Natal registra maior queda no preço da cesta básica em outubro – segundo valor mais barato entre as capitais pesquisadas, diz Dieese

Foto ILUSTRATIVA/ARQUIVO/CORREIODOESTADO

O portal G1-RN destaca que o mês de outubro registrou no custo da cesta básica em Natal uma queda de 3,03% em relação ao mês de setembro, a maior variação negativa entre 17 capitais. Os dados são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e foram divulgados na última quarta-feira (6).

Segundo o levantamento, o valor da cesta básica ficou em R$ 341,90, o segundo mais barato entre as capitais pesquisadas, perdendo apenas para a capital do Sergipe (R$ 325,01).

A  capital potiguar também fez parte das oito cidades que apresentaram queda nos preços dos itens básicos de alimentação. Aracaju (SE), João Pessoa (PB), Recife (PE), Belém (PA), Curitiba (PR), Vitória (ES) e São Paulo (SP).

O Dieese considera como itens da cesta básica: carne, leite, feijão, arroz, farinha, batata, tomate, pão francês, café em pó, banana, açúcar, banha ou óleo e manteiga. Segundo o relatório, foi observada tendência de queda nos preços da batata e da manteiga. Já as cotações do óleo de soja, da carne bovina de primeira e da farinha de trigo aumentaram na maior parte das cidades.

 

Procon Natal constata redução significativa no preço da cesta básica

Foto: Divulgação

O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal – Procon Natal – identificou redução no preço médio da cesta básica no mês de agosto, nos principais estabelecimentos comerciais da cidade e constatou variação negativa pelo terceiro mês seguido.

Enquanto no mês passado nos hipermercados a pesquisa encontrou um preço médio de R$ 274,77, em julho era de R$ 275,33. Já nos mercadinhos enquanto tem agosto foi de R$ 249,01, no mês anterior a cesta básica custava R$ 251,97. Isso representa uma economia para o consumidor natalense de R$ 0,56 centavos de reais na cesta básica de um mês para o outro nas grandes redes de hipermercados e supermercado, e de R$ 2,96 na cesta básica dos mercadinhos.

Diante disso, o Núcleo de pesquisa comprova que a cesta básica do mercadinho é a melhor opção aos consumidores natalenses. O Procon identifica uma economia na cesta básica dos mercadinhos em relação aos hipermercados e das grandes redes supermercados de R$ 25,76, o que que representa uma variação de 10,34% no custo de uma para a outra.

O Instituto comprova, ainda, que no mês de agosto o poder de compra do trabalhador com o salário-mínimo para suprir as necessidades alimentares básicas de uma família de 4 (quatro) pessoas durante um mês, em relação à cesta básica tem um custo de 30,93% e isso representa 60,57 horas de trabalho no mês. Já nos mercadinhos esse custo no mês foi de 28,04% e em horas de trabalho é de 54,89.

A análise é feita pelo Núcleo de pesquisa na cesta básica dos natalenses em 40 (quarenta) itens divididos por grupos de: mercearia, açougue, hortifrúti, higiene e limpeza. Eles realizaram o levantamento nas quatro semanas de agosto junto a seis hipermercados, quatro supermercados, e dez supermercados de bairro, denominados de mercadinhos, contemplando as quatro zonas de Natal.

Para ver a pesquisa completa, você acessa www.natal.rn.gov.br/procon

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lindemberg disse:

    Por outro lado os preços dos combustível dispararam, subiu demais, estão lá em cima.
    O governo anunciou esse aumento? Alguma mídia noticiou o aumento dos preços nas refinarias?
    O litro de nossa gasolina chega a ser R$ 0,20 mais cara que o preço praticado em outros estados do nordeste. O RN não tem solução, continua perdendo terreno e deixando de evoluir pelas taxas mais altas e preços abusivos em quase todos os setores.

    • RICARDO MOURA disse:

      FAMOSO ICMS DO NOSSO ESTADO QUE E MAIS ALTO DO QUE OS DEMAIS, POR ESSE MOTIVO A AMBEV TAMBEM DEIXOU O RN INDO PARA A PB.

Preço da cesta básica diminui em Natal e mais 12 capitais, diz Dieese

Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

Em maio de 2019, o custo do conjunto de alimentos essenciais diminuiu em 13 capitais, conforme mostra resultado da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Diesse) em 17 cidades.

O preço médio da cesta em Natal apresentou queda de 0,98% em maio, em relação a abril. O custo foi de R$ 406,07. Dentre as 17 capitais pesquisadas, a potiguar ocupou a terceira posição entre os menores preços, ficando atrás de João Pessoa (PB) e Salvador (BA).

As quedas mais importantes foram observadas em Campo Grande (13,92%), Belo Horizonte (7,02%), Goiânia (-4,48%) e Rio de Janeiro (-4,39%). Os aumentos ocorreram em Florianópolis (1,17%), Aracaju (0,86%), Recife (0,20%) e Brasília (0,06%).

A capital com a cesta mais cara foi São Paulo (R$ 507,07), seguida por Porto Alegre (R$ 496,13) e Rio de Janeiro (R$ 492,93).

Com base na cesta mais cara que, em maio, foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Diesse estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário.

Em maio de 2019, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 4.259,90, ou 4,27 vezes o mínimo de R$ 998,00. Em abril de 2019, o piso mínimo necessário correspondeu a R$ 4.385,75, ou 4,39 vezes o mínimo vigente. Já em maio de 2018, o valor necessário foi R$ 3.747,10, ou 3,93 vezes o salário mínimo, que era de R$ 954,00.

Com informações do G1 e TNH1

Com preço médio de R$ 244,30, cesta básica de mercadinhos em Natal fica 10% mais barata que a de hipermercados

O PROCON NATAL – Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal realizou no mês de janeiro pesquisa de cesta básica nos principais estabelecimentos comerciais da cidade do Natal, onde verificou variação nos preços da cesta básica em 40 (quarenta) itens divididos por grupo econômico como: mercearia, açougue, hortifrúti, higiene e limpeza. As pesquisas foram realizadas nas (5) cinco semanas do mês, junto a 6 (seis) hipermercado 4(quatro) supermercados, como também 10 (dez) supermercados de bairro denominados de mercadinhos, contemplando as (4) quatro zonas de Natal.

O ano para os natalenses se inicia com alta na cesta básica em relação ao último mês do ano anterior, uma vez que a cesta básica em dezembro de 2018 custava em média (R$ 255,59) e no mês de janeiro de 2019 o custo médio foi de (R$ 269,47) e isso equivale a um aumento de (1,44%). O que não foi muito diferente do observado nos mercadinhos uma vez que o valor médio em dezembro de 2018 foi de (R$240,65) e no mês de janeiro de 2019 o custo médio da cesta básica nos mercadinhos foi de (R$ 244,30) o que representa um aumento de (1,49%). O Núcleo de pesquisa também fez a relação entre a pesquisa nos hipermercados e nos mercadinhos onde encontrou uma diferença de (R$-25,17), ou seja, cesta básica de mercadinhos ficou em (-10,30%) mais barata que a cesta básica nos hipermercados.

Em análise, o Núcleo de pesquisa aponta que, o custo para o trabalhador adquirir a cesta básica é de (30,34%) do salário-mínimo e esse mesmo trabalhador compromete 59 horas e 40 minutos para ganhar o equivalente para a compra dos produtos que compõe a cesta básica. Considerando o custo da cesta básica e o valor líquido constante no contracheque do trabalhador, em que já está descontado o recolhimento da Previdência Social. Esse comprometimento do ganho e horas de trabalho é calculado em cima do reajuste de 01 de janeiro de 2019.

Em análise mais detalhada dos diferentes comportamentos de preço como o pão francês que se manteve em alta tanto nos hipermercados como nos mercadinhos no grupo de mercadorias e o repolho que nos hipermercados a partir da terceira semana teve tendência de alta, nos mercadinhos a partir da segunda semana do mês esse produto teve declínio no grupo de hortifrúti. Em análise o núcleo de pesquisa apresentada detalhamento nos grupos econômicos da cesta básica.

HORTIFRUTI

No grupo econômico de hortifrúti no mês de janeiro a média ficou em (R$44,43) no mês anterior foi de (R$43,59), a variação nas cinco semanas entre a maior e menor foi de (2,87%) com uma média de (R$44,43) em janeiro para os hipermercados. O comportamento desse grupo nos mercadinhos de bairro no mês de janeiro foi de (R$34,68) em média e com uma variação de (6,58%), uma vez que em dezembro a média desse grupo foi de (R$32,40), nesse grupo econômico, foram encontrados produtos em alta no mês: o repolho na segunda semana que chegou a (R$5,41) em média e a banana chegando a (R$2,57) na quinta semana. Nos mercadinhos o repolho teve na segunda semana em média seu maior valor de (R$5,41) e na quarta semana o menor valor de (R$4,04) e fechando na quinta semana com (R$4,28).

AÇOUGUE

Nesse grupo econômico encontra-se a carne de 1o alcatra e de 2o o músculo, carne de sol de primeira, frango congelado, ovos queijo coalho e pescado filé de merluza e polaca.

O valor médio em janeiro encontrado pela pesquisa foi de (R$ 155,69) e uma variação no mês entre a maior e a menor semana é de (2,36%) em relação ao mês dezembro a variação foi de (1,06%) com o valor médio de (R$154,04). Nos mercadinhos nas cinco semanas do mês de janeiro o valor médio encontrado pela pesquisa foi de (R$140,25) com uma variação nas semanas do mês entre o maior e menor de (1,60%) e entre os meses de dezembro e janeiro a variação foi de (-0,14%) já que em dezembro a valor médio desse grupo foi de (R$140,46).

Durante o mês de janeiro produtos desse grupo econômico destacou-se a carne de primeira e o queijo coalho que na quarta semana deram uma disparada em relação aos demais produtos desse grupo, chegando na quinta semana seu maior valor de (R$31,34) e (R$31,74) respectivamente, também destacou-se o pescado nesse grupo econômico que teve na segunda semana um valor médio no mês (R$30,27) e na quarta semana chegando a (29,89), mas na quinta semana o seu valor médio foi de (R$26,00). Nos mercadinhos os mesmos produtos tiveram comportamentos diferentes uma vez que o queijo coalho na quarta semana foi encontrado ao valor médio de (R$29,44) e já na última semana do mês foi encontrado ao valor de (R$26,20) e no pescado o destaque é que na terceira semana o valor médio chegou (R$26,07) e no mês a media desse produto foi de (R$25,22).

HIGIENE E LIMPEZA

Nessa categoria os itens do grupo de limpezas pesquisadas não teve grande variação durante o mês e registrou um valor médio no mês de janeiro de (R$15,59) e uma variação de (2,81%) em relação a dezembro que o valor médio foi de ($15,15), a variação entre o maior e o menor valor médio no mês foi de (4,65%). No mercadinho a variação entre a maior e menor semana foi de (1,69%), com um valor médio no mês de janeiro de (R$17,13) e em dezembro o valor médio foi de (R$16,83) e isso equivale a uma variação de (1,75%).

Nesse grupo se destaca o sabão em pó que tanto nos hipermercados como nos mercadinhos é considerado um produto em destaque a maior em relação aos demais desse grupo.

MERCEARIA

Esse grupo de econômico de mercadorias com maior impacto na cesta básica uma vez que trabalhador detêm grande parte do salário em produtos de subsistência.

A variação desse grupo econômico em relação ao mês anterior foi de (1,75%) com o valor médio em janeiro de (R$53,76) em dezembro e de (R$52,82), em janeiro a variação entre a maior e menor semana (3,87%) nos supermercados, onde na quarta semana o menor valor médio foi de (R$52,58) e o seu maior valor na quinta semana de (R$54,62). Nos mercadinhos a variação foi de (4,23%) entre o maior e o menor uma vez que na primeira semana o valor médio foi de (R$51,34) e o seu maior valor na quinta semana de (R$53,52).

O produto que mais se destacou nesse grupo econômico nos hipermercados foram o feijão-carioca chegando na quinta semana a um valor de (R$5,33) em média, uma vez que seu preço aumenta desde a segunda semana do mês que foi de (R$4,91), outro produto em alta nesse grupo foi a farinha de mandioca que chegou a (R$5,07) em média na quinta semana. No mercadinho o feijão-carioca foi se destacou chegando a (R$5,61) na quinta semana esse produto em média no mês ficou em (R$4,93).

Também foi destaque nesse grupo tanto nos hipermercados como nos mercadinhos o pão francês uma vez que em média esse produto ficou a (R$11,41) nos hipermercados e a (R$8,20) nos mercadinhos seguindo a tendência de alta do mês anterior.

A cesta básica nos supermercados teve o preço médio em janeiro de (R$269,47) e no mês de dezembro de 2018 o preço médio foi de (R$ 265,59). Em relação aos grupos econômicos, o de mercearia, açougue, higiene/limpeza, e hortifrúti, foram respectivamente: (R$53,76) e (R$52,82); (R$155,69) e (R$154,04); (R$15,59) e ((R$15,15); (R$44,43) e (R$43,59).

No gráfico 02, observamos o preço médio da cesta básica e também os preços médios dos grupos econômicos dos mercadinhos de bairro pesquisadas por este órgão, nos meses de dezembro de 2018 e janeiro de 2019.

A cesta básica nos mercadinhos de bairro em janeiro de 2019 teve um custo médio de (R$244,30) e no mês anterior estava a um custo médio de (R240,65). Em relação aos grupos econômicos, o de mercearia, açougue, higiene/limpeza, e hortifrúti, foram respectivamente: (R$52,23) e (R$50,97); (R$140,25) e (R$140,46); (R$17,13) e (R$16,83); (R$34,68) e (R$32,40).

VARIAÇÃO MENSAL POR CATEGORIAS

No gráfico 03, encontra-se o preço médio por semana dos grupos econômicos pesquisados da cesta básica do mês janeiro de hipermercados e supermercados.

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS

No mês de janeiro em análise da cesta básica nos hipermercados e supermercados verificou uma predominância de alta em alguns produtos da cesta básica na cidade do Natal, mais precisamente essa oscilação se deu na quarta e quinta semana do mês, onde os preços tiveram tendência de alta, elevando a cesta básica a variação encontrada pelo Núcleo de pesquisa. Em destaque e por várias vezes teve seu preço elevado, o feijão- carioca, a farinha de mandioca, o macarrão, a margarina no grupo de mercadorias, com seus preços médios no mês respectivamente (R$5,02); (R$4,48); (R$2,72); ((R$2,47) outro grupo que influenciou a variação positiva foi o de hortifrúti com a banana, o repolho, com o preço médio no mês respectivamente (R$ 2,87) e (R$6,03), também a carne de primeira e o queijo colho no grupo de açougue com seus preços médio no mês respectivamente (R$30,13) e (R$31,54).

Na mesma forma de influência em segurar os preços e a variação não aumentar de um mês para o outro o Núcleo de pesquisa encontrou em dois grupos econômicos produtos com redução o tomate e o chuchu no grupo de hortifrúti com os preços médios em (R$5,01) e (R$3,76) respectivamente, assim como o pescado no grupo econômico de açougue com o preço médio de (R$28,55).

A mesma análise feita na cesta básica dos supermercados o núcleo de pesquisa aplicou na cesta básica dos mercadinhos e encontrou alguns produtos em oscilação e observou que também se deu entre a quarta e quinta semana do mês de janeiro, sendo esses produtos em queda, o café no grupo de mercadorias, com o preço médio no mês de (R$5,02), no grupo de açougue o queijo coalho e o pescado, com os preços médio no mês de (R$28,49) e (R$25,21) respectivamente, no grupo de hortifrúti os produtos, encontrado foi o tomate, o chuchu, a alface e a batata-doce, com o preço médio no mês de (R$2,65); (R$2,82); (R$1,57) e (R$3,15) respectivamente.

Também foi encontrado produtos que elevaram seus preços, no grupo de açougue a carne de sol com o preço médio no mês de (R$26,11) e no grupo de hortifrúti com os produtos de repolho, batata e banana pacovan, com só preços médios no mês em (R$4,76); (R$4,17) e (2,19) respectivamente.

A pesquisa do PROCON NATAL identificou que os preços praticados pelo comércio da cidade do Natal estão diferenciados e com grande diferença nos preços da cesta básica em relação aos estabelecimentos pesquisados tanto por zonas e bairro que se encontram. O Núcleo de pesquisa verificou que é mais vantajoso para os consumidores fazer compra da cesta básica nos mercadinhos de bairro, uma vez que a pesquisa identificou uma variação negativa de (-10,30%) em relação a cesta básica nas grandes redes de hipermercados e supermercados que nos chamados mercados de bairro. Então o PROCON NATAL, orienta os consumidores natalense a uma pesquisa na hora da compra uma vez que se faz necessário, tendo em visto que foi observado nas pesquisas uma diferença no preço dos produtos pesquisados, mas o consumidor deve aproveitar os preços em promoção em determinado estabelecimento assim como os dias específicos de promoções que são anunciados.

 

Procon Natal constata aumento de 6,16% no ano para a cesta básica nos supermercados

O PROCON NATAL – Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal realiza semanalmente pesquisa de cesta básica nos principais estabelecimentos comerciais da cidade do Natal, onde constata variação nos preços de 40 itens divididos por grupo econômico como mercearia, açougue, hortifrúti, higiene e limpeza. No mês de dezembro as pesquisas foram realizadas nas quatro semanas do mês, junto a seis hipermercados e quatro supermercados, como também dez supermercados de bairro denominados de mercadinhos, contemplando as quatro zonas administrativas de Natal. A pesquisa identificou que os preços praticados pelo comércio da cidade do Natal estão pareados não encontrando muita diferença em relação aos estabelecimentos pesquisados nas zonas administrativas.

GRUPO ECONÔMICO

Em análise por grupo econômico, a pesquisa verificou 14 ítens de mercearias, sete de açougue, seis de higiene e limpeza, e treze de hortifrúti. A pesquisa encontrou uma variação no mês de dezembro nos quarenta produtos que compõem a cesta básica nos hipermercados 0,51%, 0,22%, 0,58% e 13,46%. Já nos mercadinhos a pesquisa encontrou uma variação de 0,94%, 0,27%, 1,67% e 5,73%.

ANÁLISE DA ALIMENTAÇÃO

A cesta básica para o natalense foi positiva tanto nos hipermercados como nos mercadinhos de bairro. No acumulado dos doze meses do ano passado, as oscilações nos preços dos produtos da cesta básica são inúmeros, mais especificamente de safra definida e de sazonalidade. No entanto, destacou-se os hortifrúti como o tomate, o chuchu e a batata, e demais produtos de mercearia como o feijão-carioca, o pão francês e a farinha de mandioca. São diversos os motivos encontrados, que justificam o aumento nos preços desses produtos e a elevação da cesta básica no primeiro semestre, considerado relativamente normal com o custo médio de R$232,80 e uma alta nos meses seguintes fechando o segundo semestre com o custo médio de R$248,08. Isso equivale à variação de 6,16% no ano para os hipermercados, e para os mercadinhos o primeiro semestre teve um custo médio de R$217,00 e uma elevação no segundo semestre que superou a cesta básica dos hipermercados, chegando a R$234,00, com uma variação anual de 6,48%.

Em análise, o Núcleo de pesquisa aponta que o trabalhador gastou em média 28,32% do salário-mínimo para adquirir a cesta básica e esse mesmo trabalhador compromete 55 horas e 45 minutos para ganhar o equivalente para a compra dos produtos que a compõe. Isso considerando o custo da cesta básica e o valor líquido constante no contracheque do trabalhador, em que já está descontado o recolhimento da Previdência Social. Esse comprometimento do ganho e horas de trabalho foi calculado de janeiro a dezembro de 2018.

O PROCON NATAL, orienta os consumidores natalenses a uma pesquisa na hora da compra, uma vez que se faz necessário, devido à diferença de preços dos produtos pesquisados que variam entre os bairros e quanto à estrutura do comércio. O consumidor deve aproveitar os preços em promoção nos estabelecimentos assim como os dias específicos de promoções que são anunciados.

ANÁLISE DETALHADA POR GRUPOS

HORTIFRÚTI – Neste grupo econômico, no mês de dezembro, a média ficou em R$43,59; no mês anterior foi de R$37,72. A variação nas quatro semanas foi de 14,31% com uma média de R$40,76, e de janeiro a dezembro, a média foi R$38,08 com uma variação negativa de -3,0%. Esse grupo econômico tem influência de fenômenos naturais com as chuvas que prejudicam a colheita da safra e que leva à redução na oferta de produtos. Foram produtos encontrados em alta no mês: tomate, cebola, batata e o chuchu, mantendo-se estáveis na segunda e terceira semanas e aumentando na quarta semana com os preços médio em: R$4,70; R$3,99; R$4,36 e R$3,50 respectivamente por semana. No entanto, a batata-doce foi o único produto em queda desde a segunda semana do mês, com o preço médio de R$3,65.

AÇOUGUE – Esse grupo econômico tem um custo elevado para o trabalhador, por seus produtos serem carne de 1ª (alcatra) e de 2ª (músculo), além de carne de sol de primeira, frango congelado, ovos, queijo coalho e pescado (filé de merluza e polaca). O valor médio anual encontrado pela pesquisa foi de R$ 150,94 e uma variação no mês de 3,24%; em relação ao mês de novembro, a variação foi de 0,22% com o valor médio de R$153,70 e em dezembro, com valor de R$ 154,04; nas quatro semanas do mês de dezembro o valor médio encontrado pela pesquisa foi de R$155,26, com uma variação semanal de 4,52%. Durante o mês de dezembro, entre os produtos desse grupo econômico, destacaram-se a carne de segunda, que manteve-se estável nas três primeiras semanas e elevou-se na última com um valor médio de R$22,62, e uma variação mensal de 4,52%. Também destacou-se o pescado, com um valor médio no mês de R$29,91 e uma variação de 23,06%, com queda desde a segunda semana do mês.

HIGIENE E LIMPEZA – Nessa categoria, os itens pesquisadas são sabonete comum de 90g, creme dental de 90g, água sanitária de um litro, detergente líquido de 500ml, sabão em pó pacote de 500 g e sabão em barra de 200g. Registraram um valor médio anual de R$14,01 e uma variação de 11,0% no ano e teve seu maior valor no mês de dezembro de R$15,15 e R$12,75. A variação de novembro e dezembro foi de 0,58% com o menor valor de R$15,06 e 15,15%, respectivamente. Durante o mês de dezembro destacou-se o sabão em pó que teve queda na quarta semana, mas os demais produtos mantiveram-se estáveis.

MERCEARIA – No grupo de econômico de mercadorias são encontrados os produtos de subsistência da cesta básica. Para o Núcleo de pesquisa do PROCON NATAL esses produtos são arroz agulhinha tipo 2, feijão carioquinha, açúcar cristalizado 1kg, sal refinado 1kg, fubá pré-cozido, farinha de mandioca 1kg, macarrão sêmola 500g, café 250g, pão francês o 1kg, leite pasteurizado um litro, óleo de soja 900ml, margarina 250g, biscoito maisena 500g e biscoito creme cracker 500g. A variação desse grupo econômico em relação ao mês anterior foi de 0,51%, com o valor médio de R$52,82 em dezembro, e de R$52,55 para o mês de novembro. De janeiro a dezembro, o valor médio desse grupo econômico foi de R$ 51,31, com variação anual de 3,39%, e durante o mês de dezembro a média foi de R$52,84 e uma variação no mês de 2,32%. O produto que mais se destacou nesse grupo econômico foi o pão francês que teve uma alta no mês, sendo encontrado o seu maior preço de R$17,69 na segunda e terceira semanas do mês no hipermercado Carrefour da zona norte. Onde a média do preço encontrada pela pesquisa para esse produto no mês foi de R$12,02 e uma variação no mês de 2,32%.

A cesta básica nos supermercados iniciou com o preço médio em janeiro de 2018 de R$232,72 e no final do ano com o preço médio de R$265,59. Em relação aos grupos econômicos, açougue, mercearia, higiene/limpeza e hortifrúti foram respectivamente: R$149,27 e R$154,04; R$51,57 e R$52,82; R$35,99 e R$43,59; R$12,75 e R$15,15. No gráfico 02, observamos o preço médio da cesta básica e também os preços médios dos grupos econômicos dos mercadinhos de bairro pesquisadas por este órgão, nos meses de janeiro a dezembro de 2018.

A cesta básica nos mercadinhos de bairro iniciou o ano com um custo médio de R$217,91 e no final do ano com o custo médio foi de R$240,65. Em relação aos grupos econômicos, o de hortifrúti, higiene/limpeza, açougue e mercearia, foram respectivamente: R$32,35 e R$32,40; R$14,99 e R$16,83; R$138,45 e R$140,46; R$49,29 e R$50,97.

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS

No mês de dezembro, apesar de uma predominância de alta nos produtos da cesta básica na cidade do Natal, mais precisamente no segundo semestre, os preços tiveram tendência de alta elevando a cesta básica. A variação encontrada pelo Núcleo de pesquisa, em destaque e por várias vezes, tiveram seus preços elevados o tomate, a cebola, a batata e o chuchu, devido à estiagem e entressafra no mercado nacional. O pão francês também chegou a ser encontrado a preços muito acima da média, mas nesse caso devido à variação do Dólar. Outros produtos também contribuíram na variação da cesta básica como o feijão-carioca e a farinha de mandioca. Também tiveram alguns produtos que registraram queda como o pescado e a batata-doce. A cesta básica dos natalenses teve uma variação de 6,16%, mas manteve-se sem nenhuma constância de média durante o ano, já para os mercadinhos a cesta básica variou a maior no segundo semestre de 6,48% e isso foi o que elevou a sua variação ser maior que a dos hipermercados. O PROCON NATAL continua orientando aos consumidores a sempre pesquisar antes de qualquer compra, pois a variação de um estabelecimento para outro chega a ser grande mesmo entre estabelecimentos de mesma rede.

Confira a pesquisa completa o site do PROCON NATAL www.natal.rn.gov.br/procon .

 

Cesta básica: Natal é a segunda mais barata das capitais

Foto: EBC

O preço dos alimentos da cesta básica aumentou em 16 das 18 capitais brasileiras pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos ( Dieese). As altas mais expressivas foram em Belo Horizonte (7,81%), São Luís (6,44%), Campo Grande (6,05%) e São Paulo (5,68%). Houve queda em Vitória (-2,65%) e Salvador (-0,26%).

A cesta mais cara foi a de São Paulo (R$ 471,37), seguida pela de Porto Alegre (R$ 463,09), Rio de Janeiro (R$ 460,24) e Florianópolis (R$ 454,87). Os menores valores médios foram observados em Salvador (R$ 330,17) e Natal (R$ 332,21). Durante o ano de 2018, todas as capitais acumularam alta, com destaque para Campo Grande (14,89%), Brasília (13,44%) e Fortaleza (12,03%).

De outubro a novembro deste ano, os alimentos que apresentaram alta na maior parte das capitais pesquisadas foram tomate, batata, óleo de soja, pão francês e carne bovina de primeira. Já o leite integral teve queda de preços em 16 capitais.

Com base nesses valores, o Dieese estimou em R$ 3.959,98 o salário mínimo necessário para a uma família de quatro pessoas no mês de novembro, o equivalente a 4,15 vezes o mínimo atual, de R$ 954. Em outubro, o salário mínimo foi estimado em R$ 3.783,39. O tempo médio que um trabalhador levou para adquirir os produtos da cesta básica, em novembro, foi de 91 horas e 13 minutos. Em outubro de 2018, ficou em 88 horas e 30 minutos.

Agência Brasil

PROCON NATAL constata variação na cesta básica no mês de outubro

O PROCON NATAL – Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal concluiu os relatórios referentes aos valores da Cesta Básica no mês de outubro. Todas as semanas, o instituto faz pesquisas de preços nos principais estabelecimentos comerciais da cidade, publicando o balanço destas aferições ao final de cada mês. A análise é feita em 40 itens divididos por categorias como: mercearia, açougue, hortifrúti, higiene e limpeza.

Em outubro, constatou-se uma variação nos preços da cesta básica nas grandes redes de hipermercados na ordem de 6,24% (variou de R$ 241,38 para R$ 257,45). Já nos mercadinhos de bairro, os preços variaram muito pouco, apenas 0,38% (oscilou de R$ 232,53 para R$ 233,41). Em novembro, o PROCON NATAL segue cumprindo seu papel, fiscalizando e pesquisando a variação de preços na cidade.

Para conferir as tabelas, estatísticas e demais detalhes da pesquisa sobre a cesta básica em Natal, inclusive com detalhamento em categorias, as planilhas completas estão disponíveis no seguinte link: www.natal.rn.gov.br/procon.

Natal possui o menor valor da cesta básica, aponta Dieese

ext-cestaO custo da cesta básica aumentou em fevereiro em 13 capitais do Brasil e diminuiu em 14, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Os menores valores foram observados em Natal (R$ 331,79), Salvador (R$ 337,84), Maceió (R$ 347,38) e Rio Branco (R$ 349,22).

As maiores altas foram registradas em Macapá (8,93%), Belém (8,64%) e Manaus (7,92%). As quedas mais significativas ocorreram em Vitória (-8,45%), Palmas (-7,80%) e Campo Grande (-6%). De acordo com os dados, São Paulo foi a capital onde o preço da cesta básica ficou mais alto (R$ 443,40). Em seguida, vêm Brasília (R$ 438,69), Manaus (R$ 437,86) e Florianópolis (R$ 430,69).

Segundo o Dieese, com base no total apurado para a cesta mais cara, o salário mínimo necessário para suprir as despesas de uma família com quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.725,01, 4,23 vezes maior do que o valor atual de R$ 880.

Em fevereiro, a maioria dos preços dos produtos da cesta aumentou. Todas as capitais registraram alta no óleo de soja, com variações oscilando entre 1,54%, em Manaus, e 16,76%, em Macapá.

O feijão-carioquinha teve aumento de preço em 26 cidades, com elevações entre 2,73%, em Campo Grande, e 22,77%, em Aracaju. A única capital onde houve queda foi Belo Horizonte (-3,57%).

O leite teve o preço elevado 25 capitais, com destaque para Aracaju (12,70%), Manaus (2,54%), Florianópolis (2,25%), Porto Velho (2,02%) e Palmas (1,89%). O açúcar aumentou em 25 capitais, sendo as altas mais expressivas em Florianópolis (17,31%), Natal (11,46%),Maceió (10,61%), João Pessoa (10,12%) e Boa Vista (10,04%).

A farinha de mandioca pesquisada no Norte e Nordeste ficou mais cara em 14 cidades e mais barata em Aracaju (-4,22%). As maiores altas foram verificadas em Belém (21,18%), Macapá (18,97%) e Manaus (16,89%).

Preço da cesta básica aumenta em 18 capitais do país; Natal é a 2ª mais cara

O valor da cesta básica aumentou, em 2013, nas 18 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgada mensalmente, nove localidades tiveram oscilação acima de 10%, com as maiores elevações registradas em Salvador (16,74%), Natal (14,07%) e Campo Grande (12,38%). As menores variações ocorreram em Goiânia (4,37%) e Brasília (4,99%).

De acordo com a pesquisa, no mês de dezembro, a cesta básica aumentou em 15 cidades, sendo que as maiores altas foram registradas em Goiânia (7,95%), Florianópolis (7,86%), no Recife (2,37%), em Salvador (2%) e Campo Grande (1,84%). No sentido contrário, aparecem Aracaju (-0,88%) e Rio de Janeiro (-0,43%), as duas únicas cidades onde foi registrada variação negativa.

Porto Alegre foi a cidade que apresentou o maior valor para a cesta básica (R$ 329,18), mesmo sendo a terceira menor variação positiva (0,14%). Na sequência, estão São Paulo (R$ 327,24) e Vitória (R$ 321,39). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 216,78), João Pessoa (R$ 258,81) e Salvador (R$ 265,13).

No acumulado do ano, o leite, a farinha de trigo, a banana, o pão francês e a batata tiveram aumento em todas as regiões em que foram pesquisados. O leite mostrou variações entre 6,18% (Manaus) e 28,24% (Belém). Em todas as localidades as taxas foram maiores do que 13%, menos no Amazonas. Em dezembro, a maior parte das cidades teve redução nos preços, com os aumentos ocorrendo em Florianópolis (6,96%), Natal (3,82%), Aracaju (3,09%) e Brasília (2,02%).

Em 2013, a farinha de trigo teve variações que chegaram a 67,06% em Florianópolis, 55,56% em Campo Grande, 46,24% em Goiânia, 37,96% em Porto Alegre, 33,47% em Curitiba, 31,25% em Brasília e 30,72% em São Paulo. Em dezembro, Florianópolis registrou variação de (20,68%), Campo Grande (6,87%), Goiânia (3,03%) e Belo Horizonte (1,66%). A principal queda ocorreu em Brasília (-5,57%).

Já o pão francês subiu, em 2013, em todas as regiões pesquisadas, com variações que oscilaram entre 2,13% em Aracaju e 24,17% em Campo Grande. No mês de dezembro, houve estabilidade em Brasília e aumento em Campo Grande (6,08%), Florianópolis (5,48%), Goiânia (3,58%), João Pessoa (1,73%), Salvador (1,20%), Vitória (0,60%), Belo Horizonte (0,35%), São Paulo (0,32%), Belém (0,25%) e Porto Alegre (0,14%).

Em 2013, o preço da batata subiu nas dez localidades do Centro-Sul, onde é pesquisada. As taxas variaram entre 4,41% no Rio de Janeiro e 45,60% em Porto Alegre. Em dezembro de 2013, foram registrados aumentos em Goiânia (34,59%), em Brasília (14,36%) e Curitiba (7,66%). Em Florianópolis, houve diminuição (-0,44%).

A banana apresentou altas acumuladas em todas as cidades em 2013, com taxas que variaram de 73,89% em Natal a 4,46% em Brasília. Em dezembro de 2013, a elevação do preço apareceu em dez cidades, com destaque para Goiânia (11,16%). Houve estabilidade em João Pessoa e diminuição em sete localidades. Em Aracaju, a redução foi 17,44%.

O óleo de soja foi o único produto da cesta que teve seus preços reduzidos em todas as cidades, com taxas que variaram entre -27,10%, em Curitiba, e -13,66% em Natal. Em dezembro, houve aumento em 12 cidades, com variações de 0,31% em Campo Grande a 2,39% em Goiânia.

Agência Brasil

Cálculos do IDEMA registram variação positiva no IPC e queda na Cesta Básica de Natal

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da cidade do Natal, calculado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (IDEMA), através da Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos (CES), registrou para o mês de outubro uma variação positiva de 0,26% em relação ao mês de setembro. Com o resultado, a variação no ano chega a 4,09%. Se comparados os últimos doze meses (novembro de 2012 a outubro de 2013), a variação é 5,22%, totalizando 315,12% desde o início do Plano Real.

O grupo Alimentação e Bebidas, que responde por 32,43% do índice geral em termos de participação no orçamento familiar, apresentou uma variação positiva de 0,34%. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Enlatados e Conservas (4,64%), Pescados (4,47%), Carnes (3,97%), Açúcares e Derivados (3,66%) e Carnes e Peixes Industrializados (3,14%).

O Grupo Despesas Pessoais apresentou neste período uma variação positiva de 1,70%, em função do aumento de preços nos seguintes itens: Serviços Pessoais (6,67%) e Recreação (0,61%). O Grupo Comunicação teve uma variação positiva de 2,32%. Os itens que mais contribuíram para este aumento foram: Telefone Público (8,95%) e Telefone Celular (2,64%).

Cesta Básica

Ainda de acordo com os cálculos do IDEMA, o custo da Cesta Básica em Natal apresentou queda de -1,10% para o mês de outubro. Nas despesas com os produtos essenciais, o custo com a Alimentação por pessoa foi de R$ 247,32. Para uma família constituída por quatro pessoas, esse valor alcançou R$ 989,28. Se a essa quantia fossem adicionados os gastos com Vestuário, Despesas Pessoais, Transportes etc., o dispêndio total seria de R$ 3.050,57.

Dos treze produtos que compõem a Cesta Básica, nove sofreram aumento nos preços: Açúcar (11,20%), Pão (4,31%), Margarina (3,95%), Carne de Boi (2,29%), Café (2,10%), Óleo (1,14%), Arroz (1,04%), Frutas (0,71%) e Leite (0,33%). As quatro variações restantes foram negativas e ocorreram em : Legumes (-13,94%), Feijão (-7,86%), Tubérculos (-7,61%), e Farinha (-7,00%).

Câmara aprova MP que desonera cesta básica; texto vai ao Senado

Mesmo sem o cálculo de quanto a ampliação da desoneração da cesta básica vai custar de renúncia fiscal ao governo, a Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta terça-feira, 11, a Medida Provisória 609, que retira o PIS/Pasep e a Cofins de uma lista de produtos que vai de café a fralda geriátrica. A MP, editada pelo Executivo no início do ano, desonerava 19 categorias de itens que compunham a cesta básica, mas o texto aprovado pela Câmara ampliou o leque para 41 categorias. O texto segue agora para o Senado.

A Medida Provisória 609 incluiu o texto da MP 605, que permitiu a redução da conta de luz. O texto da MP 605 chegou a ser aprovado no plenário da Câmara, mas por falta de prazo, não foi votado no Senado e caducou no início deste mês. Para “salvar” a redução da conta de energia, o relator da 609, deputado Edinho Araújo (PMDB/SP), incluiu o texto na desoneração da cesta básica. Durante a votação, houve uma supressão no texto da MP 605. Foi retirado o dispositivo que determinava que a alteração de controle acionário da concessionária deveria ser aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nos casos de indeferimento do plano de recuperação apresentado por acionistas.

Nesta noite, os deputados incluíram fraldas geriátricas no pacote de produtos a serem beneficiados. Faziam parte do relatório de Edinho Silva itens como material escolar, suco de frutas, gás de cozinha, erva-mate, pão de forma, molho de tomate, polvilho, entre outros. “A Câmara precisa ter mais cuidado ao apreciar as desonerações. A economia brasileira não suporta tudo. Tem limites”, condenou o líder do PT, José Guimarães (CE).

O líder do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse que o governo não calculou quanto a inclusão de novos itens na “cesta básica” representará de renúncia fiscal.

Inicialmente, a MP editada pelo governo no início do ano previa a inclusão de 19 categorias e uma renúncia fiscal de R$ 5,1 bilhões para este ano, de R$ 7,5 bilhões para 2014 e de R$ 8,3 bilhões para 2015.

Ele lembrou que as isenções não necessariamente serão sentidas pelo consumidor final. “Não tem nenhuma garantia de que vão reduzir o preço para o consumidor”, enfatizou.

A Tarde

Emenda de João Maia permite inclusão do sal refinado na cesta básica

O deputado federal João Maia (PR-RN) está muito satisfeito com a decisão do deputado Edinho Araújo (PMDB-SP) de acatar a emenda de sua autoria para que o sal refinado seja incluso como produto integrante da cesta básica.

O deputado Edinho Araújo atendeu o pleito do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, e nesta quarta-feira (5) fez um adendo ao seu relatório sobre a MP 609, incorporando ao texto emenda do deputado João Maia. Com isso, o sal passa a desfrutar dos benefícios fiscais que a MP (aprovada ontem na Comissão Especial) atribui à cesta básica, diminuindo significativamente sua carga tributária, com a isenção total do pagamento das taxas relativas ao COFINS, PIS e PASEP.

Para Henrique, a iniciativa de João Maia constitui um importante estímulo à indústria salineira do Rio Grande do Norte e, por isso, não mediu esforços para vê-la aceita pelo relator da MP-609.

“O deputado Edinho Araújo, nosso companheiro do PMDB, foi muito sensível à nossa argumentação quanto à importância da inclusão do sal como produto integrante da cesta básica. Uma medida que, aliás, corrige uma injustiça contra o consumidor brasileiro facilitando o acesso a produto tão importante, na medida certa, na composição de qualquer refeição”, disse o presidente da Câmara.

Com informações da Tribuna do Norte

Cesta básica sobe 0,69% nos supermercados e hipermercados

A cesta básica comercializada nos supermercados e hipermercados de Natal nesta semana está 0,69% mais cara em relação à semana passada. Desde o final de julho a cesta básica vem com tendência de alta (conforme gráfico abaixo). Somente no mês de agosto – até 16/08 – a cesta básica acumula aumento médio de 2,74%.

O custo médio da cesta básica para consumo mensal de uma família de seis pessoas – quatro adultos e duas crianças – que estava em R$ 395,73 no final de julho, passou para R$ 406,59 nesta semana.

A pesquisa é realizada semanalmente pelo Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semdes), junto a seis (06) supermercados e seis (06) hipermercados da capital, incluindo quarenta (40) itens básicos de alimentação e limpeza, dos quais trinta e três (33) subiram nas últimas três semanas e apenas sete (07) sofreram redução.

O subgrupo de legumes, frutas e verduras foi o que apresentou maior índice de variação (subiu 5,3%, em média), seguido pelos produtos de higiene e limpeza (+3,4%) e pelos produtos industrializados e semielaborados (+2,4%).

Os maiores aumentos de agosto foram observados no chuchu (+44,3%), macaxeira (+18,9%%), repolho branco (+17,1%), fubá pré-cozido (+14,9%), ovos brancos grandes (+12,8%), margarina vegetal (+10,4%) e cebola pera (+9,2%). Registre-se, também, o aumento de 7,8% constatado no açúcar cristalizado e de 6,4% na carne bovina de 1ª.

Por outro lado, dentre os oito produtos que apresentaram redução de preço, destaque para a queda no preço do feijão carioquinha tipo 1, que caiu 8,1% em agosto.

Custo da cesta básica por estabelecimento

Segundo ponderação dos técnicos do Procon Natal, nesta semana a cesta básica mais barata era a do Supermercado Nordestão – Cidade Jardim (R$ 376,20).

A diferença percentual entre a cesta básica mais cara e a mais barata é de 20%, representando R$ 75,80 (setenta e cinco reais e oitenta centavos).

Cesta básica do natalense sobe 0,58% em junho

Pesquisa realizada pelo Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal), verificou um aumento médio de 0,58% no mês de junho na cesta básica comercializada nos supermercados e hipermercados de Natal, em em relação ao mês de maio/12. Nos mercadinhos a variação foi maior do que nas grandes redes: 3,67%, em comparação ao mês de maio/2012. Na última semana de junho, a cesta básica subiu 0,37% em Natal.

O custo médio da cesta básica para consumo mensal de uma família de seis pessoas – quatro adultos e duas crianças – que estava em R$ 399,20 no final de maio/2012, fechou o mês de junho em R$ 401,50.

A pesquisa foi realizada pelo Procon Natal, que é um órgão vinculado à Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social da Prefeitura Municipal do Natal, junto a seis (06) supermercados e seis (06) hipermercados da capital, incluindo quarenta (40) itens básicos de alimentação e limpeza, dos quais vinte e sete (27) subiram em junho/2012 e treze (13) sofreram redução.

Em junho/2012 os produtos industrializados e semielaborados – na média – praticamente permaneceram estáveis (variação média de 0,01%), enquanto os hortifrútis subiram 6,53%. Já os produtos de higiene e limpeza caíram 0,27%.

Os maiores aumentos de junho ocorreram na batata comum (subiu 20,4%), alface (+19,4%), repolho branco (+17,4%), ovos brancos grandes (+15,5%), filé de merluza congelado (+12,8%), tomate (+11,5%) e leite pasteurizado tipo C (+10,0%).

Por outro lado, dentre os produtos que apresentaram redução de preço em junho, destaque para a água sanitária (caiu 9,4%), pão francês (-8,6%), sabão em barra (-8,3%), fubá pré-cozido (-7,5%), café moído (-6,2%), frango congelado (-5,1%) e carne bovina de 2ª (-3,7%).

Feijão Carioquinha subiu 57% em seis meses

Comparando o custo atual da cesta básica (R$ 401,50) com o vigente em dezembro de 2011 (R$ 386,32), a pesquisa do Procon Natal constata aumento médio acumulado de 3,93% nos seis primeiros meses de 2012. A maior variação ocorreu nos legumes, frutas e verduras (subiram 24,5%), seguido pelos produtos de higiene e limpeza (+4,9%) e pelos produtos industrializados e semielaborados (+2,00%).

Registre-se que nos últimos doze meses (junho/2011 a junho/2012), a cesta básica do natalense ficou 8,5% mais cara: os produtos industrializados e semielaborados acumulam alta de 8,9%, os produtos de higiene e limpeza subiram 5,2%, e os hortifrútis subiram 5,8%.

Isoladamente, os produtos que mais subiram em 2012 foram: jerimum leite (está 77,0% mais caro), feijão carioquinha tipo 1 (subiu 57,3% em 2012), batata doce (+34,0%), macaxeira (+31,0%), repolho branco (+31,0%), alface (+28,1%) e batata comum (+26,7%). Além desses, destaque também para o aumento de 24,0% nos ovos brancos grandes, de 22,0% na farinha de mandioca e de 18,9% no leite pasteurizado tipo C.

Nos mercadinhos, aumento da cesta chegou a 3,67% em junho

Nos supermercados localizados nos bairros de Natal (os chamados “mercadinhos”), a cesta básica registrou aumento médio de 3,67% em junho/2012, em relação ao mês de maio. Nos seis primeiros meses de 2012 (janeiro a junho) a cesta básica acumula alta de 6,91%, quase o dobro do índice verificado nas grandes redes.

Em junho os hortifrútis subiram, em média, 12,5%, os produtos industrializados e semielaborados subiram 3,1%, e os produtos de higiene e limpeza, +0,28%.

Foram pesquisados doze (12) mercadinhos localizados em diversos bairros de Natal (Alecrim, Cidade Satélite, Neópolis, Pirangi, Planalto, Pajuçara, Panatis, Nova Descoberta, Capim Macio, Centro e Rocas). Dos quarenta (40) itens pesquisados pelo Procon Natal, trinta (30) subiram em junho e dez (10) sofreram redução.

Custo da cesta básica por estabelecimento

Segundo ponderação dos técnicos do Procon Natal, a cesta básica mais barata, na última semana de junho/2012, entre os supermercados e hipermercados, era a do Supermercado Servebem – Cidadeda Esperança (R$ 370,93). Entre os mercadinhos a cesta básica mais barata era a do Supermercado Cristovão – Centro (R$ 384,41).

Comparando o custo médio da cesta básica nos três tipos de estabelecimentos, o Procon Natal conclui que a cesta básica mais barata é a dos mercadinhos (R$ 405,37), seguido pelos supermercados (R$ 387,28) e pelos hipermercados (R$ 415,73).

Procon registra alta na cesta básica do natalense

A cesta básica comercializada nos supermercados e hipermercados de Natal acumula alta de 2,81% nos três primeiros meses de 2012. Em janeiro a cesta básica havia registrado aumento médio de 1,88% em relação à última semana de dezembro de 2011. Em fevereiro a cesta básica apresentou redução média de 0,69%. Já em março a cesta básica voltou a apresentar aumento (1,61%, em média). O custo médioda cesta básica para consumo mensal de uma família de seis pessoas – quatro adultos e duas crianças – que estava em R$ 386,32 no final de dezembro de 2011, passou para R$ 393,57 em janeiro deste ano, caiu para R$ 390,87 em fevereiro e, agora, no final de março, custava R$ 397,18.

A pesquisa é realizada semanalmente pelo Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal) órgão vinculado à Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social da Prefeitura Municipal do Natal, junto a seis (06) supermercados e seis (06) hipermercados da capital. No primeiro trimestre de 2012, dos quarenta (40) itens básicos de alimentação e limpeza incluídos na pesquisa, vinte e nove (29) subiram, oito (08) sofreram redução e três – macarrão com sêmola, biscoito ‘cream cracker’ e creme dental de 50g – permaneceram estáveis.

Variação no primeiro trimestre

Os produtos industrializados e semielaborados subiram 2,45% no primeiro trimestre de 2012, os produtos de higiene e limpeza subiram 5,15% e os legumes, frutas e verduras, também subiram 5,15%.

Os maiores aumentos nos três primeiros meses de 2012 foram observados no feijão carioquinha tipo 1 (subiu 35,8% em 2012), seguido pelojerimum leite (+26,1%), cebola pera (+19,7%), batata doce (+19,1%), laranja pera (18,6%), água sanitária (+10,2%) e leite pasteurizado tipo C (+9,7%), dentre outros.

Por outro lado, dentre os oito (08) itens que apresentaram variação negativa, destaque para o tomate (caiu 20,3%), sal refinado (-10,2%), filé de merluza congelado (-7,9%) e carne de sol de 1ª (-7,4%).

Custo de vida fica mais caro em Natal. Natalense gasta R$ 201,68 para comer só o essencial

O Índice de Preços ao Consumidor – IPC da cidade do Natal, calculado pelo IDEMA, através da Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos – CES, registrou para o mês de janeiro de 2012 uma variação positiva de 0,49% em relação ao mês de dezembro de 2011.

Com o resultado, a variação no ano ficou em 0,48%, nos últimos doze meses atingiu 5,81% e 276,56% desde o início do Plano Real.

O grupo Alimentação e Bebidas, que responde por 32,43% do índice geral em termos de participação no orçamento familiar, apresentou aumento de 0,96% em relação a dezembro de 2011.

Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Aves e Ovos (5,12%), Tubérculos, Raízes e Legumes (4,55%), Bebidas e Infusões (3,80%), Cereais, Leguminosas e Oleaginosas (3,60%) e Frutas (2,20%).

Os grupos Educação e Despesas Pessoais também apresentaram variação positiva, registrando alta de 2,31% e 0,54%, respectivamente.

No primeiro grupo, os itens que mais subiram foram: Cursos (5,24%) e Leitura (4,72%). No segundo, a alta se deu em função do aumento nos itens Recreação (0,73%), Fumo (0,67%) e Serviços Pessoais (0,51%).

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