Impacto: Renato Dantas diz que juiz o condenou pela mídia

O ex-vereador Renato Dantas não aceitou a decisão do juiz Raimundo Carlyle, titular da 2ª Vara Criminal, e já disse que vai recorrer. Através de sua página pessoal no microblog Twitter ele disse que o magistrado só tomou tal decisão por causa da mídia.

“Li a sentença, não encontrei nenhuma prova material de recebimento de propina. O juíz condenou pela mídia, vou recorrer. Cada vez mais me decepciono com o judiciário. Como pode uma pessoa ser condenada sem prova material?”, indagou.

Renato Dantas foi condenado por corrupção passiva.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ailton Ramos da Silva disse:

    olá boa tarde,

    não sou defensor de nem um dos vereadores, sou estudante de direito do 8º periodo da UNP, mais falo apenas como cidadão, ouvi a entrevista do ex vereador RENATO DANTAS, primeiro quero parabenizar pela coragem, pela atitude licita, transparente e posso dizer de respeito a sociedade, diferente dos outros, que mesmo alguns deles que tem programa de televisão, se quer usa para se defender, quem cala concente, ouvi a entrevista de renato dantas nas 98 fm, o programa reporter 98, se saiu muito bem, na minha opinião, só enfrenta uma entrevista daquela quem não tem nada haver com nada, eu diria que quem tem a conciencia tranqui-la, enfrenta uma sabatina, alem do entrevistador, que é muito competente, ROBSON CARVALHO, e a população, não conheço o ex vereador, nunca estive com ele, só quero aqui, ser justo.
    essa é minha opinião.

    Ailton Ramos

  2. Carlos disse:

    Pois não é…não era ele que dizia aos quatros cantos que era culpado…será que era só para a mulher não ter direito ao seu "patrimônio"???….esqueceu da entrevista que deu, Renato Dantas?

  3. Natalense Atento disse:

    Será que o ilustre ex vereador se esqueceu da entrevista que deu ao jornal de hoje dizendo que todo o seu patrimonio era fruto de corrupção?Ser réu confesso é a prova mais cristalina que existe,e quanto a midia ele entende bem, porque se exibe diariamente através do seu twiter

Desembargadores solicitam auditoria do TCE na Divisão de Precatórios

O escândalo envolvendo a Divisão de Precatórios do Tribunal de Justiça está longe de um fim. Os desembargadores Judite Nunes (presidente), Cláudio Santos (corregedor geral) e Caio Alencar (decano) estiveram reunidos hoje com o presidente da Corte de Contas do Tribunal de Contas do Estado (TCE), conselheiro Valério Mesquita, para pedir ajuda na apuração dos indícios de fraudes no setor.

O TCE irá enviar uma comissão especial para apurar as irregularidades. Ainda não existe confirmação de que houve crime, mas os indícios são aparentes em vários documentos.

Essa será a primeira auditoria externa que o Tribunal faz em sua história. Mas venhamos e convenhamos, foi uma atitude mais do que acertada dos desembargadores para garantir uma total isenção na apuração dos fatos.

RN consegue verba para leitos, mas hospitais privados só cedem se débito de R$ 11 milhões for pago

O secretário Domício Arruda, titular da pasta de Saúde Pública (Sesap), está em Brasília/DF, onde participou de uma reunião para liberação de verbas do Ministério da Saúde para contratação de leitos. O mais difícil, Domício conseguiu que foram os recursos, mas agora os três maiores hospitais que compõem a rede privada só vão liberar os leitos se o Governo do Estado pagar dívidas de aproximadamente R$ 11 herdadas do governo Wilma de Faria.

O secretário contou que o Governo Federal garantiu a liberação de R$ 800 para contratação de cada leito de UTI [Unidade de Terapia Intensiva] e de R$ 300 para cada leito de enfermaria, ao limite de R$ 1,5 milhão por mês. Já aí começa um problema: o leito de UTI mais barato no Estado custa R$ 1,7 mil e os hospitais não aceitam liberar por menos que isso. Diante do impasse, Domício já tratou de garantir uma contrapartida estadual para completar a verba e garantir leitos para a população.

Mesmo assim, o impasse continua. Não bastando discordar do valor pago, os três maires hospitais só liberam os leitos se for pago o último contrato assumido pelo Governo do Estado através de demanda judicial e encerrado em 30 de outubro de 2010, que custou R$ 11 milhões.

“Estamos negociando primeiro uma forma deles receberem esses valores de acordo com o mercado. Acredito que essa será a fase mais fácil. Depois vamos tentar encontrar uma forma de negociar esse débito para garantir esses leitos da rede privada. Na nossa rede, já está tudo praticamente certo”, contou Domício, direto da capital político e administrativa do Brasil.

 

Operação dos Bombeiros e Idema garante proteção contra incêndios florestais

O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte (CBMRN), através da Seção Independente de Defesa Ambiental (SIDAM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN (IDEMA/RN), vem realizando, desde o dia 12 de dezembro de 2011, a Operação Abrace o Meio Ambiente (AMA).

A Operação, realizada pela primeira vez no Estado do Rio Grande do Norte, tem por objetivo garantir maior interação entre os bombeiros e os profissionais do IDEMA nas ações contra os incêndios florestais através do investimento em equipamentos de proteção individual, viaturas operacionais, entre outras estruturas necessárias para reforçar as ações de prevenção e combate a incêndio nas áreas de maiores riscos.

Em um mês de atuação, a Operação AMA atendeu a 210 ocorrências do tipo Incêndio Florestal, na região metropolitana e interior do estado, o que representa uma média de 7 ocorrências atendidas por dia durante todo esse período. Para a execução da operação estão sendo disponibilizadas seis viaturas, sendo três na região metropolitana e três no interior.

Neste período, a equipes percorreram três mil quilômetros a fim de atender todas as áreas atingidas pelo fogo, foram 420 horas trabalhadas e 31 bombeiros militares de serviço, em escalas extras, diariamente. Com este reforço operacional, o Corpo de Bombeiros Militar e o IDEMA conseguiram atender a 72,5% das solicitações, ultrapassando a meta inicial da Operação AMA que era de atender a 50%, nesta primeira fase da ação.

“Os dados estatísticos revelados no primeiro mês da Operação AMA, mostram que o CBMRN e o IDEMA estão no caminho certo. Apesar de algumas limitações estruturais, estamos conseguindo superar as metas da operação e aumentar ainda mais a eficiência do serviço prestado a população, que neste caso é a mais beneficiada”, disse o aspirante Ananias Targino, Chefe do SIDAM.

Ashton Kutcher aproveita enchentes em São Paulo para surfar no meio da rua

O modelo e ator hollywoodiano  Ashton Kutcher, que está no Brasil para participar de desfiles de moda no São Paulo Fashion Week, esperava ver o sol, enquanto aguardava o trabalho. Mas, ao invés disso, ele viu muita chuva pela cidade na Terra da Garoa. Descontraído e tirador de onda, ele aproveitou as enchentes para surfar no meio da rua. A foto foi postada na página pessoal do rapaz no Twitter (@aplusk) com os dizeres: “Surfing the streets of Sao Paulo” (Surfando nas ruas de São Paulo).

Sobre Arena das Dunas, Rosalba garante: "Não há motivo de preocupação"

A governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini, visitou as obras da Arena das Dunas nesta segunda-feira (23). Acompanhada pelo titular da Secopa RN, Demétrio Torres, a Governadora recebeu a imprensa local e explicou que o cronograma de trabalho apresentado à FIFA está sendo cumprido rigorosamente.

“Não há nenhum motivo de preocupação. A obra segue o ritmo planejado, de acordo com o cronograma que foi apresentado à FIFA em janeiro de 2011 e que inclusive foi aprovado pela entidade. Se compararmos com as cidades que começaram as obras antes de nós, realmente há um atraso, mas estamos cumprindo nosso cronograma rigorosamente, segundo o qual a Arena das Dunas estará pronta em dezembro de 2013”, declarou Rosalba.

Em relação à declaração da FIFA de que a capital potiguar passaria a ser monitorada especialmente agora, a Governadora disse estar tranquila e reforçou que Natal já vem sendo monitorada desde o início do trabalho da atual gestão. “Quando assumi em janeiro de 2011 e trabalhei para resgatar a Copa em Natal, parte do acordo feito com a FIFA era justamente de que Natal fosse monitorada de perto pela FIFA, com acompanhamento permanente. Portanto, esse acompanhamento já vem sendo feito e não é nenhuma surpresa para nós”, reforçou.

Durante a visita às instalações do canteiro de obras, cópias do cronograma completo foram entregues aos jornalistas para que estes também possam acompanhar todo o desenvolvimento da obra, juntamente com o Governo do Estado, a FIFA e o COL (Comitê Organizador Local, com sede no Rio de janeiro).

“Na verdade, além de estarmos em dia com o cronograma, estamos também avançando além do que estava planejado. Procuramos sempre ganhar tempo com as fases da obra, antecipando o máximo possível e isso poderá ser acompanhado a partir de agora pela imprensa. Exemplo disso é que hoje iniciamos a execução do bloco de coroamento das estacas, um trabalho que estava previsto para começar somente em março”, explicou o secretário Demétrio Torres.

Cerca de 450 operários estão trabalhando neste momento em diferentes frentes dentro da obra, que segue de acordo com o planejado. Segundo Demétrio Torres, não há razão para modificar o planejamento agora, mas isso poderá ser feito nas próximas etapas, dependendo da necessidade.

Para ver o cronograma em um tamanho maior, copie a URL da imagem e cole na barra de endereços em seu navegador

Elias Fernandes escapa da degola e se mantém no DNOCS

Crédito: João Gilberto

Mesmo com a descoberta de superfaturamento de quase R$ 24 milhões em obras de irrigação no Ceará, o potiguar Elias Fernandes, apadrinhado do deputado federal Henrique Eduardo Alves, foi mantido como diretor-geral do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS).

Com Elias Fernandes no comando, sobrou para o diretor administrativo Albert Brasil Gradvohl, que é indicação do PMDB cearense para a direção do órgão. Gradvohl teve a exoneração publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (23). Em seu lugar, assume Victor de Souza Leão, que trabalha na Controladoria Geral da União (CGU).

O caso começou quando a CGU fez uma auditoria em algumas das obras do DNOCS e questionou o sobrepreço de R$ 5,9 milhões na compra de tubos de ferro para o projeto de irrigação em Tabuleiro de Russas, no Ceará. Sem saber responder, o Ministério da Integração montou um grupo de trabalho para investigar e encontrou cifras de superfaturamento bem superiores a que a Controladoria havia descoberto.

Desde então, Elias Fernandes vinha sambando no cargo. O PMDB do Ceará ainda não se conformou com a exoneração e já avisou que vai procurar a ministra Adeli Salvatti (Relações Institucionais) e o ministro Fernando Bezerra (Integração Nacional) para discutir o caso.

 

Homem é preso por dizer que é ateu no Facebook

Muitas pessoas não entendem o que é um país laico, como o Brasil. Aqui reina a diversidade e, pelo menos em tese, o respeito ao próximo sempre.

Já na Indonésia, uma simples declaração religiosa dada através do perfil no Facebook levou o funcionário público, Alexander An, de 30 anos, pra cadeia.

An declarou no Facebook ser ateu e disse que “Deus não existe”. Por causa disso, ele foi detido pelo crime de blasfêmia. Achou pouco? O homem pode ser condenado a até cinco anos de prisão.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. karina disse:

    Acredito que isso não dará em nada porque vivemos em um país em que possamos expressar nossa opinião religiosa.

  2. Eduardo disse:

    Embora acredite em DEUS, é inadimissivel que uma pessoa seja presa simplesmente por expressar sua opinião.

Operação Impacto: Detalhes e resumo da sentença

Quatro anos depois da deflagração da Operação Impacto, que investigou a associação entre vereadores, assessores e empresários para influenciar a votação de emendas ao Plano Diretor de Natal, o juiz Raimundo Carlyle de Oliveira Costa, da 4ª. Vara Criminal de Natal concluiu e divulgou, no final da manhã, a sentença de condenação dos envolvidos. Vários dos vereadores investigados não conseguiram renovar seus respectivos mandatos eletivos em 2008.

Os vereadores que ainda estão no exercício da vida pública e ocupam cadeiras na Câmara Municipal de Natal foram condenados à perda do mandato eletivo. Foram condenados o agora ex-vereador Emilson Medeiros, o vereador Dickson Nasser, ex-presidente da Câmara Municipal, apontados pelo Ministério Público como principais articuladores e mentores do conluio montado com o objetivo de derrubar vetos do então prefeito Carlos Eduardo Alves a emendas aprovadas na revisão do Plano Diretor.

De acordo com a sentença, que acatou parcialmente a denúncia apresentada pelo Ministério Público, os vereadores, sob a liderança de Emilson e Dickson, se juntaram para receber 30 mil reais, cada um, para votar de acordo com os interesses de empresários do setor imobiliário de Natal, tendo à frente o empresário Ricardo Abreu.

O ex-vereador Sid Fonseca, à época suplente de vereador e o vereador Edivan Martins, atual presidente da Câmara Municipal, foram absolvidos pelo juiz Raimundo Carlyle.

Por corrupção passiva, o ex-vereador Emilson Medeiros e o vereador Dickson Nasser foram condenados à pena de 7 anos e 9 meses e 10 dias de reclusão e ao pagamento de 150 salários mínimos.

Por corrupção passiva, os ex-vereadores Geraldo Neto, Renato Dantas, Edson Siqueira, Aluísio Machado, Salatiel de Souza e Carlos e os vereadores Adenúbio Melo, Júlio Protásio e Aquino Neto foram condenados a 6 anos e oito meses de reclusão e ao pagamento de multa no valor correspondente a 150 salários mínimos.

Também por corrupção passiva, o vereador Adão Eridan foi condenado a 5 anos de reclusão e ao pagamento de multa no valor correspondente a 150 salários mínimos.

Klaus Charlie Nogueira, Francisco de Assis Jorge de Sousa e Hermes Soares Fonseca, que assessoravam, à época da Operação Impacto, respectivamente, Emilson Medeiros, Geraldo Neto e Dickson Nasser, foram condenados à pena de 6 anos de reclusão.

O juiz Raimundo Carlyle decretou a perda, em favor da União, da quantias apreendidas em poder de Geraldo Neto (R$ 77,312,00), Emilson Medeiros (R$ 12.400,00) e Edson Siqueira (R$ 6.119,00), totalizando R$ 95.831,00.

Foram condenados à perda de cargo público, função pública ou mandato eletivo os vereadores Dickson Nasser, Adão Eridan, Adenúbio Melo, Aquino Neto e Júlio Protásio. Também foram condenados os ex-vereadores Emilson Medeiros, Geraldo Neto, Renato Dantas, Aluísio Machado, Carlos Santos, Edson Siqueira e Salatiel de Souza.

 

 


 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. CidaDancomum disse:

    Parabéns, pessoal de RN! O Brasil tá precisando dessa limpeza!

Conheça os detalhes da sentença, na íntegra, da Operação Impacto

O Tribunal de Justiça do RN publicou hoje (23) a sentença da Operação Impacto, condenando 16 pessoas, entre elas 12 vereadores, à prisão, perda de direitos políticos ou cargo público, pagamento de multa e devolução de dinheiro ao erário pelo recebimento de vantagens e/ou propina durante a votação do Plano Diretor de Natal, em 2007.

Leia a sentença na íntegra

Operação Impacto : Condenados vão pagar multa por danos à Administração Pública

Em sentença proferida hoje, O Ministério Público requereu a perda em favor do Estado, do dinheiro apreendido em poder dos réus Geraldo Neto (R$.77.312,00), Emilson Medeiros (R$.12.400,00) e Edson Siqueira (R$.6.119,00), depositado judicialmente (fls. 17, 18 e 19 – vol. 11), como valores auferidos pelos agentes com a prática de fatos criminosos, totalizando R$.95.831,00.

Esse montante  já está retido com a Justiça.

Dos réus Geraldo Neto (R$.77.312,00), Emilson Medeiros (R$.12.400,00) e Edson Siqueira (R$.6.119,00), depositado judicialmente (fls. 17, 18 e 19 – vol. 11), como valores auferidos pelos agentes com a prática de fatos criminosos, totalizando R$.95.831,00.

“Sendo efeito da condenação a perda em favor da União do produto do crime ou de qualquer bem ou valor que constitua proveito auferido pelo agente com a prática do fato criminoso, decreto a referida perda, apreendida nos autos, conforme dispõe o artigo 91, inciso II, alínea “b”, do Código Penal”.

Além disso, o magistrado entendeu ser necessária a fixação de indenização, em virtude dos danos à Administração Pública, aferidos como a descrença do povo eleitor em seus representantes municipais e, no próprio sistema democrático, no caso representado pelo funcionamento do legislativo municipal, “não pode ser eficazmente mensurável em quantia financeira, porém deve ser fixado um mínimo que seja à título de indenização”, disse ele.

O montante deverá ser revertido ao Fundo Único do Meio Ambiente do Município de Natal, criado pela Lei nº 4.100, de 19.6.1992, regulamentado pelo Decreto nº 7.560, de 11.1.2005.

Com informações do TJRN

Operação Impacto: Conheça detalhes das condenações dos vereadores

EMILSON MEDEIROS e DICKSON NASSER

culpabilidade: verifico que a reprovabilidade da conduta ultrapassa os próprios limites do tipo penal em razão de ter sido o ilícito praticado contra a Administração Pública, através da venda de votos de vereadores, tendo os condenados prosseguido na empreitada, e não se conduzindo de forma diversa;

motivos: entendidos estes como a obtenção de vantagem financeira indevida, através da venda de voto parlamentar com a prática de ato de ofício, mediante paga, contrariando seu dever funcional;

conseqüências: a lesão à Administração Pública se constituiu, antes de tudo, na descrença gerada no seio da população de que os processos de votação podem ser viciados, maculados, recaindo no descrédito o Poder Legislativo Municipal e os próprios representantes eleitos, soberanamente, pelo povo;

 pena-base: após a análise das circunstâncias judiciais, fixo para o delito de corrupção passiva a pena-base de 5 (cinco) anos de reclusão;

circunstâncias legais: reconhecida a agravante legal prevista no artigo 62 do CP, agravo a pena em 1/6 (um sexto); não há registro de atenuantes;

causas de aumento e de diminuição da pena: foi reconhecida a causa de aumento de pena estatuída no § 1º do artigo 317 do Código Penal, devendo ser acrescida à pena 1/3 (um terço); não existe registro de causas de diminuição de pena;

penas definitivas: torno definitiva a pena de 7 (sete) anos, 9 (nove) meses e 10 (dez) dias de reclusão para cada um dos condenados;

 regime inicial: a pena privativa de liberdade deverá ser cumprida, inicialmente, em regime semi-aberto, conforme dispõe o artigo 33, § 2º, alínea b, do Código Penal; f) fixação da multa, valor e prazo para recolhimento da pena de multa: levando em conta as circunstâncias judiciais acima fixo a pena de multa em 150 (cento e cinqüenta) dias-multa para cada um dos condenados e, considerando que o delito foi praticado contra a Administração Pública e sendo os condenados, reconhecidamente, homens de posses, fixo o dia-multa à razão de 1 (uma) vez o valor do salário mínimo vigente à época do fato, totalizando 150 (cento e cinqüenta) salários mínimos que devem ser atualizados quando do pagamento, e recolhido o total no prazo de 10 (dez) dias após o trânsito em julgado desta sentença (arts. 49 e 50, CP).

GERALDO NETO, RENATO DANTAS, ADENÚBIO MELO, SARGENTO SIQUEIRA, ALUISIO MACHADO, JÚLIO PROTÁSIO, AQUINO NETO, SALATIEL DE SOUZA E CARLOS SANTOS

culpabilidade: verifico que a reprovabilidade da conduta ultrapassa os próprios limites do tipo penal em razão de ter sido o ilícito praticado contra a Administração Pública, através da venda de votos de vereadores, tendo os condenados prosseguido na empreitada, e não se conduzindo de forma diversa;

 motivos: entendidos estes como a obtenção de vantagem financeira indevida, através da venda de voto parlamentar com a prática de ato de ofício, mediante paga, contrariando seu dever funcional;

 conseqüências: a lesão à Administração Pública se constituiu, antes de tudo, na descrença gerada no seio da população de que os processos de votação podem ser viciados, maculados, recaindo no descrédito o Poder Legislativo Municipal e os próprios representantes eleitos, soberanamente, pelo povo;

 pena-base: após a análise das circunstâncias judiciais, fixo para o delito de corrupção passiva a pena-base de 5 (cinco) anos de reclusão;

 circunstâncias legais: não há registro de agravantes ou atenuantes;

causas de aumento e de diminuição da pena: foi reconhecida a causa de aumento de pena estatuída no § 1º do artigo 317 do Código Penal, devendo ser acrescida à pena 1/3 (um terço); não existe registro de causas de diminuição de pena;

 penas definitivas: torno definitiva a pena de 6 (seis) anos e 8 (oito) meses de reclusão para cada um dos condenados;

 regime inicial: a pena privativa de liberdade deverá ser cumprida, inicialmente, em regime semi-aberto, conforme dispõe o artigo 33, § 2º, alínea b, do Código Penal;

 fixação da multa, valor e prazo para recolhimento da pena de multa: levando em conta as circunstâncias judiciais acima fixo a pena de multa em 150 (cento e cinqüenta) dias-multa para cada um dos condenados e, considerando que o delito foi praticado contra a Administração Pública e sendo os condenados, reconhecidamente, homens de posses, fixo o dia-multa à razão de 1 (uma) vez o valor do salário mínimo vigente à época do fato, totalizando 150 (cento e cinqüenta) salários mínimos que devem ser atualizados quando do pagamento, e recolhido o total no prazo de 10 (dez) dias após o trânsito em julgado desta sentença (arts. 49 e 50, CP).

D) ADÃO ERIDAN DE ANDRADE (artigo 317, caput, do CP)

culpabilidade: verifico que a reprovabilidade da conduta ultrapassa os próprios limites do tipo penal em razão de ter sido o ilícito praticado contra a Administração Pública, através da venda de votos de vereadores, tendo o condenado prosseguido na empreitada de auferir vantagem ilícita ainda que fora da função, e não se conduzindo de forma diversa;

 motivos: entendidos estes como a obtenção de vantagem financeira indevida;

conseqüências: a lesão à Administração Pública se constituiu, antes de tudo, na descrença gerada no seio da população de que os processos de votação podem ser viciados, maculados, recaindo no descrédito o Poder Legislativo Municipal e os próprios representantes eleitos, soberanamente, pelo povo;

pena-base: após a análise das circunstâncias judiciais, fixo para o delito de corrupção passiva a pena-base de 5 (cinco) anos de reclusão;

 circunstâncias legais: não há registro de agravantes ou atenuantes;

 causas de aumento e de diminuição da pena: não foi reconhecida a causa de aumento de pena estatuída no § 1º do artigo 317 do Código Penal; não existe registro de causas de diminuição de pena;

 penas definitivas: torno definitiva a pena de 5 (cinco) anos de reclusão; e) regime inicial: a pena privativa de liberdade deverá ser cumprida, inicialmente, em regime semi-aberto, conforme dispõe o artigo 33, § 2º, alínea b, do Código Penal;

 fixação da multa, valor e prazo para recolhimento da pena de multa: levando em conta as circunstâncias judiciais acima fixo a pena de multa em 150 (cento e cinqüenta) dias-multa e, considerando que o delito foi praticado contra a Administração Pública e sendo o condenado, reconhecidamente, um homem de posses, fixo o dia-multa à razão de 1 (uma) vez o valor do salário mínimo vigente à época do fato, totalizando 150 (cento e cinqüenta) salários mínimos que devem ser atualizados quando do pagamento, e recolhido o total no prazo de 10 (dez) dias após o trânsito em julgado desta sentença (arts. 49 e 50, CP).

Operação Impacto: Justiça absolve Edivan Martins e Sid Fonseca. Outras 16 pessoas são condenadas

Em decisão publicada nesta segunda-feira(23), o juiz Raimundo Carlyle, absolveu o presidente da Câmara de Natal Edivan Martins e o então vereador Sid Fonseca.

Segundo o magistrado, os acusados não deixaram de fazer, nem retardaram ato de ofício, nem o infringiram dever funcional, não cometendo a forma mais grave da corrupção passiva, prevista no § 1º do artigo 317 do Código Penal, in verbis:

Carlyle também inocentou os acusados Ricardo Cabral Abreu, José Pereira Cabral Fagundes, João Francisco Garcia Hernandes  e Joseilton Fonseca da Silva, do crime de lavagem de dinheiro. Abreu foi condenado por corrupção ativa.

Dos vereadores na época, todos foram condenados por corrupção passiva, tendo, segundo a Justiça, recebido dinheiro para derrubar os vetos do então prefeito Carlos Eduardo sobre o Plano Diretor de Natal, em 2008.

São eles Emilson Medeiros, Dickson Nasser, Geraldo Neto, Renato Dantas, Adenúbio Melo, Sargento Siqueira, Aluisio Machado, Júlio Protásio, Aquino Neto, Salatiel Souza, Carlos Santos, Adão Eridan, além dos servidores Klaus Charlie Nogueira Serafim de Melo, Francisco de Assis Jorge Sousa e Hermes Soares Fonseca.

Operação Impacto. Além da prisão, Justiça determina perda de mandatos dos vereadores

Em sentença publicada na manhã desta segunda-feira (23), a Justiça do RN, pelo magistrado,Raimundo Carlyle, condenou a perda do mandato ou cargo público os então vereadores  Emilson Medeiros, Dickson Nasser, Geraldo Neto, Renato Dantas, Adão Eridan, Adenúbio Melo, Aluisio Machado, Carlos Santos, Júlio Protásio, Aquino Neto, Sgt. Siqueira, Salatiel de Souza, envolvidos na Operação Impacto que  investigou o recebimento de propina durante o processo de votação do vetos novo Plano de Natal, em 2008.

Dos condenados, apenas Dickson Nasser,Adão Eridan, Adenúbio Melo,  Júlio Protásio e Aquino Neto continuam na CMN.

A sentença incluí ainda a reclusão, em regime semi-aberto, por períodos que variam de cinco anos a sete anos e nove meses.

Chuva danifica teto do Mercado Publico de Caicó

As chuvas que caíram em Caicó no último fim de semana causaram um grande estrago no teto de alguns stands do mercado público do município.

A cobertura não foi resistiu ao grande volume d’agua, causando prejuízos para vários comerciantes do Shopping popular.

O novo Mercado Público de Caicó tem menos de um ano de inauguração, e levou cerca de 3(três) anos para ser reformado.

Fonte e fotos: Transito no Seridó – Niltinho Ferreira

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. AOREKS. disse:

    que vergonha.

Polícia intercepta pacote com nove celulares no CDP de Macaíba

Os agentes penitenciários do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Macaíba apreenderam, na madrugada deste domingo (22), por volta de 1h30,  um pacote com nove aparelhos celulares escondidos em uma cela do CDP.

Segundo informações do coordenador de Administração Penitenciária, coronel Severino Reis, uma pessoa identificada como Sérgio Franklin Fernandes Pinto, jogou, pela rua, o pacote.

Imediatamente a guarda da CDP desencadeou uma ação e interceptou o pacote e prenderam o suspeito.

A pessoa que arremessou os celulares para dentro do presidio atende pelo nome  Sérgio Franklin, foi preso em uma moto vermelha próximo ao local. Ele foi imediatamente conduzido para a 1ª Delegacia de Plantão, no bairro de Candelária, e autuado

Com informações do DN Online