Responsáveis por desvio de verba de medicamentos para população carente do Seridó são condenados

Foto: Reprodução

Após denúncia apresentada pelo Ministério Publico Federal (MPF), seis pessoas foram condenadas pelo crime de peculato e formação de quadrilha por desvio de recursos federais na execução de convênio celebrado entre a Fundação Seridó Central (FUSEC) e o Fundo Nacional de Saúde (FNS), do Ministério da Saúde. O montante destinava-se à compra e distribuição de medicamentos à população carente do Seridó do Rio Grande do Norte.

Na denúncia que deu origem à decisão, o MPF aponta que a FUSEC promoveu o direcionamento fraudulento das licitações de sete convênios, entre 2006 e 2010, para ratear os objetos entre as empresas Artmed, Cirufarma, Cirúrgica Bezerra Distribuidora e Prontomédica Produtos Hospitalares, integrantes do esquema. Os recursos eram desviados por meio do fornecimento fictício de remédios em grandes quantidades, com notas fiscais falsas, e aquisição de produtos superfaturados.

Confira todos os detalhes aqui no portal Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. paulo disse:

    BG
    Verdadeiros FACÍNORAS.

Peritos do ITEP identificam que 98% dos medicamentos apreendidos no RN eram falsificados e com riscos à saúde

Peritos criminais Leonardo Rego e Lucas Nobre alertam sobre riscos de medicamentos falsificados – Foto – Júlio Rocha

O uso de medicamentos para o estilo de vida em busca de melhorias estéticas para o corpo têm aumentado significadamente nos dias atuais, seja para incremento de massa muscular, emagrecimento, disfunção erétil, entre outros. Porém, os consumidores precisam ficar atentos para não terem prejuízos para a saúde. Pesquisa desenvolvida no Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP-RN) mostra que 98,6% dos medicamentos apreendidos, nos anos de 2017 e 2018 em operações da Delegacia Especializada em Narcóticos, eram falsificados seja por não terem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou não apresentar as substâncias descritas nos rótulos.

O trabalho desenvolvido no Núcleo de Laboratório Central de Perícias Forenses pelos peritos criminais Leonardo Rêgo e Lucas Nobre analisou 144 itens, dos quais apenas 6,3% apresentavam registro da Anvisa na embalagem.

“Na maior parte dos medicamentos analisados, foram identificadas a presença de esteroides anabolizantes (74,3%), seguidos de 22,9% de itens que não continham nenhuma substância ativa. Em 33,3% dos itens analisados, a substância detectada não era condizente com a descrita no rótulo do produto e 10,4% não apresentavam rótulo algum”, enfatizou o perito criminal Leonardo Rêgo.

Não foi detectada nenhuma substância ativa em 46,6% dos produtos que não apresentavam rótulo, sendo o restante (53,4%) apresentando esteroides anabolizantes na sua formulação.

“Esse estudo permitiu traçar um perfil dos medicamentos analisados, no qual foi observado que quase a totalidade era formada por substâncias anabolizantes esteroides”, concluiu o perito criminal Lucas Nobre.

Riscos à saúde

Os medicamentos falsificados podem gerar danos graves a saúde, que pode ir desde a não ação terapêutica pretendida (efeito placebo) a problemas relacionados a reações adversas. A população deve estar atenta ao adquirir produtos farmacêuticos para fugir das falsificações. Portanto, o perito criminal Leonardo Rêgo, que também é farmacêutico, dá algumas dicas do que ser observado na aquisição de um medicamento:

1- Compre sempre em estabelecimentos que contenham alvará para comercialização de medicamentos, como farmácias e drogarias;

2 – Verifique na embalagem a presença do registro do medicamento junto à ANVISA. É um número formado por 13 dígitos.

3 – Verifique se na embalagem do produto há a descrição do farmacêutico responsável, bem como o seu número de inscrição no conselho (CRF);

4 – Só adquira medicamentos que apresentem embalagens em bom estado de conservação e lacrados;

5- Verifique se há alteração no tipo de letra e no texto da embalagem ou da bula.

6 – Se possível, verifique as características físicas do medicamento, quanto ao formato e cor do comprimido, gosto do líquido e embalagem. Em muitos casos, o falsificador não consegue copiar todos os detalhes.

7 – Em caso de dúvida, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do fabricante do produto.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo Roberto disse:

    Exmº Sr. jornalista/Comunicador BG, nota 10 ( digno de comparaçao confiável com qualquer jornalista do S e Se do Brasil ) Vc. ou sua equipe PODERIAM ajudar MAIS a população SE desse o nome de medicamentos pesquisado pelo Itep/RN e nos deixassem MENOS FRAGILIZADOS ( c/risco de contssminsção..). Sou Carioca dsa MB, e me orgulho de estar morando aqui em Natal/RN ( ter escolhido aqui por ter 2 compadres daqui desde os anos 80 ) onde meus 2 filhos se formaram na Cefet e UFRN e derm-me 2 netos. Já a alguns anos acompanho seus blog CONFIO e fico surpreso com os meios de comunicação dos últimos anos que DÃO A NOTICIA ( as vezes como esta profunda e alarmante..) MAS QUASE SEMPRE não vem completa como um texto que deve ter início-meio e fim. Desculpe me alongar MAS acho precioso que NÓS´possamos saber PELO MENOS alguns medicamentos de maaior uso que esta nesta lista condenável aos seus empresários/produtores, Se Nós iremos poder nos precaver ? ?.

Kelps pede que governo forneça medicamentos à base de canabidiol

d659d218666b7e11b4d63f7a31f07ae6inter_250-300O deputado Kelps Lima (SDD) fez um apelo ao governo do RN para que a rede pública de saúde adquira e passe a distribuir gratuitamente medicamentos à base de canabidiol, substância extraída da Cannabis Sativa (nome científico da maconha).

Em pronunciamento na sessão plenária desta quarta-feira (11), Kelps disse que a substância é capaz de amenizar os efeitos de algumas doenças, tais como as crises epiléticas. “Existem tipos de doenças que podem ser tratadas com medicamentos à base do canabidiol, atingindo efeitos espetaculares. Estive reunido com algumas mães que me relataram experiências de filhos que melhoraram após o uso terapêutico da substância”.

Segundo Kelps, há crianças epiléticas que chegam a sofrer cerca de 300 convulsões por semana, e após o uso diário do composto, minimizam as crises, passando a desenvolver cerca de duas convulsões diárias.

O deputado relatou que a maior dificuldade enfrentada pelas famílias para a aquisição da substância é o fato de ainda não haver no Brasil regulamentação para o composto, fazendo com que o mesmo seja adquirido no exterior sob altos custos – aproximadamente 500 dólares uma caixa que atende um mês de uso.

“Vamos propor audiência com o Conselho de Medicina e vamos levar esta causa ao governo para que ele aja em prol dos pequenos potiguares que não possuem condições para adquirir estes medicamentos”, afirmou. O deputado finalizou dizendo que ainda hoje se reuniria com a Casa Civil para discutir o assunto.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo Morais disse:

    esse é meu deputaaaaado… arrocha deputado e vamos juntos rumo a prefeitura em 2016… o povo está vendo e comprovando seu trabalho.

  2. Fernando Viana disse:

    Na minha opinião o deputado Kelpes deveria fazer jornalismo pois o mesmo gosta de aparecer na mídia , está fazendo esses discurso porque sonha ser prefeito de Natal por isso se mostra antenado ao povo!

  3. Osmar Fernandes disse:

    Perfeito, Kelps. Os benefícios do tratamento à base do canabidiol são tão claros, que desde o início do ano a Anvisa retirou as restrições e liberou a substância para uso terapêutico. A tendência agora é a queda do custo do tratamento. Isso irá beneficiar muitas pessoas, incluindo criandas, que precisam deste tratamento para melhorar a sua qualidade de vida. Brilhante iniciativa, mais uma vez parabéns.

  4. America disse:

    ESTE deputado nao perde Uma para aparecer na midia.

Preços de medicamentos poderão ser reajustados em 31 de março

Os preços de medicamentos poderão ser reajustados a partir de 31 de março, segundo autorização da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), conselho de governo formado por vários ministérios, sob a liderança do Ministério da Saúde. A decisão está em resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU) que estabelece os critérios de composição de fatores para o ajuste de preços dos produtos.

De acordo com o documento, os novos valores devem ter como referência o Preço Fabricante (PF) cobrado a partir de 31 de março de 2013. O texto também fixa em 4,66% o fator de produtividade para 2014, mecanismo que permite repassar ao consumidor, por meio dos preços dos medicamentos, projeções de ganhos de produtividade das empresas fabricantes de remédios.

A resolução explica que “o ajuste de preços de medicamentos será baseado em um modelo de teto de preços calculado com base em um índice, um fator de produtividade, uma parcela de fator de ajuste de preços relativos intrassetor e uma parcela de fator de ajuste de preços relativos entre setores”. “O índice a ser utilizado será o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acumulado no período de março de 2013 até fevereiro de 2014”, cita o texto.

Depois da publicação oficial da inflação medida pelo IPCA de fevereiro deste ano, a Cmed editará resolução específica para definir o Preço Fabricante e o Preço Máximo ao Consumidor dos medicamentos e também a forma de apresentação de Relatório de Comercialização pelas empresas produtoras e outras providências necessárias à execução do ajuste dos preços.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos Augusto disse:

    Reajuste de remédio pela enésima vez.
    Reajuste combustíveis.
    Reajuste da energia elétrica.
    Serviço de telefonia móvel deplorável.
    Educação. saúde e segurança pública não existem.
    Apagão elétrico por todo lado.
    Porto de CUBA financiado com recurso público.
    Estádios da COPA financiados com os recursos públicos.
    MST devidamente patrocinados pelas instituições financeiras públicas.
    Médicos cubanos submetidos a um regime de "escravidão"
    Custo de vida subindo, os preços nos supermercados nas alturas…
    Se isso fosse um Governo de qualquer outro partido, as centrais sindicais, diretórios estudantis, partidos de oposição estariam nas ruas pedindo mudança URGENTE, ou não?

    • Luciano disse:

      A muito tempo amigo, o primeiro era o PT e as centrais sindicais, como diz Boris" isso é uma vergonha"

Mossoró: TAC vai assegurar medicamentos para crianças com doença rara

A 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Mossoró, com atribuição na defesa dos direitos da Saúde, vai elaborar um Termo de Ajustamento e Conduta (TAC) para garantir serviços diversos e fornecimento de medicamentos para quatro crianças portadores de epidermólise bolhosa congênita – uma doença rara. O compromisso foi assumido ontem (26), durante audiência realizada na sede do Ministério Público do Rio Grande do Norte em Mossoró com representantes do Município e do Estado e os pais das crianças.

“O intuito dessa audiência é acompanhar o cumprimento de compromissos que foram anteriormente assumidos. Com o TAC iremos renovar essas incumbências por parte do Município e do Estado”, disse o promotor de Justiça Flávio Côrte.

Para o Estado, ficou acordada a continuidade das seguintes ações: fornecer suplementos alimentares mediante prescrição de nutricionista (atualizada a cada três meses) e envidar esforços para concluir em 30 dias o procedimento de aquisição dos curativos mepilex prescritos pelo médico (o fornecimento não deve ultrapassar o prazo de 60 dias).

Já o Município renovou o compromisso de suprir demandas como: concluir em 30 dias o procedimento de aquisição dos medicamentos objeto do pré-empenho 158/2014-FMS, processo 838/2014, devendo fornecê-los em prazo não superior a 60 dias; destacar profissional de enfermagem, fisioterapia e terapia ocupacional para atendimento em domicílio, a iniciar no dia 10 de março (devendo ser preenchido prontuário individual indicando todos os procedimentos realizados, a ser anotado em livro próprio por todos os profissionais); providenciar adaptações necessárias no estabelecimento de ensino próximo à residência de duas das crianças no prazo máximo de 60 dias e disponibilizar transporte em horário pré-definido (de forma não exclusiva).

O representante do MPRN ainda lembrou que as responsabilidades também serão cobradas aos pais, que devem prestar contas do material que efetivamente é usado no tratamento dos filhos. Como são medicamentos de alto custo, não devem ser desperdiçados. Assim, o compromisso firmado pelos pais das crianças é que a cada novo fornecimento de suplementos alimentares ou de remédios, os frascos, invólucros de curativos ou embalagens de tudo o que foi utilizado deverão ser apresentados. Para o caso de haver produtos ou medicamentos que não tiverem sido consumidos, estes deverão ser devolvidos.

Por fim, o MPRN vai oficiar a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec), do Sistema Único de Saúde (SUS), com o objetivo de provocar a elaboração de um protocolo de diretrizes terapêuticas (PCDT) para a epidermólise bolhosa.

Epidermólise bolhosa

A epidermólise bolhosa congênita é uma doença rara, grave e não contagiosa que se caracteriza pela intensa sensibilidade na pele e mucosas. A formação de bolhas é uma das principais manifestações clínicas e qualquer atrito na pele desencadeia esse processo.

Assim, as mais simples tarefas domésticas como trocar de roupas, de sapatos, caminhar ou lavar louças pode provocar lesões. As bolhas com maior profundidade acabam gerando cicatrizes e ficam com a aparência de uma queimadura.

MPRN

Planos de saúde vão oferecer 37 medicamentos para tratar o câncer a partir de 2014

11_29_38_692_file A partir de 2 janeiro de 2014, os usuários de planos de saúde poderão contar com 37 medicamentos orais para o tratamento de diferentes tipos de câncer. O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (21), que também informou que outros 50 novos procedimentos serão cobertos pelos convênios.

Segundo o ministro da saúde, Alexandre Padilha, com a inclusão dos remédios contra o câncer, os pacientes poderão ser tratados em casa.

— Esses medicamentos funcionam como quimioterapia oral, que poderá ser ministrada em casa, sem precisar ir ao hospital, isso se deve à evolução tecnológica. Dá mais qualidade de vida para o paciente.

Os medicamentos serão usados no tratamento de 54 tipos de câncer, entre eles, mama, próstata, leucemia, pulmão, cabeça e pescoço e estômago.

As operadoras têm até janeiro para definir como irão fornecer o medicamento. Segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), os planos de saúde podem fazer a compra e distribuir os medicamentos, conforme indicação médica, ou os usuários compram o remédio e, posteriormente, pedem o ressarcimento ao plano de saúde.

Além da incorporação de novos medicamentos, foram incluídas 28 cirurgias de videolaparoscopia – procedimentos menos invasivos que reduzem riscos para o paciente e o tempo de internação. Outra novidade é a ampliação de seis para 12 do número de consultas e sessões com profissionais de fonoaudiologia, nutrição, psicologia e terapia ocupacional. As mudanças também contemplam a ampliação de 44 procedimentos já ofertados pelos planos.

Mesmo com os novos procedimentos, Padilha descarta grandes reajustes no valor dos planos.

— A inclusão de novos procedimentos para 2014 não vai gerar nenhum impacto [reajuste]. Ao longo de 2014 será avaliado qual o impacto do uso desses medicamentos nas contas dos planos. Historicamente, a inclusão de novos medicamentos e cirurgias não justificam aumentos expressivos nos planos de saúde.

As medidas foram implantadas depois da consulta pública à população e aos planos de saúde. Entre junho e agosto deste ano, a ANS recebeu 7.340 contribuições — 50% delas foi de consumidores. A resolução será publicada no DOU (Diário Oficial da União) nesta terça-feira (22).

A partir de janeiro, o plano de saúde que descumprir a determinação será multado e pode ser suspenso. O Ministério da Saúde orienta aos usuários que entrem em contato com a ANS pelo 0800 701 9656, caso não sejam atendidos. Segundo a pasta, de cada cinco reclamações recebidas, quatro foram resolvidas antes da ANS punir os planos de saúde. Atualmente, 246 planos de 26 operadoras estão proibidos no País.
As novas medidas vão beneficiar 42,5 milhões de pacientes de 1.090 operadoras médico-hospitalares.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maria Cristina disse:

    Quais são os medicações cedido pelos panos de saúde?
    Mostrar uma listagem das medicações para ser mais fácil pro usuário,dai é só consultar quem te direito ou não..no meu caso preciso do "Miclofenolato" será que ele esta disponivel.
    Agradecidaa!

Anvisa diz que remédio ficou 35% mais barato

Brasília – A regulação econômica permitiu que os medicamentos chegassem às mãos dos brasileiros com preços, em média, 35% mais baratos do que os pleiteados pelas indústrias farmacêuticas. A conclusão é de estudo divulgado hoje (15) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Foram analisados os preços máximos estabelecidos pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) entre março de 2004 e dezembro de 2011. A avaliação chegou a 1.115 apresentações de 433 remédios.

Segundo a Anvisa, na maior parte das vezes, as empresas solicitam preços em valores superiores aos que acabam autorizados pelo governo.

No caso de remédios com moléculas inovadoras, patente no Brasil e comprovação de ganho terapêutico, em relação aos utilizados para a mesma indicação terapêutica (categoria I), os preços máximos estabelecidos foram 19% mais baratos do que os solicitados pela indústria.

Entre os medicamentos novos sem patente ou sem comprovação de ganho terapêutico (categoria II), a redução foi de 37%.

Novas associações de princípios ativos existentes no Brasil e remédios em novas formas farmacêuticas (categoria V) registraram uma diferença de 38% entre o preço fixado e o pleiteado pelas empresas.

Entre os medicamentos classificados na categoria “caso omisso” e os que não puderam ser enquadrados em nenhuma das categorias estabelecidas pela legislação, a redução dos preços foi de 35% e de 45% respectivamente.

Desde 2003, a Cmed regulamenta o controle do preço dos medicamentos comercializados no Brasil baseada em um modelo de teto de preços. O preço fábrica é o teto pelo qual um medicamento pode ser comercializado, no atacado, pelas distribuidoras e empresas produtoras. O preço máximo ao consumidor é o teto pelo qual o medicamento é vendido nas farmácias e drogarias.

Polícia prende comerciante por venda ilegal de medicamentos em Felipe Guerra.‏

Na manhã desta sexta-feira (21) a polícia prendeu um comerciante por venda ilegal de medicamentos e munições, na cidade de Felipe Guerra. A prisão ocorreu durante a realização de uma operação conjunta entre Ministério Público, Policia Militar e Policia Civil, em cumprimento de mandado de busca e apreensão. O homem foi identificado apenas pelo nome de ‘Neto de Deto’.

A polícia conseguiu apreender uma grande quantidade de diversos medicamentos, entre eles os antibióticos: tetraciclina, amoxicilina e azitromicina, que eram comercializados sem nenhuma restrição.

Foram apreendidas também munições como: pólvora, chumbo e espoleta, as quais tem a venda restrita e controlada pelo Exército Brasileiro. Ainda foi apreendida a quantia de R$. 18.000

Os produtos apreendidos e homem foram encaminhados para a Delegacia de Policia Civil de Apodi, para que sejam realizados os procedimentos de rotina.

A operação teve a participação do promotor de justiça, Silvio Brito; Delegado, Renato Oliveira; Capitão Inácio Brilhante e GTO de Apodi.

Com informações do Blog O Câmera

Médico narra como foi o plantão nessa madrugada no Walfredo. Até sedativo tava faltando

O médico Sebastião Paulino narrou em seu twitter como foi o plantão nessa madrugada no Walfredo Gurgel, a pessoa fica abismada como o nosso maior Hospital funcionada dessa forma, até sedativo faltou, e olhe que está decretada Emergência na Saúde no RN. Segue os posts do ex-diretor geral do Walfredo:

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jose Farias disse:

    Falta relatar tambem o caso da Promater que vi no seu twitter ontem sendo relatado por um internauta.

  2. Rnatal disse:

    O que mais me deixa revoltado é que enquanto
    isto acontece, os políticos que nunca fazem nada estão desesperados por votos
    pelo Estado. A melhor campanha Governadora é a senhora pessoalmente entrar no
    Walfredo e dizer: Gente,vamos resolver isto hoje. Chama seu secretário de Saúde
    e ajam. Os políticos que nesta campanha descaradamente, visitam os bairros pobres,
    coisa que não fazem quando não estão em campanha estão mais preocupados em
    ganhar votos, fazer conchavos com partidos e lideranças do que com quem está
    sofrendo e morrendo no Walfredo. O desabafo deste médico mostra que estamos em
    um Estado de gestores insensíveis e que não merecem nosso voto: Imaginem se os
    filhos deles tivessem que ir para o Wafredo?

UOL: Pacientes pagam por remédio gratuito e ficam em macas sem lençóis em hospitais do RN

Com calamidade pública decretada na área da saúde desde o dia 4 de julho, os hospitais do Rio Grande do Norte enfrentam problemas com o desabastecimento de remédios e falta de material básico para atendimento. Os pacientes e acompanhantes reclamam da situação e alegam que são obrigados a pagar por remédios que deveriam ser fornecidos gratuitamente.

Foto 4 de 31 – Paciente espera atendimento em uma maca sem lençol, colocada junto com extintor de incêndio devido à falta de espaço nos corredores do Walfredo Gurgel, em Natal (RN). Doentes e acompanhantes dizem que o caos é constante e a cena da superlotação nos corredores é comumMais Carlos Madeiro/UOL

Durante três dias, a reportagem do UOL visitou três dos principais hospitais de Natal e constatou uma série de problemas, entre eles falta de remédios, equipamentos e insumos, além de muitos casos de improviso no atendimento.

A rede de saúde sofre com problemas estruturais básicos, como mofo em enfermarias, aparelhos de ar-condicionados quebrados e falta de espaço para atender a demanda dos pacientes.

No hospital Walfredo Gurgel, o maior de urgência e emergência do Estado, muitos pacientes são obrigados a ficar em macas nos corredores, com colchões sem lençóis. A maioria dos que têm lençóis para forrar macas e camas alega que o material é trazido de casa.

As macas se apertam nos estreitos corredores, que mais lembram um cenário de um hospital de guerra. Logo na entrada da emergência muitos pacientes estão internados de forma improvisada e recebem atendimento precário por conta da greve dos médicos. Durante a visita feita pela reportagem do UOL, pelo menos oito pacientes foram vistos internados em colchões sem lençóis.

“Dizem que isso aqui é a guerra, mas acho que na guerra é melhor, pois pelo menos eles têm boa vontade e atendem a pessoa, mesmo sem estrutura”, contou um paciente com uma lesão na mão direita, que aguardava atendimento de um especialista há mais de 20 horas.

No hospital Ruy Pereira, especializado em atendimento a pacientes com problemas vasculares, a falta de medicamentos e insumos é constante há meses e prejudica o atendimento. As condições precárias da unidade já causaram um surto de superbactérias que matou duas pessoas em um só dia.

Segundo profissionais da unidade, não havia máscaras para atendimentos, por exemplo. Vários medicamentos também estavam em falta. Segundo os relatos, a carência é antiga e se agravou nos últimos meses. Há um ano, a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) não possui um aparelho de raio-x, que realizada um exame considerado básico para pacientes internados.

No hospital pediátrico José Bezerra (mais conhecido como hospital Santa Catarina), a falta de suprimentos é rotina tão constante que os funcionários da unidade criaram um sistema de rodízio para não deixar faltar água, luvas e outros insumos básicos, além de compras imediatas de medicamentos.

“No quadro de avisos colocamos uma tabelinha com os nomes dos contribuintes para pagamento da água para não ficarmos com sede. Todo mês, cada um dá R$ 20 para a cota da compra de garrafões de água, mas muitas vezes temos outras despesas extras para compra de luvas, gazes, álcool em gel e até papel higiênico”, diz a médica pediatra Lyenka Pinto. “Já as máscaras também somos nós que custeamos. Cada um tem sua caixinha guardada porque aqui não tem há muito tempo no estoque.”

A pediatra, que também é coordenadora clínica do hospital, disse que com a falta de medicamentos no Santa Catarina muitas vezes os médicos tentam conseguir amostras grátis com representantes de remédios ou ainda tiram do próprio bolso para poder atender a um paciente em estado grave.

“Sofremos antes, durante e depois de cada plantão devido a falta de estrutura no Santa Catarina. Tenho 17 anos como médica no Estado e nunca vi uma situação tão precária como esta que estamos vivenciando. É uma falta de tudo”, disse a médica.

No hospital, apesar das carências, existem equipamentos que nunca foram usados e estão encaixotados há cerca de dois anos depois que foram enviados pelo Ministério da Saúde.Entre eles estão dois conjuntos de aparelhos de raio-x e equipamentos para abertura de 10 leitos de UTI neonatal ou pediátrica.

Paciente tem que comprar analgésico para pós-operatório

Por conta da falta de remédios, muitos pacientes que recebem atendimento pelo SUS (Sistema Único de Saúde) são obrigados a comprar medicamentos que deveriam ser fornecidos gratuitamente.

“A cirurgia do meu pai está marcada para ocorrer amanhã ⎚ de julho] , e tive que vim aqui pegar a receita com o médico para comprar o medicamento para dor no pós-cirúrgico”, conta Maria Lourdes Basílio, que acompanha o pai, Damião Baracho, 73 –que passaria por uma cirurgia de amputação de dedo, devido a complicações da diabetes, no hospital Ruy Pereira. O remédio indicado pelo médico foi o Tramal, um analgésico para dores moderadas e fortes.

A cirurgia de Damião, que deveria ser realizada em até 48h, pela gravidade do problema, só aconteceria dez dias após a entrada dele no hospital. A demora, segundo Maria de Lourdes, ocorreu por falta de médicos, que estão em greve há mais de 70 dias. Nesse período de internação, ela contou que também foi obrigada a comprar outro medicamento, o Cilostazol (indicado para tratar problemas circulatórios). “Cada caixa custou R$ 41. Muito caro para quem não tem dinheiro sobrando.”

Com trombose arterial, Benedita Fernandes de Brito, 41, deu entrada na emergência do hospital Walfredo Gurgel em junho. Por conta da falta de medicamentos e demora no atendimento, ela teve a perna amputada, segundo contou a irmã da paciente.

“Faltou o medicamento que o médico indicou, o que resultou na ampliação do problema. Ela está consciente do que aconteceu, e sempre a pessoa fica revoltada. Agora não sei o que vamos fazer”, contou Damiana Fernandes.

Ações e respostas do governo

Segundo o “Plano de Enfrentamento dos Serviços e Urgência e Emergência do Rio Grande do Norte”, divulgado no último dia 4 de julho, quando o Estado decretou calamidade pública na Saúde, o governo afirmou que vai investir R$ 5 milhões para garantir o “abastecimento imediato das necessidades básicas dos hospitais da rede pública estadual”.

Em nota encaminhada ao UOL, a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte alegou que “a crise na saúde do Rio Grande do Norte é histórica. Qualquer busca rápida no Google (nos anos de 2006, 2007, 2008…) vai encontrar as mesmas manchetes, que anunciam a falta de leitos de UTI, macas no Hospital Walfredo Gurgel e a ambulancioterapia (sic).”

O órgão alegou ainda que “algumas medidas estão sendo tomadas para organizar  e moralizar os serviços de saúde, como a implantação do ponto eletrônico e o chamamento de profissionais  que hoje estão cedidos a órgãos não ligados ao SUS.”

“No plano estão contempladas ações como reforma e equipagem das principais unidades hospitalares da região metropolitana de Natal, reforma de sete hospitais regionais, que serão centros de referência no atendimento de média e alta complexidade, implantação de 125 leitos novos leitos de enfermaria e 63 leitos de UTI, ampliação do SAMU para atender 72% da população e implantação da Central de Regulação”, complementa a nota.

Paciente precisa comprar remédio no Walfredo Gurgel

Falta de medicamentos, macas lotando corredores, servidores em greve, esses são alguns dos muitos problemas que vêm se acumulando não só no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HWG), como também em outras unidades da rede pública de saúde do estado. A saída do médico urologista Domício Arruda da titularidade da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), apenas consolidou o que a população potiguar e, desde a última terça-feira, o Brasil inteiro já sabe: a saúde pública do RN está em crise.

O Diário de Natal esteve novamente no Walfredo Gurgel na manhã dessa sexta-feira (04), onde constatou que a falta de medicamentos tem levado a população ao desespero. Como relata Auxiliadora Medeiros, que está acompanhando um familiar desde quarta-feira no hospital. Ela procurou a reportagem para registrar o descaso com que vem sendo tratado seu caso. Para diminuir a gravidade do quadro de seu parente, que tem problemas hepáticos e há três dias sofre com dores e expele sangue pela boca, Auxiliadora diz que teve que comprar a medicação indicada (Dramin e Albumina humana – ambos oferecidos gratuitamente pelo SUS), pois os remédios estão em falta no HWG. “Se daqui para amanhã, ele não for transferido, ele vai morrer”, fala emocionada Auxiliadora.

O Walfredo Gurgel é a maior unidade hospitalar do estado e atende mais de mil casos por dia oriundos de todo o RN. Quanto à falta de medicamentos, a assessoria do hospital alega que repassa semanalmente as demandas do HWG à Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat), sendo de competência da Unicat enviar todos os medicamentos solicitados na lista.

Indefinição

A Sesap foi procurada pelo Diário de Natal para posicionar-se sobre a crise na Saúde. Entretanto, de acordo com a assessoria, a secretária interina da pasta, Dorinha Burlamaqui, precisa de tempo para se inteirar sobre questões administrativas da Sesap, que competiam apenas ao ex-secretário Domício Arruda, mas que em breve a imprensa poderá contar com suas declarações.

Sobre a escolha de um novotitular para a pasta, a assessoria disse que a governadora Rosalba Ciarlini esteve com a agenda cheia durante a semana e que ainda não havia se reunido com o seu gabinete para discutir um novo titular para a Sesap. A assessoria ressaltou que a saída de Domício foi por decisão própria do secretário e que não houve retaliações por causa da repercussão da crise da saúde na imprensa nacional.

A própria assessoria demonstrou pouco conhecimento sobre os desdobramentos da situação no Walfredo Gurgel. Questionada sobre o quadro do hospital, a assessoria perguntou como estava o local na manhã dessa sexta, se haviam muitas ambulâncias paradas e se eram muitos os casos vindos do interior.

Fonte: DN Online

Justiça acata pedido do MP em ação contra desabastecimento de medicamentos

A Juíza de Direito da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal, Patrícia Gondim Moreira Pereira, determinou ao Governo do Estado através da Secretaria Estadual de Saúde Pública (SESAP) a vinculação da quantia de R$ 2,3 milhões visando o cumprimento sentença já proferida em Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte destinada a combater o desabastecimento de medicamentos dispensados à população por intermédio da UNICAT.

A quantia vinculada é o restante do total dos R$ 13,8 milhões que haviam sido bloqueados pela Justiça para a compra de medicamentos e destina-se especificamente para aquisição de 24 principais medicamentos faltantes que integram o Componente Especializado de Assistência Farmacêutica informado pela UNICAT.

A Ação Civil Pública nº 0222906-24.2007.8.20.0001/02 interposta pela 47ª Promotoria de Justiça de Natal se arrasta desde 2007 com o objetivo de combater o desabastecimento de medicamentos distribuídos à população.

Nessa ACP,  o Estado já foi condenado a fornecer medicamentos excepcionais de alto custo aos usuários cadastrados no Programa de Assistência Farmacêutica Excepcional, de forma gratuita e ininterrupta, devendo realizar o planejamento necessário para impedir interrupções ou suspensões no fornecimento dos fármacos, mas por inúmeras vezes foram registrados descumprimentos da Decisão.
Confira aqui a Decisão em formato PDF.

200kg de Medicamentos vencidos vão para o Lixo em Currais Novos

A Promotoria de Currais Novos sexta-feira 16/03 pela manhã recebeu uma denúncia anônima que o hospital regional de Currais Novos, iria colocar no lixo hospitalar para serem incinerados muitos medicamentos que não foram distribuídos com a população carente e que estava com o prazo de validade vencido, a Promotora Dra, Mariana Barbalho entrou em contato com o delegado de Currais Novos Dr. Luiz Antônio que determinou ao chefe de investigação Raimundo Bezerra que fosse investigar a tal denuncia o policial fez uma campana e por volta das 16 horas quando o caminhão fez a coleta do lixo o delegado com o chefe de investigação fizeram a abordagem do caminhão e foi constatada a veracidade dos fatos, o caminhão transportava 200 quilos de medicamentos que não foi distribuído com a população doente para ser incinerado, o caminhão foi conduzido para a delegacia juntamente com o motorista que foi ouvido e depois liberado.
Toda a medicação foi apreendida para ser instaurado inquérito policial para apurar o responsável por mandar incinerar os medicamentos.

Fonte: blog do Edmilson Sousa

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. rafaella Germana disse:

    Que vergonha!!!!
    Quantas pessoas precisaram desses medicamentos e não receberam. Precisamos tornar público essas informações para que todos saibam as qualidades dos diretores e equipes que fazem a composição de poderes na cidade

Dezenas de caixas de Medicamentos são encontrados às margens da BR-101

Reportagem da Tribuna do Norte encontrou novamente medicamentos descartados. Qual será o mistério de nos últimos seis meses ter acontecido tantos descartes em ruas, avenidas e lixões de remédios? Segue reportagem:

Dezenas de caixas de medicamentos descartados foram flagradas pela reportagem da TRIBUNA DO NORTE na manhã desta terça-feira, 22. Os remédios foram encontrados às margens da rodovia BR-101, entre os quilômetros 137 e 138 – no município de Arês. São cerca de 40 caixas de medicamentos, de 15 tipos diferentes.

Alex RégisMaterial foi encontrado por um taxista no sábado e parte continua no local

A denúncia foi feita por um taxista que terá a identidade preservada pela reportagem. No sábado passado, 19, ele flagrou uma mulher despejando os medicamentos próximo à rodovia por volta das 15h.

O homem recolheu parte das caixas e entregou na sede da TRIBUNA, no bairro da Ribeira. Na manhã de hoje, a reportagem conferiu in loco que ainda há caixas espalhadas próximo ao acostamento da pista.

Bup, Vermectil, Adoless, Cordarex, Cittá, Forfig, Mitrax, Vagivit, Expressin, Percof e Diurisa são alguns dos remédios encontrados. Todos classificados com o selo de amostra grátis. A caixa indicava que é indispensável prescriçao médica para aquisição dos medicamentos. Na minoria das caixas, cerca de 10, não havia o sinal da necessidade receita médica.

ITEP encontra mais de 500 mil comprimidos vencidos no estoque da Prefeitura

Esse caos está publicado na Tribuna do Norte, impressionado com a “organização” na Secretária de Saúde, enquanto estão se vencendo medicamentos, tem posto de sáude que falta tudo, segue reportagem:

O primeiro laudo do Instituto Técnico e Científico de Polícia [Itep] referente às investigações no Departamento de Logística e Suporte (DLS), da Secretaria de Saúde do município de Natal, revela uma quantidade exorbitante de diversos medicamentos vencidos. Em meio à desorganização, os peritos criminais já identificaram, nesta condição, pelo menos, 500.260 comprimidos dos remédios Sulfato Ferroso, Vitamicê [Ácido Ascórbico], Nociclin e Sulfametazol associado à Trimetoprina.

Estes medicamentos possuíam data de validade vencida entre março de 2009 e outubro de 2011.  No caso do Vitamicê, os 39.500 comprimidos tinham datas diferentes de  validade, entre julho e outubro de 2011. Do total, 10 mil unidades só venceriam agora, em outubro. Ou seja, quando a perícia técnica foi iniciada, no dia 22 de agosto, parte dos lotes desse medicamento ainda estava dentro do prazo de validade, mas sem qualquer cuidado no estoque.

O perito identificou ainda  31.651 frascos de Glicose 5%, Sulfato Ferroso, Neuleptil,  Metoclopramida e Epilenil vencidos entre abril de 2009 e julho de 2011. Os lotes de Neuleptil, um neuroléptico [usado no tratamento de sintomas psicóticos], somam  4.850 frascos, todos com validade vencida entre junho e julho deste ano. Outros 108 frascos de Oxcarbazepina, um antiepilético,  tinham vencido em julho de 2011.
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Falta de medicamentos nos Postos de Saúde da PMN é generalizada

O que dizer de um problema que a Prefeitura não consegue resolver? O que dizer das unidade básicas de saúde não ter o básico? Segue reportagem da Tribuna:

Quem se dirige aos Postos de Saúde de Natal em busca de atendimento, corre o risco de não recebê-lo. A ausência de médicos, desta vez, não é o maior problema. O desabastecimento das unidades, cuja solução definitiva ainda não foi apresentada pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), atinge todas as regiões da capital. Hoje, dois meses após as investigações da Delegacia do Patrimônio Público e Ministério Público que resultou na interdição do depósito do Departamento de Logística e Suporte da Secretaria, um relatório  que analisa o órgão municipal será entregue ao Ministério Público e à Justiça do Rio Grande do Norte.

Alex RégisA direção da Unidade Mista de Mãe Luíza não estava presente no início da tarde de ontem e os funcionários optaram por não comentar a situação.

A equipe de reportagem da TRIBUNA DO NORTE percorreu uma unidade de saúde (mista ou básica) em cada região administrativa da capital durante o dia de ontem. Os problemas na Unidade Básica de Saúde do Pajuçara, por exemplo, foram apontados pelos servidores e pacientes enquanto aguardavam atendimento no final da manhã.

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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. caio fábio disse:

    Enquanto isso a "madame borboleta" está nos seus intermináveis passeios privados