Maca peruana: ‘kit para engravidar’ proibido se espalha nas redes e é investigado no Brasil

“Meninas, o que vocês estão fazendo para conseguir o positivo?”, pergunta *Ana em uma rede social.

Ela tem 36 anos, tenta engravidar desde 2016 e, no Instagram, descobriu e comprou o que vários perfis diziam ser infalível: um kit para engravidar, com maca peruana.

De um deles, a brasileira recebe a seguinte mensagem, atribuída a uma mulher que teria finalmente engravidado após 10 anos de tentativas frustradas: “Tenho que agradecer a Deus e a Maca Peruana por ser uma luz em nossas vidas! Tive meu positivo no primeiro teste depois de tomar. Um único embrião e hoje tenho meu Vitor nos Braços (sic)”, diz o “print” do depoimento que a reportagem da BBC News Brasil identificou como falso, ao lado de outros indícios de irregularidades na venda e promoção de um produto que se espalha no País com a ajuda das redes sociais.

Nos Estados Unidos, maior importador mundial de maca em pó, em farinha e em sêmola, a Food and Drug Administration (FDA)- agência do Departamento de Saúde do governo – encontrou Viagra escondido em uma das marcas, com riscos para pessoas com diabetes, pressão alta, colesterol alto e doenças cardíacas. E orienta, desde junho, os consumidores a não usarem o produto.

A maca peruana é uma raiz cultivada e exportada principalmente pelo Peru.

É produzida a mais de 4 mil metros de altitude, nos Andes, e promovida oficialmente pelo país como “superalimento” que “ganhou o mundo”.

Não só isso. “Ela oferece múltiplos benefícios à saúde de quem consome, devido ao seu alto valor nutritivo e medicinal”, diz um material promocional enviado à BBC News Brasil pela Promperú, órgão vinculado ao governo peruano que promove produtos locais.

O texto diz que o consumo da raiz “é associado a melhorias de pressão alta, depressão, ansiedade e, ‘de um jeito ainda não totalmente entendido’, também ao equilíbrio de hormônios”. A propaganda oficial não faz referência aos supostos benefícios à fertilidade.

O Brasil, que há 10 anos aparecia em 20º lugar entre os maiores compradores da maca em pó, farinha e sêmola, passou à segunda posição, atrás apenas dos Estados Unidos.

As importações em 2018 somaram US$ 862 mil (R$ 3,22 milhões) e um volume de 280.420 kg – com alta de 62% sobre 2017.

‘Energizante’

Mas o que está por trás desse avanço?

Para exportadores, seria o poder “energizante” da planta, aliado a uma demanda crescente por produtos naturais.

Mas é prometendo bem mais do que isso que cápsulas supostamente recheadas com esse pó se espalham, vendidas no Brasil como “supermedicamentos” para “engravidar rápido” e combater a infertilidade.

“São muitas positividades, que fazem você crescer o olho e criar esperança”, diz *Ana.

Ela teve as chances de engravidar reduzidas porque anos atrás fez uma cirurgia de ligação de trompas.

“Fui mãe muito nova, tive quatro filhos e já me sentia completa. Não queria mais engravidar”, diz à BBC News Brasil.

“Mas aí me casei de novo, meu marido não tem filhos e eu decidi fazer a operação para ‘desligar'”.

“A médica disse que eu posso engravidar, mas até agora não consegui e resolvi comprar a maca para ver se me ajuda nisso”.

Investigação

A BBC News Brasil mergulhou durante um mês nos meandros desse negócio.

A reportagem verificou um estímulo ao consumo através de propaganda enganosa e sem comprovação científica que enaltece os poderes de aumentar a fertilidade, e incrementar a libido. Os produtos são oferecidos online a preços que variam de R$ 97 a R$ 2 mil.

A BBC News Brasil encontrou também outros indícios de irregularidades: depoimentos forjados de supostos consumidores satisfeitos, como o da mulher citada no início desta reportagem, uso indevido de registros farmacêuticos e venda irregular de tratamentos.

Os sinais foram identificados em perfis no Instagram, Facebook e YouTube, que remetem a lojas online, contrariando regras das próprias plataformas.

Nas redes sociais, conteúdos recheados de propagandas para vendas não autorizadas se multiplicam, chegam a ser visualizados por milhões de pessoas e levam parte delas, como *Ana, a comprarem – e consumirem – o que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) chama de “produto clandestino”.

A Anvisa afirmou à BBC News Brasil que vai abrir “investigação para averiguar possíveis irregularidades”.

O Facebook e o Instagram disseram, após contato da reportagem, que estão investigando o caso e que removerão conteúdos que violem as políticas das plataformas.

Ajuda a engravidar?

Segundo a presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH), Nilka Donadio, a maca não é indicada “nem como ajudinha, nem como medicamento”.

“A Sociedade Brasileira de Reprodução Humana contraindica o uso da maca como tratamento. Existem pouquíssimos trabalhos científicos na área, trabalhos sérios, em revistas renomadas e que tragam avaliação da metodologia do estudo. Todos os que existem têm estatísticas muito pequenas. Então, não há embasamento científico. Eu não posso dizer que uma mulher vai tomar e engravidar em 30 dias. Isso não existe. Isso é impossível. Isso está errado. Não tem o menor cabimento falar isso”, disse ela, que é PhD em Infertilidade e Fertilização in vitro.

Maca liberada?

A venda do produto no Brasil só é liberada como alimento (Consulte aqui marcas autorizadas).

Como medicamento que auxilia na fertilidade, ele precisaria ter um registro da Anvisa comprovando tal benefício, com sua segurança e qualidade atestadas.

Mas esse registro não existe, ao contrário do que diz, por exemplo, o perfil @engravidar.macaperuana.

“O comércio sem registro caracteriza infração sanitária e crime contra a saúde pública”, disse a Anvisa à BBC. “É uma irregularidade atribuir propriedades terapêuticas, funcionais ou de saúde relacionadas ao consumo da maca peruana, pois essas não foram avaliadas e aprovadas pela Anvisa”.

Também “não constam em nenhuma política, diretriz ou recomendação técnica do Brasil a utilização do kit para engravidar, nem mesmo evidências científicas para o uso da substância, derivados ou preparações com maca peruana”, segundo o Ministério da Saúde.

‘Infrações’

A Anvisa diz que anúncios apontando a maca, por exemplo, como “supermedicamento 100% natural” capaz de “aumentar a fertilidade, diminuir a mortalidade dos embriões e aumentar a produção de espermatozoides” não são, portanto, permitidos. É assim, no entanto, que eles aparecem nos sites andesprimemaca.com.br e kitparaengravidar.com.br.

Leia reportagem completa da BBC aqui

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ted disse:

    BG meu querido.
    A receita infalivel pra fazer engravidar e a seguinte, todos os dias, mas todos os dias mesmo! Pela manhã, por volta das 6:30 o cabra enMACAcá a companheira pelo menos duas vezes ou mais, até a hora de se levantar, durante todo período fértil da mulher.
    Não precisa de maca peruana coisa nenhuma, basta o casal trabalhar direitinho, que em pouco tempo aparece o resultado. Bingo!!!!
    Com nove meses tem brasileirinho nascendo.
    Façam!!!
    É infalível.

  2. Maria Lúcia Santos de Sousa disse:

    Quais as marcas liberadas

Astroinfluencers: a nova geração de jovens astrólogas que faz sucesso nas redes

Astrologia moderna Foto: Reprodução/Instagram

Há um movimento que flui de acordo com as luas, que acontece em retiros de detox digital e, ao mesmo tempo, é trending topics nas redes sociais: a astrologia moderna . Depois de anos ocupando quadradinhos no jornal, o estudo dos astros retoma o posto de oráculo em forma de memes, perfis no Instagram, aplicativos e podcasts . Há uma nova geração de astrólogas descomplicando as definições de Mercúrio retrógrado, contando sobre signos de maneira engraçada e fazendo mapa astral pelo WhatsApp. O estudo nunca esteve tão jovem e digital.

As astrólogas Isabella Heine e Maína Mello Foto: Ana Branco

“Starlet” da Zona Sul carioca, Isabella Heine (@isabellaheineastrologia) , de 36 anos, sagitariana com ascendente em áries e lua em touro, fez o primeiro mapa astral com Cláudia Lisboa, aos 17 anos. Gostou tanto do que aprendeu ali que no mesmo dia entrou para a turma que começaria um curso. “Não passava pela minha cabeça me tornar astróloga. Eu estudava porque conseguia me entender melhor, compreender mais as pessoas e a vida. Todo mundo falava que eu tinha que trabalhar com astrologia, mas resistia a essa ideia”, lembra ela, formada em Comunicação Social pela PUC-Rio. Enquanto isso, Isabella fazia mapa para amigos, falava apaixonadamente sobre os astros, mas era um hobby. Foi há cinco anos que ela pela primeira vez cobrou pelo trabalho. “Senti que virei astróloga quando a cliente voltou no ano seguinte para fazer outro mapa. O Instagram também foi um marco. Quando comecei a escrever sobre astrologia na rede social, tudo tomou uma proporção maior. Eu vejo um aumento de interesse sobretudo entre os jovens. A linguagem simbólica dos astros se conecta facilmente com as pessoas mais novas ”, conta ela, que, diariamente, posta uma série de imagens divertidas, colagens e pílulas de previsões em sua conta com quase 22 mil seguidores.

Quem também tem 22 mil seguidores no Instagram e coleciona fila de espera de clientes é Maína Mello (@mainamello) , de 36 anos, sagitariana com ascendente em virgem e lua em touro. Ela era criança quando passou a olhar diferente para o céu. Aos 7 anos, a tia começou a ensiná-la sobre os astros e na adolescência já analisava o perfil das amigas. Formou-se em Jornalismo e, logo em seguida, tornou-se astróloga. “Percebo que o estudo dos astros traz um autoconhecimento, e isso é empoderamento, pois liberta o poder de cocriação do nosso destino, nos ajuda a fazer melhores escolhas na vida”, diz ela. Em 2011, Maína colocou no ar o site Mapeando, inspirado no portal da astróloga americana Susan Miller, e se tornou uma das grandes responsáveis por tornar o horóscopo nosso de cada dia uma coisa mais pop. “De lá para cá, cresceu muito o interesse e a procura por consultas e cursos. Em 2017, rolou um boom de gente nova publicando nas redes ”, afirma. Em 2016, Maína lançou um livro, “Encontros astrais”, sobre sexo e zodíaco, e no mês que vem lança o romance “Efeito Lilith”, uma história sobre desejo e sexualidade pelo olhar de uma astróloga.

O crescimento dos jovens interessados em astrologia chega no embalo da Nova Era de Aquário, que começou em 2010. De acordo com estudos do Peoplestrology (@peoplestrology) , um time de pesquisadores, psicanalistas e profissionais criativos que investiga por que a astrologia se tornou um hit nos últimos anos, “as novas linguagens estão gerando um interesse inédito em uma geração que não viveu a febre esotérica da época hippie e new age (período de contracultura dos anos 1960 e 1970)”. Fácil entender por que 47% da Geração Z (nascidos entre 1994 e 2010) admite interesse nos astros , enquanto entre os millennials (de 1979 a 1994) o número cai para 40%. “As novas gerações vivem uma crise de confiança: uma sensação de que governo, mídia e grandes instituições não estão falando a verdade. E quando não é possível confiar na Humanidade, buscamos respostas no além. A incerteza, a instabilidade sobre o futuro e a urgência para acalmar a ansiedade pode ser comum a todos, mas, entre os mais jovens, essa angústia é crítica”, explica a pesquisa publicada pelo Peoplestrology, que diz mais: “A necessidade de pausa e reflexão é urgente, nem que isso aconteça on-line com a sua youtuber astróloga favorita. Além de tudo, a lógica do zodíaco cai como uma luva para uma cultura hiperindividualizada . A astrologia não é uma religião que padroniza seus seguidores. É pessoal e específica. Um prato cheio para jovens que estão tentando se reconhecer e se redefinir o tempo todo.”

Chloé D’archemont acredita que a Era de Aquário seja um dos motivos de a astrologia estar tão em alta Foto: Ana Branco

A franco-brasileira Chloé D’archemont (@chloedarchemont) , de 26 anos, aquariana com ascendente em virgem e lua em sagitário, também acredita que a Era de Aquário seja um dos motivos de a astrologia estar tão em alta. “ A Era de Aquário enaltece tudo que é vinculado ao bem-estar, espiritualidade e autoconhecimento ”, diz ela que começou a se aprofundar nos mapas quando cursava Psicologia. “No segundo ano da faculdade, iniciei a formação de astrologia e entendi que eu juntaria esses dois saberes seguindo a linha do psiquiatra Carl Jung. A partir da fusão desses dois saberes, é possível acessar questões profundas do inconsciente.”

A atriz e comunicóloga Lívia de Bueno usa a astrologia como conexão para as várias áreas de interesse que deseja compartilhar Foto: Ana Branco

Por sua vez, a comunicadora e atriz Lívia de Bueno (@liviadebueno) , de 35 anos, virginiana com ascendente em peixes e lua em áries, usa a astrologia como conexão para as várias áreas de interesse que deseja compartilhar. “Escrevo no Instagram em toda lua nova e cheia e sempre que tem algum evento astrológico importante. Estudo textos de vários astrólogos e faço o meu post de forma que sinto que será mais para as pessoas entenderem e aplicarem a sabedoria na própria vida. É uma forma de transbordar o bem que a astrologia me faz.” Lívia acredita que a vontade de as pessoas de se espiritualizarem, mas não saberem por onde começar, faz da astrologia uma das portas de entrada para o mundo de autoconhecimento. “Esse saber me ajuda a assimilar a quantidade de informações que está circulando ao redor”, diz Lívia, uma pesquisadora diária. “ Sempre checo o céu e me programo de acordo com aspectos importantes. Mas não entro na rigidez, sei que tenho livre-arbítrio para fazer escolhas. Sou também muito conectada com os ciclos lunares. Evito eventos e me recolho na minguante; sempre monto lista de intenções na nova; e faço tratamentos estéticos ou de saúde de acordo com ela. Quando vai ter eclipse, sei que alguma área da minha vida vai acelerar, algo será revelado para eu poder evoluir”.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ana leticia disse:

    Astronomia=ciência
    Astrologia= crença

  2. Gaius Baltar disse:

    Meu signo é dinossauro com ascendente stormtropper.

  3. Alex disse:

    Algo completamente sem sentido mesmo!Infelizmente, estão banalizando várias profissões, como por exemplo, Jornalismo, Psicólogo, nutricionistas.
    O conteúdo de leitura da graduação em Psicologia de 1 ano, é equivalente ao curso completo de comunicação social. Algumas profissões devem ser mais valorizadas e respeitadas.
    Graduação em Psicologia (5 anos de curso), Nutrição devem ser mais respeitadas.

    • Ceará-Mundão disse:

      É o que, vc tá dizendo que 1 ano de Psicologia equivale a 4 de jornalismo? Aí manja!
      Nutrição o pessoal tá bem defasado, tem que acompanhar os artigos mais recentes.

    • Ceará-Mundão disse:

      Tenha criatividade e alguma decência, rapaz. Crie seu próprio pseudônimo. Esse Ceará de cima é "fake".

  4. joao disse:

    Algo muito sem sentido. E tem gente que paga pra ser iludido. E muitas vezes nao tem dinheiro pra pagar algo serio, como um psiquiatra.

    • Severino disse:

      As pessoas opinam sobre Astrologia sem nunca terem lido um livro sobre. Só opinião de 'sabido'.

Atos sexuais de determinados foliões diante de multidões expostos por Bolsonaro em vídeo provocam guerra nas redes entre apoiadores e não simpatizantes do presidente

Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo

O presidente Jair Bolsonaro voltou a utilizar as redes sociais nesta quarta-feira para repercutir as próprias falas sobre o carnaval de rua após ter publicado nesta terça-feira uma crítica à festa relacionada a um vídeo com imagens obscenas . No Twitter, Bolsonaro voltou a abordar o tema e questionou usuários sobre a prática sexual que aparece explicitamente nos registros que ele mesmo compartilhou e que foram visualizados por mais de 2 milhões de pessoas.

“O que é golden shower?”, perguntou o presidente, em referência à expressão em inglês que significa “chuva dourada” ou “banho dourado”, utilizada para designar relações sexuais que envolvem o ato de urinar no parceiro ou parceira.

Na primeira postagem de Bolsonaro sobre o comportamento de foliões pelo Brasil, ele compartilhou imagens de pessoas que, em público, tocavam as partes íntimas e urinavam uma na outra. O episódio aconteceu no desfile do Blocu, em São Paulo, na última segunda-feira.

“Não me sinto confortável em mostrar, mas temos que expor a verdade para a população ter conhecimento e sempre tomar suas prioridades. É isto que tem virado muitos blocos de rua no carnaval brasileiro. Comentem e tirem suas conslusões (sic)”, escreveu Bolsonaro sobre o assunto.

Um alerta de “conteúdo sensível” foi inserido neste primeiro post, devido ao caráter pornográfico. Desta forma, o internauta só assiste ao vídeo caso concorde antecipadamente em acessá-lo, sem que haja reprodução automática do conteúdo.

“Nós não podemos te mostrar tudo!”, diz o aviso do Twitter. “Ocultamos automaticamente vídeos com possível conteúdo sensível ou impróprio”.

O assunto configura entre os mais comentados da rede social. As três primeiras hashtags dos Trending Topics são #ImpeachtmentBolsonaro, #BolsonaroTemRazão e #goldenshowerpresident, sendo esta última uma referência ao momento em que um homem urina em outro.

Procurado, o Twitter informou que “tem regras que determinam os conteúdos e comportamentos permitidos na plataforma, e eventuais violações estão sujeitas às medidas cabíveis”.

Estado de degeneração

O assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, Filipe Martins, saiu em defesa de Bolsonaro após das duas publicações. Ele comparou a postura do presidente a de Theodore Roosevelt.

“Roosevelt dizia que a Presidência da República é um ‘bully pulpit’, uma posição pública que permite falar com clareza e com força sobre qualquer problema. Foi o que o Presidente @jairbolsonaro fez ao expor o estado de degeneração que tomou nossas ruas nos últimos dias”, escreveu Martins.

Com informações de O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tico de Adauto disse:

    Hoje me arrependo do voto q deu ao presidente. Como disse o jornalista Fábio Panunzio, o presidente precisa de tratamento é urgente.

  2. Observador disse:

    Na minha humilde opinião o presidente não só deve comentar a respeito deste e de outros absurdos que estar acontecendo no Brasil, como também deveria tomar as medidas cabíveis, como ordenando a prisão imediata destas pessoas que se acham no direito de transgredir a Lei e achar que estão certos, errados são os que não aceitam os erros delas. Nós não somos obrigados a assistir cenas de sexo explícito por lésbicas ou gays em via pública. Nós a grande maioria deste país fazemos nossos atos sexuais de troca de quatro paredes, enquanto esta minoria se acha no direito de fazer em qualquer lugar. Infelizmente estamos vivendo no país que leva a vida a criar leis para favorecer a minoria, a família tradicional estar perdendo seu valor. Vamos combater isto, vamos botar nossos deputados e senadores no canto de parede e exigir deles que trabalhem em prol da família e não dá "safadeza". #BolsonaroTemRazao.

  3. Rocha disse:

    Não é possível que ele não possa ficar sem uso de redes sociais por pelo menos um dia. Será que Bolsonaro ainda não detectou que tudo que está acontecendo de negativo na exposição familiar dele é através do telefone. Enfim temos o primeiro mandatário presidente viciado e refém de um celular. Eita Brasil de sorte! Pai e filhos viciados e carentes de holofotes…

    • Rogerio disse:

      Todo m**** pode ser blogueiro ou expor sua opinião, porque o presidente da república não poderia externar sua indignação com essa bandalheira que está o país, ainda mais que, a imensa maioria do país concorda plenamente com a maioria de suas postagens

    • Flávio Ribeiro disse:

      Não sabia que era restrito e errado o uso de celular e mensagens pelas redes sociais? Parece mesmo que as redes sociais estão impondo muitas restrições as mentiras e meia verdade que os meios de comunicações tradicionais, devidamente patrocinados, faziam e levavam ao povo suas versões torpes para privilegiar seus patrocinadores.
      O maior erro da direita é perder tempo discutindo com a militância zumbi da esquerda. Eles não tem linha lógica de raciocínio, são criaturas que reagem e apenas repetem os mantras criados por seus babalorixás sem qualquer compromisso com a verdade. Isso é histórico, basta ver as manchetes de alguns jornais e as notícias distorcidas de telejornais.
      O que se tem a fazer é deixar a esquerda falando sozinha… Eles vão se auto extinguir! pois 2% deles tem algum conteúdo, o resto, marionetes, papagaios de corruptos condenados.

Sozinho, Bolsonaro tem mais citações nas redes sociais do que todos adversários juntos, diz estudo

Uma análise de 34 milhões de postagens sobre as eleições 2018, difundidas em redes sociais, blogs e fóruns de internet entre os dias 20 de agosto e 17 de setembro, revelou que o candidato do PSL nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, foi o personagem citado em 51% delas – ou seja, mais do que a soma de todos os adversários.

Nesta sexta, o Estado também publicou estudo que mostra que apoiadores de Bolsonaro são os que compartilham maior número de fontes de informação falsa ou de baixa qualidade – as “junk news” ou notícias distorcidas – relacionada às eleições no Twitter, rede social em que ele tem o maior engajamento político.

Foto: FABIO MOTTA/ESTADÃO/DIVULGAÇÃO

O trabalho relacionado às postagens sobre as eleições brasileiras foi feito pela empresa espanhola Alto Data Analytics, que trabalha com inteligência artificial e análise de grandes bases de dados, e distribuído para os veículos que participam do projeto Comprova – entre eles o Estado –, que combate a disseminação de conteúdo falso nas redes durante a campanha.

Na análise, as publicações sobre Bolsonaro não se limitam ao universo de seus simpatizantes – foram contabilizados também os ataques dirigidos ao capitão da reserva por seus adversários.

Além das 34 milhões de publicações, a empresa analisou uma amostra de 50 mil anúncios pagos vinculados às eleições no Facebook, e constatou a importância que os políticos estão dando ao voto feminino. Nas faixas acima de 35 anos, as mulheres foram os principais alvos dos anunciantes.

O retrato do debate nas redes sociais durante a campanha é de alta polarização, com destaque para as discussões de gênero impulsionadas, entre outras iniciativas, pelo movimento #elenão – que reuniu milhões de mulheres contrárias a Bolsonaro, inicialmente no Facebook, e depois em manifestações de rua por todo o País.

A análise mostra tanto as alas da esquerda quanto da direita cada vez mais isoladas em suas bolhas de discussão, consumindo e compartilhando grande volume de conteúdos produzidos por veículos de mídia alinhados às suas bandeiras.

Apareceu com destaque no radar da Alto Data Analytics uma rede social que, até recentemente, tinha presença insignificante no Brasil. Trata-se do Gab, uma espécie de clone do Twitter que, nos Estados Unidos, reúne militantes da chamada alt-right (a nova direita) e supremacistas brancos.

No Brasil, o Gab virou “refúgio” de ativistas online que se consideram censurados pelas plataformas tradicionais, como o Facebook, que , em julho, derrubou uma “rede coordenada que se ocultava com o uso de contas falsas” e, segundo a empresa, tinha “o propósito de gerar divisão e espalhar desinformação”. Entre as páginas derrubadas, várias tinham ligação com o Movimento Brasil Livre (MBL).

No Gab Brasil, o bolsonarismo tem domínio evidente. Os links para as postagens na rede social costumam ser publicados também em outras plataformas – o que fez com que o Gab aparecesse entre os 15 domínios com mais conteúdo político compartilhado no Twitter durante o período da análise da Alto Data Analytics.

A investigação da empresa detectou ainda a ação de usuários com altíssima atividade nas redes – um indício da aplicação de “bots”, ou seja, automação de publicação e compartilhamento de conteúdo.

Os sinais de automação aparecem tanto das redes de esquerda quanto de direita. No Twitter, a comunidade que consome e compartilha conteúdo relacionado ao PT e ao PSOL tem quase 139 mil usuários, que produziram 1,8 milhão de mensagens no período da análise, cerca de 13 por usuário. Na ala bolsonarista, há menos autores (cerca de 50 mil), mas muito mais conteúdo (5,9 milhões de postagens, ou 117 por usuário). Esse volume, segundo a empresa, é um indício de “atividade não-humana” na rede.

Estadão

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Brasil disse:

    Eu mesmo produto as m**** dele todo dia

  2. Pedro disse:

    Bozo entra na conta ??

    • Bolsonaro17 disse:

      Claro que entra. Vide o sucesso do # elenão kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Até nas pesquisas fajutas ele tem mais voto de mulheres do que o poste. É 17 no primeiro turno.

  3. duendevermelho disse:

    Maior praticante de Fake News contra Bolsonaro:
    1) O Globo
    2) Folha de São Paulo
    3) UOL
    4) Grupo Abril (Veja)
    5) g1

    Perderam a credibilidade pra mim depois q vi tanta mentira e agora querem criar a narrativa q só quem prestam é o editorial deles…

    O futuro desses jornalecos será o fechamento das portas, por irem contra ao que a população brasileira realmente pensa sobre os bons costumes e sobre as verdades!

    Eu acho é pouco, eles próprios também sendo vítimas da enxurrada de Fake News..

    • M. Vinicios disse:

      Venho acompanhando e vc tem toda a razão! Inclusive ontem após o debate, o portal da Globo G1 fez uma avaliação para identificar o que foi ou não FAKE. Assisti todo o debate e percebi que a própria avaliação omitiu grande parte dos FAKES proferidos. A Miriam Leitão hj na capa do Globo traz um artigo no qual o titulo é: "Criticas a Bolsonaro menos intensas do que deveriam". Tem um ditado que diz: FLECHA ATIRADA E PALAVRA PROFERIDA JAMAIS RETORNAM. O fato é que tal ditado foi pensado e proferido quando nós Seres Humanos nem sonhávamos com tamanha tecnologia na qual tudo fica devidamente armazenado. Portanto, é fácil saber da verdade!

Cai comando das redes sociais de Geraldo Alckmin, que quer tom mais forte contra Bolsonaro

As mais recentes pesquisas sobre a eleição presidencial 2018 que mostram Geraldo Alckmin, candidato do PSDB, ainda no patamar de um dígito das intenções de voto pressionam a equipe de comunicação da campanha e causaram a primeira baixa no time do tucano. Responsável pela área digital, o publicitário Marcelo Vitorino foi retirado do cargo nesta quinta-feira, 23.

Tucanos e aliados admitem reservadamente que a campanha ainda não encontrou uma narrativa nas redes sociais para “desconstruir” o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, e alavancar Alckmin.

Bolsonaro lidera as sondagens no cenário sem a presença de Luiz Inácio Lula da Silva – condenado e preso na Lava Jato e registrado como candidato do PT.

As redes sociais são consideradas um elemento-chave na campanha de Alckmin por ser uma arena na qual Bolsonaro tem a presença mais consolidada. No Facebook, por exemplo, o candidato do PSL possui 5,5 milhões de seguidores; Lula tem 3,7 milhões e Alckmin, 912,6 mil.

O Estado apurou que o candidato do PSDB está insatisfeito com a ação nas redes sociais e que Vitorino também se desentendeu com membros da equipe do marqueteiro Lula Guimarães.

Dirigentes de siglas do Centrão – grupo formado por DEM, PP, PR, Solidariedade e PRB – também estão incomodados e disseram a Alckmin que a campanha precisa mudar e expor fragilidades e contradições de Bolsonaro.

Na avaliação do bloco, as mídias sociais do candidato estão muito “burocráticas” e não atraem eleitores. A pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, divulgada na segunda-feira, mostrou Alckmin com 7% das intenções de voto no cenário sem Lula.

Bolsonaro lidera com 20%, Marina Silva (Rede) tem 12% e Ciro Gomes (PDT), 9% – resultado fez as campanhas reverem suas estratégias, como mostrou o Estado. Já na pesquisa Datafolha divulgada na quarta-feira, 22, Alckmin apareceu com 9% das intenções de voto no cenário sem Lula.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Kelly disse:

    Minions, vou explicar-lhes o pq do alvo do Alckmin ser o Bozonaro: vocês, eleitores do mico, são os ex-eleitores do Aécio, entenderam?
    Naquela época, o salvador da pátria era o Aécim do pó, agora é o Bolçaí!

  2. Chico Silva disse:

    Subir o tom? Vai de vagar com o andor que o santo é de barro, pois ainda não se sabe se subir o tom contra Bolsonaro é benéfico pra companha do tucano. Isso pode provocar um efeito bolo, quanto mais bate, mais cresce. Se prestarem bem a atenção os dois candidatos que mais recebe porrada da mídia todos os dias, é justamente os que lideram as pesquisas. O presidiário Lula da Silva e Bolsonaro, então vai de vagar Alkmin.

  3. Roberto disse:

    Até os que foram transformados em zumbis idiotas por lula, já declaram que Bolsonaro ganha no 1o turno, agora é montar uma bancada de congressistas para votar as leis que o Brasil, políticos atrasados nunca mais!!!

Insta e Face criam opção para controlar tempo gasto nas redes

Facebook e Instagram anunciaram uma função de controle de tempo nesta quarta-feira (1). A ferramenta foi desenvolvida com base no feedback de usuários e em parceria com especialistas em saúde mental. Já havia rumores de testes do novo recurso desde de maio deste ano, e a versão final é um painel de atividades com informações sobre o tempo de uso do app nos últimos sete dias, lembrete diário que alerta quando há excesso de uso da rede e, por fim, configurações que ajudam a limitar as notificações dos aplicativos.

As definições serão configuradas separadamente em cada rede, e podem ser encontradas no Instagram na seção “Sua Atividade”, enquanto na rede de Zuckerberg estará sob a opção “Tempo no Facebook”. Segundo o Facebook, o objetivo das ferramentas é oferecer às pessoas maior controle sobre sua experiência nas plataformas: “o tempo que as pessoas passam no Instagram e no Facebook deve ser positivo, inspirador e com propósito”, diz o comunicado oficial.

Nova ferramenta do Instagram permitirá que usuário receba notificações de controle de tempo no app (Foto: Divulgação/Instagram)

Como funcionam os recursos de gerenciar tempo

Em ambas as redes será exibido um painel com o tempo médio de uso do aplicativo no seu dispositivo atual. Ao tocar sobre os gráficos, o usuário pode ver informações como o tempo total de utilização por dia da rede social.

Controlar tempo gasto no Facebook (Foto: Divulgação/Facebook)

Além disso, há o recurso de criar um lembrete diário. Ele permite avisar quando o usuário atingir o tempo que ele mesmo estipulou para usar o app. É possível alterar ou cancelar a notificação quando desejar.

Outra função se refere à limitação das notificações. Para reduzir as notificações das redes sociais por um período de tempo, basta tocar em “Configurações de notificação” para acessar a nova ferramenta de “Silenciar Notificações Push”.

Globo, via Techtudo

 

Twitter x Facebook: Quem é o maior no Brasil? Confira o comparativo!

O portal Techtudo publicou hoje mais um infográfico interessante a respeito do mundo da tecnologia. Dessa vez o site trouxe um comparando as duas principais redes sociais do mundo: Twitter e Facebook. São várias análises e vários pontos de comparação. Uma das coisas interessantes que se observa na comparação é que, no Brasil, o site do “passarinho azul” ainda é mais forte que o site de Mark Zuckerberg. São 46,3 milhões de usuários contra menos de 30,5. Outra é que a presença das mulheres é maior que a dos homens nas duas mídias sociais.

Confira:

Twitter x Facebook (Infográfico: Techtudo)

 

Rede Wi-Fi pode diminuir qualidade do esperma, diz estudo

Amigos do BG, essa notícia acaba de sair quentinha na agência REUTERS. É por deveras preocupante. Já imaginaram até quem tem Home Theater em rede sem fio?

Cientistas argentinos escreveram em relatório na revista “Fertility and Sterility” que o Wi-Fi pode reduzir a qualidade do esperma.

Os pesquisadores coletaram amostras de sêmen de 29 homens saudáveis, colocaram algumas gotas embaixo de um laptop conectado à internet via Wi-Fi e em seguida começaram o download de algum arquivo.

Quatro horas mais tarde, um quarto dos espermatozóides já não estavam nadando, em comparação com apenas 14% do sêmen armazenado na mesma temperatura, porém longe do computador. E 9% mostrou danos no DNA, três vezes mais do que as amostras de comparação.

O culpado? Radiação eletromagnética gerada durante a comunicação sem fio, dizem os cientistas.

“Nossos dados sugerem que o uso de um computador portátil sem fio conectado à internet, posicionado perto os órgãos reprodutores masculinos, podem diminuir a qualidade dos espermatozóides humanos”, conclui o relatório.

Mas o resultado do estudo é colocado em dúvida pelo Dr. Robert Oates, pai de dois filhos –apesar de ter um laptop e um iPad. Presidente da Sociedade de Reprodução Masculina e Urologia, Oates diz que o estudo “não é vida real, é um cenário completamente artificial. É cientificamente interessante, mas para mim não tem qualquer relevância biológica humana”.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Então quem mora na avenida paulista, sob o bombardeio de ondas, microondas e megaondas seriam inférteis desde 1970 

  2. Alfrânio Medeiros Xavier disse:

    o importante pra mim é que ñ diminua a ereção pois ñ pretendo ter mais filhos

  3. Bruno disse:

    Resultado da pesquisa. Mulheres que quiserem engravidar, não usem esperma que estiver perto de algum equipamento sem fio!!

Redes Sociais ajudam a vender

Renato Cruz – O Estado de S.Paulo

Muita gente fala sobre o protagonismo do Brasil em mídias sociais. Segundo a empresa de pesquisas de mercado comScore, 79,1% dos usuários brasileiros de internet visitaram o Orkut em junho, serviço em que o País é líder. Cinquenta e dois por cento usaram o Facebook e 27% o Twitter. Nos microblogs, o Brasil fica atrás somente da Holanda, em que 31,1% utilizaram o Twitter em junho.

Diante desse cenário, as empresas querem que sua presença nas redes sociais deixe de ser somente um canal de relacionamento com os clientes para transformá-la numa ferramenta de negócios. Ainda no início no Brasil, o chamado “social commerce” já é uma realidade em outros países, como os Estados Unidos.

No mercado americano, uma empresa chamada Payvment é a principal fornecedora de tecnologia para lojas no Facebook. Recentemente, ela lançou um shopping center virtual que reúne mais de 60 mil lojas, criadas por terceiros com o seu aplicativo.

“A expectativa é que, até 2015, o social commerce alcance um faturamento anual de US$ 30 bilhões nos Estados Unidos, o equivalente a 15% do comércio eletrônico americano”, disse Gabriel Borges, fundador da LikeStore, que se inspirou em serviços internacionais como a Payvment para criar uma ferramenta de loja virtual no Facebook para brasileiros. “Nos EUA não é modinha, já pegou.”

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