Álvaro Dias determina disponibilização de kits de medicamentos como hidroxicloroquina, cloroquina, ivermectina, azitromicina e outros para o tratamento de COVID-19 na rede SUS/Natal

LEI N. º 7.044 DE 08 DE JULHO DE 2020

O prefeito de Natal, Álvaro Dias, determinou a disponibilização gratuita de kits de medicamentos, como hidroxicloroquina, cloroquina, ivermectina, azitromicina ou outros fármacos, para o tratamento de COVID-19 na rede SUS/Natal durante o período de pandemia, e ainda deu outras providências. O documento foi publicado no Diário Oficial do Município desta sexta-feira(31). Veja abaixo:

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DO NATAL,

Faço saber que a CÂMARA MUNICIPAL DO NATAL aprovou e que sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Fica a Secretaria Municipal de Saúde – SUS/Natal, autorizada a disponibilizar, gratuitamente, 01 (um) kit de medicamentos aos pacientes infectados pela COVID-19 que possuam receita médica com a indicação de tratamento com tais fármacos como hidroxicloroquina, cloroquina, ivermectina azitromicina ou outros fármacos que venham a ser liberados e preconizados pelo Ministério da Saúde, Conselho Federal de Medicina (CFM) e Conselho Regional de Medicina – RN (CREMERN).

I – O uso das medicações está condicionado à avaliação médica, a partir do momento de identificação de sintomas ou sinais leves da doença, com realização de anamnese, exame físico e exames complementares, em Unidade de Saúde.

II – O médico é responsável pelo tratamento do paciente e, caso prescreva os referidos medicamentos, deverá aplicar o Termo de Ciência e Consentimento caso prescreva o uso da Cloroquina.

Parágrafo único. O kit de medicamentos constantes no Art. 1º será distribuído de acordo:

a)com a receita médica utilizando o protocolo regulamentado pelo Ministério da Saúde;

b)adultos (maiores de 18 anos);

c)o kit deverá ser entregue em um sistema organizado por etapas, de forma que evite aglomerações à população;

d)o receituário médico deve ser de controle especial em nome do paciente;

e)para retirar o medicamento, o paciente, acompanhante ou responsável pelo paciente, deverá apresentar receita médica legível em nome do paciente e documento oficial com foto.

Art. 2º Esta Lei terá o prazo de vigência em consonância com o período de aplicação das medidas e restrições de deslocamento decorrentes do vírus COVID-19 estabelecidas pela

Prefeitura do Natal.

Art. 3º O Poder Executivo regulamentará a presente Lei.

Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação

Palácio Felipe Camarão, em Natal, 08 de julho de 2020.

ÁLVARO COSTA DIAS
Prefeito

íntegra leia AQUI na página 1.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Dantas disse:

    Lei Municipal da Ex Vereadora Carla Dickson (agora Deputada Federal), e Lei Estadual do Deputado Albert Dickson

  2. ricardo disse:

    Palmas, palmas, palmas

  3. CANINDE MACEDO disse:

    CANINDÉ MACEDO
    PARABÉNS PREFEITO, CONTO CONOSCO.

  4. Isabel disse:

    Parabéns Prefeito!!
    Lucidez e iniciativa nesta disponibilização, em respeito aos médicos que, de acordo com seus conhecimentos e convicções técnicas, prescrevem o que compreenderem devido para seus pacientes. Tão lógico e razoável que cansa.

  5. Augusto disse:

    Aí sim!!!! É isso que se espera de um gestor. Coragem e atitude!! Excelente iniciativa !!!

Comissão da AL aprova receita remota para compra de medicamentos em farmácias do RN

FOTO: Reprodução

As pessoas que precisam comprar medicamentos nas farmácias do Rio Grande do Norte poderão ter uma alternativa para dar comodidade e segurança durante a pandemia do novo coronavírus. Na tarde desta quinta-feira (23), a Comissão de Educação, Ciências e Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Social da Assembleia Legislativa aprovou um projeto de lei da deputada Eudiane Macedo (Republicanos) que poderá beneficiar diretamente esse público.

Pela proposta, fica autorizado, em caráter emergencial, o recebimento remoto de receitas médicas pelas farmácias e drogarias do Rio Grande do Norte, enquanto durarem as medidas de restrições de atividades na pandemia da Covid-19. O relator, deputado Hermano Morais (PSB), foi favorável e elogiou a iniciativa da parlamentar.

“É muito oportuna a iniciativa e visa colaborar não só com a população que busca os serviços das farmácias para a compra de medicamentos, mas também vai contribuir para a segurança dos profissionais de saúde. Por isso, voto favoravelmente e parabenizo a parlamentar pela proposta”, disse Hermano Morais, que teve o parecer seguido pelo presidente da comissão, deputado Francisco do PT. “É uma iniciativa louvável e tem todo nosso apoio”, disse Francisco do PT.

Autora da proposta e também integrante da comissão, a deputada Eudiane Macedo disse que a iniciativa tem o objetivo de contribuir para que as pessoas consigam manter o distanciamento social e minimizem os riscos de contaminação pelo novo coronavírus.

“O que mais a gente pede é que a população, quem puder, siga em casa. Através desse projeto, com a receita remota, a população poderá adquirir seu medicamento sem se expor, sem aglomerar nas farmácias. É uma opção às pessoas que querem realmente se cuidar e têm a oportunidade de ficar em casa nesse momento tão difícil”, justificou Eudiane Macedo.

Fundeb

Na abertura da sessão, os deputados membros da comissão também falaram sobre a aprovação do Fundeb pela Câmara dos Deputados. O presidente da comissão, Francisco do PT, disse que os parlamentares tiveram participação importante na discussão e na mobilização para que o Fundeb não fosse extinto ao fim do ano, caso não ocorresse a votação.

“Reconhecemos que ainda não é uma vitória definitiva, mas acreditamos que o mais difícil já passou, e de maneira quase unânime”, disse o deputado. “Vale frisar o trabalho da Assembleia, que realizou audiências públicas e diversas discussões acerca do tema. Cumprimos com a nossa obrigação de defender a educação pública de nosso País”, acrescentou Hermano. “Essa comissão foi importante porque trouxe essa temática às discussões e ajudou na mobilização. Essa vitória é do povo brasileiro”, completou Eudiane Macedo.

ALRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Vulcabraz disse:

    Como se cria um projeto de lei que autoriza o que já é autorizado ? Medida Provisória n° 2.200-2, de 24 de agosto de 2001 do Ministério da Saúde já institui isso, reforçada com a PORTARIA Nº 467, DE 20 DE MARÇO DE 2020 MS. Nossos representantes estão ociosos …

COVID-19: Nota aos médicos e comunidade acadêmica da UFRN atualiza informações sobre uso de medicamentos, e divergência entre professores ainda permanece, embora minoria

(Foto: Reprodução)

Foi divulgada hoje uma atualização para a nota produzida no início deste mês falando do uso de medicação e de terapêuticas no tratamento da covid-19. O documento foi produzido pelo Departamento de Infectologia (DINF/UFRN) do Centro de Ciências da Saúde(CCS/UFRN) e é direcionado aos médicos e à comunidade acadêmica da UFRN.

A nota teve sua primeira versão publicada em 7 de julho, quando o Departamento de Infectologia realizou uma reunião para apresentar e discutir dados da literatura científica que justificassem o uso de algumas medicações usadas para prevenção e tratamento de agravamento de saúde causado pela covid-19. A ideia era elaborar um documento para orientar profissionais da saúde e que pudesse ser atualizado sempre que novas evidências científicas fossem publicadas.

Com essa atualização, a nota passou a trazer um posicionamento a respeito do uso de terapia antitrombótica, ampliando as temáticas desenvolvidas no documento redigido anteriormente que trazia considerações sobre: o uso de medicamentos antes da exposição ao novo coronavírus para evitar infecção, o uso de fármacos para prevenir a infecção após a exposição ao vírus, a administração de remédios para controlar ou reduzir a multiplicação do vírus no organismo e o uso de terapêuticas com ação no sistema imune no tratamento de complicações decorrentes da covid-19.

A nota aborda o uso da cloroquina, da hidroxicloriquina, da azitromicina, da ivermectina, da dexametasona além de outros medicamentos utilizados no tratamento da doença. O documento reafirma que diante de novos estudos que venham a surgir, as recomendações do DINF/UFRN poderão ser atualizadas.

Leia posicionamento:

A Covid-19 é uma enfermidade pandêmica que registra números elevados de casos, inclusive no Estado do Rio Grande do Norte. O agente causal é o SARS-CoV- 2, um vírus contagioso por via respiratória e que pode produzir doença grave em cerca de 20% dos que se infectam. Entretanto, aproximadamente 80% dos infectados desenvolverão uma doença leve autolimitada ou uma infecção assintomática. Nestes casos, o uso de medicação específica é absolutamente dispensável, recomendando- se apenas o uso de medicações sintomáticas.

Em virtude do uso de fármacos para profilaxia pré ou pós-exposição ou com a finalidade de tratar de forma específica/adjuvante a COVID-19, o Departamento de Infectologia da UFRN (DINF) realizou uma reunião plenária em 07 de julho de 2020, onde compareceram todos os professores, com o objetivo de apresentar dados da literatura que justificassem o uso de tais medicações. Dia 16 de julho de 2020 foi realizada nova reunião plenária, para atualizações.

Neste sentido, apresentamos abaixo um resumo do que foi discutido e definido pelos professores do DINF.

O DINF esclarece que, caso haja nova evidência científica publicada, estas recomendações serão atualizadas.

1- Uso de medicação profilática pré-exposição.

Até o momento não há dados na literatura que justifiquem o uso de qualquer fármaco para evitar a infecção pelo SARS-CoV-2 ou ainda, que possa impactar na gravidade da doença antes que ela se estabeleça, como por exemplo a ivermectina. O tema profilaxia pré-exposição não tem sido contemplado por ensaios clínicos.

2– Uso de medicação para profilaxia pós-exposição.

Este ponto tem sido contemplado por ensaios clínicos randomizados e os resultados até agora apontam para ineficácia desta medida, como por exemplo, o uso da hidroxicloroquina para este objetivo. Aguardamos por publicações científicas que justifiquem a intervenção preventiva medicamentosa.

3– Uso de medicações que controlem ou reduzam a replicação do SARS- CoV-2 em humanos.

Até o momento o uso da cloroquina, hidroxicloroquina, azitromicina ou lopinavir/ritonavir não se mostraram eficazes no controle da replicação viral em ensaios clínicos em humanos. Não há evidência de impacto no curso clínico e prognóstico da
doença.

No tocante à ivermectina, não foi identificado nenhum ensaio clínico publicado em humanos relacionado ao seu uso no tratamento da COVID-19.

O Remdesivir não está disponível no Brasil até a presente data. Este medicamento parece ter uma ação no controle da replicação viral, todavia seu uso estaria recomendado somente para casos hospitalizados e graves.

4– Uso de terapêuticas que interfiram no curso clínico da enfermidade por agirem sobre o sistema imune, incluindo imunoterapia.

Dexametasona: evidência de um ensaio clínico sugere que baixa dose dexametasona (6 mg/dia) tenha benefício no manejo de pacientes graves, com necessidade de oxigênio suplementar. Até o momento, o uso de corticoide nos casos leves não está indicado, devendo-se enfatizar que o seu uso em fases iniciais da doença tem potencial de dano.

Quanto ao uso de inibidores de interleucina-1, inibidores de IL-6 (sarilumab, siltuximab e tocilizumab), imunoglobulina anti-SARS-CoV-2 ou plasma de convalescente, ainda não há dados suficientes que respaldem sua eficácia na COVID-19. No entanto, admitimos seu uso compassivo em pacientes graves e/ou no contexto de ensaios clínicos randomizados e aprovados pelas agências regulatórias.

5– Uso de terapia antitrombótica.

As evidências existentes sugerem que todos pacientes internados devem receber profilaxia antitrombótica. Anticoagulação plena deve ser iniciada tão logo surjam sinais clínicos e/ou radiológicos de tromboembolismo

Após ampla discussão dos temas, os professores do DINF concluíram que estas recomendações seriam as mais atualizadas, com base nas evidências científicas disponíveis, a serem seguidas pelos médicos e comunidade acadêmica.

Professores que estavam presentes e aprovaram esta atualização:

Prof. Kleber Giovanni Luz – Doutor em Doenças Infecciosas e Parasitárias/USP – Chefe do departamento.

Prof. André Luciano de Araújo Prudente – Especialista em Infectologia.

Profa Eveline Pipolo Milan – Doutora em Doenças Infecciosas e Parasitárias /UNIFESP.

Prof. Hareton Teixeira Vechi – Especialista em Infectologia.

Prof. HenioGodeiro Lacerda – Doutor em Ciências da Saúde /UFRN.

Prof. Igor Thiago Borges de Queiroz e Silva – Doutor em Doenças Infecciosas e Parasitárias/USP

Profa.Manoella do Monte Alves – Mestre em Ciências da Saúde/UFRN.

Profa. Mirella Alves da Cunha – Doutora em Doenças Infecciosas e Parasitárias/USP.

Professores que estavam presentes e não aprovaram esta recomendação:

Profa. Eliana Lúcia Tomaz do Nascimento – Doutora em Ciências da Saúde/UFRN

Profa. Denise Vieira de Oliveira – Especialista em Infectologia.

Professores que aprovaram a recomendação original, mas que estavam ausentes na reunião de atualização:

Profa. Mônica BaumgardtBay – Mestre em Ciências da Saúde/UFRN – Vice-Chefe do departamento. Ausência justificada por atividade acadêmica.

Profa.Marise Reis de Freitas – Doutora em Doenças Infecciosas e Parasitárias/UNIFESP. Ausência justificada por férias.

ÍNTEGRA AQUI.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Direita Honesta disse:

    Universidades públicas caríssimas, repletas de "esquerdinhas" e deixando de cumprir sua missão, que seria ENSINAR, para fazer política (favorável à esquerda, claro, "Lula livre!"). Tem que privatizar todas elas, começando pela UERN, sustentada por um estado pobre e com suas finanças quebradas. Quanto à essa discussão estéril e que já está fedendo faz tempo, a coisa é muito simples. Quem quiser fazer uso desses medicamentos, de baixo custo, usados há décadas e que vêm mostrando resultado prático POSITIVO contra esse vírus (esse é o mundo REAL), use. Quem não quiser tomar, vá tomar… outra coisa qualquer ou não tome nada e fique esperando o quadro se agravar. Quando estiver bem pior, vá atrás dos leitos de hospital que a governadora do PT NÃO CRIOU e dos respiradores que ela NÃO COMPROU (embora tenha mandado dinheiro para uma empresa fantasma). Recomendo também aos que não quiserem usar que adquiram logo um plano funerário e um lote no cemitério. Povo besta!

  2. Paulo Henrique disse:

    Os doutores são do grupo do “kit entubação” use e será entubado : vem no kit dipirona e tylenol .

  3. Flávio disse:

    Seria bom que explicassem porque pessoas de alto risco, quando foram submetidas a protocolos desenvolveram a forma leve da doença.
    pois a explicação que estes casos estariam entre os 80% que não vão desenvolver sintomatologia grave, é pífia e sem embasamento científico, pelo qual tanto prezam.

  4. André Azevedo disse:

    Melhor ficar vivo empiricamente do que morto cientificamente. Já marquei o nome de cada que assinaram Essa nota pra nem passar por perto do consultorio. Passar Dipirona e Tylenol não precisa fazer medicina. Eles tem que ler o artigo do JAMA que indica que apenas 12 % da medicação utilizada pela cardiologia tem evidências científicas . E esses “cientistas” querem evidências num meio de um estado de “exceção “ como eh a pandemia. Só digo uma coisa : só olhar a bolsa de cada um que tem uma ivermectina dentro dela pra tomar profilaticamente. Podem assinar o que eu to dizendo. conheço meia dúzia deles que estão usando . “Pra mim vale . Pro povo por enquanto não vale” “só vale quando terminar a pandemia “ . Ah ta !

  5. Gianpaolo Di Mazzi disse:

    Em suma, os que tem eficácia comprovada sao o Corticóide, o Remdesivir e os Anticoagulantes (pra evitar trombose). O resto não passa de placebo. Aliás, muita gente está tomando placebo por aí é não sabe…

    • Flávio disse:

      Pelo que li, nenhuma medicação tem comprovação, mas tenho certeza que se adoecerem, irão se tratar com alguma medicação que não possua comprovação científica.

  6. Joao disse:

    Fiquei em duvida se neste momento de guerra politica e durante uma troca de cartas dentro das classes medicas, a UFRN na mao destes, estao falando de ciencia ou politica, ou estao misturando os dois. Principalmente quando nao ha um consenso total entre todos eles. E a populacao de infectados vao fazer o que? ja que nao deram uma LUZ de solucao pra esta populacao, a nao ser ficar em casa ha mais de 3 meses, na qual neste periodo morreram 1600 pessoas. E o mais interessante, quando ninguem aguentou mais o "fique em casa", os indices parecem começar a cair, exatamente apos o baixo isolamento, segundo a confusa midia.
    Qual seria o papel da universidade neste contexto afinal? O que seria a ciencia de observacao, um metodo cientifico?

  7. Bela disse:

    Suponho q os nobres cientistas estão no dia dia na linha de frente no contato direto com os pacientes nos hospitais públicos e privados.
    É sabido q mesmo 40 horas e dedicação exclusiva podem clínicar. E vão só com EPIs sem tomar nada preventivamente?
    Se não é obrigatório, é defesa de opinião, quem quiser tomar toma quem.
    Discussão estéril

  8. Antenado disse:

    É só não tomar. Ninguém está sendo obrigado. Discussão besta essa. Agora, não pode ser hipócrita e dizer que é contra e depois tomar, como se tem visto.

  9. ricardo disse:

    Tão ineficaz que derrubou os casos e mortes no RN, mas isso é invisível nessa nota, tudo isso será fortemente julgado em vindouros 2023, 2024.

    • Lucas disse:

      Ricardo, o que seria da gente sem você? Ainda bem que você apareceu para desmentir o Dr. Kléber Luz! Por favor, deixe aqui seu contato, a população de Natal tem que procurá-lo diante de qualquer intercorrência infecciosa, nos ajude, ó sábio!

    • Jr disse:

      Se você comprovar o que disse ganhará o Nobel de medicina!

    • Manoel disse:

      Rapaz o que tem de médico, cientistas e pesquisadoresno RN é uma festa. Afirmam q as mortes diminuiran por causa do placebo. Será q usaram tb na Itália, França, Alemanha e etc? NÃO.
      Enquanto o mundo diz q esses remédio não servem para nada e até podem trazer efeitos colaterais, os cientistas daqui dizem o contrário.
      A propósito, não é permitido a pessoa sair por aí se medicando e por isso a anvisa probiu a venda.

Bolsonaro destaca defesa da Associação Médica Brasileira de medicamentos na covid-19: “É importante lembrar que o uso off label (fora da bula) de medicamentos é consagrado na medicina, desde que haja clara concordância do paciente”

Foto: Reprodução/Twitter

Jair Bolsonaro, novamente, defendeu o uso da hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19.

Em tuíte, o presidente compartilhou uma nota da Associação Médica Brasileira (AMB) em que defende a autonomia do médico para prescrever o uso da hidroxicloroquina para pacientes com Covid-19.

No texto, a AMB afirma reconhecer a importância do uso de medicamentos off label –quando a indicação do profissional diverge do que consta na bula. Em dobradinha, Bolsonaro escreveu:

“É importante lembrar que o uso off label (fora da bula) de medicamentos é consagrado na medicina, desde que haja clara concordância do paciente. E que, sem a prática do off label, diversas doenças ainda estariam sem tratamento.”

No Ministério da Saúde, segundo apurou O Antagonista, a ordem também é para investir no discurso da “autonomia médica” quando se tocar no assunto da cloroquina.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pereira disse:

    Agora já passa de 400 médicos iluminados por Deus que assinaram recomendando o uso de remédios já nos primeiros sintomas.

  2. ivan disse:

    Atenção meu camaradas petistas…Não tomem essa medicação…Não tomem ivermectina nem azitromicina tb…se sentirem sintomas, fiquem em casa e aguardem a melhora (esse é o protocolo indicado pelo nosso partido sério e honesto)…Deixem esses remédios sem comprovação para os facistas..Não acreditem neles, repito, não tomem…Lulalivre….

  3. J.Dantas disse:

    Um novo estudo realizado por membros do Sistema de Saúde Henry Ford, em Detroit, Michigan, apresentou resultados positivos acerca do uso de hidroxicloroquina no tratamento de pacientes com Covid-19. A pesquisa mostrou que o grupo que utilizou a droga teve a taxa de mortalidade reduzida pela metade…. procurem no Google….pequisa mais recente. Existem diversas pesquisas contra e a favor…SE O MÉDICO PRESCREVER E O PACIENTE ACEITAR, problema de ambos…..CONDUTA MÉDICA É SOBERANA E INDEPENDENTE DE POLITICAGEM. O gado de Bolsolouco e os jumento de Luladrão vão enlouquecer antes de terminar a pandemia….

  4. Gibira disse:

    Esse presidente do meu país é arretado. Em 2022 sou Mito de novo.

  5. Cesar Bomone disse:

    Os ESQUERDOPATAS DESINFORMADOS deviam ir procurar a hidroxicloroquina em qualquer farmácia. O medicamento está em falta em todas.
    Não existe CLOROQUINA ENCALHADA, ao contrário a busca é imensa, e não há estoque que dê conta.

  6. Pepe disse:

    Dinheiro gasto à toa.Algum interesse por trás.Quanto a ivermectina não.Afinal de contas existe muita verminose neste país.E tem alguns tipos de larva migrans que cegam. Além do mais se for necessario uso de corticoide em pacientes graves,é uma profilaxia para super infestaçoes.

  7. Joaquim disse:

    Todo mundo tá tomando , principalmente os dizem que não tem eficácia.

  8. Curiosa disse:

    Não entendo pq tanta defesa do presidente em algo que não tem comprovação alguma, não se ver o mesmo empenho na defesa do uso da Ivermectina ou Azitromicina. Muito e$tranho!

    • Cidadão Indignado disse:

      Simples! Ele investiu milhões em laboratórios do exército e, como esse medicamento não tem qualquer eficácia, responderá à inúmeras ações de Improbidade Administrativa e ficará inelegível. Jogou dinheiro meu, seu, nosso e público na lata do lixo. Simples assim.

    • Neco disse:

      Tem comprovação empírica sim, E muita, pesquise.
      De prefência em outras línguas. Querem poltitizar um medicamento. Criminosos.

    • David disse:

      Simples, pq é barato e qualquer cidadão pode comprar.

    • Gildo disse:

      O Exército produziu uma quantidade de Cloroquina capaz de abastecer o país por 18 anos. Ele tem que fazer o povo engolir essa produção. Aliás e a propósito, o Trump é acionista da Cloroquina.

    • Chicó disse:

      Quem é contra fique na dipirona e no paracetamol !!! Não há nada comprovado, mas as evidências estão aí. Tire a sua venda ideológica e veja !

FOTO: Polícia Civil prende homem suspeito de venda irregular de medicamentos como Ivermectina e antibióticos em Natal

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Policiais civis da Delegacia Especializada em Narcóticos (DENARC) de Natal autuaram em flagrante, nesta quarta-feira (24), um homem de 37 anos, pela suspeita de venda clandestina de medicamentos, no conjunto Vale Dourado, bairro Nossa Senhora da Apresentação, localizado na Zona Norte de Natal.

As investigações se iniciaram após o recebimento de uma denúncia anônima, por meio da Delegacia de Plantão para atendimento de ocorrências relacionadas à COVID, vinculado à Diretoria de Polícia da Grande Natal (DPGRAN). O documento informava que um homem, aproveitando-se da demanda decorrente da pandemia do novo coronavírus, estava comercializando medicamento de forma irregular, inclusive realizando serviço de “delivery”, com contato via aplicativo “Whatsapp”.

Os policiais conseguiram identificar o homem e, em sua residência, encontraram diversas caixas do medicamento Ivermectina e outros antiparasitários, além de antibióticos, como a azitromicina. O suspeito confessou a venda dos produtos, sem a devida autorização, sendo conduzido à delegacia para autuação em flagrante.

Após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), o homem foi liberado. O procedimento será encaminhado à Justiça e o suspeito poderá responder pelos crimes de fornecer substância medicinal em desacordo com receita médica e de exercer profissão de médico/farmacêutico, sem autorização legal.

A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações de forma anônima através do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Célia Oliveira disse:

    E as Farmacias explorando o povo. Cadê o Procon?

  2. Val Lima disse:

    Medicação ministrada de forma errada ,pode matar…

  3. Natal sofrida disse:

    A justiça solta ladrões e criminosos, a policia prende quem vende remedio que salva vidas. Tem alguma coisa errada.

    • Cavaludo disse:

      Vá se tratar num psiquiátrica ou psicólogo. Vc está precisando.

    • Acosta disse:

      O que me deixa mais mais indignado, é que nas farmácias um medicamento que custava em torno de 6.00 reais, eles vendem de 35 a.45 reais. E nunca vi nenhuma providência ser tomada pelas autoridades, e nem a polícia fechar esse estabelecimento. Vai entender tb!

    • Dinaide Arruda Camara disse:

      Saiba que a venda de medicamentos só pode ser vendido em Farmácia. É bom saber para não conversar besteira.

COVID-19: Conselho Regional de Medicina do RN condiciona uso de medicamentos às recomendações e consentimento do paciente

Foto: Reprodução

O Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte (CREMERN) divulga as Recomendações nº 04/2020 no qual estabelece critérios e condições para a prescrição de medicamentos em pacientes com diagnóstico confirmado de COVID-19. O documento foi elaborado após sessão plenária realizada na última segunda-feira (18).

“O CREMERN esclarece diante mão que a Câmara Técnica de enfrentamento à COVID-19 e os Conselheiros estão cientes da falta de evidências científicas robustas para o tratamento dessa enfermidade. No presente momento, o descompasso entre os efeitos da pandemia e as respostas da ciência exigem um olhar diferenciado sobre essas observações”, destaca comunicado.

Confira o documento completo com todas as recomendações para os MÉDICOS.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Guilherme disse:

    Agora vão jogar a responsabilidade nos pacientes.

  2. Mattos disse:

    Conhecereis a verdade, mas aí ja vai ser tarde.

  3. Luladrão Encantador de Asnos disse:

    Homi deixem de mimimi e admitam que Bolsonaro tá certo. Pq tanto arrudeio, o povo já sabe. Mais uma vez a verdade resiste e vence. Conhecêreis a verdade e ela vos liberará.

    • cidadao disse:

      Verdade, o mundo inteiro está errado, so bolsonaro é quem ta certo, uma sumidade em tudo, sobretudo em livrar os filhos da PF. kkkkk

Governo Federal zera impostos sobre medicamentos em teste para Covid e totaliza 509 produtos com tarifa reduzida a zero

Mais 118 produtos utilizados no combate à pandemia da Covid-19 no Brasil tiveram o Imposto de Importação reduzido a zero por decisão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), órgão interministerial presidido pelo Ministério da Economia. A medida, aprovada em reunião virtual do Comitê Executivo de Gestão da Camex (Gecex), inclui mais de 80 medicamentos utilizados no tratamento de pacientes hospitalizados e no combate direto ao coronavírus, atendendo a demanda do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde e parâmetros da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A Resolução Nº 44/2020 do Gecex, que foi publicada nesta segunda-feira (18/5), no Diário Oficial da União, abrange produtos classificados em 55 códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). Com a nova lista, chega a 509 o número de produtos que tiveram tarifa de importação reduzida a zero para o combate à pandemia, em um total de sete resoluções do colegiado (Nos. 17, 22, 28, 31, 32, 33, e 44) com esse objetivo.

A relação de itens com tarifa zerada contempla substâncias com um vasto campo de aplicação terapêutica, como a prednisona, indicada para o tratamento de doenças endócrinas, osteomusculares, alérgicas e oftálmicas.

Ações coordenadas

Nos últimos meses, o Governo Federal tem adotado uma série de medidas na área de comércio exterior para garantir o abastecimento de itens essenciais ao enfrentamento da Covid-19 e à redução dos efeitos negativos da pandemia.

Além de abaixar o Imposto de Importação, o Governo Federal tem reduzido a zero o IPI de centenas de produtos essenciais no combate à doença. Atua também na simplificação do despacho aduaneiro de importação, o que garante a manutenção de um fluxo rápido de abastecimento de itens essenciais e evita gargalos nos recintos aduaneiros, ao agilizar a entrega das cargas.

Outras medidas na área de comércio exterior incluem suspensão temporária de direitos antidumping sobre tubos de coleta de sangue e seringas descartáveis, eliminação de licenciamentos na importação de itens imprescindíveis no enfrentamento da pandemia e permissão para a importação de equipamentos usados, desde que indispensáveis em unidades de terapia intensiva, dispensando-os de exigências como a comprovação de inexistência de produção nacional.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    O boneco de Olinda está com tudo e não está prosa. Quando acabar a pandemia acaba-se o carnaval no país do carnaval?

  2. Bolsonaro RN disse:

    Melhor presidente que o Brasil já teve, sem sombras de dúvidas.

Maranhão insere novo protocolo de cloroquina para o tratamento da Covid-19 com sintomas leves e disponibiliza kit de medicamentos

O estado do Maranhão disponibiliza, a partir desta segunda-feira (17), cloroquina para tratamento de pacientes leves com Covid-19. O kit de fármacos é composto de hidroxocloroquina, azitromicina, corticoide, vitaminas C e D – além de paracetamol e dipirona.
Foto: Divulgação

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) do Maranhão inseriu, neste domingo (17), um novo protocolo de medicamentos para o tratamento da Covid-19 com sintomas leves. A medida preza pessoas que têm comorbidades, com exceção de doença cardíaca, no período de 1º até o quinto dia de infecção.

O protocolo consiste em um kit de fármacos que combinam hidroxocloroquina, azitromicina, um corticoide, vitaminas C e D, além de remédios para febre e dores, como paracetamol e dipirona.

O médico Rodrigo Lopes, assessor especial da Secretaria de Saúde do Estado, ressalta que estudos recentes mostraram que o uso combinado dos fármacos hidroxicloroquina + azitromicina na fase mais grave e moderada da doença não possuía comprovação de sua eficácia. “Hoje as discussões são entorno do uso precoce dessa medicação para pacientes com sintomas leves e na fase inicial da doença, por isso o Maranhão, assim como outros estados, vem adotando o uso desse kit, na fase inicial da doença – principalmente nos grupos de risco, desde que com criteriosa avaliação do paciente e aceitação do mesmo em tomar a medicação”, explicou Rodrigo em declaração publicada no comunicado.

No site do estado, o governo Flávio Dino (PCdoB) publicou neste domingo (17):

“Recebi estranhos documentos pedindo que eu diga aos médicos que a cloroquina é eficaz contra o coronavírus, o que agride um princípio que cultivo com rigor: o da legalidade. Lamento que ainda existam pessoas que embarquem em delírios ideológicos e cheguem a esse ponto, aumentando o caos sanitário como estamos vendo em nível nacional. Como repito há várias semanas, a cloroquina está disponível na rede pública estadual, mas não é o governador quem decide a prescrição, e sim os médicos, e não serei eu a violar a lei e determinar a prescrição em massa deste ou de qualquer outro medicamento, como se eu fosse médico. Quanto ao tratamento nas redes municipais, também não detenho competência legal para interferir nisso, pois somos uma Federação e os municípios têm seus próprios governos, seus orçamentos e equipes de saúde”.

No dia 23 de abril, o Conselho Federal de Medicina (CFM) permitiu o uso de cloroquina e a hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19, com a ressalva de que o médico tenha o consentimento do paciente e de que não há evidências sólidas de que essas drogas tenha efeito confirmado na prevenção e combate ao vírus.

Foram indicados três cenários para a intervenção dos medicamentos: pacientes com sintomas leves e com início de quadro clínico; com sintomas importantes, mas ainda sem necessidade de cuidados intensivos; e pessoas em estado crítico recebendo cuidados intensivos, incluindo ventilação mecânica. Porém, ressalta o parecer, é “difícil imaginar que, em pacientes com lesão pulmonar grave estabelecida e, na maioria das vezes, com resposta inflamatória sistêmica e outras insuficiências orgânicas; a hidroxicloroquina ou a cloroquina possam ter um efeito clinicamente importante”.

Na última sexta-feira (15) o ex-ministro da Saúde, Nelson Teich, pediu demissão da pasta e, entre os motivos do afastamento, está atribuída a opinião do médico quanto ao uso da cloroquina. O oncologia condena uso de medicamentos sem comprovação científica, conduta que ocorre com frequência em tratamentos de pacientes com câncer.]

Teich assumiu a pasta em 16 de abril após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) demitir Luiz Henrique Mandetta, enfrentou críticas de apoiadores bolsonaristas nas redes sociais, além de políticos alinhados com o presidente.

Bolsonaro, assim como presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se mostra favorável ao uso de hidroxocloroquina no tratamento da Covid-19. Opinião que é rebatida por aqueles com posicionamentos pautados em pesquisas médicas, como o ex-ministro Teich e o governador do Maranhão Flávio Dino, que indica o seu tratamento a partir das ressalvas de responsabilidade.

Em sua conta no Twitter, Dino afirmou, no dia 14 de abril, que, “Se não sabe o que fazer [Bolsonaro], que renuncie”. O governador também já avaliou publicamente o governo de Bolsonaro sobre posturas antidemocráticas e irresponsáveias do presidente, deixando evidente o atrito político entre eles.

Foto: Reprodução/Twitter

Fim do lockdown

Neste domingo (17), Dino decretou o fim do lockdown na Ilha de São Luís, após completar 13 dias de isolamento total. A capital foi o primeiro caso do bloqueio no país por conta da pandemia da Covid-19. O objetivo foi reduzir o número de novos casos no novo coronavírus e atingir cerca de 70% a 80% de isolamento social.

Entre as medidas adotadas, estavam a declaração de autorização de trânsito para funcionários de serviços essenciais, rodízio de veículo e controle de acesso a farmácias e supermercados.

No entanto, medidas de restrições sociais prevalecem. Shoppings, cinemas e academias ainda não podem funcionar. O uso máscara segue sendo obrigatório e as aulas continuam suspensas. No entanto, já não há mais rodízio de veículos, as pessoas não precisam carregar uma autorização para circular em vias públicas e a entrada e saída da Grande Ilha de São Luís está liberada. As regras são válidas até 20 de maio.

“Finalizamos hoje o lockdown na Ilha de São Luís. Medida acertada, por isso, agradeço a colaboração de todos. Juntos, estamos salvando centenas de vidas”, escreveu o governador em sua conta no Twitter neste domingo (17).

Em artigo, o governo Flávio Dino (PCdoB) escreveu no site do estado, também neste domingo (17):

“O objetivo é que a população permaneça em casa ao máximo possível, mantendo-se funcionamento apenas de atividades e serviços essenciais. Com isso, menos pessoas são expostas ao contato com outras, evita-se formação de aglomerações, são reduzidas as chances de contaminação e a necessidade de atendimentos hospitalares. Se realizado adequadamente, com grande adesão, como o que temos registrado na Ilha de São Luís, o resultado é o tão desejado achatamento da curva, isto é, menos pessoas precisando de leitos hospitalares ao mesmo tempo, de modo que o Sistema de Saúde consiga atender toda a demanda, permitindo atendimento a todos os pacientes que precisem”.

O estado do Maranhão tem 13 238 casos registados, 3 280 suspeitos e 576 óbitos, de acordo com a última atualização do estado, em 17.mai.2020, às 22h25. Até o momento, o Maranhão contabiliza 25 338 testes para o diagnóstico do novo coronavírus. Dados do último senso de pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IGBGE) indicam uma população estimada de 7 milhões pessoas no estado.

Já em todo o país, dados do governo federal atualizados neste domingo (17) indicam 241 080 casos confirmados de Covid-19, ultrapassando Itália e a Espanha no número de casos confirmados do novo coronavírus. Segundo a Johns Hopkins, a Itália registrou 225 435, enquanto a Espanha, 230 698 casos confirmados.

O Brasil segue como o 4º país no número de casos e 6º no número de mortes no mundo, com 16 198 mortos registrados pela pandemia. Só nas últimas 24 horas foram contablizados 7 938 novos casos em todo o país.

CNN Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Menino, é um verdadeiro coquetel de remédios e só a Cloroquina faz efeito.
    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Justus disse:

    Não sou fã de Bolsonaro, nem participo dessa briga idiota esquerdista-direitista, mas parece que o pessoal que aplaudiu o relatório publicado ontem (pra variar a Folha não explicou em que condição, por que será?) ficou sem ação. Mudinhos.

  3. Antenado disse:

    Pelo jeito não deu certo o lockdown e Bolsonaro tem razão quanto ao hidroxicloroquina. O que eu vou dizer em casa!?

  4. Chicó disse:

    Já ouvi comentários que estão usando a cloroquina aqui em Natal para tratamento do Covid-19, mas a politicagem fala mais alto.

  5. Chico disse:

    Vão usar a bolsoquina e dizer que foi o lockdown que surtiu efeito.
    Bando de canalhas!!!!

  6. Luladrão Encantador de Asnos disse:

    Esse bosta desse governador faz meia hora de conversa fiada pra dizer o que todos que tem mais de 2 neurónios já sabem: que ele não é médico, que o uso do medicamento depende da indicação do médico e da autorização do paciente, que o medicamento só tem chance de ser eficaz se for aplicado no início e blá blá. Só pra não admitir que deixou pessoas morrerem sem tentar o tratamento.

  7. Ivan disse:

    O REMÉDIO DO BOLSONARO vai salvar o mundo!!!!! kkkkkkk #bolsonaotinharazão

    • Carlão disse:

      Como assim remédio de Bolsonaro, se ele vive a atacar a ciência? Se fosse jejum o remédio dele eu até acreditaria…

  8. Carlúcio disse:

    No meu entender a questão está acima do uso desse medicamento, vai apenas matar mais um pouco ou salvar mais um pouco de pessoas. Fica o país inteiro discutindo esse assunto e não tomam as decisões corretas. Se tivéssemos feito o isolamento vertical por uns dois meses talvez estivéssemos voltando várias atividades, como não fizeram o problema ainda está começando.

    • Ricardo disse:

      Há dous meses o vírus já tava circulando. Já seria uma medida inútil, pra dizer o mínimo. E o que vc queria que fechasse e que ficou aberto?

    • Ricardo disse:

      Mas vc tá certo sobre o isolamento vertical.

  9. Paulo disse:

    BG
    Já estão dando a mão a palmatoria, canalhas comunistas, querendo desestabilzar a Nação Brasileira com objetivos os mais baixos possíveis junto com o outro sem escrúpulo de São Paulo.

  10. CIDADAO55 disse:

    Quebrou as pernas do Bolsonaro que queria ser o primeiro a estabelecer esse protocolo. Agora, corre o risco de levar a pecha de CTRL+C / CTRL+V do governo do Flávio Dino (PCdoB).
    A vida do MITO não tá fácil!

Sesap faz chamamento público para compra de medicamentos

Diante da crise que se instalou na saúde pública do país em função do avanço do coronavírus, desencadeando um extraordinário aumento da demanda na rede hospitalar do Rio Grande do Norte, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) está fazendo um chamamento público a empresas do ramo farmacista para, a partir desta sexta-feira (20), apresentarem propostas de preços de acordo com as condições especificadas em planilha divulgada no site da Sesap.

Segundo o titular da Coordenadoria Administrativo (COAD) da Sesap, Luiz Carlos da Silva, as compras serão realizadas em fluxo contínuo conforme a necessidade das demandas de medicamentos, respeitando a ordem dos valores das propostas. Os interessados devem baixar a tabela e enviar proposta, tabela preenchida e documentação requerida no Edital para o e-mail: [email protected]

Para outros esclarecimentos, os interessados devem entrar em contato através do telefone (84) 3232-2646, por e-mail, ou se dirigir à COAD, no 10º andar do prédio da Sesap, na avenida Av. Deodoro da Fonseca, 730 – Centro, Natal (RN).

As orientações para o preenchimento são as seguintes:
– Colocar nome da empresa no assunto do e-mail
– Colocar todos os arquivos em único “zip”
– Preencher obrigatoriamente os campos: Registro do Produto/MS Anvisa, Marca/Fabricante, Quantidade Oferecida pela Empresa, Prazo de Entrega e Valor Unitário/Proposto.

Devem ser incluídos no e-mail os arquivos:
• Alvará sanitário
• Comprovação de registro do produto na ANVISA
• Autorização do funcionamento do licitante
• Autorização especial (quando for o caso) de acordo com a portaria Nº344

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. paulo disse:

    BG
    Com os últimos governos e o atual dando calote nas empresas vai ser difícil quem queira vender para um poder publico executivo VELHACO. Só com o dinheiro adiantado e olhe lá, será preciso ver se foi pago mesmo e o dinheiro está na conta, agora não pague os impostos em dia não pra ver o que acontece.

Unicat emite nota de esclarecimento sobre medicamentos para portadores de doenças neurológicas

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat) esclarecem que os medicamentos para portadores de doenças neurológicas fazem parte do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF) e são adquiridos diretamente pelo Ministério da Saúde para serem distribuídos aos estados.

A previsão que o Ministério da Saúde deu ao estado do Rio Grande do Norte é de regularizar a distribuição destes medicamentos até o final do mês de janeiro, em virtude da finalização de processos administrativos de aquisição. Atualmente o estoque da Unicat está abastecido em 35% dos medicamentos para tratamento das doenças neurológicas.

Desde o ano passado a Unicat está trabalhando na melhoria dos serviços aos usuários, com a implantação do sistema de fibra ótica com mais economia e agilidade na transmissão dos dados e utilização do Sistema de Gestão da Assistência Farmacêutica (Hórus) na rede hospitalar estadual, contribuindo para o controle e monitoramento dos recursos financeiros investidos na aquisição e na distribuição dos medicamentos nos hospitais.

Anvisa aprova por unanimidade registro de medicamentos à base de maconha

Foto: Fábio Seixo/Agência O Globo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu por unanimidade, nesta terça-feira, regulamentar o registro de medicamentos à base de cannabis. A norma entrará em vigor 90 dias após a publicação e deverá ser revista três anos após a publicação no Diário Oficial.

A discussão sobre o tema começou em 2014 na Agência, mas só chegou ao plenário da Diretoria Colegiada neste ano. O debate foi concluído após interrupção temporária depois que dois conselheiros, Fernando Mendes e Antonio Barra, pediram vista.

Durante os três anos durante os quais a regra estará valendo, os compostos feitos com cannabis serão enquadrados em uma classificação especial chamada “produtos à base de cannabis”, sujeitos à regulação da Anvisa. Segundo a Agência, eles ainda não podem ser definidos como “medicamentos”, porque não há comprovações científicas suficientes sobre a eficácia e a segurança desses produtos.

Relator das propostas, o diretor presidente da Anvisa, William Dib, já havia votado a favor da regulamentação desses temas.

O diretor Fernando Mendes propôs um texto substitutivo para a medida de regulamentação de medicamentos.

Veja também: Anvisa rejeita cultivo de maconha para fins medicinais

Mendes argumentou que os medicamentos à base de cannabis atendam aos critérios exigidos para os demais medicamentos, e não tenham um processo de autorização facilitado, no que diz respeito a evidências científicas e estudos clínicos, apenas para atender ao clamor da sociedade pela regulamentação do tema.

Pela proposta, as empresas devem continuar a realização de pesquisas científicas para comprovar a eficácia e segurança dos produtos à base da planta.

THC abaixo de 0,2%

De acordo com a proposta aprovada pela Anvisa, os medicamentos produzidos à base da planta devem ter percentual abaixo de 0,2% de THC. Esses medicamentos só poderão ser comprados com receita médica.

No caso de produtos com percentual de THC acima de 0,2%, a prescrição é autorizada somente a pacientes terminais “que tenham esgotado as alternativas terapêuticas”.

As empresas produtoras devem apresentar plano de gerenciamento de risco e estudos clínicos sobre o produto com apresentação de resultados positivos. A norma impede a produção de cosméticos, alimentos e cigarros do rol de produtos permitidos.

— A atuação da Anvisa na garantia do acesso da população a medicamentos de qualidade, eficazes e seguras, passa por analise técnica, a partir da realização de pesquisa clínicas e análise da segurança e eficácia (do medicamento)- afirmou Mendes.

Os produtos só poderão ser comercializados em farmácias, com exceção das de manipulação, e deverão ser vendidos por um farmacêutico.

Além disso, os estabelecimentos devem estar registrados no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC).

A proposta prevê que a Anvisa implementará um programa especial de monitoramento desses produtos. Caso ocorra algum incidente relacionado ao medicamento, a empresa produtora do remédio deve informar a Anvisa em até 72 horas.

A questão mais polêmica da discussão, o plantio da droga por empresas, segue para a votação.

De acordo com a proposta inicial, as empresas terão antecedentes criminais checados e deverão oferecer uma estrutura robusta de segurança. Em locais de armazenamento e cultivo da planta é necessário uso de biometria, portas de segurança com acesso eletrônico, intertravamento de portas. Essas edificações devem ser de alvenaria.

O Globo

 

Responsáveis por desvio de verba de medicamentos para população carente do Seridó são condenados

Foto: Reprodução

Após denúncia apresentada pelo Ministério Publico Federal (MPF), seis pessoas foram condenadas pelo crime de peculato e formação de quadrilha por desvio de recursos federais na execução de convênio celebrado entre a Fundação Seridó Central (FUSEC) e o Fundo Nacional de Saúde (FNS), do Ministério da Saúde. O montante destinava-se à compra e distribuição de medicamentos à população carente do Seridó do Rio Grande do Norte.

Na denúncia que deu origem à decisão, o MPF aponta que a FUSEC promoveu o direcionamento fraudulento das licitações de sete convênios, entre 2006 e 2010, para ratear os objetos entre as empresas Artmed, Cirufarma, Cirúrgica Bezerra Distribuidora e Prontomédica Produtos Hospitalares, integrantes do esquema. Os recursos eram desviados por meio do fornecimento fictício de remédios em grandes quantidades, com notas fiscais falsas, e aquisição de produtos superfaturados.

Confira todos os detalhes aqui no portal Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. paulo disse:

    BG
    Verdadeiros FACÍNORAS.

Peritos do ITEP identificam que 98% dos medicamentos apreendidos no RN eram falsificados e com riscos à saúde

Peritos criminais Leonardo Rego e Lucas Nobre alertam sobre riscos de medicamentos falsificados – Foto – Júlio Rocha

O uso de medicamentos para o estilo de vida em busca de melhorias estéticas para o corpo têm aumentado significadamente nos dias atuais, seja para incremento de massa muscular, emagrecimento, disfunção erétil, entre outros. Porém, os consumidores precisam ficar atentos para não terem prejuízos para a saúde. Pesquisa desenvolvida no Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP-RN) mostra que 98,6% dos medicamentos apreendidos, nos anos de 2017 e 2018 em operações da Delegacia Especializada em Narcóticos, eram falsificados seja por não terem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou não apresentar as substâncias descritas nos rótulos.

O trabalho desenvolvido no Núcleo de Laboratório Central de Perícias Forenses pelos peritos criminais Leonardo Rêgo e Lucas Nobre analisou 144 itens, dos quais apenas 6,3% apresentavam registro da Anvisa na embalagem.

“Na maior parte dos medicamentos analisados, foram identificadas a presença de esteroides anabolizantes (74,3%), seguidos de 22,9% de itens que não continham nenhuma substância ativa. Em 33,3% dos itens analisados, a substância detectada não era condizente com a descrita no rótulo do produto e 10,4% não apresentavam rótulo algum”, enfatizou o perito criminal Leonardo Rêgo.

Não foi detectada nenhuma substância ativa em 46,6% dos produtos que não apresentavam rótulo, sendo o restante (53,4%) apresentando esteroides anabolizantes na sua formulação.

“Esse estudo permitiu traçar um perfil dos medicamentos analisados, no qual foi observado que quase a totalidade era formada por substâncias anabolizantes esteroides”, concluiu o perito criminal Lucas Nobre.

Riscos à saúde

Os medicamentos falsificados podem gerar danos graves a saúde, que pode ir desde a não ação terapêutica pretendida (efeito placebo) a problemas relacionados a reações adversas. A população deve estar atenta ao adquirir produtos farmacêuticos para fugir das falsificações. Portanto, o perito criminal Leonardo Rêgo, que também é farmacêutico, dá algumas dicas do que ser observado na aquisição de um medicamento:

1- Compre sempre em estabelecimentos que contenham alvará para comercialização de medicamentos, como farmácias e drogarias;

2 – Verifique na embalagem a presença do registro do medicamento junto à ANVISA. É um número formado por 13 dígitos.

3 – Verifique se na embalagem do produto há a descrição do farmacêutico responsável, bem como o seu número de inscrição no conselho (CRF);

4 – Só adquira medicamentos que apresentem embalagens em bom estado de conservação e lacrados;

5- Verifique se há alteração no tipo de letra e no texto da embalagem ou da bula.

6 – Se possível, verifique as características físicas do medicamento, quanto ao formato e cor do comprimido, gosto do líquido e embalagem. Em muitos casos, o falsificador não consegue copiar todos os detalhes.

7 – Em caso de dúvida, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do fabricante do produto.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo Roberto disse:

    Exmº Sr. jornalista/Comunicador BG, nota 10 ( digno de comparaçao confiável com qualquer jornalista do S e Se do Brasil ) Vc. ou sua equipe PODERIAM ajudar MAIS a população SE desse o nome de medicamentos pesquisado pelo Itep/RN e nos deixassem MENOS FRAGILIZADOS ( c/risco de contssminsção..). Sou Carioca dsa MB, e me orgulho de estar morando aqui em Natal/RN ( ter escolhido aqui por ter 2 compadres daqui desde os anos 80 ) onde meus 2 filhos se formaram na Cefet e UFRN e derm-me 2 netos. Já a alguns anos acompanho seus blog CONFIO e fico surpreso com os meios de comunicação dos últimos anos que DÃO A NOTICIA ( as vezes como esta profunda e alarmante..) MAS QUASE SEMPRE não vem completa como um texto que deve ter início-meio e fim. Desculpe me alongar MAS acho precioso que NÓS´possamos saber PELO MENOS alguns medicamentos de maaior uso que esta nesta lista condenável aos seus empresários/produtores, Se Nós iremos poder nos precaver ? ?.

Kelps pede que governo forneça medicamentos à base de canabidiol

d659d218666b7e11b4d63f7a31f07ae6inter_250-300O deputado Kelps Lima (SDD) fez um apelo ao governo do RN para que a rede pública de saúde adquira e passe a distribuir gratuitamente medicamentos à base de canabidiol, substância extraída da Cannabis Sativa (nome científico da maconha).

Em pronunciamento na sessão plenária desta quarta-feira (11), Kelps disse que a substância é capaz de amenizar os efeitos de algumas doenças, tais como as crises epiléticas. “Existem tipos de doenças que podem ser tratadas com medicamentos à base do canabidiol, atingindo efeitos espetaculares. Estive reunido com algumas mães que me relataram experiências de filhos que melhoraram após o uso terapêutico da substância”.

Segundo Kelps, há crianças epiléticas que chegam a sofrer cerca de 300 convulsões por semana, e após o uso diário do composto, minimizam as crises, passando a desenvolver cerca de duas convulsões diárias.

O deputado relatou que a maior dificuldade enfrentada pelas famílias para a aquisição da substância é o fato de ainda não haver no Brasil regulamentação para o composto, fazendo com que o mesmo seja adquirido no exterior sob altos custos – aproximadamente 500 dólares uma caixa que atende um mês de uso.

“Vamos propor audiência com o Conselho de Medicina e vamos levar esta causa ao governo para que ele aja em prol dos pequenos potiguares que não possuem condições para adquirir estes medicamentos”, afirmou. O deputado finalizou dizendo que ainda hoje se reuniria com a Casa Civil para discutir o assunto.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo Morais disse:

    esse é meu deputaaaaado… arrocha deputado e vamos juntos rumo a prefeitura em 2016… o povo está vendo e comprovando seu trabalho.

  2. Fernando Viana disse:

    Na minha opinião o deputado Kelpes deveria fazer jornalismo pois o mesmo gosta de aparecer na mídia , está fazendo esses discurso porque sonha ser prefeito de Natal por isso se mostra antenado ao povo!

  3. Osmar Fernandes disse:

    Perfeito, Kelps. Os benefícios do tratamento à base do canabidiol são tão claros, que desde o início do ano a Anvisa retirou as restrições e liberou a substância para uso terapêutico. A tendência agora é a queda do custo do tratamento. Isso irá beneficiar muitas pessoas, incluindo criandas, que precisam deste tratamento para melhorar a sua qualidade de vida. Brilhante iniciativa, mais uma vez parabéns.

  4. America disse:

    ESTE deputado nao perde Uma para aparecer na midia.

Preços de medicamentos poderão ser reajustados em 31 de março

Os preços de medicamentos poderão ser reajustados a partir de 31 de março, segundo autorização da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), conselho de governo formado por vários ministérios, sob a liderança do Ministério da Saúde. A decisão está em resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU) que estabelece os critérios de composição de fatores para o ajuste de preços dos produtos.

De acordo com o documento, os novos valores devem ter como referência o Preço Fabricante (PF) cobrado a partir de 31 de março de 2013. O texto também fixa em 4,66% o fator de produtividade para 2014, mecanismo que permite repassar ao consumidor, por meio dos preços dos medicamentos, projeções de ganhos de produtividade das empresas fabricantes de remédios.

A resolução explica que “o ajuste de preços de medicamentos será baseado em um modelo de teto de preços calculado com base em um índice, um fator de produtividade, uma parcela de fator de ajuste de preços relativos intrassetor e uma parcela de fator de ajuste de preços relativos entre setores”. “O índice a ser utilizado será o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acumulado no período de março de 2013 até fevereiro de 2014”, cita o texto.

Depois da publicação oficial da inflação medida pelo IPCA de fevereiro deste ano, a Cmed editará resolução específica para definir o Preço Fabricante e o Preço Máximo ao Consumidor dos medicamentos e também a forma de apresentação de Relatório de Comercialização pelas empresas produtoras e outras providências necessárias à execução do ajuste dos preços.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos Augusto disse:

    Reajuste de remédio pela enésima vez.
    Reajuste combustíveis.
    Reajuste da energia elétrica.
    Serviço de telefonia móvel deplorável.
    Educação. saúde e segurança pública não existem.
    Apagão elétrico por todo lado.
    Porto de CUBA financiado com recurso público.
    Estádios da COPA financiados com os recursos públicos.
    MST devidamente patrocinados pelas instituições financeiras públicas.
    Médicos cubanos submetidos a um regime de "escravidão"
    Custo de vida subindo, os preços nos supermercados nas alturas…
    Se isso fosse um Governo de qualquer outro partido, as centrais sindicais, diretórios estudantis, partidos de oposição estariam nas ruas pedindo mudança URGENTE, ou não?

    • Luciano disse:

      A muito tempo amigo, o primeiro era o PT e as centrais sindicais, como diz Boris" isso é uma vergonha"

Mossoró: TAC vai assegurar medicamentos para crianças com doença rara

A 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Mossoró, com atribuição na defesa dos direitos da Saúde, vai elaborar um Termo de Ajustamento e Conduta (TAC) para garantir serviços diversos e fornecimento de medicamentos para quatro crianças portadores de epidermólise bolhosa congênita – uma doença rara. O compromisso foi assumido ontem (26), durante audiência realizada na sede do Ministério Público do Rio Grande do Norte em Mossoró com representantes do Município e do Estado e os pais das crianças.

“O intuito dessa audiência é acompanhar o cumprimento de compromissos que foram anteriormente assumidos. Com o TAC iremos renovar essas incumbências por parte do Município e do Estado”, disse o promotor de Justiça Flávio Côrte.

Para o Estado, ficou acordada a continuidade das seguintes ações: fornecer suplementos alimentares mediante prescrição de nutricionista (atualizada a cada três meses) e envidar esforços para concluir em 30 dias o procedimento de aquisição dos curativos mepilex prescritos pelo médico (o fornecimento não deve ultrapassar o prazo de 60 dias).

Já o Município renovou o compromisso de suprir demandas como: concluir em 30 dias o procedimento de aquisição dos medicamentos objeto do pré-empenho 158/2014-FMS, processo 838/2014, devendo fornecê-los em prazo não superior a 60 dias; destacar profissional de enfermagem, fisioterapia e terapia ocupacional para atendimento em domicílio, a iniciar no dia 10 de março (devendo ser preenchido prontuário individual indicando todos os procedimentos realizados, a ser anotado em livro próprio por todos os profissionais); providenciar adaptações necessárias no estabelecimento de ensino próximo à residência de duas das crianças no prazo máximo de 60 dias e disponibilizar transporte em horário pré-definido (de forma não exclusiva).

O representante do MPRN ainda lembrou que as responsabilidades também serão cobradas aos pais, que devem prestar contas do material que efetivamente é usado no tratamento dos filhos. Como são medicamentos de alto custo, não devem ser desperdiçados. Assim, o compromisso firmado pelos pais das crianças é que a cada novo fornecimento de suplementos alimentares ou de remédios, os frascos, invólucros de curativos ou embalagens de tudo o que foi utilizado deverão ser apresentados. Para o caso de haver produtos ou medicamentos que não tiverem sido consumidos, estes deverão ser devolvidos.

Por fim, o MPRN vai oficiar a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec), do Sistema Único de Saúde (SUS), com o objetivo de provocar a elaboração de um protocolo de diretrizes terapêuticas (PCDT) para a epidermólise bolhosa.

Epidermólise bolhosa

A epidermólise bolhosa congênita é uma doença rara, grave e não contagiosa que se caracteriza pela intensa sensibilidade na pele e mucosas. A formação de bolhas é uma das principais manifestações clínicas e qualquer atrito na pele desencadeia esse processo.

Assim, as mais simples tarefas domésticas como trocar de roupas, de sapatos, caminhar ou lavar louças pode provocar lesões. As bolhas com maior profundidade acabam gerando cicatrizes e ficam com a aparência de uma queimadura.

MPRN