Economia

Guedes defende redução no desperdício de alimentos; meta é fortalecer os programas sociais

Foto: Edu Andrade/Ascom/ME

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira(17) que é possível estabelecer ações contra o desperdício de alimentos para fortalecer os programas sociais. “A principal ideia é conectar a solução do problema do desperdício com o ataque direto à fome que é justamente objetivo das nossas políticas sociais. Precisamos facilitar a conexão entre as políticas sociais de um lado e o desperdício que ocorre do outro lado”, ressaltou ao participar de evento promovido pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Segundo o ministro, podem ser elaboradas propostas para que diferentes setores reaproveitem comida que seria perdida para apoiar famílias em insegurança alimentar. “Podemos, por exemplo, pensar em um incentivo para que todos esses alimentos perdidos, ao invés de serem jogados fora, possam serem canalizados para programas sociais, como postos de atendimento endereçados aos mais necessitados”, acrescentou.

Para Guedes, é preciso que o país concilie as diversas necessidades para promover crescimento econômico e melhoria da qualidade de vida da população. “Queremos manter toda a cadeia produtiva funcionando. Que o Brasil consiga expandir sua área de produção sem destruir o meio ambiente. Esse tratamento de água e esgoto também é preocupação do nosso governo, assim como a perda de alimentos”.

O ministro enfatizou ainda a contradição entre o Brasil ser um dos maiores produtores do mundo e ainda ter pessoas vivendo com insegurança alimentar. “O país não pode ser o celeiro do mundo sem acabar com a fome”, destacou.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Calígula e Direita (des)Honesta…apareçam…a “lavagem” de vcs tá quase pronta…Guedes tá providenciando…

  2. Trocando em miudos, o que a matéria lubrifica, querem dar os restos de comidas dos ricos para os pobres. Canalhice. O país precisa de políticas publicas de erradicação da pobreza, precisa de empregos, precisa de dignidade. Esses canalhas escolhem tirar a dignidade do povo. O custo disso, dessa desmoralização aparece nas “doações” que os siqueiras Jr recebem. Tirem esses canalhas.

    1. Guedes acha que brasileiro vive demais, agora acha que come demais e inventou de prorrogar vencimento de comida e distribuir sobras. Bolsonaro escolheu um ser humano a altura dele para ser ministro.

  3. Mais 4 anos com esse homem eu não sei o que será da classe média. Simplesmente desaparecerá

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Saúde

Estudo da UFRN mostra benefícios de aminoácido encontrado na cebola e no alho no tratamento de complicações causadas pela diabetes e ganha destaque internacional

Foto: Ilustrativa

Terceira maior causa de mortes naturais no Brasil, o diabetes atualmente acomete ao menos 13 milhões de pessoas no país, segundo dados da Sociedade Brasileira de Diabetes. Caracterizada pela incapacidade do organismo de produzir ou utilizar adequadamente a insulina, hormônio responsável pelo controle do nível de glicose no sangue, a doença pode levar a graves complicações se não for devidamente tratada.

Por outro lado, é possível conviver com diabetes e levar uma rotina relativamente normal, desde que os tratamentos recomendados sejam seguidos e uma alimentação saudável faça parte do cotidiano. Ainda assim, a busca para melhorar a qualidade de vida das pessoas acometidas pela doença e para evitar que ela seja adquirida movimenta o meio científico a todo o momento.

Assim, um estudo, realizado pelo grupo de pesquisa Plasticidade Morfofuncional dos Sistemas Orgânicos. Microscopia Celular e Tecidual, evidenciou que a substância s-metil cisteína pode amenizar os efeitos danosos da diabetes no intestino. O aminoácido está presente em vegetais do gênero allium, como o alho (Allium sativum) e a cebola (Allium cepa L), e sua atuação no organismo foi descrita em um artigo.

Intitulado Sulfóxido de S-metil cisteína melhora as alterações morfológicas duodenais em ratos diabéticos induzidos por estreptozotocina, o trabalho foi publicado recentemente, recebendo destaque na capa em edição impressa do periódico científico Tissue and Cell. Concluída a fase pré-clínica, os pesquisadores vão investigar outros fatores e preparar o caminho para testes com pacientes diabéticos.

O trabalho foi publicado recentemente, recebendo destaque na capa em edição impressa do periódico científico Tissue and Cell. (Foto: Divulgação)

Entre os benefícios apresentados pela substância estão o seu efeito hipoglicemiante, ou seja, a capacidade de reduzir a glicose no sangue, e sua atuação anti-inflamatória, ao modular a interleucina 10 e o fator nuclear kappa B. Outra característica demonstrada foi a diminuição de alterações no volume da mucosa intestinal causadas pela hiperglicemia. Essas alterações intestinais, em diabéticos, geralmente estão associadas a distúrbios gastrointestinais como diarreia crônica e atraso no esvaziamento gástrico.

“A administração desse aminoácido pode ser uma terapia alternativa promissora para as alterações intestinais causadas pela Diabetes Mellitus. No entanto, mais estudos são necessários para compreender totalmente os mecanismos moleculares subjacentes envolvidos”, Valéria Milena Dantas de Castro, autora principal do artigo, desenvolvido em seu mestrado no Programa de Pós-Graduação em Biologia Estrutural e Funcional do Centro de Biociências (CB/UFRN).

No entendimento da professora do Departamento de Morfologia e coautora do artigo, Naisandra Bezerra da Silva Farias, os resultados do trabalho apresentam indícios interessantes. Para a pesquisadora, ainda é preciso compreender melhor como a substância atua em outras partes do organismo.

“São resultados importantes pois demonstram que uma dieta saudável com a inclusão da cebola pode amenizar danos teciduais relacionados à diabetes. O grupo ainda está desenvolvendo estudos avaliando a ação do aminoácido em outros órgãos, como vasos sanguíneos e rins, uma vez que os sistemas circulatório e urinário são os mais afetados pela doença”, revela Naisandra.

Diante das informações geradas por essa etapa do estudo, o grupo pretende avançar no conhecimento da ação da s-metil cisteína. “Esperamos, em um futuro próximo, que nossos resultados possam contribuir para o desenvolvimento de pesquisas clínicas em humanos”, planeja a professora Naisandra

Também contribuíram com a autoria do artigo os pesquisadores Karina Carla de Paula Medeiros, Fernando Vagner Lobo Ladd, Raimundo Fernandes de Araújo Júnior e Bento João Abreu, do Departamento de Morfologia (DMOR/UFRN), Licyanne Ingrid Carvalho de Lemos e Lucia de Fátima Campos Pedrosa, do Departamento de Nutrição (DNUT/UFRN), e Thaís Gomes de Carvalho, do Centro de Ciências da Saúde (CCS/UFRN).

Todos os autores são integrantes do grupo de pesquisa Plasticidade Morfofuncional dos Sistemas Orgânicos. Microscopia Celular e Tecidual. Com caráter multidisciplinar, o grupo reúne profissionais e pesquisadores de diversas áreas da saúde para buscar alternativas voltadas aos danos causados no organismo pela diabetes. Desde 2010, são desenvolvidas pesquisas investigando a ação da atividade física, de extratos, suplementos e o tratamento com câmera hiperbárica em alterações morfológicas sistêmicas relacionadas à doença.

Com UFRN

 

Opinião dos leitores

  1. Isso É antigo pra caramba!!!
    O Alho e Cebola já foi objeto de pesquisas pela Universidades do Mundo! Podem pesquisar!
    Até minha avó já dizia isso!

  2. Tem que investir em pesquisa. Tem que ter recursos. Pesquisa não é custo, é investimento.

  3. Tudo o que for para nós ajudar a ter uma melhor qualidade de vida, será bem vindo.
    Descobri que sou diabética com 26 anos.Hoje tenho 70.Graças a Deus , as insulinas e tudo o que já j temos para o tratamento.

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Diversos

FOTOS: Ação solidária Natal Jeep Clube, UTV Clube RN e Amigos do 4×4 arrecada mais de 4,5 toneladas de alimentos

Fotos: Divulgação

Perante a situação caótica que estamos vivendo em razão da pandemia Covid-19, os grupos de Off-Road do RN (NJC, Utv Clube e diversos amigos do 4×4) se sensibilizaram e começaram a arrecadar entre amigos alimentos para doação. A campanha tomou corpo e conseguiu arrecadar mais de 4,5 toneladas de alimentos.

Os alimentos foram distribuídos no sábado em dois comboios que sairam para destinos diferentes (interior e região metropolitana) para atingir uma maior quantidade de pessoas.

A turma do off-road unida, fez a diferença e conseguiu ajudar mais de 400 famílias carentes nesse momento tão difícil.

Foto: Divulgação

Opinião dos leitores

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Economia

Após puxar a inflação em 2020, preços de alimentos devem recuar em 2021, preveem economistas

Foto: Pille-Riin Priske/Unsplash

Com alta de 14,09%, o grupo de alimentos e bebidas foi o que mais contribuiu para a inflação acumulada em 2020. O valor é o maior desde 2002, quando a alta foi de 19,47%. Mas a expectativa de mercado é que o segmento deixe de ser o vilão deste ano. Na verdade, é esse grupo que deve ajudar o Índice de Preços ao Consumidor Amplo a ficar mais baixo. A meta para 2021 é de 3,75%, e a previsão de economistas é de 3,34%.

“Acho que (este ano), especialmente alimentos, deve ter um impacto muito menor do que vimos no ano passado. Essa forte pressão que vimos acontecer no segundo semestre vai arrefecer muito nesse primeiro semestre especialmente. Consequentemente, o Banco Central não vai precisar, por ora, subir taxa de juros”, avalia Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados.

André Braz, coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), explica que a concentração do IPCA de 2020 em alimentos é consequência, principalmente, da desvalorização cambial — que ampliou exportações e desabasteceu o mercado doméstico, favorecendo a alta de preços — e do aumento de custos provocado pela alta de commodities como soja, milho, trigo, minério de ferro e outros itens.

“Não foi só a inflação brasileira ou a desvalorização da nossa moeda. Quando a gente junta o aumento de preço em dólar com a nossa desvalorização cambial, dá uma mega pressão que se materializou nos alimentos”, completou. Outros fatores citados por ele foram os efeitos na cultura de grãos como a redução da área plantada do arroz e a quebra da safra do feijão.

Na visão de Vale, o crescimento econômico ainda fraco este ano também vai ajudar para uma inflação mais baixa. “Atrelado a isso, temos o auxílio emergencial que vai sair, já está saindo no começo deste ano. Então, a demanda por alimentos e toda a pressão que tivemos, especialmente nesse segmento, no ano passado, tende a desacelerar. Temos uma economia que ainda estará muito fraca ao longo deste ano. Então, não tem pressão de aumento de atividade e, consequentemente, não tem tanta pressão inflacionária”, reforça.

BC deve subir juros

Embora as estimativas para a inflação de 2021 sejam de redução, os economistas acreditam que, a partir do meio do ano, quando a política monetária já estiver mirando em 2022, o movimento de alta dos juros será necessário. Isso é reforçado por uma meta de inflação ainda mais baixa, de 3,5%, no ano que vem. Assim, o Boletim Focus prevê que, até o fim do ano, a taxa básica de juros, a Selic — atualmente em 2% ao ano —, deve alcançar os 3,25% ao ano.

“2022 é um ano eleitoral, naturalmente mais conturbado e mais difícil, com câmbio possivelmente pressionado e a economia ainda em recuperação. Então, é bem possível que, se o BC não fizer nada, a inflação pode passar de 3,5%. Para agora, o BC só está sinalizando que pode ter uma mudança de política monetária lá para frente, mas que ainda não vai acontecer”, explicou Vale.

Segundo a consultora econômica Zeina Latif, o menor esforço da política monetária a partir de 2022 também deve ser conciliado com o ajuste fiscal. Para ela, a falta de perspectiva de reequilíbrio, de reformas que, estruturalmente, melhore as contas públicas, também tem forte impacto nos preços de ativos e no dólar, que valorizado eleva a inflação do Brasil.

“Acho que (a inflação) ficou mais alta de fato, mas ainda não a ponto de acender as luzes vermelhas no painel de controle, mas é o alerta. Não é que vamos acordar um dia e a inflação explodir na nossa cara. É um processo lento. Todo ano vai piorando. O cuidado é este, não pode deixar subir porque depois fica muito mais custoso combater. Lá atrás, o BC precisou jogar a Selic em 14,25%. Então, é importante esse zelo: não é porque está bem comportada ou em patamares palatáveis que dá para descuidar”, completa.

Vale concorda que a atenção do mercado sobre a questão fiscal a partir de 2023 deve ter forte peso na condução da política monetária e do comportamento da inflação nos próximos anos.

“Vamos ficar os próximos dois anos sem fazer grandes reformas esperadas na questão fiscal depois da piora da dívida que tivemos no ano que passou. Acho que o mercado todo vai estar esperando o próximo presidente para ver o que vai acontecer. Aí sim a gente pode começar a ter um cenário muito mais preocupante: se não tiver um governo que consiga sinalizar que a questão fiscal vai ser bem encaminhada, a gente entra em um cenário de colapso e a inflação pode entrar em um patamar mais complicado”, diz.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Se os economistas forem da qualidade de Paulo Guedes, que disse que o gás ia ficar na metade do preço – na época o preço total era em torno de R$ 50,00 – e hoje está em quase R$ 100. Nem precisa dizer neh.

    Mas… previsão é previsão.

  2. A solução para isso daê, é armar a boiada, zerar imposto de importação de armas e pronto.
    Não tem porque pobre comer carne, feijão, arroz, etceteras e tal.
    O pobre assalariado não precisa nem comer. Comer para que mesmo?

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Economia

“Pessoal tem reclamado dos preços dos alimentos, tem subido, sim, além do normal. Também é uma consequência do ‘fique em casa’, que quase quebrou a economia”, diz Bolsonaro

Foto: Reprodução/Youtube

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta segunda-feira (23), que uma das consequências do isolamento social, por conta da pandemia do novo coronavírus, foi a alta no preço dos alimentos.

Cercado de apoiadores e seguranças, o presidente reconheceu o aumento de preços, mas disse que a responsabilidade não é dele. “Pessoal tem reclamado dos preços dos alimentos, tem subido, sim, além do normal. Também é uma consequência do ‘fique em casa’, que quase quebrou a economia”, destacou.

“Então tem muita coisa errada, sabemos disso, mas a responsabilidade tem que ser apontada para quem é de direito. Todo mundo aponta para mim essa questão dos alimentos, estou fazendo o possível para voltar à normalidade”, explicou o presidente.

“Se não tivesse feito aquelas medidas lá atrás, para ajudar pequenas e micro empresas, auxílio emergencial, estaria terrível aqui no Brasil”. (Jair Bolsonaro).

Bolsonaro disse que a população, às vezes, se “esquece” do período da pandemia, e destacou que o governo se endividou em quase R$ 700 bilhões para tomar medidas. Além disso, o presidente respondeu às críticas sobre o agronegócio ter que priorizar o mercado interno.

“Passam a criticar o tempo todo o agronegócio, falando que tem que vender aqui para dentro e não para fora do país. E olha a soja, ela tem que ser toda exportada, não tem como ser consumido tudo aqui dentro. E outra coisa, eu sou da lei da livre iniciativa, oferta e procura, e o mercado é quem diz se vai ser vendido aqui ou lá fora”, defendeu.

Bolsonaro disse que sofre “o tempo todo com mentiras, tentando desgastar o governo” e críticou a oposição. “Ao invés da esquerdalha mostrar o que fizeram no passado, não vão mostrar, porque só roubaram, não adianta mostrar. Então tem que caluniar os outros”, afirmou.

“E mais, o governo federal, com as medidas que tomou, evitou algo muito pior do que o aumento de alguns alimentos. Que foi o que? Desabastecimento. Se o campo tivesse ficado em casa, não teríamos comida aqui, o Brasil estaria pegando fogo. É isso que a esquerda quer, que o Brasil pegue fogo para dizer que eles são os salvadores da pátria”, emendou.

Desmatamento e queimadas

Bolsonaro ressaltou aos seus apoiadores um vídeo, postado em suas redes sociais nesta manhã, que mostra como é tratado o agronegócio no Brasil. “Para mostrar que não é da forma que dizem que nós tratamos, de forma mentirosa falam que nós tacamos fogo em tudo. Nós não plantamos na Amazônia e criticam a derrubada (de árvores). Então, são críticas infundadas e tem objetivo comercial”, defendeu.

O Chefe do Executivo ainda voltou a criticar a hipocrisia dos países que exigem maior compromisso no combate aos crimes ambientais. “Pergunta na Europa o que é mata ciliar. Não tem um palmo de mata na margem dos rios. Ninguém tem um código rural como o nosso. Aqui o produtor rural é obrigado a preservar, na região da Amazônia, 80% da floresta”, explicou Bolsonaro.

“O que o mundo vê na Amazônia? A floresta? Se for a floresta, nós estamos prontos para fornecer mudas para eles reflorestarem seus países. E por que tanta crítica ao Brasil? É por causa do comércio, do agronegócio. Somos uma potência em exportação de commodities e eles querem que cada vez mais nós produzamos menos, para não prejudicar seus mercados lá fora”, afirmou.

Ele ainda voltou a defender a técnica não comprovada de combate as queimadas, de usar o gado como forma de evitar a propagação de incêndios. “Você vê o fogo no Pantanal. No passado, podia deixar o boi comer o capim na área preservada, hoje não. Então acumula uma massa vegetal morta muito grande, quando vem o fogo ele incendeia e o negócio vira uma barbaridade”, disse.

Para Bolsonaro, o que falta é compreensão da população, que não tem o conhecimento das coisas. “Passaram aí 30 anos com Paulo Freire, só aprendendo abobrinha, sabem nada, nem uma tabuada sabem, e querem dar palpite sobre economia”, diagnosticou.

Sobre as notícias de que o agronegócio vendeu para fora do País por preços mais baratos do que os comercializados dentro do Brasil, Bolsonaro disse que isso é “tão absurdo que dá nem para comentar”.

Demarcação de terras indígenas

Bolsonaro voltou a defender o uso de terras demarcadas para exploração e ressaltou que o assuntos, que antes era um pesadelo para o produtor rural, agora é algo que “tem que estar muito bem explicado” para acontecer em seu governo.

“Dá para imaginar a pressão que eu sofro fora do Brasil? No passado, quando um governo, o presidente viajava, ao voltar, no Diário Oficial, tinha lá tudo quanto é demarcação de terra indígena, ampliação de parque e reserva, o que cada vez mais inviabilizava nossa agricultura, agora inverteu completamente isso”, disse.

“Qual era o grande temor do agricultor, falando aí em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás? Era acordar e saber que a sua terra estava sendo demarcada. No meu governo, você ouviu alguma coisa sobre isso?” (Jair Bolsonaro)

Bolsonaro continuou a defender as mudanças impostas pelo governo e deu também como exemplo a educação. “Não é fácil mudar. Você não vê mais coisa errada em sala de aula, você não vê livro editado por nós ensinando a criancinha o que você não quer que ela aprenda. Temos na educação um ministro que é competente e é pastor, alguém poderia imaginar?”, ressaltou.

“Eu não quero que falem bem do Brasil, eu quero que falem a verdade”, encerrou.

R7

 

Opinião dos leitores

  1. O aumento de preço dos alimentos ocorreu no mundo todo, o que aconteceu, a produção por causa da pandemia caiu e o consumo aumentou devido até mesmo ao auxílio emergencial que deu condições de uma melhor alimentação para àqueles que estão na extrema pobreza, favorecidos no mundo todo.
    Talvez muitos não conheçam mas é a famosa lei da oferta e da procura, mais oferta = preço baixo, mais procura = aumento de preço.
    O Bolsonaro já baixou taxas e encomendou importação de alimentos.
    Daqui a pouco irão culpar o Bolsonaro por chover, por fazer sol, por escurecer.

  2. Quando a esquerda critica o véio Bolsonaro,é porque ele está fazendo a coisa certa,e a esquerda vendo o poder cada dia mais impossível.Em 2022 vai ser no 1º turno.Chora Petralhada !!!!

  3. Não foi por falta de aviso.
    O véi duro avisou, chamaram de doído, maluco de genocida, do diado que o parta.
    Agora aguente.
    O véi duro da gota serena.
    É melhor JAIR se acustumando.
    Não acreditaram, agora peguem, vão comer a corda da globo lixo e o anão João Doria que da nisso.
    Se mesmo assim a petezada tiverem achando ruim, vão pra Argentina.

  4. Manoel veja se compra na feira do alecrim algo para colocar no seu cérebro, é facil, todo sábado tem, lá só não vendem aquilo que tem muito na cabeça de camarão e sai pela porção terminal do cólon intestinal, outra, vcs falarem em mentira, isso é pegajoso, leiam, basta isso, o próprio nove dedos mentindo e sorrindo, falando que mentia, seus ex amigos ainda estão vivos, principalmente um médico chamado Palocci, vivia com ele, cheirava ele, idolatrava, babava, comia no mesmo prato, uma vergonha. Pedro Barusco…., não façam nada comigo kkkkk que devolvo 100 milhões de DOLARES, tem horas que da pena ler o que vcs da esquerda escrevem, menino burro, a guerra fria já passou, a união soviética acabou, Cuba acabou, Venezuela idem, até a China vermelhinha já abandonou aqueles preceitos maquiavélicos, acorda jumento, estamos em 2020, seu partido lascado, sem credibilidade, o chefão numa mansão, JANJA colocando o café dele, aí sim é sabida, vcs não passam de uns abestalhado sem Horizonte.

  5. O Brasil passa por uma crise de confiança, quem terá coragem de investir em um país que navega sem rumo? daí o dólar a quase 6 reais e a fuga de capitais. O presidente mais uma vez é desonesto tentando imputar a culpa em terceiros e ñ em sua incompetência.

  6. Pessoal, relações econômicas internacionais não algo simples. São muitas ementos que interferem no processo, inclusive variáveis exógenas. Não adiante culpar o Presidente nem chamar pessoas de gado. O presidente, ao optar pela manutenção das atividades econômicas concomitante aos cuidados com a pademia, mediante o isolamente vertical, estava querendo evitar o pior. Um país com a economia quebrada jamais terá forças para bancar a saúde pública. Elementar!

    1. Qual é a causa de o real ter sido umas das moedas que mais se desvalorização frente ao dólar?

  7. Esse cidadão quer que a população brasileira seja extinta do planeta?
    Vai negar também que no Brasil não tem corona?

  8. Com o dolár a quase 6 reais, a China vende uma geladeira e leva uma carrada de soja, milho, arroz e ainda sobra umas pratinhas, e olha que a ultima safra foi grande. O Brasil, um dos maiores produtores de grãos, agora tem que importar em uma tentativa de freiar os preços. Mas nosso querido presidente em vez de trabalhar prefere viver de picuinha e terceirizar a culpa pela alta dos alimentos.

  9. Falou o mentiroso.
    Nao seria por causa do valor estratosférico do Dólar o qual os alimentos está atrelados?

  10. QUAL É A LÓGICA???
    SAFRA RECORDE NO ANO 2020… E A CULPA É DO #FICAEMCASA???

    A FOSSA ABRIU NO PLANALTO

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Diversos

NOTA DO CRMV-RN: Médico-veterinário é o profissional responsável técnico pelos alimentos de origem animal

Sobre as fiscalizações em estabelecimentos de produtos de origem animal, em especial das queijeiras do Estado do Rio Grande do Norte, o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-RN) mais uma vez, vem a público esclarecer que exerce suas atividades baseado na Lei Federal n. 5517/1968, a qual afirma que é da competência privativa do médico-veterinário a direção técnica sanitária de usinas e fábricas de lacticínios, bem como é obrigatório o registro nesta autarquia.

Complementado a lei federal, o estado do RN sancionou a lei 10.230/2017, que disciplina o registro das queijeiras artesanais no órgão de inspeção estadual e a ter RT que possa detectar possíveis alterações na sanidade de seus produtos. Ressaltamos que, por esta lei federal supra citada, a capacidade técnica é atividade privativa do médico-veterinário.

Tal legislação federal, inclusive, serviu de fundamento para decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que confirmou em maio de 2019 a obrigatoriedade do registro desses estabelecimentos nos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária. Diante disto, a atuação do CRMV-RN é legal e as empresas autuadas tem 30 dias para se regularizar, antes das aplicações das sanções impostas pela legislação.

Riscos ao consumidor

O leite e seus produtos derivados podem transmitir Zoonoses (doenças dos animais transmitidas ao homem), tais como tuberculose, brucelose, salmoneloses, além de infecção intestinal, toxinfecção, entre outras que podem inclusive causar a morte das pessoas que acreditavam estar consumindo produto de qualidade. É valido salientar que, pelo código penal brasileiro, é crime punível com pena de reclusão de 10 a 15 anos causar epidemia por propagação de germes patogênicos (código penal, art. 267) e o CRMV-RN não vai ser cúmplice nem co-responsável por propagação de zoonoses, aceitando que produtos de origem animal seja elaborado sem a atuação do Médico Veterinário.

Um dos problemas rotineiros em laticínios e queijeiras é o desenvolvimento de fungos indesejáveis, que são transportados através do ar, sendo um agente de contaminação. Esses fungos podem levar a deterioração e diminuição da vida de prateleira ou produção de micotoxinas e agentes alergênicos, representando mais perigos à saúde do consumidor. Fungos transportados pelo ar podem ser provenientes do ar exterior e introduzidos na fábrica através de sistemas de ventilação ou de repartições úmidas no ambiente de produção.

É importante exemplificar que, durante as fiscalizações nesse tipo de estabelecimento, os fiscais do CRMV-RN já encontraram ambientes insalubres, sem qualquer tipo de higienização suficiente para produzir um queijo com segurança e sanidade garantidos, além da presença de quantidade inadmissível de moscas nos tachos, adulterações nas formulações, presença de animais na área de produção ou vizinho.

Até mesmo o ferro utilizado para marcar o queijo nas imagens que ilustram a matéria do blog encontra-se coberto de ferrugem e contaminado, transmitindo patógenos ao queijo que será consumido pela população e oferecendo alto risco à saúde dos consumidores. Daí a imprescindibilidade da presença do profissional capacitado para identificar e prevenir possíveis contaminações microbianas em produtos de origem animal.

Diante de todo o iminente perigo à saúde pública, os cidadãos norte-rio-grandenses devem exigir o responsável técnico Médico Veterinário em queijeiras e laticínios, artesanais ou comerciais. O CRMV-RN reforça que é imprescindível a presença deste profissional, com atribuição de garantir as boas práticas de higiene e a qualidade dos produtos de origem animal, assim como a atuação dos órgãos de inspeção.

O CRMVRN tem trabalhado em parceria com o ministério público estadual, vigilância sanitária, IDIARN, MAPA e outras instituições visando garantir que produtos de origem animal sejam sempre de qualidade sanitária e a justiça tem referendado o trabalho desta autarquia.

Este Conselho se coloca à disposição da imprensa e da sociedade potiguar para esclarecer qualquer dúvida quanto a sua atuação.

Opinião dos leitores

  1. sugiro ao BG fazer uma entrevista com o Idiarn e o Conselho para esclarecer oq diz a legislação sobre responsabilidade técnica nesses locais e a quem cabe a fiscalização dos mesmos em cada ponto. Os proprietários de queijeiras e a população merece esse esclarecimento

  2. Somente para receber taxas, fiscalização semanalmente ou mensalmente nada.
    Aplicaram multas, será q recolheram algum material para análise ou só foram multar?

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Economia

Alimentos puxam alta de preços em setembro, aponta o IBGE

Foto: © Antonio Cruz/ABr

O grupo de despesas com alimentação e bebidas teve uma alta de preços de 2,28% em setembro, e foi o principal responsável pela inflação oficial no mês, de 0,64%. A alta dos alimentos foi maior do que a observada em agosto, de 0,78%.

Os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foram divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A alta dos alimentos ocorreu principalmente por causa da refeição dentro do domicílio, que subiu 2,89%. Entre os produtos com maiores aumentos de preço estão o óleo de soja (27,54%) e o arroz (17,98%). O tomate teve alta de 11,72%; o leite longa vida, 6,01%, e as carnes, 4,53%.

“O câmbio num patamar mais elevado estimula as exportações. Quando se exporta mais, reduz os produtos para o mercado doméstico e, com isso, temos uma alta nos preços. Outro fator é a demanda interna elevada, que por conta dos programas de auxílio do governo, como o auxílio emergencial, tem ajudado a manter os preços num patamar elevado. No caso do grão de soja, temos ainda forte demanda da indústria de biodiesel”, explicou o pesquisador do IBGE Pedro Kislanov.

Outro grupo de despesas com impacto importante na inflação em setembro foi o de transportes (0,70%), cuja alta de preços foi puxada pela gasolina (1,95%), óleo diesel (2,47%), etanol (2,21%) e passagens aéreas (6,39%).

Também tiveram altas de preços os grupos artigos de residência (1%), habitação (0,37%), vestuário (0,37%), comunicação (0,15%) e despesas pessoais (0,09%).

Por outro lado, saúde e cuidados pessoais teve deflação (queda de preços) de 0,64%, principalmente devido ao item plano de saúde, cujos preços recuaram 2,31% devido a decisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) de suspender até o fim do ano os reajustes dos planos. Educação também teve deflação de 0,09%.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Manoel! A Dilmanta mantinha os preços artificialmente. A energia era subsidiada, os combustíveis com preços mantidos pela "caneta", contribuiram para enormes prejuízos na Petrobras e o consumo mantido com renúncia de tributos na linha branca, automóveis, etc…
    Atualmente são preços de mercado que podem ter variações, para cima ou para baixo, com as cotações internacionais.
    PS: a matéria tela não cita inflação de 17% nesse ano. Vc viu esse índice aonde?

  2. Eu como bom PATRIOTA ñ estou preocupado nem com o preço do feijão muito menos com o do arroz. Tenho histórico de atleta e cultivo bons hábitos. Agora se preço do CAPIM estivesse aumentado, ai realmente eu estaria preocupado. Rumen vazio ñ para em pé.

    1. Nem capim tem mais pro gado e jumentos comerem. O Fogo acabou com tudo!

    2. Vc não reclamou da inflação de 11% de Dilma mais quer fazer drama da inflação de 2,5% de Bolsonaro, isso após meses de deflação na pandemia, seja honesto e pare de fake news.

    3. Pois é Luciano Gado
      Era 11% com o povo consumindo. Hoje temos a maior inflação para um mêsem 17% sem ninguém com dinheiro pra nada.
      Sópra te recordar. Com Dilma o dólar era 2,70, a gasolina 2,90, o kg de arroz 2 reais, feijao 3 reais e o capim sobrava.

    4. Mané voltou, junto com entregador de pizza e cabeça cheia de chifre, dava um trio certinho, defendendo a quadrilha dos PTralhas e de LULADRAO. Kkkk

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Economia

Ministério da Justiça notifica supermercados por alta nos preços dos alimentos

Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

Após as manifestações públicas do presidente Jair Bolsonaro, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), ligada ao Ministério da Justiça, notificou hoje as principais empresas e associações ligadas à produção e distribuição de alimentos da cesta básica. Todos terão cinco dias para responder aos questionamentos.

Paralelamente, a Senacon convidou os ministérios da Agricultura e da Economia para discutir medidas que possam mitigar o “aumento exponencial nos preços de alimentos que compõem a base alimentar dos brasileiros”.

A titular da secretaria, Juliana Domingues, entende que as notificações são necessárias para identificar claramente as causas dos reajustes, especialmente do arroz. “Não podemos falar em preços abusivos sem antes avaliar toda cadeia de produção e as oscilações decorrentes da pandemia”, disse ela.

Por essa razão, o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) expediu ofícios para o levantamento de dados que são necessários para aferir qualquer abusividade.

Os supermercados terão que listar quais os produtos da cesta básica que tiveram maior variação no último mês e os três itens com maior reajuste. Também vão ter que mencionar os três principais fornecedores desses produtos, bem como o preço médio praticado por esses fornecedores nos últimos seis meses.

As informações devem ser acompanhadas das notas fiscais que comprovem os valores informados.

Já as cooperativas foram questionadas sobre eventuais variações nos custos de produção, como combustível, frete, defensivos e fertilizantes. Também foram encaminhadas perguntas sobre os volumes e preços da safra 2019/2020, bem como eventuais dificuldades para a compra de insumos.

A Senacon pediu ao Ministério da Economia que estude alternativas que permitam maior competitividade e oferta aos consumidores, “privilegiando valores como a livre iniciativa e incentivo à concorrência”. Bolsonaro chegou a falar em facilitar as importações de arroz.

“A Secretaria considera como positiva a articulação entre o Ministério da Economia e o MAPA (Ministério da Agricultura) no sentido de facilitar a importação ou gerar mais competitividade nos produtos afetados”, informa o órgão, que já está mapeando as causas do aumento nos preços.

Havendo indícios concretos de aumentos injustificados e, portanto, abusivos, a Senacon informou que poderá sancionar administrativamente os incidentes como infrações aos direitos dos consumidores. As multas, segundo o órgão, podem passar de R$ 10 milhões.

A Associação Brasileira dos Supermercados (Abras), cujos dirigentes se reúnem hoje com Bolsonaro, está entre os notificados. Os demais são: Urbano Agroindustrial, Cooperativa Agroindustrial, Cooperja, Grupo Nelson Wendt, Grupo Ceolin, Caal, Guacira alimentos, Brejeiro, São João Alimentos, Cooperja – Cooperativa Agroaceleradora e Cooperativa Juriti.

Valor

Opinião dos leitores

  1. Infelizmente o verdadeiro patriotismo passa longe de alguns cidadãos e de alguns empresários brasileiros ( digo alguns, pois sempre existem as honrosas exceções), muito ao contrário de outros países desenvolvidos, onde quem tinha condições deu sua contribuição nessa horrível pandemia .

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Diversos

Corredores em quarentena trocam as ruas para correr em suas próprias casas e viralizam amor doando alimentos

A primeira edição da Meia Maratona Viralizando Amor contou apenas com um atleta, o idealizador Haroldo Motta da Ong Baobá. Na segunda edição, já foram 12 atletas e agora, este número deve passar de 100. Os atletas estão correndo em busca de apoio para distribuir cestas básicas para famílias carentes neste período de isolamento social.

A próxima edição da “Meia Maratona Viralizando Amor – 21km – CorraEmCasa”, acontece dia 06 de junho, sábado, às 6h30, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5/6). Desta vez, tem uma novidade. Além da tradicional meia maratona de 21km, o grupo decidiu abriu a modalidade passando a oferecer corridas de 1 km; 2,5km; 5km; 10km além dos 21km. A principal regra do evento é que o atleta realize seu percurso dentro de casa ou em volta da mesma, sensibilizando pessoas no apoio da iniciativa na doação de recursos para compra de cestas básicas.

A 3ª Meia Maratona Viralizando Amor – CorraEmCasa – 21km, tem o propósito de incentivar a prática de atividade física, principalmente os treinos de corrida em casa, neste período de afastamento social que estamos vivendo. Neste sentido o evento cumpre também um papel social importante, onde toda a arrecadação da inscrição será destinada para a aquisição de cestas alimentícias e doadas às famílias em situação de vulnerabilidade social da capital potiguar.

“Precisamos compartilhar a abundância de vida em nosso planeta. Nossa jornada dia 6, quando acontece a prova da corrida, é um esforço coletivo de gratidão a todos os seres vivos na busca de um harmônico desenvolvimento sustentável em nossa Terra”, comentou Haroldo Mota.

Para participar desta ação, é solicitado a inscrição solidária de vinte reais (R$ 20,00) para a compra de cestas básicas e pedem a gentileza de enviar para a organização do evento:

– Haroldo Mota 84 98845 4603
– Rozangela Cavalcante 84 99133.2045
– Renatta Borges (84) 9 8142 8489

A cópia do comprovante para melhor controlar a arrecadação.

Os dados bancários disponibilizados:

Banco do Brasil: Agência 2623.9 – c/c 5.775.4
Caixa Econômica Federal: Agência 0034 operação 013 c/c 27.902.9
Em nome de Haroldo F Mota
Banco 260 – Nu Pagamentos S.A: Agência 0001 c/c 8458976-8
Renatta Borges

Agradecemos desde já a todos pela participação desse ato voluntário amoroso. Com o recurso arrecadado na última meia maratona conseguimos distribuir 134 cestas básicas e 180 álcool gel que foram doados pela indústrias Becker, além de 200 máscaras doadas pela ONG Baobá e pela Rede EuSouDoAmor. diz a ultramaratonista Renatta Borges participante e uma das coordenadoras do evento.

Vamos Correr e Viralizar Amor.

Evento Solidário
3ª Meia Maratona Viralizando Amor – 21 km – CorraEmCasa.

Data: 06 de junho de 2020 (sábado)
Horário: 6h30

Percurso: Em Casa – 1km; 2,5 km; 5km;10 km e 21 Km

Objetivo: Adquirir Cestas Básicas para doação

Contribuição Solidária: R$ 20,00

Banco do Brasil: Agência 2623.9 c/c 5.775.4

Caixa Econômica Federal: Agência 0034 operação 013 c/c 27.902.9

Haroldo F Mota

Banco 260 – Nu Pagamentos S.A: Agência 0001 c/c 8458976-8

Renatta Borges

Informação:

Haroldo Mota (84)9 8845.4603
Rozangela Cavalcante 84 99133.2045
Renatta Borges (84) 9 8142 8489

baobacontato@gmail.com
@MeiaMaratonaViralizandoAmor

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Diversos

FOTOS: Potigás realiza doação de alimentos e kits de limpeza e higiene

Fotos: Divulgação

A Companhia Potiguar de Gás, tendo em vista o seu compromisso social com os potiguares, realizou, na manhã desta segunda-feira, 25, a doação de 450 cestas básicas e 460 kits de limpeza e higiene pessoal que serão distribuídos para amenizar os efeitos do isolamento social necessário nesse momento de pandemia pelo coronavírus.

A entrega foi feita à Central de Controle de Recebimento e Distribuição de Doações de Insumos e Bens do Estado do Rio Grande do Norte, que atualmente recebe as demandas assistenciais coordenadas pela Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas), e de lá será transportada para as famílias a serem beneficiadas no Rio Grande do Norte.

A diretora presidente da Potigás, Larissa Dantas, reforça o papel social da empresa no momento difícil que todos vêm enfrentando. “Entendemos que o momento é delicado e queremos contribuir com aqueles que estão em situação de vulnerabilidade social. A preocupação atual é com a saúde dos potiguares de forma a pouparmos vidas. Em breve estaremos de volta à nossa rotina e juntos iremos reerguer a nossa economia”, explica a gestora.

“A doação da Potigás tem grande importância e vem somar com outras organizações que abraçaram a campanha RN+ Unido como uma forma de proteção social aos mais vulneráveis”, afirma Iris Oliveira, titular da Sethas.

Desde o início da pandemia, a Diretoria Executiva da Potigás vem reunindo esforços para minimizar os impactos da crise para os potiguares, sejam usuários do gás natural canalizado ou não. Um exemplo é a negociação de débitos para aquelas indústrias e comércios que vem enfrentando dificuldades em honrar os pagamentos.

Opinião dos leitores

  1. Senhora GOVERNADORA CADÊ AS CESTAS BASICAS DA MERENDA ESCOLAR????? O DINHEIRO ESTA SENDO USADO PRA QUE MESMO???

    AFINAL, QUAL FOI A SERVENTIA DADA PELO GOVERNO AO POVO ???

    NINGUÉM VE PROGRAMA SOCIAL , MASCARAS SO AS QUE SAO DOADAS POR ENTIDADES PARTICULARES..GOVERNO SO RECEBENDO DINHEIRO E O POVO CHUPANDO O DEDO..

    Oh GOVERNO SEM AÇÃO…

    É UM TAL DE DISSE ME DISSE, E a Pandemia correndo frouxo..

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Diversos

Colaboradores da Cabo Telecom realizam campanha de arrecadação para doação de alimentos

Fotos: Divulgação

Os colaboradores da Cabo Telecom se uniram em favor da missão de ajudar aos mais prejudicados em decorrência da pandemia da Covid-19, e decidiram promover entre eles uma campanha de arrecadação dentro do projeto “Conectados pela Solidariedade”. Desta forma, a empresa se dispôs a fazer o desconto no contracheque de quem aderisse espontaneamente. Além de apoiar a iniciativa, a Cabo Telecom também se comprometeu a dobrar o valor arrecadado pela ação com uma doação em espécie.

Durante toda a semana eles se empenharam e conseguiram a adesão de mais de 60% dos colaboradores, com isso, o valor arrecadado ultrapassou R$ 7.500. Com o apoio da Cabo, em participar com o equivalente ao dobro das doações, o montante chegará a mais de R$ 15.000.

O valor será convertido em alimentos e destinados a duas instituições: RN invisível, que atende moradores de rua e cerca de 250 famílias de comunidades carentes do estado, e uma instituição de assistência social de João Pessoa ainda a ser definida, onde a empresa também tem sede. A Cabo Telecom doou ainda 1kg de alimento por cada colaborador que compõe a empresa, totalizando 657 kg. Ao todo, portanto, o montante das doações chegará a cerca de cinco toneladas de alimentos.

A Cabo Telecom desenvolve regularmente diversos projetos sociais, entre eles, o projeto “Da sala ao cinema”, que arrecada alimentos não perecíveis, produtos de higiene e limpeza entre seus assinantes a cada sessão. No entanto, devido à pandemia, foi suspenso para evitar as aglomerações.

“A ação ‘Conectados pela Solidariedade’ não é apenas uma ação social, é um sentimento coletivo de ajudar ao outro, que muitas vezes não tem a oportunidade de ter o mínimo neste momento de dificuldade. E, principalmente, é a certeza de que unindo forças, conseguiremos sair dessa o mais breve possível”, pontua Otávio Victor, analista administrativo do SAC da Cabo Telecom.

Opinião dos leitores

  1. Parabéns aos colaboradores da CABO TELECOM pela iniciativa. Aprendi a gostar dessa empresa desde que trabalhei nela por durante 7 anos. Pessoas fazendo a diferença. PARABÉNS CABO TELECOM. Saudade de todos vocês !!!

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Diversos

Preços de alimentos no mundo caem afetados pelo coronavírus

Foto: Pixabay

Os preços globais de alimentos caíram em fevereiro, após quatro meses de aumentos sucessivos, com a disseminação do coronavírus impactando a demanda por alguns produtos, informou a agência de alimentos da Organização das Nações Unidas nesta quinta-feira.

O índice de preços dos alimentos da Organização para Agricultura e Alimentação (FAO), que mede as variações mensais de uma cesta de cereais, oleaginosas, laticínios, carne e açúcar, teve média de 180,5 pontos no mês passado, queda de 1% ante janeiro.

A FAO também aumentou levemente sua previsão para a produção de cereais, prevendo uma safra totalizando cerca de 2,719 bilhões de toneladas em 2019, acima de uma previsão anterior de 2,715 bilhões e cerca de 2,3% superior à safra de 2018.

O índice de preços de óleo vegetal caiu 10,3% em relação a janeiro, devido a uma queda nos preços do óleo de palma, enquanto o índice de preços de cereais recuou 0,9%, com os preços internacionais de todos os principais cereais, exceto arroz, em queda.

A FAO disse que a disseminação do coronavírus contribuiu para a queda nos preços de ambos os índices, em meio a temores de que o surto desencadeasse uma desaceleração global.

O coronavírus também atingiu o índice de preços da carne, que caiu 2% no mês devido às menores importações da China, epicentro da epidemia, que até agora já infectou pelo menos 95.300 pessoas em todo o mundo e causou mais de 3.200 mortes.

O índice de preços dos laticínios subiu 4,6%, impulsionado pelo aumento do queijo devido a uma queda nas exportações de Nova Zelândia e Austrália.

Já as cotações do leite em pó caíram devido à desaceleração das compras da China, o maior importador do mundo, devido a atrasos no manuseio de cargas nos portos, afetados pela disseminação do coronavírus, informou a FAO.

Por outro lado, o índice de preços do açúcar subiu 4,5% no mês, atingindo seu nível mais alto desde maio de 2017, principalmente por perspectivas de menor produção na Índia e prolongada seca na Tailândia – dois dos principais países produtores de açúcar.

A FAO também divulgou uma nova previsão para a produção mundial de cereais, dizendo que os mercados globais devem permanecer bem abastecidos, cobrindo confortavelmente a previsão de crescimento no consumo.

A previsão preliminar para a produção de trigo em 2020 é de 763 milhões de toneladas, praticamente estável em relação ao nível quase recorde registrado em 2019.

R7, com Reuters

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Diversos

Auditoria do Governo acha uma diferença de R$ 6,4 milhões em cobranças de empresa de alimentos no Sistema Prisional

A auditoria realizada para averiguar contratos de fornecimento de refeições às unidades prisionais do Rio Grande do Norte atestou uma diferença de R$ 6,4 milhões entre o valor do débito reclamado pela empresa contratada e a real dívida do Estado potiguar. O resultado desse trabalho foi apresentado pela Controladoria Geral do Estado (Control) na manhã desta quinta-feira (20).

Os contratos foram firmados entre a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap) e a empresa PJ Refeições Coletivas Limitada – EPP. A auditoria foi promovida a partir de requerimento da Seap em fevereiro de 2019, quando da cobrança pela contratada de débitos relativo a fornecimentos realizados, mas não pagos, em anos anteriores pelo Governo do RN.

De acordo com o setor financeiro da Seap os pagamentos não eram realizados por consequência da falta de orçamento. Após a verificação, através de cotejamento dos pagamentos, a auditoria do Governo apurou débito de R$ 22.886.068,40, uma diferença de aproximadamente R$ 6,4 milhões ao valor de R$ 29.291.402,13 reclamado pela empresa contratada.

A empresa, na época da auditoria, era responsável pelo fornecimento de refeições para todos os presídios do estado do RN, que eram destinadas aos internos, policiais penais e policiais militares de plantão. Esses contratos tiveram início no ano de 2012 e, através de aditivos, vigoraram até 2018 (exceção ao contrato nº 13 que teve início em 2015 e vigorou até junho de 2019).

Auditoria também investigou qualidade dos alimentos

Durante o desenvolvimento da auditoria, a Ouvidoria do Estado também recebeu denúncia apontando baixa qualidade dos alimentos fornecidos, abrindo nova fiscalização a partir da demanda original. Em 2019 eram fornecidas em média 30 mil refeições diárias (café, almoço e jantar), para 10 mil usuários, ao custo unitário diário de R$ 16, totalizando R$ 4,8 milhões por mês ao Governo com alimentação do sistema prisional.

Relativo à apuração da denúncia na Ouvidoria, a auditoria realizou vistoria in loco em unidades do sistema prisional e constatou a ocorrência de baixa qualidade dos alimentos, problemas na oferta de proteínas no desjejum e no almoço, além de longo intervalo entre o jejum noturno e o desjejum, que poderia gerar até uma hipoglicemia nos internos.

Segundo o controlador geral do Estado, Pedro Lopes, a Control recomendou adoção de medidas administrativas pela Seap para melhorar a capacidade dos servidores no exercício da função de fiscalização dos contratos, além de sugestão de punição à contratada quando do descumprimento das cláusulas de fornecimento dos alimentos. Pedro ressaltou ainda que foi constatado também que todo o sistema prisional tinha apenas um fiscal de contrato e nenhuma nutricionista, contribuindo para o descumprimento de cláusulas relacionadas à qualidade do fornecimento.

O relatório completo de auditoria pode ser conferido na página da Control, através do link: http://adcon.rn.gov.br/ACERVO/control/DOC/DOC000000000225067.PDF

Opinião dos leitores

  1. De acordo com a SEAP, haverá nova licitação, acreditando que seja sem cartas marcadas, e que ganhe esta licitação, empresa com capacidade, e
    que tenha em seu quadro funcional,
    Pessoas capacitadas.

  2. Dre acordo com a SEAP, haverá nova licitação, acreditando que seja sem cartas marcadas, e que ganhe esta licitação, empresa com capacidade, e
    que tenha em seu quadro funcional,
    Pessoas capacitadas.

  3. Ta na hora de obrigar os presos a trabalhar para pagar por sua comida e "hospedagem" , como todos os homens dw bem, honestos e pais de família.

  4. Fraudes nas tornozeleiras, nas quentinhas e por aí vai. Se procurarem outros contratos como por exemplo o da reforma do presídio vão encontrar mais dinheiro roubado com conivência e participação da SEAP e do governo do estado. Tem que mandar os responsáveis pra trás das grades.

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Diversos

FOTOS: Carnatal Solidário arrecada 57 toneladas de alimentos para 104 instituições em 2019

Fotos: Divulgação

Ao longo de 2019 o folião do Carnatal contribuiu com 57 toneladas de alimentos que foram destinados ao Armazém da Caridade e entregues a 104 instituições sociais da Grande Natal. Nesta segunda-feira (23), perto de 30 toneladas de alimentos arrecadados com o abadá social foram distribuídos a 32 instituições que dão assistência aos mais necessitados. Há alguns meses, outras 27 toneladas foram entregues pelo Armazém para instituições através da iniciativa do Carnatal Solidário.

De acordo com Edgar Smith, vice-presidente do Armazém da Caridade a arrecadação bateu mais um recorde de solidariedade. “O jovem folião tem dado um exemplo social muito feliz para todos nós. É com muito orgulho que participamos desta ação voluntária. E volto a repetir somente uma mobilização em massa como a realizada pelo Carnatal poderia arrecadar tantos alimentos. Prevalece o sentimento de solidariedade do folião. Agora as instituições terão um Natal bem melhor”, ressaltou Edgar Smith, durante a solenidade de entrega de alimentos na sede do Armazém da Caridade, no bairro Nazaré, zona Oeste de Natal.

Para João Henrique Lemos, diretor de marketing da Destaque Promoções, a inciativa do Abadá Social, braço do Carnatal Solidário se mostra exitosa quando se observa a imagem do galpão do Armazém da Caridade completamente tomado de alimentos. “O nosso sentimento é de muita gratidão. Temos muito que agradecer ao folião que fez a festa do Carnatal29 e fez a doação de alimentos que vai minimizar a fome de muitos carentes neste Natal”, disse João Henrique.

Em nome das instituições beneficiadas falou Francisco Ferreira, dirigente do Instituto Esperança, na cidade de Arês, a 61 quilômetros de Natal. “Somos nós que estamos na ponta. Diante do sofrimento de quem não tem um prato de comida que sabemos a diferença que é a chegada destes donativos”, disse Francisco Ferreira que atende 102 crianças e jovens.

A entrega dos donativos é feita pela direção do Armazém da Caridade que conta com a cooperação do Exército Brasileiro para separar e embalar os produtos para as instituições. São Militares do 16º Batalhão de Infantaria Motorizado. Ao final da solenidade cada instituição leva sua parte dos alimentos para suas respectivas sedes.

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Economia

Inflação oficial desacelera por redução do preço dos alimentos

Foto: EBC

A inflação oficial desacelerou em agosto, pressionada pela redução do preço dos alimentos, segundo os dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado nesta sexta-feira (6) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O gerente da pesquisa, Pedro Kislanov, afirma que houve redução nos preços de alguns dos principais alimentos consumidos no dia a dia dos brasileiros devido ao aumento de oferta nos pontos de venda. Foi o que ocorreu, por exemplo, com o tomate (-24,49%), a batata inglesa (-9,11%) e as hortaliças e verduras (-6,53%).

O indicador registrou taxa de 0,11% no mês, frente a 0,19% em julho. Em agosto do ano passado, a taxa foi de -0,09%.

De janeiro a agosto, a inflação oficial acumula alta de 2,54%, enquanto a dos últimos meses ficou em 3,43%.

R7

 

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Cidades

Ceasa de Natal não vai funcionar a partir desta quarta-feira, 17 de julho

Foto: Divulgação

A Unidade das Centrais de Abastecimento (Ceasa) de Natal ficará de portas fechadas a partir desta quarta-feira, 17 de julho. Os permissionários da Ceasa esgotaram as possibilidades de negociações com a diretoria do órgão e agora só aceitam ser recebidos pela governadora Fátima Bezerra para discutir a pauta de reivindicações.

De acordo com o permissionário Vivaldo Medeiros, o governo do Estado aumentou a taxa de condomínio e também o Termo de Permissão Remunerada de Uso da Ceasa (TPRU). Os dois aumentos somam 46% de gastos a mais no bolso de cada permissionário. “O governo aplica um aumento desses e a Ceasa continua sem estrutura: não tem banheiro, não tem segurança, mas tem rato e agora tudo fica 46% mais caro. Se não negociar, vamos fechar mesmo”, informou Vivaldo Medeiros.

O presidente da Assucern – Associação dos Usuários da Ceasa  -, Samuel Medeiros, explicou que o governo tem “seus motivos” para promover os reajustes, mas também deixou claro que é preciso diálogo. “Sabemos que o governo tem um projeto para a Ceasa. Apoiamos este projeto, mas não dar para receber um aumento desses e ficar calado. Vamos para uma reunião agora e se nada mudar, vamos parar.  Não queremos tomar essa posição porque são mais de três mil trabalhadores que ficarão parados”, detalhou Samuel Medeiros.

Opinião dos leitores

  1. A "gove do góipi" quer mais que os tais permissionários da Ceasa se explodam!
    Mesmo porque, caso o plano dela de vencê-los no cansaço tenha êxito, ela os substituirá por agricultores familiares do MST.

  2. Começo de uma hora da manhã, trabalho muito dou emprego 28 funcionários, chega um cara desde sem saber de nada falando mau da ceasa. Não ganhamos fácil.

  3. Petista acham que um pobre de um produtor rural pode ser explorado a exaustao… enquanto isso, os petistas procuram fazer diversos convenios pra facilitar a vida do MST. Ora.. melhor vender a producao pra o Estado vizinho ou abrirem uma cooperativa fora da cidade de Natal e fechar a ceasa.

    1. Joãozinho infelizmente a CEASA foi tomada dos produtores rurais faz tempo, ali hoje é território de comerciantes e atravessadores, perdeu a razão de existir pois hoje não ajuda em nada ao Produtor Rural potiguar, só serve para ajudar a engordar os lucros dos atravessadores que ganham com o subsídio de aluguel e funcionamento dos seus comércios.

  4. Governadora tem uma solução fácil para este impasse, privatize a CEASA, o que danado tem governo que ficar subsidiando aluguel para comerciante, a atuação do governo naquele mercado só serve para criar cabide de emprego para políticos e para subsidiar custos de comerciantes e atravessadores. Ora em todo lugar do mundo as despesas do condomínio são rateadas entre os condôminos, porque na CEASA do RN tem que se diferente, outra coisa já passou da hora dela ser transferida de lugar, a única cidade do mundo que tem uma CEASA dentro da área central do seu perímetro urbano é Natal, as demais todas as centrais de abastecimento são no entorno pois isso facilita o acesso de caminhões e não atrapalha o trânsito urbano.
    Procurem um aluguel comercial naquela região e vejam se acham algum ponto comercial cujo o valor seja pelo menos o dobro do valor cobrado pela CEASA, duvido acharem, por isso essa grita daqueles comerciantes que não querem perder a boquinha, sem falar na alta inadimplência que o Estado sempre acumulou ali naquele espaço.

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