Índice de Preços ao Consumidor(IPC) e Cesta Básica de Natal registram alta em junho

O Índice de Preços ao Consumidor – IPC, da cidade do Natal, calculado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – Idema, através da Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos – CES, registrou no mês de junho, uma variação positiva de 0,32% em relação ao mês anterior. Com este resultado, a variação no ano ficou em 1,65%, nos últimos doze meses (julho/19 a junho/2020) atingiu 3,33% e 492,64% desde o início do Plano Real.

O grupo Alimentação e Bebidas, que responde por 32,43% do índice geral em termos de participação no orçamento familiar, apresentou uma variação positiva de 0,40% em relação ao mês anterior. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Óleos e Gorduras (4,37%), Cereais, Leguminosas e Oleaginosas (3,41%), Enlatados e Conservas (2,38%), Carnes (2,03%), Frutas (1,78%) e Bebidas e Infusões (1,76%).

Já o grupo Artigos de Transporte apresentou neste período uma variação positiva de 1,18% em função do aumento de preços nos seguintes itens: Combustíveis (Veículos) (5,59%). O grupo Despesas Pessoais apresentou uma variação positiva de 0,22%. O item que mais contribuiu para esse aumento de preço foi: Recreação (0,44%).

Cesta Básica:

O custo da Cesta Básica teve uma variação positiva de 0,77% em relação ao mês anterior. Dos treze produtos que compõem a Cesta Básica, nove tiveram variação positiva: Arroz (8,27%), Açúcar (4,66%), Margarina (4,40%), Tubérculos (3,37%), Feijão (3,04%), Frutas (3,00%), Farinha (2,21%), Carne de Boi (1,46%) e Café (0,20%). As variações negativas ocorreram nos quatro produtos restantes: Legumes (-13,32), Óleo (-2,83%), Leite (-0,96%) e Pão (-0,32%).

O custo com alimentação por pessoa foi de R$403,02. Para uma família constituída por quatro pessoas, esse valor alcançou R$ 1.612,08. Se a essa quantia fossem adicionados os gastos com Vestuário, Despesas Pessoais, Transportes, dentre outros o dispêndio total seria de R$ 4.971,04.

INFLAÇÃO NATAL

Junho de 2020

Variação no mês: 0,32%

Variação no ano: 3,33%

IPC MENSAL – 2020

Jan 0,72%

Fev 0,29%

Mar 0,51%

Abr 0,03%

Mai -0,23%

Jun 0,32%

Guarapes e Redinha são os bairros em Natal com maior índice de letalidade por covid-19

Guarapes e Redinha são os bairros na capital onde uma pessoa infectada por covid-19 tem maiores chances de morrer. A informação é do Grupo de Estudos da Dinâmica e Modelagem computacional  de Sistemas Complexos, formado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e da Universidade Federal do Ceará (UFC).

O estudo, realizado com base na correlação entre dados georreferenciados, rede de contágio, vulnerabilidade e transmissibilidade na região metropolitana de Natal, observou que no bairro Guarapes, zona oeste da capital, a cada 100 pessoas testadas positivamente, 20 vão a óbito. O índice de letalidade no bairro é de 20%, número quatro vezes maior que a média da OMS que é de 5,4%.

Já na Redinha, este índice de letalidade está em 10.6%, indicando um óbito para cada 10 pessoas infectadas. Outros bairros na região metropolitana também apresentam um índice de letalidade acima da média da OMS, como, por exemplo, o Bom Pastor, Lagoa Seca, Dix-Sept Rosado e Nordeste em Natal e os bairros Olho D’Água e Golandim em São Gonçalo do Amarante.

Na fase anterior, o grupo demonstrava que o índice de letalidade está associado à renda. Nesta fase os pesquisadores se concentraram nos bairros mais críticos do momento.  Ao comparar a renda do Guarapes, de aproximadamente meio salário mínimo à média salarial de outros bairros cuja média é de pouco mais que um salário mínimo, a pesquisa indica uma situação de gravidade.

Em comparação, no bairro Petrópolis, que tem maior renda média na capital potiguar, a cada 100 pessoas infectadas, cerca de 2 morrem. Ali, o índice é de 1,83%, cerca de 10 vezes menor que em Guarapes. Outros bairros com renda média alta, como Capim Macio, Tirol e Lagoa Nova, têm taxas de letalidade ainda mais baixas.

Foto: Divulgação

No caso de Ponta Negra, por exemplo, a cada 100 pessoas infectadas, cerca de 3 morrem, pois o índice é de 2,6%. “A baixa renda é um fator de risco, pois funciona como uma espoleta para uma série de fatores subjacentes como acesso à saúde, qualidade espacial do isolamento, impossibilidade de ficar em casa, rede dinâmica de contágio em transportes públicos, e outros.  Estes são somadas as predisposições dos fatores da saúde já conhecidos, como os problemas cardíacos, diabetes, sobrepeso, idade. A combinação é fator determinante.” Destaca o professor José Dias do Nascimento Jr., do departamento de física da UFRN.

Foto: Divulgação

Nesta fase do estudo, o grupo de pesquisadores da UFRN e UFC analisou os dados epidemiológicos e a letalidade da doença focados em zonas específicas. Além de José Dias, participam do trabalho os pesquisadores César Rennó-Costa (IMD/UFRN), Leandro Almeida (DFTE/UFRN), Renan Cipriano Moioli (IMD/UFRN),  José Soares (Física – UFC),  Humberto Carmona (Física – UFC),   Wladimir Lyra (NM, USA). Colaboradoram também Ricardo Valentim e Ion Andrade, ambos do LAIS/UFRN.

UFRN

 

PM tem em janeiro índice de recuperação de veículos roubados acima de 68% na região metropolitana de Natal

FOTO: PM/ASSECOM/REPÓRTER: CB GLAUCIA

O Comando de Policiamento Metropolitano (COM), responsável pela coordenação das unidades operacionais na Região Metropolitana de Natal, divulgou, na última sexta-feira (14), os dados de prisões e apreensões efetuadas em janeiro de 2020 nos dez municípios de atuação dos batalhões e unidades especializadas sob o seu comando.

De acordo com os dados extraídos do setor estatístico do Comando de Policiamento Metropolitano, os policiais militares que integram as unidades operacionais sob seu comando conseguiram ter um índice de recuperação de veículos roubados e furtados em 68,31%.

Conforme os dados, o índice de recuperação aumenta em relação ao número de carros recuperados. Em janeiro de 2020, cerca de 79% dos carros roubados na Região Metropolitana foram recuperados pela Polícia Militar. Já em relação às motos roubadas, o índice de recuperação foi de 54,5%.

Embora o Comando de Policiamento Metropolitano tenha como área de atuação dez municípios que integram a Região Metropolitana de Natal, o maior índice de recuperação de veículos roubados foi constatado no Município de Natal, com 66,6% de recuperação de veículos e restituição aos seus respectivos proprietários.

O Comando de Policiamento Metropolitano – antigo Comando de Policiamento da Capital (CPC), foi criado pelo Decreto n° 21.614/2010, tendo como missão a preservação da ordem pública na Região Metropolitana de Natal, no que compete à Polícia Militar, de acordo com as diretrizes e ordens emanadas do Comando Geral da corporação.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. JSL disse:

    Nessa ótica dos comentários do Paulo, Joca e Daniel, devemos então agradecer aos vagabundos por terem abandonado os veículos.
    Queira vcs que não sejam roubados.

  2. Daniel disse:

    Se não fossem abandonados, o índice de recuperação seria praticamente ZERO.

  3. Joca disse:

    Polícia ir atrás de carro roubado??!! isso não existe. A gente presta queixa e eles dizem “está certo vamos procurar” kkkkk

  4. PAULO disse:

    EXISTE UMA DIFERENÇA MUITO GRANDE ENTRE UM VEÍCULO RECUPERADO E UM VEÍCULO ABANDONADO PELO PRÓPRIO CRIMINOSO. A GRANDE MAIORIA DESSES VEÍCULOS FORAM ABANDONADOS NO MEIO DA RUA, A POPULAÇÃO LIGA INFORMANDO PARA O 190 E PRONTO, ESTÁ "RECUPERADO"! rsrsrs A PERGUNTA É, SE O PRÓPRIO BANDIDO NÃO ABANDONASSE O VEÍCULO, QUANTOS POR CENTO REALMENTE SERIAM RECUPERADOS ( ESCONDIDOS NO QUINTAL DE UMA RESIDÊNCIA, EM UM DESMANCHE.)???? 5%,10%, NO MÁXIMO…

  5. dev disse:

    Testando comentários

Índice lançado pela Ouvidoria do TCE mostra baixo nível de transparência nos municípios do RN

Foto: Ilustrativa

Garantias asseguradas pela Constituição Federal de 1988, o acesso à informação e a transparência pública ainda não são cumpridos integralmente no Estado do Rio Grande do Norte. Em análise realizada pela Ouvidoria do Tribunal de Contas do Estado, considerando os dados coletados pela Diretoria de Assuntos Municipais (DAM), dos 167 municípios do Estado, 98 Prefeituras e 150 Câmaras apresentaram baixo nível de atendimento às exigências legais mínimas acerca da transparência pública.

Nesse cenário, por meio do recém criado projeto “Nossas Cidades”, a Ouvidoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) desenvolveu o Índice de Efetividade da Transparência Municipal, no intuito de apresentar à sociedade um diagnóstico dos Portais de Transparência das Prefeituras e Câmaras Municipais do Estado do Rio Grande do Norte. O acesso poderá ser feito pelo endereço eletrônico http://www.tce.rn.gov.br/Ouvidoria/TransparenciaApresentacao.

Leia matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Frank Wilde disse:

    Portal da transparência não impede as roubalheira. Exemplo: um certo fornecedor na nota fiscal coloca que vendeu 100 unidades, só que na realidade ele entregou só 20 unidades. É desse jeito que funciona.

Índice de confiança da indústria sobe em dezembro e atinge maior patamar para o mês desde 2010

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Com um aumento de 1,8 ponto em relação a novembro, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), medido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), alcançou 64,3 pontos em dezembro. É o maior patamar para o mês desde 2010. A alta do indicador revigora a tendência de melhora da confiança, que estimula as decisões de investimento e produção, auxiliando o crescimento econômico do Brasil em 2020, diz a CNI.

Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem pontos. Quando estão acima dos 50 pontos mostram que os empresários estão confiantes. O indicador é composto pelos índices de Condições Atuais e de Expectativas.

“Importante destacar que a confiança elevada está baseada não apenas nas expectativas para os próximos seis meses, mas também no sentimento de melhora da situação corrente”, disse o economista da CNI Marcelo Azevedo, em nota.

Além de estar 9,6 pontos acima da média histórica, o Icei de dezembro é 0,5 ponto superior ao registrado em dezembro de 2018. “Em dezembro de 2018, o componente das expectativas, influenciadas pela eleição de um novo governo, exercia maior influência, enquanto a percepção de melhora da situação econômica era menor e menos disseminada entre os empresários”, explicou o economista.

O Índice de Condições Atuais, com 58,1 pontos, é o maior desde junho de 2010, quando registrou 60,5 pontos. A melhora atual é percebida tanto em relação à própria empresa (índice de 57,6 pontos) quanto em relação à economia brasileira (índice de 59,2 pontos). “Chama a atenção o posicionamento do índice de Condições Atuais, significativamente acima da linha divisória de 50 pontos, que reflete o sentimento de uma melhora da situação econômica atual bem disseminada entre os industriais”, disse Marcelo Azevedo.

Grandes empresas

A confiança de empresários de todos os portes industriais aumentou na comparação com novembro de 2019, com destaque às empresas de grande porte, com aumento de 2,8 pontos na comparação mensal. Já na comparação com dezembro de 2018, o índice de confiança das empresas de pequeno porte mostra queda de 0,9 ponto, enquanto para as empresas de médio e grande porte as variações registradas são de 0,1 ponto e 1,5 ponto, respectivamente.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pinbolim disse:

    Chupa Lula, vc num tá solto.
    Kkkkk

  2. Bento disse:

    É só o começo aguarde que o Brasil vai longe.
    Parabéns Presidente Jair Messias bolsonaro e todos os escalões.
    Agora olho no pt para não atrapalhar pra essa turma quanto pior melhor.

Sete a cada dez universidades federais têm notas máximas em índice de qualidade do MEC

Foto: Gabriel Monteiro / Agência O Globo

Sete em cada dez (68%) universidades federais têm desempenho nas faixas 4 e 5 no Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC). Essas são as mais altas taxas de desempenho.

O IGC é um indicador de qualidade mensurado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão que faz parte do Ministério da Educação (MEC).

Cada universidade é avaliada com nota de 1 a 5. Ela é baseada em dois critérios: a nota que a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) atribui à cada curso de pós-graduação da instituição e a média de cada curso do Conceito Preliminar de Curso (CPC), que também é mensurado pelo Inep.

O CPC também é uma reunião de diferentes variáveis: o Conceito Enade tem 20% do peso; a porcentagem de professores com mestrado ou doutorado corresponde a 30% da nota; a percepção do estudante resulta em 15% do índice; e, por fim, o Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD), que mede a evolução do aluno comparando a nota dele do Enem com a do Enade, tem 35% de peso no CPC.

As 13 federais que conquistaram a nota máxima(5) no IGC são as universidades de São Carlos, Viçosa, Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e Lavras, além do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), o Instituto Militar de Engenharia (IME), a Fundação de Ciências da Saúde de Porto Alegre e a do ABC.

Entre as universidades privadas com fins lucrativos, 18% estão nesses patamares, enquanto as sem fins lucrativos tiveram 24% das instituições com esse desempenho.

Considerando apenas a nota dos cursos de graduação, essa diferença entre as universidades federais e as privadas cai, mas as públicas ainda mantém larga vantagem.

De acordo com as notas do CPC, 56,8% dos cursos das universidades federais têm notas 4 e 5. Nesses mesmos patamares, estão 18,4% dos cursos das particulares com fins lucrativas e 33,4% das privadas sem fins lucrativos.

Conaes contesta metodologia

Apesar de ser um medidor oficial de qualidade do MEC, o IGC e o CPC são contestados por especialistas em avaliação.

O Conselho Nacional de Avaliação do Ensino Superior (Conaes) aprovou, em novembro, uma resolução em que recomenda o fim da divulgação dos índices a partir de 2020. Ela também defende que o MEC pare de utilizar internamente o IGC e o CPC até 2022.

Para o lugar deles, criou-se uma comissão que estudará um novo modelo de avaliação. Simon Schwartzman, que faz parte do conselho como representante de notório saber, afirmou que os critérios dos índices não têm “lógica”.

— Esses índices juntam coisas diferentes, sem ter uma lógica clara de por que uma coisa tem um peso e outra tem outro. Esses pesos são arbitrários. Ninguém consegue entender o que o resultado significa — afirmou o especialista, autor do parecer aprovado pedindo o fim do IGC e do CPC.

A resolução do Conaes, no entanto, só passa a valer se for homologada pelo Ministério da Educação. O MEC e o Inep foram procurados, mas não responderam se vão aceitaram a sugestão do Conaes.

Ensino superior no Brasil

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    O MEC lambendo suas crias: além de não ter credibilidade, louvor em boca própria soa desavergonhado.

    • Justiça disse:

      Se fosse o contrário vc aplaudiria o ministro. Que turma interessante essa, de bolsominions.

  2. Marcelo disse:

    Então que dizer que as cabeças pensantes do Brasil estão nas universidades! Por um breve período pensei que estavam no planalto….kkkkkkkkkk

  3. natalsofrida disse:

    Petralha é foda, tudo burro. Lê a matéria toda e faça uma análise sintática.
    Haaa desculpa, sei que não vai conseguir.

    • Vitor Silva disse:

      Como você chega a conclusão que uma pessoa é petralha? Pouca gente sabe, mas não é obrigatório ser bolsominion ou petralha.

  4. Domingos Fernandes disse:

    Pensei que era só balbúrdia e cultivo de drogas.

Índice de geração de empregos em outubro no RN é o segundo maior do Brasil

Foto: Divulgação

O último mês de outubro registrou aumento acentuado no índice de geração de empregos no Rio Grande do Norte. Foi o mais alto dos últimos 15 anos e a segunda maior taxa de crescimento do Brasil. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, divulgados nessa quinta-feira (21).

“Este é o quinto mês consecutivo de alta nas taxas de emprego no Rio Grande do Norte. Alcançamos a segunda maior taxa de criação de empregos em todo o Brasil, com 0,7%, atrás apenas de Sergipe, com 0,95%. Mas o ponto mais positivo é a diversidade de setores econômicos aquecidos em nosso Estado”, analisou o secretário estadual de Planejamento e das Finanças, Aldemir Freire.

Segundo o titular da Seplan, desde junho o crescimento de empregos no Estado potiguar estava concentrado na atividade agropecuária. Desta vez, os números apontam alta em setores como construção civil, serviços, comércio e, sobretudo, na indústria, já impactada pelo Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial (Proedi), criado recentemente pelo Governo do Estado.

“Dentro do campo industrial, destaco os setores de alimento e, sobretudo, têxtil e confecções. Somente essas duas últimas atividades geraram 644, dos 2.980 postos de trabalho criados com carteira assinada neste mês de outubro. E são justamente os setores mais estimulados pelo Proedi. Então, acreditamos numa tendência de alta também nos próximos meses”, estima o secretário.

Outro destaque apontado por Aldemir Freire é o setor de Construção Civil. “Este é o segundo ano de saldo positivo da Construção Civil. Mas em todo ano de 2018 foram gerados 336 empregos. Somente nestes dez primeiros meses de 2019 já foram 1.012, praticamente o triplo do crescimento registrado ano passado, o que mostra não só uma retomada no setor, mas um reaquecimento desta atividade no Rio Grande do Norte”, concluiu.

De acordo com o Caged, os melhores resultados do mês de outubro, no RN, foram nos setores da Indústria de Transformação, com 689 empregos gerados; na Construção Civil, com 635; no Comércio, com 596 empregos; no setor de Serviços, com 575; e no Agronegócio, com 455 empregos com carteira assinada.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. MARCELO BARBOSA MACIEL disse:

    Sinceramente, não acredito.

  2. Silvio disse:

    Pt forja números muito bem, tô vendo a hora o RN ter o 4o mais rico do mundo e ficarmos parêa com São Paulo no PIB. Aguardem!

  3. José disse:

    Parabéns para a governadora. Faz no RN o que Bolsonaro não tem coragem de fazer no país.

  4. BC3331986GAC disse:

    Na pratica nenhum emprego no RN.

Estudo da UFRN investiga novo índice de massa corporal

ILUSTRATIVA/GETTY IMAGES

Uma pesquisa de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da UFRN (PPGCF) estuda uma nova maneira de mensurar a massa corporal no cálculo de riscos à saúde. Intitulado Pontos de corte no ABSI para risco cardiometabólico, o trabalho tem o intuito de aplicar um indicador mais fidedigno do que o atualmente utilizado no Brasil, o Índice de Massa Corporal (IMC).

De acordo com a doutoranda Elys Costa, responsável pela pesquisa, o ABSI – sigla em inglês para A Body Shape Index – fornece mais dados para uma avaliação física completa. Ela explica que o IMC é uma razão apenas entre peso e altura, enquanto o ABSI também considera a circunferência da cintura para determinar o índice.

Para dar prosseguimento aos estudos, a pesquisa necessita de voluntários. Podem participar estudantes, servidores técnico-administrativos e professores da UFRN de ambos os sexos e com idade entre 18 e 59 anos.

Os testes são divididos em duas etapas. Na primeira, os participantes fazem uma avaliação sanguínea no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL). Já a segunda é uma avaliação de composição corporal por meio do DEXA – uma espécie de Scanner – para identificar o percentual de gordura e densidade mineral óssea, realizada no Laboratório de Biodinâmica do Departamento de Educação Física, no campus central, em Natal.

Entre os cuidados na preparação para os testes estão o jejum de 12 horas, no caso do exame de sangue, e a utilização de roupas leves e sem partes metálicas durante a avaliação física. Todos os voluntários vão receber os resultados, incluindo taxas de glicose, colesterol e triglicerídeos e dados de funções renal e hepática.

Interessados em contribuir com o estudo devem entrar em contato com a pesquisadora pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (84) 99916-0545. As avaliações acontecem às segundas e quintas-feiras, mediante agendamento.

Com informações da UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Horácio Betcel disse:

    Parabéns pela pesquisa e estudo sobre este tema.

Inflação oficial é de 0,35% na prévia de agosto

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), que calcula a prévia da inflação oficial, registrou 0,35% em agosto. A taxa é superior à prévia de julho, que havia acusado deflação (queda de preços) de 0,18%, mas inferior ao percentual de agosto de 2016 (0,45%).

Segundo dados divulgados hoje (23), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA-15 acumula taxas de 1,79% no ano e de 2,68% em 12 meses. Essa é a menor taxa acumulada em 12 meses desde março de 1999 (2,64%).

A inflação de 0,35% da prévia de agosto foi influenciada, principalmente, pelos aumentos dos custos dos transportes (1,35%). A alta de 5,96% dos combustíveis representou o maior impacto individual na inflação do mês. Apenas a gasolina subiu 6,43%. Já o etanol ficou 5,36% mais caro.

Impactos

O grupo de despesas com habitação também teve um impacto importante na inflação, com uma alta de preços de 1,01%, provocada principalmente pelo aumento de 4,27% na energia elétrica. O impacto na conta de luz pode ser explicado pela entrada em vigor da bandeira tarifária vermelha a partir de 1º de agosto e pelos reajustes em concessionárias de São Paulo e Belém.

Os alimentos continuam com preços em queda. Pelo terceiro mês consecutivo, o grupo de despesas alimentação e bebidas registrou deflação (-0,65%). Os alimentos para consumo em casa ficaram 1,17% mais baratos, com destaque para o feijão carioca (-13,89%), a batata inglesa (-13,06%), o leite longa vida (-3,86%), as frutas (-2,43%) e as carnes (-1,37%). Já a alimentação fora de casa ficou 0,32% mais cara.

Empresariado industrial potiguar está menos confiante

Os empresários industriais do Rio Grande do Norte estão menos confiantesem junho. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) potiguar caiu 1,69%, ao passar de 59,2 para 58,2 pontos entre maio e junho. O recuo foi generalizado entre setores e portes de empresas avaliados. As condições atuais da economia brasileira, da economia estadual e da própria empresa ainda são consideradas desaforáveis. As expectativas dos executivos com relação aos próximos seis meses são, também, menos otimistas do que no levantamento de maio.

A queda no ICEI reflete a persistente desaceleração da economia nacional, cujo cenário se tornou ainda mais incerto para os investimentos privados em decorrência do agravamento da situação internacional. Os estímulos contracíclicos oferecidos pelo governo com o intuito de aumentar o consumo e a produção industrial, o recuo nos juros, além da recente desvalorização cambial não conseguiram melhorar o ânimo do empresário, que parece estar mais influenciado por sinais negativos externos e atentos ao aumento da inadimplência da população. Em matéria de menor confiança, o Rio Grande do Norte acompanhou a tendência nacional.

Em junho, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) potiguar, elaborado com base na Sondagem realizada entre os dias 1 e 18 do mês, registrou recuo de 1,69%, passando de 59,2 para 58,2 pontos. Note-se, porém, que o indicador mantém-se acima da linha divisória dos 50 pontos, revelando que os empresários potiguares permanecem confiantes, ainda que em menor intensidade. Na comparação com junho de 2011, o ICEI caiu 4,43%.

O decréscimo no ICEI deve-se tanto à percepção de piora nas condições atuais dos negócios, quanto à diminuição do otimismo em relação aos próximos seis meses. O indicador de condições atuais recuou 2,50%, passando de 48,0 para 46,8 pontos (valores abaixo de 50 pontos indicam piora).  O indicador de expectativas, por sua vez, apontou queda de 1,70%, passando de 64,8 para 63,7 pontos (valores acima de 50 pontos indicam otimismo).

A confiança declinou nos dois segmentos pesquisados. As indústrias extrativas e de transformação mostrou a maior queda do indicador na comparação mensal (-2,68%), passando de 59,6 para 58,0 pontos. Já o ICEI da indústria da construção apontou declínio de 0,68%, passando de 59,0 para 58,6 pontos (valores acima de 50 pontos indicam empresários confiantes).

A retração no nível de confiança, em junho, ocorreu de forma mais intensa entre os pequenos empresários, cujo indicador caiu 2,61%, passando de 57,5 para 56,0 pontos. Já o ICEI dos médios e grandes empresários recuou 1,51%, passando de 59,8 para 58,9 pontos.

Comparando-se o ICEI do Rio Grande do Norte com o divulgado dia 20/06 pela CNI para o Brasil, observa-se, nos dois casos, queda no nível de confiança. Contudo, o indicador nacional reportou maior redução (-3,11%), passando de 57,9 para 56,1 pontos. Além disso, a maior queda ocorreu entre as médias e as grandes empresas.

RN tem um dos cinco menores índices de reprovação no Ensino Médio do país

O Rio Grande do Norte é um dos cinco estados do país com as menores taxas de reprovação no Ensino Médio. Os dados são do Censo Escolar 2011 e foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, INEP. Com apenas 8% de reprovação no Ensino Médio, a Educação potiguar destacou-se ao lado de estados como Amazonas (6%), Ceará (6,7%), Santa Catarina (7,5%) e Paraíba (7,7%).

O resultado conquistado pelo Rio Grande do Norte não acompanhou a tendência nacional, que registrou a pior taxa de reprovação desde 1999. De acordo com o INEP, nos últimos cinco anos, a média de reprovação do país oscilava em torno de 12%, mas subiu para 13,1%, em 2011. Os estados com maior reprovação no Ensino Médio são Rio Grande do Sul (20,7%), Rio de Janeiro (18,5%) e Distrito Federal (18,5%), Espírito Santo (18,4%) e Mato Grosso (18,2%).

A secretária de Estado da Educação, Betania Ramalho, avaliou o resultado com prudência. “Enquanto houve um aumento na taxa de reprovação na maioria dos estados, o Rio Grande do Norte conquistou um bom resultado, apesar da greve nefasta que enfrentamos no ano passado. Embora não tenha influenciado decisivamente o número de reprovações, é preciso ressaltar que a greve causou sérios efeitos na taxa de abandono escolar, onde o estado registrou um percentual elevadíssimo de 19,3% no Ensino Médio.”, ressaltou a secretária.

Para Betania Ramalho, esse dado revela que a greve expulsou da escola pública um elevado número de alunos. “Os estudantes que retornaram à sala de aula após a paralisação foi graças ao esforço dos professores, que se empenharam na reposição das aulas, em conjunto com a equipe da Secretaria de Educação, que refez o calendário e realizou uma série de aulões.”, completou a secretária. Segundo ela, até hoje a SEEC contabiliza os prejuízos causados pela última greve.

Betania Ramalho falou ainda que para tentar reverter esses prejuízos, entre outras ações, a secretaria vai lançar a segunda etapa do projeto “Conquista RN” realizado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. Através do programa, o aluno do Ensino Médio tem a oportunidade de retornar à escola e concluir os estudos em 18 meses.