O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), avalia devolver a medida provisória que permite o governo escolher reitores temporários para universidades federais durante o período da pandemia do novo coronavírus no País. Na prática, a decisão de Alcolumbre pode anular os efeitos da MP assinada pelo presidente Jair Bolsonaro e publicada na edição desta quarta-feira, 10, do Diário Oficial da União.
Líderes da oposição na Câmara e no Senado formalizaram pedidos para que Alcolumbre considere a MP não lida. Como presidente do Congresso, ele tem esse poder se considerar a norma assinada por Bolsonaro como inconstitucional. O presidente do Senado deve se manifestar ainda nesta quarta-feira, 10, sobre os pedidos.
Com a MP, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, poderá escolher os reitores temporários na pandemia sem eleição. O chefe da pasta é um dos integrantes do governo que mais enfrenta resistências no Congresso, especialmente do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Pedidos de parlamentares do PT e da Rede já chegaram à mesa de Alcolumbre.
A medida pode afetar 16 universidades federais, o que representa 25% do total de instituições, cujos mandatos dos reitores acabam até o fim do ano. Entre elas, estão a Universidade de Brasília (UNB), a Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), de São Carlos (UFSCAR) e do Paraná (UFPR). Atualmente, há 68 instituições, mas só 63 delas têm processos seletivos. As outras cinco foram criadas recentemente e estão com reitores temporários.
O texto da MP diz que “não haverá processo de consulta à comunidade, escolar ou acadêmica, ou formação de lista tríplice para a escolha de dirigentes das instituições federais de ensino durante o período da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente da pandemia da covid-19”, determina o ato.
Além de ser contra o conteúdo da MP, a oposição argumenta que o Executivo não demonstrou a existência de situação urgente para editar a medida provisória. Além disso, A Constituição proíbe o Executivo de reeditar uma MP no mesmo ano em que uma norma com o mesmo teor perdeu a validade. Foi o caso da MP 914/2020, que mudava as regras de nomeação dos reitores. O texto perdeu a eficácia no último dia 2.
Caso a preocupação fosse com às instituições, com a gestão das universidades, com a Democracia ou com a saúde da população universitária , o correto seria prorrogarmos os mandatos dos atuais reitores .
O presidente Jair Bolsonaro se solidarizou com a repórter da TV Globo no Rio de Janeiro que, nesta quarta-feira (10), foi feita de refém por um homem armado com uma faca e disse repudiar atos de violência contra profissionais da imprensa.
“Repudio completamente qualquer ato de violência contra profissionais da imprensa, o que vai na contramão de nossa defesa histórica e irrestrita da liberdade de expressão e de informação, seja a favor ou contra qualquer governo”, escreveu o mandatário em suas redes sociais.
Imagem: Reprodução/Twitter
Nesta quarta, um homem portando uma faca invadiu a sede da TV Globo, no Jardim Botânico, no Rio, e fez a repórter Marina Araújo refém.
De acordo com comunicado emitido pela emissora, ele exigia encontrar a apresentadora do Jornal Nacional Renata Vasconcellos. A Polícia Militar foi chamada para lidar com a situação. Vasconcellos compareceu ao local, seguindo a orientação das autoridades; ao ver a apresentadora, o sequestrador liberou a repórter e foi preso.
Bolsonaro também estendeu sua solidariedade a Vasconcellos e chamou o ocorrido de “atentado covarde e inaceitável”.
“Presto solidariedade às jornalistas Marina Araújo e Renata Vasconcellos, que foram alvos desse atentado covarde e inaceitável”, continuou Bolsonaro, na mensagem divulgada nas redes. “Que o caso seja apurado brevemente e o autor punido com o rigor da lei!”
Durante a tarde desta quarta-feira (10), a possibilidade de faltar de oxigênio para os pacientes que estavam em ventilação mecânica causou desespero no Hospital de Campanha de Natal.
A Secretaria Municipal de Saúde, desde ontem, pedia o oxigênio para a empresa responsável que negou o fornecimento. O pânico foi causado porque só havia 1h de oxigênio suficiente para atender aos pacientes. A Guarda Municipal foi até a empresa e confiscou o oxigênio.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde confirmou o ocorrido:
A SMS Natal informa que durante a tarde de hoje houve uma intercorrência no sistema de gases do Hospital de Campanha, já devidamente normalizado, sem prejuízo na assistência prestada aos pacientes internados. Salientamos que não houve interrupção dos serviços nem agravamento no quadro de pacientes. O Hospital de Campanha segue funcionando normalmente.
Excelente medida adota pela guarda municipal. Graças a Deus que eles conseguiram reverter a situação, pois que caos seria a falta de oxigênio. Muitas vidas foram preservadas.??
Em caso de calamidade pública extrema, do tipo que estamos enfrentando, não só foi necessário como é legal este tipo de intervenção/requisição de qualquer bem, serviço para atendimento pontual e emergencial de um interesse público. Poderia ter-se dado de outra forma, sim e é o que deveria ter ocorrido, não tivesse havido resistência do proprietário/fornecedor do bem, conforme estao noticiando. Ou seja, acabou se realizando de maneira forçada, mas pelas circunstâncias criadas pela própria empresa intervencionada. Não importa as razões dela para se negar. O bem maior em jogo é a vida, natural e logicamente, pelo menos em situações como esta. Poderia ter evitado todo esse constrangimento, não tivesse lhe faltado não só conhecimento, mas principalmente racionalidade e consciência do papel social de sua empresa.
Gostaria de saber porque a empresa se negou a entregar o oxigênio. Será que o pagamento a empresa está em dia? Já tentaram manter uma empresa que não recebe o que lhes devem? Mas os impostos chegam no final do mês
Edifício “Palácio dos Esportes”, propriedade da União no Centro do Rio de Janeiro, vazio ou ocupado irregularmente há mais de oito anos| Imagem: reprodução/Google
O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quarta-feira (10) a lei que permite descontos em imóveis de propriedade da União, caso não haja compradores na primeira tentativa de leilão. Com a medida, o governo espera arrecadar cerca de R$ 30 bilhões nos próximos três anos.
Segundo o texto aprovado, o valor dos imóveis poderá ser reduzido em até 25% do valor inicial de oferta se houver necessidade de um segundo leilão. A medida deve afetar a negociação de 1.970 propriedades pertencentes ao governo federal. A lei vale também para leilões eletrônicos. O desconto poderá ser aplicado sobre vendas diretas de templos para organizações ou para ocupantes.
Em leilões eletrônicos, a Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU) poderá aplicar descontos sucessivos até o limite de 25%. Tais descontos também poderão ser aplicados na venda direta de templos para seus ocupantes.
O imóvel que já tiver sido ofertado duas vezes em leilões poderá ser vendido diretamente, com intermediação de corretores de imóveis. O desconto de 25%, neste caso, ainda será aplicado.
Para interessados em adquirir imóveis da União, o governo manterá um canal de comunicação pelo site:www.imoveis.economia.gov.br.
Qualquer pessoa pode manifestar interesse e marcar visitas às propriedades.
A região Nordeste totalizou 272.280 casos de coronavírus de acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Saúde na noite desta quarta-feira (10). O número supera a quantidade de casos da doença na região Sudeste, que contabilizou hoje 271.534 infectados desde o início da pandemia.
Em relação ao número de óbitos, é a região Sudeste que registra maior quantidade de mortes causadas pelo novo coronavírus, são 18.345 ao todo, enquanto no Nordeste foram 12.561 vítimas fatais da Covid-19.
Caro Alberto César, não sou fã de Bolsonaro, mas é de 6/2/20 a lei 13.979 que já permitia aos governadores adotar a quarentena. Mas tinha carnaval pela frente, né? E você, passou aglomerado brincando ou veraneando?
Ninguém por aqui vai falar de que mesmo errando os governadores do Nordeste terminaram por evitar o triplo de mortes que deveriam ter ocorrido. Que o chefe do executivo federal e seu ódio visceral por nossa região, renegou a pandemia, assim como retardou o máximo possível de tempo para liberação e envio de verbas para auxiliar no combate ao Covid-19.
Tremendo genocida, egoísta sem o menor apego as dores e sofrimentos alheios.
"Sempre é tempo de peste, quando são os loucos que guiam os cegos." (Willian Shakespeare).
Faltou vc falar dos respiradores.
Sera que alguém morreu por falta deles?
Como é ? em que NORDESTE esse senhor está vivendo?
Cadê os respiradores para salvar a população?
Cadê os hospitais de campanha?
Cadê o atendimento à população?
Mais uma vez os fatos revelam a incompetência administrativa do PT em administrar alguma coisa.
Agora, desviar milhões isso sabe como ninguém.
O povo que se phoda!
parabéns ao consórcio dos governadores, parabéns, esse consórcio é um sucesso , pra não dizer ao contrário, e por falar em governadores, cadê a governadora ? tá intocada quando era pra mais aparecer.
O procurador-geral da República (PGR), Augusto Aras, voltou a negar nesta quarta-feira (10) que tenha tentado pôr fim ao inquérito das fake news, e argumentou que considera o processo constitucional, mas questiona a legalidade das investigações.
“Nós concordamos com o inquérito, porque nós queremos ter o direito de participar do inquérito. Nós queremos ter o direito de nos manifestar sobre os atos e diligências previamente”, afirmou o PGR.
Aras esclareceu que pediu a suspensão temporária das investigações apenas para que o Supremo Tribunal Federal (STF) delimite o objeto do inquérito. “Não para acabar, mas simplesmente para que esta Suprema Corte estabeleça as balizas necessárias para que o inquérito das fake news não se eternize, mantenha-se no universo de um objeto delimitado e que propicie que todos os seus atos e diligências sejam previamente submetidos à apreciação do Ministério Público Federal”, explicou.
As declarações foram dadas durante sessão plenária, por videoconferência, do STF para analisar uma ação movida pela Rede Sustentabilidade pelo fim do inquérito aberto em março do ano passado para apurar notícias falsas, ofensas e ameaças dirigidas aos ministros da Corte e seus familiares.
Antes de Aras, o advogado-Geral da União, José Levi, também defendeu que seja dado prosseguimento às investigações. Por outro lado, destacou que a liberdade de expressão deve ser assegurada e não criminalizada, sobretudo na internet. “Na democracia, a liberdade de expressão deve ser plena”, disse.
O Ministério da Saúde atualizou o número de pacientes recuperados da Covid-19 no Brasil nesta quarta-feira (10).
Ao todo, 325.395 estão curados da doença. São 14.331 a mais que os 311.064 registrados até ontem.
Ainda de acordo com o ministério, outros 407.341 pacientes estão em acompanhamento.
O número de recuperados é estimado por um cálculo composto que leva em consideração os registros de casos e óbitos com confirmação de covid-19 e o número de pacientes hospitalizados registrados no SIVEP Gripe (Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe), explica o Ministério da Saúde.
O Brasil tem 39.680 mortes e 772.416 casos confirmados de covid-19, doença respiratória provocada pelo novo coronavírus, de acordo com informações divulgadas nesta quarta-feira (10) pelo Ministério da Saúde.
A pasta confirmou 1.274 óbitos e 32.913 infectados nas últimas 24 horas. Governo estima que 325.395 pessoas já estão recuperadas da doença.
As chuvas no mês de maio aconteceram acima da média esperada no Rio Grande do Norte, em termos de volume acumulado e distribuição territorial. A média observada no estado durante o período foi de 145,6 milímetros (mm), enquanto a esperada era de 108,8 mm. Natal, localizada na região Leste, teve o seu segundo maior índice pluviométrico desde 1963 com o acumulado de 426,1mm, ficando atrás somente do volume 2011, quando choveu 447,4mm.
O chefe da unidade instrumental de meteorologia da Emparn, Gilmar Bristot, explica que as chuvas ocorridas durante o mês de maio de 2020 no Estado tiveram pouca influência do sistema Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). “Essa condição se manteve em praticamente todo o mês, a ZCIT deslocada ao norte, afastada da Região Nordeste do Brasil. Outra condição que colaborou para a formação das chuvas tem relação com as condições das águas superficiais nos oceanos Atlântico, mais aquecidas, e Pacífico, resfriando normalmente”.
A região Leste foi a que registrou a maior média de precipitações observadas com 274,4 mm enquanto que o esperado era de 171,1 mm. Em seguida veio a região Agreste com média de 119,1 mm, Central com 90,1 mm, todas essas regiões com volumes observados acima do esperado. Somente a região Oeste do Estado ficou um pouco abaixo do esperado que era 101,4mm, e o observado foi de 98,8 mm.
Os municípios com maiores volumes de chuvas no período, por região, foram Natal (Leste) com 426,1 mm, seguido de Upanema (Oeste) com 276,8 mm, depois João Câmara (Agreste) com 260,4 mm e por fim São João do Sabugi (Agreste) com 180,1 mm.
Chuvas em 2020
Este ano vem registrando bons volumes acumulados de chuvas, beneficiando a agropecuária do estado, bem como a recarga das reservas hídricas e a diminuição da área territorial atingida pela seca.
Em janeiro, a média das chuvas observadas no estado foi de 100,7 mm, em fevereiro o índice chegou a 110,9 mm, em março foi de 204,7 mm, abril com 154,6 mm e maio com 145,6 mm.
O governo de Jair Bolsonaro, no ano passado, gastou quase 1 bilhão de reais em propaganda no ano de 2019.
É o que mostra o relatório de Bruno Dantas, do TCU.
Os cinco maiores anunciantes públicos – Secom, Banco do Brasil, Caixa, Petrobras e Ministério da Saúde – gastaram 935 milhões de reais.
O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU)Bruno Dantas, recomendou nesta quarta-feira, 10, que o governo dê transparência aos gastos com publicidade e propaganda dos órgãos públicos, inclusive estatais federais.
No ano passado, o Poder Executivo autorizou R$ 524 milhões em Comunicação Social, sendo a maior parte (97%) distribuída entre publicidade de utilidade pública (R$ 283 milhões) e comunicação institucional (R$ 226 milhões) – essa integralmente empenhada pela Presidência da República.
Com informações de O Antagonista e Estadão Conteúdo
BG, o omi assina com caneta né???
Pense num povo iludido kkkkk
O que mais existe nesse governo é sonegação de dados, pavor em mostrar dados. Até as mortes querem esconder! Falando em esconder, cadê os gastos com cartão corporativo?
A Casa de Saúde São Lucas comunicou nesta quarta-feira (10) o fechamento temporário do Pronto Socorro em virtude da alta demanda. A lotação do setor de enfermaria bem como de todos os leitos hospitalares, no momento, não permitem o atendimento seguro a novos pacientes, diz o aviso. O hospital afirma que reabrirá tão logo tenha condições de realizar novos atendimentos.
Será que as pessoas não estão vendo que isso é o caos completo?
Ontem eu estava em um supermercado da zona sul e vi diversas pessoas comprando itens de churrasco, pela quantidade, não era só para os que vivem na casa.
Assim não dá!
Se os hospitais públicos estão lotados , agora os privados começaram a não receber mais pacientes, o que estão esperando para fazer um Lockdown a população começar a morrer nas calçadas das UPAS, e HOSPITAIS, sem atendimento…..
Se você descobriu que não está mais desinfetando suas mãos com tanta frequência ou se tornando mais relaxado com viagens desnecessárias para fora de casa, você não é único.
Esse fenômeno não intencional é a “fadiga do cuidado” – e você deve culpar seu cérebro por isso. Você provavelmente estava vigilante desde o início da pandemia, sempre procurando formas de garantir que não fosse infectado pelo coronavírus ou infectasse outras pessoas. A ameaça era nova e urgente para o seu cérebro. Motivado pelo instinto humano de autopreservação, um novo medo o motivou a seguir avidamente as precauções de segurança recomendadas.
Passados três meses, essa sensação de imediatismo pode ter desaparecido. A fadiga do cuidado “ocorre quando as pessoas mostram baixa motivação ou energia para cumprir as diretrizes de segurança”, disse Jacqueline Gollan, professora de duas cadeiras na Faculdade de Medicina da Northwestern Feinberg University: uma em psiquiatria e ciências comportamentais e outra em obstetrícia e ginecologia.
“Isso acontece quando ficamos impacientes com os alertas ou deixamos de acreditar que os avisos sejam reais ou relevantes. Ao fazer isso, alteramos as regras ou interrompemos os comportamentos de segurança, como lavar as mãos, usar máscaras e fazer distanciamento social”, acrescentou.
A fadiga do cuidado é observada em situações da vida cotidiana ou anterior, como quando você ignora algum tipo de alarme e não o leva a sério porque já o ouviu antes. Esse estado mental ocorre por alguns motivos, incluindo estresse crônico, diminuição da sensibilidade a avisos e incapacidade de processar novas informações com outras pessoas. Você pode combater esse cansaço da quarentena com autocuidado, conversando com entes queridos e mudando sua mentalidade para que o ato de seguir as orientações pareça gratificante em vez de terrível.
Adaptação às ameaças
De acordo com a professora Gollan, o cansaço com os cuidados pode resultar de uma sensibilidade reduzida a avisos repetidos.
A amígdala, a região do cérebro que registra o medo, é ativada quando vemos ou ouvimos uma ameaça (ou informações sobre a pandemia). Quando nossos cérebros percebem ameaças, o medo é comunicado a todo o corpo pelos hormônios do estresse e do sistema nervoso simpático ou por nossa reação de lutar ou fugir.
“Portanto, a amígdala é importante porque determina a gravidade relativa da ameaça”, explicou Gollan.
Depois que o sistema de alarme do cérebro dispara, o corpo se prepara para resolver a ameaça e responder a perguntas como: “Será que compro mais mantimentos hoje?” ou “Devo me encontrar com esses amigos?”. Em seguida, entra em ação o hipocampo, que está conectado à amígdala, e o córtex pré-frontal, que ajuda o cérebro a avaliar se uma ameaça é real ou não, como esclareceu a professora.
“Eles [hipocampo e córtex pré-frontal] basicamente ajustam o contexto de como a limpeza inicial dos mantimentos era importante, mas agora nem tanto. E acionam o freio, para diminuir o medo da reatividade da amígdala”, observou Gollan.
“Nesse momento, a parte da frente do cérebro, dedicada ao pensamento, diz: ‘Ei, emoções. Está tudo bem. Você não precisa fazer isso agora’. São processos que usamos para criar uma sensação de controle”, explicou.
Essa percepção do controle como uma maneira de gerenciar ameaças pode deixá-lo mais confiante sobre as coisas que antes o assustavam, porque agora você acredita que está seguro. Pense num filme de terror: ao assisti-lo pela segunda ou terceira vez, ele não será tão assustador quanto foi na primeira.
“As pessoas podem criar um contexto que diz para elas que algo não é importante, já que elas não veem ninguém doente ao seu redor. Não sabem o que está acontecendo, então por que prestariam atenção a isso? Portanto, elas podem assumir um senso de confiança ou uma percepção de controle para enfrentar situações que são mais arriscadas do que parecem”.
Nossos cérebros ajustam a percepção dos alarmes para reduzir o estresse, de modo que leva mais tempo para responder ao aviso ou nós o ignoramos. Daí começamos a desinfetar algumas compras, mas não todas, ou apenas lavar as mãos ocasionalmente.
Sobrecarga de informação
De acordo com Eric Zillmer, professor de neuropsicologia da Drexl University, na Pensilvânia, a fadiga do cuidado também vem dos desafios cognitivos.
“Quase todo o país está sendo confrontado com uma situação ambígua e complexa de solução de problemas”, afirmou. “Nunca passamos por algo assim, por isso é ambíguo.”
A maneira com que o cérebro processa novos detalhes agora é mais difícil, porque o método para obtê-los é principalmente digital. Por causa do isolamento social, não podemos confiar na região do cérebro que nos ajuda a contextualizar as informações processando intuição ou sugestões sociais. Aprender com as pessoas nos ajudaria a processar e reforçar positivamente os comportamentos responsáveis.
Estamos tentando gerenciar informações novas, concorrentes e onipresentes que ainda não internalizamos. E o quadro só complica com regras que mudam o tempo todo e fases de reabertura diferentes nos níveis federal, estadual, local e pessoal. Ou com o fato de que realmente a gente nem goste de regras, para começo de conversa.
Também não tivemos tempo de transformar práticas de segurança em hábitos. Como nosso cérebro gosta de consistência, todos esses fatores podem tornar exaustivas as diretrizes a seguir.
O excesso de informações pode dificultar a leitura adequada do ambiente para entender o que é uma ameaça real e se você está fazendo o suficiente para resolvê-la.
Reduza a sobrecarga de informações lendo apenas informações relevantes e confiáveis de algumas fontes para obter um ponto de vista equilibrado sobre o que fazer.
Transforme práticas de segurança em hábitos, definindo pistas visuais – por exemplo, coloque sua máscara em uma mesa ao lado da porta para se lembrar de colocá-la antes de sair.
O processamento social é imperfeito no momento, mas pode ajudar a conversar com familiares e amigos sobre o que eles pensam e o que faz sentido para todos.
“Então, quando você é confrontado com a situação que precisa resolver, tem muito mais opções em sua caixa de ferramentas”, disse Zillmer.
Reduza seu estresse
Ansiedade e depressão aumentadas ou recém-surgidas podem fazer você se sentir sem esperança ou esgotado.
Com o desemprego e as discussões familiares em ascensão, o aumento do estresse leva a mudanças na forma como nossos cérebros funcionam e como nos comportamos.
“Se eu tiver que sair e sobreviver, talvez preste menos atenção à minha saúde e às precauções de segurança, porque não estou focado nisso”, opinou Gollan.
O estresse também facilita o esquecimento das coisas. Mesmo que haja uma chance de adoecer, estar muito exausto pode afetar nossa memória em situações difíceis, pois isso exigiria esforço.
“Decisões complexas exigem muita energia e podemos nos cansar ao tomar decisões sobre quais riscos valem a pena correr em relação às recompensas que recebemos”, afirmou Gollan.
Reduza o estresse praticando o autocuidado: quando puder, exercite-se, prepare uma refeição quente para si ou medite.
Trabalhe com os valores que ajudam você a se sentir bem consigo mesmo, disse Zillmer. Sentir-se bem é incompatível com ansiedade e tristeza, o que pode causar a fadiga do cuidado.
Mude sua mentalidade
Normalmente, não é possível reproduzir os instintos iniciais de sobrevivência que surgiram no início do surto de vírus, já que estamos bem além da primeira onda de conscientização. Portanto, tomar decisões mais inteligentes também envolve reorganizar a maneira como você percebe o risco e a recompensa, para que as precauções de segurança não pareçam mais terríveis.
O medo não é mais a motivação, então você precisa de outra fonte de inspiração.
Pergunte a si mesmo: “Que recompensa recebo pelas escolhas que faço em relação ao que estou desistindo?”
Talvez a recompensa seja sua saúde ou, altruisticamente, a saúde de sua família e de outras pessoas. Ou que você tenha dominado a arte de permanecer em segurança durante a pandemia.
Descobrir como manter a rotina normal com segurança pode dar ao seu cérebro outra coisa para controlar, além de limitar suas reações a ameaças. E, dessa maneira, continuar se sentindo no controle de sua saúde.
O município de Assu passa a contar com seis leitos para tratamento da Covid-19, por meio da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.
Os quatro leitos clínicos e dois de estabilização, com respiradores, monitores de sinais vitais, aspiradores e desfibriladores, instalados no Hospital Regional Dr. Nelson Inácio dos Santos passam a integrar a rede de mais de 300 leitos abertos pela Sesap para o tratamento da Covid-19.
Referenciados aos municípios que integram à 8ª Região de Saúde, os leitos serão destinados a pacientes moderados, que necessitam de cuidados intermediários.
A equipe que vai atuar nos novos leitos é formada por profissionais que já integram o quadro de servidores do próprio hospital e por profissionais recém contratados pela Sesap.
De acordo com o diretor-geral do hospital, Alberto Luís de Lima Trigueiro, os novos leitos serão de suma importância para toda a população da região do Assu, que tem na unidade uma referência nesse momento de pandemia.
O Hospital é o único da rede operada pela Sesap da 8ª Região de Saúde, atendendo além de Assu, as cidades de Fernando Pedroza, Angicos, São Rafael, Itajá, Ipanguaçu, Alto do Rodrigues, Pendências, Porto do Mangue, Carnaubais, Parau e Triunfo Potiguar.
Quem conhece da matéria e situação sabe, mais manteiga na venta do gato, isso feito, em termos de assistencia, não significa quase nada, ação ridícula e com claro viés político para enganar a população. Tenham vergonha governadora e secretário de saúde, e façam algo rápido de concreto e útil, o povo está morrendo, parem de brincar em fazer assistência a saúde, isso que vcs estão fazendo é desumano. A região de Açu devia reagir e esse descaso absurdo, isso é uma palhaçada.
Vamos botar o dinheiro que Bolsonaro mandou pra fora.
Toma posse governadora.
Não vou nem gritar fora Fátima, vou gritar toma posse mulher, vê se começa a governar.
A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, sancionou a Lei nº 10.727, que suspende todos os prazos relativos aos concursos públicos, no âmbito estadual, em razão da pandemia provocada pelo novo coronavírus (Covid-19). A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (10).
De acordo com a legislação, fica sobrestada a validade dos concursos públicos realizados, independentemente de sua homologação, anteriormente à publicação do Decreto nº 29.534, de 19 de março de 2020, em todo o território norte-rio-grandense. A suspensão valerá até o término da vigência do estado de calamidade pública estabelecido nesse decreto, o qual reconhece grave crise de saúde pública decorrente da pandemia.
No âmbito estadual, cinco certames enquadram-se nessa situação, pois ainda não encerram o seu período de validade. São eles: Praças da Polícia Militar (edital nº 003/2018 – SEARH/PMRN); Cargos vagos da Secretaria de Estado da Saúde Pública (edital n° 001/2018 – SEARH/SESAP); Agente Penitenciário – Nível I (edital nº 001/2017 – SEARH/SEJUC/RN); Oficial do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte (edital nº 002/2017 – Oficial Bombeiro Militar); e Professor e Especialista em Educação da Secretaria de Estado da Educação e da Cultura (edital n° 001/2015 – SEARH/SEEC/RN).
Conforme a Lei nº 10.727/2020, os prazos de validade desses concursos passarão a ser contados a partir do dia seguinte ao término do período de calamidade pública. Ou seja, o tempo em que perdurar essa situação de calamidade (contado a partir de 19 de março de 2020) será acrescentado ao período de validade do certame. Além disso, caso precise, o Governo não estará impedido de convocar os aprovados nos concursos durante esse tempo de suspensão.
Para o subsecretário de Recursos Humanos da Sead, Ediran Teixeira, a legislação é benéfica não só para o Estado como também para os aprovados nesses certames. “Muitos aprovados temiam ser prejudicados nas suas respectivas nomeações, já que alguns dos concursos estavam com o prazo de validade perto do fim. A nova lei assegura a extensão desse prazo, que vai beneficiar também o Governo do RN. Isso porque, findado o estado de calamidade pública, o Estado ainda poderá recorrer a esses profissionais quando precisar em momentos futuros”, afirmou Teixeira, destacando ainda que atualmente todos os esforços estão sendo concentrados nas seleções dos profissionais de saúde para atuar na linha de frente no combate à Covid-19. “A prioridade é resguardar vidas e a saúde da população”.
O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira que parece que a Organização Mundial da Saúde (OMS) quer “quebrar países”, depois de a entidade esclarecer que pessoas portadoras da covid-19 e que estão assintomáticas podem sim transmitir a doença respiratória causada pelo novo coronavírus.
“A tal da OMS disse que assintomático não transmite, depois voltou atrás. Parece que tem algo mais por trás disso, que querem quebrar os países”, disse o presidente a apoiadores na saída do Palácio da Alvorada nesta manhã.
No dia anterior, Bolsonaro usou a fala de uma diretora da OMS, em que ela dizia haver indícios de que a transmissão da covid-19 por pessoas assintomáticas era rara, para pregar que os governadores deveriam reabrir setores da economia que fecharam como parte das medidas de isolamento social para frear a disseminação do vírus.
No mesmo dia, a OMS revisou a afirmação e informou que não há indícios claros da não transmissão de assintomáticos. A entidade já havia feito uma distinção entre assintomáticos – pessoas que apesar de terem o vírus não apresentarão os sintomas – e pré-sintomáticos – aqueles que têm o vírus e ainda irão desenvolver os sintomas.
Todos sabemos que o STF delegou aos Estados, Municípios e D.F. a condução das políticas públicas relativas ao COVID19. Não é justo culpar o Presidente, que, aliás, tem cumprido rigorosamente o envio de recursos aos Estados e Municípios.
O mundo todo está errado, menos ele e a equipe de notáveis desqualificados que ele montou. Fica arrumando cortina de fumaça ao invés de trabalhar. Que sujeito repugnante!
Esse desnaturado quer se comparar ao presidente ameriacano. Só sendo um imb……Estados Unidos é uma situação e o brasil é um país totalmente desacreditado , vamos pagar muito caro por essas inconsequências desse indivíduo.
Bolsonaro 2022!!!
Mito mito mito.
O tempo todo certo!!!
Pode pensar friamente, que o nosso presidente tem toda razão, erra como qualquer humano, mas acerta muito mais.
Foi por isso que votei no sr.
E vou votar de novo.
Vamos romper de vez, com a canalhada, acostumada a mamar nas tetas do dinheiro público.
O Brasil agora tem um presidente arrochado, quem não quiser cair se deite.
Quem vai quebrar o país é o senhor. Vários países já estão retornado as suas atividades após seguirem os protocolos da OMS, mas aqui tivemos um imbecil que mandou o povo pra rua. Está aí a carnificina.
Carnificina é o que fazem com o dinheiro público. Bando de corruptos ladrões.
VAI PRA CUBA!!!
E vc Mané! Desobedeceu ou foi obediente ao Presidente?
Eu sou de maior idade e como tal tive q me comportar segundo minha consciência. Independente de ordens desse ou daquele.
Essa OMS só é referência pra os canalhas da esquerda. O governador do Rio já tá arrumando as malas. Não falou que não tinha roubado! Que era perseguição de Bolsonaro! Agora tá pedindo arrego até ao presidente.
Aceita que dói menos, esquerdopatas! Vocês jamais voltarão ao poder.
O virus não tem partido, nem recebe ordens da OMS, temos que fazer o que a ciência é ir cientistas orientam, O resto é ignorância!
A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) informa a possibilidade de pancadas de chuvas em Natal e região, especialmente, nos feriados desta quinta-feira(11) – Corpus Christi, e sexta-feira(12) antecipado de Mártires de Cunhaú e Uruaçu. Veja abaixo:
11/06/20 – Quinta-feira– Aumentam as condições de chuvas no Litoral e Agreste com predominância de céu parcialmente nublado. No interior haverá predominância de céu parcialmente nublado a claro.
12/06/20 – Sexta-feira– As chuvas continuarão ocorrendo sobre o Leste Agreste aonde haverá predominância de céu parcialmente nublado. No interior haverá predominância de céu parcialmente nublado a claro com algumas pancadas de chuvas no Oeste.
13/06/20 – Sábado– As pancadas de chuvas se concentrarão mais no Litoral Nordeste (Região de Touros), e o restante do Litoral Leste predominará céu parcialmente nublado a claro com pancadas de chuvas fracas e isoladas. No interior haverá predominância de céu parcialmente nublado a claro com algumas pancadas de chuvas.
14/06/20 – Domingo– Aumenta a condição de chuva no Litoral leste do Estado, onde teremos predominância de céu nublado a claro com pancadas de chuvas. No interior haverá predominância de céu parcialmente nublado a claro com algumas pancadas de chuvas.
Caso a preocupação fosse com às instituições, com a gestão das universidades, com a Democracia ou com a saúde da população universitária , o correto seria prorrogarmos os mandatos dos atuais reitores .
Prorrogação, nem no futebol presta.