Saúde

Shopping de Botucatu (SP) suspende entrada de carros em corredores

Foto: Reprodução / Record TV

O shopping de Botucatu, no interior de São Paulo, que havia liberado o acesso de carros pelos corredores para retirada de mercadorias, teve de suspender a medida. O governo paulista informou que o esquema drive-thru só é permitido na área externa do estabelecimento, ou seja, no estacionamento. As informações são da Record TV.

A medida, inédita no país, havia sido adotada em meio à pandemia do novo coronavírus. O Ministério Público também já tinha enviado um ofício à direção do shopping solicitando um esclarecimento sobre o novo serviço.

Os responsáveis pelo shopping afirmaram que a ação tinha caráter experimental e que não foram notificados em nenhum momento quanto à necessidade de paralisação da iniciativa. Mas agora os serviços de drive-thru e delivery voltam para a parte externa do empreendimento.

Drive-thru nos corredores

Até então, o motorista fazia a encomenda na loja com antecedência e podia buscar a mercadoria no shopping sem sair do veículo das 11h às 20h. Ele deveria estar de máscara e teria a temperatura medida já na entrada.

Para os carros, havia algumas regras: estar limpo e higienizado, sem muita fumaça saindo do escapamento e não podia ter vazamento de óleo. A velocidade máxima permitida nos corredores era de 5 km/h. Manobras eram proibidas.

R7

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Diversos

FOTOS: Shopping adota drive-thru e libera carros nos corredores das lojas para retirada de compras em Botucatu-SP

Shopping adota drive-thru e libera carros nos corredores das lojas em Botucatu — Fotos: Guilherme Miletta/TV TEM

O shopping de Botucatu (SP) começou a atender pelo sistema “drive-thru” e, para isso, liberou a entrada dos carros dentro dos corredores do prédio para os clientes retirarem os produtos na porta das lojas.

Segundo o shopping, a medida foi tomada para “manter a segurança dos clientes e seguir as recomendações de isolamento durante as ações de prevenção ao coronavírus”.

O serviço, inaugurado nesta quinta-feira (2), vai funcionar das 11h às 20h. Segundo o shopping, o “drive-thru in door” é inédito no país e promete revolucionar a experiência de compra.

Conforme informou o shopping, os consumidores terão permissão para entrar nos corredores do prédio de carro, seguindo as recomendações de segurança e usando máscaras.

Além disso, haverá sinalização para regrar a velocidade e o sentido do fluxo dos veículos dentro do estabelecimento. Não serão permitidos carros movidos a Diesel e motocicletas.

O drive-thru está liberado somente para a retirada, já a escolha e compra de produtos devem ser feitas antecipadamente pelos canais de cada loja. O shopping informou que a prova de roupas e análise das peças não serão autorizadas.

Antes da entrada no estabelecimento, os veículo também vão passar por uma triagem, que vai analisar as condições higiênicas do veículo, se há fumaça ou vazamento de óleo.

A cidade de Botucatu faz parte do Departamento Regional de Saúde de Bauru, que foi rebaixado para a fase 1 (vermelha), a mais restritiva do Plano São Paulo. A fase permite que apenas serviços essenciais permaneçam abertos na cidade. Botucatu tem 671 casos de coronavírus e 15 mortes pela doença.

Fotos: TV TEM/Reprodução

G1

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Diversos

Corredores em quarentena trocam as ruas para correr em suas próprias casas e viralizam amor doando alimentos

A primeira edição da Meia Maratona Viralizando Amor contou apenas com um atleta, o idealizador Haroldo Motta da Ong Baobá. Na segunda edição, já foram 12 atletas e agora, este número deve passar de 100. Os atletas estão correndo em busca de apoio para distribuir cestas básicas para famílias carentes neste período de isolamento social.

A próxima edição da “Meia Maratona Viralizando Amor – 21km – CorraEmCasa”, acontece dia 06 de junho, sábado, às 6h30, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5/6). Desta vez, tem uma novidade. Além da tradicional meia maratona de 21km, o grupo decidiu abriu a modalidade passando a oferecer corridas de 1 km; 2,5km; 5km; 10km além dos 21km. A principal regra do evento é que o atleta realize seu percurso dentro de casa ou em volta da mesma, sensibilizando pessoas no apoio da iniciativa na doação de recursos para compra de cestas básicas.

A 3ª Meia Maratona Viralizando Amor – CorraEmCasa – 21km, tem o propósito de incentivar a prática de atividade física, principalmente os treinos de corrida em casa, neste período de afastamento social que estamos vivendo. Neste sentido o evento cumpre também um papel social importante, onde toda a arrecadação da inscrição será destinada para a aquisição de cestas alimentícias e doadas às famílias em situação de vulnerabilidade social da capital potiguar.

“Precisamos compartilhar a abundância de vida em nosso planeta. Nossa jornada dia 6, quando acontece a prova da corrida, é um esforço coletivo de gratidão a todos os seres vivos na busca de um harmônico desenvolvimento sustentável em nossa Terra”, comentou Haroldo Mota.

Para participar desta ação, é solicitado a inscrição solidária de vinte reais (R$ 20,00) para a compra de cestas básicas e pedem a gentileza de enviar para a organização do evento:

– Haroldo Mota 84 98845 4603
– Rozangela Cavalcante 84 99133.2045
– Renatta Borges (84) 9 8142 8489

A cópia do comprovante para melhor controlar a arrecadação.

Os dados bancários disponibilizados:

Banco do Brasil: Agência 2623.9 – c/c 5.775.4
Caixa Econômica Federal: Agência 0034 operação 013 c/c 27.902.9
Em nome de Haroldo F Mota
Banco 260 – Nu Pagamentos S.A: Agência 0001 c/c 8458976-8
Renatta Borges

Agradecemos desde já a todos pela participação desse ato voluntário amoroso. Com o recurso arrecadado na última meia maratona conseguimos distribuir 134 cestas básicas e 180 álcool gel que foram doados pela indústrias Becker, além de 200 máscaras doadas pela ONG Baobá e pela Rede EuSouDoAmor. diz a ultramaratonista Renatta Borges participante e uma das coordenadoras do evento.

Vamos Correr e Viralizar Amor.

Evento Solidário
3ª Meia Maratona Viralizando Amor – 21 km – CorraEmCasa.

Data: 06 de junho de 2020 (sábado)
Horário: 6h30

Percurso: Em Casa – 1km; 2,5 km; 5km;10 km e 21 Km

Objetivo: Adquirir Cestas Básicas para doação

Contribuição Solidária: R$ 20,00

Banco do Brasil: Agência 2623.9 c/c 5.775.4

Caixa Econômica Federal: Agência 0034 operação 013 c/c 27.902.9

Haroldo F Mota

Banco 260 – Nu Pagamentos S.A: Agência 0001 c/c 8458976-8

Renatta Borges

Informação:

Haroldo Mota (84)9 8845.4603
Rozangela Cavalcante 84 99133.2045
Renatta Borges (84) 9 8142 8489

baobacontato@gmail.com
@MeiaMaratonaViralizandoAmor

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Denúncia

DENÚNCIA: Corpos de pacientes vítimas de óbito de COVID-19 estão passando no corredor da nutrição no Hospital Giselda Trigueiro

Foto: Cedida

Uma denúncia anônima chega ao Blog do BG nesta sexta-feira(29) para relatar a população o que os servidores da saúde estão passando no Hospital Giselda Trigueiro, em Natal.

De acordo com a denúncia, os corpos de pacientes vítimas de óbito de COVID-19 estão passando no corredor da nutrição cruzando com os carros de distribuição de dietas dos pacientes.

“Depois que a maca passa com os óbitos de COVID-19 pelo corredor não é feita a higienização”, diz a denúncia, ainda destacando que superiores do Hospital disseram que não poderiam resolver a situação, pois não tinham dinheiro para construir uma rampa de passagem dos corpos por outro lado, e que ainda seria necessária uma licitação.

Por fim, o(a) denunciante desabafou: “tanta burocracia pra construir uma rampa pra passagem das macas com os óbitos. Será que só vão liberar o dinheiro depois da pandemia?”.

Opinião dos leitores

  1. Essa secretária de saúde estadual virou uma zona, não existe gestão profissional e sim um bocado de incompetentes fazendo de conta que estão tomando conta da saúde do povo do RN, pelo amor de Deus, quando é que a governadora Fátima vai interferir nessa secretária e efetuar a trica desses incompententes que estão à frente dessa secretária de saúde, acorde governadora, a sua imagem está se desmanchando politicamente como governante.

  2. Tanto dinheiro despejado nessa pandemia e não sabem resolver uns pequenos detalhes !!! Incompetência é o lema do governo estadual !!!

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Judiciário

Lei que autoriza tráfego de táxis em corredores de ônibus em Natal é declarada inconstitucional

Foto: Magnus Nascimento

Os desembargadores que compõem o Pleno do Tribunal de Justiça RN declararam a inconstitucionalidade formal e material da Lei nº 478/2017, promulgada pela Câmara Municipal de Natal em 28 de agosto de 2017 e que autorizava os táxis a trafegarem nas vias e corredores exclusivos para os ônibus de transporte coletivo, no âmbito da capital. O Pleno considerou que o dispositivo fere os artigos 2º e 46 da Constituição Estadual.

O relator, o juiz convocado Roberto Guedes, entendeu que é “forçoso inferir que a lei ora impugnada, de iniciativa parlamentar, ofende o princípio constitucional da reserva de administração, adentrando em matéria inerente à função administrativa, usurpando competência privativa do Prefeito do Município de Natal/RN para iniciar o processo legislativo que disponha sobre atribuições de suas Secretarias, em específico, a STTU e tema que se adequa a gestão do espaço urbano, promovendo, com isso, ingerência indevida na organização e funcionamento da Administração Pública Municipal”.

Entenda o caso aqui no Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

  1. Leis ridículas – sem lastro constitucional, como essa – sem falar no gigantesco acervo de leis inócuas aprovadas e promulgada pelo parlamento mirim. Vereador e nada têm a mesma utilidade.

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Diversos

Pacientes do Hospital Santa Catarina esperam por cirurgia nos corredores; sindicato denuncia várias unidades de saúde do estado sob condições precárias

O Sindsaúde-RN comunica que os pacientes do Hospital Santa Catarina estão esperando por cirurgia nos corredores. Alguns estão, por exemplo, com hemorragia digestiva e obstrução intestinal. Outros, diagnosticados com pneumonia, angina, infecção urinária. Além dos corredores superlotados, a estrutura física da unidade está comprometida. Há infiltração e mofo nas paredes. Essa situação compromete não só saúde dos pacientes, mas também dos servidores. Várias unidades de saúde do estado estão sob condições precárias.

Segundo o sindicato, no Giselda Trigueiro, por exemplo, a UTI está com dois leitos interditados porque está sem estrutura, e há enfermarias em que a urina dos banheiros de cima escorrem pelas paredes, além da falta de segurança. Maria do Carmo é trabalhadora do Santa Catarina e diretora do Sindsaúde e diz que a Saúde, assim como outros serviços públicos, não é prioridade dos governos, que trabalham em direção ao desmonte do SUS e economizam para o pagamento da Dívida Pública aos banqueiros.

Os servidores estaduais da saúde estão em greve desde o dia 5 de fevereiro, contra o atraso dos salários, mas também, reivindicam melhores condições de trabalho. “Mesmo o governo tentando criminalizar o movimento grevista”, conforme fala o sindicato, a saúde permanece em greve com o percentual de 30%, conforme decisão judicial.

A assessoria jurídica do Sindsaúde já recorreu à decisão solicitando o percentual de 50% nas unidades e 50% na greve.

 

 

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Denúncia

Corredores do Walfredo voltam a ficar lotados

Corredores lotados, macas “presas”, pacientes reclamando e ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) aguardando no estacionamento. A realidade comum ao Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG) voltou a incomodar a população nos últimos dias. O cenário descrito acima foi constatado pela equipe da TRIBUNA DO NORTE na tarde de hoje. A situação atual contrasta com aquela vivida durante o curto período em que vigorou o projeto de Regulação Ativa das Emergências Médicas.

O projeto, implantado na última quinzena de fevereiro, foi encerrado no início desse mês. A ação, considerada simples, consistia em organizar quem entrava e ficava na unidade. A regulação era feita pelo Samu Metropolitano, em parceria com a direção do Hospital e da Coordenadoria de Hospitais (Cohur). Durante alguns dias, os corredores do Walfredo ficaram vazios e causavam espanto a quem sempre viu o local cheio. Com o fim da Regulação Ativa, o problema da superlotação retornou.

Na semana passada, a secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) reuniu representantes do Samu Metropolitana e direção do hospital. O recado foi direto: a regulação teria que ser tocada apenas pelo pessoal do HMWG. “O Samu não tem condições de prosseguir com essa ação. A demanda é grande. A direção do Walfredo é quem tem que se responsabilizar”, disse Domício Arruda, titular da Sesap.

O trabalho de regulação, segundo o coordenador Estadual das Urgências e Emergências, Luiz Roberto Fonseca, consistia na classificação de risco, após anamnese (entrevista e avaliação de sintomas) feita por dois médicos do Samu Metropolitano, bem como no referenciamento dos pacientes para os locais adequados, de acordo com a gravidade do caso. Somente os casos graves de urgência e emergência eram atendidos no Hospital.

Na tarde de hoje, pelo menos uma maca do Samu Metropolitano estava presa. Uma ambulância do Samu Natal também teve que esperar pela liberação de um equipamento. Não havia médicos realizando entrevistas com pacientes. No corredor principal do setor de emergência do HMWG havia pelo menos 15 pacientes em cima das macas. “O secretário disse que não existia mais essas macas nos corredores. Não é isso que estou vendo aqui. A bagunça está a mesma de sempre”, reclamou Silvana Ferreira, acompanhante de um paciente que aguardava atendimento no hospital.

Enquanto estava funcionando, o serviço de Regulação Ativa encaminhou de 90 a 120 casos de baixa e média complexidade para a rede básica ou pronto-atendimentos do Município. A liberação dos corredores contou ainda com a antecipação de exames clínicos e de imagem.

Hoje à tarde, não havia ninguém da direção que pudesse falar com a reportagem.

Samu Natal não fazia parte do Programa

O Samu Natal não integrava o projeto da Regulação Ativa das Emergências Médicas no Walfredo Gurgel. À época da implantação do programa, o coordenador geral do Samu Natal, Edilson Pinto, afirmou que “não há recusa ao projeto, só aguardamos que as condições para participação sejam cumpridas”. Ele explicou que dois pontos essenciais para “continuidade do processo e moralização das escalas médicas” permaneciam indefinidas pela Sesap.

Fonte: Tribuna do Norte

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