Mais de 20% dos americanos preferem internet do que um ano de sexo

É isso mesmo que você leu. Segundo um estudo divulgado na última segunda-feira pelo Boston Consulting Group, se o ~mundo maravilhoso da internet~ fosse um país, ele seria – daqui a quatro anos – a 5ª maior economia do mundo, responsável por um PIB (Produto Interno Bruto) de 4,2 trilhões de dólares.

De acordo com a pesquisa, os únicos países reais que continuariam à frente da Republica da Internet seriam os Estados Unidos, a China, o Japão e a Índia. Outra comparação para deixar tudo ainda mais claro: o Brasil – que vive um momento de expansão ‘nunca visto na história desse país’ – já festejou ao ser apontado recentemente, pelo jornal britânico Guardian, como a sexta maior economia do mundo.

E olha que essa não foi a única descoberta interessante do estudo. Segundo o Boston Consulting Group, o número de usuários da web deve chegar a 3 bilhões de pessoas em 2016 –em 2010, o número estimado era de 1,9 bilhão.

Se isso se concretizar, fico até ansioso para ver a importância que a internet deve alcançar lá. É que na mesma pesquisa, os americanos foram instigados a respondem do que abririam mão para poder navegar a internet: mais de dois terços disseram que abandonariam o café, mas – pasmem – 21% dos americanos abririam mão de sexo por um ano para continuar online.

Fonte: Super

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Danilo lima disse:

    Eu também prefiro a internet!

Pessoas narcisistas e com baixa autoestima são as mais ativas no Facebook

Uma pesquisa feita pela Universidade de West Illinois, nos Estados Unidos, chegou à conclusão de que os membros do Facebook que têm alto volume de amigos em sua rede de contatos apresentam, em sua maioria, traços narcisistas.

A pesquisa foi feita com 300 integrantes da rede social, que preencheram um formulário sobre seu comportamento. Os que tinham maior número de amigos no Facebook, costumavam atualizar seu status várias vezes ao longo do dia e tinham o hábito de se marcar constantemente em fotos foram os que mais demonstraram propensão ao narcisismo.

— O Facebook dá às pessoas que têm uma necessidade premente de se sentir bem sobre si mesmas uma chance de explorá-lo para obter o feedback que desejam e assim se tornarem o centro das atenções — contou ao Mashable o autor do estudo, o professor Chris Carpenter.

Segundo Carpenter, não há uma quantidade de amigos definida, nem uma frequência determinada de posts para enquadrar um internauta como possível vaidoso e narcisista.

— Mas é interessante notar como esses indivíduos usam constantemente os pronomes pessoais “eu” e “mim” em seus textos no Facebook — afirmou Carpenter ao site.

A classificação como narcisista em potencial se baseou na análise de dois comportamentos clássicos, batizados como exibição grandiosa (comum em quem precisa ser o centro das atenções o tempo todo) e busca do merecimento — em que alguém está disposto a fazer de tudo para obter o respeito a que acredita ter direito.

Mulheres se autopromovem com fotos bonitas

Outros estudos nos EUA já mostraram como homens se mulheres se autopromovem de maneiras diferentes no Facebook. Os homens costumam caprichar na autodescrição na seção “Sobre”, enquanto as mulheres preferem postar fotos em que aparecem bonitas e deslumbrantes.

Uma pesquisa feita há dois anos pelo Departamento de Psicologia da Universidade de York, em Toronto, no Canadá, mostrou que internautas narcisistas com baixa autoestima e necessidade de aceitação tendem a ser mais ativos nas redes sociais.

“No caso das fotos do perfil, a maioria pode ter sido selecionada ou retocada justamente para encobrir características indesejáveis da aparência pessoal, procurando mostrar a realização de um novo ‘eu’ em potencial”, diz o estudo.

Fonte: O Globo

Twitter x Facebook: Quem é o maior no Brasil? Confira o comparativo!

O portal Techtudo publicou hoje mais um infográfico interessante a respeito do mundo da tecnologia. Dessa vez o site trouxe um comparando as duas principais redes sociais do mundo: Twitter e Facebook. São várias análises e vários pontos de comparação. Uma das coisas interessantes que se observa na comparação é que, no Brasil, o site do “passarinho azul” ainda é mais forte que o site de Mark Zuckerberg. São 46,3 milhões de usuários contra menos de 30,5. Outra é que a presença das mulheres é maior que a dos homens nas duas mídias sociais.

Confira:

Twitter x Facebook (Infográfico: Techtudo)

 

Mulheres passam 33 anos da vida mal humoradas por causa do cabelo

Sabe bad hair day, quando os seus cabelos adquirem vida própria e, não importa o que você faça, o penteado não fica bom? Uma pesquisa feita com 2 mil mulheres lá no Reino Unido, conta o Daily Mail, constatou que elas acordam nesses dias pelo menos 3 vezes por semana. Fazendo as contas, são cerca de 156 dias por ano de cabelos rebeldes. Considerando a expectativa de vida das mulheres no Brasil — que, segundo o IBGE, é de 77 anos —, são 12.012 dias (ou 33 anos) de insatisfação capilar na vida de uma mulher.

Desesperador, né? E isso, é claro, causa um mau humor danado.

A pesquisa, que foi feita pelo cabeleireiro britânico Mark Hill, aponta que, em um bad hair day, a mulher passa no mínimo 1 hora e 25 minutos irritada e depressiva. E olha só: entre as entrevistadas, 1 em 20 já tinha levado um pé na bunda do namorado por causa dessas crises.

Por outro lado, quando acordam com os cabelos ótimos, 67% das mulheres têm um dia especialmente bom, e 56% são mais gentis do que o normal com as pessoas ao redor.

E vocês aí, sofrem desse mal? E com os homens, será que o efeito é parecido?

Fonte: Ciência Maluca

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcos disse:

    E 45 anos mal humoradas e agressivas por conta da menstruação.
    Homen tem de suportar muita coisa ao viver ao lado de uma mulher.
    Se não tivesse aquilo, era inutil.

Livro diz que mulheres devem aceitar infielidade dos homens

O conselho dado no livro The Monogamy Gap é de que as mulheres precisam entender o instinto infiel dos homens. Depois de quatro anos de pesquisa sobre os aspectos da monogamia e 120 entrevistas, o sociólogo norte-americano Eric Anderson concluiu que, assim como a monogamia é um ideal, a maioria dos homens tem predisposição para a traição. As informações são do jornal The Sun.

Segundo o autor, o conceito da monogamia é irracional, pois, na verdade, o apetite sexual masculino é tal que a maioria deles não conseguirá ficar satisfeito se tiver que passar uma vida inteira fiel a uma mulher só. “Acredito que, idealmente, os homens devem ser honestos com as mulheres e confessar seu desejo de trair”, disse ele.

O argumento do escritor é que as pessoas precisam parar de “adorar” a monogamia e começar a encarar a realidade. Ao insistir no conceito, a verdade masculina é ignorada e isso coloca um peso sobre relacionamentos e sobre o casamento. “Eu acredito que seria muito mais fácil se os homens e mulheres aprendessem a aceitar a verdade: que o amor de um homem para uma mulher não é dependente de sua fidelidade. E que o sexo não é necessariamente melhor ou mais emocionante com alguém que você ama”, explicou.

O sociólogo, no entanto, admitiu que a sinceridade pode causar conflitos graves e difíceis de resolver em um relacionamento.

Anderson ressaltou que não quer colocar o homem como vítima de seu próprio corpo. Mas, segundo ele, ao contrário do que as mulheres pensam, o homem pode amar uma mulher e ter sexo sem compromisso com outras, sem que qualquer sentimento seja envolvido. Como exemplo, ele citou os homens que sentem prazer ao ver mulheres nuas em revistas e na internet, sem que sintam qualquer afeto por elas.

Estudos mostram que a testosterona – hormônio masculino que é produzido no cérebro e é associado ao desejo sexual, músculos e ambição – vive em conflito com a ocitocina – hormônio do amor e união – também produzido no cérebro.

Dado que os homens produzem de cinco a dez vezes mais a quantidade de testosterona em comparação com as mulheres, eles são também muito mais propensos a trair.

Fonte: Livros Só Mudam Pessoas

Assistir filme pornô faz bem ao relacionamento?

Se você já achou sua cara-metade, assistir vídeos pornôs faz mais mal do que bem.

O Ciência Maluca, da Super, repercutiu um estudo da Universidade de Denver (EUA), em que pesquisadores pegaram como cobaias 1291 pessoas comprometidas (45% delas assistiam a filmes pornôs com o parceiro, sendo que 77%dos homens e 32% das mulheres contaram que também viam pornografia sozinhos) e descobriram que o pessoal que nunca via os filminhos era mais feliz no relacionamento, mais comprometido, se comunicava melhor e estava mais satisfeito sexualmente.

Foram encontrados certos aspectos positivos no hábito de ver pornografia em casal (adedicação de um ao outro era maior e a vida sexual, mais animada), mas isso vinha com umefeito-colateral considerável: as taxas de infidelidade cresciam. E aí, vai arriscar?

Site de relacionamentos extraconjugais faz propaganda usando o Cristo

Estadão – O outdoor de um site de relacionamentos, especializado em relações extraconjugais, está provocando polêmica na cidade. A propaganda tem a imagem do Cristo Redentor ao lado dos dizeres: “Tenha um caso agora! Arrependa-se depois”. A Arquidiocese encaminhou o assunto para o departamento jurídico e estuda as medidas que tomará.

Arquidiocese encaminhou o assunto para o departamento jurídico e estuda as medidas que tomará

“A Arquidiocese repudia com veemência essa propaganda com uso do Cristo, cujo direito de imagem pertence à Cúria. Ainda mais num anúncio que prega o adultério”, afirmou o porta-voz da Arquidiocese, Adionel Carlos da Cunha.

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