Economia

Com alimentos e bebidas liderando alta, Índice de Preços ao Consumidor(IPC) aumenta em agosto em Natal; veja produtos que mais ‘pesaram’ no bolso

Dos treze produtos que compõem a cesta, oito tiveram variação positiva como o café, açúcar, margarina, farinha, legumes, leite e feijão. Foto: Sandro Menezes

O Índice de Preços ao Consumidor – IPC, da cidade do Natal, calculado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – Idema, através da Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos – CES registrou no mês de agosto de 2021, aumentou 0,67%, em relação ao mês anterior. Com este resultado, a variação no ano ficou em 5,13%, já nos últimos doze meses (Setembro/2020 a Agosto/2021) atingiu 8,55% e 547,88% desde o início do Plano Real.

O grupo Alimentação e Bebidas, que responde por 32,43% do índice geral em termos de participação no orçamento familiar, apresentou uma variação positiva de 1,05% em relação ao mês anterior. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Farinhas, Féculas e Massas (5,84%), Bebidas e Infusões (4,44%), Açúcares e Derivados (3,62%), Tubérculos, Raízes e Legumes (3,07%), Óleos e Gorduras (2,45%) e Sal e Condimentos (2,41%).

O setor de Transporte apresentou neste período uma variação positiva de 0,63% em função do aumento de preços nos seguintes itens: Veículo Próprio (1,17%) e Transporte Público (0,76%).

O grupo artigos de residência apresentou uma variação positiva de 0,54%. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Cama, Mesa e Banho (1,39%), Eletrodomésticos e Equipamentos (1,29%), TV, Som e Informática (0,74%) e Utensílios e Enfeites (0,69%).

INFLAÇÃO NATAL

Agosto de 2021

Variação no mês: 0,67%

Variação no ano: 5,13%

IPC

Janeiro – 0,57%

Fevereiro – 0,49%

Março – 0,79%

Abril – 0,62%

Maio – 0,43%

Junho – 0,53%

Julho – 0,92%

Agosto – 0,67%

Opinião dos leitores

  1. O mito está tomando, discretamente, o dinheiro dos otários que tem recursos na poupança. A garfada só neste ano vai ser de quase 10%. De outra forma, para o gado entender, a grana que vc tinha guardada, compra 10% menos produtos do que um ano atrás.

    1. Pelo menos não tá com arrumado com construtoras com sub faturamentos em obras inacabadas e nem secando a Petrobras, caixa, bb e bndes.

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Economia

DO CAFÉ AO AÇÚCAR E A FARINHA: Cesta básica registra alta em Natal em agosto; veja produtos com aumentos mais elevados

O custo da Cesta Básica na cidade do Natal, em agosto de 2021, teve uma variação positiva de 0,68% em relação ao mês anterior. O levantamento é do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema).

De acordo com o órgão, nas despesas com os produtos essenciais, o custo com a Alimentação por pessoa foi de R$ 479,49. Para uma família constituída por quatro pessoas, esse valor alcançou R$ 1.917,96. Se a essa quantia fossem adicionados os gastos com Vestuário, Despesas Pessoais, Transportes etc., o dispêndio total seria de R$ 5.914,26.

VEJA MAIS: Com alimentos e bebidas liderando alta, Índice de Preços ao Consumidor(IPC) aumenta em agosto em Natal; veja produtos que mais ‘pesaram’ no bolso

O Idema ainda destaca que dos treze produtos que compõem a Cesta Básica, oito tiveram variação positiva: café (8,32%), açúcar (7,56%), margarina (7,52%), farinha (6,32%), legumes (5,21%), leite (4,41%), tubérculos (1,38%) e feijão (1,24%). As variações negativas ocorreram em cinco produtos restantes: Óleo (-2,46%), Carne de Boi (-1,39%), Frutas (-1,19%), Pão (-0,78%) e Arroz (-0,49%).

 

Opinião dos leitores

  1. O que o pobre habitante natalense ganha mal garante o dinheiro para comprar bebida,comida e remédio cotidiano,o perfume,o vestuario e o calçado,o celular,o natalense só pode comprar através da divisão em várias parcelas,(os não funcionários públicos)a maioria dos trabalhadores locais são sub-empregados ou ganham um salário mínimo,a sorte da economia natalense é a renda do funcionálismo público municipal, estadual e federal; principalmente por militares e bancários que fazem movimentar o setor comercial e de serviços e a indústria imobiliária que fazem com que a renda domiciliar dos natalenses ultrapasse o valor numérico de renda familiar de 4.000,00 se não fosse a renda dos funcionários públicos ativos, aposentados e pensionistas essa cidade seria uma cidade de pessoas paupérrimas ao estilo social e econômico africano e a cidade do Natal que é também movida financeiramente pelo setor turístico notadamente dominado por empresários forasteiros dos estados da Paraíba,Pernambuco e do Ceará,de São Paulo e do Rio de Janeiro e de outros estados brasileiros e por empresários internacionais que pagam ao pobre trabalhador manual um salário mínimo e o gerente no máximo um,dois ou três salários mínimos,o habitante natalense sobrevive sempre “aperriado”ou apertado financeiramente e na aparência das boas condições financeiras e sociais.
    O carro novo está se tornando cada dia mais difícil e caro para compra-lo e a casa ou apartamento está se tornando impossível para mais de 80 ou 90%dos casais jovens comprarem a casa ou apartamento dentro da cidade do Natal,os casais jovens majoritariamente só conseguem comprar a casa ou apartamento próprio em cidades vizinhas como Parnamirim,São Gonçalo,Ceará Mirim,Extremoz,Macaiba.

    1. A élite de funcionarios publicos de Natal sempre moravam em bairros como cidade alta, petrópolis e tirol,no Alecrim:nas vilas militares onde moravam os oficiais e os praças, e, no bairro Vermelho;parte do antigo bairro da jaguarari e depois os funcionarios públicos passarão a morar nos novos conjuntos habitacionais contruidos para abriga-los, hoje a maior parte dos bairros da zona sul de Natal os bairros de Lagoa Nova: mirassol, potilandia. Candelaria, Pitimbu: cidade satelite e bancarios. Neopolis: pirangi, jiqui e em Ponta negra; no conjunto Ponta negra e na Zona Norte nos bairros/conjuntos panatis e Santa Catarina.
      Parte da elite de servidores públicos e dos micro e pequenos e medios empresarios passarão a morar depois nos años 90 e 2000 em condominios fechados e parte migrou para o Bairro de Nova Parnamirim em Parnamirim.

  2. Olhaí! no tempo do PT, pelo menos o pobre podia comer. Hoje até a classe B tá chupando a sola da chinela pra enganar a fome…

  3. E vamos sai na rua atrás descer crápula desse mitômaniaco matando a todos de fome rebanho de bestas agora blogueiro peço a vc poste meu comentário já que sou seu leitor por favor não misture sua paixão pelo genocídio. Não seja profissional e poste nossos comentários se somos contrários seus pensamentos em relação ao rei das rachadinhas mais primeiro observe que somos seus leitores se vá pedir pinico a seu presidente possa ser que ele lê de um cargo pra vc não morre de fome também

  4. Isso não interessa, nem a bôbolsonaro nem a ninguém, melhor xingar os ministros que estão com os processos das práticas ilícitas dos filhos e familiares do presidente, e da mídia fake também do mito. Nem devemos também falar do estelionato eleitoral, cujas promessa era banir os corruptos do Brasil, hoje estamos no reino da Impunidade e o centrão com as chaves dos cofres brasileiros, sob a orientação do temer, sem mencionar na paralisação da economia e o desemprego, com pitada da alta da inflação, mas isso não nos interessa, vamos é pra o conflito, taoquei?

    1. Saudade do seu verme ladrao condenado Lula? Se mude para o paraíso Venezuela ou Cuba

    2. Brasil, sou Bolsonaro, o foco é o conflito, o resto é apenas um detalhe. Sabe da próxima bomba? Ou quer que desenhe? Taokei!

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Diversos

Em Natal, Índice de Preços ao Consumidor e Cesta Básica aumentam no mês de julho

Dos treze produtos que compõem a Cesta Básica, onze tiveram variação positiva como o açúcar, óleo, leite e legumes que fazem parte do cardápio diário do potiguar. (Foto: Ilustrativa).

O Índice de Preços ao Consumidor – IPC, da cidade do Natal, calculado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – Idema, através da Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos – CES registrou no mês de julho de 2021, aumentou 0,92%, em relação ao mês anterior. Com este resultado, a variação no ano ficou em 4,43%, já nos últimos doze meses (Agosto/2020 a Julho/2021) atingiu 8,14% e 543,58%, desde o início do Plano Real.

O grupo Alimentação e Bebidas, que responde por 32,43% do índice geral em termos de participação no orçamento familiar, apresentou uma variação positiva de 1,94% em relação ao mês anterior. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Carne, Peixes Industrializados (5,84%), Óleos e Derivados (5,59%), Açúcares e Derivados (5,52%), Farinhas, Féculas e Massas (5,18%), Pescados (5,16%), Panificados (2,88%) e Alimentação Fora do Domicílio (2,80%).

O setor de Transporte apresentou neste período uma variação positiva de 1,20% em função do aumento de preços nos seguintes itens: Combustíveis (Veículos) (3,28%) e Veículo Próprio (0,72%).

Outra variação positiva foi detectada no grupo Vestuário que apresentou 0,92%. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Roupa Masculina (1,43%), Roupa Feminina (1,11%), Calçados e Acessórios (0,86%) e Roupa Infantil (0,70%).

De acordo com o coordenador do CES do Idema, Azaías Oliveira, nos últimos meses temos verificado a elevação de preços em produtos que fazem parte do nosso dia a dia. “Para enfrentar estes custos, deixamos a sugestão para o consumidor pesquisar, antes de efetivar suas compras”, destacou.

Cesta Básica:

O custo da Cesta Básica na cidade do Natal, em julho de 2021, teve uma variação positiva de 1,21% em relação ao mês anterior.

Nas despesas com os produtos essenciais, o custo com a Alimentação por pessoa foi de R$ 476,25. Para uma família constituída por quatro pessoas, esse valor alcançou R$ 1.905,00. Se a essa quantia fossem adicionados os gastos com Vestuário, Despesas Pessoais, Transportes etc., o dispêndio total seria de R$ 5.874,30.

Dos treze produtos que compõem a Cesta Básica, onze tiveram variação positiva:

Açúcar (8,88%), Óleo (7,78%), Leite (6,52%), Legumes (4,08%), Farinha (3,84%), Café (3,78%), Frutas (1,39%), Carne de Boi (1,38%), Margarina (0,93%), Pão (0,90%) e Arroz (0,26%). As variações negativas ocorreram em dois produtos restantes: Tubérculos (-3,61%) e Feijão (-2,79%).

INFLAÇÃO NATAL

Julho de 2021

Variação no mês: 0,92%

Variação no ano: 4,43%

IPC

Janeiro – 0,57%

Fevereiro – 0,49%

Março – 0,79%

Abril – 0,62%

Maio – 0,43%

Junho – 0,53%

Julho – 0,92%

 

Opinião dos leitores

  1. Fique em casa que a economia a gente vê depois. O resultado está aí. O presidente Bolsonaro sempre esteve certo.

  2. Meu caro Macros,se eu fosse vc teria vergonha de vim aqui falar tanta bobagens,pois bem,vamos lá,a quadrilha que vc tanto idolatra passou décadas surrupiando a nação,roubando e matando a milhares e milhares de brasileiros,pois o dinheiro desses roubos deixaram de salvar muitas vidas,então os tornaram GENOCIDAS,agora vejo um medíocre como vc vim aqui querer colocar esses bandidos em um pedestal,ora vá arrumar uma lavagem de roupa que é bem melhor.Vc deve fazer parte daquele que perderam alguma boquinha na ORCRIM comandada pelo PT.

    1. Rapaz eu só dos que perdi familiares da covid19 pois seu idolatrado presidente só agi pra compra as vacinas depois que Lula vai ganhar em 1 turno se aperriou e começou a compra e tenho familiares principalmente da zona rural passando fome certo e posto o que eu quero pois como vc também sou leitor desse blog viu

  3. Obrigado genocida e obrigado aos babacas que o seguem bando de analfabetos e rebanho de gado sem noção

    1. Não só o agente, como também o técnico, o professor, o gari, o estudante…

    2. Esse usa argola de ferro na venta, pesada… e a galhada já tomou conta do mini-cérebro!
      Gado imundo desses, suando a tanga pra comer coxão duro pelo menos 1 vez por semana e achando bom, um escárnio como esse.

    3. Gado véi, pq vc acha que a inflação só está aumentando no RN é? Aumente a ração de capim cloroquinado pra continuar acreditando no MINTO das rachadinhas…

    4. Enquanto isso o RN bate recordes de arrecadação. O governo estadual nada faz para baixar os preços dos alimentos e combustíveis !!! Só sabe terceirizar a culpa.

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Economia

Natal aparece entre as capitais que mais acumularam aumentos na cesta básica no 1º semestre, aponta Dieese

Foto: EBC

Em junho, o custo da cesta básica caiu em nove das 17 capitais brasileiras analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, feita mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Nas demais capitais analisadas na pesquisa, o custo da cesta básica subiu.

As maiores altas foram registradas em Fortaleza (1,77%), Curitiba (1,59%) e Florianópolis (1,42%). Já as maiores quedas ocorreram em Goiânia (-2,23%), São Paulo (-1,51%), Belo Horizonte (-1,49%) e Campo Grande (-1,43%).

No mês de junho, a cesta básica mais cara do país era a de Florianópolis, onde o custo médio dos produtos que compõem a cesta chegavam a R$ 645,38. A cesta mais barata era a de Salvador, onde o custo médio era de R$ 467,30 em junho.

Considerando o primeiro semestre de 2021, dez capitais brasileiras acumularam aumentos no custo da cesta. Curitiba foi a capital onde houve o maior acúmulo, 14,47%, seguida por Natal, com 9,03%. Também ocorreram aumentos em Florianópolis, Porto Alegre, Vitória, Fortaleza, Belém, João Pessoa, Recife e Aracaju.

Nas demais capitais, o custo da cesta básica teve redução no primeiro semestre, com Belo Horizonte acumulando a maior baixa, -6,42%. Também ocorreram baixas em Salvador, Goiânia, Campo Grande, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Com base na cesta mais cara em junho, que foi a de Florianópolis, o Dieese estimou que o salário mínimo deveria ser equivalente a R$ 5.421,84, valor que corresponde a 4,93 vezes o piso nacional vigente, de R$ 1.100,00.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

    1. Vixe, sou de carne e osso kkk.
      Já disseram que eu sou o alter ego do BG. Só faltam dizer que eu tenho um caso, Votz.

  1. Aqui devido, a falta de sensibilidade da Governadora, que diante de uma crise, poderia diminuir o ICMS e o ISS , não fez e ainda prejudicou quem queria trabalha. Fecha tudo, a economia a gente ver depois.
    Tai o resultado.

    1. Deixa de conversar besteira: tem outros 14 Estados que tem a mesma alíquota de ICMS daqui ou até maior … O governo de Fátima eh ruim mas o do MINTOmaníaco das rachadinhas eh bem pior! Vai dizer que o preço da gasolina só eh alto aqui no RN Tb?

    2. Exato Calígula, ainda temos a gasolina mais cara de todo nordeste.
      Continue falando a verdade que isso fere de morte os adoradores de corruptos. Quem vive apoiado nas narrativas criadas nos porões fedorentos da política é que deve analisar sua opiniões desnecessárias e destoantes. Querer comparar o governo do RN com o governo federal é o mesmo que beber um vinho em garrafa de plástico e comparar com um legítimo siciliano reserva, dizendo que tem o mesmo sabor.

    3. Mané fulera e suas babaquices. Vai procurar o que fazer Otário despeitado.

    4. “….. poderia diminuir o ICMS e o ISS” .
      Estude um pouquinho mais, caro leitor: O ISS é um Imposto de competência M.U.N.I.C.I.PA.L, kkkkkkkkkk.

    5. Esse ant é PHD em babaquice.
      Tá é municipal né??
      Então não precisa pagar???
      Carga grande de impostos pra cima de quem trabalha, e tem mais, a culpa é de GD que vive aumentando as pautas a cada 15 dias.
      Ei ant.
      Ei disse de quem trabalha, me parece que não é o teu caso.
      Vc vive de conversar miolo de pote o dia inteiro.
      Rsrsrs….

    6. Paulo vc tá comendo muito capim cloroquinado omi… Deixe disso para não terminar de corroer seus poucos neurônios… Aí quando vc parar de ser tão GADO, pesquise sobre o valor da alíquota de ICMS dos Estados talkei!

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Economia

Enquanto custo da cesta básica caiu em 12 capitais em março, Natal registrou uma das mais altas, aponta Dieese

Foto: EBC

Em março, o custo da cesta básica caiu em 12 das 17 capitais brasileiras que são analisadas na Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

As maiores reduções foram observadas em Salvador (-3,74%), Belo Horizonte (-3,11%), Rio de Janeiro (-2,74%) e São Paulo (-2,11%). Já a maior alta foi observada em Aracaju (5,13%), seguida por Natal (2,83%), Curitiba (0,77%), Belém (0,55%) e Campo Grande (0,26%).

No mês passado, a capital que teve a cesta básica mais cara do país foi Florianópolis. Nessa capital, o custo médio dos produtos que compõem a cesta básica foi estimado em R$ 632,75. A capital com a cesta mais barata em março foi Salvador, com custo médio estimado em R$ 461,28.

Com base no preço da cesta básica de Florianópolis, a mais cara observada pela pesquisa, o Dieese estimou que o salário mínimo necessário para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, seria de R$ 5.315,74, o que corresponde a 4,83 vezes o valor vigente, de R$ 1.100,00.

Agência Brasil

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Economia

Índice de Preços ao Consumido e Cesta Básica aumentam no mês de fevereiro em Natal

Foto: Ilustrativa

O custo com alimentação por pessoa foi de R$ 453,34. Para uma família constituída por quatro pessoas, esse valor alcançou R$ 1.813,36.

O Índice de Preços ao Consumidor – IPC, da cidade do Natal, calculado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – Idema, através da Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos – CES, registrou no mês de fevereiro, uma variação positiva de 0,49% em relação ao mês anterior. Com este resultado, a variação no ano ficou em 1,06%, nos últimos doze meses (março/2020 a fevereiro/2021) atingiu 5,75% e 522,82% desde o início do Plano Real.

O grupo Alimentação e Bebidas, que responde por 32,43% do índice geral em termos de participação no orçamento familiar, apresentou uma variação positiva de 0,45% em relação ao mês anterior. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Hortaliças e Verduras (7,87%), Aves e Ovos (2,88%), Panificados (2,10%), Enlatados e Conservas (1,64%), Carne, Peixes Industrializados (1,20%) e Tubérculos, Raízes e Legumes (1,16%).

O grupo Transporte apresentou neste período uma variação positiva de 1,49% em função do aumento de preços nos seguintes itens: Combustíveis (Veículos) (3,53%), Veículo Próprio (1,29%) e Transporte Público (0,67%). O grupo Educação apresentou uma variação positiva de 1,10%. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Leitura (2,27%), Papelaria (1,07%), Cursos Diversos (0,74%) e Cursos (0,32%).

Cesta Básica:

O custo da Cesta Básica teve uma variação positiva de 1,20% em relação ao mês anterior. Dos treze produtos que compõem a Cesta Básica, nove tiveram variação positiva: Óleo (15,37%), Pão (3,43%), Tubérculos (1,80%), Açúcar (1,41%), Frutas (1,33%), Carne de Boi (0,88%), Legumes (0,86%), Margarina (0,46%), e Feijão (0,32%). As variações negativas ocorreram em quatro produtos: Farinha (-3,16%), Leite (-2,33%), Arroz (-0,74%) e Café (-0,53%).

As despesas com os produtos essenciais, o custo com a Alimentação por pessoa foi de R$ 453,34. Para uma família constituída por quatro pessoas, esse valor alcançou R$ 1.813,36. Se a essa quantia fossem adicionados os gastos com Vestuário, Despesas Pessoais, Transportes etc., o dispêndio total seria de R$ 5.591,72.

INFLAÇÃO NATAL

Fevereiro de 2021

Variação no mês: 0,49%

Variação no ano: 5,75%

Opinião dos leitores

  1. Lula vai voltar . A situação vai melhorar . O roubo vai aumentar e a turma de cima vai enricar . O resto já esta´ e vai se lascar muito mais. EITA BRASIL VEIO DE GUERRA.

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Economia

Índice de Preços ao Consumidor e Cesta Básica aumentam no mês de janeiro em Natal

O Índice de Preços ao Consumidor – IPC, da cidade do Natal, calculado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – Idema, através da Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos – CES, registrou no mês de janeiro, uma variação positiva de 0,57% em relação ao mês anterior. Com este resultado, a variação no ano ficou em 0,57%, nos últimos doze meses ( Fevereiro/2020 a Janeiro/2021) atingiu atingiu 5,54% e 519,79% desde o início do Plano Real.

O grupo Alimentação e Bebidas, que responde por 32,43% do índice geral em termos de participação no orçamento familiar, apresentou uma variação positiva de 0,69% em relação ao mês anterior. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram:Óleos e Gorduras(3,28%), Frutas(2,49%), Leites e Derivados(2,34%), Bebidas e Infusões(2,10%), Panificados(1,74%) e Enlatados e Conservas(1,58%).

O grupo Transporte apresentou neste período uma variação positiva de 1,57%em função do aumento de preços nos seguintes itens:Combustíveis (Veículos)(2,85%)e Veículo Próprio (2,49%).O grupo Habitação apresentou uma variação positiva de 0,44%.Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Aluguel e Taxas (1,39%) e Artigos de Limpeza(0,66%).

Cesta Básica:

O custo da Cesta Básica teve uma variação positiva de 0,04% em relação ao mês anterior. Dos produtos que compõem a Cesta Básica, sete tiveram variação positiva: Tubérculos (4,58%), Óleo(4,39%), Farinha(4,00%), Arroz(2,19%), Café(1,87%), Leite(1,58%) e Frutas (0,98%). As variações negativas ocorreram em dois produtos restantes: Legumes(-3,69%), Pão (-1,60%), Carne de Boi (-1,30%), Margarina (-0,99%), Feijão (-0,52%) e Açúcar (-0,32%).

O custo com alimentação por pessoa foi de R$ 447,98. Para uma família constituída por quatro pessoas, esse valor alcançou R$ 1.791,92. Se a essa quantia fossem adicionados os gastos com Vestuário, Despesas Pessoais, Transportes, dentre outros o dispêndio total seria de R$ 5.525,60.

INFLAÇÃO NATAL

Janeiro de 2021

Variação no mês: 0,54%

Variação no ano: 5,54%

IPC MENSAL – 2021

Jan 0,57%

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Economia

Dieese: valor da cesta básica cai 0,94% em janeiro em Natal; em termo percentual, maior redução do preço no país

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) detalha, com informações da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada nesta segunda-feira (8), que o preço da cesta básica caiu 0,94% no último mês de janeiro em Natal em comparação com o mês de dezembro de 2020. O valor atualmente está em R$ 454,49. Um mês atrás, ela custava R$ 458,79. Em termo percentual, a capital potiguar teve maior redução do preço em todo o Brasil, considerando as 17 capitais que são analisadas.

Entre todas as cidades em que acontece a pesquisa, Natal tem também o segundo menor preço final da cesta básica, ficando atrás apenas de Aracaju, que em janeiro teve o preço médio de R$ 450,84. A mais cara estava em São Paulo, custando R$ 654,15.

Os principais produtos que contribuíram com a queda dos valores em Natal foram o leite (-6,48%), café (-3,46), pão (-2,65%), carne (-2,41%), óleo (1,15%), farinha (-1,03%) e arroz (-0,19%). Outros produtos, no entanto, registraram aumento: tomate (3,92%), feijão (3,22%), banana (2,23%), manteiga (1,63%) e açúcar (0,98%).

Com acréscimo de informações do G1-RN

Opinião dos leitores

  1. Eu não vim cair nada na inflação faço feira todos meses pelo contrário está tudo mais caro principalmente carne e frango

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Economia

Índice de Preços ao Consumidor(IPC) e Cesta Básica aumentam no mês de setembro em Natal

O Índice de Preços ao Consumidor – IPC, da cidade do Natal, calculado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – Idema, através da Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos – CES, registrou no mês de setembro, uma variação positiva de 0,51% em relação ao mês anterior. Com este resultado, a variação no ano ficou em 2,89%, nos últimos doze meses (Outubro/19 a Setembro/2020) atingiu atingiu 4,27% e 499,88% desde o início do Plano Real.

O grupo Alimentação e Bebidas, que responde por 32,43% do índice geral em termos de participação no orçamento familiar, apresentou uma variação positiva de 0,91% em relação ao mês anterior. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Óleos e Gorduras (7,43%), Carnes (7,31%), Carnes, Peixes e Industrializados (4,59%), Leites e Derivados (3,60%), Pescados (2,18%) e Açúcares e Derivados (2,16%).

O grupo Artigos de Residência apresentou neste período uma variação positiva de 0,77% em função do aumento de preços nos seguintes itens: Utensílios e Enfeites (1,45%), Mobiliário (1,12%) e Cama, Mesa e Banho (0,48%). O grupo Comunicação apresentou uma variação positiva de 0,44%. O item que mais contribuíram para esse aumento de preço foi: TV a Cabo (0,22%).

Cesta Básica:

O custo da Cesta Básica teve uma variação positiva de 0,33% em relação ao mês anterior. Dos produtos que compõem a Cesta Básica, nove tiveram variação positiva: Arroz (14,31%), Óleo (4,99%), Carne de Boi (3,21%), Margarina (3,17%), Feijão (1,69%), Frutas (1,64%), Pão (1,11%), Açúcar (0,94%) e Farinha (0,72%). As variações negativas ocorreram em quatro produtos restantes: Tubérculos (-11,02%), Legumes (-6,11%), Café (-0,91%) e Leite (-0,65%).

O custo com alimentação por pessoa foi de R$ 411,32. Para uma família constituída por quatro pessoas, esse valor alcançou R$ 1.645,28. Se a essa quantia fossem adicionados os gastos com Vestuário, Despesas Pessoais, Transportes, dentre outros o dispêndio total seria de R$ 5.073,42.

INFLAÇÃO NATAL

Setembro de 2020

Variação no mês: 0,51%

Variação no ano: 2,89%

IPC MENSAL – 2020

Jan 0,72%

Fev 0,29%

Mar 0,51%

Abr 0,03%

Mai -0,23%

Jun 0,32%

Jul 0,42%

Ago 0,28%

Set 0,51%

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Economia

Índice de Preços ao Consumidor(IPC) e Cesta Básica de Natal registram alta em junho

O Índice de Preços ao Consumidor – IPC, da cidade do Natal, calculado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – Idema, através da Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos – CES, registrou no mês de junho, uma variação positiva de 0,32% em relação ao mês anterior. Com este resultado, a variação no ano ficou em 1,65%, nos últimos doze meses (julho/19 a junho/2020) atingiu 3,33% e 492,64% desde o início do Plano Real.

O grupo Alimentação e Bebidas, que responde por 32,43% do índice geral em termos de participação no orçamento familiar, apresentou uma variação positiva de 0,40% em relação ao mês anterior. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Óleos e Gorduras (4,37%), Cereais, Leguminosas e Oleaginosas (3,41%), Enlatados e Conservas (2,38%), Carnes (2,03%), Frutas (1,78%) e Bebidas e Infusões (1,76%).

Já o grupo Artigos de Transporte apresentou neste período uma variação positiva de 1,18% em função do aumento de preços nos seguintes itens: Combustíveis (Veículos) (5,59%). O grupo Despesas Pessoais apresentou uma variação positiva de 0,22%. O item que mais contribuiu para esse aumento de preço foi: Recreação (0,44%).

Cesta Básica:

O custo da Cesta Básica teve uma variação positiva de 0,77% em relação ao mês anterior. Dos treze produtos que compõem a Cesta Básica, nove tiveram variação positiva: Arroz (8,27%), Açúcar (4,66%), Margarina (4,40%), Tubérculos (3,37%), Feijão (3,04%), Frutas (3,00%), Farinha (2,21%), Carne de Boi (1,46%) e Café (0,20%). As variações negativas ocorreram nos quatro produtos restantes: Legumes (-13,32), Óleo (-2,83%), Leite (-0,96%) e Pão (-0,32%).

O custo com alimentação por pessoa foi de R$403,02. Para uma família constituída por quatro pessoas, esse valor alcançou R$ 1.612,08. Se a essa quantia fossem adicionados os gastos com Vestuário, Despesas Pessoais, Transportes, dentre outros o dispêndio total seria de R$ 4.971,04.

INFLAÇÃO NATAL

Junho de 2020

Variação no mês: 0,32%

Variação no ano: 3,33%

IPC MENSAL – 2020

Jan 0,72%

Fev 0,29%

Mar 0,51%

Abr 0,03%

Mai -0,23%

Jun 0,32%

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Economia

Enquanto em Natal o valor da cesta básica registra aumento, preço cai em junho em 10 capitais

Foto: © Tânia Rêgo/Agência Brasil

O valor da cesta básica caiu em junho, em 10 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Segundo levantamento divulgado hoje (6), a maior redução foi no Rio de Janeiro (8,23%), onde o conjunto de itens básicos ficou em R$ 512, 84. Em 12 meses, a cesta básica ainda acumula alta de 2,84% na capital fluminense.

Aracaju apresentou a maior alta no mês passado, 4,97%. No acumulado de janeiro a junho, os itens pesquisados pelo Dieese registram aumento de 19,34% e. em 12 meses, os preços subiram 9,6%. A cesta básica ficou mais cara também em Campo Grande (4,32%), Fortaleza (2,01%), Belém (0,11%), Brasília (2,12%), Natal (3%) e Salvador (2,16%).

A capital baiana tem a cesta mais barata do país (R$ 419,18).

Brasília é única das capitais pesquisadas que apresenta queda no valor da cesta básica em 12 meses, com retração de 0,98%. O conjunto de itens básicos custam R$ 450,45 na capital federal. No acumulado de janeiro a junho, a cesta registrou queda de 4,95% em Brasília.

São Paulo tem a cesta mais cara do país (R$ 547,03). Em junho, os produtos tiveram queda de 1,68%, mas nos últimos 12 meses a alta acumulada é de 9,04%.

O preço do tomate caiu em 15 cidades – em Vitória, a queda o valor foi de 55,89% e, no Rio de Janeiro, de 47,42%. A batata ficou mais barata em oito das dez capitais do Centro-Sul, com redução de 27,68% no preço médio no Rio de Janeiro e de 3,3% em São Paulo.

A ceta básica também ficou mais barata em junho em Florianópolis (1,35%), Porto Alegre (1,20%), Curitiba (4,75%), Vitória (6,84%), Goiânia (4,98%), Belo Horizonte (1,82%), Recife (3,58%) e João Pessoa (2,23%).

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Na nossa província, só comemos o que a elite dá. Basta ver os meios de comunicação de Rádio, TV, jornais e blogs.

  2. Os empresários do RN precisam ter vergonha na cara estão aumentando os preços se aproveitando do pobre consumidor, depois que criaram a quinta das frutas e verduras perderam a vergonha

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Diversos

Índice de Preços ao Consumidor – IPC e Cesta Básica apresentam aumento em Natal no mês de abril

FOTO: FREEPIK

O Índice de Preços ao Consumidor – IPC, da cidade do Natal, calculado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – Idema, através da Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos – CES, registrou no mês de abril, uma variação positiva de 0,03% em relação ao mês anterior. Com este resultado, a variação no ano ficou em 1,56%. Nos últimos doze meses (maio/19 a abril/2020) a variação atingiu 3,68% e 492,14% desde o início do Plano Real.

O grupo Alimentação e Bebidas, que responde por 32,43% do índice geral em termos de participação no orçamento familiar, apresentou uma variação positiva de 1,72% em relação ao mês anterior. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Tubérculos, Raízes e Legumes (17,42%), Hortaliças e Verduras (3,27%),Cereais, Leguminosas e Oleaginosas (2,87%), Sal e Condimentos (0,89%) e Açúcares e Derivados (0,07%).

Vestuário foi um grupo que apresentou neste período uma variação positiva de 0,15% em função do aumento de preços nos seguintes itens: Roupa Masculina (4,07%), Roupa Infantil (3,46%) e Roupa Feminina (1,96%). O grupo Saúde e Cuidados Pessoais apresentou uma variação positiva de 0,07%. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preço foram: Plano de Saúde e Higiene Pessoal (0,56%) e Higiene Pessoal (0,40%)

Cesta Básica:

O custo da Cesta Básica teve uma variação positiva de 2,94% em relação ao mês anterior. Dos treze produtos que compõem a Cesta Básica, dez tiveram variação positiva: Legumes (17,87%), Tubérculos (12,52%), Feijão (3,95%), Arroz (2,15%), Carne de Boi (1,42%), Farinha (1,36%), Leite (1,35%), Frutas (0,81%), Margarina (0,59%) e Café(0,35%). As variações negativas ocorreram nos três produtos restantes: Óleo (-14,19%), Açúcar (-3,60%) e Pão (-1,59%).

O custo com alimentação por pessoa foi de R$392,33. Para uma família constituída por quatro pessoas, esse valor alcançou R$ 1.569,32. Se a essa quantia fossem adicionados os gastos com Vestuário, Despesas Pessoais, Transportes, dentre outros, o dispêndio total seria de R$ 4.839,19.

INFLAÇÃO NATAL

Abril de 2020

Variação no mês: 0,03%

Variação no ano: 1,56%

IPC MENSAL – 2020

Jan 0,72%

Fev 0,29%

Mar 0,51%

Abr 0,03%

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Economia

Índice de Preços ao Consumidor e Cesta Básica apresentam aumento em Natal no mês de fevereiro

Foto: Divulgação

O Índice de Preços ao Consumidor – IPC, da cidade do Natal, calculado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – Idema, através da Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos – CES, registrou no mês de janeiro, uma variação positiva de 0,29% em relação ao mês anterior. Com este resultado, a variação no ano ficou em 1,02%, nos últimos doze meses (Fevereiro/19 a Janeiro/2020) atingiu 4,33% e 488,94% desde o início do Plano Real.

O grupo Alimentação e Bebidas, que responde por 32,43% do índice geral em termos de participação no orçamento familiar, apresentou uma variação positiva de 0,53% em relação ao mês anterior. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Tubérculos, Raízes e Legumes (8,23%), Cereais, Leguminosas e Oleaginosas (2,63%), Hortaliças e Verduras (1,21%), Farinhas, Féculas e Massas (1,14%), Açúcares e Derivados (1,03%) e Carnes e Peixes Industrializados (0,99%).

Já o grupo Educação apresentou neste período uma variação positiva de 1,94% em função do aumento de preços nos seguintes itens: Leitura (4,86%) e Cursos (4,10%). O grupo Vestuário apresentou uma variação positiva de 0,30%. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preço foram: Roupa Masculina (1,01%), Calçados e Acessórios (0,68%) e Roupa Infantil (0,66%).

Cesta Básica:

O custo da Cesta Básica teve uma variação positiva de 2,98% em relação ao mês anterior. Dos treze produtos que compõem a Cesta Básica, onze tiveram variação positiva: Leite (11,80%), Legumes (11,18%), Açúcar (6,11%), Margarina (5,44%), Tubérculos (2,75%), Arroz (2,69%), Café (2,24%), Carne de Boi (2,21%), Feijão (1,62%), Pão (1,33%) e Farinha (0,03%). As variações negativas ocorreram em dois produtos restantes: Óleo (-0,23%) e Frutas (-0,17%).

O custo com alimentação por pessoa foi de R$374,43. Para uma família constituída por quatro pessoas, esse valor alcançou R$ 1.497,72. Se a essa quantia fossem adicionados os gastos com Vestuário, Despesas Pessoais, Transportes, dentre outros o dispêndio total seria de R$R$ 4.618,40.

Opinião dos leitores

  1. É pouco credível que – num Estado minimamente sério – um órgão ambiental como o Idema possua atribuições tão elásticas.

  2. Amigo na matéria vem a explicação, o IDEMA faz o levantamento do índice de preços ao consumidor e o divulga, simples.

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Economia

Natal registra maior queda no preço da cesta básica em outubro – segundo valor mais barato entre as capitais pesquisadas, diz Dieese

Foto ILUSTRATIVA/ARQUIVO/CORREIODOESTADO

O portal G1-RN destaca que o mês de outubro registrou no custo da cesta básica em Natal uma queda de 3,03% em relação ao mês de setembro, a maior variação negativa entre 17 capitais. Os dados são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e foram divulgados na última quarta-feira (6).

Segundo o levantamento, o valor da cesta básica ficou em R$ 341,90, o segundo mais barato entre as capitais pesquisadas, perdendo apenas para a capital do Sergipe (R$ 325,01).

A  capital potiguar também fez parte das oito cidades que apresentaram queda nos preços dos itens básicos de alimentação. Aracaju (SE), João Pessoa (PB), Recife (PE), Belém (PA), Curitiba (PR), Vitória (ES) e São Paulo (SP).

O Dieese considera como itens da cesta básica: carne, leite, feijão, arroz, farinha, batata, tomate, pão francês, café em pó, banana, açúcar, banha ou óleo e manteiga. Segundo o relatório, foi observada tendência de queda nos preços da batata e da manteiga. Já as cotações do óleo de soja, da carne bovina de primeira e da farinha de trigo aumentaram na maior parte das cidades.

 

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Economia

Procon Natal constata redução significativa no preço da cesta básica

Foto: Divulgação

O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal – Procon Natal – identificou redução no preço médio da cesta básica no mês de agosto, nos principais estabelecimentos comerciais da cidade e constatou variação negativa pelo terceiro mês seguido.

Enquanto no mês passado nos hipermercados a pesquisa encontrou um preço médio de R$ 274,77, em julho era de R$ 275,33. Já nos mercadinhos enquanto tem agosto foi de R$ 249,01, no mês anterior a cesta básica custava R$ 251,97. Isso representa uma economia para o consumidor natalense de R$ 0,56 centavos de reais na cesta básica de um mês para o outro nas grandes redes de hipermercados e supermercado, e de R$ 2,96 na cesta básica dos mercadinhos.

Diante disso, o Núcleo de pesquisa comprova que a cesta básica do mercadinho é a melhor opção aos consumidores natalenses. O Procon identifica uma economia na cesta básica dos mercadinhos em relação aos hipermercados e das grandes redes supermercados de R$ 25,76, o que que representa uma variação de 10,34% no custo de uma para a outra.

O Instituto comprova, ainda, que no mês de agosto o poder de compra do trabalhador com o salário-mínimo para suprir as necessidades alimentares básicas de uma família de 4 (quatro) pessoas durante um mês, em relação à cesta básica tem um custo de 30,93% e isso representa 60,57 horas de trabalho no mês. Já nos mercadinhos esse custo no mês foi de 28,04% e em horas de trabalho é de 54,89.

A análise é feita pelo Núcleo de pesquisa na cesta básica dos natalenses em 40 (quarenta) itens divididos por grupos de: mercearia, açougue, hortifrúti, higiene e limpeza. Eles realizaram o levantamento nas quatro semanas de agosto junto a seis hipermercados, quatro supermercados, e dez supermercados de bairro, denominados de mercadinhos, contemplando as quatro zonas de Natal.

Para ver a pesquisa completa, você acessa www.natal.rn.gov.br/procon

 

Opinião dos leitores

  1. Por outro lado os preços dos combustível dispararam, subiu demais, estão lá em cima.
    O governo anunciou esse aumento? Alguma mídia noticiou o aumento dos preços nas refinarias?
    O litro de nossa gasolina chega a ser R$ 0,20 mais cara que o preço praticado em outros estados do nordeste. O RN não tem solução, continua perdendo terreno e deixando de evoluir pelas taxas mais altas e preços abusivos em quase todos os setores.

    1. FAMOSO ICMS DO NOSSO ESTADO QUE E MAIS ALTO DO QUE OS DEMAIS, POR ESSE MOTIVO A AMBEV TAMBEM DEIXOU O RN INDO PARA A PB.

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Economia

Preço da cesta básica diminui em Natal e mais 12 capitais, diz Dieese

Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

Em maio de 2019, o custo do conjunto de alimentos essenciais diminuiu em 13 capitais, conforme mostra resultado da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Diesse) em 17 cidades.

O preço médio da cesta em Natal apresentou queda de 0,98% em maio, em relação a abril. O custo foi de R$ 406,07. Dentre as 17 capitais pesquisadas, a potiguar ocupou a terceira posição entre os menores preços, ficando atrás de João Pessoa (PB) e Salvador (BA).

As quedas mais importantes foram observadas em Campo Grande (13,92%), Belo Horizonte (7,02%), Goiânia (-4,48%) e Rio de Janeiro (-4,39%). Os aumentos ocorreram em Florianópolis (1,17%), Aracaju (0,86%), Recife (0,20%) e Brasília (0,06%).

A capital com a cesta mais cara foi São Paulo (R$ 507,07), seguida por Porto Alegre (R$ 496,13) e Rio de Janeiro (R$ 492,93).

Com base na cesta mais cara que, em maio, foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Diesse estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário.

Em maio de 2019, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 4.259,90, ou 4,27 vezes o mínimo de R$ 998,00. Em abril de 2019, o piso mínimo necessário correspondeu a R$ 4.385,75, ou 4,39 vezes o mínimo vigente. Já em maio de 2018, o valor necessário foi R$ 3.747,10, ou 3,93 vezes o salário mínimo, que era de R$ 954,00.

Com informações do G1 e TNH1

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