davey, do partido Liberal Democratas, disse que “à medida que começarmos a controlar adequadamente este vírus, devemos começar a recuperar nossas liberdades. Passaportes de vacinas nos levam na outra direção”.

Vacinação

As medidas de “retorno à normalidade” são resultado do sucesso do Reino Unido no controle da pandemia, que está diretamente ligado à eficiente campanha de vacinação. Neste sábado (3.abr.2021), bateu os 5 milhões de vacinados com as duas doses da vacina anticovid-19. Lá, são aplicados os imunizantes da Pfizer e da Oxford/AstraZeneca.

Proporcionalmente, o Reino Unido é o 2º país que mais vacinou sua população. Mais de 46% dos residentes já receberam ao menos uma dose. Israel lidera no 1º quesito (60,7%). Em números totais, a ilha está em 4º lugar, com 36,3 milhões de doses aplicadas, atrás dos Estados Unidos (157,6 milhões).

Poder 360

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Política

Comissão pede ao Congresso manutenção de orçamento para realizar o Censo

Foto: Licia Rubinstein / Agência IBGE Notícias

A Comissão Consultiva do Censo Demográfico, entidade independente que auxilia o IBGE na elaboração da pesquisa, publicou uma carta em defesa da integralidade do orçamento destinado ao Censo e da realização ainda neste ano. Na última semana, o Congresso reduziu o valor previsto para a pesquisa, de R$ 2 bilhões para R$ 71 milhões.

Os 13 integrantes da entidade assinaram o documento, que deve ser encaminhado na 2ª feira (5.abr.2021) para Arthur Lira (PP–AL), presidente da Câmara, e Rodrigo Pacheco (DEM–MG), presidente do Senado. Além deles, a Comissão também encaminhará o texto para o Ministério da Economia e Confederação Nacional dos Municípios. Leia a íntegra.

Os integrantes da Comissão Consultiva alertam na carta que, “se os recursos não forem aprovados agora, será impossível manter o trabalho contínuo” para a execução do Censo no segundo semestre deste ano. Eles sinalizam que sempre houve situações desfavoráveis para a realização da pesquisa no país e que, para o atual cenário de agravamento da pandemia, o IBGE já se preparou para garantir as medidas de prevenção ao contágio pelo coronavírus.

Eles destacam que o atual cenário de crise é um exemplo de como o Censo é importante para a sociedade. “Quando foi definido o plano de vacinação com prioridade por grupos etários, houve muitos relatos de dificuldades na implementação das agendas em diferentes cidades”, relatam. “Em alguns lugares, elas tiveram que ser readaptadas às pressas, pois a disponibilidade de vacinas não correspondia à verdadeira demanda.”

Eles ponderam que o Brasil é muito suscetível a alterações sociais, por causa de sua diversidade populacional e extensão territorial, e ressaltam que nem todo o país conta com as condições necessárias para a formulação de dados sobre a população. “Nossos registros de nascimentos e óbitos não são completos em todas as regiões e ainda não temos o acompanhamento da migração da população, fenômeno capaz de alterar substancialmente a dinâmica demográfica no nível municipal”, citam na carta. O documento é taxativo: “[O Censo] é fundamental para o desenvolvimento social e econômico do nosso país”.

Modelo misto

Considerando a pandemia, o IBGE alterou o modelo de sondagem. Em vez de fazer a pesquisa integralmente de forma presencial , foi desenhado um projeto para que parte das entrevistas sejam realizadas por telefone e internet. Suzana Cavenaghi, demógrafa que integra a Comissão, relata que o IBGE já fez o mapeamento dos domicílios e dos contatos dos cidadãos. Dessa maneira, nos casos em que não for possível a realização da entrevista presencial, as pessoas seriam contactadas por telefone e orientadas a responderem as questões pela internet.

Segundo a demógrafa, com o planejamento que foi traçado, não haveria risco de ter duplicação dos dados e tampouco encareceria o processo. “Encarece de uma lado e ganha por outro. Se as pessoas responderem por telefone ou internet fica muito mais barato. E isso compensa o custo de medidas sanitárias, por exemplo”, explica. Suzana Cavenaghi salienta que a pesquisa não é apenas importante para a construção de políticas públicas, mas também para as empresas que atuam no país. “Sem os dados desagregados localmente, que já estão defasados 11 anos, as incertezas podem gerar perdas enormes”.

Dados importantes para a economia, como a PNAD Contínua, também podem ficar comprometidas, segundo a demógrafa. “Até as pesquisas domiciliares ficariam inviabilizadas, porque a amostragem no final da década já está defasada e precisa da base do Censo para isso”. Outro ponto destacado por ela é que o Censo também gera empregos e ajuda na circulação da economia. “São mais de 200 mil postos de trabalho por um ano que serão perdidos. Este orçamento volta para a sociedade, não somente em forma de informação, mas a maior parte do orçamento é paga em salários aos recenseadores”, diz.

Cavenaghi ressaltou que o custeio do Censo é previsto na Constituição e que as condições para a sua realização devem ser garantidas. “O parlamento não pode alegar falta de verba para não realizar o Censo e não podem achar que se pode fazê-lo com poucos milhões de reais”, afirma.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Quem vai responder censo sabendo que o técnico pode trazer a contaminação para sua casa? Não é o momento. Será um gasto desnecessário nesse momento, muito estranho essa atitude do pessoal do IBGE.

  2. Pra quê censo nesta pandemia, pra aumentar números de deputados e vereadores nas cidades desse país de ladrão, deixe isso pra depois

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Judiciário

Prefeitura de Belo Horizonte recorre ao Supremo para derrubar liminar que libera cultos religiosos

Foto: Amira Hissa / Divulgação

 A prefeitura de Belo Horizonte recorreu, neste domingo (4), ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar derrubar a liminar que permite celebrações religiosas presenciais durante a pandemia do coronavírus, concedida no sábado pelo ministro Nunes Marques.

“Por mais que doa no coração de quem defende a vida, ordem judicial se cumpre. Já entramos com recurso e aguardamos a manifestação do presidente do Supremo Tribunal Federal”, afirmou o prefeito da capital mineira, Alexandre Kalil (PSD), em publicação nas redes sociais.

Assinado pela procuradoria-geral do município, o pedido foi encaminhado para o presidente do Supremo, Luiz Fux. A prefeitura argumenta que a decisão de proibir reuniões em igrejas e templos têm o objetivo de tentar frear a disseminação da Covid-19, em um ambiente em que os hospitais da cidade estão cheios. A prefeitura pede que a liminar seja suspensa e o caso seja discutido no plenário do STF.

A proibição de realização de cultos religiosos tem oposto Nunes Marques e Kalil. No sábado, o ministro do Supremo permitiu a realização de missas e outros eventos, desde que respeitada a ocupação máxima de 25%, em uma ação movida pela Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure).

Para Nunes Marques, a liberdade religiosa, garantida na Constituição, pode ser ferida pela decisão de governadores e prefeitos, como Kalil, que aumentaram as restrições de circulação e aglomeração de pessoas nas últimas semanas, tendo em vista o avanço da pandemia, o aumento no número de mortos e de ocupação das UTIs.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Ta ai o nivel do ministro do Bozo, tenho um Primo evangelico e há um mês atrás a igreja dele (em plena pandemia) lotada. Ele ja disse que se abridor, ele vai pra igreja pra agradecer a Deus e pra orar pelo presidente bom sua boa gestao! É triste de se ver e de ouvi! Viva Bolsonaro!

  2. Mais um totalitarista sem limites. Mais um irresponsável que faz da prefeitura sua propriedade. Mais um esquerdopata que precisa ser colocado em seu devido lugar, pois de ditador o mundo está cheio e todos são repugnantes. Mas é claro que ele fala em nome da democracia e para salvar vidas. Como uma coisa dessa pode achar que muitos não estão precisando do apoio de sua religião para tentar superar mais de um ano de pandemia, com comércio fechado e o desemprego aumentando, graças a decisões arbitrárias como a desse prefeito. O mundo precisa se livrar de tantos ditadores.

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Saúde

Brasil registra 11.357.521 pessoas curadas da Covid-19

Foto: reprodução/IMED

O Brasil registrou neste domingo (4) mais 51.775 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 11.357.521 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas representa 87,5% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é quase nove vezes superior ao número de casos ativos (1.296.002), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que 106,1 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

Opinião dos leitores

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Saúde

COVID: Brasil registra 1.240 óbitos e 31 mil casos nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste domingo (4):

– O país registrou 1.240 óbitos nas últimas 24h, totalizando 331.433 mortes;

– Foram 31.359 novos casos de coronavírus registrados, no total 12.984.956 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 11.357.521, com o registro de mais 51.775 pacientes curados. Outros 1.296.002 pacientes estão em acompanhamento.

Opinião dos leitores

  1. Assim como ocorre em outras localidades que o estão utilizando, esse “lockdown” absurdo não está tendo eficácia contra o vírus e está causando problemas bem piores.

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Saúde

Brasil aplicou 1ª dose de vacina contra covid em 19,5 milhões de pessoas

Foto: Sérgio Lima/Poder360 – 3.abr.2021

O Brasil aplicou a 1ª dose de vacinas contra a covid em 19.477.982 pessoas até as 17h07 deste domingo (4). Dessas, 5.394.474 receberam a 2ª dose. Ao todo, foram 24.872.456 doses administradas no país.

Os dados são das plataformas coronavirusbra1 e covid19br, que compilam dados das secretarias estaduais de Saúde.

O número de vacinados com ao menos uma dose representa 9,1% da população, segundo a projeção para 2021 de habitantes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os que receberam as duas doses são 2,5%.

A quantidade de pessoas que receberam a 2ª dose no Brasil equivale a 28% dos que tomaram a 1ª dose. As vacinas que estão em uso são a CoronaVac e a de Oxford/AstraZeneca. Ambas são administradas em duas doses.

Eis os números de vacinados por Estado:

Destaques sobre a situação dos Estados e o Distrito Federal:

  • 1ª dose: proporcionalmente, Mato Grosso do Sul foi o que mais vacinou. Administrou pelo menos uma dose em 12,1% dos habitantes. Em números totais, São Paulo está na frente: fez a 1ª aplicação em ao menos 4.797.942 pessoas.
  • 2ª dose: São Paulo também tem o maior número absoluto de segundas doses administradas: 1.617.220. Está empatado com Mato Grosso do Sul com a maior cobertura vacinal do país. Cada Estado aplicou duas doses em 3,5% da população.

As autoridades registraram mais 491 mil doses administradas em relação ao dia anterior. A média de doses aplicadas nos últimos 7 dias foi de 665.074.

Os dados

Os dados mostrados neste post são das plataformas coronavirusbra1 e covid19br, que compilam os números de vacinação divulgados pelas secretarias estaduais de Saúde.

O Ministério da Saúde também dispõe de uma plataforma que divulga dados sobre a vacinação: o Localiza SUS. Contudo, os números demoram mais para ser atualizados.

A plataforma do ministério depende de os Estados e municípios preencherem os dados –de acordo com os critérios do governo federal– e os enviem à pasta. Quando uma dose é aplicada, as cidades e os Estados têm 48h para informar esse dado ao ministério.

O dado publicado pelo Poder360 é maior que o do Localiza SUS, por que os desenvolvedores das plataformas coronavirusbra1 e covid19br compilam os números de cada uma das secretárias estaduais, e as informações divulgadas diretamente por elas são mais atualizados.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Israel já vacinou mais de 50% de sua população. O Brasil já vacinou três vezes a população de Israel, tendo aplicado 5 veses mais vacina que Israel. Ninguém fala nada ! Sou Brasileiro com muito orgulho.

  2. No RN, além de não abrir novos leitos, a distribuição das vacinas é lenta. O que o governo de Fátima do PT fez até agora no combate ao vírus? NADA. Ou, ainda pior, FECHOU leitos hospitalares. E estamos vendo o resultado da sua incompetência e falta de ação.

  3. Além de não abrir novos leitos hospitalares, o governo de Fátima do PT não está aplicando as vacinas como deveria. É a total incompetência e falta de ação. Mas, está destruindo o que resta da economia do estado.

  4. Depois de um ano o presente resolve comprar vacina graças ao ex-presidente Lula, medo da próxima eleição.

  5. Onde estão as vacinas encaminhadas para o RN, se sumiram ou se simplesmente estão atrazando a aplicação tem de ser investigado a população não pode ficar no meio dessa politicagem barata da governadora não.

  6. RN TEM 300MIL VACINAS RECEBIDAS E AINDA NÃO APLICADAS!!

    PUTA QUE PARIU!!

    POR QUE ESTÃO RETENDO A
    AS VACINAS??

    É PRA MORRER MAIS GENTE E DEPOIS CULPAR OS OUTROS??

    BANDIDOS MALDITOS!

    1. A resposta eh fácil:se não guardarem a segunda dose pra quem já recebeu a primeira, o esquema vacinal já era! O governo federal enviou 10 MILHÕES de doses a MENOS em março! Pra abril, a previsão eh que só enviarem a METADE do que foi inicialmente prometido! Ficou claro agora? Sem envio de novas vacinas e sem o cumprimento das metas de envio delas estipuladas pelo governo do MINTOmaníaco, não tem como garantir vacinação !!!

  7. Se deixaremos a politicagem de lado, veríamos que o nosso RN não está mal na cobertura vacinal.

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Saúde

Fiocruz promete novo turno para produzir 1,2 milhão de doses de vacinas por dia

Foto: Rodolfo Buhrer/FotoArena/Estadão Conteúdo

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) vai abrir em abril mais um turno da linha de produção de vacinas contra covid-19 na unidade de imunobiológicos de Biomanguinhos, elevando a capacidade diária de produção para 1,2 milhão de doses, afirmou o diretor da unidade, Maurício Zuma.

Até o momento, Biomanguinhos vem atuando com duas linhas para a produção da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford com o laboratório AstraZeneca, mas só uma delas com dois turnos. A segunda linha ganhará um segundo turno neste mês.

“Com esse novo turno, após testes na máquina, certamente vamos passar a capacidade para algo como 1,2 milhão, fácil, ao final de abril”, disse Zuma. “Mais à frente vamos tentar também aumentar o tamanho do lote. Hoje, cada turno produz um lote médio de cerca de 300 mil doses… aos poucos pretendemos elevar o tamanho do lote para 320 mil. Mas isso tem que ser feito com segurança, qualidade e sem aventuras.”

A Fiocruz bateu na semana passada seu recorde diário de produção do imunizante ao alcançar 900 mil doses, segundo Zuma. A inclusão de mais um turno na segunda linha poderá agregar mais 300 mil doses.

A vacina da Fiocruz é responsável atualmente por apenas 20% do total de doses aplicadas no Brasil, enquanto a chinesa CoronaVac, envasada pelo Instituto Butantan, representa os outros 80%.

A meta da Fiocruz é entregar até julho desse ano 100,4 milhões de doses de vacinas produzidas com IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) importados da China, e depois mais 110 milhões de doses até o final do ano com o insumo produzido pela própria fundação. Uma possível demora na entrega dos insumos, mediante a enorme procura internacional, podem afetar a produção, de acordo com Zuma.

“Estamos com receio de suprimento de insumos, tem gente dizendo que está com problema para embarcar insumos e materiais usados em produção”, disse Zuma, acrescentando, porém, que “no curto prazo não há risco de faltar”.

O atraso na chegada dos insumos no começo do ano retardou o início da produção do imunizante na Fiocruz. Os envios depois foram normalizados, garantindo toda a produção prevista para abril.

IFA nacional

O planejamento da Fiocruz aponta para maio o início da produção local do IFA. De acordo com Zuma, o processo de produção de um lote de IFA leva em média 45 dias e são necessários mais 25 dias para ser envasado e para passar pelo controle de qualidade. Os primeiros lotes de vacina com IFA nacional só devem estar disponíveis em meados de outubro.

“As instalações estão em fase final de adequação e em abril a gente quer ter tudo pronto para haver certificação e inspeção da Anvisa, que dever vir aqui na última semana de abril para esse trabalho e nos conceder as condições técnico-operacionais, e em maio comece a produção dos lotes de pré-validação“, afirmou Zuma.

“Só com essa autorização da Anvisa a gente pode manipular um agente biológico dentro de um laboratório… a vacina já deve estar com primeiro lote pronto em julho , mas aí entra a questão regulatória, lotes de consistência e outras regras”, adicionou.

Com o calendário apertado para entregar 110 milhões de doses no segundo semestre com IFA próprio, a Fiocruz poderá ter que importar mais vacinas prontas e novos lotes de IFA, reconheceu o diretor de Biomanguinhos. “Nosso foco é garantir 110 milhões, e como vai ser estamos trabalhando”, disse.

A Fiocruz já havia antecipado em fevereiro que antevia percalços para produzir vacinas com o IFA próprio e que tinha aberto negociação com a AstraZeneca para importar mais doses ou insumos.

R7

Opinião dos leitores

  1. O Brasil está no caminho certo. Se os governadores e prefeitos “lacradores”, como Fátima do PT, deixassem de fazer política e ajudassem, estaríamos ainda melhores.

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